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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 21 to 35.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/carta-aberta">
    <title>Carta Aberta do Conselho Deliberativo do IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/carta-aberta</link>
    <description>Carta aberta do Conselho Deliberativo do Instituto de Estudos Avançados sobre  a invasão e ocupação do complexo administrativo da USP pelos estudantes no período de 1º de outubro a 12 de novembro de 2013.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="normal" style="text-align: justify; "><span>O Conselho Deliberativo do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo vem a público manifestar o seu repúdio aos atos de depredação praticados em sua sede pelos estudantes que invadiram e ocuparam instalações da Administração Central da Universidade no período de 1º de outubro a 12 de novembro de 2013. Esses atos afrontam o bom senso e violam o Código de Ética da Universidade.</span></p>
<p class="normal" style="text-align: justify; ">Além de prejuízos materiais significativos ao patrimônio público e sofrimento emocional aos servidores da USP que ali trabalham em benefício dos próprios estudantes, os invasores causaram a interrupção de várias atividades acadêmicas e obstruíram procedimentos administrativos, inclusive os urgentes.</p>
<p class="normal" style="text-align: justify; ">O IEA teve a programação do quarto trimestre deste ano afetada gravemente, assim como prejudicadas atividades futuras em fase de planejamento, inclusive as em parceria com instituições nacionais e internacionais.</p>
<p class="normal" style="text-align: justify; ">Diante dos fatos relatados, o Conselho Deliberativo do IEA reafirma o compromisso do Instituto de prosseguir em sua missão, livre de constrangimentos às suas atividades, de modo a assegurar a continuidade do seu papel singular de local de diálogo interdisciplinar, sempre contemplando os melhores valores acadêmicos, de gestão e de convivência.</p>
<p class="normal" style="text-align: justify; ">Adicionalmente, este Conselho enfatiza a importância das seguintes ações imediatas:</p>
<ol style="text-align: justify; ">
<li>Formalizar, no âmbito do IEA, um programa que, sem reduzir de nenhuma forma as responsabilidades por desmandos e destruição, promova ampla discussão sobre as raízes do presente mal-estar e proponha políticas institucionais para a USP, de forma a gerar subsídios que contribuam com a atuação dos gestores e fóruns deliberativos da Universidade na proposição de iniciativas e na tomada de decisões;</li>
<li>Sediar o IEA provisoriamente em outras instalações, com condições mais apropriadas, dentro ou fora do campus da Capital, até que a sede definitiva do Instituto, em fase de licitação, esteja concluída.</li>
</ol>
<p class="normal" style="text-align: justify; "> </p>
<p class="normal" style="text-align: right; "><i>Conselho Deliberativo do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo<br /></i><span>São Paulo, 19 de novembro de 2013</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-11-27T17:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/sala-verde/a-comunidade-uspiana">
    <title>À comunidade uspiana — Os pingos nos is: predação, não!</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/sala-verde/a-comunidade-uspiana</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><span><i>Carlos Guilherme Mota*</i></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Tenho recebido muitas mensagens de apoio à minha indignação com o ocorrido com o Instituto de Estudos Avançados, e também algumas outras criticando minha possível postura autoritária, alinhamento com o “sistema” etc. Não, não estou alinhado com o “sistema”, nem poderia estar. Para mim, manifestações estudantis, mesmo que contundentes, e de funcionários e professores, sempre fizeram parte da vida universitária. <i>Predação não</i>; no caso da tomada da Faculdade de Filosofia em 1968, de que participei, <i>não predamos</i>, mas fomos predados pela Polícia e pelo CCC.</p>
<p>Parece-me óbvio: quem fez o que fez no Instituto de Estudos Avançados é meliante, e não estudante. Houve prejuízo material, perda de produção científica e intelectual de alto nível e um <i>grave abalo moral</i>, que atingiu nossa ampla e variada comunidade. O IEA era e continua a ser um <i>espaço aberto,</i> onde se cultiva o pensamento crítico de modo democrático e se publica uma das melhores revistas científico-culturais, e um episódio desses nos fere, nos humilha. E nos enche de indignação. <i>Tem que haver reparo.</i></p>
<p>A predação foi executada por muita gente, e pode-se supor que havia (quando menos) alguns estudantes (com aspas e sem aspas) entre as quase 200 pessoas. Quando na <i>Carta aos “Estudantes”</i> explicito que me dirijo à banda não podre do alunado, pressuponho (parece-me claro) que exista uma banda sólida e bem intencionada, ou melhor, <i>um segmento crítico e produtivo, democrático e também atuante.</i> Que fique claro! É a estes que me dirijo para levantar a questão das responsabilidades, pois com meliantes não há conversa possível.</p>
<p>Quando no final daquele artigo (a Carta) que traduz toda minha profunda indignação, sugiro a renúncia imediata do Reitor, por incompetente, deixo claro que a ele cabe, ontem e hoje, a culpa maior tanto pelo ocorrido como pelo que vem ocorrendo na USP.<i> Aí estão envolvidas questões como falta de zelo EFETIVO pelo patrimônio público e pelo bem comum, incapacidade de negociar, eventuais utilizações de mecanismos extra-universitários (como o recurso à polícia etc).</i></p>
<p>Mas a questão permanece. Quem foram os responsáveis diretos pela ação predatória? A quem compete a apuração das <i>responsabilidades </i>para as devidas punições? (Ou não é caso de apuração e punição?). Enfim, saiamos desse clima mental de pseudo-ingenuidade da pré-adolescência, e sejamos adultos.</p>
<p>A meu ver, houve transbordamentosim para além do movimento estudantil autêntico (ou não?), com a intromissão de outros personagens externos à vida universitária, que as fotos permitem supor: foi por tal motivo que me dirigi ao <i>segmento democrático do alunado da USP, que certamente não apoiou essa brutalização de um espaço de pesquisa, estudos e debates livres e civilizados. </i></p>
<p>Entendo que, após uma tomada por estudantes de um estabelecimento (sobretudo se ele for <i>público,</i> <i>mantido com impostos da população)</i>, ele deve ser zelado com rigor. Confesso que até agora não notei qualquer medida nesse sentido, e convido os leitores (as) deste texto a visitar os resultados da ação predatória, em alguns caso irremediável (DVDs, gravações, documentos etc).</p>
<p>No mais, continuo a defender a eleição direta de reitor pela comunidade, embora fazendo parte da minoria dentre meus colegas. Até porque a eleição, tal como se faz atualmente, trouxe-nos para a Reitoria os professores Suely Vilela e Grandino Rodas, com resultados que aí estão. Como vale recordar, eu próprio fui eleito pela comunidade como Diretor da FFLCHUSP e não pude tomar posse, mas o contexto era outro... Era um tempo de ditadura, o que não mudou muito aqui na USP…</p>
<p>O IEA está, agora e novamente, se dispondo a reabrir espaço para a discussão com a comunidade e suas lideranças sobre os últimos tristes acontecimentos, que nos atingiram de modo inusitado. E convidando a universidade a participar desse seu “renascer das cinzas”. Pois não vamos parar, nem mudar nossa rota.</p>
<p>Em tempo: visitem o IEA e participem de sua reconstrução!</p>
<p><i>* Carlos Guilherme Mota, professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, foi o primeiro diretor do IEA (gestão José Goldemberg).</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
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      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
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    <dc:date>2013-11-21T17:40:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/a-comunidade-uspiana">
    <title>À comunidade uspiana — Os pingos nos is: predação, não!</title>
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<p><strong> </strong></p>
<p>Tenho recebido muitas mensagens de apoio à minha indignação com o ocorrido com o Instituto de Estudos Avançados, e também algumas outras criticando minha possível postura autoritária, alinhamento com o “sistema” etc. Não, não estou alinhado com o “sistema”, nem poderia estar. Para mim, manifestações estudantis, mesmo que contundentes, e de funcionários e professores, sempre fizeram parte da vida universitária. <i>Predação não</i>; no caso da tomada da Faculdade de Filosofia em 1968, de que participei, <i>não predamos</i>, mas fomos predados pela Polícia e pelo CCC.</p>
<p>Parece-me óbvio: quem fez o que fez no Instituto de Estudos Avançados é meliante, e não estudante. Houve prejuízo material, perda de produção científica e intelectual de alto nível e um <i>grave abalo moral</i>, que atingiu nossa ampla e variada comunidade. O IEA era e continua a ser um <i>espaço aberto,</i> onde se cultiva o pensamento crítico de modo democrático e se publica uma das melhores revistas científico-culturais, e um episódio desses nos fere, nos humilha. E nos enche de indignação. <i>Tem que haver reparo.</i></p>
<p>A predação foi executada por muita gente, e pode-se supor que havia (quando menos) alguns estudantes (com aspas e sem aspas) entre as quase 200 pessoas. Quando na <i>Carta aos “Estudantes”</i> explicito que me dirijo à banda não podre do alunado, pressuponho (parece-me claro) que exista uma banda sólida e bem intencionada, ou melhor, <i>um segmento crítico e produtivo, democrático e também atuante.</i> Que fique claro! É a estes que me dirijo para levantar a questão das responsabilidades, pois com meliantes não há conversa possível.</p>
<p>Quando no final daquele artigo (a Carta) que traduz toda minha profunda indignação, sugiro a renúncia imediata do Reitor, por incompetente, deixo claro que a ele cabe, ontem e hoje, a culpa maior tanto pelo ocorrido como pelo que vem ocorrendo na USP.<i> Aí estão envolvidas questões como falta de zelo EFETIVO pelo patrimônio público e pelo bem comum, incapacidade de negociar, eventuais utilizações de mecanismos extra-universitários (como o recurso à polícia etc).</i></p>
<p>Mas a questão permanece. Quem foram os responsáveis diretos pela ação predatória? A quem compete a apuração das <i>responsabilidades </i>para as devidas punições? (Ou não é caso de apuração e punição?). Enfim, saiamos desse clima mental de pseudo-ingenuidade da pré-adolescência, e sejamos adultos.</p>
<p>A meu ver, houve transbordamentosim para além do movimento estudantil autêntico (ou não?), com a intromissão de outros personagens externos à vida universitária, que as fotos permitem supor: foi por tal motivo que me dirigi ao <i>segmento democrático do alunado da USP, que certamente não apoiou essa brutalização de um espaço de pesquisa, estudos e debates livres e civilizados. </i></p>
<p>Entendo que, após uma tomada por estudantes de um estabelecimento (sobretudo se ele for <i>público,</i> <i>mantido com impostos da população)</i>, ele deve ser zelado com rigor. Confesso que até agora não notei qualquer medida nesse sentido, e convido os leitores (as) deste texto a visitar os resultados da ação predatória, em alguns caso irremediável (DVDs, gravações, documentos etc).</p>
<p>No mais, continuo a defender a eleição direta de reitor pela comunidade, embora fazendo parte da minoria dentre meus colegas. Até porque a eleição, tal como se faz atualmente, trouxe-nos para a Reitoria os professores Suely Vilela e Grandino Rodas, com resultados que aí estão. Como vale recordar, eu próprio fui eleito pela comunidade como Diretor da FFLCHUSP e não pude tomar posse, mas o contexto era outro... Era um tempo de ditadura, o que não mudou muito aqui na USP…</p>
<p>O IEA está, agora e novamente, se dispondo a reabrir espaço para a discussão com a comunidade e suas lideranças sobre os últimos tristes acontecimentos, que nos atingiram de modo inusitado. E convidando a universidade a participar desse seu “renascer das cinzas”. Pois não vamos parar, nem mudar nossa rota.</p>
<p>Em tempo: visitem o IEA e participem de sua reconstrução!</p>
<p><i>* Carlos Guilherme Mota, professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, foi o primeiro diretor do IEA (gestão José Goldemberg).</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/sala-verde/carta-aberta-aos-estudantes-da-usp">
    <title>Carta aberta aos "estudantes" da USP</title>
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    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><span><i>Carlos Guilherme Mota*</i></span></p>
<p>No recente episódio de ocupação e desocupação da Reitoria da Universidade de São Paulo, ocorreu um crime inafiançável: a depredação da sede de nosso Instituto de Estudos Avançados. Vale notar que o IEA não pertence à Reitoria, tem autonomia e está provisoriamente no mesmo edifício, o que não vem ao caso. Mas, ainda assim, foi objeto de uma das mais indevidas e abjetas ocupações pseudo-universitárias (pois o que ocorreu não foi nada<i> universitário</i>) de que se tem notícia no último meio século. Conseguiram, os predadores, perpretar façanha ainda maior do que uma outra, também inesquecível, que ocorreu durante o regime militar.</p>
<p>Com efeito, na manhã da segunda-feira do último dia 11, e nos dias seguintes, fomos tomando ciência do que ocorrera no fim de semana na Reitoria, quando recebemos fotos e depoimentos que davam conta da barbárie. Ou seja, da depredação brutal e boçal da sede do IEA, após invasão indevida e festim descabido, até o dia nascer.</p>
<p>Podemos entender que manifestações estudantis, e mesmo de funcionários e professores, sempre fizeram parte da vida universitária. E que agora, no compasso das manifestações sociais de insatisfação com os rumos da República, a escala das movimentos vem adquirindo novos contornos, inclusive com os <strong><i>black blocs</i></strong> e com usos de metodologias de ação que evocam historicamente os inícios de vários regimes fascistas.</p>
<p>O que não se pode conceber é que o movimento estudantil tenha permitido transbordamentos inconfessáveis como o ocorrido no último fim de semana, com depredação de nossas instalações no campus, levando de roldão arquivos, computadores, documentos, pastas de pesquisas, arrombando portas, pichando e até furando  paredes, estragando material resultante de longas e cuidadosas reuniões de trabalho, em fase de publicação. O prejuízo é incalculável. E mais: trata-se de ação criminosa, nem mais nem menos.</p>
<p>Incalculável é também o dano moral e psicológico que nos causou a devastação de salas de pesquisadores consagrados, como a do professor Aziz Ab’Saber, para citarmos um caso apenas. Mas todas nossas instalações foram visitadas pelo meliantes, digo, estudantes, inclusive o pequeno anfiteatro onde realizamos intensos e variados seminários e conferências abertas ao público, e gratuitamente!  Como se sabe, trata-se de uma sede provisória, já precária <i>per se</i>, pois fomos “mudados”, sem consulta prévia, de nosso<i> locus</i> original do prédio da Reitoria velha, aguardando a lenta, muito lenta construção do novo.</p>
<p>Enfim, é chegada a hora de se perguntar aos estudantes, frontalmente: o que se pretendeu com tal barbarização? Protestar contra o reitor atual? Contra o processo eleitoral? Contra o IEA e suas variadas e multifacetadas linhas de reflexão, pesquisa e socialização do conhecimento?</p>
<p>Com o tempo, outras perguntas deverão ser feitas, e nós as faremos a vocês!, passado este duro e constrangedor momento: que tipo de formação tiveram? O que aprenderam em suas casas, e em suas escolas e Faculdades? E agora, que sistema universitário defendem, e pretendem implantar, no rastro desta cega destruição? E o nosso  IEA, em quê  precisamente ele os incomoda, ao ponto de terem-no tranformado em alvo de operação de guerra? Note-se que  temos trazido para seus quadros e seus embates muitos intelectuais, do porte de Milton Santos, Aníbal Quijano, Jacob Gorender, Raymundo Faoro, Eric Hobsbawm, Moreno Fraginals, Mayana Zatz, Boaventura de Sousa Santos, Leyla Perrone-Moysés, para ficarmos em apenas nestes exemplos.</p>
<p>Agora, porém, caros estudantes, o problema tornou-se mais sério e grave. E dirijo-me à banda não-podre do alunado, que também deve assumir suas responsabilidades pelo ocorrido, em episódios altamente delituosos. Pois buliram não com um vespeiro, mas com a própria colmeia, onde se dá e se aprimora a produção e a crítica, habitada por “abelhas” bravias.</p>
<p>Nosso IEA é independente, mas não é neutro, e não vamos tolerar esse padrão concessivo e “liberal” em que a USP, o Estado e a República estão empapados e acostumados.  Como se trata de um próprio público em plena atividade, ou seja, do Estado, um espaço coletivo, com equipamento caro e uma memória pelos quais temos a obrigação de zelar, iremos apurar até o fim as responsabilidades por tais atos eivados de vandalismo boçal. E efetuar as devidas punições com mão forte, até o fim, para o que contamos com os poderes constituídos, que andaram fraquejando demais, e com o firme apoio da comunidade científico-cultural, nacional e internacional.</p>
<p><i>* Carlos Guilherme Mota, professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, foi o primeiro diretor do IEA (gestão José Goldemberg).</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/carta-aberta-aos-estudantes-da-usp">
    <title>Carta aberta aos "estudantes" da USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/iea/sala-verde/carta-aberta-aos-estudantes-da-usp</link>
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<p>No recente episódio de ocupação e desocupação da Reitoria da Universidade de São Paulo, ocorreu um crime inafiançável: a depredação da sede de nosso Instituto de Estudos Avançados. Vale notar que o IEA não pertence à Reitoria, tem autonomia e está provisoriamente no mesmo edifício, o que não vem ao caso. Mas, ainda assim, foi objeto de uma das mais indevidas e abjetas ocupações pseudo-universitárias (pois o que ocorreu não foi nada<i> universitário</i>) de que se tem notícia no último meio século. Conseguiram, os predadores, perpretar façanha ainda maior do que uma outra, também inesquecível, que ocorreu durante o regime militar.</p>
<p>Com efeito, na manhã da segunda-feira do último dia 11, e nos dias seguintes, fomos tomando ciência do que ocorrera no fim de semana na Reitoria, quando recebemos fotos e depoimentos que davam conta da barbárie. Ou seja, da depredação brutal e boçal da sede do IEA, após invasão indevida e festim descabido, até o dia nascer.</p>
<p>Podemos entender que manifestações estudantis, e mesmo de funcionários e professores, sempre fizeram parte da vida universitária. E que agora, no compasso das manifestações sociais de insatisfação com os rumos da República, a escala das movimentos vem adquirindo novos contornos, inclusive com os <strong><i>black blocs</i></strong> e com usos de metodologias de ação que evocam historicamente os inícios de vários regimes fascistas.</p>
<p>O que não se pode conceber é que o movimento estudantil tenha permitido transbordamentos inconfessáveis como o ocorrido no último fim de semana, com depredação de nossas instalações no campus, levando de roldão arquivos, computadores, documentos, pastas de pesquisas, arrombando portas, pichando e até furando  paredes, estragando material resultante de longas e cuidadosas reuniões de trabalho, em fase de publicação. O prejuízo é incalculável. E mais: trata-se de ação criminosa, nem mais nem menos.</p>
<p>Incalculável é também o dano moral e psicológico que nos causou a devastação de salas de pesquisadores consagrados, como a do professor Aziz Ab’Saber, para citarmos um caso apenas. Mas todas nossas instalações foram visitadas pelo meliantes, digo, estudantes, inclusive o pequeno anfiteatro onde realizamos intensos e variados seminários e conferências abertas ao público, e gratuitamente!  Como se sabe, trata-se de uma sede provisória, já precária <i>per se</i>, pois fomos “mudados”, sem consulta prévia, de nosso<i> locus</i> original do prédio da Reitoria velha, aguardando a lenta, muito lenta construção do novo.</p>
<p>Enfim, é chegada a hora de se perguntar aos estudantes, frontalmente: o que se pretendeu com tal barbarização? Protestar contra o reitor atual? Contra o processo eleitoral? Contra o IEA e suas variadas e multifacetadas linhas de reflexão, pesquisa e socialização do conhecimento?</p>
<p>Com o tempo, outras perguntas deverão ser feitas, e nós as faremos a vocês!, passado este duro e constrangedor momento: que tipo de formação tiveram? O que aprenderam em suas casas, e em suas escolas e Faculdades? E agora, que sistema universitário defendem, e pretendem implantar, no rastro desta cega destruição? E o nosso  IEA, em quê  precisamente ele os incomoda, ao ponto de terem-no tranformado em alvo de operação de guerra? Note-se que  temos trazido para seus quadros e seus embates muitos intelectuais, do porte de Milton Santos, Aníbal Quijano, Jacob Gorender, Raymundo Faoro, Eric Hobsbawm, Moreno Fraginals, Mayana Zatz, Boaventura de Sousa Santos, Leyla Perrone-Moysés, para ficarmos em apenas nestes exemplos.</p>
<p>Agora, porém, caros estudantes, o problema tornou-se mais sério e grave. E dirijo-me à banda não-podre do alunado, que também deve assumir suas responsabilidades pelo ocorrido, em episódios altamente delituosos. Pois buliram não com um vespeiro, mas com a própria colmeia, onde se dá e se aprimora a produção e a crítica, habitada por “abelhas” bravias.</p>
<p>Nosso IEA é independente, mas não é neutro, e não vamos tolerar esse padrão concessivo e “liberal” em que a USP, o Estado e a República estão empapados e acostumados.  Como se trata de um próprio público em plena atividade, ou seja, do Estado, um espaço coletivo, com equipamento caro e uma memória pelos quais temos a obrigação de zelar, iremos apurar até o fim as responsabilidades por tais atos eivados de vandalismo boçal. E efetuar as devidas punições com mão forte, até o fim, para o que contamos com os poderes constituídos, que andaram fraquejando demais, e com o firme apoio da comunidade científico-cultural, nacional e internacional.</p>
<p><i>* Carlos Guilherme Mota, professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, foi o primeiro diretor do IEA (gestão José Goldemberg).</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-11-14T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/sala-verde/universidade-e-democracia">
    <title>Universidade e democracia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/sala-verde/universidade-e-democracia</link>
    <description>Artigo sobre a greve na USP e o bloqueio da então Antiga Reitoria em 2004 publicado no jornal "Folha de S.Paulo" em 5 agosto daquele ano </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>As universidades públicas brasileiras são sacudidas periodicamente  por </span><span>greves de docentes, funcionários ou estudantes. Cada greve tem um  caráter </span><span>único, que depende da história dos movimentos anteriores e do entorno </span><span>político, social e econômico do momento. A greve nas universidades  públicas </span><span>paulistas neste ano se caracterizou pela pouca participação de  docentes, </span><span>alunos e funcionários e pelo uso, mais uma vez, da violência por parte  de </span><span>grupos pouco representativos – felizmente – de funcionários e  estudantes.</span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><span>A violência se expressou com mais clareza nos piquetes autoritários  que </span><span>impediram o ingresso das pessoas na reitoria, no edifício da Antiga </span><span>Reitoria e na Prefeitura do *campus* da USP em São Paulo, num  claro </span><span>desrespeito a princípios elementares e universalmente aceitos da </span><span>democracia. Piquetes igualmente violentos foram usados como forma de </span><span>intimidação nos <i>campi</i> de Piracicaba, São Carlos e Ribeirão  Preto. As </span><span>reitorias da Unicamp e da Unesp foram invadidas e parcialmente  depredadas.</span></p>
<p><span>O ápice dessas demonstrações de absoluto desrespeito à democracia teve  como </span><span>palco o Plenário da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo,  quando </span><span>uma turba desceu das galerias e chegou a conflito físico com  deputados </span><span>estaduais.</span></p>
<p><span>Como é possível que, na universidade, onde a reflexão racional e o  diálogo </span><span>devem imperar, uma "racionalidade" baseada no confronto e na violência  seja </span><span>utilizada como instrumento de pressão numa negociação salarial? Se isso  não </span><span>pode ser aceito em nenhuma esfera da vida social, menos ainda pode sê-lo  na </span><span>universidade, cuja missão precípua é formar cidadãos com competências </span><span>específicas e que no futuro desempenharão papel de relevância e  liderança </span><span>na sociedade, com todas as responsabilidades éticas e sociais que  tais </span><span>posições exigem. Devemo-nos perguntar que cidadãos formaremos</span></p>
<p style="text-align: right; "><i>Alfredo Bosi, Ana Lydia Sawaya, Celso Grebogi,<br /></i><i>Hernan Chaimovich, João </i><i>Steiner e Yvonne Mascarenhas</i></p>
<p style="text-align: left; "> </p>
<p style="text-align: left; "><span>* Publicado no jornal "Folha de S.Paulo" na edição de 5 de agosto de 2004, página A3.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
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    <title>Universidade e democracia</title>
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    <description>Artigo sobre a greve na USP e o bloqueio da então Antiga Reitoria em 2004 publicado no jornal "Folha de S.Paulo" em 5 agosto daquele ano </description>
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<p class="mceContentBody documentContent"><span>A violência se expressou com mais clareza nos piquetes autoritários  que </span><span>impediram o ingresso das pessoas na reitoria, no edifício da Antiga </span><span>Reitoria e na Prefeitura do *campus* da USP em São Paulo, num  claro </span><span>desrespeito a princípios elementares e universalmente aceitos da </span><span>democracia. Piquetes igualmente violentos foram usados como forma de </span><span>intimidação nos <i>campi</i> de Piracicaba, São Carlos e Ribeirão  Preto. As </span><span>reitorias da Unicamp e da Unesp foram invadidas e parcialmente  depredadas.</span></p>
<p><span>O ápice dessas demonstrações de absoluto desrespeito à democracia teve  como </span><span>palco o Plenário da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo,  quando </span><span>uma turba desceu das galerias e chegou a conflito físico com  deputados </span><span>estaduais.</span></p>
<p><span>Como é possível que, na universidade, onde a reflexão racional e o  diálogo </span><span>devem imperar, uma "racionalidade" baseada no confronto e na violência  seja </span><span>utilizada como instrumento de pressão numa negociação salarial? Se isso  não </span><span>pode ser aceito em nenhuma esfera da vida social, menos ainda pode sê-lo  na </span><span>universidade, cuja missão precípua é formar cidadãos com competências </span><span>específicas e que no futuro desempenharão papel de relevância e  liderança </span><span>na sociedade, com todas as responsabilidades éticas e sociais que  tais </span><span>posições exigem. Devemo-nos perguntar que cidadãos formaremos</span></p>
<p style="text-align: right; "><i>Alfredo Bosi, Ana Lydia Sawaya, Celso Grebogi,<br /></i><i>Hernan Chaimovich, João </i><i>Steiner e Yvonne Mascarenhas</i></p>
<p style="text-align: left; "> </p>
<p style="text-align: left; "><span>* Publicado no jornal "Folha de S.Paulo" na edição de 5 de agosto de 2004, página A3.</span></p>]]></content:encoded>
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    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/sala-verde/un-effort-encore">
    <title>'Un effort encore!!!'</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/sala-verde/un-effort-encore</link>
    <description>Carlos Guilherme Mota, primeiro diretor do IEA, manifesta sua indignação diante do ocorrido e solidariza-se com a Direção e os funcionários do IEA</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Caríssimo Diretor Professor Martin  Grossmann:</span></p>
<p><span>Ao retornar do Exterior, deparei-me com o quadro descrito em sua mensagem e  nas de colegas, em que manifestam fortes  e bem fundadas preocupações com os  rumos da USP.</span></p>
<p>Não posso deixar de expressar, até pelo fato de ter sido o  primeiro  Diretor de nosso IEA ("um espaço independente e aberto, mas não neutro"),  minha  profunda indignação com o que ocorreu. Depredação de patrimônio público sob  nossa responsabilidade, desconsideração para com nossa história e nossa presença  pública enquanto instituição inovadora e democrática, aviltamento do próprio  conceito de UNIVERSIDADE (que de fato aguarda reconceituação, reforma e  atualização), recurso à violência, impedimento de nossa livre circulação em  local de TRABALHO e PESQUISA,  tudo conduz à ideia de que estamos em face de uma  CRISE muito mais profunda do que imaginávamos, e de tudo o que a imprensa e  diferentes manifestos sugerem. Urge compreendê-la.</p>
<p><span>Digamos que a crise, do ponto de vista social, ideológico, político e  propriamente cultural já vem se arrastando há vários anos. Seria banal dizer que  é um "reflexo" do que se passa no País. Digamos que a gangrena que vem matando  nossa muito incipiente "sociedade civil" agora atinge órgãos centrais de nossa  USP, obrigando-a a tomar conhecimento do que vem se verificando em salas de aula  e em Faculdades que deveriam</span><strong> formar novos profissionais</strong><span> (sobretudo  professores, urbanistas,  economistas, administradores, matemáticos etc.etc)  para a rede pública. Digamos que os tais "jacobinos"  atuais não têm nada em  comum com aqueles da</span><strong> Convention</strong><span> francesa de 1793, e que um lumpesinato  político-cultural e mental tomou conta do País, de alto a baixo. Digamos que as  lideranças docentes (Congregações, Departamentos etc) deveriam ter</span><strong> previsto e  se antecipado</strong><span> no equacionamento desses problemas que agora eclodem. Pois a  problemática é deveras complexa e não se restringe apenas ao episódio de  eleições diretas ou não para a Reitoria!  Como escreveu um dos membros do  Conselho "expandido", referindo-se aos agentes do vandalismo: "mas que educação  receberam eles em seus lares? em suas escolas? em seus meios sociais? O que será  do presente e do futuro do país com essas elites?". Talvez até seja a mesma dos  condutores desses automóveis-bunker com vidro negro que circulam em alta  velocidade pelos Jardins...Ora, sabemos que o buraco é mais embaixo; ou mais  acima!</span></p>
<p><span>Hoje, caro Professor Grossmann,  até o nosso IEA também foi atropelado. O  que é inédito e</span><strong> solicita uma resposta pública vigorosa</strong><span>. Recordo que,  quando de uma greve geral à época da gestão Goldemberg, as lideranças souberam  negociar e respeitar atividades do Instituto, a atuação deste ex-Diretor e do  Reitor, até mesmo aquela conferência ocorrida na própria sala do Conselho  Universitário (proferida pelo importante historiador inglês Christopher Hill),  entre outras atividades.</span></p>
<p>Ainda não tenho clareza quanto ao que deveremos fazer, e o que poderia  sugerir. Mas, desde logo, penso que o IEA conta no seu Conselho com  membros  altamente qualificados, firmes e responsáveis, assim como um "Conselho  expandido", além do que denominávamos o "Senado invisível", agregando ex-membros  de Conselho Diretor, ex-diretores, ex-visitantes e simpatizantes de nosso mundo  científico-cultural. Ou seja,  uma comunidade variada porém muito crítica e  atuante. Como sempre atuou,  o IEA deve continuar a funcionar como um espaço de  diálogo e negociação, dentro de<strong> sua experiência já reconhecida</strong>, em casos  de impasses como o atual.</p>
<p>Uma fórmula que poderia tornar-se viável seria talvez a constituição de  um<strong> Fórum</strong> dirigido com mão firme por Professores Eméritos ou com "notável  saber" e acima de interesses, grupos, chapas, corporações, humores e partidos.  Penso em nomes como do próprio ex-Reitor Goldemberg, de Alfredo Bosi, de William  Saad Hossne (ex-diretor científico da FAPESP e ex-Reitor da UFSCar, eleito pelo  voto direto no começo dos anos 80), do professor e jurista Dalmo de Abreu  Dallari, de Jacques Marcovitch (ex-diretor do IEA e ex-Reitor da USP, que teve  uma experiência forte no transcurso de seu mandato), e do Emérito e sereno  professor Adib Jatene.</p>
<p>Por fim,<strong> quero me solidarizar com sua pessoa e com toda a equipe de  nosso Instituto, e também com nosso Conselho Diretor. O IEA sempre soube  enfrentar desafios fortes, desde sua criação, e foi ao longo de muitos e  sucessivos embates que adquiriu a credibilidade que pode ostentar .</strong> "Un  effort encore!!!"</p>
<p><span>"Salut et Fraternité!!!"</span></p>
<p style="text-align: right; "><span>Carlos Guilherme Mota</span></p>
<p><span>P.S. — Nesta época de pragmatismo "irresponsável", tecnocratismo emburrecedor  e asfixiante burocratismo, talvez seja um bom momento para revisitarmos as teses  do notável educador Anísio Teixeira, sobre a "Universidade de Fins Culturais".   Até para tentarmos saber em que ponto de sua caminhada histórica a Universidade  se perdeu.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
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    <description>Carlos Guilherme Mota, primeiro diretor do IEA, manifesta sua indignação diante do ocorrido e solidariza-se com a Direção e os funcionários do IEA</description>
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<p><span>Ao retornar do Exterior, deparei-me com o quadro descrito em sua mensagem e  nas de colegas, em que manifestam fortes  e bem fundadas preocupações com os  rumos da USP.</span></p>
<p>Não posso deixar de expressar, até pelo fato de ter sido o  primeiro  Diretor de nosso IEA ("um espaço independente e aberto, mas não neutro"),  minha  profunda indignação com o que ocorreu. Depredação de patrimônio público sob  nossa responsabilidade, desconsideração para com nossa história e nossa presença  pública enquanto instituição inovadora e democrática, aviltamento do próprio  conceito de UNIVERSIDADE (que de fato aguarda reconceituação, reforma e  atualização), recurso à violência, impedimento de nossa livre circulação em  local de TRABALHO e PESQUISA,  tudo conduz à ideia de que estamos em face de uma  CRISE muito mais profunda do que imaginávamos, e de tudo o que a imprensa e  diferentes manifestos sugerem. Urge compreendê-la.</p>
<p><span>Digamos que a crise, do ponto de vista social, ideológico, político e  propriamente cultural já vem se arrastando há vários anos. Seria banal dizer que  é um "reflexo" do que se passa no País. Digamos que a gangrena que vem matando  nossa muito incipiente "sociedade civil" agora atinge órgãos centrais de nossa  USP, obrigando-a a tomar conhecimento do que vem se verificando em salas de aula  e em Faculdades que deveriam</span><strong> formar novos profissionais</strong><span> (sobretudo  professores, urbanistas,  economistas, administradores, matemáticos etc.etc)  para a rede pública. Digamos que os tais "jacobinos"  atuais não têm nada em  comum com aqueles da</span><strong> Convention</strong><span> francesa de 1793, e que um lumpesinato  político-cultural e mental tomou conta do País, de alto a baixo. Digamos que as  lideranças docentes (Congregações, Departamentos etc) deveriam ter</span><strong> previsto e  se antecipado</strong><span> no equacionamento desses problemas que agora eclodem. Pois a  problemática é deveras complexa e não se restringe apenas ao episódio de  eleições diretas ou não para a Reitoria!  Como escreveu um dos membros do  Conselho "expandido", referindo-se aos agentes do vandalismo: "mas que educação  receberam eles em seus lares? em suas escolas? em seus meios sociais? O que será  do presente e do futuro do país com essas elites?". Talvez até seja a mesma dos  condutores desses automóveis-bunker com vidro negro que circulam em alta  velocidade pelos Jardins...Ora, sabemos que o buraco é mais embaixo; ou mais  acima!</span></p>
<p><span>Hoje, caro Professor Grossmann,  até o nosso IEA também foi atropelado. O  que é inédito e</span><strong> solicita uma resposta pública vigorosa</strong><span>. Recordo que,  quando de uma greve geral à época da gestão Goldemberg, as lideranças souberam  negociar e respeitar atividades do Instituto, a atuação deste ex-Diretor e do  Reitor, até mesmo aquela conferência ocorrida na própria sala do Conselho  Universitário (proferida pelo importante historiador inglês Christopher Hill),  entre outras atividades.</span></p>
<p>Ainda não tenho clareza quanto ao que deveremos fazer, e o que poderia  sugerir. Mas, desde logo, penso que o IEA conta no seu Conselho com  membros  altamente qualificados, firmes e responsáveis, assim como um "Conselho  expandido", além do que denominávamos o "Senado invisível", agregando ex-membros  de Conselho Diretor, ex-diretores, ex-visitantes e simpatizantes de nosso mundo  científico-cultural. Ou seja,  uma comunidade variada porém muito crítica e  atuante. Como sempre atuou,  o IEA deve continuar a funcionar como um espaço de  diálogo e negociação, dentro de<strong> sua experiência já reconhecida</strong>, em casos  de impasses como o atual.</p>
<p>Uma fórmula que poderia tornar-se viável seria talvez a constituição de  um<strong> Fórum</strong> dirigido com mão firme por Professores Eméritos ou com "notável  saber" e acima de interesses, grupos, chapas, corporações, humores e partidos.  Penso em nomes como do próprio ex-Reitor Goldemberg, de Alfredo Bosi, de William  Saad Hossne (ex-diretor científico da FAPESP e ex-Reitor da UFSCar, eleito pelo  voto direto no começo dos anos 80), do professor e jurista Dalmo de Abreu  Dallari, de Jacques Marcovitch (ex-diretor do IEA e ex-Reitor da USP, que teve  uma experiência forte no transcurso de seu mandato), e do Emérito e sereno  professor Adib Jatene.</p>
<p>Por fim,<strong> quero me solidarizar com sua pessoa e com toda a equipe de  nosso Instituto, e também com nosso Conselho Diretor. O IEA sempre soube  enfrentar desafios fortes, desde sua criação, e foi ao longo de muitos e  sucessivos embates que adquiriu a credibilidade que pode ostentar .</strong> "Un  effort encore!!!"</p>
<p><span>"Salut et Fraternité!!!"</span></p>
<p style="text-align: right; "><span>Carlos Guilherme Mota</span></p>
<p><span>P.S. — Nesta época de pragmatismo "irresponsável", tecnocratismo emburrecedor  e asfixiante burocratismo, talvez seja um bom momento para revisitarmos as teses  do notável educador Anísio Teixeira, sobre a "Universidade de Fins Culturais".   Até para tentarmos saber em que ponto de sua caminhada histórica a Universidade  se perdeu.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
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      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/apesar-de-invasao-da-reitoria-iea-mantem-se-ativo">
    <title>Apesar de invasão da Reitoria, IEA mantém-se ativo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/apesar-de-invasao-da-reitoria-iea-mantem-se-ativo</link>
    <description>Desde o dia 2 de outubro, o IEA está impossibilitado de utilizar sua sede devido à invasão da Reitoria da USP por estudantes. No entanto, o Instituto tem realizado parte significativa de suas atividades, graças à colaboração de outras unidades da Universidade.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Desde o  dia seguinte à invasão da Reitoria por estudantes, ocorrida no dia 1º de outubro  durante a reunião do Conselho Universitário que deliberou sobre as <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/as-mudancas-no-processo-eleitoral-para-reitor-e-vice-reitor-da-usp" class="external-link">mudanças no  processo eleitoral</a> da Universidade, o IEA está impossibilitado de utilizar sua  sede, também situada na Administração Central.<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p>Os  prejuízos para as atividades acadêmicas e administrativas do Instituto têm sido  imensos. Além da privação de seu local de trabalho a professores visitantes,  grupos de estudo e pesquisa e funcionários de todas as áreas, o bloqueio às  instalações impede o acesso a equipamentos, documentos, arquivos e outros  recursos, físicos e digitais, essenciais ao pleno funcionamento do  Instituto.<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p>No  entanto, apesar de todas essas dificuldades e em respeito à sua missão acadêmica  e institucional, o IEA tem realizado parte significativa de suas atividades,  utilizando-se de instalações e auditórios cedidos por outras unidades da  USP.<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p>Enquanto perdurar essa situação anômala, o IEA solicita a  quem necessite entrar em contato com o Instituto telefonar para (11)  3091-4076, ramal 24, ou encaminhar mensagem por e-mail para o  integrante da <a href="https://www.iea.usp.br/iea/estrutura/equipe" class="external-link">equipe</a> que julgar apropriado.<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p>O IEA  deseja que as atuais negociações entre os estudantes invasores e os dirigentes  da Universidade cheguem a bom termo o mais rápido possível, para que a vida  acadêmica volte à sua normalidade, em benefício de  todos.<strong><span style="text-decoration: underline;"></span> <span style="text-decoration: underline;"></span></strong></p>
<p><strong>Agradecimento<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></strong></p>
<p>Não  fosse o inestimável apoio de algumas pessoas e unidades da Universidade durante  esse período, a maioria das atividades acadêmicas e administrativas do Instituto  não poderia estar sendo realizada.<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p>O IEA  agradece o suporte para abrigar a maior  parte de sua equipe  proporcionado pelo Departamento de Biblioteconomia e Documentação da Escola de  Comunicações e Artes e ao conselheiro Guilherme Ary Plonski, que gentilmente compartilhou sua sala pessoal na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade  para abrigar a Divisão de Comunicação do  Instituto.<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>
<p>O  agradecimento é extensivo às seguintes unidades e organismos da USP que têm  cedido seus auditórios para os eventos públicos do IEA: Centro de Computação  Eletrônica, Centro de Práticas Esportivas, Centro Universitário Maria Antonia, Escola de Comunicações e Artes,  Faculdade de Direito, Instituto de Matemática e Estatística, Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências  Atmosféricas, Instituto de Psicologia, Instituto de Ciências Biomédicas e Museu  de Arte Contemporânea.<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-10-27T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/diretor-do-iea-faz-conferencia-no-sesc-sobre-culturais">
    <title>Diretor do IEA faz conferência no Sesc sobre gestão cultural</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/diretor-do-iea-faz-conferencia-no-sesc-sobre-culturais</link>
    <description>A conferência de Martin Grossmann acontece no dia 15 de outubro, às 19h30, no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a href="https://www.iea.usp.br/iea/estrutura-organizacional/direcao" class="external-link">Martin Grossmann</a>, diretor do IEA e professor titular de sistemas de informação da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, faz a conferência <em>Prática em Gestão Cultural </em><em>no dia 15 de outubro, às 19h30, no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc</em><em>.</em></p>
<p><span style="text-align: justify; ">Grossmann falará sobre suas experiências de gestão em instituições como o IEA, o Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP e o Centro Cultural São Paulo.</span></p>
<p class="rtejustify" style="text-align: justify; ">O Centro de Pesquisa e Formação do Sesc fica na rua Pelotas, 141, 5º andar, torre A, São Paulo. Para participar, é preciso fazer inscrição em qualquer unidade do Sesc em São Paulo ou pela <a href="http://seminario.cfinternet.sescsp.org.br/index.cfm?cgs_codigo=584" target="_blank">internet</a>. Mais informações podem ser obtidas no <a class="external-link" href="http://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br/atividade/pratica-em-gestao-cultural">site da instituição</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-10-15T20:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rudinei-toneto-jr-e-o-novo-coordenador-do-polo-ribeirao-preto">
    <title>Rudinei Toneto Jr. é o novo coordenador do Polo Ribeirão Preto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rudinei-toneto-jr-e-o-novo-coordenador-do-polo-ribeirao-preto</link>
    <description>Novo coordenador do Polo Ribeirão Preto do IEA iniciou seu mandato de quatro anos no dia 1º de outubro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rudinei-toneto-jr" style="float: right; " title="Rudinei Toneto Jr." class="image-inline" alt="Rudinei Toneto Jr." />Rudinei Toneto Jr., professor da Faculdade de Economia, Administração e  Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP, foi escolhido pelo reitor João Grandino  Rodas, com base em uma lista tríplice elaborada pelo Conselho Deliberativo  do IEA, para assumir a coordenação do <a href="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto" class="external-link">Polo Ribeirão Preto</a> do Instituto. O mandato de quatro anos teve início no dia 1º de outubro.<br /><br />Em sua gestão, Toneto Jr. pretende dar continuidade às atividades realizadas pelo Polo, como palestras, workshops, colóquios e Grupos de Estudo e Pesquisa, e desenvolver e estruturar parcerias estratégicas com as unidades de ensino e pesquisa do campus de Ribeirão Preto.<br /><br />Toneto Jr. é graduado, mestre, doutor e livre-docente em economia pela USP. E coordenador do <a class="external-link" href="http://www.ebc.fearp.usp.br/">Núcleo de Apoio à Pesquisa em Economia de Baixo Carbono</a>. Foi chefe do Departamento de Economia da FEA-RP entre 2002 e 2004 e diretor da mesma unidade de 2006 a 2010.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Polo Ribeirão Preto do IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-10-15T19:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-da-ubias-em-vancouver-17-de-setembro-de-2013">
    <title>Reunião da Ubias em Vancouver - 17 a 19 de setembro de 2013</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-da-ubias-em-vancouver-17-de-setembro-de-2013</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-09-17T20:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institutos-ubias-1/reuniao-da-ubias-em-vancouver-17-de-setembro-de-2013">
    <title>Reunião da Ubias em Vancouver - 17 a 19 de setembro de 2013</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institutos-ubias-1/reuniao-da-ubias-em-vancouver-17-de-setembro-de-2013</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-09-17T20:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-de-ieas-em-vancouver">
    <title>Encontro de IEAs em Vancouver discute a expansão global do conhecimento</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-de-ieas-em-vancouver</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-200">
<tbody>
<tr>
<th>
<p style="text-align: left; ">FOTOS</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-steering-committee-ubias-vancouver" class="external-link"><span>Reunião do </span><span>Steering<br />Committe</span><span>e — 16/09/2013</span></a></li>
</ul>
<ul>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/reuniao-da-ubias-em-vancouver-17-de-setembro-de-2013" class="external-link">Conferência Bienal — <br /><span>17-19/09/2013</span></a></span></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/cafeteria-do-pwias" class="external-link">Instalações do PWIAS</a><br /><br /></li>
</ul>
<p>VÍDEO</p>
<ul>
<li><span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/entrevista-com-rogerio-meneghini-sobre-a-scielo" class="external-link">Entrevista com Rogério Meneghini sobre a SciELO</a></span></li>
</ul>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>O IEA participa nos dias 17 a 19 de setembro, em Vancouver, Canadá, da Conferência Bienal da </span><a href="https://www.iea.usp.br/iea/redes/university-based-institutes-of-advanced-studies-2014-ubias" class="external-link">Ubias</a><span> (University-Based Institutes for Advanced Study), rede que congrega institutos de estudos avançados vinculados a universidades em todos os continentes. A instituição anfitriã do encontro é o </span><a class="external-link" href="http://pwias.ubc.ca">Peter Wall Institute for Advanced Studies</a><span> da University of British Columbia.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-200">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/imagem-do-encontro-da-ubias-em-vancouver" alt="Imagem do encontro da Ubias em Vancouver" class="image-inline" title="Imagem do encontro da Ubias em Vancouver" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>O tema do encontro é </span><a class="external-link" href="http://ubiasconference.pwias.ubc.ca/">Conhecimento Científico e Acadêmico</a><span>. Trata-se de uma iniciativa da rede Ubias para estreitar o relacionamento entre seus membros e expandir o conhecimento globalmente. Pesquisadores em diferentes estágios de suas carreiras, das humanidades e das ciências naturais, terão a oportunidade de compartilhar ideias entre si, com pós-graduandos e com o público durante os três dias do encontro. (</span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/programacao-da-conferencia-da-ubias-em-vancouver" class="internal-link"><i>Leia a programação completa do evento.</i></a><span>)</span></p>
<p style="text-align: left; "><span>O IEA estará representado pelo seu diretor Martin Grossmann e pelo conselheiro Guilherme Ary Plonski, expositores no painel </span><i>Curadoria do Conhecimento</i><span>, no dia 19, no qual apresentarão</span><span> a concepção de <a href="https://www.iea.usp.br/iea/metacuradorias" class="external-link">metacuradorias</a> implantada no Instituto, proposta que envolve o trabalho interdisciplinar de pesquisadores e coordenadores com o objetivo de motivar a formação de redes e minimizar a primazia da autoria individual.</span></p>
<p>Além da exposição sobre metacuradorias, o IEA apresentará o caso da <a class="external-link" href="http://www.scielo.br">Scientific Electronic Library Online (SciELO)</a>, por meio de entrevista em vídeo gravada com o cientometrista Rogério Meneghini, coordenador científico daquele banco online de periódicos acadêmicos. A SciELO é tema também de <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/scielo-scientific-electronic-library-online-a-database-of-open-access-journals" class="internal-link">contribuição</a> escrita de Meneghini para o encontro da Ubias.</p>
<p>Outra instituição brasileira que estará presente na conferência é o <a class="external-link" href="http://www.ilea.ufrgs.br/">Instituto Latino-Americano de Estudos Avançados (Ilea)</a> da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que será apresentado pelo seu diretor José Vicente Tavares dos Santos.</p>
<p> </p>
<p><strong>Realização</strong></p>
<table class="plain">
<tbody>
<tr>
<th><a class="external-link" href="http://www.ubias.net/"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/logos/logo-da-ubias-1" alt="Logo da Ubias" class="image-inline" title="Logo da Ubias" /></a></th><th><a class="external-link" href="http://pwias.ubc.ca"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/logos/logo-do-peter-wall-institute-for-advanced-studies-1" alt="Logo do Peter Wall Institute for Advanced Studies" class="image-inline" title="Logo do Peter Wall Institute for Advanced Studies" /></a></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong> </strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Metacurodorias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sala Verde</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-09-16T21:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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