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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 31 to 38.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/simposio-historia-da-ciencia-divulgacao-cientifica">
    <title>Simpósio em outubro discutirá papel da História da Ciência na divulgação científica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/simposio-historia-da-ciencia-divulgacao-cientifica</link>
    <description>Organizado pelo Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina do IEA, o evento será nos dias 14 e 15 de outubro, no Auditório Amarelo do Centro Administrativo do Instituto Butantan.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/logo-do-1o-simposio-de-historia-da-ciencia" alt="Logo do 1º Simpósio de História da Ciência" class="image-right" title="Logo do 1º Simpósio de História da Ciência" />Em um momento em que a academia pensa em novos mecanismos para promover a divulgação científica de qualidade, o <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/i-simposio-historia-ciencia-divulgacao-cientifica" class="external-link">I Simpósio História da Ciência e Divulgação Científica</a> discutirá se o uso da História da Ciência pode contribuir para aumentar o interesse público pela própria ciência.</p>
<p>Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/khronos-historia-da-ciencia-epistemologia-e-medicina">Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</a> do IEA e pelo Centro Interunidade de História da Ciência, o evento será nos dias <strong>14 e 15 de outubro</strong>, no <span>Auditório Amarelo do Centro Administrativo do Instituto Butantan</span> (Av. Vital Brazil, 1500). O <a class="external-link" href="https://butantan.gov.br/" target="_blank">Instituto Butantan</a><span> e a </span><a class="external-link" href="https://www.energiaesaneamento.org.br/" target="_blank">Fundação Energia e Saneamento</a><span> são apoiadores do evento.</span></p>
<p>Para participação presencial ou <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp">remota</a>, é necessário realizar <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf8EAgX_11I64caMXNMaSQl0x_szidRkwiXv0HLYQ5ICYxGUw/viewform">inscrição prévia</a> (limitado a 100 vagas presenciais, por ordem de inscrição). Será emitido certificado de participação presencial para quem comparecer a 75% da programação.</p>
<p>“A maior parte da divulgação científica pública é feita por museus de ciência e pela mídia (jornal, rádio, TV e redes sociais), que não costumam contar com o apoio de profissionais de História da Ciência e da Técnica”, afirma <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gildo-magalhaes-dos-santos">Gildo Magalhães dos Santos Filho</a>, coordenador do grupo organizador.</p>
<p>O simpósio desafia a forma tradicional de divulgar ciência por meio de uma reflexão crítica: até que ponto a História da Ciência utilizada na comunicação pública busca apenas uma narrativa simples e consolidada? Em contraste, o simpósio defende uma abordagem que valorize a complexidade, os contextos sociais e econômicos, bem como a natureza coletiva e provisória da produção científica. “Essa abordagem permitiria ver que o cientista e a ciência não são infalíveis, representando um modo humano de conhecimento da realidade, sempre aberto para o aperfeiçoamento, ao invés de fornecer verdades finais”, explica Gildo.</p>
<p>Essas questões serão tratadas por representantes de museus científicos (Catavento Cultural, Museu Paulista, Museu Esalq-USP, Instituto Butantan, entre outros), por profissionais da mídia especializada e por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/david-cole-1">David Cole</a>, presidente do Instituto de História da Ciência, dos Estados Unidos.</p>
<p>Veja a programação:</p>
<table class="plain">
<tbody>
<tr>
<td width="94">
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">14/10</span></strong></p>
</td>
<td width="472">
<p><strong> </strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>8h</strong></p>
</td>
<td width="472">
<p><strong>Recepção e credenciamento</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>9h</strong></p>
</td>
<td width="472">
<p><strong>Abertura:</strong></p>
<div><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/esper-kallas" class="external-link">Esper Kallás</a> (Instituto Butantan); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lucio-gama" class="external-link">Lucio Gama</a> (Fundação Butantan); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a> (IEA/USP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/suzana-fernandes" class="external-link">Suzana Fernandes</a> (Centro de Desenvolvimento Cultural do Instituto Butantan); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claudineli-moreira-ramos" class="external-link">Claudinéli Ramos</a> (Fundação Energia e Saneamento) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gildo-magalhaes-dos-santos" class="external-link">Gildo Magalhães dos Santos Filho</a> (IEA/USP)<span> </span></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>10h</strong></p>
</td>
<td width="472">
<p><strong>The Spirit of Asilomar: Shaping the Future of Biotechnology, 1975-2025</strong> – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/david-cole-1" class="external-link">David Cole</a> (Science History Institute – EUA)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>11h</strong></p>
</td>
<td width="472">
<p><strong>A História da Ciência Anda Junto com a Divulgação Científica?</strong> – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gildo-magalhaes-dos-santos" class="external-link">Gildo Magalhães dos Santos Filho</a> (IEA-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>12h30</strong></p>
</td>
<td width="472">
<p><strong>Intervalo</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>14h</strong></p>
</td>
<td width="472">
<p><strong>Mesa 1 – A História da Ciência Apresentada em Museus</strong> – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paula-paiva-ferreira" class="external-link">Paula Ferreira</a> (Museu Catavento); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jorge-pimentel-cintra" class="external-link">Jorge Cintra</a> (Museu Paulista); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/edno-aparecido-dario" class="external-link">Edno Dario</a> (Museu Esalq-USP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/suzana-fernandes" class="external-link">Suzana Fernandes</a> (CDC-Instituto Butantan) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claudineli-moreira-ramos" class="external-link">Claudinéli Ramos</a> (Fundação Energia e Saneamento)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong> </strong></p>
</td>
<td width="472">
<p><strong>Moderador: </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-roberto-machado-cunha" class="external-link">José Roberto Cunha da Silva</a> (ICB-USP</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>17h</strong></td>
<td><strong>Encerramento</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">15/10</span></strong></p>
</td>
<td width="472">
<p> </p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>9h30</strong></p>
</td>
<td width="472">
<p><strong>Historical Chemical Artifacts that Defy Easy - Interpretation, and Audience Engagement</strong> – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/david-cole-1" class="external-link">David Cole</a> (Science History Institute – EUA)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>11h</strong></p>
</td>
<td width="472">
<p><strong>Os Meios de Comunicação Consideram a História da Ciência?</strong> – <a class="external-link" href="http://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexandra-ozorio-de-almeida" target="_blank">Alexandra Ozório de Almeida</a> (FAPESP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>12h30</strong></p>
</td>
<td width="472"><strong>Intervalo</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>14h</strong></p>
</td>
<td width="472">
<p><strong>Mesa 2 – A História da Ciência e a Mídia – Companheiros ou Desconhecidos?</strong> – <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-henrique-fioravanti" class="external-link">Carlos Fioravanti</a> (FAPESP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-sato" class="external-link">Eduardo Sato</a> (Instituto Principia); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/ildeu-de-castro-moreira" class="external-link">Ildeu de Castro Moreira</a> (UFRJ) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-clara-rossini-lima-costa" class="external-link">Maria Clara Costa</a> (Revista Superinteressante)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong> </strong></p>
</td>
<td width="472">
<p><strong>Moderador:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lilian-al-chueyr-pereira-martins" class="external-link">Lilian Al-Chuery Martins</a> (FFCLRP e IEA-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="94">
<p><strong>17h</strong></p>
</td>
<td width="472">
<p><strong>Encerramento</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciencia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-08-27T14:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/conversa-sobre-o-antropoceno-24-de-abril-de-2018">
    <title>Conversa sobre o Antropoceno - 24 de abril de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/conversa-sobre-o-antropoceno-24-de-abril-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>História da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-24T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/humanidades-pela-evolucao-dos-metodos-disciplinares">
    <title>Humanidades pela evolução dos métodos disciplinares</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/humanidades-pela-evolucao-dos-metodos-disciplinares</link>
    <description>A busca de diálogos interdisciplinares norteou um dia inteiro de discussões durante a Intercontinental Academia (ICA), no dia 14 de março, no Japão.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/till-roenneberg" alt="Till Roenneberg " class="image-inline" title="Till Roenneberg " /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Roenneberg: "Parecem estar querendo eliminar as Humanidades".</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A existência de “relógios biológicos” tem sido cada vez mais aceita pela comunidade científica. O estudo da temperatura central – ou do sangue arterial nas regiões centrais do organismo – é um dos exemplos de como a cronobiologia vem descobrindo como, quando e porque o cérebro e os hormônios são modulados por ciclos naturais. A interação dos organismos com o ambiente tem dado pistas para muitas descobertas científicas e isso demonstra que inúmeros fatos científicos não podem ser estudados isoladamente, mas num contexto amplo.</p>
<p>A interlocução entre os saberes, ou o que a academia chama de interdisciplinaridade, tem sido apontada como um método capaz de revolucionar o ensino e a pesquisa no futuro. O tema tomou um dia inteiro de discussões, durante a programação da <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya" target="_blank">Intercontinental Academia</a> (ICA). A segunda fase da ICA reuniu, de <strong>6 </strong>a <strong>18</strong> de <strong>março</strong>, cientistas de diversas áreas e 13 jovens pesquisadores selecionados para desenvolver estudos sobre o tema “tempo”. O conteúdo das pesquisas subsidiará a criação de um <i>Massive Open Online Course (Mooc)</i>, que será disponibilizado gratuitamente na plataforma Cousera.</p>
<p>Os workshops <i>In Search of Interdisciplinary Dialogue,</i> promovidos pelo Waseda Institute of Advanced Studies (WIAS), da Waseda University, Japão, foram realizados no dia <strong>14 </strong>de<strong> março</strong>, em Tóquio, com a participação de palestrantes de muitas áreas.</p>
<p>Se o tema geral era interdisciplinaridade, nada mais adequado do que abrir os debates com a exposição de um cientista múltiplo. Professor do Institute of Medical Psychology at Ludwig-Maximilians University (LMU) de Munique, Alemanha, o cronobiologista <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/media-center/people/copy_of_till-roenneberg" target="_self">Till Roenneberg</a>, que nas suas bases de formação tem a física, a medicina e a biologia, foi convidado para a palestra de abertura.</p>
<p>Na visão de Roenneberg, a ciência precisa mais do que interdisciplinaridade. Para ele, há um “desenvolvimento trágico” ocorrendo especialmente nas universidades e nos governos do mundo todo, ao orientarem suas pesquisas apenas sob o foco monetário e esquecerem a importância das Humanidades.</p>
<p>“Parecem estar querendo eliminar as Humanidades porque existe a ideia de que aparentemente esse campo não traz muito dinheiro nem muitos estudantes para as instituições. Esta é a pior direção que poderíamos tomar. Há uma crise na forma como lidamos com as Humanidades e devemos mudar isso”, disse.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/atomium-de-bruxelas" alt="Atomium de Bruxelas" class="image-inline" title="Atomium de Bruxelas" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Atomium de Bruxelas, estrutura composta por esferas interligadas.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Comparou a interdisciplinaridade praticada atualmente ao Atomium de Bruxelas, um cartão postal como o <i>The London Eye</i> (ou <i>Millenium Wheell</i>), de Londres. Composta por esferas interligadas, a estrutura em aço é uma espécie de roda gigante que proporciona uma vista privilegiada aos visitantes.</p>
<p>“São esferas incrivelmente orgulhosas de pertencer a uma rede. Mas o que elas fazem, apesar de conectadas, é permanecer no mesmo lugar. Na verdade, elas apenas se conectam para permanecer no círculo. Isso não é interdisciplinaridade. Mas a interdisciplinaridade de hoje se resume a isso”, disse.</p>
<p>Para Roenneberg, a rede UBIAS, que reúne 34 institutos de estudos avançados ligados a universidades, vem possibilitando a realização de uma ciência interdisciplinar. Na sua visão, a maior vantagem desses institutos em relação a outras instituições de pesquisa é que possuem um pé na comunidade internacional ao mesmo tempo em que mantêm o vínculo com a comunidade acadêmica e o ambiente universitário.</p>
<p>Para o biólogo, cada esforço acadêmico está relacionado aos seres humanos e tudo o que diz respeito a humanos está ligado a motivações biológicas e psicossociais básicas. “Em minha opinião, além da obtenção do alimento e da reprodução, os humanos também buscam reduzir a própria angústia e obter recompensa ou aprovação social por meio do comportamento. Isso é o que nos faz existir”.</p>
<p>Para reduzir a angustia e ganhar aprovação social, Roenneberg diz que as pessoas recorrem à religião ou à ciência. Porém, o conhecimento teórico, filosófico e experimental que nos leva ao conhecimento científico está repleto de arrogância e, com isto, não há entendimento entre os cientistas.</p>
<p>“Isto é vergonhoso, porque sabemos que precisamos dos outros para sermos críticos com nós mesmos e com nosso próprio pensamento. E é também para superar isso que precisamos da filosofia e das Humanidades”, disse.</p>
<p>Por outro lado, não há como substituir o cérebro. Os dados do mundo tornam-se acessíveis graças ao cérebro, que transforma dados em informação. Nesse processo, recorre à memória e às expectativas. Para exemplificar, o professor mostra um experimento de laboratório com patos em que os animais, para obter alimento e interação social, permanecem escorregando e subindo incessantemente numa espécie de escorregador.</p>
<p>“Aparentemente podemos pensar que os patinhos estão escorregando e correndo um atrás do outro por diversão. Mas a verdade é que estão num <i>looping</i> desesperador por alimento e interação social, pois são animais que não conseguem viver sozinhos. Eles são como as pessoas num jogo de caça-níqueis em busca de recursos que nunca poderão ser alcançados”, disse.</p>
<p>Portanto, tudo pode ser uma questão de narrativa, resume Roenneberg. Os conhecimentos disciplinares como física, cultura, biologia e outros, também têm a ver com narrativas, disse. “Aparentemente, as disciplinas nada têm a ver com pessoas. Mas na verdade elas têm profundo impacto sobre nós, pois tudo o que o conhecimento produz retorna para a humanidade”, disse o professor, mostrando cenas de bomba atômica, de campos de concentração e de ataques ao World Trade Center de Nova York.</p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3><strong><span>Relacionado</span></strong><span></span></h3>
<p><strong><span>Vídeo:</span></strong><strong><span></span></strong></p>
<p><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/media-center/videos/intercontinental-academnia-second-phase-nagoya-monday-march-14-opening-with-hideaki-miyajima-and-till-roenneberg"><span>Keynote Lecture by<span> </span></span><span>Till Roenneberg</span><span>, Ludwig-Maximilians University</span></a></p>
<p><strong><i><span>Mais informações:</span></i></strong><strong><span></span></strong></p>
<p><strong><span><a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/programme" target="_blank"><span>Programação completa ICA - Nagoya</span></a></span></strong><strong><span></span></strong></p>
<p><strong><span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/noticias-ica"><span>Todas as notícias da Intercontinental Academia</span></a></span></strong><strong><span></span></strong></p>
<p><strong><span>Site:</span></strong><strong><span></span></strong></p>
<p><strong><i><span><a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/" target="_blank"><span>http://intercontinental-academia.ubias.net</span></a></span></i></strong><strong><span></span></strong></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span><strong>Vida moderna, ciência e religião</strong></span></p>
<p>Outro exemplo “sutil” e com impactos enormes sobre a humanidade foi o advento da luz artificial, disse. Citou os experimentos de Jürgen Walther Ludwig Aschoff (1913 – 1998), físico, biólogo e fisiologista comportamental alemão que construiu <i>bunkers</i> subterrâneos para investigar a relação dos hábitos cotidianos das pessoas e a incidência de luz solar. Ao lado de outros cientistas, foi um dos fundadores da cronobiologia ao inaugurar as pesquisas sobre ritmos circadianos. O<strong> </strong>relógio ou ciclo circadiano<strong> </strong>é o período de aproximadamente 24 horas, sobre o qual se baseia o ciclo biológico de quase todos os seres vivos. Portanto, é um ciclo influenciado pelas variações de luz, temperatura, marés e ventos entre o dia e a noite.</p>
<p>Nas primeiras semanas vivendo em <i>bunkers</i>, as pessoas mantinham contato com o mundo exterior. Depois, permaneciam dentro do abrigo, podendo usar a luz artificial conforme seus ritmos internos de acordar, dormir e comer, por exemplo. Após estudarem os ciclos de sono, temperatura do corpo, produção de urina e outras questões fisiológicas e comportamentais, os pesquisadores viram que o que regula os horários e a vida das pessoas é um relógio endógeno que oscila de acordo com a luz e a escuridão. Essa descoberta ajudou a compreender a origem de muitos problemas de saúde relacionados ao envelhecimento, desordens do sono e sintomas do chamado <i>jet lag</i> como enjoos, irritação, fadiga, insônia, prisão de ventre e outros desconfortos fisiológicos.</p>
<p>“O sono na era pré-industrial era regulado pela luz solar. Ficávamos despertos quando havia luz externa e dormíamos quando cessava o dia. Mas, agora, com a luz elétrica, estamos sempre num ambiente interior recebendo um mínimo de luz em relação ao que receberíamos num ambiente externo. E à noite, em casa, não ficamos sem luz porque escureceu. Recebemos luz insuficiente durante o dia e luz em excesso à noite”, disse.</p>
<p>“Criamos um curto circuito em nosso cérebro, ao custo de mais pessoas adoecendo. As pessoas vitimadas pelo que chamamos <i>social jet leg</i> fumam mais, bebem mais café, sofrem mais de depressão e de problemas metabólicos”, disse o cientista.</p>
<p>A consequência de viver fora da sincronia do relógio circadiano não traz apenas prejuízos individuais. Os custos diretos e indiretos resultantes de distúrbios do sono e problemas relacionados ao relógio biológico somam 1% do produto interno bruto (PIB) dos países, algo como US$ 185 trilhões na União Europeia, US$ 173 trilhões nos Estados Unidos, e US $ 103 trilhões na China, mostrou.</p>
<p>A ciência também não pode prescindir do método de hipóteses, disse. “Não podemos nos tornar pretensiosos. Uma biologista molecular uma vez disse que não precisava de hipóteses para investigar o gene e o que ele faz. Mas a natureza não é um conjunto de peças de lego. A informação científica é gerada por muitas etapas abstratas envolvendo diferentes métodos e maquinários. Uma pesquisa científica depende de um encadeamento de etapas que precisam de verificação e não é possível fazer isso sem hipóteses. A hipótese é necessária para certificarmos de que não estamos indo para a direção errada. E também para isso, precisamos das Humanidades”, enfatizou.</p>
<p>Outro alerta: a ciência precisa superar a mentalidade masculina que ainda impera no mundo acadêmico, disse. “Garotos gostam de brinquedos enormes e talvez isso explique nosso gosto por máquinas grandes e caras. Mas se continuarmos a investir em máquinas caras, processaremos cada vez mais dados que ainda não podemos analisar apropriadamente. Portanto, deveríamos investir em jovens cérebros capazes de descobrir estratégias matemáticas inteligentes que permitam analisar redes de genes e células cerebrais, por exemplo”, disse.</p>
<p>Alertou também sobre conceitos relacionados a religião, ciência e conhecimento, num meio cada vez mais devotado à ciência. “A ciência está se tornando uma nova religião. Veja o Salk Institute, dos Estados Unidos, um prédio lindo que parece um templo. Não podemos confundir as coisas. E inclusive para lidar com isso, precisamos das Humanidades e talvez até de religiosos para nos dizer o que é religião. Afinal, temos de respeitar as ideias e os avanços da ciência. Mas, ao mesmo tempo, devemos faltar com o respeito e tentar prová-las erradas”, concluiu.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>História da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institutional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicine</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-04-19T19:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/saude-sociedade-e-historia-uma-revisita-as-contribuicoes-de-ricardo-bruno-mendes-goncalves-16-de-marco-de-2017">
    <title>Saúde, Sociedade e História: Uma Revisita às Contribuições de Ricardo Bruno Mendes Gonçalves - 16 de março de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/saude-sociedade-e-historia-uma-revisita-as-contribuicoes-de-ricardo-bruno-mendes-goncalves-16-de-marco-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-16T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ars-magna-1545">
    <title>Ars Magna, 1545</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ars-magna-1545</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O livro “<a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Ars_Magna_(Gerolamo_Cardano)">Artis Magnae Sive de Regulis Algebraici</a>” de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Girolamo_Cardano">Girolano Cardano</a>, mais conhecido como “Ars Magna” foi publicado em 1545 e é, por muitos, <span>considerado um dos três grandes trabalhos sobre Ciência escritos durante a Renascença. Mais do que um texto sobre equações algébricas, esse livro representou à época um novo olhar sobre antigos problemas, não sem uma profunda controvérsia envolvendo a autoria dos métodos ali descritos.</span></p>
<p>Após discutirmos o contexto em que ele foi escrito e as polêmicas que suscitou, iremos analisar a importância desse livro para a História da Matemática.</p>
<p><b><span>Conferencista</span></b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/flavio-ulhoa-coelho" class="external-link">Flavio Ulhoa Coelho</a> (IEA, IME e CHC - USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Exatas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Matemática</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-10T20:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/3o-congresso-de-ciencia-e-tecnica-da-usp">
    <title>3º Congresso de História da Ciência e Técnica enfatiza diálogo com outras áreas do conhecimento</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/3o-congresso-de-ciencia-e-tecnica-da-usp</link>
    <description>Diálogos e Fronteiras é o tema do 3º Congresso de História da Ciência e Técnica da USP, que se realiza de 8 a 10 de novembro no campus Butantã da Universidade. O congresso é organizado pelo Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina do IEA e pelo Centro Interunidade de História da Ciência (CHC) da USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/logo-do-3o-congresso-de-historia-da-ciencia-e-tecnica" alt="Logo do 3º Congresso de História da Ciência e Técnica" class="image-right" title="Logo do 3º Congresso de História da Ciência e Técnica" />Diálogos e Fronteiras é o tema do 3º Congresso de História da Ciência e Técnica da USP, que se realiza de 8 a 10 de novembro no campus Butantã da Universidade. A <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/4CircularIIICongressodeHistriadaCinciaeTcnicadaUSPatualizadoem23102023.pdf">programação</a> inclui conferências, <span>simpósios temáticos, </span><span>mesa-redonda e sessões de pôsteres. A participação é aberta a pessoas não inscritas.</span></p>
<p>Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/khronos-historia-da-ciencia-epistemologia-e-medicina">Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</a> do IEA e pelo <a href="https://chc.fflch.usp.br/" target="_blank">Centro Interunidade de História da Ciência (CHC)</a> da USP, o congresso visa discutir a historicidade das atividades científicas e técnicas, em diálogo com a sociedade.</p>
<p>De acordo com o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gildo-magalhaes-dos-santos">Gildo Magalhães dos Santos</a>, coordenador do grupo e diretor do CHC, o alcance das atividades científicas e técnicas é cada vez mais extraordinário, mas a divulgação e acessibilidade aos resultados não são satisfatórias. “A história por trás desse desenvolvimento mostra a necessidade de transpor fronteiras e colocar a ciência e a técnica em diálogo com outras áreas de conhecimento”, acrescenta.</p>
<p>As manhãs dos três dias serão dedicadas a 11 simpósios temáticos sobre:</p>
<ul>
<li>Ideias, Instituições e Lugares Ligados ao Conhecimento</li>
<li>Comunicação e Divulgação do Saber Científico e Técnico</li>
<li>Controvérsias Científicas e Técnicas</li>
<li>Relações entre Ciências e Técnicas</li>
<li>Instrumentos e Ferramentas de Pesquisa</li>
<li>Políticas Públicas e o Papel Social de Cientistas e Técnicos</li>
<li>Fontes, Documentação e Historiografia</li>
<li>Desenvolvimento Científico/Técnico Local e Global</li>
<li>A História da Ciência e Técnica e o Seu Diálogo com a Educação</li>
<li>História da Ciência, Filosofia da Ciência e Suas interfaces </li>
<li>Interdisciplinaridade e Complementaridade de Conhecimentos</li>
</ul>
<p>Os simpósios serão realizados em salas do Departamento de Geografia e do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) - na Avenida Prof. Lineu Prestes, 338, Cidade Universitária, São Paulo - e em salas do Instituto Butantan, com acesso próximo aos departamentos.</p>
<p>No dia 8, às 14h30, o historiador da ciência Lewis Pyenson, professor emérito da Universidade do Oeste de Michigan, EUA, fará a conferência “A Relevância de Einstein e Picasso para a Educação Hoje” [em inglês, sem tradução]. No mesmo dia, às 17h<span>, será inaugurada a instalação “Ciência e Arte”, com curadoria do artista plástico <span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/walter-miranda" class="external-link">Walter Miranda</a>.</span></p>
<p><span>No dia 9, às 11h, o professor </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joao-cortese" class="external-link">João Cortese</a><span>, do Instituto de Biociências da USP, fará a conferência </span><span>"Pascal e uma 'Filosofia da Prioridade': Como Avaliar a Generalidade Matemática em um Concurso?"</span><span>. Às 14h30 do mesmo dia, acontece a mesa-redonda “Financiamento e Políticas Públicas de Ciência e Tecnologia”, com a participação de Olival Freire Junior (diretor científico do CNPq), Paulo Lee Ho (Instituto Butantan) e Kip Garland (iSEED). Às 17h, ocorrerá o lançamento dos livros:</span></p>
<ul>
<li>“Entre Metafísica, Distopia e Mecenato”, de Vanete Santana-Dezmann;</li>
<li>“Robôs e Inteligência Artificial nas Telas - Tecnociência, Imaginário e Política na Ficção”, de Lívia de Pádua Nóbrega;</li>
<li>“Spaces and Ideas - An Overview of the Entangled German ‘Begegnung’ with Brazil”, de vários autores;</li>
<li>"Meu caro Einstein e Outras Histórias da Ciência e da Técnica", de Gildo Magalhães dos Santos.</li>
</ul>
<p>As sessões de pôsteres serão nos dias 8 e 10, das 12 às 14h. A última conferência do congresso será feita por Gildo Magalhães dos Santos no dia 10, às 14h30, sobre o tema “Controvérsias Científicas: Cui Prodest?".</p>
<p>As três conferências e a mesa-redonda serão realizadas no Auditório Milton Santos, no Departamento de Geografia da FFLCH.</p>
<hr />
<p><i><strong>3º Congresso de História da Ciência e Técnica da USP - Diálogos e Fronteiras</strong><br />8 a 10 de novembro<br />Prédio de Geografia e História e Instituto Butantan, Cidade Universitária, São Paulo<br />Mais informações: envie mensagem para </i><i><a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a> ou <a href="mailto:chciencia@usp.br">chciencia@usp.br<br /></a></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/3o-congresso-historia-ciencia-tecnica-usp" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência e Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-11-07T11:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ricardo-bruno-mendes-goncalves-e-a-saude-coletiva">
    <title>Saúde, Sociedade e História: Uma Revisita às Contribuições de Ricardo Bruno Mendes Gonçalves</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ricardo-bruno-mendes-goncalves-e-a-saude-coletiva</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Ricardo Bruno Mendes Gonçalves (1946-1996) foi professor do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e um dos teóricos que participou da construção do campo da Saúde Coletiva brasileira nos anos 1970-1990.</p>
<p>Partindo de breves informações biográficas e bibliográficas, assim como de aspectos relevantes acerca do contexto histórico no qual se situa sua produção, serão revisitados os principais trabalhos do autor, seus desdobramentos nas linhas de investigação de seus alunos e seu legado para a Saúde Coletiva.</p>
<p>Serão destacados a gênese e o desenvolvimento da Teoria do Processo de Trabalho em Saúde e seus aportes para a compreensão e a investigação empírica das dimensões sócio-históricas das práticas de saúde e para a reconstrução de saberes e tecnologias no âmbito da Reforma Sanitária Brasileira.</p>
<p><strong>Expositor</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-ricardo-de-carvalho-mesquita-ayres" class="external-link">José Ricardo Ayres</a> (FM-USP)</p>
<p><strong>Moderador</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gildo-magalhaes-dos-santos" class="external-link">Gildo Magalhães dos Santos</a> (FFLCH e IEA - USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-01-24T20:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/2o-congresso-usp-de-historia-da-ciencia-e-tecnica">
    <title>Abertas as inscrições para o 2º Congresso de História da Ciência e da Técnica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/2o-congresso-usp-de-historia-da-ciencia-e-tecnica</link>
    <description>2º Congresso de História da Ciência e da Técnica será realizado de 10 a 12 de abril de 2019, no Auditório Nicolau Sevcenko, no Prédio da História e Geografia, Cidade Universitária, São Paulo. As inscrições de trabalhos podem ser feitas até 11 de janeiro de 2019. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-f4e4d619a73a4235b68ea3b83d35b3c2 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-f4e4d619a73a4235b68ea3b83d35b3c2">
<p style="text-align: left; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/2o-congresso-de-historia-da-ciencia-e-da-tecnica" alt="2º Congresso de História da Ciência e da Técnica" class="image-right" title="2º Congresso de História da Ciência e da Técnica" />Os interessados em apresentar comunicação oral ou pôster no 2º Congresso de História da Ciência e da Técnica, têm até o dia <b>11 de janeiro </b>para encaminhar os resumos das contribuições à coordenação do encontro. A notificação de aceite acontecerá no dia <b>1º de fevereiro</b>.</p>
<p style="text-align: left; ">Organizado pelo <a class="external-link" href="http://www.usp.br/chc">Centro Interunidades de História da Ciência (CHC)</a> da USP e pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/khronos-historia-da-ciencia-epistemologia-e-medicina" class="external-link">Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</a> do IEA, o congresso será realizado de 10 a 12 de abril de 2019, no Auditório Nicolau Sevcenko, no Prédio da História e Geografia USP, Cidade Universitária, São Paulo, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet.</p>
<p style="text-align: left; ">O sucesso do 1º Congresso, ocorrido em novembro de 2017, foi o principal estímulo para a promoção da segunda edição da iniciativa, agora mais abrangente, graças à abertura à participação de integrantes de todas as universidades e institutos de pesquisa paulistas e professores de escolas de ensino básico do Estado.</p>
<p style="text-align: left; ">O congresso tem por tema "Desafios Contemporâneos" e pretende partir da historicidade das atividades científicas e técnicas para problematizar a relevância dessa história para a sociedade em geral, além de proporcionar uma oportunidade para o estreitamento das relações entre pesquisadores.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Tópicos</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Serão aceitos trabalhos compreendidos pelos seguintes tópicos historiográficos:</p>
<ul>
<li>ideias, instituições e lugares ligados ao conhecimento científico e técnico;</li>
<li>comunicação e divulgação do saber científico e técnico;</li>
<li>controvérsias científicas e técnicas;</li>
<li>relações entre ciências e técnicas;</li>
<li>políticas públicas e o papel social dos cientistas e técnicos;</li>
<li>fontes, documentação e historiografia da ciência e técnica;</li>
<li>desenvolvimento científico e técnico local/global;</li>
<li>a história da ciência e seu diálogo com a educação;</li>
<li>história da ciência, filosofia da ciência e suas interfaces.</li>
</ul>
</div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-f4e4d619a73a4235b68ea3b83d35b3c2 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-f4e4d619a73a4235b68ea3b83d35b3c2">
<ul>
</ul>
</div>
<p> </p>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-f4e4d619a73a4235b68ea3b83d35b3c2 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-f4e4d619a73a4235b68ea3b83d35b3c2">
<ul>
</ul>
<p><strong>Submissão de trabalhos</strong></p>
<p>O resumo para comunicação oral ou pôster deve ter texto com 800 a 1.600 caracteres, título com até 160 caracteres, três a cinco palavras-chave, nome(s) do(s) autor(es) e seu vínculo institucional. O envio até 11 de janeiro deve se dar mediante <a class="external-link" href="http://goo.gl/xuW1ML" target="_blank">ficha de inscrição</a> online.</p>
<p>Cada participante pode ser o primeiro autor de apenas um trabalho, seja comunicação oral ou pôster, e coautor de mais dois. Os alunos de graduação podem se inscrever apenas na modalidade pôster.</p>
<p><strong>Taxas</strong></p>
<p>Destinadas a cobrir despesas gerais do congresso, as taxas de inscrição de trabalhos serão cobradas - das comunicações e pôsteres aceitos - por meio de boleto bancário e devem ser pagas até 15 de fevereiro.</p>
<p>As taxas variam de R$ 10,00 a R$ 60,00 no caso de associados ao CHC-USP e de R$ 20,00 a R$ 120,00 para não sócios do centro. Ouvintes sem recebimento de certificado serão isentos. (<i>Veja a <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/2o-congresso-de-historia#taxas" class="external-link">tabela</a> com as taxas para cada perfil de participante.</i>)</p>
<p><i><strong><i> </i></strong></i></p>
<hr />
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-f4e4d619a73a4235b68ea3b83d35b3c2 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-f4e4d619a73a4235b68ea3b83d35b3c2"><i><strong><i>2º Congresso de História da Ciência e da Técnica</i></strong><br /></i><i>10 a 12 de abril de 2019<br /></i><i>Auditório Nicolau Sevcenko, Prédio da História e Geografia, avenida Lineu Prestes, 338, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Submissão de trabalhos (</i><i>até 11 de janeiro) por</i><i> <a class="external-link" href="http://goo.gl/xuW1ML" target="_blank">ficha de inscrição</a> online</i></div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-f4e4d619a73a4235b68ea3b83d35b3c2 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text "><i>Evento com transmissão </i><i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a></i><i> pela internet (não é preciso se inscrever para acompanhá-lo via rede)<br /></i><i>Mais informações: com Cláudia Regina Pereira (<a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>)</i><i>, telefone (11) 3091-1686<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/2o-congresso-de-historia" class="external-link">Página do evento</a></i></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-10-24T13:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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