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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 41 to 55.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/corredores-ecologicos-e-conectividade-da-paisagem-26-de-junho-de-2017">
    <title>Corredores Ecológicos e Conectividade da Paisagem - 26 de junho de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/corredores-ecologicos-e-conectividade-da-paisagem-26-de-junho-de-2017</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Exatas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-26T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/corredores-ecologicos-II">
    <title>Corredores Ecológicos e Conectividade da Paisagem</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/corredores-ecologicos-II</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong><span>II Seminário </span><span>Corredores Ecológicos e Conectividade da Paisagem</span></strong></p>
<p>Dando prosseguimento às discussões sobre Conectividade da Paisagem e Corredores Ecológicos, o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo e a Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente promovem um Encontro Científico que discute esse importante tema. Com a base cientifica e de conhecimento bastante avançada, é fundamental estabelecerem-se estratégias e ações amplas e locais, para combater à fragmentação das florestas, tanto numa visão continental, como nacional e regional.</p>
<p><span>Em 2016 o IEA lançou uma plataforma de dialogo sobre o tema, durante o primeiro Seminário Corredores Ecológicos da América Latina, em 26 de maio. Nesse período o Ministério de Meio Ambiente ampliou o interesse já estabelecido pelo governo brasileiro há muitos anos, discutindo e preparando as bases para um Programa Conectividade da Paisagem – Corredores Ecológicos. </span></p>
<p><span>Neste momento, o IEA realiza este II Seminário <span>Corredores Ecológicos e Conectividade da Paisagem, com a intenção de </span>chamar novamente a comunidade científica para aprofundar a discussão e participar com o Governo Federal na implementação das ideias e conceitos em curso.</span></p>
<p><span>Os palestrantes convidados abordarão a questão da conectividade nos ecossistemas marítimos e continentais, assim como os temas correlacionados como clima, água, florestas e as questões sociais e culturais.</span></p>
<p><span>O Objetivo do evento é promover a discussão sobre as políticas públicas e as oportunidades de pesquisa relacionadas ao tema, fazendo uma reflexão sobre o papel da academia da difusão do conhecimento científico no desenvolvimento socioeconômico na América Latina e no Brasil.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-01T12:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/incertezas-no-futuro-com-trump">
    <title>Incertezas no futuro com Trump</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/incertezas-no-futuro-com-trump</link>
    <description>Para analistas, Brasil precisa ir contra tendência desglobalizante e promover abertura e regulamentação de seus mercados  </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/trump-brasil-e-al" alt="Trump - Brasil e AL" class="image-inline" title="Trump - Brasil e AL" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Ascensão de Trump está em linha com tendência de desglobalização, dizem analistas</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>A linha adotada por Trump está em sintonia com a tendência mundial de desglobalização, de emergência do populismo, do nacionalismo e do xenofobismo. Brasil e América Latina em geral terão que inovar na busca de novas parcerias comerciais, já que a região parece não estar na agenda do republicano. Além disso, grandes líderes e analistas financeiros possuem uma visão negativa do futuro e do governo dos Estados Unidos no médio e no longo prazo. Essa foi a visão geral dos palestrantes que participaram do debate </span><i>As</i><span> </span><i>Novas Fronteiras da Geopolítica Econômica: Trump, Brasil e América Latina</i><span>, realizado no dia </span><strong>28 de março.</strong></p>
<p>Organizado pelo IEA, pelo Núcleo de Pesquisa em Relações Internacionais (NUPRI) da USP e pelo Grupo de Pesquisa Cidade do Conhecimento, o encontro teve a coordenação do professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilson-schwartz">Gilson Schwartz</a>, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e integrante do <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/sabatico-2017" class="external-link">Programa Ano Sabático do IEA</a> de 2017.</p>
<p>Participaram o economista Otaviano Canuto, do Banco Mundial, o sociólogo Demétrio Magnoli, colunista da Folha de S. Paulo e GloboNews, o embaixador Regis Arslanian, da GO Associados, o economista Octavio de Barros, do Instituto República, o economista Marcelo Carvalho, do BNP Paribas, o economista Marcelo P. Cypriano, da Brazil Investment, o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rafael-antonio-duarte-villa">Rafael Duarte Villa</a> , do NUPRI-USP e o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alberto-pfeifer-filho">Alberto Pfeifer </a>, do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP.</p>
<p>Para Magnoli, “a ideia de construir um muro em toda a fronteira dos EUA e México traz em si a ideia de anular a história, a geografia, os resultados da globalização e do Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (NAFTA)”.</p>
<p>Para o sociólogo, as cidades fronteiriças daqueles países deveriam ser vistas como uma metáfora de fluxos de pessoas, bens e investimentos. “A integração entre esses dois países tem sido tão intensa que quando os EUA falam de México, estão falando de política externa e também de política interna. Toda uma cadeia produtiva se estruturou desde 1994 e interliga empresas dos dois países. O México terá que se redefinir do ponto de vista do seu lugar no mundo. Uma catástrofe social se apresenta diante do país”, disse Magnoli.</p>
<p>Para Canuto, do Banco Mundial, a emergência das direitas nacionalistas xenófobas na Europa e a própria vitória de Trump representam “um efeito retardado da crise de 2008”. Diante de um quadro social e econômico complicado, Trump soube usar a retórica para arrebanhar o americano empobrecido com a crise, disse.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/trump-brasil-e-al-1" alt="Trump - Brasil e AL" class="image-inline" title="Trump - Brasil e AL" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Trump soube trabalhar o imaginário do eleitor que está se sentindo marginalizado, segundo Canuto</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O economista cita o aumento do suicídio e do uso de drogas entre homens brancos não hispânicos nos EUA. “As classes pobres estão cada vez achatadas. O eleitor mostra cada vez mais desalento e descrédito nos políticos de Washington. A situação é propícia à emergência de governos populistas”, avalia.</p>
<p>“Políticos populistas sabem lidar com o simbólico e Trump soube usar bem o imaginário para falar com essa gente que está se sentindo à margem. Quando usou no seu discurso de posse a expressão ‘Drain the swamp’, estava se dirigindo à massa de eleitores desacreditados de Washington. E ao falar de ‘carnificina’ (“The American carnage stops right here and stops right now”), estava falando aos pobres, desempregados e jovens viciados”, disse Canuto.</p>
<p><strong>Armadilhas da economia global</strong><br />Para Canuto, a América Latina precisa entender três grandes nós que estão se desenrolando na estrutura da economia global. A primeira está ligada ao aumento da massa trabalhadora com baixas aspirações salariais, principalmente na China, Rússia, Camboja, Vietnam e parcelas da África. Isso combinado às inovações tecnológicas e à fragmentação do processo produtivo global, o resultado é uma queda brutal no preço do fator trabalho.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/otaviano-canuto" alt="Otaviano Canuto 1" class="image-inline" title="Otaviano Canuto 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Otaviano Canuto, do Banco Mundial</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ao mesmo tempo, há uma super abundância do fator capital no mundo e uma exaustão de oportunidades de investimentos nas economias avançadas, que se expressa numa tendência brutal secular de queda da taxa de juro, disse Canuto. “O dinheiro ficou barato e deixa de ser uma restrição imediata. Quanto mais cai a taxa de retorno do capital financeiro, maior a disposição de encontrar alternativas mais rentáveis, o que casa com a emergência do dinamismo na periferia do capitalismo”, explica.</p>
<p>A conjunção de baixo preço do fator trabalho e abundância de capital geram um super ciclo de commodities, o que tem dado certa vantagem ao Brasil devido às suas riquezas naturais. “Mas na indústria e em outras atividades, estamos imprensados devido à competitividade de salários e tecnologias em outros países”, disse.</p>
<p>A despeito de tudo o que falam da globalização, diz Canuto, há um fenômeno estatístico inconteste mostrando que mais de um bilhão de pessoas saiu da linha de pobreza por conta desse movimento do capital rumo às economias emergentes. “O problema disso é que em economias avançadas como a dos EUA, França, Inglaterra, a atividade ficou praticamente no mesmo nível e as classe mais pobres ficaram mais achatadas. A prosperidade da Ásia, da China e de outros países periféricos irrita muita gente”, disse.</p>
<p>Canuto observa que os mercados desabaram antes das eleições americanas, mas voltaram a subir a partir do discurso de posse. “O que entusiasmou todo mundo foi a agenda expressa no discurso, prevendo um programa de investimentos em infra-estrutura consistente, a redução de impostos corporativos e a desregulamentação da economia. É uma agenda de política fiscal expansionista”, disse.</p>
<p>“Mas isso começou a mudar e o mercado vem desabando há algumas semanas, pois está percebendo que aquilo que Trump prometeu não vai conseguir entregar. Será inevitável a frustração de quem votou nele porque o que prometeu não pode ser feito, principalmente barrar produtos chineses e mexicanos”, disse Canuto.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/octavio-de-barros-gilson-schwartz-e-regis-arslanian-1" alt="Octavio de Barros, Gilson Schwartz e Regis Arslanian 1" class="image-inline" title="Octavio de Barros, Gilson Schwartz e Regis Arslanian 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>A partir da esq.: o economista Octavio de Barros, o professor Gilson Schwartz e o embaixador Regis Arslanian </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>“Nosso modelo negociador está ultrapassado”<br /></strong>O embaixador Regis Percy Arslanian, que já participou da Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul) e serviu no Itamaraty por cerca de 35 anos, lamentou o modelo de negociação de comércio exterior que o Brasil ainda insiste em seguir e ressaltou o papel secundário que o país deverá ocupar na agenda do governo Trump.</p>
<p>“Numa conversa telefônica, Trump teria convidado o presidente Michel Temer para ‘passar na Casa Branca, caso estivesse em Washington’. Em 35 anos de Itamaraty, eu nunca tinha visto um convite tão informal. Isso na diplomacia é uma indicação clara de que o Brasil não é prioridade alguma para os EUA”, disse.</p>
<p>Nas negociações internacionais, o Brasil ainda erra ao manter a postura protecionista, acredita o embaixador. “É possível um país ser nacionalista depois de atingir certo patamar de integração econômica, quando já faz parte das cadeias globais de valor e possui competitividade e tecnologia. Nossa indústria teve crescimento negativo de 7% no ano passado. O Brasil não pode se dar ao luxo de ignorar a negociação de regras e normas”, afirma.</p>
<p>Não basta ao Mercosul dizer que existe vontade política, afirma. “Temos de parar de achar que acordo comercial é negociar tarifa. Precisamos de acordos mais abrangentes e ambiciosos. Nosso modelo de negociação é da época da Rodada Uruguai. Não adianta discurso se não conseguimos negociar regras e normas. A consolidação normativa significa dar as garantias legais que já ocorrem na prática. Os mercados não irão se abrir, se insistirmos em acordos com base em tarifas apenas”, destaca Arslanian, que está atuando na GO Associados.</p>
<p>O embaixador exemplifica com o que ocorre com a lei geral do setor de telecomunicações. “Na era digital, o Brasil proíbe acesso ao mercado para empresas estrangeiras de telecomunicações que não tenham escritório comercial aqui. Nosso arcabouço jurídico interno é muito antiquado”, disse.</p>
<p>A insistência no tema da agricultura nas negociações comerciais também está ultrapassada, acredita. “Numa agenda de livre comércio que inclua serviços e investimentos, não temos que condicionar toda uma negociação à agricultura, onde já somos competitivos. Precisamos ser mais abertos e talvez assim consigamos negociar com México, Canadá e até, quem sabe, União Européia. Agora com esses problemas com a carne tudo ficou mais complicado”, lamenta.</p>
<p><strong>“Só abertura pode salvar a indústria”</strong><br />Ex-economista chefe do Bradesco e atualmente ligado ao Instituto República, Octavio de Barros ressalta que o grande desafio do Brasil no momento é abrir sua economia. “A essa altura do campeonato, o Brasil está se consolidando como o país mais protecionista do mundo sob qualquer critério que se avalie”, disse.</p>
<p>“Diria que o país deve dar uma sinalização de abertura mesmo que unilateralmente, a fim de pensar prioritariamente o acesso ao seu mercado. Num momento em que algumas economias tendem à desglobalização isso parece complexo. Mas temos a agenda da produtividade e do crescimento. Só a abertura econômica poderá salvar a indústria brasileira”, disse.</p>
<p>Sobre a tendência mundial de desglobalização, Barros lembra que os dois tipos de eleitorado dos EUA, mesmo com perfis diferentes, queriam algo em comum: proteção. “De um lado, queriam proteção social por parte do Estado. Outros, proteção das fronteiras, da invasão chinesa ou dos refugiados. No Fórum Econômico de Davos, o termo que mais se ouviu foi a desglobalização. O Brasil criou uma crise que é só nossa, uma idiossincrasia, pois é o momento de enfrentarmos novos desafios e nos prepararmos para um mundo maduro”, disse.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marcelo-carvalho-1-1" alt="Marcelo Carvalho 1" class="image-inline" title="Marcelo Carvalho 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>"Brasil precisa resolver seus problemas internos, seja qual for a agenda global", diz Marcelo Carvalho, do BNP Paripas</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O economista Marcelo Carvalho, do BNP Paribas, disse que o super ciclo de commodities que proporcionou um bom momento para a economia brasileira mostra quanto o Brasil é sensível ao que ocorre no exterior. “Por isso temos de nos preocupar com a economia chinesa, que vem desacelerando, e é um grande consumidor de commodities. O que ocorrer lá afeta toda a América Latina. Já o México pode ser afetado diretamente pelos EUA. Então as economias latinas são muito sensíveis à China e EUA”, disse.</p>
<p>Para o economista, Brasil e Argentina não fizeram a tarefa de melhorar a produtividade, o que se alcança pelo investimento em infraestrutura e educação, afirma.  “Para o Brasil crescer, precisa melhorar a produtividade do capital, que está ligada a infraestrutura, e a produtividade do trabalho, que está ligada a educação”.</p>
<p>A agenda global é importante, mas Brasil precisa resolver seus problemas internos para crescer, acredita. “Brasil e Argentina se destacam quando o tema é ambiente de negócios ruim. Precisam melhorar isso, independentemente da agenda global”, destaca.</p>
<p>Marcelo Cypriano, da Brazil Investment e NUPRI-USP, aponta caminhos mais otimistas. “Apesar da complexidade do cenário, há oportunidades para o Brasil, em especial na sofisticação do setor de serviços e segmentos diferenciados. Temos uma combinação boa de oferta de commodities e de serviços. O setor de fundos de investimentos e meios de pagamentos, por exemplo, é muito sofisticado no Brasil e poderá diferenciar o país no mercado internacional. Por outro lado, a regulação do setor de serviços precisa ser mais inteligente”, afirma.</p>
<p><strong>Redefinição de forças com eleições em 2018</strong><br /> O professor Alberto Pfeifer, do IRI-USP, faz coro sobre a necessidade de o Brasil abrir seu comércio para ativar a economia. E vê no cenário de crise a possibilidade de novas oportunidades. “México, por exemplo, poderá pensar numa nova cartografia para implementar a diversidade na sua agenda e escapar da concentração norte americana, já que 70% de seu comércio é feito com os EUA. Por outro lado, diversos países da América Latina realizam eleições em 2018 e se Trump sobreviver até lá, enfrentará uma redefinição de forças. Os EUA provavelmente precisarão rever o seu lugar”, disse.</p>
<p>Pfeifer lembra que o debate corrente na gestão do Ministro de Relações Exteriores José Serra, sobre se o Mercosul é válido ou não, “precisa se sofisticar”. “Não se trata apenas de comércio. Significa pensar a integração densa das sub-regiões e isso envolve segurança hídrica, transportes, imigração, ilícitos ligados a narcotráficos e corrupção, entre outros temas”, disse.</p>
<p>Para o analista, o Brasil deve diversificar suas conexões, ativando ou reativando mecanismos já existentes, como a Associação Latino-Americana de Integração (ALADI) e a organização composta pelos BRICS – Brasil, Russia, Índia, China e África do Sul. “O Brasil deve usar as vias rápidas desses espaços e também se aproximar mais das boas práticas emanadas da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE)”, cita.</p>
<p> </p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rafael-duarte-villa-gilson-schwartz-e-alberto-pfeifer-1" alt="Rafael Duarte Villa, Gilson Schwartz e Alberto Pfeifer 1" class="image-inline" title="Rafael Duarte Villa, Gilson Schwartz e Alberto Pfeifer 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>A partir da esq.: professor Rafael Villa, professor Gilson Schwartz e professor Alberto Pfeifer</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>"A via do Sul pode ser a saída para o Brasil"</strong></p>
<p>Para o professor Rafael Duarte Villa, do NUPRI-USP, “a conseqüência mais relevante da vitória de Trump é o aprofundamento da irrelevância da América Latina para a política externa dos EUA. Na era Obama já havia um afastamento”, compara.</p>
<p>O professor acredita que a América Latina será alvo de atenção por questões controversas. “Três países estarão na agenda dos EUA, mas de maneira negativa. O México, pelos problemas aqui falados. Já os acordos recém-estabelecidos com Cuba poderão ser revistos. E Venezuela ganha atenção não só pelas diferenças políticas, mas pelo fornecimento de petróleo, já que 10% do petróleo que consomem, vem da Venezuela”, afirma Villa.</p>
<p>A saída será o Brasil se voltar para o Hemisfério Sul, embora isso tenha o complicador de problemas que se arrastam desde a década de 1990, afirma. “A saída mais certa nesse momento é continuar investindo em infraestrutura, aumentar a capacidade produtiva. E buscar a via do Sul global, com países da Ásia e dos BRICS”, avalia.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: 1)Avi Ohayon-GPO/Fotos Pública; 2) skeeze/Pixabay; 3 a 6) Marcos Santos/Jornal da USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Emprego</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Nacionalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Estados Unidos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poder</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-04-05T15:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-os-riscos-da-politica-economica-de-trump-para-o-brasil-e-al">
    <title>Seminário discute os riscos da política econômica de Trump para o Brasil e América Latina</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-os-riscos-da-politica-economica-de-trump-para-o-brasil-e-al</link>
    <description>Intitulada "Novas Fronteiras da Geopolítica Econômica: Trump, Brasil e América Latina", a atividade é organizada por Gilson Schwartz, em sabático no IEA, e acontece no dia 28 de março, das 14h30 às 18h</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/donald-trump" alt="Donald Trump" class="image-inline" title="Donald Trump" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>O presidente dos EUA, Donald Trump. Sua política econômica pode exigir adequação da agenda comercial e de desenvolvimento da América Latina</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Qual o risco da agenda neoconservadora de Donald Trump interromper ou perverter políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sustentável com inovação e democratização de oportunidades? Como os mercados e instituições financeiras nacionais e multilaterais reagirão ao novo cenário político que prega o unilateralismo? O que significa o novo populismo em escala global?</p>
<p>Para responder a estas e outras perguntas, o economista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilson-schwartz" class="external-link">Gilson Schwartz</a>, professor da Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP e em ano sabático no IEA em 2017, organiza o seminário <i>Novas Fronteiras da Geopolítica Econômica: Trump, Brasil e América Latina</i>. Realizada no <strong>dia 28 de março, das 14h30 às 18h</strong>, na Sala de Eventos do IEA, a atividade é uma parceria entre o IEA, o Núcleo de Pesquisa em Relações Internacionais (Nupri) da USP e o Grupo de Pesquisa Cidade do Conhecimento, coordenado por Schwartz na ECA-USP.</p>
<p>A participação presencial exige <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSetYbBfHAFcJLlrXtxVL2vLoxx48Iw_CobJzev4mAn3sjOUvg/viewform">inscrição prévia</a>. Também é possível acompanhar <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pelo site do IEA.</p>
<p>“O foco do debate é a identificação dos novos desafios de longo prazo para a economia e a sociedade na América Latina após a surpreendente vitória de Trump. É urgente rediscutir o modelo de desenvolvimento, não apenas as armadilhas macroeconômicas de curto prazo”, indica Schwartz.</p>
<p>O formato em mesa-redonda reunirá Otaviano Canuto, diretor executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) para um grupo de países que inclui o Brasil; Demétrio Magnoli, colunista da Folha de S. Paulo e GloboNews; Gesner de Oliveira, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e diretor da GO Associados; Octavio de Barros, ex-economista-chefe do Bradesco e criador do Instituto República; Marcelo Carvalho, economista-chefe para América Latina do BNP Paribas; Marcelo P. Cypriano, pesquisador do Brazil Investment Link, no Nupri-USP, e estrategista da Mont Capital; Guilherme Ary Plonski, vice-diretor do IEA; Rafael Duarte Villa, coordenador-científico do Nupri, e <span>Alberto Pfeifer, pesquisador colaborador do IEA e coordenador adjunto do <span>Grupo de Análise da Conjuntura Internacional</span> (GACInt-IRI) da USP</span>.</p>
<p>Segundo Schwartz, a discussão será norteada pelo tema da inovação, considerando suas dimensões financeiras, tecnológicas e culturais. O grupo debaterá as políticas públicas da nova emergência digital e as questões econômicas nacionais que se recolocam frente à crise internacional desatada pela crise financeira mundial iniciada em 2008. A pergunta central será: está a América Latina, e especialmente o Brasil, preparada para a nova agenda global?</p>
<p>O seminário inaugura uma série de atividades voltadas para a formulação de uma nova agenda e de cenários globais voltados para políticas de desenvolvimento econômico centradas na digitalização da produção, do consumo e das finanças. É também o marco de lançamento do portal “Brazilian Investment Link”, que dará continuidade a essa agenda de debates e pesquisas.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="text external" href="https://www.flickr.com/people/22007612@N05" rel="nofollow">Gage Skidmore</a></span></p>
<hr />
<p><strong>Novas Fronteiras da Geopolítica Econômica: Trump, Brasil e América Latina</strong><br /><i>28 de março, das 14h30 às 18h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA - Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento público, gratuito e com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSetYbBfHAFcJLlrXtxVL2vLoxx48Iw_CobJzev4mAn3sjOUvg/viewform" target="_blank">Inscrições prévias</a><br />Informações com Sandra Sedini</i>, pelo telefone (11) 3091-1678 ou <a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a><br /><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/Trump%2C%20Brasil%20e%20America%20Latina" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Estados Unidos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Econômica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-09T19:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/trump-brasil-america-latina">
    <title>Novas Fronteiras da Geopolítica Econômica: Trump, Brasil e América Latina</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/trump-brasil-america-latina</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: start; "><strong>INSCRIÇÕES ENCERRADAS</strong></p>
<p style="text-align: start; "><span>O seminário inaugura uma série de atividades voltada para a formulação de uma nova </span><span>agenda e cenários globais para políticas de desenvolvimento econômico centradas na </span><span>digitalização da produção, do consumo e das finanças, sob a coordenação de Gilson Schwartz, Professor Livre-Docente em Programa Sabático no IEA.</span></p>
<div style="text-align: start; "><span>“O foco do debate é a </span><span>identificação dos novos desafios de longo prazo para a economia e a sociedade na </span><span>América Latina após a surpreendente vitória de Trump. É urgente rediscutir o modelo </span><span>de desenvolvimento, não apenas as armadilhas macroeconômicas de curto prazo”, </span><span>indica Schwartz.</span></div>
<div style="text-align: start; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: start; "><span>A inovação em suas dimensões financeira, tecnológica e cultural é o </span><span>elemento norteador do debate.</span></div>
<div id="m_-3841614877748978575m_-7362140525478264131gmail-_mcePaste" style="text-align: start; "></div>
<div id="m_-3841614877748978575m_-7362140525478264131gmail-_mcePaste" style="text-align: start; ">Quais as políticas públicas da nova emergência digital e financeira global?</div>
<div style="text-align: start; "></div>
<div style="text-align: start; ">Qual o risco <span>efetivo da agenda neo-conservadora de Trump interromper ou perverter a agenda de </span><span>políticas públicas para o desenvolvimento sustentável com inovação e democratização </span><span>de oportunidades?</span></div>
<div style="text-align: start; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: start; "><span>Como os mercados e instituições financeiras nacionais e </span><span>multilaterais reagirão ao novo cenário político marcado pelo unilateralismo?</span></div>
<div style="text-align: start; "><span><br /></span></div>
<div id="m_-3841614877748978575m_-7362140525478264131gmail-_mcePaste" style="text-align: start; ">O seminário discutirá o significado do novo populismo em escala global e como a<span> América Latina e o Brasil poderão ajustar-se a </span><span>essa nova agenda, assim como os<span> </span></span><span>riscos </span><span>macroeconômicos de longo prazo que persistem e dificultam o ajuste no curto prazo.</span></div>
<div style="text-align: start; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: start; "><span> </span><span>O seminário é uma parceria do IEA com o Núcleo de Pesquisa em Relações </span><span>Internacionais (NUPRI) e o Grupo de Pesquisa "Iconomia" da USP, </span><span>marcando o lançamento do portal “Brazilian Investment Link”, que dará continuidade </span><span>a essa agenda de debates e pesquisas voltadas para cenários de longo prazo na </span><span>economia mundial em que os países da América Latina alcancem taxas de </span><span>crescimento mais elevadas e sustentáveis nos próximos anos.</span></div>
<div style="text-align: start; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: start; ">
<p><strong>Abertura</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski </a>(EP, IEA, FEA - USP)</p>
<p style="text-align: start; "><span><strong>Expositores</strong></span></p>
<p style="text-align: start; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/otaviano-canuto" class="external-link">Otaviano Canuto</a> (Banco Mundial)</p>
<p><span>Demétrio Magnoli (Folha de S. Paulo, GloboNews)</span></p>
<p>Regis Arslanian (GO Associados)</p>
<p><span>Octavio de Barros</span><span> (Instituto República)</span></p>
<p><span>Marcelo Carvalho (</span><span>BNP Paribas)</span></p>
<p><span>Marcelo P. Cypriano (</span><span>Brazil Investment Link do </span><span>NUPRI USP/Mont Capital)</span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rafael-antonio-duarte-villa" class="external-link">Rafael Duarte Villa</a> (NUPRI-USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alberto-pfeifer-filho" class="external-link">Alberto Pfeifer </a>(IRI-USP)</p>
<p><span><strong>Coordenação</strong></span></p>
<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilson-schwartz" class="external-link">Gilson Schwartz</a>
<p> </p>
<p><span>Para saber mais: <a href="http://www.sites.usp.br/iconomia" target="_blank">www.sites.usp.br/iconomia</a></span></p>
<div><span><br /></span></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Estados Unidos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Econômica</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-06T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/como-promover-um-perfil-empreendedor">
    <title>Como promover um perfil empreendedor na universidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/como-promover-um-perfil-empreendedor</link>
    <description>Presidente da RedEmprendia discute no IEA meios e métodos do aprendizado voltado ao empreendedorismo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/empreendedorismo" alt="Empreendedorismo" class="image-inline" title="Empreendedorismo" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Há quem diga que não se pode ensinar a empreender, mas que é possível aprender a empreender. Se por meio da educação é possível alcançar um perfil empreendedor, então as questões que se colocam são os objetivos, conteúdos, meios, métodos e até espaços para aprender e ensinar a empreender. Estranhamente, o tema não é usual em escolas ou universidades, e o conhecimento prévio do perfil de jovens envolvidos com o tema pode auxiliar nesse caminho, especialmente em relação às expectativas e atitudes do futuro empreendedor e sua percepção de empreendedorismo como opção de carreira.</p>
<p>Essas questões serão o foco do seminário que acontecerá no dia <strong>15 de março</strong>, das <strong>9h30 às 12h30</strong>, com conferência do professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/senen-barro-ameneiro" class="external-link">Senén Barro Ameneiro</a>, presidente da <a href="http://www.redemprendia.org/" target="_blank">RedEmprendia</a> e ex-reitor da Universidade de Santiago de Compostela.</p>
<p>Ministrado em espanhol e sem tradução simultânea, o debate<i> ¿Son emprendedores nuestros jóvenes universitarios? ¿Les enseñamos a serlo?</i> acontece na Sala de Eventos do IEA. Será gratuito e terá transmissão<a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link"> ao vivo</a> online. Para participar é necessário se <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScNpScfoGPOzStnsEDrK2pD8saCROVAwCAazRtI4JvNDFgRhQ/viewform">inscrever</a> previamente.</p>
<p>A RedEmprendia foi responsável pelo projeto de pesquisa do Observatório de Empreendedorismo Universitário, que por meio de um levantamento feito pela internet em meados de 2016, buscou conhecer a intenção, o perfil e a atitude empreendedora de estudantes universitários da América Latina. Os resultados da pesquisa serão explorados pelo palestrante, que também irá apresentar os destaques do primeiro estudo sobre o perfil empreendedor do estudante universitário na Espanha e no México.</p>
<p>A RedEmprendia congrega 24 universidades de sete países ibero-americanos, além do site Universia e o Banco Santander, com o objetivo de promover a inovação e o empreendedorismo responsáveis. No Brasil, a rede é formada pela USP, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).</p>
<p>O encontro, organizado pelo <a href="http://pgt.prp.usp.br/" target="_blank">Núcleo de Política e Gestão Tecnológica</a> (NPGT) da USP e pelo IEA, terá como debatedor o vice-presidente da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-alberto-aranha" class="external-link">José Alberto Aranha</a>, professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-antonio-lerosa-de-siqueira" class="external-link">José Antonio Lerosa de Siqueira</a>, professor do <span style="text-align: justify; ">Departamento de Engenharia de Estruturas e Fundações e presidente da consultoria Inventura</span>. A moderação será de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, vice-diretor do IEA, que coordena a atividade.</p>
<p> </p>
<p><strong>Sobre o palestrante</strong></p>
<p>Senén Ameneiro foi Reitor da Universidad de Santiago de Compostela (USC) entre 2002 e 2010 e preside a RedEmprendia desde 2010. É professor titular de Ciências da Computação e Inteligência Artificial na mesma instituição, por onde se licenciou e defendeu tese de doutorado na área de física.</p>
<p>Fundador da Asociación Española de Emprendedores Científico-Tecnológicos e sócio-fundador da Situm Technologies, spin-off incubada na USC. É membro da Real Academia Galega de Ciências.</p>
<p>Foi editor ou autor de sete livros. O mais recente, intitulado “+Universidad –Especulación”, foi lançado em 2013 pela editora Netbiblo. Autor de aproximadamente 300 artigos científicos. Atuou ou atua como membro de comitês de organizações científicas e editoriais.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagem: Visual Hunt</span></p>
<h3>Programação</h3>
<div id="parent-fieldname-programacao-8df5be580e9e45bbaaf479cd2ad7edb1">
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td>9h30</td>
<td>
<p><strong>Abertura</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> (EP, FEA e IEA - USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marco-antonio-zago" class="external-link">Marco Antonio Zago</a> (Reitor USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>10h</td>
<td>
<p><strong>Conferência</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/senen-barro-ameneiro" class="external-link">Senén Barro Ameneiro</a> (RedEmprendia e <span class="/biz/miniprofile/665042?pathWildcard=665042 new-miniprofile-container">Universidad de Santiago de Compostela)</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>10h45</td>
<td>
<p><strong>Comentários<br /></strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-alberto-aranha" class="external-link">José Alberto Aranha</a> (Anprotec e PUC-RJ)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-antonio-lerosa-de-siqueira" class="external-link">José Antonio Lerosa de Siqueira</a> (SENAI e EP-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>11h25</td>
<td><strong>Diálogo Geral</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>12h</td>
<td>
<p><strong>Considerações Finais</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/senen-barro-ameneiro" class="external-link">Senén Barro Ameneiro</a><span class="new-miniprofile-container /biz/miniprofile/665042?pathWildcard=665042"> </span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>12h15</td>
<td><strong>Encerramento</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p style="text-align: right; "> </p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<hr />
<p><strong><i> ¿Son emprendedores nuestros jóvenes universitarios? ¿Les enseñamos a serlo?<br /> </i></strong><i>15 de março, das 9h30 às 12h30<br /> Sala de Eventos do IEA - Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /> Evento público, gratuito e com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet. Em espanhol, sem tradução.<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/emprendedores-universitarios" class="external-link">Link do evento </a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-02-07T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/jovens-violencia-e-acordo-de-paz-dilemas-da-colombia-e-da-america-latina-na-atualidade-licoes-aprendidas-02-de-dezembro-de-2016">
    <title>Jovens, Violência e Acordo de Paz: Dilemas da Colômbia e da América Latina na Atualidade - Lições Aprendidas - 02 de dezembro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/jovens-violencia-e-acordo-de-paz-dilemas-da-colombia-e-da-america-latina-na-atualidade-licoes-aprendidas-02-de-dezembro-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-12-02T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/jovens-medellin-sao-paulo">
    <title>Seminário compara situação de jovens em Medellín e São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/jovens-medellin-sao-paulo</link>
    <description>"Jovens, Violência e Acordo de Paz: Dilemas da Colômbia e da América Latina na Atualidade - Lições Aprendidas" é o encontro que acontece no dia 2 de dezembro, às 14h, no IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Pesquisadores da Colômbia e do Brasil reúnem-se no <strong>dia 2 de dezembro, às 14h</strong>, no IEA, para a troca de informações sobre a situação dos jovens nas cidades de Medellín e São Paulo. Chamado <i>Jovens, Violência e Acordo de Paz: Dilemas da Colômbia e da América Latina na Atualidade - Lições Aprendidas, </i><span>o encontro terá como expositor </span><span>Sérgio Cristancho Marulanda, da Universidade de Antioquia, Colômbia, e será </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmitido ao vivo</a> <span>pela internet.</span></p>
<p><span> </span><span>Os debatedores serão três pesquisadores da USP:</span><span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-fernanda-t-peres" class="external-link">Maria Fernanda Tourinho Peres</a><span>, da Faculdade de Medicina e do Núcleo de Estudos da Violência (NEV);</span><span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bruno-paes-manso" class="external-link">Bruno Paes Manso</a><span>, também do NEV; e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-ribeiro" class="external-link">Helena Ribeiro</a><span>, da Faculdade de Saúde Pública </span><span>(FSP).</span></p>
<p><span>O interesse em conhecer melhor a experiência colombiana deve-se à situação peculiar do país, que enfrenta dilemas cruciais para a inclusão dos jovens que estavam envolvidos com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e com o tráfico de drogas, ao mesmo tempo que apresenta experiências de intervenções urbanas que contribuíram fortemente para a redução da violência, sobretudo na cidade de Medellín.</span></p>
<p><span> </span><span>Segundo os organizadores, o encontro será uma oportunidade "extremamente proveitosa para o avanço do conhecimento e para a busca de alternativas e intervenções com maior chance de sucesso, além de propiciar um espaço importante para refletir sobre o tema numa perspectiva latino-americana".</span></p>
<p>O evento é gratuito, aberto ao público e não requer inscrição. A organização é do projeto <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">USP Cidades Globais do IEA</a> e do <a class="external-link" href="http://www.fsp.usp.br/site/paginas/mostrar/3021" target="_blank">Programa de Doutorado em Saúde Global e Sustentabilidade da FSP</a>, com apoio da <a class="external-link" href="https://www.capes.gov.br/" target="_blank">Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes)</a>.</p>
<p><i><strong> </strong></i></p>
<hr />
<p><i><i><strong>Jovens, Violência e Acordo de Paz: Dilemas da Colômbia e da América Latina na Atualidade - <br />Lições Aprendidas</strong></i><br />2 de dezembro, 14h<br />Sala de Eventos do IEA, rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento em espanhol (sem tradução), gratuito e aberto ao público, sem necessidade de inscrição<br /></i><i>Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet <br /></i><i>Mais informações: com Cláudia Regina Pereira, <a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>, telefone (11) 3091-1686.</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-23T17:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/violencia-colombia">
    <title>Jovens, Violência e Acordo de Paz: Dilemas da Colômbia e da América Latina na Atualidade - Lições Aprendidas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/violencia-colombia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Colômbia está, atualmente, deparando-se com dilemas cruciais para a inclusão dos jovens que estavam envolvidos com as forças revolucionárias e/ou tráfico de drogas. Tem, também, experiências muito interessantes de intervenções urbanas que contribuíram fortemente para a redução de violência, destacando-se a cidade de Medellín. A troca de experiências entre profissionais que estudam a situação de jovens de Medellín e de São Paulo será extremamente proveitosa para o avanço do conhecimento e para a busca de alternativas e intervenções com maior chance de sucesso, além de propiciar um espaço importante para refletir sobre o tema, numa perspectiva latino-americana.</p>
<p><b>Conferencista</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-cristancho-marulanda" class="external-link">Sérgio Cristancho Marulanda</a> (Universidad de Antioquia)</p>
<p> </p>
<p><b>Debatedores</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-fernanda-t-peres" class="external-link">Maria Fernanda T. Peres</a> (FM e NEV - USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bruno-paes-manso" class="external-link">Bruno Paes Manso (NEV-USP)</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-ribeiro" class="external-link">Helena Ribeiro (FSP)</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-07T21:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/novo-espaco-avancado-de-pesquisa-na-costa-rica-tem-vice-diretor-do-iea-no-conselho">
    <title>Novo centro avançado na Costa Rica tem vice-diretor do IEA no Conselho </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/novo-espaco-avancado-de-pesquisa-na-costa-rica-tem-vice-diretor-do-iea-no-conselho</link>
    <description>Plonski tomou posse em cerimônia comemorativa e deu palestra sobre Ubias</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Home-Guilherme-Ary-Plonki-72.jpg" alt="Homem Guilherme Ary Plonki" class="image-inline" title="Homem Guilherme Ary Plonki" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Professor Guilherme Ary Plonski integra Conselho Acadêmico de centro avançado na Costa Rica</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O fomento às pesquisas interdisciplinares de alto nível avança na América Latina com a criação do Espacio Universitario de Estudios Avanzados da Universidade de Costa Rica. A instituição realizou seminários comemorativos entre os dias 5 e 7 de setembro, quando tomou posse o Conselho Acadêmico do organismo, que tem entre seus membros o vice-diretor do IEA-USP, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>.</p>
<p>Plonski ministrou a palestra “Estudios avanzados: una perspectiva internacional”, em que mostrou um pouco da história de 30 anos do IEA e o contexto de criação da rede Ubias -<a href="http://www.ubias.net/intercontinental-academia" target="_blank">University-Based Institutes for Advanced Study</a>. Formada em 2010 por institutos de estudos avançados baseados em universidades de todo o mundo, entre os quais o IEA-USP, a rede discute a produção de conhecimento e realiza atividades científicas conjuntas com a presença de pesquisadores destacados mundialmente.</p>
<p>“Vejo o convite como uma forma de levar àquela universidade a experiência de um instituto um pouco mais veterano, já que há poucos IEAs na América Latina. O conceito de um espaço de estudos avançados com as características de pesquisas interdisciplinares em que estudantes professores e pesquisadores se sentem confortáveis para ousar temas de fronteira, é algo importante para que cada vez mais a América Latina entre no mapa das redes internacionais de estudos avançados”, afirma o vice-diretor.</p>
<p>Plonski ressalta que a rede Ubias tem uma grande concentração de institutos na Europa, vem ganhando visibilidade na Ásia e mostrando algum crescimento na África. Os Estados Unidos têm mecanismos diferentes de fomento à pesquisa de fronteira, observa. “Com isso, percebo que institucionalmente somos responsáveis por estimular esse modelo em que acreditamos, para que se reproduza com características próprias na América Latina, já que somos irmãos e podemos levar a experiência de 30 anos do IEA-USP”, diz.</p>
<p>O Espacio Universitario de Estudios Avanzados começou a ser formatado há cerca de um ano. O novo organismo tem propostas acadêmicas e de pesquisa semelhantes aos institutos do gênero. Mas não irá operar de forma independente, já que está atrelado à pró-reitoria de pesquisa da Universidade de Costa Rica, segundo Plonski.</p>
<p>Por outro lado, devido à estrutura de financiamentos de pesquisa naquele país, o espaço deverá ter autonomia para lançar editais e chamadas para pesquisas e colaborações, ao contrário do que ocorre no Brasil, onde os editais e processos para financiamentos de pesquisa são lançados por agências de fomento, afirma o professor.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-27T20:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-essencia-e-a-diferenca-os-novos-avancos-da-psicologia-da-aculturacao">
    <title>A essência e a diferença: os novos avanços da psicologia da aculturação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-essencia-e-a-diferenca-os-novos-avancos-da-psicologia-da-aculturacao</link>
    <description>Pesquisadora do IEA e professora mexicana analisam aspectos da aculturação na América Latina</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-acculturation-psychology" alt="Capa do Livro Acculturation Psychology" class="image-inline" title="Capa do Livro Acculturation Psychology" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Capa do livro “The Cambridge Handbook of Acculturation Psycology”</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>A psicologia da aculturação, que estuda a interculturalidade de grupos e indivíduos submetidos a processos de aculturação, como migrantes, refugiados, indígenas, expatriados, estudantes e turistas, vem ganhando cada vez mais destaque no campo da psicologia transcultural. </span>Os processos de aculturação na América Latina são analisados pelas professoras <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvia-duarte-dantas?searchterm=sylvia+dantas" class="external-link">Sylvia Dantas</a>, coordenadora do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/dialogos-intelectuais" class="external-link">Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais </a>do IEA, e Alejandra del Carmen Dominguez Espinosa, da Universidade Iberoamericana da Cidade do México. O artigo, assinado em coautoria, está na segunda edição do livro “The Cambridge Handbook of Acculturation Psycology”.</p>
<p>Recém-lançado pela Cambridge University Press, o manual de 567 páginas reúne artigos organizados por David Sam e John W. Berry, dois dos maiores especialistas da área. O livro busca explorar o atual estado da arte e revê os vários contextos de aculturação e suas teorias centrais, trazendo amplo referencial teórico sobre grupos e indivíduos submetidos a processos de aculturação.</p>
<p>Segundo Dantas, a obra é considerada uma referência mundial para pesquisadores interessados nos conceitos e métodos relacionados a aculturação, identidade, integração, assimilação, marginalização e outros temas desse âmbito de estudos.</p>
<p>No capítulo “Acculturation in Central and South America”, as pesquisadoras dão um panorama geral sobre a demografia e os movimentos migratórios da América Latina. “Chamamos a atenção para o fato de que em toda a América ainda persiste o preconceito racial em relação aos indígenas e aos afrodescendentes. Abordamos a imigração e a colonização forçada que, tanto no Brasil quanto no México, produziram uma aculturação imposta, baseada no padrão estético europeu. Nesse sentido, a região possui desafios semelhantes no enfrentamento do preconceito e do racismo”, diz a professora Dantas.</p>
<p>O Brasil tem uma reputação de longa data em receber imigrantes. Ainda hoje representa a terra prometida para muitos estrangeiros. Nos últimos 10 anos, o número de imigrantes cresceu 160% no país, segundo dados da Polícia Federal.</p>
<p>Entre 1872 e 1972, as estatísticas mostram que aqui chegaram mais de 5 milhões de imigrantes vindos de países como Itália, Espanha, Portugal, Japão, Alemanha e muitos outros. Anteriormente, mantinha-se a migração forçada de afrodescendentes, que cessou apenas no final do século 19 com a abolição da escravatura, em 1888. Até 1850, cerca de 4 milhões de afrodescendentes foram trazidos para trabalhar como escravos nas lavouras de café e nos engenhos de cana, mostra o livro.</p>
<p>Mas após a abolição da escravatura, os donos de terra não aceitavam pagar pela mão de obra escrava, preferindo contratar o imigrante europeu, que então começava a compor a massa assalariada do país. O resultado foi que os nativos indígenas, assim como os negros, passaram por processos de aculturação forçada durante a colonização portuguesa, traz o livro.</p>
<p>Mas não se pode dizer que o processo de aculturação e integração do imigrante europeu – e também o dos haitianos e tantos outros estrangeiros que chegaram recentemente – tenha sido natural já que, devido a conjunturas de guerras e fome, abandonaram suas famílias e tradições em busca de oportunidades e de sobrevivência, observa Dantas.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sylvia-dantas-aculturacao" alt="Sylvia Dantas - Aculturação" class="image-inline" title="Sylvia Dantas - Aculturação" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Para Dantas, o preconceito e o racismo resultam de uma "colonização bem sucedida"</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“A imposição de valores pela colonização deu tão certo que ainda hoje somos manipulados por ideias raciais. Continuamos sendo colonizados, mas hoje usamos outro termo. Podemos dizer que a globalização é uma nova forma de colonização. Não é difícil entender por que existem tantas manifestações racistas e tanta xenofobia contra imigrantes”, afirma Dantas.</p>
<p>O racismo se manifesta pela dificuldade de lidar com a diversidade, especialmente quando ela é expressa pelo fenótipo, como a cor da pele, afirma a professora. “O mundo propaga um padrão de beleza que é o europeu e com isso, vemos muitos brasileiros negando a própria nacionalidade, dizendo que são europeus”.</p>
<p>A partir do contato com uma cultura diversa – ou interculturalidade – deriva o conceito de aculturação, que é o processo pelo qual um grupo ou um indivíduo passa em decorrência do contato contínuo com outra cultura, explica Dantas. O que passa com o indivíduo internamente nesse processo de adaptação a uma nova cultura, a forma com que ele encara as mudanças e as diferenças culturais e o impacto que os novos códigos sociais, a língua e o ambiente causam na sua forma de lidar com a vida e o ambiente, é o campo de estudo desse ramo da psicologia, explica.</p>
<p>“Somos seres culturais e sociais e isso parece óbvio, mas muitas pessoas não se apercebem do fato de que elas têm um jeito de ser e de agir em função de sua própria cultura. Acreditam que o seu jeito é universal, o que em antropologia é chamado de etnocentrismo. Assim, o contato com a diferença muitas vezes leva à negação da outra cultura, ao xenofobismo, ao racismo e ao preconceito”, afirma.</p>
<p>O livro é dividido em quatro partes e dedica sua primeira sessão aos conceitos e teorias sobre aculturação e identidade. Na segunda, traz experiências de aculturação de grupos específicos, por exemplo, os indígenas da Austrália e Nova Zelândia e os refugiados e migrantes forçados de diversos países.</p>
<p>Os contextos sociais de aculturação em países como Canadá, Estados Unidos, Brasil, México, Israel, África do Sul e muitos outros está na terceira parte do livro. A coletânea termina com artigos sobre multiculturalismo, sobre o papel da família e da escola no processo de aculturação, sobre a diversidade cultural no ambiente de trabalho, além de aspectos relacionados à saúde e resiliência de pessoas que passam por choques culturais. Os organizadores, Sam e Berry, assinam o artigo de conclusão do livro, abordando estudos já realizados sobre o tema e estratégias para o futuro da psicologia da aculturação.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-20T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-arte-latino-americana-na-tate-modern">
    <title>A inserção da arte latino-americana no cânone internacional</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-arte-latino-americana-na-tate-modern</link>
    <description>Inti Guerrero, novo curador adjunto de arte latino-americana da Tate Modern, fez conferência no dia 22 de setembro sobre a tendência de gradual ampliação do cânone internacional das artes visuais.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mostra-uma-vista-a-partir-de-sao-paulo-tate-modern" alt="Mostra &quot;Uma Vista a partir de São Paulo&quot; - Tate Modern" class="image-inline" title="Mostra &quot;Uma Vista a partir de São Paulo&quot; - Tate Modern" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><b>Sala "Uma Visão a partir de São Paulo", na Tate Modern</b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Uma sala num museu em Londres com uma mostra chamada "Uma Visão a partir de São Paulo" com obras de artistas brasileiros e de Pietr Mondrian e Kazemir Malevitch? Sim, ela existe e está na <a class="external-link" href="http://www.tate.org.uk/visit/tate-modern">Tate Modern</a>, museu dedicado à arte moderna e contemporânea.</p>
<p>A existência dessa sala demonstra o interesse da Tate em contar em seu acervo com obras latino-americanas. A presença de trabalhos de artistas europeus da primeira metade do século 20 procura relacionar a produção regional com o contexto artístico internacional desde os movimentos modernistas.</p>
<p>"Nunca haverá uma mostra exclusiva de arte latino-americana na Tate; todas as obras adquiridas passam a integrar o acervo único do museu", explicou o novo curador adjunto de arte latino-americana da instituição, o historiador da arte colombiano <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/inti-guerrero" class="external-link">Inti Guerrero</a>.</p>
<p>Segundo ele, o interesse do museu em adquirir obras de latino-americanos começou nos anos 90 e é uma demonstração de como o cânone artístico ocidental, antes baseado sobretudo na arte europeia e norte-americana, têm gradualmente se diversificado.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/inti-guerrero" class="external-link"></a></p>
<p>Guerrero tratou desse questão na conferência <i>Deslocando o Cânone da História da Arte: O Papel da Arte Latino-Americana na Tate Modern</i>, no dia 22 de setembro, evento organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/forum-permanente" class="external-link">Grupo de Pesquisa Forum Permante: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</a>, com apoio da Cultura Inglesa. O encontro teve como moderadores dois integrantes do Fórum Permanente: a historiadora da arte <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/julia-buenaventura-valencia-de-cayses" class="external-link">Julia Buenaventura</a> e o artista visual e crítico de arte <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilberto-ronaldo-mariotti-filho" class="external-link">Gilberto Mariotti</a>.</p>
<p>O conferencista explicou que a presença de obras de Mondrian e Malevitch na mostra "Uma Visão a partir de São Paulo" explica-se pelo fato de a sala ter buscado refletir o contexto artístico-cultural da cidade de São Paulo na época da 1ª e da 2ª Bienal, nos anos 50, período fortemente marcado fortemente pelo concretismo e pelo neoconcretismo.</p>
<p>Na <a class="external-link" href="http://www.tate.org.uk/visit/tate-modern/display/artist-and-society/view-sao-paulo-abstraction-and-society">apresentação</a> da mostra no site da Tate Modern, o curador Matthew Gale diz que "o período era de rápido crescimento econômico e de desenvolvimento urbano no Brasil e também um tempo em que jovens artistas de São Paulo e Rio de Janeiro estavam desenvolvendo uma nova forma de abstração geométrica".</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/inti-guerrero-22-09-16" alt="Inti Guerrero - 22/09/16" class="image-inline" title="Inti Guerrero - 22/09/16" /></th>
</tr>
<tr>
<td><b>Inti Guerrero, curador adjunto de Arte Latino-Americana da Tate Modern </b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Gale acrescenta que, a partir do abstracionismo europeu do começo do século 20, os artistas brasileiros daquele período adotaram uma abordagem rigorosa da arte, impregnada de idealismo político: "Rejeitando o passado e adotando novas formas, a abstração estava associada com ideias de mudanças sociais"</p>
<p>Para Guerrero, ações desse tipo da Tate Modern demonstram como ela está reinventando o conceito do que seria um museu global. O clima para essa abertura internacional no  Reino Unido foi possibilitado por vários fatores, segundo ele, como o processo de globalização a partir dos anos 80, as políticas de incentivo ao multiculturalismo e até mesmo o fim do período colonialista do país com a devolução de Hong Kong à China em 1997.</p>
<p>Dois outros exemplos do interesse do museu na arte latino-americana foram comentados por Guerrero: um baseado na atuação do Centro de Arte y Comunicación (Cyac) de Buenos Aires nos anos 60 e 70 e outro relacionado com o trabalho desenvolvido pela <a class="external-link" href="http://teoretica.org/">TE<span class="caps">OR</span></a><span><a class="external-link" href="http://teoretica.org/">/éTica</a>, uma instituição independente de arte em San José, Costa Rica, do qual ele foi curador antes de ser convidado para trabalhar na Tate Modern.</span></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><b>Notícia</b></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-discute-a-arte-latino-americana-no-novo-espaco-da-tate-modern" class="external-link">Encontro discute a arte latino-americana no novo espaço da Tate Modern</a></li>
</ul>
<p><b>Midiateca</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/deslocando-o-canone-da-historia-da-arte-o-papel-da-arte-latino-americana-na-tate-modern" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/deslocando-o-canone-da-historia-da-arte-o-papel-da-arte-latino-americana-na-tate-modern-22-de-setembro-de-2016" class="external-link">Fotos</a></p>
<hr />
<i>Mais notícias sobre<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-cultura" class="external-link">cultura</a></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Guerrero disse que o Cyac dedicava-se às relações entre arte e comunicação e à vanguarda da arte conceitual e foi o inspirador da sala "Um Vista a partir da Buenos Aires". No caso da TEOR/ética, informou que a Tate Modern apoiou uma exposição da instituição costa-riquenha (em parceria com um coletivo de Nova York) sobre a participação norte-americana nos conflitos armados na América Central a partir dos anos 60.</span></p>
<p><b>Momento etnográfico</b></p>
<p><span>Julia Buenaventura perguntou a Guerrero se esse tipo de interesse pela arte latino-americana significa que o cânone ocidental da arte está mudando. </span><span>Guerrero afirmou não ter dúvida de que o panorama da arte contemporânea está passando por um momento etnográfico. Para ele, há ações que "fixam o cânone", como no caso de uma exposição latino-americana no Museu Guggenheim de Nova York que teve como tema o futurismo. "As ações da Tate Modern são diferentes, procuram refletir um momento intelectual de um lugar".</span></p>
<p>Em participação via teleconferência direto de Berlim, Alemanha, onde realização pesquisa, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, coordenador do Fórum Permanente e ex-diretor do IEA, perguntou a Guerrero sobre a geopolítica adotada pela Tate Modern. O conferencista respondeu que o interesse internacional do museu não se restringe à América Latina e que há curadorias sobre a América do Norte e sobre a Ásia-Pacífico, além de interesse em regiões como o Oriente Médio e a África.</p>
<p><span>Gilberto Mariotti quis saber de Guerrero como se dá seu relacionamento com os outros setores da Tate Modern. O colombiano explicou que seu papel é indicar obras e artistas que devem merecer a atenção do museu. "As sugestões são analisadas pelo Comitê de Aquisição e também orientam o trabalho dos curadores de exposição."</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): Tate Modern; Leonor Calazans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-23T16:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/deslocando-o-canone-da-historia-da-arte-o-papel-da-arte-latino-americana-na-tate-modern-22-de-setembro-de-2016">
    <title>Deslocando o Cânone da História da Arte: o Papel da Arte Latino-Americana na Tate Modern - 22 de setembro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/deslocando-o-canone-da-historia-da-arte-o-papel-da-arte-latino-americana-na-tate-modern-22-de-setembro-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-22T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-discute-a-arte-latino-americana-no-novo-espaco-da-tate-modern">
    <title>Encontro discute a arte latino-americana no novo espaço da Tate Modern</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-discute-a-arte-latino-americana-no-novo-espaco-da-tate-modern</link>
    <description>Atividade do Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado trará curador da Tate para falar sobre o novo prédio do museu, o Switch House. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/tate-modern" alt="Tate Modern" class="image-inline" title="Tate Modern" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Switch House, o novo prédio da Tate Modern</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A inauguração em junho do novo espaço da Tate Modern, em Londres, Reino Unido, marca o início de um novo lugar para a arte latino-americana no cenário mundial. O prédio, chamado Switch House, criou uma versão própria de um museu global, que dá destaque para obras da América Latina - como "A Torre de Babel" de Cildo Meireles -  e intitula galerias com nomes de cidades como São Paulo e Buenos Aires.</p>
<p>Essa nova configuração do museu será discutida no encontro <i>Deslocando o Cânone da História da Arte: o Papel da Arte Latino-Americana na Tate Modern</i>, organizado pelo Grupo de Pesquisa <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/forum-permanente">Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</a> com apoio da Cultura Inglesa. O evento acontece <strong>dia 22 de setembro, das 14h às 18h</strong>, na Sala de Eventos do IEA. Haverá transmissão ao vivo pelo site do IEA.</p>
<p>O expositor será <a class="external-link" href="http://www.forumpermanente.org/convidados/inti-guerrero">Inti Guerrero</a>, curador adjunto de arte latino-americana da Tate Gallery. Para debater as ideias de Guerrero estarão presentes <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/julia-buenaventura-valencia-de-cayses" class="external-link">Julia Buenaventura</a>, do Núcleo de Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohtake, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilberto-ronaldo-mariotti-filho" class="external-link">Gilberto Mariotti</a>, artista, educador e curador associado na Associação Fórum Permanente.</p>
<p><strong>O expositor</strong></p>
<p>O colombiano Inti Guerrero é, desde janeiro de 2016, <a class="external-link" href="http://www.forumpermanente.org/noticias/2015/tate-appoints-new-estrellita-b-brodsky-adjunct-curator-of-latin-american-art">curador adjunto de arte latino-americana da Tate Gallery</a> (Estrellita Brodsky B. curatorship), onde coordena a representação da arte da América Latina pelos próximos três anos. Quarto curador na Tate nessa posição, seus antecessores foram Cuauhtémoc Medina, Julieta González e <a class="external-link" href="http://www.forumpermanente.org/convidados/jose-roca">José Roca</a>. Sua atuação se relaciona diretamente ao corpo de curadores da instituição e ao Comitê de Aquisições na América Latina da Tate.</p>
<p>Em agosto de 2016, Guerrero também foi nomeado curador da <a class="external-link" href="http://www.forumpermanente.org/noticias/noticias-2016a/the-38th-edition-of-eva-international-2013-irelands-biennial-in-2018-will-be-curated-by-inti-guerrero">38ª edição da EVA International</a> que ocorrerá em 2018. <span id="result_box">EVA International é a Bienal de Arte Contemporânea da Irlanda. A cada dois anos, a EVA International trabalha com curadores convidados para criar um programa de 12 semanas de exposições e eventos que se relacionam com as pessoas e a cidade de Limerick, <span id="result_box">na costa oeste </span>da Irlanda. </span></p>
<p>Guerrero já foi diretor associado de arte e <a class="external-link" href="http://www.forumpermanente.org/noticias/2014/comunicado-de-prensa-agradecimiento-a-inti-guerrero">curador na Fundação Ars TEOR/éTica</a> em Costa Rica. Tem trabalhado como curador independente e crítico da arte na America Latina e Europa. Seus mais recentes projetos em curadoria são: <span style="text-align: justify; "><a class="external-link" href="http://www.forumpermanente.org/noticias/2014/um-caso-transatlantico"><i>Josephine Baker e Le Corbusier– Um caso Transatlântico</i></a>, Museu de Arte do Rio - MAR; </span><i>Man Up!</i>, Tate Film, Tate modern, London; <a class="external-link" href="http://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/29a-bienal-de-sao-paulo/relatos-criticos/se-voce-nao-sabe-o-que-e-o-sul-e-simplesmente-porque-voce-e-do-norte"><i>A cidade do homen nu</i></a>, Museu de Arte Moderna de São Paulo; <i>Flying Down to Earth</i>, MARCO, Vigo and FRAC Lorraine, Metz; and <i>Duet for Cannibals</i>, Royal Tropical Institute, Amsterdam, 2010. Como co-curador trabalhou nas exposições: Eppur is muove, Fondazione Sandretto Re Rebaudengo, Turin, 2009 e Yo no soy esa..., Galeria Santa Fe, Bogotá, 2005. Seus textos já foram publicados em Art Nexus, Ramona, Afterall, Metropolis M and Manifesta Journal.</p>
<p>Ele estudou História e Teoria da Arte na Universidade de Los Andes em Bogotá e na USP. Participou do programa de estudos curatoriais do De Appel Arts Centre de Amsterdam, Holanda.</p>
<p>(C<i>om informações do site <a class="external-link" href="http://www.forumpermanente.org/convidados/inti-guerrero">forumpermanente.org</a>.</i>)</p>
<p style="text-align: right; "><span>Foto: Divulgação Tate Modern</span></p>
<hr />
<p> </p>
<p><i><strong>Deslocando o Cânone da História da Arte: o Papel da Arte Latino-Americana na Tate Modern</strong><br /></i>22 de setembro, das 14h às 18h<br />Sala de Eventos do IEA - Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito sem necessidade de inscrição prévia — Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a><a class="external-link" href="http://www.iptv.usp.br/portal/home" target="_blank"><br /></a>Informações: Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br />Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/deslocando-o-canon-da-historia-da-arte" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/deslocando-o-canon-da-historia-da-arte</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Reino Unido</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-16T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/v-seminario-internacional-movimentos-sociais-na-contemporaneidade-movimentos-sociais-ambiente-e-territorialidades-na-america-latina-25-de-novembro-de-2015">
    <title>IV Seminário Internacional Movimentos Sociais na Contemporaneidade: Movimentos Sociais, Ambiente e Territorialidades na América Latina - 25 de novembro de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/v-seminario-internacional-movimentos-sociais-na-contemporaneidade-movimentos-sociais-ambiente-e-territorialidades-na-america-latina-25-de-novembro-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-12-08T16:19:59Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
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