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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/putin-culpado-ou-inocente">
    <title>Putin: Culpado ou inocente?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/putin-culpado-ou-inocente</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A eficácia jurídica das decisões do Tribunal Penal Internacional (TPI) e seus efeitos sobre a ordem multilateral<br /><br />Mesa-redonda com membros do DSI:  Fabrício Vergueiro, Fabio Bechara e Joanisval Brito Gonçalves<br /><br /><b>Moderação:</b> ALBERTO PFEIFER, Coordenador do DSI<br /><br />Os expositores falarão a título pessoal.<br /><br />LUIZ FABRÍCIO VERGUEIRO  Advogado da União na Procuradoria-Regional da União em São Paulo. Ex-Coordenador Nacional de Assuntos Internacionais, da Procuradoria-Geral da União. Doutor em Direito Internacional (FD/USP), pós-Doutor em Sistemas Complexos pela EACH/USP e em Defesa e Segurança Hemisférica pelo Colégio Interamericano de Defesa (CID). Professor de Direito Internacional no programa de formação continuada da Escola Superior da Advocacia-Geral da União (EAGU). Autor dos livros "Terrorismo e Crime Organizado" (2006), e "Cooperação Jurídica Internacional Vertical" (2016), entre outras publicações.<br /><br />FABIO BECHARA  Promotor de justiça do Grupo de Atuacao Especial de Combate ao Crime Organizado de São Paulo. Doutor em Direito Processual Penal pela USP. Professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Membro do Conselho da ESEM e do GACINT da USP. Foi Global Fellow no Woodrow Wilson Center e Coordenador do Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública do Estado de São Paulo. Autor de Cooperação Jurídica Internacional em matéria penal: eficácia da prova produzida no exterior (Saraiva, 2011).<br /><br />JOANISVAL BRITO GONÇALVES, Doutor em Relações Internacionais (UnB), Mestre em História (UnB), Consultor Legislativo do Senado Federal para Relações Exteriores, Defesa Nacional e Inteligência, Consultor para a Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso Nacional. Professor e Advogado. Autor de Tribunal de Nuremberg, 1946-1946 - A Gênese de uma Nova Ordem do Direita Internacional (Rio de Janeiro: Renovar, 2004, 2a edição).<br /><br /></p>
<p><b>Chatham House rule applies</b></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IRI</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento interno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-09-21T13:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/great-power-competition-and-regional-orders-past-present-and-future-13-07-2023">
    <title>Great Power Competition and Regional Orders: Past, Present and Future - 13/07/2023</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/great-power-competition-and-regional-orders-past-present-and-future-13-07-2023</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Guerra</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Economia Política Internacional, Variedades de Democracia e Descarbonização</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-07-14T18:47:18Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conflito-russia-e-ucrania-2">
    <title>O Conflito entre Rússia e Ucrânia: Aspectos Estratégicos e Impactos Internacionais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conflito-russia-e-ucrania-2</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Esta segunda sessão sobre o conflito na Ucrânia aproveitará o balanço do emprego das Forças -- mote do <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/conflito-russia-e-ucrania" class="external-link">encontro de 28 de fevereiro</a> p.p. -- para enfocar os aspectos estratégicos e as repercussões globais do assunto.</p>
<p>Serão analisados desdobramentos das operações militares, os vínculos de terceiras partes -- em particular o papel da da OTAN e da China -- e os cenários possíveis, incluindo a cessação ou a continuidade de hostilidades e as fórmulas divisadas para o término da beligerância.</p>
<p>Será tentado realizar um balanço dos impactos internacionais, incluindo as áreas de interesse específico do Brasil, em particular os mercados de commodities agrícolas, o preço da energia, a indústria de Defesa e adoção de padrões proprietários em tecnologias de ponta -- 5G, inteligência artificial, aplicações quânticas, e outros.</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Guerra</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Rússia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Forças Armadas</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-02-16T13:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conflito-russia-e-ucrania">
    <title>O Conflito entre Rússia e Ucrânia: um Balanço do Emprego das Forças </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conflito-russia-e-ucrania</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><b>Alusivo a um ano da campanha russa em território ucraniano</b></p>
<p>O conflito entre Rússia e Ucrânia, iniciado em fevereiro de 2014, transformou-se, a partir da invasão russa de 24 de fevereiro de 2022, num confronto regional com implicações globais.</p>
<p>Completado um ano da campanha, o IEA, em conjunto com o DSI/ESEM/IRI, realizará um balanço do emprego das Forças – terrestre, aeroespacial e naval – de modo a constituir um panorama dos possíveis desdobramentos e desenlaces.</p>
<p>Esse panorama nutrirá uma avaliação estratégica, a ser realizada na sessão de debates, que buscará divisar possíveis cenários para o decorrer de 2023, no que tange à continuidade ou à cessação de hostilidades e do encontro de uma possível solução negociada. Aprendizados para o Brasil serão considerados, adicionalmente.</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Guerra</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Rússia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Forças Armadas</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-02-16T13:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/4th-planetary-health">
    <title>4th Planetary Health Annual Meeting (PHAM) </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/4th-planetary-health</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento PHAM 2021, conhecido internacionalmente como a <strong>2021 Planetary Health Annual Meeting and Festival</strong>, acontecerá pela primeira vez fora do eixo Europa-Estados Unidos, entre os dias 25 a 30 de abril. Realizado de forma gratuita e virtual, é resultado de uma parceria da Universidade de São Paulo com a Planetary Health Alliance. Em sua quarta edição, terá o lançamento da <strong>Declaração São Paulo de Saúde Planetária</strong>.</p>
<p>Ao longo de um ano, a COVID-19 infectou mais de 125 milhões de pessoas e provocou quase três milhões de mortes em todo o mundo. O Brasil, recentemente, tornou-se o novo epicentro da pandemia, acendendo o alerta das autoridades de saúde mundiais. A pandemia revelou como os seres humanos estão profundamente interligados uns com os outros e com os sistemas naturais.</p>
<p>As conexões entre a saúde planetária e a pandemia COVID-19 são numerosas, assim como o são as interfaces desse conceito emergente com as mudanças climáticas.</p>
<p>A saúde planetária se concentra em compreender e abordar os impactos da mudança ambiental global na saúde humana. “Se nossas atividades são parte do problema, devemos mudar nossos comportamentos e ser parte da solução, mas nenhum stakeholder consegue resolver esses problemas sozinho. Agora, mais do que nunca, é crucial reunir diferentes setores para lidar com essas questões complexas”,  afirma o professor titular da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Antonio Mauro Saraiva, presidente do evento e coordenador do Grupo de Saúde Planetária do Instituto de Estudos Avançados da USP (GSP-IEA-USP).</p>
<p>O tema do PHAM 2021 será “<a href="https://mailchi.mp/harvard/2021-pham-announcement-4724637?e=988bb5f22a" target="_blank">Saúde Planetária para Todos: Unindo Comunidades para Alcançar a Grande Transição</a>”. Nosso objetivo é reunir várias partes interessadas de todo o mundo para compartilhar seus insights sobre como poderemos garantir um novo paradigma de desenvolvimento capaz de salvaguardar o futuro da saúde humana protegendo os sistemas naturais da Terra.</p>
<p>As sessões cobrirão vários tópicos, que vão desde os valores humanos fundamentais da saúde planetária; passando por como financiar e estruturar a produção de conhecimentos sobre o tema; abordando a incorporação dos princípios de saúde planetária nas novas economias do século 21; discutindo a necessidade de uma nova visão de governança, multilateralismo e cooperação global para atingir os objetivos; e, por fim, trazendo exemplos concretos de movimentos sociais e da construção de mudanças sociais que emergem da sociedade civil organizada.</p>
<p>Entre os palestrantes estarão a ecologista e escritora Robin Wall Kimmerer, professora da Universidade Estadual de Nova Iorque e fundadora do Centro para Povos Nativos e Meio Ambiente; a queniana Wanjira Mathai, Vice-Presidente e Diretora Regional para a África da ONG World Resources Institute (WRI); e o Fundador e Presidente da Terracycle e idealizador da plataforma Loop, Tom Szaky. Entre os palestrantes brasileiros teremos, entre outros, o jornalista Jamil Chade; Virgílio Viana, da Fundação Amazônia Sustentável; a fundadora e diretora da Rede das Marés, Eliana Sousa Silva; a líder indígena Jera Guarani; Silvia Lagnado, representando a Natura &amp; Co; além de representantes da Fapesp e de prestigiadas universidades brasileiras. Mais informações sobre os palestrantes estão disponíveis no<a href="https://www.planetaryhealthannualmeeting.com/" target="_blank"> site do evento</a>.</p>
<p>O PHAM 2021 será gratuito e virtual. Este evento será uma experiência produtiva e empolgante para palestrantes e participantes. A tecnologia está ao nosso lado, permitindo-nos hospedar mais de três mil participantes em uma plataforma de “conferência virtual” que incluirá painéis ao vivo, palestras, entrevistas, um lounge virtual para o público, salas de bate-papo individuais para apresentadores de pôsteres e trabalhos científicos. Haverá tradução simultânea do evento para Português, Espanhol, Francês e Mandarim.</p>
<p>Reserve a data para a Semana de Saúde Planetária, entre 25 e 30 de abril, que engloba, além da Conferência, também mais de 60 eventos paralelos e atividades artístico-culturais realizados ao redor do mundo para celebrar as ações socioambientais positivas que estão ocorrendo, bem como o nosso compromisso de remodelar o futuro! As inscrições estão abertas no site <a href="https://www.planetaryhealthannualmeeting.com/" target="_blank">https://www.planetaryhealthannualmeeting.com/</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Multidisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Saúde Planetária</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-04-14T20:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/coalizao-global-sera-necessaria-para-evitar-novas-pandemias-dizem-especialistas">
    <title>Coalizão global será necessária para evitar novas pandemias, dizem especialistas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/coalizao-global-sera-necessaria-para-evitar-novas-pandemias-dizem-especialistas</link>
    <description>O evento "A Pandemia e a Ética" levantou questões sobre os erros éticos na gestão da pandemia de Covid-19 e o que devemos aprender para o futuro </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-b5686318-7fff-8e36-43e6-c07d60a3f856"> </span></p>
<p dir="ltr">A Covid-19 se tornou uma pandemia em seis semanas, revelando que “um país sozinho não consegue segurar uma doença, muito menos impedir que chegue no seu território”, como avaliou <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva?searchterm=paulo+saldi" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, ex-diretor do IEA e professor da Faculdade de Medicina da USP (FM-USP). “Depende de articulação sistêmica, depende de conceitos como empatia, solidariedade, transparência”, disse. Ele e<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/margareth-dalcomo?searchterm=Margareth+da" class="external-link"> Margareth Dalcolmo</a>, especialista em doenças respiratórias da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), participaram do webinar “A Pandemia e a Ética”, realizado pelo IEA no dia 29 de julho. O debate teve mediação do filósofo <a class="external-link" href="http://iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-janine-ribeiro?searchterm=renato+jani">Renato Janine Ribeiro</a>, professor honorário do IEA.</p>
<p dir="ltr"><span>O evento discutiu as novas questões éticas levantadas pela pandemia da Covid-19 e os caminhos possíveis para melhorar a gestão de futuras crises globais. Considerando que as doenças estão se espalhando mais rapidamente, os participantes do debate defendem que é necessário ter como valor ético a construção de um futuro que evite os danos causados por catástrofes como a causada pelo coronavírus.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para Margareth coalizões internacionais são inarredáveis, mas para isso é preciso que os países e os governos saiam de qualquer veleidade obscurantista. “Esse momento que o mundo está vivendo exige uma grandeza que, atualmente, não vejo. Vivemos em um momento historicamente muito ruim, quando os valores mais elementares e humanos estão sendo vilipendiados em nome de qualquer outra coisa”, alegou Margareth. <img src="https://www.iea.usp.br/imagens/a-pandemia-e-a-etica-imagem" alt="A Pandemia e a ética - Imagem" class="image-right" title="A Pandemia e a ética - Imagem" /></span></p>
<p dir="ltr"><span>Os casos de países confiscando insumos já comercializados e, de quebra, contratos de venda para especulação destes insumos também preocupam os debatedores. “Nós estamos fazendo política de mercado. Se não tivermos um investimento a fundo perdido para estarmos prontos para os próximos vírus, vamos ter mortalidade”, comentou Saldiva. Na opinião dele, caso não sejam feitos tais investimentos, as perdas derivadas do arrefecimento da economia serão muito maiores do que os gastos para manter uma estrutura globalizada funcionando. “Precisamos redescobrir o prazer em fazer o certo sem recompensa ou mensuração”, argumentou.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Apesar de terem ganhado holofote durante a pandemia, muitos dos problemas sociais e éticos já existiam antes, como foi ressaltado no debate. “Tudo foi desnudado de uma maneira absolutamente obscena, sobretudo num país como o Brasil, uma das maiores concentrações de renda do mundo”, afirmou Margareth. Diante de notícias de aglomerações públicas e que de pessoas que se recusam a usar máscaras, a especialista complementou: “O entendimento do direito coletivo é violado quando aqui no Rio de Janeiro, por exemplo,  ficou todo mundo em uma rua do Leblon. Eu descrevi como ato de arrogância, porque elas ali totalmente desprotegidas, aglomeradas e desrespeitando os trabalhadores que estavam ali servindo e usando máscara”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Conforme mostraram alguns estudos, adensamento populacional e uso do transporte público são fatores que impactam na forma como a doença se espalha pela cidade e nos índices de mortalidade. Saldiva lembra que a mortalidade na cidade de São Paulo se concentra em bairros de baixo índice socioeconômico e como mostrou a professora Raquel Rolnik, da FAU-USP, também está atrelada ao uso de transporte público. “São pessoas que, por pouca resiliência econômica, têm que se locomover em transporte público. Nós, que nos servimos dessas pessoas, temos que pensar se temos o direito ético ou não de exercer essa pressão naqueles que menos têm”, comentou o professor.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ao complementar Saldiva, Margareth afirma que o saneamento básico e a educação também precisam ser melhor preparadas para evitar novas tragédias pandêmicas. “A realidade de saneamento no Brasil é, talvez, a coisa mais constrangedora, e não falo dos sertões ou lugares remotos, falo das periferias, das comunidades”, disse a médica. Para a especialista em doenças respiratórias, também “não é possível que ainda possa existir em 2021 alguém que não saiba a ler, que não tenha acesso à educação básica. Educação, saúde e saneamento são os bens mais preciosos para ter espírito crítico e, assim, criar um futuro mais consciente”, finalizou.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Letícia Martins Tanaka</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-09-11T18:07:20Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2020/reuniao-sobre-medidas-de-mitigacao-do-covid-19-12-de-marco-de-2020">
    <title>Reunião sobre medidas de mitigação do Covid-19 - 12 de março de 2020</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2020/reuniao-sobre-medidas-de-mitigacao-do-covid-19-12-de-marco-de-2020</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-03-16T20:16:52Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/eda-tassara-trata-da-guerra-hibrida">
    <title>Eda Tassara trata da guerra híbrida, que utiliza a retórica para desestabilizar memórias</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/eda-tassara-trata-da-guerra-hibrida</link>
    <description>O evento Guerras Híbridas: Uso Maligno do Conhecimento acontece nos dias 2 e 3 de setembro, às 14h, no IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Brexit_Demonstrators-MAteria.jpg/image" alt="Brexit " title="Brexit " height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Manifestação pró-Brexit, um dos efeitos da guerra híbrida que vem acontecendo no Reino Unido</dd>
</dl>Estratégias bélico-militares que utilizam como arma “a retórica desestabilizadora de memórias” estão no centro do que vem sendo chamado de guerra híbrida. O tema será discutido nos dias <strong>3 e 4 de setembro, às 14h</strong>, no IEA, pela física <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eda-terezinha-de-oliveira-tassara" class="external-link">Eda Tassara</a>, coordenadora do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/politica-ambiental" class="external-link">Grupo de Pesquisa Política Ambiental</a>. O evento <i>Guerras Híbridas: Uso Maligno do Conhecimento</i> terá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pelo site do IEA. Para participar presencialmente, é necessário realizar <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfTt4AO38VoqCoJ486FU3DMuUFWkOR0MWn051DcKZQWtE66HA/viewform">inscrição prévia</a>.</p>
<p> </p>
<p><span>Com a distribuição de fake news e graças ao uso da big data – que confere um efeito em massa –, a guerra híbrida tem tido efeito no mundo todo. O Brexit (saída do Reino Unido da União Europeia), a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos e a de Jair Bolsonaro no Brasil, e a escalada da repulsa aos imigrantes na Europa são alguns dos resultados que essa guerra já produziu.</span></p>
<p><span>“É oposto do Iluminismo; o sequestro do conhecimento por um projeto político-econômico”, explica Tassara. Ela ressalta que esse projeto, no entanto, não se explicita como tal. <span>"Sua novidade perversa", avalia Tassara, "consiste na aplicação de análises apoiadas no conhecimento gerado nas ditas ciências humanas ou do espírito para ações de intervenção política não esclarecidas, com resultados perturbadores no equilíbrio decisório mundial</span>". Para ela, o mundo vive um momento de ruptura, mas ainda não é possível avaliar quais serão as consequências no longo prazo.</span></p>
<p><span>Segundo a física, a guerra híbrida opera “por relações lógicas paradoxais entre verdade e informação, oculta o domínio do conhecimento por uma instância inteligente visando o domínio do processo mundial de construção do futuro”.</span></p>
<p>Se a estratégia de militarização da ciência, levada a cabo nos Estados Unidos ao final da Segunda Guerra Mundial, permitiu a sinergia ciência, sistemas de informação, militarismo e grande indústria <span>– </span>o que se materializou na instrumentalização da tecno-eletrônica sob domínio de um projeto político hoje globalizado <span>–</span>, a guerra híbrida inaugura um novo momento desta escalada de uso político oculto do acervo total do conhecimento erudito.</p>
<hr />
<p><i><strong>Guerras Híbridas: Uso Maligno do Conhecimento</strong><br />3 e 4 de setembro, às 14h<br />Sala Alfredo Bosi - Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br />Gratuito, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfTt4AO38VoqCoJ486FU3DMuUFWkOR0MWn051DcKZQWtE66HA/viewform">inscrição prévia<br /><span>Transmissão </span></a><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a><span> pelo site do IEA<br />Leia mais: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/guerras-hibridas">http://www.iea.usp.br/eventos/guerras-hibridas</a></span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Humanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poder</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-08-22T20:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/migracoes-internacionais-e-os-desafios-da-integracao-local-no-estado-brasileiro-7-de-junho-de-2018">
    <title>Migrações Internacionais e os Desafios da Integração Local no Estado Brasileiro - 7 de junho de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/migracoes-internacionais-e-os-desafios-da-integracao-local-no-estado-brasileiro-7-de-junho-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-07T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/migracoes-internacionais-e-integracao">
    <title>Migrações Internacionais e os Desafios da Integração Local no Estado Brasileiro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/migracoes-internacionais-e-integracao</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; ">O seminário propõe a discussão de relações entre xenofobia, identidade, vulnerabilidade e integração local e os desafios que envolvem a proteção do sujeito migrante internacional a partir das políticas do Estado Brasileiro. Segundo Douzinas (2009, p. 363), “a exclusão dos estrangeiros é, por analogia, tão constitutiva da identidade nacional quanto o é da subjetividade humana”. Esta afirmação nos provoca a olhar as migrações internacionais e a integração local, aqui entendida como possibilidade do “sujeito íntegro”, a partir da intrínseca relação entre xenofobia estrutural e formação da identidade nacional como determinantes que constituem o lugar destinado ao sujeito migrante na “ordem do Estado”. </span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">A submissão a esta “ordem” constitui a primeira grande vulnerabilidade do sujeito migrante internacional em relação ao Estado. A lei 13.445\2017, também conhecida como Lei de Migração, se apresenta como um marco de direitos humanos em vista de dar conta dos desafios dos atuais fluxos migratórios que tem o Estado brasileiro como lugar de destino ou trânsito. </span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">Contudo, cabem as seguintes reflexões: em que medida esta lei supera a histórica construção das políticas migratórias brasileiras sustentadas pela raça e controle do trabalho e avança para um reconhecimento do direito humano de migrar? Como pensar a integração local diante deste marco legal e dos desafios de direitos humanos dos atuais fluxos migratórios? O presente seminário se insere no âmbito dos estudos  do Grupo de Pesquisa em Política Ambiental (IEA) e do </span><span style="text-align: justify; ">LAPSI (Laboratório de Psicologia Socioambiental e Intervenção) e será apresentado por membros destes grupos e por pesquisadores integrantes do Migraidh (Direitos Humanos e Mobilidade Humana Internacional), representante da Cátedra Sérgio Vieira de Mello na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM / RS). </span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">O diálogo proposto está orientado, entre outros, pelo trabalho interdisciplinar de duas linhas de pesquisa do Migraidh: Proteção e Promoção de Direitos Humanos de Migrantes e Refugiados no Brasil e Clínica Psicossocial das Identidades: Subjetividade do (a) Migrante Forçado (a), inscrevendo-o no campo da relações entre psicologia social, ética e política, conforme vem sendo abordado pelos referidos grupos da USP. </span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">O seminário será precedido da constituição de <span>um Grupo de Trabalho para programar as atividades de pesquisa a serem realizadas no campo científico do seminário, a ter lugar no período de 4 a 6 de junho. Após o seminário, no próprio dia 7, haverá </span>um debate com a participação de estudantes e pesquisadores interessados na temática, convidados a expor testemunhos de suas vivências em situações correspondentes ao objeto em pauta (fluxos migratórios / refugiados).</span></p>
<blockquote>
<p><strong>Coordenação:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eda-terezinha-de-oliveira-tassara" class="external-link">Eda Tassara</a> (IP e IEA USP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sandra-patricio" class="external-link">Sandra Patrício</a> (IP e IEA USP)</p>
<p><span><strong>Palestrantes:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hector-omar-ardans-bonifacino" class="external-link">Hector Omar Ardans Bonifacino</a> (UFSM e IEA USP)</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/giuliana-redin" class="external-link">Giuliana Redin</a><span> (UFSM)</span></p>
<p><span><strong>Debatedores:</strong></span></p>
</blockquote>
<blockquote>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alex-barcelos-monaiar" class="external-link">Alex Barcelos Monaiar </a>(<span>Migraidh-Cátedra Sergio Vieira de Mello UFSM)</span></p>
</blockquote>
<blockquote>
<blockquote>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/josef-david-yaari" class="external-link">Josef David Yaari</a> (USP)<span> </span></p>
</blockquote>
</blockquote>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ser Humano</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-23T13:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/a-paisagem-como-paradigma-politico-corpo-e-paisagem-na-epoca-das-imagens-tecnicas-24-de-novembro-de-2017">
    <title>A Paisagem como Paradigma Político. Corpo e Paisagem na Época das Imagens Técnicas - 24 de novembro de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/a-paisagem-como-paradigma-politico-corpo-e-paisagem-na-epoca-das-imagens-tecnicas-24-de-novembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Matheus Araújo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia Social</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Multidisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-24T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/a-paisagem-como-paradigma-politico">
    <title>A Paisagem como Paradigma Político: Corpo e Paisagem na Época das Imagens Técnicas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/a-paisagem-como-paradigma-politico</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong><span><i> </i></span></strong><span style="text-align: justify; ">Desde o aparecimento do conceito da </span><i style="text-align: justify; ">paisagem</i><span style="text-align: justify; "> nas diversas línguas da cultura ocidental [paysage, paesaggio, landscape, Landschaft] existe uma relação indissociável entre paisagem e política, </span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">que na sua origem tratava antes de mais nada a questão do bom e do mau governo e dos efeitos do mesmo sobre a população urbana e paisana, como descrito já nos afrescos de Ambrogio Lorenzetti nos meados do século XIII. </span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">Contudo, o que será</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">significante para a compreensão da paisagem como paradigma politico é a abstração da paisagem como território de uma identidade, percebendo a paisagem como espaço aberto ao horizonte onde se cruzam e desdobram as múltiplas experiências humanas e não humanas. O excurso sobre a paisagem como paradigma político compreende a paisagem para além de um mero significado estético e no contexto da tríade corpo-vivo-paisagem-imaginação, considerando as imagens técnicas hoje em dia como os formadores do humano e dos seus mais diversos ambientes.</span></p>
<p><span style="text-align: justify; "></span><span style="text-align: justify; ">A política da paisagem e a paisagem como paradigma politico inclui o pensar sobre o corpo-vivo que perambula na paisagem que habita, como também o imaginário da natureza e do natural formado pela imagem técnica e da sua política. Enquanto as imagens dominam toda a esfera política, as paisagens serão apenas os objetos das mesmas. Mas a paisagem não é objecto, e devido a sua característica como espaço de encontro e de reunião, da horizontalidade e do terceiro entre o natural e o cultural, é o autêntico futuro agente político.</span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><strong>Exposição</strong></span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/dirk-michael-hennrich" class="external-link">Dirk-Michael Hennrich</a></span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><strong>Coordenação</strong></span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eda-terezinha-de-oliveira-tassara" class="external-link">Eda Tassara</a></span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sandra-patricio" class="external-link">Sandra Patricio</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Multidisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia Social</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-10-18T17:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/escola-doutoral-2017">
    <title>Escola Doutoral "Crises: Uma Perspectiva Multidisciplinar"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/escola-doutoral-2017</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: left; float: none; ">Este encontro é resultado de um projeto iniciado em 2016, quando foi lançada uma chamada para que doutorandos de todo o mundo enviassem trabalhos sobre a crise em diversas perspectivas – política, ambiental, econômica, trabalho, alimentar, urbana etc. Neste encontro, os autores dos 18 melhores trabalhos, selecionados por um Comitê Científico, apresentarão os temas de suas pesquisas.</span></p>
<p>Como objeto de reflexão, "a crise" é mais do que nunca um tema atual entre historiadores, economistas, biólogos, geógrafos, sociólogos, politólogos, psicólogos, ambientalistas etc. Isso se deve não só à própria atualidade do fenômeno – em suas dimensões econômica (estagnação das taxas de crescimento, depressão), ambiental (aquecimento climático), sanitária (epidemias de H1N1, Ebola, Zika etc.), securitária (terrorismo, crime organizado), política (revoluções, conflitos, migrações) –, mas também a um debate intenso em torno do conceito de crise.</p>
<p>A atualidade da crise é inegável. A situação econômica se degradou de maneira contínua nos últimos anos na Europa, nos Estados Unidos, na Rússia, no Brasil e mesmo na China – que até então tinha conseguido manter taxas recordes de crescimento. A crise financeira derrubou as taxas de crescimento na maior parte das economias ocidentais e produziu índices de desemprego inéditos em alguns países. O empobrecimento das classes médias também acentuou a dependência de parte desses grupos aos auxílios governamentais. Segundo a FAO, em 2015, cerca de 795 milhões de pessoas estavam em situação de <a class="external-link" href="http://www.fao.org/hunger/en/">dificuldade alimentar</a>. Contrariamente às expectativas, o progresso científico e tecnológico das últimas décadas não permitiu que a fome fosse erradicada, embora um número importante de pessoas tenha saído do estado de pobreza extrema, sobretudo na China e na Índia. Se, por um lado, a massa de pessoas subalimentadas diminuiu cerca de 216 milhões no curso dos últimos anos, o número de mortes ligadas à fome foi bem maior no século XX do que nos séculos precedentes.</p>
<p>A reconfiguração política e ideológica que ocorreu após a queda do Muro de Berlim, bem como o estabelecimento de novas fronteiras na Europa, na Ásia e na África, dizimaram nações e criaram outras. Alianças e identidades tradicionais foram abaladas. Assistimos também a fluxos migratórios sem precedentes desde o final da Segunda Guerra Mundial. As sociedades contemporâneas são ainda confrontadas à crise urbana e à crise do trabalho. Uma crise urbana que não se pode entender apenas em sua dimensão espacial, uma vez que todas as crises se espacializam em certa medida; trata-se de um fenômeno de escala global, estreitamente associado à industrialização e à urbanização.</p>
<p>A esses diferentes fenômenos soma-se a "crise ambiental", saliente no início do século XXI. Após anos de polêmicas políticas e científicas, os países industrializados e a ONU reconheceram a existência do aquecimento climático e seu papel nas degradações dos territórios insulares e ribeirinhos, na elevação do nível dos oceanos, nas ameaças à fauna e à flora do planeta. A incerteza que pesa sobre a nossa capacidade política e técnica para reverter aquilo que parece – para os mais pessimistas, pelo menos – uma ameaça à continuidade da vida na Terra, produz um sentimento de medo que não cessa de aumentar. O medo do apocalipse nuclear dos anos da Guerra Fria cedeu lugar a novas perspectivas igualmente apocalípticas ligadas às mudanças climáticas (secas, rarefação de recursos como água potável, deslocamento de populações etc.). Tudo isso indica o caráter cada vez mais global de crises que, há décadas atrás, ainda possuíam uma amplitude regional – pelo menos no que se refere a algumas delas.</p>
<p>As crises ambiental, urbana e alimentar, mas também o desenvolvimento sem precedentes dos meios de transporte, estão na origem do aumento dos fatores de mutação e do contato com novos micróbios. Ainda que os progressos da medicina tenham conseguido controlar doenças que atingiam as comunidades humanas há alguns milênios, assistimos ao advento de novas patologias que constituem graves riscos às sociedades.</p>
<p>A escolha da crise – ou das crises – como tema de estudo desta Escola Doutoral não indica a adoção, por parte dos seus organizadores, de uma perspectiva catastrófica. O estudo das crises aqui mencionadas ajuda a destacar as ações e as reações no seio das sociedades que delas são vítimas; também ajuda a compreender a dinâmica dessas crises, além do funcionamento das relações sociais, políticas etc. Nesse sentido, nós nos interessaremos também, nesta Escola Doutoral, pelas múltiplas respostas das sociedades às crises que mencionamos anteriormente (cuja lista está longe de ser exaustiva): as tentativas de regulamentação do mercado de trabalho, as escolhas econômicas (rigor orçamentário ou heterodoxia), as políticas migratórias (controle das fronteiras, expulsões, acolhida), as medidas sanitárias, o combate à fome, as políticas urbanas, as reformas políticas etc. – numerosas medidas são debatidas e adotadas em reação a esses problemas. Medidas que, por outro lado, colocam problemas de análise, de interpretação, de avaliação.</p>
<p><b>Material de referência</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/documentos/escola-doutoral-caderno" class="internal-link">Caderno de textos</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Multidisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-31T19:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/2a-intercontinental-academia-inicia-trabalhos-da-fase-bielefeld">
    <title>2ª Intercontinental Academia inicia em agosto trabalhos da fase Bielefeld</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/2a-intercontinental-academia-inicia-trabalhos-da-fase-bielefeld</link>
    <description>Israel e Alemanha prosseguem parceria iniciada em Jerusalém. Programação com debates e pesquisas sobre direitos humanos vai de 1 a 12 de agosto.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th></th><th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/universidade-de-bielefeld" alt="Universidade de Bielefeld" class="image-inline" title="Universidade de Bielefeld" /></th>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>
<p><strong>Campus da Universidade de Bielefeld, Alemanha, sediará a 2ª Intercontinental Academia</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Numa iniciativa inédita, Israel e Alemanha juntaram suas sensibilidades únicas para o tema da dignidade humana e organizaram a <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/segunda-edicao-da-intercontinental-academia-sera-sobre-dignidade-humana" class="external-link">2ª Intercontinental Academia</a> (ICA). Em sua segunda fase, o projeto será sediado pelo  <a href="http://www.uni-bielefeld.de/ZIF/" target="_blank">Centro para Pesquisas Interdisciplinares</a><span> (Zentrum für interdisziplinäre Forschung - ZiF) da Universidade de Bielefeld, Alemanha, de </span><strong>1 a 12 de agosto</strong><span>. </span></p>
<p><span>A primeira etapa das discussões, realizada no</span><a href="http://www.as.huji.ac.il/" target="_blank"> Instituto Israel para Estudos Avançados</a><span> da Universidade Hebraica de Jerusalém, entre 6 e 20 de março de 2016, seguiu o mesmo formato de aulas magnas e colaborações científicas e culturais entre gerações de cientistas que será adotado em Bielefeld.</span></p>
<p>A ICA é uma iniciativa da <a href="http://www.ubias.net/" target="_blank">rede Ubias</a>, associação internacional que congrega 34 institutos de estudos avançados baseados em universidades de 19 países, que visa a fomentar a pesquisa em rede e a formação de novas lideranças. A primeira edição investigou o tema ‘tempo’ e teve a organização do IEA-USP e do <a href="http://www.iar.nagoya-u.ac.jp/~iar/?lang=en" target="_blank">Institute for Advanced Research da Universidade de Nagoya</a>, Japão. A primeira etapa aconteceu em São Paulo de 17 a 29 de abril e a segunda, em Nagoya, de 6 a 18 de março.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/participantes-ii-edicao-ica-jerusalem-1" alt="Participantes II Edição ICA - Jerusalém" class="image-inline" title="Participantes II Edição ICA - Jerusalém" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Participantes da ICA em Jerusalém, no encontro que iniciou trabalhos sobre direitos humanos</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p>Israel e Alemanha têm se esforçado para definir suas agendas e parâmetros para a dignidade humana, desde os aspectos puramente teóricos até a realidade prática de uma área que não pode ser ignorada. Os organizadores lembram que a dignidade humana está relacionada a debates éticos e práticos em inúmeras disciplinas, sendo referida em pesquisas sobre terrorismo, tortura, guerra, proteção de dados, redução da pobreza, minorias, seguridade social, escravidão, questão dos refugiados, genética, para citar alguns campos.</p>
<p><span>Nesta fase da academia, cada sessão de imersão contará com três ou quatro aulas magnas proferidas por eminentes intelectuais. Os temas incluem direito constitucional à dignidade humana; dignidade como núcleo dos direitos humanos; o reconhecimento da dignidade humana depois de sua negação; a dignidade humana na religião, entre outros.</span></p>
<p>“O equilíbrio de poder entre as autoridades jurídicas, políticas e governamentais e os indivíduos que vivem sob essas autoridades sempre foi um tema delicado, vulnerável a abusos. É um equilíbrio que deve ser continuamente redefinido”, segundo os organizadores.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3><span>Relacionado</span></h3>
<p><a href="http://www.uni-bielefeld.de/ZIF/IA/IA_Programm.pdf">Programação Intercontinental Academia on Human Dignity</a></p>
<p>Notícia:</p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/dignidade-humana-em-teoria-e-pratica-na-intercontinental-academia-em-jerusalem">Dignidade humana em teoria e prática na 2ª Intercontinental Academia</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-indica-tres-candidatos-a-selecao-final-da-2a-intercontinental-academia">IEA indica três candidatos à seleção final da 2ª Intercontinental Academia</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/noticias_ica">Notícias da 1ª Intercontinental Academia, realizada em São Paulo</a></p>
<span>Mais informações:<br /><a href="http://intercontinental-academia.ubias.net/" target="_blank">http://intercontinental-academia.ubias.net/</a></span></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Com a abertura conduzida por Martin Egelhaaf, vice-presidente da Universidade de Bielefeld, Marc Schalenberg (ZiF) e Michal Linial (IIAS), a aula magna inaugural da segunda fase da 2ª ICA terá como tema “The constitutional clause on respecting human dignity (article 1 of german Constitution)”. A programação completa pode ser conferida <a class="external-link" href="http://www.uni-bielefeld.de/ZIF/IA/IA_Programm.pdf">aqui</a>.</p>
<p><span>Ainda na sessão de abertura, a questão da dignidade humana na Constituição federal alemã passa a ser apresentada por Gertrude Lübbe-Wolf, que apresenta uma revisão sobre o significado da cláusula I e da cláusula II sobre a dignidade na Constituição alemã.</span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/akemi-kamimura-1" alt="Akemi Kamimura" class="image-inline" title="Akemi Kamimura" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Akemi Kamimura fala sobre direitos humanos em prisões brasileiras no primeiro dia da programação</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Entre as exposições do primeiro dia, a pesquisadora brasileira <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/segunda-intercontinental-academia" class="external-link">Akemi Kamimura</a> dará a visão do Brasil a respeito da dignidade humana em prisões. Advogada e militante dos direitos humanos, Akemi está entre os 21 jovens pesquisadores selecionados para esta ICA. Ela foi um dos três brasileiros indicados pelo IEA para participar da segunda edição, que tem 17 mulheres entre os jovens pesquisadores participantes.</p>
<p>Akemi é mestre em direitos humanos pela Faculdade de Direito (FD) da USP. Em 2014, foi bolsista no Instituto Max Planck de Direito Público Comparativo, em Heidelberg, Alemanha. Em 2010, foi aluna do curso Direitos Humanos e Mulheres: Teoria e Prática do Centro de Derechos Humanos da Facultad de Derecho da Universidad de Chile, em Santiago.</p>
<p>Tem atuado profissionalmente em projetos e instituições ligados aos direitos humanos desde 2000. Em 2013 e 2014, foi consultora da Unesco para a coordenação de uma projeto de sistematização de recomendações sobre direitos humanos feitas por organismos da ONU e da Organização dos Estados Americanos (OEA).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Parcerias internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institutional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ICA</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-07-07T19:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/os-desafios-da-diversidade-e-da-recepcao-ao-imigrante">
    <title>Os desafios da diversidade e da recepção ao imigrante</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/os-desafios-da-diversidade-e-da-recepcao-ao-imigrante</link>
    <description>As múltiplas nacionalidades que compõem o povo brasileiro, as agruras psíquicas do migrante involuntário, a síndrome do regresso, as dificuldades da língua e de subsistência foram temas de encontro no IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>“As pessoas moralmente maduras são aqueles seres humanos que cresceram a ponto de precisar do desconhecido, de se sentirem incompletos sem certa anarquia em suas vidas; que aprenderam a amar a alteridade”. A abordagem multiculturalista do antropólogo social Gerd Baumann (1953-2014) foi lembrada pela professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvia-duarte-dantas" class="external-link">Sylvia Duarte Dantas </a>(Unifesp), na abertura do simpósio <i>Refúgio, Retorno, E/Imigrações: Línguas, Identidades, Saúde Mental, Crenças, Território</i>, realizado no dia 27 de novembro na antiga sala do Conselho Universitário da USP.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/operacao-tritao-regata-refugiados-no-mediterraneo/@@images/3fd13908-19a2-434e-9a31-0dc2eaabedbf.jpeg" alt="Operação Tritão resgata refugiados no Mediterrâneo" class="image-inline" title="Operação Tritão resgata refugiados no Mediterrâneo" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Operação Tritão, comandada pela Frontex, a agência da União Europeia para a gestão de fronteiras, resgata refugiados no Mar Mediterrâneo, em junho de 2015.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/dialogos-intelectuais" class="external-link">Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</a> do IEA, coordenado por Dantas, o encontro expôs algumas das pesquisas realizadas pelo grupo, voltado aos estudos dos deslocamentos, migrações e interculturalidade.</p>
<p>“O contado com o diferente gera estranhamento. Se esse estranhamento for utilizado para interesses espúrios, ou interesses que não propiciam o real desenvolvimento da humanidade, isso é algo que precisamos pensar e criar espaços de reflexão capazes de atuar sobre os perigos que essa realidade nos traz”, lembrou Dantas.</p>
<p>O simpósio também marcou o lançamento do livro do professor visitante do IEA <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/jeffrey-lesser/perfil" class="external-link">Jeffrey Lesser</a>, “A invenção da brasilidade”. A obra foi editada originalmente em 2013 pela Cambridge University Press, com o título <i>Immigration, Ethnicity and National Identity in Brazil</i>.</p>
<p>Lesser abriu os debates com a palestra "A Invenção da Brasilidade: Identidade Nacional, Etnicidade e Políticas de Imigração". As muitas facetas do multiculturalismo brasileiro, as formas de convivência com o diverso e de assimilação cultural, a recepção ao estrangeiro, bem como os preconceitos etno-raciais que permeiam a própria cultura do Brasil foram algumas linhas analisadas pelo historiador.</p>
<p>Brasilianista e auto-declarado discípulo do historiador norte-americano Warren Dean, Lesser lembrou que o passado do Brasil ainda tem fortes ecos no presente. Para ele, a relação entre “estrangeridade” e “brasilidade” era tão atual no século 19 quanto é no século 21. Pinçou alguns exemplos curiosos extraídos de fatos recentes mostrados pela mídia e de registros históricos, mostrando como o passado cultural está atrelado ao comportamento cotidiano de hoje.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-a-invencao-da-brasilidade/@@images/0a990616-79c0-4257-94ee-5a7a812684d6.jpeg" alt="Capa do livro &quot;A invenção da brasilidade&quot;" class="image-inline" title="Capa do livro &quot;A invenção da brasilidade&quot;" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Capa do livro do professor Jeffrey Lesser.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Numa página do Orkut, um brasileiro reclamava de ser chamado de japonês. Há no país uma situação curiosa de cidadãos de uma nação versus estrangeiros morando numa nação”, disse Lesser, ao exemplificar como descendentes de imigrantes ainda são categorizados como estrangeiros fora da experiência nacional.</p>
<p>Por outro lado, há também o imigrante que insiste na brasilidade. “Falamos português porque somos japoneses”, disse Lesser ao citar a fala de um descendente japonês.</p>
<p>Muitas situações que expôs na palestra estão compiladas no seu livro, fruto de uma pesquisa histórica e etnográfica de fôlego que provoca indagações sobre como a brasilidade tem sido construída.</p>
<p>O debate acadêmico do livro adota uma narrativa que torna o assunto acessível a diversos públicos, buscando mais as semelhanças que as diferenças entre os diferentes grupos sociais e raciais. O Brasil não é apresentado de uma forma tão singular a ponto de ser incomparável e assim, o autor identifica “padrões que se repetem por todas as Américas”.</p>
<p>Na sequência, a mesa redonda Territórios e Crenças contou com as exposições da professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maura-pardini-bicudo-veras" class="external-link">Maura Pardini Bicudo Véras</a>, da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, e do professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/koichi-mori" class="external-link">Koichi Mori</a>, do Departamento de Letras Orientais da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.</p>
<p>A professora Véras fez uma análise sobre a ocupação da cidade de São Paulo e as definições de território e identidade calcadas nas diferentes etnias e raças que ocuparam a metrópole. Mori apresentou os resultados de sua pesquisa recente sobre religião e espiritualidade, com o tema “Umbanda e Xamanismo Okinawano: Um novo Encontro Intercultural”.</p>
<p>Nos intervalos do simpósio, foram apresentados vídeos produzidos pelo coletivo cultural <a class="external-link" href="http://acervovivosp.wix.com/vistopermanente#%21new-page/cl6r">Visto Permanente</a>, um projeto que disponibiliza um acervo online de produções audiovisuais sobre a arte e a cultura de comunidades transnacionais de São Paulo.</p>
<p>O grupo faz exibições de suas produções em praças e eventos públicos, no intuito de divulgar a diversidade cultural da capital paulista. O projeto busca “reivindicar a pertença do Imigrante a São Paulo e defender que quem vive e trabalha na cidade tem direito a ela”, conforme texto de apresentação na página web do grupo.</p>
<p><strong>O objeto ameaçador</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/refugiados-haitianos-no-acre/@@images/03756c27-1b1d-4491-bd86-d669e6284290.jpeg" alt="Refugiados haitianos no Acre" class="image-inline" title="Refugiados haitianos no Acre" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Imigrantes haitianos abrigados em alojamento improvisado em Brasileia, no Acre.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lucienne-martins-borges" class="external-link">Lucienne Martins Borges</a>, professora da Universidade Federal de Santa Catarina (RS) e da Universidade Laval, do Canadá, pontuou as diferenças entre o migrante voluntário e o migrante involuntário, mostrando sua experiência no atendimento psicológico de migrantes no Canadá.</p>
<p>Por temores alheios à sua vontade, o migrante involuntário foge de uma situação real ou de um sofrimento psíquico imposto, disse. “Nas migrações involuntárias, as pessoas estão em busca de vida e ponto, não de uma vida melhor. A maioria delas não sonhou estar no local do seu deslocamento. Apenas sonharam estar em um lugar que, de preferência, seria o seu. O movimento que define seu deslocamento é a repulsa pelo que ele é ou significa. Isso nada tem a ver com projeto de vida, é a marca de uma migração involuntária”, compara.</p>
<p>Borges integrou a mesa Migração e Saúde Mental ao lado da professora Dantas, que na sua palestra sobre Retorno, Remigração e Saúde Mental, abordou os resultados de suas pesquisas qualitativas com migrantes que retornaram ao Brasil depois de terem escolhido outra pátria para viver.  Os estudos focaram famílias e grupos de migrantes retornados dos Estados Unidos e do Japão.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p class="documentFirstHeading kssattr-atfieldname-title kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-macro-title-field-view" id="parent-fieldname-title">Notícia:</p>
<p class="documentFirstHeading kssattr-atfieldname-title kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/hospitalidade" class="external-link">A hospitalidade ao estrangeiro como elemento essencial da democracia</a></p>
<p class="documentFirstHeading kssattr-atfieldname-title kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/o-desafio-da-hospitalidade-emigrantes-e-refugiados" class="external-link">Vídeo</a></p>
<hr />
<p>Notícia:</p>
<p class="documentFirstHeading kssattr-atfieldname-title kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/migracoes-a-globalizacao-forcada" class="external-link">Migrações: a globalização forçada</a></p>
<hr />
<p>Vídeos:</p>
<p class="documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2006/lancamento-da-edicao-no-57-da-revista-estudos-avancados" class="external-link">Lançamento da edição nº 57 da revista "Estudos Avançados"</a> (sobre migração)</p>
<p class="documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2008/dialogo-intercultural-de-jovenes-de-la-comunidad-arabe-e-judia-en-chile" class="external-link">Diálogo Intercultural de Jóvenes de la Comunidad Árabe e Judía en Chile</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em meados dos anos de 1980, os dados oficiais do Brasil evidenciaram um fato inédito, de que o país não era apenas um receptor de migrantes. Em 2008, a estimativa oficial dava conta de que cerca de três milhões de brasileiros viviam em 117 países. “Passamos a olhar para o país como um exportador de pessoas”, lembrou.</p>
<p>As crises econômicas que levaram os brasileiros a emigrar também foram o motivo do retorno ao país. “O número de retornados ao Brasil após a crise internacional de 2008 aumentou muito”, disse Dantas. No Censo de 2010 havia mais de 455 mil migrantes retornados, mostrou.</p>
<p>A síndrome do regresso é estudada no contexto de pessoas que retornam ao seu país de origem, disse. Estudos de 1980 já apontaram que as condições econômicas negativas impulsionaram o retorno, mas também o aspecto emocional de estar junto com as familias e amigos. “Isso em nossos atendimentos todos os brasileiros falam. Voltam inclusive para ter seus filhos aqui”, disse Dantas.</p>
<p>Os dados apontam um custo psíquico do retorno maior do que o da partida, disse. “O choque do retorno é grande. Quando as pessoas pensam estar voltando a um lugar familiar, acabam por se sentir estrangeiras na própria terra”, gerando quadros de depressão, estresse, ansiedade e desorientação, apontou.</p>
<p><strong>Questões da língua</strong></p>
<p>No dia 11 de novembro, o Ministério da Justiça concedeu visto de permanência a todos os haitianos que chegaram ao Brasil desde 2010, quando um terremoto matou 230 mil haitianos num terremoto. Segundo informações do Portal Brasil, os imigrantes terão direito à carteira de identidade de estrangeiro para acessar o mercado formal de trabalho e os serviços públicos.</p>
<p>Estimativas oficiais contabilizam 56 mil haitianos vivendo no Brasil desde 2010. A busca por segurança em território brasileiro vem se repetindo com dezenas de outras nacionalidades: congoleses, nigerianos, ganenses, togoleses, sul-africanos, camaroneses, colombianos, peruanos, equatorianos, bolivianos, paquistaneses, bengalis, egípcios, iraquianos, palestinos, sírios, turcos e outros.</p>
<p>A necessidade de trabalho da população imigrante suscita a necessidade de aprendizado de português, lembrou a professora<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rosane-de-sa-amado" class="external-link"> Rosane de Sá Amado,</a> do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.</p>
<p>A docente participou da mesa Refúgio no Brasil - Experiências de Acolhimento Linguístico, em que também debateram as professoras <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-fonseca-ferreira">Ligia Fonseca Ferreira</a>, da UNIFESP, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adriana-capuano-de-oliveira">Adriana Capuano</a> da Universidade Federal do ABC.</p>
<p>Amado, que está ligada à Missão Paz e ao Oásis Solidário, dois movimentos voluntários de ensino de português para estrangeiros, disse que a cidade de São Paulo possui atualmente 20 cursos para imigrantes e refugiados, oferecidos por organizações não-governamentais, associações e igrejas. Mas isso não é suficiente e faltam professores com as competências adequadas para acolher tanta variedade, disse.</p>
<p>“A demanda pelo aprendizado da língua é muito grande. Numa sala de aula, encontramos pessoas das mais diversas nacionalidades, falantes de muitas línguas e não só a de seus países de origem. Há mutas pessoas que se voluntariam a esse trabalho e isso é bom. Mas o ideal é que pessoas especializadas estivessem no ensino de português para estrangeiros, ou mesmo profissionais bilíngues”, disse.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/aulas-de-portugues-para-imigrantes/@@images/7fec6048-7460-4d3d-a6df-bbcccfa90bdb.jpeg" alt="Aulas de português para imigrantes" class="image-inline" title="Aulas de português para imigrantes" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Imigrantes têm acesso a aulas de português em cursos oferecidos por ONGs, associações e igrejas. </strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Segundo Amado, aprender o português é uma urgência não só pelo sustento. “Muitos querem aperfeiçoar o português para poder continuar os estudos”. Para a docente, isso atesta a importância da língua como acolhimento de culturas.</p>
<p>Mostrou testemunhos de imigrantes que dizem “estar” refugiados e que escolheram o Brasil em vez da Europa porque no velho continente continuariam “para sempre” refugiados. “Eles dizem que aqui no Brasil têm a esperança de mudar essa situação”, afirma.</p>
<p>Capuano relatou sua experiência na UFABC com imigrantes de vários países, especialmente as comunidades de haitianos residentes em Santo André e de sírios em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. A criação do programa de português para imigrantes e refugiados em altas vulnerabilidades encontrou desafios como a própria certificação do curso e a forma de enfrentar a diversidade dos alunos, relatou.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">fotos: Irish Defence Forces;<br /> Reprodução;<br /> Luciano Pontes / Secom<br /> Maurilio Cheli/SMCS </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pobreza</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Guerra</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Racismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poder</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Fome</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-12-03T15:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
