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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 31 to 32.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/academia-de-vanguarda">
    <title>Uma academia de vanguarda</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/academia-de-vanguarda</link>
    <description>Em encontro realizado no dia 15 de fevereiro, o IEA e o instituto de estudos avançados da Universidade de Nagoya refinaram o projeto piloto da Academia Intercontinental. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><a rel="lightbox" href="/midiateca/foto/eventos-2013/a-pesquisa-avancada-na-universidade-de-nagoya-15-de-fevereiro-de-2013/IMG_7989.JPG"><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/a-pesquisa-avancada-na-universidade-de-nagoya-15-de-fevereiro-de-2013/IMG_7989.JPG/@@images/29516a92-7a74-4ac4-86e9-b7610e59ea20.jpeg" alt="Dapeng Cai" title="Dapeng Cai" height="238" width="400" /></a></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Dapeng Cai e Susumu Saito foram os expositores do encontro que discutiu a criação da 'Academia Intercontinental'</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: justify; ">"A  Academia Intercontinental  funcionará como um laboratório de como a  universidade poderá trabalhar no  futuro de maneira colaborativa.  Trata-se de um projeto em pequena escala, mas  com potencial para  resultar num novo formato para a educação superior".</p>
<p style="text-align: justify; ">Essa  é a expectativa de Martin Grossmann,  diretor do IEA, em relação à  Academia Intercontinental dos University-Based  Institutes for Advanced  Study (<a href="http://www.ubias.net/">Ubias</a>), rede que integra 33 institutos de  estudos avançados vinculados a universidades de todo o mundo.</p>
<p style="text-align: justify; ">O projeto piloto da Academia, que está sob  a responsabilidade do IEA e do <a href="http://www.iar.nagoya-u.ac.jp/">Instituto de Pesquisa Avançada</a> (IAR, na sigla em  inglês) da Universidade de Nagoya, no Japão, foi  apresentado pela primeira vez  a um público amplo no encontro <i>A Pesquisa Avançada em Nagoya</i>,  que  aconteceu no dia 15 de fevereiro, no IEA. Os expositores foram o  químico Susumu  Saito e o economista Dapeng Cai, ambos pesquisadores em  tempo integral do IAR.</p>
<p style="text-align: justify; ">O   evento foi dividido em duas partes. Na primeira, Saito falou  sobre as  boas práticas adotadas pelo IAR para o desenvolvimento de pesquisas de   alto nível e impacto mundial (<i>ver box</i>).  Na segunda, Cai fez  uma exposição sobre o conceito e o funcionamento da  Academia, que foram  definidos na manhã do mesmo dia, em reunião fechada com os dois   pesquisadores, a direção do IEA, integrantes de grupos de pesquisa e  curadoria  do IEA, bem como representantes da Vice-Reitoria Executiva de  Relações  Internacionais.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>O conceito da Academia</strong><br /> A proposta de criar a Academia Intercontinental surgiu no  encontro do  Comitê de Coordenação dos Ubias, realizado em março de 2012  no <a href="http://www.jnu.ac.in/jnias/default.htm">Instituto de  Estudos Avançados Jawaharlal Nehru</a>,  em Nova Delhi, Índia. Na ocasião, o IEA  e o IAR foram convidados para  serem os responsáveis pelo projeto-piloto dessa  iniciativa, que  funcionará como uma <i>joint  venture</i>, como definiu Cai.</p>
<p style="text-align: justify; ">De  acordo com o economista, o conceito da Academia se resume na  expressão  "2+2+2+2": dois Ubias de dois continentes diferentes vão se  unir para a  organização de uma pesquisa conjunta a ser desenvolvida ao longo de   dois anos, período em que serão realizados dois workshops.</p>
<p style="text-align: justify; ">A  ideia  é promover o intercâmbio científico entre gerações, disciplinas e  culturas.  Para isso, serão selecionados 15 jovens pesquisadores de  várias universidades  do mundo e de diferentes áreas do conhecimento  para se dedicarem a um estudo  colaborativo de caráter interdisciplinar,  sob a orientação de três cientistas  seniores – ganhadores do Prêmio  Nobel ou de distinção semelhante, que  coordenarão as atividades.</p>
<p style="text-align: justify; ">Esse   grupo manterá contato durante o biênio do projeto e se  reunirá em  dois workshops de um mês cada - um em São Paulo, previsto para março  de  2014, e outro em Nagoya, previsto para março de 2015. Nesses encontros  de imersão,  os pesquisadores terão oportunidade de trocar experiências,  participar de atividades  interculturais e programas sociais e de  discutir o tema de pesquisa por meio de  conferências, leituras,  seminários e debates.</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo  Cai, esse tipo de iniciativa é tão  importante porque "as pesquisas  desenvolvidas nas universidades são  focadas e especializadas demais, de  modo que os pesquisadores não compartilham  linguagens, não se  relacionam com outros campos e esquecem como se comunicar  uns com os  outros".</p>
<p style="text-align: justify; ">O   economista destacou que a Academia Intercontinental orienta-se por  três  objetivos: estimular a pesquisa conjunta entre os institutos  membros dos Ubias;  promover a formação de redes de cooperação entre  líderes científicos da próxima  geração; e explorar novas formas de  prática acadêmica coletiva e novos formatos  de formação, colaboração e  disseminação científica.</p>
<p style="text-align: justify; ">Grossmann  observou que o termo academia pode ter uma conotação  pejorativa, uma  vez que é usado para fazer referência ao conjunto dos grandes  nomes da  ciência, reconhecidos pela qualidade do conhecimento que geraram, mas   sem um compromisso em transformar o pensamento corrente. "Entretanto, no   sentido que estamos utilizando na Academia Intercontinental, o termo  refere-se  a um ambiente de vanguarda, um espaço experimental, de  riscos, de debates, que  possibilita encontros inusitados", ressaltou.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Processo de seleção</strong><br /> Um trio de  pesquisadores internacionais seniores escolhido  pelos associados dos UBIAS será responsável por conduzir a seleção  do  grupo de 15 jovens cientistas. Cada membro dos Ubias poderá indicar até 3  candidatos,  jovens pesquisadores com nível de pós-doutor a professor  assistente. De acordo com Cai, a ideia é reunir as  melhores jovens  cabeças de todo o mundo e de diversas disciplinas para pensar  soluções  para desafios globais.</p>
<p style="text-align: justify; ">Também  ficará a cargo dos seniores propor o  programa de pesquisa da Academia.  O IEA e o IAR sugeriram como tema os diversos  sentidos e significados  do "tempo", abrangendo o ponto de vista físico,  social, literário,  histórico, artístico, biológico, entre outros. E, como  sub-tema,  propuseram os ciclos circadianos, objeto de estudo de Takao Kondo, atual   diretor do IAR. Tais ciclos referem-se aos ritmos biológicos diários  dos seres  vivos, que oscilam conforme a variação do dia e da noite.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>O papel  dos anfitriões</strong><br /> Aos institutos anfitriões cabe funcionar como um   secretariado, assessorando no processo de seleção; proporcionar a  estrutura  necessária para as atividades acadêmicas; organizar programas  interculturais e  sociais para interação dos integrantes da Academia;  arcar com os custos dos  seniores; e ajudar a encontrar acomodações para  os jovens cientistas.</p>
<p style="text-align: justify; ">Em  troca, o IEA e o IAR terão o benefício de colocar  a comunidade  universitária em contato com esse seleto grupo de pesquisadores e  de  direcionar a escolha do trio de sêniores, dos jovens cientistas e do   programa de pesquisa conforme as necessidades da região e da  universidade que  os acolhem.</p>
<table class="grid listing" style="text-align: justify; ">
<tbody>
<tr>
<th>
<p><strong>A EXPERIÊNCIA DO IAR</strong></p>
<p>A  estrutura dirigente do IAR é constituída pelo diretor, três  vice-diretores,  dois pesquisadores em tempo integral (os dois que  participaram do evento) e um  Comitê Diretivo com quatro membros.</p>
<p>O  núcleo acadêmico do instituto conta com 11 cientistas proeminentes,  sendo quatro  deles ganhadores do Prêmio Nobel: o diretor fundador do  Instituto Ryoji Noyori  (Química, 2001), Toshihide Maskawa (Física,  2008), Osamu Shinomura (Química,  2008) e Makoto Kobayashi (Física,  2008).</p>
<p>De  acordo com Saito, uma das diretrizes orientadoras do Instituto é   promover a troca entre gerações, aproximando os pesquisadores mais  experientes,  como os do núcleo acadêmico, de pesquisadores nos  primeiros estágios da  carreira. Entre as missões do Instituto, está a  de garantir a independência de  jovens cientistas e, assim, fomentar a  formação de novos quadros para a  Universidade.</p>
<p>O  químico ressaltou, ainda, que o IAR busca proporcionar um ambiente de   pesquisa produtivo, organizando palestras, seminários e encontros  informais nos  quais pesquisadores de diferentes áreas podem dialogar e  discutir temas de  interesse comum.</p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; "><strong> </strong></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Sandra Codo/IEA-USP</span><br class="_mce_marker" /></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-02-22T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/propostasubias.html">
    <title>Rede mundial de IEAs define propostas de cooperação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/propostasubias.html</link>
    <description>A Ubias, rede de institutos de estudos avançados (IEAS) vinculados a universidades, definiu três tipos de formas de colaboração entre essas instituições na reunião do Comitê de Coordenação da rede, que aconteceu em março, no Instituto de Estudos Avançados Jawaharlal Nehru, em Nova Delhi, Índia. Estiveram presentes no encontro representantes de oito dos 11 institutos que integram o comitê, entre os quais o diretor do IEA-USP, Martin Grossmann.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">A <a href="http://www.ubias.net/" target="_blank">Ubias</a>, rede de institutos de estudos avançados (IEAs) vinculados a universidades, definiu três tipos de iniciativas de colaboração a serem implantadas a partir de 2013: encontros bianuais dos diretores dos institutos para a troca de experiências e formação de parcerias; conferências acadêmicas, também bianuais, para fomentar o debate de temas interdisciplinares de alcance global; e a criação de uma "academia intercontinental", cujas edições sempre envolverão dois IEAs de distintos continentes visando à promoção do intercâmbio de jovens talentos da pesquisa nas diversas áreas do conhecimento. <dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ubiasnovadelhi.jpg/image" alt="ubiasnovadelhi.jpg" title="ubiasnovadelhi.jpg" height="287" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Os integrantes do Comitê de Coordenação da Ubias reunidos em Nova Delhi, Índia</dd>
</dl><span></span></p>
<p style="text-align: justify; ">O próximo encontro de diretores dos 32 institutos da Ubias será realizado no Instituto de Estudos Avançados da Universidade Hebraica de Jerusalém, Israel. A primeira conferência acadêmica terá lugar no Peter Wall Institute for Advanced Studies da University of British Columbia, em Vancouver, Canadá. Já o projeto-piloto da academia intercontinental está em fase de planejamento, sob a responsabilidade dos IEAs da USP e da Universidade de Nagoya, Japão.</p>
<p style="text-align: justify; ">As três iniciativas foram discutidas na reunião do Comitê de Coordenação da Ubias, que aconteceu em março, no <a href="http://www.jnu.ac.in/JNIAS" target="_blank">Instituto de Estudos Avançados Jawaharlal Nehru</a>, em Nova Delhi, Índia. Participaram representantes de oito dos 11 institutos que integram o comitê, entre os quais o diretor do IEA-USP, Martin Grossmann.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>ACADEMIA INTERCONTINENTAL</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo Grossmann, a ideia é que a academia congregue 15 jovens talentos do mundo, selecionados a partir de um conjunto de nomes indicados pelos 32 institutos membros da Ubias. O grupo trabalharia por dois anos em torno de um tópico interdisciplinar sob a tutoria de três pesquisadores seniores de destaque internacional, indicados pelo Comitê de Coordenação da rede. Ao final de cada ano, os 15 pesquisadores interagiriam numa  oficina imersiva com duração de um mês (a primeira em São Paulo e a segunda em Nagoya), para apresentar e debater os resultados alcançados.</p>
<p style="text-align: justify; ">"O objetivo dessa parceria bilateral é contribuir para a formação de novos quadros para a pesquisa a partir do contato com grandes nomes das diversas áreas do conhecimento, bem como criar um ambiente favorável para que esses possíveis futuros líderes, seja na ciência, seja na cultura, se articulem e componham redes de pesquisa transnacionais", explica o diretor do IEA-USP.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>REVISTA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Além de se engajar na concretização dessa primeira academia, o IEA-USP sugeriu a criação de uma revista produzida pelos institutos da Ubias. De acordo com Grossmann, a proposta surgiu da ideia do diretor anterior do IEA-USP, César Ades, de criar uma publicação do instituto em inglês: "Pensei, então, em ampliar o escopo dessa ideia, compartilhando a revista com nossos colegas da Ubias. O IEA-USP tem condições para estar à frente disso porque dispõe da infraestrutura e do know-how necessários, já que possui a <a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link">revista "Estudos Avançados"</a>, uma publicação longeva, referencial e interdisciplinar por natureza".</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>BRASIL-ÍNDIA</strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Para Grossmann, a reunião em Nova Delhi foi proveitosa não só por ter dado andamento à consolidação da Ubias e à discussão sobre a agenda futura da rede, mas também porque representou uma oportunidade para o Brasil e a Índia reforçarem suas relações acadêmicas. Integrantes dos Brics, ao lado de China, Rússia e África do Sul, os dois países são grandes economias em desenvolvimento e apresentam realidades bastante parecidas. Como resultado direto do encontro em Nova Delhi, o IEA-USP realiza no dia 26 de junho o seminário <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/brasilindia.html">Democracias de Alta Densidade: Índia e Brasil</a>, com a participação de pesquisadores da USP, da Unicamp e do IEA indiano.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Parcerias internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-06-20T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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