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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 151 to 165.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/criptomoedas-podem-proporcionar-inclusao-financeira">
    <title>Criptomoedas podem proporcionar inclusão financeira</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/criptomoedas-podem-proporcionar-inclusao-financeira</link>
    <description>Moeda eletrônica é o tema do USP Analisa desta semana, que entrevista o docente da FEA-RP Jefferson Bertolai</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/ImagemporWorldSpectrumnaPixabay.jpg/@@images/88894232-7ab7-4756-9013-c6909a3ac7e6.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Um instrumento usado para realizar pagamentos que, ao contrário das moedas e transações eletrônicas que utilizamos no dia a dia, não é gerenciado por um banco central. Essa é basicamente a definição das criptomoedas, um tipo de moeda eletrônica que o USP Analisa debate nessa semana com o docente do Departamento de Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP Jefferson Donizeti Pereira Bertolai.</p>
<p>Ele explica que as criptomoedas estão associadas ao movimento Cyberpunk, das décadas de 80 e 90. “O surgimento desse sistema de pagamento se deu em 2008 e implementado computacionalmente em 2009. O intuito era utilizar criptografia e tecnologias de privacidade para proteger indivíduos frente a governos e grandes corporações”.</p>
<p>Segundo o docente, as criptomoedas também podem proporcionar inclusão financeira, já que o sistema bancário não oferta produtos e serviços para toda a população. “Uma parte da população é dita desbancarizada: ela não tem acesso a crédito, não tem acesso a conta corrente.  Enquanto que a criptomoeda, para você ter acesso é bastante fácil, basta baixar um aplicativo no seu celular, encontrar uma pessoa que tenha criptomoeda e que queira te vender, ou até mesmo recorrer a empresas que fazem serviços de conectar quem quer comprar e quem quer vender. O celular é uma coisa bastante disseminada hoje em dia do que o acesso a serviços bancários. É como se fosse, no ponto de vista da teoria econômica, um novo concorrente aos bancos”.</p>
<p>O programa vai ao ar pela Rádio USP nesta quarta (6) às 21h e no domingo (10) às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-01T12:52:43Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/criacao-de-vinculos-e-gestao-emocional-podem-ajudar-a-reduzir-violencia-em-escolas">
    <title>Criação de vínculos e gestão emocional podem ajudar a reduzir violência em escolas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/criacao-de-vinculos-e-gestao-emocional-podem-ajudar-a-reduzir-violencia-em-escolas</link>
    <description>Em entrevista ao USP Analisa desta semana, pesquisadores do Lepes-USP discutem ações para evitar conflitos na comunidade escolar</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-2e939c60-7fff-17ee-7dcb-2c05dbbaefbc"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome48.png/@@images/decb9456-0b69-44fd-b033-2b3baedacd1f.png" alt="" class="image-left" title="" />A violência nas escolas não está presente somente na forma de ataques de violência extrema, mas principalmente nas relações cotidianas entre os alunos e entre alunos e professores. No USP Analisa desta quinta (28), que vai ao ar pela Rádio USP, os pesquisadores do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Economia Social da USP Luiz Guilherme Dácar da Silva Scorzafave e Samia Mercado Alvarenga discutem o que a comunidade escolar pode fazer para evitar esse tipo de situação.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Luiz destaca que os profissionais da educação não têm um preparo específico em sua formação para lidar com essas questões e que há um desafio em convencê-los de que também é parte de suas atribuições lidar com questões comportamentais, que extrapolam o ensino das disciplinas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“É um desafio grande montar esse quebra-cabeça, de fazer com que esses profissionais que tão dando aula para muitos estudantes consigam ter a formação adequada e consigam criar esses vínculos para se aproximar mais dos alunos. Porque essa é uma das chaves, a gente conseguir ter uma escola em que o vínculo afetivo entre os estudantes e entre os estudantes e os professores efetivamente aconteça. Que os alunos gostem de estar naquele ambiente, que eles se sintam respeitados e, da mesma forma, os professores”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para Samia, é fundamental também trabalhar ações ligadas à educação socioemocional e à gestão emocional tanto para os professores quanto para os alunos. “Desenvolver a empatia, a resiliência, cuidado com as emoções, a forma como vai externalizar essas emoções, tudo isso deve ser também aprendido na escola. Muitas vezes, os pais não conseguem passar esse aprendizado para as crianças em casa em função da vida moderna, de ter que trabalhar de manhã, de tarde e noite e a criança ficar desassistida nesse sentido. Então a escola tem que ser palco de aprendizagem no seu sentido mais amplo. Aprendizagem de cidadania, de gestão de emoções, de competências socioemocionais e de uma linguagem que seja voltada para a paz, e não uma linguagem que normalize a violência”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://rp.iea.usp.br/projetos/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP às quintas-feiras, às 16h40, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas principais plataformas de podcast.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-08-27T17:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/corte-de-bolsas-impacta-na-formacao-de-profissionais-e-na-competitividade-do-pais">
    <title>Corte de bolsas impacta na formação de profissionais e na competitividade do país</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/corte-de-bolsas-impacta-na-formacao-de-profissionais-e-na-competitividade-do-pais</link>
    <description>Entrevistados do USP Analisa discutem importância do financiamento da ciência</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-402b99c9-7fff-9e2f-9ed8-903c755634cb"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome58.png/@@images/51fe19d8-059e-4581-8f63-4d3a3c96d72b.png" alt="" class="image-left" title="" />O desenvolvimento econômico do país depende diretamente da ciência e do financiamento público desse setor. Afinal, as universidades contribuem para formar profissionais estratégicos em diversas áreas e também são fundamentais para a produção de conhecimento e inovação. Por isso, os cortes no orçamento para pesquisa e pagamento de bolsas aos estudantes podem trazer sérios impactos negativos para a sociedade. O USP Analisa está discutindo a importância desse financiamento e apresenta nesta semana a segunda parte da entrevista com o coordenador do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, Antônio José da Costa Filho e com o repórter especial da superintendência de Comunicação Social da USP Herton Escobar.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Eles lembram que além dos recursos financeiros para a pesquisa, as bolsas são indispensáveis para o andamento dos trabalhos, já que delas dependem os estudantes de graduação e pós-graduação integrantes dos projetos. Os entrevistados ressaltam que trata-se de uma remuneração pelo trabalho desempenhado e não uma “caridade”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“O corte de bolsas tem um impacto direto e muito significativo na capacidade do país de produzir ciência. Ou seja, você deixa de formar essas pessoas também, porque elas estão ao mesmo tempo trabalhando e sendo formadas, são profissionais qualificados. Aí você vai precisar, daqui a alguns anos, de engenheiros, de gente formada em farmácia, em biologia e não vai ter porque as pessoas deixaram de fazer pós-graduação para trabalhar desde cedo e pagar suas contas. Não vão existir profissionais com a qualificação necessária para que o Brasil seja um país evoluído, enfim, competitivo no cenário internacional", explica Herton.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Antônio lembra que as ciências humanas, duramente perseguidas e criticadas pelo governo, têm um papel relevante na compreensão do ser humano, inclusive os responsáveis por atuar na produção das demais ciências. Ele destaca que o próprio tema da reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) neste ano foi justamente “todas as ciências são humanas”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A pandemia trouxe um sério impacto socioemocional sobre todo mundo. No nosso universo, de quem está na universidade e lida com os alunos, é muito claro isso. Quem é que vai fazer o diagnóstico desses impactos? Quem é que vai estudar os efeitos disso? Nós, o pessoal da física experimental teórica? Não, né! Quem é que vai pensar como entender as relações de estudo e de trabalho depois da pandemia? A gente precisa ter pessoas debruçadas sobre essas questões. Eu não vejo como produzir conhecimento, fazer ciência e desenvolver novas tecnologias e inovação sem pensar nos aspectos humanos”. diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A segunda parte da entrevista vai ao ar nesta quarta (1º), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (5), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de áudio </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-12-01T18:56:20Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/contexto-de-guerra-psicologica-marcou-criacao-da-lei-de-seguranca-nacional">
    <title>Contexto de guerra psicológica marcou criação da Lei de Segurança Nacional</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/contexto-de-guerra-psicologica-marcou-criacao-da-lei-de-seguranca-nacional</link>
    <description>Professor da FDRP explica inconsistências entre essa legislação e o estado democrático de direito
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-479899fa-7fff-ebfa-fc68-370c91ecb83a"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/planalto.png/@@images/adaf563c-6d91-404a-b7c1-7b0ba03392b8.png" alt="" class="image-left" title="" />Criada em 1983, a Lei de Segurança Nacional passou a ser intensamente utilizada para punir críticas ao governo de Jair Bolsonaro. Dados do jornal O Estado de São Paulo mostram que a abertura de inquéritos pela Polícia Federal com base na Lei 7.170/83 nos dois primeiros anos desse mandato cresceram 285% em relação ao mesmo período dos governos de Dilma Rousseff e Michel Temer. A Câmara dos Deputados, inclusive, discute atualmente mudanças nessa lei. Para entender o que é a Lei de Segurança Nacional e os riscos que ela representa à democracia, o USP Analisa conversa nesta semana com o professor da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, Nuno Coelho.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele explica que leis de segurança nacional existem em vários países e protegem bens jurídicos fundamentais para o regime democrático, como o próprio Estado, a soberania nacional e as instituições democráticas. “Trata-se de uma lei extremamente importante que é muito ligada à ideologia constitucional, à natureza do regime político que vige em um determinado momento. É claro que uma lei segurança nacional de um contexto nazista, fascista ou ditatorial de qualquer outra índole será diferente de uma lei que trate esse mesmo assunto no contexto democrático do estado de direito, da supremacia da Lei, das liberdades individuais de expressão, de crítica, que são essenciais para o funcionamento da democracia”, diz Nuno.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo o professor, a atual Lei de Segurança Nacional brasileira foi redigida no final da ditadura militar, em um contexto de Guerra Fria que ressaltava uma cultura de guerra psicológica, na qual o inimigo poderia ser simplesmente alguém que não concordasse com o regime vigente.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Havia muita ênfase na doutrina da segurança nacional, da ideia de que a guerra tem como inimigo outro brasileiro. E os brasileiros que não concordavam com o regime de exceção, com a suspensão de direitos e com todas as mazelas que a ditadura militar implantada em 1964 trouxe, mazelas morais, mazelas políticas e desastre econômico, quem não concordasse com isso era então identificado como o inimigo interno. E contra inimigos internos se poderia lançar mão de ações legitimadas por leis dessa natureza que mantinham essas pessoas caladas, mantinham esses inimigos internos neutralizados”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A entrevista vai ao ar nesta quarta (14), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (18), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de áudio </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-04-14T20:54:12Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conciliacao-e-mediacao-trazem-agilidade-ao-judiciario">
    <title>Conciliação e mediação trazem agilidade ao Judiciário</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conciliacao-e-mediacao-trazem-agilidade-ao-judiciario</link>
    <description>Pesquisa que analisou audiências em 37 cidades é tema do USP Analisa desta semana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/agreement3489902_1920edit.jpg/@@images/453aba5a-b392-46d0-9bb4-ca5b835ec0a3.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A adoção de audiências de conciliação e mediação, que se tornou obrigatória com a promulgação do novo Código de Processo Civil em 2015, tem colaborado para reduzir a cultura do litígio existente no País e também para aumentar a eficiência do Poder Judiciário, pois reduz o tempo de tramitação do processo. Essas foram algumas das conclusões de uma pesquisa conduzida por professores e estudantes da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP. Para falar sobre esse trabalho e a importância das audiências de conciliação e mediação, o USP Analisa desta semana conversa com a docente Luciana Romano Morilas e o mestrando Thiago Theodoro de Oliveira, ambos da FEA-RP.</p>
<p>Luciana explica que a pesquisa foi realizada dentro de um edital do Conselho Nacional de Justiça e seguiu uma metodologia pouco comum nesse tipo de trabalho: a jurimetria, que trata dados jurídicos de maneira estatística. “A gente coleta os dados em todos os tribunais de justiça via computador, cria um robozinho, coleta as informações dos processos judiciais, armazena em um banco de dados que nós temos, e a partir daí são feitas as análises de maneira estatística e a gente coloca uma significação nisso, juridicamente falando. São três áreas reunidas: uma área de coleta dos dados, uma área de análise dos dados e a parte do Direito”, diz ela.</p>
<p>Foram analisados dados relacionados a audiências de conciliação e mediação de 37 cidades em diferentes regiões brasileiras. Segundo os entrevistados, o Índice de Desenvolvimento Humano das cidades tinha bastante influência sobre a possibilidade de acordo: quanto maior o IDH, menor a chance de resolver o conflito. “Parece que as pessoas quando têm maior escolaridade e maior nível socioeconômico acabam conciliando menos. As pessoas chegam com aquela ideia de que ‘eu sei dos meus direitos e não vou abrir mão’. Tudo aquilo que vai parar no Judiciário não precisaria, necessariamente. Poderia ter sido resolvido antes”, diz Luciana.</p>
<p>Thiago conta ainda que a pesquisa mostrou a influência do próprio advogado no sucesso da conciliação. “Na faculdade de Direito, pouco se sabe sobre conciliação e mediação. Tem-se a impressão, para a gente que estuda Direito, que advogado serve tão somente para entrar com o processo e aguardar a sentença. Uma das coisas que a gente quer com a pesquisa é trazer mais informações para o mundo jurídico e mudar esse aspecto. Inclusive uma das propostas que a gente tem é implantar cursos, disciplinas de conciliação e mediação nas universidades”.</p>
<p>O programa vai ao ar nesta quarta (14), às 18h05, com reapresentação no domingo (18), às 11h30. O <a href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-08-14T17:56:16Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/compostos-da-maconha-e-da-ayahuasca-podem-ser-usados-no-tratamento-de-doencas">
    <title>Compostos da maconha e da ayahuasca podem ser usados no tratamento de doenças</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/compostos-da-maconha-e-da-ayahuasca-podem-ser-usados-no-tratamento-de-doencas</link>
    <description>Entrevista com pesquisador da FMRP, exibida em três programas pelo USP Analisa, mostra como estão pesquisas nesse campo</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-404966d8-7fff-af7a-026a-0c5a4f765ad9"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/marijuana3678222_1280.jpg/@@images/5e0161e1-b9fe-41ad-9769-e580a80dcaa2.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A maconha e a ayahuasca são substâncias bastante conhecidas por seus efeitos no estado de consciência das pessoas. Porém, nos últimos anos, elas têm sido bastante estudadas também no combate a uma série de doenças, como Parkinson e epilepsia, e até mesmo no tratamento da depressão. Para mostrar como estão as pesquisas com essas substâncias no Brasil e na USP Ribeirão Preto, o USP Analisa exibe a partir desta semana uma entrevista especial em três partes com o pesquisador da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP Rafael Guimarães dos Santos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele explica que o caminho para qualquer substância chegar às prateleiras das farmácias inclui quatro fases: a primeira, que indica sua toxicidade; a segunda, que envolve testes em pequenos grupos e indica a dose correta a ser usada; a terceira, em que a substância é aplicada em centenas ou milhares de pessoas para comprovar a eficácia; e a quarta, para observar possíveis efeitos adversos com o produto já em uso. Medicamentos que venham a conter compostos extraídos da maconha ou da ayahuasca também seguem essa regra.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Em relação à maconha, o pesquisador diz que é preciso diferenciar o uso recreativo do uso medicinal. “O uso recreativo, de maneira geral, são jovens entre 20 e 30 anos que usam buscando a experiência parecida com que as pessoas usam com álcool, o que é ilegal no nosso país e na maior parte do mundo. No uso medicinal, a conduta deveria ser como a de qualquer remédio, ou seja, a automedicação pode ser bastante perigosa”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele conta que em países onde há regulamentação do uso de compostos dessa substância, o próprio governo tem plantações com variedades específicas em relação ao conteúdo de canabinóides, como o tetrahidrocanabinol (THC) e o canabidiol (CBD). “Nesses países, ela vem sendo usada por exemplo para tratar dor crônica. Há alguns estudos preliminares para autismo e epilepsia. Mas isso não significa que as pessoas podem buscar maconha na ‘boca’ e dar para o filho autista em casa. A gente entende o desespero das famílias, mas é sempre importante ter a orientação de um profissional”, diz Santos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A primeira parte da entrevista vai ao ar nesta quarta (25), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (29), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ayahuasca</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Canabidiol</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-25T19:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/colocacao-de-monumentos-envolve-disputas-por-construcao-de-narrativas">
    <title>Colocação de monumentos envolve disputas por construção de narrativas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/colocacao-de-monumentos-envolve-disputas-por-construcao-de-narrativas</link>
    <description>Discussão sobre remoção de marcos ligados a memórias dolorosas é tema de série do USP Analisa em parceria com o CPC-USP </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-5eb9921f-7fff-017c-5211-610db57e6bcb"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/ibirapuera417123_1920.jpg/@@images/f0e81c1a-5fe7-466c-a9d1-5c06e92def80.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Os protestos recentes protagonizados pelo movimento </span><span>Black Lives Matter</span><span> (em português, “Vidas Negras Importam”) trouxeram novamente à tona a discussão sobre uma possível remoção de monumentos que homenageiam personalidades históricas ligadas a memórias dolorosas, como a morte de negros e indígenas. O USP Analisa coloca esse tema em pauta com uma série especial em quatro episódios a partir desta semana. Neste primeiro programa, conversamos com o especialista do </span><a href="https://biton.uspnet.usp.br/cpc/"><span>Centro de Preservação Cultural (CPC) da USP</span></a><span> Gabriel Fernandes para definir alguns conceitos fundamentais na discussão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele lembra que enquanto a memória é uma construção do presente, e se estabelece no espaço público por meio de vetores como os monumentos, a história é uma disciplina que se pretende científica, baseada em questões metodológicas e teóricas.</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span><span>“Quando a gente olha para esse fenômeno de iconoclastia, de destruição de estátuas, sempre tem essa reação de que se está destruindo a memória e a história. Mas de que memória a gente está falando? A quem interessa essa memória? Como essa memória se inseriu no espaço público? Por que que a gente naturaliza determinadas memórias no espaço público e por que a gente associa tão diretamente essa matéria que está presente nos monumentos a essa memória? A discussão talvez precise caminhar um pouco por aí no sentido de tomar de uma maneira não ingênua esses conceitos que são sempre muito movediços”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Gabriel explica que o conceito de monumento surgiu na antiguidade e é associado a esculturas inseridas em espaços públicos. Segundo ele, os exemplos mais comuns são os arcos do triunfo, que simbolizavam vitórias militares.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Normalmente, eles são construídos e posicionados no espaço público com uma certa intenção memorial, com uma certa intenção de construção de narrativa. E aí a gente tem que lembrar que esse processo de construção de narrativas sempre está em disputa. Ele está inserido em um processo de disputas sobre quais memórias, quais identidades vão ser sedimentadas e vão ser consolidadas como as mais importantes, as menos importantes, quais vão ser dignas de serem lembradas e quais não vão”, afirma o especialista.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O primeiro programa da série, que conta com a parceria do Centro de Preservação Cultural da USP, vai ao ar nesta quarta (26), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (30), a partir das 11h30. Ele também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. </span><span>Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Arquitetura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Escravidão</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-08-21T17:28:31Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/colaboracao-entre-municipios-contribui-para-superar-desafios-educacionais">
    <title>Colaboração entre municípios contribui para superar desafios educacionais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/colaboracao-entre-municipios-contribui-para-superar-desafios-educacionais</link>
    <description>Modalidade de arranjo de desenvolvimento da educação apresenta bons resultados e será tema do USP Analisa desta semana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-e8e50632-7fff-d4b7-523d-31e64b3f0509"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/CpiadeSemnome4.png/@@images/1b4119b1-f2b9-485f-b412-430e4dbd34ed.png" alt="" class="image-left" title="" />Colaboração entre redes municipais tem sido uma ferramenta importante para melhorar a qualidade do ensino em algumas regiões brasileiras. Os bons resultados obtidos por arranjos de desenvolvimento da educação estão mostrando o potencial dessa modalidade de associativismo. Para entender melhor o que são e como funcionam esses arranjos, o USP Analisa recebe nesta semana a diretora do Instituto Positivo Eliziane Gorniak. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo ela, os arranjos são criados entre municípios próximos geograficamente, que se organizam em uma rede para trocar experiências e construir soluções para superar diversos desafios na área da educação. “Por exemplo, pode ser que exista uma região que tenha problemas com transporte escolar, com alimentação escolar, com formação de professores, uma equipe que tenha dificuldades administrativas e financeiras. Os arranjos basicamente sugerem e se colocam como uma metodologia para que essas regiões se organizem juntas e potencializem o conhecimento e toda a experiência existente para solucionar problemas comuns”.</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Eliziane explica que mais de 70% dos municípios que optam por trabalhar com o formato de arranjos de desenvolvimento da educação são de pequeno porte. Nesses locais, muitas vezes faltam equipes técnicas e capacidade de ampliar os recursos para a área educacional.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Às vezes, quando um secretário de educação que está trabalhando sozinho se reúne com cinco ou seis outros secretários de educação, ele ganha cinco ou seis novos colaboradores para a prática dele. Além disso, nos arranjos, geralmente você não tem só dirigentes municipais, você tem as equipes técnicas das secretarias. Então você ganha um time de consultoria para o trabalho. As principais vantagens, de forma direta, são potencializar a aprendizagem, o ganho de informação e a velocidade do conhecimento gerado naquela região. A possibilidade de implementar programas comuns, em que uma região assessore outra que tem mais desafios, também faz com que a oferta e a provisão da educação sejam melhorados ao longo do tempo”, diz.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No dia 23 de setembro, a diretora do Instituto Positivo vai falar sobre os arranjos de desenvolvimento da educação no curso <em>Políticas Públicas e a Qualidade da Educação</em>, promovido pela Cátedra Sérgio Henrique Ferreira, do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP. O curso é fechado, porém os vídeos das aulas podem ser acessados posteriormente no <a href="https://youtube.com/playlist?list=PLpEIC3ZIVnRzLGvnhagCTFVfqpYkKxkbr">canal do IEA-RP no YouTube</a>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A entrevista vai ao ar nesta quarta (8), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (12), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de áudio </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-09-08T20:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/colaboracao-de-empresas-em-regimes-autoritarios-e-alvo-da-justica-de-transicao-corporativa">
    <title>Colaboração de empresas em regimes autoritários é alvo da justiça de transição corporativa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/colaboracao-de-empresas-em-regimes-autoritarios-e-alvo-da-justica-de-transicao-corporativa</link>
    <description>Conceito, desenvolvido por docente da FDRP-USP, é discutido no USP Analisa sob perspectiva do acordo recente envolvendo a colaboração da Volkswagen na ditadura militar</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-460c2c63-7fff-7a15-1362-5c9aba44074a"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/vw1665127_1280.jpg/@@images/e232d4a7-239e-471d-b327-651e293996bb.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A colaboração de grandes empresas com regimes autoritários, incluindo o reconhecimento desse papel por parte das corporações, tem sido objeto de estudos de pesquisadores há tempos. Uma das categorias que nasceu desses estudos, mais especificamente na USP Ribeirão Preto, é a justiça de transição corporativa. Para falar sobre esse tema e encerrar a temporada 2020, o USP Analisa exibe a partir desta semana uma entrevista em duas partes com o professor da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP Eduardo Saad Diniz.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele explica que a justiça de transição corporativa nasce da proposição de uma nova geração de estudos, proposta por ele, que sistematiza o direito à memória, à verdade e à justiça, dando às vítimas a opção de levar o caso de responsabilização das empresas adiante ou apenas perdoar. Além, é claro, de desenvolver estratégias de reforma institucional em relação a um passado autoritário.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A transição diz respeito ao presente olhando para esse regime do passado que movia dinâmicas autoritárias ou uma cumplicidade mais direta com um regime autoritário. Tudo isso tem aquela finalidade pedagógica, preventiva, tentando fazer com que a cumplicidade com regimes autoritários seja algo que não se reponha historicamente”, diz Diniz.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele cita o exemplo recente da Volkswagen, que foi condenada a pagar 36,5 milhões em um acordo para reparar funcionários vítimas da ditadura militar brasileira, já que houve uma colaboração direta da empresa com o regime nesses casos. Apesar disso, a empresa não reconheceu sua cumplicidade publicamente.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“O acordo firmado é inovador, é alvissareiro por assim dizer. É importante que haja um acordo, só que esse acordo é muito pouco. Sobretudo porque em seu segundo considerando o acordo vai dizer: “sem reconhecer a responsabilidade da empresa, de seus dirigentes ou de qualquer de seus empregados e prepostos”. Como é que eu vou desenvolver transição sem reconhecer a minha responsabilidade por aquilo que foi feito, sem reconhecer a minha responsabilidade pela cumplicidade com as atrocidades, sem reconhecer que eu participei de todos aqueles processos de vitimização e sistemática violação de direitos humanos?”, questiona o docente.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A primeira parte da entrevista vai ao ar nesta quarta (16), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (20), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ditadura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-12-16T17:50:25Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/cobertura-vacinal-adequada-protege-contra-volta-de-doencas-ja-controladas">
    <title>Cobertura vacinal adequada protege contra volta de doenças já controladas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/cobertura-vacinal-adequada-protege-contra-volta-de-doencas-ja-controladas</link>
    <description>Especialistas esclarecem dúvidas sobre vacinas na primeira infância e obrigatoriedade da aplicação em quinto episódio de especial do USP Analisa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-d03a6c2e-7fff-53fc-109b-39e76e2363c0"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/vacina52.png/@@images/0699a458-bb55-4d00-8f96-1bf294730b25.png" alt="" class="image-left" title="" />A desinformação sobre vacinas tem se espalhado cada vez mais, principalmente depois do início da vacinação contra a covid-19. No quinto episódio do especial sobre vacinas produzido pelo USP Analisa, a biomédica e mestre em virologia pelo Instituto Evandro Chagas Ana Alice de Aquino, a estudante de graduação em ciências biológicas pela USP Ribeirão Preto Nathália Pereira da Silva Leite e o estudante de graduação em ciências farmacêuticas pela USP Ribeirão Preto Wasim Syed esclarecem fake news sobre a imunidade de crianças e reforçam a importância da obrigatoriedade da vacinação.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Wasim, é comum as pessoas associarem a imunidade gerada após uma infecção pelo sarampo, que protege o indivíduo contra uma reinfecção a vida toda, a outras doenças e acreditarem que não é necessário se vacinar após a contaminação. Mas o estudante explica que somente a vacina pode, de fato, trazer uma proteção eficaz. “Estudos estão mostrando que a imunidade gerada pela infecção natural pelo coronavírus é diferente da imunidade gerada pela vacinação. Quando a gente introduz uma vacina, a gente espera ter um nível de imunogenicidade, ter um nível de anticorpos ou de resposta celular, de célula T, por exemplo, padrão. Ela não pode desviar tanto, tem que ser de uma forma esperada em cada paciente”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Nathália destaca que é fundamental ter uma alta cobertura vacinal da população para evitar que doenças já controladas voltem a se espalhar. “As campanhas de vacinação contra a poliomielite no Brasil sempre foram muito bem sucedidas. A gente não tem poliomielite aqui faz muito tempo. Mas isso quer dizer que a gente não precisa mais se vacinar? Não, existem alguns países como o Paquistão onde a poliomielite ainda é endêmica. E hoje o trânsito internacional de pessoas é muito grande. Para alguém infectado com o vírus da poliomielite vir para o Brasil é muito fácil. Se a gente tem uma cobertura vacinal alta, a pessoa pode vir carregando o vírus que provavelmente uma epidemia não vai se instalar.”, afirma ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ana Alice lembra ainda que a maioria das vacinas é aplicada na primeira infância porque crianças têm um sistema imunológico muito imaturo, o que pode prejudicar o desenvolvimento de uma resposta adequada em caso de infecção. Mesmo assim, alguns pais ainda hesitam em vacinar os filhos. “Não é raro a gente escutar pais e mães dizendo: meu filho é saudável, então ele não precisa se vacinar. Na verdade, a vacinação é recomendada independente da condição clínica ou socioeconômica. Algumas vacinas são sim recomendadas pelo risco epidemiológico, são administradas só em determinadas situações. Mas, no caso de bebês e crianças, todas as vacinas recomendadas para essa faixa etária devem ser administradas independente da condição clínica. É óbvio que algumas condições clínicas impedem a recomendação, porém são casos muito específicos”, ressalta ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A entrevista vai ao ar nesta quarta (17), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (21), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de áudio </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>União Pró-Vacina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Vacinas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-03-17T01:24:34Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/cnpq-estuda-transformar-bolsas-em-contratos-de-trabalho-temporarios">
    <title>CNPq estuda transformar bolsas em contratos de trabalho temporários</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/cnpq-estuda-transformar-bolsas-em-contratos-de-trabalho-temporarios</link>
    <description>Em entrevista ao USP Analisa, presidente do órgão fala sobre essa medida e ações para aumentar a diversidade de gênero, racial e territorial entre os projetos de pesquisa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-b9324f47-7fff-2c8a-c5e2-28aabd4b4e47"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome54.png/@@images/734cfbb7-70f6-4d4d-82c0-19acbc0f5895.png" alt="" class="image-left" title="" />À frente da presidência do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) desde o início do ano, o físico Ricardo Galvão tem como desafio não apenas ajudar a reestruturar a ciência brasileira, mas também atender diversas demandas importantes dos pesquisadores. Em entrevista ao USP Analisa, ele conversou sobre duas delas: a carreira do cientista e ações afirmativas que ampliem a diversidade de gênero, racial e também territorial entre os projetos de pesquisa.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para Galvão, é preciso tomar cuidado quando se fala em profissionalização do pesquisador, já que esse processo envolve a criação de um conselho para regulamentar e fiscalizar a profissão, restringindo a atuação do cientista. Segundo o professor, em vez de profissionalizar, o que se pode fazer é criar um contrato de trabalho específico com o pesquisador vinculado às bolsas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Eu e a professora Mercedes Bustamante, presidente da Capes [Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior], estamos formando um grupo de trabalho para estudar a viabilidade de usar a lei que foi aprovada ainda no governo Temer, que permite a órgãos públicos fazer contratações temporárias de até quatro anos. Então nós estamos estudando a possibilidade - e aí eu não quero animar todo mundo, porque estudo jurídico é complexo, não é imediato. Mas queremos fazer um estudo para que as bolsas se tornem contratos de trabalhos temporários, renováveis a cada quatro anos e CLT”, afirma ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Em relação à diversidade, o presidente do CNPq explica que vai passar aos Comitês de Assessoramento, responsáveis por analisarem os projetos de pesquisa, que sejam utilizados como critérios de desempate a igualdade de gênero, a questão racial e a distribuição territorial.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Na igualdade de gênero, sabemos como fazer; na racial, é mais complexo porque nós não temos os dados históricos. Os pesquisadores não eram requisitados a colocar a raça ao fazer sua aplicação. Nós temos agora, embora não seja obrigatório, muitos colocam quando assim o desejam. Então nesse ano já temos levantamento sobre isso. E o outro ponto é a questão territorial. Quando se faz uma equiparação entre projetos mais ou menos no mesmo nível, até com pouca diferenciação, mas que venha por exemplo de regiões como o Norte, o Centro-Oeste, que isso seja levado em conta ao atribuir as bolsas”, diz Galvão.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política de CT&amp;I</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-04-19T15:36:10Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/chatgpt-nao-deve-substituir-mecanismos-de-busca">
    <title>ChatGPT não deve substituir mecanismos de busca</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/chatgpt-nao-deve-substituir-mecanismos-de-busca</link>
    <description>Para o professor do ICMC-USP Fernando Osório, ao contrário dessa ferramenta, buscadores são mais atualizados e trazem lista de referências importante para checagem de informações</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-80ee0fd1-7fff-4c34-16b9-bc2c8c472f10"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome57.png/@@images/d24c7143-2b52-4f2a-b64c-cce02fea331a.png" alt="" class="image-left" title="" />O lançamento do ChatGPT, uma ferramenta revolucionária que trabalha com inteligência artificial e foi disponibilizada para o público no final do ano passado, tem trazido cada vez mais debates sobre os impactos que esse tipo de tecnologia tem na sociedade. Para discutir esse tema, o USP Analisa conversou com o docente no Instituto de Ciências Matemáticas e da Computação da USP e integrante do Centro de Inteligência Artificial da USP, Fernando Osório.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele explica que a principal evolução por trás do ChatGPT em relação a outras ferramentas que usam inteligência artificial é o hardware, ou seja, o equipamento que está por trás dele. “Houve uma evolução significativa do poder computacional das máquinas e isso obviamente trouxe as soluções que podem ser apresentadas em aplicações de inteligência artificial, como processamento de voz, de imagens e, no caso do ChatGPT, uma coisa que não estava tão sofisticada, que é a geração de texto. Textos muito bem escritos, muito coesos”, diz o professor.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Osório, a perfeição na escrita e no encadeamento das palavras faz com que os usuários tenham uma credibilidade no ChatGPT muito maior do que deveriam ter. “O ChatGPT encadeia as ideias no texto de uma maneira muito interessante, muito bem colocada. Mas isso não quer dizer que sejam corretas as informações. E é aí que talvez começam a surgir algumas questões, porque ele se passa por uma pessoa de um alto nível de conhecimento e de educação pela sofisticação da forma como os textos são produzidos. A gente tem que tomar um certo cuidado principalmente quanto ao conteúdo, pois coesão não quer dizer verdade”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O docente destaca ainda que não há possibilidade dessa ferramenta substituir os tradicionais mecanismos de busca - embora ela seja utilizada com frequência para essa finalidade. “O ChatGPT não tem como ser atualizado diariamente, como o Google. É por isso que eu digo: ele não vai, não deve e eu espero que não substitua o Google e outros buscadores. Porque eles dão uma lista de referências onde você pode olhar várias respostas, você pode ver os links de onde vieram essas respostas, seja de um site confiável ou não, e você muitas vezes tem a informação da data de quando ela foi publicada. E isso o ChatGPT não dá”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência da Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-05-05T19:13:25Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/caracteristicas-da-universidade-contribuem-para-adoecimento-de-estudantes-1">
    <title>Características da universidade contribuem para adoecimento de estudantes</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/caracteristicas-da-universidade-contribuem-para-adoecimento-de-estudantes-1</link>
    <description>Psicóloga da FMRP-USP e docente da PUC-RS discutem saúde mental de universitários no USP Analisa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/desperate2100307_1920.jpg/@@images/7f8c746b-6d0d-4866-84b8-0ffa2e7120f4.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Quadros de ansiedade, depressão e tentativas de suicídio têm se tornado cada vez mais frequentes entre estudantes de graduação e pós-graduação de universidades públicas brasileiras. Para discutir como a universidade pode agir para reverter essa situação, o USP Analisa desta semana conversa com a psicóloga da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP Maria de Fátima Aveiro Colares e a responsável pelo Grupo de Estudos em Desenvolvimento de Carreira da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio Grande do Sul Manoela Ziebell de Oliveira.</p>
<p>Segundo elas, os índices de ansiedade, depressão e estresse nesse público chegam a se superiores à média da população. Além disso, na maioria dos casos, o adoecimento não é fruto de características do próprio estudantes, mas do próprio ambiente de trabalho e de estudo em que estão inseridos.</p>
<p>“Alguns cursos possuem particularidades, vicissitudes, que desenvolvem sintomas de ansiedade e de depressão. Uma questão também que a gente também pode entender como um fator que influencia no adoecimento, muitas vezes, é a falta de vocação daquele estudante para um determinado curso. As razões que levam um estudante a escolher sua profissão são as mais diversas. Muitos escolhem por acreditar em ter vocação e tem também um fator muito importante, que é a insistência da família para que ele faça o curso, muitas vezes sem ele estar devidamente vocacionado para isso”, explica Maria de Fátima.</p>
<p>Para Manoela, a exigência de altos números de publicações de artigos científicos na pós-graduação também está relacionada ao adoecimento dos estudantes. “Enquanto pós-graduação, de maneira geral, a gente já conseguiu superar a barreira de quantidade [de artigos publicados]. Acho que a gente tem que voltar a se preocupar com a qualidade, e para ter qualidade precisa de saúde. Na minha perspectiva, o jeito para melhorar tanto a saúde dos alunos quanto dos professores é rever quais são os nossos critérios de avaliação. Bons papers não são feitos em dois meses, então uma publicação de 12 papers por ano não faz muito sentido”, diz ela.</p>
<p>O <a href="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/desperate2100307_1920.jpg" class="internal-link">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-02-25T16:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/capitalizacao-pode-nao-trazer-rentabilidade-esperada-para-aposentadoria">
    <title>Capitalização pode não trazer rentabilidade esperada para aposentadoria</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/capitalizacao-pode-nao-trazer-rentabilidade-esperada-para-aposentadoria</link>
    <description>Segundo programa do USP Analisa sobre reforma da previdência aborda exemplo da transição de regimes de financiamento adotada no Chile</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/money2696238_1920.jpg/@@images/157f31ed-e28d-46e5-96f9-7025fabe350b.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Muitas dúvidas ainda cercam as mudanças propostas na reforma do sistema previdenciário brasileiro. Para discutir e esclarecer algumas dessas questões, o USP Analisa apresenta nesta semana o segundo programa sobre a reforma da Previdência. Participam do debate o professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP Luís Eduardo Afonso e o professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP Amaury Patrick Gremaud.</p>
<p>Um dos temas abordados será a transição de um sistema de repartição, ou seja, em que os trabalhadores da ativa financiam as aposentadorias, para um sistema de capitalização, no qual cada trabalhador tem uma espécie de poupança individual. Gremaud cita o exemplo do Chile, que era conhecido como um caso positivo de transição, onde inicialmente a rentabilidade dos fundos prometia gerar uma boa aposentadoria para as pessoas.</p>
<p>“Previdência é tempo e no regime de capitalização são 20, 30 anos, dependendo do sistema. A promessa que se tem de capitalizações de 7, 8, 10% em cima dos patrimônios é claramente inverídica porque você não sustenta taxa de juros de 20, 30 anos, nem em um país como o nosso, em que as taxas de juros são altas. É preciso tomar muito cuidado com promessas que se faz a partir de regimes de capitalização porque, depois de algum tempo, essas promessas não são tão verdadeiras”, explica.</p>
<p>Comparando o Brasil a outros países, Afonso afirma que não existe uma fórmula para reformas previdenciárias capaz de resolver todos os problemas. “O que a gente tem são exemplos de mudanças, experiências com mais ou menos êxito em diferentes países, diferentes iniciativas, mas que atacam várias faces desse mesmo problema. A questão da previdência, dado o envelhecimento, tem se colocado para todos os países do mundo, o Brasil não é exceção, nós não estamos sozinhos. A diferença do Brasil para outros países é que essas nações tiveram a capacidade de implantar reformas previdenciárias. A gente fez algumas no passado, mas não na magnitude que era esperada e essa conta vem sendo cobrada hoje”.</p>
<p>O programa vai ao ar nesta quarta (12), às 18h05, com reapresentação no domingo (16), às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Idosos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-06-12T18:54:53Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/brasil-se-destaca-na-producao-cientifica-sobre-canabidiol">
    <title>Brasil se destaca na produção científica sobre canabidiol</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/brasil-se-destaca-na-producao-cientifica-sobre-canabidiol</link>
    <description>Segunda parte de entrevista especial exibida pelo USP Analisa aborda histórico do uso medicinal da maconha e pesquisas atuais com esse e outros compostos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-038621cc-7fff-1a8e-09a5-4ff94f08baa1"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/cbd4474903_1280.jpg/@@images/17baf39f-b8cd-4a17-b8e6-602b1e8f54f3.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Uma planta milenar, com mais de 500 compostos químicos, que é grande fonte de fibras e tem histórico de usos medicinais, industriais e até religiosos. Não parece, mas estamos falando da maconha, cujo uso medicinal é estudado no Brasil e no mundo desde os anos 80 e pode ter efeito benéfico em casos de epilepsia, ansiedade, Parkinson e até autismo. No USP Analisa desta semana, você ouve a segunda parte da entrevista especial com o pesquisador da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP Rafael Guimarães dos Santos, que conta um pouco sobre o histórico desse vegetal, o papel de compostos como o canabidiol (CBD) e o tetrahidrocanabinol (THC) e detalha como estão as pesquisas atuais sobre eles no Brasil, país que se destaca na produção científica sobre canabidiol.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Santos conta que até a década de 1940, extratos medicinais de maconha ainda faziam parte da farmacopeia (espécie de código oficial farmacêutico) nos Estados Unidos. “Foi justamente na época dos anos 40, 50 e 60, quando começaram a aparecer fármacos purificados na indústria farmacêutica, que esses compostos da maconha de pouca padronização foram ficando de lado”, explica.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Na década de 70, o crescimento do uso pelos jovens, inspirados pelo movimento hippie, e estudos mostrando uma série de efeitos adversos levaram à proibição do uso. Mas as décadas seguintes trouxeram a substância de volta à discussão no âmbito medicinal, com estudos desenvolvidos em Israel sobre os endocanabinóides, produzidos pelo próprio corpo humano.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“O canabidiol, durante a maior parte desse tempo, era uma molécula desconhecida. Ele foi isolado em 1940, mas ficou meio ali na gaveta. Na década de 60, o THC foi isolado pelo grupo do professor Rafael Mechoula e começou a haver um enfoque maior nele e nos efeitos adversos. Só no final dos anos 1970, 1980 que o CBD começa a aparecer. Os brasileiros têm um papel importante nesse nascimento da pesquisa com canabidiol. Professores como Elisaldo Carlini, da Unifesp, e Antônio Zuardi, aqui da FMRP-USP, começaram a fazer os primeiros estudos com canabidiol em animais no final da década de 70”, conta o pesquisador.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Hoje, segundo ele, a USP é a que mais produz ciência em canabidiol no mundo, numericamente falando. “Realmente somos pioneiros, os primeiros estudos do mundo sobre efeitos antipsicóticos e ansiolíticos do canabidiol em seres humanos são aqui do nosso grupo”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A segunda parte da entrevista vai ao ar nesta quarta (2), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (6), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Canabidiol</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-12-02T18:32:39Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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