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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 2.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/uso-da-telemedicina-exige-qualificacao-de-profissionais-e-pacientes-diz-especialista">
    <title>Uso da telemedicina exige qualificação de profissionais e pacientes, diz especialista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/uso-da-telemedicina-exige-qualificacao-de-profissionais-e-pacientes-diz-especialista</link>
    <description>Ferramenta pode incluir utilização de inteligência artificial, mas paciente tem direito de saber procedência do diagnóstico</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-18a70c1b-7fff-b0f0-1f2d-1616e2cdab48"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/hospital3098683_1280.jpg/@@images/4390e123-4939-40cb-a225-35e2e65d35f0.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A telemedicina ganhou destaque e passou a ser mais utilizada com o isolamento social imposto pela pandemia de covid-19. Porém, o uso de tecnologias pelos profissionais de saúde levanta a necessidade de qualificação e também traz uma série de questões éticas. No último episódio do USP Analisa especial sobre telemedicina, o docente da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP Paulo Mazzoncini de Azevedo Marques discute esses assuntos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele destaca que tanto o profissional de saúde quanto o próprio usuário precisam ter um preparo para fazer uso desse tipo de recurso. “Para o médico que quer fazer telemedicina, não basta ter um computador e uma rede. Ele tem que ser preparado para isso, ter algum treinamento, assim como um médico que vai fazer qualquer especialidade precisa ter. E  não adianta o profissional saber utilizar, estar qualificado, ter uma boa conectividade, se o usuário da saúde, por exemplo, uma pessoa idosa, não consegue utilizar aquela modalidade de cuidado. A gente tem que qualificar o usuário também, que talvez no caso do idoso não seja ele, seja um cuidador, alguém da família”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Marques explica que a telemedicina também pode incluir, em alguns casos, o uso de inteligência artificial, seja em casos mais simples ou até situações mais complexas. “Pode ser simplesmente um chatbot para responder alguma coisa ou até uma ferramenta que vai ajudar o médico a encontrar algo suspeito e tomar uma decisão clínica”, afirma ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>De qualquer forma, o docente alerta sobre a importância de utilizar essas ferramentas de forma ética, mantendo a transparência das informações para o paciente. “A pessoa que está sendo cuidada, que vai ter o resultado de uma avaliação da sua condição de saúde, tem o direito de saber se aquele resultado foi proveniente de uma análise de um ser humano, um médico, um profissional de saúde, se foi proveniente de uma avaliação de um software, um algoritmo de inteligência artificial que analisou os dados ou se foi resultado de um trabalho conjunto”, diz.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A última parte da entrevista vai ao ar nesta quarta (18), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (22), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Telemedicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-18T15:39:43Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/reducao-de-custos-e-fixacao-de-profissionais-sao-beneficios-da-telemedicina">
    <title>Redução de custos e fixação de profissionais são benefícios da telemedicina</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/reducao-de-custos-e-fixacao-de-profissionais-sao-beneficios-da-telemedicina</link>
    <description>Série especial do USP Analisa entrevista docente da FMRP sobre importância desse recurso</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-5af9215f-7fff-9410-1ccf-e1a8ed09f612"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/heart1698840_1280.jpg/@@images/36e47476-7d71-4fbf-bfa7-124017f39a5f.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Ferramenta bastante difundida nos tempos atuais em virtude da necessidade de isolamento social trazida pela pandemia de covid-19, a telemedicina também pode ser usada para agilizar o atendimento e melhorar a qualidade do Sistema Único de Saúde (SUS). Na segunda parte do especial do USP Analisa sobre esse tema, o docente da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP Paulo Mazzoncini de Azevedo Marques detalha esses benefícios.</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span>Marques explica que o SUS funciona dentro de um modelo de pirâmide em relação aos níveis de atendimento. Existem a atenção primária, que está mais próxima à população e localizada em regiões menores; a atenção secundária, que abrange centros de referência em locais específicos; e o último nível, com hospitais altamente especializados em grandes centros. Por isso, quando o paciente precisa de um atendimento mais específico, pode ser necessário que ele se desloque para outra cidade.</p>
<p dir="ltr"><span>“Nesse aspecto, o apoio de programas como o Telessaúde Brasil Redes pode minimizar o processo. Já está comprovado que uma boa parte do atendimento pode ser resolvido localmente, desde que você tenha o apoio de um profissional que está lá no hospital e que tenha a formação específica. Então o especialista apoia o médico de saúde da família e o médico de saúde da família, ao invés de mandar o paciente para o hospital, resolve a grande parte dos problemas ali mesmo. Você diminui problemas de deslocamento e diminui custos tanto para o sistema de saúde como para o próprio usuário”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Outro importante benefício trazido pela telemedicina, segundo ele, é a fixação de profissionais de saúde em locais mais distantes, já que muitos recusam a oferta de empregos em cidades do interior do País por receio quanto a dificuldades de trabalho e oportunidades de atualização.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Se você tem esse processo de apoio através de telessaúde e telemedicina, olhando agora não só o cuidado, mas também a questão da educação, da formação continuada, você aumenta essa chance. Se o profissional estiver em uma cidade onde a unidade básica de saúde em que ele trabalha tem acesso, por exemplo, a um núcleo da Rede Universitária de Telemedicina (RUTE), mesmo remotamente ele vai ter acesso a profissionais qualificados e material também para continuar seu estudo e fazer sua atualização. Isso, de certo modo, melhora a atração de profissionais qualificados para regiões mais remotas”, afirma o docente.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A segunda parte da entrevista vai ao ar nesta quarta (11), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (15), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
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      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Telemedicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-11T17:30:10Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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