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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 41 to 55.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-analisam-a-tragedia-de-brumadinho-e-as-licoes-nao-aprendidas-de-mariana">
    <title>Pesquisadores analisam a tragédia em Brumadinho e as lições não aprendidas de Mariana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-analisam-a-tragedia-de-brumadinho-e-as-licoes-nao-aprendidas-de-mariana</link>
    <description>Com o intuito de refletir sobre as causas do desastre e a incapacidade de aprendizado frente à reincidência de tragédias evitáveis, o Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade do IEA realizará o evento "Brumadinho Pós-Mariana: Lições Não Aprendidas", no dia 14 de fevereiro, a partir das 14h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/tragedia-em-brumadinho" alt="Tragédia em Brumadinho" class="image-inline" title="Tragédia em Brumadinho" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Pouco mais de três anos após o desastre de Mariana, que deixou 19 mortos na cidade mineira, o rompimento da barragem de rejeitos em Brumadinho (MG) reativou as discussões sobre a necessidade de medidas preventivas que protejam tanto o meio ambiente quanto as populações que habitam as áreas de extração. Com o intuito de refletir sobre as causas do desastre e a incapacidade de aprendizado frente à reincidência de tragédias evitáveis, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA realizará o evento <i>Brumadinho Pós-Mariana: Lições Não Aprendidas</i>, no dia <strong>14 de fevereiro, a partir das 14h</strong>.</p>
<p dir="ltr">O evento é público e gratuito, sem necessidade de inscrição prévia para participar. Haverá também uma transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pelo site do IEA. Além do coordenador do Grupo de Pesquisa, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi">Pedro Jacobi</a>, participarão do encontro <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-luiz-cortes">Pedro Luiz Côrtes</a>, professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bruno-milanez/view">Bruno Milanez</a>, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-enrique-sanchez">Luis Enrique Sánchez</a>, professor da Escola Politécnica (EP) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-marcelo-tichauer/view">Ricardo Tichauer</a>, consultor do Ministério de Minas e Energia (MME), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/evangelina-vormittag" class="external-link">Evangelina Vormittag</a>, diretora técnica do <a class="external-link" href="https://www.saudeesustentabilidade.org.br/">Instituto Saúde e Sustentabilidade</a>, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leandro-luiz-giatti">Leandro Luiz Giatti</a>, professor da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP.</p>
<p dir="ltr">Os principais assuntos abordados pelos pesquisadores serão:</p>
<p dir="ltr">• A complexidade de fatores que corroboram e culminam em eventos dessa magnitude;</p>
<p dir="ltr">• A sucessão e reincidência de falhas;</p>
<p dir="ltr">• As controvérsias nos fatos;</p>
<p dir="ltr">• As disparidades entre forças e interesses;</p>
<p dir="ltr">• A perspectiva de múltiplas formas de exclusão social e vulnerabilidade.</p>
<p dir="ltr">O seminário terá exposições de cada um dos pesquisadores e debates com o público presente. A proposta é criar um diálogo interdisciplinar que perpasse os principais temas relacionados ao desastre de Brumadinho.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Corpo de Bombeiros do Estado de Minas Gerais</span></p>
<hr />
<p><i> </i></p>
<p dir="ltr"><i><strong>Brumadinho Pós-Mariana: Lições Não Aprendidas</strong><br />14 de fevereiro, a partir das 14h<br />Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br />Não é preciso se inscrever para participar ou acompanhar a transmissão ao vivo<br />Mais informações: Sandra Sedini (<a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>); telefone (11) 3091-1678<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/brumadinho-licoes-nao-aprendidas" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-02-01T19:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/relatorio-da-iucn-sobre-aquecimento-dos-oceanos-tem-contribuicao-de-pesquisadora-do-iea">
    <title>Pesquisadora do IEA participa de relatório da IUCN sobre aquecimento dos oceanos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/relatorio-da-iucn-sobre-aquecimento-dos-oceanos-tem-contribuicao-de-pesquisadora-do-iea</link>
    <description>Documento produzido por 80 cientistas traz os maiores desafios para enfrentar os efeitos sobre a vida marinha</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/pesca-de-captura" alt="Pesca de captura" class="image-inline" title="Pesca de captura" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Aquecimento dos oceanos e efeitos sobre a vida marinha detalhado em livro produzido por 80 cientistas</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A mais abrangente avaliação já produzida sobre o aquecimento dos oceanos foi lançada <span>durante a </span><a class="external-link" href="http://www.iucnworldconservationcongress.org/">World Conservation Congress</a>, <span>pela </span><a class="external-link" href="https://www.iucn.org/">International Union for Conservation of Nature and Natural Resources</a><span> (IUCN), </span><span>e contou com a colaboração da bióloga e oceanógrafa </span><a href="https://www.iea.usp.br/en/persons/researchers/maria-gasalla" class="external-link">Maria de los Angeles Gasalla</a><span>, professora do Instituto Oceanográfico da USP e integrante do</span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/conselho-deliberativo-escolhe-nomes-para-periodo-sabatico-no-iea" class="external-link"> Programa Ano Sabático do IEA.</a></p>
<p>O organismo internacional, composto por entidades governamentais e não governamentais, reuniu 80 cientistas de excelência de 12 países para a compilação de evidências científicas já detectadas quanto à elevação das temperaturas dos oceanos e seus efeitos sobre a vida marinha.</p>
<p><a class="external-link" href="https://portals.iucn.org/library/sites/library/files/documents/2016-046_0.pdf">“Explaining Ocean Warming: Causes, scale, effects and consequences”</a>, editado por D. Laffoley e J.M. Baxter, analisa os efeitos do aquecimento dos oceanos sobre as espécies e os ecossistemas marinhos, bem como sobre os serviços e benefícios que os oceanos provêm aos seres humanos.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/maria-de-los-angeles-gasalla-1" alt="Maria de los Angeles Gasalla " class="image-inline" title="Maria de los Angeles Gasalla " /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Maria Gasalla</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Gasalla é co-autora do estudo que trata dos impactos do aquecimento dos oceanos sobre a contribuição da pesca e da aquicultura para a segurança alimentar. Assinado com outros 10 cientistas, o capítulo compõe a sessão a respeito dos chamados bens e serviços ecossistêmicos, ou os benefícios provisionados pelos oceanos para a vida na Terra.</p>
<p><span>Algumas conclusões desse capítulo, intitulado “Impacts and effects of ocean warming on the contribution of fisheries and aquaculture to food security”, mostram que a degradação dos habitat e as alterações na pesca de captura nos países desenvolvidos devido ao aquecimento global deverão pressionar as exportações pesqueiras de países em desenvolvimento, o que poderá afetar a segurança alimentar das regiões mais pobres do planeta.</span></p>
<p>Num cenário pessimista, com altas emissões de gases de efeito estufa, além dos inúmeros prejuízos aos diversos organismos marinhos, os cientistas projetam uma redução da ordem de 50% na produção pesqueira de países próximos à linha do equador, entre eles Gana, Costa do Marfim, Libéria, Togo, Nigéria e Serra Leoa.</p>
<p>Segundo o relatório, o aquecimento dos oceanos poderá ser o maior desafio oculto da atual geração quanto aos efeitos das mudanças climáticas globais. O documento complementa lacunas de conhecimento ainda não presentes nos mais recentes relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), e traz recomendações sobre temas de investigações necessários para que os impactos climáticos possam ser enfrentados com maior segurança no futuro.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-21T13:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/pesquisa-biologica-na-antartida">
    <title>Pesquisa Biológica na Antártida: Vale a Pena?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/pesquisa-biologica-na-antartida</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Pesquisador que já participou ativamente de oito expedições em campo na Antártida e coordenou mais algumas descreverá sucintamente o programa antártico brasileiro, com suas características únicas, assim como restrições e problemas oriundos do desenho adotado pelo país. A partir de sua experiência e de seus colegas, ele mostrará os prós e contras na atividade de pesquisa dentro do PROANTAR.</p>
<p><strong>Palestrante:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-roberto-machado-cunha" class="external-link">José Roberto Machado Cunha da Silva</a> (ICB/USP)</p>
<p><strong>Mediador:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gildo-magalhaes-dos-santos" class="external-link">Gildo Magalhães</a> (CHC e IEA/USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-10-04T11:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pantanal-propostas-de-conservacao-e-politicas-publicas">
    <title>Pantanal: propostas de conservação e políticas públicas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pantanal-propostas-de-conservacao-e-politicas-publicas</link>
    <description>Academia e instituições públicas buscam soluções para o frágil bioma</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/pantanal-mato-grossense3" alt="Pantanal Mato-grossense3" class="image-inline" title="Pantanal Mato-grossense3" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Declarado Patrimônio Nacional pela Constituição Federal e Patrimônio Natural da Humanidade e Reserva da Biosfera pela UNESCO, o pantanal mato-grossense será tema de debate no dia <strong>5 de junho</strong>, das <strong>9h às 16h30</strong>, na Sala de Eventos do IEA.</p>
<p><i>Conservação do Bioma Pantanal - Políticas Públicas e Manejo Sustentável </i>é organizado pela <a href="http://www.ufmt.br/ufmt/site/" target="_blank">Universidade Federal de Mato Grosso</a> (UFMT), <a href="http://www.embrapa.br/pantanal" target="_blank">Embrapa Pantanal</a> e Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP e IEA-USP. Conta com a coordenação da professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/neli-aparecida-de-mello-thery">Neli Aparecida de Mello-Théry</a> (EACH/IEA-USP). Para participar é necessária <a class="external-link" href="https://docs.google.com/a/usp.br/forms/d/e/1FAIpQLSeKdtoMzOnHksnntZXY1yUvLuqt3On7VuEWPzMIwY3SQApA3w/viewform">inscrição prévia</a>. Haverá transmissão ao vivo on-line.</p>
<p>Biodiversidade pantaneira, classificação de áreas úmidas brasileiras, recursos hídricos, alterações climáticas, renda e modos de vida de populações tradicionais e outros aspectos sobre o bioma ganharão a análise de diversos especialistas. Participam <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/debora-fernandes-calheiros">Débora Calheiros</a>, pesquisadora da Embrapa Pantanal e da UFMT; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-teodoro-jose-hugueney-irigaray/view">Carlos Hugueney Irigaray</a>, Coordenador Operacional do Programa de Doutorado Interinstitucional em Direitos Humanos e Meio Ambiente da UFMT; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carla-moura-de-paulo">Carla Moura de Paulo</a>, do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CCST-INPE); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/catia-nunes-da-cunha/view">Cátia Nunes da Cunha</a>, coordenadora do Laboratório Associado Biodiversidade e Manejo de Áreas Úmidas – INCT Áreas Úmidas (INAU/CNPq/UFMT);  <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/heloisa-de-camargo-tozato">Heloisa de Camargo Tozato</a> (IEA-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-cristina-favilla">Kátia Favilla</a>, do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/pantanal-mato-grossense2" alt="Pantanal Mato-grossense2" class="image-inline" title="Pantanal Mato-grossense2" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O Pantanal Mato-grossense é uma das maiores áreas úmidas contínuas do planeta e está localizado no centro da América do Sul, na bacia hidrográfica do Alto Paraguai, estando na região a montante de toda a Bacia do Prata. Essa situação geográfica confere grande responsabilidade ao Brasil perante os demais países dessa bacia.</p>
<p>O Pantanal é um dos biomas mais conservados do país, embora haja aumento da pressão de supressão da vegetação nativa pelo arco de desmatamento gerado pelo uso antrópico e do agronegócio na região circundante. A situação agrava o frágil ecossistema que já está em estado crítico, colocando em risco também a economia regional e suas populações tradicionais.</p>
<p>Segundo os organizadores, o seminário tem como objetivo debater com a comunidade acadêmica sobre as possíveis contribuições para a conservação e políticas públicas para esse rico bioma.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: Alicia Yo at the English language Wikipedia/ Dany13/ Flickr</span></p>
<p> </p>
<h3><strong>Programação</strong></h3>
<p><strong>9h - </strong>Abertura</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/neli-aparecida-de-mello-thery">Neli Aparecida de Mello-Théry</a> (EACH   e IEA/USP)</p>
<p><strong>9h30</strong></p>
<p><strong>Embrapa Pantanal/UFMT: "Contextualização da   Problemática Socioambiental do Sistema Bacia do Alto Paraguai/Pantanal -   avanços quanto à sua conservação"</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/debora-fernandes-calheiros">Débora F. Calheiros</a> (Embrapa   Pantanal/UFMT)</p>
<p><strong>10h</strong></p>
<p><strong>Impacto da Produção Insustentável sobre os   Recursos Hídricos: o Pantanal Mato-grossense a Margem da Lei</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-teodoro-jose-hugueney-irigaray/view">Carlos Hugueney Irigaray</a> (FD/UFMT)</p>
<p><strong>10h30</strong></p>
<p><strong>Café</strong></p>
<p><strong>10h50</strong></p>
<p><strong>Universidade de São Paulo: "Turismo e   Impactos Ambientais no Pantanal"</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carla-moura-de-paulo">Carla Moura de Paulo</a> (CCST-INPE)</p>
<p><strong>11h20</strong></p>
<p><strong>A Importância dos Pulsos de Inundação para a   Conservação do Pantanal e a Proposta para Delineamento e Classificação de   Áreas Úmidas Brasileiras</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/catia-nunes-da-cunha/view">Cátia Nunes da Cunha</a> (INCT-INAU/UFMT)</p>
<p><strong>11h50</strong></p>
<p><strong>Debate</strong></p>
<p><strong>12h30</strong></p>
<p><strong>Almoço</strong></p>
<p><strong>14h</strong></p>
<p><strong>Universidade de São Paulo: "Alterações   Climáticas e Biodiversidade Pantaneira"</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/heloisa-de-camargo-tozato">Heloisa de Camargo Tozato</a> (IEA-USP)</p>
<p><strong>14h30</strong></p>
<p><strong>A Importância da Conservação Ambiental para a   Conservação dos Modos de Vida, Geração de Emprego e Renda das Populações   Tradicionais</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-cristina-favilla">Kátia Favilla</a> (SE-MDS)</p>
<p><strong>15h - </strong>Café</p>
<p><strong>15h20 - </strong>Debate</p>
<p> </p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<hr />
<p><i><strong>Conservação do Bioma Pantanal - Políticas Públicas e Manejo Sustentável</strong></i><strong><i><strong><br /></strong> </i></strong><i>05 de junho, das 9h às 16h30<br /> Sala de Eventos do IEA - Rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /> Evento gratuito e aberto ao público, com transmissão </i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><i>ao vivo</i></a><i> </i><i>pela internet<br /> Inscrições </i><a href="https://docs.google.com/a/usp.br/forms/d/e/1FAIpQLSeKdtoMzOnHksnntZXY1yUvLuqt3On7VuEWPzMIwY3SQApA3w/viewform" target="_blank">via formulário</a><a href="https://goo.gl/aCk8ZR" target="_blank"><strong><i><br /> </i></strong></a><i>Mais informações: Cláudia Pereira (clauregi@usp.br), telefone: (11) 3091-1686<br /> </i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/conservacao-do-bioma-pantanal" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-05-23T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/tiago-quental-ica">
    <title>Os fósseis como instrumento de análise da dinâmica da biodiversidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/tiago-quental-ica</link>
    <description>O ecólogo Tiago Quental, do Instituto de Biociências da USP, fez a conferência "A Dinâmica e os Indutores da Biodiversidade no Tempo Geológico" no dia 22 de abril, como parte da programação da Intercontinental Academia.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/tiago-quental" alt="Tiago Quental" class="image-inline" title="Tiago Quental" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>O ecólogoTiago Quental, do<br />Instituto de Biociências da USP</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para compreender a dinâmica da biodiversidade é preciso uma perspectiva temporal ampla. Esse foi o argumento central do ecólogo <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/people/tiago-bosisio-quental" target="_blank">Tiago Quental</a>, do Instituto de Biociências da USP, na conferência <i>A Dinâmica e os Indutores da Biodiversidade no Tempo Geológico</i>, apresentada na <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/">Intercontinental Academia (ICA)</a><span>, no dia 22 de abril.</span></p>
<p>Segundo Quental, há dois tipos de dados que funcionam como "máquinas do tempo" para entender a biodiversidade: o genoma e o registro fóssil. No caso do genoma, o trabalho consiste em utilizá-lo de maneira histórica: "Sequenciamos o DNA de diferentes espécies e reconstruímos a diagrama que chamamos de árvore filogenética, que mostra, basicamente, as relações entre diferentes espécies".</p>
<p>Outra característica importante do genoma é o fato de ele acumular mutações ao longo do tempo. "Podemos usar essa espécie de relógio molecular para uma eventual calibragem e em vez de termos distâncias entre os DNA similares e diferentes, podemos relacioná-los a um tempo absoluto", disse Quental. Isso permite a construção de métodos estatísticos muito sofisticados, pois o relógio do DNA não bate num ritmo regular. "É possível, por exemplo, estabelecer que o ancestral comum de duas espécies pode ter existido 7 milhões de anos antes das duas ou supor quando uma linhagem de cães invadiu a América do Sul."</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>INTERCONTINENTAL<br />ACADEMIA</strong></p>
<p><strong><i>Eixo temático: Tempo</i></strong></p>
<p><strong>Conferência de<br />Tiago Quental</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/intercontinental-academia-talk-mediated-by-vera-imperatriz-fonseca-with-tiago-quental-and-luiz-gylvan-meira-filho" class="external-link">Vídeo</a> / <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/conferencias" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/vera-imperatriz-biodiversidade-ica" class="external-link"><span class="external-link">A importância da biodiversidade para o futuro da vida</span></a>"</li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><strong><i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/noticias_ica" class="external-link">Mais notícias</a></i></strong></p>
<p><strong><i><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/docs/reports" target="_blank">Relatos críticos</a></i></strong></p>
<p><strong><i>Mais informações<br /></i><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/" target="_blank"><i>http://intercontinental-academia.ubias.net</i></a></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>Fósseis</b></p>
<p>Quental dedicou a maior parte da conferência à outra "máquina do tempo", o registro fóssil. Ele disse que os fósseis são o melhor recurso para compreender a biodiversidade num amplo espectro de tempo, apesar de serem incompletos, "muito bons para alguns grupos, como o dos cães, e muito ruins para outros". Daí a importância da utilização simultânea do DNA, que permite sequenciar quase todas as linhagens vivas até hoje.</p>
<p>O ecólogo comentou que das 4 bilhões de espécies que se desenvolveram na Terra nos últimos 3,5 bilhões de anos, cerca de 99% desapareceram. "Se não tivéssemos os registros fósseis não teríamos nenhuma pista da magnitude da extinção".</p>
<p>Os fósseis, no entanto, não informam apenas sobre extinções, eles contêm também dados sobre ecologia e morfologia (por exemplo: os animais extintos eram bem maiores do que os atuais).</p>
<p><b>Dinâmica da diversidade</b></p>
<p>Quental destacou que a história da biodiversidade é caracterizada por uma contínua substituição de espécies e de linhagens. "A dinâmica da diversidade é diferente para cada linhagem, com uma expansão seguida de declínio. Para compreender essa dinâmica, explicou, é preciso saber como as taxas de surgimento e de extinção de espécies numa linhagem mudaram durante a escala de tempo geológica."</p>
<p>Para exemplificar as possibilidades de pesquisa com fósseis no contexto da biodiversidade, Quental apresentou dois estudos que realizou com outros pesquisadores. O primeiro tratou da dinâmica da diversidade dos ramos de mamíferos terrestres que foram completamente extintos ou passaram por declínio na diversidade durante a Era Cenozóica (65 milhões de anos atrás até o momento). O trabalho foi realizado com Charles Marshall, da University of California, Estados Unidos.</p>
<p>Os pesquisadores trabalharam com 19 famílias de mamíferos terrestres (metade delas já extintas). Foi observado que as famílias possuíam ecologias similares e que a família dos cavalos apresenta diminuição da diversidade atualmente.</p>
<p>Segundo Quental, a pergunta feita foi se a longevidade de uma família é apenas a consequência de um “gambler's ruin”, ou seja, se se deve a flutuações aleatórias em taxas intrinsecamente constantes de surgimento e extinção de espécies. A conclusão foi de que isso não acontece, que na verdade há um componente determinístico no processo, relacionado com o fracasso em manter o ritmo de diversificação diante da deterioração ambiental. Além disso, uma falha em originar novas espécies parece ser tão importante quanto as mudanças na taxa de extinção para induzir o declínio da diversidade durante períodos sem anormalidades ambientais.</p>
<p><b>Substituição de famílias</b></p>
<p>O segundo estudo apresentado por Quental tratou dos mecanismos de substituição sequencial das diferentes subfamílias de cães na América do Norte. O trabalho foi feito em parceria com Daniele Silvestro e Alexandre Antonelli, ambos da Universidade de Gottenburgo, Alemanha, e com Nicolas Salamin, da Université de Lausanne, Suíça.</p>
<p>A família de cães (<i>Canidae</i>) dividiu-se em três subfamílias principais logo depois de seu surgimento há 40 milhões de anos. As três subfamílias conviveram por um longo tempo. Duas delas (<i>Hesperocyoninae</i> e <i>Borophaginae</i>) se extinguiram, mas a <i>Caninae</i>, com 36 espécies, prossegue forte, incluindo todos os cães existentes atualmente, inclusive raposas e lobos.</p>
<p>O estudo constatou que as duas subfamílias que se extinguiram foram levadas a isso por falharem no processo de especiação e por um aumento na taxa de extinção. Outra constatação foi que a competição entre subfamílias é uma força evolucionária importante e isso pode afetar, separadamente, as taxas de especiação e extinção.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calazans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Paleontologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-05-27T19:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/serra-da-mantiqueira">
    <title>Os caminhos para a proteção da Serra da Mantiqueira </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/serra-da-mantiqueira</link>
    <description>No dia 8 de abril, às 14 horas, o IEA-USP realiza o debate Estratégias e Instrumentos para a Conservação Ambiental na Serra da Mantiqueira.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/pedra-do-picu-serra-da-mantiqueira-minas-gerais" alt="Pedra do Picu, Serra da Mantiqueira, Minas Gerais" class="image-inline" title="Pedra do Picu, Serra da Mantiqueira, Minas Gerais" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Pedra do Picu, Serra da Mantiqueira, Itamonte, MG</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Por seu patrimônio ecológico, a Serra da Mantiqueira é considera uma região estratégica para a proteção da biodiversidade brasileira. Além da riqueza da fauna e flora, a cadeia de montanhas, que abrange os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, é um manancial de água essencial para a população do Vale do Paraíba e da capital fluminense.</p>
<p>Apesar de sua importância socioambiental, a região vem sendo ameaçada por atividades predatórias, particularmente pelo avanço da mineração, da especulação imobiliária, de loteamentos clandestinos e de áreas de pastagens.</p>
<p>Para contribuir com o debate sobre os melhores meios para a contenção dessas ameaças num contexto marcado por interesses conflitantes, no dia 8 de maio, às 14 horas, o IEA-USP realiza o encontro <i>Estratégias e Instrumentos para a Conservação Ambiental na Serra da Mantiqueira</i>. O objetivo é expor e discutir os desafios e as perspectivas para a conservação ambiental da região.</p>
<p>Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA-USP em parceria com o <a href="http://prpg.usp.br/procam">Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental</a> (Procam) da USP, o evento se concentrará na proposta, apresentada ao Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat), para que seja dado início a um estudo de tombamento da área da Serra da Mantiqueira paulista.</p>
<p>Os debatedores do encontro serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/fabio-feldmann">Fabio Feldmann</a>, ex-deputado federal e um dos responsáveis pela proposta de tombamento; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/ana-lucia-duarte-lanna">Ana Lanna</a>, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e presidente do Condephaat; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/sueli-angelo-furlam" class="external-link">Sueli Angelo Furlan</a>, professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e coordenadora do Núcleo de Apoio à Pesquisa sobre Populações Humanas em Áreas Úmidas Brasileiras (NUPAUB) da USP. A moderação ficará a cargo de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a>, professor da Faculdade de Educação (FE) da USP e do Procam.</p>
<p>Gratuito e aberto ao público, o evento acontece na Sala de Eventos do IEA-USP, na Rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar (<a href="https://www.iea.usp.br/iea/localizacao">localização</a>). O evento poderá ser acompanhado também em transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">web</a>. Mais informações podem ser obtidas com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Clarismundo Benfica/ICMBio</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-04-27T17:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-principio-da-precaucao-ainda-sem-aplicacao-efetiva">
    <title>O Princípio da Precaução, ainda sem aplicação efetiva </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-principio-da-precaucao-ainda-sem-aplicacao-efetiva</link>
    <description>Especialistas criticam a “cientificidade” de pareceres técnicos e dos estudos sobre riscos à saúde e ao ecossistema.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/hugh-lacey-3" alt="Hugh Lacey - PP" class="image-inline" title="Hugh Lacey - PP" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Hugh Lacey critica pareceres técnicos sobre saúde e ecossistema.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O Princípio da Precaução (PP), formulado pelos gregos na antiguidade, chegou aos tempos modernos sob o formato de um protocolo internacional, proposto na Declaração da Rio 92 sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Esse e outros acordos internacionais e diversas leis preveem ações antecipatórias para a proteção da saúde das pessoas e dos ecossistemas. A aplicação desse princípio, em geral, incorpora os conceitos de justiça, equidade, respeito, senso comum e prevenção.</p>
<p>Muitas vezes, porém, a aplicação do Princípio da Precaução, que incorpora por exemplo, direitos humanos, entra em conflito com o Acordo <span>sobre a Aplicação de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias </span><span>da Organização Mundial do Comércio (<span>SPS, na sigla em inglês)</span>.</span></p>
<p><span> </span><span>Não só isso: as formas de aferir riscos causados por inovações tecnocientíficas – levadas a cabo por organismos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e a Coordenação-Geral da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio, do Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação), por exemplo </span><span>– </span><span>nem sempre estão em consonância com as chamadas “boas práticas científicas” e, com isto, a cientificidade desses órgãos torna-se questionável.</span></p>
<p>Essas foram algumas das conclusões dos debatedores presentes no seminário <i>O Princípio da Precaução: Considerações Legais, Políticas e Econômicas – E suas Interações com os Resultados da Pesquisa Científica.</i></p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/o-principio-da-precaucao-consideracoes-legais-politicas-e-economicas" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/o-principio-da-precaucao-consideracoes-legais-politicas-e-economicas-2013-e-suas-interacoes-com-os-resultados-da-pesquisa-cientifica-4-de-abril-de-2106" class="external-link">Fotos</a></p>
<hr />
<p><span>1º encontro:</span></p>
<p>Notícia:</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/principio-da-precaucao" class="external-link"><i>O Princípio da Precaução (PP): Abordagens de Precaução na Avaliação e </i><i>Gerência dos Riscos Causados pelo Uso de Inovações Tecnocientíficas</i></a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/o-principio-de-precaucao-pp" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/o-principio-de-precaucao-pp-abordagens-de-precaucao-na-avaliacao-e-gerencia-dos-riscos-causados-pelo-uso-de-inovacoes-tecnocientificas-21-de-marco-de-2016" class="external-link">Fotos</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Realizado no dia <strong>04 de abril</strong> pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia">Grupo de Pesquisa Filosofia, Sociologia e História da Ciência e da Tecnologia</a> do IEA, o debate reuniu a professora de direito público e econômico <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/solange-teles-da-silva">Solange Teles da Silva</a>, da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), a advogada <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernanda-viegas-reichardt">Fernanda Viegas Reichardt</a>, membro do Grupo de Pesquisa,  <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/deisy-ventura">Deisy de Freitas Lima Ventura</a>, professora de direito internacional do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP, e o professor visitante do IEA <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/ex-professores-visitantes-internacionais/hugh-matthew-lacey">Hugh Lacey</a>, da Swarthmore College. O coordenador do Grupo de Pesquisa, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pablo-ruben-mariconda">Pablo Mariconda</a>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, moderou o debate.</p>
<p>O professor Lacey lembrou que qualquer afirmação sobre “certeza científica” soa estranho para os filósofos da ciência, porque os métodos empíricos nunca podem assumir a posição de “certeza” completa, no sentido atribuído por Descartes ou Aristóteles. No entanto, as formulações sobre o PP feitas em 1992 falam de “falta de certeza científica”. Além disso, o Acordo sobre a Aplicação de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias  da  OMC, menciona os termos “certeza científica” e “alta probabilidade científica”.</p>
<p>O uso de tais termos naqueles documentos tem sido fonte de tensões devido à própria controvérsia do que é ou não certeza científica, disse Lacey. Além disso, os conceitos do PP previstos na Declaração da Rio 92 e na SPS da OMC entram em conflito quando um defende direitos humanos e o outro, os interesses do capital e do mercado, afirmou.</p>
<p><strong>Transgênicos</strong></p>
<p>“Não há evidências científicas de que transgênicos de fato prejudicam a saúde e o meio ambiente. Mas se transgênicos são bons, porque retiraram a indicação de alimento transgênico na rotulagem dos produtos?”, questionou a professora Fernanda Reichardt.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/o-principio-da-precaucao-consideracoes-legais-politicas-e-economicas-2013-e-suas-interacoes-com-os-resultados-da-pesquisa-cientifica-4-de-abril-de-2106/fernanda-reichardt/@@images/4fef14f5-11f8-4159-b80a-58c36af294d5.jpeg" alt="Fernanda Reichardt " class="image-inline" title="Fernanda Reichardt " /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span><strong>Fernanda Reichardt: "Se transgênicos são bons, porque tiraram rotulagem?"</strong></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O Princípio da Precaução da Declaração da Rio 92 e outros documentos nesse âmbito deixam claro que quando existe ameaça de danos graves ou irreversíveis aos ecossistemas, a ausência de certeza científica não poderá ser usada como razão para postergar medidas para prevenir a degradação ambiental ou evitar ameaças à saúde humana.  Mas isso não tem sido aplicado no que diz respeito aos transgênicos, mostrou a especialista em direito ambiental e professora do Mackenzie, Solange Teles da Silva.</p>
<p>Os estudos toxicológicos em transgênicos submetidos para aprovação nos órgãos competentes também foram questionados. Segundo Mariconda, os estudos apresentados pelas empresas mostram dados insuficientes para uma avaliação toxicológica.</p>
<p>“As amostras em todas as liberações de transgênicos não sofreram a carga de agrotóxico que sofreriam no campo porque estão sob condições de laboratório. Todos sabemos que isso falseia o teste. Mas isso é sistematicamente desconsiderado nos pareceres”, disse Mariconda.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/solange-teles-da-silva" alt="Solange Teles da Silva - PP" class="image-inline" title="Solange Teles da Silva - PP" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Solange Teles da Silva: agências operam num regime de "portas giratórias"</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“De fato, a maioria dos membros da CTNBio vai dizer que a comissão decide sobre o gene modificado e não sobre a questão do agrotóxico. Então, a comissão não decide sobre o pacote tecnológico. Ora, a alteração do gene é feita justamente para a planta aguentar a carga de agrotóxico. Isso não se fala, mas os testes são feitos sobre o gene modificado e não na planta após o banho do agrotóxico”, disse a professora Teles da Silva.</p>
<p>Nessa questão, a ANVISA fica vinculada à decisão da CTNBio, segundo a especialista. “Entretanto, na CTNBio nunca foi solicitado um estudo prévio de impacto ambiental. Mas como todos sabemos, o Brasil é campeão mundial de uso de agrotóxico. As consequências sobre a saúde e o meio ambiente estão aparecendo e continuarão a aparecer, como, por exemplo, o aumento dos casos de câncer”, disse a professora.</p>
<p>“Sob essas circunstâncias, é possível questionar a cientificidade da ANVISA, da CTNBio e outros organismos do gênero”, disse Mariconda.</p>
<p>A professora Teles da Silva citou o termo “porta giratória” para se referir ao modo como  operam alguns dos organismos responsáveis, entre outras coisas, pelos pareceres técnicos referentes à proteção da saúde humana, dos organismos vivos e do meio ambiente.</p>
<p>“Muitos pesquisadores que atuam com genes transgênicos estão na CTNBio e, portanto, há um interesse no desenvolvimento da biotecnologia por membros que integram essa comissão. Por outro lado, existe aquela situação de que, num dia, um técnico da agência vira consultor e um consultor vira técnico, numa troca que os torna comprometidos. Portanto, a demanda para a ciência brasileira é que precisamos exigir órgãos verdadeiramente independentes realizando pesquisa nessa área”, disse Teles Silva.</p>
<p>O professor Mariconda sugeriu que comissões independentes ligadas a pareceristas internacionais fossem constituídas para as avaliações de impactos e riscos. Na opinião do professor Lacey, entretanto, a vinculação a órgãos internacionais poderia não funcionar devido à visão e o atrelamento que possivelmente teriam quanto aos padrões da OMC.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/deisy-ventura-2" alt="Deisy Ventura - PP" class="image-inline" title="Deisy Ventura - PP" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Para Deisy Ventura, é preciso mudar práticas sociais e políticas.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para a professora Reichard, o princípio da precaução não procura estabelecer um nível de contaminação seguro, e sim, eliminar os riscos cuja nocividade é ainda incerta no plano científico. “Todas as alternativas possíveis devem ser consideradas para evitar a degradação ambiental,  entre elas a proibição ou paralisação do empreendimento pretendido”.</p>
<p>Na área da saúde, existe a tradição da cultura da precaução e faz pouco tempo que o princípio da precaução na saúde entrou numa seara complexa que é a dos direitos humanos, porque o PP tem sofrido um embate com a questão do comércio internacional, disse Ventura.</p>
<p>“É preciso mudar as práticas sociais e políticas, pois há muito mais do que a aplicação jurisprudencial e jurídica do principio da precaução”, disse a professora Deisy Ventura, do IRI-USP, que abordou o PP no campo da saúde nas esferas internacionais e nacionais.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-04-06T18:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-papel-do-brasil-na-agenda-da-conservacao-da-biodiversidade">
    <title>O papel do Brasil na agenda da conservação da biodiversidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-papel-do-brasil-na-agenda-da-conservacao-da-biodiversidade</link>
    <description>Tema será debatido no painel "A Agenda Internacional da Conservação da Biodiversidade e o Papel do Brasil", a ser realizado no dia 11 de junho, às 10 horas. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/copy_of_FlorestaAmaznica.jpg" alt="Floresta Amazônica. Foto: Cecilia Bastos/Jornal da USP" class="image-right" title="Floresta Amazônica. Foto: Cecilia Bastos/Jornal da USP" />As contribuições e estratégias do Brasil para o uso sustentável da diversidade biológica serão discutidas no painel <i>A Agenda Internacional da Conservação da Biodiversidade e o Papel do Brasil</i>, que acontece no dia <strong>11 de junho, às 10 horas</strong>, no auditório Prof. Oswaldo Fadigas Fontes Torres da Superintendência de Tecnologia e Informação (STI) da USP.</p>
<p>O evento tratará particularmente do programa de trabalho da Plataforma Intergovernamental em Biodiversidade e Serviços de Ecossistemas (IPBES, na sigla em inglês) e dos desafios e oportunidades da agenda da Convenção da Diversidade Biológica (CDB) no contexto do desenvolvimento sustentável e das mudanças climáticas, ambas instituições vinculadas à ONU.</p>
<p>A abertura do painel ficará a cargo de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jose-eduardo-krieger" class="external-link">José Eduardo Krieger</a>, pró-reitor de Pesquisa da USP, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/antonio-mauro-saraiva" class="external-link">Antonio Mauro Saraiva</a>, pró-reitor adjunto de Pesquisa da USP e coordenador do Núcleo de Apoio à Pesquisa em Biodiversidade e Computação (BioComp). Os expositores serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/braulio-ferreira-de-souza-dias" class="external-link">Braulio Ferreira de Souza Dias</a>, secretário executivo da CDB, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/carlos-alfredo-joly" class="external-link">Carlos Alfredo Joly</a>, membro do Painel de Especialistas Multidisciplinares (MEP, na sigla em inglês) da IPBES e coordenador do projeto Biota-Fapesp.</p>
<p>Após as exposições de Dias e Joly, haverá um debate sobre o tema com <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jose-goldemberg" class="external-link">José Goldemberg</a>, ex-reitor da USP e professor emérito do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jacques-marcovitch" class="external-link">Jacques Marcovitch</a>, ex-reitor da USP, ex-diretor do IEA e professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/jose-pedro-de-oliveira-costa" class="external-link">José Pedro de Oliveira Costa</a>, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e assessor da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.</p>
<p>Entre as questões a serem abordadas estão o que se espera do Brasil e da universidade em relação à conservação da biodiversidade e à elaboração de políticas públicas para a área.</p>
<p>O painel é uma iniciativa conjunta do<span> BioComp, da P<span>ró-Reitoria de Pesquisa da USP</span>, do IEA, da <span>Escola Politécnica (Poli) </span>e do Instituto de Biociências (IB) da USP.</span></p>
<p><span>Interessados em participar do evento devem fazer inscrição prévia </span><a class="external-link" href="http://www2.pcs.usp.br/inscricao/">aqui</a><span>.</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<hr />
<p><strong><i>A Agenda Internacional da Conservação da Biodiversidade e o Papel do Brasil<br /></i></strong><i>11 de junho, às 10 horas<br /></i><i>Auditório Prof. Oswaldo Fadigas Fontes Torres, Av. Prof. Luciano Gualberto, Travessa 3, nº 71, Cidade Universitária, São Paulo (<a href="https://www.google.com.br/maps/place/STI+Superinted%C3%AAncia+de+Tecnologia+da+Informa%C3%A7%C3%A3o+-+USP/@-23.55757,-46.731838,17z/data=!3m1!4b1!4m2!3m1!1s0x94ce5616997d3677:0x5ae15bb774bfcd48?hl=pt-BRhttps://www.google.com.br/maps/place/STI+Superinted%C3%AAncia+de+Tecnologia+da+Informa%C3%A7%C3%A3o+-+USP/@-23.55757,-46.731838,17z/data=!3m1!4b1!4m2!3m1!1s0x94ce5616997d3677:0x5ae15bb774bfcd48?hl=pt-BR">localização</a>)<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, mediante <a class="external-link" href="http://www2.pcs.usp.br/inscricao/">inscrição</a> prévia – Transmissão ao vivo pela <a class="external-link" href="http://iptv.usp.br/portal/home">web</a><br /></i><i>Informações: Sandra Sedini, telefone (11) 3091-1678 ou e-mail sadini@usp.br<br /></i><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/conservacao-da-biodiversidade">www.iea.usp.br/eventos/conservacao-da-biodiversidade</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Cecília Bastos/Jornal da USP </span></p>
<p><i> </i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-06-03T19:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/o-futuro-dos-oceanos-6-de-junho-de-2019">
    <title>O Futuro dos Oceanos - 5 de junho de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/o-futuro-dos-oceanos-6-de-junho-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra UNESCO Para Sustentabilidade do Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-06-05T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/o-futuro-dos-oceanos-2019">
    <title>O Futuro dos Oceanos </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/o-futuro-dos-oceanos-2019</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em comemoração ao <a class="external-link" href="https://www.worldoceansday.org/history">Dia Internacional dos Oceanos</a>, a Scientific American Brasil, o Instituto Oceanográfico da USP e o SESC estão realizando uma semana de atividades de divulgação científica e cultural.</p>
<p>Toda a programação foi concebida para sensibilizar o público em relação às grandes questões da sustentabilidade dos oceanos e promover e difundir a cultura e mentalidade marítima.</p>
<p>Nesta parceria com o IEA, será comemorado o Dia Mundial dos Oceanos com um seminário que discutirá questões cruciais.</p>
<p>Serão abordados quatro temas chaves:</p>
<ul class="display-posts-listing">
<li class="listing-item"><a class="modal-link title" href="http://sciam.uol.com.br/semanadomarsp/9h-11h-mudancas-climaticas-e-os-oceanos/"> </a>Mudanças Climáticas e os Oceanos</li>
<li class="listing-item"> Novos Olhares para a Conservação da Biodiversidade</li>
<li class="listing-item"> Poluição Marinha</li>
<li class="listing-item"> Comunicação para os oceanos</li>
</ul>
<p><span><br /></span></p>
<p><strong>Este evento inaugura as atividades da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-unesco-para-a-sustentabilidade-dos-oceanos/catedra-oceanos" class="external-link">Cátedra Unesco para a Sustentabilidade dos Oceanos</a>, uma parceria entre o IEA e o Instituto Oceanográfico da USP.</strong></p>
<ul class="display-posts-listing">
</ul>
<p><span><br /></span><a class="external-link" href="http://sciam.uol.com.br/semanadomarsp/programacao/"><strong>VEJA AQUI A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DA SEMANA DO MAR </strong></a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra UNESCO Para Sustentabilidade do Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-23T20:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/futuro-dos-oceanos">
    <title>O Futuro dos Oceanos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/futuro-dos-oceanos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><strong>XII SEMINÁRIO DE MANEJO INTEGRADO</strong></p>
<p style="text-align: left; ">A oceanografia é uma área do conhecimento interdisciplinar cujas origens remontam à necessidade do ser humano de entender o ambiente marinho de forma a garantir a manutenção das atividades culturais, econômicas e de subsistência e a prevenir os efeitos negativos de eventos extremos, como tempestades e inundações.</p>
<p style="text-align: left; "><span>Os Seminários de Manejo Integrado foram idealizados em 2006 como um instrumento adicional para a formação de recursos humanos em gestão e governança costeira e oceânica, discutindo temas atuais e estimulando o contato com profissionais atuantes na área. Vinculados inicialmente à disciplina de “Manejo Integrado de Ecossistemas Costeiros e Oceânicos” do Instituto Oceanográfico da USP, os seminários emanciparam-se, buscando integrar diversos temas direta ou indiretamente relacionados às linhas de atuação da oceanografia. A integração de diferentes visões e práticas profissionais é um princípio que rege a definição de temas e palestrantes para o evento, o qual é visto como uma estratégia de aproximação dos alunos do curso de oceanografia com as mais variadas formas de atuação profissional.</span></p>
<p class="visualClear" style="text-align: left; ">Maior e mais importante ecossistema do planeta, o mar regula a vida na Terra. Sem ele, a vida no planeta não existiria ou, ao menos, seria radicalmente diferente de tudo o que conhecemos. <span>Os oceanos cumprem papel fundamental no equilíbrio climático do planeta: regulam a circulação atmosférica, distribuem umidade e controlam as temperaturas do planeta. São os maiores produtores de oxigênio da Terra. Sequestram carbono e metano da atmosfera, mitigando o efeito estufa. </span><span>O mar guarda um imenso patrimônio de biodiversidade e é fonte de alimento para bilhões de pessoas. Possui recursos minerais e farmacológicos inestimáveis, proporciona lazer e recreação, movimenta o turismo. Os oceanos são as grandes autoestradas do comércio global.</span></p>
<p class="visualClear" style="text-align: left; ">A Scientific American Brasil, em parceria com o Instituto Oceanográfico da USP e o Instituto de Estudos Avançados da USP, irá comemorar o Dia Mundial dos Oceanos com um seminário que discutirá questões cruciais sobre a conservação e futuro dos oceanos. Serão abordados quatro temas chaves:</p>
<ol>
<li>oceanos e mudanças climáticas;</li>
<li>preservação da vida e biodiversidade marinha;</li>
<li>soluções para um mar sem lixo; e</li>
<li>estratégias de conservação marinha, com destaque para as áreas marinhas protegidas.</li>
</ol>
<p> </p>
<p><strong> <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/sciam-programacao-2018/" class="external-link">CONFIRA AQUI A PROGRAMAÇÃO COMPLETA</a></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-23T19:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/ciencia-e-saber-tradicional">
    <title>O diálogo entre ciência e saber tradicional para a conservação da biodiversidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/ciencia-e-saber-tradicional</link>
    <description>O debate 'Narrativas Visuais, Populares e Científicas: Povos Tradicionais e o Desafio da Conservação da Biodiversidade' será realizado nos dias 9 e 10 de abril, das 9h30 às 12h30, na Sala de Eventos do IEA-USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-3c4da63ed6174b2f94d0ede86faca366 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-3c4da63ed6174b2f94d0ede86faca366">
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/menino-indio" alt="Menino índio" class="image-inline" title="Menino índio" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><span style="text-align: justify; "><strong>Existem justificativas racionais para que o humano seja apartado de seu ambiente?</strong></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; ">O debate <i>Narrativas Visuais, Populares e Científicas: Povos Tradicionais e o Desafio da Conservação da Biodiversidade, </i>que o <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/pesquisa/grupos/filosofia" class="internal-link">Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</a> promove nos dias 9 e 10 de abril, no IEA-USP, (<i>leia programação abaixo</i>) enfatizará a necessidade de um diálogo cooperativo entre o conhecimento científico e os saberes tradicionais, tendo em vista uma concepção de conservação da biodiversidade sensível aos valores de justiça social, participação popular e sustentabilidade.</p>
<p style="text-align: justify; ">Será dado especial destaque ao registro documental <span style="text-align: justify; ">imagético, visto como um inventário de práticas sociais e culturais que contribui com as ciências humanas e sociais no mapeamento e na interpretação das realidades amazônicas.</span></p>
<p style="text-align: justify; ">De acordo com os organizadores do debate, "a ciência e a perspectiva tecnológica a ela associada tendem a traduzir a Amazônia como repositório de recursos naturais, diversidade biológica e <span>'banco' genético, que deve ser explorado para atender as necessidades humanas, mais especificamente para responder ao modelo hegemônico de progresso".</span></p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Evento anterior</strong></p>
<p><span><strong><i>Populações Tradicionais e Conservação da Biodiversidade: Entre os Valores da Tradição, da Ciência e do Mercado</i><br /></strong>(mesa-redonda em 3 de outubro de 2013)</span></p>
<ul>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/as-relacoes-entre-populacoes-tradicionais-e-conservacao-ambiental" class="external-link">Notícia</a></span></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/populacoes-tradicionais-e-conservacao-da-biodiversidade-entre-os-valores-da-tradicao-da-ciencia-e-do-mercado" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/populacoes-tradicionais-e-conservacao-da-biodiversidade-entre-os-valores-da-tradicao-da-ciencia-e-do-mercado-03-de-outubro-de-2013" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><span style="text-align: justify; ">Entretanto, alertam os pesquisadores, "a ciência e a tecnologia</span><span style="text-align: justify; ">, enquanto vetores do desenvolvimento racional e do ideário de florescimento humano a ele subjacente, opõem-se ao conhecimento tradicional, isto é, aos saberes e modos de vidas de povos e comunidades locais, por considerarem que eles constituem entraves à modernização".</span></p>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-3c4da63ed6174b2f94d0ede86faca366 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-3c4da63ed6174b2f94d0ede86faca366">
<p style="text-align: justify; ">Tendo em conta as possíveis tensões decorrentes do encontro dessas narrativas, surgem alguns questionamentos: os saberes tradicionais e a ciência constituem racionalidades rivais? Em que pesem suas dissensões, a cooperação entre essas racionalidades constitui uma alternativa viável? E, em consequência, no campo da proteção ambiental, existem justificativas racionais para que o humano seja apartado de seu ambiente e a biodiversidade separada das culturas humanas?</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo os organizadores, o diálogo cooperativo entre as duas vertentes encontra sustentação nos aportes teóricos do modelo da interação entre a ciência e os valores que é desenvolvido pelo grupo de pesquisa [<i>leia <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/entrevista-hugh-lacey" class="external-link">entrevista</a> com Hugh Lacey a respeito desse modelo</i>]: "Os argumentos do modelo em favor do pluralismo estratégico apontam para a necessidade de pesquisas baseadas na complementaridade metodológica e para a possibilidade de adoção de alternativas não convencionais nas práticas de conservação da biodiversidade".</p>
<p style="text-align: justify; ">Três questões centrais permearão as duas mesas do debate:</p>
</div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-3c4da63ed6174b2f94d0ede86faca366 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-3c4da63ed6174b2f94d0ede86faca366">
<ul>
<li>o registro documental imagético e a pesquisa de campo: da imagem à tradução das realidades;</li>
<li>diálogos entre a ciência e os saberes tradicionais: do modelo da interação ao pluralismo metodológico;</li>
<li>comunicação e polarização entre narrativas científicas e populares na conservação da biodiversidade.</li>
</ul>
</div>
<p><br /><span>O evento é aberto ao público e gratuito. Para participar é preciso se inscrever com Leila Costa (</span>leila.costa@usp.br<span>), telefone (11) 3091-1681.</span><span> </span><span>Quem não puder comparecer poderá assistir às mesas ao vivo na</span><span> </span>web<span>.</span></p>
<div>
<h3></h3>
</div>
<div>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p><strong>Mesa 1 — </strong><strong>9 de abril —  das</strong><strong><strong> </strong>9h30 às 12h30</strong></p>
<ul>
<li>Expositora: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/sylvia-caiuby-novaes" class="external-link">Sylvia Caiuby Novaes</a> (FFLCH-USP)</li>
<li>Debatedor: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/stelio-alessandro-marras" class="external-link">Stelio Alessandro Marras </a>(IEB-USP)</li>
<li>Mediadora: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/ana-tereza-reis-da-silva" class="external-link">Ana Tereza Reis da Silva</a> (FE-UnB e IEA-USP)</li>
</ul>
<p><strong> <br />Mesa 2 — </strong><strong>10 de abril — </strong><strong><strong>das</strong> 9h30 às 12h30</strong></p>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-programacao-3c4da63ed6174b2f94d0ede86faca366 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-programacao " id="parent-fieldname-programacao-3c4da63ed6174b2f94d0ede86faca366">
<ul>
<li>Expositores: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/mauro-william-barbosa-de-almeida" class="external-link">Mauro William Barbosa de Almeida</a> (IFCH-Unicamp) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/ana-tereza-reis-da-silva" class="external-link">Ana Tereza Reis da Silva</a> (FE-UnB e IEA-USP)</li>
<li>Debatedor/mediador: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/stelio-marras" class="external-link">Stelio Marras</a> (USP)</li>
</ul>
</div>
<p> </p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Flávia Dourado/IEA-USP</span></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-03-28T20:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-acesso-a-ciencia-e-o-direito-as-informacoes-sobre-transgenicos">
    <title>O acesso à ciência e o direito às informações sobre transgênicos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-acesso-a-ciencia-e-o-direito-as-informacoes-sobre-transgenicos</link>
    <description>As deliberações das comissões técnicas quanto à comercialização e o uso agrícola de variedades transgênicas será foco de debate no dia 27 de junho.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Responsável pelos grandes avanços da humanidade, a ciência e seus benefícios ainda permanecem inacessíveis para grande parte da população. Não por acaso, diversos acordos internacionais tentam garantir que todos possam usufruir da ciência e de suas aplicações. Algumas inovações tecnocientíficas trazem impactos diretos nas sociedades, em especial aquelas ligadas a aspectos da vida, como é o caso da transgenia.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/colheita-soja" alt="Colheita Soja" class="image-inline" title="Colheita Soja" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Acesso às deliberações de pareceres técnicos sobre transgênicos estarão em debate no dia 27 de junho.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Tendo em vista o direito fundamental de acesso à ciência e a seus resultados, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia">Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</a> do IEA dará prosseguimento às atividades iniciadas no <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/direito-avanco-ciencia">primeiro seminário</a> do dia <strong>13 de junho,</strong> propondo um debate sobre transgênicos.<i>O Direito de Beneficiar-se do Avanço da Ciência e os Transgênicos</i><span> será o tema do dia <strong>27 de junho.</strong></span></p>
<p>A questão central dos pesquisadores será discutir se e como devem ser informadas à sociedade as deliberações realizadas no âmbito das comissões responsáveis pela liberação de variedades de transgênicos para comercialização e uso agrícola. <span>O debate acontece das <strong>14h às 17h</strong>, na Sala Ruy Leme da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP. O encontro é público, gratuito, terá transmissão online <i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a></i> e requer </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/1kA_tUVGDBIVkPJiHmNYulKgzxXb4nCPXlnNHBk9hD7M/edit" target="_blank">inscrição prévia</a><span>.</span></p>
<p>Com a moderação do coordenador do grupo de pesquisa, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pablo-ruben-mariconda">Pablo Rubén Mariconda,</a> <span>professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, o debate trará a professora </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pablo-ruben-mariconda">Marijane Vieira Lisboa</a><span>, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) para discutir os procedimentos adotados pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Seu foco será o impacto dos transgênicos na saúde e no ambiente e se as deliberações de uso dos transgênicos vêm assegurando o direito de acesso a essas informações.</span></p>
<p>O professor visitante do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/ex-professores-visitantes-internacionais/hugh-matthew-lacey">Hugh Lacey</a>, que no primeiro encontro discutiu o Princípio da Precaução, pretende aprofundar o tema das tensões dentro do modelo da interação das atividades científicas e valores (M-CV). Propõe, nesse encontro, refletir sobre quais riscos e prejuízos <span>devem ser investigados cientificamente em relação a determinadas</span><span> variedades de transgênicos. Além disso, quais seriam as estratégias seguras de cultivo, distribuição e consumo de variedades transgênicas, tendo em vista as condições socioeconômicas e os agroecossistemas atuais.</span></p>
<p>No primeiro encontro, os pesquisadores discutiram o significado e o alcance do direito de beneficiar-se do avanço da ciência e de suas aplicações no contexto do modelo da interação entre a atividade científica e valores (M-CV). Além disso, foram discutidas as implicações desse direito para a pesquisa médica e a área da saúde, e as tensões entre esse direito e a ciência comercializada. Outro tema debatido foi a tensão existente entre a liberdade da pesquisa científica afirmada na Declaração de Veneza, ante a participação democrática nas decisões sobre as prioridades da pesquisa científica.</p>
<h3></h3>
<h3>PROGRAMAÇÃO</h3>
<p>14h - <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/ex-professores-visitantes-internacionais/hugh-matthew-lacey" class="external-link">Hugh Lacey</a> (pesquisador visitante CNPq-IEA-USP e Swarthmore College)</p>
<p>A primeira questão é reformulada em termos do M-CV, de modo que agora trata-se de: (a) que tipos de prejuízos e riscos do uso de uma variedade particular de transgênicos (ocasionados por quais tipos de mecanismos) devem ser investigados cientificamente? E (b) que tipos de estratégias precisam ser adotadas nessas pesquisas, para fornecer forte apoio científico para a reivindicação de que os usos (cultivo, distribuição, consumo) do transgênico – sob as condições socioeconômicas e nos agroecossistemas atuais – são seguros?</p>
<p>15h - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marijane-vieira-lisboa" class="external-link">Marijane Vieira Lisboa</a> (PUC-SP)</p>
<p>Que procedimentos são seguidos pela CTNBio para avaliar as possíveis consequências prejudiciais dos usos dos transgênicos? Servem para assegurar que o direito de beneficiar-se do avanço da ciência será promovido?</p>
<p>16h        Intervalo</p>
<p>16h15    Debate</p>
<hr />
<p><i><strong>O Direito de Beneficiar-se do Avanço da Ciência e os Transgênicos</strong><br /></i><i>Dia 27 de junho, das 14h às 17h00<br /></i><i>Sala Ruy Leme - FEA/USP - Av. Prof. Luciano Gualberto, 908, 1º andar, Cidade Universitária, São Paulo, SP.<br /></i><i>Evento gratuito, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1kA_tUVGDBIVkPJiHmNYulKgzxXb4nCPXlnNHBk9hD7M/viewform?edit_requested=true">inscrição prévia</a> e transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a>.<br /></i><i>Informações com <a href="mailto:clauregi@usp.br">Cláudia R. Tavares</a>, email clauregi@usp.br<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/direito-beneficiar" class="external-link">Página do evento </a></i></p>
<p><i><br /></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Agribusiness</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-06-20T20:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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    <title>Narrativas Visuais, Populares e Científicas: Povos Tradicionais e o Desafio da Conservação da Biodiversidade - Mesa 2 - 10 de abril de 2014</title>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
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    <dc:type>Pasta</dc:type>
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    <title>Narrativas Visuais, Populares e Científicas: Povos Tradicionais e o Desafio da Conservação da Biodiversidade - Mesa 1 - 09 de abril de 2014</title>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
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      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
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