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Rede IEA

por Aziz Salem - publicado 08/08/2016 14:40 - última modificação 27/06/2018 10:22

Nas Páginas Amarelas da Veja, José Álvaro Moisés fala sobre a crise da democracia brasileira

por Victor Matioli - publicado 17/09/2018 17:30 - última modificação 19/09/2018 12:58

José Álvaro Moisés

José Álvaro Moisés, coordenador do grupo de pesquisa Qualidade da Democracia do IEA-USP, foi o entrevistado das Páginas Amarelas da edição de 19 de setembro da revista Veja (versão online apenas para assinantes). Moisés falou sobre a campanha presidencial em curso, o acirramento dos discursos extremistas e o aumento da polarização política no Brasil. Para ele, este conjunto de fatores coloca em xeque os mais de 30 anos de construção democrática no país.

O cientista político acredita que o atentado sofrido recentemente pelo candidato à Presidência Jair Bolsonaro, do Partido Social Liberal (PSL), é uma confirmação dessa radicalização política. “Demonstra que estamos chegando a um grau de intolerância em que o uso da violência começa a ser encarado como ‘natural’ na solução de conflitos políticos”, disse à Veja. Moisés lembrou também que outros casos, como o ataque à caravana do ex-presidente Lula no Paraná e o assassinato da vereadora Marielle Franco no Rio de Janeiro, também comprovam o “clima quase generalizado de intolerância” que assola o Brasil. Bolsonaro, segundo ele, instiga ações violentas deste tipo em seus discursos quando afirma, por exemplo, ser necessário “metralhar a petralhada”. “É uma manifestação que induz o indivíduo a pensar que é aceitável usar a violência na disputa eleitoral”, explicou.

As manifestações de Bolsonaro também aprofundam, segundo Moisés, a polarização da sociedade entre “esquerda” e “direita”. “E esse tipo de conduta não deveria, em nenhuma hipótese, ser replicado por um homem público que quer liderar uma nação”, argumentou na entrevista. Ele ressaltou que uma das atribuições dos “homens públicos” é defender a solução pacífica dos conflitos políticos e sociais e garantir o clima de entendimento entre os diferentes. O candidato do PSL faz justamente o oposto, segundo Moisés, ao “desmerecer minorias e pôr em dúvida o processo eleitoral quando questiona o funcionamento da urna eletrônica”.

Ele entende que o tipo de discurso propagado por Bolsonaro ganhou espaço porque “vem crescendo no brasileiro a sensação de que ele próprio é irrelevante para o funcionamento da democracia”, explicou. Essa crise de participação, segundo Moisés, aumenta a percepção da população de que uma mudança para um regime autoritário “pouco importa”. Ele ressaltou ainda que o pluripartidarismo tem efeito correspondente: Os brasileiros não se sentem representados por nenhum 35 partidos que existem hoje no país, o que agrava a descrença nas instituições públicas. Uma solução, para ele, é submeter os partidos a regras de democracia interna, sem as quais “serão cada vez mais rejeitados pelos eleitores”.

Foto: Leonor Calasans/IEA-USP

Lino de Macedo receberá título de professor emérito do Instituto de Psicologia da USP

por Victor Matioli - publicado 28/08/2018 16:20 - última modificação 29/08/2018 16:40

Lino de Macedo - Perfil

Docente do Instituto de Psicologia (IP) da USP desde 1970, Lino de Macedo será outorgado como professor emérito no dia 29 de agosto, a partir das 15h, durante reunião da Congregação IP. Em 2011, Macedo se aposentou como professor titular do instituto, onde também se tornou mestre (1970), doutor (1973) e livre-docente (1983). No IEA, ele é membro do grupo de estudos Educação Básica Pública Brasileira: Dificuldades Aparentes, Desafios Reais, coordenado por Nilson José Machado.

Ainda no IP, Macedo atua como professor e orientador no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano. Ele também faz parte do Instituto Pensi (Pesquisa e Ensino em Saúde Infantil) do Hospital Infantil Sabará. Sua linha de pesquisa trata do valor dos jogos na psicologia e a educação como recurso de observação e promoção de processos de aprendizagem e                                                                      desenvolvimento, na visão de Piaget.

Foto: Leonor Calasans/IEA-USP

Luiz Bevilacqua expõe ideias sobre o futuro das universidades em encontro de professores

por Victor Matioli - publicado 23/08/2018 14:15 - última modificação 23/08/2018 14:59

Rede IEA - Luiz Bevilacqua
Bevilacqua foi reitor da Universidade Federal do ABC entre 2006 e 2008

Leia também:

Artigo "A USP como ela é", publicado no Jornal da USP

Luiz Bevilacqua, professor visitante do IEA-USP desde fevereiro de 2017, apresentou suas ideias sobre o futuro das universidades na segunda edição do Encontro de Professores da USP, realizado no dia 22 de agosto. Ele expôs alguns dos resultados das investigações feitas pelo grupo de estudos A USP Diante dos Desafios do Século 21, o qual coordena no IEA desde o final de 2017.

Para sobreviver às mudanças que chama de “salto para o futuro” e se adequar às demandas deste século, Bevilacqua defende, por exemplo, que os cursos de graduação da USP devem passar por uma transição acadêmica e organizacional. A ideia proposta é que eles sejam ministrados em centros interdisciplinares e fujam da estrutura — muitas vezes limitante — dos departamentos.

Além de Bevilacqua, fizeram exposições no evento Fabio Frezatti, vice-presidente da Comissão de Orçamento e Patrimônio (COP) da USP, Luiz Eugênio Garcez Leme, diretor do Hospital Universitário da USP e Marcílio Alves, presidente da Câmara de Atividades Docentes (CAD). O reitor da universidade, Vahan Agopyan, também se pronunciou no encontro.

A primeira edição do Encontro de Professores da USP foi realizada em 2016 — com o tema Avaliação Docente — e teve a presença de cerca de 500 professores.

Foto: Leonor Calasans/IEA-USP

Pesquisador do IEA participa de congresso sobre biomedicina reprodutiva no Irã

por Victor Matioli - publicado 26/06/2018 11:55 - última modificação 26/06/2018 12:01

Jorge Hallak - Perfil
Jorge Hallak, coordenador do Grupo de Estudos em Saúde Masculina

O médico e coordenador do Grupo de Estudos em Saúde Masculina do IEA, Jorge Hallak, participará do 19th Congress on Reproductive Biomedicine do Royan Institute, que acontece entre os dias 29 e 31 de agosto no Irã. Hallak, professor especialista em urologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), foi convidado para comandar duas palestras sobre os efeitos de agentes exógenos sobre a qualidade do sêmen.

A primeira apresentação de Hallak será feita na abertura do congresso, com o tema “Álcool, tabaco, drogas recreativas e esteroides: alterações na função testicular e qualidade do sêmen”. A segunda palestra terá como mote “O impacto de estressores ambientais e da poluição atmosférica na espermatogênese: uma abordagem epidemiológica e mecanicista”. No início deste ano, Hallak publicou um artigo que reúne os resultados de 10 anos de pesquisas sobre estes temas. Saiba mais sobre este artigo nesta notícia.

O Royan Institute é uma organização sem fins lucrativos, que foi fundada em 1991 como um instituto de pesquisa sobre biomedicina reprodutiva e tratamentos para infertilidade. Agora, o instituto possui três frentes de pesquisa: biologia de células tronco e tecnologia, biomedicina reprodutiva e biotecnologia. Além de Hallak, outros 13 conferencistas iranianos e 14 estrangeiros farão exposições no congresso.

Foto: Leonor Calasans/IEA-USP

Pesquisadores do IEA lançam terceira edição do Atlas do Brasil

por Victor Matioli - publicado 07/06/2018 16:40 - última modificação 07/06/2018 16:44

Capa livro - Atlas do Brasil

A terceira edição do Atlas do Brasil: Disparidades e Dinâmicas do Território foi lançada nesta semana pela editora Edusp. O livro é de autoria de dois pesquisadores do IEA, Hervé Théry e Neli Aparecida de Mello-Théry, ambos do Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidades e Sociedade. Além de coordenadora do grupo, Neli é professora da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP. Hervé é pesquisador do Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS) e professor visitante da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

As duas primeiras edições do atlas foram lançadas em 2005 e 2008. Segundo os autores, a tiragem mais recente do livro traz dados atualizados pelo Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para eles, o atlas cria uma proposta de síntese sobre as diferentes dinâmicas espaciais do Brasil através de “textos claros e concisos acompanhados de imagens resultantes de uma sofisticada cartografia temática”.

Os autores acreditam que, no Atlas do Brasil, a cartografia é utilizada como um recurso de interpretação pelo qual se apreendem e expressam ideias, conceitos e teorias “procurando representá-los em seus significados diversos e principalmente em suas projeções, tendências e movimentos dominantes”.


Atlas do Brasil: Disparidades e Dinâmicas do Território
Editora Edusp
Nº de Páginas: 392 pp
3ª Edição 
Preço: R$ 96,00

Foto: Leonor Calasans/IEA-USP

Membro de grupo de pesquisa do IEA recebe Prêmio USP de Direitos Humanos

por Victor Matioli - publicado 05/06/2018 16:34 - última modificação 05/06/2018 16:34

kabengele munanga
Kabengele Munanga, receptor do Prêmio USP de Direitos Humanos 2017

Kabengele Munanga, antropólogo e membro do Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais, receberá o Prêmio USP de Direitos Humanos 2017. A entrega será feita pelo reitor Vahan Agopyan, em cerimônia oficial, no dia 29 de junho. Professor aposentado do Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, Munanga receberá a honraria por seus estudos sobre a população afro-brasileira e o racismo no Brasil.

Munanga nasceu no Congo, em 1940, onde se graduou em Antropologia Cultural pela Université Officielle Du Congo à Lubumbashi (1969) e viveu por 40 anos. Em 1980, veio para o Brasil e iniciou sua trajetória acadêmica como professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). No ano seguinte, mudou-se para São Paulo e estabeleceu-se como professor da FFLCH, onde se aposentou como professor titular em 2012.

Sempre orbitando a antropologia da África e da população afro-brasileira, os estudos de Munanga englobam racismo, políticas e discursos antirracistas, negritude, identidade negra versus identidade nacional, multiculturalismo e educação das relações étnico-raciais. Estes foram também os temas com os quais mais contribuiu para o Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais. Sua participação em um dos encontros do grupo foi traduzida em um artigo publicado no Dossiê Interculturalidades da edição 114 da Revista USP. Em 2004, a 50ª edição da revista “Estudos Avançados” publicou uma entrevista com Munanga sobre as dificuldades de se definir quem é negro no Brasil.

Diretor do IEA é eleito membro titular da Academia Nacional de Medicina

por Victor Matioli - publicado 03/05/2018 09:21 - última modificação 03/05/2018 09:21

Paulo Saldiva - Perfil
Paulo Saldiva, novo membro da ANM

Paulo Saldiva, médico e diretor do IEA, foi eleito membro titular da Academia Nacional de Medicina (ANM), no dia 19 de abril. A nomeação aconteceu em uma sessão secreta da Academia que contou com a presença de 70 membros, entre titulares e eméritos. Outros 29 votos por correspondência foram contabilizados. A sessão elegeu também o professor Maurício Augusto Magalhães Costa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Saldiva ocupará a 98ª cadeira da Secção de Ciências Aplicadas à Medicina, cujo patrono é o Dr. Adolpho Frederico Luna Freire. A posição era ocupada por João Pedro Escobar Marques-Pereira até seu falecimento, em 6 de junho de 2017.

A ANM foi a primeira instituição médica do Brasil, fundada em 30 de junho de 1829. O diretor do IEA deve, a partir de agora, atuar em parceria com a Academia para aperfeiçoar a difusão de ideias médicas, farmacêuticas e de ciências afins. Saldiva assumiu um vínculo vitalício com a instituição, devendo permanecer titular da cadeira 98 por toda a vida.

Morre Paul Singer, o economista solidário

por Mauro Bellesa - publicado 17/04/2018 16:20 - última modificação 10/08/2018 16:12

Paul Singer - 2008
Paul Singer em sua última participação nas atividades do IEA, em agosto de 2008

O economista Paul Singer, professor titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP e integrante da primeira composição do Conselho Deliberativo (CD) do IEA, de 1987 a 1992, morreu ontem, 16 de abril, aos 86 anos.

Relacionado

Evento com Paul Singer

Economia Solidária, uma Proposta para Outro Mundo Possível
(vídeo)
8 de agosto de 2008

Paul Singer na revista "Estudos Avançados"

Autor dos artigos:

Entrevistado:

Tema de artigo:

Singer nasceu em Viena em 1932, numa família de pequenos comerciantes judeus. Chegou ao Brasil com 8 anos em 1940, quando a família resolveu emigrar em razão das perseguições decorrentes da anexação da Áustria pela Alemanha nazista.

Antes de se tornar acadêmico, Singer foi operário do setor metalúrgico e militou no meio sindical. Em 1959, graduou-se em economia pela USP, onde obteve o título de doutor em sociologia em 1966. Também estudou demografia na Universidade de Princeton, nos EUA, no biênio 1966/67.

Tornou-se professor assistente da USP em 1960, mas, em razão de suas atividades políticas, foi aposentado compulsoriamente em 1969 com base no Ato Institucional nº 5. No mesmo ano, na companhia de vários professores afastados da Universidade pela ditadura militar, entre os quais Fernando Henrique Cardoso e José Arthur Giannotti, foi um dos fundadores do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Voltou a lecionar em 1979, na PUC-SP, durante quatro anos, e na USP, onde se aposentou como professor titular em 2002.

Integrou o Partido Socialista Brasileiro (PSB) e em 1959 participou da criação da Organização Revolucionária Marxista Política Operária (Polop), uma dissidência não parlamentar do PSB. Foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores em 1980. Ao lado da carreira acadêmica e da militância política, Singer também atuou na gestão pública. Foi secretário de Planejamento da Prefeitura de São Paulo na gestão de Luiza Erundina (1989-1992) e secretario nacional de Economia Solidária nos governos Lula e Dilma, de 2003 a 2016. Foi condecorado com a Grande Ordem do Mérito da República da Áustria em 2009.

Escreveu diversas livros, entre os quais: "Introdução à Economia Solidária" (Fundação Perseu Abramo, 2002); "Utopia Militante: Repensando o Socialismo" (Vozes, 1998); "Repartição da Renda – Ricos e Pobres sob o Regime Militar" (Zahar, 1986); "A Formação da Classe Operária" (Atual, 1985); "Economia Política do Trabalho" (Hucitec, 1977); e "A Crise do Milagre" (Paz e Terra, 1976).

Participação no IEA

No IEA, além de ter sido membro do CD, Singer coordenou a Área de Economia Política, integrou a Área de Concentração Assuntos Internacionais, organizou o ciclo temático "A Proteção dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais no Brasil" e contribuiu com vários artigos para a revista "Estudos Avançados" [veja ao lado].

Também proferiu conferências e participou de debates sobre economia, democracia, globalização, teoria da dependência, planejamento da cidade de São Paulo e outros temas. Sua última participação no Instituto foi no evento "Economia Solidária, uma Proposta para Outro Mundo Possível", em agosto de 2008 [assista ao vídeo].

Foto: IEA-USP

Inscrições abertas para programa conjunto dos IEAs de Birmingham e Cingapura

por Mauro Bellesa - publicado 20/02/2018 13:50 - última modificação 20/02/2018 13:51

Birmingham e Nanyang (Universidades)
Os participantes do programa passarão seis semanas na Universidade de Birmingham, Reino Unido (à esq.), e período igual na Universidade Tecnológica de Nanyang, Cingapura

Pesquisadores interessados em desenvolver projeto com acadêmicos da Universidade de Birmingham, Reino Unido, e da Universidade Tecnológica de Nanyang, Cingapura, têm até o dia 16 de março para se inscrever na seleção de programa coordenado pelos institutos de estudos avançados das duas universidades.

O programa destina-se a pesquisadores de destaque em início ou meio de carreira de instituições com relevância internacional. Os projetos de pesquisa devem se concentrar em áreas (novas ou já consolidadas) de fronteiras transdisciplinares que sejam oportunas e relevantes para prioridades nacionais e internacionais. Espera-se que os participantes estabeleçam colaborações significativas para pesquisa entre acadêmicos das duas universidades.

Ao longo do período do programa (um ano), os candidatos selecionados permanecerão seis semanas em Birmingham e seis semanas em Cingapura. Além de fornecer a infraestrutura de trabalho e facilitar a interação com os diversos setores das universidades, os institutos cobrirão os custos das viagens entre a cidade da instituição do pesquisador e Birmingham e Cingapura, acomodações e parte das despesas de pesquisa (até cerca de R$ 5 mil).

Os interessados deverão enviar currículo, projeto de pesquisa, um trabalho já publicado (como exemplo de sua produção escrita) e indicar nomes de duas pessoas para referências. Informações detalhadas sobre o programa e como se inscrever na seleção estão no site do IEA de Birmingham. Outras informações podem ser obtidas em contato por e-mail com Sue Gilligan (s.gilligan@bham.ac.uk)

Eda Tassara recebe título de Professora Emérita do Instituto de Psicologia da USP

por Vinícius Sayão - publicado 05/02/2018 14:22 - última modificação 05/02/2018 14:22

Eda Tassara - Perfil
Eda Tassara

Física e doutora em Psicologia pela USP, Eda Tassara receberá o título de Professora Emérita do Instituto de Psicologia (IP) da USP no próximo dia 7 de fevereiro. O título é concedido a docentes já aposentados que contribuíram de forma notável nas atividades acadêmicas da Universidade, tanto no ensino quanto na pesquisa. A cerimônia acontece às 15 horas, no próprio Instituto de Psicologia.

Coordenadora do Grupo de Pesquisa Política Ambiental do IEA, Tassara se formou em física, também pela USP, em 1963. Mestre, Doutora e Livre Docente em psicologia pela USP, foi professora visitante em três universidades europeias: no Departamento de Física da Universidade de Pisa, Itália; do Laboratoire de Psychologie Environnementale (LPE) da Universidade de Paris V, França; e do Centre de Recherches Historiques da Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales (EHESS) de Paris.

Atualmente, ela é professora titular do Departamento de Psicologia Social e do Trabalho do IP-USP e Presidente da Comissão Estadual de São Paulo do Instituto Brasileiro de Educação Ciência e Cultura  IBECC-Unesco).

Foto: Leonor Calasans / IEA-USP