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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 11 to 25.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cursos-hegel-virada-filologica">
    <title>Os Cursos de Estética de Hegel Depois da Virada Filológica: Novas Fontes e Balanços Incomuns</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cursos-hegel-virada-filologica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A palestra terá como tema a edição crítica da estética de Hegel, que recebeu novos impulsos com a descoberta dos cadernos de Carové, da época em que Hegel era professor em Heibelderg, em 1818.</p>
<p>Carové foi aluno de Hegel, assistiu aos cursos de Hegel, tomando nota de suas aulas. Trata-se de uma descoberta fantástica, pois até hoje só temos notícia dos Cursos de estética da época de Berlim (1820-1830).</p>
<p>Francesca Ianelli faz parte do grupo que está fazendo a edição crítica destes cadernos na Alemanha.</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/francesca-ianelli" class="external-link">Francesca Iannelli</a> (Universidade de Roma Três)</p>
<p><b>Coordenação:</b> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marco-aurelio-werle" class="external-link"></a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marco-aurelio-werle" class="external-link">Marco Aurélio Werle</a> (FFLCH-USP)</p>
<h3 style="text-align: left; "><b>Transmissão:</b></h3>
<p style="text-align: left; ">Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-10-10T17:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/curso-circulacoes-literarias-br-fr">
    <title>IEA oferece curso gratuito sobre circulações literárias entre Brasil e França no século 20</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/curso-circulacoes-literarias-br-fr</link>
    <description>Oferecido na modalidade online, o curso será realizado entre 25 de setembro e 22 de outubro. As inscrições têm início em 25 de agosto e vão até 5 de setembro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Veja também</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cursos/circulacoes-literarias-brasil-franca" class="external-link">Programação completa</a></p>
<p><a class="external-link" href="https://uspdigital.usp.br/apolo/apoObterCurso?cod_curso=370400021&amp;cod_edicao=25001&amp;numseqofeedi=1">Inscrições</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>As relações culturais entre Brasil e França, que remontam ao século XVI, serão revisitadas em um curso gratuito promovido pelo </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/nupebraf" class="external-link">Grupo de Pesquisa Brasil-França</a> (Grupebraf/IEA-USP)</span><span>. Intitulado </span><i>“<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cursos/circulacoes-literarias-brasil-franca" class="external-link">Circulações Literárias Brasil–França no Século XX</a>”</i><span>, o curso integra a programação da quarta edição da Semana Franco-Uspiana e da </span><span>Saison France-Brésil 2025</span><span>, evento internacional que celebra os 200 anos das relações diplomáticas entre os dois países.</span></p>
<p>Oferecido na modalidade online, via Zoom, o curso será realizado entre 25 de setembro e 22 de outubro, sempre às segundas e quartas-feiras, das 14h30 às 16h, com exceções na aula inaugural (25/09, quinta-feira) e na aula de encerramento (22/10, das 9h30 às 11h). As inscrições estarão abertas de <b>25 de agosto a 5 de setembro</b>, e a matrícula será confirmada a partir de 8 de setembro.</p>
<p><b>Um percurso pela literatura</b></p>
<p>A proposta é revisitar os diálogos literários entre os dois países ao longo do século 20, a partir de diferentes períodos e autores. O programa passa pela crítica de Monteiro Lobato às influências francesas, a experiência modernista de Sérgio Milliet em Paris, as crônicas parisienses de Oswald de Andrade, a recepção da literatura francesa no Brasil durante e após a Segunda Guerra Mundial, até a circulação internacional de Jorge Amado, Guimarães Rosa, Rubem Fonseca, Clarice Lispector e autoras contemporâneas como Djamila Ribeiro.</p>
<p><b>Programação das aulas</b></p>
<ul>
<li>
<p><b>25/09</b> – <i>“Ensarnei-me a fundo na sarna gálica”: Monteiro Lobato e a literatura francesa</i>, com Ana Luíza Bedê</p>
</li>
<li>
<p><b>29/09</b> – <i>De Serge a Sérgio: Milliet em São Paulo e em Paris na década de 1920</i>, com Valter Cesar Pinheiro (UFS)</p>
</li>
<li>
<p><b>01/10</b> – <i>As crônicas parisienses de Oswald de Andrade</i>, com Conrado A. B. Fogagnoli (USP)</p>
</li>
<li>
<p><b>06/10</b> – <i>Traduzir a França no Brasil: literatura de guerra, resistência e engajamento intelectual (1940-1960)</i>, com Fabiana Marchetti (Unesp)</p>
</li>
<li>
<p><b>08/10</b> – <i>Femmes de Lettres: estudos sobre Simone de Beauvoir no Brasil</i>, com Angela das Neves (USP)</p>
</li>
<li>
<p><b>13/10</b> – <i>Gabriela desembarca em Paris</i>, com Antonio Dimas (USP)</p>
</li>
<li>
<p><b>15/10</b> – <i>A recepção de Corpo de Baile na França dos anos 1960</i>, com Márcia Valéria Martinez de Aguiar</p>
</li>
<li>
<p><b>20/10</b> – <i>Considerações acerca da rota literária da obra de Rubem Fonseca traduzida para o francês</i>, com Maria Cláudia Rodrigues Alves (Unesp)</p>
</li>
<li>
<p><b>22/10</b> – <i>Circulação de escritos e feminização da cultura entre Brasil e França</i>, com Natalia Guerellus (Université Jean Moulin Lyon 3)</p>
</li>
</ul>
<p><b>Organização</b></p>
<p>O curso é organizado por Ana Luíza Bedê (Grupebraf/IEA) e Márcia Valéria Martinez de Aguiar (Unifesp e Grupebraf/IEA), com coordenação da pesquisadora Marisa Midori Deaecto (ECA/USP e Grupebraf/IEA).</p>
<p>São oferecidas 100 vagas e não há pré-requisitos além da inscrição. Para aprovação, será exigida frequência mínima de 75%.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Curso</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Brasil-França</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-08-22T19:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/posse-dos-titulares-2025-2026-da-catedra-olavo-setubal-2013-transversalidades-18-08-2025">
    <title> Posse dos Titulares 2025-2026 da Cátedra Olavo Setubal – Transversalidades 18/08/2025</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/posse-dos-titulares-2025-2026-da-catedra-olavo-setubal-2013-transversalidades-18-08-2025</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-08-20T19:02:01Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-olavo-setubal-titulares-2025-2026">
    <title>Novos titulares da Cátedra Olavo Setubal tomam posse no dia 18 de agosto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-olavo-setubal-titulares-2025-2026</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/alemberg-quindins-nisia-trindade-lima-e-fernando-jose-de-almeida-1/image" alt="Alemberg Quindins, Nísia Trindade Lima e Fernando José de Almeida - Cariri, 2025" title="Alemberg Quindins, Nísia Trindade Lima e Fernando José de Almeida - Cariri, 2025" height="572" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Alemberg Quindins, Nísia Trindade Lima e Fernando José de Almeida, novos titulares da Cátedra Olavo Setubal, tratarão de temas transversais que perpassam a noção de território</dd>
</dl></p>
<p>No século 20, o território deixou de ser considerado apenas um espaço delimitado geograficamente para constituir-se numa construção social moldada pelas relações de poder e práticas sociais. A partir dessa ampliação de significado, via geografia crítica, as ciências sociais e as humanidades passaram a vê-lo como um campo de relações, memórias, afetos, lutas e criação coletiva, no qual se evidenciam desigualdades históricas e estruturais, mas também onde florescem redes solidárias, respostas criativas e aprendizados sociais.</p>
<p>É com base nessa concepção que <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alemberg-quindins">Alemberg Quindins</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernando-jose-de-almeida">Fernando José de Almeida </a>e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nisia-trindade-lima">Nísia Trindade Lima</a>, novos titulares da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia">Cátedra Olavo Setubal – Transversalidades: Arte, Cultura, Ciência e Educação</a> (parceria entre o IEA e a <a href="https://www.fundacaoitau.org.br/">Fundação Itaú</a>) irão desenvolver o programa Territórios: Diversidades, Desigualdades e Aprendizados Sociais até meados de 2026.</p>
<p>Apesar de terem iniciado em junho as atividades de seu programa de trabalho, eles tomarão posse oficialmente no dia 18 de agosto, às 14h30, em cerimônia na Sala do Conselho Universitário da USP, com transmissão pelo <a href="https://www.youtube.com/@iea-usp">canal do IEA no YouTube</a>. É necessário fazer <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/titulares-cos-2025-2026" class="external-link">inscrição prévia online</a> para acompanhar a cerimônia presencialmente ou pela internet.</p>
<p>Quindins é músico, empreendedor social, escritor e criador da Fundação Casa Grande - Memorial do Homem Kariri, em Nova Olinda, CE. Filósofo e educador, Almeida atua como professor universitário e gestor público na área de educação de São Paulo, onde já foi secretário municipal ; Lima é socióloga, professora universitária e foi a primeira mulher a presidir a Fiocruz e a responder pelo Ministério da Saúde [leia <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/novos-titulares-catedra-olavo-setubal">notícia</a> sobre a escolha dos três e a nova proposta acadêmica da cátedra].</p>
<p><strong>Diversidade</strong></p>
<p>De acordo com a coordenação acadêmica da cátedra, a diversidade de formação e áreas de atuação dos novos titulares cria um espaço privilegiado de convergência entre arte, cultura, ciência, educação, saúde e gestão pública, articulando saberes acadêmicos, iniciativas institucionais e experiências territoriais.</p>
<p>Ao elaborar o programa de sua titularidade, os três reafirmaram a compreensão do território como espaço socialmente construído em constante transformação e atravessado por dimensões afetivas e políticas. Também ressaltaram sua especificidade como local de manifestação de diversidades (reconhecidas como expressões da riqueza cultural, étnica, de gênero e de saberes) e desigualdades (com complexidade estrutural a impor urgência de políticas públicas e práticas de enfrentamento sensíveis às especificidades de cada realidade).</p>
<p>Os catedráticos atentaram também para a importância de valorizar o território como lugar de aprendizados sociais, entendidos como processos coletivos de inovação, resistência e reinvenção que emergem em contextos de crise e nas vivências cotidianas. Outra característica do programa é assumir a ciência como componente da cultura presente no território, reconhecendo a importância da integração entre saberes acadêmicos e populares, bem como das múltiplas formas de produção e circulação de conhecimento em diferentes contextos. O plano de atividades do programa inclui três iniciativas:</p>
<ul>
<li>série Cátedra em Movimento – Encontros Territoriais compreende atividades      em diversos lugares de junho a outubro de 2025 (já ocorreram encontros na      Fiocruz e redondezas, no Rio de Janeiro, e em Nova Olinda (CE), em julho);</li>
</ul>
<ul>
<li>seminário “Territorialidade: Diversidades, Desigualdades e Aprendizados      Sociais”, em novembro de 2025, que fará um balanço dos encontros      territoriais;</li>
</ul>
<ul>
<li>disciplina de pós-graduação “Territorialidade: Diversidades, Desigualdades      e Aprendizados Sociais”, a ser oferecida em parceria com a Pró-Reitoria de      Pós-Graduação no primeiro semestre de 2026.</li>
</ul>
<p><strong>Transversalidade</strong></p>
<p>A abordagem metodológica do programa será a da transversalidade, de acordo com as diretrizes da cátedra. Nesse sentido, as atividades almejam integrar arte, ciência, cultura, educação e saúde, rompendo fronteiras disciplinares. Com essa preocupação, o programa será desenvolvido a partir de uma série de eixos estruturantes. Entre eles está o exame da questão do pertencimento ao território, com ênfase na exploração das relações entre espaço, memória, afetividade e identidade.</p>
<p>O programa também analisará as múltiplas desigualdades dos territórios a serem estudados, mas com a preocupação simultânea de identificar estratégias públicas de enfrentamento adequadas às especificidades locais. Em paralelo a isso, os catedráticos pretendem adotar uma postura "crítica às perspectivas que dão relevo ao que falta ao Brasil, em especial aos grupos que mais sofrem o impacto das desigualdades sociais, sejam elas de classe, gênero ou etnorraciais, ignorando as potencialidades presentes na sociedade".</p>
<p>Nesse processo de valorização de potencialidades, o programa pretende investigar temas como memória, trabalho e política como campos de aprendizado, resistência e reinvenção social, com atenção especial ao papel das experiências locais na sistematização e difusão de práticas inovadoras e inspiradoras com potencial transformador.</p>
<p>Entre os aspectos ligados às experiências a serem analisados estão: as práticas educativas enraizadas nas realidades locais; as lições e novas práticas emergentes em função da pandemia de Covid-19; e o mapeamento, articulação e fortalecimento de redes institucionais, acadêmicas e comunitárias.</p>
<p>No âmbito cultural, a preocupação é com o reconhecimento do patrimônio como catalisador de inclusão e identidade, integrando arqueologia social inclusiva, museus orgânicos, moradas de conteúdo e saberes de mestres locais, e a abordagem do encantamento e sensibilidade por meio da visão da estética e do afeto como dimensões fundamentais da transformação social.</p>
<p>O programa também se preocupa com a ética do cuidado do futuro, com discussões sobre o compromisso com a responsabilidade intergeracional e com os princípios de sustentabilidade para orientar ações presentes e futuras.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Pedro Arcanjo/Fundação Casa Grande</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Território</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-08-07T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/exposicao-na-usp-ribeirao-preto-traz-reflexao-sobre-arte-e-pessoas-portadoras-de-deficiencias">
    <title>Exposição na USP Ribeirão Preto traz reflexão sobre arte e pessoas com deficiências</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/exposicao-na-usp-ribeirao-preto-traz-reflexao-sobre-arte-e-pessoas-portadoras-de-deficiencias</link>
    <description>Mostra, da artista Ana Vannucchi, fica no Espaço Cultural do IEA-RP até 5 de setembro; abertura, no dia 13 de agosto, terá debate sobre acessibilidade em espaços públicos de arte</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-8f313d16-7fff-0533-21e3-646f6681d092"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/PesSsoas1.png/@@images/9fab0ad4-6067-41ec-9e09-7e5a1e9c3c05.png" alt="" class="image-left" title="" />O Espaço Cultural do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP recebe, entre os dias 14 de agosto e 5 de setembro, a exposição “PesSsoas”, da artista plástica e fotógrafa Ana Vannucchi. A abertura será no dia 13 de agosto, a partir das 18h30, com uma roda de conversa sobre acessibilidade em espaços públicos de arte.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A concepção de “PesSsoas” teve início em julho de 2021, durante a pandemia de covid-19. Nesse período, em que a proximidade entre as pessoas estava comprometida pelo risco de transmissão do vírus, a artista passou a refletir sobre diferenças, preconceitos e violências que sofre enquanto pessoa, mulher, mãe e cuidadora de um filho com deficiência.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Os mesmos motivos que me fizeram priorizar a maternidade são os que hoje me trazem a necessidade urgente de invocação e reinvindicação de nossas invisibilidades enquanto seres humanos. Se a reinvindicação é justa, que os argumentos sejam definitivos e leves ao mesmo tempo”, afirma ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A mostra é composta por telas que envolvem técnicas como pintura acrílica, carimbo, desenho acrílico, arte digital e impressão em papel fotográfico. As obras trazem uma reflexão sobre união e afastamento entre as pessoas e o que as mantêm indiferentes ao “outro”, representado nos trabalhos por corpos tortos, fora dos padrões hegemônicos, com membros a menos, dedos a mais, mal funcionantes, assimétricos, cores distintas, olhos desiguais, alturas várias ou línguas diversas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ana Vannucchi é graduada em história e tem formações em fotografia e artes plásticas. Seu portfólio conta com mais de 40 exposições em diversas cidades brasileiras e também em outros países, como Portugal e França. Também já contribuiu com trabalhos em fotografia e ilustração para vários livros.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A exposição pode ser visitada gratuitamente, de segunda a sexta, das 8h30 às 16h30. O Espaço Cultural do IEA-RP fica localizado no campus da USP Ribeirão Preto, na Rua Pedreira de Freitas, casa 20, próximo ao Prédio Central da Faculdade de Medicina.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações: iearp@usp.br.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Acessibilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Exposição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Deficiência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-08-05T18:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/exposicoes/pesssoas">
    <title>PesSsoas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/exposicoes/pesssoas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-8f313d16-7fff-0533-21e3-646f6681d092"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>O Espaço Cultural do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP recebe, entre os dias 14 de agosto e 5 de setembro, a exposição “PesSsoas”, da artista plástica e fotógrafa Ana Vannucchi. A abertura será no dia 13 de agosto, a partir das 18h30, com uma roda de conversa sobre acessibilidade em espaços públicos de arte.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A concepção de “PesSsoas” teve início em julho de 2021, durante a pandemia de covid-19. Nesse período, em que a proximidade entre as pessoas estava comprometida pelo risco de transmissão do vírus, a artista passou a refletir sobre diferenças, preconceitos e violências que sofre enquanto pessoa, mulher, mãe e cuidadora de um filho com deficiência.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Os mesmos motivos que me fizeram priorizar a maternidade são os que hoje me trazem a necessidade urgente de invocação e reinvindicação de nossas invisibilidades enquanto seres humanos. Se a reinvindicação é justa, que os argumentos sejam definitivos e leves ao mesmo tempo”, afirma ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A mostra é composta por telas que envolvem técnicas como pintura acrílica, carimbo, desenho acrílico, arte digital e impressão em papel fotográfico. As obras trazem uma reflexão sobre união e afastamento entre as pessoas e o que as mantêm indiferentes ao “outro”, representado nos trabalhos por corpos tortos, fora dos padrões hegemônicos, com membros a menos, dedos a mais, mal funcionantes, assimétricos, cores distintas, olhos desiguais, alturas várias ou línguas diversas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ana Vannucchi é graduada em história e tem formações em fotografia e artes plásticas. Seu portfólio conta com mais de 40 exposições em diversas cidades brasileiras e também em outros países, como Portugal e França. Também já contribuiu com trabalhos em fotografia e ilustração para vários livros.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A exposição pode ser visitada gratuitamente, de segunda a sexta, das 8h30 às 16h30. O Espaço Cultural do IEA-RP fica localizado no campus da USP Ribeirão Preto, na Rua Pedreira de Freitas, casa 20, próximo ao Prédio Central da Faculdade de Medicina.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações: iearp@usp.br.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Acessibilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Exposição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Deficiência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-07-28T19:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conexoes-entre-arte-e-ciencia-sao-tema-de-palestra-presencial">
    <title>Conexões entre arte e ciência são tema de palestra presencial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conexoes-entre-arte-e-ciencia-sao-tema-de-palestra-presencial</link>
    <description>Evento é promovido pelo Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP e será realizado no auditório da FEA-RP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-2bc8a319-7fff-f2b0-444b-c7d2bd90aa18"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/ARTEEcincia1.png/@@images/0fea0854-2c4d-4ebb-b420-0ef12b04214a.png" alt="" class="image-left" title="" />Para debater as conexões entre a arte e ciências como a Física e a Matemática, o Instituto  de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP promove no dia 7 de agosto, a partir das 19h, a palestra “Arte e Ciência”. O evento será exclusivamente presencial, no anfiteatro Prof. Dr. Ivo Torres da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas, abertas a todos os públicos e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/V29wpr3eY85U1ayy6"><span>neste link</span></a><span>. Haverá envio de certificado de participação a todos que assinarem a lista de presença no dia. O evento não será transmitido pela internet.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O palestrante será o artista visual Manoel Veiga. Ele vai abordar as conexões entre ciência e arte presentes em seu trabalho, tanto no aspecto conceitual quanto nos aspectos prático e construtivo. Por meio da pintura e da fotografia, Veiga explora as noções de espaço e tempo, gerando novas relações entre suas formas de representação nos dois campos. Por isso, o artista passou a ter um contato constante com físicos e matemáticos de vários países, culminando na criação de uma plataforma internacional de colaboração, financiada pela National Science Foundation, dos Estados Unidos, e pelo Isaac Newton Institute, da Inglaterra.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Manoel Veiga é graduado em Engenharia Eletrônica pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e, após quatro anos trabalhando na área de automação industrial, passou a dedicar-se às Artes Plásticas. Estudou na Escola Nacional Superior de Belas-Artes e na Escola do Louvre em Paris, França. Realizou mostras em instituições e galerias pelo Brasil e exterior. Tem obras em coleções públicas como o Museu de Arte Contemporânea da USP, Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, e Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães, em Recife. Mais informações sobre seu trabalho estão disponíveis em </span><a href="http://www.manoelveiga.com.br"><span>www.manoelveiga.com.br</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O anfiteatro Prof. Dr. Ivo Torres fica no Bloco A da FEA-RP, dentro do campus da USP Ribeirão Preto (Av. Bandeirantes, 3900, Vila Monte Alegre, Ribeirão Preto-SP). Para mais informações sobre o evento, entre em contato com o e-mail </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-07-24T18:14:12Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/arte-e-ciencia">
    <title>Arte e Ciência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/arte-e-ciencia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-2bc8a319-7fff-f2b0-444b-c7d2bd90aa18">
<p dir="ltr"><span>Para debater as conexões entre a arte e ciências como a Física e a Matemática, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP promove no dia 7 de agosto, a partir das 19h, a palestra “Arte e Ciência”. O evento será exclusivamente presencial, no anfiteatro Prof. Dr. Ivo Torres da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas, abertas a todos os públicos e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/V29wpr3eY85U1ayy6"><span>neste link</span></a><span>. Haverá envio de certificado de participação a todos que assinarem a lista de presença no dia. O evento não será transmitido pela internet.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O palestrante será o artista visual Manoel Veiga. Ele vai abordar as conexões entre ciência e arte presentes em seu trabalho, tanto no aspecto conceitual quanto nos aspectos prático e construtivo. Por meio da pintura e da fotografia, Veiga explora as noções de espaço e tempo, gerando novas relações entre suas formas de representação nos dois campos. Por isso, o artista passou a ter um contato constante com físicos e matemáticos de vários países, culminando na criação de uma plataforma internacional de colaboração, financiada pela National Science Foundation, dos Estados Unidos, e pelo Isaac Newton Institute, da Inglaterra.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Manoel Veiga é graduado em Engenharia Eletrônica pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e, após quatro anos trabalhando na área de automação industrial, passou a dedicar-se às Artes Plásticas. Estudou na Escola Nacional Superior de Belas-Artes e na Escola do Louvre em Paris, França. Realizou mostras em instituições e galerias pelo Brasil e exterior. Tem obras em coleções públicas como o Museu de Arte Contemporânea da USP, Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, e Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães, em Recife. Mais informações sobre seu trabalho estão disponíveis em </span><a href="http://www.manoelveiga.com.br"><span>www.manoelveiga.com.br</span></a><span>.</span></p>
<span>O anfiteatro Prof. Dr. Ivo Torres fica no Bloco A da FEA-RP, dentro do campus da USP Ribeirão Preto (Av. Bandeirantes, 3900, Vila Monte Alegre, Ribeirão Preto-SP). Para mais informações sobre o evento, entre em contato com o e-mail </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a><span>.</span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-07-24T18:10:48Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/titulares-cos-2025-2026">
    <title>Posse dos Titulares 2025-2026 da Cátedra Olavo Setubal – Transversalidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/titulares-cos-2025-2026</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr"><span>No século 20, o território deixou de ser considerado  apenas um espaço delimitado geograficamente para constituir-se numa  construção social moldada pelas relações de poder e práticas sociais.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Com essa ampliação de significado, via geografia  crítica, as ciências sociais e as humanidades passaram a vê-lo como um  campo de relações, memórias, afetos, lutas e criação coletiva, no qual  se evidenciam desigualdades históricas e estruturais, mas também onde  florescem redes solidárias, respostas criativas e aprendizados sociais.</span></p>
<p dir="ltr"><span>É a partir dessa concepção que </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alemberg-quindins" class="external-link">Alemberg Quindins</a> (músico, empreendedor social, escritor e criador da Fundação Casa Grande - Memorial do Homem Kariri, CE); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernando-jose-de-almeida" class="external-link">Fernando José de Almeida</a> (filósofo, educador, professor e ex-secretário de educação da cidade de São Paulo) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nisia-trindade-lima" class="external-link">Nísia Trindade Lima</a> (socióloga, pesquisadora da Fiocruz, professora universitária, ex-presidente da Fiocruz e ex-ministra da Saúde), que <span>os três novos titulares da </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia"><span>Cátedra Olavo Setubal – Transversalidades: Arte, Cultura, Ciência e Educação</span></a><span> (parceria entre o IEA e </span><a href="https://www.fundacaoitau.org.br/" target="_blank"><span>Fundação Itaú</span></a><span>) desenvolverão o programa Territórios: Diversidades, Desigualdades e Aprendizados Sociais até meados de 2026.</span></p>
<h3><span>Programação</span></h3>
<p class="mceContentBody documentContent"><span class="external-link">Boas-vindas do coordenador acadêmico da Cátedra Olavo Setubal - Transversalidades: Arte, Cultura, Ciência e Educação,</span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link"> Martin Grossmann</a></p>
<p>Palavras da diretora do Instituto de Estudos Avançados, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a></p>
<p><span style="text-align: justify; ">Palavras do presidente da Fundação Itaú, </span><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-saron" class="external-link">Eduardo Saron</a></p>
<p><span style="text-align: justify; ">Palavras de </span><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/neca-setubal" class="external-link">Maria Alice Setubal</a><span style="text-align: justify; ">, representante da família Setubal</span></p>
<div style="text-align: justify; "></div>
<p style="text-align: justify; ">Palavras de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arissana-pataxo-braz" class="external-link">Arissana Pataxó</a>, catedrática em 2024-2025</p>
<p>Saudação aos catedráticos por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliana-sousa-silva" class="external-link">Eliana Sousa Silva</a>, catedrática em 2018</p>
<p>Discurso de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nisia-trindade-lima" class="external-link">Nísia Trindade Lima</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernando-jose-de-almeida" class="external-link">Fernando José de Almeida</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alemberg-quindins" class="external-link">Alemberg Quindins</a>, catedráticos 2025-2026</p>
<p><span>Palavras do reitor, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-gilberto-carlotti-jr" class="external-link">Carlos Gilberto Carlotti Junior</a></span></p>
<h3><b><span>Transmissão</span></b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-07-16T20:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/lucia-murat">
    <title>Lúcia Murat participa de encontro sobre direitos humanos e memória em seus filmes</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/lucia-murat</link>
    <description>Autora de diversos filmes premiados, ela fará apresentação no encontro “Imagens da Memória: Direitos Humanos no Cinema de Lúcia Murat”
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-85395fd0-7fff-a9ea-8bb3-a778db08ed24"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><dl class="image-right captioned" style="width:267px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lucia-murat/image" alt="Lúcia Murat" title="Lúcia Murat" height="400" width="267" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:267px;">A cineasta Lúcia Murat (Foto: Material promocional do programa 3 a 1 da TV Brasil, remixado por Olimor, CC BY 3.0 BR, via Wikimedia Commons)</dd>
</dl>No dia <strong>27 de junho</strong>, a cineasta brasileira Lúcia Murat estará no IEA para falar sobre o papel de seus filmes na defesa dos direitos humanos. Considerada a diretora com mais longas-metragens feitos para o circuito comercial na América Latina, Murat utiliza as telas para denunciar e lembrar os impactos da ditadura civil-militar na sociedade brasileira. O evento será às 10h, na Sala Alfredo Bosi do IEA, com transmissão ao vivo pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp">YouTube</a>. Para participar, é necessário realizar<a class="external-link" href="https://forms.gle/NZdG1i8tFJXexZYJ8"> inscrição prévia</a>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Em suas mais de quatro décadas de carreira, ela se firmou como uma referência brasileira e feminina no cinema. Suas obras retratam principalmente a questão da invisibilização de povos e desigualdades, com foco na resistência e reflexão contra a ditadura militar, período em que ela foi presa e torturada. No longa "</span><span>Que Bom Te Ver Viva"</span><span> (1989), Murat contou, a partir de uma série de depoimentos, sua história como presa política. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Ela assina filmes premiados, como</span><span> "</span><span>Quase Dois Irmãos"</span><span> (2004), melhor filme Íbero-Americano no Festival de Cinema de Mar del Plata e no </span><span>Paris Brazilian Film Festival</span><span>; "</span><span>A memória que me contam"</span><span> (2012), vencedor do prêmio Fipresci no Festival Internacional de Cinema de Moscou; e "</span><span>Praça Paris" </span><span>(2018), indicado a melhor filme no Festival Internacional de Cinema de Chicago.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Em sua obra mais recente, "</span><span>Hora do Recreio" (2025), </span><span>Murat mostra alunos em áreas de conflito e aborda temas como violência, racismo e feminicídio. O documentário foi laureado com a Menção Especial do Júri Jovem na Mostra Generation 14 Plus no Festival Internacional de Cinema de Berlim.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento "</span><span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/dh-cinema-lucia-murat" class="external-link">Imagens da Memória: Direitos Humanos no Cinema de Lúcia Murat</a>"</span><span> é organizado pelo </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/grupo-de-pesquisa-direitos-humanos-democracia-politica-e-memoria#:~:text=O%20grupo%20foi%20criado%20em,funcionou%20no%20Instituto%20de%20abril"><span>Grupo de Pesquisa em Direitos Humanos, Democracia e Memória</span></a><span> do IEA. “Suas obras, em todo percurso, foram provocativas de discussões fundamentais a respeito do comprometimento com a busca constante pela verdade histórica no Brasil”, explicam os organizadores. Confira a programação:</span></p>
<p><span><strong>10h</strong></span><span> <strong>- Boas-vindas</strong><br />Jacqueline Pitanguy</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>10h15</strong></span><span> - <strong>Diálogos com:</strong><br /> Lúcia Murat<br /> Amelinha Teles<br />Miriam Chnaiderman</span></p>
<p><span><strong>Organização:</strong></span><span><strong> </strong>Wânia Pasinato, Paulo Endo, Bruno Fedri, Cláudia Hoffman, Raíssa Wihby e Tânia Corghi Veríssimo<br /><br /> </span></p>
<hr />
<p><i><strong>Imagens da Memória: Direitos Humanos no Cinema de Lúcia Murat</strong></i></p>
<p><i> </i></p>
<p dir="ltr"><i><span>27 de junho, das 10h às 12h<br /></span></i><i>Local: Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Transmissão ao vivo no <a href="https://www.youtube.com/@iea-usp">canal do YouTube</a> do IEA<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, com <a class="external-link" href="https://forms.gle/NZdG1i8tFJXexZYJ8">inscrição prévia</a> e sem certificação</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Lívia Uchoa </dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cinema</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ditadura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-06-17T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/exposicoes/em-mente-sa">
    <title>Em Mente Sã</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/exposicoes/em-mente-sa</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-e96eff43-7fff-18aa-390a-c5303448cc19">
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://rp.iea.usp.br/cultural/"><span>Espaço Cultural do IEA-RP</span></a><span> recebe neste mês a exposição “Em Mente Sã”, dos artistas </span><a href="https://www.instagram.com/kille.puffydoodle/"><span>Kille</span></a><span> e Pedro Pagnano Ribeiro Simioni. A abertura será no dia 17 de junho, a partir das 18h, e o público poderá realizar visitas a partir do dia 18.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A mostra reúne 20 peças, entre desenhos e esculturas, que convidam o público a olhar não apenas para dentro de si, mas também para fora, e perceber que, entre a ordem e o delírio, talvez seja justamente na imaginação que habita a verdadeira lucidez.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Esta é a primeira exposição de Pedro, cujos desenhos utilizam técnicas mistas, como nanquim, lápis de cor, aquarela, óleo, giz a óleo, caneta esferográfica e carimbos. O jovem artista traz, neste recorte de sua produção, a figura humana transformada em um campo de experimentação, construindo uma estética inquieta de composições densas que refletem um estranho mundo de pensamentos. Suas obras oferecem não apenas imagens, mas estados mentais que conduzem a uma atmosfera de vigilância e silêncio, paranóia e introspecção.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Já as mini-esculturas de autoria do artista plástico e designer Kille são composições tridimensionais repletas de personagens coloridos e expressivos, feitas à base de polímero. A ideia das obras é transformar o excesso em linguagem e o lúdico em potência crítica. Suas criaturas — monstros, bichos e entidades híbridas — ocupam o espaço em volumes intensos e caóticos, verdadeiros ecossistemas em miniatura numa fusão de cores e texturas. O artista parte do imaginário infantil e do design de brinquedos para propor uma estética pop, psicodélica, afetuosa e magnética.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Formado em Design, Kille realizou cursos com artistas renomados como Carlos Fajardo e Nuno Ramos. Em Ribeirão Preto, abriu a Tapa Galeria, com a arquiteta e designer Luciana Pagnano. Em 2011, fundou a Kitopeq, uma fábrica de brinquedos de madeira com conceito de design interativo e original, e em 2018, a Milliepacco, linha de brinquedos colecionáveis de vinil que explora design e storytelling. Recentemente, lançou Kille Puffy Doodle, uma coleção de mini esculturas aglomeradas em polímero, inspiradas no universo pop, na arte urbana e na cultura visual contemporânea, unindo seu conhecimento na área industrial à criatividade e resultando em obras de arte irreverentes.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A exposição pode ser visitada gratuitamente até o dia 18 de julho, de segunda a sexta, das 8h30 às 16h30. O Espaço Cultural do IEA-RP fica localizado no campus da USP Ribeirão Preto, na Rua Pedreira de Freitas, casa 20, próximo ao Prédio Central da Faculdade de Medicina.</span></p>
<span>Mais informações: </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a><span>.</span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Exposição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-06-09T13:14:02Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/mostra-de-desenhos-e-esculturas-explora-lucidez-da-imaginacao">
    <title>Mostra de desenhos e esculturas explora lucidez da imaginação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/mostra-de-desenhos-e-esculturas-explora-lucidez-da-imaginacao</link>
    <description>“Em Mente Sã” pode ser visitada de 18 de junho a 18 de julho, no Espaço Cultural do IEA-RP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-d220748e-7fff-1b0f-3433-3a72b479cc21"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_emmentes1.png/@@images/82abc456-8bd5-4a22-a514-82b6d0eea084.png" alt="" class="image-left" title="" />O </span><a href="https://rp.iea.usp.br/cultural/"><span>Espaço Cultural do IEA-RP</span></a><span> recebe neste mês a exposição “Em Mente Sã”, dos artistas </span><a href="https://www.instagram.com/kille.puffydoodle/"><span>Kille</span></a><span> e Pedro Pagnano Ribeiro Simioni. A abertura será no dia 17 de junho, a partir das 18h, e o público poderá realizar visitas a partir do dia 18.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A mostra reúne 20 peças, entre desenhos e esculturas, que convidam o público a olhar não apenas para dentro de si, mas também para fora, e perceber que, entre a ordem e o delírio, talvez seja justamente na imaginação que habita a verdadeira lucidez.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Esta é a primeira exposição de Pedro, cujos desenhos utilizam técnicas mistas, como nanquim, lápis de cor, aquarela, óleo, giz a óleo, caneta esferográfica e carimbos. O jovem artista traz, neste recorte de sua produção, a figura humana transformada em um campo de experimentação, construindo uma estética inquieta de composições densas que refletem um estranho mundo de pensamentos. Suas obras oferecem não apenas imagens, mas estados mentais que conduzem a uma atmosfera de vigilância e silêncio, paranóia e introspecção.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Já as mini-esculturas de autoria do artista plástico e designer Kille são composições tridimensionais repletas de personagens coloridos e expressivos, feitas à base de polímero. A ideia das obras é transformar o excesso em linguagem e o lúdico em potência crítica. Suas criaturas — monstros, bichos e entidades híbridas — ocupam o espaço em volumes intensos e caóticos, verdadeiros ecossistemas em miniatura numa fusão de cores e texturas. O artista parte do imaginário infantil e do design de brinquedos para propor uma estética pop, psicodélica, afetuosa e magnética.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Formado em Design, Kille realizou cursos com artistas renomados como Carlos Fajardo e Nuno Ramos. Em Ribeirão Preto, abriu a Tapa Galeria, com a arquiteta e designer Luciana Pagnano. Em 2011, fundou a Kitopeq, uma fábrica de brinquedos de madeira com conceito de design interativo e original, e em 2018, a Milliepacco, linha de brinquedos colecionáveis de vinil que explora design e storytelling. Recentemente, lançou Kille Puffy Doodle, uma coleção de mini esculturas aglomeradas em polímero, inspiradas no universo pop, na arte urbana e na cultura visual contemporânea, unindo seu conhecimento na área industrial à criatividade e resultando em obras de arte irreverentes.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A exposição pode ser visitada gratuitamente até o dia 18 de julho, de segunda a sexta, das 8h30 às 16h30. O Espaço Cultural do IEA-RP fica localizado no campus da USP Ribeirão Preto, na Rua Pedreira de Freitas, casa 20, próximo ao Prédio Central da Faculdade de Medicina.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações: </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a><span>.</span></p>
<div><span><br /></span></div>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Exposição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-06-09T13:09:28Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/torre-do-relogio-2">
    <title>Concerto da Osusp em parceria com o IEA no dia 31 de maio será um diálogo da música com a ciência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/torre-do-relogio-2</link>
    <description>O "Torre do Relógio II", concerto da Orquestra Sinfônica da USP (Osusp) no dia 31 de maio, às 16h, organizado em parceria com e do IEA, buscara refletir sobre a diversidade de pensamento no fazer musical e científico e o papel da ciência na solução de problemas contemporâneos.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:468px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/apresentacao-da-osusp/image" alt="Apresentação da Osusp" title="Apresentação da Osusp" height="584" width="468" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:468px;">Desde o ano passado, os concertos da série ''Torre do Relógio'' da Osusp são organizados em parceria com unidades da USP, procurando relacionar a música com áreas das ciências, humanidades e artes presentes na Universidade; este ano a série faz parte das comemorações do cinquentenário da orquestra</dd>
</dl></p>
<p>Uma polifonia de vozes da música e da ciência dialogando sobre suas conexões. Assim será o "Torre do Relógio II - Ideias em Contraponto", concerto da <a class="external-link" href="https://osusp.prceu.usp.br/">Orquestra Sinfônica da USP (Osusp)</a> no dia <strong>31 de maio, às 16h</strong>, organizado em parceria com o IEA. Em 2025, a série "Torre do Relógio" e demais concertos da temporada celebram os 50 anos da orquestra.</p>
<p>Conduzida pelo regente titular e diretor artístico da Osusp, <a class="external-link" href="https://tobiasvolkmann.com/pt-br/biografia/">Tobias Volkmann</a>, a apresentação terá obras de Leonora Duarte (1610-1678), Johann Sebastian Bach (1685-1750), Silvio Ferraz (1959- ), Richard Wagner (1813-1883) e Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791).</p>
<p>Como é característico da série, o concerto contará com palestras curtas de professores, desta vez <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, diretora e vice-diretor do IEA. Eles falarão sobre a diversidade de pensamento no fazer musical e científico e o papel da ciência na solução de problemas contemporâneos.</p>
<p>A apresentação será realizada no Centro Cultural Camargo Guarnieri, na rua do Anfiteatro, 109, Cidade Universitária, São Paulo. Os ingressos estão<b> esgotados</b>. A participação do público é gratuíta e solidária, com a doação de 1 kg de alimento não perecível para famílias em situação de vulnerabilidade social.</p>
<p>Volkmann explica que a série tem como referências os baixos e altos relevos nas duas faces da Torre do Relógio da Cidade Universitária, uma delas dedicada às ciências naturais e à matemática e a outra às ciências sociais, humanidades e artes. "O princípio que norteia a série é o encontro da arte com a ciência, com cada concerto tendo o repertório pensado a partir do encontro com áreas científicas e cientistas da Universidade, que participam com falas durante a apresentação, a partir de um tema em comum",</p>
<p>A série foi criada em 2023, pelo regente titular anterior da Osusp, Gil Jardim. Em 2024, Volkmann continuou com ela, passando a organizar os concertos em parcerias com unidades da USP. Em abril, foi realizado o "Torre do Relógio I", que envolveu os museus da Universidade. No segundo semestre serão realizados mais três concertos, cujas parcerias estão em definição.</p>
<p><strong>Contraponto e diálogo científico</strong></p>
<p>Em conversas com o vice-diretor do IEA, o maestro chegou à conclusão de que o contraponto pode ser associado ao que o Instituto se propõe a fazer: promover o encontro de ciências de distintas áreas em um diálogo e uma associação que em sua diversidade busca encontrar novos caminhos comuns.</p>
<p>Segundo Volkmann, a intenção na primeira parte do concerto é justamente mostrar a técnica do contraponto, a polifonia, em uma pequena evolução histórica, de modo que o público seja capaz de ouvir o que é a estrutura dessa técnica, que é a sobreposição de distintas vozes independentes, mas com um ponto de encontro em termos estruturais, de princípios harmônicos. "As vozes se alternam entre dissonâncias e consonâncias para encontrar um ponto final comum."</p>
<p>O concerto terá início com três peças (a terceira, uma sinfonia) de Leonora Duarte, compositora luso-flamenga-judia. “São obras curtas para cinco violas da gamba, que na nossa versão serão ‘reinstrumentadas’ para formações distintas da Osusp. Ou seja, começamos com muito contraponto em sua versão mais inicial para a música instrumental”, diz o maestro. Apesar de não ser a motivação principal, também é possível associar a obra da compositora à consolidação da Revolução Científica (baseada na observação e experimentação) no século 17.</p>
<p>Em seguida, haverá três instrumentações distintas para três contrapontos da Arte da Fuga de Bach, o grande mestre do contraponto. "Nele, a polifonia se torna mais complexa e o público vai poder perceber o quanto ideias diferentes e independentes têm condições de se combinar e produzir algo de grande complexidade e extremamente belo", comenta Volkmann.</p>
<p>Não deixa de ser pertinente sugerir uma relação entre a polifonia musical com as diferentes visões sobre fenômenos científicos e a convivência, diálogo e interação (no caso da interdisciplinaridade) de ideias e opiniões presentes numa instituição acadêmica, considera Volkmann.</p>
<p><strong>Contemporaneidade</strong></p>
<p>Continuando com a temática da diversidade de vozes presente no contraponto, será apresentada “Itinerários do Curvelo”, obra para orquestra de câmara de Silvio Ferraz, professor do Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. “Esta obra já nos dará uma visão mais conectada com o nosso tempo em relação ao elemento musical e social trabalhado nas obras anteriores”. Segundo o regente, a composição de Ferraz é uma transposição da técnica do contraponto para posicioná-la dentro de uma escuta e uma estética contemporânea. "Aí vamos ter uma superpequena micropolifonia de alturas e sons que vão se formando a partir de pequenas variações e com isso sair de uma escuta polifônica tonal do século 18, de Bach, e para uma estética contemporânea."</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/maestro-tobias-volkmann/image" alt="Maestro Tobias Volkmann" title="Maestro Tobias Volkmann" height="464" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Maestro Tobias Volkmann: ''O princípio que norteia a série é o encontro da arte com a ciência''</dd>
</dl></p>
<p>Não deixa de ser pertinente sugerir uma relação entre a polifonia musical com as diferentes visões sobre fenômenos científicos e a convivência, diálogo e interação (no caso da interdisciplinaridade) de ideias e opiniões presentes numa instituição acadêmica, considera Volkmann.</p>
<p>O programa prossegue com uma versão de câmara do “Prelúdio” da ópera “Tristão e Isolda”, onde Wagner cria um problema musical que não havia ainda sido proposto na música, gerando tensões harmônicas com diversas possibilidades de resolução, segundo o regente. “Wagner protela a resolução até o acorde final de uma ópera de mais de três horas de duração”.</p>
<p>"A ideia de colocar esse prelúdio nessa conversa entre a música e a ciência remete ao momento pelo qual passa a humanidade por ter criado um problema tão grande quanto as mudanças climáticas e seus impactos e estar protelando as soluções ad aeternum. O problema é muito claro e a solução precisa passar por uma mudança radical de padrões de consumo e pela adoção de propostas que a ciência está procurando trazer e para as quais a sociedade não vem atentando suficientemente."</p>
<p>Outra analogia possível quanto ao problema harmônico no prelúdio de Wagner é associá-lo às diversas correntes teóricas em disputa num campo científico até que uma delas predomine, considera Volkmann.</p>
<p><strong>Iluminismo versus obscurantismo</strong></p>
<p>O encerramento do concerto será com o movimento final (Molto allegro) da “Sinfonia nº 41, Júpiter", de Mozart. Essa escolha remete a referência da diretora do IEA à questão da ciência (ou iluminação) versus obscurantismo quando da elaboração do programa. Volkmann comenta que essa sinfonia é uma das obras “mais brilhantes de Mozart, escrita em um período em que que as ideias do Iluminismo tiveram enorme influência na retórica musical”.</p>
<p>As duas principais influências do Iluminismo na música de concerto, do meio para o final do século 18 foram a secularização da música e a crescente independência dos compositores em relação aos nobres que os contratavam. Antes predominantemente religiosa, a música passou a incorporar temas e estilos seculares, além de celebrar a liberdade do pensamento individual e a razão em oposição à aceitação pura e simples de tradições e dogmas, afirma o maestro. "Com isso, buscou-se novas formas baseadas em estruturas transparentes e claras. Assim, vamos ouvir uma obra que junta contraponto com uma estrutura clara, presente no final da sinfonia "Júpiter" de Mozart".</p>
<p>A desvinculação do patronato aristocrático, sobretudo dos três principais compositores do Classicismo – Mozart, Haydn e Beethoven –, revela um aspecto socioeconômico resultante da reverberação do Iluminismo no ambiente musical do século 18, comenta Volksmann. "Muito cedo, Mozart foi um dos primeiros freelancers que se libertaram da dependência dos nobres. Haydin foi para essa condição no final da vida e Beethoven também se tornou (não totalmente) um grande freelancer. As ideias de liberdade, razão e humanismo fizeram com que buscassem essa independência", avalia Volkmann.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): Orquestra Sinfônica da USP; Daryan Dorneles/Divulgação</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Música</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-05-20T17:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/rocas-pomares-jesuiticos">
    <title>Entre Roças e Pomares: a Rede de Espaços Vegetados em Estabelecimentos Jesuíticos na América Portuguesa entre os Séculos XVI e XVIII</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/rocas-pomares-jesuiticos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Esta comunicação oral irá apresentar os principais resultados obtidos através do desenvolvimento da pesquisa de mestrado “Diálogos entre Mani e Narã. Espaços vegetados em estabelecimentos jesuíticos na América portuguesa entre os séculos XVI e XVIII”, defendida em 2024 na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e Design da Universidade de São Paulo. Desse modo, pretende-se desvelar a rede de espaços vegetados, entre cercas, quintas de recreio e roçados, que ofereceram o sustento material para a atividade missionária jesuítica, enquanto um sistema transcultural que mobilizou tipologias espaciais, técnicas e conhecimentos de cultivo e manejo da paisagem de diferentes matrizes culturais, sobretudo europeias e ameríndias.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-05-07T18:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/novos-titulares-catedra-olavo-setubal">
    <title>Cátedra Olavo Setubal escolhe 3 novos titulares e adota proposta baseada em transversalidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/novos-titulares-catedra-olavo-setubal</link>
    <description>Alemberg Quindins, Nísia Trindade e Fernando José de Almeida são os novos titulares da cátedra, que passa a se chamar Cátedra Olavo Setubal – Transversalidades: Arte, Cultura, Ciência e Educação</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/novo-logo-da-catedra-olavo-setubal" alt="Novo logo da Cátedra Olavo Setubal" class="image-right" title="Novo logo da Cátedra Olavo Setubal" /></a>Após 10 anos de atividades, a <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal</a> está com uma nova proposta de trabalho e um nome que a reflita. A partir de agora, ela se baseia numa articulação do campo cultural com a arte, a ciência e a educação, em chave amplificadora, com o intuito de promover transformações baseadas na interdependência e compromisso mútuo desses saberes. Seu nome passa a ser <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal – Transversalidades: Arte, Cultura, Ciência e Educação</a>.</p>
<p>Outra alteração foi a da parceria institucional. O <a class="external-link" href="https://www.itaucultural.org.br/">Itaú Cultural</a>, que financiou as atividades no primeiro decênio, agora foi substituído pela <a class="external-link" href="https://www.fundacaoitau.org.br/">Fundação Itaú</a> (engloba o Itaú Cultural, o Itaú Educação e Trabalho e o Itaú Social) no convênio com a USP que viabiliza a cátedra no IEA.</p>
<p><strong><dl class="image-left captioned" style="width:350px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/alemberg-quindins/image" alt="Alemberg Quindins - Cátedra Olavo Setubal" title="Alemberg Quindins - Cátedra Olavo Setubal" height="350" width="350" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:350px;">Alemberg Quindins, empreendedor social</dd>
</dl></strong></p>
<p><span><strong>Novos titulares</strong></span></p>
<p>Em conformidade com as diretrizes da nova proposta acadêmica, os responsáveis pela cátedra escolheram três titulares com linhas de trabalho pessoais diferenciadas, mas cujos projetos serão baseados nas transversalidades de conhecimentos.</p>
<p>O trabalho conjunto do artista e empreendedor social Alemberg Quindins, da socióloga <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nisia-trindade-lima" class="external-link">Nísia Trindade Lima</a> e do educador e filósofo Fernando José de Almeida deverá revelar “ambiguidades bem-intencionadas, baseadas em conexões, convergências e talvez algumas distensões”, de acordo com <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nisia-trindade-lima" class="external-link">Martin Grossmann</a>, coordenador acadêmico da cátedra.</p>
<p>Músico de formação popular, empreendedor social, escritor e artista, Quindins é o idealizador e fundador da Fundação Casa Grande - Memorial do Homem Kariri, em Nova Olinda, Ceará.</p>
<p>Lima é  socióloga, pesquisadora e professora universitária. Foi a primeira mulher a ser ministra da Saúde, de janeiro de 2023 a março de 2025, além de ter sido a primeira mulher a presidir, de 2017 a 2022, a Fundação Oswaldo Cruz em seus 120 de história.</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:350px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/nisia-trindade-catedra-olavo-setubal/image" alt="Nísia Trindade - Cátedra Olavo Setubal" title="Nísia Trindade - Cátedra Olavo Setubal" height="350" width="350" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:350px;">Nísia Trindade Lima, socióloga</dd>
</dl></p>
<p>Filósofo, educador e professor titular da PUC-SP, onde também foi vice-reitor, Fernando José de Almeida é mestre e doutor em filosofia da educação e foi secretário da Educação da cidade de São Paulo no período 2001-2002.</p>
<p>A formação da nova trinca de titulares se apoia, principalmente, nos conceitos de territorialidade, formação e diversidade, levando em conta o problema histórico e sistêmico que afeta a maioria da população brasileira: a desigualdade social.</p>
<p>Em suas distintas trajetórias e atuações, Quindins, Lima e Almeida participaram ativamente em processos de transformação social e mitigação das desigualdades, levando em conta seus contextos de formação e atuação. Grossmann comenta que os três são formadores natos, educadores com perfis muito diversos, atentos à contextualidade e territorialidade dos processos nos quais têm e tiveram participação central, integral, afetiva e efetiva. “São líderes sensíveis, dialógicos, afeitos ao trabalho coletivo, integrado, em rede.”</p>
<p>Os três possuem laços significativos com países africanos e latino-americanos, e atuam não só em suas localidades, como também participam da formulação de políticas culturais, educativas e de saúde de âmbito municipal, estadual e nacional, ou seja, “conhecem o seu lugar, a sua cidade, o seu território e o Brasil e estão aterrados em e antenados com este planeta”, segundo o coordenador acadêmico. Para ele, esse encontro inusitado no IEA tem um potencial para contribuir qualitativamente em projetos interculturais no país, que incentivem processos interdisciplinares participativos, descentralizados e transversais.</p>
<p><strong><dl class="image-left captioned" style="width:350px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/fernando-jose-de-almeida-catedra-olavo-setubal/image" alt="Fernando José de Almeida - Cátedra Olavo Setubal" title="Fernando José de Almeida - Cátedra Olavo Setubal" height="350" width="350" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:350px;">Fernando José de Almeida, educador</dd>
</dl>Transversalidades</strong></p>
<p>“Ao referenciar a versão 3.0 da Cátedra Olavo Setubal em ‘transversalidades’, estamos ampliando o escopo de atuação dessa plataforma de ação acadêmica e cultural do IEA que intenta, entre outros objetivos, incentivar a modelagem de conhecimento transdisciplinar, crítico, prospectivo e colaborativo”, afirma Grossmann.</p>
<p>Ele lembra que nos 10 primeiros anos, a cátedra fundamentou-se nas relações entre arte, cultura e ciência, tendo como base a complexidade e poética da cultura contemporânea. Em reação crítica e orgânica às transformações em curso na sociedade nessa última década, como também na geopolítica e nas condições climáticas planetárias, agora a coordenação entende que se impõe a necessidade de ampliação do campo de reflexão e ação da cátedra. “Reagimos também às transformações em andamento seja na esfera institucional do IEA e da própria USP, como também de nosso parceiro, a Fundação Itaú.”</p>
<p>Considerando a natureza laboratorial e, portanto, experimental da cátedra, a decisão foi investir ainda mais na interdisciplinaridade e no encontro de diversos saberes e conhecimentos, bem como de práticas, “almejando sempre a transdisciplinaridade e, porque não, a invenção”, explica.</p>
<p>A proposta também inclui o campo social, o meio ambiente e as novas tecnologias no rol das abordagens transversais previstas para a modelagem de “paisagens instigantes que favoreçam abordagens setoriais”. O intuito é possibilitar colaborações e proposições voltadas a ações e políticas públicas culturais, artísticas, educacionais e científicas.</p>
<p>O objetivo central é contribuir qualitativamente no desenho de um projeto intercultural, participativo, descentralizado e transversal para o Brasil, capaz de representar sua diversidade e pluriculturalidade.</p>
<p>Para esse fim, a cátedra pretende incidir sobre políticas públicas e privadas para cultura, arte, ciência e educação, além de promover encontros intergeracionais, transdisciplinares e interculturais e atuar na formação de jovens pesquisadores. Essa atuação será complementada pelos programas a serem propostos pelos titulares da cátedra.</p>
<p><strong>Contexto</strong></p>
<p>De acordo com Grossmann, “desde o final do século 20, a cultura vem operando mais como um campo em tensionamento, ampliativo, multidimensional, topológico e poético, em contraste com a arte, que vem se conformando a uma atuação restrita, delimitada, sistêmica, monocultural e mercadológica”.</p>
<p>Para ele, a interculturalidade não vem sendo suficientemente explorada no campo da arte e da ciência, pois os sistemas (“operacionais”) em uso, não estão sendo revistos criticamente, atuando dentro dos conformes pré-estabelecidos pelas instituições, pelo mercado, pela formação de novos quadros (escolas, academias e universidades).</p>
<p>No caso da arte no Brasil, no entanto, tem havido uma apropriação de elementos orgânicos próprios de sua pluriculturalidade, “em sua estrutura monocultural institucionalizada, consolidada pelo modernismo tropicalizado, modernismo que não só abrange as artes e a arquitetura, mas que também modelou a educação e a ciência moderna no Brasil”, segundo Grossmann.</p>
<p>Ele considera que a cultura dominante não permitiu que essa pluralidade operasse de forma emancipada e acabou condicionando, segregando e minimizando expressões e saberes ao longo do século 20, principalmente dos povos originários e dos afrodescendentes.</p>
<p>“A complexificação do âmbito de nossa existência em múltiplas dimensões, ubiquamente, seja pelos avanços tecnológicos, seja pela ampliação dos sentidos, da consciência e de condições multi e pluriculturais, vem gerando a necessidade de inclusão/ampliação do acesso a um contingente da população alijado pela narrativa monocultural até então dominante.”</p>
<p>Diante desse diagnóstico, Grossmann pergunta: “Seria possível delinear um novo programa sócio-ambiental-científico-cultural-educativo que represente o Brasil no século 21?”. Responder a isso é justamente o objeto da nova fase da Cátedra Olavo Setubal.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"><i>Fotos (a partir do alto): Itaú Cultural, Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados e Secretaria Municipal da Educação de São Paulo</i></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Curso Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-04-28T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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