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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 31 to 45.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/professora-explica-riscos-da-poliomielite-e-importancia-das-vacinas">
    <title>Professora explica riscos da poliomielite e importância das vacinas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/professora-explica-riscos-da-poliomielite-e-importancia-das-vacinas</link>
    <description>Entrevista com Letícia Sarturi, que também apresenta o podcast Escuta a Ciência! será exibida no USP Analisa desta sexta, às 16h45</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-88a4b8fa-7fff-91fe-195f-a1579c1bff75"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome38.png/@@images/d5741148-711d-472e-8f6b-8d13cc997ee5.png" alt="" class="image-left" title="" />Com a queda nos índices vacinais no Brasil, doenças que estavam controladas até pouco tempo atrás voltaram a ser uma séria ameaça para as crianças. No USP Analisa desta semana, a professora universitária e apresentadora do podcast Escuta a Ciência, Letícia Sarturi Pereira, fala sobre os riscos da poliomielite e a importância das vacinas contra ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ela explica que o poliovírus, causador da doença, é transmitido pelas fezes e pela saliva da pessoa infectada. Ao entrar no corpo, ele se multiplica nos linfonodos (estruturas que funcionam como filtros para substâncias nocivas) e acabam atingindo o sangue.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Essa primeira viremia, quando o vírus atinge o sangue, pode gerar uma certa quantidade de sintomas que a criança sente, mas a maior gravidade ocorre quando a doença não é contida, quando o vírus segue, continua se multiplicando e há uma viremia secundária. Ou seja, o vírus aumenta sua quantidade de cópias dentro do organismo e isso pode gerar, por exemplo, a infecção no sistema nervoso central. Esse vírus consegue então provocar lesões que acometem principalmente a parte motora, o que resulta na paralisia”, conta Letícia.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo a professora, existem atualmente no país duas vacinas distribuídas gratuitamente no Sistema Único de Saúde: a injetável (VIP), aplicada nos primeiros meses de vida, e a oral (VOP), usada como reforço a partir dos 15 meses de idade. Ambas são feitas com a cepa vacinal do poliovírus, que é diferente do poliovírus selvagem.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Nesse esquema vacinal, há uma imunidade conferida pela vacina de vírus injetável, que é muito segura porque é só o vírus morto, e depois é feito um reforço pela vacina oral. E esse reforço é importante, sim, para conferir uma imunidade nas mucosas gastrointestinal e oral, evitando a evolução da doença, porque aumenta o nível de anticorpos do tipo IgA, que previnem a replicação do vírus caso a criança tenha contato com ele”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Vacinas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-11-30T20:02:23Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/producao-de-vacinas-envolve-criterios-rigorosos-de-seguranca">
    <title>Produção de vacinas envolve critérios rigorosos de segurança</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/producao-de-vacinas-envolve-criterios-rigorosos-de-seguranca</link>
    <description>Entrevistados do USP Analisa destacam esses procedimentos e também a importância da informação à população para aumentar os índices de vacinação no país</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-3e919388-7fff-bea8-83ea-6d1960b10beb"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/vaccination1215279_1920_edit.jpg/@@images/615f0f36-cb83-484d-8da9-bb0b851c6f3a.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A importância das vacinas para a sociedade é inegável. Afinal, uma das razões para o isolamento social que boa parte do mundo enfrenta atualmente em virtude da pandemia de covid-19 é exatamente a ausência de uma vacina para prevenir essa doença. Apesar disso, ainda há quem negue os benefícios que essas substâncias trazem para a saúde e até mesmo dissemine desinformação. Para discutir o processo de produção das vacinas,os critérios de segurança envolvidos e também as notícias falsas que circulam sobre elas, o USP Analisa desta semana conversa com Robson Amaral e Wasim Syed, que integram respectivamente os projetos de divulgação científica Ilha do Conhecimento e Vidya Academics.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Robson, que também é doutorando da USP Ribeirão Preto na área de tecnologia de cultivos celulares com ênfase em modelos </span><span>in vitro</span><span>, destaca que o desenvolvimento de uma vacina leva um tempo médio de 12 anos e a análise de sua segurança não pára após a liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. “Ela vai continuar sendo monitorada por um longo período, porque o objetivo é identificar outros eventos adversos que possam acontecer. Isso também é feito pelo Ministério da Saúde. Algumas vacinas passam por cerca de 20 análises diferentes de qualidade para poderem ser envasadas e distribuídas, que é o caso da vacina contra influenza do tipo B”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Um dos principais receios em relação à segurança da vacina está ligada a uma associação equivocada que algumas pessoas fazem entre a aplicação do produto e o aparecimento de determinados sintomas. “Eu participei de alguns dias da campanha de vacinação contra a gripe e uma das recomendações era você não aplicar a vacina no mesmo dia em que a pessoa tivesse apresentando febre ou algum sintoma de doença respiratórias. Porque as pessoas fazem uma relação de causa e efeito muito errada. Eu estou com febre, estou no processo de manifestação da febre e eu tomo a vacina, então a vacina causa febre. Mas ninguém pensa que a pessoa também tomou água e a água causou a febre”, diz Wasim.</span></p>
<p dir="ltr">Além de integrar grupos de divulgação científica, Robson e Wasim participam da <a class="external-link" href="https://sites.usp.br/iearp/uniao-pro-vacina/">União Pró-Vacina</a>, um projeto organizado por instituições ligadas à USP Ribeirão Preto com o objetivo de combater a desinformação sobre vacinas por meio da produção de materiais informativos, intervenções em espaços públicos e realização de eventos. “Se você não tem mais o registro de uma doença, você acaba não temendo mais ela. Então pensamos em expor dados que mostrem a volta de algumas doenças prevenidas por doenças e também gráficos que projetem cenários do que pode acontecer caso essas doenças voltem, o estrago que isso pode causar tanto em termos sociais quanto econômicos”, conta Robson.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>A entrevista vai ao ar pela Rádio USP nesta quarta (13), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (17), a partir das 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/3xuFerZEzUBiPWlUQXNarx?si=S_bMsOV4TUO54SLglByYNA"><span>Spotify</span></a><span>. O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Vacinas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-05-13T15:46:21Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/problema-nao-e-criptoativo-mas-brechas-na-regulacao-que-os-criminosos-aproveitam-diz-especialista">
    <title>Problema não é criptoativo, mas brechas na regulação que os criminosos aproveitam, diz especialista</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/problema-nao-e-criptoativo-mas-brechas-na-regulacao-que-os-criminosos-aproveitam-diz-especialista</link>
    <description>USP Analisa desta semana conversa com o pesquisador do NEV-USP Felipe Ramos Garcia sobre uso de criptoativos e das fintechs pelo crime organizado para lavagem de dinheiro e comenta ainda a exposição de crianças e adolescentes em ambientes digitais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-e771597d-7fff-dd0e-18f2-ea30122e6ec4"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome56.png/@@images/4d4aaa81-ac6b-46f9-8f9e-53abdb59bd34.png" alt="" class="image-left" title="" />O uso de criptoativos para lavagem de dinheiro pelo crime organizado e a exploração de crianças e adolescentes na internet foram dois crimes digitais que ganharam bastante repercussão nos últimos meses. No primeiro caso, graças a uma operação da Polícia Federal que descobriu ligações entre uma organização criminosa e fintechs e, no segundo, por conta de um vídeo publicado por um influenciador digital mostrando como algoritmos podem ser condicionados para propagação de material ligado à exploração infantil. O USP Analisa desta semana (23/10) vai analisar esses dois casos dentro da série especial sobre criminalidade e violência, em uma entrevista com o pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da USP e colaborador do Observatório de Segurança Pública da Unesp, Felipe Ramos Garcia.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Sobre o uso dos criptoativos, Felipe lembra que existe um marco legal em vigor desde 2023 que exige que provedores de serviços ativos virtuais, de câmbio e de compra a venda de moedas digitais tenham autorização do Banco Central para funcionar e sejam fiscalizados pela Comissão de Valores Mobiliários.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A lei, de modo geral, não criminaliza os criptoativos, mas tenta estabelecer alguns marcos para regular o comércio e o mercado de criptoativos no Brasil. O ponto é que a gente observou, com a última operação [da Polícia Federal], algumas fragilidades nessa legislação, porque ela tende a não abarcar com tanto fervor, como acontece no caso de bancos, as chamadas fintechs”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Felipe explica que, no caso dos bancos, todas as transações são comunicadas ao Banco Central. Já no caso das fintechs, há a operação das chamadas contas-bolsão, que são comunicadas apenas quando chegam a um determinado valor, e podem conter tanto dinheiro lícito, de comerciantes comuns, quanto ilícito, proveniente do tráfico de drogas, por exemplo.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Essa falta de fiscalização mais detida cria um ambiente fértil para este tipo de envolvimento com crime organizado. Boa parte das vezes, como é o caso dessas operações que aconteceram, há o envolvimento de criptoativos, justamente por uma certa dificuldade de rastreá-los e porque, em vários casos, eles acabam operando na margem dessa fiscalização. Então, o problema não é o criptoativo em si, mas as brechas na regulação, que o crime organizado e os criminosos sempre vão aproveitar”, explica ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Sobre a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital, Felipe destaca que, após a pandemia, houve uma maior discussão sobre os impactos da exposição intensa de jovens às redes sociais, o que tem levado alguns países a cercear o uso delas por menores de 16 anos e a obrigar as plataformas a fiscalizar esse uso.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A gente precisa olhar para as plataformas digitais não necessariamente como uma vilã ou como uma mocinha nessa história, mas como queremos pensar em educar os nossos filhos. Porque se é um ambiente em que há exposição de golpes, links fraudulentos, exposição de plataforma de aposta, como a gente gostaria que os nossos filhos, nossos sobrinhos, nossos netos estivessem participando dessa esfera? Talvez seria interessante pensar em alternativas para ou coibir esse tipo de participação, pelo menos até uma certa idade - aí, enquanto sociedade a gente precisa chegar nesse denominador comum - ou virtualmente intensificar essa responsabilização para que pelo menos esse tipo de conteúdo não chegue a essas crianças e adolescentes”, sugere o pesquisador.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://rp.iea.usp.br/projetos/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP às quintas-feiras, às 16h40, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas principais plataformas de podcast.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crime Organizado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Internet</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-10-22T13:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/principios-de-direitos-humanos-ainda-encontram-dificuldades-de-aplicacao-nas-empresas">
    <title>Princípios de direitos humanos ainda encontram dificuldades de aplicação nas empresas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/principios-de-direitos-humanos-ainda-encontram-dificuldades-de-aplicacao-nas-empresas</link>
    <description>No segundo programa da série do USP Analisa, especialistas abordam o tema sob óticas de empresas estatais, trabalho escravo, direito à alimentação e tragédias socioambientais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-50d21eb0-7fff-f6b5-6d74-9f72a3f2ed18"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome45.png/@@images/fc28c3d4-345f-45cb-a452-1d7909b545ea.png" alt="" class="image-left" title="" />Em 2011, a ONU estabeleceu os Princípios Orientadores sobre Direitos Humanos e Empresas. Mas, dez anos após sua criação, ainda há dificuldades em sua implementação pelas corporações. No segundo episódio da série especial sobre o tema produzida pelo USP Analisa, o professor da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP Eduardo Saad Diniz, as doutorandas da FDRP Victoria Vitti Laurentiz e Sofia Bertolini Martinelli, também respectivamente diretora do USP Business and Human Rights Working Group e coordenadora do USP Food Law, e o diretor da Colaboração Angola-Brasil para a Transformação da Criminologia e Direitos Humanos, João Victor Palermo vão falar desses princípios sob a ótica das empresas estatais, do trabalho escravo, da indústria alimentícia e de empresas envolvidas em tragédias socioambientais.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Empresas estatais, assim como as do setor privado, também deveriam aplicar os princípios e existem inclusive indicadores para mensurar essa aplicação. Porém, segundo Victória, nem sempre esses indicadores são ferramentas técnicas e politicamente neutras. “Existe um aprimoramento considerável a ser feito, com a finalidade de fortalecer o monitoramento dos custos de cada empresa. Agora, nós precisamos acompanhar esses indicadores, especialmente este ano, porque nós temos, dentro da agenda do cronograma do governo brasileiro, uma expectativa de desestatizações, citando aí especificamente a venda de ativos importantes, como a Eletrobrás e os Correios”, lembra ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O agravamento da crise sanitária e a redução de investimentos na fiscalização trouxeram um cenário propício para a exploração do trabalhador, incluindo casos de trabalho em condições análogas à de escravidão. “Dentro desse contexto da pandemia, nós observamos também um grande desmonte e inúmeras iniciativas de desarticulação das operações dos auditores fiscais do trabalho. Ainda assim, as parcerias com a Polícia Federal tornaram possíveis diversas operações de resgate de pessoas escravizadas. Então a gente pode perceber o quanto aumentou o número de pessoas sendo precarizadas no seu trabalho e também o aumento do número de vítimas da escravidão moderna”, diz João Victor.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Diferente do trabalho escravo, que possui um reconhecimento internacional de repúdio, o direito à alimentação ainda encontra resistência em sua aplicação, mesmo estando contemplado na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Sofia explica que, no Brasil, a Lei de Segurança Alimentar e Nutricional coloca o direito à alimentação muito além da ausência de fome, vinculando-o à qualidade nutricional e à adequação cultural e social.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Não é comum termos notícias de pessoas que pleiteiam judicialmente a garantia do direito à alimentação ou reclamam que seu direito alimentar foi violado, nem mesmo aqui no Brasil, onde nós somos, de uma certa forma, uma exceção em relação a esse tema, porque nós constitucionalizamos expressamente o direito à alimentação. Além disso, implementamos uma legislação infraconstitucional que concretiza muito bem, do ponto de vista jurídico, essas diferentes dimensões do direito à alimentação. Mas nós seguimos ainda com uma certa dificuldade em garantir esse direito, a despeito do arcabouço jurídico em tese preparado para isso”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Já em relação às tragédias socioambientais, como as ocorridas em Brumadinho e Mariana, em Minas Gerais, Eduardo destaca que, apesar das certificações de atuação sustentável das empresas, não existe proteção de fato. “Além disso, todo o processo de remediar é bastante comprometido pelas vias judiciais, o próprio judiciário tem sido utilizado para neutralizar o conflito. Não existe uma delimitação própria do dano, o dano tem múltiplos processos de vitimização. Se eu não delimitei o dano, eu vou reparar o quê? Se eu não delimitei o dano, que tipo de imaginação restaurativa eu vou desenvolver?”, questiona ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O segundo episódio da série vai ao ar nesta quarta (11), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (15), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de áudio </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Escravidão</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-08-11T20:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/presenca-do-campus-auxilia-desenvolvimento-da-cidade">
    <title>Presença do campus auxilia desenvolvimento da cidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/presenca-do-campus-auxilia-desenvolvimento-da-cidade</link>
    <description>USP Analisa aborda importância da universidade para os municípios e desafios da gestão dessa estrutura</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/usp_ribeirao.jpg/@@images/81a9141d-ae0b-408a-abf3-1d488806e38a.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />O campus de uma universidade pode ser comparado a um pequeno município. Na USP Ribeirão Preto, por exemplo, circulam diariamente uma população de aproximadamente 14 mil pessoas e nove mil veículos. Para falar sobre os desafios que envolvem a gestão dessa estrutura e a importância dela para a cidade, o USP Analisa desta semana conversa com a prefeita do campus Ribeirão Preto da USP e docente da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto Cláudia Souza Passador.</p>
<p>Ela explica que as pesquisas produzidas pela universidade podem até mesmo direcionar o desenvolvimento do município. “Nós temos aqui na região um arranjo produtivo local de equipamentos médico-hospitalares que jamais existiria sem a presença da universidade. São os nossos docentes e pesquisadores que investigam justamente novos caminhos para essas atividades de sua especialidade e de alguma forma isso tem conexão com o mercado, desenvolvendo novas técnicas, novos produtos. Nesse sentido, [o campus] é muito interessante para a cidade economicamente”.</p>
<p>Além de investir em ações para integrar a população da cidade ao campus, como o oferecimento de atividades culturais e esportivas, Cláudia conta que há uma preocupação em proporcionar uma maior conexão entre os estudantes, principalmente por meio do conceito <i>Smart Campus</i>, que envolve tecnologia e busca criar espaços de multidisciplinaridade.</p>
<p>“A tecnologia não só é responsável pelas redes sociais, mas também pela segurança e pela inovação. Hoje existem esses espaços, por exemplo, das startups, então é uma coisa que a gente vem também incentivando. Mas se pessoas de áreas diferentes não se juntarem, dificilmente uma coisa muito inovadora vai ser criada, porque o mundo exige isso”.</p>
<p>A entrevista vai ao ar nesta quarta (24), às 21h, e no domingo (28), às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Administração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-23T17:56:29Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/preocupacao-com-ia-nas-eleicoes-e-necessaria-mas-tecnologia-tambem-beneficia-eleitor">
    <title>Preocupação com IA nas eleições é necessária, mas tecnologia também beneficia eleitor</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/preocupacao-com-ia-nas-eleicoes-e-necessaria-mas-tecnologia-tambem-beneficia-eleitor</link>
    <description>No USP Analisa, pesquisadores do Grupo de Estudos TechLaw, do IEA-RP, discutem regulação da inteligência artificial e as possibilidades de uso positivas e negativas no pleito deste ano</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-730e4515-7fff-9141-9586-872bdf1ed8fe"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy2_of_Designsemnome20240503T170131.353.png/@@images/b4c79d14-be60-41c4-a473-6f37a4788aee.png" alt="" class="image-left" title="" /></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Em 2024, mais de 2 bilhões de pessoas em 60 países vão votar em eleições gerais ou municipais - incluindo o Brasil. Será a primeira vez em que as campanhas terão à disposição ferramentas de inteligência artificial que ajudam a baratear a produção de conteúdo mas, ao mesmo tempo, também podem ser usadas para gerar informações falsas. Mas a preocupação com o uso da tecnologia nas campanhas não é nova. Os professores Cíntia Rosa Pereira de Lima, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP, e Evandro Eduardo Seron Ruiz, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP, e que também integram o Grupo de Estudo “Direito e Tecnologia” (Tech Law) do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, conversaram com o USP Analisa desta sexta sobre esse assunto.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>O tema começou a ser discutido com mais intensidade após o escândalo da Cambridge Analytica, no início de 2018, quando um aplicativo criado por um pesquisador da Universidade de Cambridge e intitulado “This is your digital life” conseguiu mapear as predileções de personalidade de usuários do Facebook, informações que foram utilizadas posteriormente para distribuição de conteúdo durante eleições em várias localidades.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>“Muitos aplicativos hoje são disponibilizados nas redes sociais e, às vezes, de uma forma ingênua, eles se oferecem para envelhecer fotos ou disponibilizam testes aparentemente inofensivos. O “This is your digital life” pedia um consentimento nos seus termos - e os usuários não leem esses termos porque realmente são muito longos, cansativos - e lá constava que, ao fazerem login no aplicativo com a conta do Facebook, as pessoas consentiam que o criador da aplicação tivesse acesso aos seus contatos na rede social. Isso então escalou uma forma de coleta de dados pessoais que, de inicialmente uns 270 mil usuários, passou a representar 87 milhões de perfis que foram vasculhados pela aplicação”, explica Cíntia.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Atualmente, com a popularização de ferramentas de inteligência artificial, a preocupação vai além da coleta de dados e passa pela própria produção de conteúdo, já que algumas aplicações permitem produzir vídeos e áudios realistas utilizando o rosto e a voz das pessoas. Mesmo assim, Evandro destaca que tecnologias como essas ferramentas de edição e o Chat GPT podem ser usadas de forma positiva nas campanhas.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>“Acho que há muitas maneiras do eleitor se beneficiar e ganhar informação, ganhar conhecimento sobre a plataforma do candidato, do partido. O candidato também pode, por exemplo, buscar auxílio no Chat GPT para a geração de um discurso, eventualmente resumir aquele discurso para fazer um vídeo curto para divulgar no YouTube, no Instagram. Enfim, implica até uma redução de custo com assessores, com redatores. Acredito que, no global, a gente sai com uma democracia mais fortalecida, com mecanismos desse tipo, acho que é uma grande vantagem que a computação está trazendo para nós, cidadãos”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>Além dos professores Cíntia e Evandro, o podcast USP Analisa conversa com outra integrante do Grupo de Estudos TechLaw, a professora da FDRP Cristina Godoy Bernardo de Oliveira. O conteúdo pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eleições</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-03T19:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pratica-e-fiscalizacao-da-protecao-de-dados-ainda-trazem-duvidas">
    <title>Prática e fiscalização da proteção de dados ainda trazem dúvidas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pratica-e-fiscalizacao-da-protecao-de-dados-ainda-trazem-duvidas</link>
    <description>Nova lei que estabelece regras para o tratamento de informações do cidadão é tema do USP Analisa desta semana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-185a237b-7fff-4dfd-3e29-21d048394f6c"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/security1202344_1280.png/@@images/90142ccc-5a71-404d-af23-e3ef7190539d.png" alt="" class="image-left" title="" />Embora vá entrar em vigor em agosto deste ano, a Lei Geral de Proteção de Dados ainda deixa algumas empresas em dúvida de como deverão tratar as informações dos clientes. A implementação de um órgão fiscalizador dessas práticas também suscita discussões no atual governo. Para discutir esses temas, o USP Analisa exibe nesta semana a segunda parte da entrevista com a professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP Cíntia Rosa Pereira de Lima e com o professor do Departamento de Computação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP Evandro Eduardo Seron Ruiz.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Sobre a fiscalização dos procedimentos, Cíntia lembra que a questão foi um dos pontos mais debatidos durante a análise do projeto de lei por deputados e senadores, principalmente por envolver a criação de mais um órgão em um contexto de crise financeira e política. “Sem um órgão independente, o </span><span>enforcement</span><span> da lei fica totalmente comprometido. Ou seja, a efetividade da lei fica completamente comprometida. E eu aqui cito um exemplo: se alguma empresa violar o Marco Civil da Internet, essa empresa pode ser multada em até 10% de seu faturamento. A Lei Geral de Proteção de Dados fala em multa de 2%, uma multa muito menor. E eu nunca vi uma aplicação dessa multa de 10% com base no Marco Civil da Internet justamente porque não tem um órgão fiscalizador que possa constatar essas práticas abusivas”, afirma ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Evandro, o projeto que ele e Cíntia estão desenvolvendo no Programa Ano Sabático do Instituto de Estudos Avançados pretende justamente colaborar com a aplicação da lei. “A lei, no artigo 50, estabelece a possibilidade das empresas adotarem boas práticas por meios próprios de conduta ou por meio de associações. Portanto, vamos oferecer um modelo dessa boa prática, para que o conhecimento produzido aqui na USP possa atingir a sociedade. Também esperamos realizar um workshop sobre o tema, concluindo nossa pesquisa, e já temos publicado alguns trabalhos em conjunto, entre eles o livro ‘Comentários à Lei Geral de Proteção de Dados’, pela Editora Almedina”, diz o professor.</span></p>
<p><span>O programa vai ao ar nesta quarta (11), às 18h05, com reapresentação no domingo (15), às 11h30, e também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/3xuFerZEzUBiPWlUQXNarx?si=S_bMsOV4TUO54SLglByYNA"><span>Spotify</span></a><span>. O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-03-11T13:30:08Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pratica-de-crimes-ambientais-na-regiao-amazonica-tem-raizes-historicas">
    <title>Prática de crimes ambientais na região amazônica tem raízes históricas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pratica-de-crimes-ambientais-na-regiao-amazonica-tem-raizes-historicas</link>
    <description>Segundo especialistas entrevistados pelo USP Analisa, transformação da madeira em commodity, associada à alta lucratividade e baixa punibilidade do garimpo ilegal também atraem a atenção de grupos criminosos para essa área do país</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-52c9b7e5-7fff-efd9-97d6-6b5fb115c482"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome58.png/@@images/13843ddc-2be6-4f2c-b111-67f61fe6b67f.png" alt="" class="image-left" title="" />Região que se estende por oito países além do Brasil e com características sociais, econômicas e geográficas bastante peculiares, a Amazônia tem se tornado uma nova fronteira para a atuação de grupos criminosos. Para entender melhor essa região e os diferentes tipos de crimes cometidos nela, o USP Analisa desta quinta (6) conversa com o  professor e pesquisador do Núcleo de Estudos Amazônicos da Universidade de Brasília, Franco Perazzoni, e com o perito criminal federal Herbert Dittmar.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Eles explicam que os principais crimes nessa região basicamente são desmatamento ilegal, garimpo ilegal e grilagem de terras. Porém, não é uma prática recente. Suas raízes estão na própria colonização do Brasil por Portugal e houve uma intensificação de algumas das práticas durante o governo militar, graças ao projeto de ocupação da região e à criação da Rodovia Transamazônica, na década de 1970.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“O governo militar praticamente jogou um pessoal da região Sul lá, sem apoio nenhum. Eu conheci alguns deles morando no Sul do Amazonas que disseram ter recebido um lote de cem hectares nessa época, mas não tiveram ajuda para se estabelecer. Muitas famílias precisaram se ajudar, e várias foram embora. Se hoje já é difícil, imagina naquela época, sem estrada, sem apoio, sem hospital, sem nada. E aí depois chega o Estado no início deste século e diz que desmatamento é crime. Aí o pessoal se revoltou: ‘que história é essa? Nós viemos aqui, vocês disseram que era para desmatar e agora estão dizendo que é crime?”, conta Herbert.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Além disso, segundo Franco, nos últimos anos, a madeira se transformou em uma espécie de commodity da região. “Nos últimos 20 anos, há o esgotamento de reservas de madeira em outros lugares do mundo. A nossa madeira é muito boa, mas é vendida a preço de banana. A gente vende o nosso ipê mais barato do que o pinus norte-americano. Por quê? Porque ele existe em boa quantidade. A gente começa de algo que sobrava da ocupação da terra para produção, para passar a ser uma commodity”, explica.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A alta lucratividade e a baixa punibilidade associadas ao garimpo ilegal também ampliaram o interesse de grupos criminosos pelo ouro nessa região. “Por exemplo, legalmente, se eu não me engano, Roraima não produz uma grama de ouro. Você não tem permissão de lavra garimpeira lá, é tudo legalizado em outros lugares. É uma região que tem um dos índices de desenvolvimento humano mais baixo do Brasil. As comunidades tradicionais, às vezes, estão em cima de uma mina de dinheiro. Então você tem esse assédio do crime organizado, você tem alta lucratividade e baixa punibilidade de vários desses crimes. Eu sempre brinco, se o traficante pega uma avioneta e pode trazer uma tonelada de ouro e uma tonelada de droga, o que é melhor? Ouro é mais fácil de legalizar, a pena é muito menor, dá muito mais lucro e pesa a mesma coisa”, diz Franco.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://rp.iea.usp.br/projetos/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP às quintas-feiras, às 16h40, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas principais plataformas de podcast.</span></p>
<p><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crime Organizado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-11-05T18:39:06Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/plano-nacional-da-educacao-nao-deveria-ser-tao-detalhista-dizem-especialistas">
    <title>Plano Nacional da Educação não deveria ser tão detalhista, dizem especialistas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/plano-nacional-da-educacao-nao-deveria-ser-tao-detalhista-dizem-especialistas</link>
    <description>Titulares de cátedras do IEA-RP trazem no USP Analisa desta semana uma avaliação sobre o PNE que termina neste ano</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-b40a4969-7fff-1fd0-a280-8d7637744759"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome20240308T151053.099.png/@@images/5018755a-44eb-42c5-a24b-7dea61145dc4.png" alt="" class="image-left" title="" />Documento que define diretrizes, metas e estratégias para a política educacional do país, o Plano Nacional da Educação é elaborado a cada dez anos e terá uma nova versão em 2024. Para discutir os resultados do PNE que se encerra neste ano, o USP Analisa desta semana conversa com a titular da </span><a href="https://rp.iea.usp.br/catedra-ias/"><span>Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliações Educacionais</span></a><span>, Maria Helena Guimarães de Castro, e com o titular da </span><a href="https://rp.iea.usp.br/catedra-shf/"><span>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</span></a><span>, Mozart Neves Ramos. Ambas as cátedras estão ligadas ao Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Maria Helena destaca que apenas 40% das metas do plano atual foram cumpridas e ainda não há uma análise das causas que provocaram os insucessos. Ela chama a atenção para duas dessas metas não cumpridas, 100% das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola até 2016 - segundo o Censo Escolar 2023, esse número atualmente está em 92% - e 100% das crianças alfabetizadas ao final do 3º ano até 2018 - de acordo com o INEP, essa taxa atualmente é de 56%.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“São duas metas muito relevantes e elas não foram atingidas. Embora tenham existido algumas políticas com foco nisso, talvez o maior problema desse fracasso seja a descontinuidade das políticas públicas educacionais no Brasil”, diz a professora.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mozart acredita que o plano que termina em 2024 traz uma certa frustração não só pelas metas não alcançadas, mas porque deveria mobilizar melhor pessoas e conhecimentos, servindo como uma espécie de bússola para Estados e municípios.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“O Plano Nacional da Educação não deveria ser tão detalhista. Ele deveria dar grandes diretrizes nacionais e cada Estado com os seus municípios deveria sim construir um plano territorial, com macrodiretrizes. A gente tem uma desigualdade muito grande. A realidade do Amapá com toda certeza não é igual à realidade de São Paulo. Então não dá para ter a mesma coisa para realidades tão diferentes”, afirma ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Instituto Ayrton Senna de Inovação em Avaliações Educacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Sérgio Henrique Ferreira</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-03-08T18:24:55Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-discutem-reparacao-de-danos-em-casos-de-violacao-de-direitos-humanos">
    <title>Pesquisadores discutem reparação de danos em casos de violação de direitos humanos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-discutem-reparacao-de-danos-em-casos-de-violacao-de-direitos-humanos</link>
    <description>Integrantes do USP Restaura explicam ao USP Analisa como a justiça restaurativa e a vitimologia podem contribuir nessas situações</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-5c872e76-7fff-8d00-4e95-200f4c39027d"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Designsemnome46.png/@@images/19a874b7-e7e0-4f95-ad3d-2bf6b231ead7.png" alt="" class="image-left" title="" />Quando uma grande corporação viola os direitos de uma pessoa ou de uma comunidade, reparar esses danos não é um processo tão simples. Mas a justiça restaurativa e a vitimologia fornecem alguns instrumentos que podem ajudar nesses casos. Para entender o que são esses instrumentos, o USP Analisa conversa nesta semana com a pós-doutoranda da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP Cristina Rego de Oliveira, que também é coordenadora do projeto USP Restaura, centro especializado em justiça restaurativa e o professor da Universidade Estadual de Minas Gerais e pesquisador do USP Restaura Gustavo Marin. O programa é o último da série especial sobre os dez anos dos Princípios Orientadores sobre Empresas e Direitos Humanos, elaborados pela ONU.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Cristina explica que o conceito de justiça restaurativa, embora exista desde a década de 1970, só começou a ganhar força no Brasil a partir de 2005. A ideia, segundo ela, é dar mais protagonismo à vítima. “A gente dá voz para a vítima que sofreu o dano, coloca uma comunidade envolvida, que necessariamente também é afetada por alguns desses danos, e o ofensor para dialogarem da forma mais horizontal possível. A gente tem essa dificuldade de desigualdade em relações de poder, mas a ideia é que esses protagonistas decidam de forma dialogada e em conjunto como fazer uma reparação dos danos”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A coordenadora do USP Restaura lembra que, em casos como os de comunidades de Maceió afetadas pela exploração de sal gema pela petroquímica Braskem, os danos são muito profundos porque há uma conexão das pessoas com os locais onde residem, portanto não basta apenas realocá-las para outros bairros. “A reparação desse dano vai muito além dessa quantificação econômica. Isso a gente também tem que pautar porque não são necessariamente respostas monetárias que são suficientes para que as pessoas se sintam satisfeitas e superem o problema ou conflito no qual elas estão envolvidas”, lembra ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A vitimologia, área das ciências criminais que estuda as vítimas, também tem ajudado a entender melhor a extensão dos danos causados. “Ela estuda as experiências concretas da vítima com a vitimização e com o depois, como aquilo foi administrado pelo sistema de justiça, as consequências disso para a vítima e para o quadro em torno dela, no meio social em que ela está inserida. E também vai estudar efetivamente as respostas conferidas por estado e sociedade a essa vitimização”, explica Gustavo.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O terceiro e último episódio da série vai ao ar nesta quarta (18), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (22), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de áudio </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-08-18T19:41:32Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-analisam-saude-mental-e-pratica-de-atividade-fisica-durante-a-pandemia">
    <title>Pesquisadores analisam saúde mental e prática de atividade física durante a pandemia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadores-analisam-saude-mental-e-pratica-de-atividade-fisica-durante-a-pandemia</link>
    <description>Estudos da FMRP e da EEFERP são tema do USP Analisa desta semana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-ef4d362d-7fff-e82b-fd18-6dd451a92334"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/uspanalisa1006.jpg/@@images/2c1828af-b3ef-4c02-b61b-591e6b690cda.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />O receio de contaminação pela covid-19 e o isolamento social estão provocando problemas na saúde mental e física da população. Estudos revelam um registro maior de ansiedade, depressão e níveis elevados de estresse. Para entender melhor o que está acontecendo com a sociedade neste momento, pesquisadores da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) e da Escola de Educação Física e Esportes de Ribeirão Preto (EEFERP), ambas da USP, estão desenvolvendo trabalhos <span>com universidades de outros países </span>para mapear esses efeitos e também a prática de atividades físicas nesse período. Sobre isso, o USP Analisa desta semana conversa com os professores Rafael Guimarães dos Santos, da FMRP, e Átila Alexandre Trapé, da EEFERP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“É inevitável: as pessoas têm se movimentado muito menos. Isso tem repercutido, logicamente, sobre o gasto calórico delas, a qualidade da alimentação muitas vezes relacionada com um grau de ansiedade, estresse e até depressão. A alimentação pode ficar mais desregulada e a gente tem problemas aí para a saúde de uma forma geral”, explica Átila.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Tanto a pesquisa dele quanto a de Rafael são longitudinais, ou seja, coletam os dados em vários períodos, o que permite analisar o quadro ao longo do tempo, mas apresentam questionários diferentes.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Fizemos algumas perguntas que a maioria dos estudos publicados até o momento não fizeram. Além de ansiedade, depressão, estresse e sintomas associados ao trauma, nós também fizemos perguntas sobre o que essas pessoas estão fazendo para se adaptar a essa situação, por exemplo, praticando mais esportes; se comunicando mais com pessoas através de mídias sociais, de WhatsApp; mais práticas como ioga ou práticas espirituais; e também focamos no uso de drogas. A gente já sabe que as pessoas estão bebendo mais porque estão mais em casa. Então será que essas pessoas estão fumando mais maconha? Será que elas estão usando mais cocaína? E será que isso está piorando a saúde dessas pessoas?”, questiona Rafael.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O objetivo, segundo o docente, é entender o comportamento das pessoas e buscar opções de abordagem e tratamento para reduzir os danos à saúde mental trazidos pela pandemia e pelo isolamento social.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A primeira parte da entrevista vai ao ar nesta quarta (10), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (14), a partir das 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/3xuFerZEzUBiPWlUQXNarx?si=S_bMsOV4TUO54SLglByYNA"><span>Spotify</span></a><span>. O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Esporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Coronavírus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-06-09T15:51:28Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadoras-reforcam-seguranca-de-vacinas-contra-a-covid-19">
    <title>Pesquisadoras reforçam segurança de vacinas contra a covid-19</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadoras-reforcam-seguranca-de-vacinas-contra-a-covid-19</link>
    <description>No sexto episódio do especial sobre vacinas do USP Analisa, elas também comentam a razão da ausência de crianças e adolescentes nos testes iniciais dos imunizantes
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-397a242a-7fff-2b04-7118-c0939112c2ad"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/vacinaparte6.jpg/@@images/f2c0dd58-d3cc-472e-883a-ca2ae774b8b9.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Apesar da vacinação contra a covid-19 já estar demonstrando bons resultados na redução da mortalidade de pessoas mais idosas, algumas pessoas ainda têm dúvidas sobre a segurança dessas vacinas. Outro ponto que também provoca questionamentos é a ausência das crianças e adolescentes nos testes iniciais dos imunizantes. Para discutir esses e outros tópicos, o USP Analisa segue exibindo um especial sobre o tema e conversa nesta semana com a professora universitária e apresentadora do podcast </span><span>Escuta a Ciência!</span><span> Letícia Sarturi Pereira e a biomédica e pós-doutoranda pelo </span><span>Princess Margaret Cancer Centre</span><span> de Toronto, no Canadá, Isabela Martins Gonzaga, que também é idealizadora do projeto de divulgação científica </span><span>Pretty Much Science</span><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Isabela destaca a segurança dos imunizantes, que passam por um cuidadoso processo de liberação para uso. Ela ressalta, porém, que ainda é preciso entender vários pontos sobre eles no médio e longo prazo, como o padrão de proteção e a eficácia na redução de casos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Durante a vacinação, a gente consegue pegar diferentes faixas etárias que estão expostas a essa nova vacina e avaliar o padrão de proteção em cada uma delas. Isso é muito importante para que a gente mantenha um plano de vacinação ao longo do tempo. A gente também precisa avaliar por quanto tempo a vacina é capaz de oferecer proteção. Todos os estudos clínicos vigentes hoje acompanham os voluntários por pelo menos dois anos. Isso também é importante para saber por quanto tempo as vacinas são eficazes para manter os casos reduzidos ou se é preciso desenvolver novas vacinas ou variações dessas vacinas e a gente faça vacinações periódicas, como é no caso da gripe”, explica ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Letícia, as vacinas existentes não foram testadas em crianças e adolescentes porque essa faixa etária apresentava uma resistência maior ao vírus no início da pandemia e também devido à existência de um grupo padrão comumente usado nos estudos, entre 18 e 65 anos. </span></p>
<p dir="ltr"><span>“A gente pega quem é mais prioritário nesse momento, a faixa etária usada na maior parte dos estudos, para ter então um padrão de vacinas. Liberado esse padrão, a gente começa a fazer teste em grupos secundários. A Moderna, por exemplo, em dezembro já anunciou que estava iniciando testes com crianças e adolescentes”, diz ela.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A entrevista vai ao ar nesta quarta (24), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (28), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de áudio </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Vacinas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>União Pró-Vacina</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-03-24T04:24:15Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadora-discute-importancia-da-educacao-infantil">
    <title>Pesquisadora discute importância da educação infantil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadora-discute-importancia-da-educacao-infantil</link>
    <description>Fase entre 0 e 3 anos envolve período de maior desenvolvimento da criança, segundo docente emérita da FFCLRP-USP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/alphabet1219546_1920.jpg/@@images/155e8236-66b2-43f4-bf1f-df3a084ce262.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A educação infantil, principalmente até os 3 anos, é crucial para o desenvolvimento da criança. Mas a interferência de questões atuais, como o uso da tecnologia e o ensino domiciliar, preocupa tanto pais quanto educadores. Para discutir esse tema, o USP Analisa traz nesta semana a pesquisadora e professora emérita da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP Maria Clotilde Rossetti Ferreira.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>A importância da educação nos primeiros anos de vida, segundo Clotilde, se reflete inclusive na economia. “Os economistas andam, inclusive os Prêmios Nobel, avaliando como o investimento, até mesmo no nível de 0 a 3 [anos] conta enormemente, porque é a época em que a criança tem o maior desenvolvimento. As neurociências estão mostrando que a criança tem um maior desenvolvimento neste período. Então investir nessa fase de desenvolvimento, sobretudo nos primeiros anos de vida, é um lucro certo. Apesar disso, acho que é importante pensar que a sociedade é responsável pelos seus cidadãos e deve assumir a educação dos seus futuros cidadãos oferecendo a eles uma educação de qualidade e oportunidades iguais a todos desde o início da vida”.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>A pesquisadora destaca ainda que a Base Nacional Comum Curricular trouxe contribuições positivas, apesar de ainda necessita de um aperfeiçoamento. “</span><span>Em todas as outras idades, o ensino é dado por áreas. Você tem as linguagens, matemática, é todo por áreas. Conseguiram romper isso na educação infantil e fazer áreas de experiências, colocando a brincadeira como algo central. Eu acho que ela pode ser aperfeiçoada, mas não é só ela. Agora tem que ir para as instituições, que vão ter que se apropriar dela e serem capazes de traduzir na sua prática. Esse é o grande desafio, no meu entender, nesse momento: trazer isso que está posto lá para um país tão diverso como é o nosso”.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>A entrevista vai ao ar nesta quarta (3), às 21h, e no domingo (7), às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Infância</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-02T16:48:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/parlamento-representa-populacao-na-regiao-metropolitana">
    <title>Parlamento representa população na região metropolitana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/parlamento-representa-populacao-na-regiao-metropolitana</link>
    <description>Penúltimo episódio da série especial do USP Analisa mostra como funciona esse instrumento</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/dsc9287.jpg/@@images/e1410b27-9272-438a-af18-929c0bbeb5d8.jpeg" alt="DSC9287" class="image-left" title="DSC9287" />Assim como um município, a região metropolitana também tem um conjunto de vereadores para discutir assuntos relevantes e levar propostas ao poder executivo. Trata-se do parlamento metropolitano, que será o tema do quinto episódio da série especial do USP Analisa sobre regiões metropolitanas.</p>
<p style="text-align: justify; ">O vice-presidente do Parlamento Metropolitano da região de Ribeirão Preto e vereador de Tambaú Luiz Fernando Viana Neves explica que esse instrumento é uma forma de representar as demandas da população e também de troca de experiências entre os vereadores. “Sabemos que pensar dentro da nossa cidade é uma coisa, eu consigo ver o que os meus olhos me permitem ali. Agora pensar macro, pensar região metropolitana, é como se estivéssemos olhando de cima, nós ganhamos olhos de águia, começamos a ver o macro. E vendo o macro, a nossa percepção e a nossa ação, posteriormente, são muito melhores”.</p>
<p style="text-align: justify; ">Embora a Região Metropolitana de Ribeirão Preto tenha 34 municípios, no parlamento estão representados ainda outros dois, Taquaritinga e Catanduva. “O parlamento comporta mais vereadores, mais câmaras, uma vez que, como ele não tem poder de execução, isso não vai impactar no orçamento da região metropolitana, então cabe sim a abertura. O ganho, é sem dúvida, recíproco: ganham essas duas cidades, que estão levando as boas ideias, boas experiências, e ganha também o parlamento, que vai ter de fora um novo olhar”, explica Neves.</p>
<p style="text-align: justify; ">O programa vai ao ar na Rádio USP nesta sexta (14), a partir das 12h, com reapresentação na quarta (19), às 21h, e no domingo (23), às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-09-12T13:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/para-professor-pcc-atua-como-irmandade-semelhante-a-maconaria">
    <title>Para professor, PCC atua como irmandade semelhante à maçonaria</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/para-professor-pcc-atua-como-irmandade-semelhante-a-maconaria</link>
    <description>Gabriel Feltran, docente da UFSCar, discute segurança pública e atuação de facções criminosas em especial do USP Analisa
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-6aba3027-7fff-b122-3680-950ddc75a05e"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/money943782_1280.jpg/@@images/9d23d242-be5a-45ab-86fd-e8372c332fb5.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Segurança pública, no Brasil, é uma preocupação constante entre a população. Apesar da queda na letalidade violenta, que teve seu pico em 2017, com 31,6 mortes violentas para cada 100 mil habitantes, a expansão de facções criminosas e a ausência de políticas públicas nas periferias tornam cada vez mais distante uma solução definitiva para a violência. Para discutir esse tema e entender a dinâmica do crime organizado, o USP Analisa exibe a partir desta semana um especial de dois programas com o professor do Departamento de Sociologia da Universidade Federal de São Carlos Gabriel de Santis Feltran.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ele explica que o que as pessoas chama de “mundo do crime” está relacionado a um conjunto de códigos sociais que se organiza em torno de mercados ilegais. “Os mercados do tráfico de drogas, do roubo de veículos e autopeças e de contrabando, que hoje são transnacionais, e o mercado de furtos, assaltos, roubo de celulares, que são mais locais, estão dando dinheiro para que esse mundo do crime possa existir”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Feltran também analisa a atuação de uma das principais facções criminosas existentes hoje no Brasil, o Primeiro Comando da Capital (PCC), que teria sucesso em sua expansão por funcionar como uma sociedade secreta semelhante à maçonaria, na qual diferentes atores criminais se associam.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Você tem por exemplo, um cara com pontos de venda de drogas em uma região de São Paulo, outro com um pequeno desmanche de automóveis clandestino e outro que exporta cocaína no porto de Santos. Quando eles se associam no PCC, são economicamente autônomos, ou seja, não estão dividindo o lucro deles com a facção, mas trabalham em pé de igualdade, com o compromisso de um favorecer o outro. Se esse que vende no varejo quer comprar droga mais barato, ele pode se conectar com aquele cara que está no porto, que com certeza vende droga no atacado. Eles vão conversar e um vai favorecer o outro porque eles são da mesma facção, da mesma sociedade secreta, da mesma irmandade”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A entrevista vai ao ar nesta quarta (4), às 18h05, com reapresentação no domingo (8) às 11h30. O </span><a href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) em parceria com a Rádio USP Ribeirão Preto.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crime Organizado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-03T18:31:54Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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