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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 21 to 35.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/regulamentacao-estabelecida-pelo-tse-nao-e-garantia-de-protecao-total-contra-desinformacao-gerada-por-ia-diz-especialista">
    <title>Regulamentação estabelecida pelo TSE não é garantia de proteção total contra desinformação gerada por IA, diz especialista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/regulamentacao-estabelecida-pelo-tse-nao-e-garantia-de-protecao-total-contra-desinformacao-gerada-por-ia-diz-especialista</link>
    <description>Em entrevista ao USP Analisa, integrante do Grupo TechLaw, do IEA-RP, destaca que identificação do conteúdo criado com inteligência artificial, mesmo com marcadores exigidos pelo Tribunal Superior Eleitoral, é difícil</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-48eff2cd-7fff-0b1e-a316-dd798cae3458"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome20240516T114113.892.png/@@images/8215ac9e-7790-45e8-8948-38e1179a2802.png" alt="" class="image-left" title="" />Em março, o Tribunal Superior Eleitoral aprovou uma regulamentação para o uso de inteligência artificial durante as eleições municipais que serão realizadas neste ano no Brasil. Mas será que essas regras são realmente capazes de proteger o eleitor contra a desinformação que circula na internet sobre candidatos e sobre o próprio pleito? O USP Analisa desta sexta (17) conversou a respeito dessas questões com a professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP Cristina Godoy Bernardo de Oliveira, que integra o Grupo de Estudos Direito e Tecnologia - TechLaw, do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ela destaca que essa proteção é um grande desafio aos profissionais do Direito, porque, embora busquem apresentar respostas rápidas, a tecnologia é ainda mais veloz do que o processo de aprovação de normas jurídicas. Cristina lembra também que o pacote de regras proposto pelo TSE estabelece alterações em uma resolução já existente, a 23.610/2019, que trata de tópicos ligados ao uso da tecnologia no processo eleitoral.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A gente já tem uma previsão jurídica e isso é bom quando se detecta o uso da inteligência artificial e a violação dessas normas. Mas, por outro lado, não é possível dizer que o eleitor estará seguro, porque será muito difícil identificar o conteúdo gerado por inteligência artificial ou o uso de chatbots que vão estar espalhados na internet. E mesmo que seja identificada a utilização indevida desse conteúdo e o responsável por ele, ainda assim o prejuízo já terá ocorrido, porque os vídeos, principalmente os polêmicos, impactantes, são propagados com uma velocidade muito alta”, afirma ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A professora critica a exigência de marcadores que identifiquem a utilização da inteligência artificial na criação do conteúdo, pois não há como ter um controle efetivo sobre esse tipo de regra. “Se há uma norma que prevê uma conduta e existe uma resposta a isso, a gente precisa ter instrumentos suficientes para identificar essa conduta e conseguir dar a devida resposta. É por isso que eu vejo não com um certo otimismo a tentativa de regular dessa forma. Na minha visão, o principal aspecto é o que a gente está fazendo aqui hoje: é a parte da educação digital, é debater, é conscientizar, é pensar, como cidadãos, que somos responsáveis também pelos conteúdos que nós compartilhamos nas redes sociais”, diz.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Além de Cristina, o podcast USP Analisa conversa com outros dois integrantes do Grupo de Estudos TechLaw, a professora da FDRP Cíntia Rosa Pereira de Lima e o professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, Evandro Eduardo Seron Ruiz. O conteúdo pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-16T14:59:35Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/regiao-metropolitana-de-ribeirao-e-tema-do-usp-analisa">
    <title>Região Metropolitana de Ribeirão é tema do USP Analisa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/regiao-metropolitana-de-ribeirao-e-tema-do-usp-analisa</link>
    <description>Quarto programa da série especial aborda ações desenvolvidas para melhorar a vida da população local</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/dsc9085.jpg/@@images/080b888f-3459-4fa4-a7a9-5d3d2b9729f1.jpeg" alt="DSC9085" class="image-left" title="DSC9085" />Fazer parte de uma região metropolitana proporciona aos cidadãos de cada município benefícios muito mais amplos do que a simples extinção do uso do DDD em ligações interurbanas. Para abordar esse assunto e esclarecer a população, o USP Analisa está exibindo uma série especial em seis programas. Nesta semana, o prefeito de Ribeirão Preto e presidente do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Ribeirão Preto Duarte Nogueira explica as principais ações desenvolvidas atualmente para melhorar a vida da população local.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span> </span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>Segundo ele, o Conselho de Desenvolvimento, órgão responsável por analisar e encaminhar propostas para a região, tem como desafio quatro temas fundamentais: saúde pública, mobilidade urbana, segurança e destinação dos resíduos sólidos. </span></p>
<p style="text-align: justify; "><span> </span></p>
<p style="text-align: justify; "><span>“Temos que pensar como conter os problemas nesses e em outros sistemas para que possamos recuperar ou incrementar a qualidade de vida do conjunto da população, principalmente diminuindo as distâncias sociais entre aqueles que têm mais acesso a serviços públicos ou privados e aqueles que têm menos acesso”, afirma ele.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span> </span></p>
<p style="text-align: justify; "><span><span style="float: none; ">Com o início do horário eleitoral gratuito, os horários do USP Analisa vão mudar temporariamente. </span>O programa vai ao ar na Rádio USP nesta sexta (31), a partir das 11h30, com reapresentação na quarta (5), às 21h, e no domingo (9), às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-29T13:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/reforma-administrativa-traz-discussao-sobre-papel-do-estado">
    <title>Reforma administrativa traz discussão sobre papel do Estado</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/reforma-administrativa-traz-discussao-sobre-papel-do-estado</link>
    <description>Para professores da FDUSP e da FEA-RP, entrevistados do USP Analisa, questão está presente na reflexão sobre carreiras que permanecerão com estabilidade</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome27.png/@@images/7f43fbbb-76b6-449e-8c02-950264cb7f55.png" alt="" class="image-left" title="" /></th>
</tr>
<tr>
<td><i><span class="discreet">Esplanada dos Ministérios em Brasília</span></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">A proposta de reforma administrativa que está em tramitação no Congresso Nacional traz, entre outros pontos, uma discussão sobre o papel do Estado. É o que apontam o professor da Faculdade de Direito da USP Fernando Menezes de Almeida e o professor da Faculdade de Administração, Economia e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP Luciano Nakabashi. Nesta semana, o USP Analisa exibe a segunda e última parte da entrevista com eles sobre esse tema.</p>
<p dir="ltr">Segundo Fernando, a reflexão está presente quando se analisa o que são carreiras típicas de Estado. De acordo com a proposta, apenas essas carreiras não poderão perder a estabilidade, ou seja, seus ocupantes não poderão ser dispensados como profissionais do setor privado. O professor explica que não existe um padrão jurídico que as definam.</p>
<p dir="ltr">“Eu tenderia a fazer uma leitura dessas carreiras não tentando padronizar por tipos, mas tentando enxergar o Estado real como ele é e verificando quais carreiras são necessárias para ele funcionar assim. Tanto carreiras ligadas a atividades finalísticas como também carreiras ligadas à atividade meio, desde que esses meios sejam típicos do Estado. Não dá para ter uma resposta a partir da simples expressão proposta na emenda”, diz.</p>
<p dir="ltr">Luciano destaca que, em Economia, existem justificativas para a existência do Estado e que suas atribuições basicamente são as não desempenhadas pelo setor privado. “A primeira que a gente coloca como papel fundamental do Estado é elaborar o conjunto de leis e fazer com que essas leis sejam válidas, através de um sistema judiciário ou um sistema de segurança. Então o Estado tem esse papel fundamental e ninguém vai fazer isso. Quando a gente pensa numa sociedade tão complexa quanto a nossa, com tantas pessoas, com tantas relações, você tem que ter um ente centralizador na questão da formulação e implementação dessas leis. Isso é típico do Estado”, afirma ele.</p>
<p dir="ltr">A entrevista vai ao ar nesta quarta (28), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (2), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de áudio <a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458">iTunes</a> e <a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV">Spotify</a>.</p>
<p dir="ltr">O <a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em <a href="https://t.me/iearp">nosso canal no Telegram</a>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
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      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Administração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-04-28T04:53:56Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/reforma-administrativa-e-importante-e-necessaria-segundo-especialistas">
    <title>Reforma administrativa é importante e necessária, segundo especialistas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/reforma-administrativa-e-importante-e-necessaria-segundo-especialistas</link>
    <description>USP Analisa desta semana discute a PEC sobre o tema que tramita no Congresso com professores da FEA-RP e da Faculdade de Direito</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-b0a2b521-7fff-091e-5a84-ab31b535dfd0"> </span></p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/congresso.png/@@images/9e8e90e3-e5e3-4184-be37-200f3f371c82.png" alt="" class="image-left" title="" />Tramita no Congresso Nacional, desde setembro do ano passado, uma proposta de emenda constitucional que muda regras para admissão de servidores públicos e toca em outros pontos polêmicos, como estabilidade e remuneração. Segundo o governo, a reforma administrativa vai melhorar a administração pública e enxugar despesas. Para discutir os principais pontos da proposta, o USP Analisa exibe, a partir desta semana, uma entrevista com o professor da Faculdade de Direito da USP, Fernando Menezes de Almeida, e o professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP Luciano Nakabashi.</p>
<p dir="ltr"><span>Os professores consideram a proposta importante e necessária pela existência de excessos de gastos na administração pública. “Eu diria que nós temos por outro lado um déficit de administração pública no sentido da qualidade dos serviços e esse é um grande dilema: a administração pública hoje consome muitos recursos e consome mal os recursos. Eu não advogo a tese da redução da capacidade da administração de prestar adequadamente os serviços, muito pelo contrário, tenho pessoalmente simpatia pela ideia de serviços públicos universais, garantidos, intensos e eficientes”, afirma Fernando.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo eles, a reforma ajudaria também a corrigir desigualdades de remuneração dentro do próprio serviço público e entre os setores público e privado. “Eu acho que, de fato, alguns funcionários têm um salário elevado, relativamente quando a gente compara com o setor privado e não teria muita justificativa para isso. Mas por outro lado também, como o professor Fernando disse, alguns funcionários, algumas carreiras e às vezes até na mesma carreira, pela questão da remuneração por tempo de serviço, alguns são bem remunerados e outros não”, explica Luciano.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A entrevista vai ao ar nesta quarta (21), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (25), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de áudio </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Administração Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-04-21T20:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/reducao-de-custos-e-fixacao-de-profissionais-sao-beneficios-da-telemedicina">
    <title>Redução de custos e fixação de profissionais são benefícios da telemedicina</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/reducao-de-custos-e-fixacao-de-profissionais-sao-beneficios-da-telemedicina</link>
    <description>Série especial do USP Analisa entrevista docente da FMRP sobre importância desse recurso</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-5af9215f-7fff-9410-1ccf-e1a8ed09f612"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/heart1698840_1280.jpg/@@images/36e47476-7d71-4fbf-bfa7-124017f39a5f.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Ferramenta bastante difundida nos tempos atuais em virtude da necessidade de isolamento social trazida pela pandemia de covid-19, a telemedicina também pode ser usada para agilizar o atendimento e melhorar a qualidade do Sistema Único de Saúde (SUS). Na segunda parte do especial do USP Analisa sobre esse tema, o docente da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP Paulo Mazzoncini de Azevedo Marques detalha esses benefícios.</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span>Marques explica que o SUS funciona dentro de um modelo de pirâmide em relação aos níveis de atendimento. Existem a atenção primária, que está mais próxima à população e localizada em regiões menores; a atenção secundária, que abrange centros de referência em locais específicos; e o último nível, com hospitais altamente especializados em grandes centros. Por isso, quando o paciente precisa de um atendimento mais específico, pode ser necessário que ele se desloque para outra cidade.</p>
<p dir="ltr"><span>“Nesse aspecto, o apoio de programas como o Telessaúde Brasil Redes pode minimizar o processo. Já está comprovado que uma boa parte do atendimento pode ser resolvido localmente, desde que você tenha o apoio de um profissional que está lá no hospital e que tenha a formação específica. Então o especialista apoia o médico de saúde da família e o médico de saúde da família, ao invés de mandar o paciente para o hospital, resolve a grande parte dos problemas ali mesmo. Você diminui problemas de deslocamento e diminui custos tanto para o sistema de saúde como para o próprio usuário”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Outro importante benefício trazido pela telemedicina, segundo ele, é a fixação de profissionais de saúde em locais mais distantes, já que muitos recusam a oferta de empregos em cidades do interior do País por receio quanto a dificuldades de trabalho e oportunidades de atualização.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Se você tem esse processo de apoio através de telessaúde e telemedicina, olhando agora não só o cuidado, mas também a questão da educação, da formação continuada, você aumenta essa chance. Se o profissional estiver em uma cidade onde a unidade básica de saúde em que ele trabalha tem acesso, por exemplo, a um núcleo da Rede Universitária de Telemedicina (RUTE), mesmo remotamente ele vai ter acesso a profissionais qualificados e material também para continuar seu estudo e fazer sua atualização. Isso, de certo modo, melhora a atração de profissionais qualificados para regiões mais remotas”, afirma o docente.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A segunda parte da entrevista vai ao ar nesta quarta (11), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (15), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
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      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Telemedicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-11T17:30:10Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/recuperacao-no-setor-cultural-deve-ser-lenta-dizem-especialistas">
    <title>Recuperação no setor cultural deve ser lenta, dizem especialistas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/recuperacao-no-setor-cultural-deve-ser-lenta-dizem-especialistas</link>
    <description>Na segunda parte de entrevista ao USP Analisa, eles comentam também o uso da tecnologia e o impacto da polarização política nas atividades</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-7eb62ee7-7fff-9f06-d5f2-b8aa5edb8b73"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome42.png/@@images/b28032fa-67dd-478c-996a-a86d97e97138.png" alt="" class="image-left" title="" />O setor cultural foi um dos mais afetados pela pandemia de covid-19. A limitação de público e mesmo o fechamento de espaços culturais, para seguir regras de distanciamento social, dificultaram a realização das atividades. As lives, transmissões ao vivo por plataformas de vídeo, ajudaram nesse período, mas não substituem o prazer de assistir uma apresentação presencialmente. A coordenadora de projetos na Associação Pró-Esporte e Cultura de Ribeirão Preto Mariana Souza e o presidente do Cineclube Cauim, Fernando Kaxassa contam como tem sido essa experiência de trabalho na segunda parte da entrevista especial ao USP Analisa desta semana.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Kaxassa destaca que, embora as lives tenham contribuído até mesmo para ajudar financeiramente alguns profissionais, quando houver uma reabertura maior, a tendência é que as pessoas voltem a sair. Mas isso não significa uma recuperação instantânea para o setor cultural.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“É aquele negócio: como é que volta? Como é que vão abrir esses teatros, o custo, o imposto? Porque para quem tem prédio, como o Cauim, é muito caro. A estrutura física é muito cara. Meu custo não diminuiu nada, aluguel tudo bem, nós negociamos com os proprietários, mas vai voltar. E até você trazer esse público de volta, demora. Porque as pessoas têm medo e com razão”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para Mariana, a polarização política, que tende a se intensificar com as eleições no próximo ano, não assusta quem trabalha com cultura, já que, de acordo com ela, o fazer artístico é, em muitas vezes, um ato político.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Essa polarização faz com que as pessoas cobrem dos artistas um posicionamento político e se identifiquem mais ou menos com ele. A gente vem de um Brasil polarizado desde as últimas eleições, tudo leva a crer que este novo quadro eleitoral vai ser muito polarizado também. E acho que é papel de quem é influenciador se posicionar e é nosso papel se posicionar. Estamos vivendo um momento muito complicado, especialmente no quesito saúde pública, mas também na pauta cultural e artística. A gente trabalha com isso, depende de política pública, então nada mais justo que a gente se posicione. E eu acho que isso faz parte do fazer artístico, para falar a verdade”, afirma ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A segunda parte da entrevista vai ao ar nesta quarta (7), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (11), às 11h30. A partir da próxima semana, o programa faz uma pausa e dá espaço à programação musical na Rádio USP. As entrevistas inéditas voltam no dia 4 de agosto e todos os episódios podem ser ouvidos também pelas plataformas de áudio </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458">iTunes</a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV">Spotify</a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cinema</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-07-07T19:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/razao-do-abandono-da-carreira-cientifica-pelas-mulheres-vai-alem-da-maternidade">
    <title>Razão do abandono da carreira científica pelas mulheres vai além da maternidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/razao-do-abandono-da-carreira-cientifica-pelas-mulheres-vai-alem-da-maternidade</link>
    <description>Para docente da UFRGS, outras causas, como o cuidado com membros idosos da família e o assédio dentro das universidades, são responsáveis por isso 
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-5aa4c003-7fff-a4ce-6f06-5f4a119d3fb5"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/microbiologist1332376_1920.jpg/@@images/eb0ff163-741e-4773-9b34-97114d4d207a.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Mais da metade da população brasileira é composta por mulheres, mas a representatividade delas em várias carreiras profissionais, incluindo a científica, é muito baixa. Embora elas sejam maioria na concessão de bolsas de graduação e pós-graduação, ao longo da carreira acadêmica a presença feminina vai diminuindo. Mas qual a razão dessa desistência? E o que pode ser feito para reverter esse cenário? Para discutir essas questões, o USP Analisa conversa com a docente da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e diretora da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Márcia Barbosa.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para ela, a própria sociedade acaba transmitindo às crianças a ideia de que as mulheres não têm habilidades suficientes para ocupar cargos de liderança. “A sociedade monta essa ideia de que mulher não é líder, mulher não é inteligente, mulher é esforçada. E esforçada é só parte do grupo inteiro, ela não é a pessoa protagonista do grupo. Aí em cargos que precisam de protagonismo, a mulher não é enxergada como protagonista”, afirma.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Márcia explica que não apenas a maternidade é responsável pelo afastamento das mulheres da ciência e por sua baixa produtividade em determinado momento, mas também o cuidado com membros mais idosos da família. Além disso, ela destaca a necessidade de políticas que acabem com o assédio dentro da universidade, outro fator que acaba desencorajando as mulheres a seguirem na carreira científica.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“É uma questão dura, muito difícil, mas nós temos que eliminar o assédio dentro das nossas instituições e temos que criar mecanismos para acabar com isso. De nada vai adiantar nós estimularmos as meninas para depois elas entrarem em um ambiente que vai tratá-las mal e assediá-las de todas as formas”, ressalta a docente.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A entrevista vai ao ar nesta quarta (13), às 18h05, com reapresentação no domingo (17), às 11h30. O </span><a href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Exatas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-11-13T15:12:30Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/queda-nos-indices-vacinais-tem-razoes-diversas-diz-especialista">
    <title>Queda nos índices vacinais tem razões diversas, diz especialista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/queda-nos-indices-vacinais-tem-razoes-diversas-diz-especialista</link>
    <description>Ao USP Analisa, a professora Letícia Pereira explica que elas vão desde o corte de verbas para saúde até a desinformação reforçada por atores políticos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-d000dca6-7fff-bfd7-aa4f-0a2e85c232b3"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome37.png/@@images/de7754ce-96a3-4686-998f-a9c2d35df396.png" alt="" class="image-left" title="" />Nos últimos anos, o Brasil viu seus índices vacinais caírem assustadoramente, trazendo o risco de retorno de doenças já controladas, como o sarampo e a poliomielite. Para tentar entender as razões disso, o USP Analisa entrevista a professora universitária e apresentadora do podcast Escuta a Ciência! Letícia Sarturi Pereira.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo ela, não existe apenas um motivo para essa queda, mas vários. Entre eles, Letícia cita o próprio sucesso das vacinas, que dão à sociedade a falsa sensação de que a imunização não é necessária porque as doenças não existem mais, e também uma falta de organização no Programa Nacional de Imunizações, o PNI.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Nos últimos anos, com a queda de investimento na saúde, a gente teve uma desorganização muito forte na atenção primária [feita pelos municípios diretamente à população]. E essa atenção primária se daria de maneira ideal se houvesse busca ativa das pessoas que não se vacinaram, um cadastro e uma organização de um sistema mais adequado para rastrear esses casos”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Letícia explica ainda que os cortes de verbas atingiram também as campanhas de comunicação sobre as vacinas, importantes para que os pais se lembrem de levar os filhos ao posto de vacinação. E, para finalizar, ainda houve uma importação do movimento antivacina no Brasil, fortalecido pela desinformação que circula tanto pelas redes sociais quanto por atores políticos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A gente teve recentemente, por conta da pandemia, declarações antivacina do próprio governo. O que um governante fala não só é replicado como também influencia outras pessoas. Um governante tem poder de influência não só sobre as pessoas que votaram nele ou que acreditam nele, mas sobre pessoas que sabem que é o presidente da República que está falando como se tivesse alguma fala de autoridade”, lembra a professora.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Vacinas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>União Pró-Vacina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-11-17T17:56:02Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/qualidade-do-diretor-escolar-traz-impacto-na-aprendizagem">
    <title>Qualidade do diretor escolar traz impacto na aprendizagem</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/qualidade-do-diretor-escolar-traz-impacto-na-aprendizagem</link>
    <description>Segundo Mozart Neves Ramos, entrevistado do USP Analisa desta semana, gestor eficaz gera para escola 12 pontos a mais, em média, no SAEB</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-10f5b880-7fff-b9f8-92a9-c56529feb85d"> </span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-60712461-7fff-9030-3ddf-3309350d0128"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome53.png/@@images/e5e56134-a969-44aa-845d-581f87f4701e.png" alt="" class="image-left" title="" />Em um mundo disruptivo, marcado pelo surgimento de problemas cada vez mais complexos, as escolas devem estar preparadas para formar alunos capazes de lidar com esses desafios. Além do professor, outra figura é fundamental nesse processo: o diretor escolar. Por isso, o Conselho Nacional de Educação aprovou uma matriz de competências que esse profissional deve ter para gerir a escola. Para falar sobre essa matriz e o papel do diretor, o USP Analisa desta semana conversa com o integrante do CNE e titular da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, Mozart Neves Ramos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele explica que o diretor hoje precisa ter competências que vão além da formação pedagógica, suficiente para a função há pouco mais de dez anos. “Um diretor deve ter competências capazes de dialogar com as questões pedagógicas, contábeis, financeiras, com a gestão de pessoas, com as novas tecnologias e comunicação. É um desafio enorme hoje gerir uma escola, principalmente uma escola pública. Só a título de exemplo: um gestor escolar eficaz promove 12 pontos a mais, em média, no SAEB, que é o Sistema de Avaliação da Educação Básica, tanto em língua portuguesa como em matemática. Ter um líder eficaz traz impacto à própria aprendizagem. Depois do professor, a qualidade do diretor é o fator mais importante na educação”, diz Mozart.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O professor afirma que a matriz de competências do diretor escolar foi formulada pelo CNE por meio do diálogo com diversos atores educacionais, como o próprio Ministério da Educação, o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), conselhos estaduais e municipais de educação, a Federação Nacional das Escolas Particulares, as universidades e o terceiro setor. As discussões duraram mais de cinco meses e, segundo ele, geraram um documento mandatório, ou seja, que deve ser comum a todas as redes e sistemas de ensino.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Nós conseguimos estabelecer dez competências gerais que todos os diretores devem desenvolver; um conjunto de 17 competências específicas, ancoradas em quatro grandes dimensões; e 95 atribuições, essas sim, flexíveis, e que podem ser naturalmente usadas como inspiração e recomendação, mas não mandatórias, para as redes e sistemas de ensino”, conta.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mozart também foi um dos palestrantes no curso Políticas Públicas e a Qualidade da Educação, promovido pela Cátedra. Para assistir ao vídeo da aula, que também abordou as competências do diretor escolar, acesse o </span><a href="https://youtu.be/Y9IEi79nuyI"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A entrevista vai ao ar nesta quarta (3), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (7), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de áudio </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-11-03T19:50:22Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/proteger-a-propriedade-intelectual-e-importante-para-o-desenvolvimento-do-pais">
    <title>Proteger a propriedade intelectual é importante para o desenvolvimento do País</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/proteger-a-propriedade-intelectual-e-importante-para-o-desenvolvimento-do-pais</link>
    <description>Especialista explica como funciona a concessão de patentes no USP Analisa desta semana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-67e8239c-7fff-bd7c-05c7-8309702028b1"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/edbb31170907435f99eb2db842effefd.jfif/@@images/d62bc401-633c-450e-b17e-0f15f9b975b4.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Patentes são fundamentais para proteger desde resultados de pesquisas científicas e produtos de grandes indústrias até soluções desenvolvidas por inventores independentes. Mas o processo que envolve a concessão de uma patente ainda é pouco conhecido pela maioria dos brasileiros. Para discutir esse tema, o USP Analisa desta semana recebe o o inventor, empresário e especialista em patentes Henry Suzuki.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele explica que é preciso diferenciar patente, que está relacionada à invenção de uma solução técnica, e marca, que é um elemento visual usado para diferenciar produtos. Segundo Henry, o nome de um produto natural, por exemplo, pode ser usado como marca para algo que não tenha ligação direta com esse produto. “Eu até brinco quando as pessoas falam ‘que absurdo registrar a marca Cupuaçu no Japão’. Eu falo: ‘pois é, gente, registraram a marca ‘Maçã’ nos Estados Unidos para computadores! Já ouviram falar numa tal de Apple?’ Apple para computador pode, o que não pode é a marca ‘Computador’ para computadores”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O especialista destaca ainda que tanto o brasileiro médio quanto os próprios professores e profissionais que atuam em educação desconhecem os procedimentos para proteger a propriedade intelectual, o que é um risco ao desenvolvimento do País. “É importante conhecer esse universo porque, na era do conhecimento, a gente tem que fazer com que nosso País trabalhe melhor com apropriação intelectual, que é a maior riqueza que uma nação pode ter”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa vai ao ar nesta quarta (28), às 18h05, com reapresentação no domingo (04) às 11h30. O </span><a href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) em parceria com a Rádio USP Ribeirão Preto.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-08-28T17:47:30Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/professora-explica-riscos-da-poliomielite-e-importancia-das-vacinas">
    <title>Professora explica riscos da poliomielite e importância das vacinas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/professora-explica-riscos-da-poliomielite-e-importancia-das-vacinas</link>
    <description>Entrevista com Letícia Sarturi, que também apresenta o podcast Escuta a Ciência! será exibida no USP Analisa desta sexta, às 16h45</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-88a4b8fa-7fff-91fe-195f-a1579c1bff75"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome38.png/@@images/d5741148-711d-472e-8f6b-8d13cc997ee5.png" alt="" class="image-left" title="" />Com a queda nos índices vacinais no Brasil, doenças que estavam controladas até pouco tempo atrás voltaram a ser uma séria ameaça para as crianças. No USP Analisa desta semana, a professora universitária e apresentadora do podcast Escuta a Ciência, Letícia Sarturi Pereira, fala sobre os riscos da poliomielite e a importância das vacinas contra ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ela explica que o poliovírus, causador da doença, é transmitido pelas fezes e pela saliva da pessoa infectada. Ao entrar no corpo, ele se multiplica nos linfonodos (estruturas que funcionam como filtros para substâncias nocivas) e acabam atingindo o sangue.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Essa primeira viremia, quando o vírus atinge o sangue, pode gerar uma certa quantidade de sintomas que a criança sente, mas a maior gravidade ocorre quando a doença não é contida, quando o vírus segue, continua se multiplicando e há uma viremia secundária. Ou seja, o vírus aumenta sua quantidade de cópias dentro do organismo e isso pode gerar, por exemplo, a infecção no sistema nervoso central. Esse vírus consegue então provocar lesões que acometem principalmente a parte motora, o que resulta na paralisia”, conta Letícia.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo a professora, existem atualmente no país duas vacinas distribuídas gratuitamente no Sistema Único de Saúde: a injetável (VIP), aplicada nos primeiros meses de vida, e a oral (VOP), usada como reforço a partir dos 15 meses de idade. Ambas são feitas com a cepa vacinal do poliovírus, que é diferente do poliovírus selvagem.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Nesse esquema vacinal, há uma imunidade conferida pela vacina de vírus injetável, que é muito segura porque é só o vírus morto, e depois é feito um reforço pela vacina oral. E esse reforço é importante, sim, para conferir uma imunidade nas mucosas gastrointestinal e oral, evitando a evolução da doença, porque aumenta o nível de anticorpos do tipo IgA, que previnem a replicação do vírus caso a criança tenha contato com ele”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Vacinas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-11-30T20:02:23Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/producao-de-vacinas-envolve-criterios-rigorosos-de-seguranca">
    <title>Produção de vacinas envolve critérios rigorosos de segurança</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/producao-de-vacinas-envolve-criterios-rigorosos-de-seguranca</link>
    <description>Entrevistados do USP Analisa destacam esses procedimentos e também a importância da informação à população para aumentar os índices de vacinação no país</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-3e919388-7fff-bea8-83ea-6d1960b10beb"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/vaccination1215279_1920_edit.jpg/@@images/615f0f36-cb83-484d-8da9-bb0b851c6f3a.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A importância das vacinas para a sociedade é inegável. Afinal, uma das razões para o isolamento social que boa parte do mundo enfrenta atualmente em virtude da pandemia de covid-19 é exatamente a ausência de uma vacina para prevenir essa doença. Apesar disso, ainda há quem negue os benefícios que essas substâncias trazem para a saúde e até mesmo dissemine desinformação. Para discutir o processo de produção das vacinas,os critérios de segurança envolvidos e também as notícias falsas que circulam sobre elas, o USP Analisa desta semana conversa com Robson Amaral e Wasim Syed, que integram respectivamente os projetos de divulgação científica Ilha do Conhecimento e Vidya Academics.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Robson, que também é doutorando da USP Ribeirão Preto na área de tecnologia de cultivos celulares com ênfase em modelos </span><span>in vitro</span><span>, destaca que o desenvolvimento de uma vacina leva um tempo médio de 12 anos e a análise de sua segurança não pára após a liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. “Ela vai continuar sendo monitorada por um longo período, porque o objetivo é identificar outros eventos adversos que possam acontecer. Isso também é feito pelo Ministério da Saúde. Algumas vacinas passam por cerca de 20 análises diferentes de qualidade para poderem ser envasadas e distribuídas, que é o caso da vacina contra influenza do tipo B”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Um dos principais receios em relação à segurança da vacina está ligada a uma associação equivocada que algumas pessoas fazem entre a aplicação do produto e o aparecimento de determinados sintomas. “Eu participei de alguns dias da campanha de vacinação contra a gripe e uma das recomendações era você não aplicar a vacina no mesmo dia em que a pessoa tivesse apresentando febre ou algum sintoma de doença respiratórias. Porque as pessoas fazem uma relação de causa e efeito muito errada. Eu estou com febre, estou no processo de manifestação da febre e eu tomo a vacina, então a vacina causa febre. Mas ninguém pensa que a pessoa também tomou água e a água causou a febre”, diz Wasim.</span></p>
<p dir="ltr">Além de integrar grupos de divulgação científica, Robson e Wasim participam da <a class="external-link" href="https://sites.usp.br/iearp/uniao-pro-vacina/">União Pró-Vacina</a>, um projeto organizado por instituições ligadas à USP Ribeirão Preto com o objetivo de combater a desinformação sobre vacinas por meio da produção de materiais informativos, intervenções em espaços públicos e realização de eventos. “Se você não tem mais o registro de uma doença, você acaba não temendo mais ela. Então pensamos em expor dados que mostrem a volta de algumas doenças prevenidas por doenças e também gráficos que projetem cenários do que pode acontecer caso essas doenças voltem, o estrago que isso pode causar tanto em termos sociais quanto econômicos”, conta Robson.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>A entrevista vai ao ar pela Rádio USP nesta quarta (13), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (17), a partir das 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/3xuFerZEzUBiPWlUQXNarx?si=S_bMsOV4TUO54SLglByYNA"><span>Spotify</span></a><span>. O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Vacinas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-05-13T15:46:21Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/problema-nao-e-criptoativo-mas-brechas-na-regulacao-que-os-criminosos-aproveitam-diz-especialista">
    <title>Problema não é criptoativo, mas brechas na regulação que os criminosos aproveitam, diz especialista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/problema-nao-e-criptoativo-mas-brechas-na-regulacao-que-os-criminosos-aproveitam-diz-especialista</link>
    <description>USP Analisa desta semana conversa com o pesquisador do NEV-USP Felipe Ramos Garcia sobre uso de criptoativos e das fintechs pelo crime organizado para lavagem de dinheiro e comenta ainda a exposição de crianças e adolescentes em ambientes digitais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-e771597d-7fff-dd0e-18f2-ea30122e6ec4"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome56.png/@@images/4d4aaa81-ac6b-46f9-8f9e-53abdb59bd34.png" alt="" class="image-left" title="" />O uso de criptoativos para lavagem de dinheiro pelo crime organizado e a exploração de crianças e adolescentes na internet foram dois crimes digitais que ganharam bastante repercussão nos últimos meses. No primeiro caso, graças a uma operação da Polícia Federal que descobriu ligações entre uma organização criminosa e fintechs e, no segundo, por conta de um vídeo publicado por um influenciador digital mostrando como algoritmos podem ser condicionados para propagação de material ligado à exploração infantil. O USP Analisa desta semana (23/10) vai analisar esses dois casos dentro da série especial sobre criminalidade e violência, em uma entrevista com o pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da USP e colaborador do Observatório de Segurança Pública da Unesp, Felipe Ramos Garcia.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Sobre o uso dos criptoativos, Felipe lembra que existe um marco legal em vigor desde 2023 que exige que provedores de serviços ativos virtuais, de câmbio e de compra a venda de moedas digitais tenham autorização do Banco Central para funcionar e sejam fiscalizados pela Comissão de Valores Mobiliários.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A lei, de modo geral, não criminaliza os criptoativos, mas tenta estabelecer alguns marcos para regular o comércio e o mercado de criptoativos no Brasil. O ponto é que a gente observou, com a última operação [da Polícia Federal], algumas fragilidades nessa legislação, porque ela tende a não abarcar com tanto fervor, como acontece no caso de bancos, as chamadas fintechs”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Felipe explica que, no caso dos bancos, todas as transações são comunicadas ao Banco Central. Já no caso das fintechs, há a operação das chamadas contas-bolsão, que são comunicadas apenas quando chegam a um determinado valor, e podem conter tanto dinheiro lícito, de comerciantes comuns, quanto ilícito, proveniente do tráfico de drogas, por exemplo.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Essa falta de fiscalização mais detida cria um ambiente fértil para este tipo de envolvimento com crime organizado. Boa parte das vezes, como é o caso dessas operações que aconteceram, há o envolvimento de criptoativos, justamente por uma certa dificuldade de rastreá-los e porque, em vários casos, eles acabam operando na margem dessa fiscalização. Então, o problema não é o criptoativo em si, mas as brechas na regulação, que o crime organizado e os criminosos sempre vão aproveitar”, explica ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Sobre a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital, Felipe destaca que, após a pandemia, houve uma maior discussão sobre os impactos da exposição intensa de jovens às redes sociais, o que tem levado alguns países a cercear o uso delas por menores de 16 anos e a obrigar as plataformas a fiscalizar esse uso.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A gente precisa olhar para as plataformas digitais não necessariamente como uma vilã ou como uma mocinha nessa história, mas como queremos pensar em educar os nossos filhos. Porque se é um ambiente em que há exposição de golpes, links fraudulentos, exposição de plataforma de aposta, como a gente gostaria que os nossos filhos, nossos sobrinhos, nossos netos estivessem participando dessa esfera? Talvez seria interessante pensar em alternativas para ou coibir esse tipo de participação, pelo menos até uma certa idade - aí, enquanto sociedade a gente precisa chegar nesse denominador comum - ou virtualmente intensificar essa responsabilização para que pelo menos esse tipo de conteúdo não chegue a essas crianças e adolescentes”, sugere o pesquisador.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://rp.iea.usp.br/projetos/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP às quintas-feiras, às 16h40, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas principais plataformas de podcast.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crime Organizado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internet</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-10-22T13:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/principios-de-direitos-humanos-ainda-encontram-dificuldades-de-aplicacao-nas-empresas">
    <title>Princípios de direitos humanos ainda encontram dificuldades de aplicação nas empresas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/principios-de-direitos-humanos-ainda-encontram-dificuldades-de-aplicacao-nas-empresas</link>
    <description>No segundo programa da série do USP Analisa, especialistas abordam o tema sob óticas de empresas estatais, trabalho escravo, direito à alimentação e tragédias socioambientais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-50d21eb0-7fff-f6b5-6d74-9f72a3f2ed18"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome45.png/@@images/fc28c3d4-345f-45cb-a452-1d7909b545ea.png" alt="" class="image-left" title="" />Em 2011, a ONU estabeleceu os Princípios Orientadores sobre Direitos Humanos e Empresas. Mas, dez anos após sua criação, ainda há dificuldades em sua implementação pelas corporações. No segundo episódio da série especial sobre o tema produzida pelo USP Analisa, o professor da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP Eduardo Saad Diniz, as doutorandas da FDRP Victoria Vitti Laurentiz e Sofia Bertolini Martinelli, também respectivamente diretora do USP Business and Human Rights Working Group e coordenadora do USP Food Law, e o diretor da Colaboração Angola-Brasil para a Transformação da Criminologia e Direitos Humanos, João Victor Palermo vão falar desses princípios sob a ótica das empresas estatais, do trabalho escravo, da indústria alimentícia e de empresas envolvidas em tragédias socioambientais.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Empresas estatais, assim como as do setor privado, também deveriam aplicar os princípios e existem inclusive indicadores para mensurar essa aplicação. Porém, segundo Victória, nem sempre esses indicadores são ferramentas técnicas e politicamente neutras. “Existe um aprimoramento considerável a ser feito, com a finalidade de fortalecer o monitoramento dos custos de cada empresa. Agora, nós precisamos acompanhar esses indicadores, especialmente este ano, porque nós temos, dentro da agenda do cronograma do governo brasileiro, uma expectativa de desestatizações, citando aí especificamente a venda de ativos importantes, como a Eletrobrás e os Correios”, lembra ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O agravamento da crise sanitária e a redução de investimentos na fiscalização trouxeram um cenário propício para a exploração do trabalhador, incluindo casos de trabalho em condições análogas à de escravidão. “Dentro desse contexto da pandemia, nós observamos também um grande desmonte e inúmeras iniciativas de desarticulação das operações dos auditores fiscais do trabalho. Ainda assim, as parcerias com a Polícia Federal tornaram possíveis diversas operações de resgate de pessoas escravizadas. Então a gente pode perceber o quanto aumentou o número de pessoas sendo precarizadas no seu trabalho e também o aumento do número de vítimas da escravidão moderna”, diz João Victor.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Diferente do trabalho escravo, que possui um reconhecimento internacional de repúdio, o direito à alimentação ainda encontra resistência em sua aplicação, mesmo estando contemplado na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Sofia explica que, no Brasil, a Lei de Segurança Alimentar e Nutricional coloca o direito à alimentação muito além da ausência de fome, vinculando-o à qualidade nutricional e à adequação cultural e social.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Não é comum termos notícias de pessoas que pleiteiam judicialmente a garantia do direito à alimentação ou reclamam que seu direito alimentar foi violado, nem mesmo aqui no Brasil, onde nós somos, de uma certa forma, uma exceção em relação a esse tema, porque nós constitucionalizamos expressamente o direito à alimentação. Além disso, implementamos uma legislação infraconstitucional que concretiza muito bem, do ponto de vista jurídico, essas diferentes dimensões do direito à alimentação. Mas nós seguimos ainda com uma certa dificuldade em garantir esse direito, a despeito do arcabouço jurídico em tese preparado para isso”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Já em relação às tragédias socioambientais, como as ocorridas em Brumadinho e Mariana, em Minas Gerais, Eduardo destaca que, apesar das certificações de atuação sustentável das empresas, não existe proteção de fato. “Além disso, todo o processo de remediar é bastante comprometido pelas vias judiciais, o próprio judiciário tem sido utilizado para neutralizar o conflito. Não existe uma delimitação própria do dano, o dano tem múltiplos processos de vitimização. Se eu não delimitei o dano, eu vou reparar o quê? Se eu não delimitei o dano, que tipo de imaginação restaurativa eu vou desenvolver?”, questiona ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O segundo episódio da série vai ao ar nesta quarta (11), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (15), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de áudio </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Escravidão</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-08-11T20:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/presenca-do-campus-auxilia-desenvolvimento-da-cidade">
    <title>Presença do campus auxilia desenvolvimento da cidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/presenca-do-campus-auxilia-desenvolvimento-da-cidade</link>
    <description>USP Analisa aborda importância da universidade para os municípios e desafios da gestão dessa estrutura</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/usp_ribeirao.jpg/@@images/81a9141d-ae0b-408a-abf3-1d488806e38a.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />O campus de uma universidade pode ser comparado a um pequeno município. Na USP Ribeirão Preto, por exemplo, circulam diariamente uma população de aproximadamente 14 mil pessoas e nove mil veículos. Para falar sobre os desafios que envolvem a gestão dessa estrutura e a importância dela para a cidade, o USP Analisa desta semana conversa com a prefeita do campus Ribeirão Preto da USP e docente da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto Cláudia Souza Passador.</p>
<p>Ela explica que as pesquisas produzidas pela universidade podem até mesmo direcionar o desenvolvimento do município. “Nós temos aqui na região um arranjo produtivo local de equipamentos médico-hospitalares que jamais existiria sem a presença da universidade. São os nossos docentes e pesquisadores que investigam justamente novos caminhos para essas atividades de sua especialidade e de alguma forma isso tem conexão com o mercado, desenvolvendo novas técnicas, novos produtos. Nesse sentido, [o campus] é muito interessante para a cidade economicamente”.</p>
<p>Além de investir em ações para integrar a população da cidade ao campus, como o oferecimento de atividades culturais e esportivas, Cláudia conta que há uma preocupação em proporcionar uma maior conexão entre os estudantes, principalmente por meio do conceito <i>Smart Campus</i>, que envolve tecnologia e busca criar espaços de multidisciplinaridade.</p>
<p>“A tecnologia não só é responsável pelas redes sociais, mas também pela segurança e pela inovação. Hoje existem esses espaços, por exemplo, das startups, então é uma coisa que a gente vem também incentivando. Mas se pessoas de áreas diferentes não se juntarem, dificilmente uma coisa muito inovadora vai ser criada, porque o mundo exige isso”.</p>
<p>A entrevista vai ao ar nesta quarta (24), às 21h, e no domingo (28), às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Administração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-23T17:56:29Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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