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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/workshop-em-sao-carlos-mostra-aplicacao-de-sistemas-complexos-na-area-da-saude">
    <title>Workshop em São Carlos mostra aplicação de sistemas complexos na área da saúde</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/workshop-em-sao-carlos-mostra-aplicacao-de-sistemas-complexos-na-area-da-saude</link>
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/noticias/workshop-sistemas-complexos-1/@@images/c9832768-eafc-499d-9d64-ab6c910b9da3.jpeg" alt="workshop sistemas complexos 1" class="image-left" title="workshop sistemas complexos 1" />Uma área do conhecimento não tão complexa quanto se imagina, que pode ajudar na compreensão de diversas ciências, desde a saúde até as ciências agrárias, e na qual o Brasil está pelo menos 15 anos atrasados. Essa foi a definição básica de sistemas complexos transmitida pelos palestrantes do I Workshop Inovação e Sistemas Complexos em Saúde. O evento foi realizado nos dias 26 e 27 de maio no auditório da Embrapa Instrumentação, em São Carlos (SP).</span></p>
<p>Um dos exemplos de sistema complexo abordado foi o cérebro. Segundo o coordenador do evento, prof. Dr. Sérgio Mascarenhas, trata-se do sistema mais complexo que evoluiu antropologicamente. O órgão é o principal objeto de estudos de um dos projetos do pesquisador, que envolve a produção de um equipamento não-invasivo de medição da pressão intracraniana.</p>
<p>“A pressão intracraniana não é um número simples. Fazendo uma filtragem desses dados, nós conseguimos ver o coração batendo, não perifericamente, mas sim dentro do cérebro. E não só isso, nós conseguimos ver até a respiração. Com um só equipamento, é possível ver três funções vitais”, afirma ele.</p>
<p>O projeto tem a parceria do Ministério da Saúde e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). “A partir desse projeto de medição de pressão intracraniana saíram muitas ideias, afinal, todos os sistemas biológicos e humanos são sistemas complexos e estava faltando dar um enfoque mais específico sobre a particularidade desses sistemas na saúde”, explica o assessor de sistemas de saúde da OPAS Félix Rigoli.</p>
<p>“No Ministério da Saúde, já trabalhamos desde o início da década passada com inovação e com o complexo industrial da saúde, onde é feita essa interrelação da demanda da saúde com a relação soma-produto e com inovação”, conta o coordenador da área de equipamentos médicos do Departamento do Complexo Industrial da Saúde e Insumos Estratégicos (DECIIS) do Ministério da Saúde, Paulo Antonino.</p>
<p>A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) também esteve presente no Workshop, representada pelo coordenador do Núcleo de Estudos sobre Bioética e Diplomacia em Saúde (Nethis), José Paranaguá. Segundo ele, da participação no Workshop surgiu uma nova ideia de expansão da Fundação, por meio de projetos de redes de cooperação entre o órgão e pontos mais dinâmicos, como o polo de desenvolvimento científico e tecnológico existente em São Carlos.</p>
<p>“Isso certamente nos ajudará a compreender a complexidade que cerca todas as dimensões da saúde, que é um objeto de atenção, atuação e preocupação permanente nesses mais de cem anos de nossa fundação, para que nós deixemos de pensar que a complexidade é uma adversária, porque nos a vemos frequentemente com olhos ou atitudes complicadoras. Até penso que o oposto de complexidade não seja a simplicidade, mas sim o complicado. E quem sabe nós transitaremos do polo do complicado, que é sempre nossa atitude sofrida diante dos problemas da saúde pública, para uma atitude de relacionamento prazeroso com a complexidade”, disse Paranaguá durante a abertura do Workshop.</p>
<p> </p>
<h3><b><i>Luz contra câncer e infecções</i></b><span> </span></h3>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/noticias/workshop-sistemas-complexos-2/@@images/423a6f60-2028-4283-aa44-dfcdfc138d12.jpeg" alt="workshop sistemas complexos 2" class="image-right" title="workshop sistemas complexos 2" />Outro tema ligado a sistemas complexos na saúde abordado durante o evento foi o uso da biofotônica no tratamento e diagnóstico de doenças. O docente do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP e coordenador do Centro de Pesquisas em Óptica e Fotônica, Vanderlei Salvador Bagnato, mostrou os principais trabalhos desenvolvidos nessa área.</p>
<p>“A sociedade está mudando. Ou a tecnologia trabalha para a saúde ou teremos problemas. A população está envelhecendo e o número de casos de câncer está aumentando. Quanto mais próximo chegamos dos cem anos de idade, maior as chances de desenvolver tumores”, explica ele.</p>
<p>Para Bagnato, um dos problemas dos tratamentos do câncer é a necessidade de deslocar os pacientes, o que gera custos para a própria família e pode atrapalhar o tratamento. Por isso, os aparelhos que o grupo do docente desenvolve acabam com esse transtorno. “Qualquer técnica que se crie para a saúde pode até ser excepcional, mas só vai ser boa mesmo se levar em conta a realidade econômica da população. Uma pessoa com tumor que viva no Acre não tem que viajar a São Paulo para se tratar”, diz.</p>
<p>As técnicas estudadas pelo grupo de Bagnato estão sendo aplicadas também nas áreas de veterinária, com o uso da terapia fotodinâmica no combate à pitiose, doença de difícil cura causada por micro-organismos semelhantes a fungos, e em odontologia, com o uso de luz para descontaminar dentaduras e assim evitar problemas causados por fungos do gênero <i>Candida.</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Neurociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-05-30T15:16:26Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/workshop-apresenta-novos-metodos-que-podem-curar-doencas-complexas">
    <title>Workshop apresenta novos métodos que podem curar doenças complexas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/workshop-apresenta-novos-metodos-que-podem-curar-doencas-complexas</link>
    <description>No dia 13 de dezembro, das 16h às 18h, representantes de duas organizações focadas no desenvolvimento de terapias gênicas efetivas participarão de um workshop no IEA-USP. Esse tipo de método busca resultados através da edição do código genético dos indivíduos.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/dna" alt="DNA" class="image-inline" title="DNA" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">No universo da medicina moderna, o foco está cada vez mais na cura de doenças e não apenas em seu tratamento. Abordagens inovadoras, como as das terapias gênicas, têm ganhado espaço e relevância. Esse tipo de método busca resultados através da edição do código genético dos indivíduos e pode, potencialmente, revolucionar o tratamento de doenças graves, como o câncer.</p>
<p dir="ltr">No dia <strong>13 de dezembro</strong><strong>, das 16h às 18h</strong>, representantes de duas organizações focadas no desenvolvimento de terapias gênicas efetivas participarão de um workshop no IEA-USP. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/geoff-mackay">Geoff MacKay</a>, presidente da <a href="http://www.avrobio.com/">Avrobio</a>, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/matthew-kane">Matthew Kane</a>, presidente da <a href="http://precisionbiosciences.com/">Precision Biosciences</a>, apresentarão seus projetos de terapias aplicadas à oncologia e à reposição enzimática no evento <i>Gene Therapy in Oncology and Enzyme Replacement</i>. Silvano Raia, professor da Faculdade de Medicina (FM) da USP e membro da Academia Nacional de Medicina (ANM), será o mediador do encontro.</p>
<p>O workshop será conduzido em inglês, sem tradução, e para participar presencialmente é preciso se <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfOcKSxgje-y6bQsJl4TKRCSNNRpNGcQ_nm2hTtn7MTm2iU7Q/viewform">inscrever</a> com antecedência. Haverá também uma transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet, para a qual não é necessário inscrição.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Max Pixel</span></p>
<hr />
<p><strong><i> </i></strong></p>
<p><i><strong>Gene Therapy in Oncology and Enzyme Replacement<br /></strong></i><i>13 de dezembro, às 16h<br /></i><i>Sala Alfredo Bosi, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito, em inglês (sem tradução), com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Para acompanhar presencialmente, é necessário se <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfOcKSxgje-y6bQsJl4TKRCSNNRpNGcQ_nm2hTtn7MTm2iU7Q/viewform">inscrever<br /></a></i><i>Mais informações: Sandra Sedini (<a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>); telefone (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/gene-therapy">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-12-03T11:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/etica-e-pandemia">
    <title>Webinar analisa as questões éticas decorrentes da pandemia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/etica-e-pandemia</link>
    <description>O webinar "A Pandemia e a Ética" será realizado no dia 29 de julho às 14h, com transmissão ao vivo no site do IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/transporte-publico-na-pandemia" alt="Transporte público na pandemia" class="image-right" title="Transporte público na pandemia" />As questões éticas suscitadas pela pandemia de Covid-19 nos planos governamental, social, individual e da pesquisa médica serão analisadas no webinar <i>A Pandemia e a Ética</i>, no <strong>dia 29 de julho às 14h</strong>, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> no site do IEA.</p>
<p>Os expositores serão a especialista em doenças respiratórias <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/margareth-dalcomo">Margareth Dalcolmo</a>, da Fiocruz, o patologista e professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva">Paulo Saldiva</a>, do IEA e da Faculdade de Medicina da USP, e o professor de ética e filosofia política <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-janine-ribeiro">Renato Janine Ribeiro</a>, do IEA e da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Janine também coordenará o evento.</p>
<p>Entre as questões a serem abordadas estão:</p>
<ul>
<li>teria sido possível prever a ocorrência de uma pandemia?</li>
<li>que medidas prévias poderiam ter sido tomadas?</li>
<li>houve demora e/ou inépcia por parte dos governos?</li>
<li>qual a responsabilidade dos indivíduos, que muitas vezes desrespeitaram as medidas elementares de prevenção?</li>
<li>são os mais pobres as principais vítimas da pandemia?</li>
<li>que medidas sociais deveriam ser tomadas para protegê-los e quem as custearia?</li>
</ul>
<p><strong><br />Pesquisa com seres humanos</strong></p>
<p>Um tema específico a ser discutido pelos expositores é o <a class="external-link" href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2125189">Projeto de Lei 7.082/2017</a>, em tramitação na Câmara dos Deputados, o qual trata de princípios, diretrizes e regras básicas para a realização de pesquisas clínicas com seres humanos. De acordo com Margareth Dalcolmo, "se convertida em lei, a proposta imporá um recuo às conquistas éticas conseguidas na área médica".</p>
<p>Para ela, há quatro pontos no projeto que levariam a retrocesso:</p>
<ul>
<li>fragilização do Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), desvinculando-o do Conselho Nacional de Saúde;</li>
<li>alteração da composição da Conep, com a redução de número de pesquisadores indicados pelos comitês de ética em pesquisa de 22 para 10;</li>
<li>instituição do Sistema Nacional de Ética em Pesquisa Clínica com Seres Humanos, que ficaria, segundo a pesquisadora, atrelado ao governo e sem autonomia, com risco de afrouxamento de regras éticas para laboratórios e patrocinadores de medicamentos;</li>
<li>não garantia de acesso ao medicamento no pós-estudo aos participantes de pesquisa clínica.</li>
</ul>
<p> </p>
<hr />
<p><i><strong><strong>A Pandemia e a Ética</strong></strong><br /></i><i>29 de julho, 14h<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">Transmissão ao vivo</a> pela internet (sem necessidade de inscrição)<br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini, <a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a><br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/pandemia-e-a-etica" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Teoria Urbana Crítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-07-24T13:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/vii-semana-do-cerebro">
    <title>VII Semana do Cérebro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/vii-semana-do-cerebro</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; ">O evento integra uma campanha global anual realizada pela Dana Alliance for Brain Initiatives e a European Dana Alliance for the Brain que reúne universidades, hospitais e diversas organizações durante uma semana com o objetivo de difundir conhecimentos em neurociência e reforçar a importância desse campo de estudos. No Brasil, as atividades estão sob o selo da Sociedade Brasileira de Neurociência e Comportamento (SBNeC).</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Neurociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-03-06T17:24:03Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/video-apresenta-a-pesquisa-de-paulo-saldiva-sobre-poluicao-do-ar">
    <title>Vídeo apresenta a pesquisa de Paulo Saldiva sobre poluição do ar</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/video-apresenta-a-pesquisa-de-paulo-saldiva-sobre-poluicao-do-ar</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A <a class="external-link" href="http://revistapesquisa.fapesp.br/en/2016/10/20/profile-paulo-saldiva/?cat=videos-en">Pesquisa Fapesp</a> fez um vídeo, legendado em inglês, que apresenta de forma didática o trabalho que o diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, vem realizando há anos como pesquisador dos efeitos da poluição do ar na saúde humana.</p>
<p>Entusiasta do tema e apaixonado pela capital paulista, Saldiva lembra que “poluição do ar não se resolve com remédio, nem com campanhas de saúde”. <span>A solução passa pelo </span>planejamento urbano, questões relacionadas à mobilidade, estudos sobre uso e ocupação do solo.</p>
<p>Enquanto o cigarro é entendido como um tema de saúde pública, observa o pesquisador, a poluição do ar ainda não o é, mesmo que cerca de 14 mil pessoas morram precocemente em razão dela somente na cidade de São Paulo.</p>
<p>A pesquisa de Saldiva integra o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a>, sediado no IEA, e que tem como objetivo desenhar propostas cientificamente embasadas que possam melhorar a qualidade de vida nas metrópoles.</p>
<p><iframe frameborder="0" height="480" src="https://www.youtube.com/embed/80CmuYmxYOE" width="854"></iframe></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Poluição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-31T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-recebe-a-geneticista-mayana-zatz">
    <title>USP Analisa recebe a geneticista Mayana Zatz</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-recebe-a-geneticista-mayana-zatz</link>
    <description>No programa desta sexta, ela fala de aconselhamento genético, as principais tecnologias desenvolvidas na área e a importância dos investimentos em pesquisa científica no Brasil</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Mayana3006_edit.jpg" alt="" class="image-left" title="" />A genética é, sem dúvida, a grande revolução deste século. Mas com os avanços da tecnologia, que permitem mapear os genes humanos e detectar doenças muito antes que elas se manifestem, surgem também diversos dilemas éticos. Para abordar esses dilemas e também discutir os avanços nessa área disponíveis no Brasil, o USP Analisa desta semana conversa com a docente do Instituto de Biociências da USP e coordenadora do Centro de Pesquisas do Genoma Humano e Células-Tronco (CEGH-CEL), Mayana Zatz.<span> </span></p>
<p>O CEGH-CEL atua com o aconselhamento genético a casais e pessoas que tenham histórico de doenças genéticas na família e possam ser portadores de mutações para elas. O procedimento envolve desde a realização de testes genéticos até o diagnóstico e a orientação. “É muito importante deixar claro que, embora o termo seja aconselhamento genético, a gente não aconselha. Todas as decisões reprodutivas são tomadas pelo casal. Temos que ter certeza de que passamos as informações para eles poderem tomar uma decisão. Mas a gente nunca diz ‘você deve fazer isso ou aquilo’”, explica Mayana.<span> </span></p>
<p>Segundo ela, uma das novas tecnologias desenvolvidas na área é a edição de genes, que permite identificar uma mutação e corrigi-la ainda no embrião. O procedimento será fundamental na prevenção de diversas doenças genéticas. “Hoje, se você tem um embrião com uma mutação, você descarta. Não seria muito melhor poder editar e consertar aquela mutação em vez de descartá-lo? Mas obviamente ainda não sabemos quanto dessa tecnologia será focada só no gene que você quer consertar, sem afetar os demais. E como vamos ter certeza disso? Fazendo pesquisa”, ressalta.<span> </span></p>
<p>Ela destaca ainda a importância das pesquisas em genética e a necessidade de se investir mais na área. Para Mayana, é preciso estimular também uma maior contribuição da iniciativa privada “Temos que batalhar uma mudança da legislação para que a iniciativa privada possa dar mais dinheiro para pesquisa e ter isenção fiscal, como é feito nos Estados Unidos. Mas não só isso. O governo precisa investir mais em ciência e tecnologia, senão a gente vai ficar sempre a reboque do primeiro mundo”, diz a pesquisadora.<span> </span></p>
<p>A entrevista vai ao ar na Rádio USP Ribeirão Preto nesta sexta (30), a partir das 12h, e na Rádio USP São Paulo na quarta (5), a partir das 21h. O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-06-29T19:52:04Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-discute-influencia-das-emocoes-no-cotidiano">
    <title>USP Analisa discute influência das emoções no cotidiano</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-discute-influencia-das-emocoes-no-cotidiano</link>
    <description>Pesquisadores da FMRP-USP abordam atuação delas na memória, em doenças e na tomada de decisões</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/brain1845962_1280_edit.jpg" alt="" class="image-left" title="" /><span>Cada vez mais as emoções ocupam um importante espaço nas pesquisas realizadas pela Neurociência. Além de estarem presentes em boa parte de nosso cotidiano, elas têm papel na formação da memória, na tomada de decisões e até no desenvolvimento de algumas doenças. Para falar sobre o tema, o USP Analisa desta semana conversa com os pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP Danilo Benette Marques, Matheus Teixeira Rossignoli e Rafael Naime Ruggiero.</span><span> </span></p>
<p>O estudo das emoções está relacionado com a teoria da evolução das espécies, descrita pelo naturalista britânico Charles Darwin. “Ele propôs que essas emoções seriam universais, elas não seriam aprendidas, a gente nasce com elas porque isso está associado à evolução. Por exemplo, na surpresa ou no medo, a gente tem uma resposta a algo que pode ser considerado uma ameaça, a gente sai correndo”, explica Marques.<span> </span></p>
<p>A formação de memórias também está intrinsecamente ligada à emoção sentida no momento do acontecimento. “Quando a gente está vivendo uma experiência, há um certo número de neurônios codificando essa informação. Ao guardá-la, é basicamente como se eu reavivasse esses neurônios, mas de uma maneira mais simplificada. Eu consigo lembrar dessa situação, só que de uma maneira mais simples, tanto que nossas memorias não tão vivas, tão cheias de cores e detalhes”, afirma Ruggiero.<span> </span></p>
<p>“Situações muito traumáticas ou muito prazerosas facilitam a formação de uma memória bastante duradoura. É fácil o indivíduo lembrar-se de momentos muito prazerosos que marcaram sua vida, como também de momentos muito ruins. As emoções, em relação à memória, são quase responsáveis por dar um colorido, regular a intensidade daquela memória”, diz Rossignoli.<span> </span></p>
<p>A entrevista vai ao ar na Rádio USP Ribeirão Preto nesta sexta (21), a partir das 12h, e na Rádio USP São Paulo na quarta (26), a partir das 21h. O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Neurociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-19T20:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-desta-semana-aborda-doencas-inflamatorias">
    <title>USP Analisa desta semana aborda doenças inflamatórias</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-desta-semana-aborda-doencas-inflamatorias</link>
    <description>Programa é uma produção conjunta da USP FM e do IEA Polo Ribeirão Preto</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/montagemRitaeJuan.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Qual a importância de conhecer melhor as doenças inflamatórias? E que impacto a pesquisa nessa área gera na vida da população? Para falar sobre isso, o programa <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> recebe nesta semana a coordenadora de Educação e Difusão do Conhecimento Rita Tostes e o gestor de Educação e Difusão do Conhecimento Juan Azevedo, ambos do <a class="external-link" href="http://crid.fmrp.usp.br/">Centro de Pesquisas em Doenças Inflamatórias (CRID)</a>, um dos centros de pesquisa, inovação e difusão (Cepids) mantidos pela Fapesp no campus da USP em Ribeirão Preto.</span><span> </span></p>
<p>Segundo Rita, o CRID teve início em 2013 e é um projeto de longo prazo, com previsão de duração até 2022. “Nosso objetivo é descobrir novos alvos biológicos e assim poder desenvolver medicamentos mais eficazes para doenças inflamatórias. Outro tema pesquisado pelo centro são os marcadores de diagnósticos, importantes para determinar se as pessoas têm aquela doença”, explica.<span> </span></p>
<p>Uma das exigências da Fapesp para o apoio aos Cepids é a difusão do conhecimento. Juan conta que essa área do projeto tenta alcançar três tipos de público: os próprios pesquisadores em doenças inflamatórias, o público leigo e os estudantes de ensino médio e fundamental. “A difusão do conhecimento vai muito além da simples divulgação. Você tem um conhecimento, no caso, em doenças inflamatórias, e precisa transferi-lo de uma forma que seja acessível a um público cada vez maior”.<span> </span></p>
<p>Entre as atividades de difusão realizadas pelo CRID em quatro anos, estão a realização de vários eventos, tanto científicos quanto voltados ao público em geral, oficinas em parceria com a Zoom Lego Education, o projeto Jovem Imunologista e o desenvolvimento de um jogo para celulares e tablets. “Considerando o impacto do Centro na comunidade, a difusão é o que mais conseguimos mensurar. Existe um despertar para algumas questões, a curiosidade dos estudantes e a desmistificação da imagem do cientista”, diz Juan.<span> </span></p>
<p>A entrevista vai ao ar nesta sexta (10), a partir das 12 horas. O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-02-09T13:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-aborda-pesquisas-em-neurociencia">
    <title>USP Analisa aborda pesquisas em neurociência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-aborda-pesquisas-em-neurociencia</link>
    <description>Norberto Garcia Cairasco e Artur Fernandes, da FMRP-USP, mostram que os estudos na área vão além da anatomia do cérebro </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/nervecell2213009_1280_edit.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Campo de pesquisas que se propõe a desvendar os mistérios do cérebro humano, a neurociência será o tema desta semana no USP Analisa. O programa entrevista o docente da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP Norberto Garcia Cairasco e o pesquisador da FMRP-USP Artur Fernandes.<span> </span></p>
<p>Segundo Cairasco, embora o termo “neurociência” seja relativamente novo, as pesquisas nessa área começaram na Idade Média, com Leonardo Da Vinci. “Muitas explicações que existiam nessa área vinham dos gregos e tinham cunho sobrenatural. Da Vinci foi um dos mais importantes estudiosos do tema. Ele realizou um experimento em que utilizou cera derretida para preencher o cérebro de animais e mostrou como os ventrículos cerebrais estão organizados”, explica.<span> </span></p>
<p>Mas o estudo dessa ciência vai além da anatomia do cérebro e do encéfalo. “Dentro dessa grande área, a gente estuda o comportamento normal e patológico. Por exemplo, comportamentos entre mãe e filhos, relações interpessoais, hábitos, pessoas que têm tique. Todas as nossas ações refletem comportamentos, sentidos, sensações e emoções. Também estudamos o controle que o sistema nervoso exerce sobre outros sistemas. O cérebro não existe sem o coração ou o pulmão. Esses sistemas interagem entre si e modificam o comportamento do indivíduo”, afirma Fernandes.<span> </span></p>
<p>Os pesquisadores também abordam a importância da divulgação científica para ampliar o conhecimento sobre neurociência ao público em geral e destacam algumas das iniciativas realizadas em parceria com o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e o Instituto de Neurociências e Comportamento (INeC), como a Semana do Cérebro.<span> </span></p>
<p>“A ideia é justamente explicitar para as pessoas, sobretudo fora dos muros da universidade, o que é o sistema nervoso, o que é o cérebro, como ele funciona, como ele deixa de funcionar nas doenças e a importância da nossa atitude diária prevendo situações futuras”, diz Cairasco.<span> </span></p>
<p>“A divulgação científica é fundamental porque se a gente não se faz ver, não consegue apoio da sociedade para pleitear mudanças e melhorias nesse campo. Acreditamos que a ciência e a educação são áreas fundamentais para o desenvolvimento do País. Eventos como a Semana do Cérebro têm justamente a intenção de desmistificar a ciência e mostrar que ela também pode ser feita em um contexto de socialização”, afirma Fernandes.<span> </span></p>
<p>A entrevista vai ao ar na Rádio USP Ribeirão Preto nesta sexta (25), a partir das 12h, e na Rádio USP São Paulo na quarta (30), a partir das 21h. O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Neurociência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-24T17:13:20Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/uso-da-telemedicina-exige-qualificacao-de-profissionais-e-pacientes-diz-especialista">
    <title>Uso da telemedicina exige qualificação de profissionais e pacientes, diz especialista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/uso-da-telemedicina-exige-qualificacao-de-profissionais-e-pacientes-diz-especialista</link>
    <description>Ferramenta pode incluir utilização de inteligência artificial, mas paciente tem direito de saber procedência do diagnóstico</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-18a70c1b-7fff-b0f0-1f2d-1616e2cdab48"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/hospital3098683_1280.jpg/@@images/4390e123-4939-40cb-a225-35e2e65d35f0.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A telemedicina ganhou destaque e passou a ser mais utilizada com o isolamento social imposto pela pandemia de covid-19. Porém, o uso de tecnologias pelos profissionais de saúde levanta a necessidade de qualificação e também traz uma série de questões éticas. No último episódio do USP Analisa especial sobre telemedicina, o docente da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP Paulo Mazzoncini de Azevedo Marques discute esses assuntos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele destaca que tanto o profissional de saúde quanto o próprio usuário precisam ter um preparo para fazer uso desse tipo de recurso. “Para o médico que quer fazer telemedicina, não basta ter um computador e uma rede. Ele tem que ser preparado para isso, ter algum treinamento, assim como um médico que vai fazer qualquer especialidade precisa ter. E  não adianta o profissional saber utilizar, estar qualificado, ter uma boa conectividade, se o usuário da saúde, por exemplo, uma pessoa idosa, não consegue utilizar aquela modalidade de cuidado. A gente tem que qualificar o usuário também, que talvez no caso do idoso não seja ele, seja um cuidador, alguém da família”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Marques explica que a telemedicina também pode incluir, em alguns casos, o uso de inteligência artificial, seja em casos mais simples ou até situações mais complexas. “Pode ser simplesmente um chatbot para responder alguma coisa ou até uma ferramenta que vai ajudar o médico a encontrar algo suspeito e tomar uma decisão clínica”, afirma ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>De qualquer forma, o docente alerta sobre a importância de utilizar essas ferramentas de forma ética, mantendo a transparência das informações para o paciente. “A pessoa que está sendo cuidada, que vai ter o resultado de uma avaliação da sua condição de saúde, tem o direito de saber se aquele resultado foi proveniente de uma análise de um ser humano, um médico, um profissional de saúde, se foi proveniente de uma avaliação de um software, um algoritmo de inteligência artificial que analisou os dados ou se foi resultado de um trabalho conjunto”, diz.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A última parte da entrevista vai ao ar nesta quarta (18), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (22), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Telemedicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-18T15:39:43Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/third-international-symposium-on-inflammatory-diseases-inflamma-iii">
    <title>Third International Symposium on Inflammatory Diseases - Inflamma III</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/third-international-symposium-on-inflammatory-diseases-inflamma-iii</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O simpósio colocará estudantes e profissionais da área em contato com as pesquisas mais recentes em doenças inflamatórias como lúpus, zika, dengue e diabetes, entre outras. Neste ano, a programação traz oito palestrantes internacionais, além de 14 palestrantes de diversas universidades e instituições de pesquisa brasileiras.<br /><br />As submissões de trabalhos para apresentação oral ou pôster podem ser feitas até o dia 14 de maio. As regras e orientações podem ser acessadas <a class="external-link" href="http://symposiumcrid.fmrp.usp.br/submissions">neste link</a>.<br /><br />Todas as palestras serão em inglês.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-04-20T14:35:52Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-the-lancet-apresenta-na-fmusp-relatorio-inedito-sobre-os-efeitos-das-mudancas-climaticas-na-saude-humana">
    <title>The Lancet apresenta relatório inédito sobre os efeitos das mudanças climáticas na saúde humana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/revista-the-lancet-apresenta-na-fmusp-relatorio-inedito-sobre-os-efeitos-das-mudancas-climaticas-na-saude-humana</link>
    <description>Lancet Countdown de 2017 é resultado do trabalho de 24 instituições acadêmicas de ponta e agências governamentais de todos os continentes.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/poluicao-do-ar" alt="Poluição do ar " class="image-inline" title="Poluição do ar " /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Relatório Lancet Countdown relaciona o impacto das mudanças climáticas na saúde humana</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Um relatório inédito da revista médica The Lancet com estudos sobre a relação entre mudanças climáticas e saúde humana será lançado simultaneamente em diversos países do mundo no dia <strong>31 de outubro</strong>. A Faculdade de Medicina (FM) da USP sediará a atividade no Brasil, num encontro realizado em parceria com o Instituto de Estudos Avançados (IEA), <strong>às 9h</strong>, no Teatro do edifício principal. <strong><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdIekdTJAAxgcyZKQdnjeafSRBm_YMVZ7yw3hCZpNsbhSMENw/viewform">Inscrições aqui</a>.</strong></p>
<p>O <i>Lancet Countdown de 2017</i> é resultado do trabalho de 24 instituições acadêmicas de ponta e agências governamentais de todos os continentes. Elas avaliaram, de forma sistemática, os impactos na saúde humana das mudanças no clima e as implicações para os sistemas de saúde e para as negociações do Acordo do Clima de Paris.</p>
<p>Na Faculdade de Medicina, o relatório será apresentado em inglês por uma de suas autoras, a sueca Sonja Ayeb-Karlsson, da United Nations University, pesquisadora das áreas de mudanças climáticas e vulnerabilidade social. Após a fala de Sonja, Paulo Saldiva, professor da FM e diretor do IEA-USP, falará sobre o estudo na perspectiva brasileira.</p>
<p>“Ao apresentar as consequências de médio e longo prazo para o sistema de saúde, podemos pensar as formas de mitigação do problema e como devemos nos preparar”, explica Saldiva, que pesquisa a poluição do ar há mais de 30 anos.</p>
<p>A produção do relatório teve a participação de pesquisadores do clima, ecologistas, economistas, especialistas em energia, sistemas de alimentação e transporte, geógrafos, matemáticos, cientistas sociais e políticos, profissionais de saúde pública e médicos. São relatados indicadores anuais sobre os impactos das mudanças climáticas, exposições e vulnerabilidade; planejamento de adaptação e resiliência para a saúde; ações de mitigação e cobenefícios da saúde; economia e finanças; e envolvimento público e político.</p>
<p>O Lancet Countdown de 2017 é um desdobramento dos trabalhos da Comissão Lancet 2015, que concluiu que a mudança climática antropogênica ameaça minar os últimos 50 anos de ganhos na saúde pública e que, ao mesmo tempo, uma resposta efetiva às mudanças climáticas poderia ser “a maior oportunidade de saúde global do século 21”.</p>
<p><strong>The Lancet</strong></p>
<p>The Lancet é uma revista científica sobre medicina, sendo uma das mais antigas e renomadas do mundo no segmento. Publicada semanalmente no Reino Unido, teve importante papel nas reformas de saúde britânica desde sua fundação em 1823. Dentre as revistas médicas, o Journal Citation Reports a classifica em segundo lugar, atrás do The New England Jounal of Medicine.</p>
<p><strong>Programação</strong></p>
<p>8h30 – 9h: Café de boas-vindas</p>
<p>9h – 9h10: Abertura pelo diretor da Faculdade de Medicina, prof. José Otávio Costa Auler Júnior</p>
<p>9h10 – 9h30: Apresentação do Lancet Coutdown Program, por Sonja Ayeb-Karlsson</p>
<p>9h30 – 9h50: Perguntas do público</p>
<p>9h50 – 10h20: "Mudanças climáticas e saúde humana no Brasil”, prof. Paulo Hilário Nascimento Saldiva</p>
<p>10h20 – 10h30: Observações finais</p>
<p>10h30 – 11h: Perguntas do público</p>
<p> </p>
<hr />
<p> </p>
<p><strong><i>Lancet Countdown: Monitorando o Avanço na Saúde e nas Mudanças Climáticas </i></strong></p>
<p>Evento gratuito, aberto ao público<br />Transmissão ao vivo pela web: <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">www.iea.usp.br/aovivo</a><br />Local: Teatro da Faculdade de Medicina da USP<br />Avenida Doutor Arnaldo, 455 - Pacaembu, São Paulo - SP, 01246-100, Brasil<br />Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/lancet-countdown-2017" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/lancet-countdown-2017</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-10-23T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/the-cultural-basis-of-food-and-gut-microbiome-23-06-2025">
    <title> The Cultural Basis of Food and Gut Microbiome - 23/06/2025</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/the-cultural-basis-of-food-and-gut-microbiome-23-06-2025</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Alimentos, Nutrição e Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-07-01T13:11:21Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/terapia-celular-no-diabete-melito-onde-estamos">
    <title>Terapia Celular no diabete melito: onde estamos?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/terapia-celular-no-diabete-melito-onde-estamos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>No Brasil, 18 milhões de pessoas sofrem com diabete. Cerca de 10% dos casos são de diabete do tipo </span><span>1, uma doença autoimune que leva o sistema imunológico a atacar o pâncreas do paciente, destruindo as células beta, que produzem insulina. Para abordar os avanços nas pesquisas de tratamentos para essa doença, o Centro de Terapia Celular (CTC), em parceria com o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto, realiza no dia 25 de setembro, a partir das 10h, no Salão de Eventos do Centro de Tecnologia da Informação de Ribeirão Preto (CeTI-RP) da USP o seminário <i>Terapia Celular no Diabete Melito: Onde Estamos?</i>.</span><span> </span></p>
<div id="_mcePaste">Uma das iniciativas de maior impacto no tratamento do diabete tipo 1 é desenvolvida na Unidade de Terapia Celular do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, em colaboração com o CTC. <span>O trabalho foi idealizado pelo pesquisador Júlio Voltarelli e passou a ser conduzido por um grupo de pesquisadores que incluem a professora Maria Carolina de Oliveira Rodrigues e o endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri, que conduzirão o seminário. </span><span>O estudo mostrou na primeira fase, entre 2003 e 2011, avanços no tratamento que incluíram a suspensão do uso de insulina em alguns pacientes ou a redução das injeções diárias.</span></div>
<div></div>
<div><span> </span><span>Serão abordados no evento temas como terapia com células-tronco, implante de células pancreáticas artificiais, bombas eletrônicas de insulina, aplicação por via oral ou nasal e monitoramento da glicemia por escaneamento.</span></div>
<p> </p>
<p><span style="text-align: justify; "><strong>Expositores</strong></span></p>
<div style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-carolina-de-oliveira-rodrigues" class="external-link">Maria Carolina de Oliveira Rodrigues</a> (FMRP-USP)</div>
<div style="text-align: justify; "><span>Carlos Eduardo Barra Couri (FMRP-USP)</span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-19T14:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados">
    <title>Temas de 'Estudos Avançados' 88 incluem dilemas ambientais, pré-sal e saúde</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados</link>
    <description>Lançamento da edição 88 da revista "Estudos Avançados", com o dossiê "Dilemas Ambientais e Fronteiras do Conhecimento I".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-88-1" alt="Capa da revista 'Estudos Avançados' 88" class="image-right" title="Capa da revista 'Estudos Avançados' 88" />A <a class="anchor-link" href="#sumário">edição 88</a> da revista "Estudos Avançados", lançada este mês, tem como destaque a primeira parte do dossiê "Dilemas Ambientais e Fronteiras do Conhecimento". Segundo o editor da publicação, Alfredo Bosi, a complexidade do conjunto de artigos "revela-se não só na variedade dos seus temas (clima, água, energia, consumo, terra, Amazônia), como na reflexão em torno de modos de pensar o contexto brasileiro que abraça cada um dos aspectos escolhidos". A nova edição está disponível na íntegra no site do <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420160003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">SciELO</a>.</p>
<p><span>O dossiê </span><span>foi organizado por Pedro Roberto Jacobi, coordenador do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade do IEA e professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (Procam) do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP, e por Leandro Luiz Giatti, professor da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP.</span></p>
<p><span>São oito artigos de 16 pesquisadores de sete universidades do Brasil e do exterior: USP, Universidade Federal do ABC, Universidade Estadual de Londrina, Universidade Federal do Amazonas, Universidade de Michigan (EUA), Universidade de Alicante (Espanha) e Universidade da Patagônia (Argentina). </span></p>
<p>A intenção do dossiê, segundo os organizadores, é examinar: questões de interdisciplinaridade; nexos de sustentabilidade; fenômenos emergentes; complexidade e incertezas; o aprofundamento das inequidades; consumo, alimentação e sustentabilidade; e as relações entre as ciências, os saberes e as políticas.</p>
<p>Eles destacam na apresentação dos artigos que "se torna cada vez mais premente o reconhecimento da complexidade que implica a sustentabilidade, como, do mesmo modo, se exigem a produção e aplicação de saberes interdisciplinares em sinergia, comprometidos com o tecido conjunto das dimensões interconectadas dos sistemas socioambientais".</p>
<p>Com 318 páginas e preço de R$ 30,00, a edição conta também com outras três seções temáticas ("Medicina", "Crise e Projetos" e "Economia") e resenhas de obras de Celso Lafer, Emília Viotti da Costa e <span>Arcadio Díaz-Quiñones</span><span>. </span></p>
<p><strong>Saúde</strong></p>
<p>Um dos temas da seção "Medicina" é a modalidade de assistência médica chamada "cuidados paliativos". Considerada inovadora, esse tipo de assistência baseia-se no cuidado integral, através da prevenção e do controle de sintomas de doenças graves, conceito que se aplica também aos familiares do doente, cuidadores e equipe de saúde que o atende. As autoras são a jornalista e doutora em comunicação Ana Luiza Zaniboni Gomes e a terapeuta ocupacional Marília Bense Othero, doutoranda do Programa de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina (FM) da USP</p>
<p>"A Geografia Social do Zika no Brasil" é o título do outro artigo da seção, escrito por dois professores da Universidade Emory, dos EUA: o historiador Jeffrey Lesser, ex-professor visitante do IEA, e o especialista em saúde pública Urien Kitron. Utilizando <span>métodos baseados em história, antropologia </span><span>e ecoepidemiologia, os autores mostram que a crise das infecções pelo vírus Zika faz parte do "histórico </span><span>da saúde no Brasil, com as relações muitas vezes tensas entre atores estatais e população".</span></p>
<p><span><strong>Crise, projetos e economia</strong></span></p>
<p><span>No texto de abertura da seção "Crise e Projetos", o </span><span>economista Paulo Nogueira Batista Jr., professor da FGV-SP e ex-professor visitante do IEA, explica os </span><span>objetivos e a forma de atuação do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), criado pelos Brics, grupo formado por </span><span>Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Batista Jr. é vice-diretor do NBD e falou sobre a instituição em entrevista que concedeu em agosto ao professor Rubens Rogério Sawaya, da PUC-SP</span><span>.</span></p>
<p><span>A seção traz mais dois artigos: "</span>Pré-Sal e Petrobras <span>além dos Discursos e Mitos: D</span><span>isputas, Riscos e Desafios", de Ildo Sauer, vice-diretor do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP, e Larissa Araújo Rodrigues, doutora em energia pelo mesmo instituto; e "Ficha Limpa - Uma Lei a Defender?", de Chico Withaker, </span>membro da Comissão Brasileira Justiça e Paz e um dos fundadores do <span>Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral (MCCE).</span></p>
<p>A última seção temática é "Economia", com dois artigos. O primeiro é "Um Olhar Sistêmico <span>sobre a Crise Norte-Americana" de </span><span>Dante Pinheiro Martinelli, professor da FEA-RP, e dos doutores em economia </span><span>Christian Carvalho Ganzert e Leonardo Augusto Amaral Terra. </span><span>O outro é "Machado de Assis, Guarda-Livros?" de Isabel Cristina Sartorelli, da UFSCar, e Eliseu Martins, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP. De acordo com os pesquisadores, "os achados da pesquisa permitem inferir que Machado </span><span>de Assis exerceu as funções de um guarda-livros, denominação dada a época para o que </span><span>hoje chamamos de contador".</span></p>
<p><span> </span><span>A edição 88 se completa com três resenhas: Pedro Meira Monteiro escreve sobre "</span>A Memória Rota - Ensaios <span>de Cultura e Política", de Arcadio Díaz Quiñones; </span><span> Alberto Venâncio Filho trata dos três volumes de "</span><span>Um Percurso </span><span>no Direito no Século XXI", de Celso Lafer; e Antônio David discorre sobre "A D</span><span>ialética Invertida e Outros Ensaios", de </span><span>Emília </span><span>Viotti da Costa.</span></p>
<p><strong><i style="text-align: justify; ">Revista "Estudos Avançados" 88, 318 páginas, R$ 30,00 (assinatura anual com três edições: R$ 80,00). Informações sobre como assinar a revista ou adquirir exemplares avulsos: <a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link">www.iea.usp.br/revista</a> ou com Edilma Martins (</i><i style="text-align: justify; "><a href="mailto:edilma@usp.br">edilma@usp.br</a></i><i style="text-align: justify; ">), tel. (11) 3091-1675. A edição digital está na </i><i style="text-align: justify; "><a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420110003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso" target="_blank">SciELO</a></i></strong></p>
<hr />
<p> </p>
<h3><a name="sumário"></a>SUMÁRIO DA EDIÇÃO 88</h3>
<p><strong><span>Dilemas Ambientais </span><span>e Fronteiras do Conhecimento I</span></strong></p>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li>Dilemas Ambientais <span>e Fronteiras do Conhecimento - </span><span><i>Pedro Roberto Jacobi e Leandro Luiz Giatti</i></span></li>
<li>Desastres Naturais: Convivência com o Risco - <i><span>Samia Nascimento Sulaiman </span><span>e Antonio Aledo</span></i></li>
<li>Adaptação Climática: Fronteiras <span>do Conhecimento para Pensar </span><span>o Contexto Brasileiro - </span><i><span>Gabriela Marques Di Giulio, </span><span>Ana Maria Bedran Martins </span><span>e Maria Carmen Lemos</span></i></li>
<li>O Nexo Água, Energia e Alimentos <span>no Contexto da Metrópole Paulista - </span><i><span>Leandro Luiz Giatti, Pedro Roberto Jacobi, </span><span>Ana Karina Merlin do Imperio Favaro </span><span>e Vanessa Lucena Empinotti</span></i></li>
<li>Transparência e a Governança das Águas - <i><span>Vanessa Lucena Empinotti, Pedro Roberto </span><span>Jacobi e Ana Paula Fracalanza</span></i></li>
<li>Consumo, um dos Dilemas <span>da Sustentabilidade - </span><span><i>Sílvia Helena Zanirato e Tatiana Rotondaro</i></span></li>
<li>Expansão Canavieira e o Uso da Terra <span>no Estado de São Paulo - </span><i><span>Marcia Regina Gabardo da Camara </span><span>e Carlos Eduardo Caldarelli</span></i></li>
<li>Amazônia Brasileira e Patagônia Argentina: P<span>lanos de Desenvolvimento </span><span>e Soberania Nacional - </span><span><i>Gonzalo Pérez Álvarez</i></span></li>
<li>Entre o Caribe e a Amazônia: H<span>aitianos em Manaus </span><span>e os Desafios da Inserção Sociocultural - </span><span><i>Sidney A. Silva</i></span></li>
</ul>
</div>
<div></div>
<div>
<div><strong>Medicina</strong></div>
<div></div>
<div>
<ul>
<li>Cuidados Paliativos - <i><span>Ana Luisa Zaniboni Gomes </span><span>e Marília Bense Othero</span></i></li>
<li>A Geografia Social do Zika no Brasil - <span><i>Jeffrey Lesser e Uriel Kitron</i></span></li>
</ul>
</div>
<div></div>
<div><strong>Crise e projetos</strong></div>
<div></div>
<div>
<ul>
<li>Brics - Novo Banco de Desenvolvimento - <span><i>Paulo Nogueira Batista Jr.</i></span></li>
<li>Pré-Sal e Petrobras além dos Discursos <span>e Mitos: Disputas, Riscos e Desafios - </span><span><i>Ildo Sauer e Larissa Araújo Rodrigues</i></span></li>
<li>Ficha Limpa – Uma Lei a Defender? - <span><i>Chico Whitaker</i></span></li>
</ul>
</div>
<div></div>
<div><strong>Economia</strong></div>
<div></div>
<div>
<ul>
<li>Um Olhar Sistêmico <span>sobre a Crise Norte-Americana - </span><i><span>Christian Carvalho Ganzert, </span><span>Leonardo Augusto Amaral Terra </span><span>e Dante Pinheiro Martinelli</span></i></li>
<li>Machado de Assis, Guarda-Livros? - <span><i>Isabel Cristina Sartorelli e Eliseu Martins</i></span></li>
</ul>
</div>
<div></div>
<div><strong>Resenhas</strong></div>
<div></div>
<div>
<ul>
<li>Sobre "A Memória Rota - Ensaios de Cultura <span>e Política", de Arcadio Díaz-Quiñones - </span><span><i>Pedro Meira Monteiro</i></span></li>
<li>Celso Lafer - Estudos de Direito Público - <span><i>Alberto Venancio Filho</i></span></li>
<li>Impasse Teórico da Historiografia <span>segundo Emília Viotti da Costa - </span><span><i>Antônio David</i></span></li>
</ul>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-12-12T19:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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