<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:syn="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/">




    



<channel rdf:about="https://www.iea.usp.br/search_rss">
  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

  <description>
    
            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
  </description>

  

  

  <image rdf:resource="https://www.iea.usp.br/logo.png" />

  <items>
    <rdf:Seq>
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/valores-e-imaginarios-ia" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/etica-e-pandemia" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/reassessing-the-labour-theory-of-value-22-de-maio-de-2019" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/labour-theory-value" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/70-anos-da-declaracao-de-direitos-humanos" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/religioes-antropoceno-o-caso-do-catolicismo-21-de-novembro-de-2018" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/a-paisagem-como-paradigma-politico-etica-tempo-e-civilizacao-9-de-novembro-de-2018" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/paisagem-como-paradigma-2" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/verdade-racionalidade-e-informacao" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/as-religioes-e-antropoceno" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres-23-de-agosto-de-2018" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/a-paisagem-como-paradigma-politico-corpo-e-paisagem-na-epoca-das-imagens-tecnicas-24-de-novembro-de-2017" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/a-paisagem-como-paradigma-politico" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/permeabilidade-e-o-principal-criterio-de-uma-universidade-empreendedora-diz-etzkowitz" />
      
    </rdf:Seq>
  </items>

</channel>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/valores-e-imaginarios-ia">
    <title>Valores e Imaginários Sociotécnicos no Contexto do Desenvolvimento da IA no Brasil </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/valores-e-imaginarios-ia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>O seminário visa debater os elementos sociais - práticas, identidades, discursos, crenças e representações - que estruturam a produção de conhecimento em Inteligência Artificial. Os valores e imaginários coletivos formadores da mentalidade dos especialistas influenciam as atividades e as agendas de pesquisa. Os caminhos para descobertas e avanços na área não são independentes da cultura, mas sim co-produzidos com ela: há uma relação de interdependência entre a manifestação material da tecnologia e a interpretação que os agentes fazem das formas de vida social. Nesse sentido, o seminário propõe discutir a construção dos entendimentos compartilhados (pela via do exercício do poder, da formação de coalizões, entre outros processos) enquanto um elemento chave para a compreensão dos futuros possíveis da IA, trazendo para o debate pesquisadores que têm contribuído com o tema por meio da análise de epistemologias e da interlocução com os desenvolvedores de IA no contexto brasileiro.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Understanding AI</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-09-09T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/etica-e-pandemia">
    <title>Webinar analisa as questões éticas decorrentes da pandemia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/etica-e-pandemia</link>
    <description>O webinar "A Pandemia e a Ética" será realizado no dia 29 de julho às 14h, com transmissão ao vivo no site do IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/transporte-publico-na-pandemia" alt="Transporte público na pandemia" class="image-right" title="Transporte público na pandemia" />As questões éticas suscitadas pela pandemia de Covid-19 nos planos governamental, social, individual e da pesquisa médica serão analisadas no webinar <i>A Pandemia e a Ética</i>, no <strong>dia 29 de julho às 14h</strong>, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> no site do IEA.</p>
<p>Os expositores serão a especialista em doenças respiratórias <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/margareth-dalcomo">Margareth Dalcolmo</a>, da Fiocruz, o patologista e professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva">Paulo Saldiva</a>, do IEA e da Faculdade de Medicina da USP, e o professor de ética e filosofia política <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-janine-ribeiro">Renato Janine Ribeiro</a>, do IEA e da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Janine também coordenará o evento.</p>
<p>Entre as questões a serem abordadas estão:</p>
<ul>
<li>teria sido possível prever a ocorrência de uma pandemia?</li>
<li>que medidas prévias poderiam ter sido tomadas?</li>
<li>houve demora e/ou inépcia por parte dos governos?</li>
<li>qual a responsabilidade dos indivíduos, que muitas vezes desrespeitaram as medidas elementares de prevenção?</li>
<li>são os mais pobres as principais vítimas da pandemia?</li>
<li>que medidas sociais deveriam ser tomadas para protegê-los e quem as custearia?</li>
</ul>
<p><strong><br />Pesquisa com seres humanos</strong></p>
<p>Um tema específico a ser discutido pelos expositores é o <a class="external-link" href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2125189">Projeto de Lei 7.082/2017</a>, em tramitação na Câmara dos Deputados, o qual trata de princípios, diretrizes e regras básicas para a realização de pesquisas clínicas com seres humanos. De acordo com Margareth Dalcolmo, "se convertida em lei, a proposta imporá um recuo às conquistas éticas conseguidas na área médica".</p>
<p>Para ela, há quatro pontos no projeto que levariam a retrocesso:</p>
<ul>
<li>fragilização do Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), desvinculando-o do Conselho Nacional de Saúde;</li>
<li>alteração da composição da Conep, com a redução de número de pesquisadores indicados pelos comitês de ética em pesquisa de 22 para 10;</li>
<li>instituição do Sistema Nacional de Ética em Pesquisa Clínica com Seres Humanos, que ficaria, segundo a pesquisadora, atrelado ao governo e sem autonomia, com risco de afrouxamento de regras éticas para laboratórios e patrocinadores de medicamentos;</li>
<li>não garantia de acesso ao medicamento no pós-estudo aos participantes de pesquisa clínica.</li>
</ul>
<p> </p>
<hr />
<p><i><strong><strong>A Pandemia e a Ética</strong></strong><br /></i><i>29 de julho, 14h<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">Transmissão ao vivo</a> pela internet (sem necessidade de inscrição)<br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini, <a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a><br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/pandemia-e-a-etica" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-07-24T13:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/reassessing-the-labour-theory-of-value-22-de-maio-de-2019">
    <title>Reassessing the Labour Theory of Value - 22 de maio de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/reassessing-the-labour-theory-of-value-22-de-maio-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-22T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/labour-theory-value">
    <title>Reassessing the Labour Theory of Value </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/labour-theory-value</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Dando continuidade aos seminários do Grupo Marx, Ciência e Tecnologia, os professores Paul Cockshott (Universidade de Glasgow) e Marcos Barbosa de Oliveira (FFLCH e IEA-USP) irão discutir e reavaliar a pertinência da Teoria Econômica do Valor Trabalho. Eles mobilizaram uma série de referências importantes para a discussão, desde aqueles que defenderam em menor ou maior medida a teoria, como Smith, Ricardo e Marx, até seus críticos mais enfáticos, como Friedrich A. von Hayek, Von mises e Eugen Böhm Ritter von Bawerk.</p>
<p><strong>Expositores</strong></p>
<p><strong></strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paul-cockshott" class="external-link">Paul Cockshott</a><span> (University of Glasgow)</span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-barbosa-de-oliveira" class="external-link">Marcos Barbosa de Oliveira</a><span> (FFLCH e IEA - USP)</span></p>
<p><strong>Moderador</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/orlando-lima-pimentel" class="external-link">Orlando Lima Pimentel</a><span> (FFLCH-USP)</span></p>
<ul>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-14T19:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/70-anos-da-declaracao-de-direitos-humanos">
    <title>Políticas de Direitos Humanos no Brasil: Trajetórias e Perspectivas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/70-anos-da-declaracao-de-direitos-humanos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>No próximo dia 10 de dezembro, comemora-se o <strong>70º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos</strong>.</p>
<p>Parece não haver dúvidas sobre a urgência de se criar espaços para debates qualificados e críticos sobre o passado, presente e futuro das políticas de Direitos Humanos. Visando contribuir com esta tarefa, o Grupo de Pesquisa “Direitos Humanos, Democracia e Memória”, do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, propõe uma mesa-redonda com o objetivo de estabelecer um balanço sobre as conquistas e desafios da institucionalização das políticas de direitos humanos no Brasil desde a transição democrática até a atualidade.</p>
<p><strong>Coordenação: </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-endo" class="external-link">Paulo Endo</a><span> (IP e IEA USP), </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/flavia-ines-schilling" class="external-link">Flávia Schilling</a><span> (FE e IEA USP) e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-sergio-fonseca-de-carvalho" class="external-link">José Sérgio Fonseca de Carvalho</a><span> (FE e IEA USP).</span></p>
<p><strong>Organização:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/janaina-de-almeida-teles" class="external-link">Janaina de Almeida Teles</a> (IEA USP e IEVE) <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernanda-castro-fernandes" class="external-link">Fernanda Fernandes</a> (FAFE USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-endo" class="external-link">Paulo Endo</a><span> (IP e IEA USP).</span></p>
<p><strong>Exposição:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cleber-santos-vieira" class="external-link">Cléber dos Santos Vieira</a><span> (<span>Associação Nacional de Pesquisadores Negros e </span>UNIFESP)</span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eleonora-menicucci" class="external-link">Eleonora Menicucci</a><span> (EPM UNIFESP)</span></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-endo" class="external-link">Paulo Endo</a><span> (IP e IEA USP)</span><span></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/raiane-assumpcao" class="external-link">Raiane Assumpção</a> (UNIFESP)</p>
<p><span><strong>Moderação:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/janaina-de-almeida-teles" class="external-link">Janaina de Almeida Teles</a> (IEA USP)<span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ser Humano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ONU</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-12-04T12:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/religioes-antropoceno-o-caso-do-catolicismo-21-de-novembro-de-2018">
    <title>Religiões &amp; Antropoceno: O Caso do Catolicismo - 21 de novembro de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/religioes-antropoceno-o-caso-do-catolicismo-21-de-novembro-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Clara Gomes Borges</dc:creator>
    <dc:rights>Victor Matioli/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Filosofia da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ser Humano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Religiões</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-11-27T16:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/a-paisagem-como-paradigma-politico-etica-tempo-e-civilizacao-9-de-novembro-de-2018">
    <title>A Paisagem como Paradigma Político: Ética, Tempo e Civilização - 9 de novembro de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/a-paisagem-como-paradigma-politico-etica-tempo-e-civilizacao-9-de-novembro-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Clara Gomes Borges</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Psicologia Social</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-11-27T15:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/paisagem-como-paradigma-2">
    <title>A Paisagem como Paradigma Político: Ética, Tempo e Civilização</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/paisagem-como-paradigma-2</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p align="right"><i>“Se bem que haja que preservar o que puder ser preservado do mundo natural, da Terra, da biodiversidade e dos recursos naturais, o que verdadeiramente urge, até como condic</i><i>̧</i><i>ão para tal, é uma mudanc</i><i>̧</i><i>a de civilizac</i><i>̧</i><i>ão e esta só pode vir de uma mutac</i><i>̧</i><i>ão radical da conscie</i><i>̂</i><i>ncia ou do regime de experie</i><i>̂</i><i>ncia e percepc</i><i>̧</i><i>ão da chamada realidade.” </i></p>
<p align="right"><i>(<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-borges" class="external-link">Paulo Borges</a>: Abertura da Consciencia e Mudança de Civilização. Repensar a Natureza, a Terra e Eros a partir de Hesíodo.)</i></p>
<p style="text-align: justify; ">Este segundo seminário Internacional <i>A Paisagem como Paradigma Político</i> é uma iniciativa conjunta dos Grupos de Pesquisa Mitopoética da Cidade (Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo / IPUSP), Política Ambiental (Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo / IEA) e Filosofia da Paisagem (Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa / CFUL).</p>
<p style="text-align: justify; ">Em sua primeira edição, ocorrida no IEA-USP em novembro de 2017, discutiu-se o tema <i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/a-paisagem-como-paradigma-politico" target="_blank">Corpo e Paisagem na Época das Imagens Técnicas</a></i>; em continuação, apresenta-se agora o <strong>II Seminário Internacional <i>A Paisagem como Paradigma Político: Ética, Tempo e Civilização</i></strong>.</p>
<p style="text-align: justify; "><span>Atualmente, são inegáveis os sinais de decadência de ordem política, ética e sobretudo ecológica patenteando, a cada dia com maior clareza, uma crise da civilização ocidental. Ora, considerando-se o caráter expansivo e pervasivo desta (nossa) civilização, que hoje alcança em algum grau todas as sociedades existentes na Terra, pode-se mesmo falar em uma crise planetária. Os efeitos avassaladores desta crise atingem não apenas as condutas e valores, mas também os fundamentos primordiais da construção e representação da realidade e mesmo da mundivivência de todos nós, partícipes desta civilização e, neste sentido, não é um exagero considerá-la como uma profunda crise ontológica.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>Trata-se de uma crise essencialmente diferente de todas as anteriores – é uma simplificação grosseira compará-la, por exemplo, às crises políticas e sociais que culminaram nas grandes guerras autofágicas da civilização ocidental durante a primeira metade do século 20 ou, e ainda menos, reduzí-la à assim chamada crise econômica e financeira que abalou a primeira década do século 21.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>É preciso ter uma rara coragem para reconhecer que estamos vivendo uma crise do mundo humano, desencadeada pelo desmesurado crescimento populacional de nossa espécie conjugado com a adoção predominante de um modo de vida que é, para dizer o mínimo, insustentável econômica e ecologicamente – estamos consumindo, esgotando, devastando, degenerando, nossa própria casa! E esta crise do mundo humano não atinge apenas a nossa espécie: ao degenerar o planeta, estamos condenando à miséria todos os demais seres vivos que o coabitam conosco – daí que alguns intelectuais venham designado esta nossa era (esta era durante a qual nossa espécie, o </span><i>Homo sapiens</i><span>, domina a Terra) como </span><i>Antropoceno</i><span>, sendo a força humana caracterizada como equivalente a uma força tectônica, uma força incontrolável e capaz de provocar uma catástrofe irreversível e de ordem global.  Esta visão de que se trata de uma força incontrolável encontra apoio no retorno incessante – à despeito de muitos os esforços em contrário – de pensamentos de exclusão e opressão contra a multiplicidade do viver e da persistência e agravamento da voracidade predatória do </span><i>humano demasiado humano</i><span>.</span><span> </span></p>
<p style="text-align: justify; ">Diante deste quadro, paira hoje sobre muitos de nós uma dúvida, profunda e inquietante como nunca antes: devemos, mesmo, ainda tentar preservar e defender uma civilização que está destruindo o planeta inteiro e se recolhe nas mais anacrônicas e brutas estruturas sociais e políticas? O <strong>II Seminário Internacional <i>A Paisagem como Paradigma Político: Ética, Tempo e Civilização</i></strong> pretende abrir um debate em torno desta dúvida. Com tal intuito, convidamos quatro pensadores a pronunciarem-se e debaterem, entre si e com o público, as seguintes questões:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify; ">O que há de especial na crise hodierna, ou melhor: qual sua origem, sua essência, as condições que a engendram e sustentam?</li>
<li style="text-align: justify; ">Quais seriam as possibilidades e os limites da ação humana para a superação desta crise?</li>
</ul>
<p class="m_-5409207595150972934gmail-MsoListParagraphCxSpFirst" style="text-align: justify; "> </p>
<p class="m_-5409207595150972934gmail-MsoListParagraphCxSpFirst" style="text-align: justify; "><i>Os organizadores propõem uma inversão (subversão?) da dinâmica corriqueira dos eventos acadêmico-científicos: em vez de responder perguntas, queremos ouvir (e comentar) respostas do público às seguintes questões:</i></p>
<p class="m_-5409207595150972934gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align: justify; "><span>*<span> </span></span><span>Como repensar e transformar as percepções e representações vigentes atualmente quanto ao tempo?</span></p>
<p class="m_-5409207595150972934gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align: justify; "><span>*<span> </span></span><span>De que modo as temporalidades vigentes vinculam-se a uma dinâmica escatológica? Podemos romper esta vinculação?</span></p>
<p class="m_-5409207595150972934gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align: justify; "><span>*<span> </span></span><span>Como pensar para além do dualismo polêmico entre o natural e o cultural, a Natureza e a Cultura?</span></p>
<p class="m_-5409207595150972934gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align: justify; "><span>*<span> </span></span><span>Como repensar e transformar o significado do ethos, do nosso modo de habitar e respirar na Terra?</span></p>
<p class="m_-5409207595150972934gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align: justify; "><span>*<span> </span></span><span>O que compõe uma autêntica po-ética da vida e do viver na Terra?</span></p>
<p class="m_-5409207595150972934gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align: justify; "><span>*<span> </span></span><span>Como introduzir no mundo, hoje, uma política do sensível, à qual pertence o cuidar dos corpos, das paisagens e da multiplicidade de linguagens?</span></p>
<p class="m_-5409207595150972934gmail-MsoListParagraphCxSpMiddle" style="text-align: justify; "><span>*<span> </span></span><span>Como a ciência está, ou poderia estar, ajudando a responder estas questões?</span></p>
<p class="m_-5409207595150972934gmail-MsoListParagraphCxSpLast" style="text-align: justify; "><span>*<span> </span></span><span>Que transformações isto tudo poderia trazer para a Ética? E para a política?</span><span> </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia Social</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-11-01T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/verdade-racionalidade-e-informacao">
    <title>Encontro sobre a crise política da razão debate verdade e informação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/verdade-racionalidade-e-informacao</link>
    <description>Grupo de Pesquisa Política Ambiental realiza seminário "Fluir de Paradoxos: Verdade e Informação na Contemporaneidade" no dia 26 de outubro, às 9h30.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-16c81f562be44e879a2b6cf11f8f70d6 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-16c81f562be44e879a2b6cf11f8f70d6">
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lafayette-de-moraes-2" alt="Lafayette de Moraes - 2" class="image-inline" title="Lafayette de Moraes - 2" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Encontro é homenagem ao lógico Lafayette de Moraes</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As questões relativas à verdade e à informação e suas implicações sobre o pensamento racional serão debatidas no seminário <i>Fluir de Paradoxos: Verdade e Informação na Contemporaneidade</i>, que o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/politica-ambiental" class="external-link">Grupo de Pesquisa Política Ambiental</a> realiza no dia 26 de outubro, às 9h30.</p>
<p>De acordo com a coordenadora do grupo, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eda-terezinha-de-oliveira-tassara" class="external-link">Eda Tassara</a>, do Instituto de Psicologia (IP) da USP, as discussões do encontro terão por base conhecimentos derivados de estudos históricos, lógicos e epistemológicos.</p>
<p>Os debatedores serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jair-minoro-abe" class="external-link">Jair Minoro Abe </a>(IEA e Unip), Itala Maria Loffredo D' Ottaviano (Unicamp), Neuza Abbud (IP-USP), Carlos Roberto Teixeira Alves (IFRJ) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lafayette-de-moraes" class="external-link">Lafayette de Moraes</a> (IEA e PUC). Eda será a moderadora.</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><a class="external-link" href="http://www.editoraunicamp.com.br/produto_detalhe.asp?id=1151"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-para-alem-das-colunas-de-hercules-uma-historia-da-paraconsistencia" alt="Capa do livro &quot;Para além das Colunas de Hércules, uma História da Paraconsistência&quot;" class="image-inline" title="Capa do livro &quot;Para além das Colunas de Hércules, uma História da Paraconsistência&quot;" /></a></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Capa do livro sobre história da paraconsistência que será apresentado no seminário</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O evento é gratuito, aberto a todos os interessados e não requer inscrição. Quem não puder comparecer terá a oportunidade de acompanhar a transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet, também sem necessidade de inscrição.</p>
<p><strong>Paradoxo ético</strong></p>
<p>Na opinião de Eda, "considera-se que o contemporâneo vem se expressando em uma crise política da razão que, embora originando-se de conflitos racionais, evolui como um paradoxo ético a ser desconstruído mediante sua crítica: dúvidas, contradições, consistências e paraconsistências".</p>
<p>Nessa crítica emergem, segundo ela, leituras históricas e transistóricas das transformações dos valores de verdade e dos conteúdos/quantidades de informação neles implicados. A análise dessa questão "atravessa o processo civilizatório, assume relevância expressiva na contemporaneidade e se inscreve necessariamente no campo teórico dos mundos possíveis", afirma a pesquisadora.</p>
<p><span style="text-align: justify; ">O seminário é uma homenagem a Lafayette de Moraes por suas contribuições no desenvolvimento da lógica matemática no Brasil. "P</span><span style="text-align: justify; ">ioneiro no campo da lógica discursiva, onde assumiu proeminência também fora do Brasil, Lafayette é pessoa cuja erudição e simplicidade abrilhantam ações, transcendendo-as para a interdisciplinaridade e revestindo-as com sua aura ética e humanista", ressalta Eda.</span></p>
<p style="text-align: justify; ">Durante o debate, Itala Maria apresentará o livro <a class="external-link" href="http://www.editoraunicamp.com.br/produto_detalhe.asp?id=1151" target="_blank">"Para Além das Colunas de Hércules, uma História da paraconsistência</a><a class="external-link" href="http://www.editoraunicamp.com.br/produto_detalhe.asp?id=1151" target="_blank">: De Heráclito a Newton da Costa"</a>, escrito por ela em parceria com Evandro Luis Gomes e publicado pela Editora Unicamp e pelo Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE) da Unicamp.</p>
<hr noshade="noshade" width="100%" />
<p><i><strong><i>Fluir de Paradoxos: Verdade e Informação na Contemporaneidade</i></strong><br /></i><i>26 de outubro, 9h30<br /></i><i>Sala Alfredo Bosi, rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito e aberto a todos os interessados (não é preciso se inscrever para assistir presencialmente ou </i><i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a></i><i> pela internet)<br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedine@usp.br">sedine@usp.br</a>)</i><i>, telefone (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/fluir-de-paradoxos" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: arquivo pessoal de Lafayette de Moraes</span></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Racionalidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mídia</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-10-18T12:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/as-religioes-e-antropoceno">
    <title>Religiões &amp; Antropoceno: O Caso do Catolicismo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/as-religioes-e-antropoceno</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Como as religiões têm reagido diante da escalada dos impactos ambientais negativos do processo civilizador? Ou melhor: como têm adaptado suas doutrinas ao que os historiadores ambientais denominam “A Grande Aceleração”, desencadeada em meados do século passado, justamente o que tende a definir - sob o prisma científico - o Antropoceno?</p>
<p>Um claro posicionamento surgiu com a Encíclica <i><a class="external-link" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Laudato_si%27">Laudato Sí</a></i>, que estará no centro da apresentação do sociólogo Ricardo Abramovay, professor sênior do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (<i>Procam/IEE/USP</i>). Para ele, a principal virtude dessa Encíclica reside no esforço de colocar em questão os modelos de produção e consumo em torno dos quais a vida econômica contemporânea está organizada. Ela não aponta o dedo apenas contra os gigantes fósseis. É uma peça de acusação contra o poder das corporações globais, seus objetivos e os meios que usam para atingi-los. Também contribui muito para o diálogo entre ciência e religião ao postular que mudanças da magnitude necessária deverão se apoiar em redefinição dos próprios objetivos da oferta de bens e serviços, sob o ângulo da ética e da espiritualidade.</p>
<p><span>Para comentar e debater tais proposições a conversa contará com a especialista Paula </span><span>Montero, professora titular do departamento de antropologia da FFCLH/USP, pesquisadora </span><span>do Cebrap e coordenadora adjunta da Fapesp.</span></p>
<p><strong>Exposição:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-abramovay" class="external-link">Ricardo Abramovay</a> (Procam IEE USP)</p>
<p><span><strong>Comentários:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paola-montero" class="external-link">Paola Montero</a> (FFLCH USP, Cebrap e FAPESP)</p>
<p><span><strong>Moderação:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga" class="external-link">José Eli da Veiga</a> (Procam IEE USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Filosofia da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ser Humano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Religiões</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-09-21T14:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres-23-de-agosto-de-2018">
    <title>Acesso à Informação e Violência Contra as Mulheres - 23 de agosto de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres-23-de-agosto-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ser Humano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-23T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres">
    <title>Acesso à Informação e Violência Contra as Mulheres</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Apesar dos avanços, a violência contra as mulheres por razões de gênero continua apresentando níveis alarmantes e com escalas crescentes de gravidade, sem que tenhamos informações suficientes para avaliar onde as políticas e leis falham e como podemos aprimorá-las.</p>
<p>Em 2013, o <a class="external-link" href="https://www12.senado.leg.br/institucional/omv/entenda-a-violencia/pdfs/relatorio-final-da-comissao-parlamentar-mista-de-inquerito-sobre-a-violencia-contra-as-mulheres">Relatório Final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre Violência Contra a Mulher</a> (Senado Federal) concluiu que um dos grandes desafios do país no tema refere-se às lacunas na produção de dados e indicadores. Tal tema está previsto nos documentos internacionais de direitos humanos e desde 2003, com a criação da <a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/">Secretaria de Políticas para Mulheres</a>, a discussão foi colocada na agenda política do governo federal.</p>
<p>A proposta de criação de um sistema nacional de dados sobre violência contra as mulheres reunindo informações de todos os setores da política de enfrentamento à violência permaneceu na pauta de discussões da Secretaria, embora nunca tenham sido encontradas saídas exitosas para sua implementação. Ações e metas relativas à produção de dados e sistemas de informações foram também incorporadas aos Planos Nacionais de Políticas para Mulheres (<a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/assuntos/pnpm/plano-nacional-politicas-mulheres.pdf">2004-2007</a>, <a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/assuntos/pnpm/livro-ii-pnpm-completo09.09.2009.pdf">2008-2011</a>, <a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/assuntos/pnpm/publicacoes/pnpm-2013-2015-em-22ago13.pdf">2012-2015</a>).</p>
<p>Na <a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm">Lei Maria da Penha</a> a produção de dados pode ser descrita como um quarto eixo de medidas a serem adotadas juntamente com as medidas de prevenção, proteção e responsabilização em casos de violência doméstica e familiar. A lei recomenda a criação do <a class="external-link" href="http://www.cnmp.mp.br/portal/violencia-domestica">Cadastro Nacional de Violência Doméstica e Familiar,</a> iniciativa implementada a partir de 2016 com o apoio do Conselho Nacional do Ministério Público em colaboração com os Ministérios Públicos estaduais.</p>
<p>A partir da experiência portuguesa do <a class="external-link" href="http://www.cics.nova.fcsh.unl.pt/observatories-1/observatory-on-violence-and-gender">Observatório Nacional de Violência e Género</a> (Universidade Nova de Lisboa) e da experiência brasileira da <span><a class="external-link" href="http://www.caen.ufc.br/wp-content/uploads/2017/11/relatorio-v05-22112017.pdf">Pesquisa sobre Condições Socioeconômicas e Violência Doméstica e Familiar contra as Mulheres</a></span> (CAEN/Universidade Federal do Ceará e Instituto Maria da <span>Penha) o objetivo será refletir sobre a contribuição de pesquisas científicas para o conhecimento da violência contra as mulheres com base no gênero em suas dimensões sociológicas e políticas, explorando também os aspectos éticos da pesquisa com mulheres em situação de violência e a importância da colaboração das universidades no planejamento e implementação dessas políticas, com a elaboração de diagnósticos, desenho de indicadores para monitoramento e avaliação com base em evidências robustas e elaboradas a partir de metodologias cientificamente testadas, replicáveis e acessíveis.</span></p>
<p><span><span>O seminário abordará a produção de pesquisas como eixo estruturante das políticas de enfrentamento à violência contra as mulheres.</span></span></p>
<p><strong>Coordenação: </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-endo" class="external-link">Paulo Endo</a><span> (IP USP e IEA), </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/flavia-ines-schilling" class="external-link">Flávia Schilling</a><span> (FE USP e IEA) e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-sergio-fonseca-de-carvalho" class="external-link">José Sérgio Fonseca de Carvalho</a><span> (FE USP e IEA)</span></p>
<p><strong>Organização:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wania-pasinato" class="external-link">Wânia Pasinato</a> (USP Mulheres e IEA)</p>
<p><span><strong>Expositores:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/manuel-lisboa" class="external-link">Manuel Lisboa</a> (Universidade Nova de Lisboa)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-raimundo-de-araujo-carvalho-junior" class="external-link">José Raimundo de Araújo Carvalho Jr</a> (Universidade Federal do Ceará)</p>
<p><span><strong>Moderação:</strong></span></p>
<p><span>Wânia Pasinato</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ser Humano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-20T14:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/a-paisagem-como-paradigma-politico-corpo-e-paisagem-na-epoca-das-imagens-tecnicas-24-de-novembro-de-2017">
    <title>A Paisagem como Paradigma Político. Corpo e Paisagem na Época das Imagens Técnicas - 24 de novembro de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/a-paisagem-como-paradigma-politico-corpo-e-paisagem-na-epoca-das-imagens-tecnicas-24-de-novembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Matheus Araújo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia Social</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Multidisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-24T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/a-paisagem-como-paradigma-politico">
    <title>A Paisagem como Paradigma Político: Corpo e Paisagem na Época das Imagens Técnicas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/a-paisagem-como-paradigma-politico</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong><span><i> </i></span></strong><span style="text-align: justify; ">Desde o aparecimento do conceito da </span><i style="text-align: justify; ">paisagem</i><span style="text-align: justify; "> nas diversas línguas da cultura ocidental [paysage, paesaggio, landscape, Landschaft] existe uma relação indissociável entre paisagem e política, </span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">que na sua origem tratava antes de mais nada a questão do bom e do mau governo e dos efeitos do mesmo sobre a população urbana e paisana, como descrito já nos afrescos de Ambrogio Lorenzetti nos meados do século XIII. </span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">Contudo, o que será</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">significante para a compreensão da paisagem como paradigma politico é a abstração da paisagem como território de uma identidade, percebendo a paisagem como espaço aberto ao horizonte onde se cruzam e desdobram as múltiplas experiências humanas e não humanas. O excurso sobre a paisagem como paradigma político compreende a paisagem para além de um mero significado estético e no contexto da tríade corpo-vivo-paisagem-imaginação, considerando as imagens técnicas hoje em dia como os formadores do humano e dos seus mais diversos ambientes.</span></p>
<p><span style="text-align: justify; "></span><span style="text-align: justify; ">A política da paisagem e a paisagem como paradigma politico inclui o pensar sobre o corpo-vivo que perambula na paisagem que habita, como também o imaginário da natureza e do natural formado pela imagem técnica e da sua política. Enquanto as imagens dominam toda a esfera política, as paisagens serão apenas os objetos das mesmas. Mas a paisagem não é objecto, e devido a sua característica como espaço de encontro e de reunião, da horizontalidade e do terceiro entre o natural e o cultural, é o autêntico futuro agente político.</span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><strong>Exposição</strong></span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/dirk-michael-hennrich" class="external-link">Dirk-Michael Hennrich</a></span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><strong>Coordenação</strong></span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eda-terezinha-de-oliveira-tassara" class="external-link">Eda Tassara</a></span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sandra-patricio" class="external-link">Sandra Patricio</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Multidisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia Social</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-10-18T17:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/permeabilidade-e-o-principal-criterio-de-uma-universidade-empreendedora-diz-etzkowitz">
    <title>Permeabilidade é o principal critério de uma universidade empreendedora, diz Etzkowitz</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/permeabilidade-e-o-principal-criterio-de-uma-universidade-empreendedora-diz-etzkowitz</link>
    <description>Especialista esteve no lançamento do índice de empreendedorismo universitário criado pela Brasil Júnior   </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Um fluxo crescente de jovens empreendedores vem redesenhando o mapa do entorno de algumas universidades públicas paulistas. As chamadas <i>start ups </i>de base tecnológica são o produto mais visível dos programas de incentivo criados por universidades, governos e agências para estimular a inovação e o empreendedorismo no Brasil. Uma nova iniciativa para fomentar o ecossistema empreendedor universitário acaba de ser criada. O <a href="http://www.capes.gov.br/images/stories/download/diversos/17112016-Livro-Universidades-Empreendedoras.pdf" target="_blank">Índice de Universidades Empreendedoras, </a>elaborado por um conjunto de entidades estudantis lideradas pela Confederação Brasileira de Empresas Juniores (<a href="http://www.brasiljunior.org.br/" target="_blank">Brasil Júnior</a>), foi lançado em São Paulo, durante o debate <i>Universidades Empreendedoras - Quais São?,</i> realizado no IEA, no <strong>dia 21 de novembro</strong>.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/univempreendedoras-3-web.jpg" alt="Universidades Empreendedoras - 2" class="image-inline" title="Universidades Empreendedoras - 2" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Manços (esq.), da CsF, e Neves, da Brasil Jr, apresentaram o ranking das universidades empreendedoras </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>De acordo com o ranking da Brasil Júnior, a USP lidera o quadro geral das universidades mais empreendedoras do Brasil, seguida pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO). O indicador mede também o grau de empreendedorismo segundo seis eixos, que são cultura empreendedora, inovação, extensão universitária, infraestrutura, internacionalização e capital financeiro.</p>
<p>O maior grau de cultura empreendedora foi encontrado na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), quesito em que a USP ficou em 11º lugar. A USP também se destaca na categoria extensão universitária, em que é seguida pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) e Universidade Federal de Viçosa (UFV).</p>
<p>Segundo o ranking, a Universidade Federal do Ceará (UFC) é a mais inovadora, seguida pela USP e PUC-Rio. Esta última é líder em termos de infraestrutura, seguida pela Unicamp e Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). A Unicamp lidera o indicador no eixo internacionalização, seguida pela USP e Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). O indicador revela ainda que o capital financeiro voltado ao empreendedorismo tem maior destaque na Unicamp, que é seguida pela USP e Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA).</p>
<p>“O indicador consegue retratar o real significado de uma universidade empreendedora”, disse <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/henry-etzkowitz" class="external-link">Henry Etzkowitz</a>, presidente da <a class="external-link" href="https://www.triplehelixassociation.org/">Triple Helix Association</a> e mentor da Global Entrepreneurial University Metrics (GEUM), iniciativa voltada à criação de métricas capazes de refletir a inovação e o empreendedorismo nas universidades.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p>Notícia</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/indice-de-universidades-empreendedoras-tera-lancamento-em-sao-paulo" class="external-link"><span>Í</span><span>ndice de universidades empreendedoras terá lançamento em São Paulo</span></a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/universidades-empreendedoras-2013-quais-sao" class="external-link">Video </a>| <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/universidades-empreendedoras-2013-quais-sao-21-de-novembro-de-2016" class="external-link">Fotos</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Além de Etzkowitz, o debate organizado pelo <a href="http://pgt.prp.usp.br/?page_id=286" target="_blank">Núcleo de Política e Gestão Tecnológica</a> (PGT) da USP, pelo IEA e pela Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP) da USP contou com a participação do Pró-Reitor de Pesquisa, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eduardo-krieger" class="external-link">José Eduardo Krieger</a>, e do diretor-presidente da Fapesp, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-americo-pacheco" class="external-link">Carlos Américo Pacheco</a>. O índice foi apresentado por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/daniel-pimentel-neves" class="external-link">Daniel Pimentel Neves</a>, da Brasil Júnior, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-de-rosso-mancos" class="external-link">Guilherme de Rosso Manços</a>, da Rede Ciência sem Fronteira (CsF). O debate teve a coordenação do vice-diretor do IEA, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, coordenador do PGT-USP.</p>
<p>Além da Brasil Júnior, participaram da elaboração do índice a Organização Jovem de Liderança do Mundo (AISEC), a Rede de bolsistas e ex-bolsistas do Programa Ciência sem Fronteiras (Rede CsF), Enactus Brasil e Associação dos Estudantes Brasileiros que estão fora do Brasil (BRASA). Criado para mostrar as iniciativas de instituições de ensino superior no Brasil que mais incentivam o empreendedorismo dentro e fora da sala de aula, o indicador foi construído por meio de uma pesquisa online que contou com a participação de mais de quatro mil estudantes universitários de todo o país. Na publicação relacionada acima há mais detalhes sobre a metodologia empregada no estudo.</p>
<p> </p>
<p><strong>Tempo em atividades externas </strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/universidades-empreendedoras-3" alt="Universidades Empreendedoras - 3" class="image-inline" title="Universidades Empreendedoras - 3" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Ambiente inovador valoriza o contato com a sociedade, diz Etzkowitz</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“A permeabilidade ou a relação extramuros é o principal critério para medir quanto uma universidade é empreendedora. Pelo menos 20% de seu quadro docente deve passar uma parte significativa de tempo desempenhando outros papéis na sociedade. Veja, por exemplo, o caso da Universidade de Stanford, que criou três categorias de cargos docentes, voltadas ao ensino, à pesquisa e à consultoria. Assim, a instituição reconhece três proporções diferentes de tempo gasto pelo docente, o que confere maior mobilidade à sua atuação dentro e fora da universidade e permite que ele tenha um engajamento sério junto à sociedade”, disse Etzkowitz.</p>
<p>Segundo o consultor, que é também professor visitante na escola de negócios da Universidade de Edinburgo, Reino Unido, o reconhecimento da atividade docente fora da universidade foi a forma como o Massachusetts Institute of Technology (MIT) se tornou efetivamente uma universidade empreendedora.  Ele conta que a escola de engenharia começou a contratar consultores para dar aulas, de forma que suas consultorias continuaram a ser dadas paralelamente à atividade docente.</p>
<p>Na sequência, o MIT criou a regra do “um quinto”, segundo a qual o docente deve passar um quinto de seu tempo desenvolvendo coisas da sua área para a sociedade e ajudando empresas a desenvolver tecnologias. A regra se espalhou pelo sistema universitário da instituição. “Então a universidade deve legitimar o tempo que o docente se dedica à inovação e ao empreendedorismo junto à sociedade”, disse.</p>
<p>Etzkowitz cita o caso de pessoas que chegam a grandes descobertas e sequer cogitam entrar com pedido de patente. “Isso aconteceu com um físico escocês famoso que não acreditava que poderia patentear sua ideia. Mas quando Marconi apareceu com as mesmas ideias e reclamou patente, então esse cientista teve de voltar atrás”, disse, referindo-se à primeira transmissão de telegrafia sem fio efetuada pelo italiano Guglielmo Marconi (1874-1937), em 1899. O invento que antecedeu o rádio baseou-se nas descobertas de James Clerk Maxwell (1831-1879) e também nos inventos de Nikola Tesla (1856-1943) e ambos não haviam registrado patente, até então.</p>
<p>Outro caso muito famoso envolvendo patentes foi protagonizado pelo mentor de Etzkowitz, o norte-americano Robert K. Merton, criador da multimilionária Focus Group. Merton inventou uma técnica de pesquisa de opinião que posteriormente foi usada por um grupo de estudantes para avaliar a experiência das pessoas a respeito de determinados produtos. “Anos mais tarde, Merton foi convidado para uma reunião especial na Associação Americana de Pesquisa de Opinião Pública e então explicaram a Merton o que fizeram com sua invenção. Ele ficou espantado, não imaginava que com sua técnica de pesquisa seria possível criar uma indústria. Ao final, disse que desejaria ter pedido a patente”, contou Etzkowitz.</p>
<p>“Portanto, é bom pensar na pesquisa básica, mas também nos seus efeitos práticos. Além disso, precisamos criar maneiras de analisar o impacto das pesquisas de forma que não seja apenas pela publicação de artigos”, disse. <span>Foi com esse objetivo que Etzkowitz e seu sócio na Triple Helix Association, professor Loet Leydesdorff, decidiram lançar em 2015 a </span><a href="https://www.triplehelixassociation.org/news/the-global-entrepreneurial-university-metrics-initiative" target="_blank">Global Entrepreneurial University Metrics (GEUM)</a><span>. A iniciativa visa ao desenvolvimento de novas métricas – que incluam empreendedorismo, gênero, diversidade e promoção do interesse publico – para avaliar os sistemas de classificação universitários.</span></p>
<p>“Meu sócio especializou-se na métrica de publicações científicas e começou a questionar a forma como as universidades constroem suas métricas sobre o número de <i>papers </i>publicados. Notamos que se continuarmos a dar importância só aos <i>papers</i>, as universidades empreendedoras irão desaparecer. Por isso juntamos pesquisadores de diversos países, incluindo o Brasil, para criar uma métrica capaz de avaliar o empreendedorismo nas universidades. Em breve faremos workshops em Palo Alto, Califórnia, onde os primeiros resultados serão apresentados”, disse.</p>
<p> </p>
<p><strong>Mudança na prática pedagógica</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/universidades-empreendedoras-4" alt="Universidades empreendedoras - 4 " class="image-inline" title="Universidades empreendedoras - 4 " /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>É preciso se reinventar como professor para que empreendedorismo não seja só uma disciplina, diz Pacheco, da Fapesp </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O diretor-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Carlos Américo Pacheco, revelou números que sinalizam o aumento da atividade empreendedora nas universidades. Mas pontuou que o maior desafio para impulsionar a inovação e o empreendedorismo nas instituições de ensino superior diz respeito principalmente às mudanças nas práticas pedagógicas.</p>
<p>“Do ponto de vista pedagógico é difícil mudar a maneira como se ensinam as coisas, especialmente nas escolas de engenharia, que são muito tradicionais e por isso resistem mais às mudanças. Uma coisa é introduzir uma disciplina de empreendedorismo e outra é mudar a forma de ensinar, tirar o aluno da conduta passiva, estimular mais a solução de problemas, introduzir mais projetos e menos provas. Isso vai além da introdução do empreendedorismo. É preciso se reinventar como professor, buscar coisas novas dentro da prática pedagógica”, disse Pacheco.</p>
<p>Pacheco elogiou a criação do ranking de universidades empreendedoras e principalmente a agenda que dela resultará. “A iniciativa estimula a competição e as universidades disputam quem fica com o maior número de patentes porque isso gera prestígio para as instituições”, disse.</p>
<p>Segundo Pacheco, as universidades brasileiras responderam bem ao novo ambiente institucional que vem proporcionando estímulos ao empreendedorismo, especialmente após a criação da lei de inovação, que sinalizou a importância das parcerias público-privado. “O Brasil vem avançando muito mais do que outros países nessa área. Mas isso gera dúvidas se esse novo ecossistema é sustentável e se isso tem sentido econômico. As universidades brasileiras hoje são responsáveis por 16% das patentes depositadas no INPI [Instituto Nacional de Propriedade Industrial] por residentes brasileiros e essa proporção no passado era de 2%. Por outro lado, as universidades americanas têm 4% das patentes concedidas pelo USPTO [United States Patent and Trademark Office] e esse número tem permanecido nos últimos 20 anos”.</p>
<p>Se por um lado esse movimento é positivo, também demonstra a debilidade do setor privado no Brasil, acredita. Além disso, insere a cultura de valorização da propriedade intelectual no meio universitário, afirma.</p>
<p>A consequência desse novo quadro é o aumento de <i>start ups</i> no entorno das universidades públicas no estado de São Paulo, formando os chamados <i>hubs</i> de empreendedorismo nas proximidades dos campi de universidades como USP, Unicamp, federais e estaduais de São Carlos e também de São José dos Campos, Ribeirão Preto e Botucatu, observou.</p>
<p>Importante notar que egressos daquelas universidades compõem a maior parte dos proponentes de negócios para o Pesquisa Iniciativa em Pequenas Empresas (PIPE-Fapesp), programa que financia projetos de base tecnológica para micro, pequenas e médias empresas, segundo Pacheco.</p>
<p>O diretor-presidente disse que até o final de 2016 serão aprovados quase 300 projetos dessa natureza. “O PIPE já acumula cerca de 1600 projetos aprovados e é a maior carteira de empresas de base tecnológica financiados por uma instituição”, disse.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/univempreendedoras-2web.jpg" alt="Universidades Empreendedoras - 1" class="image-inline" title="Universidades Empreendedoras - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Krieger (esq.), pró-reitor de pesquisa da USP, e Plonski, vice-diretor do IEA</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Na abertura do debate <i>Universidades Empreendedoras - Quais São?,</i> o pró-reitor de Pesquisa da USP, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eduardo-krieger">José Eduardo Krieger</a> falou sobre iniciativas e editais da USP que mostram o empenho da Universidade em promover o empreendedorismo. Entre elas, as parcerias com a Receita Federal e a associação de exportadores de carnes, que buscam soluções para desafios desses organismos, os quais afetam também a sociedade.</p>
<p>“Mais do que modismo, a inovação é uma fonte grande de recursos para a universidade. Não significa que é a única moeda e ninguém perdeu a noção do que é esta universidade e que nosso principal papel é formar indivíduos diferenciados para atuar na sociedade. Esse é o nosso primeiro produto. Mas temos a oportunidade de transformar conhecimento em riqueza e devemos aproveitar da melhor forma, em especial através dos parques tecnológicos, que dará bases para um ecossistema de inovação na universidade”, disse o professor Krieger.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-30T18:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
