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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 41 to 47.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/dia-mundial-dos-oceanos-1">
    <title>Dia Mundial dos Oceanos 2020</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/dia-mundial-dos-oceanos-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Para comemorar o dia mundial dos oceanos, a Cátedra Unesco para Sustentabilidade dos Oceanos vai lançar seu <a class="external-link" href="https://catedraoceanos.iea.usp.br">site</a>, junto com um webinário especial sobre a década dos oceanos.</p>
<p>Nesse webinário estarão presentes a coordenadora geral dos Oceanos, Antártica e Geociências, <a class="external-link" href="http://lattes.cnpq.br/8784050887472811">Karen Silverwood-Cope</a>, o professor titular do Instituto Oceanográfico e responsável pela Cátedra Unesco para Sustentabilidade dos Oceanos, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexander-turra" class="external-link">Alexander Turra</a>, e o coordenador do Programa da Unesco de Ciências Humanas e Sociais no Brasil, <a class="external-link" href="https://nacoesunidas.org/?post_type=post&amp;s=F%C3%A1bio+Soares+Eon">Fábio Eon</a>.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe o evento on-line em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">iea.usp.br/aovivo</a> ou pelo <a class="external-link" href="https://youtu.be/osoC3uGtK6E">YouTube</a></p>
<h3><span>Vídeos:</span></h3>
<p>Vídeo do evento: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=osoC3uGtK6E">https://www.youtube.com/watch?v=osoC3uGtK6E</a></p>
<p>Vídeo exibido: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Y85swL6W-Hk">https://www.youtube.com/watch?v=Y85swL6W-Hk</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS14 - Vida na Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra UNESCO Para Sustentabilidade do Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IO</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Unesco</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-06-06T11:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/premio-marta-vannucci-2022">
    <title>Dia da Amazônia Azul: Prêmio Marta Vannucci para Mulheres na Ciência do Oceano - Edição 2022</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/premio-marta-vannucci-2022</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O <a class="external-link" href="http://catedraoceano.iea.usp.br/premio-marta-vannucci/">Prêmio Marta Vannucci para Mulheres na Ciência do Oceano</a> é uma  iniciativa da Cátedra UNESCO para Sustentabilidade do Oceano, ligada ao  Instituto Oceanográfico e Instituto de Estudos Avançados da Universidade  de São Paulo, e da Liga das Mulheres pelo Oceano.</p>
<p>O prêmio tem o  objetivo de promover, destacar e reconhecer o trabalho de mulheres que  atuam na produção de conhecimento sobre o mar no Brasil, que contribuem  para o fortalecimento da participação de mulheres na ciência e inspiram  gerações. Por meio desse prêmio, pretende-se incentivar a equidade de  gênero no avanço de uma ciência justa, equilibrada, criativa e  produtiva.</p>
<p>Na primeira edição, em 2021, foram premiadas duas  brilhantes cientistas do mar: <span id="m_3082009163589515141m_6023199614497613031gmail-m_-1375982683626516772gmail-m_5919419032577003084gmail-m_-874379502194233994gmail-m_7506804797244186305docs-internal-guid-87df1e7e-7fff-7b1a-3b09-bca1a0c22b7f"><a href="http://lattes.cnpq.br/5077938226710656" target="_blank"><span>Carla Isobel Elliff</span></a><span> </span></span> (categoria Jovem  Cientista) e <span id="m_3082009163589515141m_6023199614497613031gmail-m_-1375982683626516772gmail-m_5919419032577003084gmail-m_-874379502194233994gmail-m_7506804797244186305docs-internal-guid-87df1e7e-7fff-7b1a-3b09-bca1a0c22b7f"><a href="http://lattes.cnpq.br/9974585192916180" target="_blank"><span>Yocie Yoneshigue Valentin</span></a><span> </span></span> (categoria Cientista Inspiração  Sênior).</p>
<p>Em sua segunda edição, espera-se ampliar a divulgação e  abrangência do prêmio para contemplar experiências de atuação diversas e  representativas das pesquisadoras.</p>
<p><span id="m_3082009163589515141m_6023199614497613031gmail-m_-1375982683626516772gmail-m_5919419032577003084gmail-m_-874379502194233994gmail-m_7506804797244186305docs-internal-guid-87df1e7e-7fff-7b1a-3b09-bca1a0c22b7f"> </span></p>
<p><b><span>A inspiração</span></b></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><a href="http://www3.io.usp.br/index.php/noticias/1357-nota-de-falecimento-marta-vannucci-1921-2021.html." target="_blank"><span>Marta Vannucci</span></a><span> nasceu em Florença, em 10 de maio de 1921 e emigrou para o Brasil em 1929, após a vinda de seu pai em 1927, em função da ascensão do fascismo na Itália. Cursou o Ensino Fundamental no Colégio Dante Alighieri e ingressou na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP. Em 1944, defendeu o Doutorado com orientação de Ernest Marcus, professor do Departamento de Zoologia, tendo sido sua assistente de 1944 a 1950.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>Foi convidada a fazer parte do Instituto Paulista de Oceanografia, ligado à Secretaria de Agricultura e fundado em 1946. Com o professor Wladimir Besnard e outros pesquisadores, conseguiu que o instituto fosse integrado pela USP como unidade de pesquisa, o que ocorreu em 1951.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>Foi a primeira mulher a ingressar como membro associado da Academia Brasileira de Ciências em 1955. Em 1966, tornou-se membro titular. Em 1956, recebeu uma bolsa da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para conduzir pesquisas na Estação de Biologia Marinha de Millport, na Escócia.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>A Prof. Dra. Marta Vannucci </span><a href="http://www.youtube.com/watch?v=XRwc5_0djPo" target="_blank"><span>dirigiu o IO/USP</span></a><span> de 1964 a 1969, tendo negociado a compra e acompanhado a construção do navio de pesquisa Professor Wladimir Besnard. Na Unesco, implantou um programa de bolsas de estudo para estudantes latino-americanos. Morou na Índia, onde colaborou como coordenadora técnica para um programa de desenvolvimento e atuou na inspeção de ecossistemas costeiros manguezais. Recebeu, em 1996, a Ordem Nacional do Mérito Científico na classe Grã-Cruz. </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>Marta Vannucci faleceu aos 99 anos em </span><a href="https://agencia.fapesp.br/morre-marta-vannucci-pioneira-da-oceanografia-brasileira/35009/" target="_blank"><span>janeiro de 2021</span></a><span>, em São Paulo, e é a inspiração para o Prêmio para Mulheres na Ciência do Oceano. </span></p>
<h3>Transmissão:</h3>
<p>Acompanhe o evento online em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS14 - Vida na Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Homenagem</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conservação ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra UNESCO Para Sustentabilidade do Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IO</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-08-25T13:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-futuro-dos-oceanos-em-debate">
    <title>Degradação e conservação dos oceanos em debate</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-futuro-dos-oceanos-em-debate</link>
    <description>Para discutir sua degradação e perspectivas de conservação — e em comemoração ao Dia Mundial dos Oceanos — o IEA, o Instituto Oceanográfico (IO) da USP e a Scientific American Brasil realizarão a conferência O Futuro dos Oceanos: XII Seminário de Manejo Integrado, no dia 8 de junho, às 8h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/oceano" alt="Oceano" class="image-inline" title="Oceano" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A relevância antropológica, econômica e ecológica dos oceanos leva estudiosos e profissionais da área a aprofundarem constantemente seus esforços para conservá-los. Para discutir sua degradação e perspectivas de conservação — e em comemoração ao Dia Mundial dos Oceanos — o IEA, o <a class="external-link" href="http://www.io.usp.br/">Instituto Oceanográfico</a> (IO) da USP e a revista "<a class="external-link" href="http://www2.uol.com.br/sciam/">Scientific American Brasil</a>" realizarão a conferência <i>O Futuro dos Oceanos: XII Seminário de Manejo Integrado</i>, no <strong>dia 8 de junho, às 8h</strong>. O evento é gratuito e tem transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web. Para acompanhar presencialmente é necessário fazer <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSef6qcz4gC2BsPzwDKylzgN0VmDSMkBsozeuiTFzJZVg3TqAw/viewform">inscrição prévia</a>.</p>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">Participarão do encontro pesquisadores, acadêmicos, jornalistas, membros de ONGs e do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Os pesquisadores destacam a importância inestimável do mar para todo tipo de vida terrestre, sendo ele o maior ecossistema do planeta. São os oceanos que regulam a circulação atmosférica, distribuem a umidade e controlam as temperaturas do planeta. São eles também que produzem a maior parte do oxigênio da Terra, além de sequestrar carbono e metano da atmosfera. O mar oferece alimento, lazer e trabalho a bilhões de pessoas.</div>
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<div>Os Seminários de Manejo Integrado foram idealizados em 2006 e, segundo os organizadores do encontro, funcionavam como “um instrumento adicional para a formação de recursos humanos em gestão e governança costeira e oceânica, discutindo temas atuais e estimulando o contato com profissionais atuantes na área”. A iniciativa fazia parte originalmente da disciplina “Manejo Integrado de Ecossistemas Costeiros e Oceânicos” do IO-USP, mas foi desvinculada para ampliar seu alcance.</div>
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<div>Quatro pontos principais serão abordados no encontro: <strong>1)</strong> oceanos e mudanças climáticas; <strong>2)</strong> preservação da vida e biodiversidade marinha; <strong>3)</strong> soluções para um mar sem lixo; <strong>4)</strong> estratégias de conservação marinha, com destaque para as áreas marinhas protegidas. Os organizadores acreditam que o seminário pode ser visto como “uma estratégia de aproximação entre os alunos do curso de oceanografia e as mais variadas formas de atuação profissional”.</div>
<div style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Pixnio</span></div>
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<div></div>
<h3><strong><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/sciam-programacao-2018/" class="external-link">CONFIRA AQUI A PROGRAMAÇÃO COMPLETA</a></strong></h3>
<div>
<hr />
<div id="_mcePaste"><i><strong>O Futuro dos Oceanos: XII Seminário de Manejo Integrado</strong></i></div>
<div id="_mcePaste"><i>8 de junho, 8h</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Auditório IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet</i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Para acompanhar presencialmente, é necessário se <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSef6qcz4gC2BsPzwDKylzgN0VmDSMkBsozeuiTFzJZVg3TqAw/viewform">inscrever</a></i></div>
<div id="_mcePaste"><i>Mais informações: Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>); telefone (11) 3091-1678</i></div>
<div id="_mcePaste"><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/o-futuro-dos-oceanos" class="external-link">Página do evento</a></i></div>
<div></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-08T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-unesco-para-a-sustentabilidade-do-oceano-e-turma-da-monica-lancam-hq-especial-sobre-a-decada-do-oceano">
    <title>Cátedra Unesco para a Sustentabilidade do Oceano e Turma da Mônica lançam HQ especial sobre a Década do Oceano</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-unesco-para-a-sustentabilidade-do-oceano-e-turma-da-monica-lancam-hq-especial-sobre-a-decada-do-oceano</link>
    <description>Projeto é coordenado pelo coordenador da Cátedra, Alexander Turra</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-8b65d43b-7fff-cad0-a888-8a20e16eb7f1"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>No dia 28 de maio, a </span><a href="https://catedraoceano.iea.usp.br/"><span>Cátedra UNESCO para a Sustentabilidade do Oceano</span></a><span> lançará a revista em quadrinhos </span><span><strong><a class="external-link" href="https://catedraoceano.iea.usp.br/turmadamonica/">Oceanos – Edição Especial da Década do Oceano</a></strong>. </span><span>O evento interativo será realizado na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM-USP), a partir das 13h, apenas para convidados.<dl class="image-right captioned" style="width:295px;">
<dt><a rel="lightbox" href="/imagens/revistinha-turma-da-monica-oceanos"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/revistinha-turma-da-monica-oceanos/@@images/56058c03-b740-42cc-9caa-03a163bf194d.jpeg" alt="Revistinha Turma da Mônica Oceanos" title="Revistinha Turma da Mônica Oceanos" height="400" width="295" /></a></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:295px;">A edição está disponível no site da Cátedra.</dd>
</dl></span></p>
<p dir="ltr"><span>A revista, que une entretenimento, arte e educação, celebra a Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável (2021–2030) e propõe uma nova relação do público com o oceano, com foco no público infantojuvenil. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Resultado da parceria entre a Cátedra, a MSP Estúdios, a Turma da Mônica e o Instituto Costa Brasilis, com patrocínio da Repsol Sinopec Brasil, o encontro reunirá 120 estudantes da Escola de Aplicação da Faculdade de Educação da USP (EAFE/USP) para participar da Exposição Oceanos e de uma série de atividades sensoriais desenvolvidas por professores do Instituto Oceanográfico (IOUSP). </span></p>
<p dir="ltr"><span>O objetivo das atividades interativas é promover uma imersão educativa sobre a importância dos mares para a vida no planeta. “As ações serão realizadas em formato de circuito, com duração aproximada de 50 minutos”, explicam os organizadores. Entre as atividades, estão:</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Faça um Fóssil Muito Fácil:</strong> </span><span>Uma atividade para descobrir o mundo dos fósseis com explicação lúdica sobre fossilização, abrangendo atividades sensoriais com observação de microfósseis em lupa, confecção em moldes e pintura de réplicas de fragmentos de fósseis.</span></p>
<p dir="ltr"><strong><a href="https://www.spoceanweek.com.br/barraca-do-peixe"><span>Barraca do Peixe</span></a><span>:</span></strong><span><strong> </strong>atividade sensorial sobre consumo consciente de pescado, com exposição de peixes preservados, petrechos de pesca e uma “pesca” lúdica em piscina de bolinhas;</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>De Onde Vem a Areia da Praia?:</strong> </span><span>manuseio de diferentes tipos de areia, observação com lupas e explicações sobre sua origem e composição;</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>De Onde Vem o Lixo em uma Praia Deserta?:</strong> </span><span>simulações e debates sobre a chegada de resíduos em áreas sem presença humana;</span></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.io.usp.br/index.php/noticias/1148-exposicao-joias-do-mar-vidas-microscopicas-que-contam-a-historia-do-planeta.html"><span><strong>Exposição Joias do Mar</strong></span></a><span><strong>:</strong> </span><span>imagens ampliadas de foraminíferos – organismos microscópicos marinhos –, com observação por lupas e microscópios;</span></p>
<p dir="ltr"><strong><a href="https://www.io.usp.br/index.php/noticias/1920-descubra-o-microcosmo-marinho-na-exposicao-pequenos-notaveis-no-museu-oceanografico-do-iousp.html"><span>Exposição Pequenos Notáveis</span></a><span>:</span></strong><span> mostra dividida em três seções sobre microrganismos que sustentam a vida nos oceanos, como fitoplâncton, zooplâncton e seres bentônicos;</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Oficina Assumo Meu Compromisso com o Oceano: </strong></span><span>crianças assinam com tinta ecológica uma tela coletiva, simbolizando o compromisso com a proteção dos oceanos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Com objetivo de promover educação ambiental e cultura oceânica por meio de experiências acessíveis, lúdicas e transformadoras, o projeto integra ações da Década da Ciência Oceânica e da Agenda 2030 da ONU.</span></p>
<p dir="ltr"><span><br /></span></p>
<div><span> 
<hr />
<span id="docs-internal-guid-9472e6e7-7fff-b133-3637-43502816e011"><i>
<p dir="ltr"><strong>Lançamento da revista em quadrinhos Oceanos apenas para convidados</strong></p>
<p dir="ltr"><span>Data: Quarta-feira, 28 de maio de 2025</span></p>
<p dir="ltr"><span>Horário: A partir das 13h</span></p>
<p dir="ltr"><span>Local: Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin – Rua da Biblioteca, 21, Complexo Brasiliana, Cidade Universitária, São Paulo (SP)</span></p>
Mais informações:<a href="https://catedraoceano.iea.usp.br/"> https://catedraoceano.iea.usp.br</a></i></span></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Agenda 2030</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra UNESCO Para Sustentabilidade do Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-05-27T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-unesco-para-a-sustentabilidade-do-oceano-divulga-relatorio-sobre-o-patrimonio-marinho-costeiro-do-brasil">
    <title>Cátedra Unesco para a Sustentabilidade do Oceano divulga relatório sobre o patrimônio marinho-costeiro do Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-unesco-para-a-sustentabilidade-do-oceano-divulga-relatorio-sobre-o-patrimonio-marinho-costeiro-do-brasil</link>
    <description>Levantamento mostra a importância do mar para a economia, a regulação climática e o bem-estar da população brasileira</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-d977c7b0-7fff-f75d-df43-fc200864d6d8"> </span></p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Baixe o material:</th>
</tr>
<tr>
<td><a class="external-link" href="https://www.bpbes.net.br/produto/diagnostico-brasileiro-marinho-costeiro/">Sumário para Tomadores de Decisão</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">O <a class="external-link" href="https://www.bpbes.net.br/produto/diagnostico-brasileiro-marinho-costeiro/">Sumário para Tomadores de Decisão</a>, avaliação prévia que reúne os principais resultados do “1º Diagnóstico Brasileiro Marinho-Costeiro sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos”, foi lançado no dia 23 de novembro pela <a class="external-link" href="https://catedraoceano.iea.usp.br/">Cátedra Unesco para a Sustentabilidade do Oceano</a> e pela <span>Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (BPBES)</span>. O levantamento sobre a biodiversidade marinha-costeira e os seus serviços ecossistêmicos pretende contribuir para “tirar o Oceano da invisibilidade”, segundo os organizadores.</p>
<p dir="ltr"><span>O documento, que aponta a degradação do Oceano, reúne informações objetivas e contundentes que demonstram o papel vital do patrimônio marinho-costeiro para o bem-estar humano, a geração de riqueza e a sociodiversidade nacional. O texto contribui para o melhor conhecimento dos benefícios e desafios da conservação marinha-costeira no país, revelando a importância desse ambiente para além de uma visão puramente econômica e da dimensão estética e espiritual.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Dirigido a lideranças, gestores e também ao cidadão comum, o levantamento tem o intuito de ressaltar a influência do Oceano no dia a dia da população brasileira e apoiar a tomada de decisão individual e coletiva embasando a proposição de novas atitudes, ações, instrumentos de gestão e políticas públicas em prol da zona marinha- costeira.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O Sumário traz as mensagens-chave e os resultados consolidados no Diagnóstico, elaborado por 53 especialistas acadêmicos e governamentais, 12 jovens pesquisadores e 26 representantes de povos indígenas e populações tradicionais do Brasil, em diálogo com atores do poder público e da sociedade civil.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A Amazônia Azul – como é chamada a área marinha brasileira com 5,7 milhões de km² – equivale a dois terços do território continental e abriga alta biodiversidade em uma grande variedade de habitats. As atividades econômicas relacionadas ao Oceano e regiões costeiras respondem por 20% do PIB nacional e abrangem distintos setores – pesca, aquicultura, navegação, mineração e turismo são alguns exemplos –, o que denota seu potencial para gerar riquezas e desenvolvimento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ao chamar a atenção para a deterioração do Oceano o estudo evidencia para o público, seja ele morador ou não do litoral, a relação de interdependência do ser humano com esse ambiente. Segundo Beatrice Padovani, professora de Oceanografia da Universidade Federal de Pernambuco e uma das coordenadoras do Diagnóstico, “milhões de pessoas vivem e tiram seu sustento do Oceano e da zona costeira, daí a importância de fazermos boas escolhas e a hora de agir é agora”.</span></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexander-turra" class="external-link">Alexander Turra</a>, professor da Cátedra Unesco para a Sustentabilidade do Oceano na Universidade de São Paulo e um dos coordenadores do Diagnóstico, alerta para o fato da atividade humana acabar comprometendo a capacidade do Oceano em contribuir com a sociedade. “A tendência de perda da biodiversidade e dos benefícios providos pela natureza é alarmante, mas temos todos os elementos para reverter esse cenário”.</p>
<p dir="ltr"><span><strong>Ameaças</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>O Diagnóstico mostra que as alterações na zona marinha-costeira são diversas e complexas, com efeitos sinérgicos e cumulativos entrelaçados a políticas públicas e atividades humanas. Entre as principais causas da perda da biodiversidade: ocupação desordenada e mudanças no uso do solo que danificam e suprimem áreas naturais, ocasionando estreitamento da costa e perda de habitat de inúmeras espécies; poluição ; sobre-exploração de recursos e má gestão da pesca ; introdução de espécies exóticas invasoras; e as mudanças climáticas.</span></p>
<p dir="ltr">Além de explanar a magnitude do problema e evocar o senso de urgência, o documento apresenta oportunidades para a promoção de um Oceano próspero, efetivamente protegido e usado de forma mais justa, equitativa e ambientalmente sustentável. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cristiana-simao-seixas" class="external-link">Cristiana Seixas</a>, pesquisadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais da Universidade Estadual de Campinas e também uma das coordenadoras do Diagnóstico, acredita que é possível frear a degradação e, em algumas partes, até revertê-la por meio de uma ação rápida e articulada em todas as esferas e níveis.</p>
<p dir="ltr"><span><strong>Governança </strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>O estudo tem como intenção colaborar para um processo de governança que permita a elaboração e, principalmente, a implementação de políticas públicas coesas, coordenadas em nível federal e articuladas com estados e municípios.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A boa governança do Oceano e do litoral é multinível e multissetorial. “Depende do engajamento e da corresponsabilidade de diversos atores sociais que atuam em diferentes níveis da organização sociopolítica do país. Diversidade de setores, etnias, gêneros e de gerações são elementos importantes”, diz o texto. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Seixas explica que, para passar de um arcabouço fragmentado a uma governança integrada, é necessário que haja mudanças estruturais tanto políticas como institucionais: “precisamos deixar o pensamento reducionista e setorizado e incutir a lógica sistêmica na mente de todos os tomadores de decisão”. </span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Cultura oceânica</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>O estudo endossa a promoção do conceito da Cultura Oceânica, que é um movimento mundial que busca disseminar a influência do Oceano na vida das pessoas e o impacto da ação humana sobre ele, incentivando a troca de conhecimentos e a reconexão com o mar.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo o documento, “tal movimento criará uma sociedade engajada capaz de qualificar a forma como o Brasil construirá o Oceano do futuro, fortalecendo seus ativos para o desenvolvimento socioeconômico sustentável do país”. Os coordenadores indicam a necessidade da democratização do acesso a essa agenda, o que passa pela inserção do tema em distintos canais, em especial escolas e meios de comunicação. “É preciso fazer parcerias com o setor público, o privado e o terceiro setor para utilizar todos os canais possíveis, investindo em marketing ambiental para sensibilização através das artes, e em iniciativas de formação principalmente para os jovens”, recomenda Seixas.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Empresas como aliadas</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Apostando na enorme capacidade da iniciativa privada de acelerar mudanças e mobilizar o debate, o Diagnóstico enfatiza o papel crucial desse setor na integração entre desenvolvimento e conservação, a partir de investimentos em ciência e ações sustentáveis. Mas, na percepção dos autores, boa parte do empresariado brasileiro vê o oceano de forma limitada e pragmática – acima de tudo como fonte de recursos – e considera a conservação como obstáculo ao desenvolvimento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“O setor privado ainda não despertou para a importância do tema como elemento central de políticas internas de sustentabilidade”, afirma Turra. Padovani conta que isso vem mudando no cenário internacional, onde já desponta uma visão da conservação como parte do negócio e não um preço a se pagar por fora. “Precisamos construir essa compreensão de que os bens e serviços da natureza, dos quais dependemos, por sua vez dependem da manutenção de uma rede de funcionamento natural e autorregulada”, argumenta.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Mudanças climáticas</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>O Diagnóstico reitera a relação intrínseca entre Oceano e clima. Se, por um lado, o Oceano e a zona costeira atuam como amortecedores contra as mudanças climáticas – sequestrando e estocando carbono e atenuando eventos extremos –, por outro as alterações do clima contribuem para a elevação do nível médio do mar, com ressacas de maior alcance, acidificação e aumento da temperatura da água causando impactos sobre a biodiversidade, os serviços ecossistêmicos e o bem-estar humano.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os pesquisadores afirmam que os esforços contra as mudanças climáticas ainda não levam em consideração a saúde dos oceanos. “Certamente o tema Oceano deveria ter mais visibilidade dado sua importância”, desabafa Seixas.</span></p>
<p dir="ltr"><strong><span>Conhecimentos indígenas e tradicionais</span><span> </span></strong></p>
<p dir="ltr"><span>O estudo enaltece a complementaridade dos diferentes saberes e salienta que um Oceano sustentável depende da aplicação dos sistemas de conhecimento científico e tradicionais. “Em meio à crise ambiental mundial percebemos que nossa civilização está errando em vários aspectos. Nós perdemos o contato com o mundo natural e precisamos reaprender o respeito à natureza com aqueles que ainda detêm essa sabedoria em sua cultura e em suas práticas. Povos indígenas e comunidades tradicionais são direta e imediatamente afetados por impactos de degradação ambiental e por isso fazem parte da solução”, alerta Padovani.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span><i>Com informações da assessoria de imprensa da <span>BPBES</span></i></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Matheus Nistal</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biomedicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra UNESCO Para Sustentabilidade do Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-12-06T17:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/artigo-relata-processos-de-criacao-de-areas-marinhas-protegidas-no-brasil">
    <title>Artigo relata processos de criação de áreas marinhas protegidas no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/artigo-relata-processos-de-criacao-de-areas-marinhas-protegidas-no-brasil</link>
    <description>Publicação "A criação de áreas protegidas marinhas no Brasil: relatos de uma história cheia de ondas" é de autoria de José Pedro de Oliveira e Ana Paula Prates.
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-e137b61a-7fff-b29f-614d-e16f111bf0d9"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/apa-da-baleia-franca/image" alt="APA da Baleia Franca" title="APA da Baleia Franca" height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Vista aérea da Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca</dd>
</dl>Nos últimos anos, a criação de Unidades de Conservação (UCs) costeiras e marinhas no Brasil contribuiu para o aumento do percentual de áreas marinhas protegidas de 1,5% para 26,4%. Esse dado é apontado no ensaio "</span><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/a-criacao-de-areas-protegidas-marinhas-no-brasil"><span>A criação de áreas protegidas marinhas no Brasil: relatos de uma história cheia de ondas</span></a><span>", publicado este mês na seção Textos do site do IEA.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A publicação é de autoria de </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-pedro-de-oliveira-costa"><span>José Pedro de Oliveira</span></a><span>, pesquisador no grupo de Pesquisa </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/amazonia-em-transformacao-historia-e-perspectivas"><span>Amazônia em Transformação</span></a><span>, do IEA, ex-secretário de Meio Ambiente do Estado de São Paulo e ex-secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, e de Ana Paula Prates, doutora em Ecologia e conselheira da Liga das Mulheres pelo Oceano. O texto ainda tem colaboração de Marília Britto Rodrigues, mestre em Estruturas Ambientais e doutora em Ciências.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os processos de criação de áreas marinhas protegidas no país são descritos no artigo sob "a perspectiva daqueles que trabalharam nos órgãos governamentais", com o objetivo de conhecer, criticar e aperfeiçoar os projetos que buscam a preservação da biodiversidade.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Com a criação de áreas protegidas no Brasil variando entre a abundância e a escassez, sua jornada é "cheia de ondas", como descrevem os autores em um trocadilho. "Ora se cria muitas em curto espaço de tempo, ora não se cria nenhuma, num pêndulo que se contrabalança entre iniciativas de alguns estados e aquelas do governo Federal."</span></p>
<p dir="ltr"><span>O texto relata os momentos de criação da Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca, em Santa Catarina, e das APAs paulistas, além dos planos e obstáculos de criação de áreas oceânicas protegidas no âmbito nacional. Segundo o artigo, por muitos anos não houve uma articulação política como a que levou à criação dos mosaicos marinhos de área protegida mencionados. O atual momento político brasileiro, por exemplo, não traz perspectivas de ações para ampliação do espaço protegido, apenas de manutenção do que já foi criado.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Com </span><span>4,5 milhões de km</span><span>2, o território marinho brasileiro representa mais da metade do território terrestre do Brasil, que tem uma das zonas costeiras e marinhas mais extensas do planeta. </span><span>Os autores defendem que a conservação na ZEE (Zona Econômica Exclusiva) marinha tem "potencial de alavancar o país como líder internacional nos assuntos relacionados com a gestão sustentável dos oceanos, considerando relações internacionais, meio ambiente, mudanças climáticas e autoridade marítima". Mas, para criação de novas áreas protegidas, é necessário, além de projetos e estudos científicos, "vencer uma grande batalha política e jurídico-administrativa". </span></p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Conservação ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Amazônia em Transformação: História e Perspectivas</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-02-21T20:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/amazonia-azul-brasil-marinho">
    <title>Amazônia Azul, Brasil Marinho</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/amazonia-azul-brasil-marinho</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>(lançamento de livro)</strong></p>
<p>Evento de lançamento do livro <strong>“Amazônia Azul: Brasil Marinho”</strong> que trata da extensão marinha denominada Amazônia Azul, que abrange uma área equivalente a mais de metade dos 8,5 milhões de km2 do Brasil e quase se iguala à cobertura em área da Floresta Amazônica.</p>
<p>O livro – produzido pelo Andrea Jakobsson Estúdio – examina história, presente e futuro desse que ainda é o menos conhecido espaço brasileiro.</p>
<p>No evento, os organizadores David Zee e Fabio Scarano, com os autores dos capítulos Anna Carolina Lobo, Cristina Serra, Frederico Brandini e Marcelo Motta, farão breves exposições acerca dos conteúdos abordados, que incluem a configuração do território marinho, os serviços ambientais, os recursos naturais vivos e não vivos, a tecnologia para conservação dos oceanos, a geografia do litoral e, por fim, depoimentos de usuários desse espaço.</p>
<p>Ao final, os autores receberão perguntas do público.</p>
<p><strong>Coordenação:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alexander-turra" class="external-link">Alexander Turra</a> (Cátedra UNESCO para Sustentabilidade do Oceano)</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento no <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=ebawz4WRbVs">canal da Cátedra</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS14 - Vida na Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra UNESCO Para Sustentabilidade do Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conservação ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IO</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-09T11:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




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