por Jorge Paulo Soares
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publicado
11/05/2026
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última modificação
15/05/2026 11:25
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registrado em:
Evento público,
Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL,
Meio Ambiente
O termo “EMPREGO VERDE” surgiu em 2009 em força conjunta do PNUMA – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e da OIT – Organização Internacional do Trabalho, que o define como "os trabalhos de agricultura, atividades de fabricação, pesquisa e desenvolvimento, administração e serviço que contribuem de forma considerável para preservar ou restaurar a qualidade do meio ambiente". Pela estimativa da OIT, até 2030 serão criados 15 milhões de empregos verdes na América Latina. Este conceito resume a transformação das economias, das empresas, dos ambientes de trabalho em direção a uma economia sustentável que proporcione um trabalho digno com baixo consumo de carbono. As discussões sobre o meio ambiente e a sustentabilidade se tornam cada vez mais necessárias diante da crise ambiental mundial e, dentre elas, a mudança dos meios de produção atuais para meios de produção focados na redução dos danos ao meio ambiente. Lançado em 2018 pela UNESCO, o paradigma das Cidades MIL sugere que as inovações integradas às cidades devem estar direcionadas para a melhoria da qualidade de vida de todos os cidadãos, pautando-se por princípios éticos e sustentáveis, e orientadas pelo pensamento crítico. Assim vemos que o emprego verde vem ao encontro do enfoque das Cidades Mil, pois são aqueles destinados a proteger e promover o meio ambiente, levando em consideração o seu impacto sobre a saúde dos cidadãos. A presente palestra propõe a utilização da metodologia do Sistema dos 13 indicadores e 252 métricas das Cidades MIL (Chibás-Ortiz et al, 2021) para avaliar o desempenho das cidades de Brasília, Lisboa e Santiago no que diz respeito à criação dos empregos verdes sob a perspectiva do paradigma das Cidades MIL.
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