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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-catedra-agricultura-clima">
    <title>Cátedra inaugura atividades no dia 15 de abril com seminário sobre agricultura e mudanças climáticas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-catedra-agricultura-clima</link>
    <description>Primeiro seminário do ciclo "Ressignificando o Progresso: Reflexões a Partir das Mudanças Climáticas" será realizado no dia 15 de abril, às 13h30.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-brasil" alt="Agricultura - Brasil" class="image-right" title="Agricultura - Brasil" />O seminário "<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/agricultura-e-clima" class="external-link">Agricultura e Clima</a>", primeiro do ciclo "Ressignificando o Progresso, Reflexões a partir das Mudanças Climáticas", abre no dia <strong>15 de abril, às 13h30</strong>, a programação de atividades públicas da Cátedra Clima &amp; Sustentabilidade, parceria da Reitoria da USP com o IEA. O encontro abordará temas relacionados aos desafios das mudanças climáticas para a agricultura brasileira e como a agricultura pode ser parte da solução para adaptação às mudanças climáticas e mitigação de seus efeitos.</p>
<p>O seminário será realizado na Sala Alfredo Bosi, na sede do IEA (rua da Praça do Relógio, 109, térreo, São Paulo), com transmissão <span>ao vivo no canal do Instituto no </span><a class="external-link" href="http://www.youtube.com/@iea-usp">YouTube</a>. Para participar é necessário realizar <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeysmwOmHStMhx7noQK38ew9xuQpmXrCv4ljaHXERF2Ivdc5w/viewform">inscrição prévia online</a>.</p>
<p>Os responsáveis pela cátedra ressaltam que o setor agrícola é um dos principais emissores de gases de efeito estufa (GEE) entre os setores econômicos, mas também é uma das atividades humanas mais vulneráveis ​​aos efeitos das mudanças climáticas globais, especialmente em países tropicais. Por outro lado, a adoção de práticas de manejo regenerativo e estratégias de uso sustentável da terra podem não apenas aumentar o sequestro de carbono, mas também reduzir significativamente as emissões de GEE, aspectos fundamentais para o Brasil, um dos maiores produtores e exportadores mundiais de alimentos, rações, fibras e biocombustíveis.</p>
<p><strong>Painéis</strong></p>
<p>O primeiro dos dois painéis do seminário será "Os Desafios das Mudanças Climáticas na Agricultura Brasileira". As exposições serão de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-eduardo-cerri" class="external-link">Carlos Eduardo Cerri</a>, professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP e diretor do Centro de Estudos de Carbono na Agricultura Tropical (Ccarbon), também da USP, que falará sobre as mudanças climáticas, os acordos internacionais em função delas e os impactos na agricultura brasileira, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/stoecio-maia" class="external-link">Stoécio Malta Ferreira Maia</a>, professor do Instituto Federal de Alagoas (Ifal), que apresentará o perfil das emissões de gases de efeito estufa e os compromissos da agropecuária brasileira. A moderação estará a cargo de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/heitor-cantarella" class="external-link">Heitor Cantarella</a>, pesquisador do Instituto Agronômico de Campinas (IAC).</p>
<p>"Agricultura como Parte da Solução para as Mudanças Climáticas" é o tema do segundo painel, que terá três expositores: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mauricio-cherubin" class="external-link">Maurício Roberto Cherubin</a>, professor da Esalq-USP e integrante do Ccarbon-USP, que tratará da agricultura regenerativa como estratégia de mitigação e adaptação às mudanças climáticas; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leidivan-frazao" class="external-link">Leidivan Almeida Frazão</a>, professor da UFMG, cujo fala será sobre sistemas integrados como alternativa para o aumento do sequestro de carbono e redução das emissões de gases efeito estufa; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-henrique-brancalion" class="external-link">Pedro Henrique Santin Brancalion</a>, professor da Esalq-USP e integrante do Ccarbon-USP, que abordará as oportunidades do Brasil ao utilizar a restauração florestal como solução baseada na natureza. O moderador será <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tiago-osorio-ferreira" class="external-link">Tiago Osorio Ferreira</a>, professor da Esalq-USP e integrante do Ccarbon-USP.</p>
<p style="text-align: right; "><i><span class="discreet">Foto: Wenderson Araujo/CNA Brasil</span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Clima &amp; Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-03-31T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/biota-sintese-lanca-notas-4-e-5">
    <title>Biota Síntese lança notas técnico-científicas sobre polinizadores e remuneração de serviços ambientais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/biota-sintese-lanca-notas-4-e-5</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300-borda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-nota-tecnico-cientifica-pagamentos-por-servicos-ambientais-teoria-e-pratica-300pxlarg" alt="Capa da nota técnico-científica &quot;Pagamentos por Serviços Ambientais: Teoria e Prática&quot; - 300pxlarg" class="image-right" title="Capa da nota técnico-científica &quot;Pagamentos por Serviços Ambientais: Teoria e Prática&quot; - 300pxlarg" /></th>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-nota-tecnico-cientifica-potencial-do-servico-ecossistemico-de-polinizacao-300pxlarg" alt="Capa da nota técnico-científica &quot;Potencial do Serviço Ecossistêmico de Polinização&quot; - 300pxlarg" class="image-right" title="Capa da nota técnico-científica &quot;Potencial do Serviço Ecossistêmico de Polinização&quot; - 300pxlarg" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><i>por Mauro Bellesa e <span>Pedro A. Duarte, </span><span>estagiário do Biota Síntese por meio da bolsa Mídia Ciência de Jornalismo Científico concedida pela Fapesp</span></i></p>
<p>O <a class="external-link" href="https://biotasintese.iea.usp.br/">Biota Síntese</a> (Núcleo de Análise e Síntese de Soluções Baseadas na Natureza) lançou os números 4 e 5 de sua série de notas técnico-científicas digitais: "<a class="external-link" href="https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1486">Pagamentos por Serviços Ambientais: Teoria e Prática - A Experiência do Estado de São Paulo</a>" e "<a class="external-link" href="https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1490">Potencial do Serviço Ecossistêmico de Polinização no Estado de São Paulo</a>". As duas publicações foram editadas pelo IEA e estão disponíveis gratuitamente no <a class="external-link" href="https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/index">Portal de Livros Abertos da USP</a>.</p>
<p>A produção da série é uma parceria do IEA com o <span>Instituto de Pesquisas Ambientais e a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo. De acordo com os coordenadores do núcleo, a Série Biota Síntese destina-se a registrar e apresentar "conhecimento acionável” para transições sustentáveis.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Soluções baseadas na natureza</h3>
<p class="vc_custom_heading align-left">O Biota Síntese (Núcleo de Análise e Síntese de Soluções Baseadas na Natureza) tem como objetivo apoiar o estado de São Paulo no desenvolvimento de políticas públicas socioambientais relacionadas à sustentabilidade agrícola, restauração ecológica, controle de zoonoses e prevenção de doenças em áreas urbanas.</p>
<p class="vc_custom_heading align-left">O núcleo congrega pesquisadores de cinco universidades, sete institutos de pesquisa estaduais e quatro organizações não governamentais, além de técnicos e tomadores de decisão de quatro secretarias do governo estadual (Meio Ambiente; Infraestrutura e Logística; Saúde Pública; e Agricultura).</p>
<p class="vc_custom_heading align-left">O Biote Síntese conta com financiamento da Fapesp por cinco anos (2022/26) e está sediado no IEA.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>A nota "Pagamentos por Serviços Ambientais: Teoria e Prática" </span><span>oferece um panorama geral sobre o tema. O documento traz a definição de um Pagamento por Serviço Ambiental (PSA), ou seja, iniciativas que possibilitam a remuneração direta (em moeda ou ativos como equipamentos e infraestrutura) de proprietários ou usuários de recursos naturais em troca da manutenção ou adoção de um determinado uso ou manejo que favoreça a conservação desses recursos. Além disso, o material também explica os componentes básicos de um PSA trazendo os pontos cruciais no desenho e operação deste tipo de política pública.</span></p>
<p>Já a nota "Potencial do Serviço Ecossistêmico de Polinização no Estado de São Paulo"<i>,</i> iniciada a partir de uma reunião de síntese em 25 de junho, tem como objetivo apresentar um modelo de provisão potencial de polinização, considerando a localização de cultivos e áreas de vegetação nativa.</p>
<p>Desenvolvido no âmbito do projeto, este modelo é baseado na conexão entre oferta, fluxo e demanda - ou seja, respectivamente: a quantidade e diversidade de polinizadores ofertados por ambientes nativos; a movimentação desses polinizadores pela paisagem; e o número de flores nos campos de cultivo multiplicada pela carga de pólen necessária para polinizar completamente cada flor. Além disso, o modelo promove uma valoração do serviço de polinização no estado. O documento ainda propõe janelas de oportunidades nas políticas estaduais, ou seja, programas que podem se valer do modelo apresentado para embasar suas políticas públicas.</p>
<p><span>As publicações anteriores da </span><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/series/biota/serie-biota-sintese" class="external-link">Série Biota Síntese</a><span> também estão disponíveis para download gratuitamente:</span></p>
<p><span></span><span>- Nota Técnico-Científica 3 (setembro de 2023)<br /></span><a class="external-link" href="https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1317" target="_blank">Análise de Mapeamento de Biomassa e Carbono no Estado de São Paulo</a></p>
<p><a class="external-link" href="https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1317" target="_blank"></a><span>- Nota Técnico-Científica 2 (agosto de 2023)<br /></span><a class="external-link" href="https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1315" target="_blank">Restauração de Ecossistemas: Financiamento por meio de Blended Finance e Fundos de Biodiversidade</a></p>
<p><a class="external-link" href="https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1315" target="_blank"></a><span>- Nota Técnico-Científica 1 (julho de 2022)<br /></span><a class="external-link" href="https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1316" target="_blank">Contribuições ao Plano de Ação Climática do Estado de São Paulo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polinizadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Bioeconomia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biota Síntese</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-12-09T19:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/livro-sobre-educacao-alimentar-e-nutricional">
    <title>Livro defende mudança na relação com alimentos como forma de promover a saúde planetária</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/livro-sobre-educacao-alimentar-e-nutricional</link>
    <description>IEA lança o livro digital "Educação Alimentar e Nutricional para a Saúde Planetária", produzido pelo Grupo de Estudos Saúde Planetária do Instituto e pelo Núcleo de Pesquisa e de Extensão Sustentarea da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP⁣.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f2e7ac5a-7fff-19d8-34d2-68b111dc9165"> </span></p>
<p style="text-align: left; "><i>Por Lívia Uchoa (estagiária)</i></p>
<p style="text-align: left; "><span style="text-align: justify; "><a class="external-link" href="https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1341"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-educacao-alimentar-e-nutricional-para-a-saude-planetaria" alt="Capa do livro &quot;Educação Alimentar e Nutricional para a Saúde Planetária&quot;" class="image-right" title="Capa do livro &quot;Educação Alimentar e Nutricional para a Saúde Planetária&quot;" /></a>Lançado este mês pelo IEA, o livro “Educação Alimentar e Nutricional para a Saúde Planetária" trata da relação entre o sistema alimentar tradicional </span><span style="text-align: justify; ">— composto pela produção</span><span style="text-align: justify; ">, colheita, armazenamento, transporte, processamento, distribuição e descarte — e as mudanças climáticas e a saúde planetária. Publicada de forma digital, a obra está disponível no <a href="https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1341" style="text-align: justify; ">Portal de Livros Abertos da USP</a>.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">“A transição para sistemas alimentares saudáveis e sustentáveis pautada no Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA), e não nos interesses mercadológicos, urge”, segundo a nutricionista Janine Giuberti Coutinho, que assina o prefácio. Produzido pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/saude-planetaria-uma-abordagem-transdisciplinar-para-a-sustentabilidade-do-planeta-integrada-a-saude-humana" class="external-link">Grupo de Estudos Saúde Planetária</a> do IEA e pelo <a class="external-link" href="https://www.fsp.usp.br/sustentarea/">Núcleo de Pesquisa e de Extensão Sustentarea</a> da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP⁣, o livro ressalta que o modelo alimentar tradicional atual, baseado no agronegócio, afeta de forma negativa o meio ambiente.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>A publicação é resultante do curso “Educação Alimentar e Nutricional para a Saúde Planetária” do Sustentarea, responsável por reunir mais de 250 educadores de 17 escolas da rede pública de ensino de Águas de Lindóia, SP, em julho de 2023. As organizadoras (e também autoras) são Aline Martins de Carvalho, Flávia Schwartzman, Mirelly dos Santos Amorim e Tatiana Camargo. As outras autoras são Beatriz Machado Martins, Catarina São Martinho, Jacqueline Tereza da Silva e Larissa Melina de Lázari.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Elas esperam que o material publicado </span><span>contribua com a capacitação de educadores, para que promovam uma educação alimentar e nutricional de qualidade para crianças e adolescentes. Para as organizadoras, o </span>atual padrão de produção, alimentação e consumo também contribui para o aumento da insegurança alimentar, desigualdade social e consumo de alimentos prontos e processados.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; ">De acordo com <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-03/consumo-de-ultraprocessados-aumentou-55-na-ultima-decada-no-pais">estudo</a> feito pelo Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens) da FSP-USP, publicado em 2023, o consumo de ultraprocessados pelos brasileiros aumentou 5,5% em dez anos. Esse aumento, segundo o livro, se relaciona com o menor preço desses alimentos, a busca por praticidade e dificuldade no acesso à alimentação saudável por parte da população.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>A obra enfatiza a importância de uma rotina alimentar natural e balanceada para o desenvolvimento de crianças e adolescentes, e mostra que a normalização dos ultraprocessados nas rotinas brasileiras tem um impacto negativo no meio ambiente e na saúde dos indivíduos. “De acordo com importantes estudos, o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados está relacionado ao aumento de doenças crônicas como diabetes, hipertensão e obesidade”, destacam as autoras no capítulo inicial. </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>A solução para o atual sistema alimentar, segundo elas, está no investimento em uma educação alimentar e nutricional (EAN) de qualidade para a sociedade brasileira, com foco no ambiente escolar. “Faz-se necessário o fortalecimento de políticas e estratégias de educação alimentar e nutricional, nos vários espaços, principalmente nas escolas, para que as pessoas aprendam e se sintam aptas a fazer as melhores escolhas e a adotar práticas alimentares saudáveis, conscientes e responsáveis”, ressaltam na introdução. </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Composto de seis capítulos, o livro valoriza o papel da educação básica e fornece estratégias pedagógicas e iniciativas para as escolas colocarem em prática a EAN com crianças e adolescentes, além de analisar o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). </span><span style="text-align: center; ">A obra também utiliza os </span><a href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs" style="text-align: center; ">Objetivos do Desenvolvimento Sustentáve (ODS) da ONU</a><span style="text-align: center; "> para relacionar a saúde planetária com a questão alimentar.</span></p>
<div><span><span id="docs-internal-guid-4cba13b5-7fff-5711-833e-688db5721515">
<p dir="ltr"><span><strong>Conteúdos relacionados</strong></span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/agricultura-urbana-e-seguranca-alimentar-e-nutricional-o-alimento-organico-na-alimentacao-escolar"><span>www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/agricultura-urbana-e-seguranca-alimentar-e-nutricional-o-alimento-organico-na-alimentacao-escolar</span></a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/politicas-de-alimentacao-saudavel-as-propostas-e-suas-implicacoes-no-cotidiano-da-escola"><span>www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/politicas-de-alimentacao-saudavel-as-propostas-e-suas-implicacoes-no-cotidiano-da-escola</span></a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/saude-planetaria-uma-abordagem-transdisciplinar-para-a-sustentabilidade-do-planeta-integrada-a-saude-humana"><span>www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/saude-planetaria-uma-abordagem-transdisciplinar-para-a-sustentabilidade-do-planeta-integrada-a-saude-humana</span></a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/alimentos-nutricao-e-saude-mental"><span>www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/alimentos-nutricao-e-saude-mental</span></a></li>
</ul>
</span></span></div>
<div><span><span id="docs-internal-guid-4cba13b5-7fff-5711-833e-688db5721515">
<div></div>
</span></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Nutrição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Planetária: Uma Abordagem Transdisciplinar para a Sustentabilidade do Planeta Integrada à Saúde Humana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Planetária</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-07-18T15:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/professor-visitante-sergio-pereira-leite">
    <title>Estratégias especulativas no mercado de commodities e de terras é tema de novo professor visitante</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/professor-visitante-sergio-pereira-leite</link>
    <description>O economista e sociólogo Sérgio Pereira Leite, da UFRRJ, iniciou no dia 1º de março um período de três meses como professor visitante do IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:350px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sergio-pereira-leite/image" alt="Sérgio Pereira Leite" title="Sérgio Pereira Leite" height="362" width="350" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:350px;">Sérgio Pereira Leite</dd>
</dl></p>
<p>O economista e sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-pereira-leite" class="external-link">Sérgio Pereira Leite</a>, professor do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), iniciou no dia 1º de março um período de três meses como professor visitante do IEA. Ele está desenvolvendo o projeto “Financeirização da Terra e da Agricultura no Brasil: Quando Novos Atores Sociais Entram em Campo”, parte de um trabalho de maior amplitude com apoio do CNPq e da Faperj.</p>
<p>O objetivo do estudo no IEA é identificar e analisar os processos de financeirização que envolvem os ativos fundiários e o setor agrícola e com isso propor um marco teórico-analítico adequado, no âmbito das ciências sociais, que permita compreender as transformações no meio rural brasileiro de 2000 a 2025, sobretudo aquelas estimuladas pela legislação recente, com destaque para a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/lei/l13986.htm">Lei do Agro</a> (13.986/2020) e a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2021/lei/l14130.htm">Lei do Fiagro</a> (14.130/21).</p>
<p>Leite tratará principalmente dos processos relacionados com as estratégias especulativas no mercado de commodities e no mercado de terras, analisando as implicações dessa especulação em áreas selecionadas para o estudo, com destaque para a região do Matopiba (acrônimo para Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia).</p>
<p>A intenção é levantar evidências do funcionamento desses processos de financeirização e suas implicações nos níveis social, econômico, político e ambiental. Com isso, o pesquisador espera compreender de forma mais sistemática o papel desempenhado pelo Estado por meio de políticas setoriais (financiamento/crédito, regularização fundiária e outras) e do marco jurídico-legal em reformulação nos últimos anos.</p>
<p>O estudo também permitirá avaliar em que medida os processos de certificação digital de imóveis rurais se expandem nesse movimento de apropriação e financeirização da terra e passam a ser utilizados nos novos dispositivos de políticas fundiárias.</p>
<p><strong>Perfil</strong></p>
<p>Na UFRRJ, Leite é professor titular do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade, onde coordena dois grupos de pesquisa: o Observatório de Políticas Públicas para a Agricultura (Oppa) e o Grupo de Estudos em Mudanças Sociais, Agronegócio e Políticas Públicas (Gemap). É pesquisador também do Instituto Nacional de Ciências e Tecnologia em Políticas Públicas, Estratégia e Desenvolvimento.</p>
<p>Leite é doutor pelo Instituto de Economia da Unicamp e realizou mestrado em ciências sociais em desenvolvimento, agricultura e sociedade na UFRRJ, tendo cursado a graduação em economia na Unesp. Cumpriu programas de pós-doutorado na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais e no Instituto de Altos Estudos sobre a América Latina, ambos na França, e na Universidade da Cidade de Nova York, EUA.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"><i>Foto: Christian Rodrigues</i></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Commodites</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agribusiness</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Questão Agrária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Visitantes</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-03-08T16:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ciencia-foi-deixada-de-lado-na-cop-26-diz-especialista">
    <title>Ciência foi deixada de lado na COP-26, diz especialista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ciencia-foi-deixada-de-lado-na-cop-26-diz-especialista</link>
    <description>Segundo entrevistado do USP Analisa, países deixaram recomendações científicas de lado em função de interesses geopolíticos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-4125fc73-7fff-9d2c-1070-c0c0e53a4b3c"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome59.png/@@images/9ea6f379-1d09-4671-ad7f-a5dd92458854.png" alt="" class="image-left" title="" />Realizada em novembro na Escócia, a 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-26) reuniu representantes de 196 países. Na pauta, temas como desmatamento, efeito estufa, neutralidade de carbono e o futuro do clima do planeta. Para traçar um panorama sobre os compromissos assumidos no encontro e discutir também a política ambiental brasileira, o USP Analisa desta semana conversa com o professor do Instituto de Física da USP e integrante do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas das Nações Unidas, Paulo Artaxo.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele destaca que, mais uma vez, a ciência foi deixada de lado em relação aos interesses geopolíticos dos países participantes. "Os resultados da COP-26, que estão expressos no chamado Pacto Climático de Glasgow, no documento final da reunião, deixam muito a desejar do ponto de vista das recomendações da ciência e do IPCC. Infelizmente, se todos os países cumprirem os seus compromissos até o momento, o nosso planeta ainda vai se aquecer em torno de 2,7°C, em média. Isso leva para regiões como o interior do Brasil um aquecimento da ordem de 3,5 a 4°C, o que é muita coisa”, explica ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Apesar disso, Artaxo afirma que duas decisões foram muito importantes nesse encontro: os compromissos de reduzir em 30% as emissões de metano, um dos gases responsáveis pelo efeito estufa, e de zerar o desmatamento das florestas tropicais até 2030. Para ele, o Brasil tem plenas condições de cumprir essa última meta.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“O Brasil já reduziu rapidamente o desmatamento de florestas tropicais de 2003 até 2011, então isso é possível. A ciência já sabe como fazer isso e nós temos a legislação para fazer isso. O que nós precisamos é de um governo que realmente cumpra os seus compromissos com a sociedade brasileira e o compromisso do Acordo de Paris. É possível tecnicamente, politicamente e cientificamente zerar o desmatamento com enormes benefícios para o agronegócio, que vai ver a restauração dos serviços ecossistêmicos, em particular a chuva, que irriga as áreas de pastagem e as áreas onde nós temos, por exemplo, plantações de soja, o que vai aumentar produtividade agrícola brasileira e preservar a biodiversidade, fator riquíssimo para a sociedade brasileira com potencial enorme de ser explorado”, diz Artaxo.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A entrevista vai ao ar nesta quarta (8), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (12), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de áudio </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-12-07T20:45:55Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/o-agronegocio-lentes-da-economia">
    <title>O Agronegócio pelas Lentes da Economia Política: Desafios de Governança Democrática</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/o-agronegocio-lentes-da-economia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Brasil enfrenta desafios de governança democrática condicionados, de um lado, por sua forma de inserção no sistema internacional e, por outro lado, pelo sistema de interesses, instituições e ideias que compõem a economia política do país.</p>
<p>Transformações profundas nestes dois polos constituem desafios e oportunidades para diferentes atores políticos: os formuladores de políticas públicas, as lideranças econômicas, os políticos profissionais e as organizações da sociedade civil. A reconfiguração das assimetrias de poder econômico e político no plano internacional afeta a constelação de interesses domésticos e exige respostas ágeis, coerentes e previsíveis do poder público.  No nível doméstico, o aproveitamento das janelas de oportunidade que se abrem para a construção de uma <i>estratégia acordada </i>de desenvolvimento constitui questão aberta e controversa. A ativação de uma ampla gama de energias sociais, de saberes, de recursos políticos e institucionais é condição para contornar os poderes de veto que limitam essa construção. Trata-se de uma conjuntura crítica!</p>
<p>O agronegócio se situa na confluência entre as transformações que ocorrem na agenda da “globalização” e na agenda democrática do país. A participação do setor na economia brasileira, seu protagonismo na política externa e sua relevância para a formação da política climático-ambiental, o situam como setor estratégico, dotado de agência no nível internacional. Um <i>playe</i>r cujas opções transcendem seu impacto econômico, devido à centralidade que a Amazônia, o cerrado e os direitos dos povos tradicionais adquirem na nova agenda internacional.</p>
<p>Para discutir os desafios e dilemas de governança democrática da perspectiva do  setor bem como sua implicações para os rumos do país , as   lentes da economia política oferecem um ponto de ancoragem pertinente.  Qual a percepção que tem desses desafios duas das lideranças mais atuantes e uma das analistas mais experientes na área – todos com especialização em economia agrícola?</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-11-08T19:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/biota-sintese">
    <title>Biota Síntese:  nova dinâmica para criar soluções baseadas na natureza </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/biota-sintese</link>
    <description>No início de 2021, o IEA passou a sediar o Biota Síntese – Núcleo de Análise e Síntese de Soluções Baseadas na Natureza, uma das 12 propostas de Núcleos de Pesquisa Orientada a Problemas em São Paulo (NPOP-SP) aprovadas em dezembro de 2020 pela Fapesp.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jean-paul-walter-metzger-2021/image" alt="Jean Paul Walter Metzger - 2021" title="Jean Paul Walter Metzger - 2021" height="342" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Jean Paul Walter Metzger, diretor do Biota Síntese</dd>
</dl></p>
<p>Este semestre, o IEA passou a sediar um novo projeto: o Biota Síntese – Núcleo de Análise e Síntese de Soluções Baseadas na Natureza, uma das 12 propostas de Núcleos de Pesquisa Orientada a Problemas em São Paulo (NPOP-SP) aprovadas em dezembro pela Fapesp.</p>
<p>A chamada Ciência para o Desenvolvimento da Fundação teve o objetivo de apoiar pesquisa orientadas para a solução de problemas nas áreas de saúde, segurança pública, alimentação e agricultura, desenvolvimento econômico, entre outras. A exigência complementar era que os núcleos proponentes fossem integrados por pesquisadores em universidades, secretarias de estado, instituições públicas e privadas no país e no exterior e empresas.</p>
<p>Essas duas exigências são plenamente contempladas pelo Biota Síntese, que receberá R$ 4,3 milhões (incluídas cotas de bolsas) para seu desenvolvimento ao longo de cinco anos.</p>
<p>O projeto envolve 27 instituições [veja <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/biota-sintese#diagrama" class="external-link">diagrama</a> abaixo], entre as quais três secretarias estaduais, a Prefeitura de São Paulo, as três universidades públicas paulistas, as duas universidades públicas federais existentes no estado, vários institutos de pesquisa paulistas e quatro organizações não governamentais da área ambiental.</p>
<p>O responsável por ele (diretor, de acordo com o Comitê Executivo) é Jean Paul Walter Metzger, professor titular de ecologia do Instituto de Biociências (IB) da USP e coordenador, desde 2014, do Grupo de Pesquisa Serviços de Ecossistemas do IEA.</p>
<p><strong>Inovação</strong></p>
<p>Segundo Metzger, o Biota Síntese é estratégico por diversos motivos. Um dele é promover a “ciência de síntese”, uma abordagem de análise de dados ainda não costumeira no Brasil, mas já amplamente utilizada nos Estados Unidos, Canadá, Europa e Austrália, “com resultados extremamente significativos e impactantes”.</p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><strong><i>Ciência de síntese</i></strong></h3>
<p><i>De acordo com chamada de projetos do Centro de Síntese em Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (SinBiose) do CNnPq em 2019, sínteses científicas correspondem a uma abordagem de pesquisa inter ou transdisciplinar, que integra conhecimentos, métodos e perspectivas científicas diversas, voltada para a análise, sistematização, reorganização ou recontextualização de dados e informações já disponíveis, de forma a produzir conhecimento novo.</i></p>
<p><i>Sínteses científicas permitem a conceituação de problemas complexos além do escopo de qualquer disciplina, conjunto de dados ou linha de pesquisa, ressalta a chamada. “O conhecimento assim produzido tem maior potencial de levar a novas descobertas científicas, bem como outros produtos socialmente relevantes, como informação qualificada para subsidiar a tomada de decisão e formulação de políticas públicas.”</i></p>
<p><i>Metzger destaca que a abordagem requer a imersão de um grupo diversificado de pessoas na exploração de determina questão científica ou aplicada, com dinâmicas de brainstorm colaborativas, compartilhamento de dados, reanálise e modelagem de dados já coletados. “Essa dinâmica depende também do trabalho em dedicação exclusiva de pós-doutorandos, que são responsáveis pelas análises e modelagens propostas pelo grupo de síntese”, complementa.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Não se trata apenas de agrupar e revisar dados científicos, mas sim de uma metodologia que permite trazer um olhar inter e transdisciplinar para ressignificar dados já coletados, permitindo a geração de novas ideias, modelos, paradigmas e teorias.” [leia ao lado]</p>
<p>Outro aspecto inovador do projeto, de acordo com Metzger, é o fato de o Biota Síntese promover sínteses transdisciplinares voltadas ao embasamento de políticas públicas na área socioambiental, “ao contrário da maioria das sínteses feitas nos países desenvolvidos, mais voltadas a questões teóricas, restritas ao mundo acadêmico”.</p>
<p>“No nosso caso, estamos atendendo a demandas feitas por órgãos do governo do estado de São Paulo, especialmente a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, a Secretaria da Agricultura e a Secretaria Especial da Saúde.”</p>
<p>A pertinência das sínteses dependerá, afirma Metzger, do trabalho conjunto de profissionais do governo com os pesquisadores de universidades e institutos de pesquisa do estado, além de organizações não-governamentais. Ele explica que, além de elaborar sínteses, o projeto quer também revisar, aperfeiçoar e criar políticas públicas, “sempre dentro de uma abordagem de coprodução e geração destas políticas”.</p>
<p>A terceira inovação do projeto é reunir um grupo diversificado de pesquisadores e atores socioambientais para pensarem em “soluções baseadas na natureza” (SBN) para vários problemas. Inspiradas e suportadas pela natureza, as SBN são concebidas para enfrentar os desafios da sociedade de forma efetiva e a baixo custo, simultaneamente provendo benefícios ambientais, sociais e econômicos e auxiliando a construir sistemas resilientes, explica Metzger.</p>
<p>Entre as questões que podem se beneficiar das SBN, ele elenca: agricultura sustentável e polinização; regulação e controle de zoonoses; e prevenção de doenças crônicas não transmissíveis (como hipertensão, diabetes e doenças respiratórias crônicas) e de desordens mentais comuns (como crises de ansiedade e depressão) em cidades.</p>
<p><strong>Polinização</strong></p>
<p>O trabalho do Biota Síntese em relação à agricultura sustentável dará ênfase à questão da polinização: “A intensificação de boa parte da agricultura atual acaba gerando uma série de impactos nos solos e nas águas, através de processos de erosão e de poluição por agrotóxicos. Com isso, esses sistemas deixam de se beneficiar de importantes serviços ecossistêmicos, como a polinização e o controle de pragas”.</p>
<p>Considerados apenas os benefícios da polinização, o estado de São Paulo poderia ter um adicional de R$ 4 bilhões na produção de soja, café e laranja, afirma Metzger. “O desafio é como desenhar paisagens que otimizem esses benefícios da natureza em sinergia com os planos de adequação ambiental que serão desenvolvidos com a regulamentação do Lei de Proteção da Vegetação Nativa [12.651/12, também conhecida como Novo Código Florestal]. Outro desafio é montar essas soluções com os produtores, para que sejam de fato aplicadas.”</p>
<p>Para Metzger, a adoção das soluções será facilitada justamente pelo fato de serem fruto de um processo conjunto de elaboração, envolvendo os setores públicos e privados desde o início das discussões. “As soluções serão acordadas por todos, considerando desde o início as limitações, resistências e demandas de diferentes setores.”</p>
<p>Trata-se de um procedimento muito distinto do que é feito usualmente, “onde soluções são criadas por poucas pessoas, em laboratórios ou na academia, e depois são repassadas (ou ‘vendidas’) para os tomadores de decisão ou gestores públicos”, afirma o pesquisador. Há amplas evidências que esse modelo unidirecional (da academia para a sociedade) não funciona, afirma. “Precisamos de um modelo mais sistêmico, que pode ser estimulado através de ‘sínteses transdisciplinares’.”</p>
<p><strong>Zoonoses</strong></p>
<p>No caso de controle de zoonoses, o Biota Síntese levará em conta as fortes evidências de que a composição e configuração da paisagem afetam a propagação de zoonoses. Metzger dá o exemplo da febre amarela: “Temos modelagens que indicam que o vírus da doença se propaga muito nas bordas florestais e ao longo de estradas, enquanto grandes blocos de vegetação nativa funcionam como barreiras para essa propagação. Conhecendo esse comportamento de propagação, podemos planejar paisagens mais inteligentes, que protegem as pessoas ao evitar ou amenizar o deslocamento de vírus e outros patógenos responsáveis por zoonoses”.<strong> </strong></p>
<p><strong>Pandemias</strong></p>
<p>Um resultado adicional do projeto é colaborar na formulação de propostas que ajudem a mitigar os riscos de novas pandemias, segundo Metzger: "Doenças zoonóticas representam 75% das doenças infecciosas emergentes do mundo. Um dos nossos desafios é justamente pensar em Soluções baseadas na Natureza para regulação dessas doenças, como no caso da Covid-19.”</p>
<p>Muitos trabalhos científicos demonstram que algumas destas doenças (hantavirose, febre amarela, malária e febre maculosa, por exemplo) se propagam em maior ou menor grau dependendo da configuração da paisagem e do tipo das atividades humanas nela desenvolvidas, afirma o pesquisador.</p>
<p>Ele ressalta também que há evidência de que certas condições favorecem a transmissão de agentes infecciosos de uma espécie nativa para os humanos, “caso de situações tipicamente encontradas aqui no Brasil: alta biodiversidade, alta vulnerabilidade social e intensa modificação ambiental, fator que aproxima populações vulneráveis de áreas com alta biodiversidade”.</p>
<p>Considerando essas questões e dadas as mudanças de uso e ocupação dos solos e os diferentes cenários de mudanças climáticas que também afetam a propagação de zoonoses, Metzger destaca que evitar ou regular a intensificação desse processo é um dos desafios importantes a serem discutidos pelo Biota Síntese.</p>
<p><a name="diagrama"></a><dl class="image-right captioned" style="width:700px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/instituicoes-do-biota-sintese/image" alt="Instituições do Biota Síntese" title="Instituições do Biota Síntese" height="392" width="700" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:700px;">Instituições integrantes do Biota Síntese</dd>
</dl></p>
<p><strong>Dinâmica</strong></p>
<p>Agricultura sustentável, regulação de zoonoses, prevenção de doenças em cidades são os principais desafios temáticos do Biota Síntese, interligados pelo desafio de planejamento de ações de restauração e pelo desafio maior das mudanças climáticas. Os trabalhos serão assistidos por grupos dedicados à cocriação e produção de políticas públicas.</p>
<p>Os grupos temáticos e o grupo de restauração terão dinâmicas de síntese (reuniões de imersão, virtuais este ano e presenciais em 2022), intercaladas por períodos de organização de bancos de dados, análises e modelagem, trabalhos que serão desenvolvidos basicamente por pós-doutorandos, com acompanhamento e participação dos supervisores e da coordenação do projeto.</p>
<p>A previsão é que ocorram três ou quatro reuniões por desafio ao longo dos cincos anos de duração do projeto. A preparação das sínteses temáticas será acompanhada por outras reuniões, voltadas à discussão da construção de políticas públicas.</p>
<p>A coordenação do projeto será atribuição do Comitê Executivo, constituído por: um diretor, o próprio Metzger; um vice-diretor, a ser indicado pela Secretaria Estadual de Infraestrutura e Meio Ambiente (Sima) de São Paulo; um coordenador de Comunicação, o professor Carlos Joly, do Instituto de Biologia (IB) da Unicamp); um coordenador de Parcerias, o professor Gerd Sparovek, da Escola de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP e presidente da Fundação Florestal; e um gestor executivo, a ser contratado pelo IEA com recursos de patrocinadores.</p>
<p>O projeto deve iniciar os trabalhos oficialmente em junho. Até lá, estão sendo definidos os termos de cooperação científica e tecnológica com as principais instituições parceiras. Informalmente, o Biota Síntese já está colaborando com a Sima na construção de propostas da secretaria para a próxima COP26 (26ª Conferência das Partes da Convenção -Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática), que ocorrerá em novembro, em Glasgow, Reino Unido.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Doenças Tropicais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Epidemias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-03-22T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/fapesp-aprova-projeto-biota-sintese-com-sede-no-iea">
    <title>Fapesp aprova projeto Biota Síntese, com sede no IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/fapesp-aprova-projeto-biota-sintese-com-sede-no-iea</link>
    <description>O ecólogo Jean Paul Metzger será o responsável pelo projeto.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:180px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jean-paul-walter-metzger-1/image" alt="Jean Paul Walter Metzger" title="Jean Paul Walter Metzger" height="180" width="180" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:180px;">O ecólogo Jean Paul Metzger</dd>
</dl>A partir de 2021, o IEA será sede do Biota Síntese, um Núcleo de Análise e Síntese de Soluções Baseadas na Natureza. O projeto é <a class="external-link" href="https://fapesp.br/14690/fapesp-divulga-resultados-da-chamada-ciencia-para-o-desenvolvimento">um dos 12 aprovados da chamada Ciência para o Desenvolvimento</a>, lançada pela Fapesp ainda em 2019 e divulgada no dia 22 de dezembro deste ano.<br /><br />O Biota Síntese mobilizará 27 instituições parceiras na análise e síntese de soluções baseadas na natureza, para dar respostas a desafios da agricultura sustentável, segurança hídrica e controle de zoonoses.<br /><br />O ecólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jean-paul-walter-metzger" class="external-link">Jean Paul Metzger</a> será o responsável pelo projeto no IEA. Metzger já é coordenador do Grupo de Pesquisa Serviço dos Ecossistemas do IEA.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-12-23T12:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados-chega-a-100a-edicao-e-da-continuidade-a-dossie-sobre-pandemia-1">
    <title>Revista 'Estudos Avançados' chega à 100ª edição e dá continuidade a dossiê sobre pandemia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados-chega-a-100a-edicao-e-da-continuidade-a-dossie-sobre-pandemia-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-de-estudos-avancados-100" alt="Capa de 'Estudos Avançados' 100" class="image-right" title="Capa de 'Estudos Avançados' 100" /></p>
<p>Os impactos da pandemia de Covid-19 na economia, mercado de trabalho, sistema educacional, meio ambiente, sistema financeiro, pesquisa com fármacos e agronegócio são analisados no dossiê do 100º número da revista "Estudos Avançados", cuja <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420200003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">edição digital</a> já está disponível gratuitamente na plataforma de periódicos científicos SciELO.</p>
<p>O editor da publicação, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu">Sérgio Adorno</a>, destaca que a revista chega à sua 100ª edição sem nenhuma interrupção na periodicidade quadrimestral e mantendo a linha editorial definida desde os primeiros números, que focaliza “nossa contemporaneidade e os desafios que o presente propõe para a consolidação de sociedades mais justas e com qualidade de vida”.</p>
<p>Essa sintonia com os problemas do presente revela-se com a continuidade do dossiê sobre a Covid-19, iniciado no <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420200002&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">número anterior</a>. Sob o título "Impactos da Pandemia", o conjunto de textos incluí 12 artigos, dos quais cinco são resultantes de ciclo de encontros virtuais sobre os cenários possíveis depois da pandemia organizado pelo IEA, Pró-Reitoria de Pesquisa da USP e Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp).</p>
<p>De acordo com Adorno, as características que se destacam nos artigos são a densidade das perspectivas adotadas, sua atualidade, o embasamento em sólida bibliografia atualizada e em fontes documentais de referência e a escolha de questões fundamentais presentes no debate público, incluindo perguntas correntes no senso comum e nas conversas cotidianas.</p>
<p>Um dos núcleos do dossiê engloba discussões sobre medicamentos e tratamento, saúde, biodiversidade, mudanças climáticas e políticas de proteção da Amazônia. "Há também importantes reflexões sobre os impactos econômicos, sobretudo nas cadeias produtivas de commodities, alimentos, bens e serviços, e nas cadeias produtivas de valor", ressalta o editor. "Em termos sociais, sobressaem reflexões sobre os graves impactos no mercado de trabalho, assim como na educação, em todos os graus.”</p>
<p>A edição traz também textos comemorativos do centenário de nascimento do sociólogo Florestan Fernandes e do economista Celso Furtado e dos 250 anos de nascimento de Beethoven, além de artigos sobre 100 anos da morte de Max Weber.</p>
<p>Adorno destaca como símbolos da número a publicação de um diálogo entre Celso Furtado e Fernand Braudel e o áudio da Sonata nº 23 em Fá Menor, Op. 57, “Appassionata<i>”</i>, de Beethoven, interpretada pelo pianista Eduardo Monteiro [vejo os links para os arquivo de áudio no final do <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142020000300341&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">artigo de Monteiro e Mônica Lucas</a>].</p>
<p>O número termina com um ensaio a respeito da origem e constituição dos institutos de estudos avançados existentes no mundo e seu papel na produção do conhecimento de ponta.</p>
<p>A 100ª edição é dedicada ao editor anterior da publicação, Alfredo Bosi, que “assegurou por três décadas (de janeiro de 1989 a agosto de 2019) a preservação deste patrimônio da USP e do IEA que é a revista ‘Estudos Avançados’”, nas palavras de Adorno.</p>
<h3><strong>Dossiê</strong></h3>
<p><strong>Medicamentos</strong></p>
<p>De acordo com os Leonardo Ferreira e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adriano-d-andricopulo">Adriano Andricopulo</a>, ambos do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP e do Centro de Pesquisa e Inovação em Biodiversidade e Fármacos (CIBFar), há cerca de 2 mil registros de ensaios clínicos para investigação de medicamentos aprovados e outros candidatos para a Covid-19, incluindo moléculas pequenas e medicamentos biológicos, sem contar as vacinas.</p>
<p>No entanto, “o reposicionamento de fármacos não levou a qualquer novo tratamento antiviral contra a Covid-19”.  Segundo eles, o cenário mais realista compreende o desenvolvimento de antivirais específicos contra o Sars-CoV-2 para o tratamento seguro e eficaz contra a doença.</p>
<p><strong>Educação</strong></p>
<p>Os impactos na educação são analisados em artigo de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bernardete-angelina-gatti">Bernardete Angelina Gatti</a>, integrante do Comitê Consultivo da Cátedra Educação Básica (parceria do IEA e do Itaú Social) e  pesquisadora sênior da Fundação Carlos Chagas. Bernardete discute garantia possível de aprendizagem dos alunos durante a pandemia, a diversidade das realidades sociais, a situação dos professores e gestores e aspectos curriculares, relacionais e socioemocionais relacionados com o isolamento e o retorno às escolas. Ela também pondera sobre as possibilidades de mudanças na oferta educacional nas redes de ensino básico.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/claudia-costin">Cláudia Costin</a>, conselheira do IEA e diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da Fundação Getúlio Vargas, trata das tendências em educação básica no Brasil diante das condicionantes impostas pela pandemia, dos compromissos que o Brasil assumiu em 2015 em relação à sustentabilidade e, em especial, ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 (proporcionar educação de qualidade) e da chamada Revolução 4.0, tende a eliminar de forma acelerada postos de trabalho.</p>
<p><strong>Ambiente</strong></p>
<p>Para o físico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-artaxo">Paulo Artaxo</a>, do Instituto de Física (IF) da USP, o mundo e a humanidade enfrentam três crises importantes: 1) a da saúde, intensificada pela pandemia de Covid-19; 2) a de perda de biodiversidade; e 3) a emergência climática. Ele ressalta que as três crises estão ligadas, apesar de diferenças importantes, “mas todas provocam impactos sociais e econômicos fortes e afetam o planeta globalmente”.</p>
<p>Para ele, a pandemia revelou as deficiências na governança global e a crise climática “tem potencial para danos socioeconômicos muito fortes, e seus efeitos já são facilmente visíveis”. Quanto à perda de biodiversidade, ele alerta para o risco à segurança alimentar e ao equilíbrio do sistema terrestre. “A Amazônia, por exemplo, contém milhares de vírus em sua fauna e flora, e a continuar o processo desenfreado de sua ocupação, novos vírus similares ao Sars-CoV-2 possivelmente entrarão em contato com nossa sociedade”.</p>
<p>É preciso reconhecer a ligação entre biodiversidade, serviços ecossistêmicos e a saúde humana e dessa forma reunir esforços de forma a evitar o surgimento de novas pandemias, alertam Carlos Alfredo Joly, do Instituto de Biologia da Unicamp, e Helder Lima de Queiroz, do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá.</p>
<p>Em consonância com o alerta de Artaxo, Joly e Queiroz destacam que países como o Brasil, “com altos graus de vulnerabilidade social e degradação ambiental, possuem grande probabilidade de que novos patógenos que vivem em espécies silvestres pulem para os hospedeiros humanos”.</p>
<p><strong>Economia</strong></p>
<p>Para Simão Davi Silber, professor sênior da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, a pandemia demonstrou como “choques exógenos adversos no sistema econômico” desorganizam a economia e criam um descompasso entre o mundo econômico e das possíveis ações do Estado. Em sua opinião, essas ações não conseguem atingir todos os agentes econômicos para preservá-los da crise e o resultado é “destruição de empresas, de capital físico e humano” que não serão mais recuperados.</p>
<p>Para Camila Villard Duran, da Faculdade de Direito (FD) da USP, no entanto, o mercado financeiro internacional encontrou um meio de se sustentar durante a pandemia graças à consolidação de um modelo de cooperação monetária global. Segundo a pesquisadora, a rede hierárquica de operações chamadas de swaps cambiais, com o Federal Reserve (FED), o banco central americano, em seu topo, “foi o arranjo jurídico estruturado para sustentar o funcionamento do mercado financeiro global e de sua moeda por excelência, o eurodólar”.</p>
<p>A reconfiguração das cadeias globais de valor é o tema do texto de Afonso Fleury, da Escola Politécnica (EP) da USP, e Maria Tereza Leme Fleury, da FEA-USP e da Fundação Getúlio Vargas. Ambos analisam a evolução dessas cadeias – orquestradas por multinacionais com suporte de tecnologias digitais –, como governos e empresas estão reagindo perante as dificuldades impostas pela pandemia e como as cadeias serão reconfiguradas.</p>
<p><strong>Trabalho</strong></p>
<p>Se o mercado financeiro encontrou um meio de se preservar, o mesmo não ocorre com o mercado de trabalho. De acordo com a socióloga Maria Aparecida Bridi, da Universidade Federal do Paraná, a crise sanitária causada pelo Sars-CoV-2 “potencializou a fragilidade do mercado de trabalho, que vinha em franco processo de deterioração nos últimos quatro anos no Brasil”.</p>
<p>Em seu artigo, ela discute os vários aspectos do cenário do mercado de trabalho no contexto da crise econômica pré-pandemia, os indicadores desse mercado durante a pandemia e “os desafios impostos ao sindicalismo decorrentes da intensificação da agenda neoliberal nos últimos quatro anos”.</p>
<p><strong>Agronegócio</strong></p>
<p>O alcance e a profundidade da crise decorrente da pandemia sobre a agricultura e o agronegócio no Brasil são discutidos no artigo escrito por Sergio Schneider, Abel Cassol, Alex Leonardi e Marisson Marinho. Eles também analisam os efeitos da pandemia sobre a agricultura familiar, o setor de processamento de carnes e a distribuição de alimentos.</p>
<p>Se por um lado apontam a possibilidade de maior inserção internacional do agronegócio brasileiro, por outro identificam problemas potenciais no abastecimento interno e eventuais aumentos de preços, bem como “inflação de alimentos, que decorre tanto do aumento da demanda como dos custos de produção em razão da desvalorização cambial, que representa estímulo à exportação”.</p>
<p>A alimentação sob o impacto do Sars-CoV-2 também é o tema do artigo de outros três pesquisadores, Bernardete de Melo Franco, Mariza Landgraf e Uelinton Manoel Pinto. O artigo dedica-se a responder se os alimentos e suas embalagens podem causar a Covid-19, se a indústria e o setor de alimentação podem são responsáveis pela disseminação do vírus e sobre quais são as medidas preventivas que os consumidores podem adotar.</p>
<p><i><strong>Versão impressa: os exemplares da edição 100 de "Estudos Avançados" estarão disponíveis em meados de dezembro, ao preço de R$ 30,00. Os interessados em reservar um exemplar ou fazer uma assinatura anual da revista (três edições por R$ 90,00) podem enviar mensagem para <a class="mail-link" href="mailto:estavan@usp.br">estavan@usp.br</a>.</strong></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Música</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-11T22:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/revista-estudos-avancados-chega-a-100a-edicao-e-da-continuidade-a-dossie-sobre-pandemia-1">
    <title>Revista 'Estudos Avançados' chega à 100ª edição e dá continuidade a dossiê sobre pandemia</title>
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<p>Os impactos da pandemia de Covid-19 na economia, mercado de trabalho, sistema educacional, meio ambiente, sistema financeiro, pesquisa com fármacos e agronegócio são analisados no dossiê do 100º número da revista "Estudos Avançados", cuja <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420200003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">edição digital</a> já está disponível gratuitamente na plataforma de periódicos científicos SciELO.</p>
<p>O editor da publicação, <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu">Sérgio Adorno</a>, destaca que a revista chega à sua 100ª edição sem nenhuma interrupção na periodicidade quadrimestral e mantendo a linha editorial definida desde os primeiros números, que focaliza “nossa contemporaneidade e os desafios que o presente propõe para a consolidação de sociedades mais justas e com qualidade de vida”.</p>
<p>Essa sintonia com os problemas do presente revela-se com a continuidade do dossiê sobre a Covid-19, iniciado no <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420200002&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">número anterior</a>. Sob o título "Impactos da Pandemia", o conjunto de textos incluí 12 artigos, dos quais cinco são resultantes de ciclo de encontros virtuais sobre os cenários possíveis depois da pandemia organizado pelo IEA, Pró-Reitoria de Pesquisa da USP e Academia de Ciências do Estado de São Paulo (Aciesp).</p>
<p>De acordo com Adorno, as características que se destacam nos artigos são a densidade das perspectivas adotadas, sua atualidade, o embasamento em sólida bibliografia atualizada e em fontes documentais de referência e a escolha de questões fundamentais presentes no debate público, incluindo perguntas correntes no senso comum e nas conversas cotidianas.</p>
<p>Um dos núcleos do dossiê engloba discussões sobre medicamentos e tratamento, saúde, biodiversidade, mudanças climáticas e políticas de proteção da Amazônia. "Há também importantes reflexões sobre os impactos econômicos, sobretudo nas cadeias produtivas de commodities, alimentos, bens e serviços, e nas cadeias produtivas de valor", ressalta o editor. "Em termos sociais, sobressaem reflexões sobre os graves impactos no mercado de trabalho, assim como na educação, em todos os graus.”</p>
<p>A edição traz também textos comemorativos do centenário de nascimento do sociólogo Florestan Fernandes e do economista Celso Furtado e dos 250 anos de nascimento de Beethoven, além de artigos sobre 100 anos da morte de Max Weber.</p>
<p>Adorno destaca como símbolos da número a publicação de um diálogo entre Celso Furtado e Fernand Braudel e o áudio da Sonata nº 23 em Fá Menor, Op. 57, “Appassionata<i>”</i>, de Beethoven, interpretada pelo pianista Eduardo Monteiro [vejo os links para os arquivo de áudio no final do <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142020000300341&amp;lng=pt&amp;nrm=iso&amp;tlng=pt">artigo de Monteiro e Mônica Lucas</a>].</p>
<p>O número termina com um ensaio a respeito da origem e constituição dos institutos de estudos avançados existentes no mundo e seu papel na produção do conhecimento de ponta.</p>
<p>A 100ª edição é dedicada ao editor anterior da publicação, Alfredo Bosi, que “assegurou por três décadas (de janeiro de 1989 a agosto de 2019) a preservação deste patrimônio da USP e do IEA que é a revista ‘Estudos Avançados’”, nas palavras de Adorno.</p>
<h3><strong>Dossiê</strong></h3>
<p><strong>Medicamentos</strong></p>
<p>De acordo com os Leonardo Ferreira e <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoaa/adriano-d-andricopulo">Adriano Andricopulo</a>, ambos do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP e do Centro de Pesquisa e Inovação em Biodiversidade e Fármacos (CIBFar), há cerca de 2 mil registros de ensaios clínicos para investigação de medicamentos aprovados e outros candidatos para a Covid-19, incluindo moléculas pequenas e medicamentos biológicos, sem contar as vacinas.</p>
<p>No entanto, “o reposicionamento de fármacos não levou a qualquer novo tratamento antiviral contra a Covid-19”.  Segundo eles, o cenário mais realista compreende o desenvolvimento de antivirais específicos contra o Sars-CoV-2 para o tratamento seguro e eficaz contra a doença.</p>
<p><strong>Educação</strong></p>
<p>Os impactos na educação são analisados em artigo de <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoab/bernardete-angelina-gatti">Bernardete Angelina Gatti</a>, integrante do Comitê Consultivo da Cátedra Educação Básica (parceria do IEA e do Itaú Social) e  pesquisadora sênior da Fundação Carlos Chagas. Bernardete discute garantia possível de aprendizagem dos alunos durante a pandemia, a diversidade das realidades sociais, a situação dos professores e gestores e aspectos curriculares, relacionais e socioemocionais relacionados com o isolamento e o retorno às escolas. Ela também pondera sobre as possibilidades de mudanças na oferta educacional nas redes de ensino básico.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoac/claudia-costin">Cláudia Costin</a>, conselheira do IEA e diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da Fundação Getúlio Vargas, trata das tendências em educação básica no Brasil diante das condicionantes impostas pela pandemia, dos compromissos que o Brasil assumiu em 2015 em relação à sustentabilidade e, em especial, ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 (proporcionar educação de qualidade) e da chamada Revolução 4.0, tende a eliminar de forma acelerada postos de trabalho.</p>
<p><strong>Ambiente</strong></p>
<p>Para o físico <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoap/paulo-artaxo">Paulo Artaxo</a>, do Instituto de Física (IF) da USP, o mundo e a humanidade enfrentam três crises importantes: 1) a da saúde, intensificada pela pandemia de Covid-19; 2) a de perda de biodiversidade; e 3) a emergência climática. Ele ressalta que as três crises estão ligadas, apesar de diferenças importantes, “mas todas provocam impactos sociais e econômicos fortes e afetam o planeta globalmente”.</p>
<p>Para ele, a pandemia revelou as deficiências na governança global e a crise climática “tem potencial para danos socioeconômicos muito fortes, e seus efeitos já são facilmente visíveis”. Quanto à perda de biodiversidade, ele alerta para o risco à segurança alimentar e ao equilíbrio do sistema terrestre. “A Amazônia, por exemplo, contém milhares de vírus em sua fauna e flora, e a continuar o processo desenfreado de sua ocupação, novos vírus similares ao Sars-CoV-2 possivelmente entrarão em contato com nossa sociedade”.</p>
<p>É preciso reconhecer a ligação entre biodiversidade, serviços ecossistêmicos e a saúde humana e dessa forma reunir esforços de forma a evitar o surgimento de novas pandemias, alertam Carlos Alfredo Joly, do Instituto de Biologia da Unicamp, e Helder Lima de Queiroz, do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá.</p>
<p>Em consonância com o alerta de Artaxo, Joly e Queiroz destacam que países como o Brasil, “com altos graus de vulnerabilidade social e degradação ambiental, possuem grande probabilidade de que novos patógenos que vivem em espécies silvestres pulem para os hospedeiros humanos”.</p>
<p><strong>Economia</strong></p>
<p>Para Simão Davi Silber, professor sênior da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, a pandemia demonstrou como “choques exógenos adversos no sistema econômico” desorganizam a economia e criam um descompasso entre o mundo econômico e das possíveis ações do Estado. Em sua opinião, essas ações não conseguem atingir todos os agentes econômicos para preservá-los da crise e o resultado é “destruição de empresas, de capital físico e humano” que não serão mais recuperados.</p>
<p>Para Camila Villard Duran, da Faculdade de Direito (FD) da USP, no entanto, o mercado financeiro internacional encontrou um meio de se sustentar durante a pandemia graças à consolidação de um modelo de cooperação monetária global. Segundo a pesquisadora, a rede hierárquica de operações chamadas de swaps cambiais, com o Federal Reserve (FED), o banco central americano, em seu topo, “foi o arranjo jurídico estruturado para sustentar o funcionamento do mercado financeiro global e de sua moeda por excelência, o eurodólar”.</p>
<p>A reconfiguração das cadeias globais de valor é o tema do texto de Afonso Fleury, da Escola Politécnica (EP) da USP, e Maria Tereza Leme Fleury, da FEA-USP e da Fundação Getúlio Vargas. Ambos analisam a evolução dessas cadeias – orquestradas por multinacionais com suporte de tecnologias digitais –, como governos e empresas estão reagindo perante as dificuldades impostas pela pandemia e como as cadeias serão reconfiguradas.</p>
<p><strong>Trabalho</strong></p>
<p>Se o mercado financeiro encontrou um meio de se preservar, o mesmo não ocorre com o mercado de trabalho. De acordo com a socióloga Maria Aparecida Bridi, da Universidade Federal do Paraná, a crise sanitária causada pelo Sars-CoV-2 “potencializou a fragilidade do mercado de trabalho, que vinha em franco processo de deterioração nos últimos quatro anos no Brasil”.</p>
<p>Em seu artigo, ela discute os vários aspectos do cenário do mercado de trabalho no contexto da crise econômica pré-pandemia, os indicadores desse mercado durante a pandemia e “os desafios impostos ao sindicalismo decorrentes da intensificação da agenda neoliberal nos últimos quatro anos”.</p>
<p><strong>Agronegócio</strong></p>
<p>O alcance e a profundidade da crise decorrente da pandemia sobre a agricultura e o agronegócio no Brasil são discutidos no artigo escrito por Sergio Schneider, Abel Cassol, Alex Leonardi e Marisson Marinho. Eles também analisam os efeitos da pandemia sobre a agricultura familiar, o setor de processamento de carnes e a distribuição de alimentos.</p>
<p>Se por um lado apontam a possibilidade de maior inserção internacional do agronegócio brasileiro, por outro identificam problemas potenciais no abastecimento interno e eventuais aumentos de preços, bem como “inflação de alimentos, que decorre tanto do aumento da demanda como dos custos de produção em razão da desvalorização cambial, que representa estímulo à exportação”.</p>
<p>A alimentação sob o impacto do Sars-CoV-2 também é o tema do artigo de outros três pesquisadores, Bernardete de Melo Franco, Mariza Landgraf e Uelinton Manoel Pinto. O artigo dedica-se a responder se os alimentos e suas embalagens podem causar a Covid-19, se a indústria e o setor de alimentação podem são responsáveis pela disseminação do vírus e sobre quais são as medidas preventivas que os consumidores podem adotar.</p>
<p><i><strong>Versão impressa: os exemplares da edição 100 de "Estudos Avançados" estarão disponíveis em meados de dezembro, ao preço de R$ 30,00. Os interessados em reservar um exemplar ou fazer uma assinatura anual da revista (três edições por R$ 90,00) podem enviar mensagem para <a class="mail-link" href="mailto:estavan@usp.br">estavan@usp.br</a>.</strong></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Música</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
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    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/5g-brasil-2">
    <title>Aspectos Econômicos da Implantação de 5G no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/5g-brasil-2</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><strong>Webinar</strong></span></p>
<p><span>A Escola Politécnica, o Instituto de Estudos Avançados e o Instituto de </span><span>Relações Internacionais organizam o ciclo </span><strong>A Implantação de 5G no </strong><strong>Brasil</strong><span> com o objetivo de oferecer à sociedade brasileira subsídios para a </span><span>implementação desta nova tecnologia. </span></p>
<p>Esta iniciativa integra o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/think-tank-em-implantacao-de-5g-no-brasil" class="external-link">Think Tank em Implantação de 5G no Brasil</a>, um fórum permanente de discussão sobre a implantação da tecnologia de comunicações de quinta geração – 5G envolvendo a sociedade civil, o governo e a academia. No segundo encontro do ciclo serão discutidos os Aspectos Econômicos da Implantação de 5G no Brasil.</p>
<p><span> </span><span>Estudos diversos preveem que a plenitude do benefício econômico das tecnologias 5G será alcançado em torno de 2035. A dimensão econômica global da velocidade desse benefício pleno é estimada pelo Fórum Econômico Mundial em 13,6 trilhões de dólares americanos.</span></p>
<div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste">Há, todavia, várias condicionantes associadas a essa promessa: a OCDE (<span>Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico</span><span>)</span><span>, por exemplo, menciona </span><span>que " a extensão dos benefícios da 5G basicamente dependerá da velocidade </span><span>de implantação da 5G, de quão rapidamente ela é adotada e da adaptação dos </span><span>marcos regulatório e institucional a esses desenvolvimentos".</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div>Esta segunda <span>mesa da série objetiva discutir o espectro amplo das implicações econômicas </span><span>da 5G para o Brasil em um contexto de conectividade e ubiquidade, em vários </span><span>cenários de implantação.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div></div>
<div>
<p><strong>Expositores</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eduardo-malta-de-sa-brandao" class="external-link">José Eduardo Malta de Sá Brandão</a> (IPEA)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rubens-caetano-barbosa-de-souza" class="external-link">Rubens Caetano Barbosa de Souza </a>(MCTI)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/geraldo-araujo" class="external-link">Geraldo Araujo</a> (Accenture)</p>
<p><strong>Moderador</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> (IEA-USP)</p>
<p><strong>Relator</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-augusto-franca-vargas" class="external-link">Carlos Augusto França Vargas</a> (PGT/USP e Universidade Positivo)</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Janaina Abreu Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>5G</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-10-02T13:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/5g-brasil-1">
    <title>Por que e para que o 5G no Brasil?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/5g-brasil-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em continuidade às ações pioneiras da USP em pesquisa e aplicação das redes avançadas de comunicações, como a 4G, a Escola Politécnica, o Instituto de Estudos Avançados e o Instituto de Relações Internacionais organizam o <span>ciclo </span><strong>A Implantação de 5G no Brasil </strong>com o objetivo de<strong> </strong>oferecer à sociedade brasileira subsídios para a implementação desta nova tecnologia. Esta iniciativa integra o <span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/think-tank-em-implantacao-de-5g-no-brasil" class="external-link">Think Tank em Implantação de 5G no Brasil</a>, um f</span><span>órum permanente de discussão sobre a implantação da tecnologia de comunicações de quinta geração – 5G envolvendo a sociedade civil, o governo e a academia.</span></p>
<p><span>No primeiro encontro do ciclo</span><span> serão discutidos por que e para que a implantação do 5G é interessante ou não para o país, considerando as aplicações verticais como Agronegócio, Cidades Inteligentes, Indústria e Saúde.</span></p>
<p><b><span>Expositores</span></b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcia-ogawa-matsubayashi" class="external-link">Marcia Ogawa Matsubayashi</a> (Deloitte)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/flavio-grynszpan" class="external-link">Flavio Grynszpan</a> (Fiesp)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rodrigo-santana-dos-santos" class="external-link">Rodrigo Santana dos Santos</a> (Anatel)</p>
<p><span><strong>Moderador</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/moacyr-martucci-junior" class="external-link">Moacyr Martucci Junior</a> (EP e IRI - USP)</p>
<p><strong><span> </span><span>Relatora</span></strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jamile-sabatini-marques" class="external-link">Jamile Sabatini Marques</a> (ABES - Associação Brasileira das Empresas de Software  e Programa USP Cidades Globais do IEA)</p>
<p> </p>
<h3><span>Transmissão</span></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-14T21:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-recebe-evento-sobre-economia-circular-em-agronegocio-e-florestas">
    <title>Esalq realiza evento sobre economia circular em agronegócio e florestas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-recebe-evento-sobre-economia-circular-em-agronegocio-e-florestas</link>
    <description>Seminário tem como objetivo principal “identificar oportunidades econômicas para negócios circulares nas diversas cadeias de valor do agronegócio” e acontece na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-01288379-a76b-de31-42a9-9941358ead21"> </span></p>
<p dir="ltr">No dia 24 de novembro, <span>a </span><a href="http://www4.esalq.usp.br/">Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz</a><span> (Esalq) da USP e o </span><a href="https://www.facebook.com/pg/agrec.esalq/about/?ref=page_internal">Grupo de Agricultura e Economia Circular</a><span>, da Esalq, com apoio do IEA, </span>realizam uma conferência sobre economia circular no agronegócio. O seminário tem como objetivo principal “identificar oportunidades econômicas para negócios circulares nas diversas cadeias de valor do agronegócio”. O evento acontece no Anfiteatro de Ciências Florestais da Esalq. Requer <a href="https://www.sympla.com.br/1o-seminario-brasileiro-de-economia-circular-no-agro-e-florestas__210359"><span><strong>inscrição prévia</strong></span></a> e é pago, com preços entre R$ 23,00 para alunos de graduação e R$ 185,00 para profissionais de empresas. <strong>É possível acompanhar <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet.</strong></p>
<p dir="ltr"><span>Apresentando e discutindo os conceitos de economia circular, o seminário promoverá o debate entre presidentes de empresas do agronegócio sobre as experiências e dificuldades para mudança dos atuais padrões de produção lineares. Além disso, serão apresentados casos de empresas que já utilizam a economia circular. Os conferencistas também pretendem identificar oportunidades para inovação e captação de recursos para desenvolvimento de projetos nessa área.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Haverá ainda um </span><span>workshop</span><span> sobre “Design Thinking” voltado para o agronegócio e Florestas, no qual os participantes trabalharão temas de interesse para criação de novos modelos de produção de carne, redução de perdas dos alimentos e aproveitamento da biomassa para desenho de produtos com maior valor agregado.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Confira a programação completa:</strong></span></p>
<table>
<colgroup><col width="56"></col><col width="510"></col></colgroup> 
<tbody>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>7h30</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Recepção e credenciamento</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>8h</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Abertura</span></p>
<p dir="ltr"><span>Diretoria ESALQ USP</span></p>
<p dir="ltr"><span>Raul Machado Neto (AUCANI USP)</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>8h30</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Economia Circular (EC):</span></p>
<p dir="ltr"><span>Conceitos, Oportunidades e Desafios</span><span> - </span><span>Aldo Ometto  (EESC USP)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Contexto da EC no AGRO</span><span> - Weber Amaral  (ESALQ USP)</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>9h</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Fórum de CEOs</span><span> - </span><span>Economia Circular Gerando Negócios</span></p>
<p dir="ltr"><span>Marcelo Cessana (CEO - Frooty)</span></p>
<p dir="ltr"><span>(aguardando nome) (Açúcar Native)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Francisco Camacho (CEO LFPec)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mark Lyra (CEO Cosan Biomassa)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Moderador: </span><span>Prof. Dante P. Lanna  (ESALQ USP)</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>11h</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Estudos de caso: Realizando a EC na Prática</span></p>
<p dir="ltr"><span>Gustavo Hermann (Kuppert)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Carlos Banov (HRC)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Nei Brasil (FT Sistemas)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Cyro Calixto (BRF)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Moderador: </span><span>Alexandre Harkaly</span><span> </span><span>(IBD Certificações)</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>13h</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Intervalo para almoço</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>14h</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Habilitadores e oportunidades</span></p>
<p dir="ltr"><span>Marcelo Vieira (Presidente SRB)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Paulo Faveret (BNDES)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mauricio Syrio (FINEP)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ana Arroyo (Embrapii)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Thiago Lobão (SP Ventures)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Luciano Almeida (Find Consultoria)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Moderador</span><span>: Carlo Pereira (Pacto Global)</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>16h30</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Workshop sobre Design Thinking no Agro</span></p>
<p dir="ltr"><span>Coordenação Geral: </span><span>Janaina M. Costa (EESC USP)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Facilitadores de conteúdo para quatro grupos de trabalho:</span></p>
<p dir="ltr"><span>Grupo Mercados digitais</span><span>: Thiago Salgado (AmCham Campinas)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Grupo Instrumentos e políticas públicas</span><span> - Ricardo Shirota (ESALQ USP)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Grupo Redução de Perdas de Alimentos</span><span> - Thais Vieira (ESALQ USP)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Grupo Produção de carne</span><span> - Dante P. Lanna  (ESALQ USP)</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>18h30</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Encerramento</span></p>
<p dir="ltr"><span>Weber Amaral (ESALQ USP)</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<hr />
<p><i><strong>1º Seminário de Economia Circular no AGRO<br /></strong></i><i>24 de novembro, às 08h<br /></i><i>Anfiteatro de Ciências Florestais da ESALQ USP, Avenida Padua Dias, 11, Faculdade de Ciências Florestais, Agronomia, Piracicaba, SP<br /></i><i>Evento pago<br /></i><i>Inscrições via <a href="https://www.sympla.com.br/1o-seminario-brasileiro-de-economia-circular-no-agro-e-florestas__210359">formulário<br /></a></i><i>Mais informações: Victória Bastos (<a href="mailto:agre.esalq@gmail.com">agre.esalq@gmail.com</a>)<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/1deg-seminario-brasileiro-de-economia-circular-no-agro">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-21T19:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/1deg-seminario-brasileiro-de-economia-circular-no-agro">
    <title>1° Seminário Brasileiro de Economia Circular no Agro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/1deg-seminario-brasileiro-de-economia-circular-no-agro</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>O 1o. Seminário Brasileiro de Economia Circular no AGRO e Florestas tem como objetivo principal identificar oportunidades econômicas para negócios circulares nas diversas cadeias de valor do AGRO.</strong></p>
<div></div>
<div>Para atingir este objetivo, pretendemos:<br />
<div></div>
<div>a) apresentar e discutir os conceitos da Economia Circular;</div>
<div>b) debater com os CEOs de empresas do AGRO as experiências e dificuldades para mudança dos atuais padrões de produção lineares;</div>
<div>b) apresentar casos de empresas já em andamento, as quais estão envolvidas com a Economia Circular no AGRO e em Florestas;</div>
<div>c) identificar oportunidades para inovação e captação de recursos para desenvolvimento de projetos.
<div></div>
<div>Neste Seminário haverá ainda um Workshop sobre Design Thinking voltado para o AGRO e Florestas, procurando trabalhar com os participantes em temas de interesse para criação de novos modelos de produção de carne, redução de perdas dos alimentos e aproveitamento da biomassa para desenho de produtos com maior valor agregado.</div>
<div><span>Público Alvo: profissionais liberais, especialmente Eng. Agronomos, Eng. Florestais, Eng. de Alimentos, Engenheiros Agrícolas, Zootecnistas, Gestores Ambientais, Profissionais em Ciências dos Alimentos, Economistas e Administradores de Empresas; estudantes de graduação e pos-graduacao interessados em transformarem os atuais modelos lineares de consumo e produção de alimentos, fibras e bioprodutos em sistemas mais efetivos e circulares de produção.</span></div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-09T16:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/agricultura-urbana-o-extremo-sul-de-sao-paulo-e-a-cooperapas-04-de-agosto-de-2017">
    <title>Agricultura Urbana: o Extremo Sul de São Paulo e a Cooperapas - 04 de agosto de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/agricultura-urbana-o-extremo-sul-de-sao-paulo-e-a-cooperapas-04-de-agosto-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-04T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
