por Jorge Paulo Soares
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publicado
16/09/2026
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última modificação
21/09/2026 15:47
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registrado em:
Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade,
Evento público,
Ecologia,
Conhecimento,
CT&I
A nossa contemporaneidade parece caracterizada nao apenas pela mudanças de paradigmas estéticos e conceituais mas, também, pelo advento de um inédito tipo de experiência sensorial.
Essa nova condição seria caracterizada pela passagem de um sentir pessoal e subjetivo para um sentir impessoal e inorgânico, também entendido como a alteração do local e da ecologia da experiência perceptiva para além do corpo biológico do próprio ser humano.
O incremento das formas de conectividade promovidas pelas inovações tecnológicas, pela disseminação de redes e pela geração automatizada de dados estão permitindo a experimentação de um inédito e trans orgânico tipo de sentir, nem propriamente subjetivo nem propriamente tecnológico.
Nesse contexto, a conferência apresentou diversos exemplos e os estudos desenvolvidos em diversos países sobre o assunto.
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