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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/carlos-roberto-ferreira-brandao-presidente-do-ibram">
    <title>Vice-diretor do IEA Carlos Roberto Ferreira  Brandão é o novo presidente do Instituto Brasileiro de Museus</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/carlos-roberto-ferreira-brandao-presidente-do-ibram</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/carlos-roberto-ferreira-brandao-2" alt="Carlos Roberto Ferreira Brandão" class="image-inline" title="Carlos Roberto Ferreira Brandão" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Carlos Roberto Ferreira Brandão,<br />novo presidente do Ibram</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O zoólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/carlos-roberto-ferreira-brandao" class="external-link">Carlos Roberto Ferreira Brandão</a>, vice-diretor do IEA-USP e ex-diretor do Museu de Zoologia (MZ) da USP, assumirá a presidência do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), autarquia do Ministério da Cultura encarregada da administração direta dos museus federais e pela formulação de políticas públicas para a área.</p>
<p>Ele foi convidado para o cargo pelo ministro Juca Ferreira no dia 16 de janeiro e será o primeiro presidente do instituto originário de um museu universitário. Brandão sucederá na presidência do Ibram Ângelo Oswaldo, que assumiu a Secretaria de Cultura de Minas Gerais.</p>
<p><span>O Ibram foi criado em janeiro de 2009 para responder pelos direitos, deveres e obrigações relacionados aos museus federais, que antes estavam subordinados ao </span><span style="text-align: justify; ">Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).</span></p>
<p>Entre os 30 museus administrados pelo instituto estão o Museu Nacional de Belas Artes, o Museu da República e o Museu Histórico Nacional, os três no Rio de Janeiro; o Museu Lasar Segall, em São Paulo; e o Museu da Inconfidência, em Minas Gerais.</p>
<p><span>Brandão possui vasta experiência na análise das questões ligadas à política e ao funcionamento de museus. Essa qualificação fez com que fosse eleito para o mandado 2010-2013 do Comitê Executivo do </span><a class="external-link" href="http://icom.museum/">International Council of Museums</a><span> (Icom), instituição consultora da Unesco com cerca de 32 mil especialistas e 20 mil museus de todo o mundo associados.</span></p>
<p>Antes, o pesquisador presidira o Comitê Brasileiro do organismo (2006-2010). Ele também presidiu o <span>Comitê Organizador da Conferência Internacional do Icom realizada no Rio de Janeiro em 2013 e organizou o Icom South-South Museums Dialogue, no mesmo ano.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/museu-nacional-de-belas-artes-e-museu-lasar-segall-1" alt="Museu Nacional de Belas Artes e Museu Lasar Segall" class="image-inline" title="Museu Nacional de Belas Artes e Museu Lasar Segall" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Museu Nacional de Belas Artes (<i>no alto</i>) e Museu Lasar Segall, duas das instituições administradas pelo Ibram</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Atualmente, além de desempenhar suas atividades como docente do MZ, vice-diretor do IEA-USP e bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq (Nível 1A), ele integra a </span><span>Câmara Setorial de Museus da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e conselhos de vários museus e publicações especializadas.</span></p>
<p><strong>GRUPO DE ESTUDOS</strong></p>
<p>O interesse de Brandão por políticas públicas na área remonta aos anos 80, quando integrou o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-anteriores/museus-e-universidade" class="external-link">Grupo de Estudos Museus e Universidade</a><span> (1987-1989) do IEA-USP, que reunia pesquisadores ligados aos acervos mais representativos da USP.</span></p>
<p><span>O grupo era coordenado pela arte-educadora Ana Mae Barbosa, então diretora do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP, e por Maria Cristina Bruno, que integrava à época o antigo </span><span>Instituto de Pré-História (IPH), incorporado pelo </span><span>Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP em 1988.</span></p>
<p><span> </span><span>Além das duas coordenadoras e de Brandão, também participavam do grupo Martin Grossmann, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e atual diretor do IEA-USP; </span><span>Augusto  Froehlich, </span><span>Elaine  Hirata, </span><span>Maria Isabel D'Agostino Fleming</span><span>, os três do MAE</span><span>; </span><span>M</span><span>irian David Marques, do MZ; </span><span>Mariana  Vanzolini, do Acervo Plínio Ayrosa; </span><span>Marisa  Coutinho Afonso, do IPH; Rejane Lassandro Cintrão, </span><span>Lena Coelho Santos</span><span>, Marcos José S. de Moraes, os três do MAC; e Sílvia Maranca, do Museu Paulista. </span></p>
<p><strong>CARREIRA CIENTÍFICA</strong></p>
<p>Brandão é professor titular do MZ-USP desde 1999, sendo o curador da coleção de insetos Hymenoptera (ordem que inclui abelhas, vespas e formigas) da instituição, da qual foi diretor (2001-2005) e onde é professor e orientador no Programa de Pós-Graduação em Zoologia. Atua também no Programa de Pós-Graduação em Entomologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP. É doutor em zoologia pelo Instituto de Biociências da USP, onde também fez o mestrado e a graduação. Tornou-se livre docente em 1995.</p>
<p><strong>DOSSIÊ IBRAM</strong></p>
<p>O <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/forum-permanente" class="external-link">Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</a>, que participou ativamente dos debates relacionados à criação do Ibram, mantém um dossiê atualizado sobre o instituto em seu <a class="external-link" href="http://www.forumpermanente.org/event_pres/encontros/decreto-ibram/decreto-ibram">site</a>.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto (<i>a partir do alto</i>): Sandra Codo/IEA-USP e Ministério da Cultura</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-01-20T19:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/v-seminario-do-ciencia-web">
    <title>V Seminário do Ciência Web</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/v-seminario-do-ciencia-web</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Transformar o aprendizado em sala de aula em uma atividade leve e até mesmo lúdica tem sido um desafio para muitos professores. Porém, há locais especializados em utilizar momentos de lazer para ensinar algo novo ou inclusive reforçar conteúdos que o estudante já viu na escola: são os espaços não formais de divulgação científica, cultural e tecnológica, como museus, planetários, jardins botânicos, zoológicos, aquários, unidades de ciência móvel e outras associações que atuam na popularização da ciência e tecnologia no País.</p>
<p>Para familiarizar professores, coordenadores e demais gestores de escolas públicas do Estado de São Paulo com esses importantes instrumentos de complementação das aulas, a Agência Multimídia de Difusão Científica e Educacional Ciência Web, um projeto realizado no Instituto de Estudos Avançados (IEA) Polo São Carlos da USP, realiza no dia 19 de outubro, no auditório do CDCC-USP, em São Carlos (SP), a 5ª edição do Seminário do Ciência Web.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-11T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/trabalhos-de-sergio-milliet-e-nelson-brissac-serao-apresentados-no-iea">
    <title>Trajetórias de Sérgio Milliet e Nelson Brissac serão apresentadas no IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/trabalhos-de-sergio-milliet-e-nelson-brissac-serao-apresentados-no-iea</link>
    <description>A vida de Sérgio Milliet, um dos principais articuladores da formação do Museu de Arte Moderna de São Paulo, será comentada por socióloga e ex-diretora do Museu de Arte Contemporânea da USP. Outro convidado a expor suas experiências é o filósofo Nelson Brissac</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-4b2b825f-03af-79b5-304d-72b12aa33b0b"> </span></p>
<p dir="ltr">A vida de Sérgio Milliet, um dos principais articuladores da formação do Museu de Arte Moderna de São Paulo, será comentada por Lisbeth Rebollo Gonçalves, socióloga e atual presidente da <span>Associação Internacional de Críticos de Arte (Aica)</span><span>, no dia </span><strong>1º de dezembro, às 14h30</strong><span>, como parte do 6º evento sobre dirigentes culturais promovido pelo ciclo "Cultura, Institucionalidade e Gestão". Neste mesmo dia, outro convidado a expor suas experiências é o filósofo </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nelson-brissac-peixoto">Nelson Brissac</a><span>, que falará sobre sua trajetória na área.</span></p>
<p dir="ltr">Com transmissão <a class="external-link" href="http://iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela web, o evento, que acontece na Sala de Eventos do IEA, terá moderação de Ricardo Ohtake, gestor do Tomie Ohtake e titular da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência, que organiza o ciclo. Não há inscrição prévia.</p>
<p dir="ltr"><span>Milliet foi escritor, crítico de arte, sociólogo, tradutor e pintor, também foi professor da Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Defendia a criação de um museu de arte moderna em São Paulo, insistindo na importância de criar instâncias de legitimação das diversas correntes artísticas contemporâneas, daí resulta a criação do Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP. <span>Ele também foi diretor da Biblioteca Mário de Andrade, onde criou a </span>Seção de Artes, <span style="text-align: justify; ">coleção especializada de livros, revistas e reproduções</span><span> que serviu de base para a Pinacoteca Municipal, hoje Coleção de Arte da Cidade de São Paulo.</span></span></p>
<p dir="ltr"><span>Brissac é o criador e curador do </span><span>Arte/Cidade</span><span>, um projeto de intervenções urbanas que nasceu em 1994. Inicialmente voltado para São Paulo, o Arte/Cidade tem atuado mais recentemente em localidades “fora do eixo” nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo, além da Alemanha.  Em São Paulo, Brissac organizou e foi curador de intervenções urbanas no antigo Matadouro da Vila Mariana, no ramal ferroviário da Zona Oeste, e em edifícios da região central.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/noticias-1" class="external-link">Todas as notícias da Cátedra</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/programacao-de-atividades" class="external-link">Programação do Ciclo</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span><strong>Ciclo</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento integra a programação do Ciclo "Cultura, Institucionalidade e Gestão", realizado pela Cátedra. Dividido em quatro etapas, o ciclo pretende fornecer um panorama crítico, atual e histórico da formação de uma estrutura cultural na cidade de São Paulo, pelo ponto de vista da gestão cultural em instituições. Os eventos terão como foco:</span></p>
<p dir="ltr"><span>1) As relações entre arte, cultura e política;</span></p>
<p dir="ltr"><span>2) O perfil de instituições culturais que fazem diferença na estrutura cultural de uma cidade como São Paulo;</span></p>
<p dir="ltr"><span>3) A contribuição de certos gestores culturais na consolidação de um campo cultural no Brasil e em São Paulo;</span></p>
<p dir="ltr"><span>4) O papel das exposições na representação cultural de um Brasil contemporâneo.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A programação pretende oferecer um amplo e crítico panorama da situação da cultura no Brasil pelo viés da gestão cultural em instituições e organismos de representação cultural”, explica Martin Grossmann, coordenador acadêmico da Cátedra. Segundo ele, isso será feito por meio de uma dinâmica discursiva e reflexiva em interação direta com importantes equipamentos culturais da cidade e seus principais agentes.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A Cátedra Olavo Setúbal é resultado de uma pareceria entre o Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP e o Itaú Cultural. Foi iniciada em 2016 e este ano tem como titular o arquiteto Ricardo Ohtake, presidente do Instituto Tomie Ohtake.<br /><br /></span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
<p><i><strong>Dirigentes Culturais VI: Sérgio Milliet &amp; Nelson Brissac<br /></strong></i><i>01 de dezembro, às 14h30<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5° andar, Butantã, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Sem inscrição prévia<br /></i><i>Mais informações: Sandra Sedini (sedini@usp.br), telefone: (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/copy_of_exposicoes_VI">Página do evento</a></i></p>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-28T17:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-helio-oiticica">
    <title>Seminário Hélio Oiticica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-helio-oiticica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Considerado um dos artistas que melhor sintetizou e, ao mesmo tempo, avançou nos debates sobre as vanguardas artísticas brasileiras das décadas de 1960 e 1970, Hélio Oiticica deixou um patrimônio para a arte contemporânea permanentemente revisitado.</p>
<p>O seminário tem como propósito discutir o aumento de sua fortuna crítica, assim como a realização de novas experiências curatoriais e editoriais nacionais e internacionais que ocorreram na última década. Não se trata de reexaminar e revisar interpretações históricas e teóricas, mas de compreender o alargamento do escopo de análises e o permanente interesse sobre essa produção.</p>
<p>A participação de especialistas do Brasil, da Espanha, da Inglaterra e dos Estados Unidos que têm enriquecido o debate em torno à arte contemporânea, especificamente sobre a produção de Hélio Oiticica, garantirá uma troca diversa de perspectivas, de experiências de pesquisas e de recepções da obra de Hélio Oiticica. Com isso, espera-se que o evento sirva também para um intercâmbio dessas novas abordagens sobre o artista e a arte brasileira.</p>
<p>Na mesma ocasião, será lançado um dossiê na Revista Ars sobre o artista.</p>
<p>Veja a <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-internacional-helio-oiticica#programacao" class="external-link">programação</a> abaixo.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sabáticos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Estética</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-30T18:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/inter-relacoes-museus-contextos-e-comunidades">
    <title>Seminário analisa inter-relações de museus, contextos e comunidades locais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/inter-relacoes-museus-contextos-e-comunidades</link>
    <description>De 16 a 18 de maio, realiza-se o seminário online "Ecologia dos Saberes: Espaços Expositivos Participativos no Brasil", organizado pelo Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento do IEA e pelo projeto Barroco-Açu: A América Portuguesa na Geografia Artística do Sul Global (participante do Programa de Apoio a Jovens Pesquisadores da Fapesp).</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-bbba990d68d846d587790abfa60dfb19 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-bbba990d68d846d587790abfa60dfb19">
<p><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/museu-do-marajo/image" alt="Museu do Marajo" title="Museu do Marajo" height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Em fevereiro, foi reinaugurado o Museu do Marajo, uma das instituições que serão discutidas no seminário</dd>
</dl>De 16 a 18 de maio, realiza-se o seminário online <i>Ecologia dos Saberes: Espaços Expositivos Participativos no Brasil</i>, voltado à reflexão sobre os aspectos históricos, teóricos e práticos da inter-relação de museus, contextos e comunidades locais na atualidade [<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ecologia-dos-saberes-no-brasil#programacao" class="external-link">programacão</a>]. O público poderá acompanhar o encontro <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet.</p>
<p>De acordo com os organizadores, serão examinadas experiências de museografia interativa e participativa realizadas no país com o envolvimento das comunidades e dos saberes presentes nos diferentes territórios. Nesta perspectiva, serão consideradas as diversas possibilidades de integração entre o espaço arquitetônico e o design<i> </i>de exposições através da criação de cenários, uso de tecnologias da comunicação e interatividade, "estimulando o desenvolvimento de novas práticas compartilhadas de curadoria e de formação e gestão de acervos".</p>
<p>Participam como expositores: arquitetos, curadores, artistas, gestores culturais e pesquisadores da USP, Museu Paraense Emílio Goeldi, Museu Marajó, UFMG, Museu de Arte Sacra dos Jesuítas, Acervo da Laje, Muquifu - Museu dos Quilombos e Favelas Urbanos, Encontro de Flautas do Jequitinhonha, Universidade Católica de Louvaind (Bélgica), Museu Afro Brasil e Universidade Mogi das Cruzes.</p>
<p>O seminário é organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/grupo-de-pesquisa-tempo-memoria-e-pertencimento" class="external-link">Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</a> do IEA e pelo projeto <a class="external-link" href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/109224/barroco-acu-a-america-portuguesa-na-geografia-artistica-do-sul-global/https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/109224/barroco-acu-a-america-portuguesa-na-geografia-artistica-do-sul-global/">Barroco-Açu: A América Portuguesa na Geografia Artística do Sul Global</a> (participante do Programa de Apoio a Jovens Pesquisadores da Fapesp).</p>
<p><i><strong> </strong></i></p>
<hr />
<p><i><strong><i>Ecologia dos Saberes: Espaços Expositivos Participativos no Brasil</i><br /></strong>16 a 18 de maio, 9h<br />Evento online gratuito e aberto ao público (não requer inscrição) com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet <br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/ecologia-dos-saberes-no-brasil" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
</div>
<div>
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</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-05-13T16:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/representatividade-feminina-no-sistema-artistico-precisa-ser-melhor-avaliada">
    <title>Representatividade feminina no sistema artístico precisa ser mais bem avaliada </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/representatividade-feminina-no-sistema-artistico-precisa-ser-melhor-avaliada</link>
    <description>Especialistas mostram empoderamento feminino no campo das artes, mas questionam a premissa de que as brasileiras contemporâneas ocupam posição privilegiada </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/the-dinner-party-judy-chicago" alt="The Dinner Party Judy Chicago" class="image-inline" title="The Dinner Party Judy Chicago" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Obra "O Banquete", da norteamericana Judy Chicago, foi citada no debate</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A história da arte no Brasil não poderia ser escrita sem as referências fundamentais das grandes artistas mulheres. Tarsila do Amaral e Anita Malfatti são as mais lembradas, seguidas por nomes como Lygia Clark, Lygia Pape, Tomie Ohtake, Maria Bonomi, Regina Silveira, Djanira e muitas outras. Elas têm espaço garantido não só na cultura, como muitas de suas obras estão cotadas entre as mais caras em leilões internacionais. O espaço da mulher brasileira nas artes parece um caso à parte no cenário mundial, já que em países como os Estados Unidos, por exemplo, as mulheres tiveram de conquistar não com poucas lutas o seu lugar em museus, galerias, mídia, público e crítica.</p>
<p>A situação confortável das artistas no Brasil, porém, deve ser olhada com cuidado, pois a aparente vantagem pode estar atrelada a uma perspectiva histórica que não necessariamente reflete a atual situação desse campo, no que se refere às novas artistas da contemporaneidade. O alerta foi dado pela professora e pesquisadora do <a href="http://www.ieb.usp.br/" target="_blank">Instituto de Estudos Brasileiros</a> (IEB) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-paula-cavalcanti-simioni">Ana Paula Cavalcanti Simioni, </a>durante o debate “Arte e Gênero”, que integrou a programação da semana “Mulher com Arte”, tema proposto pelo escritório USP Mulher como foco das atividades da Universidade este ano.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<p>Relacionado</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/arte-e-genero" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/arte-e-genero" class="external-link">Fotos</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Realizado no IEA no dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, o seminário organizado pelo IEA, pelo IEB e <a href="http://www.mac.usp.br/" target="_blank">Museu de Arte Contemporânea</a> (MAC) da USP, contou com abertura e comentários do professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-roberto-ferreira-brandao">Carlos Roberto Ferreira Brandão</a>, diretor do MAC-USP e ex-diretor do Museu de Zoologia (MZ) da USP, do professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-teixeira-iumatti">Paulo Teixeira Iumatti</a> (IEB-USP) e também do vice-diretor do IEA, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski">Guilherme Ary Plonski</a>.</p>
<p>A participação feminina no campo artístico é temática que já ocupa décadas de estudos, tendo ganhado força principalmente em países onde o feminismo é mais forte e atuante. Para muitos críticos, a arte não é de fato um campo livre e autônomo, mas um espaço determinado por instituições, sistemas e academias de arte, patrocinadores e até alguns mitos, que começam a ser desconstruídos.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/carlos-roberto-brandao-arte-e-genero" alt="Carlos Roberto Brandão - arte e gênero" class="image-inline" title="Carlos Roberto Brandão - arte e gênero" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Carlos Roberto Brandão, diretor do MAC</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O MAC-USP, por exemplo, planeja uma exposição de obras produzidas só por mulheres, com o objetivo de mostrar que gênero, materiais utilizados, partidos artísticos e outras questões não estão expressos na obra, ou seja, independem do fato do artista ser homem ou mulher. A exibição estará inserida numa grande empreitada expositiva, já que o museu pretende mostrar ao público quase todo o seu acervo – aproximadamente 10.500 peças.</p>
<p>Segundo Brandão, o MAC-USP está transferindo para o Ibirapuera todo o seu acervo e vai expor grande parte dele, o que será um marco na história do museu, afirma. “Entre as idéias curatoriais, uma delas é mostrar trabalhos feitos por mulheres apenas, confeccionados em grandes formatos e com materiais pesados como ferro, concreto e borracha. A intenção é mostrar que não há diferença entre o conteúdo das obras produzidas por homens ou mulheres”, afirma.</p>
<p>Brandão disse se orgulhar do fato da instituição que dirige possuir em seu acervo não só uma quantidade razoável de artistas mulheres, como também expor essas obras com freqüência. Entre algumas das coleções brasileiras mais importantes, a do MAC é a que possui a maior presença feminina: as mulheres são 29% da coleção (184 entre os 655 nomes).</p>
<p> </p>
<p><strong>Representatividade</strong></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ana-paula-simioni-arte-e-genero" alt="Ana Paula Simioni - arte e gênero" class="image-inline" title="Ana Paula Simioni - arte e gênero" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Para Ana Paula Simioni, do IEB-USP, a perspectiva histórica não se reflete na atual situação das mulheres nas artes</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A professora Ana Paula Simione mostrou alguns indicadores do mercado de artes e museus para exemplificar aspectos da sua apresentação. Comparativamente à coleção do MAC, mostrou a presença feminina em coleções como a Freitas Vale, que tem sete mulheres entre 113 nomes de artistas (6,19%) do período Modernista. A Pinacoteca tem 321 mulheres entre 1588 nomes (20% da coleção); a de Inhotim possui 22 mulheres entre os 99 artistas (22,22%); e a coleção Mário de Andrade tem 22 mulheres entre 135 nomes (17%).</p>
<p>Segundo Ana Paula, as obras de algumas artistas brasileiras estão entre as mais caras do mercado brasileiro. Não só isso. Entre as obras mais caras em leilões internacionais, três são das brasileiras Lygia Clark, Beatriz Milhazes e Adriana Varejão.</p>
<p>Considerado o mercado internacional em geral, os índices mostram uma crescente participação feminina no mercado e em museus nos anos recentes, comparado à década de 1970. “A partir do ano 2000, as mulheres têm apresentado uma representatividade em acervos e visibilidade no mercado em torno de 22%. Mas não tem sido um progresso linear e constante. E apesar da maior inserção, elas ainda ocupam uma posição minoritária no mercado internacional”, constata Ana Paula.</p>
<p>Portanto, os números mostram que o Brasil pode ser um caso à parte quando o tema é a mulher nas artes. Porém, o cenário aparentemente favorável pode ser apenas uma primeira impressão, na opinião de Ana Paula. “Muitas das artistas bem sucedidas no mercado nem sempre desfrutam de boa colocação nos espaços museais. Ou seja, o valor de mercado nem sempre migra para uma valorização cultural ou outras instancias de legitimação da cultura. E o mercado da arte não se resume a ser artista. Há outras posições em museus e galerias que ainda não são ocupados por mulheres”, disse.</p>
<p>Outra questão é que nem sempre a representatividade em coleções significa visibilidade, pois há muitas obras de artistas brasileiras pertencentes a acervos importantes como do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), ou a do Centro Georges Pompidou, em Paris, que no entanto, nunca foram expostas, compara.</p>
<p>“Sendo assim, a análise precisa ir além dos números. É importante incluir critérios numéricos e etnográficos para chegarmos a uma abordagem mais qualitativa. Saliento que mulheres como Tarsila e Anita tiveram sucesso num país que nunca foi e nunca será moderno, pois não completamos o ciclo moderno e já entramos no pós-modernismo. Então vejo nisso uma percepção histórica, de uma determinada geração em dado momento, em que nosso Modernismo foi construído sobre mitos históricos. Mas pergunte para a nova geração de artistas, as que hoje têm algo como 20 anos de idade, qual a percepção delas sobre gênero ser ou não uma questão para entrarem no sistema da arte”, questiona Ana Paula.</p>
<p>Por outro lado, Ana Paula lembrou que a tradição feminista nos Estados Unidos abriu mercados no campo artístico, mas a arte feminista nem sempre é aceita. “A obra mais cara de Lygia Clark, por exemplo, não têm nada de menção a gênero ou qualquer cunho feminista e nesse ponto parece haver um rechaço desse tema nas artes”, compara.</p>
<p>“Embora a globalização artística se coloque como democrática, com um discurso de que haveria espaço para todos, verificamos que isso não é verdade. Os artistas mais bem sucedidos estão nos centros globais, como Nova York, Inglaterra, Berlim e Paris. A China é um caso à parte, pois vem crescendo numa velocidade impressionante. Então o mercado é profundamente desigual e o país onde o artista nasceu ou onde ele constitui sua nacionalidade tem peso para sua inserção nesse mercado. Da mesma forma, as mulheres têm uma relação menor e são menos bem pagas. É um mercado profundamente generificado”, disse Ana Paula.</p>
<p>O professor Plonski lembrou a luta da artista feminista norte americana Judy Chicago, criadora da obra “O Banquete” (“The Dinner Party”). Exposta no Brooklin Museum de Nova York, ganhou repercussão internacional e até hoje é uma das mais visitadas do mundo. A obra traz representações sexuais femininas e expõe um mosaico triangular que rememora mulheres que fizeram história.</p>
<p>Plonski ressaltou a importância do debate lançar múltiplos olhares sobre o tema. E lembrou uma frase de Judy Chicago: “Não foi trivial para que mulheres pudessem entrar nos museus e ficassem nas paredes, sem estarem nuas”, lembrou.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: 1: <a class="external-link" href="https://www.flickr.com/photos/islespunkfan/5535711950">Neil R/Flickr</a>. 2 e 3: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-21T12:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/gestao-de-instituicoes-culturais-sera-tema-de-encontros-da-catedra-olavo-setubal-em-agosto">
    <title>Relação entre arte, cultura e política será tema de encontros da Cátedra Olavo Setubal em agosto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/gestao-de-instituicoes-culturais-sera-tema-de-encontros-da-catedra-olavo-setubal-em-agosto</link>
    <description>Cátedra aproveita a experiência de seu titular, Ricardo Ohtake, para discutir a gestão de instituições culturais no país. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/centro-cultural-sao-paulo" alt="Centro Cultural São Paulo" class="image-inline" title="Centro Cultural São Paulo" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Vista interna da biblioteca do Centro Cultural São Paulo, local onde será o primeiro encontro </strong><i>(Foto: Marcio de Assis/Wikimedia)</i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Três encontros em agosto marcarão o início das atividades da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a> sob a gestão de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-ohtake" class="external-link">Ricardo Ohtake</a>, que tomou posse em maio como titular. Focadas no objetivo de avaliar as relações entre arte, cultura e política, as atividades do mês se basearão no olhar e na experiência do catedrático como um dos mais importantes gestores culturais do país.</p>
<p>Ao longo do semestre, outros eventos integrarão o ciclo Cultura, Institucionalidade e Gestão, buscando fornecer um panorama crítico, atual e histórico da formação de uma estrutura cultural na cidade de São Paulo.</p>
<p>No dia <strong>15 de agosto</strong>, o seminário <i>Arte &amp; Política: Um Retrospecto da Carreira de Ricardo Ohtake</i> reunirá grandes nomes da cultura nacional para apresentar um retrospecto da carreira de Ricardo Ohtake como dirigente cultural na cidade de São Paulo. O debate terá a participação da cineasta Tata Amaral; do curador e crítico de artes Olívio Tavares de Araujo; do professor da Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP e coordenador acadêmico da cátedra, Martin Grossmann; do escritor e biógrafo Fernando Morais; e do crítico de cinema e curador Amir Labaki. A moderação será do cientista social Miguel Chaia. A discussão acontece <strong>das 14h30 às 17h30</strong>, na Sala Adoniran Barbosa do Centro Cultural São Paulo, local que teve Ohtake como primeiro diretor. Os ingressos serão distribuídos no local. A sala tem 622 lugares.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p class="kssattr-macro-title-field-view kssattr-templateId-kss_generic_macros kssattr-atfieldname-title documentFirstHeading" id="parent-fieldname-title"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/ricardo-ohtake-e-o-novo-titular-da-catedra-olavo-setubal" class="external-link">As perspectivas da cultura sob o olhar de Ricardo Ohtake</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/rouanet-inaugura-catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Rouanet inaugura Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/eventos" class="external-link">Realizações da cátedra</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os outros dois encontros do mês avaliarão <span>a contribuição central de cinco instituições culturais em São Paulo</span>, sempre com a presença de gestores da área e com a moderação de Ricardo Ohtake. O primeiro debate, no dia<strong> 22 de agosto, às 14h30</strong>, acontecerá no Museu Afro Brasil e terá a participação de seu diretor curador, Emanoel Araujo, e de Danilo Santos de Miranda, diretor regional do Sesc São Paulo. As inscrições podem ser feitas <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeskHBw56KHqvWngniOlERBerIjCzGCxtbytXEXuAyzhTF00w/viewform">aqui</a>. A segunda atividade sobre o tema será na Sala Multiuso do Instituto Itaú Cultural, com a participação de seu diretor, Eduardo Saron, e de Heitor Martins, diretor presidente do Masp. Por motivos de agenda dos participantes, o encontro foi adiado para o<strong> </strong>dia <strong>19 de setembro, às 19h</strong>. <span>Para participar, é necessário retirar ingressos no local.</span></p>
<p>Todos os eventos serão transmitidos <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pelo site do IEA.</p>
<p><span>A programação dos demais meses atende aos outros três objetivos de estudo deste ano na cátedra: conhecer </span><span>o perfil de instituições culturais que fazem diferença na estrutura cultural de </span><span>uma cidade como São Paulo; avaliar a contribuição de certos gestores culturais na </span><span>consolidação de um campo cultural no Brasil; e entender o papel das exposições na </span><span>representação cultural de um Brasil contemporâneo. </span></p>
<p> </p>
<h3 id="_mcePaste"><a name="curso"></a>Curso rápido</h3>
<div><span>O IEA selecionará </span><strong>até 30 interessados</strong><span> em acompanhar gratuitamente todas as atividades do ciclo, sem a necessidade de se inscrever a cada evento. </span>Para se candidatar a uma das <strong>vagas</strong> do curso, que é gratuito, é necessário enviar currículo e uma carta de intenção (até duas páginas) para <a class="mail-link" href="mailto:academicoiea@usp.br">academicoiea@usp.br</a> <strong>até 23 de julho</strong>. Só serão aceitas pessoas com ensino superior completo. A lista de selecionados será divulgada no dia 28 de julho. Os alunos devem comparecer a pelo menos 85% da programação e realizar as atividades propostas para receber certificado de participação. Além da programação de eventos da cátedra, esse grupo participará de uma aula introdutória, em 8 de agosto, e outra de encerramento, no dia 28 de novembro.</div>
<p> </p>
<p><span>Veja programação completa abaixo, ainda não detalhada e sujeita a alterações:</span></p>
<p><span><strong>Agosto</strong></span></p>
<p><strong>Dia 15, às 14h30:</strong> <span><i>Arte &amp; Política: Um Retrospecto da Carreira de Ricardo Ohtake | </i>Local: </span><span>Sala Adoniran Barbosa do Centro Cultural São Paulo<br /><strong>Dia 22, às 14h30: </strong><i>Instituições Culturais 1: Museu Afro Brasil e Sesc São Paulo</i></span><span> | Local: </span><span>Museu Afro Brasil</span></p>
<p><span><strong> </strong></span></p>
<p><span><strong>Setembro</strong></span></p>
<p><strong>Dia 12:</strong> <i>Instituições Culturais entre final da II Grande Guerra e 2016 | </i>Local: IEA<br /><span><strong>Dia 26: </strong><i>Dirigentes Culturais: dos Anos 50 à Atualidade</i><br /><strong>Dia 19, às 19h: </strong></span><span><i>Instituições Culturais 2: Masp, Bienal e Itaú Cultural</i> | Local: </span><span>Sala Multiuso do Instituto Itaú Cultural</span></p>
<p><span><strong>Outubro</strong></span></p>
<p><strong><strong>Dia 3: </strong><i>Dirigentes Culturais: dos Anos 50 à Atualidade</i><br />Dias 10, 17 e 20: </strong><i>Dirigentes Culturais<i>: dos Anos 50 à Atualidade</i></i><br /><strong>Dia 24:</strong> <i>Exposições I </i>- Do figurativismo ao abstracionismo e Bienais<br /><strong>Dia 31: </strong><i>Exposições II</i> - "1ª Exposição Nacional de Arte Concreta", 1956; "1ª Exposição Nacional de Arte Neoconcreta", 1959</p>
<p><span><strong>Novembro</strong></span></p>
<p><strong>Dia 7:</strong> <i>Exposições III</i> - "Opinião 65", MAM/RJ, 1967; "Nova Objetividade Brasileira", MAM/RJ, 1967; e "A Mão do Povo Brasileiro", MASP/SP, 1969<br /><strong>Dia 14: </strong><i>Exposições IV</i> - "Exposição Não-Exposição", <span>Galeria Rex, </span>1967; "Do corpo à terra", Palácio das Artes/BH, 1970; "Domingos de Criação", MAM/RJ, janeiro a julho de 1971; "Como vai você, Geração 80?", Escola de Artes Visuais do Parque Laje/RJ, 1984 <br /><strong>Dia 21:</strong> <i>Exposições V</i> - "Meio Século de Arte Brasileira", Instituto Tomie Ohtake, 2006; "África/Africans", Museu Afro Brasil, 2015</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-06T13:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/projeto-do-forum-permanente-se-classifica-no-8o-premio-ibero-americano-de-educacao-e-museus">
    <title>Projeto do Fórum Permanente se classifica no 8º Prêmio Ibero-americano de Educação e Museus</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/projeto-do-forum-permanente-se-classifica-no-8o-premio-ibero-americano-de-educacao-e-museus</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-127b446d-8757-6329-7c3e-bc979692f819"> </span></p>
<p dir="ltr">Com o projeto <i>Encontros interestaduais de mediação na arte: a atuação dos públicos</i>, o Fórum Permanente (FP) foi selecionado na primeira seletiva do 8º Prêmio Ibero-americano de Educação e Museus. O FP está entre os 15 brasileiros selecionados, ao lado de instituições como Centro Cultural São Paulo, Inhotim, Universidade Federal de Minas Gerais, Museu de Arte da Pampulha e Pinacoteca.</p>
<p dir="ltr"><span>Ao todo, foram 148 projetos de 18 países enviados para o Prêmio, sendo o Brasil, com 33, o país com maior participação, seguido de Argentina e Colômbia, com 23 e 18, respectivamente. Já habilitado entre 82 dos 148 projetos, o FP ainda tem a chance de receber parte dos 75 mil dólares de premiação que serão divididos entre oito instituições, além ser reconhecido com menção honrosa caso fique entre 20 primeiros colocados na Categoria 1. </span></p>
<p dir="ltr">O Fórum Permanente tem um grupo de pesquisa no IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/forum-permanente" class="external-link">Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</a>, coordenado por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-15T21:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisador-mostra-o-poder-dos-jogos-e-da-virtualidade-na-ciencia-e-nos-museus">
    <title>Pesquisador mostra o poder dos jogos e da virtualidade na ciência e nos museus</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisador-mostra-o-poder-dos-jogos-e-da-virtualidade-na-ciencia-e-nos-museus</link>
    <description>Christian Stein, fundador do "gamelab.berlin", estará no IEA no dia 2 de fevereiro, às 14h30</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/christian-stein-perfil" alt="Christian Stein - Perfil" class="image-inline" title="Christian Stein - Perfil" /></th>
</tr>
<tr>
<td><b>Christian Stein, do Gamelab.berlin</b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/christian-stein" class="external-link">Christian Stein</a>, fundador do "<a class="external-link" href="https://www.facebook.com/gamelab.berlin/">Gamelab.berlin</a>", estará no IEA no dia <b>2 de fevereiro, às 14h30</b>, para mostrar projetos que utilizam virtualidade, realidade virtual e jogos como técnica cultural. Ele <span>apresentará as pesquisas atuais sobre "Arquiteturas do Conhecimento", a principal área do </span><i><a class="external-link" href="https://www.interdisciplinary-laboratory.hu-berlin.de/en/bwg/" target="_blank">Excellence Cluster Image Knowledge Gestaltung</a>, </i>laboratório interdisciplinar da Universidade de Humboldt em Berlim. A conferência <i>Architectures of Knowledge: Interdisciplinary Research on Games, Virtuality and the Global Museum<b> </b></i>será em inglês, sem tradução simultânea, e transmitida <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pelo site do IEA.</p>
<p><span>Segundo o conferencista, a ciência e a pesquisa precisam se comunicar com um novo público, por isso museus, exposições e laboratórios de ciência aberta estão se revelando playgrounds promissores para experimentar novas formas de comunicação e traduções em novas mídias. Ao abordar esses temas, Stein também citará pesquisas em equipes altamente interdisciplinares, ressaltando propriedades potencializadoras da interdisciplinaridade.</span></p>
<p>A moderação será de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/forum-permanente" class="external-link">Grupo de Pesquisa Fórum Permanente</a>, que organiza o encontro. Os comentários ficarão a cargo de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/davi-noboru-nakano" class="external-link">Davi Nakano</a>, da Escola Politécnica (Poli) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilson-schwartz">Gilson Schwartz</a>, da Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/giselle-beiguelman">Giselle Beiguelman</a>, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wilson-kazuo-mizutani" class="external-link">Wilson Mizutani</a>, do Instituto de Matemática e Estatística (IME) <span>USP, </span>e de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-karman">Ricardo Karman</a>, da Kompanhia do Centro da Terra.</p>
<p><span> </span></p>
<hr />
<p class="documentFirstHeading"><i><b>Architectures of Knowledge: Interdisciplinary Research on Games, Virtuality and the Global Museum</b><br /></i><i><i>2 de fevereiro, às 14h30<br /></i></i><i>Sala de Eventos do IEA, rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento público, gratuito e sem <span class="external-link">inscrição prévia <br />Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet</span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-01-30T16:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/preservacao-sao-miguel-missoes">
    <title>Patrimônio: Desafios, Riscos e Ações de Preservação - O Caso do Museu de São Miguel das Missões</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/preservacao-sao-miguel-missoes</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento trata da condição em que atualmente versa o Museu de São Miguel das Missões, à luz da consciência de sua importância do ponto de vista histórico e artístico. Devido a problemas de gestão e a eventos climáticos, há anos o museu se encontra fechado, com graves consequências inclusive no que diz respeito à preservação do acervo que contém. <br /><br />Entendemos que a preservação do patrimônio histórico é responsabilidade institucional, mas também da sociedade civil como um todo, e por isto queremos levar ao conhecimento do público brasileiro a situação atual em que se encontra o Museu, assim como seu valor. <br /><br />Para tanto chamamos para este debate especialistas na história do Museu e gestores institucionais diretamente envolvidos nas ações de manutenção e restauro do local.</p>
<p>Na ocasião do evento será lançada também a Nota Técnica: <i>Patrimônio Monumental dos Sete Povos: Urgência de ações para sua preservação e valorização,</i> elaborada pelo Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Patrimônio Histórico e Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-04-04T13:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/para-conservadores-restauradores-dialogo-entre-atelies-e-instituicoes-publicas-ainda-precisa-aumentar">
    <title>Para restauradores, diálogo entre ateliês e instituições públicas ainda precisa aumentar</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/para-conservadores-restauradores-dialogo-entre-atelies-e-instituicoes-publicas-ainda-precisa-aumentar</link>
    <description>IEA recebeu conservadores de instituições públicas e privadas para comparar a atuação de cada instituto na área de conservação e restauração de obras de arte.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/atuacao-do-conservador-restaurador-mesa" alt="Atuação do Conservador restaurador - mesa" class="image-inline" title="Atuação do Conservador restaurador - mesa" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>IEA recebeu restauradores do Masp, Museu Paulista, MAE e Schäfer Conservação e Restauro</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>O trabalho de conservação e restauração é amplo e minucioso. Envolve desde instruções de como manusear uma obra, de como montar o espaço de exposição, até questões de monitoramento climático, de poluentes e controle de luz. No dia 26 de outubro, o IEA recebeu o primeiro evento do ciclo sobre conservação e restauração de bens culturais, organizado pelo </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/forum-permanente">Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</a><span>, do IEA, pela </span><a href="https://www.bbm.usp.br/">Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin</a><span> e pelo </span><a href="https://wp.ufpel.edu.br/crbensmoveis/">Departamento de Museologia, Conservação e Restauro da Universidade Federal de Pelota.</a></p>
<p dir="ltr"><span>Para comparar a atuação dos conservadores em instituições públicas e privadas, foram convidadas as debatedoras: </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/teresa-cristina-toledo-de-paula">Teresa Cristina Toledo de Paula</a><span>, do IEA e do Museu Paulista (MP) da USP; Ana Carolina Delgado Vieira, do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE) da USP e Karen Barbosa, do Museu de Arte de São Paulo (Masp), as três representando museus públicos; e Stephan Schäfer, da Stephan Schäfer Conservação e Restauro, representando o trabalho em instituições privadas. A moderação foi de </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/isis-baldini-elias">Isis Baldini Elias</a><span>, do IEA.</span></p>
<p dir="ltr">“Eu vejo que os restauradores privados têm uma dinâmica diferente de trabalho. Na instituição temos um trabalho mais introspectivo, com menos relação interpessoal. O privado está sempre com o cartão de visitas pronto”, comenta Ana Carolina.</p>
<p dir="ltr">Karen diz que o Masp costuma trabalhar muito com restauradores privados. Algo que acontece também com o Museu Paulista, como explica Teresa: a instituição contrata regularmente especialistas em áreas que o museu não possui, como porcelana, fotografia, entre outras.</p>
<p dir="ltr">Os conferencistas comentam, no entanto, que, apesar de já existir diálogo, é preciso uma maior interação entre os dois setores. “Em congressos, quem mais apresenta trabalhos são os professores de museus. O pessoal de ateliê poderia participar mais desses congressos, trazer coisas novas, debates éticos diferentes, recursos diferentes. Eles poderiam nos dar mostras do que é possível fazer fora do script”, diz Ana Carolina.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p>Vídeo | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/atuacao-do-conservador-restaurador-o-conservador-de-museu-e-o-conservador-de-atelie-26-de-outubro-de-2017" class="external-link">Fotos</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Concordando com a restauradora do MAE, Schäfer acrescenta ainda a ideia de criar uma mesa, assim como foi a do evento, para profissionais se encontrarem e interagirem mais: “Seria enriquecedor pra todo mundo. Essa troca de informações não é tão generosa no Brasil como em outros lugares do mundo, aqui parece que existe uma política de manter e monopolizar o conhecimento”.</p>
<p dir="ltr"><strong>Ética e estética</strong></p>
<p dir="ltr">Para Schäfer, ética e estética na conservação estão relacionadas. “Temos um código de ética. Critérios como intervenção mínima, reversibilidade, favorecer a conservação preventiva antes da intervenção”. No entanto, ele explica que na prática nem sempre é fácil explicar aos cliente os processos a serem feitos. Convencendo-os que “isso faz parte, isso não desvaloriza sua obra". Ele criticou também o processo de reentelagem - quando se cola outra tela atrás da original -, pois isso tira o valor da obra, além de impossibilitar que se estude a parte de trás da tela original.</p>
<p dir="ltr">Segundo os debatedores, é comum que pessoas não especializadas tentem fazer algum trabalho de reparação em obras. Teresa diz que é chamada constantemente para resolver situações que ela chama de "barbárie", coisas como colagens na tela e lavagens de modo errado que fazem a tinta sair. "Não tentem ajudar. Lugar de gente de boa vontade é no céu. Acervo é assunto de especialista", diz e completa explicando: “O conservador-restaurador tem que tomar decisões importantes. É uma angústia sim, e é pra isso que estudamos tanto, consultamos colegas, para termos o conforto de saber que tomamos a melhor decisão possível”.</p>
<p dir="ltr">“Vida de restaurador é esse dilema, tomada de decisões o tempo todo”, complementa Ana Carolina. A restauradora do MAE lembrou um episódio sobre a ética na área da restauração, ao lidar com alguns objetos da tribo kaingang. Eles não permitiram que ela fizesse algumas restaurações, por exemplo, em cerâmicas rachadas, pois segundo os kaingang, as rachaduras são mensagens do plano espiritual para o artesão. Outro exemplo foi o de um colar da mesma tribo. Ele estava quebrado e Ana Carolina gostaria de restaurá-lo, porém, o colar, usado nos rituais de cura, eram propositalmente quebrados. “É necessário uma consulta ética com quem realmente possui a propriedade deste material”, diz.</p>
<p dir="ltr">O MAE está trabalhando atualmente com tribos indígenas, uma delas é a kaingang. Os índios trabalham com a equipe do museu, escolhendo o acervo e produzindo peças para exposições. Além de contribuírem no ponto de vista da conservação, orientam sobre os materiais usados.</p>
<p dir="ltr"><strong>Falsificação e obras deslocadas</strong></p>
<p dir="ltr">Outro ponto do debate foi na existência de obras falsificadas, algo que, segundo os conferencistas, acontece com frequência. “No MAE, trabalhamos muito com falsificação, mas também recebemos obras frutos de roubos e outros descaminhos. Temos artefatos que com uma simple análise conseguimos verificar que é falsificado. Temos o setor de documentação museológica pra ver se a obra está na Red List - lista com obras roubadas e que estão sendo procuradas -, para ver se tem uma procedência duvidosa”, explica Ana Carolina.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/atuacao-do-conservador-publico" alt="Atuação do conservador - Público" class="image-inline" title="Atuação do conservador - Público" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">“O falsificador estuda tudo, inclusive os materiais. É algo difícil de identificar mesmo para grandes especialistas. No Brasil, devo ter restaurado inúmeras falsificações”, diz Stephan Schäfer. Ele ressalta, no entanto, que não é função nem responsabilidade afirmar que uma obra é falsa, já que não fazem a análise científica para poder afirmar categoricamente que o objeto não é autêntico. Mesmo assim, ele diz ser “consultado no mínimo semanalmente para autenticação de obras de artes”.</p>
<p dir="ltr">“No Museu Paulista, o que acontece é recebermos coleções que o colecionador acreditava que eram uma coisa que na realidade não são. São doados e verificamos em análise que não eram originais, mas as pessoas acreditavam que sim”, comenta Teresa. Para ela e Schäfer, o falso também é documento. O restaurador explica que um objeto falsificado pode conter a assinatura de um suposto falsificador e isso pode ser útil para traçá-lo e identificá-lo. “Temos que identificar o que é falsificação intencional ou reprodução. Antigamente em escolas de arte se copiavam obras de arte, inclusive dentro dos museus. Descarte deveria ser um último recurso”, explica o restaurador.</p>
<p dir="ltr">“A destruição de uma obra é uma coisa muito delicada, independente do porque, é uma coisa que tem que ser bem analisada e se puder ser bem documentada. Se tiver onde guardar, ótimo”, comentou a restauradora do Masp, Karen. Ela lembra ainda que as políticas nas instituições mudam e eventualmente um procedimento que seria racional, em outra época pode ser completamente diferente.</p>
<p dir="ltr">Schäfer acredita que no Brasil falta um centro de referência imparcial e autônomo que colete dados e faça análises em que se possa comparar objetos falsificados.</p>
<p dir="ltr">Existe ainda o caso das instituições receberem acervos que não se relacionam muito com o que é exposto neles. “Nesses casos de objetos deslocados, mas em bom estado e que poderiam ser úteis para outros museus, a instituição vai conversar internamente e determinar o que fazer. É possível mandar para outras instituições se elas quiserem”, explica Ana Carolina.</p>
<p dir="ltr">Exemplificando como acontece no Museu Paulista, Teresa diz que todas as propostas de aquisições, doações ou compras só vão para o museu depois de uma série de pareceres e laudos de especialistas. “Nos têxteis, por exemplo, caso doem 50 itens, mas só 45 sejam interessantes, você pode abrir mão daqueles objetos que não interessam, mas isso é dito para a pessoa. Alguns levam de volta, outros deixam com a gente”, diz. Os objetos que não serão expostos podem ainda ir para um “banco de objetos”, para serem usados em pesquisas, como testes de materiais, por exemplo.</p>
<p dir="ltr"><strong>Prevenção</strong></p>
<p dir="ltr"><strong> </strong>A questão da segurança dos acervos, quando guardados em um só local, passou a ser mais discutida depois do Museu Paulista ser interditado por riscos de desabamento e do incêndio ocorrido no Museu de Língua Portuguesa.</p>
<p dir="ltr">“É um problema, mas não vejo outra maneira de ser. No MAE temos coleções históricas guardadas, assim como no Paulista. O que fazemos diariamente é uma busca incessante para checar se nosso edifício tem capacidade de salvaguardar todos os objetos. Tentamos mobilizar todos os setores, para verificar condições de segurança, ver pragas, infiltrações, inundações”, diz Ana Carolina.</p>
<p dir="ltr">Teresa lembrou que o medo de incêndios é comum em todas as instituições do país, já que é algo que pode acontecer por mais que se tome cuidado. Ela revelou ainda que as obras do Museu Paulista estão sendo divididas entre outros prédios da região, já que o edifício-monumento está passando por restauração. “Será uma minimização dos riscos, dividindo o acervo. Dividimos por tipologia, por riscos também. O acervo dividido é bem mais fácil de gerenciar. Vamos descompactar”, completa.</p>
<p dir="ltr">Schäfer comentou que está desenvolvendo um tratamento térmico controlado para o controle de pragas. Enquanto a desinfestação atóxica demora cerca de 30 dias, o método térmico dura dois ou três dias. Nele, os acervos são colocados em um container com temperatura de cerca de 55 graus celsius, que seria suficiente para matar os insetos em todas suas fases de desenvolvimento.</p>
<p dir="ltr"><strong>Entrada no mercado de trabalho</strong></p>
<p dir="ltr">Voltado também para alunos, o evento abordou a questão do ingresso no mercado de trabalho nas áreas de conservação e restauração. Uma dúvida frequente é quanto aos estágios, se é melhor fazê-lo em uma instituição pública ou em um ateliê particular. Para Teresa, restauradora do Museu Paulista, “tanto faz, desde que o estágio ensine o trabalho de conservação. O importante é você escolher um profissional competente”.</p>
<p dir="ltr">Stephan Schäfer, restaurador privado, acredita que a principal diferença é que em um ateliê particular é possível ver mais intervenção prática na obra, enquanto o museu pode monitorar e estudar por anos a mesma obra. “Temos certa pressão e uma fila que tem que andar, o cliente liga e cobra. O fluxo de trabalho e quantidade de intervenção é diária, se você quer aprender a restaurar e absorver o que é restauração na prática, o ateliê particular é mais favorável”, explica Schäfer, com ressalvas de Karen de que a vida no museu não é “tão devagar assim. Ao contrário do que imaginam, a gente corre atrás do tempo”, contestou.</p>
<p dir="ltr">Para a moderadora Isis Baldini, é uma questão de foco, se o estudante quer conservação interventiva, restauro, o melhor é mesmo um ateliê. Se quer uma intervenção preventiva que além do restauro cuida de outros fatores, o melhor é uma instituição pública.</p>
<p class="mceContentBody documentContent" style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans / IEA- USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-11-06T14:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/olhar-estrangeiro-museus">
    <title>Olhar Estrangeiro Sobre os Museus em São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/olhar-estrangeiro-museus</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr"><span>O <a class="external-link" href="http://www.forumpermanente.org/">Fórum Permanente (FP)</a> em parceria com o <a class="external-link" href="https://www.sisemsp.org.br/">Sistema Estadual de Museus de São Paulo (SISEM-SP)</a>, a <a class="external-link" href="https://www.acamportinari.org/">Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari</a> (ACAM-Portinari) e o IEA convidam para o terceiro evento de lançamento do livro </span><i><a href="http://www.forumpermanente.org/event_pres/encontros/encontros-paulista-de-museus/panorama-reflexivo-11-anos-de-encontro-paulista-de-museus/panorama-institucional/livro-panorama-reflexivo-11-anos-de-encontro-paulista-de-museus"><span>Panorama Reflexivo: 11 anos de Encontro Paulista de Museus; </span><span>conceitos, políticas, redes, ações, público e memória</span></a></i><span>.</span></p>
<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-8cc57743-7fff-0bcf-c6c3-a703f038f0a2"><span>Esta mesa redonda internacional debate a política cultural voltada aos museus em São Paulo tendo como referência o livro </span><i><span>Panorama Reflexivo: 11 anos de Encontro Paulista de Museus; </span><span>conceitos, políticas, redes, ações, público e memória.</span></i></p>
<p dir="ltr">Este debate internacional, contará com a participação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/muthoni-thang2019wa" class="external-link">Muthoni Thang´Wa</a> (Kenya), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-rosas-mantecon" class="external-link"><span>Ana Rosas Mantecón</span></a> (México) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/clara-frayao-camacho" class="external-link"><span>Clara Frayão Camacho</span></a> (Portugal), todas especialistas em museologia em seus respectivos países. A mesa ainda contará com a mediação de<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renata-vieira-da-motta" class="external-link"> Renata Vieira da Motta</a>, presidente do Conselho Internacional de Museus Brasil (ICOM-Brasil) e de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link"><span>Martin Grossmann</span></a>, professor titular da USP e culturador do Fórum Permanente.</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-11-25T11:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/instituicoes-culturais-2">
    <title>O papel da cultura na formação de São Paulo, segundo os diretores do Masp e Itaú Cultural</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/instituicoes-culturais-2</link>
    <description>Heitor Martins, do Masp, e Eduardo Saron, do Itaú Cultural, estarão em encontro promovido pela Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência no dia 19 de setembro, às 19h, no Itaú Cultural</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/WEB-fachada-IC_foto-de-Edouard-Fraipont.jpg" alt="Fachada Itaú Cultural - 1" class="image-inline" title="Fachada Itaú Cultural - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Itaú Cultural, que abrigará o encontro do dia 19 de setembro</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>INSTITUIÇÕES CULTURAIS 1 - MUSEU AFRO BRASIL E SESC SÃO PAULO</strong></p>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/instituicoes-culturais-i" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/ciclo-cultura-institucionalidade-e-gestao-instituicoes-culturais-i-22-de-agosto-de-2017" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<p><strong> </strong><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/instituicoes-culturais-1" class="external-link">As visões de Danilo de Miranda e Emanoel Araújo sobre a gestão cultural</a></p>
<ul>
</ul>
<hr />
<p> </p>
<p><strong>ARTE E POLÍTICA: UM RETROSPECTO DA CARREIRA DE RICARDO OHTAKE</strong></p>
<ul>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/arte-politica-um-retrospecto-da-carreira-de-ricardo-ohtake" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/arte-politica-um-retrospecto-da-carreira-de-ricardo-ohtake-15-de-agosto-de-2017" class="external-link">Fotos</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/trajetoria-de-ricardo-ohtake" class="external-link">Cobertura</a></li>
</ul>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A cultura teve papel decisivo na formação e desenvolvimento de São Paulo. Ao longo dos anos, a cidade ganhou destaque no cenário internacional das artes, seja pela realização de grandes eventos, pela criação de calendário e circuito específicos ou pela recepção de grandes exposições e artistas a museus e galerias. Longe de ter apenas caráter educativo, a cultura assumiu na capital uma importante função na economia.</p>
<p>Para entender como se deu a consolidação e o reconhecimento dessa identidade de São Paulo como núcleo cultural, o ciclo Cultura, Institucionalidade e Gestão, promovido pela <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedras-e-convenios-atuais/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a>, reúne os dirigentes das instituições culturais que são centrais na estrutura que São Paulo tem hoje.</p>
<p>No dia <strong>19 de setembro, às 19h</strong>, o encontro <i>Instituições Culturais 2: Masp, Bienal e Itaú Cultural </i>dará voz a Heitor Martins, diretor presidente do Masp, e Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural, parceiro do IEA na Cátedra e que sediará o evento. A mediação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-ohtake" class="external-link">Ricardo Ohtake</a>, presidente do Instituto Tomie Ohtake e titular da cátedra. O <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/instituicoes-culturais-1" class="external-link">primeiro encontro sobre o tema</a>, no dia 22 de agosto, já reuniu o diretor regional do Sesc-São Paulo, Danilo Miranda, e o diretor do Museu Afro Brasil, Emanoel Araújo.</p>
<p>Como explica o coordenador acadêmico da cátedra, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, o papel da cultura em uma cidade do porte de São Paulo ganhou destaque em particular pela consolidação de algumas instituições culturais, apoiadas por políticas públicas e privadas voltadas à cultura.</p>
<p>“Este encontro reunirá dirigentes que estão à frente de instituições culturais que são exemplares na condução de uma política cultural apoiada por instituições privadas. Heitor Martins além de ser presidente do Masp, liderou a Fundação Bienal de São Paulo, onde comandou uma operação que trouxe de volta o equilíbrio financeiro e institucional dessa que é uma das mais importantes bienais de arte do mundo”, explica Grossmann.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/masp/@@images/08656a00-c6c3-45d1-9791-7d008b75db87.jpeg" alt="MASP" class="image-inline" title="MASP" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Masp, símbolo de São Paulo e do papel da cultura na cidade</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Já Eduardo Saron irá representar uma instituição que hoje não só desenvolve uma intensa programação cultural como também promove formação continuada na esfera da gestão cultural e apoia importantes equipamentos culturais no Brasil, como Inhotim. Juntos, Martins e Saron irão expor seus projetos de gestão, as dificuldades que enfrentaram e enfrentam, e os desafios para os próximos anos.</p>
<p>A partir do <strong>dia 26 de setembro</strong>, a <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/programacao-de-atividades" class="external-link">programação</a> do ciclo promovido pela cátedra se dedica a importantes dirigentes culturais no pós-guerra. O primeiro evento terá o músico pernambucano Antônio Nóbrega e a artista plástica paulista Regina Silveira. Nóbrega irá discorrer sobre o perfil de Ariano Suassuna como gestor cultural, enquanto Regina falará sobre Walter Zanini, primeiro diretor do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP, onde será o debate.</p>
<p>“A maturidade e a potência da atual estrutura cultural da cidade de São Paulo se devem não só às políticas públicas e privadas como também a personalidades que se dedicaram integralmente à criação e consolidação de equipamentos culturais, como museus, bibliotecas e a Bienal. Eles são pioneiros e originais em seus projetos, e suas ações têm sido modelares no processo de descentralização da cultura, o que ocorre no Brasil desde o início do século”, diz Grossmann.</p>]]></content:encoded>
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    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-05T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/o-museu-das-coisas-intermediarias-9-de-fevereiro">
    <title>O Museu das Coisas Intermediárias - 9 de fevereiro</title>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights>Fernanda Rezende - IEA/USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
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      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-02-13T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/roger-buerguel">
    <title>O Museu das Coisas Intermediárias</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/roger-buerguel</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Roger Buergel, diretor do Museu Johann Jacobs de Zurique e curador da 12ª Documenta em Kassel, Alemanha (2003-2007), fará a conferência com ênfase  à condição do "estar entre", necessária para se livrar da maioria das categorias museológicas que governam nossa percepção de objetos e das distinções fundamentais, mas basicamente insustentáveis, como a da arte com a não-arte.</p>
<p>Para Buergel, esta visão de museu opera em um modo pós-colonial (transcultural), crítico ao modelo museológico que foi desenvolvido na Europa nos séculos XVIII e XIX e ainda bastante presente nos dias atuais. Este museu promove uma relação mais horizontal entre culturas, línguas e cosmologias, favorecendo a singularidade dos objetos em exposição. Um museu em que o objeto ("a coisa") pode operar "entre", seja em relação a categorias museológicas e disciplinares, seja em relação a diferentes noções de lugar e tempo.</p>
<p><span style="text-align: start; float: none; ">No Brasil, o tema já vem sendo explorado por Silviano Santiago em "</span><a class="external-link" href="http://www.forumpermanente.org/revista/numero-7/conteudo/desafiando-taxonomias/o-entre-lugar-do-discurso-latino-americano" style="text-align: start; " target="_blank">O entre-lugar do discurso latino-americano</a><span style="text-align: start; float: none; ">" e, em parte, por críticos como Roberto Schwartz, em "</span><a class="external-link" href="http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=85141" style="text-align: start; " target="_blank">As ideias fora do lugar</a><span style="text-align: start; float: none; ">".</span></p>
<p><strong>Expositor</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roger-martin-buergel" class="external-link">Roger Buergel</a> (Johann Jacobs Museum)</p>
<p><strong>Debatedores</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-roberto-ferreira-brandao" class="external-link">Carlos Roberto Ferreira Brandão</a> (MAC e MZ - USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-teixeira-coelho" class="external-link">José Teixeira Coelho Netto</a> (ECA e IEA - USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lisette-lagnado" class="external-link">Lisette Lagnado</a> (EAV Parque Lage)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-rezende" class="external-link">Marcelo Rezende</a><span class="external-link"> (curador)</span></p>
<p><span class="external-link"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-simantob" class="external-link">Eduardo Simantob</a> (escritor)</span></p>
<p><strong>Moderador</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a> (ECA e IEA - USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-01-27T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
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