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Histórias Nacionais, Historiografia e Filosofia da História: os Casos da Inglaterra, da Alemanha e dos Estados Unidos
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por Cláudia Regina
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publicado
24/08/2026
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última modificação
01/10/2026 10:22
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registrado em:
Evento público,
História,
Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina
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EVENTOS
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Nicolas Bourbaki e a Gênese da Matemática na USP
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por Jorge Paulo Soares
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publicado
05/08/2026
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última modificação
21/09/2026 15:57
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registrado em:
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Conhecimento,
Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina,
Matemática
Em dezembro de 1934, um grupo de seis matemáticos franceses se reuniu com o objetivo de escrever um livro de análise voltado aos alunos dos cursos superiores em Matemática.
O projeto ganhou corpo e, ao final, sob o pseudônimo de Nicolas Bourbaki, diversos livros foram publicados ao longo do século XX.
Entre os anos 1945 e 1951, três dos membros fundadores do Bourbaki (André Weil, Jean Dieudonné e Jean Delsarte) lecionaram no ainda incipiente curso de Matemática na antiga FFCL, criada no mesmo ano em que o grupo francês começou a se reunir. Mais tarde, entre 1953 e 1955, outro famoso Bourbaki, Alexander Grothendieck, também lecionou na USP.
O foco da palestra foi contar esta história, baseada no livro recentemente publicado de Flávio Ulhoa Coelho: “Nicolas Bourbaki e a gênese da Matemática na USP” (Edusp, 2026).
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Vídeos 2026
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Nicolas Bourbaki e a Gênese da Matemática na USP - 05/08/2026
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por Maria Leonor de Calasans
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publicado
05/08/2026
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última modificação
24/09/2026 16:56
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Matemática,
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Eventos 2026
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Nicolas Bourbaki e a Gênese da Matemática na USP - 05/08/2026
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por Maria Leonor de Calasans
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publicado
05/08/2026
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21/09/2026 17:29
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Eventos 2026
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Nicolas Bourbaki e a Gênese da Matemática na USP
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por Sandra Sedini
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publicado
14/07/2026
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14/07/2026 13:52
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Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina,
Matemática
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A Máquina de Turing e o que os Computadores Podem e não Podem Fazer
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por Jorge Paulo Soares
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publicado
12/05/2026
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última modificação
21/09/2026 15:50
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Física,
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Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina
A Máquina de Turing e sua característica podem ser consideradas o “arquétipo” dos computadores digitais. Com isso, compreende-se que os computadores só trabalham com um sistema numérico. São caracterizadas atividades interiores do ser humano, que não podem ser formalizadas, portanto incluídas em máquinas, incluindo o pensar, o sentir e a vontade, abordando-se a questão do livre arbítrio e o que é compreender algo ou um fenômeno. A discussão permitiu examinar criticamente as relações entre inteligência, consciência e computação, destacando desafios conceituais que permanecem centrais nos debates contemporâneos sobre inteligência artificial.
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Vídeos 2026
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A Máquina de Turing e o que os Computadores Podem e não Podem Fazer
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por Cláudia Regina
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publicado
28/11/2025
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última modificação
11/05/2026 13:40
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Física,
Evento público,
Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina
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EVENTOS
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I Simpósio de História da Ciência e Divulgação Científica - 14 e 15/10/2025
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por Maria Leonor de Calasans
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publicado
15/10/2025
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Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina
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Eventos 2025
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I Simpósio de História da Ciência e Divulgação Científica - 2º Dia
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por Jorge Paulo Soares
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publicado
15/10/2025
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última modificação
26/11/2025 16:35
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Ciência,
Grupo,
Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina
Este simpósio discutiu se o uso da História da Ciência pode contribuir para aumentar o interesse público pela própria ciência. A maior parte da divulgação científica pública é feita por museus de ciência e pela mídia (jornal, rádio, TV e internet), que não costumam contar com o apoio de profissionais de História da Ciência e da Técnica.
Mas a qual História da Ciência estamos nos referindo? A do livro-texto e da busca pelas respostas mais diretas na internet, ou a daquela problematizada e discutida pelos profissionais de História da Ciência?
A primeira opção é mais fácil, mas com ela a divulgação cientifica resulta numa imagem estática do conhecimento já pronto. Por outro lado, a opção pela história problematizada, situada num contexto social e econômico, é capaz de mostrar o processo dinâmico de construção de resultados, um empreendimento que não é individual, mas sim coletivo, que pode ser repleto de contestações, omissões, avanços e retrocessos. Essa abordagem permitiria ver que o cientista e a ciência não são infalíveis, representando um modo humano de conhecimento da realidade, sempre aberto para o aperfeiçoamento, ao invés de fornecer verdades finais.
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I Simpósio de História da Ciência e Divulgação Científica - 1º Dia
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por Jorge Paulo Soares
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publicado
14/10/2025
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última modificação
26/11/2025 16:23
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Evento público,
Ciencia,
Grupo,
Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina
Este simpósio discutiu se o uso da História da Ciência pode contribuir para aumentar o interesse público pela própria ciência. A maior parte da divulgação científica pública é feita por museus de ciência e pela mídia (jornal, rádio, TV e internet), que não costumam contar com o apoio de profissionais de História da Ciência e da Técnica.
Mas a qual História da Ciência estamos nos referindo? A do livro-texto e da busca pelas respostas mais diretas na internet, ou a daquela problematizada e discutida pelos profissionais de História da Ciência?
A primeira opção é mais fácil, mas com ela a divulgação cientifica resulta numa imagem estática do conhecimento já pronto. Por outro lado, a opção pela história problematizada, situada num contexto social e econômico, é capaz de mostrar o processo dinâmico de construção de resultados, um empreendimento que não é individual, mas sim coletivo, que pode ser repleto de contestações, omissões, avanços e retrocessos. Essa abordagem permitiria ver que o cientista e a ciência não são infalíveis, representando um modo humano de conhecimento da realidade, sempre aberto para o aperfeiçoamento, ao invés de fornecer verdades finais.
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