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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2026/mulheres-engenharia-para-a-paz-homenagem-ao-dia-internacional-da-mulher-09-03-2026">
    <title>Mulheres &amp; Engenharia para a Paz - Homenagem ao Dia Internacional da Mulher - 09/03/2026</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2026/mulheres-engenharia-para-a-paz-homenagem-ao-dia-internacional-da-mulher-09-03-2026</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-07-24T20:24:48Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/geracao">
    <title>Novo grupo de estudos analisará arranjos de governança intersetorial e territorial contra riscos urbanos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/geracao</link>
    <description>O Conselho Deliberativo do IEA aprovou em julho a criação do Grupo de Estudos sobre Resiliência e Ação (Geração), coordenado por Tatiana Tucunduva Philippi Cortese, pesquisadora colaboradora do IEA. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A redução de riscos urbanos o fortalecimento das capacidades adaptativas a eles são questões prioritárias para comunidades, municípios e estados brasileiros. O desafio para esse enfrentamente é consolidar práticas de governança estratégica e aprendizagem institucional. Compreender os mecanismos institucionais, sociais e técnicos que orientam a cooperação entre diferentes atores e políticas públicas com essa finalildade é o propósito do Grupo de Estudos sobre Resiliência e Ação (Geração), criado em julho.</p>
<p>Trata-se de um espaço interdisciplinar voltado à análise e fortalecimento de arranjos de governança intersetorial e territorial, com ênfase na gestão de riscos, na resiliência e na sustentabilidade socioambiental, de acordo com sua coordenadora, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tatiana-cortese" class="external-link">Tatiana Tucunduva Philippi Cortese</a>, pesquisadora colaboradora do IEA e professora do Programa de Pós-Graduação em Cidades Inteligentes e Sustentáveis da Universidade Nove de Julho (Uninove).</p>
<p>O grupo reconhece os territórios como espaços dinâmicos de interação e corresponsabilidade, independentemente de seus limites político-administrativos, e propõe o desenvolvimento de metodologias e instrumentos aplicados à integração de políticas públicas, ao planejamento colaborativo e à promoção da resiliência territorial, ampliando o diálogo entre ciência, gestão e sociedade. Nesse sentido, pretende construir um ambiente colaborativo de pesquisa e inovação, capaz de articular universidades, órgãos públicos, organizações da sociedade civil e comunidades locais na análise e proposição de soluções adaptativas e integradas para desafios complexos.</p>
<p>Os estudos deverão resultar em vários produtos, entre os quais a elaboração de modelos de governança estratégica de resiliência, um manual prático de gestão colaborativa de riscos urbanos, programas de formação continuada, oficinas temáticas, cursos, palestras, artigos científicos e artigos opinativos.</p>
<p>O grupo se apoia em uma rede de cooperação científica e institucional já articulada pelo projeto Resiliência Urbana em Ação (RUA), também coordenado por Tatiana. Além do <a class="external-link" href="https://proetusp.webhostusp.sti.usp.br/">Programa Eixos Temáticos da USP (ProETUSP)</a> e do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Centro de Síntese USP Cidades Globais</a>, ambos vinculados ao IEA, participam da rede várias instituições acadêmicas, entre as quais: Núcleo de Violência da USP, Uninove, IPT, Unifesp, UFABC, USJT e ESPM. Há também parcerias com órgãos governamentais (nos níveis federal, estadual e municipal) e de instituições com organizações da sociedade civil e de cooperação internacional.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Climática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Criação do Grupo de Estudos sobre Resiliência e Ação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eventos extremos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desastres Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-07-24T19:04:14Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/pesquisa/oportunidades-pesquisa/zukunftskolleg-3">
    <title>Bolsas de pós-doutorado em Konstanz, Alemanha</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/pesquisa/oportunidades-pesquisa/zukunftskolleg-3</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i>Inscrições até as 11:00 (horário CET/UCT+1) de 12/10/2026</i></p>
<p>O instituto de estudos avançados da Universidade de Konstanz (<i>Zukunftskolleg</i>) abriu uma chamada para pesquisadores em início de carreira (com título de doutor[a] obtido entre 30/09/2024 e 01/10/2026) nas áreas de ciências naturais, humanas e sociais.</p>
<p>Pessoas ligadas ao IEA/USP estão habilitadas a se candidatar devido à parceria do Instituto com o <i>Zukunftskolleg</i> através da <a class="external-link" href="http://www.ubias.net/">rede Ubias</a> (<i>University-Based Institutes for Advanced Studies</i>). <span>Serão oferecidas quatro posições para visitar a Alemanha em programas de dois anos de duração. Os bolsistas poderão usufruir de um ambiente que oferece independência para a condução de suas pesquisas, intercâmbio interdisciplinar e intergeracional, bem como integração intra-universitária e contatos internacionais. Os benefícios também incluem auxílio anual individual para pesquisa, destinado a despesas como assistentes de pesquisa, equipamentos, materiais de consumo e viagens.</span></p>
<p><span>Os candidatos deverão apresentar, além do preenchimento da ficha de inscrição</span><span>,</span><span> os seguintes documentos: carta de motivação, proposta de pesquisa, currículo, uma produção de relevância acadêmica e duas cartas de referência.</span></p>
<p>A previsão para a divulgação dos resultados é fevereiro de 2027.</p>
<p><span>Todas as informações essenciais estão </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/pesquisa/oportunidades-pesquisa/zukunftskolleg-bolsas-de-pos-doutorado-2026" class="external-link">neste arquivo para download</a> <span>e no </span><a class="external-link" href="https://www.uni-konstanz.de/zukunftskolleg/fellowships/postdoctoral-fellowship/"><span>site do </span><i>Zukunftskolleg</i></a><span>. Dúvidas podem ser sanadas diretamente com o instituto por meio do endereço <a class="mail-link" href="mailto:zukunftskolleg-application@uni-konstanz.de">zukunftskolleg-application@uni-konstanz.de</a>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Richard Meckien</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Chamadas externas</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-07-24T12:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/novo-grupo-vulnerabilidades">
    <title>Grupo de estudos busca aprimorar o desempenho de políticas públicas em lugares socialmente vulneráveis</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/novo-grupo-vulnerabilidades</link>
    <description>Grupo de Estudos em Vulnerabilidade, Governança e Cidadania começou a funcionar em julho no IEA. O coordenador é o professor da Faculdade de Medicina da USP Paulo Saldiva, ex-diretor do Instituto. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/melgaco-para/image" alt="Melgaço, Pará" title="Melgaço, Pará" height="330" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Melgaço, no Arquipélago do Marajo (PA), local das pesquisas empíricas do novo grupo, é o município com o mais baixo Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do país</dd>
</dl>Os desafios estruturais para implantação eficaz de políticas públicas em localidades com carências sociais serão analisados pelo Grupo de Estudos em Vulnerabilidade, Governança e Cidadania, criado em julho no IEA.</p>
<p>A iniciativa articulará pesquisadores de diferentes áreas da USP e de outras instituições nacionais e internacionais em torno de agendas investigativas relacionadas à saúde, desigualdades territoriais, capacidade estatal e desenvolvimento social. O grupo terá duração inicial de 42 meses e é coordenado por Paulo Saldiva, professor titular da Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da USP e ex-diretor do Instituto.</p>
<p>O objetivo geral do grupo é compreender, em perspectiva interdisciplinar, os mecanismos institucionais, territoriais e sociais que produzem e reproduzem a vulnerabilidade estrutural. Será enfatizada a análise de como esses processos condicionam a governança de políticas públicas e, consequentemente, a efetivação de direitos e o exercício da cidadania.</p>
<p>A partir dessa compreensão, o grupo pretende desenvolver e aplicar modelos analíticos e estratégias de intervenção capazes de qualificar a implementação de políticas públicas em contextos de alta complexidade, promovendo maior equidade, responsividade institucional e fortalecimento da cidadania.</p>
<p>Além de professores de várias unidades da USP, são membros permanentes do grupo pesquisadores da Fiocruz, Universidade do Estado do Pará, FGV-SP, Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS e integrantes de instituições dos Estados Unidos, Reino Unido, França, Portugal, Equador, África do Sul, Uganda e Tailândia.</p>
<p>O grupo é composto de quatro núcleos interdependentes:</p>
<p><strong>Coordenação</strong> – exerce papel central na articulação institucional, científica e estratégica, assegurando a coerência da agenda de pesquisa, promovendo a integração entre diferentes unidades da USP e parceiros externos, e garantindo o alinhamento das atividades com os princípios de excelência acadêmica e relevância pública;</p>
<p><strong>Núcleo Científico</strong> – cuida da formulação e desenvolvimento da agenda de pesquisa, da produção teórica, da construção de modelos analíticos e da definição de prioridades investigativas, articulando contribuições de diferentes campos do conhecimento, como saúde coletiva, ciências sociais, economia, direito e políticas públicas;</p>
<p><strong>Núcleo Territorial</strong> – é a base empírica do grupo, situada no município de Melgaço, no Arquipélago do Marajó (PA), onde serão desenvolvidas as atividades de campo, incluindo visitas técnicas, expedições e coleta de dados (há a perspectiva de expansão para outras localidades no Brasil);</p>
<p><strong>Núcleo de Articulação Institucional</strong> – atua na interface entre produção científica e formulação de políticas públicas, com a função de traduzir evidências geradas pelo grupo em subsídios aplicáveis à gestão e à tomada de decisão, em diálogo com instituições públicas, organizações da sociedade civil e organismos internacionais.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Prefeitura de Melgaço (PA)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos em Vulnerabilidade, Governança e Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>SUS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-07-23T20:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2026/saude-cerebral-na-saude-publica-desafios-globais-e-perspectivas-futuras-visoes-30-06-2026">
    <title>Saúde Cerebral na Saúde Pública: Desafios Globais e Perspectivas Futuras Visões - 30/06/2026</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2026/saude-cerebral-na-saude-publica-desafios-globais-e-perspectivas-futuras-visoes-30-06-2026</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Nutrição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Alimentos, Nutrição e Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-07-23T19:59:38Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2026/o-direito-a-cidade-frente-as-mudancas-climaticas-24-06-2026">
    <title>O Direito à Cidade frente às Mudanças Climáticas -24/06/2026</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2026/o-direito-a-cidade-frente-as-mudancas-climaticas-24-06-2026</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Metrópoles</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-07-23T18:19:47Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-pessoa">
    <title>Marcelo Pessôa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-pessoa</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher></dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
    <dc:date>2026-07-23T17:21:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pessoa</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2026/abril-verde-a-organizacao-do-trabalho-na-determinacao-do-adoecimento-mental-do-trabalhador-28-04-2026">
    <title>"Abril Verde": A Organização do Trabalho na Determinação do Adoecimento Mental do Trabalhador - 28/04/2026</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2026/abril-verde-a-organizacao-do-trabalho-na-determinacao-do-adoecimento-mental-do-trabalhador-28-04-2026</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Observatório do Trabalho e da Classe Trabalhadora</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-07-23T16:46:48Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/iea/eleicoes/comissao-de-pesquisa/eleicao-de-representantes-dos-grupos-de-estudo-e-pesquisa-2026-2028">
    <title>Eleição de Representantes dos Grupos de Estudo e Pesquisa - 2026-2028</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/iea/eleicoes/comissao-de-pesquisa/eleicao-de-representantes-dos-grupos-de-estudo-e-pesquisa-2026-2028</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A partir da publicação da <a class="external-link" href="https://leginf.usp.br/resolucoes/resolucao-no-9000-de-03-de-julho-de-2026/">Resolução 9.000/2026</a>, que traz o novo regimento do IEA, a Comissão de Pesquisa e Inovação passa a ser composta por dois representantes dos grupos de pesquisa e estudos do Instituto, sendo um deles de São Paulo e outro dos polos. Os representantes e seus suplentes são eleitos pelos próprios coordenadores e terão mandato de 2 anos.</p>
<h3>Calendário</h3>
<ul>
<li>Inscrição: 20 de julho a 19 de agosto (até às 16:00)</li>
<li>Divulgação dos inscritos: 20 de agosto</li>
<li>Eleição: 28 de agosto</li>
</ul>
<div id="_mcePaste"></div>
<h3></h3>
<h3>Inscrição</h3>
<p><span>Os candidatos deverão protocolar na Divisão Acadêmica por meio do e-mail academicoiea@usp.br o pedido de inscrição de suas candidaturas mediante requerimento assinado e dirigido à Diretora acompanhado de apresentação pessoal com até 500 palavras</span>.</p>
<p>Mais informações sobre o processo estão disponíveis na <a href="https://www.iea.usp.br/iea/eleicoes/comissao-de-pesquisa/portaria-iea-4-2026" class="external-link">Portaria IEA 4/2026</a>.</p>
<p>➔ Competências das Comissões de Pesquisa e Inovação da USP - <a class="external-link" href="https://leginf.usp.br/?resolucao=resolucao-copi-no-8463-de-06-de-julho-de-2023" target="_blank">Resolução CoPI nº 8463/2023</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
    <dc:date>2026-07-22T20:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/livro-de-inct-sobre-o-sistema-alimentar-e-um-dos-semifinalistas-do-premio-jabuti-academico-2026">
    <title>Livro de INCT sobre o sistema agroalimentar é um dos semifinalistas do Prêmio Jabuti Acadêmico 2026</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/livro-de-inct-sobre-o-sistema-alimentar-e-um-dos-semifinalistas-do-premio-jabuti-academico-2026</link>
    <description>O livro "Caminhos para a Transição do Sistema Agroalimentar: Desafios para o Brasil", publicado pela Editora Senac em 2025, é um dos dez semifinalistas do Prêmio Jabuti Acadêmico 2026 na categoria Ciências Agrárias e Ciências Ambientais. A obra foi produzida pelo INCT Superar a Tríplice Monotonia do Sistema Agroalimentar, sediado no IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h3><i>Obra reúne contribuições de todos os grupos de pesquisa da iniciativa</i></h3>
<p style="text-align: right; "><i>Com informações de Giselle Soares</i></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-caminhos-para-a-transicao-do-sistema-agroalimentar-desafios-para-o-brasil" alt="Capa do livro &quot;Caminhos para a Transição do Sistema Agroalimentar: Desafios para o Brasil&quot;" class="image-right" title="Capa do livro &quot;Caminhos para a Transição do Sistema Agroalimentar: Desafios para o Brasil&quot;" />O livro <a class="external-link" href="https://www.editorasenacsp.com.br/livro/caminhos-transicao-sistema-agroalimentar">"Caminhos para a Transição do Sistema Agroalimentar: Desafios para o Brasil"</a>, publicado pela Editora Senac em 2025, é um dos dez semifinalistas do <a class="external-link" href="https://www.premiojabuti.com.br/academico/">Prêmio Jabuti Acadêmico 2026</a> na categoria Ciências Agrárias e Ciências Ambientais. A lista foi divulgada pela Câmara Brasileira do Livro em 14 de julho.</p>
<p>A obra foi organizada pelos professores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-abramovay" class="external-link">Ricardo Abramovay</a> e <a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/8302799021512210">Arilson Favareto</a>. Abramovay é professor sênior do IEA e coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/inct-sistema-agroalimentar" class="external-link">INCT Superar a Tríplice Monotonia do Sistema Agroalimentar</a>, sediado no Instituto e responsável pelo livro; Favareto é professor da UFABC e titular da <a class="external-link" href="https://catedrajc.fsp.usp.br/">Cátedra Josué de Castro de Sistemas Alimentares Saudáveis e Sustentáveis</a>, vinculada à Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP e parceira do INCT.</p>
<p>O livro reúne artigos produzidos por pesquisadores de todos os grupos que integram o INCT. Os textos da obra analisam a monotonia que caracteriza a produção agrícola e animal e os padrões de alimentação, além de apresentar inovações e caminhos para a transformação do sistema agroalimentar brasileiro.</p>
<p>Os autores do prefácio são Carlos Augusto Monteiro, professor emérito da FSP-USP e uma das maiores autoridades mundiais na área de saúde pública e alimentação, e Rita Lobo, chef, escritora e apresentadora de programas de culinária, nomeada apoiadora oficial do Programa de Alimentação Saudável da FAO-ONU em 2023.</p>
<p>Os cinco finalistas de cada categoria serão anunciados em 27 de julho, durante a 78ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Niterói (RJ), com divulgação também no site do Prêmio Jabuti Acadêmico. A cerimônia de premiação dos vencedores de todas as categorias será em 11 de agosto, no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo.</p>
<p><span><strong>Sobre o INCT</strong></span></p>
<p><span></span>O INCT Superar a Tríplice Monotonia do Sistema Agroalimentar é sediado no IEA e integra o programa dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia do CNPq. A iniciativa reúne uma rede interdisciplinar de pesquisa dedicada a compreender os desafios do sistema agroalimentar brasileiro e a propor caminhos para sua transformação.</p>
<p>Além do IEA e da Cátedra Josué de Castro, integram o INCT: o Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens), também da FSP-USP; o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), em parceria com o Centro de Pesquisa Climática Woodwell, dos Estados Unidos; o Instituto Federal Catarinense; o Instituto Fome Zero; e a Embrapa Acre.</p>
<p>Há ainda cinco instituições parceiras: Instituto Ibirapitanga, Instituto Comida do Amanhã, Instituto Clima e Sociedade, Instituto Folio e Agropolis International, da França.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Nutrição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciencias Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-07-21T18:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-discute-fatores-psicossociais-e-saude-mental-no-ambiente-de-trabalho">
    <title>Conferência discute fatores psicossociais e saúde mental no ambiente de trabalho</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-discute-fatores-psicossociais-e-saude-mental-no-ambiente-de-trabalho</link>
    <description>Evento, que será exclusivamente on-line, é promovido pelo Grupo Carreira Docente de Impacto do IEA-RP e pela Superintendência da Saúde da USP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f496c839-7fff-d221-6531-1dea8c1837df"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Fatorespsicossociaisnotrabalho800X530.png/@@images/7dbf2fcf-69c6-40ac-b8e6-faca2e510c82.png" alt="" class="image-left" title="" />A saúde mental no ambiente de trabalho tornou-se prioridade nas discussões sobre produtividade e bem-estar institucional. Para debater esse cenário, o Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto, do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, promove no dia 6 de agosto, a partir das 10h, a conferência “Fatores psicossociais no trabalho: avaliação e promoção da saúde mental”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento será exclusivamente on-line, com transmissão pelo </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=egBqWa7N1bo"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span>. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas por meio </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpUQLL1WBsitLYZiy8L5owoDjY8LYdOsR61NlToIZ2Rs43vQ/viewform?usp=dialog"><span>deste formulário</span></a><span>. Haverá envio de certificado aos participantes que preencherem o formulário de presença a ser disponibilizado no chat durante a transmissão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O palestrante será o docente da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), João Silvestre da Silva-Junior. Ele discutirá os principais fatores psicossociais que impactam o cotidiano laboral, apresentando métodos de avaliação e estratégias para a promoção da saúde mental, com o objetivo de reduzir riscos e melhorar o ambiente de trabalho.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Silva-Junior é livre-docente em Medicina Social e do Trabalho e possui doutorado e mestrado em Ciências com ênfase em Saúde do Trabalhador pela USP. É professor colaborador da disciplina de Medicina do Trabalho do Departamento de Medicina Legal, Bioética, Medicina do Trabalho e Medicina Física e Reabilitação da FMUSP, além de supervisor do Programa de Residência Médica em Medicina do Trabalho do Hospital das Clínicas. Atua também como professor no Centro Universitário São Camilo e desenvolve pesquisas em epidemiologia ocupacional, absenteísmo e retorno ao trabalho.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O debate vai contar também com a participação do superintendente de Saúde da USP, André Lucirton Costa, e da coordenadora do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (Sesmt) da USP, Joana Cristina Borsato Rossi. A moderação será feita pelo coordenador do Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto do IEA-RP, Carlos Roberto Bueno Júnior.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: iearp@usp.br.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre o grupo</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Parte considerável dos docentes de universidades públicas não refletem de maneira aprofundada sobre maximização dos impactos de suas carreiras. Além disso, as universidades públicas devem contribuir para o avanço do conhecimento científico – inclusive com temas que constituem os grandes desafios da sociedade atual – e dos métodos de ensino, extensão universitária, gestão e internacionalização a partir da indução de projetos que estimulem avanços em áreas de fronteira a partir de uma abordagem transdisciplinar e considerando a necessidade cada vez mais urgente de maior engajamento entre universidades públicas e sociedade. Neste contexto, o Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto tem como objetivo fomentar estudos, discussões, reflexões e inspirações acerca de como docentes de universidades públicas podem aumentar o impacto e a excelência de suas carreiras. Saiba mais na </span><a href="https://rp.iea.usp.br/pesquisa/grupo-de-estudo/carreira-docente-de-impacto/"><span>página do grupo</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-07-21T16:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/silicon-gaze-ia-generativa">
    <title>The Silicon Gaze: Uma Conversa sobre as Diferenças Globais da IA Generativa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/silicon-gaze-ia-generativa</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; ">The Silicon Gaze é um termo que designa o ponto de vista de grupos dominantes a partir do qual os modelos de linguagem natural “falam”.</p>
<p style="text-align: left; ">Isso ocorre devido à forte centralidade do Norte Global na disponibilidade de dados, na produção de modelos e de métodos de avaliação para o  desenvolvimento de ferramentas de inteligência artificial generativa.</p>
<p style="text-align: left; ">O debate apresenta as dinâmicas de centralização de dados e como elas podem ampliar a disparidade de poder entre países.</p>
<p style="text-align: left; "><b>Exposição:</b></p>
<p style="text-align: left; "><a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/8468333857108411">Francisco W. Kerche</a> (FFLCH-USP)</p>
<p style="text-align: left; "><b>Debate:</b></p>
<p style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/delmo-mattos-da-silva" class="external-link">Delmo Mattos </a>(IEFH-ITA)</p>
<p style="text-align: left; "><b>Mediação:</b></p>
<p style="text-align: left; "><a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/8426759827727323">André Vereta Nahoum</a> (FFLCH-USP, Cebrap e NUCEG-UFRJ)</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Understanding AI</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-07-21T13:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/responsabilizacao-de-agentes-autonomos">
    <title>Os desafios para a atribuição de responsabilidade quando a IA autônoma causa danos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/responsabilizacao-de-agentes-autonomos</link>
    <description>Em conferência no dia 17 de junho, Delmo Mattos da Silve, profesosr de filosofia do ITA, discutiu a lacuna de responsabilidade existente quando agentes de inteligência artificial autônoma cometem danos a pessoas ou organizações.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/delmo-mattos-da-silva-1/image" alt="Delmo Mattos da Silva" title="Delmo Mattos da Silva" height="605" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Delmo Mattos da Silva, durante encontro organizado pelo laboratório Understanding AI</dd>
</dl></p>
<p>À medida que agentes de inteligência artificial conquistam autonomia para aprender, decidir e agir sem supervisão direta, torna-se cada vez mais difícil responder a uma pergunta aparentemente simples: quem deve ser responsabilizado pelos danos que vierem a causar?</p>
<p>Para Delmo Mattos da Silva, professor de filosofia do Departamento de Humanidades do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), máquinas capazes de perceber o ambiente, aprender com dados, tomar decisões e agir com relativa independência de supervisão humana rompem a estrutura clássica que sempre vinculou ação, intenção e culpa a um agente identificável.</p>
<p>Silva foi o expositor do encontro "O Problema da Atribuição de Responsabilidade em Agentes Artificiais Autônomos", realizado pelo laboratório Understanding Artificial Intelligence (UAI) do IEA em 17 de junho. Partindo do conceito de responsibility gap (lacuna de responsabilidade), analisou como a autonomia funcional, a opacidade algorítmica e o aprendizado contínuo desafiam os fundamentos tradicionais da imputação moral.</p>
<p>A discussão teve como ponto de partida o artigo "<a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s10676-004-3422-1">The Responsibility Gap: Ascribing Responsibility for the Actions of Learning Automata</a>", publicado em 2004 pelo filósofo <a href="https://andreasmatthias.com/blog/">Andreas Matthias</a>.</p>
<p>Silva ressaltou a diferença entre agência moral e agência artificial. A primeira refere-se a agentes capazes de compreender o significado moral de suas escolhas e de responder por elas. Já a segunda caracteriza sistemas que atuam com determinado grau de autonomia, mas permanecem amorais, executando regras e cálculos definidos por seres humanos.</p>
<p><strong>Fundamentos da responsabilidade</strong></p>
<p>Desde Aristóteles, afirmou, considera-se que alguém pode ser responsabilizado por suas ações e pelas consequências delas decorrentes quando reúne três condições: controle, previsibilidade e conhecimento suficiente (condição epistêmica). Esses elementos fundamentam a atribuição de responsabilidade. Quanto ao controle, “o agente deve ter efetivo poder de decisão e capacidade de agir de outra forma, sem estar sob coerção absoluta ou sujeito a fatores como falha mecânica ou incapacidade cognitiva”.</p>
<p>A previsibilidade significa que as consequências da ação sejam razoavelmente antecipáveis e o agente compreenda a conexão causal entre sua conduta e o resultado. “Um exemplo é dirigir alcoolizado, pois é previsível que essa conduta cause um acidente.”</p>
<p>A terceira condição do modelo aristotélico é a epistêmica. Diz respeito ao que o agente sabia ou tinha condições de saber no momento da ação. Silva exemplificou com o médico que administra um medicamento sem conhecer os efeitos colaterais básicos da droga, podendo ser responsabilizado no caso de dano por um desses efeitos, pois era seu dever profissional conhecê-los. “No entanto, um efeito completamente desconhecido pela comunidade científica dificilmente poderia levar à mesma atribuição de culpa.”</p>
<p>Essa condição relaciona-se também com o conceito de imputabilidade. “Alguém só pode responder por seus atos se tem controle sobre eles e sabe o que está fazendo. Uma criança ou uma pessoa com baixa capacidade cognitiva, por exemplo, não é imputável.”</p>
<p>Segundo Matthias, citado por Silva, máquinas autônomas com capacidade de aprendizagem criam uma situação inédita. Nesses casos, o fabricante ou operador deixa de ser, em princípio, capaz de prever o comportamento futuro do sistema e, por isso, “não pode ser considerado moral ou juridicamente responsável por possíveis danos”.</p>
<p>O filósofo alemão considera que “o desafio não é que a máquina erre, mas que possa aprender a agir de maneira que ninguém previu integralmente”. Para ele, essa imprevisibilidade não representa necessariamente uma falha, mas uma característica intrínseca de sistemas baseados em aprendizado de máquina, redes neurais profundas e algoritmos adaptativos.</p>
<p>Silva, por sua vez, considera que a máquina infringe o princípio aristotélico da imprevisibilidade, mas “a imprevisibilidade não pode ser criminalizada, pois todos dependem desses sistemas atualmente”. Em vez disso, afirmou, é preciso compreender esses sistemas e desenvolver mecanismos capazes de reduzir seus riscos.</p>
<p>Além da lacuna de responsabilidade, há também a lacuna de autoria, de acordo com ele. A cadeia causal deixa de ser linear e passa a distribuir-se entre diversos agentes humanos e componentes tecnológicos: dirigentes da empresa responsável pela IA, desenvolvedores, distribuidores, usuários e o próprio sistema em operação. “Quanto mais atores participarem do processo e maior a autonomia da tecnologia, mais difícil se torna identificar um único responsável pelo resultado.”</p>
<p>A dificuldade aumenta porque muitos sistemas de IA funcionam como verdadeiras caixas-pretas, dificultando ou impossibilitando compreender como chegaram a determinada decisão. “Com isso, a relação entre ação humana e dano torna-se menos evidente.”</p>
<p><strong>Alternativas para responsabilização</strong></p>
<p>Diante desse cenário, pesquisadores de diferentes áreas propõem quatro alternativas (incipientes, segundo Silva) para enfrentar a lacuna de responsabilidade. Nenhuma resolve integralmente o problema, mas todas procuram reduzir seus efeitos.</p>
<p>Os defensores da responsabilidade distribuída sustentam que empresas, desenvolvedores, distribuidores e usuários devem compartilhar a responsabilização por danos. Silva advertiu, porém, que essa alternativa pode dificultar a identificação da parcela de responsabilidade de cada envolvido e diluir a responsabilidade daqueles cuja participação foi mais decisiva.</p>
<p>A alternativa do controle humano significativo é uma das mais debatidas, segundo ele. Trata-se da supervisão permanente por pessoas. Deve haver possibilidade de intervenção no processo automatizado, mantendo a decisão final sob responsabilidade de pessoas identificáveis, que precisam compreender suficientemente os riscos da tecnologia.</p>
<p>Silva afirmou que essa alternativa reforça a transparência e a prestação de contas, aumentando a confiança social no uso da IA e favorecendo a correção de erros e a mitigação de danos. Mas apontou problemas: a supervisão humana pode ser apenas formal ou simbólica, o responsável pode ter dificuldade para compreender as decisões devido à complexidade do sistema e a velocidade das decisões automatizadas pode impedir intervenções eficazes.</p>
<p>Outras limitações dessa abordagem são: a tendência de os operadores confiarem excessivamente nas recomendações da IA; nem sempre ser claro qual nível de controle é suficiente para justificar a responsabilização; e o fato de o controle humano tornar-se progressivamente reduzido em sistemas altamente autônomos.</p>
<p>A alternativa baseada em explicabilidade e rastreabilidade busca tornar compreensível o processo pelo qual a IA chega a uma decisão, permitindo identificar os fatores mais relevantes para o resultado e reconstruir o percurso decisório em caso de falhas e vieses. Isso amplia a transparência e fortalece a confiança nos sistemas, segundo Silva.</p>
<p>Nem todos os modelos, porém, são facilmente explicáveis, ponderou. Além disso, “explicações simplificados podem não refletir o funcionamento real do sistema, e a rastreabilidade, embora útil, não elimina os aspectos imprevisíveis característicos de sistemas que aprendem continuamente, disse.</p>
<p>A alternativa conhecida como ética de design parte do princípio de que a responsabilidade deve ser incorporada desde a concepção do sistema, orientando seu desenvolvimento por valores éticas, explicou Silva. Nessa abordagem, questões como transparência, segurança, justiça e privacidade são consideradas desde o projeto, com riscos e impactos avaliados antes da implementação.</p>
<p>Essa postura incentiva boas práticas de desenvolvimento, reduz riscos éticos e regulatórios, aumenta a confiança nos sistemas de IA e complementa os mecanismos de responsabilização posteriores. Porém, nem todos os impactos podem ser previstos, ressaltou. Há também a possibilidade de conflitos entre valores éticos, o surgimento de comportamentos inesperados em sistemas que aprendem continuamente e a incapacidade de eliminar por completo a lacuna de responsabilidade.</p>
<p><strong>Benefícios versus riscos</strong></p>
<p>Em entrevista concedida ao IEA depois do encontro em que apresentou sua conferência, Silva aprofundou algumas questões adicionais ao debate sobre a responsabilização por danos causados por agentes de IA autônomos. A primeira delas foi a que antecede à discussão sobre quem deve responder pelos danos provocados por agentes autônomos: como evitar que esses sistemas sejam capazes de produzir danos?</p>
<p>Para ele, esse é um dos aspectos mais problemáticos da IA contemporânea. “Se uma empresa desenvolve e comercializa um sistema sabendo que ele pode apresentar comportamentos imprevisíveis e causar danos a terceiros, parece intuitivamente correto afirmar que ela está assumindo um risco conscientemente. A dificuldade surge quando o debate jurídico tenta enquadrar essa situação nas categorias tradicionais de responsabilidade.”</p>
<p>Do ponto de vista penal, a caracterização do conceito jurídico de dolo eventual exige mais do que a simples consciência do risco, argumentou: “É necessário demonstrar que o agente previu a possibilidade do resultado danoso e, ainda assim, assumiu o risco de sua ocorrência”.</p>
<p>Segundo Silva, as empresas costumam argumentar que não desejam a ocorrência de dano, adotaram medidas de segurança e acreditavam ter reduzido os riscos a níveis aceitáveis. Por isso, explicou o pesquisador, os tribunais tendem a tratar essas situações como casos de responsabilidade civil, defeito de produto ou negligência, e não como dolo eventual.</p>
<p>Ele ressalta, contudo, que a questão filosófica permanece: “Se os próprios desenvolvedores reconhecem que sistemas baseados em aprendizagem de máquina podem tomar decisões que escapam à sua capacidade de previsão e explicação, por que a sociedade aceita sua comercialização?” Em seguida, Silva observou que praticamente nenhum outro setor aceita colocar produtos em circulação sem elevado grau de certificação e controle. Medicamentos, aeronaves ou usinas nucleares, por exemplo, passam por processos rigorosos antes de serem autorizados para uso. Ainda assim, acrescentou, costuma-se justificar a comercialização de sistemas de IA com a alegação que seus benefícios econômicos e sociais superam os riscos envolvidos.</p>
<p>Para Silva, essa resposta não elimina o problema moral. Segundo ele, ao lançar um sistema autônomo no mercado, a empresa obtém os benefícios financeiros decorrentes de sua utilização, mas frequentemente procura transferir ou diluir sua responsabilidade quando ocorre um dano.</p>
<p>Surge então a lacuna de responsabilidade: a máquina não pode ser responsabilizada porque não possui personalidade jurídica nem capacidade moral, enquanto os agentes humanos envolvidos alegam não exercer controle suficiente sobre as decisões produzidas pelo sistema. “É exatamente nesse ponto que a crítica se torna mais forte. A imprevisibilidade não deveria servir como justificativa para reduzir a responsabilidade dos desenvolvedores. Pelo contrário, quanto maior a autonomia e o potencial de dano de uma tecnologia, maior deveria ser a responsabilidade de quem a projeta, comercializa e lucra com sua utilização.”</p>
<p>Aceitar a comercialização de sistemas autônomos sem mecanismos adequados de controle e responsabilização significa, segundo Silva, “correr o risco de criar uma forma inédita de poder tecnológico capaz de produzir consequências relevantes sem que exista um responsável claramente identificável”.</p>
<p>Para ele, uma perspectiva estritamente utilitarista não basta para justificar moralmente a existência da IA autônoma. Essa visão enfatiza os benefícios concretos que a IA pode produzir: diagnósticos médicos mais rápidos, menos acidentes, maior produtividade e melhor aproveitamento de recursos. “Sob essa perspectiva, se os benefícios totais superarem os prejuízos, a adoção da tecnologia seria justificada. Mas nem tudo pode ser reduzido a um cálculo de custos e benefícios.”</p>
<p>“Quando uma decisão algorítmica afeta direitos fundamentais, discrimina indivíduos ou causa danos graves a uma pessoa específica, não parece suficiente responder que, em termos coletivos, a sociedade sai ganhando. Quem sofreu o dano continua exigindo uma justificativa que vá além da eficiência coletiva. Além disso, a defesa utilitarista frequentemente admite certo nível de risco e erro como inevitável. A questão é: quem assume esse risco?”</p>
<p>O fato de uma IA gerar benefícios sociais significativos não elimina a obrigação de responder por seus riscos e consequências, na avaliação do pesquisador. “A utilidade é uma condição importante, mas não suficiente para justificar moralmente sua existência. É necessário considerar também valores como responsabilidade, dignidade humana, autonomia, transparência e justiça.”</p>
<p><strong>Princípios éticos</strong></p>
<p>Ao comentar se a tolerância a efeitos nocivos das novas tecnologias digitais representaria uma intensificação do relativismo moral contemporâneo, ele respondeu que essa interpretação é parcialmente verdadeira. Segundo ele, “muitas vezes, os benefícios econômicos e a conveniência das tecnologias digitais são usados para relativizar seus impactos negativos, como a desinformação, a polarização e os discursos de ódio. É como se os ganhos coletivos justificassem danos considerados aceitáveis”.</p>
<p>O problema, disse, é que essa lógica utilitarista pode enfraquecer princípios éticos que deveriam ser inegociáveis, especialmente quando estão em jogo a dignidade humana, a verdade e os direitos fundamentais. “O desafio é evitar que a inovação tecnológica se transforme em uma justificativa para tolerar consequências que antes seriam consideradas moralmente inaceitáveis.”</p>
<p>Embora haja amplo consenso de que a IA deva promover o bem comum e operar de forma responsável e segura, permanece o desafio de lidar com sistemas autônomos cujo comportamento pode ser imprevisível. Para Silva, nenhuma tecnologia é absolutamente segura, mas a IA autônoma apresenta uma característica particular: sua imprevisibilidade pode dificultar tanto a atribuição de responsabilidade quanto o controle de seus efeitos.</p>
<p>“Por isso, não basta confiar apenas na mitigação de danos. A sociedade precisa definir limites claros para sua utilização, exigir supervisão humana significativa e assegurar mecanismos eficazes de responsabilização. O progresso tecnológico não deve significar aceitar passivamente riscos cada vez maiores.”</p>
<p>Um exemplo dessa preocupação foi discutido em maio no IEA, num evento promovido pela Cátedra IA Responsável sobre taxonomia de incidentes envolvendo inteligência artificial. Na ocasião, um representante do Google afirmou que a empresa adota um "funil de segurança" (etapas cada vez mais rigorosas), cuja primeira fase ocorre ainda na concepção do sistema, com a incorporação de princípios de ética de design.</p>
<p><strong>Restrições versus valor comercial</strong></p>
<p>Essa posição, contudo, suscita um questionamento quando aplicada a sistemas autônomos cujo comportamento é, por definição, parcialmente imprevisível. Uma possibilidade seria estabelecer limites para sua autonomia. Por outro lado, restrições excessivas poderiam reduzir sua capacidade de atuação e, consequentemente, sua viabilidade comercial.</p>
<p>Para Silva, essa é justamente a tensão central do debate. Segundo ele, a ética no design continua sendo importante porque reduz riscos desde a origem, mas não elimina completamente a imprevisibilidade de sistemas que aprendem e se adaptam. “As ‘travas’ à liberdade de atuação são possíveis e já existem em diferentes formas, como limites de ação, supervisão humana e mecanismos de desligamento. No entanto, quanto mais restrições são impostas, menor tende a ser a autonomia e, muitas vezes, o valor comercial do sistema.”</p>
<p>Na sua avaliação, o desafio consiste em definir o que a sociedade considera prioritário: maximizar a eficiência e a inovação ou garantir níveis aceitáveis de segurança e controle. Em áreas de maior risco, como saúde, transporte ou defesa, talvez seja razoável sacrificar parte da autonomia em favor da segurança, ponderou. “Afinal, uma IA extremamente poderosa, mas insuficientemente controlada, pode ser um excelente produto comercial e, ao mesmo tempo, um enorme problema social.”</p>
<p>É difícil imaginar que uma empresa alerte os usuários sobre os riscos de seu sistema autônomo causar danos graves. No entanto, é difícil aceitar que empresas, gestores e profissionais qualificados possam alegar completa ignorância sobre as ameaças inerentes a essa tecnologia. Indagado sobre isso, Silva ressaltou que “os riscos de erros, vieses, alucinações, perda de controle, <strong>problemas</strong> de privacidade e impactos sociais são amplamente discutidos na academia, na mídia e pelos próprios desenvolvedores.”</p>
<p>O que ainda ocorre, segundo ele, é uma subestimação desses riscos. Muitas organizações conhecem os perigos de forma abstrata, mas acreditam que os problemas mais graves ocorrerão com outras empresas ou que seus próprios mecanismos de controle serão suficientes, afirmou. “Nesse sentido, a questão talvez não seja mais a falta de conhecimento, mas o grau de responsabilidade que os agentes estão dispostos a assumir diante de riscos conhecidos em troca dos benefícios econômicos e competitivos proporcionados pela tecnologia.”</p>
<p><strong>Riscos cognitivos</strong></p>
<p>Delegar atividades humanas a máquinas autônomas introduz outro tipo de risco: a terceirização cognitiva e suas consequências para o desenvolvimento intelectual. Como filósofo, ele vê essa possibilidade com certa preocupação, embora sem pessimismo. Lembrou que delegar tarefas a máquinas sempre fez parte da história da técnica. “O problema surge quando o ser humano delega não apenas o trabalho físico ou operacional, mas também atividades relacionadas ao julgamento, à deliberação e à tomada de decisões.”</p>
<p>Silva recorreu a Aristóteles, para quem as virtudes humanas se desenvolvem pela prática. “Julgamos melhor porque exercitamos o julgamento; deliberamos melhor porque enfrentamos dilemas e assumimos responsabilidades. Se transferirmos progressivamente essas funções para sistemas autônomos, corremos o risco de enfraquecer capacidades intelectuais e morais que dependem do exercício contínuo.”</p>
<p>Ele lembrou que Hannah Arendt também se preocupou com isso. “Para ela, a capacidade de pensar e julgar é uma condição fundamental da vida política e moral.” Uma sociedade fortemente dependente de sistemas automatizados pode criar indivíduos cada vez mais eficientes no uso de tecnologias, mas menos habituados à reflexão crítica sobre suas próprias decisões, afirmou.</p>
<p>Mencionou também autores contemporâneos que discutem os impactos cognitivos da IA. Segundo ele, pesquisadores como a psicóloga social Shoshana Zuboff [autora de “A Era do Capitalismo da Vigilância”] alertam que as ferramentas digitais não apenas ampliam capacidades humanas, mas também podem induzir comportamentos, influenciar escolhas e reduzir espaços de autonomia. Acrescentou que o ensaista Nicholas Carr [autor de “A Geração Superficial: O Que a Internet Está Fazendo com os Nossos Cérebros”] argumenta que a crescente dependência de tecnologias digitais pode afetar hábitos cognitivos relacionados à atenção, à memória e à concentração.</p>
<p>Isso não significa que a IA necessariamente tornará as pessoas menos inteligentes, na opinião de Silva: “O impacto dependerá da forma como ela for utilizada. Se funcionar como instrumento de apoio à reflexão, à aprendizagem e à criatividade, poderá ampliar capacidades humanas”. Mas, e se ela passar a substituir automaticamente o esforço intelectual, a avaliação crítica e a responsabilidade pelas decisões? “Aí haverá o risco de uma espécie de ‘atrofia cognitiva’, semelhante ao enfraquecimento de um músculo que deixa de ser exercitado.”</p>
<p>Para ele, a questão central talvez não seja se as máquinas podem decidir, mas se os seres humanos continuam dispostos a assumir a responsabilidade de pensar por si mesmos. “Como observou Kant em seu famoso texto sobre o esclarecimento, a maturidade intelectual exige a coragem de fazer uso do próprio entendimento. A tecnologia pode facilitar essa tarefa, mas não consegue substituí-la sem impor custos à autonomia humana.”</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Mauro Bellesa/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Understanding AI</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-07-20T16:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/fatores-psicossociais-no-trabalho-avaliacao-e-promocao-da-saude-mental">
    <title>Fatores psicossociais no trabalho: avaliação e promoção da saúde mental</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/fatores-psicossociais-no-trabalho-avaliacao-e-promocao-da-saude-mental</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-71b49102-7fff-7b76-deb7-ec0e2e52dd32">
<p dir="ltr"><span>A saúde mental no ambiente de trabalho tornou-se prioridade nas discussões sobre produtividade e bem-estar institucional. Para debater esse cenário, o Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto, do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, promove no dia 6 de agosto, a partir das 10h, a conferência “Fatores psicossociais no trabalho: avaliação e promoção da saúde mental”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento será exclusivamente on-line, com transmissão pelo </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=egBqWa7N1bo"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span>. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas por meio </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdpUQLL1WBsitLYZiy8L5owoDjY8LYdOsR61NlToIZ2Rs43vQ/viewform?usp=dialog"><span>deste formulário</span></a><span>. Haverá envio de certificado aos participantes que preencherem o formulário de presença a ser disponibilizado no chat durante a transmissão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O palestrante será o docente da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), João Silvestre da Silva-Junior. Ele discutirá os principais fatores psicossociais que impactam o cotidiano laboral, apresentando métodos de avaliação e estratégias para a promoção da saúde mental, com o objetivo de reduzir riscos e melhorar o ambiente de trabalho.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Silva-Junior é livre-docente em Medicina Social e do Trabalho e possui doutorado e mestrado em Ciências com ênfase em Saúde do Trabalhador pela USP. É professor colaborador da disciplina de Medicina do Trabalho do Departamento de Medicina Legal, Bioética, Medicina do Trabalho e Medicina Física e Reabilitação da FMUSP, além de supervisor do Programa de Residência Médica em Medicina do Trabalho do Hospital das Clínicas. Atua também como professor no Centro Universitário São Camilo e desenvolve pesquisas em epidemiologia ocupacional, absenteísmo e retorno ao trabalho.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O debate vai contar também com a participação do superintendente de Saúde da USP, André Lucirton Costa, e da coordenadora do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (Sesmt) da USP, Joana Cristina Borsato Rossi. A moderação será feita pelo coordenador do Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto do IEA-RP, Carlos Roberto Bueno Júnior.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: iearp@usp.br.</span></p>
</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-07-17T16:35:09Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/perspectivas-da-pos-graduacao-na-usp">
    <title>Perspectivas da Pós-Graduação na USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/perspectivas-da-pos-graduacao-na-usp</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-b18a8e47-7fff-79e5-2d52-b8560723fbdd"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>A USP possui atualmente 266 programas de pós-graduação, que reúnem cerca de 30 mil alunos e ajudam a tornar a universidade responsável por quase 20% da produção científica do País. Para discutir as ações voltadas a aperfeiçoar essa área, o Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto, do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto, promove no dia 31 de julho, a partir das 10h, a conferência on-line “Perspectivas da Pós-Graduação na USP”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento terá transmissão pelo </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=mRuXrSz32wo"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span>. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSftpXY2Rg_m-275gzG7vKdJPShaoZzFE_TRk4HbvQpAhHgs3w/viewform?usp=dialog"><span>neste link</span></a><span>. Haverá envio de certificado aos participantes que preencherem o formulário disponibilizado no chat da plataforma durante a transmissão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O palestrante será o pró-reitor de Pós-Graduação, Carlos Eduardo Ambrósio. Ele assumiu a direção da PRPG em 2026, com um plano que prevê ações para ampliar a atratividade e a permanência de estudantes, fortalecer a integração entre a graduação e a pós-graduação e incentivar a empregabilidade de mestres e doutores. Entre as propostas estão a criação do Observatório de Pós-Graduação, a modernização de programas formativos e a ampliação da internacionalização.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Carlos Eduardo Ambrósio é médico veterinário pelo Centro Universitário da Fundação de Ensino Octávio Bastos (Unifeob), com mestrado e doutorado em Anatomia dos Animais Domésticos e Silvestres pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP. Também tem pós-doutorado pelo Centro de Estudos do Genoma Humano do Instituto de Biociências da USP. É professor titular em Biotecnologia da Reprodução Animal, no Departamento de Medicina Veterinária da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP. Coordena pesquisas em células-tronco, terapia celular e bioengenharia tecidual.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Também participam do debate os membros permanentes do Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto, relação que inclui, além de professores e pesquisadores de diversas unidades da USP, integrantes de instituições como Global Initiative on AI for Health da Organização Mundial da Saúde (OMS), Academia Brasileira de Ciências, Academia Mundial de Ciências para o avanço da ciência em países em desenvolvimento (TWAS), Fapesp, Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Illinois Urbana-Champaign e Harvard Medical School.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: iearp@usp.br.</span></p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pós-graduação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pós-Graduação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Carreira Docente de Impacto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-07-17T15:01:45Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
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