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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 171 to 185.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/dignidade-humana-em-teoria-e-pratica-na-intercontinental-academia-em-jerusalem">
    <title>Dignidade humana em teoria e prática na 2ª Intercontinental Academia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/dignidade-humana-em-teoria-e-pratica-na-intercontinental-academia-em-jerusalem</link>
    <description>Relato feito pela participante Akemi Kamimura, indicada pelo IEA para a  2ª edição do projeto, que aconteceu em Israel em março deste ano. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="Body"><i>Por <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/segunda-intercontinental-academia" class="external-link">Akemi Kamimura</a><br />Participante brasileira indicada pelo IEA para a 2ª edição da Intercontinental Academia </i></p>
<p class="Body"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cartaz-ica-jerusalem" alt="Cartaz ICA Jerusalém" class="image-right" title="Cartaz ICA Jerusalém" />Pode alguém ser torturado para salvar a vida de centenas de pessoas em risco iminente? Você aceitaria que alguém fosse torturado para salvar seus filhos em perigo? A tortura pode ser justificada para proteção da segurança nacional? Quem tem dignidade? O que significa “dignidade humana”? Seria um conceito absoluto ou relativo? A religião favorece ou dificulta a dignidade humana? A dignidade seria um valor ou um direito? Todas as pessoas têm dignidade?</p>
<p class="Body">Essas e outras questões sobre o tema “dignidade humana” foram debatidas durante a primeira fase da segunda edição da <i>Intercontinental Academia on Human Dignity</i>, ocorrida no <i>Israel Institute for Advanced Studies</i> (IIAS), da <i>The Hebrew University of Jerusalem</i>, de 6 a 18 de março em Israel.<span> </span></p>
<p class="Body"><span>Organizada pelo IIAS e pelo </span><i>Center for Interdisciplinary Research, </i><span>da</span><i> Bielefeld University</i><span> (ZiF), em Bielefeld, Alemanha, a <a class="external-link" href="https://scholars.huji.ac.il/iahd">segunda edição da UBIAS Intercontinental Academia</a> teve como tema central a dignidade humana. </span><span> </span></p>
<p class="Body">Os 18 jovens pesquisadores se reuniram durante as duas semanas de aulas magnas, debates acadêmicos e outras atividades relacionadas ao tema da dignidade humana. Em agosto, a Alemanha será a anfitriã desse grupo para mais aulas, debates e discussões, na expectativa de construção de um projeto coletivo e interdisciplinar sobre o tema. A programação da primeira fase está disponível em: http://www.as.huji.ac.il/ias/public/121/intercontinentalAca201586/program.pdf</p>
<p class="Body"><span>O grupo é formado por <a class="external-link" href="https://scholars.huji.ac.il/iahd/people/pepole/fellows">jovens pesquisadores</a> de diversos países (Israel, Alemanha, Estados Unidos, Itália, Romênia, África do Sul/Nigéria, Canadá, Finlândia, Holanda, Brasil) e diferentes formações (direito, filosofia, teologia, ciência política, antropologia, planejamento espacial, história, linguística). </span><span> </span></p>
<p class="Body">A primeira edição da Intercontinental Academia, tendo o tempo como tema, foi organizada pelo IEA/USP e Universidade de Nagoya, Japão, realizada em <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/home-sao-paulo">abril de 2015</a> e <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya">março deste ano</a>.</p>
<p class="Body"><strong>Experiência </strong></p>
<p class="Body">Talvez por ter trabalhado em projetos e programas com abordagem multi/interdisciplinar na defesa de direitos humanos, a proposta da <i>Second UBIAS Intercontinental Academia on Human Dignity</i> de “promoção de um diálogo interdisciplinar sem precedentes e de iniciar uma cooperação entre participantes com diferentes formações científicas e culturais” tenha me inspirado a sonhar com a construção de um projeto interdisciplinar sobre dignidade humana com pesquisadores de diferentes formações acadêmicas ao redor do mundo.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/participantes-ii-edicao-ica-jerusalem" alt="Participantes trabalhando na II Edição ICA Jerusalém" class="image-inline" title="Participantes trabalhando na II Edição ICA Jerusalém" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>2ª edição da ICA: 18 jovens participantes estudaram o tema dignidade humana em Jerusalém</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="Body"><span>Promover a dignidade humana, aliviar o sofrimento humano e combater violações de direitos humanos, além de fortalecer uma cultura de dignidade humana no Brasil e no mundo. Conhecer diferentes pessoas e realidades, contribuir para a construção de um projeto coletivo e interdisciplinar de dignidade humana, e quiçá colaborar para a promoção de dignidade humana em uma academia intercontinental. Com tudo isso em mente, fui a Israel, disposta a aprender e debater sobre o tema.</span></p>
<p class="Body"><span>Mas o caminho a percorrer para uma academia intercontinental e uma cultura de dignidade humana é mais longo e complexo, e certamente não depende somente de debates acadêmicos e conferências. Teoria e prática precisam interagir e dialogar com coerência, especialmente por se tratar de dignidade humana.</span></p>
<p class="Body"><span>Uma das primeiras atividades foi uma rodada introdutória de apresentação e uma breve discussão sobre o entendimento de cada participante sobre o conceito de dignidade humana. Seria a dignidade humana um conceito aberto em que caberia todo e qualquer valor ou ideal a ser protegido? Seria uma ferramenta para transformação social? Haveria um “núcleo essencial” da dignidade humana? A dignidade humana consagra uma concepção individual ou coletiva? A dignidade humana inclui uma noção de autonomia? Qual significado de dignidade humana? Quem tem dignidade?</span></p>
<p class="Body"><span>A dignidade humana como tema de pesquisa reuniu jovens acadêmicos, com diferentes formações científicas, bagagens culturais e sociais; mas o tema comum de investigação não significa, por si só, uma compreensão compartilhada sobre a dignidade. Isso ficou evidenciado na breve discussão sobre o entendimento de cada participante e do grupo sobre o conceito de dignidade humana. A dignidade humana parecia ter contornos, cores e formas diversas para cada participante.</span></p>
<p class="Body"><span>Uma somatória de diferentes opiniões e concepções não necessariamente reflete um consenso sobre o termo e uma construção coletiva — o que demanda tempo, dedicação, percalços e esforços conjuntos. Mas ainda nos conhecíamos, e um conceito comum sobre dignidade humana e um projeto coletivo interdisciplinar poderiam ser desenvolvidos no decorrer das duas semanas em Jerusalém, ou ainda na segunda fase em Bielefeld.</span></p>
<p class="Body"><span>A falta de um conceito comum do grupo sobre dignidade humana foi ainda mais evidenciado na segunda semana, em discussões sobre dignidade humana no final da vida (o que traz à tona a dignidade no decorrer da vida) e sobre dignidade humana e defesa da segurança nacional, tomando por base a experiência israelense na jurisprudência e relativa aceitação social (e por vezes institucional) de tortura como método de investigação em situação ou cenário de “bomba-relógio”.</span></p>
<p class="Body"><span>Em Israel, a tortura por vezes é utilizada como método de investigação, em determinados casos de “necessidade” de defesa da segurança nacional em “cenário de bomba-relógio”. E com relativo aval das instituições estatais, inclusive da Corte Suprema. A proteção da segurança nacional estaria acima da dignidade humana?…</span></p>
<p class="Body"><span>Para alguns a prática de tortura poderia ser justificada para “salvar vidas” num cenário de bomba-relógio. Assim, não se questionaria a violação da dignidade humana, se a tortura fosse praticada para salvar “outras vidas”… Seria a “vida” o bem mais supremo da dignidade humana? Uma vida humana valeria mais que outra? Tortura seria aceitável num cenário de bomba-relógio? Tortura pode ser aceitável?</span></p>
<p class="Body"><span>Parecia cada vez mais fundamental termos maior clareza sobre o que o grupo entende por dignidade humana, para podermos elaborar um projeto coletivo interdisciplinar, um produto final dessa jornada. Como construir um projeto comum, coletivo e interdisciplinar sobre dignidade humana, se ainda não temos sequer um denominador comum mínimo sobre o tema? Como debater dignidade humana se alguns podem ter mais dignidade que outros?</span></p>
<p class="Body"><span>Mas talvez apenas quando cada pessoa conseguir se imaginar em outros papéis e conseguir se materializar na pele e na posição do “inimigo” sob tortura, ou de seus familiares, a dignidade humana passe a prevalecer sempre, em teoria e prática, sem margens ou janelas para a prática de tortura, sob nenhuma circunstância.</span></p>
<p class="Body"><span>Se uma abordagem interdisciplinar convida cada disciplina a uma abertura a dúvidas e questionamentos para uma construção coletiva, após essa primeira fase da </span><i>Intercontinental Academia on Human Dignity</i><span> em Jerusalém, fica mais evidente que para um projeto comum sobre dignidade humana, é preciso ter uma base sólida, conceitos e alicerces definidos e comuns, construídos interdisciplinarmente. Mas antes disso parece ser ainda necessário passar por certas reflexões pessoais, ter humildade, abertura e maturidade para questionamentos e diálogos, para possibilitar um entendimento comum e coletivo sobre dignidade humana, para então podermos caminhar em direção a uma construção coletiva e interdisciplinar.</span></p>
<p class="Body">Debater sobre dignidade humana em uma academia intercontinental parece exigir que cada participante faça um constante exercício de alteridade e questionamento, não apenas discutir conceitos acadêmicos de uma ou outra disciplina, ou as práticas cotidianas de instituições e sociedades. É preciso que o outro seja visto e considerado como semelhante, o outro com igual dignidade humana.</p>
<p class="Body"><span>Na lógica de guerra, o outro é visto como inimigo. Num passado autoritário, o outro deveria ser vigiado e punido, quando não “suprimido”. Uma história escravocrata, o outro como objeto. No cotidiano, cabe questionar se o outro é merecedor de dignidade? Quem decide quem pode (ou deve) viver ou morrer? Quem tem dignidade humana? Isso é intrínseco ou conquistado? Dignidade é absoluta ou pode ser relativizada? Como fomentar uma cultura de dignidade de humana? Qual o papel da academia?</span></p>
<p class="Body"><span>Mas mesmo esses questionamentos também parecem ter sido cuidadosamente preparados pela organização e coordenação. Além das aulas magnas e palestras com especialistas e importantes figuras do cenário israelense (vide material em: </span><a href="http://www.as.huji.ac.il/HM-brochure">http://www.as.huji.ac.il/HM-brochure</a><span>), as visitas e atividades sociais possibilitaram um mergulho na realidade social, cultural e religiosa de Israel, além de promover maior interação e coletividade entre os próprios participantes. Nas conversas durante as refeições e passeios pudemos nos conhecer melhor, debater situações e questões que contribuíram para uma sensação de confiança mútua e coletividade que favorecem um projeto comum e uma construção coletiva.</span></p>
<p class="Body"><span>Mesmo diante das diferenças o diálogo, reflexão e discussão prevaleceram entre os participantes. Opiniões foram respeitosamente escutadas e debatidas. Os limites da atuação e dos argumentos começaram a ser delineados e refletidos. No decorrer das duas semanas, aos poucos fomos nos tateando e nos conhecendo, com respeito e consideração, com carinho e cuidado.</span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/participantes-ii-edicao-ica-jerusalem-1" alt="Participantes II Edição ICA - Jerusalém" class="image-inline" title="Participantes II Edição ICA - Jerusalém" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Participantes da 2ª edição da ICA</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="Body"><span>Atividades e visitas possibilitaram o grupo a conhecer e mergulhar, aos poucos, em Israel. Da memória do holocausto em Yad Vashem à promessa e proposta de renascimento, reconstrução e retorno e reunião dos judeus na terra prometida, nas obras do Museu de Israel. Da atuação da Corte Suprema de Israel e proposta de integração social do atual governo, aos relatos da prática institucional de segurança nacional, passando por representações em documentários sobre o conflito Israel-Palestina. Atentados e noticiários do terror, reações de temor e insegurança, ou relativa naturalidade da vida cotidiana: “</span><i>just another day…</i><span>”</span></p>
<p class="Body"><span>E provavelmente o questionamento individual também faça parte de uma construção coletiva interdisciplinar sobre dignidade humana. Sair da zona de conforto proporcionada pela formação e disciplina acadêmica para debater possibilidades e projetos comuns, coletivos. Ainda que não tenhamos voltado de Jerusalém com uma ideia cristalina dos contornos desse projeto coletivo e interdisciplinar, nossas discussões e conversas sempre conduziram para uma proposta de uma terceira fase, ainda a ser definida: uma publicação, um workshop, ou algum outro formato para contribuir com o debate sobre dignidade humana, e quiçá para sua concretização e realização.</span></p>
<p class="Body"><span>Mas para isso talvez ainda seja necessário que cada participante retorne para suas atividades diárias, que as intensas reflexões e discussões decantem um pouco para podermos então impulsionar um projeto coletivo e interdisciplinar sobre dignidade humana, com uma base sólida comum e alicerçada em diálogos interdisciplinares, a ser concretizado talvez em Bielefeld, ou numa terceira fase, onde quer que seja.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ICA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-04-06T13:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/full-movement-beyond-control-27-de-outubro-de-2016">
    <title>Full Movement Beyond Control - 27 de outubro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/full-movement-beyond-control-27-de-outubro-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
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      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
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      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-27T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/nova-lei-conscientiza-cidadao-sobre-importancia-de-informacoes-pessoais">
    <title>Nova lei conscientiza cidadão sobre importância de informações pessoais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/nova-lei-conscientiza-cidadao-sobre-importancia-de-informacoes-pessoais</link>
    <description>Mudanças trazidas pela legislação à população e a empresas são tema de especial do USP Analisa</description>
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<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/hand4887763_1920.jpg/@@images/24f3bf72-949b-4002-a6cd-c354769b7076.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A partir deste ano, as informações pessoais fornecidas pelo cidadão brasileiro a empresas vão ganhar uma nova ferramenta de segurança. Em agosto, entra em vigor a Lei Geral de Proteção de Dados, que estabelece regras tanto para a coleta quanto para o tratamento dessas informações. Mas, na prática, o que muda com a nova lei? Para discutir essas mudanças, o USP Analisa exibe a partir desta semana um especial em dois programas com a professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP Cíntia Rosa Pereira de Lima e com o professor do Departamento de Computação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP Evandro Eduardo Seron Ruiz.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Cíntia explica que a lei é necessária para equilibrar dois interesses: a proteção do ser humano e o lucro das empresas. “Atualmente, a sociedade informacional traz a característica de que a informação é o valor em si mesmo. Então, muitas dessas empresas provedoras de aplicação começaram com [investimento de] um dólar, elas não tinham nenhum valor expressivo. Empresas que têm um volume de informação muito grande representam o poder na sociedade informacional. Os dados pessoais monetizados acabam representando o lucro dessas empresas dado o poder do controle informacional que elas detêm”, diz a professora.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ruiz destaca que a lei vai trazer ao cidadão uma maior consciência sobre a importância de seus dados e a necessidade de estar atento a quem está solicitando essas informações. “Às vezes a gente pensa: ah, mas é só minha data de nascimento que ele pediu, é só o meu telefone, é só o meu CPF, é só o meu nome. Mas eles, muitas vezes, funcionam como marcadores únicos e esses marcadores únicos juntam pedacinhos importantes dos nossos dados que estão armazenados em um repositório só. Eu vou ao supermercado A e ele sabe das minhas compras. Mas a gente não sabe quem trata os dados do supermercado A. Eu conheço uma empresa que trata os de 38 redes de supermercado. Uma empresa só tem dados imagina de quantos milhares ou eventualmente milhões de pessoas que compram nessa 38 redes de supermercado. Não são 38 supermercados, são redes. É impressionante como os dados voam”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa vai ao ar nesta quarta (4), às 18h05, com reapresentação no domingo (8), às 11h30. O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-03-04T17:54:25Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-discutem-importancia-da-regulacao-da-inteligencia-artificial">
    <title>Especialistas discutem importância da regulação da inteligência artificial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-discutem-importancia-da-regulacao-da-inteligencia-artificial</link>
    <description>Cristina Godoy, da FDRP, e Evandro Ruiz, da FFCLRP, são os entrevistados do USP Analisa desta sexta</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-27c00819-7fff-ff7f-17b6-d24d5c45f5ff"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome62.png/@@images/f9509993-c083-475d-ad57-599f61c8495e.png" alt="" class="image-left" title="" />Estabelecer uma legislação para o uso de ferramentas que envolvam inteligência artificial tem sido um tema bastante discutido em vários países, inclusive no Brasil. Afinal, por que é tão importante ter essa regulação? Para debater essa questão, o USP Analisa conversa com os professores da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto, Cristina Godoy, e da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, Evandro Ruiz.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Cristina, embora já existam algumas leis que podem ser usadas para regular essa tecnologia, ainda existem pontos que não são cobertos por elas. “A gente tem normas jurídicas que podem dirimir alguns problemas, alguns casos que surgem do uso da inteligência artificial, aplicações, sistemas. Temos a Lei Geral de Proteção de Dados, o Marco Civil da Internet, a legislação sobre propriedade intelectual, o Código de Defesa do Consumidor, o Código Civil. Então há um arcabouço relativamente vasto e adequado para dirimir a maior parte dos casos. Só que existem lacunas. A gente está numa fase agora de identificação dessas lacunas para, aí sim, pensarmos o que devemos regular, mas sem ter uma sobreposição com as outras normas. Senão vai ficar uma legislação muito repetitiva e acaba esvaziando o próprio objetivo da norma”, explica a professora.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Evandro destaca que a Computação não é mais tão independente do Direito como já foi no passado, até porque ela está envolvida em diversos aspectos da vida cotidiana. Por isso, embora muitos profissionais da área não gostem da ideia de uma regulação por considerá-la uma intromissão, ela é, sim, necessária.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A gente não tem que pensar com os olhos da tecnologia, a gente tem que pensar com um olho de humano, o que o humano - na sua capacidade de pensar, de abstrair, de construir - pode fazer com aquela tecnologia. Então não é um cerceamento, um freio na tecnologia. São eventualmente contornos, barreiras que a gente, como indivíduo, construtor, partícipe daquela tecnologia, precisa pensar em obedecer para que aquilo entre na sociedade de uma maneira construtiva”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Cristina e Evandro também integram o </span><a href="https://rp.iea.usp.br/pesquisa/grupo-de-estudo/tech-law/"><span>Grupo de Estudo Direito e Tecnologia - TechLaw</span></a><span> do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência da Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-06-02T14:11:51Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cibercriminalidade-tendencias-desafios-e-percepcoes">
    <title>Cibercriminalidade: tendências, desafios e percepções</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cibercriminalidade-tendencias-desafios-e-percepcoes</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f0f346c4-7fff-8fe1-cd3b-b77c1d71fa7e"> </span></p>

<p>O Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP, por meio de seu Grupo de Pesquisa de Criminologia Experimental e Segurança Pública, e a Associação Internacional de Criminologia de Língua Portuguesa (AICLP) realizam no dia 27 de maio, a partir das 14h, a segunda conferência de seu Ciclo, com o tema “Cibercriminalidade: tendências, desafios e percepções”.</p>
 
<p><span>A palestrante será a docente da Escola de Criminologia da Faculdade de Direito da Universidade do Porto Inês Sousa Guedes. Ela também é pesquisadora do Centro Interdisciplinar de Pesquisa: Crime, Justiça e Segurança (CJS) da Universidade do Porto e integra o Conselho Diretor da AICLP.</span></p>
 
<p>Segundo Inês, o cibercrime é um conjunto amplo de ofensas que têm como denominador comum o fato de serem facilitadas pela tecnologia. Entre os desafios que ele coloca estão não apenas sua medição, mas a investigação criminal desse fenômeno. A Criminologia tem procurado aprofundar esse objeto de estudo, focando em sua definição, tipologias, tendências e percepções associadas a esse tipo de crime.</p>
 
<p>O evento também terá a participação do professor Eduardo Saad-Diniz. Ele é docente do Programa de Integração da América Latina da USP, livre-docente em Criminologia pela USP e coordena o Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do IEA-RP.</p>

<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-05-19T17:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/direito-e-desenvolvimento-uma-agenda-de-pesquisa-aplicada">
    <title>Direito e Desenvolvimento: Uma Agenda de Pesquisa Aplicada</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/direito-e-desenvolvimento-uma-agenda-de-pesquisa-aplicada</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table>
<tbody>
<tr align="left">
<td align="left"><strong>Diogo Coutinho</strong> (FD)</td>
</tr>
<tr align="left">
</tr>
</tbody>
</table>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Janaina Abreu Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-01-31T13:27:43Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-debate-possibilidades-e-desafios-do-estudo-da-criminologia">
    <title>Evento debate possibilidades e desafios do estudo da Criminologia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-debate-possibilidades-e-desafios-do-estudo-da-criminologia</link>
    <description>Iniciativa é do Geicrim-USP em parceria com o IEA-RP, o Programa de Pós-Graduação em Psicologia da FFCLRP e o Projeto SuCCESS</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-5f6f6a39-7fff-44b1-c993-abe054598668"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/PossibilidadesedesafiosdeestudoemCriminologia800X530.png/@@images/60219198-68d8-4b70-aa34-3f84303e33bc.png" alt="" class="image-left" title="" />O Grupo de Estudos Interdisciplinar de Criminologia (Geicrim) da USP e o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP promovem nos dias 9 e 10 de fevereiro, a partir das 9h, o evento on-line “Possibilidades e Desafios de Estudo em Criminologia”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas por </span><a href="https://forms.gle/mhMAunn8A34rh2Br9"><span>este link</span></a><span>. A transmissão será feita pelo </span><a href="https://www.youtube.com/IEAUSPRP/live"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span> ou pelo </span><a href="https://www.facebook.com/usp.iearp"><span>perfil do instituto no Facebook</span></a><span>. Haverá envio de certificado de presença aos participantes que preencherem formulário disponibilizado no chat das ferramentas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento será composto por mesas redondas com docentes do Grupo que realizaram mobilidade para imersão acadêmica em universidades europeias parceiras do </span><a href="http://criminologia.successproject.eu/?lang=pt-pt"><span>Projeto SuCCESS – Fortalecendo o Ensino de Criminologia</span></a><span>, iniciativa desenvolvida desde 2020 por instituições de ensino da Europa e América do Sul com a coordenação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP.  Eles vão abordar os temas de suas imersões e também discutir possibilidades de ensino e pesquisa em Criminologia, enquanto disciplina científica multidisciplinar.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os palestrantes serão os professores Luiz Scorzafave, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP; Lucilene Cardoso, da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, Eduardo Saad-Diniz, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP; Sonia Pasian, Márcia Mesquita da Veiga, Marina Bazon e Bruno de Martinis, da FFCLRP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Entre os assuntos debatidos nas mesas-redondas estão descriminalização de drogas ilícitas em Portugal, controle social da prostituição, ferramentas tecnológicas em prognóstico e prevenção de crimes, socialização legal de adolescentes, toxicologia forense e entrevista forense na prevenção de revitimização. Esses temas remetem a tópicos do Programa do Curso de Especialização em Criminologia, elaborado pelo Geicrim no escopo do Projeto SuCCESS, que deverá ser implementado ainda em 2023.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Também participam da organização do evento o Projeto SuCCESS e o Programa de Pós-Graduação em Psicologia da FFCLRP-USP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações: iearp@usp.br.</span></p>
<p dir="ltr"><span><b>Sobre o Gecrim</b></span></p>
<p dir="ltr"><span>O Grupo de Estudos Interdisciplinar de Criminologia (Geicrim) da USP agrega docentes e pesquisadores de diferentes unidades da universidade vinculados a diferentes disciplinas científicas, incluindo áreas básicas e aplicadas, como Química Forense, Economia, Enfermagem Forense, Psicologia e Direito, com o objetivo de fortalecer o ensino e a pesquisa em Criminologia.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-01-30T19:18:28Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/oficina-aborda-reescrita-de-decisoes-judiciais-sob-visao-feminista">
    <title>Oficina aborda reescrita de decisões judiciais sob visão feminista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/oficina-aborda-reescrita-de-decisoes-judiciais-sob-visao-feminista</link>
    <description>Evento promovido pela FDRP e pelo IEA-RP terá palestrantes nacionais e internacionais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-39402fa3-7fff-d601-376d-10edae17c1aa"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/cartazreescritafeminista.png/@@images/ee1125c9-5c57-4c4d-b74d-3450a3f21217.png" alt="" class="image-left" title="" />A Faculdade de Direito de Ribeirão Preto e o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP promovem nos dias 9 e 10 de setembro, das 10h às 12h, a oficina on-line </span><span><i>Reescrita de Decisões Judiciais em Perspectivas Feministas</i></span><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento será transmitido pelo </span><a href="https://youtube.com/playlist?list=PLpEIC3ZIVnRx9mW1OsySdGyaHDJrH_8-v"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span>. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://www.sympla.com.br/decisoes-judiciais-em-perspectivas-feministas__1297866"><span>neste link</span></a><span>. Quem participar receberá certificado mediante preenchimento de formulário disponibilizado no chat durante a transmissão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A oficina integra o projeto </span><span><i>Decisões Judiciais Feministas</i></span><span>, que acompanha experiências de outros países na coordenação de esforços colaborativos entre acadêmicas feministas e profissionais do campo jurídico para o exercício de reescrita de decisões judiciais a partir de uma perspectiva feminista. O objetivo é avaliar como o raciocínio jurídico feminista pode transformar decisões judiciais ou torná-las mais sensíveis aos interesses, necessidades e perspectivas de mulheres e de outros grupos marginalizados.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Serão duas mesas-redondas ao longo dos dois dias. Da primeira, </span><span>Histórico e experiências dos Projetos de Julgamentos Feministas</span><span>, participam como palestrantes as professoras da Kent Law School Rosemary Hunter e Erika Racley e a subdiretora de Pesquisa de Pós-Graduação Julie McCandless, todas elas ligadas à Universidade de Kent, no Reino Unido. Da segunda, </span><span>Construindo o Projeto de Julgamentos Feministas no Brasil</span><span>, participam pesquisadoras e acadêmicas de instituições como Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), Universidade Federal do Rio Grande (FURG), Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Fundação Getúlio Vargas (FGV), Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade de Brasília (UnB) e Universidade do Estado da Bahia (UNEB), entre outras.</span></p>
<p><span>Mais informações </span><a href="http://www.direitorp.usp.br/eventos/save-the-date-decisoes-judiciais-em-perspectivas-feministas/"><span>neste link</span></a><span>.</span></p>
<p><span> </span></p>
<hr />
<p><b>Reescrita de Decisões Judiciais em Perspectivas Feministas</b><br /><i>9 e 10 de setembro, 10h<br /><a class="external-link" href="https://www.sympla.com.br/decisoes-judiciais-em-perspectivas-feministas__1297866">Inscrições gratuitas</a><br /><a class="external-link" href="https://youtube.com/playlist?list=PLpEIC3ZIVnRx9mW1OsySdGyaHDJrH_8-v">Transmissão pelo canal do IEA-RP no YouTube</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/reescrita-de-decisoes-judiciais-em-perspectivas-feministas" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p> </p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Feminismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulher</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-08-31T16:31:10Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/possibilidades-e-desafios-de-estudo-em-criminologia">
    <title>Possibilidades e Desafios de Estudo em Criminologia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/possibilidades-e-desafios-de-estudo-em-criminologia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-93e1f803-7fff-c2be-6f09-f4729ee931d7">
<p dir="ltr"><span>O Grupo de Estudos Interdisciplinar de Criminologia (Geicrim) da USP e o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP promovem nos dias 9 e 10 de fevereiro, a partir das 9h, o evento on-line “Possibilidades e Desafios de Estudo em Criminologia”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento será composto por mesas redondas com docentes do Grupo que realizaram mobilidade para imersão acadêmica em universidades europeias parceiras do </span><a href="http://criminologia.successproject.eu/?lang=pt-pt"><span>Projeto SuCCESS – Fortalecendo o Ensino de Criminologia</span></a><span>, iniciativa desenvolvida desde 2020 por instituições de ensino da Europa e América do Sul com a coordenação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP.  Eles vão abordar os temas de suas imersões e também discutir possibilidades de ensino e pesquisa em Criminologia, enquanto disciplina científica multidisciplinar.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os palestrantes serão os professores Luiz Scorzafave, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP; Lucilene Cardoso, da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, Eduardo Saad-Diniz, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP; Sonia Pasian, Márcia Mesquita da Veiga, Marina Bazon e Bruno de Martinis, da FFCLRP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Entre os assuntos debatidos nas mesas-redondas estão descriminalização de drogas ilícitas em Portugal, controle social da prostituição, ferramentas tecnológicas em prognóstico e prevenção de crimes, socialização legal de adolescentes, toxicologia forense e entrevista forense na prevenção de revitimização. Esses temas remetem a tópicos do Programa do Curso de Especialização em Criminologia, elaborado pelo Geicrim no escopo do Projeto SuCCESS, que deverá ser implementado ainda em 2023.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Também participam da organização do evento o Projeto SuCCESS e o Programa de Pós-Graduação em Psicologia da FFCLRP-USP.</span></p>
</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-01-30T19:27:57Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/preocupacao-com-ia-nas-eleicoes-e-necessaria-mas-tecnologia-tambem-beneficia-eleitor">
    <title>Preocupação com IA nas eleições é necessária, mas tecnologia também beneficia eleitor</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/preocupacao-com-ia-nas-eleicoes-e-necessaria-mas-tecnologia-tambem-beneficia-eleitor</link>
    <description>No USP Analisa, pesquisadores do Grupo de Estudos TechLaw, do IEA-RP, discutem regulação da inteligência artificial e as possibilidades de uso positivas e negativas no pleito deste ano</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-730e4515-7fff-9141-9586-872bdf1ed8fe"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy2_of_Designsemnome20240503T170131.353.png/@@images/b4c79d14-be60-41c4-a473-6f37a4788aee.png" alt="" class="image-left" title="" /></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Em 2024, mais de 2 bilhões de pessoas em 60 países vão votar em eleições gerais ou municipais - incluindo o Brasil. Será a primeira vez em que as campanhas terão à disposição ferramentas de inteligência artificial que ajudam a baratear a produção de conteúdo mas, ao mesmo tempo, também podem ser usadas para gerar informações falsas. Mas a preocupação com o uso da tecnologia nas campanhas não é nova. Os professores Cíntia Rosa Pereira de Lima, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, e Evandro Eduardo Seron Ruiz, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, e que também integram o Grupo de Estudo “Direito e Tecnologia” (Tech Law) do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, conversaram com o USP Analisa desta sexta sobre esse assunto.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>O tema começou a ser discutido com mais intensidade após o escândalo da Cambridge Analytica, no início de 2018, quando um aplicativo criado por um pesquisador da Universidade de Cambridge e intitulado “This is your digital life” conseguiu mapear as predileções de personalidade de usuários do Facebook, informações que foram utilizadas posteriormente para distribuição de conteúdo durante eleições em várias localidades.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>“Muitos aplicativos hoje são disponibilizados nas redes sociais e, às vezes, de uma forma ingênua, eles se oferecem para envelhecer fotos ou disponibilizam testes aparentemente inofensivos. O “This is your digital life” pedia um consentimento nos seus termos - e os usuários não leem esses termos porque realmente são muito longos, cansativos - e lá constava que, ao fazerem login no aplicativo com a conta do Facebook, as pessoas consentiam que o criador da aplicação tivesse acesso aos seus contatos na rede social. Isso então escalou uma forma de coleta de dados pessoais que, de inicialmente uns 270 mil usuários, passou a representar 87 milhões de perfis que foram vasculhados pela aplicação”, explica Cíntia.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Atualmente, com a popularização de ferramentas de inteligência artificial, a preocupação vai além da coleta de dados e passa pela própria produção de conteúdo, já que algumas aplicações permitem produzir vídeos e áudios realistas utilizando o rosto e a voz das pessoas. Mesmo assim, Evandro destaca que tecnologias como essas ferramentas de edição e o Chat GPT podem ser usadas de forma positiva nas campanhas.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>“Acho que há muitas maneiras do eleitor se beneficiar e ganhar informação, ganhar conhecimento sobre a plataforma do candidato, do partido. O candidato também pode, por exemplo, buscar auxílio no Chat GPT para a geração de um discurso, eventualmente resumir aquele discurso para fazer um vídeo curto para divulgar no YouTube, no Instagram. Enfim, implica até uma redução de custo com assessores, com redatores. Acredito que, no global, a gente sai com uma democracia mais fortalecida, com mecanismos desse tipo, acho que é uma grande vantagem que a computação está trazendo para nós, cidadãos”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Além dos professores Cíntia e Evandro, o podcast USP Analisa conversa com outra integrante do Grupo de Estudos TechLaw, a professora da FDRP Cristina Godoy Bernardo de Oliveira. O conteúdo pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-03T19:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/etica-da-inteligencia-artificial-diretrizes-e-recomendacoes-para-a-governanca">
    <title>Ética da inteligência artificial: diretrizes e recomendações para a governança</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/etica-da-inteligencia-artificial-diretrizes-e-recomendacoes-para-a-governanca</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a4742ea9-7fff-6965-e9ba-7f303e442338"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>O Grupo de Estudos Direito e Tecnologia (TechLaw) do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP e a iniciativa </span><a href="https://understandingai.iea.usp.br/"><span>Understanding Artificial Intelligence</span></a><span>, do Instituto de Estudos Avançados da USP promovem no dia 6 de maio, a partir das 14h, a conferência on-line “Ética da inteligência artificial: diretrizes e recomendações para a governança”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Haverá envio de certificado aos participantes que preencherem um formulário disponibilizado no chat das ferramentas durante o evento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os palestrantes serão o professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e coordenador da </span><a href="https://raies.org/"><span>Rede de Inteligência Artificial Ética e Segura (RAIES)</span></a><span>, Nythamar de Oliveira; o coordenador do </span><a href="https://cdea.tche.br/site/"><span>Centro de Estudos Europeus e Alemães</span></a><span>, Jair Tauchen; a pesquisadora da RAIES e mestranda da PUCRS, Aline Santos Barbosa; e a professora da PUCRS e da Universidade Federal de Santa Catarina, Camila Palhares Barbosa.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Eles vão abordar diretrizes e recomendações ético-morais para a governança da inteligência artificial, incluindo desafios normativos para a regulamentação e a implementação de políticas públicas que assegurem sistemas éticos e seguros, promovendo a inclusão socioeconômica, de gênero e de raça/etnia (igualitarismo interseccional) por meio da inclusão digital.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Understanding AI</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-04-26T14:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/simposio-reune-especialistas-brasileiros-e-italianos-para-discutir-direito-civil-na-atualidade">
    <title>Simpósio reúne especialistas brasileiros e italianos para discutir direito civil na atualidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/simposio-reune-especialistas-brasileiros-e-italianos-para-discutir-direito-civil-na-atualidade</link>
    <description>Evento é promovido por unidades da USP em parceria com a Universidade de Camerino, da Itália</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-0a31e5f8-7fff-632e-a203-a4d7786d63df"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_ODireitoCivilnaatualidade.png/@@images/6674ae2e-b225-4151-8e7d-2a7baf41bac6.png" alt="" class="image-left" title="" />A Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, em parceria com a Faculdade de Direito da USP, a Universidade de Camerino e o Grupo de Estudos Direito e Tecnologia - TechLaw do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, realiza no dia 22 de abril, a partir das 8h, o simpósio on-line “O Direito Civil na atualidade: uma visão ítalo-brasileira”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/WgFCnfgvgYaD7x6Z8"><span>neste link</span></a><span>. A transmissão será feita pelos canais da </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=5t5N75fM2PY"><span>FDRP</span></a><span> e do </span><a href="https://youtube.com/live/9VLgC3DSqnI"><span>IEA-RP</span></a><span> no YouTube. Haverá envio de certificados aos participantes que preencherem um formulário disponibilizado no chat durante o evento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ao todo, 22 professores de universidades brasileiras e italianas vão discutir diversos aspectos  do Direito Civil em ambos os países. Além das instituições organizadoras, participam palestrantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Universidade Estadual de Londrina, Universidade de Molise e Universidade de Fortaleza.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Entre os tópicos que vão pautar os painéis estão direito comparado, relações obrigacionais, responsabilidade pré-contratual, responsabilidade médica, direito ao esquecimento e questões ligadas a tecnologia, animais e pessoas com deficiência.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Nosso mais legítimo desejo, assim como de todos os palestrantes, foi o de contribuir para a reflexão e o aprimoramento do estudo do Direito Civil Comparado e, por esse motivo, esperamos que o público encontre neste evento não um ponto final aos temas propostos, mas de partida e de incentivo a novas pesquisas doutrinárias”, afirma a professora Maria Cristina de Cicco, professora da Faculdade de Direito da Universidade de Camerino e integrante do comitê científico do evento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A programação completa está disponível </span><a href="https://drive.google.com/file/d/1nPblOtMJPUKb1Hhl6bLCKKQJqbfQhY5J/view?usp=sharing"><span>neste link</span></a><span>. Mais informações: </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre o grupo</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>O Grupo de Estudo Direito e Tecnologia (Tech Law) do IEA-RP tem como objetivo principal o estudo interdisciplinar de temas que envolvem áreas de Direito e da Ciência da Computação, bem como analisar as características e os desafios da sociedade informacional. Para saber mais, acesse a </span><a href="https://rp.iea.usp.br/conferencia-on-line-discute-definicao-de-perfis-por-inteligencia-artificial/"><span>página do grupo</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-04-17T16:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/reforma-administrativa-traz-discussao-sobre-papel-do-estado">
    <title>Reforma administrativa traz discussão sobre papel do Estado</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/reforma-administrativa-traz-discussao-sobre-papel-do-estado</link>
    <description>Para professores da FDUSP e da FEA-RP, entrevistados do USP Analisa, questão está presente na reflexão sobre carreiras que permanecerão com estabilidade</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome27.png/@@images/7f43fbbb-76b6-449e-8c02-950264cb7f55.png" alt="" class="image-left" title="" /></th>
</tr>
<tr>
<td><i><span class="discreet">Esplanada dos Ministérios em Brasília</span></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">A proposta de reforma administrativa que está em tramitação no Congresso Nacional traz, entre outros pontos, uma discussão sobre o papel do Estado. É o que apontam o professor da Faculdade de Direito da USP Fernando Menezes de Almeida e o professor da Faculdade de Administração, Economia e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP Luciano Nakabashi. Nesta semana, o USP Analisa exibe a segunda e última parte da entrevista com eles sobre esse tema.</p>
<p dir="ltr">Segundo Fernando, a reflexão está presente quando se analisa o que são carreiras típicas de Estado. De acordo com a proposta, apenas essas carreiras não poderão perder a estabilidade, ou seja, seus ocupantes não poderão ser dispensados como profissionais do setor privado. O professor explica que não existe um padrão jurídico que as definam.</p>
<p dir="ltr">“Eu tenderia a fazer uma leitura dessas carreiras não tentando padronizar por tipos, mas tentando enxergar o Estado real como ele é e verificando quais carreiras são necessárias para ele funcionar assim. Tanto carreiras ligadas a atividades finalísticas como também carreiras ligadas à atividade meio, desde que esses meios sejam típicos do Estado. Não dá para ter uma resposta a partir da simples expressão proposta na emenda”, diz.</p>
<p dir="ltr">Luciano destaca que, em Economia, existem justificativas para a existência do Estado e que suas atribuições basicamente são as não desempenhadas pelo setor privado. “A primeira que a gente coloca como papel fundamental do Estado é elaborar o conjunto de leis e fazer com que essas leis sejam válidas, através de um sistema judiciário ou um sistema de segurança. Então o Estado tem esse papel fundamental e ninguém vai fazer isso. Quando a gente pensa numa sociedade tão complexa quanto a nossa, com tantas pessoas, com tantas relações, você tem que ter um ente centralizador na questão da formulação e implementação dessas leis. Isso é típico do Estado”, afirma ele.</p>
<p dir="ltr">A entrevista vai ao ar nesta quarta (28), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (2), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de áudio <a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458">iTunes</a> e <a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV">Spotify</a>.</p>
<p dir="ltr">O <a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em <a href="https://t.me/iearp">nosso canal no Telegram</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Administração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-04-28T04:53:56Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2026/a-maquina-de-turing-e-o-que-os-computadores-podem-e-nao-podem-fazer-27-03-2026">
    <title> Índice de Litigância do Sistema Financeiro: Instrumento para Identificação e Controle das Condutas dos Bancos - 27/03/2026</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2026/a-maquina-de-turing-e-o-que-os-computadores-podem-e-nao-podem-fazer-27-03-2026</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-04-29T14:20:11Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/webinarios-discutem-crimes-ambientais-e-seguranca-publica-na-amazonia">
    <title>Webinários discutem crimes ambientais e segurança pública na Amazônia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/webinarios-discutem-crimes-ambientais-e-seguranca-publica-na-amazonia</link>
    <description>Ciclo, que será realizado em novembro, é promovido pelo IEA-RP em parceria com o Amazonia Research Center</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/CriminalidadeAmbientalOrganizadaeSeguranaPblicanaAmaznia.png/@@images/95856527-a56d-4426-8b7f-aad0bc6f5623.png" alt="" class="image-left" title="" />O Grupo de Criminologia Experimental e Segurança Pública do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP e o Amazonia Research Center promovem entre os dias 11 e 14 de novembro o ciclo de webinários “Criminalidade Ambiental Organizada e Segurança Pública na Amazônia”.</p>
<p>Os eventos serão exclusivamente on-line, com transmissão pelo <a href="https://www.youtube.com/IEAUSPRP">canal do IEA-RP no Youtube</a> e pela <a href="https://www.facebook.com/usp.iearp">página do Polo no Facebook</a>. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas <a href="https://forms.gle/iYSkbEKAZgaGkALm6">neste link</a>. Haverá envio de certificado aos participantes que preencherem o formulário de presença, cujo link será postado no chat de ambas as ferramentas.</p>
<p>O evento vai abordar, em quatro painéis, temas como uma nova rede de crimes e ofensores na Amazônia, a transnacionalidade dos crimes na região, além de novas tecnologias e prevenção à criminalidade organizada ambiental. A programação completa está disponível <a class="external-link" href="https://drive.google.com/file/d/1fGzlkdbM79edXbidV0sfrczwlDB1-DVy/view?usp=sharing">neste link</a>.</p>
<p>Entre os palestrantes, estão representantes da Polícia Federal, Universidade Aberta de Lisboa, Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), Comunidad de Policías de América (Ameripol), Ibama, Brooklyn College, City University of New York (CUNY), Embaixada dos Estados Unidos em Brasília e Força Aérea Brasileira.</p>
<p>Os mediadores serão os professores Eduardo Saad Diniz e Ruth Estêvão, coordenador e vice-coordenadora do Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do IEA-RP, e o delegado da Polícia Federal e integrante da Ameripol, Anderson Bichara.</p>
<p>Mais informações sobre o evento: <a>iearp@usp.br</a>.</p>
<p><span><strong>Sobre o grupo</strong></span></p>
<p>A partir dos recentes avanços da Criminologia Experimental, o Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do IEA-RP propõe dedicar-se ao estudo de experimentos, métodos e intervenções que permitam extrair evidências científicas sobre o que funciona (what works) nas estratégias de segurança pública. Com base nas evidências científicas obtidas pelo método experimental, pretende-se desenvolver novas abordagens teóricas e recomendações de ação estratégica no campo da segurança pública. Saiba mais na <a href="https://rp.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/criminologia-experimental-e-seguranca-publica/">página do grupo</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crime Organizado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-11-04T13:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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