<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:syn="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/">




    



<channel rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/search_rss">
  <title>EVENTOS</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

  <description>
    
            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
  </description>

  

  

  <image rdf:resource="https://www.iea.usp.br/logo.png" />

  <items>
    <rdf:Seq>
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/documentos/eventos-2025" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/quem-sao-os-alunos-de-hoje" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/regulacao-da-ia" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/disperse2" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-rp-oferece-vaga-de-bolsa-pub-para-estudantes-da-usp-ribeirao-preto" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/disperse3" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2026/workshop-taxonomia-de-incidentes-em-inteligencia-artificial-11-05-2026" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/fatos-conferencia-internacional-trabalho" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-saude-planetaria-infancia" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/aplicativo-personalizado-auxilia-desenvolvimento-profissional-de-diretores" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/4-encontro-rede-latino-americana-catedras-observatorios" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/quando-a-ia-nao-deveria-e-quando-deve-causar-dano" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2026/o-emprego-verde-no-contexto-das-cidades-mil-construindo-empregos-e-espacos-inovadores-tecnologicos-climaticos-e-resilientes" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jonathan-tennenbaum" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/ecologia-cantico-criaturas" />
      
    </rdf:Seq>
  </items>

</channel>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/documentos/eventos-2025">
    <title>Eventos 2025</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/documentos/eventos-2025</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
    <dc:date>2026-06-12T18:20:24Z</dc:date>
    <dc:type>Coleção</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/quem-sao-os-alunos-de-hoje">
    <title>Quem São os Alunos de Hoje? A Geração Alpha e os Desafios de Ensiná-la</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/quem-sao-os-alunos-de-hoje</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>O minicurso examina o perfil cultural da Geração Alpha — digital, global, móvel e visual — e seus impactos sobre o ensino na Educação Básica. Analisa as tensões entre as práticas escolares tradicionais e os novos modos de aprender dessa geração, propondo reflexões sobre mediação pedagógica, gestão de telas e engajamento significativo.</span></p>
<p><strong><span></span><span>Exposição</span></strong></p>
<p><strong><span></span></strong><span>Lino de Macedo (CEB-IEA/USP)</span></p>
<h3 class="visualClear">Transmissão</h3>
<p class="visualClear"><span>Acompanhe a transmissão do evento pelo </span><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/c/C%C3%A1tedradeEduca%C3%A7%C3%A3oB%C3%A1sica" target="_blank">canal YouTube da Cátedra</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Isabella Giovannoni</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-06-11T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/regulacao-da-ia">
    <title>Evento discutirá regulações estrangeiras de IA e as perspectivas para o caso brasileiro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/regulacao-da-ia</link>
    <description>A Cátedra Oscar Sala realizará o encontro “Regulação da IA da Califórnia e da União Europeia: Modelos Possíveis para o Brasil ?”, no dia 12/06, das 14h às 16h30. O expositor será David Evans Harris, da Universidade da Califórnia em Berkeley, EUA.,</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/david-evan-harris-11-06-2026/image" alt="David Evan Harris - 11/06/2026" title="David Evan Harris - 11/06/2026" height="400" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">David Evan Harris, professor da Universidade da Califórnia em Berkeley</dd>
</dl></p>
<p>A rápida expansão da inteligência artificial (IA) nesta década colocou no centro do debate questões sobre soberania, concentração de poder nas grandes plataformas, direitos autorais, discriminação algorítmica, transparência e riscos à democracia. Em resposta, diferentes modelos regulatórios vêm sendo adotados e formulados em várias partes do mundo.</p>
<p dir="ltr">Diante desse cenário, a <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-oscar-sala/catedra-oscar-sala" class="external-link">Cátedra Oscar Sala</a> realizará o encontro “Regulação da IA da Califórnia e da União Europeia: Modelos Possíveis para o Brasil?", no dia 12 de junho, das 14h às 16h30, na sede do IEA (rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo). Gratuito e aberto a todos os interessados (mediante <a class="external-link" href="https://forms.gle/eq2N7Cx8sjj3s4tA7" target="_blank">inscrição prévia</a>), o evento contará com transmissão ao vivo pelo canal do IEA no<a href="https://www.youtube.com/@iea-usp"> YouTube</a>.</p>
<p dir="ltr">O expositor será o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/david-evans-harris">David Evans Harris</a>, da Escola de Negócios Haas da Universidade da Califórnia em Berkeley, EUA. O mediador do encontro será <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pablo-ortellado">Pablo Ortellado</a> (IEA e EACH-USP), coordenador acadêmico da cátedra. Harris buscará responder quais são as diferenças entre o modelo europeu e o modelo californiano de regulação, que concepções de inovação, mercado e direitos orientam cada uma dessas abordagens e quais lições essas experiências podem oferecer para o debate brasileiro sobre regulação da IA.</p>
<p dir="ltr">Na Califórnia, foi aprovado em 2025 um conjunto de leis voltado à segurança e à transparência no desenvolvimento de modelos avançados de IA (a lei mais importante é a <a class="external-link" href="https://leginfo.legislature.ca.gov/faces/billTextClient.xhtml?bill_id=202520260SB53">Lei do Senado 53</a>). A nova legislação contempla o contexto estratégico do estado, que abriga 32 das 50 principais empresas de IA do mundo, concentrando tanto o polo de inovação quanto o centro do debate sobre os riscos associados à essa tecnologia.</p>
<p dir="ltr">O modelo da União Europeia que foi admitido em junho de 2024, é conhecido como <a class="external-link" href="https://artificialintelligenceact.eu/">AI Act</a>. A norma utiliza uma abordagem baseada em riscos, aplicando diferentes regras de acordo com a gravidade dos riscos que cada modelo ou sistema apresenta.</p>
<p dir="ltr">O evento será uma oportunidade para a análise dos impasses para a regulação da IA no Brasil, uma vez que o <a class="H23r4e" href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157233" rel="noopener" target="_blank">Projeto de Lei 2.338/23</a>, já aprovado pelo Senado, tem tido tramitação dificultosa na Câmara dos Deputados, devido a impasses políticos, disputas setoriais e pressão eleitoral, aspectos que tornam o processo incerto e demorado no Legislativo do país.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Universidade da Califórnia em Berkeley</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Joao Pedro Teles Galante</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-06-11T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/disperse2">
    <title>DISPERSE #2: Como as Interações Afetam a Demografia de um Recurso Chave e suas Implicações para a Conservação de uma Floresta Tropical</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/disperse2</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Distúrbios antrópicos, como a defaunação e a perda de áreas florestais, causam desequilíbrios nas interações entre as espécies. Em alguns fragmentos com diferentes níveis de defaunação da Mata Atlântica, macacos-prego têm consumido com frequência o palmito fornecido pela palmeira Juçara.</p>
<p>Ambas as espécies são nativas da Mata Atlântica e submetidas a algum grau de ameaça. O palmito é um recurso utilizado por macacos-prego em baixa frequência, porém o que se observa em algumas regiões do Rio de Janeiro é um consumo muito elevado que ameaça as populações do palmito Juçara.</p>
<p>A palmeira é vulnerável à extinção devido à extração de palmito por humanos e pela perda de florestas. Além disso, o palmito Juçara é considerado um recurso-chave em algumas comunidades de Mata Atlântica. Portanto, o consumo elevado do palmito Juçara pelos macacos-prego pode levar a uma série de efeitos em cascata nas regiões onde ocorre.</p>
<p>A palestra teve como objetivo explorar os resultados e os futuros passos de uma investigação sobre os efeitos da interação antagonista entre os macacos-prego e o palmito Juçara sobre as populações da própria palmeira, sobre a chuva de sementes e o processo de decomposição nas áreas onde a interação ocorre, bem como os efeitos da interação sobre os frugívoros que se alimentam dos frutos da palmeira.</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/2028510133488823">Rita Portela</a> (IB-UFRJ)</p>
<p><a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/2419879585781974">Amanda Santos</a> (PPGE-UFRJ)</p>
<p><a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/5845859524666649">Flavia Zagury</a> (PPGE-UFRJ)</p>
<p><b>Mediação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-roberto-guimaraes-junior" class="external-link">Paulo R. Guimarães Júnior</a> (IEA-USP) e <a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/1416504174729391">Eliana Cazetta</a> (UESC)</p>
<h3>Transmissão:</h3>
<p>Pelo canal do YouTube da <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@RedeDISPERSE" target="_blank">Rede DISPERSE</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Florestas</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-06-10T18:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-rp-oferece-vaga-de-bolsa-pub-para-estudantes-da-usp-ribeirao-preto">
    <title>IEA-RP oferece vaga de bolsa PUB para estudantes da USP Ribeirão Preto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/iea-rp-oferece-vaga-de-bolsa-pub-para-estudantes-da-usp-ribeirao-preto</link>
    <description>Projeto envolve apoio a eventos e produção de conteúdo para mídias sociais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-002a5261-7fff-690f-230a-1a9bf83ca55b"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/sede800x530.png/@@images/99bc6744-89bc-4b3c-8da6-50e291835a47.png" alt="" class="image-left" title="" />O </span><a href="https://rp.iea.usp.br/"><span>Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP</span></a><span> está com uma vaga para bolsistas do Programa Unificado de Bolsas de Estudos para Apoio e Formação de Estudantes de Graduação (PUB). O valor da bolsa é de 745 reais.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Quem for selecionado vai atuar no projeto “Ciência na Rede”, que envolve o apoio a eventos presenciais e on-line, a produção e edição de material audiovisual, e a atualização dos conteúdos nas mídias sociais do IEA-RP e de iniciativas ligadas ao instituto, incluindo </span><a href="https://www.facebook.com/usp.iearp"><span>Facebook</span></a><span>, </span><a href="https://www.instagram.com/iearp.usp/"><span>Instagram</span></a><span>, </span><a href="https://www.tiktok.com/@iearpusp?lang=pt-BR"><span>Tik Tok</span></a><span>, </span><a href="https://www.youtube.com/IEAUSPRP?sub_confirmation=1"><span>YouTube</span></a><span>, </span><a href="https://twitter.com/iearp"><span>X</span></a><span> e </span><a href="https://www.linkedin.com/company/ieausp/%20"><span>LinkedIn</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Estudantes que desejam se candidatar devem estar matriculados em cursos de graduação da USP Ribeirão Preto (início em 2026), dispor de 10 horas semanais para as atividades (dentro do horário de funcionamento do instituto, das 8h às 17h) e ter conhecimento em produção e edição de imagens utilizando plataformas como Canva, CapCut e DaVinci Resolve ou similares. Cursos técnicos na área de design ou computação gráfica serão considerados como diferencial na seleção.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições devem ser feitas até o dia 15 de junho, primeiro pelo </span><a href="https://uspdigital.usp.br/jupiterweb/"><span>Sistema Júpiter</span></a><span> (código 2778 - Ciência na Rede - produção e divulgação de conteúdos científicos para plataformas digitais) e, em seguida, preencher o formulário disponível <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScfOVe6hPrJejPaCaSlpwauNcC9OtZooHbx-yMWiL4VEuXOdQ/viewform">neste link</a>. Antes de se candidatar, consulte a </span><a href="https://drive.google.com/file/d/1TZa7_w4Ln8wxw5-dWslwopzjvHfqF2oT/view?usp=sharing"><span>descrição do projeto</span></a><span> e também o </span><a href="https://prip.usp.br/wp-content/uploads/sites/1632/2025/05/Edital-PUB-2025-2026.pdf"><span>edital do programa PUB</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O processo seletivo será feito por meio de análise de currículo e entrevista presencial. O início das atividades será no dia 1º de julho. Mais informações: iearp@usp.br.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-06-10T17:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/disperse3">
    <title>DISPERSE #3: A Modelagem Espacial da Biodiversidade como Ferramenta para Estudos sobre Espécies Ameaçadas de Extinção</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/disperse3</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A palestra vai apresentar o uso de modelos espaciais como ferramenta estratégica para ações de conservação de espécies ameaçadas.</p>
<p>Serão apresentadas e discutidas aplicações práticas em diferentes espécies e biomas, destacando como esses modelos auxiliam na previsão de impactos diversos sobre a fauna e a flora e como podem apoiar tomadas de decisão mais eficientes, contribuindo para a proteção da biodiversidade e a gestão sustentável dos ecossistemas.</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><a class="external-link" href="http://www.iea.usp.br/lattes.cnpq.br/0050453195725428">Lucas Gonçalves da Silva</a> (MCTI/INMA/CbioClima UNESP)</p>
<p><b>Mediação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-roberto-guimaraes-junior" class="external-link">Paulo R. Guimarães Júnior</a> (IEA-USP)</p>
<h3>Transmissão:</h3>
<p>Pelo canal do YouTube da <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@RedeDISPERSE">Rede DISPERSE</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-06-10T17:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2026/workshop-taxonomia-de-incidentes-em-inteligencia-artificial-11-05-2026">
    <title>Workshop: Taxonomia de Incidentes em Inteligência Artificial - 11/05/2026</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2026/workshop-taxonomia-de-incidentes-em-inteligencia-artificial-11-05-2026</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra IA Responsável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-06-10T17:00:48Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/fatos-conferencia-internacional-trabalho">
    <title>Fatos Portadores de Futuro no Mundo do Trabalho: Lições da Conferência Internacional do Trabalho (2026)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/fatos-conferencia-internacional-trabalho</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>As profundas transformações em curso no mundo do trabalho desafiam instituições, governos, organizações sindicais, movimentos sociais e pesquisadores a compreender não apenas aquilo que já está consolidado, mas sobretudo os fenômenos emergentes que anunciam mudanças estruturais ainda em formação.</p>
<p>Foi precisamente com este olhar prospectivo que a <a class="external-link" href="https://www.ilo.org/">114ª Conferência Internacional do Trabalho da Organização Internacional do Trabalho</a> (OIT), realizada em Genebra em junho de 2026, concentrou seus debates em temas que podem ser compreendidos como verdadeiros <b>“fatos portadores de futuro”</b>, conceito desenvolvido pelo economista e futurista francês Michel Godet para designar acontecimentos, tendências ou processos emergentes que, embora ainda em desenvolvimento, possuem potencial para influenciar significativamente os cenários futuros.</p>
<p>Ao analisar os principais debates ocorridos na Conferência, torna-se evidente que a agenda internacional do trabalho está se deslocando para questões que desafiam profundamente os modelos tradicionais de regulação, proteção social e organização da vida laboral. Entre elas, destacam-se três grandes eixos: o <b>trabalho decente na economia de plataformas digitais</b>, a <b>construção de uma agenda transformadora para a igualdade de gênero </b>e o <b>fortalecimento do diálogo social diante das rápidas mudanças tecnológicas e produtivas</b>.</p>
<p>O primeiro desses temas talvez represente um dos mais importantes debates contemporâneos sobre o futuro do trabalho. Pela primeira vez, a OIT avançou na discussão de um instrumento normativo internacional voltado especificamente para o <b>trabalho em plataformas digitais</b>. Questões como transparência algorítmica, gestão automatizada do trabalho, proteção previdenciária, saúde e segurança, negociação coletiva, remuneração justa e combate à discriminação algorítmica passaram a ocupar posição central na agenda global.</p>
<p>Mais do que uma discussão regulatória, trata-se do reconhecimento de que novas formas de subordinação e exploração estão sendo produzidas em ambientes mediados por plataformas e algoritmos. Em muitos casos, trabalhadores formalmente classificados como autônomos encontram-se submetidos a sistemas sofisticados de controle, avaliação e gestão digital. Este fenômeno dialoga diretamente com pesquisas e reflexões que vêm sendo desenvolvidas pelo Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora (IEA/USP) sobre uberização, plataformização, inteligência artificial, precarização do trabalho e invisibilização do adoecimento.</p>
<p>Outro tema de enorme relevância discutido na Conferência foi a chamada <b>Agenda Transformadora para a Igualdade de Gênero no Mundo do Trabalho</b>. A escolha da expressão “transformadora” não é casual. Ela indica uma mudança importante de perspectiva: não basta ampliar a participação das mulheres no mercado de trabalho; é necessário enfrentar as estruturas que produzem e reproduzem desigualdades.</p>
<p>Nesse contexto, ganharam destaque questões como a persistência das desigualdades salariais, a divisão sexual do trabalho, a valorização do trabalho de cuidado, a violência e o assédio no trabalho, a participação das mulheres nos espaços de poder e os impactos diferenciados da transformação digital sobre mulheres trabalhadoras.</p>
<p>Tais debates convergem diretamente com as reflexões recentemente promovidas pelo Observatório em torno das relações entre gênero, trabalho e transformações contemporâneas, especialmente no que se refere à economia do cuidado, à saúde mental, à violência de gênero, às interseccionalidades e aos impactos da precarização sobre diferentes grupos sociais.</p>
<p>O terceiro eixo discutido pela Conferência diz respeito ao <b>futuro do diálogo social</b>. Em um cenário marcado pela fragmentação produtiva, pela dispersão dos coletivos de trabalho e pela crescente mediação tecnológica das relações laborais, emergem novas perguntas: como garantir a representação dos trabalhadores? Como fortalecer a negociação coletiva? Como preservar espaços democráticos de regulação social do trabalho?</p>
<p>Essas questões são particularmente relevantes em um contexto de enfraquecimento de formas tradicionais de organização coletiva e de expansão de modalidades de trabalho marcadas pela individualização, pela informalidade e pela dispersão territorial.</p>
<p>Para o Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora (IEA/USP), os debates realizados na Conferência Internacional do Trabalho revelam uma importante convergência entre a agenda internacional e os temas que vêm orientando suas atividades de pesquisa, reflexão crítica e incidência pública.</p>
<p>Mais do que tendências conjunturais, os temas discutidos em Genebra expressam transformações profundas que poderão redefinir as formas de trabalhar, produzir, cuidar, adoecer, organizar-se coletivamente e lutar por direitos nas próximas décadas.</p>
<p>Identificar, compreender e debater esses fenômenos é, precisamente, o propósito deste Seminário. Ao tomar os debates da OIT como ponto de partida, e tendo os palestrantes participado ativamente dos debates da 114ª Conferência Internacional do Trabalho (OIT), realizada em Genebra, de 1 a 12 de junho, o encontro pretende refletir sobre quais são os principais fatos portadores de futuro que já se manifestam no presente e quais desafios eles colocam para a construção de um mundo do trabalho socialmente justo, democrático, saudável e comprometido com a vida, a saúde e a dignidade da classe trabalhadora.</p>
<p><b>Abertura e Mediação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rene-mendes" class="external-link">René Mendes</a> (coordenador do Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora do IEA-USP)</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<ul>
</ul>
<p><a class="external-link" href="https://www.cut.org.br/biografia/juneia-batista">Juneia Batista</a> (SINDSEP, CUT, ISP Américas e Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora do IEA/USP)</p>
<p>Fábio Tibiriçá Bon (Assessoria Jurídica da Secretaria de Relações Internacionais da CUT)</p>
<ul>
</ul>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-06-10T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-saude-planetaria-infancia">
    <title>Lançamento do Grupo de Trabalho Interdisciplinar de Saúde Planetária na Infância e Adolescência da Rede Saúde Planetária Brasil </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-saude-planetaria-infancia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento marcará o  lançamento do Grupo de Trabalho Interdisciplinar de Saúde Planetária na  Infância e Adolescência da Rede Saúde Planetária Brasil do IEA-USP.</p>
<p>A iniciativa busca reunir pesquisadores,  profissionais, gestores públicos e representantes da sociedade civil para  discutir os impactos das transformações socioambientais e das mudanças  climáticas sobre a saúde, o desenvolvimento e a proteção de crianças e  adolescentes, fortalecendo ações interdisciplinares de pesquisa, formação e  produção de políticas públicas voltadas à saúde planetária e à justiça  socioambiental.</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo de Saúde Planetária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Infância</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Planetária</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-06-10T14:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/aplicativo-personalizado-auxilia-desenvolvimento-profissional-de-diretores">
    <title>Aplicativo personalizado auxilia desenvolvimento profissional de diretores</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/aplicativo-personalizado-auxilia-desenvolvimento-profissional-de-diretores</link>
    <description>Ferramenta, desenvolvida com inteligência artificial pela Cátedra Sérgio Henrique Ferreira, foi apresentada em formação de gestores e terá versão piloto testada com redes parceiras
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-25b9ac87-7fff-4c9b-2f6e-baf779cdca4e"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><i>[Texto de Marília Rocha - Assessoria de Comunicação da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira]</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy8_of_2.png/@@images/022a472d-f5f4-4a96-9f11-a6ea9b274dfa.png" alt="" class="image-left" title="" />“Ser gestor escolar vai muito além de administrar uma escola; é inspirar profissionais e orientar um ambiente capaz de transformar vidas. Investir em formações é uma necessidade urgente, toda escola precisa de gestores preparados”. A afirmação de Alessandra Tobias da Silva, diretora da Escola Municipal Profª Anna Bonagura de Andrade, em Batatais (SP), reflete uma preocupação crescente com a qualificação do papel da liderança escolar. Visando apoiar profissionais para lidar com desafios complexos diante das </span><span>mudanças da sociedade atual, a Cátedra Sérgio Henrique Ferreira está oferecendo em suas formações específicas para gestores escolares um novo aplicativo de desenvolvimento profissional.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Alessandra, que lidera cerca de 50 pessoas em uma unidade escolar com 460 estudantes no interior de São Paulo, </span><span>participou de um dos encontros formativos no Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, ao lado de mais dez diretores e do secretário municipal de Educação de Batatais, Victor Hugo Junqueira. </span><span>No início de maio, eles foram a primeira turma a testar o modelo piloto do aplicativo para gestores desenvolvido pela Cátedra, com apoio de Inteligência Artificial.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Ao acessar a ferramenta on-line, o gestor pode aprofundar seus conhecimentos sobre os fundamentos e a relevância de cada atribuição para a sua prática, além de ter acesso a dois tipos de diagnósticos. O primeiro, em formato de autoavaliação, contém cerca de 70 questões que ajudam a verificar onde estão os pontos fortes e as maiores dificuldades. No segundo, é possível analisar o contexto escolar para gerar um diagnóstico sobre quais desafios a unidade enfrenta, como um todo.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>“Fiquei deslumbrada com a formação, foi um momento significativo para minha trajetória profissional, com muitas reflexões sobre o papel do gestor diante dos desafios atuais”, afirma a diretora. “Eu sempre digo que direção é um cargo muito solitário, por isso é de suma importância podermos viver momentos de partilha e trocas, como este proporcionado pela Cátedra, que desenvolve um trabalho muito sério e bem embasado.”</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Segundo ela, com o apoio da equipe foi possível relacionar a teoria com as vivências e situações cotidianas, e pensar em estratégias práticas para lidar com os desafios da gestão. Entre esses desafios, Alessandra destaca, além das questões administrativas, a busca por garantir qualidade mesmo com poucos recursos; promover inclusão, acompanhamento e respeito às diferenças; estabelecer parceria efetiva com famílias; liderar pessoas com diferentes perfis, mantendo a motivação; acompanhar questões emocionais dos estudantes; e administrar conflitos e relações interpessoais de todas as ordens.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>“Muitas capacitações priorizam conteúdos técnicos, mas deixam em segundo plano inteligência emocional e mediação de conflitos, por exemplo. Os gestores têm o papel de promover uma cultura colaborativa na escola, na criação de espaços de estudo, diálogo e reflexão entre profissionais. É preciso ter uma postura de liderança pedagógica, atuar como alguém que acompanha, orienta e mobiliza a comunidade escolar em torno da aprendizagem”, defende.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Aplicativo utiliza matriz de competências da gestão escolar</strong></span></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy8_of_1.png/@@images/b4d273d2-ccef-4b1c-9b25-f18dd61cf725.png" style="text-align: justify; " title="" class="image-right" alt="" /></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>A partir da experiência acumulada em anos de formações para gestores, e tendo como titular o relator do </span><a href="https://www.gov.br/mec/pt-br/cne/parecer-cp-2021"><span>parecer nº 4/2021</span></a><span> da Base Nacional Comum de Competências do Diretor Escolar (BNC-Diretor Escolar), Mozart Neves Ramos, a Cátedra compilou a base de conhecimentos sobre o tema em um aplicativo de autoavaliação e desenvolvimento profissional.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Embora ainda não tenha sido homologada, a BNC-Diretor oferece uma estrutura de referência para a compreensão abrangente do papel dos gestores. O documento propõe quatro dimensões de atuação, cada uma com competências e atribuições específicas. “São dezenas de atribuições que um diretor precisa dominar, algo difícil de implementar e acompanhar no dia a dia. Por isso surgiu a ideia de construir um aplicativo com base em inteligência artificial, a partir de documentos educacionais, para auxiliar o profissional a identificar o quanto ele domina e aplica essas competências, e quais podem ser mais desenvolvidas”, conta o idealizador do app, João Henrique Rafael Júnior, analista</span><span> </span><span>do IEA e gestor de projetos da Cátedra em Ribeirão Preto.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>A partir das informações fornecidas pelo gestor, o aplicativo gera um conjunto variado de visualizações para apoiar a compreensão daquilo que é mais necessário desenvolver.</span><span> </span><span>O resultado mostra tanto os aspectos em que uma habilidade do gestor pode solucionar um desafio do contexto, como os pontos de atenção, em que o gestor pode ter mais dificuldade para lidar com situações que são mais demandantes na unidade. Cruzando essas informações com a documentação de referência fornecidas pela Cátedra, o aplicativo gera uma sugestão de plano estratégico de ação, que pode ser totalmente personalizado pelo diretor.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>“O aplicativo chamou nossa atenção e eu já tenho usado no meu dia a dia. Ele aproxima a teoria, aquilo que precisamos ter, da ação cotidiana para realmente aplicar o modelo de gestão de forma mais intencional e planejada”, explica Alessandra. “É uma ferramenta acessível, organizada e alinhada com as necessidades da gestão escolar contemporânea, podendo apoiar a formação continuada da equipe como um todo. Fiquei encantada.”</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Além de sugerir ações, ferramentas adicionais e um cronograma com um passo a passo de implementação do plano, que podem ser sempre ajustadas às necessidades e possibilidades reais do gestor, o aplicativo também possui um chatbot que trabalha apenas com as informações do plano personalizado, atuando como um assistente virtual para tirar dúvidas, atualizar o plano com base no que já estiver sendo implementado e sugerir ações adicionais.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Cada gestor tem a opção de salvar seus diagnósticos e montar uma apresentação do plano de desenvolvimento, e compartilhar com as equipes apenas aquilo que se sentir mais confortável. “Mas quando o foco é no desenvolvimento, se as dificuldades forem compartilhadas e dialogadas, a secretaria pode gerar ações de suporte coletivo. Por exemplo, se ela identificar que boa parte dos profissionais tem desafios na gestão pedagógica, é possível a rede promover dinâmicas e metodologias para esse fortalecimento.”</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Para o secretário Victor Hugo Junqueira, com essa perspectiva é possível implementar políticas com base em evidências e profissionalizar ainda mais a atuação das equipes. “Com respeito e confiança, podemos identificar melhor os pontos frágeis e eventuais vulnerabilidades da rede para criar processos formativos mais eficientes. Agora, vamos refletir sobre a formação da Cátedra, que foi extremamente importante para nossa equipe, a buscar novos momentos para amadurecer e ajustar aquilo que precisamos para avançar”, afirma.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-06-10T13:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/4-encontro-rede-latino-americana-catedras-observatorios">
    <title>4º Encontro da Rede Latino-americana de Cátedras e Observatórios de Comunicação e Informação, Cultura e Desenvolvimento Social</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/4-encontro-rede-latino-americana-catedras-observatorios</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h3>Conferência</h3>
<p>O 4º Encontro Latino-americano de Cátedras e Observatórios de Comunicação e Informação, Cultura e Desenvolvimento Social terá como discussão central o tema "A<span> Inteligência Artificial e a Condição Humana </span><span>– Dilemas da Comunicação na Era Digital" e terá como conferencista a </span><span>Prof.<span>ª </span></span><span>Dra. Dora Kaufman (PUC-SP).</span></p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/c/C%C3%A1tedradeEduca%C3%A7%C3%A3oB%C3%A1sica" target="_blank">canal YouTube da Cátedra</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Isabella Giovannoni</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedras</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-06-09T20:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/quando-a-ia-nao-deveria-e-quando-deve-causar-dano">
    <title>Quando o uso de IA causa danos e quando ela é feita para provocá-los</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/quando-a-ia-nao-deveria-e-quando-deve-causar-dano</link>
    <description>Uso da IA nas Guerras Contemporâneas: Perspectivas de um Futuro Presente</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:550px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/workshop-taxonomia-de-incidentes-em-inteligencia-artificial/image" alt="Workshop &quot;Taxonomia de Incidentes em Inteligência Artificial&quot;" title="Workshop &quot;Taxonomia de Incidentes em Inteligência Artificial&quot;" height="420" width="550" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:550px;">Expositores do workshop sobre incidentes de IA (a partir da esq.): Carlos Américo Pacheco (Cátedra IA Responsável), Alexandre Freira (Google), Cristina Godoy (Tech Law-IEA) e Miriam Wimmer (ANPD); também participaram Glauco Arbix (Cátedra IA Responsável) e Oscar Vilhena (FGV-SP)</dd>
</dl></p>
<p>Em maio, os riscos e danos causados por sistemas e modelos de inteligência  artificial <span>(IA) </span>e as implicações éticas no seu uso militar foram destaque na programação do IEA. Também no mês passado, teve grande repercussão internacional a manifestação do papa Leão 14 na encíclica "<a href="http://magnifica%20humanitas/">Magnifica Humanitas</a>", cujo subtítulo é "Sobre a Salvaguarda da Pessoa Humana na Era da Inteligência Artificial".</p>
<p>No plano nacional, houve a iniciativa do governo federal de baixar o <a class="external-link" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/decreto/d12975.htm">Decreto 12.975</a>, alterando dispositivos da regulamentação do Marco Civil da Internet. O decreto atribuiu à <a href="https://www.gov.br/anpd/pt-br">Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD)</a> a competência de regular e fiscalizar as plataformas digitais, com foco na rastreabilidade de crimes com IA, falhas sistêmicas de algoritmos e combate à publicidade enganosa.</p>
<p>Nesse amplo debate sobre as implicações da IA em vários setores da sociedade, uma prioridade inquestionável é a necessidade de definir de forma inequívoca os vários tipos de riscos e incidentes relacionados com o uso dessa tecnologia. Essa taxonomia será essencial para a elaboração das normas infralegais que regulamentarão a futura lei sobre o uso da IA no Brasil. O alerta é do engenheiro e economista <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/ia-responsavel/titular">Carlos Américo Pacheco</a>, titular da Cátedra IA Responsável, parceria do IEA com a Google.</p>
<p>Para discutir os vários aspectos dessa questão e dar os passos iniciais para a criação  de um observatório de incidentes de IA, a cátedra realizou o workshop “<a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2026/workshop-taxonomia-de-incidentes-em-inteligencia-artificial" class="external-link">Taxonomia de Incidentes em Inteligência Artificial</a>”, no dia 11 de maio. Além de Pacheco, que moderou o evento, participaram dirigentes de órgãos governamentais envolvidos com a questão, pesquisadores da USP e da FGV-SP e um representante do Google.</p>
<table class="tabela-esquerda-400-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h2><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/drone-militar-400px" alt="Drone militar - 400px" class="image-inline" title="Drone militar - 400px" /></h2>
<h2><span>IA na guerra</span></h2>
<p>Um dos conceitos fundamentais elaborados pelo general prussiano Carl von Clausewitz (1780-1831), considerado o mais influente teórico militar do Ocidente, é o do nevoeiro da guerra, como ele definia as incertezas, desinformação e acaso que influenciam o desenrolar de um conflito armado. Mas agora a IA surge como promessa de transformação do denso nevoeiro em algo mais previsível, talvez uma névoa. Ou será que a IA apenas muda a natureza do nevoeiro?</p>
<p>Essa foi uma das questões discutidas no webnário “Uso da IA nas Guerras Contemporâneas: Perspectivas de um Futuro Presente”, no dia 21 de maio.</p>
<p>Para <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rachel-camilly-soares-de-souza">Rachel Camilly Soares de Souza</a>, mestranda em ciências militares na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, expositora no encontro, a IA tem sido apresentada como um meio de mitigar o ambiente de nevoeiro, dada sua capacidade de processar um grande volume de dados extraídos de sensores, satélites, radares em velocidades muito superiores à humana.</p>
<p>A questão, segundo ela, é saber se a IA realmente dissipa o nevoeiro ou simplesmente o transforma, pois “o processo de incerteza também existe no campo da tecnologia”. Os algoritmos podem produzir decisões cuja lógica nem mesmo seus criadores conseguem explicar, evidenciando sua opacidade, afirmou.</p>
<p>“Com a opacidade algorítmica, a sobrecarga informacional e a dependência de sistemas automatizados, as ambiguidades dos conflitos continuam a existir mesmo com a incorporação da inteligência artificial.”</p>
<p>Um exemplo de como a IA pode propor soluções controversas em conflitos foi divulgado recentemente pela imprensa, quando modelos de IA, ao analisarem situações de impasse em guerras simuladas, indicaram o uso de armas nucleares táticas.</p>
<p>Os principais argumentos dos defensores de sistemas autônomos são, de acordo com Rachel: máquinas operam continuamente e não sofrem de fadiga, processam dados em velocidades extraordinárias e diminuem baixas militares.</p>
<p>Mas é preciso analisar essa lógica da guerra de maneira crítica. Ela citou Paul Scharre como um dos especialistas que fazem isso. Ex-oficial do Pentágono, ele é autor do livro <a href="https://www.paulscharre.com/" target="_blank">Army of None: Autonomous Weapons and the Future of War</a>, no qual ele trata a aceleração tecnológica, inteligência artificial e a perda do controle humano à medida que as decisões no campo de batalha passam a ocorrer na velocidade dos computadores.</p>
<p>Rachel acrescenta que é preciso observar que “os sistemas autônomos não atuam isoladamente, interagem com operadores humanos, com outras máquinas, com redes de comunicação”. Então mesmo algoritmos desenvolvidos para situações específicas podem reagir de forma inesperada em ambientes reais de conflito.</p>
<p>Além disso, ela ressaltou que é enganoso considerar os sistemas como neutros, pois todo seu processo de produção é supervisionado por humanos, que têm valores, relações sociais, institucionais e políticas. Nem sequer podem ser considerados realmente independentes, pois os seres humanos participam da coleta de dados, da definição de categorias e do design do algoritmo.</p>
<p>Outro ponto é a questão da responsabilidade. Quanto maior o grau de automação, mais difícil examinar as ações dos sistemas sob a ótica da responsabilidade: “Numa ação letal, que é o responsável? E aí podemos pensar nos riscos relacionados com essas aplicações".</p>
<p>Os sistemas aprendem a partir de uma base de dados e podem reproduzir preconceitos existentes na base de dados. Isso se reflete em contextos militares, avaliações de ameaças e identificação de alvos. Também há falta de rastreabilidade, completou a pesquisadora.</p>
<p>"Após uma operação, como saber por que o sistema chegou a determinada conclusão? Todo esse processo dificulta uma auditoria. Além disso, há ainda a questão da opacidade algorítmica, que também é relata por alguns autores que trabalham com a questão.”</p>
<p>Para o major <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/thiago-jose-bandeira-santos">Thiago José Bandeira Santos</a>, doutorando em ciências militares na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, na guerra há muitos dados, mas eles são muito imprecisos, e com a IA surgem mais dados ainda e difíceis de serem analisados. “A natureza caótica da guerra vai se reconfigurar com a questão algorítmica e cognitiva”, afirmou.</p>
<p><strong>Questões éticas</strong></p>
<p>Um dilema ético existente é a diferença entre uma morte ocasionada por um combatente em risco, que não será condenado por assassinato, e aquela resultante da ação de um sistema autônomo. Até que ponto essa ação de uma máquina não pode ser considerada um assassinato?, indadou.</p>
<p>Nas questões estratégicas, por sua vez, há um dilema de segurança, segundo Santo: um estado procura usar um sistema autônomo seguindo uma linha com maior preocupação ética, mas diante de uma ameaça de outro Estado, como poderá deixar de agir?</p>
<p>Outro problema apontado por ele é o risco de viés de automação, onde há redução dos ciclos decisórios e cada vez mais confiança na máquina. "Isso leva a dois tipos de erro: no de cognição, apesar do que aprendeu, o comandante da ação prefere a seguir o que a máquina orientou; o de omissão se caracteriza em apenas tomar uma decisão quando a máquina der uma resposta."</p>
<p>O próprio uso da IA possui implicações estratégicas, afirmou. É preciso avaliar se a dependência de empresas privadas de tecnologia reduz a soberania dos Estados e até que ponto as big techs não fazem parte do complexo militar, disse.</p>
<p><strong>Tecnologia e guerra</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rafael-goncalves-mota-1">Rafael Gonçalves Mota</a>, professor da Universidade Federal do Ceará e pós-doutor em ciências militares pela Escola de Comando e Estado Maior do Exército, considera difícil separar a evolução da guerra e da tecnologia. “Todo grande avanço tecnológico acaba sendo impactado pelo militar.”</p>
<p>Com o ciberespaço, partiu-se o paradigma das fronteiras físicas e as ações bélicas também atuam nesse ambiente cibernético, afirmou. Desenvolvimento veloz da IA faz com que todas as ciências precisem se debruçar sobre essa realidade, e é preciso que as academias civis e militares se dediquem a isso, acrescentou.</p>
<p>Ele comentou que há três tipos principais de relação do ser humano com a máquina: 1) ser humano no controle; 2) operação autônoma supervisionada; e 3) plena autonomia da máquina.</p>
<p>Ele lembrou que o antigo secretário de Estado dos EUA Henri Kissinger (1923-2023) dizia que a introdução da lógica não humana por meio da IA nos processos militares transforma a estratégia ao adicionar uma camada de incalculabilidade e velocidade que ultrapassa a capacidade humana de resposta. Para Kissinger, essa transformação altera fundamentalmente o cálculo de dissuasão e a governança global.</p>
<p>Mota apontou que há três caminhos básicos a seguir segundo a doutrina militar internacional: aceitar as armas autônomas, restringi-las ou renunciar a elas.</p>
<p>Ele afirmou que as discussões atuais incluem: a adoção de um tratado que proíba o desenvolvimento de armas autônomas letais (proposta da Cruz Vermelha Internacional); delimitação de uso, para que as armas sejam programadas para atingirem apenas instalações físicas; e responsabilização por dolo eventual pelas regras em vigor do Direito Internacional dos Conflitos Armados (também conhecido como <a class="external-link" href="https://www.icrc.org/sites/default/files/document/file_list/o_que_e_o_dih.pdf">Direito Internacional Humanitário</a>).</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Embora grande parte do debate sobre IA esteja voltado a incidentes que afetam direitos individuais e coletivos, por interesses econômicos, eleitorais e de outras naturezas, cresce também a preocupação com sua aplicação em contextos militares. No IEA, essa discussão ocorreu no seminário online "<a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2026/uso-da-ia-nas-guerras-contemporaneas-perspectivas-de-um-futuro-presente" class="external-link">Uso da IA nas Guerras Contemporâneas: Perspectivas de um Futuro Presente</a>", no dia 21 de maio, organizado pelo laboratório <a href="https://understandingai.iea.usp.br/" target="_blank">Understanding Artificial Intelligence</a> [leia o box ao lado].</p>
<p>Mas não basta definir os incidentes de IA, é preciso registrá-los e organizá-los num banco de dados de forma a permitir sua análise. Isso será essencial para a formulação de políticas públicas para reduzir o número de incidentes e mitigar seus efeitos nefastos. Com esse fim, a Cátedra IA Responsável pretende criar um Observatório de Incidentes de IA. O workshop sobre taxonomia de incidentes foi o passo inicial para essa realização.</p>
<p><strong>Vácuo regulatório</strong></p>
<p>"Apesar dos avanços nos últimos anos, o Brasil está bastante atrasado em relação aos incidentes com IA. A boa notícia é que o país não está sozinho. O mundo inteiro está atrasado, com raríssimas exceções”, disse o sociólogo Glauco Arbix, professor sênior da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e coordenador acadêmico da Cátedra IA Responsável.</p>
<p>Para ele, o lançamento recente do modelo de IA Mythos pela Anthropic tornou flagrante o vácuo regulatório da IA em todo o mundo. “O modelo identificou, de forma autônoma, milhares de vulnerabilidades em diversos sistemas, inclusive do FreeBSD, utilizado no mundo inteiro em áreas como segurança e energia e no Brasil abrigado no NIC.br”, disse.</p>
<p>No início de abril, a Anthropic resolveu bloquear o acesso ao Mythos diante dos riscos de uso inadequado do modelo. A empresa criou o <a href="https://www.anthropic.com/glasswing">Projeto Glasswing</a>, cujos integrantes são a própria Anthropic e a Amazon Web Services, Apple, Broadcom, Cisco, CrowdStrike, Google, JPMorganChase, Linux Foundation, Microsoft, NVIDIA e a Palo Alto Networks. De acordo com o site da empresa, essas empresas “usarão o Mythos Preview em seus trabalhos de segurança defensiva; a Anthropic compartilhará o que aprendermos para que todo o setor possa se beneficiar. Também ampliamos o acesso a um grupo de mais de 40 organizações adicionais que desenvolvem ou mantêm infraestrutura de software crítica, para que possam usar o modelo para analisar e proteger sistemas de terceiros e de código aberto”.</p>
<p>Apesar do mérito da Anthropic em bloquear o acesso ao Mythos, a situação impõe uma pergunta, segundo Arbix: “Qual a legitimidade de uma empresa com menos de cinco anos de existência para tomar decisões sobre a divulgação ou não de um sistema altamente perigoso, segundo ela própria, e impedir que os países em geral, inclusive o Brasil, consigam ter acesso e se defender melhor desse tipo de sistema?”.</p>
<p>Quanto à utilização do <a href="https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=CELEX%3A32024R1689">Regulamento de Inteligência Artificial do Parlamento e do Conselho da União Europeia</a> (mais conhecido por EU AI Act) como parâmetro, ele afirmou que está ocorrendo um debate visando “afrouxar bastante a legislação europeia, com o argumento de que ela está atrapalhando a competitividade das empresas do continente". Acrescentou que debates desse tipo estão ocorrendo de forma intensa em várias partes do mundo.</p>
<p>Arbix disse que o caso Mythos demonstra que o sistema de autorregulação é absolutamente insuficiente para proteger a sociedade. "Diferentemente de outras tecnologias e do que acontecia 5 ou 7 anos atrás com a IA, hoje quem expande as fronteiras dela são as empresas, que retiraram das mãos dos governos a possibilidade de regulamentação, controle, como existia na época de desenvolvimento da energia nuclear, como existia e existe ainda na área espacial.”</p>
<p>O gestor governamental, que deve supervisionar essas empresas, depende do que elas voluntariamente aceitam divulgar para o setor público, afirmou. “Há uma inversão do sistema de supervisão e isso gera um problema jurídico, regulatório no mundo inteiro.”</p>
<p>Há uma carência no Brasil, e ela nem está contemplada na regulação da IA prevista no <a href="https://www.congressonacional.leg.br/materias/materias-bicamerais/-/ver/pl-2338-2023">Projeto de Lei 2338/23</a>, em tramitação no Senado, segundo ele: “O país não tem mecanismos que estabeleçam um limite de capacidade que funcione como um gatilho automático de supervisão quando um modelo superar determinado nível de risco. Isso tem a ver com a soberania da sociedade sobre a tecnologia”.</p>
<p>Outra deficiência do país é não ter um instituto nacional de segurança de IA, disse Arbix. No Reino Unido, onde ele desenvolve pesquisa atualmente, foi criado recentemente um instituto com esse fim. “Foi a única instituição que avaliou o Mythos e atestou que o modelo pode causar um prejuízo gigantesco a outras empresas, bem como à sociedade, governos e sistemas de energia, transporte, cabotagem ou do que se quiser imaginar, pela possibilidade que tem de encontrar brechas em sistemas que podem ser aproveitadas por intervenções maliciosas.”</p>
<p>Para ele, a regulação de modelos de fronteira exige capacidade técnica que o Brasil não tem e precisaria criar. Defendeu também que o país tenha uma regulação da cadeia de fornecimento de IA, não só das aplicações finais. Ele fez esse alerta diante do risco de empresas de IA com acesso a sistemas e bases de dados governamentais absorverem grande volume de dados da administração pública e de pessoas em geral.</p>
<p>Outro aspecto a merecer atenção é o mais difícil, segundo Arbix. Trata-se do comportamento chamado de “engano estratégico documental”, no qual há manipulação, falsificação ou indução ao erro através de documentos gerados ou alterados por IA. “O Mythos simplesmente engana e passa a perna em sistemas de defesa. É diferente da alucinação, que tem a ver com a arquitetura dos modelos.”</p>
<p>Arbix enfatizou a necessidade de o país ter um padrão comum de incidentes, inclusive para exigir das empresas seus relatórios. Mais do que isso, é preciso abrir canais públicos e incentivar canais privados para que a população registre incidentes.</p>
<p>Há a necessidade também de meios para resolver a simetria de incentivo: “Deveríamos ter meios de incentivar as empresas a relatarem seus registros de incidentes. Em contrapartida, deveríamos ter como protegê-las, para que não sofram uma saraivada de processos judiciais e fiquem expostas a litígios de todo tipo.”</p>
<p>Ele defendeu ainda que seja estabelecida em lei a obrigatoriedade de relato corporativo de incidentes sérios. “Pode ser um relato fechado, entregue a uma agência ou instituto, mas o poder público deve ter acesso a isso, pois é uma maneira de dialogar com as empresas sobre melhorias e a defesa da própria população.”</p>
<p>A criação de uma autoridade nacional com capacidade técnica para analisar relatos de incidentes também foi defendida por Arbix. Se não for criada essa autoridade, será preciso criar um centro dedicado a isso vinculado à ANPD ou ela ser capacitada para esse trabalho, afirmou.</p>
<p><strong>Medidas governamentais</strong></p>
<p>O cientista político João Brant, secretário de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, afirmou que o governo tratou da inclusão de obrigações importantes de manutenção de registros auditáveis de incidentes relevantes de segurança no uso da IA ao participar das discussões sobre o Projeto de Lei 2.338/23. “Incidentes de segurança nunca foram uma questão menor, secundária, são uma questão talvez primária no debate sobre segurança da IA, e não só dela, pois estamos falando de segurança global”, disse.</p>
<p>Brant explicou que o governo federal está apostando num diálogo com o modelo europeu de regulação baseada em risco presente EU AI Act. Apesar das críticas ao regulamento europeu (“algumas pertinentes outras bem menos”), ele considera que se trata de uma alternativa para a reflexão sobre como graduar as respostas e obrigações de acordo com o risco, equilibrando isso com a abertura à inovação.</p>
<p>Ele vê o observatório de registro e análise de incidentes proposto pela Cátedra IA Responsável como um espaço de diálogo com outras iniciativas, como o Centro Nacional de Transparência Algorítmica – previsto no <a href="https://www.cgee.org.br/documents/37878/43769/CGEE_PBIA.pdf/6174f551-a40f-7302-b74b-48c8d840fc65?version=1.0&amp;t=1756481406537">Plano Brasileiro de Inteligência Artificial</a> –, dentro de um ecossistema de IA onde a ANPD, “se prevalecer a visão que a gente tem, desempenhará um papel central de organização e de definição de diretrizes gerais a serem aplicadas a partir da ação dos reguladores setoriais”, afirmou.</p>
<p>A diretora da ANPD, Miriam Wimmer, disse que a IA já é um tema com forte presença na agenda regulatória, não só em relação à segurança de informação, mas também no que tange a restrições de acesso a direitos, decisões automatizadas opacas, fraudes, conteúdos falsos, alucinações em contextos críticos e riscos sistêmicos.</p>
<p>“Muitos incidentes apresentam riscos em campos que não são o de dados pessoais e não tem necessariamente a ver com a ANPD, como defesa do consumidor, concorrência, integridade informacional, infraestruturas críticas, serviços financeiros, e direito da criança e do adolescente”, disse. Daí a importância de haver uma linguagem comum que permita a todos visualizarem as repercussões de incidentes em diferentes setores e campos regulatórios, completou.</p>
<p>“Quando se fala de incidentes de IA não se está falando necessariamente de segurança da informação, de vazamento de dados. Muitas vezes são incidentes de mudança de finalidade, de tratamento, subversão das expectativas do titular, assimetria informacional, dificuldade de se opor ao tratamento, e uso secundário de dados que foram coletados para outra finalidade”, frisou.</p>
<p>Para ela, a elaboração de uma taxonomia dos incidentes e a criação de um laboratório sobre eles será útil para produzir uma memória institucional, aglutinar casos hoje dispersos em vários reguladores. Além disso, as duas iniciativas servirão para consolidar precedentes, mapear riscos prospectivos e estabelecer mecanismos de prevenção que possam inclusive servir de orientação à agência e outros órgãos competentes, disse.</p>
<p><strong>Impacto nas eleições</strong></p>
<p>O workshop também tratou de duas situações exemplares da atualidade envolvendo risco de incidente de IA: o risco de uso da tecnologia para a produção de conteúdos ilícitos, inclusive deepfake (substituir ou alterar rostos, vozes e movimentos em fotos, vídeos e áudios) que possam influir na disputa eleitoral deste ano; e os procedimentos de uma big tech para produzir modelos de IA seguros e responsáveis.</p>
<p>Para tratar dos impactos de incidentes de IA no processo eleitoral e de como a Justiça Eleitoral deve lidar com eles, a cátedra convidou Oscar Vilhena, professor da Faculdade de Direito da FGV-SP. Ele lembrou que o Congresso Nacional aprovou a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2021/lei/l14197.htm">Lei 14.197</a> em 2021, em substituição à Lei de Segurança Nacional. O novo diploma legal alterou o Código Penal para tipificar os crimes contra o Estado Democrático de Direito. Foi incluído o Art. 359-N, que define como crime “impedir ou perturbar a eleição ou a aferição de seu resultado, mediante violação indevida de mecanismos de segurança do sistema eletrônico de votação estabelecido pela Justiça Eleitoral”. É nesse crime que irá incorrer quem utilizar a IA para impedir ou conturbar o processo eleitoral, explicou Vilhena.</p>
<p>O segundo recurso para assegurar a lisura e justeza das eleições é o policiamento do processo: “De acordo com a teoria do direito eleitoral brasileiro, é preciso estabelecer a simetria entre as partes. Ao policiar o processo, a Justiça Eleitoral pode suspender conteúdos e perfis, além de responsabilizar aqueles que mobilizaram esses conteúdos.”</p>
<p>Ele citou que, em março, o Tribunal Superior Eleitoral baixou a <a href="https://www.tse.jus.br/legislacao/compilada/res/2026/resolucao-no-23-755-de-2-de-marco-de-2026">Resolução 23.755</a>, que alterou normas sobre a propaganda eleitoral. “Ela não proíbe o uso da inteligência artificial nos processos eleitorais, mas impõe diversos cuidados. Os departamentos jurídicos das campanhas estão tentando compreender essas limitações. Sem dúvida, a primeira é a utilização da deepfake, que fica proibida. Mas o combate à deepfake vai depender não só da capacidade da Justiça Eleitoral de agir com rapidez, mas também de o próprio sistema partidário levar os casos até ela.”</p>
<p><strong>Procedimentos do Google</strong></p>
<p>Coube a Alexandre Freire, diretor sênior de Engenharia do Google Brasil, apresentar as preocupações e procedimentos da empresa quanto à segurança dos seus modelos de inteligência artificial. Segundo ele, o Google adota um “funil de segurança de IA”, que inclui três níveis: 1) base (princípios de IA, que estabelecem as regras dos sistemas da empresa); 2) modelos operacionais de mitigação (governança, mapeamento, medição e gestão contínua de riscos); e 3) segurança e mitigação de incidentes (atualizações constantes e ações sobre vulnerabilidades).</p>
<p>Em relação à base, Freire disse que o procedimento é respeitar segurança e privacidade nos princípios de design dos modelos. Na observação desses princípios de IA, a empresa se vale dos consensos entre indústria, academia, reguladores e governos, afirmou.</p>
<p>No caso dos modelos operacionais de mitigação, ele informou que o Google adota os critérios da <a href="https://www.nist.gov/itl/ai-risk-management-framework">Estrutura de Gerenciamento de Risco de IA</a> do Instituto de Padrões e Tecnologia (Nist, na sigla em inglês), órgão do Departamento de Comércio do governo dos EUA.</p>
<p>De acordo com Freire, o primeiro critério é garantir que sejam considerados limites éticos rigorosos muito antes de um modelo de IA ser desenvolvido. O segundo é mapear as possibilidades de risco por meio de uma tradução pragmática de ameaças abstratas para a base das taxonomias desenvolvidas pelo Google: <a href="https://cloud.google.com/responsible-ai?hl=pt-BR">Inteligência Artificial Responsável (RAI)</a> e <a href="https://safety.google/intl/pt-BR_ALL/safety/saif/">Framework de Inteligência Artificial Segura (Saif)</a>. O terceiro é a proatividade na identificação de vulnerabilidades, o que é feito pelo red teaming (equipe que simula ataques à segurança). O quarto é gerenciar a implantação de modelos de IA monitorando, intervindo e iterando, com lançamentos feitos de forma cadenciada num ambiente com maior controle e acompanhando o feedback dos usuários.</p>
<p>Segundo Freire, um novo componente tem colocado as taxonomias adotadas pelo Google em xeque agora: os agentes de IA, que realizam tarefas completas solicitadas pelos usuários. Há a necessidade de adicionar novos controles para verificar a correspondência da ação dos agentes com os objetivos do usuário. “Entre um agente iniciar uma ação e ela se concretizar, haverá outra IA no meio para verificar se o agente está alinhado com o usuário”, afirmou.</p>
<p><strong>Critérios para um observatório</strong></p>
<p>Cristina Godoy, coordenadora do Grupo de Estudos em Direito e Tecnologia do Polo Ribeirão Preto do IEA, tratou da estruturação de um observatório de incidentes de IA como o proposto pela cátedra a partir de quatro camadas:  conceitual, de definições, de descrições, analítica e de governança.</p>
<p>Segundo ela, a camada conceitual deve estabelecer onde se pretende chegar com o observatório, que deve ser visto como uma estrutura de governança a ser definida. Ainda nesse nível conceitual, percebe-se a necessidade de criação de um glossário, “para uma compreensão dos elementos que são relevantes quando se fala de incidentes”, disse.</p>
<p>“O ponto de partida para a segunda camada são as definições apresentadas pela OCDE, que também verificamos no AI Act da União Europeia. O incidente é um evento ou circunstância ou uma sequência de eventos que direta ou indiretamente podem causar um dano. E aí há os tipos de danos. O dano grave é o que vai impactar, por exemplo, direitos fundamentais, saúde, estruturas críticas.”</p>
<p>A terceira camada, segundo a pesquisadora, é a de descrição, destinada à reflexão sobre como construir as categorias de incidentes e até a produzir um relatório sobre eles. Nesse nível, devem ser estabelecidos os critérios de preenchimento dos dados sobre os incidentes. “Há vários tipos de taxonomia e repositórios. Precisamos analisar suas estruturas e verificar o que faz sentido ou não para nós.”</p>
<p>A camada analítica analisará os incidentes, sua escalabilidade, persistência, impacto e severidade. Permitirá também identificar os falsos positivos, explicou Cristina Godoy.</p>
<p>Finalmente, há camada de governança, que deve definir os objetivos do observatório. Segundo ela, as finalidades podem incluir, entre outras coisas, ajudar na implantação de um sandbox regulatório [ambiente de teste controlado sob supervisão de órgãos reguladores], colaborar com auditorias e seguradoras, subsidiar a elaboração de guias práticos e aumentar a segurança em compras públicas.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): Leonor Calazans/IEA-USP; Bobbi Zapka/Wikipédia</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Understanding AI</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra IA Responsável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Guerra</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-06-09T18:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2026/o-emprego-verde-no-contexto-das-cidades-mil-construindo-empregos-e-espacos-inovadores-tecnologicos-climaticos-e-resilientes">
    <title>O Emprego Verde no Contexto das Cidades MIL: Construindo Empregos e Espaços Inovadores, Tecnológicos, Climáticos e Resilientes</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2026/o-emprego-verde-no-contexto-das-cidades-mil-construindo-empregos-e-espacos-inovadores-tecnologicos-climaticos-e-resilientes</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-06-09T18:39:15Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jonathan-tennenbaum">
    <title>Jonathan Tennenbaum</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jonathan-tennenbaum</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher></dc:publisher>
    <dc:creator>Gabriel Seidji Uemura Iwanaga</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
    <dc:date>2026-06-08T15:26:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pessoa</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ecologia-cantico-criaturas">
    <title>As Ecologias do Cântico das Criaturas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ecologia-cantico-criaturas</link>
    <description>Da Inteligência Artificial às Inteligências Ecológicas</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A oitocentos anos da morte de São Francisco, Stefano Mancuso reflete sobre o <a class="external-link" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2ntico_das_Criaturas">“Cântico das criaturas” de São Francisco</a>: cada estrofe do texto poético se torna, de fato, o ponto de partida para contar como irmão sol, irmão vento, irmã água e mãe terra tornam possível a existência da vida e protegem seus destinos.</p>
<p>Como apenas o amor e o cuidado por eles, assim como por todos os outros irmãos e irmãs – todos os seres vivos –, permitirão que nossa espécie sobreviva por muito tempo.</p>
<p>E como apenas o uso modesto dos recursos, que Francisco ordena, é o caminho a seguir para garantir que a vida continue a prosperar.</p>
<p><b>Exposição: </b></p>
<p><a class="external-link" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Stefano_Mancuso">Stefano Mancuso</a> (Universidade de Florença)</p>
<p><b>Coordenação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/massimo-di-felice" class="external-link">Massimo Di Felice</a> (Atopos-ECA USP)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p>Este evento não terá transmissão. Será gravado e disponibilizado no <a href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-06-08T13:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
