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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 11 to 25.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisa-investiga-como-paises-do-brics-utilizaram-a-copa-do-mundo-para-aumentar-sua-influencia-global">
    <title>Pesquisa estuda uso da Copa do Mundo por 3 Brics com o intuito de aumentar sua influência global</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisa-investiga-como-paises-do-brics-utilizaram-a-copa-do-mundo-para-aumentar-sua-influencia-global</link>
    <description>Marco Antonio Bettine desenvolverá o projeto de pesquisa Soft Power: Um olhar sobre a Utilização Estratégica dos Brics ao sediar a Copa do Mundo de Futebol da FIFA - Análise de África do Sul, Brasil e Rússia.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span id="docs-internal-guid-f40ccd08-7fff-2f65-7f83-69f72d3b9741"> </span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p dir="ltr"><strong><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/copa-do-mundo-da-fifa/image" alt="Copa do Mundo da Fifa" title="Copa do Mundo da Fifa" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Ex-presidente da Fifa, Joseph Blatter, e os presidentes do Brasil, Dilma Rousseff, e da Rússia, Vladimir Putin, durante uma cerimônia em 2014 | Foto: Divulgação/Kremlin</dd>
</dl></strong>Professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP desde 2013, o educador físico Marco Antonio Bettine iniciou em março uma pesquisa no IEA sobre as dinâmicas geopolíticas envolvidas na escolha de países-sede para a Copa do Mundo da FIFA. Bettine foi um dos selecionados para participar do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico"><span>Programa Ano Sabático</span></a> deste ano e, até fevereiro de 2020, desenvolverá o projeto de pesquisa <i>Soft Power: Um olhar sobre a Utilização Estratégica dos Brics ao sediar a Copa do Mundo de Futebol da FIFA - Análise de África do Sul, Brasil e Rússia</i>.</p>
<p dir="ltr"><br />Um dos objetivos do pesquisador é entender como a FIFA (Federação Internacional de Futebol) se transformou em uma potência econômica, política e jurídica capaz de reger um bem cultural como o futebol, esporte mais popular e praticado do mundo. Ao mesmo tempo, Bettine pretende construir relações entre a participação de três membros do Brics — grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul — como países-sede de Copas do Mundo e variações no soft power dessas nações.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Programa Ano Sabático 2019</strong></p>
<p><strong>Notícias</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/os-projetos-dos-professores-sabaticos-de-2019" class="external-link">Programa Ano Sabático escolhe 7 pesquisadores para 2019</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/educacao-cientifica-na-sociedade-de-risco" class="external-link">Conscientização sobre riscos globais deve ser componente da educação científica, diz pesquisador</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/combate-a-corrupcao" class="external-link">Cientista político examina mais de 3 mil operações de combate à corrupção</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/abordagens-evolucionistas-da-cultura" class="external-link">Nova área científica trata da transmissão cultural do ponto de vista evolucionista</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/coletivos-culturais-perifericos" class="external-link">Dennis de Oliveira analisa coletivos culturais periféricos da cidade de São Paulo</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">O conceito de <i>soft power</i> que será usado na pesquisa foi desenvolvido pelo cientista político norte-americano Joseph Nye em contraposição ao <i>hard power</i>. Enquanto o <i>hard power</i> prevê a utilização do poderio econômico e bélico de um Estado para influenciar decisões de outro Estado ou corpo político, o <i>soft power</i>, de acordo com a definição de Nye, pressupõe o uso da diplomacia e da cultura como instrumentos de influência. “Exemplos do <i>hard power</i> usado pelo governo estadunidense são as sanções econômicas sobre Cuba e Venezuela e as ações militares no Oriente Médio”, explica Bettine. “O <i>soft power</i> norte-americano, por outro lado, visa atingir outros países através da persuasão, do exemplo e da indústria cinematográfica.”</p>
<p dir="ltr"><span>A análise do pesquisador terá como foco as Copas do Mundo da África do Sul (2010), do Brasil (2014) e da Rússia (2018). Matérias jornalísticas de alguns dos principais veículos de comunicação do mundo, publicadas durante os eventos, serão a fonte de informação principal da pesquisa. Com dados da ferramenta </span><span><i>Google Trends</i></span><span>, Bettine comparou o número de acessos de oito veículos, sediados em quatro países, para determinar os que seriam analisados. Le Monde, da França, BBC, da Inglaterra e El País, da Espanha, foram os escolhidos por maior adaptação metodológica.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os veículos brasileiros, russos e sul-africanos não serão considerados na pesquisa, segundo o professor, “porque o objetivo do trabalho é a análise das visões estrangeiras sobre os Brics e quem detém o poder das decisões internacionais no plano político são os jornais estrangeiros”.</span></p>
<p dir="ltr"><strong><span><dl class="image-left captioned" style="width:250px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marco-antonio-bettine-de-almeida-1/image" alt="Marco Antonio Bettine de Almeida" title="Marco Antonio Bettine de Almeida" height="250" width="250" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:250px;">O pesquisador Marco Antonio Bettine | Foto: Arquivo pessoal</dd>
</dl>Megaeventos esportivos e </span><span><i>soft power</i></span></strong></p>
<p dir="ltr"><span>Bettine entende que o esporte, por sua indiscutível influência cultural e social, se tornou um poderoso instrumento de </span><span><i>soft power</i></span><span>. Com isso, organizações como a FIFA e o COI (Comitê Olímpico Internacional) adquiriram uma grande capacidade de persuasão perante os potenciais países-sede de eventos como a Copa do Mundo de Futebol e as Olimpíadas. Sob a perspectiva dos países, essas competições são comumente vistas como oportunidades de divulgar ao mundo sua cultura, infraestrutura e soberania, além de fortalecer o comércio e o turismo locais. Para o pesquisador, o interesse é mútuo: à FIFA, interessam os ganhos financeiros e o aumento da força política; aos países-sede, interessa o incremento de </span><span><i>soft power</i></span><span> e influência internacional.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A África do Sul enxergou na competição, mais especificamente, uma oportunidade de se tornar o país representante do pan-africanismo — movimento que busca a emancipação e o desenvolvimento socioeconômico do continente africano —, explica o pesquisador. O Brasil, por sua vez, viu na Copa do Mundo um instrumento para consolidar sua imagem no exterior. Entre outras coisas, o governo brasileiro buscava um assento permanente no Conselho de Segurança da Organização da Nações Unidas (ONU), participar mais ativamente das relações internacionais e ganhar relevância dentro do BRICS e do Mercosul.</span></p>
<p dir="ltr">Segundo Bettine, apesar de “surfar uma boa onda internacional” em 2014, o Brasil era visto com descrédito pela imprensa estrangeira, que julgava o país incapaz de realizar um megaevento esportivo. O pesquisador lembra, entretanto, que uma semana após o início dos jogos, os veículos se declararam enganados: sem maiores problemas, o Brasil conduziu a Copa do Mundo de maneira eficiente. Para ele, em termos de <i>soft power</i>, “a Copa foi um sucesso para o Brasil e para o governo de Dilma Rousseff”.</p>
<p dir="ltr"><span>Em um movimento contrário, durante as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro, Bettine ressalta que o país havia passado por um processo de </span><span>impeachment</span><span>, tinha um presidente impopular recém-empossado e diversas fragilidades econômicas e sociais, o que prejudicou a imagem do evento no exterior. A clara vulnerabilidade da democracia brasileira fez com que os veículos internacionais dessem maior atenção aos malfeitos praticados durante os Jogos Olímpicos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Se o país está bem internamente e tem certa força internacional, é capaz de influenciar os caminhos e escolhas dos meios de comunicação”, explica o pesquisador. “Se está desestabilizado, não tem como criar agendas próprias para divulgação nas mídias internacionais.”</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/copa-do-mundo-no-castelao/image" alt="Copa do Mundo" title="Copa do Mundo" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Maracanã na final da Copa do Mundo de 2014, no jogo entre Argentina e Alemanha | Foto: Danilo Borges/Wikimedia Commons</dd>
</dl>Brics e o legado da Copa</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>As três últimas Copas do Mundo foram sediadas por países membros do Brics. De acordo com Bettine, isso se deve ao fato de serem, de forma geral, “nações com democracias frágeis, mas com grandes potenciais financeiros e em busca de maior visibilidade internacional”. A fraqueza democrática dos países-sede é, segundo ele, parte fundamental do processo decisório da FIFA: “Jérôme Valcke, ex-secretário geral da FIFA afastado sob acusações de corrupção e má conduta na venda de ingressos das Copas de 2010 e 2014, disse que ‘democracia demais atrapalha a realização da Copa do Mundo’”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Um dos mecanismos de influência e cooptação usados pela FIFA para convencer os países a sediar a Copa do Mundo é a promessa de reformas estruturais e melhoria da infraestrutura do país, de acordo com o pesquisador. Nos eventos sediados pelos membros do Brics, entretanto, as promessas foram quase integralmente descumpridas. A melhora do IDH regional, do transporte público e no acesso ao saneamento básico foram os principais pactos quebrados. “Brasil e África do Sul são países que continuam tendo problemas de infraestrutura básica, mesmo ao redor dos grandes estádios construídos para os jogos”, ressalta Bettine.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O pesquisador lembra, entretanto, que a partir de 2015 os desmandos da FIFA esbarraram em um ponto de inflexão. Diversos membros do alto escalão da organização passaram a ser julgados e condenados por crimes cometidos durante as Copas da África do Sul e Brasil e nas escolhas de Rússia e Catar como sedes das Copas de 2018 e 2022, respectivamente. As condenações, entretanto, não foram motivadas pelo não cumprimento de promessas feitas nos períodos que antecederam as Copas, ou pelas fraudes nas vendas de ingressos, ou ainda pelos processos de gentrificação influenciados pelos eventos esportivos, mas por tentativas de lavagem de dinheiro em empresas fantasma nos EUA.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Interdisciplinaridade</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo o professor, o caráter interdisciplinar do projeto provém da abordagem simultânea de temas como relações internacionais, governança global, influência midiática, cultura brasileira e a importância cultural do futebol. “A pesquisa é interdisciplinar porque trabalha com teorias sociológicas, de relações internacionais, de mídia e de ciência política”, explica.</span></p>
<p><span>Para ele, o fundamental da pesquisa é entender como todas essas matérias podem ajudar “a compreender o papel da FIFA, da teoria sociológica e da teoria política de </span><span>soft power</span> e <span>hard power</span><span> na passagem da Copa do Mundo pelos Brics”. </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Rússia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poder</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-08T19:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/megaeventos-esportivos-nao-ampliam-visao-positiva-dos-brics">
    <title>Pesquisa avalia que Copa e Olimpíadas não melhoraram visão da mídia estrangeira sobre o país</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/megaeventos-esportivos-nao-ampliam-visao-positiva-dos-brics</link>
    <description>Seminário 'O Ciclo dos Megaeventos no Brasil: A Visão da Mídia Estrangeira sobre a Sociedade Brasileira e a Organização de Eventos' foi realizado no dia 16 de maio.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marco-bettine-e-diego-gutierrez-16-5-2019/image" alt="Marco Bettine e Diego Gutierrez - 16/5/2019" title="Marco Bettine e Diego Gutierrez - 16/5/2019" height="279" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Marco Bettine (esq.) e Diego Gutierrez, autores da pesquisa feita no Ludens</dd>
</dl></p>
<p>Apesar do empenho do Brasil em realizar a Copa do Mundo da Fifa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, os dois megaeventos esportivos não contribuíram para melhorar a imagem do país perante a imprensa internacional e, dessa forma, ampliar seu soft power.</p>
<p>A avaliação é do especialista em sociologia do esporte <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marco-antonio-bettine-de-almeida" class="external-link">Marco Bettine</a>, professor da Escola de Artes, Ciência e Humanidades (Each) da USP e participante do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico" class="external-link">Programa Ano Sabático do IEA</a>.</p>
<p>Bettine e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/diego-monteiro-gutierrez" class="external-link">Diego Gutierrez</a>, doutorando em biodinâmica do movimento e esporte na Unicamp, foram os expositores do seminário <i>O Ciclo de Megaeventos no Brasil: A Visão das Mídias Estrangeiras sobre a Sociedade Brasileira e Organização dos Eventos</i>, no dia 16 de maio.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Relacionado</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/o-ciclo-dos-megaeventos-no-brasil-a-visao-das-midias-estrangeiras-sobre-a-sociedade-brasileira-e-a-organizacao-do-evento" class="external-link">Vídeo</a><br /><br /><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/o-ciclo-dos-megaeventos-no-brasil-a-visao-das-midias-estrangeiras-sobre-a-sociedade-brasileira-e-a-organizacao-do-evento-16-de-maio-de-2019" class="external-link">Fotos</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/projeto-de-pesquisa-de-marco-antonio-bettine-de-almeida/" class="external-link">Projeto de pesquisa</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O evento apresentou dados e conclusões de pesquisa que os dois realizaram no âmbito do Ludens (<span>Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas sobre Futebol e Modalidades Lúdicas). O estudo é relacionado com o projeto de Bettine no IEA (</span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico/projeto-de-pesquisa-de-marco-antonio-bettine-de-almeida/" class="external-link">Soft Power: Um Olhar sobre a Utilização Estratégica dos Brics ao Sediar a Copa do Mundo de Futebol da Fifa - Análise de África do Sul, Brasil e Rússia</a>).</p>
<p>A pesquisa sobre o caso brasileiro foi iniciada em 2013 e envolveu a análise do noticiário internacional tanto sobre a Copa do Mundo quanto das Olimpíadas. Foram coletados 699 artigos sobre a Copa do Mundo e 1.154 sobre os Jogos Olímpicos, publicados em alguns dos principais veículos noticiosos do Reino Unido ("The Guardian", "Daily Mail" e BBC), EUA ("The New York Times" e CNN), França ( "Le Monde" e "Le Figaro") e Espanha ("El País" e "El Mundo"). A escolha de veículos de países de línguas inglesa, francesa e espanhola deve-se à importância delas no contexto da globalização.</p>
<p>No seminário, Gutierrez e Bettine também teceram considerações sobre o quadro em que os dois megaeventos foram realizados. Eles lembraram que a Copa do Mundo aconteceu num contexto ainda impactado pelas manifestações de junho de 2013, com a imprensa internacional manifestando incerteza quanto ao clima político e social durante a realização do torneio.</p>
<p>À medida que os jogos foram acontecendo, com grande público nos estádios e sem grandes protestos e outros acontecimentos importantes, a imprensa estrangeira mudou de tom, passando a elogiar o evento e a capacidade do país em organizá-lo com sucesso, comentaram.</p>
<p>Entre os exemplos que citaram para demonstrar a transição de tom estão títulos de matérias como "Os jogos são encantadores e o drama foi perfeito para a mídia”, no "The Guardian", e "Não era para tanto" (querendo dizer que as preocupações pré-Copa eram exageradas), no "El País".</p>
<p><span>O ambiente nacional estava pior no período pré e durante as Olimpíadas, com crise política acentuada (processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff), recessão econômica crescente, manifestações, aumento da violência urbana no Rio de Janeiro e estádios, ginásios e arenas esportivas com pouco público, além problemas de alojamento de atletas, de mobilidade e poluição da Baia da Guanabara e de piscinas do complexo aquático.</span></p>
<p><span>Com isso, a cobertura inicialmente positiva da mídia estrangeira em relação aos jogos, principalmente em função do sucesso obtido pelo país dois anos antes, na realização da Copa do Mundo, tornou-se crítica, afirmou Bettine.</span></p>
<p><span>As críticas não se restringiram à falta de interesse dos brasileiros em esportes que não o futebol, à problemas organizativos (deficiências nos alojamento de atletas) e poluição das águas, Houve questionamentos da falta de acesso da população de baixa renda à festa de abertura e às disputas, à desigualdade do país, à falta de respeito à diversidade - dados os níveis alarmantes de violência sexual, feminicídio, ataques a homossexuais - e até ao desmatamento da Amazônia, de acordo com o levantamento.</span></p>
<p><span>Um caso específico acabou dominando o noticiário internacional na parte final dos jogos, segundo Bettine: o do nadador americano <span>Ryan Lochte, que disse ter sido </span>assaltado, na companhia de outros três nadadores americanos, ao voltar para a Vila Olímpica. A denúncia motivou muitas críticas ao país, mas depois verificou-se que na verdade eles depredaram o banheiro de um posto de gasolina e brigaram com os funcionários do local.</span></p>
<p><span>Segundo Bettine, a pesquisa deu margem a considerações em cinco aspectos sobre a cobertura da mídia internacional: </span>cultura, instituições, desinteresse, características e magnitude na reação sobre o país e os dois megaeventos.</p>
<p><span>Do ponto de vista da cultura, a indicação foi de que o Brasil "<span>é um país de futebol, com grande interesse pela Copa do Mundo e um sentimento coletivo de testemunhar a história em formação", mesmo que isso significasse assistir a apenas jogos de seleções menos importantes. "Nas Olimpíadas, por outro lado, não houve uma compreensão real do espírito olímpico e aconteceu uma falta de interesse, especialmente com </span><span>modalidades menos </span><span>populares</span> o Brasil."</span></p>
<p><span>Na área institucional, d</span>urante a Copa do Mundo, "apesar da turbulência, ainda havia alguma estabilidade, mas nas Olimpíadas a crise se agravou com o processo de derrubada de uma presidente eleita", afirmou o pesquisador.</p>
<p>No aspecto magnitude, influiu o tamanho do país: durante a Copa do Mundo, os jornalistas viajaram por várias partes do Brasil e a mídia publicou seções sobre cada local onde as seleções de seus países jogariam. "Escreveram sobre a cultura local, como as seleções foram recebidas, atrativos naturais. Havia uma agenda potencialmente positiva, já que as cidades-sede eram extremamente charmosas. Nos Jogos Olímpicos, por sua vez, todos os meios de comunicação e seus correspondentes permaneceram no mesmo local por cerca de um mês, em contato com os problemas da população e a desigualdade altamente visíveis."</p>
<p>No que tange as características da cobertura, o normal foi que assim que a equipe de um país era eliminada na Copa do Mundo, sua mídia também ficava reduzida, "passando automaticamente a utilizar o material produzido por agências de notícias para comentar o torneio". <span>Ao contrário, nas Olimpíadas, "os correspondentes permaneceram até o último dia no Rio de Janeiro".</span></p>
<p><span>No caso do desinteresse pelas Jogos Olímpicos, Bettine disse que o<span> flerte das grandes potências com o Brasil acabara e as grandes corporações tinham perdido o interesse pelo país: "A</span><span> </span><span>mídia seguiu esses humores. Diferentemente da Copa da Fifa, não houve pressão para o evento parecer grande e sem problemas"</span></span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-20T16:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/o-ciclo-dos-megaeventos-no-brasil-a-visao-das-midias-estrangeiras-sobre-a-sociedade-brasileira-e-a-organizacao-do-evento-16-de-maio-de-2019">
    <title>O Ciclo dos Megaeventos no Brasil: A Visão das Mídias Estrangeiras sobre a Sociedade Brasileira e a Organização do Evento - 16 de maio de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/o-ciclo-dos-megaeventos-no-brasil-a-visao-das-midias-estrangeiras-sobre-a-sociedade-brasileira-e-a-organizacao-do-evento-16-de-maio-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-16T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/megaeventos-no-brasil">
    <title>O Ciclo dos Megaeventos no Brasil: A Visão das Mídias Estrangeiras sobre a Sociedade Brasileira e a Organização do Evento</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/megaeventos-no-brasil</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A cerimônia de encerramentos dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, ocorrida no dia 21 de agosto de 2016, marcou o fim do ciclo dos megaeventos no Brasil, iniciado em julho de 2007 quando o país foi escolhido como sede da Copa do Mundo de 2014 e completado em 2009 com o Rio de Janeiro suplantando Madri na escolha dos Jogos Olímpicos de 2016. A partir de então, o país estaria no centro do debate esportivo mundial se tornando a primeira nação a sediar os dois maiores eventos esportivos do mundo em um mesmo ciclo, seria também a primeira Olimpíada na América do Sul e apenas a terceira em um país considerado em desenvolvimento.</p>
<p>A decisão de sediar esses eventos não foi ao acaso. Fez parte de uma agenda mais ampla, colocada em prática pelo então presidente Lula e sua equipe diplomática, que visava mudar a forma da política externa brasileira, buscando assumir um papel de maior destaque nas relações internacionais, diversificando parcerias e alianças.</p>
<p>Neste encontro, a discussão será focada em torno da utilização desses eventos para divulgar o país no exterior, o que contribuiu para que o país ficasse em destaque na imprensa internacional.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-08T16:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/migracao-e-esporte-um-dialogo-necessario">
    <title>Migração e Esporte, Um Diálogo Necessário</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/migracao-e-esporte-um-dialogo-necessario</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Em um mundo globalizado, a imigração virou um tema recorrente em nosso cotidiano. Todos os dias vemos discussões sobre as políticas de recepção de imigrantes e os conflitos gerados pela chegada de milhares de pessoas à Europa, na maior onda migratória que o mundo teve após a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Paralelamente a isso, vemos a seleção da França conquistar a Copa do Mundo de 2018 com um elenco formado por vários atletas filhos de imigrantes e ainda composto por alguns atletas nascidos em territórios franceses ultramarinos. Neste encontro, especialistas no tema irão debater as ligações entre esporte e migração e abordar desde os aspectos íntimos até os jurídicos deste fenômeno.</p>
<p><b>Exposições</b></p>
<p><b>A formação da identidade do migrante</b><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/plinio-montagna" class="external-link">Plinio Luiz Kouznetz Montagna</a></p>
<p><b>A nacionalidade jurídica e a nacionalidade esportiva</b><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gustavo-ferraz-de-campos-monaco" class="external-link">Gustavo Ferraz de Campos Monaco</a> (FD-USP)</p>
<p><b>A migração e o esporte olímpico brasileiro</b><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-rubio" class="external-link">Katia Rubio</a> (EEFE e IEA - USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-10T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/livro-sobre-a-historia-de-atletas-olimpicos-brasileiras-sera-lancado-no-iea">
    <title>Livro "Esporte e Mito" é lançado no IEA em seminário sobre o tema</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/livro-sobre-a-historia-de-atletas-olimpicos-brasileiras-sera-lancado-no-iea</link>
    <description>O livro "Esporte e Mito", analisa, a partir do referencial mítico e imaginário, histórias de atletas olímpicos brasileiros, do fenômeno olímpico e das inovações como o e-sport</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-42325a94-0d9f-1204-aeb4-39b540794fc1"> </span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-42325a94-0da9-a72d-795e-17eee60119e3"> </span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/materia-livro-esporte-e-mitos" alt="Matéria - Livro Esporte e Mitos" class="image-inline" title="Matéria - Livro Esporte e Mitos" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">No <strong>dia 8 de dezembro, às 9h</strong>, será lançado o livro "Esporte e Mito", que analisa, a partir do referencial mítico e imaginário, histórias de atletas olímpicos brasileiros, do fenômeno olímpico e das inovações como o e-sport. O lançamento acontece durante o seminário <i>Leituras Imaginárias do Esporte</i>, no IEA, organizado pelo Grupo de Estudos Olímpicos (GEO-USP) da <span>Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP</span>, com diversas mesas e autores para a apresentação dos artigos e sessão de autógrafos.</p>
<p dir="ltr"><span>Abordando desde temas como as tentações para o esportista e a relação entre técnico e atleta, a obra relaciona muitas vezes a jornada olímpica com a mitologia e histórias passadas na Grécia, país onde onde surgiram os Jogos, na Antiguidade – “Dédalo e Ícaro: esporte, doping e os valores olímpicos”, de Júlio Cézar Fetter, e “Alegria dionisíaca e celebração esportiva”, de Rogério de Almeida, por exemplo.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“O ser é o mais importante e evidente material de uma pesquisa”, introduz o livro, que é o resultado do trabalho de mais de 18 pesquisadores, em sua maioria do GEO-USP. Publicado pela editora Laços, a obra foi organizada por </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-rubio"><span>Katia Rubio</span></a><span>, pesquisadora do </span><span><a href="https://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=0ahUKEwiShu2m1ebXAhWCEJAKHcieDJ0QFggoMAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.iea.usp.br%2Fpesquisa%2Fprograma-ano-sabatico&amp;usg=AOvVaw165ODU9c_tjjAPCsGKnAMS">Programa Ano Sabático do IEA</a> e professora da EEFE-USP</span><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre o Grupo de Estudos Olímpicos</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Vinculado ao Centro de Estudos Socioculturais do Movimento Humano (CESCMH) da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP, o Grupo de Estudos Olímpicos (GEO) é composto por graduandos, mestrandos, mestres, doutorando e doutores. Há 17 anos eles atuam à frente de pesquisas e ações com a missão de preservar a memória do esporte olímpico brasileiro; desenvolver os Estudos Olímpicos e fomentar a educação olímpica no país.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Programação</strong></span></p>
<div dir="ltr">
<table>
<colgroup><col width="73"></col><col width="519"></col></colgroup> 
<tbody>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>9h</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Abertura</span></p>
<p dir="ltr"><span>Katia Rubio (EEFE e IEA - USP)</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>9h15</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Mesa 1</span></p>
<p dir="ltr"><span>O imaginário heroico do atleta contemporâneo – Katia Rubio</span></p>
<p dir="ltr"><span>Penélope e a esperança do atleta olímpico reserva: possíveis trajetórias até a titularidade - Waleska Vigo Francisco</span></p>
<p dir="ltr"><span>Sobre o conceito de esporte na contemporaneidade: reflexões a partir da lógica platônica do terceiro excluído e da Paidéia homérica – Dhênis Rosina</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>10h45</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Mesa 2</span></p>
<p dir="ltr"><span>Vida e sacrifício do ciclista olímpico Cezar Daneliczen - Rafael Campos Veloso</span></p>
<p dir="ltr"><span>As montanhas para o ciclismo de estrada: a provação dos heróis - Rafael Campos Veloso</span></p>
<p dir="ltr"><span>O mito dos Argonautas e os sete princípios de jornada coletiva no esporte - Lucia Leão &amp; Thiago Silva</span></p>
<p dir="ltr"><span>Artes marciais e esportes de combate à luz da mitologia japonesa - Marcelo Alberto de Oliveira</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>12h15</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Intervalo</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>14h00</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Mesa 3</span></p>
<p dir="ltr"><span>A relação técnico atleta e o Mito de Quíron - David Alves de Souza Lima</span></p>
<p dir="ltr"><span>Sísifo e o adestrador do tempo - Luciane Maria Micheletti Tonon</span></p>
<p dir="ltr"><span>Deusas, heroínas e Jogos Heranos - Júlia Amato &amp; Gabriela Gonçalves &amp; Bianca Silva</span></p>
<p dir="ltr"><span>O herói com rosto africano e o atleta olímpico negro - Neilton Ferreira Junior</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>15h30</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Mesa 4</span></p>
<p dir="ltr"><span>O atleta e a tentação: para um entendimento do Canto da Sereia - Rovilson de Freitas</span></p>
<p dir="ltr"><span>Alegria dionisíaca e celebração esportiva – Rogério de Almeida</span></p>
<p dir="ltr"><span>Dédalo e Ícaro: esporte, doping e os valores olímpicos - Julio Cezar Fetter</span></p>
<p dir="ltr"><span>O Mito e os Jogos Eletrônicos - Gabriel Savonitti &amp; Toshihiro Nishida</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p dir="ltr"><span><strong>17h</strong></span></p>
</td>
<td>
<p dir="ltr"><span>Encerramento</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div dir="ltr">
<hr />
</div>
<p dir="ltr"><i><strong>Leituras Imaginárias do Esporte<br /></strong><span>8 de dezembro, às 9h<br /></span><span>Sala de Eventos do IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5° andar, Butantã, São Paulo<br /></span><span>Evento gratuito, com transmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a><span> pela internet<br /></span><span>Sem inscrição prévia<br /></span><span>Mais informações: Claudia Regina (clauregi@usp.br), telefone: (11) 3091-1686<br /></span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/leituras-imaginarias-do-esporte">Página do evento</a></i></p>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-30T16:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/leituras-imaginarias-do-esporte-8-de-dezembro-de-2017">
    <title>Leituras Imaginárias do Esporte - 8 de dezembro de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/leituras-imaginarias-do-esporte-8-de-dezembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Matheus Araújo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-12-08T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/leituras-imaginarias-do-esporte">
    <title>Leituras Imaginárias do Esporte</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/leituras-imaginarias-do-esporte</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>“O ser é o mais importante e evidente material de uma pesquisa”. A frase extraída da introdução do livro <strong>Esporte e Mito </strong>norteia o mais recente trabalho de 18 pesquisadores, em sua maioria, do Grupo de Estudos Olímpicos (GEO-USP). A obra, organizada por Katia Rubio, pesquisadora do Programa Ano Sabático, e  publicada pela editora Laços, analisa, a partir do referencial mítico e  imaginário, histórias de atletas olímpicos brasileiros, do fenômeno  olímpico e das inovações como o e-sport.</p>
<p>O seminário de lançamento irá promover <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/leituras-imaginarias-do-esporte#programacao" class="external-link">mesas</a> para apresentação dos artigos e também uma sessão de autógrafos.</p>
<p><strong>Sobre o GEO</strong><br /> Vinculado ao Centro de Estudos Socioculturais do Movimento Humano (CESCMH) da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da Universidade de São Paulo (USP), o Grupo de Estudos Olímpicos (GEO) é composto por graduandos, mestrandos, mestres, doutorando e doutores, que há 17 anos atuam à frente de pesquisas e ações com a missão de preservar a memória do esporte olímpico brasileiro; desenvolver os Estudos Olímpicos e fomentar a educação olímpica no país.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-28T15:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/legado-das-olimpiadas-sera-tema-de-conferencia">
    <title>Legado da Olimpíada do Rio será tema de seminário </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/legado-das-olimpiadas-sera-tema-de-conferencia</link>
    <description>Evento do próximo dia 7 buscará responder como o país, o Rio de Janeiro e os atletas brasileiros foram afetados pela Rio 2016</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Estadio_Maracana_Diego_Baravelli.png" alt="Estádio Maracanã" class="image-inline" title="Estádio Maracanã" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Estádio do Maracanã foi alvo de furtos e depredações no primeiro semestre deste ano</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Perto de completar um ano de realização, a Olimpíada do Rio de Janeiro deixou um legado questionável para a cidade e para os atletas olímpicos. O assunto será discutido no seminário <i>Um Ano Depois: O que Restou dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro</i>, que acontece no <strong>dia </strong><strong>7 de agosto, às 9h</strong>, na Antiga Sala do Conselho Universitário da USP. Para participação presencial, é necessário fazer <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScJayfStL9HM3-2TeNvyHgV6aKGUwg6YYKCcUfu-k8jJsg0MA/viewform">inscrição prévia</a>. Também é possível acompanhar a conferência <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela web.</p>
<p dir="ltr">O evento terá exposições de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/barbara-schausteck-de-almeida">Bárbara de Almeida</a>, professora nos cursos de educação física e pedagogia do Centro Universitário Internacional (Uninter), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/juliano-ernani-malegreau-fiori">Juliano Fiori</a>, jogador de rugby e integrante da Seleção Brasileira de Rugby na Rio 2016, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-leyser">Ricardo Leyser</a>, vice-presidente da Empresa Olímpica Municipal do Rio de Janeiro e que foi ministro <span>interino</span><span> </span><span>do Esporte em 2016. A organização é de </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-rubio">Katia Rubio</a><span>, professora da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP e integrante do </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programa-ano-sabatico" class="external-link">Programa Ano Sabático</a><span> do IEA, com o projeto "</span><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/projeto-sabatico-katia-rubio" class="external-link">A influência dos Deslocamentos Nacionais e da Migração Transnacional na Formação da Identidade de Atletas Olímpicos Brasileiros</a><span>".</span></p>
<p dir="ltr">Uma série de construções realizadas não tiveram uso após a Olimpíada. “O legado material ficou num vácuo até dois meses atrás, porque as autoridades municipais e estaduais disseram que não tinham condição de cuidar daquilo”, comenta Katia. Como explica a pesquisadora, agora o Ministério do Esporte será o responsável por estas construções, mas há apenas duas semanas – quase um ano depois do fim dos Jogos – o ex-jogador de vôlei André Felippe Falbo Ferreira, o Pampa, foi nomeado gestor das obras olímpicas.</p>
<p dir="ltr">“Pensando especificamente na cidade do Rio de Janeiro, várias obras construídas para os jogos não foram finalizadas e provavelmente não serão tão cedo. Acredito que a crise da cidade do Rio de Janeiro está relacionada diretamente aos gastos olímpicos que não foram cumpridos como deveriam”, avalia Katia.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/katia-rubio" alt="Katia Rubio" class="image-inline" title="Katia Rubio" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Katia Rubio: "Acredito que a crise da cidade do Rio de Janeiro está relacionada diretamente aos gastos olímpicos" </strong>(Foto: Leonor Calasans - IEA/USP)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Com o fim da Olimpíada em agosto de 2016, grande parte do apoio aos atletas foi encerrado. Nos três anos que antecederam as Olimpíadas, houve inúmeras políticas públicas, além de ações públicas e privadas, voltadas para os atletas brasileiros. O investimento foi o maior da história: foram cerca de R$ 4 bilhões divididos entre estrutura, capacitação de profissionais, logística e programas direcionados aos atletas. O valor supera os R$ 2 bilhões investidos para Pequim 2008.</p>
<p dir="ltr">Porém, com o fim dos Jogos, o apoio aos atletas cessou: “Os patrocínios privados e estatais foram reduzidos a menos de 20% do que tínhamos antes. Uma política pública que gerou um benefício, chamado bolsa atleta, corre agora o risco de deixar de existir”, exemplifica Katia. O bolsa atleta é um programa de patrocínio individual a atletas que obtêm boas performances em competições nacionais e internacionais.</p>
<p dir="ltr">Apesar da delegação olímpica brasileira ter batido o recorde de medalhas conquistadas pelo país – com 19 medalhas, o Brasil superou a campanha de Londres 2012, na qual ganhou 17 –, Katia acredita que vai demorar muito para conseguir um desempenho como o do ano passado: “A participação brasileira nos jogos reflete um modelo de destaque imediato relacionado, exclusivamente, à condição do Brasil ser o país sede. Não houve um pensamento de política a longo prazo”.</p>
<p dir="ltr">“Os atletas vivem, talvez, um retrocesso de 20 anos nesse um ano que passou. A gente volta a um patamar de organização e de apoio ao esporte da década de 80, do começo do profissionalismo no país”, completou a pesquisadora.</p>
<hr />
<p><br /><strong><i>Um Ano Depois: O que Restou dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro<br /></i></strong><i>7 de agosto, às 9h<br /></i><i>Antiga Sala do Conselho Universitário da USP, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Butantã, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Inscrições <a href="https://docs.google.com/forms/d/1_heTkHAiy0oF5OGdy10A-OL_Cibr-03s00Pj3LvVoVo/viewform?edit_requested=true">via formulário<br /></a></i><i>Mais informações: Heloísa Jesus (heloisa.jesus@usp.br), telefone: (11) 30<span>91-3923</span><br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/um-ano-depois-jogos-olimpicos">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto Maracanã: Diego Baravelli / Wikimedia</span></p>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-19T16:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/iv-encontro-interdisciplinar-em-sociologia-do-esporte-tecnologias-patrimonio-e-politicas-publicas-27-a-29-de-novembro-de-2019">
    <title>IV Encontro Interdisciplinar em Sociologia do Esporte - Tecnologias, Patrimônio e Políticas Públicas - 27 a 29 de novembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/iv-encontro-interdisciplinar-em-sociologia-do-esporte-tecnologias-patrimonio-e-politicas-publicas-27-a-29-de-novembro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights>Nelson Niero Neto/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-27T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/iv-encontro-esporte">
    <title>IV Encontro Interdisciplinar em Sociologia do Esporte - Tecnologias, Patrimônio e Políticas Públicas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/iv-encontro-esporte</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A quarta edição do <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/iv-encontro-esporte#historico" class="external-link">Encontro Interdisciplinar em Sociologia do Esporte</a> tem como objetivo aprofundar algumas temáticas referentes às práticas esportivas e suas significações culturais, questionando o seu papel como indicador de repertórios de identidade num universo assinalado por disputas políticas e simbólicas. A discussão será centrada em torno de três eixos temáticos: tecnologias, patrimônio e políticas públicas.</p>
<p>A intenção é apresentar uma reflexão sobre o esporte na sociedade  contemporânea, promovendo a melhoria e a interação da produção  científica e tecnológica nacional, com a cooperação científico-acadêmica  destinados à pós-graduação e parceiros internacionais.</p>
<p>Tendo em vistas as temáticas que serão desenvolvidas pelos palestrantes, pretende-se também promover a divulgação da produção científica e tecnológica incentivando a inovação e a geração de conhecimentos, com parcerias e produtos, como a publicação, a partir das exposições, do livro eletrônico "Esporte: organização e entidades", e que estará disponível no Portal de Livros Abertos e Livres da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-29T20:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/docente-esclarece-principais-mitos-sobre-exercicio-fisico-e-esporte">
    <title>Docente esclarece principais mitos sobre exercício físico e esporte</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/docente-esclarece-principais-mitos-sobre-exercicio-fisico-e-esporte</link>
    <description>Professor da EEFERP e colunista da Rádio USP, Paulo Roberto Santiago é o entrevistado do USP Analisa desta semana
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f45f516a-7fff-f3a0-7e6b-74d38e31ecde"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/running1705716_1920.jpg/@@images/b436af1c-b88a-49ee-9b86-1e1f68568b68.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Ter um corpo saudável envolve incluir na rotina atividades físicas frequentes. Por isso, é comum que as pessoas se interessem em buscar informações sobre esse tema. Em tempos de </span><span>fake news</span><span>, porém, é fundamental ter cuidado com as fontes dessas informações. Por isso, o USP Analisa esclarece os principais mitos envolvendo atividade física, exercício e esporte com o professor da Escola de Educação Física e Esportes de Ribeirão Preto da USP Paulo Roberto Pereira Santiago.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Santiago lembra que existem diferenças entre essas três expressões. “A atividade física trata de qualquer movimento que tenha gasto energético. Ir caminhando para o trabalho já seria um tipo de atividade física. O exercício físico, diferente da atividade física, tem um planejamento, um propósito por trás, por exemplo promover algum ganho relacionado à parte física, à melhoria cardiorrespiratória, a ganhar força. Seria o que a gente chama de treinamento. Já no esporte, você faz um treinamento, faz exercício, mas tem o que a gente chama de jogo, é uma atividade burocratizada, sistematizada, é regida por regras. Existem confederações, você é registrado geralmente em um banco de informações que mostra que você é um atleta, um esportista. Então a pessoa vive para aquela atividade”, explica o docente.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Embora atualmente seja cada vez mais fácil ter acesso a informações sobre exercícios físicos, inclusive trabalhos científicos, o professor alerta para a importância de buscar sempre a fonte original, ler o trabalho todo - não somente o título e a chamada - e até mesmo confirmar essa informação em outras fontes ou com um profissional.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>“É sempre importante procurar um profissional e às vezes estudar um pouco, porque quando você tem um pouco de conhecimento, você consegue explicar melhor para o profissional. Gosto de fazer esta analogia: quando você leva seu carro ao mecânico, ele sempre te pergunta qual o problema. Se você não conseguir falar, ele vai ter que testar o carro inteiro. Para a gente, não tem como ficar testando nosso corpo inteiro para saber qual seria o melhor diagnóstico”, diz ele</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa vai ao ar nesta quarta (25), às 18h05, com reapresentação no domingo (29) às 11h30. O </span><a href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) em parceria com a Rádio USP Ribeirão Preto.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-23T20:18:17Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/do-pos-ao-neo-olimpismo-esporte-e-movimento-olimpico-no-seculo-xxi-28-de-junho-de-2019">
    <title>Do Pós ao Neo-Olimpismo: Esporte e Movimento Olímpico no Século XXI - 28 de junho de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/do-pos-ao-neo-olimpismo-esporte-e-movimento-olimpico-no-seculo-xxi-28-de-junho-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-07-12T18:40:49Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/esporte-e-movimento-olimpico">
    <title>Do Pós ao Neo-Olimpismo: Esporte e Movimento Olímpico no Século XXI</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/esporte-e-movimento-olimpico</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-2bf90143-7fff-7894-4eed-2c7a657d247a"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Criado no final do Século XIX, o Movimento Olímpico se estabeleceu e cresceu ao longo do século XX e tem no Comitê Olímpico Internacional (COI) uma das instituições mais poderosas do planeta, responsável pela realização dos Jogos Olímpicos, evento que se realiza de 4 em 4 anos. Esse fenômeno que hoje se materializa como um poderoso catalisador de ações culturais, educacionais, econômicas e políticas, chega ao século XXI lidando com as contradições geradas por todos os envolvidos em sua manutenção: dirigentes, técnicos, atletas e empresas.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>O seminário </span><span><strong>Do pós ao Neo Olimpismo: Esporte e Movimento Olímpico no Século XXI</strong></span><span> irá promover mesas para apresentação dos temas que cercam as principais discussões dentro do Movimento Olímpico contemporâneo.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Sobre o GEO</strong></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Vinculado ao Centro de Estudos Socioculturais do Movimento Humano (CESCMH) da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da Universidade de São Paulo (USP), o Grupo de Estudos Olímpicos (GEO) é composto por graduandos, mestrandos, mestres, doutorandos e doutores, que há 18 anos atuam à frente de pesquisas e ações com a missão de pensar e preservar a memória dos atletas e esporte olímpico brasileiro; desenvolver os Estudos Olímpicos e fomentar a educação olímpica no país.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><strong>Participantes:</strong></span></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bianca-cristina-do-prado-silva">Bianca Cristina do Prado Silva</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabriel-almeida-savonitti">Gabriel Savonitti</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gustavo-ferraz-de-campos-monaco">Gustavo Ferraz de Campos Monaco</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jean-eduardo-batista-nicolau">Jean Nicolau</a></p>
<p>Katia Rubio</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luciane-maria-micheletti-tonon">Luciane Maria Micheletti Tonon</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-alberto-de-oliveira">Marcelo Alberto de Oliveira</a></p>
<p>Natália Kohatsu Quintilio</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/neilton-de-sousa-ferreira-junior">Neilton Ferreira Junior</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rafael-campos-veloso">Rafael Campos Veloso</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/toshihiro-rubio-nishida">Toshihiro Nishida</a></p>
<p>Vinicius Souza</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/waleska-vigo-francisco">Waleska Vigo Francisco</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/william-douglas-de-almeida">William Douglas de Almeida</a></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Lançamento do Livro <i>Do pós ao Neo Olimpismo: Esporte e   Movimento Olímpico no Século XXI</i> e Sessão de Autógrafos.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thaisa Carvalho</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-06-11T19:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/membros-da-academia-olimpica-internacional-esclarecem-como-universidade-pode-participar-de-seus-estudos-olimpicos">
    <title>Desafios olímpicos e estudos sobre as Olimpíadas serão temas de encontros</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/membros-da-academia-olimpica-internacional-esclarecem-como-universidade-pode-participar-de-seus-estudos-olimpicos</link>
    <description>Nos dias 23 e 24 acontece o VII Seminário de Estudos Olímpicos, enquanto no dia 27 membros da Academia Olímpica Internacional falam sobre como a Universidade pode participar de seus programas de estudos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/evento-olimpiadas" alt="Evento Olimpíadas" class="image-right" title="Evento Olimpíadas" />Nos dias <strong>23 e 24 de novembro</strong>, o <span style="text-align: justify; ">Grupo de Estudos Olímpicos da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP realizará o sétimo seminário sobre seu tema de estudos. Das <strong>8h às 19h</strong>, o encontro acontece no auditório da EEFE e reunirá representantes do Comitê Olímpico Internacional, da Academia Olímpica Internacional, pesquisadores e atletas. O foco será o legado e o desafio dos jogos olímpicos. Além das mesas temáticas, haverá exposição de trabalhos. Veja a <a class="external-link" href="http://olimpianos.com.br/seminario/#Programa">programação dos dois dias</a>. </span><span style="text-align: justify; ">O IEA apoia a atividade por meio da pesquisadora </span><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-rubio" class="external-link">Katia Rubio</a><span style="text-align: justify; ">, professora da EEFE e pesquisadora do Programa Ano Sabático do IEA de 2017.</span></p>
<p><span>Na semana seguinte, no <strong>dia 27, </strong><strong>das 9h às 12h</strong>, a participação de graduandos e pós-graduandos em </span><a class="external-link" href="http://ioa.org.gr/education/">eventos e programas educacionais</a><span> realizados pela </span><a class="external-link" href="http://ioa.org.gr/">Academia Olímpica Internacional</a><span> (AOI) será tema de um outro seminário</span><span>, que acontecerá no Auditório Prof. Dr. José Geraldo Massucato (Bloco B), na EEFE da USP.</span></p>
<p>Os expositores serão Konstantinos Georgiadis, diretor internacional do Programa de Pós-Graduação em Estudos Olímpicos da AOI, e Roberto Maluf Mesquita, coordenador e professor do curso de educação física do Centro Universitário La Salle, em Canoas, Rio Grande do Sul. Eles falarão em inglês, sem tradução simultânea.</p>
<p><span>Organizada por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/katia-rubio" class="external-link">Katia Rubio</a>, a atividade </span><i>A Academia Olímpica Internacional e a Universidade</i><span> buscará destacar a importância e os mecanismos de participação destes alunos no desenvolvimento de estudos olímpicos, além de aproximar a AOI da Universidade.</span></p>
<p><span>Para isso, Georgiadis e Mesquita irão mostrar como funciona a preparação acadêmica oferecida pela AOI à comunidade internacional e responderão perguntas dos presentes. Alguns dos eventos da Academia são o Seminário de Pós-Graduação e a Sessão de Educadores.</span><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<hr />
<p><i><strong>VII Seminário Estudos Olímpicos</strong><br />23 e 24 de novembro, das 8h às 19h<br /></i><i>Auditório da Escola de Educação Física e Esporte - USP<br />Av. Mello Moraes, 65, Cidade Universitária, São Paulo<br />Informações: olimpianos@olimpianos.com.br e (11) 3091-8798<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/vii-seminario-estudos-olimpicos" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p><i><strong>A Academia Olímpica Internacional e a Universidade</strong><br />27 de novembro, das 9h às 12h<br /><span>Auditório Prof. Dr. José Geraldo Massucato (Bloco B), na Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP - <span>Av. Prof. Mello Moraes, 65, Cidade Universitária, São Paulo<br />Informações: <a class="fn email" href="mailto:olimpianos@olimpianos.com.br">olimpianos@olimpianos.com.br</a> e <span>(11) 3091-8798<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/a-academia-olimpica-internacional-e-a-universidade" class="external-link">Página do evento</a></span></span></span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-13T20:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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