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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 13.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/dilemas-ambientais-urbanos">
    <title>Dilemas Ambientais-urbanos em Duas Metrópoles Latino-americanas: São Paulo e Cidade do México no Século XXI</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/dilemas-ambientais-urbanos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Este encontro de lançamento do livro  <a class="external-link" href="https://www.amazon.com.br/Dilemas-ambientais-urbanos-metr%C3%B3poles-latino-americanas-ebook/dp/B092RH5GZ1/ref=tmm_kin_swatch_0?_encoding=UTF8&amp;qid=1618943919&amp;sr=1-1">“Dilemas ambientais-urbanos em duas metrópoles latino-americanas: São Paulo e Cidade do México no século XXI”</a> (Editora Paco) oferece uma oportunidade de conhecer uma iniciativa de pesquisadores brasileiros e mexicanos, como resultado de interlocução sobre duas das maiores megacidades da região, suas múltiplas semelhanças e especificidades.</p>
<p>Fazer estudos comparativos é sempre um desafio, considerando a trajetória de ambas a partir da segunda metade do século XX, se aproximam quanto aos problemas e sua complexidade, bem como à emergência da questão ambiental como uma dimensão a eles transversal.</p>
<p>O livro organizado por Pedro R. Jacobi (IEE-IEA/USP), Mario Federico Bassols (UAM- Itztapalapa), Pedro Henrique Campello Torres (IEE- IEA/USP), Silvana Zioni (UFABC) e Arturo Venancio Flores (FAPUR/UAEMex)  é oportuno porque articula dilemas ambientais com a questão urbana e coloca problemas que demandam conhecimento, reflexão e medidas urgentes.</p>
<p>A relação entre cidades e meio ambiente tornou-se incontornável. Hoje, a maioria da população mundial mora em cidades, pressionando demograficamente a expansão da infraestrutura urbana e a provisão de serviços públicos básicos, gerando a um só tempo numerosas externalidades negativas sobre o meio ambiente.</p>
<p>O conjunto de capítulos apresentados representam um mosaico das principais questões, olhares cruzados desafios em contexto crescentemente ameaçado pela emergência climática e seus impactos sobre a população destas megacidades, e notadamente das populações mais vulneráveis.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>México</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-04-05T19:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/bonus-demografico-na-america-latina-13-de-junho-de-2018">
    <title>Bônus Demográfico na América Latina - 13 de junho de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/bonus-demografico-na-america-latina-13-de-junho-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>México</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-13T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/migracao-e-educacao-12-de-junho-de-2018">
    <title>Migração e Educação - 12 de junho de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/migracao-e-educacao-12-de-junho-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>México</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-12T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/bonus-demografico">
    <title>Bônus Demográfico na América Latina</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/bonus-demografico</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Na segunda atividade de Silvia Giorguli, presidente do Colégio do México, no IEA, será apresentado um panorama do bônus demográfico no México e no Estado de São Paulo. Os dados brasileiros serão apresentados pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) da Secretaria de Planejamento e Gestão do Estado de São Paulo.</p>
<p><strong>Abertura</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski </a>(IEA-USP)</p>
<p><strong>Painelistas</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/silvia-giorguli" class="external-link">Silvia Elena Giorguli Saucedo</a> (El Colegio de México)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/bernadette-cunha-waldvogel" class="external-link">Bernadette Waldvogel </a>(Seade)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/otaviano-canuto" class="external-link">Otaviano Canuto</a> (<span>Banco Mundial) (via skype)</span></p>
<h3>Resumos</h3>
<p><strong>O Dividendo Demográfico no México</strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/silvia-giorguli" class="external-link">Silvia Elena Giorguli Saucedo</a> (El Colegio de México)</p>
<p><span style="text-align: start; float: none; ">Assim  como a maior parte da América Latina, a rápida queda de fertilidade que  o México vivenciou ao longo das últimas quatro décadas levou a uma  mudança na estrutura etária da população. Hoje, a população jovem  atingiu o seu máximo e vai parar de crescer. Como resultado, o México  atingirá sua menor taxa de dependência durante a próxima década. Este  momento foi definido como um “dividendo demográfico”. Se condições  econômicas e sociais específicas forem atendidas, a dinâmica demográfica  deve favorecer o crescimento econômico e resultar em um cenário  positivo para o desenvolvimento geral de um país. Até que ponto o México  se preparou para capitalizar o dividendo demográfico? Quais serão os  principais desafios decorrentes da estrutura etária que o país terá que  enfrentar diante do atual contexto de desigualdade? Quais políticas  públicas são necessárias para antecipá-las e capitalizar os potenciais  da mudança demográfica antes de se entrar em um estágio de  envelhecimento acelerado? Com base em dados recentes, esta apresentação  reflete sobre como as mudanças populacionais podem ser integradas ao  projeto nacional maior.</span></p>
<p><strong><span style="text-align: start; float: none; ">Síntese da Dinâmica Demográfica Paulista<br /></span></strong><span style="text-align: start; float: none; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/bernadette-cunha-waldvogel" class="external-link">Bernadette Waldvogel</a> (Seade) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-eugenio-de-carvalho-ferreira" class="external-link">Carlos Eugenio de Carvalho Ferreira</a> (Seade)</span></p>
<p><span style="text-align: start; float: none; ">O  processo de transição demográfica da população brasileira e mais  especificamente da paulista, com queda acentuada da fecundidade para  níveis inferiores ao da reposição e aumento progressivo da sobrevivência  nas idades mais elevadas, está provocando rápida mudança na estrutura  etária da população. Segundo projeções da Fundação Seade, a participação  das faixas etárias mais jovens, no total da população paulista, está se  reduzindo, enquanto a daquelas mais idosas vem se expandindo  rapidamente.</span></p>
<p><span style="text-align: start; float: none; ">Analisar a projeção populacional do Estado de São Paulo  vem ao encontro de debate cada vez mais amplo sobre a questão  demográfica no Brasil, estimulado pela problemática resultante das  profundas transformações relativas à redução do crescimento populacional  e às alterações na distribuição etária de seus habitantes. O  envelhecimento populacional é um processo progressivo em todo o Estado.  Enquanto no último recenseamento demográfico a população com menos de 15  anos superava o contingente de 65 anos e mais, no horizonte de 2050 o  panorama será o inverso. Nesse cenário é preciso dedicar atenção  especial na formulação atual e futura das políticas públicas, levando em  conta os possíveis impactos dessas transformações e demandas sociais  decorrentes do crescimento do segmento mais idoso da população.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>México</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-05T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/migration-and-education">
    <title>Migração e Educação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/migration-and-education</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: start; float: none; ">A migração internacional afeta a vida dos migrantes e suas famílias. Pesquisas demonstraram que a vida das crianças é influenciada pela própria experiência de migração ou de parentes, especialmente dos pais. Por exemplo, as trajetórias educacionais das crianças podem ser positivamente ou negativamente alteradas devido à sua própria mobilidade ou a dos pais. Por um lado, um aumento nos recursos domésticos quando as remessas do exterior são recebidas ou as melhores oportunidades educacionais nos países de destino podem aumentar o nível educacional. Por outro, mudanças na supervisão dos pais, custos emocionais associados à migração e a competição entre expectativas educacionais e de migração podem resultar em menor desempenho educacional e maior probabilidade de abandonar a escola. Pesquisas sobre migração mexicana e centro-americana sugerem que as condições sob as quais a migração acontece, as especificidades do sistema educacional (em termos de até que ponto pode acomodar as necessidades especiais das crianças ligadas à migração) e as características familiares mediam o impacto final da mobilidade sobre as trajetórias educacionais dos jovens expostos a diferentes formas de migração internacional.</span></p>
<p><strong>Abertura</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a> (IEA-USP)</p>
<p><strong>Conferencista</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/silvia-giorguli" class="external-link">Silvia Elena Giorguli Saucedo </a>(El Colegio de México)</p>
<p><strong>Comentadores</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-renato-de-campos-araujo" class="external-link">José Renato de Campos Araújo</a> (EACH-USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rosana-aparecida-baeninger" class="external-link">Rosana Aparecida Baeninger</a> (Unicamp)</p>
<p><strong>Moderação</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alberto-pfeifer-filho" class="external-link">Alberto Pfeifer</a> (IEA e Gacint-IRI-USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
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    <dc:date>2018-06-05T16:55:00Z</dc:date>
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  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/metropoles-em-crise-a-gestao-da-agua-no-mexico-e-na-espanha">
    <title>A gestão da água nas metrópoles</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/metropoles-em-crise-a-gestao-da-agua-no-mexico-e-na-espanha</link>
    <description>Especialistas analisam modelos de governança que levam grandes cidades à mais longa estiagem da história. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>As experiências de grandes cidades quanto aos modelos de gestão dos recursos hídricos serão apresentadas no IEA por especialistas que passam pelo Brasil por ocasião do <i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/govagua-tem-crise-hidrica-como-tema" class="external-link"><strong>V GovAgua</strong><strong> </strong><strong>-</strong><strong> Encontro de Governança da Água</strong></a>.</i></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Escassez-Hidrica-sylvia-Tim-J-Keegan-flickr-copia.jpg" alt="Escassez Hídrica" class="image-inline" title="Escassez Hídrica" /></th>
</tr>
<tr>
<td>Metrópoles com falta d'água no mundo evidenciam falhas na gestão da demanda e no tratamento do esgoto.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Intitulado <i>Escassez Hídrica, Governança e Justiça Ambiental, </i>o encontro será em espanhol, aberto ao público e sem inscrição prévia. Acontecerá no <strong>dia </strong><strong>10 de novembro</strong>, <strong>das 9h30 às 12h30</strong>, na Sala de Eventos do IEA, com a moderação do professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA.</p>
<p>“No mundo todo vemos áreas metropolitanas passando por crises de estiagem prolongadas. A experiência nos mostra que os modelos priorizam a oferta da água em detrimento do controle da demanda. Os modelos de gestão também falham ao oferecer baixos investimentos em tratamento de esgoto e um consumo livre de água, um recurso escasso”, diz o professor Jacobi.</p>
<p>Os debatedores analisarão, sob o olhar da justiça ambiental, os contextos de escassez hídrica no mundo, a emergência de conflitos e as reações e respostas dos atores sociais.</p>
<p> </p>
<p><strong>Os conferencistas</strong></p>
<p>Para falar sobre o caso espanhol, o debate traz o<span> geógrafo e historiador </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leandro-del-moral-ituarte" class="external-link">Leandro del Moral Ituarte</a><span>, que dirige atualmente o Departamento de Geografia Humana da Universidade de Sevilha, da Espanha. Especializou-se em obras hidráulicas a partir da tese de doutorado defendida em 1990. Na ocasião, estudou a bacia baixa de Guadalquivir, que banha territórios da Andaluzia, no sul da Espanha.</span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bernard-barraque" class="external-link">Bernard Barraqué</a>, outro convidado, é diretor de pesquisa do Centre International de Recherche sur l’Environnement et le Développement, do Le Centre National de la Recherche Scientifique, de Paris, vem focando seus estudos recentes na alocação dos recursos hídricos, avaliação de políticas e métodos sustentáveis, abordagens institucionais e participativas e análises comparativas da sustentabilidade da gestão da água nas grandes cidades europeias. Atua também na Agro ParisTech - École Nationale du Génie Rural, des Eaux et des Fôrets.</p>
<p>A participação de <a href="http://ugto.academia.edu/AlexRicardoCalderaOrtega" target="_blank">Alex Ricardo Caldera Ortega</a>, do Departamento de Gestión Pública y Desarrollo da Universidad de Guanajuato, no México, foi cancelada devido à agenda do conferencista.</p>
<p> </p>
<p><strong> </strong></p>
<hr />
<p><i><strong> Escassez Hídrica, Governança e Justiça Ambiental<br /></strong>Dia 10 de novembro, das 9h30 às 12h30.<br />Sala de Eventos do IEA. Rua da Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5° andar, Butantã, São Paulo.<br />Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">internet</a>.<br />Inscrições e informações pelo email <a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>, telefone (11) 3091-1678.<br />Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/escassez-hidrica-governanca-e-justica-ambiental" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/escassez-hidrica-governanca-e-justica-ambiental</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">foto: Tim J. Keegan/Flicker</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pobreza</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Europa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poder</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>México</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-10-27T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-america-latina-dos-sociologos">
    <title>A necessidade de revitalizar a teorização sociológica sobre a América Latina</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-america-latina-dos-sociologos</link>
    <description>O segundo encontro do ciclo "Identidades Latino-Americanas" teve como tema "A América Latina dos Sociólogos" e aconteceu no dia 18 de junho. O expositor foi José Maurício Domingues, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Mesmo sem deixar de tratar das formulações teóricas sobre a América Latina feitas por sociólogos ou instituições, como no caso da teoria da dependência ou das contribuições da <a class="external-link" href="http://www.cepal.org/es">Cepal</a> e da <a class="external-link" href="http://www.flacso.org/">Flacso</a>, o encontro <i>A América Latina dos Sociólogos</i>, realizado no dia 18 de junho, dedicou boa parte dos debates à crise por que passam as ciências sociais e às dificuldades que isso ocasiona na reflexão sobre a região. No entanto, como disse o expositor do evento, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jose-mauricio-domingues">José Maurício Domingues</a>, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), "ao procurar entender a modernização da América Latina, a própria sociologia participa da construção dessa modernização".</p>
<p>Além de Domingues como expositor, o evento teve debate de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/adrian-gurza-lavalle">Adrian Gurza Lavalle</a>, do Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/simon-schwartzman" class="external-link">Simon Schwartzman</a>, <span style="text-align: justify; ">do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (Iets) e membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC)</span>.  A coordenação foi de <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/bernardo-sorj">Bernardo Sorj</a>, professor visitante do IEA, responsável pelo ciclo.</p>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jose-mauricio-domingues-3" alt="José Maurício Domingues" class="image-inline" title="José Maurício Domingues" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>José Maurício Domingues, expositor</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p>CICLO IDENTIDADES LATINO-AMERICANAS</p>
<p>A América Latina dos Sociólogos</p>
<p><i>18 de junho de 2015 </i></p>
<h3><strong>Midiateca</strong></h3>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/identidades-latino-americanas-a-america-latina-dos-sociologos-ciclo-tematico" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/identidades-latino-americanas-a-america-latina-dos-sociologos-18-de-junho-de-2015" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/america-latina-na-politica" class="external-link">A América Latina analisada sob o ponto de vista dos sociólogos</a>"</li>
</ul>
<p> </p>
<p>A AMÉRICA LATINA DOS HISTORIADORES</p>
<p><i>15 de abril de 2015 </i></p>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/a-america-latina-dos-historiadores-ciclo-tematico" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/a-america-latina-dos-historiadores-ciclo-tematico-15-de-abril-de-2015" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/america-latina-dos-historiadores" class="external-link">A ideia de América Latina dos historiadorres</a>"</li>
</ul>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para Domingues, o primeiro conceito sobre a América Latina que ganhou muita expressão dizia respeito à transição para o capitalismo, "se tínhamos um capitalismo baseado na escravidão ou o que era afinal".</p>
<p>Ele disse que esse debate agora saiu de moda, pois a transição para a modernidade se completou, mas foi importante inclusive para motivar as teorias da dependência, cujo “grande produto foi o trabalho de Fernando Henrique Cardoso e Enzo Falletto”.</p>
<p>Segundo ele, essa discussão articulou muitos debates na América Latina, entre os quais sobre a relação das classes sociais com a dependência e sobre os temas ligados às populações urbanas (caso da teoria da marginalidade, que trata do mundo agrário desarticulado levando a cidades enormes e com grandes contingentes não incorporados pelo mundo industrial).</p>
<p>Outro tema fundante para a discussão latino-americana é o populismo, segundo Domingues. Apesar de a palavra "ser usada como um abuso atualmente", o termo foi formulado de forma sistemática pelo sociólogo ítalo-argentino Gino Germani (1911-1979), que “tentava entender o peronismo como fenômeno político específico na transição das sociedades tradicionais para a modernidade”, explicou.</p>
<p>“Germani pensava numa sociedade onde as formas tradicionais se desarticulam sem que formas modernas assumam o lugar e acreditava que quando a sociedade argentina realmente se modernizasse não haveria mais lugar para o populismo.”</p>
<p>Domigues explicou que muitos autores latino-americanos incorporaram essa discussão do populismo e do nacional-popular, mas o conceito depois foi esquecido, voltando com força recentemente, mas não como teoria: “Quando se diz que o Chávez era um populista, o que se quer dizer exatamente? Que era um demagogo? O que quer dizer populismo de direita na Europa? Estamos usando isso para qualificar demagogos ou como conceito efetivamente explicativo, como uma categoria de análise?”</p>
<p>Ele destacou que as ditaduras militares reduziram bastante o intercâmbio dos sociólogos latino-americanos iniciado nos anos 50, mas quando a região começou a se redemocratizar houve um processo de especialização nas ciências sociais: "A ciência política nasce na América Latina, sobretudo a partir dos anos 80, com profissionais que foram fazer seu doutoramento no exterior, e as ciências sociais são refundadas em torno da democracia, que se torna o tema essencial, com a ideia de uma América Latina que se democratizava energizando a imaginação dos intelectuais".</p>
<p>Embora haja a construção de conceitos em algumas áreas, como nas sociologias do trabalho, da cultura e do direito, a sociologia latino-americana perdeu sua capacidade de articular discussões teóricas mais sistemáticas, na opinião de Domingues. “As ciências sociais estão perdidas numa miríade de estudos específicos, de casos, com reduzida capacidade de generalização conceitual, de construção analítica.”</p>
<p>Para ele, a tarefa que se impõe aos sociólogos latino-americanos é reenergizar  a imaginação teórica, a capacidade de teorizar, “pois isso é o que permitirá um diálogo mais profundo com a sociologia de outras regiões do mundo, que também não anda muito bem”.</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/adrian-gurza-lavalle-1" alt="Adrian Gurza Lavalle" class="image-inline" title="Adrian Gurza Lavalle" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Adrian Gurza Lavalle, debatedor</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Adrian Gurza Lavalle disse concordar com a ideia de Domingues de que o problema central da sociologia na América Latina foi analisar a modernização da região e sua inserção mundial. Também concorda com a avaliação de que o único momento em que a sociologia latino-americana “fez a cabeça de parte importante dos teóricos europeus” foi quando da elaboração da teoria da dependência.</p>
<p>Lavalle sugere que além das duas hipóteses de Domingues para a deficiência teórica da região (intelectuais vivendo no mundo das ideias e sem examinar a realidade; hegemonia teórica do hemisfério norte dificultando a inserção dos pesquisadores latino-americanos), há também “a perda do ponto de fuga, da noção de aonde se quer chegar, que é a modernidade.</p>
<p>“Ao longo do século 20, abandonamos a ideia de que havia leis inexoráveis que regulavam algum processo que nos direcionava, mas o ponto de fuga continuava a ser o mesmo: desenvolver classes sociais, industrialização, estado de direito, democracia, cidadania.”</p>
<p>Se se sabe o ponto de fuga, a teoria explica como se deslocar nesse sentido, de acordo com Lavalle. "Como não sabemos exatamente para aonde vamos, construir uma teoria como tínhamos no passado talvez nos imponha desafios maiores". Ele perguntou a Domingues como isso poderia ser feito.</p>
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/simon-schwartzman-2" alt="Simon Schwartzman" class="image-inline" title="Simon Schwartzman" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Simon Schwartzman, debatedor</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Simon Schwartzman questionou a necessidade de criação de uma teoria específica para a América Latina: “Por que não pensar em teoria social, afinal o Brasil é diferente do Haiti, da República Dominicana, de países da África, da Ásia e ao mesmo tempo há muitas semelhanças com eles”.</p>
<p>Ele defendeu a recuperação do espaço para a análise histórica, “que continua sendo muito importante para a compreensão das sociedades, embora não haja mais espaço para as grandes narrativas da evolução da modernidade”.</p>
<p>Também questionou o que chamou de fuga para a pós-modernidade. “Se pensarmos no modelo de que estamos caminhando para a modernidade, como diriam os marxistas, então de fato não estamos chegando lá, mas continuamos com problemas que precisam ser enfrentados e discutidos.”</p>
<p>Schwartzman criticou o  predomínio dos trabalhos sobre direitos humanos nos antigos departamentos de estudos latino-americanos nos Estados Unidos, que impactam a pesquisa na América Latina. “Evidentemente a questão dos direitos humanos é muito importante, mas transformar as ciências sociais em algo em defesa dos direitos humanos é empobrecer o conteúdo do que elas podem produzir.”</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/bernardo-sorj-6" alt="Bernardo Sorj" class="image-inline" title="Bernardo Sorj" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left; "><strong>Bernardo Sorj, moderador</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ao comentar as apresentações do expositor e dos debatedores, Bernardo Sorj, destacou que “a identidade é sempre um processo misto, de dinâmicas de dentro para fora e de fora para dentro”.</p>
<p>"A identidade latino-americana veio de fora a partir dos departamentos das universidades americanas e dos setores latino-americanos das organizações internacionais e, ao mesmo, houve um processo de dentro para fora, mas no nível das elites da região."</p>
<p>Domingues disse que os centros de estudos nos EUA contribuíram muito para a criação da ideia de América Latina nas ciências sociais, “mas já havia uma dinâmica na região que dirigia o debate um pouco nesse rumo”.</p>
<p>Ele fez questão de esclarecer que não propõe uma teoria latino-americana, diferente das elaboradas nos EUA, Europa ou qualquer outra parte do mundo: “Teoria é teoria, mas partimos de problemas que às vezes são específicos e isso deixa marcas, ângulos diferentes, que vão de alguma forma colorir a teoria, por mais universal que se queira que ela seja”.</p>
<p>Para ele, a pós-modernidade, cujo fim julga que já chegou, “foi mais um sintoma do momento histórico do que uma teoria com capacidade explicativa e interpretativa”. Domingues considera que a pós-modernidade correspondeu à crise da segunda fase da modernidade, “que superamos, pois estamos na terceira fase da modernidade, altamente globalizada, extremamente complexa, e que coloca desafios muito grandes para quem faz teoria social”.</p>
<p>Outro tipo de problema identificado por Domingues é “o caráter pragmático que se demanda hoje das ciências sociais, como se fazer teoria não fosse algo efetivamente adequado”.</p>
<p>Para ele, é preciso recuperar o que foi a marca da sociologia, que é a ideia de conceitos e tendência, porque há tendências de desenvolvimento dentro da modernidade: "Podemos não saber qual é o ponto de chegada, mas que esses desenvolvimentos continuam acontecendo, que o estado moderno continua se desenvolvendo, que as burocracias continuam se desenvolvendo, que o capitalismo continua se desenvolvendo, acho que isso é bastante patente, mas a sociologia deixou de teorizar isso".</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans (IEA-USP)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>México</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-07-24T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/ciencias-sociales-y-desarrollo-nacional-en-mexico-11-de-junho-de-2015">
    <title>Ciencias Sociales y Desarrollo Nacional en México - 11 de junho de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/ciencias-sociales-y-desarrollo-nacional-en-mexico-11-de-junho-de-2015</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>El Colegio de México</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>México</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-06-11T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/tiempos-neoliberales-en-mexico-09-de-junho-de-2015-1">
    <title>Tiempos Neoliberales en México - 09 de junho de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/tiempos-neoliberales-en-mexico-09-de-junho-de-2015-1</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>El Colegio de México</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>México</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-06-09T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/en/news/francisco-zapata-discusses-mexicos-development-models">
    <title>Francisco Zapata Discusses Mexico’s Development Models</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/en/news/francisco-zapata-discusses-mexicos-development-models</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/home-francisco-zapata" alt="Francisco Zapata" class="image-right" title="Francisco Zapata" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Chilean sociologist Francisco Zapata</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Sociologist Francisco Zapata, a professor and researcher at the Center of Sociological Studies of El Colegio de México, will be at the IEA-USP on <strong>June 9 and 11</strong>, when he will give two conferences on the relations between development models and the transformations of Mexican society.</p>
<p class="Text"><span>Organized by the IEA in partnership with El Colegio de México, the two meetings will take place at 2 pm, at IEA-USP’s Events Room.</span></p>
<p class="Text"><span>On June 9, the theme will be <i>Tiempos Neoliberales in Mexico </i>[<i>Neoliberal Times in Mexico</i>]. Zapata will discuss the flourishing of Neoliberalism and the resulting changes in the country’s labor market. The exposition will address particularly the 1982-2013 period, characterized by the transition from an industrialization model based on the replacement of imports to the transnationalization of the domestic market, and from a corporatist model of political domination to a democratic one. The discussant will be philosopher Reginaldo Moraes, professor at UNICAMP’s Institute of Philosophy and Human Sciences, and the event will be moderated by sociologist Iram Rodrigues, professor at USP’s School of Economics, Administration and Accounting (FEA).</span></p>
<p class="Text">At the June 11 conference, Zapata will discuss <i>Ciencias Sociales y Desarrollo Nacional en Mexico</i> [<i>Social Sciences and National Development in Mexico</i>]. He will review the various stages of the relationship between the social sciences and the type of national development promoted by the Mexican State, focusing on the political, economic and social transformations that took place as Mexican society established itself. The discussant will be sociologist <a href="https://www.iea.usp.br/en/persons/visiting-professors/bernardo-sorj-1" class="external-link">Bernardo Sorj</a>, visiting professor at the IEA.</p>
<p><strong>The Lecturer</strong></p>
<p>Francisco Zapata graduated in Sociology from Pontificia Universidad Católica de Chile, and earned a doctorate in Sociology from the École Pratique des Hautes Etudes (France). He has been visiting professor at several universities around the world, including Yale and Notre Dame, both in the United States. He is currently a professor and researcher at the Center of Sociological Studies of El Colegio de México, where he studies trade union movements, labor relations and regional development in the Latin American context. His most recent books are <i>Historia mínima del sindicalismo latinoamericano</i>, published by El Colegio de México (2013), and <i>Hacia una sociología latinoamericana del trabajo</i>, published by Universidad Autónoma de Yucatán (2010).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Richard Meckien</dc:creator>
    <dc:rights>Original version in Portuguese by Flávia Dourado and translation by Carlos Malferrari</dc:rights>
    
      <dc:subject>El Colegio de México</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociology</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>México</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Work</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-05-29T19:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/francisco-zapata-discute-modelos-de-desenvolvimento-no-mexico">
    <title>Francisco Zapata discute modelos de desenvolvimento no México</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/francisco-zapata-discute-modelos-de-desenvolvimento-no-mexico</link>
    <description>Nos dias 9 e 11 de junho, o sociólogo Francisco Zapata, professor do Centro de Estudios Sociológicos de El Colégio de México, faz duas conferências no IEA sobre modelos de desenvolvimento no México. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/home-francisco-zapata" alt="Francisco Zapata" class="image-right" title="Francisco Zapata" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>O sociólogo chileno Francisco Zapata</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/francisco-zapata" class="external-link">Francisco Zapata</a>, professor e pesquisador do Centro de Estudios Sociológicos de El Colegio de México, estará no IEA nos <strong>dias 9 e 11 de junho</strong>, quando fará duas conferências sobre as relações entre modelos de desenvolvimento e transformações da sociedade mexicana. As exposições serão em espanhol e não haverá tradução simultânea.</p>
<p>Organizados pelo IEA em parceria com o El Colegio de México, os dois encontros acontecem às <strong>14 horas</strong>, na Sala de Eventos do Instituto.</p>
<p>No dia 9 de junho, o tema será <i>Tiempos Neoliberales en México. </i>Zapata discutirá o florescimento do neoliberalismo e as decorrentes mudanças no mercado de trabalho do país. A exposição tratará particularmente do período de 1982-2013, marcado pela transição do modelo de industrialização por substituição de importações para o modelo de transnacionalização do mercado interno, e do modelo de dominação política centrado no corporativismo para o modelo de dominação política democrático. O debatedor será o filósofo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/reginaldo-carmello-correa-de-moraes" class="external-link">Reginaldo Moraes</a>, professor do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp. A moderação ficará a cargo do sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/iram-jacome-rodrigues" class="external-link">Iram Rodrigues</a>, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP.</p>
<p>Na conferência do dia 11, Zapata falará sobre <i>Ciencias Sociales y Desarrollo Nacional en México</i>. Ele fará uma análise das fases pelas quais passou a relação entre ciências sociais e desenvolvimento nacional promovido pelo Estado mexicano, com foco nas transformações políticas, econômicas e sociais que se deram ao longo do processo de constituição da sociedade mexicana. Os debatedores serão o sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/bernardo-sorj" class="external-link">Bernardo Sorj</a>, professor visitante do IEA, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/lia-zanotta-machado" class="external-link">Lia Zanotta Machado</a>, cientista social e professora de antropologia na UnB.</p>
<p><strong>Conferencista</strong></p>
<p>Francisco Zapata é graduado em sociologia pela Pontificia Universidad Católica de Chile e doutor em sociologia pela École Pratique des Hautes Etudes, França. Foi professor visitante de diversas universidades de todo mundo, entre as quais Yale University e University of Notre Dame, ambas nos Estados Unidos. Atualmente, atua como professor e pesquisador do Centro de Estudios Sociológicos de El Colegio de México, onde desenvolve pesquisas sobre movimento sindical, relações trabalhistas e desenvolvimento regional no âmbito da realidade latino-americana. Seus livros mais recentes são "Historia Mínima del Sindicalismo Latinoamericano" (2013), publicado por El Colegio de México, e "Hacia una Sociología Latinoamericana del Trabajo" (2010), publicado pela Universidad Autónoma de Yucatán.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Arquivo pessoal</span></p>
<p><i><strong> </strong></i></p>
<hr />
<p><i><strong>Tiempos Neoliberales en México</strong><br />9 de junho, às 14 horas<br />Sala de Eventos do IEA, Rua Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (<a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos" class="external-link">localização</a>)<br />Evento gratuito e aberto ao público, sem necessidade de inscrição – Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos" class="external-link">web<br /></a>Exposição em espanhol, sem tradução simultânea<a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos" class="external-link"><br /></a>Informações: Cláudia Regina Tavares, telefone (11) 3091-1686 ou e-mail clauregi@usp.br<br />Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/tiempos-neoliberales-em-mexico" class="external-link">www.iea.usp.br/eventos/tiempos-neoliberales-em-mexico</a></i></p>
<p><i><strong>Ciencias Sociales y Desarrollo Nacional en México</strong><br />11 de junho, às 14 horas<br />Sala de Eventos do IEA, Rua Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (<a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos" class="external-link">localização</a>)<br />Evento gratuito e aberto ao público, sem necessidade de inscrição – Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos" class="external-link">web<br /></a>Exposição em espanhol, sem tradução simultânea<br />Informações: Cláudia Regina Tavares, telefone (11) 3091-1686 ou e-mail clauregi@usp.br<br />Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ciencias-sociales-y-desarrollo-nacional-en-mexico" class="external-link">www.iea.usp.br/eventos/ciencias-sociales-y-desarrollo-nacional-en-mexico</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sociologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>El Colegio de México</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Trabalho</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>México</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-05-29T19:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/tiempos-neoliberales-em-mexico">
    <title>Tiempos Neoliberales en México</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/tiempos-neoliberales-em-mexico</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A análise dos tempos neoliberais no México pode enquadrar-se no marco geral das transformações que tem experimentado a sociedade, o sistema político e o Estado mexicano no período de 1982-2013. Essas transformações se localizam no contexto das duas transições que têm ocorrido no país desde 1982: a transição do modelo de industrialização por substituição de importações (ISI) ao modelo da transnacionalização do mercado interno (TMI) e a transição do modelo de dominação política centrado no corporativismo ao modelo de dominação política democrático. Em consequência, nossa discussão estará marcada pelas: (a) análise das modificações derivadas da transição entre modelos desenvolvidos, e (b) as transformações dos mercados de trabalho.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>México</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-05-28T15:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/octavio-paz-e-a-independencia-intelectual">
    <title>Octavio Paz e a independência intelectual em defesa da liberdade e da democracia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/octavio-paz-e-a-independencia-intelectual</link>
    <description>A trajetória do envolvimento e do posicionamento político do poeta, ensaísta e diplomata mexicano Octavio Paz foi o tema da conferência de Francisco Javier Garciadiego Dantán, diretor do Colegio de México.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/octavio-paz" alt="Octavio Paz" class="image-inline" title="Octavio Paz" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Octavio Paz em foto de 1988</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Octavio Paz (1914-1998) foi um escritor com duas faces (poeta e ensaísta) que viveu simultaneamente em dois séculos 20 – “o mexicano e o mundial, nem sempre coincidentes” – e em três continentes, segundo o historiador Francisco Javier Garciadiego Dantán, presidente do Colegio de México.</p>
<p>Partidário quando jovem das Revoluções Mexicana e Soviética, Paz se desiludiu com elas na metade do século 20 e, “testemunha sempre atenta dos diversos períodos, porém visionário também por sua perspectiva poética, percebeu que a partir do final dos anos 60 o mundo enfrentaria numerosas revoltas de todo tipo, sendo a estudantil a primeira”.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Evento</strong></p>
<ul>
<li><span>Notícia<br />"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-discutem-o-legado-politico-de-octavio-paz" class="external-link">Especialistas discutem o legado político de Octavio Paz</a>"</span></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/octavio-paz-y-la-politica" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/octavio-paz-y-la-politica-31-de-julho-de-2014" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Texto de referência</strong></p>
<ul>
<li><span class="internal-link"><a class="external-link" href="http://www.revistas.usp.br/revusp/article/view/52147/56196">Conversa sobre Octavio Paz</a> - Celso Lafer e Haroldo de Campos - "</span><strong>Revista USP</strong><strong>"</strong><span>, nº 8, págs. 91-104, fevevereiro de 1991</span></li>
</ul>
<ul>
<li><a class="external-link" href="http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,no-centenario-de-octavio-paz-imp-,1141363" target="_blank">No Centenário de Octavio Paz</a> - Celso Lafer - "O Estado de S.Paulo", 16 de março de 2014, pág. A2</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No entender de Dantán, é certo que “a Revolução Cubana e logo depois a sandinista fizeram-no desconfiar desse tipo de processo, pois não o considerava a solução para os problemas do homem do último terço do século 20: abandonando sua velha e primeira rebeldia, Paz passou a comprometer-se com os reclamos democráticos”.</p>
<p>A trajetória do envolvimento e do posicionamento político do poeta, ensaísta e diplomata mexicano foi o tema da conferência “Octavio Paz e a Política”, proferida por Dantán no dia 31 de julho, evento organizado pelo IEA-USP e pelo Colegio de México em comemoração ao centenário de nascimento do escritor.</p>
<p>Os comentadores da conferência foram o historiador Carlos Guilherme Mota, diretor da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e primeiro diretor do IEA-USP, e Celso Lafer, presidente da Fapesp, professor titular da Faculdade de Direito (FD) da USP e aluno de Octavio Paz na Cornell University, EUA, em 1966, num curso sobre teoria e prática da poesia a partir do simbolismo. A moderação do evento foi de Jorge Schwartz, diretor do Museu Lasar Segall e professor da FFLCH-USP.</p>
<p><strong>CENÁRIO MEXICANO</strong></p>
<p>Dantán começou sua exposição lembrando que Paz nasceu quando o século 20 histórico mexicano, iniciado com a revolução de 1910, tinha quatro anos de idade, mesmo momento em que começava o século 20 histórico da Europa, com a eclosão da Primeira Guerra Mundial.</p>
<p>De acordo com o historiador, a infância e juventude de Paz transcorreram em cenários mexicanos e apenas em 1937 ele se interessou pelo que acontecia no exterior. “Viveu seus anos estritamente mexicanos no seio de uma família intimamente vinculada à política e à história do país”.</p>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/carlos-guilherme-mota-francisco-javier-garciadiego-dantan-jorge-schwartz-e-celso-lafer" alt="Carlos Guilherme Mota, Francisco Javier Garciadiego Dantán, Jorge Schwartz e Celso Lafer" class="image-inline" title="Carlos Guilherme Mota, Francisco Javier Garciadiego Dantán, Jorge Schwartz e Celso Lafer" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Os participantes do evento (<i>a partir da esq.</i>):<br />Carlos Guilherme Mota (comentador), Francisco Javier Garciadiego Dantán (conferencista), Jorge Schwartz (coordenador) e Celso Lafer (comentador)</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ireneo Paz, o avô, foi um militar nascido em 1836 que se envolveu diretamente nas lutas políticas do século 19, combatendo a intervenção francesa e tornando-se um seguidor de Porfírio Dias (1830-1915), militar e líder político que controlou o México de 1876 a 1911, mesmo no período em que esteve fora da presidência. Segundo Dantán, Ireneo Paz era “mais porfirista que liberal e mais militarista que democrático”.</p>
<p>Por sua vez, Octavio Ireneo Paz, o pai, “foi um homem devorado por suas constantes derrotas políticas e por seu irrefreável gosto pelo álcool”. Para o poeta, “a proximidade com o avô tinha como objetivo suprir a ausência do pai”.</p>
<p>O pai, desde jovem, “mostrou seus interesses políticos e logo também mostrou que eles eram diferentes dos de Ireneo, avo do poeta", tendo se incorporado às forças de Emiliano Zapata, cujos acampamentos se encontravam um pouco mais ao sul de Mixcoac, povoado onde habitava a família.</p>
<p>Dantán detalhou o quadro político e cultural da adolescência e juventude de Otavio Paz: “Se sua infância tinha conhecido a Revolução, sua adolescência transcorreu junto com uma extraordinária instabilidade nacional e mundial”. Foi o período da Guerra Cristera (levante popular contra as disposições anticlericais da Constituição Mexicana) e da violência eleitoral. No âmbito internacional, ocorreu a Crise de 29, que “teve impactos enormes no país e na família de Paz”.</p>
<p>Ainda secundarista, o poeta participou da campanha do escritor, educador e filósofo José Vasconcelos (1882-1959) para a presidência do México. Vasconcelos “seguramente havia compartilhado com o pai de Octavio Paz algumas experiências revolucionárias”, comentou o conferencista.</p>
<p>Dantán explicou que a derrota do vasconcelismo desiludiu os jovens e a gravidade da Crise de 29 levou muitos a pensar no desaparecimento do capitalismo e da democracia. Foi nesse clima e contexto, segundo ele, que Paz e outros de sua geração simpatizaram com as organizações e a ideologia comunistas. Segundo o historiador, um dos primeiros empregos de Paz foi como redator em “El Popular”, o órgão oficial da Confederação de Trabalhadores do México, central operária pró-soviética criada em 1936.</p>
<p><strong>INÍCIOS</strong></p>
<p>De acordo com o conferencista, o início político de Paz coincidiu, cronológica e ideologicamente, com seu início poético: “Sua revista ‘Barandal’ era abertamente pró-soviética, e, além do mais, abertamente o foi sua aventura editorial seguinte, os ‘Cadernos Del Valle de México’”.</p>
<p>Em 1933, publicou seu primeiro livro de poesias, “Luna Silvestre”, com sete poemas de temática amorosa. Sua publicação seguinte, em 1936, “foi uma poesia abertamente política chamada <i>“¡No Pasarán!”, </i><span>sobre a recém-instalada Guerra Civil Espanhola”. </span></p>
<p>O ano 1937 foi decisivo na vida do poeta. Abandonou a carreira em direito, casou-se com Elena Garro e publicou seu segundo poemário, “Raíz del Hombre”, “pelo qual mostrou suas duas facetas: a do homem comprometido com seu tempo e a do artista plenamente voltado a sua literatura.”</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
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<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/francisco-javier-garciadiego-dantan-2" alt="Francisco Javier Garciadiego Dantán" class="image-inline" title="Francisco Javier Garciadiego Dantán" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Francisco Javier Garciadiego Dantán:"<span>Para Paz, tratava-se de questionar a permanência do ‘ogro filantrópico’"</span></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Motivado pela política social do então presidente Lázaro Cárdenas, Paz se mudou para a zona rural do estado de Yucatán, para colaborar na campanha de alfabetização que fora lançada.” Segundo o conferencista, Paz ficou impressionado com a pobreza dos maias do século 20 e a riqueza arquitetônica e artística dos maias históricos. “Desde então mostrou sua dupla percepção: a visão dicotômica que conservaria ao longo da vida, entre arte e política, entre passado e presente.”</p>
<p><strong>DECEPÇÃO</strong></p>
<p>Em 1937, Paz foi convidado para o Segundo Congresso Internacional de Escritores em Defesa da Cultura, que aconteceria em Valência, uma vez que Madri já estava sendo muito assediada pelas tropas franquistas. A Liga de Escritores e Artistas Revolucionários (Lear) se responsabilizou pela organização da comitiva mexicana. “Paz não integrava a Lear, mas seguramente a publicação de <i>‘¡No Pasarán!’</i> justificou sua inclusão na comitiva.”</p>
<p>Na opinião de Paz, de acordo com Dantán, “seu primeiro contato com a política comunista mundial [no congresso] foi suficiente para colocá-lo de sobreaviso a respeito do autoritarismo e da intolerância desta: a cruel censura a André Gide foi uma dura decepção, ainda que todavia não tenha dado lugar a seu desligamento”.</p>
<p>“Paz regressou da Espanha intimamente comprometido com o grupo republicano e com a política cardenista, especialmente com a expropriação petrolífera do início de 1938.” A partir de então, Paz foi um autor constante em várias revistas literárias e em algumas vinculadas ao comunista mexicano pró-soviético Vicente Lombardo Toledano.</p>
<p>No entanto, o assassinato de Trotsky, em agosto de 1940, “deu lugar ao início de seu desencanto, que seguramente se agravou em razão de seu rompimento com Pablo Neruda”, então radicado no México. “Deixou de publicar nos jornais de ‘esquerda’ e começou a escrever para o diário ‘Novedades’, propriedade de um renomado empresário vinculado ao governo pós-revolucionário.”</p>
<p><strong>DIPLOMACIA</strong></p>
<p>Na época, Paz recebeu uma bolsa da Fundação Guggenheim e se radicou nos Estados Unidos até 1943. Pouco depois iniciou sua carreira diplomática, “situação que o obrigou a acelerar seu afastamento do comunismo”. Nessa época, começou a escrever sobre a política internacional.</p>
<p>Comissionado na França de 1946 a 1951, teve contato com os surrealistas, alguns dos quais, como Breton e Artaud, havia conhecido no México. “O impacto do surrealismo em sua obra é inquestionável e o levou a afastar-se da arte nacionalista e revolucionária mexicana.”</p>
<p>Seus anos como diplomata o obrigaram a enterrar seu radicalismo ideológico. A política, e em particular a diplomacia, começou a ser uma responsabilidade profissional, disse Dantán. Foi então que Paz “começou a distinguir entre realidade e ideologia, entre possibilidade e esperança”.</p>
<p>Esse primeiro emprego estável, possibilitou-lhe “esquecer as angústias da sobrevivência cotidiana e escrever com mais regularidade, mas sem pressa.” O resultado foram duas de suas maiores obras: em 1946, “Libertad bajo Palabra”, primeira coletânea poética; em 1947, o ensaio “El Laberinto de la Soledad”, “uma audaciosa análise sociopsicológica da natureza do mexicano”.</p>
<p><strong>ORIENTE</strong></p>
<p>Em 1959, um ano divisor de águas para Paz, publicou a versão definitiva de “Libertad bajo Palavra” e voltou a sair do país em missão diplomática, com uma breve estada em Paris e depois atuando no Japão e na Índia. “No Oriente, tudo seria descobrimento e experimentação. É indubitável que Paz adquiriu uma segunda perspectiva cultural na Índia; mais ainda, desenvolveu uma nova sensibilidade.”</p>
<p>“Em termos gerais, talvez se possa dizer que Paz foi o primeiro intelectual mexicano autenticamente universal, pois Alfonso Reyes [1889-1959] nunca se interessou pela cultura oriental e Vasconcelos teve uma relação ríspida com a cultura ocidental.”</p>
<p>A carreira diplomática de Paz terminou abruptamente em outubro de 1968. Quando soube da cruel repressão aos estudantes que tinham se reunido na Praça de Tlatelolco, apresentou sua renúncia ao posto de embaixador na Índia. “Seguramente, esse foi o maior conflito em toda sua biografia política e intelectual. Sua renúncia deve ser vista como elemento decisivo para a redefinição das relações entre os intelectuais e o governo mexicano.”</p>
<p>Esse rompimento permitiu-lhe “dedicar mais tempo à sua poesia, ter mais soltura para sua obra ensaística e mais liberdade e independência para suas análises políticas”. Voltou ao México dois anos depois, após passar por universidades americanas e europeias, “nas quais seu ato de rebeldia contra o governo lhe rendeu enorme visibilidade e prestígio”.</p>
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/carlos-guilherme-mota-1" alt="Carlos Guilherme Mota" class="image-inline" title="Carlos Guilherme Mota" /></th>
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<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Carlos Guilherme Mota: "A<span> principal lição deixada por Paz é a defesa da independência intelectual"</span></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>RETORNO</strong></p>
<p>De volta ao México, Paz dedicou o restante da vida a escrever e a “ter uma vida pública muito ativa, com opiniões sobre os principais problemas nacionais e internacionais”.</p>
<p>Era um dos que defendiam mudanças políticas e sociais profundas e pacíficas. Em 1971, fundou a revista “Plural”, dedicada à cultura e à política e patrocinada pelo jornal “Excélsior”, o maior do México.</p>
<p>Na primeira metade dos anos 70, o México “viveu uma grave indefinição: a classe política não sabia que caminho tomar rumo ao futuro imediato e a oposição oscilava entre a violência e a organização política independente e pacífica”. <span>Paz optou pela última opção e, contradizendo seu perfil apartidário, apoiou a criação do Partido Mexicano dos Trabalhadores, do qual logo se desligou, “diante das divergências demonstradas já no início do movimento e pelo receio que sempre teve da militância partidária”.</span></p>
<p>O conferencista lembrou que o afastamento definitivo de Paz do governo do presidente Luis Echeverría Álvares aconteceu quando o governo usou, em meados de 1976, um conflito trabalhista como pretexto para apoiar uma mudança na direção do jornal “Excélsior”, o que afetou a revista “Plural”.</p>
<p><span>Se Echeverría queria calar a crítica, o efeito foi o inverso: “Parte dos produtores do jornal fundou a revista ‘Proceso’, com uma posição crítica radical e personalista; Paz e seus companheiros de ‘Plural’ criaram ‘Vuelta’. Os dois grupos acabaram se distanciando, com ‘Proceso’ exacerbando suas posições e  Paz e ‘Vuelta’ dedicando-se não só a crítica aos regimes autoritários e ditatoriais da América Latina, começando pelo México, mas também a seus regimes e aos movimentos opositores de esquerda”.</span></p>
<p>Na verdade, o ponto central da discórdia foi o apoio ou a crítica a Cuba: “O ambiente intelectual mexicano praticamente se dividiu em dois, e assim se manteria até a morte de Paz; a divisão inclusive transcendeu sua morte e se mantém hoje em dia”.</p>
<p><strong>CONFRONTOS</strong></p>
<p><span>Dantán citou alguns episódios que exemplificam o grau de confronto entre os dois grupos. Um deles foi quando Paz completou 70 anos e a rede Televisa fez uma série de programas sobre ele e o governo organizou uma calorosa celebração. Nessa ocasião, “intelectuais e políticos de esquerda criticaram a proximidade entre Paz e a Televisa, assim como sua simpatia pelo presidente De la Madrid”. </span></p>
<p><span></span>Durante os anos 80, segundo o conferencista, Paz e seu grupo defendiam que a ideologia do nacionalismo revolucionário, caracterizada pela tentativa de redefinir a estrutura social do país por meio de uma política econômica estatista, era cada vez mais anacrônica em relação às mudanças pelas quais o mundo passava: “O que buscavam era que o Estado mexicano fosse delimitado, passo imprescindível para a democratização do país”.</p>
<p>As críticas a ele se acentuaram pouco depois, quando Paz recebeu o Prêmio da Paz do Comércio Livre Alemão na Feira do Livro de Frankfurt e, no seu discurso, criticou o governo sandinista da Nicarágua. “As respostas da esquerda mexicana foram assombrosamente violentas.”</p>
<p>Em 1988, foi criticado pela esquerda por ter comemorado o surgimento da oposição eleitoral no país e criticado a negativa de Cuauhtémoc Cárdenas (candidato da situação) em reconhecer os resultados oficiais das eleições, que apontaram sua derrota e foram considerados uma fraude pela esquerda. Na ocasião, de acordo com Dantán, Paz assinalou que a democratização do México não aconteceria se a esquerda triunfasse, “cujo projeto governamental lhe parecia mais uma ameaça”.</p>
<p><span>Os anos 90 foram os da consagração mundial do escritor, que em 1990 recebeu o Prêmio Nobel de Literatura. O período também é marcado por mais polêmicas e pelo início do declínio físico de Paz. </span>Em 1989, outro motivo de conflitos foram as críticas de Paz a Fidel Castro “por seus 30 anos de domínio absoluto do regime”.</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/celso-lafer-1" alt="Celso Lafer" class="image-inline" title="Celso Lafer" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left; "><strong>Celso Lafer: "A<span> paixão de Paz era a liberdade"</span></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No princípio da década, houve o último debate público de Paz. Trata-se do apoio governamental ao “Colóquio de Inverno”, em que houve uma diferenciação entre os que sustentavam posições liberais, a favor de um Estado limitado, e aqueles que oscilavam entre o estatismo e a esquerda. “Para Paz, tratava-se de questionar a permanência do ‘ogro filantrópico’.” As consequências do debate envolveram o escritor, que renunciou ao cargo honorário que tinha no Conselho Nacional para a Cultura e as Artes, “organismo criado pelo presidente Carlos Salinas de Gortari para aproximar os intelectuais e artistas do aparelho governamental”.</p>
<p><span> </span>No entanto, nessa fase final da vida, “por um momento ressurgiu nele a esperança na rebelião; compreensivelmente, o filho de um zapatista recebeu com certa simpatia a eclosão da rebelião neozapatista no sudeste do México no início de 1994”.</p>
<p><strong>INDEPENDÊNCIA</strong></p>
<p>Nos seus comentários à conferência, Carlos Guilherme Mota disse que Dantán apresentou “uma nova visão de Octávio Paz, revelando como o intelectual transitou em dois séculos, iluminando nossas culturas com intensa atividade e espírito de independência”.</p>
<p><span>“Além da questão social sempre presente, impressiona no trabalho de Paz suas preocupações com a história, com a sociologia, com a poética, com a linguagem, com a inserção sofisticada da vida social e do cotidiano nas estruturas maiores de seu tempo, que ainda é o nosso”, disse o historiador brasileiro. </span>Mota destacou que Paz, “além das heranças da revolução em seu país, soube como poucos dialetizar os grandes acontecimentos mundiais e suas refrações na América Latina e também dialogar com os principais estudiosos e literatos de seu tempo”.</p>
<p>“Ele ampliou – como poucos o fizeram – os próprios conceitos de cultura, de crítica e de história, ao resgatar e estudar, criticar, combater ou aprovar posições de grandes explicadores, escritores e produtores culturais”. Ao mesmo tempo, as críticas de Paz “ao marxismo dogmático, ao populismo e ao autoritarismo em geral foram a razão de muitas incompreensões e críticas ásperas”, destacou Mota, para quem a principal lição deixada por Paz é a defesa da independência intelectual.</p>
<p>Na sua participação como comentador, Celso Lafer destacou que Dantán, ao discutir na conferência os tempos e cenários em que viveu e atuou Octavio Paz, “proporcionou uma chave para o entendimento da relação do poeta com a política”.</p>
<p>Lafer disse que Paz não só tratou, como seu avô e seu pai, da circunstância mexicana em todas as suas dimensões, mas, em contrate com seus dois ancestrais, também tratou do mundo, “com uma abrangência que não tiveram, como notou o conferencista, dois grandes intelectuais mexicanos da geração anterior à sua, José Vasconcelos e Alfonso Reyes”.­</p>
<p><strong>REBELDIA</strong></p>
<p>A qualificação de Paz como “um homem rebelde e um escritor independente”, feita por Dantán, foi frisada por Lafer. Este sugeriu que o escritor “foi um rebelde, porque nunca foi conformista, mas subjacente à sua análise política está o jogo da revolta, da rebeldia, da revolução e do reformismo, uma moldura que ajuda a explicar o seu itinerário”.</p>
<p>Segundo Lafer, “a análise política de Octavio Paz está ligada à sua condição de poeta. Isso provém da sua percepção de que o pacto verbal antecede o pacto social e por isso a análise política passa pelo restabelecimento dos significados e a crítica das máscaras do poder e da política como o teatro dos espelhismos”.</p>
<p>Para exemplificar com palavras do próprio Paz, Lafer leu trecho de conferência do escritor em Sevilha, em novembro de 1991, sobre a democracia: “Não sou historiador nem sociólogo, nem politicólogo: sou um poeta. Meus escritos em prosa estão estreitamente associados a minha vocação literária e as minhas preferências artísticas. Prefiro falar de Marcel Duchamp ou de Juan Ramón Jimenes que de Locke e de Montesquieu. A filosofia política sempre me interessou, porém nunca tentei nem tentaria escrever um livro sobre a justiça, a liberdade ou a arte de governar. Não obstante, publiquei muitos ensaios e artigos sobre a situação da democracia em nossa época: os perigos externos e internos que a ameaçaram e a ameaçam, as dúvidas e provas a que ela enfrenta”.</p>
<p>Segundo Lafer, a paixão de Paz era a liberdade, “pois, como disse no discurso de agradecimento ao receber o Prêmio Tocqueville em 1989, desde cedo compreendeu que a defesa da poesia é inseparável da defesa da liberdade e esta requer, numa dialética de complementaridade, a democracia: ‘sem liberdade a democracia é despotismo; sem democracia a liberdade é uma quimera’”.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): primeira - John Leffmann; demais - Sandra Codo/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>México</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-08-17T06:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
