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As Influências da Neoescolástica na Psicologia como Ciência e Profissão na Argentina e Brasil
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por Sergio R V Bernardo
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publicado
20/06/2024
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registrado em:
Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento
O movimento neoescolástico renovou o pensamento católico e representou uma nova psicologia científica relacionada ao campo religioso. Esse novo programa se propagou até a Argentina, onde procurou implantar uma ciência psicológica livre de interpretações mecanicistas e reducionistas. O encontro trata dessa atuação da neoescolástica na instituição da psicologia argentina como ciência e profissão entre 1900 e 1960, com destaque para a trajetória e contribuição de acadêmicos católicos argentinos.
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Lançamento do Livro “Do Amargo se fez Doce”
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por Sergio R V Bernardo
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publicado
05/09/2024
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registrado em:
Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento
O livro Do Amargo Se Fez Doce aborda, de maneira sensível, lembranças, histórias, saberes tradicionais, sonhos e receitas de mulheres de Silva Campos, distrito de Pompéu- MG. Por meio da trajetória de sete mulheres residentes no distrito, a obra percorre um pouco da história vivida e imaginada do lugarejo, profundamente impactado pela construção da Represa de Três Marias, na década de 1960. Encartado junto ao livro, ilustrações e textos dos estudantes de ensino fundamental da escola pública presente no distrito. O material é resultado do concurso "Meu Quintal é o Cerrado", que promoveu uma re-descoberta dos quintais das crianças e adolescentes da Escola Estadual Pedro Roberto de Menezes junto aos seus familiares.
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Memória Social e Pertencimento
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por Sergio R V Bernardo
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publicado
09/10/2024
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registrado em:
Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento
Este evento apresenta pesquisas e experiências museológicas que os integrantes do grupo desenvolvem ou com os quais colaboram. A discussão se concentra na relevância dos museus e dos estudos sobre a memória social para promover e alimentar o sentimento de pertencimento a diferentes comunidades e tradições construídas a partir da produção científica, artística e cultural.
O objetivo é evidenciar que, no contexto atual, faz-se urgente acionar um processo educativo de reconstituição da memória e da consciência histórica a partir das comunidades, onde vigoram laços de pertencimento, e ilustrar possibilidades de concretizar esse processo.
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O Museu da Pessoa: Preservando Histórias de Vida
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por Sergio R V Bernardo
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publicado
18/11/2024
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registrado em:
Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento
Lucas Lara, diretor de museologia do Museu da Pessoa, conversou sobre este espaço virtual e colaborativo de histórias de vida. No Museu da Pessoa todos podem contar suas histórias, organizar suas próprias coleções e conhecer histórias de gente de todas as partes do Brasil. Por meio de uma metodologia própria, o museu registra, preserva e dissemina narrativas pessoais, além de fomentar, capacitar e engajar indivíduos e grupos a fazerem o mesmo.
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O Continente Involuntário: Emílio Villa e o Brasil (1º Dia Manhã)
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por Sergio R V Bernardo
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publicado
02/12/2024
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última modificação
02/12/2024 11:50
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registrado em:
Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento
A obra de Emilio Villa (1914-2003), caracterizada por um experimentalismo constante, abrange poesia, ensaios, instalações, performances e traduções em diversos idiomas, impactando a cultura contemporânea. No Masp, Villa foi essencial na coordenação cultural na Itália entre 1947 e 1952, ao colaborar com Pietro Maria Bardi em exposições educativas e históricas, além de participar de uma equipe de arquitetos, arqueólogos e historiadores da arte. Em 1952, visitou o Brasil, onde estreitou laços com artistas como Flávio Motta, Roberto Sambonet e Gastone Novelli. Após seu retorno à Itália, continuou colaborando com Bardi em propostas culturais, incluindo o projeto "Vamos sonorizar as florestas" — uma inovadora iniciativa de poesia de vanguarda.
Este seminário reuniu pesquisadores brasileiros, italianos e americanos para tratar da obra do poeta, destacando iniciativas realizadas entre a Itália e o Brasil.
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O Continente Involuntário: Emílio Villa e o Brasil (2º Dia Manhã)
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por Sergio R V Bernardo
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publicado
02/12/2024
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última modificação
02/12/2024 11:49
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registrado em:
Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento
A obra de Emilio Villa (1914-2003), caracterizada por um experimentalismo constante, abrange poesia, ensaios, instalações, performances e traduções em diversos idiomas, impactando a cultura contemporânea. No Masp, Villa foi essencial na coordenação cultural na Itália entre 1947 e 1952, ao colaborar com Pietro Maria Bardi em exposições educativas e históricas, além de participar de uma equipe de arquitetos, arqueólogos e historiadores da arte. Em 1952, visitou o Brasil, onde estreitou laços com artistas como Flávio Motta, Roberto Sambonet e Gastone Novelli. Após seu retorno à Itália, continuou colaborando com Bardi em propostas culturais, incluindo o projeto "Vamos sonorizar as florestas" — uma inovadora iniciativa de poesia de vanguarda. Este seminário reuniu pesquisadores brasileiros, italianos e americanos para tratar da obra do poeta, destacando iniciativas realizadas entre a Itália e o Brasil.
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O Continente Involuntário: Emílio Villa e o Brasil (3º Dia Manhã)
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por Sergio R V Bernardo
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publicado
02/12/2024
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última modificação
02/12/2024 11:49
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registrado em:
Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento
A obra de Emilio Villa (1914-2003), caracterizada por um experimentalismo constante, abrange poesia, ensaios, instalações, performances e traduções em diversos idiomas, impactando a cultura contemporânea. No Masp, Villa foi essencial na coordenação cultural na Itália entre 1947 e 1952, ao colaborar com Pietro Maria Bardi em exposições educativas e históricas, além de participar de uma equipe de arquitetos, arqueólogos e historiadores da arte. Em 1952, visitou o Brasil, onde estreitou laços com artistas como Flávio Motta, Roberto Sambonet e Gastone Novelli. Após seu retorno à Itália, continuou colaborando com Bardi em propostas culturais, incluindo o projeto "Vamos sonorizar as florestas" — uma inovadora iniciativa de poesia de vanguarda. Este seminário reuniu pesquisadores brasileiros, italianos e americanos para tratar da obra do poeta, destacando iniciativas realizadas entre a Itália e o Brasil.
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Mata Atlântica: Desmatamento e Resistência Guarani
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por Sergio R V Bernardo
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publicado
14/02/2023
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última modificação
19/05/2023 17:14
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registrado em:
Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento
O encontro tratou da relação das populações nativas com a Mata Atlântica. Participaram o fotógrafo Edu Simões, que realiza projeto fotográfico sobre a Mata Atlântica com inspiração na cosmogonia Guarani, e o pesquisador australiano Freg J. Stokes, autor de tese que discute o papel dos indígenas guarani na resistência ao desmatamento da Mata Atlântica e sua atuação – voluntária e involuntária – na exploração das commodities da região. Estas riquezas, como o ouro, contribuíram para a formação do capitalismo emergente no mundo, segundo os organizadores.
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Povos Indígenas, Independência e Muitas Histórias: Repensando o Brasil no Século XIX
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por Jorge Paulo Soares
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publicado
01/03/2023
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última modificação
19/05/2023 17:15
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Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento
Lançamento desta coletânea de reflexões que busca agregar os indígenas ao processo de renovação historiográfica, trazendo e discutindo novos problemas, temas e perspectivas que, nas últimas décadas, têm sido objeto do que se convencionou chamar de nova história indígena. Os estudos reunidos expressam a multiplicidade de caminhos percorridos pelos variados povos na formação do Brasil independente, lançando luz nos desafios, interesses, expectativas e interpretações expressas pelos próprios indígenas.
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Museus Participativos: Diálogos com o Muquifu - Museu dos Quilombos e das Favelas Urbanos em Belo Horizonte
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por Sergio R V Bernardo
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publicado
30/05/2023
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Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento
Este seminário promoveu uma reflexão sobre os “Territórios Soterrados” em Belo Horizonte, patrimônios afro-brasileiros, acervos “populares” e cultura material a partir do Museu dos Quilombos e Favelas Urbanos (Muquifu) e do Projeto NegriCidade.
O Muquifo é um museu de território e comunitário, localizado em Belo Horizonte, e tem objetos doados e emprestados pelas pessoas moradoras. O discurso museal se desenvolveu para além do acervo (a memória arquival), mas também pela performance (a memória incorporada) desses sujeitos no Muquifu. No encontro, foram apresentados os métodos participativos que o museu usa para pesquisar, documentar, apresentar e atualizar as diferentes representações sociais que abordam temas de religiosidade, raça, gênero, classe social, artes e ofícios, objetos biográficos e entre outros.
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