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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/recuperacao-de-areas-centrais-instrumentos-e-experiencias">
    <title>Recuperação de áreas centrais: instrumentos e experiências</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/recuperacao-de-areas-centrais-instrumentos-e-experiencias</link>
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-655d1936-7fff-603f-a4e0-a3ae9558c6ff"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Revitalizar as áreas centrais das cidades brasileiras é fundamental para atrair novos moradores, tornar a economia local mais dinâmica e assim melhorar a qualidade de vida de todos os cidadãos. Pensando nisso, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP promove no dia 7 de julho, a partir das 14h, em seu Espaço de Eventos, o seminário presencial “Recuperação de áreas centrais: instrumentos e experiências”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/JQ9yRs8X4ADXT6F39"><span>neste link</span></a><span>. Haverá envio de certificados aos participantes que assinarem a lista de presença na entrada do local.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento vai discutir temas como exemplos de instrumentos de políticas urbanas para recuperação de áreas centrais e experiências com projetos de recuperação de áreas centrais em território nacional.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Entre os palestrantes confirmados, estão a professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP Julia Moretti, o secretário da Fazenda de Ribeirão Preto, Fernando Oliveira Soares, a pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Vanessa Gapriotti Nadalin e o secretário de Desenvolvimento Urbano e Licenciamento de Recife, Felipe Matos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O seminário é coordenado pelo professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto e integrante do conselho consultivo do IEA-RP, Rudinei Toneto Junior, e conta com o apoio da Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia (Fundace).</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://maps.app.goo.gl/WZbLKuE5Hz4ynQHD8"><span>Espaço de Eventos do IEA-RP</span></a><span> fica localizado dentro do campus da USP Ribeirão Preto, na Rua Pedreira de Freitas, casa 20, próximo ao Prédio Central da Faculdade de Medicina. </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-06-03T18:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-experiencias-de-recuperacao-de-areas-centrais-em-cidades-brasileiras">
    <title>Seminário discute experiências de recuperação de áreas centrais em cidades brasileiras</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-experiencias-de-recuperacao-de-areas-centrais-em-cidades-brasileiras</link>
    <description>Evento, que será exclusivamente presencial, é promovido pelo IEA-RP com apoio da Fundace</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-92bd1715-7fff-6845-47af-c64716c2a983"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/RecuperaodereasCentraisInstrumentoseExperincias800x530px.png/@@images/339405be-8556-43b9-a53e-12096ab43864.png" alt="" class="image-left" title="" />Revitalizar as áreas centrais das cidades brasileiras é fundamental para atrair novos moradores, tornar a economia local mais dinâmica e assim melhorar a qualidade de vida de todos os cidadãos. Pensando nisso, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP promove no dia 7 de julho, a partir das 14h, em seu Espaço de Eventos, o seminário presencial “Recuperação de áreas centrais: instrumentos e experiências”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/JQ9yRs8X4ADXT6F39"><span>neste link</span></a><span>. Haverá envio de certificados aos participantes que assinarem a lista de presença na entrada do local.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento vai discutir temas como exemplos de instrumentos de políticas urbanas para recuperação de áreas centrais e experiências com projetos de recuperação de áreas centrais em território nacional.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Entre os palestrantes confirmados, estão a professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP Julia Moretti, o secretário da Fazenda de Ribeirão Preto, Fernando Oliveira Soares, a pesquisadora do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Vanessa Gapriotti Nadalin e o secretário de Desenvolvimento Urbano e Licenciamento de Recife, Felipe Matos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O seminário é coordenado pelo professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto e integrante do conselho consultivo do IEA-RP, Rudinei Toneto Junior, e conta com o apoio da Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia (Fundace).</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://maps.app.goo.gl/WZbLKuE5Hz4ynQHD8"><span>Espaço de Eventos do IEA-RP</span></a><span> fica localizado dentro do campus da USP Ribeirão Preto, na Rua Pedreira de Freitas, casa 20, próximo ao Prédio Central da Faculdade de Medicina.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações: iearp@usp.br.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-06-03T17:29:39Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/exposicao-traz-olhar-do-artista-sobre-a-integracao-entre-natureza-e-arquitetura">
    <title>Exposição traz olhar do artista sobre a integração entre natureza e arquitetura</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/exposicao-traz-olhar-do-artista-sobre-a-integracao-entre-natureza-e-arquitetura</link>
    <description>Em 30 trabalhos, expostos no Espaço Cultural do IEA-RP até 6 de junho, Isisson de Oliveira convida o público a explorar a simbiose entre o natural e o construído</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Atravsdomeuolhar3.png/@@images/d1d34ba3-8354-4706-9a44-2aced9200172.png" alt="" class="image-left" title="" />O <a href="https://rp.iea.usp.br/cultural/">Espaço Cultural do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP</a> recebe no dia 8 de maio, às 18h, a abertura da exposição “Através do Meu Olhar”, do artista visual <a href="https://www.instagram.com/isissondeoliveira/">Isisson de Oliveira</a>.</p>
 
<p>Em cerca de 30 trabalhos utilizando técnicas como desenhos, nanquim, aquarela, pinturas e gravuras, o artista convida o público a explorar o mundo sob sua perspectiva única, que encontra inspiração na harmonia da natureza e na complexidade da arquitetura. As curvas das paisagens naturais se entrelaçam com as linhas precisas das construções humanas, criando composições que equilibram suavidade, rigidez, simplicidade e profundidade.</p>
 
<p>Nas palavras de Isisson, "Através do Meu Olhar" é um convite para enxergar além do óbvio, descobrir a beleza que está presente na simbiose entre o natural e o construído e refletir sobre a maneira como olhamos e sentimos o que nos cerca.</p>
 
<p>Isisson de Oliveira é artista visual e Urban Sketcher. Acumula premiações em exposições como a Semana de Portinari, em Brodowski (SP); o Salão de Arte do Ateliê Ubirajara, em Ribeirão Preto (SP); a Mostra de Arte da Juventude do Sesc Ribeirão Preto; e o Salão de Arte de Mogi das Cruzes (SP). Também realizou exposições individuais na Sala da Praça, na Escola Bauhaus, no Ateliê Marina Dias e na Galeria ADDA, todos em Ribeirão Preto (SP), município onde vive e trabalha atualmente.</p>
 
<p>A exposição pode ser visitada gratuitamente de 9 de maio a 6 de junho, de segunda a sexta, das 8h30 às 16h30. O Espaço Cultural do IEA-RP fica localizado no campus da USP Ribeirão Preto, na Rua Pedreira de Freitas, casa 20, próximo ao Prédio Central da Faculdade de Medicina.</p>
 
<p>Mais informações: <a href="mailto:iearp@usp.br">iearp@usp.br</a>.</p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Exposição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-05-02T17:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/exposicoes/atraves-do-meu-olhar">
    <title>Através do Meu Olhar</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/exposicoes/atraves-do-meu-olhar</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O <a href="https://rp.iea.usp.br/cultural/">Espaço Cultural do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP</a> recebe no dia 8 de maio, às 18h, a abertura da exposição “Através do Meu Olhar”, do artista visual <a href="https://www.instagram.com/isissondeoliveira/">Isisson de Oliveira</a>.</p>
<p>Em cerca de 30 trabalhos utilizando técnicas como desenhos, nanquim, aquarela, pinturas e gravuras, o artista convida o público a explorar o mundo sob sua perspectiva única, que encontra inspiração na harmonia da natureza e na complexidade da arquitetura. As curvas das paisagens naturais se entrelaçam com as linhas precisas das construções humanas, criando composições que equilibram suavidade, rigidez, simplicidade e profundidade.</p>
<p>Nas palavras de Isisson, "Através do Meu Olhar" é um convite para enxergar além do óbvio, descobrir a beleza que está presente na simbiose entre o natural e o construído e refletir sobre a maneira como olhamos e sentimos o que nos cerca.</p>
<p>Isisson de Oliveira é artista visual e Urban Sketcher. Acumula premiações em exposições como a Semana de Portinari, em Brodowski (SP); o Salão de Arte do Ateliê Ubirajara, em Ribeirão Preto (SP); a Mostra de Arte da Juventude do Sesc Ribeirão Preto; e o Salão de Arte de Mogi das Cruzes (SP). Também realizou exposições individuais na Sala da Praça, na Escola Bauhaus, no Ateliê Marina Dias e na Galeria ADDA, todos em Ribeirão Preto (SP), município onde vive e trabalha atualmente.</p>
<p>A exposição pode ser visitada gratuitamente de 9 de maio a 6 de junho, de segunda a sexta, das 8h30 às 16h30. O Espaço Cultural do IEA-RP fica localizado no campus da USP Ribeirão Preto, na Rua Pedreira de Freitas, casa 20, próximo ao Prédio Central da Faculdade de Medicina.</p>
<p>Mais informações: <a href="mailto:iearp@usp.br">iearp@usp.br</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Exposição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-04-25T17:23:31Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/arquitetura-sustentabilidade-desenvolvimento-local">
    <title>Arquitetura em Terra: Sustentabilidade e Desenvolvimento Local</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/arquitetura-sustentabilidade-desenvolvimento-local</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A população humana do planeta atingirá aproximadamente 9,6 bilhões em 2050 e este fato coloca problemas de intensas pressões ambientais. A exploração dos recursos naturais é particularmente dramática no setor da construção, devido à imensa utilização de matérias-primas minerais. A maioria dos materiais de construção convencionais, como concreto, estruturas metálicas e alvenaria, demandam um grande número de operações tecnológicas para serem produzidas em escala industrial de forma barata e acessível e isso envolve grandes quantidades de energia incorporada e um uso substancial de recursos fósseis e minerais não renováveis. Devido a este quadro, nas últimas décadas tem havido um interesse crescente em materiais de construção naturais e/ou não convencionais. Uma arquitetura sustentável deve procurar materiais de construção sujeitos ao menor número possível de manipulações tecnológicas, possivelmente de origem renovável ou totalmente recicláveis ou reutilizáveis no final da vida útil do edifício, e produzidos no local ou nas proximidades para evitar o transporte por longas distâncias. Os materiais da arquitetura com terra (EA), baseada no uso de terra não cozida, é uma das formas de construção mais antigas do mundo. A necessidade de direcionar a demanda por habitação sustentável explica o crescimento do interesse pela EA nos últimos anos. Isso também se reflete no estabelecimento de redes e programas internacionais.<br /> <br /> Embora a maioria das técnicas de construção com base em terra crua sejam mais trabalhosas e necessitem de manutenção periódica, nos últimos anos, o projeto de construção sustentável tem dedicado esforços para recuperar as técnicas tradicionais, a fim de promover o uso de paredes de taipa, adobe e rebocos de terra como possíveis substitutos do cimento e argamassas de cimento-cal; por exemplo, rebocos de terra estão encontrando um interesse renovado para seu possível uso em edifícios contemporâneos e históricos.<br /> <br /> Deve-se enfatizar que, apesar de a disponibilidade e qualidade econômica dos recursos empregados na EA terem grande potencial para contribuir para o alívio da pobreza e o desenvolvimento sustentável, a perda de conhecimento sobre as propriedades dos materiais de construção e de know-how estão ameaçando sua permanência no longo prazo. Essa situação é determinada principalmente pela pressão dos paradigmas construtivos vigentes e é agravada pela falta de políticas públicas voltadas para o modelo de construção sustentável previsto na Agenda 21. No entanto, é claro que, superadas essas barreiras entre as comunidades rurais por meio de ações de divulgação e capacitação apoiadas em avanços científicos, esse quadro pode ser revertido. Diante disso, o principal objetivo do evento será a troca mútua de conhecimento sobre o estado da arte da arquitetura de terra na América Latina e os avanços recentes nesse campo por meio de seminários interativos que contarão com a participação de alunos de pós-graduação e bolsistas de pesquisa em geral, bem como membros de uma comunidade rural local tradicionalmente envolvida com a arquitetura de terra.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-10-25T19:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ecologia-dos-saberes-no-brasil">
    <title>Ecologia dos Saberes. Acervos e Espaços Expositivos Participativos no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ecologia-dos-saberes-no-brasil</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento visa promover uma reflexão sobre os aspectos históricos, teóricos e práticos da inter-relação entre museus, contextos e comunidades locais no Brasil contemporâneo. Serão examinadas experiências de museografia interativa e participativa realizadas no Brasil com o envolvimento das comunidades e dos saberes presentes nos diferentes territórios. Nesta perspectiva, serão consideradas as diversas possibilidades de integração entre o espaço arquitetônico e o <i>design </i>de exposições através da criação de cenários, uso de tecnologias da comunicação e interatividade, estimulando o desenvolvimento de novas práticas compartilhadas de curadoria e de formação e gestão de acervos.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Design</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-10-25T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclos/habitacao-america-latina">
    <title>Seminário Internacional: História da Habitação Social na América Latina - Século XX</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclos/habitacao-america-latina</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-df6e988a-7fff-9175-a844-753203ac88c6"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>Depois de décadas de pesquisas sobre habitação social nos âmbitos das fronteiras nacionais, os organizadores deste seminário pretendem reunir interpretações em perspectiva transnacional com o objetivo de identificar os pontos de contato que conformaram a questão da habitação na América Latina no século XX. Debates preliminares levaram ao entendimento de que o período que vai de 1945 (fim da Segunda Guerra e instituição da CEPAL) a 1973 (interrupção do Governo Socialista de Salvador Allende no Chile) correspondeu à conformação de uma América Latina substantivada. Nesse período, as ciências humanas no continente foram em muito definidas por compromissos políticos que pretendiam o desenvolvimento econômico e social de maneira integral de suas populações, em associação com diagnósticos e propostas para o planejamento territorial. O processo foi embasado nos marcos teóricos do subdesenvolvimento, da marginalidade e da dependência, em situações de oposição, sobreposição e ou cruzamento, conformando um aporte conceitual próprio e original que interferiu nas discussões geopolíticas acerca do que se convencionou chamar de "Terceiro Mundo". No âmbito mais específico dos debates disciplinares, em especial na arquitetura e no planejamento, a questão habitacional transmutou-se em questão urbana.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>E, ainda que se admita a importância do período entre 1945 e 1973 para a consolidação do campo do planejamento regional na América Latina, com apoio nas diretrizes do nacional-desenvolvimentisto, é fundamental também entender os antecedentes desse movimento, bem como algo do momento subsequente, em que o avanço do neoliberalismo colocou em suspenso a ação direta estatal. Assim, o programa do seminário está dividido em três blocos.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>O primeiro se dirige ao período que vai do início do século XX até 1945, quando os debates disciplinares e temáticos aparecem como desdobramento da visão higienista ou das ações filantrópicas e assistencialistas dos finais do século XIX, e o ambiente diplomático se caracteriza pelo Pan-americanismo, e por aproximações políticas e comerciais dos países latino-americanos com os Estados Unidos. O segundo bloco, volta-se à complexidade do período entre 1945 e 1973, cruzando leituras de casos, instituições, e agentes, para avaliar a produção dos marcos teóricos e a formação técnica que embasou a elaboração de estudos e de propostas de habitação, considerando o momento mais conflituoso marcado pela Guerra Fria. Por fim, o último bloco buscará analisar com algum distanciamento os paradigmas de políticas habitacionais, hegemônicos ou alternativos, à luz da permanência e da ruptura com os marcos teóricos anteriores que também configuraram representações acerca dos problemas territoriais e habitacionais na América Latina, ainda muito prementes.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>Enfim, desde os casos, temas, agentes e instituições que serão abordados, pretende-se colaborar na montagem do complexo panorama da história da habitação social na América Latina no século XX, para analisar de que maneira as dinâmicas internacionais conformaram interesses e agendas comuns dos estudos sócio-territoriais na região.</span></p>
<div style="text-align: left; "></div>
<h3 style="text-align: left; ">Programação</h3>
<p style="text-align: left; "><span id="docs-internal-guid-843cf41e-7fff-2883-2175-ad84e0521e0e"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">O seminário terá início em 26/08/2021 às 17h (às 15h de Colômbia) e será transmitido pelo canal da <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/FAUUSPvideo">FAU USP no youtube</a>.</p>
<h3 style="text-align: left; "><span id="docs-internal-guid-ba219516-7fff-cf8d-87ee-b3bff7a4b7d1"><span>América Latina em gestação: A emergência da questão da habitação como questão social</span></span></h3>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th></th><th></th>
</tr>
<tr>
<td>26 de agosto</td>
<td><span id="docs-internal-guid-6586798a-7fff-d222-7add-cb141acad781">
<p dir="ltr"><span><strong>Apresentação do curso</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Habitação social na América Latina, conceitos e temas.</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span><strong> </strong></span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Introdução ao Módulo 1</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Habitação, higienismo e reformas urbanas</strong></span></p>
<div><span><br /></span></div>
</span></td>
</tr>
<tr>
<td>02 de setembro</td>
<td><span id="docs-internal-guid-6bf87294-7fff-05f2-40aa-83a4f76b7245">
<p dir="ltr"><span><strong>A habitação e os debates sobre a cidade nas primeiras décadas do século XX. Ibero-americanismo e Pan-americanismo</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Convidados:</span></p>
<p dir="ltr"><span>Fernando Atique (Universidade Federal de São Paulo)</span></p>
<span>Maria Guillermina Zanzottera (</span><span>ProHUT IAA, FADU-UBA, Argentina)</span></span></td>
</tr>
<tr>
<td>09 de setembro</td>
<td><span id="docs-internal-guid-3b8f0cc2-7fff-37d7-6350-0408ebc5bc7f">
<p dir="ltr"><span><strong>Habitação como questão social, filantropia, ação religiosa e ação empresarial</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Convidados:</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rodrigo Hidalgo Dattwyler  (IG, PUC Chile)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Edgar Augusto Valero Julio (FCH UNAL Colômbia)</span></p>
<div><span><br /></span></div>
</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3><span><span id="docs-internal-guid-e1f98b00-7fff-8dd4-f09a-da2652e77970">América Latina substantivada: Migrações, ação estatal  e crise urbana</span></span></h3>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th></th><th></th>
</tr>
<tr>
<td>16 <span>de setembro</span></td>
<td><span id="docs-internal-guid-613d9978-7fff-453f-8b56-7698bd67875b">
<p dir="ltr"><span><strong>Introdução ao módulo 2</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>A América Latina no Segundo Pós-guerra. Habitação social entre a arquitetura e o planejamento urbano e regional</strong></span></p>
<div><span><br /></span></div>
</span></td>
</tr>
<tr>
<td>23 <span>de setembro</span></td>
<td><span id="docs-internal-guid-e94cac3e-7fff-8965-0b9a-25458869a9f9">
<p dir="ltr"><span><strong>Agências internacionais e o problema da habitação na América Latina</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Convidados:</span></p>
<p dir="ltr"><span>Alejandro Bonilla (EH UCR, Costa Rica)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Leandro Benmergui (Purchase College SUNY, EUA)</span></p>
<div><span><br /></span></div>
</span></td>
</tr>
<tr>
<td>30 <span>de setembro</span></td>
<td><span id="docs-internal-guid-d92b6a10-7fff-b781-0db7-02019007d26c">
<p dir="ltr"><span><strong>Migrações, a questão urbana e os movimentos populares. Casos do Chile e Brasil</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Convidados:</span></p>
<p dir="ltr"><span>Boris Cofré Schmeisser (UAHC Chile)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rafael Soares Gonçalves (DSS PUC Rio, Brasil)</span></p>
<div><span><br /></span></div>
</span></td>
</tr>
<tr>
<td>07 de outubro</td>
<td><span id="docs-internal-guid-303f7df9-7fff-d992-3b25-9cb19bfc30fb">
<p dir="ltr"><span><strong>Movimentos populares e processos participativos</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Os casos do Peru, Bolívia, Venezuela e México</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Convidados:</span></p>
<p dir="ltr"><span>José Carlos Huapaya Espinoza (UFBA, Brasil)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Enrique Ortiz (Coalición Internacional del Hábitat AL, México)</span></p>
<div><span><br /></span></div>
</span></td>
</tr>
<tr>
<td>14 <span>de outubro</span></td>
<td><span id="docs-internal-guid-aac98149-7fff-12c0-ef59-dca98513b068">
<p dir="ltr"><span><strong>Agenciamentos estatais e modos de morar dos trabalhadores</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Convidadas:</span></p>
<p dir="ltr"><span>Flávia Brito do Nascimento (FAU USP, Brasil)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Anahii Ballent (IESCT UNQ, Argentina)</span></p>
<div><span><br /></span></div>
</span></td>
</tr>
<tr>
<td>21 <span>de outubro</span></td>
<td><span id="docs-internal-guid-1ee8b154-7fff-4705-0500-b904f355b946">
<p dir="ltr"><span><strong>A ação pública estatal. Os casos do Peru, Venezuela e Colômbia</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Convidados:</span></p>
<p dir="ltr"><span>Wiley Lodeña Urquizo (UNI, Peru)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Beatriz Suinaga (FAU UCV, Venezuela)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Alberto Saldarriaga (UNAL, Colombia)</span></p>
<div><span><br /></span></div>
</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3><span><span id="docs-internal-guid-c81d20de-7fff-73dd-2600-c92ada66e0a7"><span>Habitação Social na América Latina: Depoimentos, agendas de pesquisa e de ação</span></span></span></h3>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th></th><th></th>
</tr>
<tr>
<td>04 de novembro</td>
<td><span id="docs-internal-guid-2e754307-7fff-df54-1199-44fc81eedcfd">
<p dir="ltr"><span>Convidado:</span></p>
<p dir="ltr"><span>Alfredo Rodrigues (UAHC, Chile - A confirmar)</span></p>
<div><span><br /></span></div>
</span></td>
</tr>
<tr>
<td>11 <span>de novembro</span></td>
<td><span id="docs-internal-guid-9d9c9fb6-7fff-0ea9-19ab-11c66d743843">
<p dir="ltr"><span>Convidada:</span></p>
<p dir="ltr"><span>Martha Schteingart (CEDUA, Colégio de México)</span></p>
<div><span><br /></span></div>
</span></td>
</tr>
<tr>
<td>18 <span>de novembro</span></td>
<td><span id="docs-internal-guid-61d6786d-7fff-3b19-a768-8675415314f7">
<p dir="ltr"><span>Convidados:</span></p>
<p dir="ltr"><span>Benjamin Naum (FUCVAM, Udelar, Uruguai)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Salvador Schelotto (FADU, Udelar, Uruguai - A confirmar)</span></p>
<div><span><br /></span></div>
</span></td>
</tr>
<tr>
<td>25 <span>de novembro</span></td>
<td><span id="docs-internal-guid-746f893c-7fff-8d88-e1ae-e1c0d1293d90">
<p dir="ltr"><span><strong>Perspectivas historiográficas, agendas de pesquisa, agendas de ação</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Debate de encerramento</strong></span></p>
<div><span><br /></span></div>
</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3></h3>
<h3>Organização</h3>
<p><span><span>Nilce Aravecchia </span></span><span>(FAU USP - Brasil)</span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-3d36384d-7fff-ae48-b5d6-e6a19707d71d"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Nabil Bonduki </span><span>(FAU USP e Escola da Metrópole IEA USP - Brasil)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rodrigo de Faria </span><span>(FAU UnB - Brasil)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ana Patricia Montoya </span><span>(IEU-UNAL - Colômbia)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Jorge Ramírez Nieto </span><span>(FA-UNAL - Colômbia)</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rosa Aboy </span><span>(FADU-UBA - Argentina)</span></p>
<div><span><br /></span></div>
<p><span>Apoio</span></p>
<p dir="ltr">NAP <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/pesquisa/nucleos-de-apoio-a-pesquisa/escola-da-metropole" class="external-link">Escola da Metrópole</a></p>
<p dir="ltr"><span><span>Instituto de Estudos Avançados da USP</span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Larissa Barreto Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Escola da Metrópole</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Habitação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-08-27T14:15:45Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/da-vinci-e-o-homem">
    <title>Da Vinci e o Homem Vitruviano</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/da-vinci-e-o-homem</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O mais famoso desenho da história das artes foi criado por Leonardo da Vinci. Conhecido como homem Vitruviano, o desenho já faz parte do inconsciente coletivo mundial, porém poucos conhecem sua fascinante história.</p>
<p>Baseados no <i>Tratado de Arquitetura </i>escrito pelo arquiteto romano do século I a.C. Marco Vitrúvio Polião, muitos estudiosos anteriores e contemporâneos a Leonardo tentaram infrutiferamente comprovar as teses anatômicas de Vitrúvio.  Da Vinci conseguiu realizar esse feito singular cuja história será demonstrada por meio de textos e imagens desde Vitrúvio até Da Vinci.</p>
<p><strong>Palestrante:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/walter-miranda" class="external-link">Walter Miranda</a><span> (Artista Plástico)</span></p>
<p><strong>Mediador:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gildo-magalhaes-dos-santos" class="external-link">Gildo Magalhães dos Santos</a> (CHC e IEA/USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-09-22T09:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-destacam-importancia-das-contra-narrativas-de-movimentos-sociais-em-questoes-historicas">
    <title>Especialistas destacam importância das contra-narrativas de movimentos sociais em questões históricas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-destacam-importancia-das-contra-narrativas-de-movimentos-sociais-em-questoes-historicas</link>
    <description>Professora da FAU-USP e pesquisador da UFRJ encerram série especial do USP Analisa sobre monumentos ligados a memórias dolorosas</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-63b36c63-7fff-4f71-3c98-c7b8e757b0c1"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Bamiyan.png/@@images/6a505053-ae40-4332-b0cd-3f2428ae92d8.png" alt="" class="image-left" title="" />Até que ponto um monumento pode realmente garantir a preservação de uma memória? E a destruição de um estátua pode realmente apagar a história? No último episódio da série especial do USP Analisa sobre monumentos ligados a memórias dolorosas, a professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP Giselle Beiguelman e o pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro Alberto Goyena discutem as relações entre o patrimônio cultural e a memória e também as contra-narrativas utilizadas por movimentos sociais em questões históricas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Alberto destaca que não há, na preservação, uma garantia de lembrança, assim como a destruição não necessariamente produz esquecimento. “Bastaria ver, por exemplo, as estátuas que, apesar de demolidas, deixando a sua ausência, se tornaram ainda mais presentes. Ou então, a gente pode também pensar que essa relação entre construir e destruir não é tanto a relação entre vida e morte, mas talvez entre nascimento e morte. Fica a vida como resultado provisório, dificilmente controlável, desse efeito que as estátuas têm na cidade. Nada garante na preservação que seja lembrado. São vários exemplos de estátuas mais ou menos preservadas, de pessoas que ninguém sabe quem são, não faz a menor ideia”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Giselle lembra que existem exemplos de contra-narrativas instituídas por movimentos sociais não apenas em relação a monumentos, mas à própria história, como a comemoração do Dia da Consciência Negra em contraposição ao 13 de maio como data da abolição da escravatura, um movimento que começou ainda na década de 70.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Essa instituição oficial 30 anos depois, primeiro na cidade de São Paulo e depois em escala nacional, é fruto de um trabalho dos movimentos sociais, não de uma decisão de um governante ou outro. Da mesma forma, o tensionamento dos marcos da história das Bandeiras veio a partir das articulações dos grupos indígenas. Então são essas forças que propõem estéticas da memória alternativas àquelas estéticas que os poderes hegemônicos instituíram como marcos da sua própria história”, afirma ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Também participa da entrevista o especialista Gabriel Fernandes, do Centro de Preservação Cultural da USP, parceiro do USP Analisa na realização desta série especial.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O último programa dessa série especial vai ao ar nesta quarta (16), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (20), a partir das 11h30. Ele também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. </span><span>Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-09-15T17:53:39Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/esquecimento-e-destruicao-tambem-fazem-parte-do-patrimonio-historico">
    <title>Esquecimento e destruição fazem parte do patrimônio histórico</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/esquecimento-e-destruicao-tambem-fazem-parte-do-patrimonio-historico</link>
    <description>Terceiro episódio de série especial do USP Analisa sobre monumentos ligados a memórias dolorosas discute esse tema</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a5a3bc80-7fff-0cd5-dc75-4f569eb98896"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/rhodesmemorial3047759_1280.jpg/@@images/3843331d-ed94-4b3a-acd6-bd350b492c84.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A noção de patrimônio histórico nasce na França após a Revolução Francesa e, segundo especialistas, está muito mais relacionada ao medo da perda que à vontade de preservar. No terceiro programa da série especial do USP Analisa sobre remoção de monumentos históricos ligados a memórias dolorosas, a professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP Giselle Beiguelman e o pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro Alberto Goyena discutem como memória, destruição e esquecimento estão envolvidos nessa questão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Alberto, para algumas culturas, memórias trazem problemas e, por isso, busca-se libertar delas. Para outras, a destruição tem um papel pedagógico, como é o caso dos japoneses. “O antropólogo Marshall Sahlins relata que muitos templos japoneses são construídos em determinado momento e, depois de 30, 40 anos, eles são demolidos e reconstruídos. Porque o que interessa para essa cultura não é passar adiante o templo em si pronto e acabado. O que interessa é que as gerações seguintes possam refazer o templo, ou seja, dominar a técnica construtiva. O nosso patrimônio é a técnica, é o saber erguer esse templo sem um parafuso, sem um prego, ele é inteiramente de encaixe de madeira. A demolição é um ritual que tem uma função didática para as novas gerações. Destruindo o templo é que você aprende a montar, a remontar, a encaixar essas peças todas”, explica.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para Giselle, os atos derrubacionistas, de destruição de estátuas, vistos recentemente após manifestações do movimento Black Lives Matter são explicados como forma de contraposição à violência histórica e social que se perpetua há séculos. “Nós não podemos ser hipócritas ao ponto de esquecer que esse derrubacionismo também segue uma longa trajetória do poder que se esmerou em derrubar ocultar e desterrar outras memórias. Basta a gente pensar no caso da cidade de São Paulo. O bairro da Liberdade, que nós assumimos como bairro japonês, historicamente é um bairro inclusive onde está o cemitério dos escravos, que era conhecido como o Largo da Forca. E assim que a República instituída, é renomeado como contraponto ‘da Liberdade’. Então essa dinâmica de apagamentos é constitutiva da história urbana”, diz a professora.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Também participa da entrevista o especialista Gabriel Fernandes, do Centro de Preservação Cultural da USP, parceiro do USP Analisa na realização desta série especial.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O terceiro programa vai ao ar nesta quarta (9), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (13), a partir das 11h30. Ele também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. </span><span>Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-09-08T17:47:22Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/monumentos-refletem-relacao-das-sociedades-com-o-passado">
    <title>Monumentos refletem relação das sociedades com o passado</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/monumentos-refletem-relacao-das-sociedades-com-o-passado</link>
    <description>Série especial do USP Analisa em parceria com CPC faz reflexão sobre marcos históricos relacionados a momentos traumáticos para alguns grupos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-6534579a-7fff-990e-48ff-aae8339d4aa3"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/paulo1284339_1920.jpg/@@images/fb6739dd-aa9d-4c74-a4e6-6dc3704e8317.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A destruição de monumentos ligados a memórias dolorosas, como a escravidão, voltou a ser discutida após protestos do Movimento </span><span>Black Lives Matter</span><span> (em português, Vidas Negras Importam). O USP Analisa está debatendo esse tema em uma série especial que apresenta, nesta semana, sua segunda parte. A conversa será com a professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP Giselle Beiguelman, o pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro Alberto Goyena e o especialista do Centro de Preservação Cultural da USP Gabriel Fernandes.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Alberto destaca que os monumentos têm um papel muito importante porque mostram como cada sociedade se relaciona com o passado e com a ideia de patrimônio. “São pontos de encontro, marcos referenciais de locomoção das pessoas na cidade, então também lugares às vezes ditos abandonados, mas abandonados para quem? Que usos esses monumentos podem ter para além da sua função pragmática pedagógica que talvez um dia foi escrita sobre ele?”, questiona o pesquisador.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Uma das possibilidades em relação a monumentos ligados a memórias traumáticas discutida pelos entrevistados é que eles sejam retirados das ruas e levados a museus. Segundo Gisele, é preciso assumir que as “memórias da barbárie” também constituem nossa história cultural.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“É o nosso problema com os monumentos aos bandeirantes. A eleição da figura do bandeirante como a figura de construção da identidade paulista em um determinado contexto histórico faz parte da nossa memória. Portanto, simplesmente pôr um fim nesses monumentos nos deixa com uma lacuna essencial para compreender as nossas contradições. A curadoria de monumentos atua no sentido de, por um lado, tensionar essa memória da barbárie e, por outro, preservar grupos que foram vítimas desses processos em alguns casos ou que de alguma maneira se sentem agredidos pela presença desses marcos no espaço urbano. Então é uma solução em termos de se refazer ou de recontar a história da barbárie sem abstrair que ela é parte constitutiva da nossa memória e do nosso patrimônio”, afirma a professora.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O segundo programa da série, que conta com a parceria do Centro de Preservação Cultural da USP, vai ao ar nesta quarta (2), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (6), a partir das 11h30. Ele também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. </span><span>Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-09-01T13:28:09Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/colocacao-de-monumentos-envolve-disputas-por-construcao-de-narrativas">
    <title>Colocação de monumentos envolve disputas por construção de narrativas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/colocacao-de-monumentos-envolve-disputas-por-construcao-de-narrativas</link>
    <description>Discussão sobre remoção de marcos ligados a memórias dolorosas é tema de série do USP Analisa em parceria com o CPC-USP </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-5eb9921f-7fff-017c-5211-610db57e6bcb"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/ibirapuera417123_1920.jpg/@@images/f0e81c1a-5fe7-466c-a9d1-5c06e92def80.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Os protestos recentes protagonizados pelo movimento </span><span>Black Lives Matter</span><span> (em português, “Vidas Negras Importam”) trouxeram novamente à tona a discussão sobre uma possível remoção de monumentos que homenageiam personalidades históricas ligadas a memórias dolorosas, como a morte de negros e indígenas. O USP Analisa coloca esse tema em pauta com uma série especial em quatro episódios a partir desta semana. Neste primeiro programa, conversamos com o especialista do </span><a href="https://biton.uspnet.usp.br/cpc/"><span>Centro de Preservação Cultural (CPC) da USP</span></a><span> Gabriel Fernandes para definir alguns conceitos fundamentais na discussão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele lembra que enquanto a memória é uma construção do presente, e se estabelece no espaço público por meio de vetores como os monumentos, a história é uma disciplina que se pretende científica, baseada em questões metodológicas e teóricas.</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span><span>“Quando a gente olha para esse fenômeno de iconoclastia, de destruição de estátuas, sempre tem essa reação de que se está destruindo a memória e a história. Mas de que memória a gente está falando? A quem interessa essa memória? Como essa memória se inseriu no espaço público? Por que que a gente naturaliza determinadas memórias no espaço público e por que a gente associa tão diretamente essa matéria que está presente nos monumentos a essa memória? A discussão talvez precise caminhar um pouco por aí no sentido de tomar de uma maneira não ingênua esses conceitos que são sempre muito movediços”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Gabriel explica que o conceito de monumento surgiu na antiguidade e é associado a esculturas inseridas em espaços públicos. Segundo ele, os exemplos mais comuns são os arcos do triunfo, que simbolizavam vitórias militares.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Normalmente, eles são construídos e posicionados no espaço público com uma certa intenção memorial, com uma certa intenção de construção de narrativa. E aí a gente tem que lembrar que esse processo de construção de narrativas sempre está em disputa. Ele está inserido em um processo de disputas sobre quais memórias, quais identidades vão ser sedimentadas e vão ser consolidadas como as mais importantes, as menos importantes, quais vão ser dignas de serem lembradas e quais não vão”, afirma o especialista.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O primeiro programa da série, que conta com a parceria do Centro de Preservação Cultural da USP, vai ao ar nesta quarta (26), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (30), a partir das 11h30. Ele também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. </span><span>Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Escravidão</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-21T17:28:31Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/a-secao-aurea-da-matematica-as-artes-29-de-maio-de-2019">
    <title>A Seção Áurea: da Matemática às Artes - 29 de maio de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/a-secao-aurea-da-matematica-as-artes-29-de-maio-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-29T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/direito-a-cidade-discute-moradia-mobilidade-e-uso-do-espaco-publico">
    <title>Direito à cidade discute moradia, mobilidade e uso do espaço público</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/direito-a-cidade-discute-moradia-mobilidade-e-uso-do-espaco-publico</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="padding-left: 0px; text-align: left; "><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/architecturaldesignarchitecturebrazil2065850.jpg/@@images/0f3567cc-b619-43b9-88a4-8c1079bcf27d.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />O direito à cidade é uma ideia criada nos anos 60 que defende para todos os cidadãos moradia digna, transporte público de qualidade e a possibilidade de ocupar os espaços urbanos, tornando-os locais de troca de ideias e experiências. Para falar sobre essa ideia e como ela está aplicada nos centros urbanos brasileiros, o USP Analisa desta semana recebe a professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP Raquel Rolnik.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">Ela critica o processo de financeirização da moradia e da política habitacional voltada à compra da casa própria no Brasil. “Programa de casa própria, financeirizado ou não, nunca vai atingir aqueles que mais precisam. Porque quem mais precisa de casa não tem dinheiro para pagar o principal, que dirá com juros. Portanto não adianta, não tem malabarismo de sistema financeiro que consiga prover habitação para quem mais precisa, que é quem tem menos renda, mais vulnerabilidade, mais dificuldade, através de modelos como esse”.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">Raquel fala ainda sobre a qualidade do transporte público nas médias e grandes cidades, que começou a melhorar um pouco quando a classe média – que, segundo ela, até o final do século passado, deslocava-se basicamente em automóveis – passou a utilizar com mais frequência o transporte coletivo.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">“Isso é muito visível em são Paulo, onde o sistema de transporte coletivo a meu ver, está muito longe de ser um bom transporte, mas melhorou significativamente com a expansão do metrô, a expansão da CPTM, a ligação do metrô com a CPTM. Isso vai gerando políticas como o bilhete único, a integração modal, os corredores exclusivos de ônibus, que vão melhorando o desempenho do transporte público de uma forma muito devagar ainda no nosso País”.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">A entrevista vai ao ar nesta quarta (15), às 18h05, com reapresentação no domingo (19), às 11h30. O <a href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" style="padding-left: 0px; ">USP Analisa</a> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-13T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/a-secao-aurea">
    <title>A Seção Áurea: da Matemática às Artes</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/a-secao-aurea</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Relação Áurea, usada desde a Antiguidade e  matematicamente demonstrada por  Fibonacci  em sua famosa Sequencia, tem sido usada em muitas obras de arte arquitetônicas e pictóricas.</p>
<p><span>Palestrante: </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/walter-miranda" class="external-link">Walter Miranda</a><span> (Artista Plástico)</span></p>
<p>Moderador: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gildo-magalhaes-dos-santos" class="external-link">Gildo Magalhães dos Santos</a> (FFLCH e IEA/USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-28T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
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