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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/mulheres-engenharia-paz">
    <title>Mulheres &amp; Engenharia para a Paz - Homenagem ao Dia Internacional da Mulher</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/mulheres-engenharia-paz</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O encontro, uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher, é um retrato do cotidiano de mulheres em posição de liderança.</p>
<p>Traz à luz os desafios contemporâneos, motivando atuais e futuras gerações de mulheres de todas as idades, classes sociais e origem, rumo ao equilíbrio de gênero na sociedade brasileira e mundial. O evento contará com a presença de líderanças femininas e abordará o tema <i>Mulheres e Engenharia para Paz</i>.</p>
<p>Engenharia para Paz, ou <i>Peace Engineering</i>, é um campo transdisciplinar emergente na educação e pesquisa, enfatizando o papel significativo da inovação e tecnologia na prevenção e resolução de conflitos – consolidando pontes entre ciência, cultura e paz – em direção a um futuro sustentável para a humanidade e meio-ambiente.</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-03-04T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2022/inteligencia-artificial-centrada-no-ser-humano-garantindo-o-controle-humano-enquanto-avanca-a-automacao">
    <title>Inteligência Artificial Centrada no Ser Humano: Garantindo o Controle Humano enquanto Avança a Automação - 26/08/2022 </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2022/inteligencia-artificial-centrada-no-ser-humano-garantindo-o-controle-humano-enquanto-avanca-a-automacao</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-08-30T20:16:08Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-defesa-de-ben-shneiderman-de-uma-inteligencia-artificial-centrada-no-ser-humano">
    <title>Ben Shneiderman enfatiza importância da inteligência artificial centrada no ser humano</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-defesa-de-ben-shneiderman-de-uma-inteligencia-artificial-centrada-no-ser-humano</link>
    <description>O cientista da computação Ben Shneiderman, da Universidade de Maryland, EUA, apresentou as principais ideias de seu novo livro, "Human-Centered AI", em evento organizado pela Cátedra Oscar Sala no dia 26 de agosto.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-human-centered-ai/image" alt="Capa do livro &quot;Human-Centered AI&quot;" title="Capa do livro &quot;Human-Centered AI&quot;" height="452" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">Novo livro de Ben Shneiderman, tema de sua conferência</dd>
</dl>A partir de uma síntese de tecnologias de inteligência artificial (IA) com a interação humano-computador, de forma a produzir uma AI centrada no ser humano, profissionais como pesquisadores, desenvolvedores, líderes de negócios e formuladores de políticas estão expandindo as funcionalidades da IA em benefício das pessoas.</p>
<p>Um dos líderes na pesquisa e na formulação de conceitos nessa área é o cientista da computação <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/ben-shneiderman">Ben Shneiderman</a>, professor emérito do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Maryland, EUA, e autor do livro "<a href="https://hcil.umd.edu/human-centered-ai/" target="_blank">Human-Centered AI</a>", lançado em fevereiro pela Oxford University Press.</p>
<p>As ideias presentes no livro foram o tema de conferência online que Shneiderman fez no dia 26 de agosto, no programação do projeto do cientista da computação <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/virgilio-almeida">Virgílio Almeida</a><span> como titular da </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-oscar-sala/catedra-oscar-sala">Cátedra Oscar Sala</a><span>, parceria do IEA com o </span><a href="https://www.nic.br/" target="_blank">Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br)</a> no âmbito de convênio entre a USP e <a href="https://www.cgi.br/" target="_blank">Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br)</a>.</p>
<p><span>Shneiderman tem uma longa trajetória no desenvolvimento de tecnologias digitais. Entre suas contribuições de uso amplamente difundido estão os links clicáveis luminosos, teclados touchscreen de alta definição para celulares e a atribuição de tags a fotografias. Suas inovações de visualização de informações incluem controles deslizantes de consulta dinâmica para o Spotfire, desenvolvimento de mapas de árvore para visualização de dados hierárquicos, novas visualizações de rede para NodeXL e análise de sequência de eventos para registros eletrônicos de dados sobre saúde.</span></p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ben-shneiderman-2016/image" alt="Ben Shneiderman - 2016" title="Ben Shneiderman - 2016" height="398" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">O cientista da computação Ben Shneiderman</dd>
</dl></p>
<p><span>Ele iniciou sua exposição destacando o trabalho desenvolvido há 40 anos pelo </span><a class="external-link" href="https://hcil.umd.edu/">Laboratório de Interação Humano-Computador</a><span> da Universidade de Maryland, EUA, fundado por ele e do qual foi diretor. Essa atuação do laboratório é fruto da colaboração com diversos departamentos da universidade e está documentada em centenas de vídeos e relatórios técnicos, disse.</span></p>
<p>A inteligência artificial centrada no ser humano sempre foi uma das bandeiras do laboratório, segundo Shneiderman. Mas a visão predominante antes era de que os desenvolvedores deveriam escolher um ponto entre o polo do controle humano e o da automação, de acordo com as necessidades. "Achávamos que esse era o caminho certo, mas há alguns anos começamos a pensar de forma diferente e assegurar o controle humano enquanto aprimoramos a automação".</p>
<p><span>Como exemplo de como o excesso de automação pode ser prejudicial, Shneiderman comentou o fato de um modelo de avião ter sido criado com automação extrema da pressão interna, sem que isso fosse informado aos pilotos: "Foi preciso alterar o sistema, para que os pilotos tivessem o controle da regulagem da pressão".</span></p>
<p><span>É preciso obter um equilíbrio confiável, disse. Lembrou que há coisas de uso comum com um grau de automação considerável, mas nas quais o ser humano precisa estar no controle da ação em vários aspectos, como o elevador e as máquinas fotográficas digitais.</span></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><b>Vídeos da conferência de Ben Shneiderman</b></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2022/inteligencia-artificial-centrada-no-ser-humano-garantindo-o-controle-humano-enquanto-avanca-a-automacao" class="external-link">Português</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2022/human-centered-artificial-intelligence-ensuring-human-control-while-increasing-automation" class="external-link">Inglês</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Há ainda os aspectos jurídicos e morais. Em sua opinião, achar que os computadores serão como pessoas é uma ilusão e essa concepção poderá fazer com que as pessoas percam a possibilidade de usar os recursos computacionais: "Os seres humanos têm a criatividade, a paixão, a empatia, a intuição. Temos que valorizar tudo isso e possibilitar o suporte do computador às capacidades humanas".</span></p>
<p><span>Para ele, é fruto de uma mentalidade antiga pensar em computadores inteligentes, com habilidades cognitivas, capazes de pensar e interagir como os humanos, possuindo inclusive inteligência emocional. "Essas ideias não apresentaram benefícios para os robôs comerciais, que são superferramentas para melhorar o desempenho humano. Funcionam como um centro de controle a serviço dos seres humanos."</span></p>
<p><span>A estrutura de governança no desenvolvimento da IA deve operar em quatro níveis, disse: a análise de aspectos práticos pela equipe de engenharia de software; o estabelecimento de uma cultura de segurança e liderança entre os funcionários; certificação confiável, com supervisão independente; e regulamentação pelo governo. </span></p>
<p><span>Shneiderman informou que seu livro traz diversas recomendações para atenção a valores e direitos humanos, justiça social, dignidade e outros fatores relacionados com as aspirações do ser humano. Mas é preciso dar "atenção também aos interesses de acionistas, pesquisadores, desenvolvedores, tomadores de decisão, reguladores e usuários".</span></p>
<p><span>Além disso, é importante reduzir os riscos de ações maliciosas, capazes de resultar em atos terroristas, crimes cibernéticos e atividades similares. "É preciso entender que o software pode falhar e induzir a distorções racistas e discriminações de gênero, religiosas e sociais. Precisamos ser humildes, admitir esses riscos e tentar fazer o melhor para evitá-los", advertiu.</span></p>
<p><span>No caso da vieses emergentes em sistemas, tema de uma das perguntas que lhe foram feitas, afirmou que o importante para lidar com isso é trabalhar com profissionais de várias áreas: "Acadêmicos são muito inteligentes, mas nem sempre escolhem os melhores problemas. Além da interdisciplinaridade, convém atentar para a intersetorialidade".</span></p>
<p><span>Perguntado sobre a possibilidade de a IA beneficiar pessoas (crianças e adultos) com limitações graves, Shneiderman disse que a IA traz e pode trazer muitos benefícios para as pessoas com necessidades especiais. "Cabe a nós pressionarmos as empresas a se preocuparem com a acessibilidade."</span></p>
<p>Encerrando o seminário, o diretor do IEA, Guilherme Ary Plonski, comentou aspectos do novo livro de Shneiderman e destacou a ênfase da obra na necessidade de estabelecimento de um novo arcabouço conceitual, "uma visão livre e nova para gerar a mudança".</p>
<p>"Aprendi na prática da engenharia industrial que para obter resultados no downstream é preciso pensar nisso no upstream. Não fazer as coisas sem pensar nas consequências", afirmou.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Mike Morgan/Universidade de Maryland</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Oscar Sala</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-08-30T17:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-da-iea-participam-de-publicacao-especial-sobre-bioeconomia-na-amazonia">
    <title>Pesquisadores do IEA participam de publicação especial sobre bioeconomia na Amazônia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-da-iea-participam-de-publicacao-especial-sobre-bioeconomia-na-amazonia</link>
    <description>Documento foi coordenado pelo pesquisador colaborador do IEA, Carlos Nobre, e teve colaboração do diretor do IEA, Guilherme Ary Plonski</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f0369cb1-7fff-49bf-3e21-e47e383a0144"> </span></p>
<p dir="ltr">O Instituto de Engenharia lançou no dia 23 de março o caderno especial “Amazônia e Bioeconomia”, elaborado para estimular e contribuir com a discussão das oportunidades e desafios brasileiros na bioeconomia. A produção do documento foi coordenada pelo cientista ambiental Carlos Nobre, pesquisador colaborador do IEA, e pelo professor da Fundação Vanzolini, George Paulus. O diretor do IEA Guilherme Ary Plonski e o reitor da USP Vahan Agopyan também colaboraram com o especial. A publicação está disponível no <a class="external-link" href="https://www.institutodeengenharia.org.br/site/amazonia-e-bioeconomia/">site da entidade</a> para download gratuito.</p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-amazonia-e-a-bioeconomia" alt="Capa do livro Amazônia e a Bioeconomia" class="image-left" title="Capa do livro Amazônia e a Bioeconomia" />A bioeconomia se baseia na utilização de conhecimentos e recursos da biologia, engenharia e manufatura, propondo uma economia industrial que depende da saúde das florestas e dos rios. O Instituto de Engenharia promove estudos, discussões de políticas públicas e incentiva o aprimoramento do conhecimento desde 1911. Desde então constrói uma rede de profissionais atuantes na valorização da engenharia e nos avanços científicos e tecnológicos do Brasil.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para Nobre, a publicação é simbólica: “O caderno traz a urgente e disruptiva necessidade de capacitar grandes números da engenharia brasileira para manter a floresta em pé e desenvolver suas potencialidades", disse no evento de lançamento. “Espero que esse material faça novos engenheiros se apaixonarem pela Amazônia, como eu sou apaixonado", completou o pesquisador.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Apresentando a rica diversidade da floresta, infraestrutura existente, condições sociais da população, polos de pesquisa e dados que comprovam a rentabilidade dos produtos nativos da Amazônia Legal, o documento defende a necessidade do Brasil criar uma forma de desenvolvimento econômico na região que permita o país se apropriar da rica biodiversidade amazônica mantendo a floresta em pé.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O caderno também traz ações que podem acelerar a transição para a bioeconomia. Propõe, por exemplo, a articulação dos setores público e privado para o fortalecimento dos investimentos em pesquisa, ensino, ciência e inovação para desenvolver cadeias produtivas sustentáveis e rentáveis ao país e à população local, gerando também o desenvolvimento econômico para os povos da Amazônia. “O Brasil tem condições científicas e tradições de engenharia que podem nos transformar em uma potência exportadora desse modelo de bioeconomia de floresta em pé para todo o trópico”, afirmou Nobre.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O Instituto de Engenharia vai continuar trabalhando o tema do desenvolvimento da Amazônia, realizando uma série de webinars neste ano  para aprofundar os assuntos destacados no especial.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Letícia Martins Tanaka</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento Econômico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Bioeconomia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-03-24T14:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/crise-cursos-engenharia">
    <title>Roberto Lobo analisa a crise nos cursos de engenharia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/crise-cursos-engenharia</link>
    <description>Atendendo às medidas de prevenção à disseminação do coronavírus (Covid-19), este evento foi ADIADO, com nova data a ser definida.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:550px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/alunos-da-escola-politecnica-da-usp/image" alt="Alunos da Escola Politécnica da USP" title="Alunos da Escola Politécnica da USP" height="316" width="550" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:550px;">Para Roberto Lobo, as instituições de ensino terão de se organizar para acompanhar as oscilações na demanda de formação de engenheiros</dd>
</dl></p>
<p><i><b>ATENÇÃO: </b>Atendendo às medidas de prevenção à disseminação do coronavírus (Covid-19), este evento foi ADIADO, com nova data a ser definida.</i></p>
<p> </p>
<p>O final da segunda década do século apresenta uma crise sem precedentes na formação de engenheiros no Brasil, segundo o professor sênior do IEA <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roberto-leal-lobo-e-silva-filho" class="external-link">Roberto Lobo</a> , ex-reitor da USP e presidente do Instituto Lobo. Para apresentar e discutir essa situação, em busca de respostas sobre o que deve ser feito para revertê-la, Lobo e o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-roberto-cardoso" class="external-link">José Roberto Cardoso</a>, ex-diretor da Escola Politécnica (EP) da USP, programaram o encontro <i>Questões Centrais da Crise nos Cursos de Engenharia</i>, que ocorrerá no dia <strong>27 de abril, às 14h</strong>.</p>
<p>O expositor será o próprio Lobo, cujo projeto no IEA trata de inovação, interdisciplinaridade, educação superior e formação em engenharia no Brasil, incluindo a redação final do livro "Engenheiros para Quê? Formação e Profissão dos Engenheiros no Brasil”, que está produzindo com colaboradores. Os debatedores serão Marcelo Nitz, pró-reitor acadêmico do Instituto Mauá de Tecnologia, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/simon-schwartzman" class="external-link">Simon Schwatzman</a>, diretor para o Brasil do American Institutes for Research (AIRBrasil). A moderação estará a cargo de Cardoso.</p>
<p>O evento é gratuito e aberto a todos os interessados, mediante <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdwVsBkPMOJcM3Z6gsJdsy-Czuc7Y6DQqflBPkLoKnHanxNPg/viewform">inscrição prévia online</a>. Quem não puder comparecer terá a oportunidade de assistir à <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> pela internet (sem necessidade de inscrição).</p>
<p><strong>Expectativa frustrada</strong></p>
<p>O lançamento do <a class="external-link" href="http://pac.gov.br/">Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)</a> em janeiro de 2007 gerou grande avanço da profissão de engenheiro devido à expectativa de elevados investimentos em infraestrutura - US$ 250 bilhões do governo federal  –, que exigiriam a formação de 250 mil desses profissionais nos quatro anos seguintes, "muito acima da capacidade de formação das escolas do país", diz Lobo.</p>
<p>Para ampliar a formação de engenheiros, foram criados vários incentivos, desde o programa Pró-Engenharia da Capes até as políticas de incentivo do Fies (para o ensino privado) e do Reuni (para o ensino público), comenta o ex-reitor. "Esses estímulos resultaram em aumento de 50% na oferta de cursos de engenharia, nem sempre obedecendo aos padrões de qualidade desejáveis. Até então, a procura por cursos de engenharia no Brasil era inferior ao que se observava, por exemplo, nos países membros da OCDE e na China."</p>
<p>No entanto, por uma série de razões políticas e econômicas, a previsão surgida em razão do PAC não se concretizou, afirma Lobo. "Ao contrário, aumentou o desemprego na profissão, o que afastou muitos jovens da carreira. A demanda dos estudantes pelos cursos de engenharia é uma das que mais segue as variações do PIB nacional."</p>
<p>A nova década começa com notícias de fechamento de escolas de engenharia. O fechamento de cursos causa impacto e pode ser medido, de acordo com Lobo, mas o fechamento "silencioso", traduzido pela redução na oferta de vagas ou por vagas ociosas, "não é devidamente analisado ou até mesmo conhecido, apesar de ser elevado". Além disso, há outros fatores que afetam a formação de engenheiros, como os altos índices de evasão dos cursos, acrescenta.</p>
<p>Para ele, há carência de dados e análises sistemáticas para embasar políticas educacionais de ensino superior e avaliar a repercussão destas políticas. Para colaborar na superação dessas dificuldades, o evento buscará respostas para cinco questões:</p>
<ul>
<li>Quais são os dados mais importantes para a gestão e tomada de decisões sobre a engenharia no país?</li>
<li> O que nos mostram os países líderes?</li>
<li>Que medidas podem e devem ser tomadas para reverter este quadro negativo?</li>
<li>Como as instituições de ensino superior poderão se organizar para acompanhar as oscilações da demanda na formação de engenheiros e atrair mais estudantes?</li>
<li>Deve existir uma política de incentivos para diminuir as nefastas consequências das flutuações da demanda em áreas importantes para o desenvolvimento do país, como a engenharia?</li>
</ul>
<div id="parent-fieldname-text-98003deb0e5e44c4aab52fcf3ed70439">
<p><i><i> </i></i></p>
<hr />
</div>
<div id="parent-fieldname-text-98003deb0e5e44c4aab52fcf3ed70439"><i><i><strong>Questões Centrais da Crise nos Cursos de Engenharia</strong></i></i><i><br /></i><i>27 de março, 14h<br /></i><i>Local: Auditório IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, mediante </i><i><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdwVsBkPMOJcM3Z6gsJdsy-Czuc7Y6DQqflBPkLoKnHanxNPg/viewform">inscrição prévia online</a><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSccwkk4jmano-icDn1hEghiPotyFNvHJurS_J551sVZVhHZtQ/viewform" target="_blank"><br /></a></i><i>Haverá <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> pela internet (sem necessidade de inscrição para assistir)<br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/crise-nos-cursos-de-engenharia" class="external-link">Página do evento</a></i></div>
<div style="text-align: right; "><i><span class="discreet">Foto: Cecília Bastos/SCS-USP</span></i></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Infraestrutura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-03-09T15:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/crise-nos-cursos-de-engenharia">
    <title>Questões Centrais da Crise nos Cursos de Engenharia </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/crise-nos-cursos-de-engenharia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Webinar</strong></p>
<p>O final da segunda década do século XXI foi marcado por crise sem precedentes na formação de engenheiros em nosso país.</p>
<p>O lançamento do <a class="external-link" href="http://pac.gov.br/">PAC</a> em janeiro de 2007 promoveu grande avanço da profissão devido à expectativa de elevados investimentos em infraestrutura - da ordem de 250 bilhões de dólares do governo central – que exigiria, nos quatro anos seguintes, 250 mil engenheiros, muito acima da capacidade de formação de nossas escolas.</p>
<p>Em consequência, foram criados vários incentivos à formação de mais engenheiros, desde o programa <a class="external-link" href="https://www.capes.gov.br/bolsas/programas-estrategicos/programas-estrategicos-encerrados/pro-engenharias">Pró-Engenharia da CAPES</a> até as políticas de incentivos do <a class="external-link" href="http://fies.mec.gov.br/">FIES</a> (para o setor privado) e do <a class="external-link" href="http://reuni.mec.gov.br/">REUNI</a> para o setor público, que resultaram em um aumento de 50% na oferta de cursos de Engenharia no Brasil, nem sempre obedecendo aos padrões de qualidade desejáveis. Até então, a procura pela Engenharia no Brasil era inferior ao que se observava na <a class="external-link" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Organiza%C3%A7%C3%A3o_para_a_Coopera%C3%A7%C3%A3o_e_Desenvolvimento_Econ%C3%B4mico">OCDE</a> e na China, por exemplo.</p>
<p>No entanto, por uma série de razões políticas e econômicas, a previsão anunciada em razão do PAC não ocorreu, ao contrário, aumentou o desemprego na profissão afastando muitos jovens dessa carreira. A demanda dos estudantes para as Engenharias é uma das que mais segue as variações do PIB nacional.</p>
<p>Assim, a nova década começa com notícias de fechamento de escolas de Engenharia. O fechamento é fato que causa impacto e pode ser medido, no entanto, o fechamento “silencioso”, ou seja, aquele traduzido pela redução na oferta de matrículas ou por vagas ociosas não é devidamente analisado, ou até mesmo conhecido e, sem dúvida, é elevado, sem mencionar outros fatores como os altos índices de evasão que ocorrem nas Engenharias. Há uma carência de dados e análises sistemáticas destes dados para embasar políticas educacionais de ensino superior e avaliar a repercussão destas políticas.</p>
<p>Este evento tem como finalidade apresentar e discutir o tema buscando responder a essas questões:</p>
<p>Quais são, afinal, os dados mais importantes para a gestão e tomada de decisões sobre a Engenharia no país? O que nos mostram os países líderes? Que medidas podem e devem ser tomadas para reverter este quadro negativo? Como poderão se organizar as IES para acompanhar as oscilações da demanda na formação de engenheiros e atrair mais estudantes? Deve existir uma política de incentivos para diminuir as nefastas consequências das flutuações da demanda em áreas importantes para o desenvolvimento do país, como a Engenharia?</p>
<p><strong>Organizadores Acadêmicos: </strong>José Roberto Cardoso, Ex-diretor da Escola Politécnica da USP e Roberto Lobo, ex-reitor da USP e da UMC.</p>
<p><strong>Expositor:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roberto-leal-lobo-e-silva-filho" class="external-link">Roberto Lobo</a>, Instituto Lobo e IEA USP</p>
<p><strong>Debatedores:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcello-nitz" class="external-link">Marcello Nitz</a>, <span>Pró-Reitor Acadêmico do Instituto Mauá de Tecnologia</span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/simon-schwartzman" class="external-link">Simon Schwartzman</a>, Instituto de Estudos de Política Econômica (Casa das Garças) e membro da Academia Brasileira de Ciências.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-roberto-cardoso" class="external-link">José Roberto Cardoso</a>, EP USP</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p><strong><strong>Acompanhe o evento on-line em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></strong></strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Econômica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-03-06T12:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/evasao-no-ensino-de-engenharia-e-a-necessidade-de-formar-mais-e-melhores-engenheiros">
    <title>Evasão no Ensino de Engenharia e a Necessidade de Formar Mais e Melhores Engenheiros</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/evasao-no-ensino-de-engenharia-e-a-necessidade-de-formar-mais-e-melhores-engenheiros</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link"><strong>Mario Salerno</strong> </a>(OIC e Poli)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Janaina Abreu Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-02-03T12:26:47Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/consciencia-em-debate-">
    <title>Consciência em Debate - Diálogos entre as Neurociências, Engenharias e Filosofia da Mente</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/consciencia-em-debate-</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A consciência vem desafiando cientistas de várias disciplinas, principalmente aquelas que se propõem a compreender o cérebro humano. Isso porque ainda não se tem certeza nem de onde se localiza, qual é sua origem ou como funciona a consciência.</p>
<p>Parece, no entanto, ser consenso que o cérebro está envolvido neste processo, por isso esta é uma questão fundamental para a compreensão dos processos cerebrais e suas implementações em sistemas artificiais. O que torna a análise desse conceito um lugar de encontro de diversas disciplinas.</p>
<p>Neste debate o conceito de Consciência será discutido a partir de três áreas principais: a Bioengenharia e Neurobiologia, a Filosofia da Mente e a Engenharia da Computação. O objetivo é encontrar os pontos de convergência e divergência destes conceitos elaborados a partir das três áreas citadas (possibilitando um diálogo entre elas), apresentar uma breve revisão do conceito (limitada às áreas específicas) e analisar de maneira comparativa os conceitos elaborados pelos profissionais ao longo do evento.</p>
<h3>Temas e Palestrantes:</h3>
<p><strong>Bioengenharia e Neurobiologia </strong>- <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/arturo-forner-cordero" class="external-link">Arturo Forner-Cordero</a><a href="https://www.iea.usp.br/en/persons/researchers/arturo-cordero" class="external-link"> </a>(Poli e IEA/USP)</p>
<p><strong>A Engenharia da Computação </strong>- <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-reinaldo-silva" class="external-link">José Reinaldo Silva</a> (Poli/USP)</p>
<p><strong>A Filosofia da Mente</strong> - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/osvaldo-pessoa-junior" class="external-link">Osvaldo Frota Pessoa Júnior</a> (IF/USP)</p>
<p><strong>Desenvolvimento da Ação Motora</strong> - <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/priscilla-augusta-monteiro-ferronato" class="external-link">Priscila Ferronato</a> (Universidade Paulista-Campus Alphaville)</p>
<h3>Mediadora:</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luciana-santos-barbosa" class="external-link">Luciana Santos Barbosa</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sabáticos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-07T13:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/jornada-de-engenharia-popular-caracterizacao-desafios-e-potencialidades-14-e-15-de-agosto-de-2018">
    <title>Jornada de Engenharia Popular: Caracterização, Desafios e Potencialidades 14 e 15 de agosto de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/jornada-de-engenharia-popular-caracterizacao-desafios-e-potencialidades-14-e-15-de-agosto-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-14T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/jornada-de-engenharia-popular">
    <title>Encontro trata do papel da engenharia popular no empoderamento e sustentabilidade de comunidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/jornada-de-engenharia-popular</link>
    <description>No dia 14 de agosto, das 9 às 18h, realiza-se a "Jornada de Engenharia Popular: Caracterização, Desafios e Potencialidades", organizada pelo Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cisterna" alt="Cisterna" class="image-inline" title="Cisterna" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Construção de cisterna de placa (alvenaria) no norte de Minas Gerais</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Engenharia popular (EP) designa uma prática brasileira da engenharia que busca não apenas a construção participativa do diagnóstico e da solução do problema técnico enfrentado por um grupo popular, mas também a gradativa construção de uma ordem sociotécnica para maior empoderamento, sustentabilidade ambiental e igualdade.</p>
<p>Para apresentar e discutir essa prática, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia" class="external-link">Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</a> realiza, nos <strong>dias 14 e 15 de agosto</strong>, no IEA, a <i>Jornada Engenharia Popular: Caracterização, Desafios e Potencialidade. </i></p>
<p><i> </i><span>O encontro terá a participação de pesquisadores de várias universidades brasileiras e da Universidade Nacional da Colômbia, representantes de movimentos sociais e profissionais de engenharia (</span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/engenharia-popular#programacao" class="external-link"><i>v. programação</i></a><span>). </span><span>O evento é público e gratuito, mas requer <a class="external-link" href="http://goo.gl/VM8HGB" target="_blank">inscrição prévia</a>. Para assisti-lo </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a><span> pela internet não é preciso se inscrever.</span></p>
<p><span>De acordo com os pesquisadores, o movimentou surgiu no início dos anos 2000 a partir da conjugação de três tradições: a economia solidária, a tecnologia social e a extensão universitária. Uma das experiências de EP a serem debatidas na jornada é a atuação da </span><a class="external-link" href="https://repos.milharal.org/">Rede de Engenharia Popular Oswaldo Sevá (Repos)</a><span>.</span></p>
<p><span> </span><span>"A</span><span> EP pressupõe necessariamente processos e metodologias que assegurem tanto o resgate ou a escuta dos saberes, valores, perspectivas e estéticas dos grupos populares com os quais o profissional trabalha quanto a incorporação desses aspectos na elaboração da solução técnica", explicam os organizadores.</span></p>
<p>A jornada dará ênfase a quatros aspectos:</p>
<ul>
<li>a apresentação de demandas por soluções técnicas adequadas por alguns movimentos sociais;</li>
<li>a caracterização da EP, de acordo com a forma que a Repos a desenvolve;</li>
<li>a problematização desse tipo de atuação popular da engenharia a partir de desafios que ela não pode se furtar a enfrentar;</li>
<li>a enriquecimento da tradição da EP a partir do diálogo com outras iniciativas populares de projeto e tecnologia.</li>
</ul>
<p> </p>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-55a94769fae24d8a98f3eea3b2d2c747 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text" id="parent-fieldname-text-55a94769fae24d8a98f3eea3b2d2c747">
<div></div>
</div>
<div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-programacao-55a94769fae24d8a98f3eea3b2d2c747 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-programacao" id="parent-fieldname-programacao-55a94769fae24d8a98f3eea3b2d2c747">
<hr />
<p><i><strong>Jornada de Engenharia Popular: Caracterização, Desafios e Oportunidades</strong><br />14 e 15 de agosto, das 9 às 18h<br />Sala Alfredo Bosi, rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito e aberto a todos os interessados, mediante <a class="external-link" href="http://goo.gl/VM8HGB" target="_blank">inscrição prévia</a><br /><i>Para assistir <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever</i><br />Mais informações: com Cláudia Regina Pereira (<a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1686<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/engenharia-popular" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Secretaria de Desenvolvimento e Integração do Norte e Nordeste de Minas Gerais</span></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Igualdade</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-07-17T14:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/reforma-do-ensino-de-engenharia-14-de-maio-de-2018">
    <title>Reforma do Ensino de Engenharia - 14 de maio de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/reforma-do-ensino-de-engenharia-14-de-maio-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Exatas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-14T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/engenharia-popular">
    <title>Jornada de Engenharia Popular: Caracterização, Desafios e Potencialidades </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/engenharia-popular</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Engenharia popular (EP) designa uma prática brasileira da engenharia que busca não apenas a construção participativa do diagnóstico e da solução do problema técnico enfrentado pelo grupo popular com o qual se trabalha, como também, por meio desse processo, a gradativa construção de uma ordem sociotécnica de maior empoderamento, sustentabilidade ambiental e igualdade.</p>
<p><span>Tal movimento surge no início dos anos 2000, a partir da conjugação de três tradições distintas: a economia solidária, a tecnologia social e a extensão universitária. Hoje, um dos coletivos aos quais engenheiros/as identificados/as com tal abordagem se associam é a Rede de Engenharia Popular Oswaldo Sevá (Repos).</span></p>
<p><span>Em sua prática, a engenharia popular pressupõe necessariamente processos e metodologias que assegurem tanto o resgate ou a escuta dos saberes, valores, perspectivas e estéticas dos grupos populares com os quais se trabalha, quanto a incorporação disso ao projeto da solução técnica que será construída.</span></p>
<p><span></span><span>Adicionalmente, por conta da sua profunda vinculação com os valores da igualdade (entre gêneros, etnias e demais diversidades) e da sustentabilidade, a EP incorpora fortemente distintas reflexões feministas.</span></p>
<p style="text-align: center; "><span>*****</span></p>
<p><span>No âmbito desta atividade junto ao IEA, objetiva-se fundamentalmente apresentar e discutir a engenharia popular. Isso será realizado em quatro momentos distintos: a apresentação de demandas por soluções técnicas adequadas por alguns movimentos sociais; a caracterização da EP, ao modo como a Repos a desenvolve; problematização desse tipo de atuação popular da engenharia, a partir de desafios que ela não pode se furtar a enfrentar; enriquecimento da tradição da EP a partir do diálogo com outras iniciativas populares de projeto e tecnologia.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-02T19:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/reformas-no-ensino-de-engenharia-em-debate">
    <title>Reformas no ensino de engenharia em debate</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/reformas-no-ensino-de-engenharia-em-debate</link>
    <description>A última reforma estrutural aplicada ao ensino de engenharia no Brasil aconteceu há mais de dez anos. Para debater a necessidade de uma reestruturação nos programas teóricos da área, o IEA realizará a conferência Reforma do Ensino de Engenharia, no dia 14 de maio, às 10h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/luiz-roberto-curi" alt="Luiz Roberto Curi" class="image-inline" title="Luiz Roberto Curi" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Luiz Roberto Curi, conferencista do encontro, acredita que os currículos de engenharia precisam se adequar às demandas tecnológicas do mercado.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A última reforma estrutural aplicada ao ensino de engenharia no Brasil aconteceu há mais de dez anos. Nesse período, o currículo das escolas de engenharia sofreu uma considerável defasagem por conta do surgimento de novas tecnologias, como a inteligência artificial e a internet das coisas. Para debater a necessidade de uma reestruturação nos programas teóricos da área, o IEA realizará a conferência <i>Reforma do Ensino de Engenharia</i>, no dia <strong>14 de maio, às 10h</strong>. O evento é gratuito, conta com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web e não requer inscrição prévia.</p>
<div id="_mcePaste"><span> </span>O conferencista será o sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-roberto-curi" class="external-link">Luiz Roberto Curi</a>, presidente da Câmara de Ensino Superior do Conselho Nacional Educação (CNE). A moderação do encontro ficará a cargo de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/glauco-arbix" class="external-link">Glauco Arbix</a>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/observatorio-inovacao-competitividade" class="external-link">Observatório de Inovação e Competitividade</a> do IEA, que organiza o evento.</div>
<div id="_mcePaste"><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"><span><span> </span>Curi tem participado de debates sobre a renovação do currículo de engenharia desde o ano passado e é categórico ao afirmar que o Brasil está longe de ter uma formação adequada. Ele acredita que as atualizações precisam ser feitas para adequar as escolas brasileiras às demandas tecnológicas do mercado e para reiterar o que se espera do engenheiro. </span></div>
<div id="_mcePaste"><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"><span><span> </span>Consultas públicas têm sido realizadas para absorver propostas dos diversos setores envolvidos na mudança. Os resultados devem ser formalizados e entregues ao Ministério da Educação durante o mês de junho. Uma das propostas submetidas reivindica que os engenheiros não somente desenvolvam os produtos, mas também conheçam o ciclo de vida da empresa fabricante. Outra sugere que os professores universitários não sejam exclusivamente pesquisadores, mas que tenham algum lastro de experiência no mercado.<br /><br /> 
<hr />
</span></div>
<p><i><span><strong>Reforma do Ensino de Engenharia</strong><br /></span>14 de maio, 10h<br />Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet<br />Sem necessidade de inscrição<br />Mais informações: iea-inovacao@usp.br<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/reforma-do-ensino-de-engenharia" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Exatas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-20T21:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/reforma-do-ensino-de-engenharia">
    <title>Reforma do Ensino de Engenharia </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/reforma-do-ensino-de-engenharia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>As engenharias são fundamentais para o desenvolvimento do país. </span></p>
<p><span>A elevação de sua qualidade e o aperfeiçoamento da formação de profissionais para dar conta dos desafios que enfrentamos são preocupações que fazem parte do cotidiano de nossas escolas, como a Politécnica da USP, das empresas e das mais altas instâncias de governo, tanto o federal quanto o dos estados. </span></p>
<p><span>Diagnósticos e planos nem sempre são consensuais, mas existem propostas várias, muitas em elaboração. O Conselho Nacional de Educação discute um plano voltado para impulsionar o ensino de engenharia nas escolas brasileiras. </span></p>
<p><span>Propostas serão bem-vindas. </span></p>
<p><span><strong>Expositor</strong></span></p>
<p><span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-roberto-curi" class="external-link"> Luiz Roberto Curi </a>(Presidente da Câmara de Ensino Superior do Conselho Nacional Educação)</p>
<p><span><strong>Moderador</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/glauco-arbix" class="external-link">Glauco Arbix</a><span> (OIC IEA USP)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Exatas</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-17T15:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/novas-experiencias-no-ensino-de-engenharia-e-medicina-estimulam-espirito-inovador">
    <title>Novas experiências no ensino de engenharia e medicina estimulam inovação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/novas-experiencias-no-ensino-de-engenharia-e-medicina-estimulam-espirito-inovador</link>
    <description>Luiz Valcov, diretor executivo da Comissão Fulbright Brasil, fez a conferência "Formação para a Inovação de Engenheiros e Médicos: É Possível?" no dia 9 de março.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/luiz-valcov-loureiro-9-3-2018" alt="Luiz Valcov Loureiro - 9/3/2018" class="image-inline" title="Luiz Valcov Loureiro - 9/3/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Luiz Valcov Loureiro: "É preciso dar liberdade aos alunos"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A partir do momento em que assumiu a direção executiva da <a class="external-link" href="https://fulbright.org.br/">Comissão Fulbright Brasil</a>, em 2004, o professor da Escola Politécnica (Poli) da USP <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-valcov-loureiro" class="external-link">Luiz Valcov Loureiro</a> passou a acompanhar de perto as relações acadêmicas entre o Brasil e os EUA. Como parte desse trabalho, em 2017 ele liderou uma delegação de representantes de instituições vinculadas ao ensino superior em visita a três instituições americanas de ensino de engenharia e medicina. O objetivo foi conhecer experiências que inspirem os cursos brasileiros a formar profissionais maiscriativos e inovadores.</p>
<p>No dia 9 de março, ele apresentou as principais características das instituições visitadas em evento organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/observatorio-inovacao-competitividade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade/NAP (OIC)</a>. Com o título <i>Formação para a Inovação de Engenheiros e Médicos: É Possível?</i>, a exposição de Loureiro também incluiu sugestões para a transformação do ensino das duas áreas no Brasil.</p>
<p>Suas sugestões baseiam-se não apenas no que a delegação constatou nas universidades americanas, mas também na longa experiência profissional de Loureiro como engenheiro, professor, pesquisador e gestor em CT&amp;I. Formado em engenharia mecânica pela Poli-USP, onde leciona engenharia química desde 1988, fez o doutorado na França, dirigiu a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (Capes) e durante oito anos trabalhou no projeto do submarino nuclear desenvolvimento pela Marinha do Brasil.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li>Vídeo | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/formacao-para-inovacao-de-engenheiros-e-medicos-e-possivel-09-de-marco-de-2018" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Outro evento</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/a-nova-ordem-na-educacao-em-engenharia-desafios-e-perspectivas" class="external-link">A Nova Ordem na Educação em Engenharia: Desafios e Perspectiva</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Exemplos americanos</strong></p>
<p>Em Massachusetts, a delegação visitou o Olin College of Engineering, intencionalmente criado na cidade de Needham pela proximidade (10 km) de Cambridge, sede do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), a outra instituição do estado visitada. No Meio-Oeste americano, a delegação esteve na Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, dando especial atenção às diretrizes do curso da escola de medicina Carle Illinois, recém-criada.</p>
<p>Para Loureiro, a formação superior tem de possibilitar ao profissional a aquisição de todos os conhecimentos técnico-científicos e a capacidade de identificar necessidades, metrificá-las e desenvolver alternativas criativas que as atendam, criando produtos e serviços aos quais as pessoas deem valor.</p>
<p>O caminho para formar um profissional desse tipo é, segundo ele, dar liberdade aos alunos, fazer com que tenham responsabilidade na implementação de suas ideias e adquiram autoconfiança. “A questão é saber se a universidade ajuda para que isso aconteça ou atrapalha.”</p>
<p>O Olin é uma das instituições que ajudam, em sua opinião. Fundado em 2002, possui 380 alunos, selecionados com a observância de critérios de diversidade, 50 professores e 350 funcionários. A elevada proporção de sete funcionários por docente se explica, de acordo com Loureiro, com a preocupação de que os professores se dediquem apenas à formação dos estudantes.</p>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/olin-college-of-engineering" alt="Olin College Of Engineering" class="image-inline" title="Olin College Of Engineering" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Alunos durante atividade no Olin College of Engineering</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“O Olin se considera um laboratório profissional e não realiza pesquisas sofisticadas. A organização é toda centrada nos alunos e em suas atividades.”</p>
<p><strong>Aprender fazendo</strong></p>
<p>Loureiro disse que o curso tem como procedimentos o “aprender fazendo” em equipe e com base em projeto, flipped classroom (muitas atividades fora da sala de aula), avaliação sistêmica, currículo horizontal, transversalidade e desenvolvimento de competências na escola, na comunidade e em empresas.</p>
<p>Ele disse que os professores são treinados para atuar nesse novo contexto. “É trabalhoso, mas não tem nada de revolucionário. No caso brasileiro, a aplicação desse modelo é muito tímida.”</p>
<p>Fundado em 1861 e com formação em todos os níveis, o MIT é privado e dedica-se especialmente às Stem (sigla em inglês para ciência, tecnologia, engenharia e matemática), mas inclui cursos e pesquisas em humanidades e ciências sociais. São 11 mil alunos, também selecionados com diversidade, mil professores e 11 mil funcionários. "As atividades estão centradas na pesquisa e nas decorrências delas", explicou.</p>
<p>Assim como no Olin, a graduação no MIT enfatiza o aprendizado em equipe baseado em projeto, levando em consideração a estratégia CDIO, sigla em inglês para conceber, projetar, implementar e operar. A avaliação do aprendizado é feita no modelo convencional e também no modelo sistêmico.</p>
<p>De acordo com Loureiro, os professores do MIT podem se dedicar ao que quiserem, inclusive ao ensino, no qual “até os professores criativos e inovadores se envolvem, dado o ambiente estimulante dos cursos”.</p>
<p>A Universidade de Illinois Urbana-Champaign é uma instituição pública de pesquisa, “no estilo público americano, com apenas 10% de seu orçamento coberto pelo estado”. Fundada em 1867, tem grande presença de estrangeiros, com 40 mil estudantes (selecionados com diversidade), 2,7 mil professores e 9 mil funcionários.</p>
<p>Este ano começará a funcionar o seu novo curso de medicina, no Carle Illinous College of Medicine. Cerca de 1500 estudantes se candidataram. Serão selecionados 32, que receberão apoio financeiro total.</p>
<p>“É o primeiro modelo que integra princípios de engenharia ao ensino de medicina, que se dá em quatro eixos: ciências básicas; ciências clínicas; engenharia e inovação; e humanidades médicas.”</p>
<p>Os valores a serem cultivados pelo curso são: centralidade do paciente, exposição à clínica desde o início, aprendizado baseado em sistemas, os vínculos entre engenharia, biologia, medicina e humanidades; foco na pesquisa na pesquisa e inovação.</p>
<p>A perspectiva dos dirigentes é de que será bom se metade dos formandos se dedicar à prática médica e o restante se orientar para o empreendedorismo inovador, segundo Loureiro.</p>
<p>O objetivo da escola é formar bons médicos com capacitação também para propor soluções para o sistema de saúde, aproximá-los das áreas tecnológico-científicas, identificar necessidades e encaminhar procedimentos com profissionais de outras áreas para a busca de soluções, comentou o expositor.</p>
<p><strong>Conclusões</strong></p>
<p>Ao analisar o perfil e atuação dessas três instituições, Loureiro concluiu que a liberdade para propor e fazer coisas colabora com o desenvolvimento de formulações criativas dentro e fora do ambiente acadêmico. “A liberdade também permite a exploração de modelos variados, o que não ocorre no Brasil, onde impera um viés universalista de ensino.” Ele criticou também o fato de, no Brasil, “os conselhos profissionais com frequência se julgarem no direito de dar palpite na formação em sua área, algo que não acontece nos Estados Unidos”.</p>
<p>Outra característica ressaltada por ele é que nas universidades visitadas o professor pode se dedicar integralmente à sua atividade fim, sendo avaliado em todas as dimensões de seu trabalho (pesquisa, ensino, extensão etc.).</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/glauco-arbix-9-3-2018" alt="Glauco Arbix - 9/3/2018" class="image-inline" title="Glauco Arbix - 9/3/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Glauco Arbix</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Contrastando as realidades americana e brasileiras, Loureiro apresentou várias sugestões para a melhoria da formação profissional no país. “É preciso mobilizar instituições, lideranças e demais instâncias decisórias para a importância de se inovar também na educação superior”.</p>
<p>Para ele, é preciso soltar as amarras que travam a graduação, valorizando os atores de projetos de mudança por intermédio do estímulo à implementação de suas ideias.</p>
<p>As turmas devem ser menores dos que as atuais e inseridas num ambiente interdisciplinar que permita o desenvolvimento da criatividade dos estudantes com vistas à aquisição do conhecimento e à inovação. “Mas o empreendedorismo deve ser estimulado de forma prática e objetiva, sem modismos”, ressalvou.</p>
<p><strong>Interdisciplinaridade</strong></p>
<p>Loureiro defende que “as disciplinas sejam do curso, não do professor, pois ele acaba repetindo o que está habituado a fazer”. Além disso, em seu entender, é preciso eliminar superposições e promover a interdisciplinaridade, implantando uma metodologia que envolva maior número de professores.</p>
<p>Os estudantes devem ter a oportunidade de errar, aprender e se sentirem estimulados ao terminar o curso: “Na engenharia, aqui, a última coisa que os formandos possuem é autoconfiança. O curso é uma gincana que os faz ficar inseguros, e assim eles chegam ao diploma e ao registro profissional.”</p>
<p>Além de tudo isso, “é preciso conter o furor regulatório e avaliativo interno e externo, que coíbe e pune qualquer iniciativa não prevista na abundante legislação”.</p>
<p>Para o vice-diretor do IEA, Guilherme Ary Plonski, outra experiência americana que merece acompanhamento é a Cornell Tech NYC, criada em 2012 num campus temporário e agora funcionando no campus definitivo na Ilha Roosevelt, ao lado de Manhattan, A instituição é fruto de parceria entre a Universidade Cornell e o Technion – Instituto de Tecnologia Israel. Diante dos elevados recursos investidos, Plonski disse estar curioso com o que acontecerá na instituição, que recebeu US$ 153 milhões da Qualcomm e US$ 100 milhões da Bloomberg.</p>
<p><strong>Desempenho</strong></p>
<p>O coordenador do evento, o sociólogo Glauco Arbix, do OIC, quis saber sobre a capacidade prática dos engenheiros formados pelo Olion e a duração dos cursos nos Estados Unidos. Loureiro disse que os relatórios da escola indicam que os profissionais formados por ela são superiores à média daqueles formados em outras instituições, e o percentual dos que ingressam na pós-graduação é o mesmo de outras escolas.</p>
<p>Com relação à duração dos cursos, o Olion possui as características do modelo anglo-americano, no qual há várias rotas possíveis para alguém se tornar um engenheiro. “Os cursos geralmente duram quatro anos, mas os estudantes já chegam conhecendo matemática avançada, como os cálculos diferencial e integral.”</p>
<p>“A sistemática de ingresso também ajuda. Procura-se selecionar os melhores, não suprir deficiências anteriores. Ou seja, não há como comparar muitas coisas com o sistema brasileiro nesse aspecto, uma vez que aqui há o sistema de cotas e a qualidade do conhecimento dos cotistas é diferente da dos alunos de boas escolas privadas.”</p>
<p>Em relação a duração dos cursos, o vice-diretor do IEA, Guilherme Ary Plonski, comentou que a formação médica nos EUA também é diferente da brasileira. Loureiro explicou que os estudantes americanos primeiro fazem uma graduação em ciências e só depois ingressam no curso de medicina, que dura quatro anos, sendo os dois últimos como internos, em seguida há o período de residência. Assim, os médicos americanos têm quatro ou cinco anos mais de formação do que os brasileiros.</p>
<p>Quanto à possibilidade de os exemplos citados serem adotados em escalar maior, ele disse que o Olion e o próprio MIT são modelos “butique”, pois as turmas são pequenas. “No Brasil, precisamos identificar um modelo intermediário e que varie de instituição para instituição.”</p>
<p><strong>Novos modelos</strong></p>
<p>Plonski também quis saber que novas experiências brasileiras Loureiro considera relevantes. O conferencista afirmou que a Faculdade de Medicina do Hospital Israelita Albert Einstein “é algo para se observar, pois não tem como dar errado”.</p>
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/guilherme-ary-plonski-9-3-2017" alt="Guilherme Ary Plonski - 9/3/2018" class="image-inline" title="Guilherme Ary Plonski - 9/3/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Guuilherme Ary Plonski</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Nunca vi nada parecido. Novas turmas ingressam a cada semestre. Agora entrou a quinta turma. O patamar de conhecimentos dos candidatos é muito bom. O diferencial na seleção são as entrevistas criteriosas feitas com eles.”</p>
<p>Outra iniciativa que ele considera importante é o curso de engenharia do Insper, “baseado no modelo do Olion, mas tropicalizado”. Arbix comentou que o Insper tem um laboratório de manufatura avançada montado por quatro pesquisadores da USP: “Temos know-how aqui, mas estamos construindo coisas fora da Universidade.”</p>
<p><strong>Seleção com entrevistas</strong></p>
<p>Em relação ao curso de medicina do Einstein, Arbix informou que o sistema de seleção foi formulado em parceira com a Universidade de Colúmbia, dos EUA. São escolhidos 250 candidatos nas provas de conhecimentos (“97% também estão entre os primeiros no vestibular da Fuvest”). Depois, cada um passa por oito entrevistas, sempre com dois professores.</p>
<p>“Há perguntas até do tipo ‘Por que você quer ser médico’. O candidato pode até dizer que quer ganhar dinheiro, o que é uma aspiração legitima, mas acabará indo para o final da fila. As entrevistas acabam mudando a classificação dos 250 candidatos, dos quais são escolhidos 50.”</p>
<p>Arbix disse que a criação do curso de medicina no Einstein insere-se num quadro maior de ensino, pesquisa e inovação: “O centro de pesquisa existe há 20 anos, o curso de enfermagem, há 12 anos. O hospital também possui um conselho de inovação e planeja criar um curso de engenharia biomédica.”</p>
<p>Perguntando sobre o que acha de consultorias externas avaliarem a formação em engenharia, Loureiro disse não ver problema nisso. “Quanto mais avaliação melhor. Mas é preciso definir bem o escopo do que deve ser avaliado, e o processo não pode se restringir à avaliação externa.”</p>
<p>Em relação à rigidez das instituições públicas e as dificuldades para implementar mudanças, Loureiro afirmou que o sistema brasileiro ainda é de “escola de terceiro grau, com uma graduação muito escolar, que não possibilita a autonomia do indivíduo”.</p>
<p>Mesmo assim, considera que há muito que pode ser feito em instituições públicas: “As lideranças devem ser convencidas a apoiar quem quer promover mudanças, inclusive nos currículos. E isso é algo puramente administrativo, com alguém com poder decisório dizendo algo como ‘Vamos acabar com a grade curricular, vamos fazer alguma coisa que faça sentido’. É uma questão de vontade política.”</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (<i>a partir do alto</i>): 1, 3 e 4, Leonor Calasans/IEA-USP; 2, Olin College of Engineering</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-03-13T15:43:45Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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