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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 1 to 3.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/redata-soberania-digital">
    <title>Redata: Soberania Digital, Política Industrial e Impactos Socioambientais em Debate</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/redata-soberania-digital</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O <a class="external-link" href="https://www.gov.br/mdic/pt-br/assuntos/noticias/2025/setembro/mp-cria-o-redata-que-estimula-datacenters-e-impulsiona-economia-digital-no-brasil">Redata — Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter </a>— é uma das apostas centrais do governo federal para atrair investimentos em infraestrutura digital e reduzir a dependência do processamento de dados no exterior.</p>
<p>Mas o programa divide opiniões: enquanto seus defensores o apresentam como política industrial estratégica para a era da inteligência artificial, críticos apontam contrapartidas insuficientes, riscos de dependência tecnológica em relação a grandes plataformas estrangeiras e ausência de salvaguardas socioambientais.</p>
<p>A mesa reúne Igor Marchesini, ex-assessor especial do Ministério da Fazenda e um dos arquitetos do programa, e Cynthia Picolo, diretora Executiva do Lapin, para debater soberania digital, política industrial e impactos territoriais de uma infraestrutura.</p>
<p><b>Abertura e Moderação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-fernando-martins-castro" class="external-link">Luiz Fernando Martins Castro</a>, coordenador-adjunto da Cátedra Oscar Sala</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><a class="external-link" href="https://www.linkedin.com/in/igormarchesini/">Igor Marchesini</a>, ex-assessor especial do Ministério da Fazenda</p>
<p><a class="external-link" href="https://lapin.org.br/equipe/curriculos/">Cynthia Picolo</a>, diretora Executiva do Lapin</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Competitividade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-14T11:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/caderno-direito-e-inovacao-3">
    <title>Caderno trata de soluções jurídicas adotadas para estímulo à inovação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/caderno-direito-e-inovacao-3</link>
    <description>"Soluções Jurídicas para a Inovação" é o tema do volume 3 da série Cadernos de Direito e Informação", publicado pelo IEA e pelo Observatório da Inovação e Competitividade.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-solucoes-juridicas-para-a-inovacao" alt="Capa do livro &quot;Soluções Jurídicas para a Inovação&quot;" class="image-right" title="Capa do livro &quot;Soluções Jurídicas para a Inovação&quot;" />Para destacar as soluções jurídicas para a inovação adotadas nos últimos anos no país, o Núcleo Jurídico (NJ) do Observatório da Inovação e Competitividade (OIC) convidou especialistas no tema a apresentarem artigos sobre casos concretos em que a legislação brasileira de inovação foi utilizada com sucesso.</p>
<p>Dos textos apresentados, 13 foram reunidos no livro “Soluções Jurídicas para a Inovação”, terceiro volume da série Caderno de Direito e Inovação, organizado por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vitor-monteiro" class="external-link">Vítor Monteiro</a>, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andre-rauen" class="external-link">André Rauen</a><span> e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carolina-theodoro-mota-mourao" class="external-link">Carolina Mota Mourão</a>.</p>
<p>O ebook será lançado no dia <strong>13 de maio, às 15h</strong>, em seminário sobre o tema e transmitido <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo pela internet</a>. O livro está disponível para download gratuito no <a href="http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP">Portal de Livros Aberto da USP</a>.</p>
<p>As discussões empreendidas pelos 40 autores dos artigos vão da construção de novos arranjos jurídicos para parcerias em inovação - como acordos societários e o estabelecimentos de alianças estratégicas -  e estruturas organizacionais para lidar com a temática no âmbito do poder público até a aplicação de inteligência artificial em serviços estatais, perpassando questões ligadas às contas públicas e iniciativas baseadas em dinâmicas setoriais.</p>
<p>O caderno é fruto de projeto lançado em 2019 sob a forma de chamada pública do NJ-OIC motivada por provocações de interlocutores do núcleo sobre o efetivo papel do direito no estímulo à atividade de inovação no Brasil. A intenção foi mobilizar profissionais com experiência na área de ciência, tecnologia e inovação (CT&amp;I) para apresentarem casos de sucesso na aplicação e/ou interpretação da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/lei/l10.973.htm">Lei nº 10.973/04</a> (com redação dada pela <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13243.htm">Lei nº 13.243/16</a>) e das demais normas que compõem a legislação brasileira de estímulo à inovação.</p>
<p>Os organizadores do livro selecionaram os casos que se mostraram aderentes ao projeto de pesquisa do NJ-OIC e que ao mesmo tempo detalharam, discutiram e analisaram em profundidade os desafios à implementação de medidas de estímulo à inovação e as soluções jurídicas encontradas, avaliando e recomendando, se fosse o caso, a necessidade de alterações na legislação empregada ou mesmo na interpretação adotada para o sucesso da iniciativa.</p>
<p>O objetivo foi reunir análises aplicadas que pudessem servir de guia a outras iniciativas no âmbito da administração pública brasileira e informar a sociedade das soluções jurídicas inovadoras já adotadas, estimulando a ocorrência de novos produtos, processos e serviços, bem como de replicá-las no sistema de ciência, tecnologia e inovação brasileiro. Foram considerados inclusive casos em que não foram alcançados os impactos socioeconômicos positivos esperados.</p>
<p>Segundos os organizadores, depois de tantos anos da aprovação da Lei da Inovação, seu potencial permanece inexplorado: "Muito poderia ter sido feito, mas enfrentar a tradição jurídica brasileira e o modus operandi da gestão pública se mostrou uma tarefa mais difícl do que a imaginada inicialmente".</p>
<p>Uma análise dos resultados do esforço inovador mostra que, depois da promulgação da Lei nº 10.973, "não houve evolução significativa no padrão de inovação da economia e da sociedade prasileira", com o mesmo sendo observado no esforço de pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D), afirmam os pesquisadores.</p>
<p>Eles lembram que a inovação é uma atividade eminentemente privada. No entanto, se em 2003 os investimentos empresariais representavam 48,6% do total do país aplicado em P&amp;D, "mesmo depois de uma série de flexibilizações legais destinadas a tornar eficiente a relação público-privada, esse percentual caiu para 42,8 em 2017", num recrudescimento da participação governamental na atividade. "A diminuição da participação empresarial no esforço total de P&amp;D, bem como a estagnação da capacidade de uma indústria, são dados extremamente negativos da perspectiva tanto produtiva quanto tecnológica."</p>
<p>Apesar de a estruturação de um arcabouço jurídico-institucional favorável à inovação " ainda não ter sido suficiente para alcançar resultados satisfatórios", os organizadores do caderno julgam relevantes destacar algumas iniciativas de sucesso, tais como:</p>
<ul>
<li>a introdução e consolidação  da subvenção econômica enquanto instrumento de fomento a projetos de inovação;</li>
<li>a criação de novos arranjos organizacionais e societários, com destaque para a Empresa Brasileira de Inovação Industrial (Embrapii);</li>
<li>a concretização de projetos ambiciosos, entre os quais o desenvolvimento do avião de transporte multimissão KC-390 da Embraer e a entrega do acelerador de partículas de nível mundial Sírius;</li>
<li>o surgimento de inúmeros novos ambientes de estímulo à inovação, como os diversos parques tecnológicos espalhados em diferentes localidades do país;</li>
<li>efetivação da liderança tecnológica mundial da Petrobras na exploração de petróleo em águas profundas.</li>
</ul>
<p>Ainda que insuficientes, essas iniciativas demonstram "o potencial inexplorado do sistema brasileiro de inovação e das possibilidades quanto à estruturação de arranjos jurídicos-intitucionais para organizar e implementar políticas no setor e viabilizar parcerias que mobilizem a comunidade de CT&amp;I brasileira (academia, empresas e governos)".</p>
<p>Ainda assim, "não se pode negar as dificuldades em torno do uso efetivo das possibilidades previstas na legislação brasileira relacionadas ao estímulo à inovação". Colocar em práticas as alternativas legais "ainda é uma tarefa que exige a construção e a difusão de conhecimento quanto às potencialidades do direito brasileiro, inclusive para a mudança de cultura da comunidade jurídica e dos agentes de controle da atividade estatal", afirmam os organizadores.</p>
<p>De acordo com os organizadores, os capítulos do caderno não só revelam o uso da legislação brasileira, como relatam, em muitos casos, os desafios experimentados pelos próprios autores no desenvolvimento e implantação da solução jurídica encontrada. "O resultado, que varia em termos de método e apresentação, é um conjunto heterogêneo de experiências, o qual funciona como uma caixa de ferramentas, apresentando o potencial dos instrumentos constantes no direito brasileiro para a viabilização de novas iniciativas de estímulo à inovação.</p>
<p><span id="docs-internal-guid-98fef50d-7fff-4a64-0109-792062ab4fda"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><i><strong> </strong></i></span></p>
<hr />
<p><i><strong> Lançamento Cadernos de Direito e Inovação: Soluções Jurídicas para a Inovação<br /></strong></i><i>13 de maio, às 15h<br /></i><i><span>Transmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo<br /></a></i><i><span>Evento público e gratuito<br /></span></i><i><span>Mais informações: </span><a href="mailto:iea-inovacao@usp.br">iea-inovacao@usp.br<br /></a></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-cadernos-de-direito-e-inovacao-3">Página do evento</a></i></p>
<p> </p>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Competitividade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-04-29T19:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rota-da-seda-1">
    <title>USP terá centro de pesquisa em parceria com a China para inovação e competitividade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rota-da-seda-1</link>
    <description>A USP, o Instituto de Pesquisa Belt and Road para Cooperação Internacional e Desenvolvimento (BRRI, na sigla em inglês) e a Universidade de Shenzhen assinaram, no dia 17 de janeiro, um acordo de cooperação acadêmica para a criação do Centro de Pesquisa China-Brasil para Inovação e Competitividade. O centro terá apoio do IEA e da Pró-Reitoria de Pesquisa.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i><span class="discreet"><strong>Por Adriana Cruz, para o Jornal da USP</strong></span></i></p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/assinatura-do-acordo-entre-brri-universidade-de-shenzhen-e-usp/image" alt="Assinatura do acordo entre BRRI, Universidade de Shenzhen e USP" title="Assinatura do acordo entre BRRI, Universidade de Shenzhen e USP" height="280" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">A presidente da BRRI, Tao Yi Tao (sentada), e representantes da Universidade de Shenzhen durante a cerimônia online de assinatura do Acordo de Cooperação Acadêmica com a USP</dd>
</dl>A USP, por meio do Centro de Inovação Inova USP, o Instituto de Pesquisa Belt and Road para Cooperação Internacional e Desenvolvimento (BRRI, na sigla em inglês) e a Universidade de Shenzhen assinaram, no dia 17 de janeiro, um acordo de cooperação acadêmica para a criação do Centro de Pesquisa China-Brasil para Inovação e Competitividade.</p>
<p>O BRRI é um<em> think tank</em> ligado à Iniciativa Belt and Road, um programa federal chinês de integração com países do mundo todo, também conhecido como Cinturão Econômico da Rota da Seda e a Rota da Seda Marítima do Século 21 ou Nova Rota da Seda.</p>
<p>O acordo assinado com a USP prevê que o novo centro desenvolva atividades acadêmicas, como o estabelecimento de grupos de pesquisa em parceria e desenvolvimento de programas de pós-graduação e de pós-doutorado, e ações voltadas a negócios, incluindo a criação de uma plataforma para o intercâmbio de informações e oportunidades para empreendimentos inovadores – brasileiros e chineses – e a atração de empresas dos dois países para a implementação de um conselho consultivo.</p>
<p>O centro terá como sede o prédio do Inova USP, no campus de São Paulo, e atuará em cooperação com o Instituto de Estudos Avançados (IEA) e a Pró-Reitoria de Pesquisa. Será presidido pelo professor Glauco Arbix, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e coordenador do Observatório da Inovação e Cpmpetitividade do IEA.</p>
<p><strong>Parceria estratégica</strong><strong></strong></p>
<p>Durante a cerimônia, realizada online, a vice-reitora da Universidade de Shenzhen, Zhang Xiao Hong, considerou que o acordo assinado com a USP é o começo de uma parceria benéfica para as instituições, que “poderão trabalhar juntas para construir uma plataforma e um mecanismo de cooperação e de desenvolvimento, para fomentar ações de intercâmbio educacional e de recursos acadêmicos, para melhorar a capacidade inovativa com estratégias bilaterais e para fortalecer os laços amigáveis entre China e Brasil”.</p>
<p>“A China é um dos países que mais investem no Brasil. Dessa forma, é importante fomentar cada vez mais essas parcerias. Para a USP, uma universidade de pesquisa abrangente e multidisciplinar, as áreas de cooperação previstas neste acordo, como agricultura digital, bioeconomia, cidades inteligentes, relações internacionais e políticas públicas são tópicos imprescindíveis neste momento do desenvolvimento brasileiro”, destacou o reitor da USP, Vahan Agopyan.</p>
<p>A presidente do BRRI, Tao Yi Tao, abordou as linhas de atuação do instituto e também ressaltou a importância do acordo, que possibilitará o desenvolvimento da pesquisa conjunta e do intercâmbio de estudantes entre os dois países.</p>
<p>O presidente da Fapesp, Marco Antonio Zago, afirmou que a fundação está “preparada para apoiar a participação de pesquisadores de São Paulo nessa colaboração. Nosso estado tem cooperações tradicionais com a China, tanto com universidades quanto no comércio e na indústria. Uma das mais importantes vacinas contra a Covid-19 no Brasil é produzida em São Paulo, com base em um acordo tecnológico assinado entre a empresa chinesa Sinovac e o Instituto Butantan. Tenho certeza que a Fapesp vai contribuir para transformar este acordo em pesquisa conjunta concreta”.</p>
<p>O diretor do Inova USP, Luiz Henrique Catalani, assegurou que o novo centro “está comprometido em construir e dar apoio aos elementos necessários para esta colaboração. O acordo representa a pedra fundamental de uma nova era de colaboração entre o Inova USP e o BRRI”. O coordenador do centro, Glauco Arbix, explicou que os próximos passos serão o estabelecimento de um plano de cooperação e de um cronograma de execução e a criação de um grupo de trabalho conjunto para construir a proposta de cooperação.</p>
<p>Também participaram do evento o reitor eleito da USP, Carlos Gilberto Carlotti Junior, que assumirá o cargo no próximo dia 26 de janeiro; o pró-reitor de Pesquisa, Sylvio Roberto Accioly Canuto; o presidente da Agência USP de Cooperação Acadêmica Nacional e Internacional (Aucani), Valmor Tricoli; o diretor da Agência USP de Inovação (Auspin), Marcos Nogueira Martins; o coordenador do Escritório de Gestão de Indicadores de Desempenho Acadêmico (Egida), Aluisio Segurado; o diretor do Departamento de Intercâmbio Internacional e Cooperação da Universidade de Shenzhen, Jiang Jianwu; o diretor da Escola de Intercâmbio Internacional da instituição chinesa, Yanchun Pan, e outros dirigentes e representantes das universidades.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>China</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Competitividade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cooperação Internacional</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-01-24T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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