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Rede IEA

por Aziz Salem - publicado 08/08/2016 14:39 - última modificação 08/08/2016 14:39

Pesquisadores do IEA lançam terceira edição do Atlas do Brasil

por Victor Matioli - publicado 07/06/2018 16:40 - última modificação 07/06/2018 16:44

Capa livro - Atlas do Brasil

A terceira edição do Atlas do Brasil: Disparidades e Dinâmicas do Território foi lançada nesta semana pela editora Edusp. O livro é de autoria de dois pesquisadores do IEA, Hervé Théry e Neli Aparecida de Mello-Théry, ambos do Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidades e Sociedade. Além de coordenadora do grupo, Neli é professora da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP. Hervé é pesquisador do Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS) e professor visitante da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

As duas primeiras edições do atlas foram lançadas em 2005 e 2008. Segundo os autores, a tiragem mais recente do livro traz dados atualizados pelo Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para eles, o atlas cria uma proposta de síntese sobre as diferentes dinâmicas espaciais do Brasil através de “textos claros e concisos acompanhados de imagens resultantes de uma sofisticada cartografia temática”.

Os autores acreditam que, no Atlas do Brasil, a cartografia é utilizada como um recurso de interpretação pelo qual se apreendem e expressam ideias, conceitos e teorias “procurando representá-los em seus significados diversos e principalmente em suas projeções, tendências e movimentos dominantes”.


Atlas do Brasil: Disparidades e Dinâmicas do Território
Editora Edusp
Nº de Páginas: 392 pp
3ª Edição 
Preço: R$ 96,00

Foto: Leonor Calasans/IEA-USP

Membro de grupo de pesquisa do IEA recebe Prêmio USP de Direitos Humanos

por Victor Matioli - publicado 05/06/2018 16:34 - última modificação 05/06/2018 16:34

kabengele munanga
Kabengele Munanga, receptor do Prêmio USP de Direitos Humanos 2017

Kabengele Munanga, antropólogo e membro do Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais, receberá o Prêmio USP de Direitos Humanos 2017. A entrega será feita pelo reitor Vahan Agopyan, em cerimônia oficial, no dia 29 de junho. Professor aposentado do Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, Munanga receberá a honraria por seus estudos sobre a população afro-brasileira e o racismo no Brasil.

Munanga nasceu no Congo, em 1940, onde se graduou em Antropologia Cultural pela Université Officielle Du Congo à Lubumbashi (1969) e viveu por 40 anos. Em 1980, veio para o Brasil e iniciou sua trajetória acadêmica como professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). No ano seguinte, mudou-se para São Paulo e estabeleceu-se como professor da FFLCH, onde se aposentou como professor titular em 2012.

Sempre orbitando a antropologia da África e da população afro-brasileira, os estudos de Munanga englobam racismo, políticas e discursos antirracistas, negritude, identidade negra versus identidade nacional, multiculturalismo e educação das relações étnico-raciais. Estes foram também os temas com os quais mais contribuiu para o Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais. Sua participação em um dos encontros do grupo foi traduzida em um artigo publicado no Dossiê Interculturalidades da edição 114 da Revista USP. Em 2004, a 50ª edição da revista “Estudos Avançados” publicou uma entrevista com Munanga sobre as dificuldades de se definir quem é negro no Brasil.

Diretor do IEA é eleito membro titular da Academia Nacional de Medicina

por Victor Matioli - publicado 03/05/2018 09:21 - última modificação 03/05/2018 09:21

Paulo Saldiva - Perfil
Paulo Saldiva, novo membro da ANM

Paulo Saldiva, médico e diretor do IEA, foi eleito membro titular da Academia Nacional de Medicina (ANM), no dia 19 de abril. A nomeação aconteceu em uma sessão secreta da Academia que contou com a presença de 70 membros, entre titulares e eméritos. Outros 29 votos por correspondência foram contabilizados. A sessão elegeu também o professor Maurício Augusto Magalhães Costa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Saldiva ocupará a 98ª cadeira da Secção de Ciências Aplicadas à Medicina, cujo patrono é o Dr. Adolpho Frederico Luna Freire. A posição era ocupada por João Pedro Escobar Marques-Pereira até seu falecimento, em 6 de junho de 2017.

A ANM foi a primeira instituição médica do Brasil, fundada em 30 de junho de 1829. O diretor do IEA deve, a partir de agora, atuar em parceria com a Academia para aperfeiçoar a difusão de ideias médicas, farmacêuticas e de ciências afins. Saldiva assumiu um vínculo vitalício com a instituição, devendo permanecer titular da cadeira 98 por toda a vida.

Morre Paul Singer, o economista solidário

por Mauro Bellesa - publicado 17/04/2018 16:20 - última modificação 23/04/2018 17:26

Paul Singer - 2008
Paul Singer em sua última participação nas atividades do IEA, em agosto de 2008

O economista Paul Singer, professor titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP e integrante da primeira composição do Conselho Deliberativo (CD) do IEA, de 1987 a 1992, morreu ontem, 16 de abril, ao 86 anos.

Relacionado

Evento com Paul Singer

Economia Solidária, uma Proposta para Outro Mundo Possível
(vídeo)
8 de agosto de 2008

Paul Singer na revista "Estudos Avançados"

Autor dos artigos:

Entrevistado:

Tema de artigo:

Singer nasceu em Viena em 1932, numa família de pequenos comerciantes judeus. Chegou ao Brasil com 8 anos em 1940, quando a família resolveu emigrar em razão das perseguições decorrentes da anexação da Áustria pela Alemanha nazista.

Antes de se tornar acadêmico, Singer foi operário do setor metalúrgico e militou no meio sindical. Em 1959, graduou-se em economia pela USP, onde obteve o título de doutor em sociologia em 1966. Também estudou demografia na Universidade de Princeton, nos EUA, no biênio 1966/67.

Tornou-se professor assistente da USP em 1960, mas, em razão de suas atividades políticas, foi aposentado compulsoriamente em 1969 com base no Ato Institucional nº 5. No mesmo ano, na companhia de vários professores afastados da Universidade pela ditadura militar, entre os quais Fernando Henrique Cardoso e José Arthur Giannotti, foi um dos fundadores do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Voltou a lecionar em 1979, na PUC-SP, durante quatro anos, e na USP, onde se aposentou como professor titular em 2002.

Integrou o Partido Socialista Brasileiro (PSB) e em 1959 participou da criação da Organização Revolucionária Marxista Política Operária (Polop), uma dissidência não parlamentar do PSB. Foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores em 1980. Ao lado da carreira acadêmica e da militância política, Singer também atuou na gestão pública. Foi secretário de Planejamento da Prefeitura de São Paulo na gestão de Luiza Erundina (1989-1992) e secretario nacional de Economia Solidária nos governos Lula e Dilma, de 2003 a 2016. Foi condecorado com a Grande Ordem do Mérito da República da Áustria em 2009.

Escreveu diversas livros, entre os quais: "Introdução à Economia Solidária" (Fundação Perseu Abramo, 2002); "Utopia Militante: Repensando o Socialismo" (Vozes, 1998); "Repartição da Renda – Ricos e Pobres sob o Regime Militar" (Zahar, 1986); "A Formação da Classe Operária" (Atual, 1985); "Economia Política do Trabalho" (Hucitec, 1977); e "A Crise do Milagre" (Paz e Terra, 1976).

Participação no IEA

No IEA, além de ter sido membro do CD, Singer coordenou a Área de Economia Política, integrou a Área de Concentração Assuntos Internacionais, organizou o ciclo temático "A Proteção dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais no Brasil" e contribuiu com vários artigos para a revista "Estudos Avançados" [veja ao lado].

Também proferiu conferências e participou de debates sobre economia, democracia, globalização, teoria da dependência, planejamento da cidade de São Paulo e outros temas. Sua última participação no Instituto foi no evento "Economia Solidária, uma Proposta para Outro Mundo Possível", em agosto de 2008 [assista ao vídeo].

Foto: IEA-USP

Inscrições abertas para programa conjunto dos IEAs de Birmingham e Cingapura

por Mauro Bellesa - publicado 20/02/2018 13:50 - última modificação 20/02/2018 13:51

Birmingham e Nanyang (Universidades)
Os participantes do programa passarão seis semanas na Universidade de Birmingham, Reino Unido (à esq.), e período igual na Universidade Tecnológica de Nanyang, Cingapura

Pesquisadores interessados em desenvolver projeto com acadêmicos da Universidade de Birmingham, Reino Unido, e da Universidade Tecnológica de Nanyang, Cingapura, têm até o dia 16 de março para se inscrever na seleção de programa coordenado pelos institutos de estudos avançados das duas universidades.

O programa destina-se a pesquisadores de destaque em início ou meio de carreira de instituições com relevância internacional. Os projetos de pesquisa devem se concentrar em áreas (novas ou já consolidadas) de fronteiras transdisciplinares que sejam oportunas e relevantes para prioridades nacionais e internacionais. Espera-se que os participantes estabeleçam colaborações significativas para pesquisa entre acadêmicos das duas universidades.

Ao longo do período do programa (um ano), os candidatos selecionados permanecerão seis semanas em Birmingham e seis semanas em Cingapura. Além de fornecer a infraestrutura de trabalho e facilitar a interação com os diversos setores das universidades, os institutos cobrirão os custos das viagens entre a cidade da instituição do pesquisador e Birmingham e Cingapura, acomodações e parte das despesas de pesquisa (até cerca de R$ 5 mil).

Os interessados deverão enviar currículo, projeto de pesquisa, um trabalho já publicado (como exemplo de sua produção escrita) e indicar nomes de duas pessoas para referências. Informações detalhadas sobre o programa e como se inscrever na seleção estão no site do IEA de Birmingham. Outras informações podem ser obtidas em contato por e-mail com Sue Gilligan (s.gilligan@bham.ac.uk)

Eda Tassara recebe título de Professora Emérita do Instituto de Psicologia da USP

por Vinícius Sayão - publicado 05/02/2018 14:22 - última modificação 05/02/2018 14:22

Eda Tassara - Perfil
Eda Tassara

Física e doutora em Psicologia pela USP, Eda Tassara receberá o título de Professora Emérita do Instituto de Psicologia (IP) da USP no próximo dia 7 de fevereiro. O título é concedido a docentes já aposentados que contribuíram de forma notável nas atividades acadêmicas da Universidade, tanto no ensino quanto na pesquisa. A cerimônia acontece às 15 horas, no próprio Instituto de Psicologia.

Coordenadora do Grupo de Pesquisa Política Ambiental do IEA, Tassara se formou em física, também pela USP, em 1963. Mestre, Doutora e Livre Docente em psicologia pela USP, foi professora visitante em três universidades europeias: no Departamento de Física da Universidade de Pisa, Itália; do Laboratoire de Psychologie Environnementale (LPE) da Universidade de Paris V, França; e do Centre de Recherches Historiques da Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales (EHESS) de Paris.

Atualmente, ela é professora titular do Departamento de Psicologia Social e do Trabalho do IP-USP e Presidente da Comissão Estadual de São Paulo do Instituto Brasileiro de Educação Ciência e Cultura  IBECC-Unesco).

Foto: Leonor Calasans / IEA-USP

Ary Plonski, vice-diretor do IEA, integrará novo conselho do Ranking Universitário da Folha

por Fernanda Rezende - publicado 05/01/2018 15:20 - última modificação 05/01/2018 15:20

Guilherme Ary Plonski - Perfil
O diretor do IEA, Ary Plonski

O vice-diretor do IEA, o engenheiro Guilherme Ary Plonski, irá integrar o recém-criado conselho de especialistas em ensino superior e avaliação de universidades do Ranking Universitário Folha (RUF). Publicado desde 2012 pelo jornal Folha de S. Paulo, o RUF avalia 195 universidades do país e os 40 cursos de graduação com maior número de ingressantes.

Além de Plonski, integram o conselho Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fapesp; Francisco Soares, ex-presidente do InepMEC; Ronaldo Mota, chanceler do Grupo Estácio; Helena Sampaio, especialista da Unicamp em ensino privado; Adolfo Ignacio Calderón, docente da Puc-Camp; Klaus Capelle, reitor da Universidade Federal do ABC (UFABC); e Sabine Rigetti, jornalista especializada em educação e organizadora do RUF.

A participação do vice do IEA no RUF é um desdobramento do trabalho que ele realiza há anos sobre inovação e empreendedorismo nas universidades. É também uma oportunidade de ampliar a discussão que vem acontecendo no IEA desde 2017 no grupo “A USP Diante dos Desafios do Século XXI”.

Liderado por Luiz Bevilacqua, professor visitante do IEA e ex-reitor da UFABC, o grupo tem também a participação de Naomar Monteiro de Almeida Filho, ex-reitor da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB); de Eugênio Bucci, professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA); Henrique Dreifus, professor do Instituto de Matemática e Estatísticas (IME), de Elizabeth Balbachevsky, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH); e Plonski.

IEA tem três representantes no novo Instituto de Estudos Avançados da Unicamp

por Fernanda Rezende - publicado 22/12/2017 10:05 - última modificação 22/12/2017 10:04

Três membros do IEA-USP integram o Conselho Científico-Cultural do novo Instituto de Estudos Avançados (IdEA) da Universidade de Campinas (Unicamp), inaugurado em 18 de dezembro.

Vinculado ao gabinete do reitor da universidade, o IdEA é presidido por Carlos Alberto Vogt, ex-reitor da Unicamp. A coordenação é de Antonio Alcir Bernardez Pécora, professor de Teoria Literária do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp.

Entre os 12 integrantes do conselho, o IEA está representado por:

  • Celso Lafer, membro do Conselho Deliberativo do IEA, professor emérito da USP e ex-ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio e das Relações Exteriores;
  • Eugenio Bucci, professor da Escola de Comunicação e Artes (ECA-USP), membro do Grupo de Pesquisa Jornalismo, Direito e Liberdade e ex-conselheiro do IEA-USP; e
  • Martin Grossmann, ex-diretor do IEA, membro da Comissão Científica da Intercontinental Academia, coordenador acadêmico da Cátedra Olavo Setúbal de Arte, Cultura e Ciência e do Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado. Grossmann é professor da ECA-USP.

De acordo com o reitor da Unicamp Marcelo Knobel, a ideia é que o Instituto seja um espaço para discussão de questões relativas às práticas das pesquisas e aos assuntos que mais preocupam a sociedade no momento.

O IdEA é o segundo instituto do gênero em universidades paulistas. Antes dele, dois outros órgãos da Unicamp tinham entre suas atribuições o propósito de fomentar a reflexão em torno de temas fundamentais ao avanço das ciências e humanidades: o Centro de Estudos Avançados (CEAv) e o Fórum Pensamento Estratégico (Penses).

Cátedra Bernardo O’Higgins publica livro sobre história e memória

por Vinícius Sayão - publicado 08/12/2017 14:55 - última modificação 08/12/2017 14:55

Historias y memorias. Diálogos desde una perspectiva interdisciplinaria reúne textos sobre as variadas formas de se entender a memória, importante na construção da história. Publicado pelo IEA e pela Universidad de La Frontera, Chile, por meio da Cátedra Bernardo O’Higgins, o livro foi produzido a partir de textos apresentados em um seminário que aconteceu na universidade chilena.

Editada por Álvaro Bello, Yéssica González, Paula Rubilar e Olga Ruiz, a obra tem como uma das autoras Maria Helena Capelato, coordenadora da Cátedra Bernardo O’Higgins do IEA.

Disponível no site do IEA, o livro pode ser acessado neste link.


No IEA, José Eli da Veiga lança livro "Amor à Ciência - Ensaios sobre o Materialismo Darwiniano"

por Fernanda Rezende - publicado 14/11/2017 14:05 - última modificação 14/11/2017 14:49

Capa Livro - Amor à Ciência - José Eli da VeigaO livro "Amor à Ciência - Ensaios sobre o Materialismo Darwiniano" será lançado no IEA dia 24 de novembro, às 15h, com uma conversa entre o autor José Eli da Veiga, do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP, o físico e filósofo Osvaldo Pessoa Jr., da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e o jornalista Reinaldo José Lopes, da Folha de S. Paulo. Para participar, é necessária inscrição prévia. O bate-papo será transmitido ao vivo pelo site do IEA.

A tese central do livro é que não pode haver materialismo científico que não seja, antes de tudo, darwiniano. Para justificá-la, dá uma visão panorâmica de sua crescente utilidade cognitiva em ciências tão diversas quanto a psicologia e a física quântica, passando por quase todas as ciências sociais.

Esse amplo avanço do materialismo darwiniano no âmbito científico está bem longe de ser homogêneo, gerando, ao contrário, variações que ainda não puderam ser selecionadas. O que só poderá começar a ocorrer quando forem superadas meia dúzia de controvérsias:

  1. A primeira diz respeito ao próprio conjunto dos fenômenos que evoluem pela interação dos quatro vetores essenciais: mutação, seleção, deriva e migração.
  2. A segunda às chamadas dimensões da evolução. O fato de já estar bem claro que vão além da genética e da epigenética, não quer dizer que a melhor forma de classificar as demais se resuma tão somente às categorias “comportamental” e “simbólica”.
  3. A terceira é sobre o alcance dos processos seletivos. Por mais que ainda haja resistência, certamente não demorará muito para que seja amplamente aceita a ideia de “seleção multinível”.
  4. A quarta reside no entendimento do fenômeno de superação dos numerosos tipos de conflitos sociais mediante cooperação.
  5. Em quinto, a que hoje parece a mais importante de todas. Se dá em torno do que chamamos de consciência. Por enquanto nem é possível avaliar qual será seu desdobramento, pois a divergência entre os materialistas darwinianos parece começar pelo próprio sentido que dão à palavra “consciência”.
  6. Por último, mas não menos importante, uma controvérsia que não é interna ao materialismo darwiniano, mas que diz respeito à concorrência de outros possíveis materialismos, entre os quais se destaca o materialismo histórico.