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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 41 to 55.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/regulacao-da-inteligencia-artificial-na-uniao-europeia">
    <title>Regulação da Inteligência Artificial na União Europeia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/regulacao-da-inteligencia-artificial-na-uniao-europeia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-35bfea9a-7fff-f394-4697-833052dcd882"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>O Grupo de Estudos Direto e Tecnologia do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, em parceria com o Centro de Estudos Avançados do Direito e Inovação da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto, o Centro de Inteligência Artificial da USP e a iniciativa Understanding Artificial Intelligence (UAI), ligada ao IEA, promovem no dia 21 de março, às 14h, a conferência on-line “Regulação da Inteligência Artificial na União Europeia”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento integra o projeto “Regulação e Governança da Inteligência Artificial”, que vai promover debates ao longo de 2024 centrados em questões ligadas a esse tema. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/GeX7ECovuhtrPEuBA"><span>neste link</span></a><span>. A conferência é exclusivamente on-line, em inglês e será transmitida pelo canal do </span><a href="https://youtube.com/live/59Mqto1sFG0"><span>IEA-RP</span></a><span> no YouTube e também pela </span><a href="https://www.facebook.com/usp.iearp"><span>página do IEA-RP no Facebook</span></a><span>. Os participantes receberão certificado desde que preencham o formulário disponibilizado no chat das ferramentas durante o evento.</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<p dir="ltr"><span>O palestrante será o líder de políticas públicas europeias no Instituto Ada Lovelace, Connor Dunlop. Ele vai apresentar uma visão geral do debate em torno da regulação da inteligência artificial na União Europeia e no Reino Unido. A discussão abordará convergências e divergências entre a Lei de Inteligência Artificial da União Europeia e o modelo que está sendo desenvolvido no Reino Unido, introduzindo sua principal característica e a relação com o European Union Artificial Intelligence Act.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Connor Dunlop é líder de políticas públicas europeias no Instituto Ada Lovelace. Tem mestrado em Estudos de Conflitos e Direitos Humanos pela Universiteit Utrecht e bacharelado em História e Política pela Universidade de Newcastle. Atualmente, é responsável por liderar e implementar a estratégia de influência e envolvimento do Instituto Ada Lovelace na governação e regulamentação da inteligência artificial na Europa.</span></p>
<p><span>Mais informações sobre o evento: </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Understanding AI</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>União Europeia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-03-12T20:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/regulacao-da-inteligencia-artificial-e-impactos-na-economia-do-brasil">
    <title>Regulação da Inteligência Artificial e impactos na economia do Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/regulacao-da-inteligencia-artificial-e-impactos-na-economia-do-brasil</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-fb4d22df-7fff-bea9-c148-8ac2b9a9a192"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Em meio ao debate sobre regulação da inteligência artificial que acontece em todo o mundo, o Brasil centraliza a discussão em torno do Projeto de Lei 2338/2023. De autoria do senador Rodrigo Pacheco, o PL possui como principal influência o modelo regulatório proposto pela União Européia, o EU AI Act. Para discutir as propostas de governança e regulação em torno dessa tecnologia, o Grupo de Estudos Direto e Tecnologia do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, em parceria com o Centro de Estudos Avançados do Direito e Inovação da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto<span id="docs-internal-guid-c9d9e18d-7fff-3632-5cdf-b013c8e9bce6"><span>, o Centro de Inteligência Artificial da USP</span></span> e a iniciativa Understanding Artificial Intelligence (UAI), ligada ao IEA, realiza ao longo deste ano o projeto “Regulação e Governança da Inteligência Artificial”, que vai promover diversos eventos híbridos centrados em questões ligadas ao tema.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O primeiro deles, “Regulação da Inteligência Artificial e impactos na economia do Brasil”, será realizado no dia 28 de fevereiro, a partir das 14h, no Anfiteatro da FDRP, no campus Ribeirão Preto da USP. </span><span>O evento terá transmissão pelo </span><a href="https://youtube.com/live/HeQnlpTJqtw"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span> e os espectadores on-line interessados em receber o certificado de participação precisam preencher o formulário que será disponibilizado no chat durante o evento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O palestrante será o professor da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie Vicente Bagnoli. Ele vai avaliar a estratégia apresentada pelo PL 2338/23 sob a perspectiva do direito concorrencial, verificando se as </span><span>big techs</span><span> serão favorecidas e o quanto essa regulação da inteligência artificial pode impactar a economia do Brasil.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Vicente Bagnoli é doutor em Filosofia e Teoria Geral do Direito pela Faculdade de Direito da USP, mestre em Direito Político e Econômico e bacharel em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. É pesquisador visitante no Instituto Max Planck de Inovação e Concorrência em Munique, Alemanha. Desde 2010 tem a sua atuação profissional na área do Direito da Concorrência reconhecida e premiada por várias publicações internacionais.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Understanding AI</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência da Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-02-19T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/reforma-administrativa-traz-discussao-sobre-papel-do-estado">
    <title>Reforma administrativa traz discussão sobre papel do Estado</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/reforma-administrativa-traz-discussao-sobre-papel-do-estado</link>
    <description>Para professores da FDUSP e da FEA-RP, entrevistados do USP Analisa, questão está presente na reflexão sobre carreiras que permanecerão com estabilidade</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome27.png/@@images/7f43fbbb-76b6-449e-8c02-950264cb7f55.png" alt="" class="image-left" title="" /></th>
</tr>
<tr>
<td><i><span class="discreet">Esplanada dos Ministérios em Brasília</span></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">A proposta de reforma administrativa que está em tramitação no Congresso Nacional traz, entre outros pontos, uma discussão sobre o papel do Estado. É o que apontam o professor da Faculdade de Direito da USP Fernando Menezes de Almeida e o professor da Faculdade de Administração, Economia e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP Luciano Nakabashi. Nesta semana, o USP Analisa exibe a segunda e última parte da entrevista com eles sobre esse tema.</p>
<p dir="ltr">Segundo Fernando, a reflexão está presente quando se analisa o que são carreiras típicas de Estado. De acordo com a proposta, apenas essas carreiras não poderão perder a estabilidade, ou seja, seus ocupantes não poderão ser dispensados como profissionais do setor privado. O professor explica que não existe um padrão jurídico que as definam.</p>
<p dir="ltr">“Eu tenderia a fazer uma leitura dessas carreiras não tentando padronizar por tipos, mas tentando enxergar o Estado real como ele é e verificando quais carreiras são necessárias para ele funcionar assim. Tanto carreiras ligadas a atividades finalísticas como também carreiras ligadas à atividade meio, desde que esses meios sejam típicos do Estado. Não dá para ter uma resposta a partir da simples expressão proposta na emenda”, diz.</p>
<p dir="ltr">Luciano destaca que, em Economia, existem justificativas para a existência do Estado e que suas atribuições basicamente são as não desempenhadas pelo setor privado. “A primeira que a gente coloca como papel fundamental do Estado é elaborar o conjunto de leis e fazer com que essas leis sejam válidas, através de um sistema judiciário ou um sistema de segurança. Então o Estado tem esse papel fundamental e ninguém vai fazer isso. Quando a gente pensa numa sociedade tão complexa quanto a nossa, com tantas pessoas, com tantas relações, você tem que ter um ente centralizador na questão da formulação e implementação dessas leis. Isso é típico do Estado”, afirma ele.</p>
<p dir="ltr">A entrevista vai ao ar nesta quarta (28), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (2), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de áudio <a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458">iTunes</a> e <a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV">Spotify</a>.</p>
<p dir="ltr">O <a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em <a href="https://t.me/iearp">nosso canal no Telegram</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Administração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-04-28T04:53:56Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/reflexoes-sobre-o-design-de-tecnologias-de-ia-para-uso-cientifico">
    <title>Reflexões sobre o design de tecnologias de IA para uso científico</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/reflexoes-sobre-o-design-de-tecnologias-de-ia-para-uso-cientifico</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-024d32d7-7fff-faa0-7397-2f70a996acd2"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>O Grupo de Estudos Direito e Tecnologia (TechLaw) do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP e a iniciativa </span><a href="https://understandingai.iea.usp.br/"><span>Understanding Artificial Intelligence</span></a><span>, do Instituto de Estudos Avançados da USP promovem no dia 6 de maio, a partir das 14h, a conferência on-line “Reflexões sobre o design de tecnologias de IA para uso científico”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/bUx9B4H9BWv1W3dq6"><span>neste link</span></a><span>. A transmissão será pelo </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=DtqN9gmQK68"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span> e pela </span><a href="https://www.facebook.com/usp.iearp"><span>página do instituto no Facebook</span></a><span>. Haverá envio de certificado aos participantes que preencherem um formulário disponibilizado no chat das ferramentas durante o evento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A palestrante será a professora emérita da PUC-RJ Clarisse Sieckenius de Souza. Ela é conhecida nacional e internacionalmente pelo desenvolvimento, junto a seus alunos e colaboradores, de teoria e métodos semióticos para a análise de interfaces de usuário e design de sistemas de software interativos, a qual recebeu o nome de engenharia semiótica.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No evento, a professora vai compartilhar percepções sobre a adoção de ferramentas inteligentes em processos de pesquisa das mais variadas áreas de produção de conhecimento. A principal questão é se recentes avanços em termos de pluralismo e diversidade epistêmica estarão em risco quando grandes modelos de linguagem são usados para apoiar computacionalmente a construção (de modelos) de conhecimento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Clarisse Sieckenius de Souza tem graduação, mestrado e doutorado em Letras e Linguística e fez sua carreira acadêmica na Informática, sempre com fortes raízes e associações interdisciplinares. Desde que se aposentou, em 2020, vem estudando e aprofundando conhecimentos nas áreas de filosofia da tecnologia e retórica digital envolvendo Inteligência Artificial.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações: </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Understanding AI</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-06-14T15:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/reescrita-de-decisoes-judiciais-em-perspectivas-feministas">
    <title> Reescrita de Decisões Judiciais em Perspectivas Feministas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/reescrita-de-decisoes-judiciais-em-perspectivas-feministas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A oficina integra o projeto <em>Decisões Judiciais Feministas</em>, que acompanha experiências de outros países na coordenação de esforços colaborativos entre acadêmicas feministas e profissionais do campo jurídico para o exercício de reescrita de decisões judiciais a partir de uma perspectiva feminista. O objetivo é avaliar como o raciocínio jurídico feminista pode transformar decisões judiciais ou torná-las mais sensíveis aos interesses, necessidades e perspectivas de mulheres e de outros grupos marginalizados.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Feminismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulher</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-08-31T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/lei-protecao-de-dados-acesso-a-informacao">
    <title>Reavaliando a Lei de Proteção de Dados: O Caso dos Direitos de Acesso à Informação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/lei-protecao-de-dados-acesso-a-informacao</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/en/events/revaluing-data-protection-law" class="external-link">Click here for the English version</a></strong></p>
<p>Os direitos dos indivíduos de acessar informações sobre eles mantidos por empresas são uma característica presente nas leis de proteção de dados. Várias jurisdições agora estão expandindo esses direitos em resposta à proliferação de avaliações algorítmicas de consumidores, trabalhadores, mutuários e usuários da Internet, que podem determinar importantes oportunidades, benefícios e ônus. À medida que as agências interpretam e aplicam os direitos de acesso aos dados, elas enfrentam uma reação crescente de críticos que enfatizam os custos de conformidade e minimizam os benefícios estimados. Essa reação pode limitar prematuramente o escopo dos direitos de acesso ao convencer os reguladores a interpretar os estatutos relevantes de maneira muito restrita. Para evitar esse resultado, os formuladores de políticas devem reconhecer toda a gama de benefícios dos direitos de acesso à informação, tendo em mente seus benefícios sociais e de longo prazo. Esta palestra apresenta propostas que podem contribuir  para garantir os direitos de acesso à informação.</p>
<p><strong>Expositor:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/frank-pasquale" class="external-link">Frank Pasquale</a> (Jeffrey D. Forchelli na Brooklyn Law School) - <i>Conferência em inglês, com tradução simultânea</i></p>
<p><strong>Moderador:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/virgilio-almeida" class="external-link">Virgílio Almeida</a><span> (Cátedra Oscar Sala-IEA/USP)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-03-07T16:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/familia-e-justica">
    <title>Quando a privacidade da família chega à Justiça</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/familia-e-justica</link>
    <description>No encontro A Vida Não É Justa, a juíza Andrea Pachá falou sobre os desafios do direito da família diante de casos que envolvem amor, afeto e desamparo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/andrea-maciel-pacha-1" alt="Andréa Maciel Pachá" class="image-inline" title="Andréa Maciel Pachá" /></th>
</tr>
<tr>
<td>A juíza Andréa Pachá</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Divorciado há dois anos, um jovem casal recorre à Justiça para solucionar um problema corriqueiro, parte do cotidiano de muitos pais: decidir em que escola a filha de 9 anos será matriculada. Embora compartilhem a guarda da criança, os dois adultos são incapazes de conversar e chegar a um consenso sobre uma questão simples ligada à educação da garota.</p>
<p>Conflitos familiares como esse, que resultam da dificuldade de dialogar e entrar num acordo, fazem parte do cotidiano profissional de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/andrea-maciel-pacha-1" class="external-link">Andréa Pachá</a>, juíza com mais de 20 anos de magistratura na Vara da Família. De acordo com ela, trata-se do sintoma de uma sociedade infantilizada que, sem preparo para lidar com frustrações emocionais, terceirizam para o Estado a responsabilidade de solucionar impasses da intimidade da vida privada.</p>
<p>Pachá falou sobre o tema em <i>A Vida Não É Justa</i>, primeiro encontro do ciclo de conferências <i>Tardes Cariocas: A USP Ouve o Rio de Janeiro</i>, realizado pelo IEA no dia 28 de abril. Coordenado por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/renato-janine-ribeiro" class="external-link">Renato Janine</a>, professor titular da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e conselheiro do Instituto, o ciclo se estenderá ao longo do ano e trará a São Paulo pensadores e pesquisadores da capital fluminense para discutir questões sociais e vinculados às relações humanas, com o objetivo de intensificar o intercâmbio de ideias entre as duas principais cidades do país.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>CICLO<br />TARDES CARIOCAS:<br />A USP OUVE O<br />RIO DE JANEIRO</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<hr />
<strong> </strong>
<p><br /><strong>Encontro com</strong><br /><strong>Luiz Eduardo Soares:<br /></strong><i><strong>Desmilitarizar as Polícias e Revolucionar a Arquitetura Institucional da Segurança Pública: uma Agenda Democrática para o Brasil<br /></strong></i>13 de maio de 2014</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/tardes-cariocas-a-usp-ouve-o-rio-de-janeiro-2o-encontro" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/tardes-cariocas-a-usp-ouve-o-rio-de-janeiro-desmilitarizar-as-policias-e-revolucionar-a-arquitetura-institucional-da-seguranca-publica-uma-agenda-democratica-para-o-brasil-13-de-maio-de-2014" class="external-link">Fotos</a></li>
<li>Notícias</li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px; "><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/seguranca-publica" class="external-link">Luiz Eduardo Soares defende desmilitarização das polícias e uma agenda democrática na segurança</a></p>
<p style="padding-left: 30px; "><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/policia" class="external-link">Em busca de uma nova polícia, democrática e comprometida com a cidadania</a></p>
<ul>
<li>Referência</li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px; "><a class="external-link" href="http://www.senado.leg.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=114516" target="_blank">Proposta de Emenda Constitucional nº 51</a></p>
<hr />
<p> </p>
<p><strong>Encontro com<br />Andréa Pachá:<br /></strong><i><strong>A Vida Não é Justa</strong><br /></i>28 de abril de 2014</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/tardes-cariocas-a-usp-ouve-o-rio-de-janeiro-1o-encontro" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/tardes-cariocas-a-usp-ouve-o-rio-de-janeiro-a-vida-nao-e-justa-28-de-abril-de-2014" class="external-link">Fotos</a></li>
<li>Notícias</li>
</ul>
<p style="padding-left: 30px; "><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/novos-desafios-da-justica" class="external-link">Os desafios da Justiça diante das transformações sociais no Brasil</a></p>
<p style="padding-left: 30px; "><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/familia-e-justica" class="external-link">Quando a privacidade da família chega à Justiça</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Mediada por Janine, a exposição de Pachá dialogou com o livro "A Vida Não É Justa", de sua autoria, no qual conta, através de crônicas ficcionais sobre relacionamentos, amores e filiações, casos triviais e inusitados que intermediou ao longo de sua carreira, como a história que abre esta reportagem. Na crônica, escrita em primeira pessoa, a juíza reproduz a mesma postura que adotou no exercício profissional: julga o caso improcedente.</p>
<p>"Decidir a escola havia se tornado uma questão de honra para os pais, de modo que ganhar o processo parecia mais urgente que garantir o bem-estar da criança. A Justiça não podia interferir. Os pais precisavam assumir a responsabilidade da vida adulta: fazer escolhas e lidar com a frustração. Quem pariu Mateus que o embale", analisou Pachá, resumindo o final da história.</p>
<p><strong>TRANSFORMAÇÕES</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Segundo Pachá, a partir do momento em que é promulgada a Constituição de 1988, a Justiça, antes restrita à proteção dos interesses das elites, é ampliada e passa a abranger um extenso leque de direitos individuais e coletivos. "A ditadura chegava ao fim com a mensagem de que os cidadãos tinham direito à tudo: à saúde, à educação e até à felicidade. Para efetivar esses direitos, o Poder Judiciário foi trazido como protagonista e o juiz passou a ser chamado para resolver toda a sorte de conflitos", contextualizou.</p>
<p>Ao mesmo tempo, as relações familiares começavam a se transformar. A família se tornava um círculo mais democrático, no qual era possível compactuar múltiplos direitos. "Antes as relações eram hipócritas; imperava um silêncio imposto pelo arbítrio: os homens mantinham amantes que não tinham direito a nada e cujos filhos não eram reconhecidos. Até 1988, o que se protegiam não eram os direitos das pessoas, mas o sagrado matrimônio", lembrou a juíza.</p>
<p>Aos poucos, o ambiente familiar foi se tornando mais humano e mais aberto ao diálogo. Conforme observou Pachá, teve início uma revolução dos direitos individuais, e pautas da vida privada ganharam visibilidade pública, como o casamento gay, a adoção de crianças por homossexuais e o reconhecimento de filhos afetivos.</p>
<p>Contudo — ressalvou a juíza —, se de um lado a Constituição trazia à tona os valores fundamentais da solidariedade, do afeto e da ética, de outro a sociedade do consumo e do espetáculo difundia a lógica do ter sobre o ser, da aparência sobre o conteúdo. A reivindicação por múltiplos direitos foi influenciada, assim, pela busca incessante da satisfação, do prazer e da felicidade.</p>
<p><strong>EXPECTATIVA DA FELICIDADE</strong></p>
<p>Ao falar sobre sua experiência profissional, Pachá afirmou que sua maior angústia ao longo dos 20 anos de magistratura foi testemunhar a dificuldade dos casais em lidar com o fim do amor. "Tudo vira um problema sem solução quando as pessoas não conseguem aceitar que o amor acabou."</p>
<p>De acordo com a juíza, essa dificuldade deve-se, em grande medida, às expectativas dos indivíduos em torno dos relacionamentos, do amor, do afeto, enfim, de uma felicidade exposta constantemente na mídia e nas redes sociais, mas que é incompatível com a própria condição humana, a qual implica perdas, dor e desilusões. Janine acrescentou que essas expectativas têm uma forte relação com o romantismo, que coloca o encontro de duas almas como o ápice da felicidade.</p>
<p>A esse ideal romântico, originalmente marcado pelo despojamento material, soma-se a influência do consumismo. Para Pachá, cada vez mais os parceiros veem o outro não como sujeito com individualidade e autonomia para fazer escolhas, mas como um bem de consumo. "No casal, um enxerga o outro como objeto de satisfação dos seus desejos, o que torna a separação mais difícil", avaliou.</p>
<p>Mas como o amor possível nem sempre é o amor idealizado, vem a frustração. E, com a frustração, a necessidade de ser reparado pelo sofrimento. "Espera-se que a justiça resolva o sentimento de desamparo em questões que envolvem o afeto, e isso não existe. Não há poder no mundo que restabeleça a dor de um amor", ponderou Pachá, ressaltando que, ao levarem os casos para o Judiciário, os indivíduos desejam não só ser justiçados, como também verbalizar a frustração e viver o luto do fim do amor. "Mas há limites para a atuação do Estado. Juiz não é terapeuta", observou.</p>
<p><strong>TERCEIRIZAÇÃO</strong></p>
<p>Como exemplo da tendência de terceirizar para o Estado a responsabilidade de resolver conflitos da esfera familiar, que envolvem a intimidade dos indivíduos, Pachá mencionou um acontecimento recente envolvendo pais e filhos da classe alta da cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>O impasse em questão teve início quando os alunos do ensino médio de um colégio da elite carioca organizaram uma festa de formatura, cuja principal atração era uma briga na espuma entre anões. Os pais, constrangidos, não concordavam com o show, mas acabaram pagando as despesas da festa, que custou em torno de R$ 1 milhão. Contudo, apelaram para a justiça a fim de barrar o evento, com o argumento de que menores de idade iriam consumir bebida alcoólica.</p>
<p>Segundo Pachá, trata-se de um entre muitos casos nos quais a sociedade delega para o Estado a responsabilidade de fazer escolhas íntimas e pessoais. A juíza afirmou que é comum os pais procurarem a Justiça para baixar portarias proibindo a entrada de menores em casas noturnas como forma de restringir o acesso dos filhos. "Essa fuga tem acontecido com frequência no direito da família. Diante da dificuldade de dizer não, de dialogar e encontrar uma solução, os pais terceirizam para a Justiça o papel de impor limites."</p>
<p>No entanto, advertiu, os mesmos indivíduos que recorrem à Justiça para solucionar problemas pessoais e expõem a intimidade familiar num processo repudiam a interferência do Estado em outras esferas da vida privada, como quando são chamados a soprar o bafômetro. "Querem a presença do Estado apenas quando lhes convém", destacou.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Mas transferir para a Justiça a autoridade para estabelecer regras e a responsabilidade por fazer escolhas não é exclusividade de pais que se esquivam do papel de educador. Conforme questão levantada pelo público e corroborada por Pachá, a política também vem passando por um processo de terceirização.</p>
<p>"Por que a justiça decide sobre casamento gay? Porque o Congresso não legislou sobre o tema. O judiciário está julgando questões que deveriam ter sido deliberadas pelo Legislativo e Executivo", explicou, acrescentando que vem daí a frustração representativa da sociedade. "Quem vem decidindo sobre matérias importantes para a sociedade não são os membros do Legislatigo, escolhidos por voto, mas o juiz, que não foi eleito pelo povo", arrematou.</p>
<p><strong>ABORDAGEM PSICANALÍTICA</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Janine chamou atenção para o conteúdo psicológico e psicanalítico presente tanto na fala quanto no livro de Pachá. De acordo com ele, a influência dessas linhas de pensamento fica evidente em dois aspectos principais: na postura de escuta da juíza, na medida em que procura entender o que está por trás dos conflitos; e no esforço de responsabilização, isto é, de mostrar aos envolvidos que eles são responsáveis por suas escolhas e que, por isso, não podem terceirizá-las.</p>
<p>"Assim como faz o psicanalista, a Andréa precisa frustrar e dizer: o que você espera de mim — a solução, a felicidade, o fim do desamparo — eu não posso dar. Você é responsável por suas escolhas", comparou o mediador, acrescentando que a juíza também assume o papel de lembrar que ninguém tem a obrigação de ser feliz e que a frustração e o sofrimento fazem parte da vida.</p>
<p>Segundo Pachá, essa influência vem de suas leituras e de sua própria experiência no divã, uma vez que se submete à psicanálise há muitos anos. "É preciso lembrar as partes de que o mais importante não é a felicidade, mas a maneira como enxergamos a banalidade de nossa condição humana. Nossa precariedade nos faz ainda melhores", frisou.</p>
<p>Além disso, destacou que, ao longo de sua carreira como juíza, teve a oportunidade de "assistir à exposição das vísceras da sociedade e observar as transformações sociais de um lugar privilegiado".</p>
<p>De acordo com ela, no direito da família os conflitos são continuados e se mantêm, a não ser que as pessoas assumam a responsabilidade e participem da solução. Por isso, a postura do juiz deve ser a de mediar acordos e insistir na busca de consensos. "Em 20 anos, julguei menos de 1% dos casos que passaram por mim. Quando houve julgamento, o impasse não acabou e o processo foi desdobrado em outros processos. Não há sentença de um juiz de família que resolva o conflito", concluiu.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Sandra Codo/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Novos Grupos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa O Futuro nos Interpela</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Justiça</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-05-07T21:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/protecao-de-dados-na-pandemia-de-covid-19">
    <title>Proteção de dados na pandemia de covid-19</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/protecao-de-dados-na-pandemia-de-covid-19</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento vai <span>abordar temas como ética de Estado e desafios para a democracia, tecnologias de rastreamento pessoal, bases para o tratamento de dados e perigos do compartilhamento de dados pessoais durante a pandemia de covid-19.</span></p>
<p><strong>Debatedores</strong></p>
<p><span></span>Rafael Lima Sakr (<span>Universidade de Edimburgo)<br /></span><span>Cristina Godoy Bernardo de Oliveira (<span>Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP)</span><br />Cíntia Rosa Pereira de Lima (<span>Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP)<br /></span>Evandro Eduardo Seron Ruiz (<span>Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP<span>)</span></span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-03T19:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/proliferacao-das-2018fake-news2019-e-seus-algoritmos-e-tema-de-evento-on-line">
    <title>Proliferação das ‘fake news’ e seus algoritmos é tema de evento on-line</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/proliferacao-das-2018fake-news2019-e-seus-algoritmos-e-tema-de-evento-on-line</link>
    <description>Iniciativa é do Grupo de Estudos TechLaw do IEA-RP em parceria com o C4AI USP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-5ad33ec4-7fff-dd82-3a34-99a74cf611f9"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Comoaproliferaodasfakenews800x530.png/@@images/091234f0-affd-44b6-94b8-7806a15f2678.png" alt="" class="image-left" title="" />O Grupo de Estudos Direito e Tecnologia (TechLaw) do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, em parceria com o Centro de Inteligência Artificial da USP (C4AI), promove no dia 21 de novembro, a partir das 19h, a conferência on-line “Como a proliferação das ‘fake news’ e seus algoritmos complexos nas redes sociais pode danificar a cultura democrática”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/X3JMNAnXw8jbCFAc9"><span>neste link</span></a><span>. A transmissão será pelo </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=blT6jv03DGM"><span>canal do C4AI no YouTube</span></a><span>. Haverá envio de certificado de participação a quem preencher o formulário enviado no chat durante o evento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A palestrante será a pós-doutoranda da Escola de Comunicação e Artes da USP Magaly Prado. Ela vai falar sobre sua pesquisa, que aborda a interferência dos algoritmos das fake news no ciberespaço e o estrago provocado na democracia. Nesse trabalho, ela buscou investigar como se identificam mentiras publicadas por meio de filtragens e discernir sobre as estratégias implementadas para engajar determinados públicos. Os procedimentos metodológicos incluíram, além de levantamento bibliográfico, a coleta e análise de entrevistas com especialistas; um questionário para lembrar como a sociedade memoriza as fake news; e a criação de um repositório de cerca de 700 postagens com material sobre as implicações das ações de algoritmos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Magaly Parreira do Prado é bolsista na Cátedra Oscar Sala, do IEA, e pós-doutoranda no departamento de Informação e Cultura da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. É doutora em Comunicação e Semiótica e mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, ambos pela PUC-SP. Tem experiência na área de Comunicação, Informação e Cultura, com ênfase em Jornalismo, Jornalismo na Internet (Multimídia, Produção e Edição Multiplataforma), Redes Sociais Digitais, Algoritmos, Inteligência Artificial, Desinformação e Rádio/ TV. Integra os grupos de estudos Jornalismo, Direito e Liberdade, da ECA/IEA-USP, e é vice-coordenadora do Sociotramas, do TIDD/PUC. É professora na pós-graduação da PUC e no MBA da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP).</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span><b>Sobre o grupo</b></span></p>
<p dir="ltr"><span>O Grupo de Estudo Direito e Tecnologia (Tech Law) tem como objetivo principal o estudo interdisciplinar de temas que envolvem áreas de Direito e da Ciência da Computação, bem como analisar as características e os desafios da sociedade informacional. Para saber mais, acesse a </span><a href="https://rp.iea.usp.br/conferencia-on-line-discute-definicao-de-perfis-por-inteligencia-artificial/"><span>página do grupo</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para saber mais sobre outros eventos realizados ou apoiados pelo Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, siga nossas redes sociais e inscreva-se em nosso </span><a href="https://t.me/iearp"><span>canal no Telegram</span></a><span> ou entre em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência da Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-11-10T13:58:39Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/programa-ano-sabatico-do-iea-tera-dois-projetos-em-ribeirao-preto">
    <title>Programa Ano Sabático do IEA terá dois projetos em Ribeirão Preto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/programa-ano-sabatico-do-iea-tera-dois-projetos-em-ribeirao-preto</link>
    <description>Docentes ligados à FDRP e à FFCLRP desenvolverão atividades no IEA-RP no primeiro semestre de 2020
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-e81e09b3-7fff-8f69-2d05-c97b72bd399d"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/DSCN5834_edit.JPG/@@images/e998d59f-803f-4cb8-b10c-a845c08b949e.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Dois professores do campus Ribeirão Preto da USP foram selecionados para participar do Programa Ano Sabático do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP. A docente da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) Cíntia Rosa Pereira de Lima e o docente da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) Evandro Eduardo Seron Ruiz vão desenvolver as atividades de seus projetos no primeiro semestre de 2020, no IEA Polo Ribeirão Preto.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O projeto de Cíntia trata dos desafios e perspectivas regulatórias de dados anônimos e públicos no Brasil. Já o de Evandro aborda os aspectos computacionais do tratamento de dados pessoais no âmbito da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O Programa Ano Sabático do IEA é um iniciativa inédita na USP e no meio universitário brasileiro. A proposta é fomentar um ambiente adequado à reflexão, na medida em que libera os docentes da USP de seus encargos didáticos e administrativos para que possam participar integralmente de pesquisas individuais e interdisciplinares, com duração de seis meses ou um ano.</span></p>
<p><span>Podem participar professores que tenham, no mínimo, sete anos de efetivo exercício em Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa (RDIDP). Cada participante deve realizar ao menos uma conferência pública por semestre de participação e produzir um artigo inédito e original ou outro produto, como um livro ou obra de arte, por exemplo. A iniciativa conta com o apoio da Pró-Reitoria de Pesquisa, que destina uma verba específica de auxílio para cada projeto aprovado. Mais informações sobre o programa: </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico"><span>http://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sabáticos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-07T20:18:31Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/principios-de-direitos-humanos-ainda-encontram-dificuldades-de-aplicacao-nas-empresas">
    <title>Princípios de direitos humanos ainda encontram dificuldades de aplicação nas empresas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/principios-de-direitos-humanos-ainda-encontram-dificuldades-de-aplicacao-nas-empresas</link>
    <description>No segundo programa da série do USP Analisa, especialistas abordam o tema sob óticas de empresas estatais, trabalho escravo, direito à alimentação e tragédias socioambientais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-50d21eb0-7fff-f6b5-6d74-9f72a3f2ed18"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome45.png/@@images/fc28c3d4-345f-45cb-a452-1d7909b545ea.png" alt="" class="image-left" title="" />Em 2011, a ONU estabeleceu os Princípios Orientadores sobre Direitos Humanos e Empresas. Mas, dez anos após sua criação, ainda há dificuldades em sua implementação pelas corporações. No segundo episódio da série especial sobre o tema produzida pelo USP Analisa, o professor da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP Eduardo Saad Diniz, as doutorandas da FDRP Victoria Vitti Laurentiz e Sofia Bertolini Martinelli, também respectivamente diretora do USP Business and Human Rights Working Group e coordenadora do USP Food Law, e o diretor da Colaboração Angola-Brasil para a Transformação da Criminologia e Direitos Humanos, João Victor Palermo vão falar desses princípios sob a ótica das empresas estatais, do trabalho escravo, da indústria alimentícia e de empresas envolvidas em tragédias socioambientais.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Empresas estatais, assim como as do setor privado, também deveriam aplicar os princípios e existem inclusive indicadores para mensurar essa aplicação. Porém, segundo Victória, nem sempre esses indicadores são ferramentas técnicas e politicamente neutras. “Existe um aprimoramento considerável a ser feito, com a finalidade de fortalecer o monitoramento dos custos de cada empresa. Agora, nós precisamos acompanhar esses indicadores, especialmente este ano, porque nós temos, dentro da agenda do cronograma do governo brasileiro, uma expectativa de desestatizações, citando aí especificamente a venda de ativos importantes, como a Eletrobrás e os Correios”, lembra ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O agravamento da crise sanitária e a redução de investimentos na fiscalização trouxeram um cenário propício para a exploração do trabalhador, incluindo casos de trabalho em condições análogas à de escravidão. “Dentro desse contexto da pandemia, nós observamos também um grande desmonte e inúmeras iniciativas de desarticulação das operações dos auditores fiscais do trabalho. Ainda assim, as parcerias com a Polícia Federal tornaram possíveis diversas operações de resgate de pessoas escravizadas. Então a gente pode perceber o quanto aumentou o número de pessoas sendo precarizadas no seu trabalho e também o aumento do número de vítimas da escravidão moderna”, diz João Victor.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Diferente do trabalho escravo, que possui um reconhecimento internacional de repúdio, o direito à alimentação ainda encontra resistência em sua aplicação, mesmo estando contemplado na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Sofia explica que, no Brasil, a Lei de Segurança Alimentar e Nutricional coloca o direito à alimentação muito além da ausência de fome, vinculando-o à qualidade nutricional e à adequação cultural e social.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Não é comum termos notícias de pessoas que pleiteiam judicialmente a garantia do direito à alimentação ou reclamam que seu direito alimentar foi violado, nem mesmo aqui no Brasil, onde nós somos, de uma certa forma, uma exceção em relação a esse tema, porque nós constitucionalizamos expressamente o direito à alimentação. Além disso, implementamos uma legislação infraconstitucional que concretiza muito bem, do ponto de vista jurídico, essas diferentes dimensões do direito à alimentação. Mas nós seguimos ainda com uma certa dificuldade em garantir esse direito, a despeito do arcabouço jurídico em tese preparado para isso”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Já em relação às tragédias socioambientais, como as ocorridas em Brumadinho e Mariana, em Minas Gerais, Eduardo destaca que, apesar das certificações de atuação sustentável das empresas, não existe proteção de fato. “Além disso, todo o processo de remediar é bastante comprometido pelas vias judiciais, o próprio judiciário tem sido utilizado para neutralizar o conflito. Não existe uma delimitação própria do dano, o dano tem múltiplos processos de vitimização. Se eu não delimitei o dano, eu vou reparar o quê? Se eu não delimitei o dano, que tipo de imaginação restaurativa eu vou desenvolver?”, questiona ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O segundo episódio da série vai ao ar nesta quarta (11), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (15), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de áudio </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Escravidão</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-08-11T20:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/preocupacao-com-ia-nas-eleicoes-e-necessaria-mas-tecnologia-tambem-beneficia-eleitor">
    <title>Preocupação com IA nas eleições é necessária, mas tecnologia também beneficia eleitor</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/preocupacao-com-ia-nas-eleicoes-e-necessaria-mas-tecnologia-tambem-beneficia-eleitor</link>
    <description>No USP Analisa, pesquisadores do Grupo de Estudos TechLaw, do IEA-RP, discutem regulação da inteligência artificial e as possibilidades de uso positivas e negativas no pleito deste ano</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-730e4515-7fff-9141-9586-872bdf1ed8fe"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy2_of_Designsemnome20240503T170131.353.png/@@images/b4c79d14-be60-41c4-a473-6f37a4788aee.png" alt="" class="image-left" title="" /></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Em 2024, mais de 2 bilhões de pessoas em 60 países vão votar em eleições gerais ou municipais - incluindo o Brasil. Será a primeira vez em que as campanhas terão à disposição ferramentas de inteligência artificial que ajudam a baratear a produção de conteúdo mas, ao mesmo tempo, também podem ser usadas para gerar informações falsas. Mas a preocupação com o uso da tecnologia nas campanhas não é nova. Os professores Cíntia Rosa Pereira de Lima, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, e Evandro Eduardo Seron Ruiz, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, e que também integram o Grupo de Estudo “Direito e Tecnologia” (Tech Law) do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, conversaram com o USP Analisa desta sexta sobre esse assunto.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>O tema começou a ser discutido com mais intensidade após o escândalo da Cambridge Analytica, no início de 2018, quando um aplicativo criado por um pesquisador da Universidade de Cambridge e intitulado “This is your digital life” conseguiu mapear as predileções de personalidade de usuários do Facebook, informações que foram utilizadas posteriormente para distribuição de conteúdo durante eleições em várias localidades.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>“Muitos aplicativos hoje são disponibilizados nas redes sociais e, às vezes, de uma forma ingênua, eles se oferecem para envelhecer fotos ou disponibilizam testes aparentemente inofensivos. O “This is your digital life” pedia um consentimento nos seus termos - e os usuários não leem esses termos porque realmente são muito longos, cansativos - e lá constava que, ao fazerem login no aplicativo com a conta do Facebook, as pessoas consentiam que o criador da aplicação tivesse acesso aos seus contatos na rede social. Isso então escalou uma forma de coleta de dados pessoais que, de inicialmente uns 270 mil usuários, passou a representar 87 milhões de perfis que foram vasculhados pela aplicação”, explica Cíntia.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Atualmente, com a popularização de ferramentas de inteligência artificial, a preocupação vai além da coleta de dados e passa pela própria produção de conteúdo, já que algumas aplicações permitem produzir vídeos e áudios realistas utilizando o rosto e a voz das pessoas. Mesmo assim, Evandro destaca que tecnologias como essas ferramentas de edição e o Chat GPT podem ser usadas de forma positiva nas campanhas.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>“Acho que há muitas maneiras do eleitor se beneficiar e ganhar informação, ganhar conhecimento sobre a plataforma do candidato, do partido. O candidato também pode, por exemplo, buscar auxílio no Chat GPT para a geração de um discurso, eventualmente resumir aquele discurso para fazer um vídeo curto para divulgar no YouTube, no Instagram. Enfim, implica até uma redução de custo com assessores, com redatores. Acredito que, no global, a gente sai com uma democracia mais fortalecida, com mecanismos desse tipo, acho que é uma grande vantagem que a computação está trazendo para nós, cidadãos”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Além dos professores Cíntia e Evandro, o podcast USP Analisa conversa com outra integrante do Grupo de Estudos TechLaw, a professora da FDRP Cristina Godoy Bernardo de Oliveira. O conteúdo pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-03T19:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/praticas-de-pesquisa-em-direito-e-politicas-publicas-direito-urbanistico">
    <title>Práticas de Pesquisa em Direito e Políticas Públicas: Direito Urbanístico</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/praticas-de-pesquisa-em-direito-e-politicas-publicas-direito-urbanistico</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Terceiro encontro do ciclo <span style="text-align: start; float: none; ">Práticas de Pesquisa em Direito e Políticas Públicas.</span></p>
<p><b><span style="text-align: start; float: none; ">Expositores</span></b></p>
<p><span style="text-align: start; float: none; "><span style="text-align: start; float: none; ">Frederico Haddad (Mestre FD-USP)</span><br style="text-align: start; " /><span style="text-align: start; float: none; ">Função Social das Vias Urbanas</span><br style="text-align: start; " /><br style="text-align: start; " /><span style="text-align: start; float: none; ">Marcelo Chilvarquer (Mestre FD-USP)</span><br style="text-align: start; " /><span style="text-align: start; float: none; ">A Implantação do Programa Minha Casa Minha Vida</span> - F<span style="text-align: start; float: none; ">aixa 1 no Município de São Paulo</span><br style="text-align: start; " /><br style="text-align: start; " /><span style="text-align: start; float: none; ">Rafael Taranto Malheiros (Mestre Mackenzie)</span><br style="text-align: start; " /><span style="text-align: start; float: none; ">O Procedimento Administrativo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social Como Garantia do Direito a Moradia</span><br style="text-align: start; " /><br style="text-align: start; " /><b><span style="text-align: start; float: none; ">Análises e comentários</span></b></span></p>
<p><span style="text-align: start; float: none; "><b><span style="text-align: start; float: none; "></span></b><span style="text-align: start; float: none; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-fernando-massonetto" class="external-link">Luis Fernando Massonetto</a> (FD e IEA - USP)</span></span></p>
<p><span style="text-align: start; float: none; "><span style="text-align: start; float: none; "></span><span style="text-align: start; float: none; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luciana-royer" class="external-link">Luciana Royer</a> (FAU e IEA - USP)</span></span></p>
<p><span style="text-align: start; float: none; "><span style="text-align: start; float: none; "></span><span style="text-align: start; float: none; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joao-whitaker" class="external-link">João Whitaker</a> (FAU e IEA - USP)</span></span></p>
<p><span style="text-align: start; float: none; "><span style="text-align: start; float: none; "></span><span style="text-align: start; float: none; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-vasconcellos" class="external-link">Eduardo Vasconcellos</a> (ANTP)</span></span></p>
<p><b><span style="text-align: start; float: none; "><span style="text-align: start; float: none; ">Moderação</span></span></b></p>
<p><span style="text-align: start; float: none; "><span style="text-align: start; float: none; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-paula-dallari-bucci" class="external-link">Maria Paula Dallari Bucci</a> (FD e IEA - USP)<b><br /></b></span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>NAP Escola da Metrópole</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-26T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pratica-e-fiscalizacao-da-protecao-de-dados-ainda-trazem-duvidas">
    <title>Prática e fiscalização da proteção de dados ainda trazem dúvidas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pratica-e-fiscalizacao-da-protecao-de-dados-ainda-trazem-duvidas</link>
    <description>Nova lei que estabelece regras para o tratamento de informações do cidadão é tema do USP Analisa desta semana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-185a237b-7fff-4dfd-3e29-21d048394f6c"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/security1202344_1280.png/@@images/90142ccc-5a71-404d-af23-e3ef7190539d.png" alt="" class="image-left" title="" />Embora vá entrar em vigor em agosto deste ano, a Lei Geral de Proteção de Dados ainda deixa algumas empresas em dúvida de como deverão tratar as informações dos clientes. A implementação de um órgão fiscalizador dessas práticas também suscita discussões no atual governo. Para discutir esses temas, o USP Analisa exibe nesta semana a segunda parte da entrevista com a professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP Cíntia Rosa Pereira de Lima e com o professor do Departamento de Computação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP Evandro Eduardo Seron Ruiz.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Sobre a fiscalização dos procedimentos, Cíntia lembra que a questão foi um dos pontos mais debatidos durante a análise do projeto de lei por deputados e senadores, principalmente por envolver a criação de mais um órgão em um contexto de crise financeira e política. “Sem um órgão independente, o </span><span>enforcement</span><span> da lei fica totalmente comprometido. Ou seja, a efetividade da lei fica completamente comprometida. E eu aqui cito um exemplo: se alguma empresa violar o Marco Civil da Internet, essa empresa pode ser multada em até 10% de seu faturamento. A Lei Geral de Proteção de Dados fala em multa de 2%, uma multa muito menor. E eu nunca vi uma aplicação dessa multa de 10% com base no Marco Civil da Internet justamente porque não tem um órgão fiscalizador que possa constatar essas práticas abusivas”, afirma ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Evandro, o projeto que ele e Cíntia estão desenvolvendo no Programa Ano Sabático do Instituto de Estudos Avançados pretende justamente colaborar com a aplicação da lei. “A lei, no artigo 50, estabelece a possibilidade das empresas adotarem boas práticas por meios próprios de conduta ou por meio de associações. Portanto, vamos oferecer um modelo dessa boa prática, para que o conhecimento produzido aqui na USP possa atingir a sociedade. Também esperamos realizar um workshop sobre o tema, concluindo nossa pesquisa, e já temos publicado alguns trabalhos em conjunto, entre eles o livro ‘Comentários à Lei Geral de Proteção de Dados’, pela Editora Almedina”, diz o professor.</span></p>
<p><span>O programa vai ao ar nesta quarta (11), às 18h05, com reapresentação no domingo (15), às 11h30, e também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/3xuFerZEzUBiPWlUQXNarx?si=S_bMsOV4TUO54SLglByYNA"><span>Spotify</span></a><span>. O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-03-11T13:30:08Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/possibilidades-e-desafios-de-estudo-em-criminologia">
    <title>Possibilidades e Desafios de Estudo em Criminologia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/possibilidades-e-desafios-de-estudo-em-criminologia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-93e1f803-7fff-c2be-6f09-f4729ee931d7">
<p dir="ltr"><span>O Grupo de Estudos Interdisciplinar de Criminologia (Geicrim) da USP e o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP promovem nos dias 9 e 10 de fevereiro, a partir das 9h, o evento on-line “Possibilidades e Desafios de Estudo em Criminologia”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento será composto por mesas redondas com docentes do Grupo que realizaram mobilidade para imersão acadêmica em universidades europeias parceiras do </span><a href="http://criminologia.successproject.eu/?lang=pt-pt"><span>Projeto SuCCESS – Fortalecendo o Ensino de Criminologia</span></a><span>, iniciativa desenvolvida desde 2020 por instituições de ensino da Europa e América do Sul com a coordenação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP.  Eles vão abordar os temas de suas imersões e também discutir possibilidades de ensino e pesquisa em Criminologia, enquanto disciplina científica multidisciplinar.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os palestrantes serão os professores Luiz Scorzafave, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP; Lucilene Cardoso, da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, Eduardo Saad-Diniz, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP; Sonia Pasian, Márcia Mesquita da Veiga, Marina Bazon e Bruno de Martinis, da FFCLRP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Entre os assuntos debatidos nas mesas-redondas estão descriminalização de drogas ilícitas em Portugal, controle social da prostituição, ferramentas tecnológicas em prognóstico e prevenção de crimes, socialização legal de adolescentes, toxicologia forense e entrevista forense na prevenção de revitimização. Esses temas remetem a tópicos do Programa do Curso de Especialização em Criminologia, elaborado pelo Geicrim no escopo do Projeto SuCCESS, que deverá ser implementado ainda em 2023.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Também participam da organização do evento o Projeto SuCCESS e o Programa de Pós-Graduação em Psicologia da FFCLRP-USP.</span></p>
</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-01-30T19:27:57Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




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