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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 21 to 35.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/inteligencia-de-maquina">
    <title>Cozman trata do sucesso e das perspectivas do aprendizado de máquina</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/inteligencia-de-maquina</link>
    <description>Seminário "A Inevitável Vitória da Inteligência Artificial: O Sucesso e a Promessa do Aprendizado de Máquina" será realizado no dia 22 de setembro, às 10h, na Sala de Eventos do IEA. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-f9e5d73d4ffc4a29aefe21565a60d36a kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-f9e5d73d4ffc4a29aefe21565a60d36a">
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cerebro-digital" alt="Cérebro digital" class="image-inline" title="Cérebro digital" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="documentFirstHeading">Dois fenômenos foram essenciais para o desenvolvimento da inteligência artificial nos últimos 15 anos: o aumento de capacidade computacional e da tecnologia de sensores e a crescente disponibilidade de grandes massas de dados, que permitem o ajuste fino de modelos complexos. O seminário <i>A Inevitável Vitória da Inteligência Artificial: O Sucesso e a Promessa do Aprendizado de Máquina</i>, no <strong>dia 22 de setembro, às 10h</strong>, na Sala de Eventos do IEA, vai analisar o estado da arte da área e sugerir alguns pontos que merecem atenção tecnológica e social no futuro.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><strong>Relacionado</strong></p>
<p><strong>Eventos</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/aprendizado-de-maquina-SW" class="state-published">Aprendizado de Máquina na Universidade de São Paulo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/iii-workshop-on-intelligent-computing-systems-wics-2015" class="state-published">III Workshop on Intelligent Computing Systems - WICS 2015</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="documentFirstHeading"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabio-gagliardi-cozman" class="external-link">Fábio Gagliardi Cozman</a>, professor titular do Departamento de Mecatrônica da Escola Politécnica (Poli) da USP, será o expositor. A coordenação estará a cargo de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link">Mario Salerno</a>, professor da Poli-USP e coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/observatorio-inovacao-competitividade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade/NAP</a> do IEA. O evento é aberto ao público e gratuito, mas requer <a class="external-link" href="https://goo.gl/vdT81s" target="_blank">inscrição prévia</a>. Quem não puder comparecer poderá assisti-lo <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> via internet, sem necessidade de inscrição.</p>
<p class="documentFirstHeading"><strong>Sucesso</strong></p>
<p class="documentFirstHeading">De acordo com Salerno, por qualquer métrica utilizada será constatado que "o desenvolvimento de técnicas de inteligência artificial (não necessariamente similares a recursos da inteligência humana) é um enorme sucesso do ponto de vista tecnológico, econômico e social". Ele cita a Google e a brasileira Buscapé como exemplos de empresas onde as técnicas de tradução, interpretação, recomendação e classificação são muito importantes.</p>
<p class="documentFirstHeading">Ele destaca também a chegada de artefatos com capacidade de aprendizado e decisão já reconhecida como "inteligentes": "Nenhum país pode considerar seu futuro sem uma discussão sobre os artefatos artificiais inteligentes. Devemos nos interessar em compreender essa nova forma de inteligência que nos rodeia e, além disso, analisar como chegamos ao atual estágio do desenvolvimento da área."</p>
</div>
<div class="relatedItems">
<hr />
<p class="documentFirstHeading"><i><strong>A Inevitável Vitória da Inteligência Artificial: O Sucesso e a Promessa do Aprendizado de Máquina<br /></strong><i>22 de setembro - 10h<br />Sala de Eventos do IEA, rua da Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito, aberto ao público e com <a class="external-link" href="https://goo.gl/vdT81s">inscrição prévia</a><a class="external-link" href="https://goo.gl/oMq54z" target="_blank"><br /></a>Para assistir <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever<br /></i><i>Mais informações: Sandra Sedini (<a class="external-link" href="http://sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone: (11) 3091-1678<br />Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/o-sucesso-e-a-promessa-do-aprendizado-de-maquina" class="external-link">www.iea.usp.br/eventos/o-sucesso-e-a-promessa-do-aprendizado-de-maquina</a></i></i></p>
<p class="documentFirstHeading" style="text-align: right; "><span class="discreet">Ilustração: www.wallpaperhd.pk</span></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-31T14:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/futuro-do-ensino-da-engenharia-no-brasil-impactado-pela-evolucao-tecnologica-sera-tema-de-conferencia">
    <title>Futuro do ensino da Engenharia no Brasil, impactado pela evolução tecnológica, será tema de conferência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/futuro-do-ensino-da-engenharia-no-brasil-impactado-pela-evolucao-tecnologica-sera-tema-de-conferencia</link>
    <description>Paul Gilbert, CEO da Quanser, uma das maiores empresas de material didático do planeta, buscará responder, juntamente com debatedores, questões que têm sido debatidas para o estabelecimento de novas diretrizes para os cursos de engenharia do país</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/paul-gilbert" alt="Paul Gilbert" class="image-inline" title="Paul Gilbert" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Paul Gilbert, CEO da Quanser</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>No dia </span><strong>14 de setembro, às 9h30</strong><span>, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paul-gilbert">Paul Gilbert</a><span>, CEO da Quanser, uma das maiores empresas de material didático do planeta, fará uma conferência sobre o futuro do ensino da engenharia no Brasil, que passa por uma fase de transição, causada pela evolução tecnológica. </span><i>A Nova Ordem na Educação em Engenharia: Desafios e Perspectivas</i><span>, será em inglês, sem tradução simultânea, com transmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a><span> pela internet e </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSddLmToFfR0WhD4LL3lo7oXyo-OK2_sQORVQjwW9KlYzLr7qQ/viewform">inscrição prévia</a><span> para participação presencial.</span></p>
<p dir="ltr">No evento, que acontece no Auditório da Engenharia Mecânica da Escola Politécnica da USP (Poli), o CEO da Quanser será acompanhado pelos debatedores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-bevilacqua">Luiz Bevilacqua</a>, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e professor visitante do IEA, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno">Mário Salerno</a>, do Departamento de Engenharia de Produção da Poli e coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/observatorio-inovacao-competitividade">Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</a> sediado no IEA, com moderação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-roberto-cardoso">José Roberto Cardoso</a>, também da Poli. O IEA organiza o encontro em parceria com a Escola Politécnica (Poli) da USP.</p>
<p dir="ltr">Conhecedor profundo das tendências da educação em engenharia neste século, Gilbert buscará responder, juntamente com os debatedores, questões que têm sido debatidas para o estabelecimento de novas diretrizes para os cursos de engenharia do país, tais como:</p>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr">Como garantir que o estudante de engenharia adquira as ferramentas necessárias que o habilite a buscar sozinho o conhecimento ao longo de sua carreira?</p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr">As tecnologias emergentes criam lacunas de conhecimento. Quão rápido o sistema educacional das engenharias deve reagir para prover as habilidades técnicas para preencher estes espaços?</p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr">Como podemos avaliar, através de certificações globais confiáveis e amplamente exequíveis, as habilidades não técnicas que gostaríamos que os estudantes de engenharia fossem dotados?</p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr">Que ideias criativas devemos ter para aumentar as habilidades fundamentais (técnicas e profissionais) nas regiões onde os recursos são limitados?</p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr">Como as universidades e as empresas devem trabalhar juntas para suprir as habilidades profissionais de nossos estudantes?</p>
</li>
</ul>
<p>“A evolução tecnológica promoveu mudanças emblemáticas no sistema educacional ao quebrar a rigidez presente no século 20 e trazer fluidez e insegurança no século 21. Esta transição afetou muito a educação em engenharia em todo o mundo e alguns reflexos já se fazem sentir em nosso país”, comentou José Roberto Cardoso.</p>
<hr />
<p><i> </i></p>
<p dir="ltr"><i><strong>A Nova Ordem na Educação em Engenharia: Desafios e Perspectivas<br /></strong>14 de setembro, às 09h30<br />Auditório da Engenharia Mecânica - Escola Politécnica-USP, Av. Prof. Mello Moraes, 2231, Butantã, São Paulo, SP<br />Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br />Inscrições <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSddLmToFfR0WhD4LL3lo7oXyo-OK2_sQORVQjwW9KlYzLr7qQ/viewform">via formulário<br /></a>Mais informações: Sandra Sedini (sedini@usp.br), telefone: (11) 3091-3091-1678<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-engenharia-desafios-perspectivas">Página do evento</a></i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Divulgação Quanser</span></p>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-24T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-engenharia-desafios-perspectivas">
    <title>A Nova Ordem na Educação em Engenharia: Desafios e Perspectivas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-engenharia-desafios-perspectivas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A evolução tecnológica promoveu mudanças emblemáticas no sistema educacional ao quebrar a rigidez presente no século XX e trazer fluidez e insegurança no século XXI. Esta transição afetou muito a educação em engenharia em todo o mundo e alguns reflexos já se fazem sentir em nosso país.</p>
<p>Paul Gilbert, CEO da Quanser, uma das maiores empresas de material didático do planeta, e conhecedor profundo das tendências da educação em engenharia neste século irá discutir esta temática na companhia de Luiz Bevilacqua. Juntos, buscarão responder as seguintes questões:</p>
<ul>
<li>Como garantir que o estudante de engenharia adquiriu as ferramentas necessárias que o habilite a buscar sozinho o conhecimento ao longo de sua carreira?</li>
<li>As tecnologias emergentes criam lacunas de conhecimento. Quão rápido o sistema educacional das engenharias deve reagir para prover as habilidades técnicas para preencher estes espaços?</li>
<li>Como podemos avaliar, através de certificações globais confiáveis e amplamente exequíveis, as habilidades não-técnicas que gostaríamos que os estudantes de engenharia fossem dotados?</li>
<li>Que ideias criativas devemos ter para aumentar as habilidades fundamentais (técnicas e profissionais) nas regiões onde os recursos são limitados?</li>
<li>Como as universidades e as empresas devem trabalhar juntas para suprir as habilidades profissionais de nossos estudantes?</li>
</ul>
<p> </p>
<p>Estas questões permeiam as discussões que estão sendo levadas a cabo junto ao Conselho Nacional de Educação e a Secretaria de Ensino Superior do MEC para o estabelecimento das novas diretrizes que estão sendo concebidas para os cursos de engenharia do país.</p>
<p><strong>Conferencista</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paul-gilbert" class="external-link">Paul Gilbert</a> (Quanser)</p>
<p><strong>Debatedor</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-bevilacqua" class="external-link">Luiz Bevilacqua</a> (UFRJ e IEA-USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link">Mario Salerno</a> (EP e IEA - USP)</p>
<p><strong>Moderador</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-roberto-cardoso" class="external-link">José Roberto Cardoso </a>(EP-USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-19T21:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/engenheiros-doutores-e-desenvolvimento-industrial">
    <title>Engenheiros, Doutores e Desenvolvimento Industrial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/engenheiros-doutores-e-desenvolvimento-industrial</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>É difícil admitir que as flutuações do processo de desenvolvimento industrial brasileiro possam se prolongar indefinidamente sem que aconteça um colapso com consequências imprevisíveis. A amplitude dos mergulhos vem superando a amplitude das retomadas do desenvolvimento. Poderá acontecer um mergulho sem volta? Temos engenho e arte suficientes para ser um país com presença no concerto das nações compatível com nossas dimensões?</p>
<p>As análises e soluções têm sido examinadas a partir de correlações estatísticas e comparações com outros países. Frequentemente discute-se o papel da Indústria, da Universidade e do Estado. Os documentos e ações resultantes desses estudos têm tido um real impacto no mundo dos negócios e no progresso industrial? Vemo-nos no espelho do mundo. Qual o seu significado e eficácia? Nós no mundo. Não basta. É preciso que nos coloquemos fora do Brasil e a partir da perspectiva externa, o que o mundo quer de nós, reflitamos sobre o nosso futuro. Não há muito tempo para pensar e pouco tempo para agir.</p>
<h3>Expositor</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-bevilacqua" class="external-link">Luiz Bevilacqua </a><span class="external-link">(IEA-USP e UFRJ)</span></p>
<h3>Coordenador</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mario-sergio-salerno" class="external-link">Mario Salerno </a><span class="external-link">(EP e IEA - USP)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-04-26T13:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/luiz-bevilacqua-e-o-novo-professor-visitante-do-iea">
    <title>Luiz Bevilacqua é o novo professor visitante do IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/luiz-bevilacqua-e-o-novo-professor-visitante-do-iea</link>
    <description>Luiz Bevilacqua, professor emérito da Coppe-UFRJ, é o novo professor visitante do IEA a partir de 1º de fevereiro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/luiz-bevilacqua-5" alt="Luiz Bevilacqua - 5" class="image-inline" title="Luiz Bevilacqua - 5" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Luiz Bevilacqua, professor emérito da Coppe-UFRJ</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Como utilizar a modelagem computacional para aplicar uma teoria sobre a difusão da matéria como referência para a análise de fenômenos biológicos, socioeconômicos e ecológicos e, ao mesmo tempo, utilizar essa abordagem como estímulo à cooperação interdisciplinar?</p>
<p>Essa tarefa estará a cargo do novo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes" class="external-link">professor visitante</a> do IEA, o engenheiro <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-bevilacqua" class="external-link">Luiz Bevilacqua</a>, professor emérito do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da UFRJ e membro da Academia Brasileira de Ciências.</p>
<p>Ele desenvolverá seu projeto de pesquisa no Instituto por um ano, a partir de 1º de fevereiro. Com sua contratação, o IEA passa a contar novamente com um professor visitante brasileiro. Isso foi possível com uma alteração nas normas da USP, que de 2011 a 2016 permitiam a contratação apenas de pesquisadores estrangeiros.</p>
<p><strong>Pesquisa teórica</strong></p>
<p>O projeto de Bevilacqua chama-se “Processos complexos de difusão com aplicações em fenômenos físico-químicos, socioeconômicos e evolutivo-reativos. Motivação para o desenvolvimento de cooperação interdisciplinar”. S<span>egundo ele, a proposta enquadra-se no uso de modelos matemático-computacionais aplicados, "cada vez mais importantes para a simulação de certos fenômenos provenientes, sobretudo, das áreas biológicas, socioeconômicas e ecológicas, abrangência que demonstra sua importância para a convergência interdisciplinar".</span></p>
<p>A atividade central do novo professor visitante será o aprofundamento da pesquisa sobre uma nova teoria que ele propõe para a representação de processos de transporte de massa. Bevilacqua defende que os modelos teóricos atuais estão incompletos, pois consideram que esse fluxo é unimodal, "sendo no entanto plausível que em certos casos o processo seja bimodal".</p>
<p>Bevilacqua afirma que o estágio já alcançado nessa investigação teórica "abre grandes perspectivas de aprofundamento da teoria e de suas aplicações em modelagem de fenômenos físicos e socioeconômicos".</p>
<p>Em razão dessas possíveis aplicações, ele pretende contar com a cooperação de docentes e estudantes da USP para a definição e testes dos modelos em diferentes áreas do conhecimento. Por isso sua proposta prevê a realização de seminários e discussões com a participação de pequenos grupos de interessados em cada área.</p>
<p>As primeiras atividades desse tipo tratarão de três fenômenos: fluxo de capitais, considerada a presença de fontes e sumidouros; dinâmica populacional influenciada por fatores externos; e epidemiologia e doenças infecciosas.</p>
<p><strong>Cooperação interdisciplinar</strong></p>
<p>Em paralelo à pesquisa teórica sobre o fluxo de matéria, Bevilacqua também emprestará sua vasta experiência em gestão acadêmica e política cientifica e tecnológica para estimular a cooperação interdisciplinar com o uso da modelagem computacional. <span>A ferramenta para isso será a realização de seminários sobre:</span></p>
<ul>
<li>propagação de epidemias (dengue, malária etc.), levando-se em conta o fluxo de humanos infectados e recuperados;</li>
<li>dinâmica populacional de espécies ameaçadas;</li>
<li>difusão do conhecimento e informações veiculadas pelos meios de comunicação tradicionais</li>
</ul>
<p>Ele prevê ainda a realização de encontros sobre outros temas a serem propostos por docentes e estudantes da USP interessados no projeto.</p>
<p><strong>Livro</strong></p>
<p>Além da produção de trabalhos a serem publicados em revistas científicas e de engenharia, Bevilacqua pretende preparar a produção do livro <span>Modelos Matemático-Computacionais Aplicados”</span><span>, que será editado pelo IEA. A obra deverá ter cerca de 300 páginas e contar com contribuições de ao menos 10 pesquisadores.</span></p>
<p>O primeiro capítulo será uma introdução à modelagem matemática computacional e os demais tratarão de problemas específicos explorados nos seminários. Será dada ênfase, sempre que possível, a aplicações que possam auxiliar na solução de problemas concretos. A ideia é que a obra seja escrita de forma a ser acessível a estudantes de graduação dispostos a enfrentar novos desafios.</p>
<p><strong>Perfil</strong></p>
<p>Ao longo de sua carreira, Bevilacqua desempenhou inúmeras atividades profissionais além do ensino e pesquisa na academia, tendo participado de vários projetos de engenharia; de instituições de fomento à pesquisa e de coordenação de políticas científicas e tecnológicas, da governança de universidades e outras instituições de pesquisa e de várias sociedades científicas.</p>
<p>Engenheiro civil formado pela Escola Nacional de Engenharia da Universidade do Brasil (atual UFRJ), Bevilacqua é especializado em estruturas pela Escola Superior de Tecnologia de Sttugart, Alemanha, e doutor em mecânica aplicada pela Universidade Stanford, EUA.</p>
<p><span>Entre os cargos que exerceu destacam-se os de reitor da Universidade Federal do ABC, </span><span>diretor da Coppe/UFRJ, vice-reitor acadêmico da PUC-SP, secretário geral do Ministério da Ciência e Tecnologia, diretor científico da Faperj e presidente da Agência Espacial Brasileira.</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calazans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Visitantes</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-01-18T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-ciencia-do-alimento-diante-de-novos-desafios">
    <title>A ciência do alimento diante de novos desafios</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-ciencia-do-alimento-diante-de-novos-desafios</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-2" alt="Agricultura - Leslie Firbank - 2" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank - 2" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-1" alt="Agricultura - Leslie Firbank 1" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>O agroecologista Leslie Firbank, da Universidade de Leeds</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>As necessidades do futuro dependerão do capital natural que conservarmos agora, mas as sociedades não têm dado o devido respeito a essa premissa, mostrou. A Inglaterra, por exemplo, enfrenta um sério problema com solos disponíveis para a agricultura. O carbono do solo foi reduzido a níveis drásticos devido ao uso agrícola intensivo ao longo de décadas. “Ou o solo fica incrivelmente seco ou totalmente encharcado, a ponto das culturas serem dizimadas”, disse.</p>
<p>As condições de solo e clima levaram a Bretanha a se tornar importadora de trigo, uma de suas principais culturas no passado. O país também se debate com as novas doenças de seus rebanhos. “Mas as pessoas não dão o devido valor a isso, não sabem sequer de onde vem, nem como é produzido o alimento. Há uma mentalidade de que se não produzimos, podemos comprar de qualquer outro país que produza”, afirma.</p>
<p>A especialista em biociência animal, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helen-miller" class="external-link">Helen Miller</a>, também da Universidade de Leeds, participou do debate, que contou com a moderação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pablo-ruben-mariconda" class="external-link">Pablo Mariconda</a>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e coordenador do grupo de pesquisa em <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia/projeto" class="external-link">Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia.</a></p>
<p> </p>
<p><strong>Soluções locais</strong></p>
<p>Ao contrário da agricultura das décadas de 1970 a 1990, em que dominava um modelo igual para todo tipo de cultivo, a produção agrícola do novo milênio deverá se caracterizar pela diferenciação e pela diversidade, graças à agricultura de precisão, acredita Firbank.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-4" alt="Agricultura - Leslie Firbank - 4" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank - 4" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Agricultura de precisão, resposta às necessidades de uma dieta variada</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para o especialista, agricultura de precisão ganhará grande fôlego, já que permite direcionar a produção conforme a demanda. “Podemos pensar em soluções locais para necessidades locais, usando expertise local. A agricultura de precisão permite contemplar novamente a diferenciação e a diversidade e com isso podemos produzir exatamente o que queremos e com os menores impactos possíveis na paisagem”, disse.</p>
<p>Portanto, a atividade rural precisará de financiamentos para se desenvolver, afirma. “Sem financiamentos, poucos terão acesso à tecnologias de ponta. Os fertilizantes são muito mais precisos. E sistemas robotizados permitem determinar a dieta ideal para cada animal. Mas toda essa inovação requer dinheiro. Então há o perigo de que só os grandes negócios rurais sobrevivam, ou os que tiverem dinheiro para investir”, avalia.</p>
<p>Além disso, o setor rural mudou em funções das próprias condições naturais, sociais e econômicas, com o advento das mudanças climáticas globais, o aumento da urbanização e dos novos comportamentos. “O que funcionava há 20 ou 30 anos, hoje não representa mais uma solução porque a sociedade possui diferentes necessidades”, afirma.</p>
<p> </p>
<p><strong>Gestão da demanda </strong></p>
<p>Firbank lembrou que a produção de alimentos em 2009 triplicou em relação à da década de 1960 e que, portanto, o mundo não tem problema de produção e sim de distribuição de alimento. Apesar disso, ainda há muitas necessidades não supridas pela agricultura e, mesmo assim, estamos ultrapassando os limites da capacidade de suporte dos sistemas terrestres.</p>
<p>“Ainda temos uma questão não resolvida, sobre se poderemos viver em segurança operando apenas nos mesmos espaços terrestres que já utilizamos e se isso será capaz de atender a todos de forma justa. Isso não tem a ver só com a agricultura, mas também com indústrias e outros setores e com a forma como a riqueza é distribuída no planeta”, disse.</p>
<p>Para o especialista, a agricultura do futuro deverá enfrentar o desafio da gestão da demanda do alimento, reduzindo as perdas no campo, no transporte e no armazenamento. Além disso, a oferta do alimento de qualidade a preços acessíveis é uma questão de decisão política. “Na Inglaterra, temos os bancos de alimentos que os mercados e distribuidores colocam à disposição do público quando o produto está perto do vencimento”, conta.</p>
<p>A segurança alimentar envolverá também o fortalecimento das cadeias produtivas, de forma que sejam capazes de conviver com choques de produção e de preços. Mas não só isso. As políticas públicas deverão promover a alimentação saudável.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-3" alt="Agricultura - Leslie Firbank - 3" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank - 3" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>"Pessoas não conhecem mais a origem do alimento. Leite vem da caixinha e carne é um pacote do supermercado", diz Firbank</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Em Leeds, no norte da Inglaterra, a expectativa de vida em locais mais pobres é cinco vezes menor em relação a lugares mais ricos e isso tem uma relação estreita com a qualidade da alimentação. Nesse caso, não se trata de acesso ao alimento, mas de educação alimentar e preocupação com o que as crianças comem”, disse.</p>
<p> </p>
<p><strong>Valor da terra</strong></p>
<p>A disponibilidade de campos agrícolas é uma questão muito discutida na Inglaterra, pois os habitat foram destruídos ao longo do tempo e sua preservação tem sido negligenciada. “Agora, sem o financiamento da União Europeia, é provável que muito pouco restará dos habitat naturais na Inglaterra”, acredita.</p>
<p>As cidades inglesas estão se expandindo, explica, e o planejamento do território valoriza as terras urbanas em detrimento das rurais. “A mentalidade é que podemos comprar alimento de outros países, que são agroexportadores, como o Brasil, por exemplo. Mas ao redor do mundo, cada vez mais as terras agrícolas de qualidade estão sendo encontradas nas cidades”.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/can-we-achieve-sustainable-agriculture" class="external-link">Vídeo </a>| <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/can-we-achieve-sustainable-agriculture-5-de-setembro-de-2016" class="external-link">Fotos</a></p>
<p>Notícia</p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/horticultura-urbana-comunitaria" class="external-link">Horticultura urbana comunitária ainda é vista como atividade clandestina em São Paulo</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/diversificacao-produtiva-e-conhecimento-social-trazem-vida-longa-para-agroecossistemas" class="external-link">Diversificação produtiva e conhecimento social favorecem agroecossistemas</a></strong></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O mercado de trabalho na área rural também é negligenciado, diz Firbank. “Falta capital humano no campo. É cada vez mais raro encontrar pessoas com habilidades na área e comprometidas com o alimento e a agricultura. Os jovens não enxergam a área agrícola como uma carreira valiosa. Um biólogo recém-formado prefere trabalhar com genética, biociências e carreiras afins, porque acha mais atraente”.</p>
<p>O programa N8 Agrifood e outras políticas públicas na Europa vêm tentando mudar esse quadro. “As pessoas em geral não valorizam o campo. Para elas, o leite vem da garrafa e a carne é um pacote do mercado. Estamos tentando superar isso e uma das iniciativas é o Farm Sunday, um evento anual em que centenas de fazendas abrem seus portões para o público e escolares poderem ver como é uma fazenda. No ano passado, 500 mil pessoas participaram do evento, numa população de 5 milhões”, disse.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p> </p>
<p><strong>Cidades mais autônomas</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/agricultura-leslie-firbank-5" alt="Agricultura - Leslie Firbank - 5" class="image-inline" title="Agricultura - Leslie Firbank - 5" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Acima, Horta da FSP-USP. Abaixo, aeroporto de Berlin-Tempelhof, desativado em 2008 para horticultura comunitária e lazer</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-berlim-1" alt="Horta Berlim - 1" class="image-inline" title="Horta Berlim - 1" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Diante dos desafios, é preciso incentivar a autonomia das cidades quanto à produção do alimento, apesar de que muitas cidades não terão espaço para produzir comida para todos, avalia.  “Não falo de commodities. Mas em vez de importar tudo, devemos incentivar a produção de vegetais e frutas para consumo local. Em Leeds, não temos espaço suficiente para produzir comida para todos. Embora seja desejável, não vejo a agricultura urbana como uma solução política para os problemas de segurança alimentar”, avalia.</p>
<p>Porém, é possível pensar a agricultura urbana como um movimento de educação, cultura alimentar e socialização, mais do que uma via de abastecimento alimentar. “Ainda temos poucas estatísticas e parece que a agricultura urbana ainda funciona mais como um hobby ou um complemento ao alimento que as pessoas já têm. Na Universidade de Leeds, temos uma horta como parte de um projeto de pesquisa. O lugar é realmente agradável e em épocas de colheita qualquer um pode ir lá e pegar o que quiser. A área é o dobro desta sala aqui (Sala de Eventos do IEA). Mas, colocando num contexto mais amplo, será que isso seria suficiente para alimentar todas as pessoas da universidade?”, questiona Firbank.</p>
<p>Entre o público presente na plateia do IEA, a professora Thaís Mauad, da Faculdade de Medicina (FM) da USP, responsável pelo projeto da horta comunitária da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, e coordenadora do Grupo de Estudos em Agricultura Urbana do IEA, comentou que no Brasil as hortas urbanas têm de fato cumprido um papel social importante.</p>
<p>“Não se trata de prover alimento em quantidade para todos, embora muitas comunidades carentes agora tenham acesso a um alimento saudável e barato graças aos diversos projetos de hortas urbanas. De fato, as hortas comunitárias têm cumprido um papel social e educacional relevante para essas populações”, disse.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Pixabay; Leonor Calazans; Sylvia Miguel</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agricultura urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-13T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/brasil-ainda-precisa-de-mais-obras-hidraulicas-diz-braga">
    <title>Brasil ainda precisa de mais obras hidráulicas, diz Braga</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/brasil-ainda-precisa-de-mais-obras-hidraulicas-diz-braga</link>
    <description>Professor da USP e atual secretário de Saneamento e Recursos Hídricos defende um mix de investimentos em infraestrutura e gestão integrada</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/benedito-braga" alt="Benedito Braga" class="image-inline" title="Benedito Braga" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Benedito Braga, secretário de Saneamento e Recursos Hídricos</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Com longa experiência no setor hídrico, o atual secretário de Saneamento e Recursos Hídricos do estado de São Paulo, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/benedito-braga" class="external-link">Benedito Braga</a>, da Escola Politécnica, já passou pela Agência Nacional de Águas e é presidente do Conselho de Administração da Sabesp, além de presidente do Conselho Mundial das Águas.<br />Em entrevista ao IEA, Braga fala da necessidade de investimentos em obras de engenharia, sobre gestão integrada dos recursos hídricos e das ações do estado no que se refere ao sistema de abastecimento, incluindo a transposição do rio Itapanhaú, no litoral norte. O traçado da obra é contestado por ambientalistas porque poderá desmatar remanescentes florestais no Parque Estadual da Serra do Mar, uma das mais importantes Unidades de Conservação do Brasil.</p>
<p><strong><i>IEA: As diretrizes estaduais quanto à gestão dos recursos hídricos continuarão priorizando investimentos em infraestrutura e mais interligações?<br /></i>BRAGA</strong>: Vamos continuar como sempre fizemos. O Brasil tem a legislação mais avançada do ponto de vista da gestão dos recursos hídricos. Nossa legislação inspirou a lei da África do Sul. Temos comitês de bacia, participação sociedade civil, agências, municípios usuários de água, as ações do estado. Portanto, esse modelo deve continuar e ser aperfeiçoado. O estado tem grande preocupação com segurança hídrica, ou seja, a oferta suficiente de água para consumo humano, dessedentação animal, desenvolvimento econômico e conservação dos ecossistemas. Passamos por uma crise complicada em 2014 que trouxe uma consciência maior da importância desse conceito. De um lado, temos que promover obras estruturantes para trazer água para o sistema. Ao mesmo tempo, devemos promover o uso eficiente pelas pessoas, pela indústria e o comércio. Temos programas de conservação das bacias. O estado de São Paulo tem o Programa Nascentes para a recuperação das matas ciliares. É um programa de governo e diversos órgãos trabalham juntos. A Secretaria de Meio Ambiente do estado lidera a iniciativa, mas a Secretaria de Recursos Hídricos trabalhou na montagem do programa junto com a SMA. Outros programas também funcionam de forma integrada, como a limpeza do rio Pinheiros e muitos outros.</p>
<p><strong><i>IEA: O<span> que o estado de São Paulo pode fazer no médio e longo prazo para assegurar o abastecimento de água no futuro?<br /></span></i></strong><strong>BRAGA:</strong><span> O estado de São Paulo trabalha em um conjunto de obras estruturantes para garantir o abastecimento da população. Veja o caso do Sistema São Lourenço, uma das maiores obras de infraestrutura no país. Quando concluído, o sistema vai captar 6,4 mil litros por segundo na cachoeira do França, em Ibiúna, volume suficiente para atender 2 milhões de pessoas.<br /></span><span>Além disso, a interligação entre as represas Jaguari (bacia do Paraíba do Sul) e Atibainha (bacia do Sistema Cantareira) permitirá a captação de água na represa Jaguari e a transferência para a represa Atibainha. Com vazão média prevista de 5.130 litros por segundo, o sistema também permitirá a transferência de água no sentido contrário, da represa Atibainha para a Jaguari.<br /></span><span>Por sua vez, a reversão na bacia do Itapanhaú é outra obra importante quando pensamos no abastecimento da população. A capacidade de captação média será de 2 m³/s e o investimento previsto é de R$ 170 milhões. Um trabalho de monitoramento ambiental será realizado de modo a preservar a fauna e a flora do Parque Estadual da Serra do Mar e da restinga e mangues de Bertioga, onde o Itapanhaú deságua no mar.</span></p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<p>Relacionado</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais">Programa USP Cidades Globais</a></p>
<p> </p>
<p>Notícias</p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/nova-york-a-metropole-com-a-agua-mais-pura-do-planeta-1" class="external-link">Nova York, a metrópole com a água mais pura do planeta</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/agua-liquida-mas-nao-certa">Em São Paulo, água líquida, mas não certa</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/experiencias-de-servicos-ambientais-no-brasil">PSA ainda traz poucos resultados práticos à conservação em São Paulo</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/momento-de-repensar-a-logica-das-grandes-obras-e-equilibrar-privilegios">Momento de repensar a lógica da gestão da água e equilibrar privilégios</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-questionam-conceitos-201cemprestados201d-a-historia-ambiental">Especialistas questionam conceitos “emprestados” à história ambiental</a></strong></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><i><strong>IEA</strong>: <strong>Como o senhor vê o caso da gestão integrada da água nas montanhas de Catskill, em Nova York? Seria possível aplicar o modelo no Brasil?<br /></strong></i><strong>BRAGA</strong><span>: Eles já tinham grandes obras de engenharia e, portanto, não precisavam mais investir só nisso. Os aquedutos de lá chegam a uma distância de 200 quilômetros. Há um mito de que só gestão integrada resolve tudo. Veja a situação do Leste da África ou da África Subsaariana: como fazer gestão integrada num local onde há nem reservatório para armazenar a água durante a seca? Precisamos parar com essa ideia de que engenharia não serve para nada. Isso é um discurso de países desenvolvidos que já fizeram toda a sua obra de engenharia e que tentam passar para países pobres, sem infraestrutura, que não é necessário fazer barragens, adutoras, que é só sentar numa mesa e conversar e assim a água sai de um lugar e vai para outro.</span></p>
<p><strong><i><strong>IEA: O sistema Cantareira é gigante e muitos outros complementam o abastecimento. Já não temos infraestrutura suficiente para abastecer São Paulo? </strong><br /></i><strong>BRAGA</strong></strong>: Engano. Temos muitas obras a fazer ainda no Brasil. A obra em andamento que fará a transposição das águas do rio Itapanhaú, por exemplo, é muito importante para ampliação da capacidade hídrica da Região Metropolitana de São Paulo. O rio corre da Serra do Mar para Bertioga, no litoral norte. Está dentro da uma reserva de Mata Atlântica, não tem agricultor. É só ir lá e trazer água para São Paulo. É uma obra estimada em R$ 200 milhões de reais. Mas sem dúvida alguma temos de trabalhar na gestão. Veja o bônus e o ônus criado durante a crise hídrica. São tarifas de contingenciamento para quem gastava muito e com isso reduzimos o consumo sem a necessidade de fazer obra. Não vejo essa dicotomia entre obra de engenharia e gestão compartilhada. As duas coisas se complementam.</p>
<p><strong><i><strong>IEA: Os organismos do governo estadual são engessadas para implantar eficazmente a gestão compartilhada? A bacia do PCJ (sistema Piracicaba, Capivari e Jundiaí) é uma das poucas que conseguiram efetivar o pagamento de serviço ambiental a partir da Cobrança pelo Uso da Água Bruta. Como o estado de São Paulo está pensando a gestão integrada e o instrumento de PSA?</strong><br /></i><strong>BRAGA</strong></strong>: Citei o Programa Nascentes, que é de saída é uma iniciativa conjunta. O estado está integrado. O PSA, em especial o Programa Produtor de Água, está funcionando na Bacia do Piracicaba e em Extrema, Minas Gerais. O agricultor tem que se adequar e fazer uma agricultura sustentável para ter acesso ao financiamento proposto no âmbito de PSA.</p>
<p><strong><i>IEA: Em sua opinião, grandes empresas, especialmente as que utilizam ou vendem matérias primas e recursos naturais, não deveriam ter programas transparentes e metas claras de compensação ambiental? A Sabesp, por exemplo, empresa da qual o senhor é presidente do Conselho de Administração, faz algum tipo de reflorestamento para contribuir com o equilíbrio hidrológico dos mananciais que explora?<br /></i>BRAGA</strong>: A Sabesp tem o papel de produzir água de boa qualidade. Há problemas de tratamento em algumas bacias. Mas no interior do estado, todos municípios tem 100% de esgoto coletado e tratado. Mas há problemas, por exemplo, na região metropolitana e no litoral norte. Porém, na crise hídrica, tivemos que fazer uma opção entre segurança hídrica e tratamento de esgoto. Então tivemos que diminuir os investimentos em tratamento de esgoto. Mas não só o tratamento de esgoto é um problema, como também a questão da poluição difusa nas cidades e as ligações clandestinas de esgoto direto na rede pluvial (proveniente das chuvas). E sobre isso já realizamos uma interação com a prefeitura. Existe um comitê envolvendo a Sabesp e a prefeitura da capital que trabalha no sentido de buscar soluções para o saneamento. É uma questão que vai demorar para resolver.</p>
<p><strong><i>IEA: Há renomados especialistas, inclusive na USP, que defendem o investimento massivo em águas de reúso. O que o senhor acha disso?<br /></i>BRAGA</strong>: Não dá para resolver o problema de uma metrópole como São Paulo com água de reuso. Já agimos nessa direção, mas não para uso potável e sim para lavagem de ruas, canteiros, irrigação de parques. Em 2015, foram produzidos 1,8 milhão metros cúbicos nas estações de tratamento de Barueri, Parque Novo Mundo e São Miguel. Temo também o projeto Aquapolo que abastece indústrias do ABC e assim libera a oferta de água potável para fins mais nobres. O reúso potável deve ser considerado em países como Namíbia, por exemplo, que fica a 2000 metros de altitude, num país totalmente árido.</p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<p><strong><i>IEA: Conservar matas ciliares, nascentes e reflorestar já não traria, naturalmente, um grande volume de água para a metrópole?<br /></i>BRAGA</strong>: Estamos fazendo a conservação e não só falando. O Programa Nascentes tem a meta de plantar 8 milhões de árvores e já plantamos 2 milhões. Para simplificar, acredito que não existe o trabalho isolado em conservação. Isso é algo importante e o estado está fazendo, reflorestando, melhorando as condições dos reservatórios e das nascentes. Outro ponto é: se quisermos ter segurança hídrica, não será somente com essas iniciativas. As obras de engenharia são necessárias. Precisamos fazer um cotejo entre engenharia, conservação e reúso. Há um portfólio de ações, não uma dicotomia entre obras e conservação.</p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<p><strong><i>IEA: Como é a atuação do Conselho Mundial da Água?<br /></i>BRAGA</strong>: A estratégia trianual do Conselho privilegia o tema das cidades. Em função do alto grau de urbanização que o mundo vive, a visão é promover ações que integrem saneamento, resíduos sólidos, combate a enchentes, política habitacional e de transportes, como setores que não podem ser distanciados da gestão dos recursos hídricos. As ações empreendidas no mundo relativas às mudanças climáticas focaram até hoje o mercado de energia e carbono. Então a visão do Conselho é voltar os olhos para adaptação, porque a variabilidade do clima hoje é tal que traz problemas sérios à oferta de água especialmente em países com menos infraestrutura hídrica. Em países como Zimbábue, as variações do PIB e das chuvas possuem uma correlação quase perfeita, porque o país não tem reservatórios nem um sistema de gestão hídrica.</p>
<p><strong>IEA: Como as diretrizes do Conselho Mundial da Água são aplicadas no estado e na capital paulista?</strong><br /><strong>BRAGA</strong>: Existe um trabalho com a prefeitura de São Paulo, por exemplo, para proteção dos mananciais que é feito com a Secretaria de Habitação, para reurbanizar comunidades em áreas de mananciais. Essas comunidades não possuem coleta nem tratamento do esgoto, fraudam a captação da água e a ideia é resolve o problema dos esgotos nessas e outras localidades com o mesmop problema. Os organismos atuam com recursos da Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos e apoio do Banco Mundial.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços Públicos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-09T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/iniciativas-4-0-2013-aplicacoes-de-internet-das-coisas-no-agronegocio-saude-e-industria-30-de-agosto-de-2016-manha">
    <title>Iniciativas 4.0 – Aplicações de Internet das Coisas no Agronegócio, Saúde e Indústria - 30 de agosto de 2016 - (Manhã)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/iniciativas-4-0-2013-aplicacoes-de-internet-das-coisas-no-agronegocio-saude-e-industria-30-de-agosto-de-2016-manha</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internet</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-08-30T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/strategic-workshop-traz-ministro-e-secretarios-para-tratar-da-industria-4.0">
    <title>Strategic Workshop traz ministro e secretários para tratar da Indústria 4.0</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/strategic-workshop-traz-ministro-e-secretarios-para-tratar-da-industria-4.0</link>
    <description>Durante todo os dia de 30 de agosto os participantes discutirão os diversos aspectos relacionados à indústria, saúde e agricultura no cenário de Internet of Things (IoT, ou internet das coisas).</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/industria-4.0-1" alt="Indústria 4.0" class="image-right" title="Indústria 4.0" />A série de eventos <i>Strategic Workshops, </i>promovida pela Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP) com apoio do IEA, trará secretários de estado e o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, para o seminário <i>Iniciativas 4.0 – Aplicações de Internet das Coisas no Agronegócio, Saúde e Indústria</i>, que acontece no dia <strong>30 de agosto, das 9h às 17h3</strong><strong>0</strong>, no auditório István Jancsó, da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin. A participação exige <a class="external-link" href="http://sasi40.org/index.php/inscreva-se/">inscrição prévia</a>.</p>
<p>Os <i>Strategic Workshops </i>têm como objetivo organizar a pesquisa na universidade, priorizando temas de reconhecida excelência ou com grande potencial. Partem da demanda de grupos de pesquisa da USP. Neste caso, a proposta surgiu do Grupo de Automação e Elétrica em Sistemas Industriais (Gaesi) da Escola Politécnica, que assume a organização do evento em parceria com a PRP. O Gaesi tem como linha de pesquisa a gestão em automação e tecnologia da informação.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p>Notícia:</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/manufatura-avancada" class="external-link">As diretrizes para o desenvolvimento da manufatura avançada no Brasil</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No encontro do dia 30, os participantes discutirão os diversos aspectos relacionados à indústria, saúde e agricultura no cenário de Internet of Things (IoT, ou internet das coisas). Além disso, serão apresentadas as soluções já aplicadas no Brasil e em outros países pelas empresas dos setores de engenharia de automação e sistemas de informação, como produtos e serviços que auxiliam as empresas a se prepararem para a quarta revolução industrial ou indústria 4.0. O objetivo é promover a integração e a troca de experiências entre as agências governamentais, academia e empresas de forma a acelerar a inserção do Brasil nesta nova realidade global.</p>
<p>Para mais informações, visite o <a class="external-link" href="http://sasi40.org/">site do evento</a>.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: By Mixabest - Treball propi, CC BY-SA 3.0</span></p>
<h3></h3>
<h3></h3>
<h3></h3>
<h3></h3>
<h3></h3>
<h3></h3>
<h3></h3>
<h3>Programação</h3>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="149">
<p><strong>8h30 – 9h00</strong></p>
</td>
<td width="750">
<p>Cadastramento</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="149">
<p><strong>9h00 – 10h15</strong></p>
</td>
<td width="750">
<p><strong>Abertura – Desafios da Sociedade   4.0</strong></p>
<p><i>A quarta revolução industrial está sendo iniciada, graças à eliminação dos limites entre o mundo digital, o mundo físico (as coisas) e o mundo biológico (os seres humanos). Na abertura, os temas abordados procurarão responder à pergunta: Quais tecnologias viabilizam a sociedade 4.0 e o que é preciso para adotá-las no Brasil?</i></p>
<p>– Ministro Marcos Pereira Douglas Gomes (Ministério da Indústria,   Comércio Exterior e Serviços)<br /> – Prof. Dr. José E. Krieger (PRP/USP)<br /> – Daniel Marteleto Godinho (Secretário de Comércio Exterior)<br /> – Jhonatan Almada (Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do MA)<br /> – Arnaldo Jardim (Secretário de Agricultura de SP)<br /> – Wallace Moreira Bastos (Subsecretário de Assuntos Administrativos do   Ministério dos Transportes)<br /> – Prof. Dr. Marcos Buckeridge (Presidente da ACIESP)<br /> – Prof. Dr. Guilherme Ary Plonski (Vice-Diretor IEA/USP)<br /> – Prof. Dr. Giovanni Guido Cerri (Presidente do Conselho Diretor do INRAD   HC-FMUSP)<br /> – Prof. Dr. Eduardo Mario Dias (Professor Titular da POLI-USP e Coordenador   do GAESI)<br /> – Péricles Pessoa Salazar (Presidente Executivo da ABRAFRIGO)<br /> – Carlos Augusto de Azevedo (Presidente INMETRO)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="149">
<p><strong>10h15 – 10h30</strong></p>
</td>
<td width="750">
<p><strong>Intervalo</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="149">
<p><strong>10h30 – 12h00</strong></p>
</td>
<td width="750">
<p><strong>Módulo I: Tecnologia Aplicada à   Desburocratização do Comércio Exterior</strong></p>
<p><i>As propostas do governo e da academia para colaborar com a desburocratização, sendo o Porto Azul a principal iniciativa. Serão abordadas as tecnologias e as ações-chave do Estado, das empresas e da academia para viabilizar a desburocratização.</i></p>
<p>Mediadores: Prof. Eduardo Dias e Prof. Antonio Massola<br /> – Daniel M. Godinho (Secretário de Comércio Exterior)<br /> – Jhonatan Almada (Secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do MA)<br /> – Wallace Bastos (Subsecretário do Ministério dos Transportes)<br /> – Claudio Antonio Cavol (Presidente do Sindicato das Empresas de Transportes   Rodoviários de Cargas<br /> do Mato Grosso do Sul)<br /> – Júlio Resende (Presidente da Origine Group)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="149">
<p><strong>12h00 – 14h00</strong></p>
</td>
<td width="750">
<p><strong>Almoço</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="149">
<p><strong>14h00 – 15h30</strong></p>
</td>
<td width="750">
<p><strong>Módulo II: Internet of Things (IoT)   aplicada ao Agronegócio, Indústria e Saúde</strong></p>
<p><i>Este módulo é crucial para o diagnóstico e discussão das demandas do agronegócio e da saúde para melhorar a eficiência e reduzir os custos internos e externos das organizações nesses segmentos. O objetivo é chegar a respostas sobre como cadeias logísticas e processos de inovação mais inteligentes podem dar conta de avanços significativos nas áreas da saúde e do agronegócio.</i></p>
<p>Mediadores: Prof. Eduardo Dias e Prof. Antonio Massola<br /> – Luis Eduardo Pacifici Rangel (Secretário de Defesa Agropecuária do   Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento)<br /> – Orlando Melo de Castro (Coordenador Agência Paulista de   Tecnologia dos Agronegócios da Secretaria de Agricultura e Abastecimento   de São Paulo)<br /> – Alexandro Souza (Gerente de Automação – DuPont Pioneer)<br /> – Carlos Eduardo Gouvêa (Diretor Presidente da ABIIS)<br /> – Patrícia Marrone (Sócia- Diretora na Websetorial Consultoria Econômica)<br /> – Márcia Martini Bueno (Diretora Relações Institucionais – Libbs   Farmacêutica Ltda.)<br /> – Eng.º Antonio José Rodrigues Pereira (Superintendente do HC-FMUSP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="149">
<p><strong>15h30 – 15h45</strong></p>
</td>
<td width="750">
<p><strong>Intervalo</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="149">
<p><strong>15h45 – 17h00</strong></p>
</td>
<td width="750">
<p><strong>Módulo III: Indústria 4.0,   Infraestrutura e o Parque Tecnológico</strong></p>
<p><i>Este módulo é focado na indústria, que é o ponto central em torno do qual todas as mudanças nas verticais da sociedade 4.0 se organizam. Segundo a CNI, o Brasil não vem acompanhando o processo de modernização em curso na velocidade necessária. O debate irá explorar as transformações que a IoT vai provocar nas fábricas, sobretudo devido à customização em massa; os novos desafios a serem superados para que as indústrias brasileiras participem de um novo paradigma de cadeias globais de suprimento; as aplicações-chave comuns ao agronegócio, saúde e indústria para aumentar a eficiência e reduzir o custo de importações e exportações e como o  Parque Tecnológico da USP pode ajudar. </i></p>
<p>Mediadores: Prof. Eduardo Dias e Prof. Antonio Massola</p>
<p>-Carlos Augusto de Azevedo (Presidente INMETRO)<br /> -João Carlos Parkinson (Coordenador-Geral de Assuntos Econômicos da América   do Sul)<br /> -Prof. Dr. Edison Monteiro (Governança Sustentável da Infraestrutura)<br /> -Vinicius Cardoso De Barros Fornari (Especialista em Política e Indústria na   DDI-CNI)<br /> -Dr. Vidal Melo (Coordenador Técnico GAESI-POLI/USP)<br /> -Elcio Brito da Silva (CTO da SPI Integradora e Pesquisador do   GAESI-POLI/USP)<br /> -José Borges (Diretor de Estrat., Inteligência de Mercado e Business   Excellence da Siemens)<br /> -Rodrigo Damiano (Diretor da PWC)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="149">
<p><strong>17h00 – 17h30</strong></p>
</td>
<td width="750">
<p><strong>Encerramento</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Exatas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-08-23T18:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/aspectos-atuais-sobre-a-formacao-e-mercado-de-trabalho-da-engenharia-no-brasil-1">
    <title>Aspectos Atuais Sobre a Formação e Mercado de Trabalho da Engenharia no Brasil - 19 de agosto de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/aspectos-atuais-sobre-a-formacao-e-mercado-de-trabalho-da-engenharia-no-brasil-1</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-08-19T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/industry-4-0-digitalization-in-manufacturing-smart-devices-and-data-mining-on-the-shop-floor-12-de-agosto-de-2016">
    <title>Industry 4.0: Digitalization in Manufacturing, Smart Devices and Data Mining on the Shop floor - 12 de agosto de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/industry-4-0-digitalization-in-manufacturing-smart-devices-and-data-mining-on-the-shop-floor-12-de-agosto-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-08-12T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/consultores-alemaes-estarao-no-iea-para-falar-da-industria-4.0">
    <title>Pesquisadores alemães apresentam perspectivas da Indústria 4.0</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/consultores-alemaes-estarao-no-iea-para-falar-da-industria-4.0</link>
    <description>No dia 12 de agosto, às 9h, os alemães Eike Permin e Philipp von Cube, ambos da Fraunhofer - Institute for Production Technology (IPT), estarão no IEA para apresentar reflexões a respeito das principais causas tecnológicas e características da Indústria 4.0. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/industria-4.0" alt="Indústria 4.0" class="image-right" title="Indústria 4.0" />Indústrias com processos controlados por máquinas e baseados na troca de dados, com produção cada vez menos dependente de pessoas. Assim são as fábricas inteligentes, que seguem o conceito da Indústria 4.0 – também conhecido como Manufatura Avançada. Pela segunda vez, o tema será discutido no IEA, novamente sob a organização do Observatório da Inovação e Competitividade (OIC), sediado no Instituto.</p>
<p>No dia <strong>12 de agosto, às 10h</strong>, os engenheiros alemães <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eike-permin" class="external-link">Eike Permin</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/philipp-von-cube" class="external-link">Philipp von Cube</a>, ambos da consultoria de negócios e instituto de pesquisa Fraunhofer - Institute for Production Technology (IPT), estarão na Sala de Eventos do IEA para apresentar reflexões a respeito das principais causas tecnológicas e características da Indústria 4.0.</p>
<p>No seminário <i>Industry 4.0: Digitalization in Manufacturing, Smart Devices and Data Mining on the Shop floor</i>, eles farão um retrospecto deste mercado, demonstrarão aplicações de sucesso do conceito, bem como as tendências e o potencial econômico por trás dele. As apresentações serão em inglês, sem tradução simultânea, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web.</p>
<p>De acordo com os conferencistas, há estudos que mostram que a Indústria 4.0 pode aumentar, anualmente, de 78 a 110 bilhões de euros as vendas da União Europeia. “Isso leva a uma grande demanda da integração de sistemas já existentes, máquinas e força de trabalho em fábricas modernas”, indicam.</p>
<p>Eike Permin é engenheiro aeronáutico e de negócios. Na <span>Fraunhofer - Institute for Production Technology (IPT), lidera o departamento de Processos de Qualidade, onde realiza pesquisas na área de <span>organização e melhorias da </span>produção, focando em inteligência artificial para controle da produção, análise de dados e digitalização no chão de fábrica. </span></p>
<p><span>Engenheiro e economista, <span>Philipp von Cube lidera uma pesquisa sobre "inteligência na produção". Seu foco de pesquisa é o gerenciamento de riscos técnicos, assim como em redes de produção digitalizadas e conectadas. </span></span></p>
<p><span>Em abril do ano passado, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jefferson-gomes" class="external-link">Jefferson Gomes</a><span>, diretor regional do Serviço Nacional da Indústria (Senai) de Santa Catarina e professor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/manufatura-avancada" class="external-link">esteve no IEA</a><span> para tratar do assunto. Ele apresentou as perspectivas e o cenário brasileiro da manufatura avançada.</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagem: Argonne National Laboratory/Flickr</span></p>
<p style="text-align: left; "><span class="discreet"> </span></p>
<hr />
<p><i><strong><i>Industry 4.0: Digitalization in Manufacturing, Smart Devices and Data Mining on the Shopfloor</i></strong><br /></i><i>12 de agosto, das 10h às 12h<br /></i><span>Sala de Eventos do IEA, Rua Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /></span><span>Evento gratuito, sem inscrição prévia</span><span><br /></span><span>Informações com Sandra Sedini - </span><i>email sedini@usp.br, telefone (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/industry-4-0-digitalization-in-manufacturing-smart-devices-and-data-mining-on-the-shopfloor" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-07-26T19:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/sergio-mascarenhas-profere-palestra-sobre-formacao-e-carreira-de-engenheiros-de-materiais">
    <title>Sérgio Mascarenhas profere palestra sobre formação e carreira de engenheiros de materiais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/sergio-mascarenhas-profere-palestra-sobre-formacao-e-carreira-de-engenheiros-de-materiais</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/sergio_mascarenhas.jpg" alt="" class="image-left" title="" /></p>
<p class="MsoNormal">O coordenador de projetos do IEA Polo São Carlos Sérgio Mascarenhas participa no dia 11 de maio do XI Ciclo de Palestras sobre Desenvolvimento Tecnológico – Avaliação e Inovação da Educação em Engenharia. O evento é promovido pelo Núcleo de Informação Tecnológica em Materiais (NIT/Materiais), pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais (PPGCEM) e pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência, Tecnologia e Sociedade (PPGCTS), todos da UFSCar.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal">Em sua palestra, Mascarenhas abordará a atuação de engenheiros de materiais em sistemas complexos e fará uma discussão sobre a formação e a carreira desses profissionais. A 11ª edição do Ciclo de Palestras sobre Desenvolvimento Tecnológico tem como objetivos promover a discussão sobre os processos de avaliação e inovação na educação em engenharia, particularmente, no ensino de graduação da Engenharia de Materiais da UFSCar.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal">A crescente evolução para a sociedade do conhecimento e a presença dos sistemas complexos demanda novos questionamentos sobre ensino e aprendizagem (aprender a aprender), a formação para a construção de projetos coletivos e interdisciplinares, assim como indissociabilidade cada vez maior entre ensino, pesquisa e extensão. A necessidade de reflexões prospectivas sobre o desenvolvimento da Engenharia de Materiais nos próximos anos também é uma exigência imediata que será abordada durante o ciclo.</p>
<p class="MsoNormal">A palestra será realizada na Sala de Seminários do PPGCEM, no Departamento de Materiais da UFSCar, na área norte do campus, a partir das 10h. As inscrições devem ser feitas pelo site <a href="http://www.nit.ufscar.br/ciclos">www.nit.ufscar.br/ciclos</a>, onde também está disponível a programação completa de palestras do Ciclo. Mais informações pelo e-mail veralui@ufscar.br ou pelo telefone (16) 3351 8551.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-05-02T15:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/arte-ciencia-e-tecnologia-juntas-uma-visao-inusitada-sobre-a-vida">
    <title>Arte, ciência e tecnologia juntas: uma visão inusitada sobre a vida</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/arte-ciencia-e-tecnologia-juntas-uma-visao-inusitada-sobre-a-vida</link>
    <description>No segundo dia da Intercontinental Academia, o microbiologista Hideo Iwasaki, da Waseda University, apresenta em Nagoya, Japão, trabalhos artísticos e científicos que fazem refletir sobre as concepções de vida.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Hideo%20Iwasaki.jpg" alt="Hideo Iwasaki" class="image-inline" title="Hideo Iwasaki" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Hideo Iwasaki apresenta trabalhos na fronteira entre ciência e arte durante workshop de biologia.</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A biologia sintética é uma nova abordagem para a bioengenharia. Envolve a modelagem e a construção de organismos em escala molecular, ou o redesenho de peças, dispositivos ou sistemas biológicos naturais. É uma tecnologia que busca objetivos específicos através de um design intencional. Em vez de pressões evolutivas, o mundo dos vivos se torna um produto de escolhas de design. Pelo rápido avanço, tem gerado expectativas de produzir novas aplicações biológicas na medicina, no agrobusiness, na genômica, em energia e outras áreas.</p>
<p>“É um campo que oferece uma nova visão sobre a forma de se relacionar com a vida. Seu rápido avanço tem resultado em muitos debates científicos e filosóficos, porque produz antecipações que levam a alguns exageros. Por isso, a biologia sintética provoca interesse em alguns designers e artistas interessados em biotecnologia”, disse o biólogo e artista Hideo Iwasaki, da Waseda University, no segundo dia da <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya">Intercontinental Academia</a> (ICA), dedicado aos workshops de biologia.</p>
<p>A segunda fase da Intercontinental Academia acontece de <strong>6 a 18 de março</strong> em Nagoya, Japão. Quase um ano após o <a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/" target="_blank">encontro em São Paulo</a> organizado pelo IEA, 13 jovens pesquisadores estão prestes a concluir os estudos sobre o tema “tempo” e o conteúdo para um Massive Open Online Course (Mooc). Os workshops contam com exposições de cientistas de renome do mundo inteiro.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Hideo%20Iwasaki-2.jpg" alt="Hideo Iwasaki e Martin Grossmann" class="image-inline" title="Hideo Iwasaki e Martin Grossmann" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Grossmann e Iwasaki, em debate da Intercontinental Academia. </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Martin Grossmann, ex-diretor do IEA e membro do Comitê Científico da ICA, presidiu os debates da apresentação de Iwasaki e chamou a atenção para a inusitada união entre biologia e arte. Não só por sua formação, Iwasaki surpreendeu pelo tema exposto, um misto de ciência, tecnologia e design.</p>
<p>Coordenador do Laboratory for Molecular Cell Network &amp; Biomedia Art, da Waseda University, Iwasaki falou do trabalho desenvolvido durante o <a class="external-link" href="http://www.syntheticaesthetics.org/">Synthetics Aesthetics</a>, um projeto experimental gerido pela University of Edinburgh e Stanford University, que reuniu, em 2010, os mais renomados biólogos sintéticos, artistas e cientistas sociais para explorar colaborações voltadas à concepção, compreensão e construção do mundo vivo.</p>
<p>Na ocasião, Iwasaki desenvolveu o projeto “Biogenic Timestamp” em parceria com Oron Catts, da Aalto University, de Helsinki, Finlândia. O trabalho foi definido pelo microbiologista como “uma crítica ao <i>hype</i> da biologia sintética, uma provocação sobre a ligação entre as escalas do tempo geológico e do biológico”.</p>
<p>A dupla trabalhou com cultura de tecidos a partir de cianobactérias, um grupo de bactérias que obtém energia por fotossíntese e está entre as formas mais primitivas de vida. A comunidade foi aplicada a uma placa de computador, que vem sofrendo a ação desses organismos até hoje. O trabalho foi exposto na Áustria e no Japão. Segundo os criadores, o experimento mostra que as bactérias são capazes de internalizar nossas tecnologias e criações e de modificá-las como bem entenderem.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Capa-Livro-SyntheticAesthetics.jpg" alt="Capa-Livro-SyntheticAesthetics.jpg" class="image-inline" title="Capa-Livro-SyntheticAesthetics.jpg" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Princípios de engenharia aplicados à complexidade dos sistemas vivos: a biologia transformada em um novo material de design</strong>.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Outro projeto de Iwasaki, não menos surreal para os padrões ocidentais, é inspirado num costume relativamente antigo no Japão de criar monumentos em memória a animais, insetos, caramujos, plantas, objetos diversos e, até, ao espírito de espermas.</p>
<p>Iwasaki mostrou que em algumas instituições médicas e de pesquisa, como no Departamento de Ciências Humanas da Waseda University, há o estranho hábito de celebrações anuais realizadas em homenagem a animais usados em experimentos. Em zoológicos, há cerimônias fúnebres para animais que morreram. E em 1971, foi criado um monumento em homenagem ao espírito de espermas, mostrou.</p>
<p>Com tudo isso, Iwasaki pensou num memorial para células artificiais. “Sou um microbiologista, então posso, finalmente, orar por uma bactéria que usamos em experimentos”, comparou.</p>
<p>“The memorial service for synthetic cells” é o nome do trabalho tecno-artístico de Iwasaki e será exibido durante o Kenpoku Art Festival 2016, uma grande mostra que dialoga com natureza e arte, incorporando ciência e tecnologia. É realizado em seis cidades da região norte da Prefeitura de Ibaraki, Japão.</p>
<p>Segundo Iwasaki, o trabalho é cientificamente “estimulante, pois força a pensar o que é de fato a vida”. Os dois projetos que o cientista apresentou no workshop da Intercontinental Academia parecem lidar com coisas distintas. Mas, na verdade, lidam com a questão do tempo e como os humanos estão envolvidos com a vida, disse.</p>
<p>Citou um <i>paper</i> sobre a criação de uma célula bacteriana a partir de um genoma quimicamente sintetizado. “Muitos cientistas se dividem ao responder se é um organismo vivo, ou um tipo de vida sintético. Então, vejo que para esse tipo de julgamento é necessário o critério subjetivo de cada um sobre o que é a vida”, finalizou.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: IAR/Nagoya</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"> syntheticaesthetics.org</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Estética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-03-15T20:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/momento-de-repensar-a-logica-das-grandes-obras-e-equilibrar-privilegios">
    <title>Momento de repensar a lógica da gestão da água e equilibrar privilégios</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/momento-de-repensar-a-logica-das-grandes-obras-e-equilibrar-privilegios</link>
    <description>Metrópoles da Europa e América Latina reproduzem modelo de desenvolvimento que não resolve problema da escassez hídrica, mostram especialistas da Espanha e da França.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/escassez-hidrica-governanca-e-justica-ambiental-10-de-novembro-de-2015/leandro-del-moral-ituarte-1/@@images/dff75d15-d1c6-41ec-bf19-4deab71dacdc.jpeg" alt="Leandro Del Moral Ituarte" class="image-inline" title="Leandro Del Moral Ituarte" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Para o espanhol Leandro Ituarte, o paradigma hidráulico tem uma longa história cultural que conta com a instrumentalização da mídia. </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Contratos pouco rigorosos quanto aos custos e ao licenciamento ambiental de grandes obras, alterações hidrológicas, drenagens, erosões, obras paralisadas por mal planejamento, deslocamentos de populações, inundações de parques e áreas de preservação. A imensa lista de problemas relacionados a megaprojetos de construção civil poderia estar relacionada ao Brasil, dada a semelhança com a realidade do País. Mas foi apresentada como estudo de caso do sul da Espanha pelo geógrafo e historiador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leandro-del-moral-ituarte" class="external-link">Leandro del Moral Ituarte</a>, da Universidade de Sevilha, Espanha, em palestra dia 10 de novembro no IEA.</p>
<p>O debate <i>Escassez Hídrica, Governança e Justiça Ambiental</i> foi moderado pelo professor<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link"> Pedro Jacobi</a>, coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA. Outro expositor foi <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bernard-barraque">Bernard Barraqué</a>, do <a class="external-link" href="http://www.cnrs.fr/">Le Centre National de la Recherche Scientifique</a>, (CNRS), de Paris. Os especialistas analisaram o contexto de megaprojetos e seus impactos relacionados à gestão hídrica nas metrópoles.</p>
<p>Ituarte apresentou o caso da bacia baixa de Guadalquivir, que banha territórios da Andaluzia, na Espanha. Mostrou as constantes obras em um porto regional, os gigantescos danos ambientais de uma mineradora, as barragens e transposições de rios que nunca findam a necessidade de drenar mais água.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/escassez-hidrica-governanca-e-justica-ambiental" class="external-link">Vídeo </a>| <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/escassez-hidrica-governanca-e-justica-ambiental-10-de-novembro-de-2015" class="external-link">Fotos</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“São obras que consolidam um modelo de desenvolvimento baseado em duas regras básicas, fundamentadas na perspectiva financeira e nos benefícios de curto prazo”, disse Ituarte.</p>
<p>Dentro da lógica em que os megaprojetos são aprovados, “eles não podem ser transparentes porque isso os colocaria sob questionamento”, afirmou. Para o geógrafo, o mito do progresso, assim como o planejamento ruim, a subestimação de custos, contratos inadequados e o descumprimento de prazos são categorias que pertencem a um mesmo fenômeno.</p>
<p>“Infelizmente, são projetos que tiveram aprovação popular. O paradigma hidráulico tem uma longa história cultural que conta com a instrumentalização midiática. As compensações ambientais afinal acabam beneficiando engenheiros e biólogos. E tudo é financiado pelo fundo europeu de desenvolvimento”, apontou.</p>
<p>Na Espanha, as tarifas de água são muito sensíveis a quaisquer variações. Com isto, as companhias distribuidoras têm informações detalhadas do consumo, incluindo o número de habitantes de cada residência, disse Ituarte.</p>
<p>“Chegamos a um nível de consumo 40% inferior ao pico registrado em 1991. As tarifas são muito caras porque por um lado, as empresas precisam lucrar. Por outro, devem incentivar a redução do consumo”, afirmou.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/escassez-hidrica-governanca-e-justica-ambiental-10-de-novembro-de-2015/leandro-del-moral-ituarte-pedro-jacobi-e-bernard-barraque-3/@@images/7e71e6a5-e59a-428a-a422-ef1986ba02bc.jpeg" alt="Leandro Del Moral Ituarte, Pedro Jacobi e Bernard Barraqué" class="image-inline" title="Leandro Del Moral Ituarte, Pedro Jacobi e Bernard Barraqué" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Jacobi destaca as contradições de a iniciativa privada gerir bens públicos</strong>.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para Jacobi, o exemplo espanhol mostra a contradição de bens públicos serem geridos pela iniciativa privada. “Hoje, a Espanha joga pedra no próprio telhado. Como pode uma empresa privada querer reduzir o consumo? Cabe refletir se a sociedade entende a contradição dessa lógica”, disse Jacobi.</p>
<p>Para o professor, o Brasil segue o mesmo modelo de desenvolvimento. “Vemos acordos privados para a construção de grandes obras do Governo. A lógica mantém o desequilíbrio hídrico. Não precisamos consumir mais e sim, melhor. Ou seja, sem a situação de privilégios para uns e de escassez para outros”, observou Jacobi.</p>
<p>Segundo Jacobi, diante da crise hídrica em diversas metrópoles brasileiras, é o momento de a sociedade brasileira repensar a lógica da desigualdade e estabelecer uma governança democrática da água.</p>
<p>Para Barraqué, diretor de pesquisa do Centre International de Recherche sur l’Environnement et le Développement, disse que na França há diversos modelos de parceria público-privada e que não necessariamente existe contradição no fato da iniciativa privada participar da gestão de bens públicos. “Há muitas outras questões envolvidas. Um fator sem dúvida importante é a participação da comunidade na gestão da água”, disse.</p>
<p>Barraqué, que também atua na Agro ParisTech - École Nationale du Génie Rural, des Eaux et des Fôrets, acredita que não é possível entender a gestão da água sem entender a relação entre o Governo central e os municípios.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/escassez-hidrica-governanca-e-justica-ambiental-10-de-novembro-de-2015/bernard-barraque-2/@@images/10adddb0-ad4b-4020-b2e0-e46fc0f52f21.jpeg" alt="Bernard Barraqué" class="image-inline" title="Bernard Barraqué" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Barraqué, da CNRS, da França, não acredita em modelos importados: "Brasil deve construir o seu próprio".</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Muitos municípios precisam da privatização de serviços porque não têm condições de oferecer qualidade, diz Barraqué. “Muitas prefeituras acabam se modernizando com essas parcerias. Acredito que possivelmente isso levará a um novo movimento de remunicipalização modernizada”, disse.</p>
<p>Para Barraqueé, é provável “que as empresas privadas mudem seu papel na gestão da água. Provavelmente terão menos benefícios mas continuarão a atuar nos serviços públicos”.</p>
<p>“Porém, não há modelos que podem ser importados. O Brasil deve construir o seu próprio. Há muito o que avaliar para cada realidade”, disse o especialista, que acaba de produzir para o Banco Mundial um relatório inédito sobre as mudanças climáticas e a problemática da água nas grandes cidades do mundo. Intitulado “Adaptation to Water-related Climate Change in cities”, é assinado em co-autoria com Bruno Tassin.</p>
<p>Poucas cidades no mundo conseguiram estudar o impacto das mudanças climáticas e a gestão das águas com projeções relacionadas aos episódios de secas. “Há muitos estudos relacionados a furacões e enchentes. Mas o único exemplo de estudo que vi relacionado a secas e mudanças climáticas foi em Barcelona”.</p>
<p>Segundo Barraqué, o estudo em questão foi publicado na edição número 3 da <i>Water Economics and Policy</i>, com o título “Selecting an Efficient Adaptation Level to Uncertain Water Scarcity by Coupling Hydrological Modeling and Economic Valuation”, assinado por Roger Guiu e outros autores.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Engenharia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-12T17:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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