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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 41 to 55.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/fisica-contribui-para-o-estudo-de-fenomenos-biologicos">
    <title>Física contribui para o estudo de fenômenos biológicos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/fisica-contribui-para-o-estudo-de-fenomenos-biologicos</link>
    <description>Avanços da Física Biológica são tema do USP Analisa, que entrevista o docente da Rice University José Nelson Onuchic</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/6667.png" alt="" class="image-left" title="" />A integração entre diversos ramos da ciência para se estudar um determinado tema é cada vez mais comum. Com a Física e a Biologia não poderia ser diferente. Da união delas, nasceu a física biológica, que se dedica a criar modelos para estudar fenômenos biológicos. Para abordar as pesquisas e os desafios nesse campo do conhecimento, o USP Analisa desta semana traz o docente da Rice University e co-diretor do Centro para Física Biológica Teórica José Nelson Onuchic.<span> </span></p>
<p>Segundo ele, a Física Biológica não nasce do domínio da Física sobre a Biologia ou vice-versa, mas sim de uma interação que permite o desenvolvimento dessas duas áreas da ciência. “A Biologia inspira os físicos a desenvolver uma nova Física teórica. Grande parte dos sistemas físicos é complexa e vive em situações fora de equilíbrio. As células do corpo ou os motores moleculares são sistemas movidos por energia. Mas como entender sistemas complexos que recebem grande quantidade de energia? Não há uma formulação teórica para isso, é preciso criar essa formulação”, explica.<span> </span></p>
<p>Onuchic atua em um dos dez centros criados pela National Science Foundation, nos Estados Unidos, voltados a pesquisar problemas em áreas de fronteira da ciência. “O que a gente tem feito é tentar criar modelos ligados ao câncer. A maior parte das drogas é criada de maneira empírica. Procuramos entender modelos básicos de como o câncer funciona. Quando você observa a ação da doença, percebe que ela não cria mecanismos novos, mas basicamente toma por refém mecanismos já existentes no seu organismo”, diz.<span> </span></p>
<p>Na entrevista, o docente, que está há 20 anos realizando pesquisas fora do País, fez ainda uma análise sobre os cortes feitos neste ano nas verbas destinadas à ciência brasileira. Ele afirma que a redução na verba para pesquisa científica é um problema mundial. Nos países desenvolvidos, quando se corta se corta 3 ou 4%, você cria instabilidades no sistema. O que você nota em áreas de pesquisa  – e é o perigo ao fazer esses cortes – é que se leva muito tempo construindo alguma coisa. No entanto, você pode levar pouco tempo para destruí-la. O custo da ciência, considerando o desenvolvimento que ela traz ao País, é muito pequeno. É o lugar errado de cortar”.<span> </span></p>
<p>A entrevista vai ao ar na Rádio USP Ribeirão Preto nesta sexta (1º), a partir das 12h, e na Rádio USP São Paulo na quarta (6), a partir das 21h. O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Física</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-28T17:39:23Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/amor-a-ciencia-ensaios-sobre-o-materialismo-darwiniano-24-de-novembro-de-2017">
    <title>Amor à Ciência - Ensaios sobre o Materialismo Darwiniano - 24 de novembro de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/amor-a-ciencia-ensaios-sobre-o-materialismo-darwiniano-24-de-novembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Matheus Araújo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Filosofia da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria da Evolução</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Física</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-24T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/bioinformatica-e-tema-do-usp-analisa-desta-semana">
    <title>Bioinformática é tema do USP Analisa desta semana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/bioinformatica-e-tema-do-usp-analisa-desta-semana</link>
    <description>Docente da FCF-USP explica que nova área do conhecimento é usada para analisar grande quantidade de dados biológicos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/dsc77251.JPG/@@images/5314180a-3da5-4ff6-af0e-94d05863bd13.jpeg" alt="DSC77251" class="image-left" title="DSC77251" />Um novo campo da ciência, resultante da fusão da biologia com a informática, está causando uma revolução nas pesquisas científicas. Trata-se da bioinformática, uma área que tem ajudado cientistas a analisar uma grande quantidade de dados e fazer descobertas importantes para a saúde humana. Para discutir os avanços que esse campo do conhecimento tem trazido à ciência, o USP Analisa desta semana entrevista o docente da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP e pesquisador principal do Centro de Pesquisas em Doenças Inflamatórias, Helder Nakaya.<span> </span></p>
<p>Ele explica que a quantidade de dados gerada por novas tecnologias de análise de componentes biológicos, como a proteômica e a transcriptômica, é muito grande e por isso a bioinformática tem um papel fundamental hoje nos laboratórios. “A fibrose cística, por exemplo, é uma doença causada, na maioria das vezes, por uma mutação. Achar essa mutação era como procurar uma agulha no palheiro, na verdade era como procurar uma agulha em 3,2 bilhões de palhas. Mas como você vai olhar 3,2 bilhões de letrinhas em centenas de pacientes com e sem a doença sem usar computadores? Fica praticamente inviável. Então a bioinformática surgiu como uma necessidade para analisar essa quantidade de dados enorme que está sendo gerada”, afirma o docente.<span> </span></p>
<p>Como pesquisador do CRID, um dos centros de pesquisa, inovação e difusão financiados pela Fapesp na USP Ribeirão Preto, Nakaya afirma que a bioinformática tem muito a contribuir com o estudo de doenças inflamatórias. “A inflamação é um processo biológico muito complexo, mas também muito comum. Quase tudo o que altera a fisiologia mexe um pouco com inflamação. Quando estudamos os genes e as vias que são moduladas, ativadas ou inibidas por processos inflamatórios diversos, muitas vezes precisamos da bioinformática para processar essa quantidade enorme de dados e analisá-la. O que a gente faz é desenvolver ferramentas e aplicar cursos para que, independente do conhecimento que se tenha de bioinformática, o pesquisador consiga fazer análises como essas”, diz ele.<span> </span></p>
<p>A entrevista vai ao ar na Rádio USP Ribeirão Preto nesta sexta (17), a partir das 12h, e na Rádio USP São Paulo na quarta (22), a partir das 21h. O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-14T16:59:36Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/a-pesquisa-em-anticorpos-monoclonais-no-brasil-o-que-esta-direcionando-a-producao-de-conhecimento-27-de-setembro-de-2017">
    <title>A Pesquisa em Anticorpos Monoclonais no Brasil: O que Está Direcionando a Produção de Conhecimento? - 27 de setembro de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/a-pesquisa-em-anticorpos-monoclonais-no-brasil-o-que-esta-direcionando-a-producao-de-conhecimento-27-de-setembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-27T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/amor-a-ciencia-ensaios-sobre-o-materialismo-darwiniano">
    <title>Amor à Ciência - Ensaios sobre o Materialismo Darwiniano</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/amor-a-ciencia-ensaios-sobre-o-materialismo-darwiniano</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-e5af8d5b-10ae-2ab4-8885-427d567bf5e3"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; ">O livro <strong><i>A</i></strong><i><strong>MOR À CIÊNCIA - Ensaios sobre o materialismo darwiniano</strong></i> será lançado com uma conversa, entre autor, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga" class="external-link">José Eli da Veiga</a> (IEE USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/osvaldo-frota-pessoa-junior" class="external-link">Osvaldo Pessoa Jr.</a> (FFLCH USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/reinaldo-jose-lopes" class="external-link">Reinaldo José Lopes</a> (Folha de São Paulo)</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><span> </span>A tese central do livro é que não pode haver materialismo científico que não seja, antes de tudo, darwiniano. Para justificá-la, dá uma visão panorâmica de sua crescente utilidade cognitiva em ciências tão diversas quanto a psicologia e a física quântica, passando por quase todas as ciências sociais.</span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">Esse amplo avanço do materialismo darwiniano no âmbito científico está bem longe de ser homogêneo, gerando, ao contrário, variações que ainda não puderam ser selecionadas. O que só poderá começar a ocorrer quando forem superadas meia dúzia de controvérsias:</span></p>
<ol>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>A primeira diz respeito ao próprio conjunto dos fenômenos que evoluem pela interação dos quatro vetores essenciais: mutação, seleção, deriva e migração.</span></p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>A segunda às chamadas dimensões da evolução. O fato de já estar bem claro que vão além da genética e da epigenética, não quer dizer que a melhor forma de classificar as demais se resuma tão somente às categorias “comportamental” e “simbólica”.</span></p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>A terceira é sobre o alcance dos processos seletivos. Por mais que ainda haja resistência, certamente não demorará muito para que seja amplamente aceita a ideia de “seleção multinível”.</span></p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>A quarta reside no entendimento do fenômeno de superação dos numerosos tipos de conflitos sociais mediante cooperação.</span></p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Em quinto, a que hoje parece a mais importante de todas. Se dá em torno do que chamamos de consciência. Por enquanto nem é possível avaliar qual será seu desdobramento, pois a divergência entre os materialistas darwinianos parece começar pelo próprio sentido que dão à palavra “consciência”.</span></p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Por último, mas não menos importante, uma controvérsia que não é interna ao materialismo darwiniano, mas que diz respeito à concorrência de outros possíveis materialismos, entre os quais se destaca o materialismo histórico.</span></p>
</li>
</ol>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Filosofia da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria da Evolução</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-28T20:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/a-pesquisa-em-anticorpos-monoclonais-no-brasil">
    <title>A Pesquisa em Anticorpos Monoclonais no Brasil: O que Está Direcionando a Produção de Conhecimento?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/a-pesquisa-em-anticorpos-monoclonais-no-brasil</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Ao longo dos últimos trinta anos, diversos países implantaram políticas públicas e outros </span><span>mecanismos de coordenação institucional em pesquisa em Saúde para fazer avançar a produção científica, </span><span>o desenvolvimento tecnológico e a atividade de inovação para os chamados Anticorpos Monoclonais </span><span>(mAbs). Esse tipo de medicamento imunobiológico, sintetizado a partir de organismos vivos e mesmo </span><span>células humanas, é visto como a grande promessa da biomedicina contemporânea, sobretudo por sua </span><span>utilidade em terapias contra vários tipos de cânceres, artrite reumatoide e doenças neuro-degenerativas.</span></p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Para ter uma dimensão da relevância desses produtos na política nacional de saúde brasileira, cerca de <span>60% dos recursos destinados à aquisição de medicamentos essenciais do Sistema Único de Saúde (SUS) é </span><span>comprometida com a compra desse tipo biofármaco, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Além </span><span>disso, o Brasil é hoje o terceiro maior mercado desse medicamento no mundo, atrás apenas dos EUA e da </span><span>China.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div><span>Sem dúvida, esses fatores são grandes motivadores para a produção industrial e para o </span><span>desenvolvimento tecnológico desses novos medicamentos, que são alvo de políticas públicas de ciência, </span><span>tecnologia e inovação robustas em países. Atualmente, existem cerca de 50 mAbs aprovados para a </span><span>comercialização na Europa e nos EUA, com a expectativa de movimentarem uma economia de cerca de </span><span>US$ 138 bi em 2020 (Ecker et al, 2016).</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste">
<p><span>O objetivo dessa apresentação é verificar as características da produção de conhecimento em mAbs no </span><span>Brasil. Com isso, a exposição das informações visa traçar um panorama da relação existente entre a </span><span>produção de conhecimento e o arcabouço de político-institucional que sustenta a agenda de pesquisa </span><span>sobre mAbs. </span><span>A análise está ancorada no levantamento de uma base de dados quantitativa sobre as </span><span>publicações científicas, patentes e Clinical Trials, complementadas pela aplicação de 27 entrevistas com </span><span>atores selecionados dos distintos grupos envolvidos com o tema no Brasil.</span></p>
</div>
<div></div>
<div></div>
<div><span>Os resultados parciais da </span><span>pesquisa em andamento mostram que a área cresceu no Brasil a despeito da ausência de políticas públicas </span><span>dirigidas para o tema, e que, segundo os atores entrevistados, é um desafio inserir os sistemas nacionais </span><span>de C&amp;T nessa área. Isso se deve ao fato de tratar-se de uma área que envolve investimentos públicos e </span><span>privados de altíssimo custo; com atividade de P&amp;D pautada pela incerteza e de longo prazo (12 a 14 anos, </span><span>em média) e cuja produção de conhecimento é controlada por um pequeno grupo de institutos de pesquisa </span><span>estrangeiros, com projetos em “pipeline” financiados via National Institutes of Health dos EUA e por </span><span>grandes players da indústria farmacêutica multinacional. Portanto, há que se refletir sobre o caráter </span><span>transnacional e transversal das políticas de C&amp;T e de inovação em saúde contemporâneas.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
<p><span><strong>Expositor</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renan-leonel" class="external-link">Renan Leonel</a> (FM USP)</p>
<p><strong>Coordenador</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link">Mario Sergio Salerno</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-24T19:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/jovem-pesquisador-da-intercontinental-academia-e-eleito-membro-da-abc">
    <title>Jovem pesquisador da Intercontinental Academia é eleito membro da ABC</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/jovem-pesquisador-da-intercontinental-academia-e-eleito-membro-da-abc</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/helder-nakaya-1" alt="Helder Nakaya - Perfil" class="image-left" title="Helder Nakaya - Perfil" /><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/people/helder-nakaya">Helder Nakaya</a>, um dos 13 jovens pesquisadores da primeira <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/home-sao-paulo">Intercontinental Academia</a> (ICA), foi eleito membro afiliado da <a class="external-link" href="http://www.abc.org.br/rubrique.php3?id_rubrique=1&amp;recalcul=oui">Academia Brasileira de Ciências</a>. A categoria, criada em 2007, reúne pesquisadores de excelência com menos de 40 anos para mandatos de cinco anos de duração. <a class="external-link" href="http://www.abc.org.br/article.php3?id_article=8255">Os escolhidos</a> são jovens que atuam em “áreas de fronteira e têm demonstrado, por seus trabalhos, um grande potencial científico”. Nakaya integrará, <span>até 2020,</span> o grupo da região de São Paulo ao lado de mais quatro pesquisadores.</p>
<p>Bacharel em ciências biológicas e com doutorado em bioquímica e biologia molecular, ambos pela USP, Nakaya fez pós-doutorado de 2008 a 2011 na Emory University, em Atlanta (EUA), onde pesquisou o mecanismo de atuação de vacinas em células do sistema imune com técnicas em larga escala. Após a conclusão, tornou-se professor assistente do Departamento de Patologia da Emory University, utilizando a biologia de sistemas para prever e entender a resposta imune a diferentes vacinas. Dois anos depois, foi contratado como docente do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas do Instituto de Ciências Farmacêuticas da USP.</p>
<p>Em 2014, Nakaya foi um dos escolhidos para participar da primeira edição da Intercontinental Academia, que tem como tema o 'tempo'. Realizada de 19 a 29 de abril de 2015 em São Paulo e de 6 a 18 de março de 2016 em Nagoya, no Japão, a ICA é uma iniciativa da <a class="external-link" href="http://www.ubias.net/">rede Ubias</a> (University-Based Institutes for Advanced Study), que reúne 36 institutos de estudos avançados baseados em universidades de todos os continentes. Esta edição foi organizada pelo IEA-USP e pelo Instituto para Estudos Avançados da Universidade de Nagoya. Em março de 2017, os jovens se reunirão novamente em São Paulo para concluir um Mooc (Massive Open Online Course) sobre o tempo, principal produto da ICA.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tempo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-12-06T13:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/do-prato-para-a-tela">
    <title>Do prato para a tela</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/do-prato-para-a-tela</link>
    <description>Novo jogo da Agência Ciência Web traz leguminosas como estrelas e aborda conceitos sobre nutrição e biologia</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/sasonimugel_divulgacao.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Lentilha, feijão, grão-de-bico, ervilha, soja e amendoim. Nem todo mundo é fã dessas leguminosas, mas elas têm um papel fundamental na alimentação e até mesmo na fertilidade do solo. Para comemorar o Ano Internacional das Leguminosas, instituído pela ONU em 2016, e reforçar a importância delas e de alguns conceitos de biologia envolvidos em seu cultivo, a Agência Ciência Web, um projeto do Instituto de Estudos Avançados Polo São Carlos da USP, criou o jogo <i>Sasonimugel</i>. Ele já está disponível no <a class="external-link" href="http://www.cienciaweb.org.br/site/jogos/sasonimugel">Portal Ciência Web</a>.<span> </span></p>
<p>Mas de onde vem esse nome tão peculiar? “Na verdade, <i>Sasonimugel </i>nada mais é do que a palavra ‘leguminosas’ escrita ao contrário. Também quis dar a sensação de algo relacionado a sazonal, uma característica desses tipos de cultura”, explica o bolsista de iniciação científica da Agência e estudante do curso de Estatística do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP Márcio Gonçalves de Araújo, responsável pelo desenvolvimento do jogo.<span> </span></p>
<p><i>Sasonimugel</i> faz parte da categoria <i>tower defense, </i>um subgênero de videogames de estratégia em tempo real. O objetivo desse tipo de jogo é impedir que inimigos percorram caminhos em um mapa. Ao longo desses caminhos, há torres que atiram nos inimigos enquanto eles passam. No caso de <i>Sasonimugel</i>, essas torres são representadas por ervilhas, sojas, grãos-de-bico, amendoins, feijões e lentilhas.<span> </span></p>
<p>As características de cada uma delas no jogo foram pensadas a partir de informações nutricionais. Outros dois integrantes da equipe da Agência, o estagiário Gevair Norberto de Souza e a bolsista de iniciação científica Ana Laura Junqueira, ambos alunos do curso de Licenciatura em Ciência Exatas da USP São Carlos, fizeram um levantamento dessas informações para Márcio, que também levou em consideração a popularidade de cada leguminosa para atribuir um alcance de ataque. “Por exemplo, o feijão, que é um produto largamente consumido no Brasil, tem o maior alcance do jogo”, diz ele.<span> </span></p>
<p>Os recursos do jogador para instalar cada leguminosa ao longo dos caminhos são medidos em <i>Rhizobium</i>, uma bactéria com papel fundamental no ciclo do nitrogênio. Ela é responsável por fazer a fixação do nitrogênio, ou seja, convertê-lo em íons de amônio, o que só acontece se a <i>Rhizobium</i> estiver em relação de mutualismo com as raízes das leguminosas. Cada fase começa com uma determinada quantidade desse recurso, que vai aumentando de acordo com os ataques das leguminosas aos inimigos naturais.<span> </span></p>
<p class="TAMainText">“Esperamos que o jogo, além de trazer, de fato, diversas informações interessantes sobre leguminosas, possa agir como um fator motivacional a respeito do tema, incentivando os jogadores a buscar mais conhecimento não só sobre leguminosas, mas também sobre outros tópicos de biologia relacionados a elas”, diz Márcio.<span> </span></p>
<p><i>Desenvolvendo o jogo</i><span> </span></p>
<p class="TAMainText">O projeto foi dividido em quatro etapas: definição da plataforma, definição do tema, definição do formato de jogo e decisões criativas. “Escolhemos a plataforma Adobe Flash por fornecer técnicas relevantes e ágeis, com uma interface intuitiva e atraente à forma de estruturação e organização dos componentes do jogo. Além disso, a linguagem ActionScript 3.0, que é a linguagem de programação da plataforma Adobe Flash, tem uma boa capacidade de se comunicar com outras linguagens de programação, como Java e PHP”, explica Márcio.<span> </span></p>
<p>Ele também encarou vários desafios durante o processo de criação, já que não sabia programar nessa linguagem e procurou aprender por meio de vídeos e tutoriais. “Os principais desafios foram em relação ao design do jogo, tanto na parte de arte quanto na parte do conceito como um todo. Foram horas assistindo tutoriais sobre <i>pixel art</i>, sobre o funcionamento de softwares específicos para ilustração, e desenhando cada personagem do jogo, de forma que só de olhar você percebe que todos pertencem ao mesmo universo”, conta.<span> </span></p>
<p>Mas o sacrifício valeu a pena. “Todo conhecimento adquirido foi importante para minha formação, bem como a oportunidade de participar da criação de um produto que pode ser jogado por qualquer pessoa. Isso foi realmente enriquecedor”, conclui Márcio.<span> </span></p>
<p>Os frutos trazidos por <i>Sasonimugel</i> ao bolsista não param por aí. O jogo também foi tema de um trabalho apresentado recentemente por ele na XI Semana da Licenciatura em Ciências Exatas (SeLic) do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP. O pôster foi <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/trabalhos-da-agencia-ciencia-web-sao-premiados-na-xi-selic" class="external-link">um dos três premiados com menção honrosa</a> ao final do evento.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Nutrição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-11T16:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/trabalhos-da-agencia-ciencia-web-sao-premiados-na-xi-selic">
    <title>Trabalhos da Agência Ciência Web são premiados na XI SeLic</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/trabalhos-da-agencia-ciencia-web-sao-premiados-na-xi-selic</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/tressite.jpg" alt="" class="image-left" title="" />A Agência Multimídia de Difusão Científica e Educacional Ciência Web, um projeto desenvolvido no Instituto de Estudos Avançados Polo São Carlos da USP, foi destaque na noite de ontem (5/10) no encerramento da XI Semana da Licenciatura em Ciências Exatas (SeLic), realizada pela realizada pela Secretaria Acadêmica da Licenciatura em Ciências Exatas (SACEx) do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP. Os estudantes que participam do projeto apresentaram cinco trabalhos na mostra de pôsteres do evento e três deles foram premiados com menções honrosas.<span> </span></p>
<p><i>Química inclusiva</i><span> </span></p>
<p>Rafaela Masson foi estagiária e bolsista de iniciação científica da Agência entre 2012 e 2015. Ela foi premiada pelo trabalho “O ensino da tabela periódica sob o olhar inclusivo”, que também tem a participação do ex-estagiário do projeto Paulo Chiari e do atual estagiário Gevair Norberto de Souza. Desde 2014, Rafaela, que terminou a graduação em Licenciatura em Ciências Exatas pelo IFSC no ano passado, desenvolve materiais didáticos inclusivos para o ensino de química.<span> <img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/rafasite.jpg" alt="" class="image-right" title="" /></span></p>
<p>Ela criou uma tabela periódica em madeira, semelhante ao modelo tradicional usado nas escolas, porém com miçangas transparentes formando os símbolos dos elementos e seus números atômicos em braile. Dessa forma, tanto alunos com visão normal quanto portadores de deficiência visual podem utilizá-la em uma mesma atividade. Para complementar o material, ela desenvolveu um quebra-cabeças da tabela, para ser utilizado em explicações sobre as famílias dos elementos. Por ter diferentes figuras geométricas identificando as famílias, ele também pode ser trabalhado em salas inclusivas com deficientes visuais.<span> </span></p>
<p><i>Matemática simples</i><span> </span></p>
<p>Gevair Norberto de Souza, estudante de Licenciatura em Ciências Exatas do IFSC e estagiário da Agência, foi premiado com o trabalho “Matematicamente frugal: o uso do audiovisual no ensino de matemática”. Esse mesmo trabalho já havia recebido uma menção honrosa no Simpósio de Matemática para a Graduação, realizado no final de agosto pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP.<span> </span></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/gevssite.jpg" alt="" class="image-left" title="" />O estagiário e a bolsista de iniciação científica Ana Laura Junqueira coordenam a produção de roteiros com dois bolsistas de iniciação científica junior (estudantes de ensino médio) para a série de vídeos educativos Matematicamente Frugal. Os vídeos mostram em uma linguagem simples e bastante ilustrativa dúvidas comuns de matemática entre estudantes de ensino médio e fundamental. O conteúdo está disponível no Portal Ciência Web (<a href="http://www.cienciaweb.org.br/">www.cienciaweb.org.br</a>).<span> </span></p>
<p><i>Leguminosas em ação</i><span> </span></p>
<p>O terceiro premiado, Márcio Gonçalves de Araújo, apresentou o trabalho “Sasonimugel: ciência e nutrição em jogos educacionais”. Ele está desenvolvendo um jogo sob a temática do Ano Internacional das Leguminosas, declarado em 2016 pela Unesco. Sasonimugel (leguminosas ao contrário) é um jogo da categoria <i>tower defense</i> que tem como objetivo impedir que inimigos reais da estocagem de leguminosas percorram caminhos em um mapa. As próprias leguminosas fazem o papel de torres e seu poder de destruição é baseado em características nutricionais de cada uma.<img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/marciosite.jpg" alt="" class="image-right" title="" /></p>
<p>Além de abordar a importância desses alimentos para a saúde, o jogo também trabalha conceitos de biologia, como o ciclo do nitrogênio, fundamental para os ecossistemas terrestres. A pontuação é dada em <i>Rhizobium</i>, um gênero de bactéria que quando está em uma relação de mutualismo com as raízes das leguminosas atua na conversão do nitrogênio da atmosfera em íons amônio. O jogo já está disponível no Portal Ciência Web.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Matemática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Química</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Exatas</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-06T16:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/metafisica-de-mctaggart-para-teorizar-o-tempo-celular">
    <title>Metafísica de McTaggart para teorizar o tempo celular </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/metafisica-de-mctaggart-para-teorizar-o-tempo-celular</link>
    <description>Os corpos podem ter uma capacidade receptiva, interagindo uns aos outros e sincronizando o tempo do relógio com o tempo biológico. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/kazuhiko-kume" alt="Kazuhiko Kume" class="image-inline" title="Kazuhiko Kume" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>O neurocientista Kazuhiko Kume, da <span>Nagoya City University.</span> </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Pesquisador nas áreas de neurociência e biologia molecular, <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/people/kazuhiko-kume?searchterm=Kazuhiko+Kume">Kazuhiko Kume</a>, do Departamento de Neurofarmacologia da Nagoya City University, falou aos participantes da <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya">Intercontinental Academia</a> como um dos pioneiros a introduzir o estudo da neuroética no Japão.</p>
<p>“Time in the brain” foi o tema da palestra, ministrada durante os workshops de biologia, no dia 8 de março. A segunda fase da Intercontinental Academia acontece em Nagoya, Japão, de <strong>6 a 18 de março</strong>.</p>
<p>Estudioso dos padrões de sono e da interação molecular no <strong><a class="anchor-link" href="#circadiano">ciclo circadiano</a></strong>, Kume se autointitula “filósofo de fim de semana” e foi assim que introduziu sua visão sobre a relação do cérebro e das células com o tempo.</p>
<p>Mostrou uma imagem que, ao fixar o olhar, o expectador tem a ilusão de que as figuras se movem.  “Se seu cérebro vê o movimento, isso acontece junto com o tempo que o cérebro leva para produzir o movimento. Então, seu cérebro produz o tempo numa figura estática”, disse.</p>
<p>Abordou inicialmente alguns conceitos sobre neurociência e bioética. Essa ele introduziu no Japão a partir de um livro texto produzido em 2006. No sentido original da palavra, significa “a ética da neurociência”, ou, a conduta que define o que é bom ou ruim no estudo do cérebro, disse. “Por exemplo, apagar lembranças negativas ou melhorar a atividade cognitiva através do uso de medicamentos, é algo bom ou ruim?”, pontuou.</p>
<p>A bioética também pode ser entendida como a neurociência da ética. “Por exemplo, existe alguma diferença nas decisões individuais sobre ética em razão das diferenças estruturais do cérebro”. Ou, ainda: “É possível dizer quem diria sim ou quem diria não num dilema moral, apenas olhando a estrutura do cérebro da pessoa?”, perguntou.</p>
<p>Discutir cérebro e mente incita alguns questionamentos bastante comuns, como “o que é mente ou consciência”; ou, “será que eu realmente sei por que eu quero determinada coisa?”, disse.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<p>Relacionado</p>
<p>Vídeo:</p>
<p><strong><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/media-center/videos/intercontinental-academnia-second-phase-nagoya-tuesday-march-8-lecture-by-kazuhiko-kume">Time in the brain: synchronization and dissociation</a></strong></p>
<p><strong><a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/media-center/videos/intercontinental-academnia-second-phase-nagoya-monday-march-8-lecture-by-naoki-nomura">E-series Time As Prolegomena to McTaggart’s A- and B-series Time</a></strong></p>
<p> </p>
<p><strong><i style="text-align: center; ">Mais informações:</i></strong></p>
<p><strong><a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya/programme" target="_blank">Programação completa Fase Nagoya</a> </strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/noticias-ica">Todas as notícias da Intercontinental Academia</a></strong></p>
<br />
<p style="text-align: center; "><strong><i><a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/" target="_blank">http://intercontinental-academia.ubias.net</a></i></strong></p>
<p> </p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Segundo Kume, o filósofo e matemático René Descartes (1596-1650) propôs um centro no cérebro onde habitaria o espírito (mente); uma espécie de sede da alma ou do pensamento.  Ele acreditava que esse centro estaria no corpo pineal, ou glândula pineal, já que é uma estrutura única, localizada na área central do cérebro. É como se nossa mente permanecesse lá, como que sentada num teatro olhando e decidindo o que devemos fazer. Como se houvesse uma pessoa dentro do cérebro. Mas isso seria impossível, disse Kume, pois leva a uma definição infindável de que dentro daquela pessoa teria outro centro onde habitaria outra pessoa e assim por diante.</p>
<p>Sendo assim, os argumentos contrários às crenças de Descartes mostram que nenhuma região é particularmente essencial à consciência, pois qualquer parte pode ser suprimida sem que haja perda de consciência. Embora haja exceções no caso de grandes lesões na cabeça, disse.</p>
<p>Por outro lado, a desconexão através do sono, ou da anestesia, induzem a uma perda reversível da consciência. O cérebro e o corpo continuam a trabalhar, mas sem a consciência. Além disso, filosoficamente é impossível conceber o “centro do ser humano”, pois isso levaria a uma infindável redefinição recursiva, disse.</p>
<p>A questão se complica quando dois cérebros, de pessoas distintas, compartilham as mesmas sensações, percepções e emoções. Kume colocou a questão ao mostrar gêmeas conectadas pelo cérebro. Elas possuem genes idênticos, mas diferentes gostos e personalidades. Podem controlar as próprias mãos e frequentemente brigam uma com a outra. Mas possuem conexões que lhes proporcionam as mesmas sensações. Uma não gosta de brócolis e quando a outra come, a anterior sente o gosto do vegetal. Elas também têm a capacidade de se comunicar sem falar entre si. Por exemplo, ir a uma determinada direção, ou tomar a decisão de assistir a TV, entre outras.</p>
<p>“Não admira se assumirmos um ser humano como um conjunto de diferentes personalidades. Na visão contemporânea, é como se houvesse vários anões atuando dentro do cérebro”, disse. Daí a visão de Kume sobre o que é mente: ela é como um governo sem presidente, em que a boca é o porta-voz que representa o governo, mas não decide e nem sabe de tudo. É como um lugar de muitos ministérios, em que cada um é chefiado por um ministro que decide e executa diferentes projetos e se reporta ao porta-voz. Nessa lógica, nem mesmo o ministro sabe tudo o que é feito no seu ministério, já que cada ministério é feito de inúmeras partes, comparou.</p>
<p>Assim, Kume propõe uma análise do cérebro a partir da classificação de tempo criada pelo metafísico inglês John McTaggart Ellis McTaggart (1866 – 1925), acrescida da visão de Naoki Nomura sobre esse autor <strong>(<strong>l</strong></strong><strong>eia na matéria abaixo)</strong>.</p>
<p>Nomura utiliza a estrutura temporal de McTaggart e acrescenta uma nova série temporal à teoria, a série-E, baseada na sincronização e comunicação entre agentes. Esta série emerge quando ocorre uma sincronização entre o tempo objetivo e o tempo subjetivo. A palavra chave de sua análise sobre cérebro, portanto, está fundamentada na sincronização entre o tempo subjetivo e o objetivo, disse.</p>
<p>Kume mostrou que há diferentes tempos, que variam conforme o instrumento usado para medi-lo. O relógio; uma série programada; as estações do ano; o calendário; o período da digestão; o período menstrual; o período lunar; a respiração; a batida do coração; o piscar dos olhos são medidas que dão uma noção de tempo biológico. Nesse tipo de tempo, a sincronização é importante. A transformação do girino em rã, por exemplo, não requer um tempo objetivo específico e sim uma temperatura ideal para os membros crescerem e a cauda se atrofiar, exemplificou.</p>
<p>Então os seres vivos são regidos não exatamente por um relógio, mas por um ciclo metabólico diário que estabelece o chamado <a name="circadiano"></a>ciclo circadiano. O <strong>relógio circadiano ou ciclo circadiano</strong> é o período de aproximadamente 24 horas, sobre o qual se baseia o ciclo biológico de quase todos os seres vivos. Portanto, é um ciclo influenciado pelas variações de luz, temperatura, marés e ventos entre o dia e a noite.</p>
<p>Segundo Kume, há uma região central que regula esse mecanismo no cérebro, mas os experimentos mostram que apenas uma célula ou apenas um neurônio podem adquirir a capacidade de concluir o ciclo circadiano. Assim, a palavra chave é sincronia entre as células. Da mesma forma, no corpo como um conjunto, cada célula funciona num ritmo diferente. Ou, numa sincronia imperfeita. Mas o resultado final é uma sincronia perfeita.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/metronomos-72.jpg" alt="Metrônomos" class="image-inline" title="Metrônomos" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Metrônomos ajustam a batida e o tempo ao sincronizar os movimentos entre si.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para exemplificar esse fenômeno, Kume usou um <a class="external-link" href="https://youtu.be/UmX1b5Sn17M">vídeo </a>mostrando as batidas de 32 metrônomos que, colocados sobre uma mesa móvel em ritmos diferentes, terminaram por entrar em sincronia após um minuto e 45 segundos. O mesmo exemplo também foi usado pelo professor Nomura, que fez sua exposição logo depois de Kume.</p>
<p>Segundo Kume, o raciocínio da série-E remete à chamada Teoria da Informação Integrada da Consciência (ITT, na sigla em inglês), proposta por Giulio Tononi, disse. Um paciente em coma recupera a consciência quando partes do cérebro vão conectando gradualmente as informações do ambiente, integrando-as inteiramente ao cérebro. Da mesma forma, os seres vivos integram o ritmo do ambiente físico entrando em sincronismo com ele, mostrou.</p>
<p> </p>
<p><strong><a name="nomu"></a>Série-E temporal de Nomura, uma nova abordagem à McTaggart</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/naoki-nomura" alt="Naoki Nomura" class="image-inline" title="Naoki Nomura" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>O antropólogo cultural Naoki Nomura fala sobre a sincronia do tempo biológico e do tempo físico.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>O antropólogo cultural Naoki Nomura, professor da Escola de Humanidades e Ciências sociais da Nagoya City University, falou sobre o estudo que está construindo baseado nas premissas desenvolvidas por McTaggart sobre o tempo.</span></p>
<p>“Ainda é um trabalho em andamento e, portanto, o que trago aqui está inacabado, mas é uma boa visão sobre o tempo de McTaggart”, disse. Uma parte do estudo de Nomura está disponível online no artigo “<a class="external-link" href="http://nomuraoffcampus.com/wp-content/uploads/2016/02/07d4e906dd4a279c16a9a1040aa6584b.pdf">E-series Time As Prolegomena to McTaggart’s A- and B-series Time</a>”, que ele assina com Koichiro Matsuno, da Nagaoka University of Technology.</p>
<p>"The Unreality of Time" é a obra filosófica mais conhecida de McTaggart, publicada originalmente em 1908 na revista científica "<a class="external-link" href="http://mind.oxfordjournals.org/">Mind</a>". Nela, o autor apresenta argumentos para demonstrar a irrealidade do tempo. Para McTaggart, as descrições que conhecemos sobre tempo ou são contraditórias, circulares ou insuficientes.</p>
<p>Assim, McTaggart propõe basicamente três séries temporais para descrever o tempo. A série-A, temporal, representa o tempo subjetivo, psicológico, constituído pelos tempos passado, presente e futuro. A série-B, atemporal, é o tempo objetivo, físico, caracterizada por eventos ocorridos “mais cedo do que” e “mais tarde do que” um outro evento. A série-C e também a série-D possuem características temporais estáticas.</p>
<p>“A série-A é uma divisão muito importante para nós porque representa o tempo subjetivo, ou o tempo psicológico. Mas quando olhamos o relógio, nos damos conta de que ele marca as horas, mas não mostra se é passado, presente ou futuro. Então a serie-B significa a hora sem a divisão de tempo passado, presente e futuro. Representa o tempo objetivo. Na série-B o relógio funciona como um <i>timer</i> global, ou um dispositivo comum que sincroniza os relógios do mundo”, disse Nomura.</p>
<p>Por sua vez, a série-C é uma sequência sem ordem, com características temporais estáticas. O calendário pode ser visto como uma sequência de números; e o relógio, um mecanismo que gira entorno de seu eixo. Então esses objetos de tempo podem ser vistos como uma imagem estática, uma pintura, um desenho do tempo, disse. “A partitura musical também marca o tempo, mas a vemos como uma pintura”, comparou.</p>
<p>“Mas o relógio biológico parece não se adequar em nenhuma dessas séries. Então minha pergunta é onde o relógio biológico se adequaria nessas descrições”, aponta Nomura.</p>
<p>Para o cientista, a resposta está entre a série-A e a série-B. Ou melhor, na comunicação entre as duas. Esta junção resulta na série-E temporal, criada por ele e caracterizada pela sincronização ou comunicação entre os diferentes tempos.</p>
<p>Para exemplificar a ideia, Nomura mostrou o que acontece com 32 metrônomos calibrados em ritmos diferentes e colocados sobre uma mesa móvel. Após um minuto e 45 segundos, a batida e o tempo se ajustam e todos entram no mesmo ritmo.</p>
<p>“O movimento deles permitiu que se ajustassem entre si, entrando todos no mesmo ritmo. Vemos que os corpos materiais podem ter uma capacidade receptiva, interagindo uns aos outros e coordenando o tempo. A sincronização dos metrônomos se deve ao ajuste mútuo de movimento e ao deslocamento na mesa. Onde desaparece a medida de tempo? Todos entram num constante ajustamento por tentativa e erro, até que alinham o tempo com a batida. A comunicação entre eles faz a diferença”, disse Nomura.</p>
<p>Da mesma forma, diz Nomura, é possível pensar que o fluxo de materiais entre as células ocorre pela comunicação entre elas. O equilíbrio, portanto, se dá pela sincronização. Elas entram num determinado ritmo conforme o pulsar e a pontuação do ritmo, determinado pelo caminhar, por dançar, por falar, por exemplo. Portanto, a sincronização cria um tipo de tempo que é diferente do tempo do relógio, segundo Nomura.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Neurociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Academia Intercontinental</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-03-17T21:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/arte-ciencia-e-tecnologia-juntas-uma-visao-inusitada-sobre-a-vida">
    <title>Arte, ciência e tecnologia juntas: uma visão inusitada sobre a vida</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/arte-ciencia-e-tecnologia-juntas-uma-visao-inusitada-sobre-a-vida</link>
    <description>No segundo dia da Intercontinental Academia, o microbiologista Hideo Iwasaki, da Waseda University, apresenta em Nagoya, Japão, trabalhos artísticos e científicos que fazem refletir sobre as concepções de vida.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Hideo%20Iwasaki.jpg" alt="Hideo Iwasaki" class="image-inline" title="Hideo Iwasaki" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Hideo Iwasaki apresenta trabalhos na fronteira entre ciência e arte durante workshop de biologia.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A biologia sintética é uma nova abordagem para a bioengenharia. Envolve a modelagem e a construção de organismos em escala molecular, ou o redesenho de peças, dispositivos ou sistemas biológicos naturais. É uma tecnologia que busca objetivos específicos através de um design intencional. Em vez de pressões evolutivas, o mundo dos vivos se torna um produto de escolhas de design. Pelo rápido avanço, tem gerado expectativas de produzir novas aplicações biológicas na medicina, no agrobusiness, na genômica, em energia e outras áreas.</p>
<p>“É um campo que oferece uma nova visão sobre a forma de se relacionar com a vida. Seu rápido avanço tem resultado em muitos debates científicos e filosóficos, porque produz antecipações que levam a alguns exageros. Por isso, a biologia sintética provoca interesse em alguns designers e artistas interessados em biotecnologia”, disse o biólogo e artista Hideo Iwasaki, da Waseda University, no segundo dia da <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya">Intercontinental Academia</a> (ICA), dedicado aos workshops de biologia.</p>
<p>A segunda fase da Intercontinental Academia acontece de <strong>6 a 18 de março</strong> em Nagoya, Japão. Quase um ano após o <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/" target="_blank">encontro em São Paulo</a> organizado pelo IEA, 13 jovens pesquisadores estão prestes a concluir os estudos sobre o tema “tempo” e o conteúdo para um Massive Open Online Course (Mooc). Os workshops contam com exposições de cientistas de renome do mundo inteiro.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Hideo%20Iwasaki-2.jpg" alt="Hideo Iwasaki e Martin Grossmann" class="image-inline" title="Hideo Iwasaki e Martin Grossmann" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Grossmann e Iwasaki, em debate da Intercontinental Academia. </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Martin Grossmann, ex-diretor do IEA e membro do Comitê Científico da ICA, presidiu os debates da apresentação de Iwasaki e chamou a atenção para a inusitada união entre biologia e arte. Não só por sua formação, Iwasaki surpreendeu pelo tema exposto, um misto de ciência, tecnologia e design.</p>
<p>Coordenador do Laboratory for Molecular Cell Network &amp; Biomedia Art, da Waseda University, Iwasaki falou do trabalho desenvolvido durante o <a class="external-link" href="http://www.syntheticaesthetics.org/">Synthetics Aesthetics</a>, um projeto experimental gerido pela University of Edinburgh e Stanford University, que reuniu, em 2010, os mais renomados biólogos sintéticos, artistas e cientistas sociais para explorar colaborações voltadas à concepção, compreensão e construção do mundo vivo.</p>
<p>Na ocasião, Iwasaki desenvolveu o projeto “Biogenic Timestamp” em parceria com Oron Catts, da Aalto University, de Helsinki, Finlândia. O trabalho foi definido pelo microbiologista como “uma crítica ao <i>hype</i> da biologia sintética, uma provocação sobre a ligação entre as escalas do tempo geológico e do biológico”.</p>
<p>A dupla trabalhou com cultura de tecidos a partir de cianobactérias, um grupo de bactérias que obtém energia por fotossíntese e está entre as formas mais primitivas de vida. A comunidade foi aplicada a uma placa de computador, que vem sofrendo a ação desses organismos até hoje. O trabalho foi exposto na Áustria e no Japão. Segundo os criadores, o experimento mostra que as bactérias são capazes de internalizar nossas tecnologias e criações e de modificá-las como bem entenderem.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Capa-Livro-SyntheticAesthetics.jpg" alt="Capa-Livro-SyntheticAesthetics.jpg" class="image-inline" title="Capa-Livro-SyntheticAesthetics.jpg" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Princípios de engenharia aplicados à complexidade dos sistemas vivos: a biologia transformada em um novo material de design</strong>.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Outro projeto de Iwasaki, não menos surreal para os padrões ocidentais, é inspirado num costume relativamente antigo no Japão de criar monumentos em memória a animais, insetos, caramujos, plantas, objetos diversos e, até, ao espírito de espermas.</p>
<p>Iwasaki mostrou que em algumas instituições médicas e de pesquisa, como no Departamento de Ciências Humanas da Waseda University, há o estranho hábito de celebrações anuais realizadas em homenagem a animais usados em experimentos. Em zoológicos, há cerimônias fúnebres para animais que morreram. E em 1971, foi criado um monumento em homenagem ao espírito de espermas, mostrou.</p>
<p>Com tudo isso, Iwasaki pensou num memorial para células artificiais. “Sou um microbiologista, então posso, finalmente, orar por uma bactéria que usamos em experimentos”, comparou.</p>
<p>“The memorial service for synthetic cells” é o nome do trabalho tecno-artístico de Iwasaki e será exibido durante o Kenpoku Art Festival 2016, uma grande mostra que dialoga com natureza e arte, incorporando ciência e tecnologia. É realizado em seis cidades da região norte da Prefeitura de Ibaraki, Japão.</p>
<p>Segundo Iwasaki, o trabalho é cientificamente “estimulante, pois força a pensar o que é de fato a vida”. Os dois projetos que o cientista apresentou no workshop da Intercontinental Academia parecem lidar com coisas distintas. Mas, na verdade, lidam com a questão do tempo e como os humanos estão envolvidos com a vida, disse.</p>
<p>Citou um <i>paper</i> sobre a criação de uma célula bacteriana a partir de um genoma quimicamente sintetizado. “Muitos cientistas se dividem ao responder se é um organismo vivo, ou um tipo de vida sintético. Então, vejo que para esse tipo de julgamento é necessário o critério subjetivo de cada um sobre o que é a vida”, finalizou.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: IAR/Nagoya</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"> syntheticaesthetics.org</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Estética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-03-15T20:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/desastre-barragem-mariana">
    <title>Desastre Ambiental da Samarco: Impactos e Recuperação </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/desastre-barragem-mariana</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>A ruptura da barragem de rejeitos da Samarco é o maior desastre ambiental do Brasil e um dos maiores já ocorridos no planeta. Essa é uma tragédia que se amplia a cada dia, gerando impactos nos recursos hídricos, nos ecossistemas terrestres e marinhos além de amplas consequências sociais. </span><span>Nesse encontro, pesquisadores da USP mostrarão, cientificamente, qual a gravidade desses impactos e indicarão o que precisa ser feito para a recuperação socioambiental das áreas afetadas.</span></p>
<p><span><br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-30T15:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/jequitiba-rosa">
    <title>Projeto tentará salvar o jequitibá-rosa da extinção</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/jequitiba-rosa</link>
    <description>Iniciativa será lançada no IEA no dia 30 de novembro, às 14h30. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h2 style="text-align: center; "><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">AO VIVO</a></h2>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A árvore mais antiga do território brasileiro é um jequitibá-rosa com mais de 3 mil anos de idade, 42 metros de altura e 11 metros de circunferência. A importância de Patriarca, como é chamado, não está só em suas medidas e idade. Ele é o símbolo de uma espécie ameaçada de extinção no país.</p>
<p>Para tentar mudar este cenário, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectivas" class="external-link">Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação</a> do IEA, o Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCF) e o Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica lançarão, no dia <strong>30 de novembro</strong>, o projeto <i>Vamos Salvar os Jequitibás-Rosa da Extinção</i>, <strong>às 14h</strong>, na Sala de Eventos do IEA.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jequitiba-rosa" alt="Jequitibá-Rosa" class="image-inline" title="Jequitibá-Rosa" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Patriarca, a árvore mais antiga do Brasil, com 3 mil anos de idade</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No encontro serão definidas ações para traçar um panorama sobre a situação atual da espécie e identificar a localização das árvores remanescentes. Com base nos dados obtidos, o grupo que integrará a campanha definirá estratégias e possíveis parcerias que possam garantir a recuperação da espécie. O lançamento da iniciativa poderá ser acompanhado ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">internet</a>.</p>
<p>Hoje na lista oficial das espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção, o jequitibá-rosa (<i>Cariniana legalis) </i>era<i> </i>abundante na Mata Atlântica quando aqui chegaram os portugueses. Ao longo dos anos, sua madeira foi usada em larga escala pela indústria brasileira. A árvore é símbolo dos estados de São Paulo e do Espírito Santo. Sua maior reserva está no Parque Estadual Vassununga, em Santa Rita do Passa Quatro. É lá que está Patriarca.</p>
<p><strong><span>PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR</span></strong></p>
<p>14h - <strong>Abertura e apresentação da campanha<br /></strong><span>José Pedro Costa (IEA/USP)</span></p>
<p>14h30 - <strong>Plano de Ação e Estratégia para Salvar o Jequitibá-rosa da Extinção</strong><br />Gustavo Martinelli (Centro Nacional de Conservação da Flora – CNCFlora-RJ)</p>
<p>15h15 – <strong>Painel</strong> <br />- <strong>Áreas de Remanescentes de Jequitibás</strong><br />Philippe Lisbonna  (FGV)</p>
<p>- <strong>Jequitibás e Negócios</strong><br />Warwick Manfrinato (IEA/USP)</p>
<p>- <strong>Manejo e Proteção dos Jequitibás<br /></strong><span>Expositor a confirmar</span></p>
<p><span>- </span><strong>Jequitibás e Mananciais<br /></strong><span>Luiza Eluf (<span>advogada, procuradora de Justiça de São Paulo aposentada)</span></span></p>
<p>16h – <strong>Discussão</strong></p>
<p>16h30 – <strong>A Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e os Jequitibás-rosa</strong><br />Clayton Lino (CNRBMA)</p>
<p>17h – <strong>Manifestação dos Presentes/ADESÃO</strong></p>
<p>17h30 – <strong>Encerramento</strong></p>
<hr />
<p><strong><i><i>Vamos Salvar os Jequitibás-Rosa da Extinção<br /></i></i></strong><i>Dia 30 de novembro, às 14h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA. Rua da Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5° andar, Butantã, São Paulo.<br /></i><i>Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">internet</a>.<br /></i><i>Informações: Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /></i><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/vamos-salvar-os-jequitibas-rosa-da-extincao" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/vamos-salvar-os-jequitibas-rosa-da-extincao</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-19T19:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/stem-cells-the-potential-the-complications-and-the-future-29-de-setembro-de-2015">
    <title>Stem Cells: the Potential, the Complications and the Future - 29 de setembro de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/stem-cells-the-potential-the-complications-and-the-future-29-de-setembro-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-10-26T13:39:30Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/celulas-tronco-e-suas-modalidades-de-pesquisa">
    <title>Células-tronco: potenciais, riscos e perspectivas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/celulas-tronco-e-suas-modalidades-de-pesquisa</link>
    <description>As dificuldades regulamentares, técnicas e éticas dessa área de pesquisa serão analisadas por membro da Society of Toxicology Pathology no dia 29 de setembro, às 14h, no IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/stem-cell-materia.jpg" alt="Stem cell" class="image-right" title="Stem cell" />A reconstituição de tecidos e órgãos a partir de células-tronco já é uma realidade nas pesquisas em biomedicina. Com capacidade de autorrenovação e diferenciação em muitas categorias de células, elas podem ser programadas para desenvolver funções específicas já que ainda não possuem nenhuma especialização. <span>Os resultados das pesquisas com células-tronco são promissores, mas suas aplicações ainda estão em estágio inicial. </span></p>
<p><span>Para jogar luz na <span>definição desse campo de pesquisa</span>, o patologista veterinário </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/ricardo-ochoa" class="external-link">Ricardo Ochoa</a><span> fará a conferência <i>Stem Cells: the Potential, the Complications and the Future</i>, que </span><span>acontece no </span><strong>dia 29 de setembro, das 14h às 18h</strong><span>, na Sala de Eventos do IEA, c<span>om a coordenação de</span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/paulo-saldiva" class="external-link"> Paulo Saldiva</a>, vice-diretor do IEA e professor da Faculdade de Medicina da USP, e de <span>Maria Lucia Zaidan Dagli, p<span style="text-align: justify; ">rofessora da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP</span></span>. A fala de Ochoa será em inglês, sem tradução simultânea. </span></p>
<p>Com vasta experiência nas áreas de toxicologia, patologia e gestão de risco, Ochoa tornou-se conselheiro e presidente da Society of Toxicology Pathology, além de conselheiro para a American College of Veterinary Pathologists. Sua carreira é pontuada por atuações na área acadêmica e industrial na Colômbia e nos Estados Unidos, com trabalhos para aumentar a produtividade de empresas farmacêuticas por meio do uso de sistemas integrados de biologia.</p>
<p>Uma de suas motivações de pesquisa na indústria é elucidar os mecanismos de toxicidade e definir as condições em que novos medicamentos podem ser administrados com segurança para os seres humanos.</p>
<p>A conferência no IEA buscará “examinar as dificuldades regulamentares, técnicas e éticas sobre células-tronco que precisam ser superadas para trazer soluções para o paciente”, afirma.</p>
<p><strong>O conferencista</strong></p>
<p>Ricardo Ochoa é doutor em medicina veterinária pela Universidade Nacional da Colômbia, em Bogotá, com Ph.D em <span> patologia veterinária</span> pela New York State School of Veterinary Medicine, na Cornell University, Estados Unidos. V<span>eterinário associado ao American College of Pathologists, f</span>oi diretor geral de investigação em medicina veterinária e centros de diagnóstico da Colômbia; <span>professor na Louisiana State University (LSU) School of Veterinary Medicine in Baton Rouge, Los Angeles (EUA); toxicólogo e patologista na indústria da medicina veterinária (em empresas como <span>Upjohn Company, Pfizer e <span>Drug Safety Evaluation), e vice-presidente de Segurança Pré-Clínica da <span>Neurogen Corp. Em 2008, fundou a <span>Pre-Clinical Safety Inc., onde é presidente e consultor em questões de segurança de medicamentos.</span></span></span></span></span></p>
<p> </p>
<hr />
<p><strong><i>Stem Cells: the Potential, the Complications and the Future<br /></i></strong><i>29 de setembro, às 14h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA, rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (<a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos" class="external-link">localização</a>)<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, sem inscrição prévia – Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">web</a><br /></i><i>Informações: Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br />Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/stem-cells" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/stem-cells</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-23T19:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
