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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pos-doutorandos-do-usp-cidades-globais-visitam-esalq-para-conhecer-pesquisas-em-sustentabilidade">
    <title>Pós-doutorandos do USP Cidades Globais visitam Esalq para conhecer pesquisas em sustentabilidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pos-doutorandos-do-usp-cidades-globais-visitam-esalq-para-conhecer-pesquisas-em-sustentabilidade</link>
    <description>Pesquisadores foram à Piracicaba em 19 de março acompanhados da supervisora Maria da Penha Vasconcelos. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: right; "><i><span style="text-align: justify; ">Texto: Anna Pizzo, Assistente de Comunicação da Esalq</span><br style="text-align: justify; " /><span style="text-align: justify; ">Revisão: Alicia Nascimento Aguiar</span></i></p>
<p style="text-align: left; ">Um grupo de pós-doutorandos do programa Cidades Globais, do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA/USP), realizou uma visita acadêmica à Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), no dia 19 de março. A atividade teve como objetivo conhecer iniciativas de pesquisa e gestão relacionadas à sustentabilidade e às mudanças climáticas.</p>
<p style="text-align: left; ">A programação incluiu visita ao Center for Carbon Research in Tropical Agriculture (CARBON/USP), onde os participantes conheceram pesquisas voltadas à agricultura tropical e às questões climáticas. O grupo também visitou o Museu Luiz de Queiroz e, ao final da agenda, realizou um tour pelo campus, com foco na observação de práticas e estruturas relacionadas à gestão sustentável de espaços universitários.</p>
<p style="text-align: left; ">A professora Maria da Penha Vasconcellos, supervisora do programa, explicou que a proposta da visita está alinhada ao foco das pesquisas desenvolvidas pelos participantes. Segundo ela, o grupo reúne pesquisadores que investigam questões climáticas em contextos urbanos e, por isso, a aproximação com a Esalq contribui para ampliar o repertório acadêmico. “A escolha da Esalq foi motivada pelas pesquisas de ponta desenvolvidas na área de e-carbono e pelas discussões sobre regeneração e clima. Como o grupo trabalha com cidades globais, entendemos que essa experiência poderia contribuir diretamente para as reflexões desenvolvidas ao longo do nosso programa”, afirmou.</p>
<p style="text-align: left; ">A pós-doutoranda Sabrina de Oliveira Anicio, integrante do grupo, cuja pesquisa é voltada ao tema de escolas sustentáveis, destacou o caráter inovador da iniciativa dentro da universidade e a dinâmica de trabalho adotada pelos participantes. “Cada pesquisador desenvolve seu próprio projeto, mas temos encontros semanais para debater questões ligadas às cidades globais, como sustentabilidade e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Neste ano, o tema central foi campus sustentável, o que motivou ainda mais a visita”, explicou.</p>
<p style="text-align: left; ">Sabrina também ressaltou que a Esalq tem sido referência nas discussões do grupo, especialmente no que diz respeito à gestão de espaços, recursos e infraestrutura. “Viemos entender o que diferencia este campus dentro da USP e por que ele é considerado um modelo. A ideia é que essa experiência ajude tanto nas nossas discussões quanto na produção acadêmica que estamos desenvolvendo”, comentou.</p>
<p style="text-align: left; ">A visita marcou o encerramento das atividades presenciais do grupo neste ciclo do programa e integra a elaboração de uma publicação coletiva, que reunirá reflexões sobre o conceito de campus sustentável e suas aplicações no contexto universitário. Os participantes puderam dialogar com docentes e conhecer práticas que poderão subsidiar futuras pesquisas e análises sobre sustentabilidade em ambientes acadêmicos.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-03-27T17:19:13Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/chamada-uspcg-2026">
    <title>USP Cidades Globais seleciona pesquisadores de pós-doutorado para atividades em 2026</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/chamada-uspcg-2026</link>
    <description>Candidatos podem se inscrever até 19 de fevereiro. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>O IEA recebe até 19 de fevereiro inscrições para </span><span>a </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/chamada-pesquisadores" class="external-link">oitava chamada</a> de pesquisadores do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/chamada-pesquisadores" class="external-link">Centro de Síntese USP Cidades Globais</a> (CS USPCG-IEA)</span><span>, voltada à seleção de pesquisadores de pós-doutorado para desenvolver projetos em 2026. A iniciativa busca fortalecer a excelência científica da universidade e ampliar a produção de conhecimento interdisciplinar sobre os desafios contemporâneos urbanos e regionais. </span></p>
<p>O programa é destinado a portadores de título de doutor e pretende atrair propostas que promovam abordagens inter e transdisciplinares, estimulando o diálogo entre diversas áreas do conhecimento e contribuindo para a formação de redes de pesquisa nacionais e internacionais. As propostas devem abordar questões urbanas com projeção até 2050 e gerar soluções aplicáveis às transformações urbanas necessárias.</p>
<p><strong>Inscrições e requisitos</strong></p>
<p>O período de submissão dos projetos vai <strong>até as 17h59 (horário de Brasília) de 19 de fevereiro</strong>. Os candidatos devem enviar:</p>
<ul>
<li>
<p>Plano de trabalho;</p>
</li>
<li>
<p>Carta de encaminhamento;</p>
</li>
<li>
<p>Currículo Lattes;<br />por meio do formulário online específico.</p>
</li>
</ul>
<p>Os selecionados devem dedicar, no mínimo, 20 horas semanais às atividades do programa, que podem ter duração de <strong>12 ou 24 meses</strong>, com possibilidade de prorrogação por até 12 meses. As atividades são presenciais, no IEA em São Paulo ou em polos do interior, e incluem participação obrigatória nas reuniões integradoras semanais.</p>
<p><strong>Objetivos e oportunidades</strong></p>
<p>O programa tem como um dos objetivos promover a pesquisa colaborativa que contribua para:</p>
<ul>
<li>
<p><strong>Formulação de políticas públicas urbanas e regionais;</strong></p>
</li>
<li>
<p><strong>Integração entre graduação, pós-graduação e extensão;</strong></p>
</li>
<li>
<p><strong>Aplicações práticas por meio do Programa Municípios Sustentáveis em cidades parceiras no estado de São Paulo.</strong></p>
</li>
</ul>
<p>A chamada não prevê concessão de bolsas diretamente, mas oferece a infraestrutura do IEA e a inserção em redes de pesquisa de alto impacto, além de oportunidades de articulação acadêmica e institucional.</p>
<p><strong>Cronograma</strong></p>
<ul>
<li>
<p><strong>Inscrição:</strong> até 19 de fevereiro de 2026;</p>
</li>
<li>
<p><strong>Resultado preliminar:</strong> até 13 de março de 2026;</p>
</li>
<li>
<p><strong>Início das atividades (previsto):</strong> 9 de abril de 2026.</p>
</li>
</ul>
<p>Para mais informações ou dúvidas, interessados podem entrar em contato via e-mail com o <em>USP Cidades Globais</em> através de <strong><a href="mailto:uspcidadesglobais@usp.br">uspcidadesglobais@usp.br</a></strong>.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Chamada IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-01-13T19:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/curso-ceurs-sp">
    <title>Programa oferece cursos gratuitos sobre desenvolvimento sustentável</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/curso-ceurs-sp</link>
    <description>Programa Ceurs-SP – Capacitação e Estudos Urbanos e Regionais para a Sustentabilidade, parceria do IEA com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), realizará nove cursos para agentes municipais da região de São José do Rio Preto, SP, e outros interessados </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h3 style="text-align: center; "><i>Proposta é promover a municipalização do desenvolvimento sustentável<br />e oferecer capacitação a gestores públicos, lideranças locais e cidadãos</i></h3>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sao-jose-do-rio-preto/image" alt="São José do Rio Preto" title="São José do Rio Preto" height="337" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">São José do Rio Preto, núcleo da região do estado de São Paulo que será atendida prioritariamente pelos cursos do Programa Ceurs-SP </dd>
</dl></p>
<p>O Programa Ceurs-SP (Capacitação e Estudos Urbanos e Regionais para a Sustentabilidade de São Paulo), parceria do IEA com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), está com <a class="external-link" href="https://ceurs-sp.stela.org.br/moodle/?redirect=0">inscrições abertas</a> para nove  cursos da <span>"Jornada do Conhecimento: Municipalização do Desenvolvimento Sustentável". O </span><span>público-alvo prioritário são agentes municipais da região de São José do Rio Preto, SP, mas serão aceitas inscrições de <span>interessados de qualquer localidade</span>. O objetivo é propiciar aos participantes acesso a casos e práticas em soluções sustentáveis aplicáveis a seus municípios.</span></p>
<p>Todas as atividades são online e gratuitas, assíncronas e de curta duração. O foco é em temas estratégicos para o desenvolvimento sustentável. Conheça os temas e as cargas horárias de cada uma:</p>
<ul>
<li>Municipalização da Agenda 2030 (10h) - <a class="external-link" href="https://ceurs-sp.stela.org.br/moodle/"><i>Inscreva-se</i></a></li>
<li>Ambientes de Inovação (5h) <i>- <a class="external-link" href="https://ceurs-sp.stela.org.br/moodle/">Inscreva-se</a></i></li>
<li>Resíduos Sólidos (5h) <i>- <a class="external-link" href="https://ceurs-sp.stela.org.br/moodle/">Inscreva-se</a></i></li>
<li>Economia Circular (5h) <i>- <a class="external-link" href="https://ceurs-sp.stela.org.br/moodle/">Inscreva-se</a></i></li>
<li>Infraestrutura Verde e Soluções Baseadas na Natureza (5h) <i>- <a class="external-link" href="https://ceurs-sp.stela.org.br/moodle/">Inscreva-se</a></i></li>
<li>Qualidade de Vida, Esporte e Lazer (5h) <i>- <a class="external-link" href="https://ceurs-sp.stela.org.br/moodle/">Inscreva-se</a></i></li>
<li>Saneamento Básico (5h) <i>- <a class="external-link" href="https://ceurs-sp.stela.org.br/moodle/">Inscreva-se</a></i></li>
<li>Saúde da Mulher (5h) <i>- <a class="external-link" href="https://ceurs-sp.stela.org.br/moodle/">Inscreva-se</a></i></li>
<li>Turismo Sustentável (5h) <i>- <a class="external-link" href="https://ceurs-sp.stela.org.br/moodle/">Inscreva-se</a></i></li>
</ul>
<p><span>Com certificação pela USP, os cursos podem ser iniciados logo após a inscrição. </span><span>“Por serem totalmente online e autoinstrucionais, os participantes podem organizar seus próprios horários e concluir as atividades no ritmo que desejarem”, explica Debora Braga, professora da Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP e supervisora do curso Turismo Sustentável.</span></p>
<p>Financiado por emenda orçamentária destinada pelo deputado estadual Valdomiro Lopes (PSB), o Programa Ceurs-SP é uma realização do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Centro de Síntese USP Cidades Globais</a> do IEA em parceria com o <a class="external-link" href="https://ceurs.ufsc.br/">Programa Ceurs</a> da UFSC, responsável pela coordenação técnica da iniciativa em nível nacional, que já capacitou mais de 1.300 agentes municipais de mais de 250 cidades brasileiras.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Paulo Junior Correia/Wikimedia</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Administração Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-10-24T20:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/os-extremos-de-calor-na-regiao-metropolitana-de-sao-paulo">
    <title>Estudo mapeia extremos de calor na Região Metropolitana de São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/os-extremos-de-calor-na-regiao-metropolitana-de-sao-paulo</link>
    <description>Estudo de caso “Heat Extremes in Metropolitan Area of São Paulo: A Challenge”, do geógrafo Hugo Rogério de Barros, pesquisador do Centro de Síntese USP Cidades Globais (CS-USP-CG) do IEA, mapeia extremos de calor na Região Metropolitana de São Paulo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mapa-das-ocorrencias-de-extremos-de-calor-na-rmsp/image" alt="Mapa das ocorrências de extremos de calor na RMSP" title="Mapa das ocorrências de extremos de calor na RMSP" height="473" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Mapa dos riscos de extremos de calor na Região Metropolitana de São Paulo presente no estudo de Hugo Rogério de Barros</dd>
</dl></p>
<p>A abrangência territorial dos problemas de extremos de calor na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) revelam a necessidade de expandir políticas e planos climáticos sofisticados para os outros 38 municípios que compõem a região, de acordo com o geógrafo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hugo-rogerio-de-barros">Hugo Rogério de Barros</a>, pesquisador do Centro de Síntese USP Cidades Globais (CS-USP-CG) do IEA.</p>
<p>Ele tratou da questão no estudo de caso “Heat Extremes in Metropolitan Area of São Paulo: A Challenge” (Extremos de Calor na Região Metropolitana de São Paulo: Um Desafio), publicado no dia 7 de maio no <a href="https://academiccommons.columbia.edu/doi/10.7916/7d8p-c860">repositório</a> das Bibliotecas da Universidade Columbia  e no repositório do <a href="https://environmentalsolutions.mit.edu/research/climate-change-and-cities-uccrn-collaboration/">Programa Cidades e Clima</a>, vinculado à Iniciativa Soluções Ambientais do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts).</p>
<p>O programa do MIT é associado à <a href="https://uccrn.ei.columbia.edu/">Rede de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Urbanas </a>(UCCRN, na sigla em inglês), um consórcio global de mais de mil especialistas dedicados à análise da mitigação e adaptação às mudanças climáticas sob uma perspectiva urbana. Sediada no Instituto da Terra da Universidade Columbia e com centros em cidades ao redor do mundo, a UCCRN produz o <a class="external-link" href="https://uccrn.ei.columbia.edu/arc3.3">Relatório de Avaliação sobre Mudanças Climáticas e Cidades (ARC3)</a>, que fornece a base científica para as cidades em suas ações de adaptação e mitigação dos impactos das mudanças climáticas.</p>
<p>A partir dos resultados de seus trabalhos no IEA, Barros iniciou, em 2023, um processo de cooperação internacional entre o CS-USP-CG e a Universidade Columbia, via UCCRN. Agora a cooperação foi consolidada com a publicação de seu estudo baseado em dados meteorológicos estimados por sensoriamento remoto e editados em um sistema de informação geográfica (SIG).</p>
<p><strong>Desafio da adaptação</strong></p>
<p>Ele explica que o tema dos extremos de calor e sua associação com ondas de calor e ilhas de calor ganhou recentemente um espaço político e social especial nas agendas públicas, políticas e planos ambientais da RMSP, mas permanece o desafio de trabalhar a adaptação aos extremos de calor dentro da perspectiva das soluções baseadas na natureza (SBN) nas áreas urbanas da região.</p>
<p>De acordo com autores mencionados por Barros, é considerado um extremo de calor na RMSP quando a temperatura ultrapassa 32ºC, com a faixa de conforto térmico situada de 14 a 26ºC. Temperaturas acima dessa faixa ocasionam risco de morte por doenças associadas com estresse térmico in São Paulo.</p>
<p>Em trabalhos anteriores, Barros definiu os cenários para a expansão territorial da ilha de calor da RMSP para três diferentes condições meteorológicas associadas à intensidade do bloqueio atmosférico causado pela Alta Subtropical do Atlântico Sul (Asas). Também conhecida como Anticiclone do Atlântico Sul ou Anticiclone de Santa Helena, a Asas é um sistema de alta pressão semipermanente caracterizado pelo movimento para baixo de massas de ar, impedindo a formação de nuvens e chuva.</p>
<p>"Quanto mais próximo o centro da Asas estiver da superfície continental, maior será o bloqueio atmosférico e, consequentemente, isso determinará a expressão territorial da ilha de calor na cidade de São Paulo", afirma Barros no estudo atual. O geografo demonstrou que a dinâmica atmosférica pode aumentar a intensidade da ilha de calor em 5ºC na superfície e expandir em 697% sua área do centro da RMSP em direção à periferia.</p>
<p>Barros destaca que ainda é recente a atenção política e acadêmica aos impactos dos extremos de calor na vida dos moradores da RMSP, mas já são abordados no <a href="https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/governo/secretaria_executiva_de_mudancas_climaticas/arquivos/planclimasp/PlanClimaSP_BaixaResolucao.pdf">Plano de Ação Climática do Município de São Paulo 20220-2050 (PlanClima SP)</a>, com foco na avaliação dos riscos potenciais e nas vulnerabilidades do passado, presente e futuro. O plano de ação também apresenta considerações sobre o futuro da cidade quanto ao desenvolvimento de estratégias de adaptação, acrescenta o pesquisador.</p>
<p>No entanto, o estudo de Barros ressalta em sua conclusão que, na escala regional/metropolitana, está claro que os 38 municípios adicionais da RMSP também requerem a mesma atenção política e acadêmica para que sejam realizados estudos sobre extremos de calor e estratégias de adaptação.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Região Metropolitana de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eventos extremos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-05-13T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/arlindo-phillipi-junior-e-r">
    <title>Arlindo Phillipi Junior e Marcos Kisil são os novos professores seniores do IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/arlindo-phillipi-junior-e-r</link>
    <description>Dois professores titulares da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, Arlindo Phillipi Jr. e Marcos Krisil, recém-aposentados, agora se tornaram professores seniores do IEA, onde darão continuidade a seus projetos de pesquisa e realizarão outras atividades.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:536px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/arlindo-phillipi-jr-e-marcos-krisil/image" alt="Arlindo Phillipi Jr. e Marcos Krisil" title="Arlindo Phillipi Jr. e Marcos Krisil" height="353" width="536" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:536px;">Os sanitaristas Arlindo Phillipi Jr. (esq.) e Marcos Kisil</dd>
</dl></p>
<p>Dois professores titulares da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, Arlindo Phillipi Jr. e Marcos Kisil, recém-aposentados, agora se tornaram professores seniores do IEA, onde darão continuidade a seus projetos de pesquisa e realizarão outras atividades.</p>
<p>Phillipi Jr. trabalhará durante dois anos no projeto “Experimentações Urbanas na Perspectiva de Soluções Inovadoras para Cidades Resilientes e Sustentáveis”, tendo a cidade de São Paulo como “laboratório vivo”. O estudo está conectado com projetos desenvolvidos no Centro de Síntese USP Cidades Globais, no Programa USP Eixos Temáticos e no Núcleo de Pesquisa Interdisciplinar e Interinstitucional (Nupis). A intenção é fortalecer sinergias e promover transformação urbana sustentável.</p>
<p>“Ao tratar as cidades como ‘urbsistemas’ – sistemas complexos em rede que dependem de fluxos contínuos de materiais, energia e informações -, o projeto propõe uma abordagem sistêmica para enfrentar desafios urbanos, como mudanças climáticas e desigualdades sociais”, explica Phillipi Jr.</p>
<p>A proposta explora o que ele chama de “teias urbanas”, redes interconectadas que reorganizam serviços essenciais, aproximando-os dos cidadãos e promovendo uma melhor qualidade de vida. Para isso, integra conhecimentos das ciências sociais, engenharia, ciências ambientais e outras áreas. As atividades incluem seminários, simpósios e o desenvolvimento de projetos editoriais.</p>
<p>Ele dará especial atenção à relevância de políticas públicas e da participação social nos processos de planejamento, gestão e avaliação de cidades resilientes, visando a criação de modelos replicáveis para outras metrópoles.</p>
<p>Phillipi Jr. é formado em engenharia civil pela UFSC e em engenharia sanitária e ambiental pela USP. Tornou-se mestre, doutor e livre docente pela FSP-USP, tendo realizado pesquisa de pós-doutorado em estudos urbanos e regionais no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos. Aperfeiçoou-se na área ambiental em cursos de instituições do Japão, Reino Unido e Estados Unidos.</p>
<p>Na USP, atualmente é chefe do Gabinete do Reitor e membro do Conselho Deliberativo do Incline (Interdisciplinarity Investigation Center on Climate Change). Foi pró-reitor e pró-reitor adjunto de Pós-Graduação, prefeito do campus de São Paulo, chefe do Departamento de Saúde Ambiental e presidente da Comissão de Pós-Graduação da FSP-USP.</p>
<p>Ele é membro do Conselho Superior de Meio Ambiente da Federação de Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Foi membro titular do Conselho Diretor do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e exerceu funções de direção no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), na Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e na Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo. Coordenou a área de Ciências Ambientais do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do MCTI.</p>
<p>A participação de Marcos Kisil no IEA prevê a coordenação, pelos próximos três anos, do projeto “Avaliação de Ambientes de Inovação: Modelos e Práticas Filantrópicas nas Santas Casas de Misericórdia do Estado de São Paulo”, vinculado ao Grupo de Estudos de Modelos de Apoio à Ciência (Gema Filantropia) do IEA e à FSP-USP. O propósito do projeto é avaliar de forma sistêmica – “numa abordagem de assessment voltada à melhoria, não de evaluation voltada a julgamento” – as políticas das santas casas para inovações em suas práticas filantrópicas.</p>
<p>Segundo Kisil, essa apreciação subsidiará a construção de modelos de governança, instrumentos de política, indicadores e ferramentas de gestão pública, considerando as especificidades de cada ambiente e unidade. A partir dessa avaliação, o projeto desenvolverá ações colaborativas entre os agentes e instituições que compõem esse ecossistema, visando a desenvolver ambiente dinâmico e interativo para apoiar a construção de uma plataforma para mobilização de recursos.</p>
<p>Sua outra atividade será um estudo prospectivo para a formação de líderes e recursos humanos para unidades de mobilização de recursos no âmbito da USP, também vinculado ao Gema Filantropia e à FSP-USP. Ele explica que se trata de projeto para capacitar integrantes da Universidade com conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias para a mobilização de recursos de forma eficaz e o desenvolvimento de propostas para diferentes projetos e iniciativas de apoio ao desenvolvimento da USP, em suas funções de ensino, pesquisa e prestação de serviços à sociedade.</p>
<p>O conjunto de estudos previstos buscará articular demandas concretas dos departamentos e unidades da Universidade. Serão realizados estudos multimétodos para avaliação de eficácia, efetividade e impacto (de curto prazo) de elementos conceituais, curriculares, pedagógicos e tecnológicos constitutivos da intervenção a ser implementada pelo programa de ensino.</p>
<p>Em paralelo a essas pesquisas, Kisil continuará a desenvolver planos de trabalho e atividades no Gema Filantropia, além de colocar-se à disposição para coorientação de pós-graduandos e supervisão de pós-doutorandos, entre outras ações.</p>
<p>Livre docente pela FSP-USP, Kisil graduou-se na Faculdade de Medicina (FM) da USP, onde obteve o título de mestre em medicina preventiva. Tornou-se doutor em administração pública pela Universidade George Washington, EUA. Kisil dedica-se à saúde coletiva, com ênfase em administração hospitalar, atuando principalmente nas áreas de cidadania, sociedade civil, investimento social privado, filantropia e gestão de saúde.</p>
<p>Atualmente, integra o Conselho da Fundação Amor Horizontal, é membro fundador da Fundação Escola Aberta do Terceiro Setor e presidente do Conselho da Save Brasil/Birds Life. É ex-presidente do Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (Idis).</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"><i>Fotos: Marcos Santos/Jornal da USP e Leonor Calasans/IEA-USP</i></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filantropia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-09-16T16:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/jovens-e-crise-climatica">
    <title>Seminário analisará segurança de crianças e adolescentes no contexto de crise climática</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/jovens-e-crise-climatica</link>
    <description>O seminário “Resiliência Urbana: Enfrentando Desafios Climáticos e Protegendo a Juventude” realiza-se no dia 13 de junho, a partir das 9h30, na sede do IEA, com transmissão ao vivo pela internet..</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr"><dl class="image-right captioned" style="width:592px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/criancas-desabrigadas-no-rs/image" alt="Crianças desabrigadas no RS" title="Crianças desabrigadas no RS" height="359" width="592" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:592px;">Centenas de milhares de crianças e adolescentes sofreram as consequências das enchentes no Rio Grande do Sul</dd>
</dl><span style="text-align: justify; "> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span style="text-align: justify; ">A  segurança dos jovens no cenário atual de crise climática será discutida no </span><span style="text-align: justify; ">seminário “Resiliência Urbana: Enfrentando Desafios Climáticos e Protegendo a Juventude”, no dia 13 de junho, a partir das 9h30.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span style="text-align: justify; "></span><span style="text-align: justify; ">O evento será público e gratuito. É necessário realizar </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/1eibiHdwCuDJe11X4IhZqHGYzZTh3ciuAf_MXhakzx64/viewform?edit_requested=true&amp;pli=1" style="text-align: justify; ">inscrição</a><span style="text-align: justify; "> para assistir presencialmente na Sala Alfredo Bosi, na sede do IEA. Haverá transmissão </span><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a><span style="text-align: justify; "> pela internet</span><span style="text-align: justify; ">. [<i>Clique </i></span><i style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/resiliencia-urbana-protegendo-juventude">aqui</a> para ver a programação</i><span style="text-align: justify; ">]</span><span style="text-align: justify; ">.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>O objetivo do encontro é aumentar a visibilidade sobre a questão dos jovens na crise climática e promover a discussão de possíveis soluções para aumentar a segurança e bem-estar dessa parcela da população. </span><span>Com várias exposições, o encontro irá debater a importância da implementação de políticas públicas e estratégias com esse fim. Também analisará o papel das tecnologias de informação em cenários extremos, na construção de sistemas de denúncia e na implantação de plataformas de comunicação.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>O seminário é organizado pelo </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais">Centro de Síntese USP Cidades Globais</a><span> (CS-USPCG-IEA), </span><a href="https://nev.prp.usp.br/">Núcleo de Estudos da Violência</a><span> (NEV-USP) e </span><a href="https://www.uninove.br/cursos/mestrado-e-doutorado/presencial/mestrado-em-cidades-inteligentes-e-sustentaveis">Programa de Pós Graduação em Cidades Inteligentes e Sustentáveis da Uninove</a><span> (PPG-CIS-Uninove).</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span><strong>Contexto</strong></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span style="text-align: justify; ">Os organizados do encontro ressaltam que o mundo está passando por diversos fenômenos intensos gerados pelas mudanças climáticas: enchentes, furacões, incêndios, aumento do nível e da temperatura dos oceanos são algumas das consequências da atual emergência climática, resultado direto das ações antrópicas.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span style="text-align: justify; ">Os efeitos desses fenômenos prejudicam, principalmente, a população mais vulnerável dos territórios com a destruição de suas moradias e falta de segurança alimentar e física. Para as crianças e adolescentes, as tragédias ambientais têm um impacto muito maior por conta da fase mais delicada de desenvolvimento em que se encontram, como destaca o relatório </span><a href="https://www.unicef.org/brazil/media/21346/file/criancas-adolescentes-e-mudancas-climaticas-brasil-2022.pdf" style="text-align: justify; ">“Crianças, adolescentes e mudanças climáticas no Brasil”</a><span style="text-align: justify; ">, publicado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em 2022.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">As recentes crises ambientais têm exposto a urgência em falar sobre o impacto das tragédias na juventude, afirmam os pesquisadores. Elas também mostraram a falta de preparo das cidades para lidar com a violência contra os jovens, problemas na saúde física e mental, além do dano na educação básica ocasionada pelo afastamento indeterminado da escola.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><i>Por Lívia Uchoa (estagiária), sob supervisão de Mauro Bellesa.</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><i><span class="discreet">Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Infância</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Juventude</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-06-10T16:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/urbansus-desafios-das-cidades-inteligentes-14-03-204">
    <title>UrbanSus - Desafios das Cidades Inteligentes - 14/03/204</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/urbansus-desafios-das-cidades-inteligentes-14-03-204</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades inteligentes</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Metrópoles</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS11 - Cidades e Comunidades</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-03-19T21:08:22Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/politicas-publicas-locais-por-e-para-mulheres-avancos-e-desafios-intersetoriais-31-10-2023">
    <title>Políticas Públicas Locais por e para Mulheres: Avanços e Desafios Intersetoriais - 31/10/2023</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/politicas-publicas-locais-por-e-para-mulheres-avancos-e-desafios-intersetoriais-31-10-2023</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS16 - Paz, Justiça e Instituições Eficazes</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS05 - Igualdade de Gênero</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS10 - Redução das Desigualdades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-11-09T18:35:08Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/manifesto-dos-rios-chama-a-atencao-para-a-situacao-critica-dos-corregos">
    <title>Intervenções de pesquisadores do IEA chamam a atenção para a situação dos rios</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/manifesto-dos-rios-chama-a-atencao-para-a-situacao-critica-dos-corregos</link>
    <description>Rios passarão por intervenções artísticas em todas as regiões do Brasil</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a3f17a14-7fff-32d8-8b25-8cfb13803a0d"> </span></p>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/manifesto-dos-rios-2" alt="Manifesto dos rios - 2 " class="image-inline" title="Manifesto dos rios - 2 " /></th>
</tr>
<tr>
<td><i>Intervenção no rio Iquiririm</i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>Em forma de manifesto simbolicamente assinado pelos próprios rios, um grupo de ativistas tem feito intervenções artísticas no entorno de diversos córregos do Brasil. </span></p>
<p dir="ltr"><span> </span><span>Os participantes </span><span>pintam cobras </span><span>ao lado e por cima dos rios, no caso dos tamponados, uma </span><span>alusão à lenda amazônica da Cobra Grande</span><span>. Os pesquisadores </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/victor-kinjo" class="external-link">Victor Kinjo</a><span> e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vivian-aparecida-blaso-souza-soares-cesar" class="external-link">Vivian Blaso</a><span>, do </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Centro de Síntese USP Cidades Globais</a><span>, integram a ação em São Paulo.</span></p>
<p dir="ltr">A iniciativa visa chamar a atenção para o estado de rios escondidos e mal preservados. <span>Estudo do </span><a href="https://www.wwf.org.br/?71002/Estudo-mostra-que-apenas-um-terco-dos-rios-do-mundo-permanece-como-rio-de-curso-livre-integro-e-saudavel">WWF</a><span> sobre 246 grandes rios do mundo mostrou que pouco mais de um terço (37%) deles pode ser considerado um “rio de curso livre”, que é a condição para que um curso d’água mais ofereça benefícios ambientais e serviços ecossistêmicos.</span></p>
<p dir="ltr"><strong>Atividades em São Paulo</strong></p>
<p dir="ltr"><span>Uma das intervenções da dupla de pesquisadores está no rio Iquiririm, que integra a sub-bacia do rio Pinheiros. Ele nasce dentro da Cidade Universitária da USP e flui pelo Butantã, até desaguar no rio Pirajussara. Blaso ressalta que "a ativação dos espaços da cidade por meio da arte é fundamental para o engajamento e mobilização popular, o advocacy e as políticas públicas" de cidades mais sustentáveis e afetivas.</span></p>
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/manifestos-dos-rios-1" alt="Manifestos dos rios - 1 " class="image-inline" title="Manifestos dos rios - 1 " /></th>
</tr>
<tr>
<td><i>Victor Kinjo na embarcação em que realizou intervenção artística</i><br /><br /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>Outra pintura está localizada em uma embarcação que servia de palco para navegações de educação ambiental pelo rio Tietê, peças de teatro e outras intervenções artísticas. Para Kinjo, a pintura da cobra-guardiã em seu convés tem o intuito de "replantar os sonhos da navegação nos rios urbanos de São Paulo”. O barco fica atracado no Cebolão, entre os rios Tietê e Pinheiros.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Como parte da programação do Manifesto, artistas do Teatro Oficina promoverão uma alegoria no entorno do rio Bixiga, no bairro de mesmo nome. Os ativistas montarão a imagem de um dragão chinês por meio da manipulação de bambus, em uma intervenção que se soma aos pedidos de <span>criação de um parque no local</span>. A performance acontece às 11h do dia 24 de setembro em um terreno de propriedade privada que é o último espaço de terra livre do centro de São Paulo. </span></p>
<p dir="ltr"><span>As ações acontecem ao longo da semana que antecede o Dia Mundial dos Rios, comemorado no último domingo do mês de setembro.</span></p>
<div><span><strong>Veja a lista dos rios que integram o manifesto:</strong></span></div>
<div><span><strong><br /></strong></span></div>
<p dir="ltr"><span>Bacia do Rio Formoso</span></p>
<p dir="ltr"><span>Córrego do Água Preta</span></p>
<p dir="ltr"><span>Córrego Ibirapitanga</span></p>
<p dir="ltr"><span>Córrego Taguarruçu Grande</span></p>
<p dir="ltr"><span>Represa do Rio Amazonas</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Anil</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Apeú</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Belém</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Bexiga</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Branco</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Cuiá</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Guandu</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Iquiririm</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Itaqui</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Melchior</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Negro</span></p>
<p dir="ltr"><span>Igarapé de Petrópolis</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Piquiá</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Tapajós</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Tietê</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Tucunduba</span></p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Matheus Nistal</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciencias Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-09-22T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/reunioes-internas/encontro-proetusp-apresentacao-de-resultados-dos-projetos-07-08-2023">
    <title>Encontro PROETUSP - Apresentação de Resultados dos Projetos - 07/08/2023</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/reunioes-internas/encontro-proetusp-apresentacao-de-resultados-dos-projetos-07-08-2023</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights>Cecília Bastos/Jornal da USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Eixos Temáticos USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-08-09T19:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/angela-amin-inicia-projeto-sobre-programa-de-capacitacao-funcionarios-municipais-e-ongs">
    <title>Angela Amin inicia projeto sobre capacitação de municípios em relação à Agenda 2030</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/angela-amin-inicia-projeto-sobre-programa-de-capacitacao-funcionarios-municipais-e-ongs</link>
    <description>A pesquisadora e política Angela Amin ingressou no IEA como pesquisadora colaboradora em 31 de maio de 2023 para desenvolver, durante dois anos, o projeto </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:350px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/angela-amin/image" alt="Angela Amin" title="Angela Amin" height="401" width="350" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:350px;">Angela Amin: Projeto visa a ampliação da capacitação nacional na adoção da Agenda 2030</dd>
</dl></p>
<p>Desde o final de maio, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/angela-amin" class="external-link">Angela Amin</a>, ex-prefeita de Florianópolis (SC) e ex-deputada federal por Santa Catarina,  passou a integrar o IEA como pesquisadora colaboradora vinculada ao Centro de Síntese USP Cidades Globais, no qual desenvolverá por dois anos um modelo de regionalização e difusão do Programa de Capacitação e Estudos Regionais para Sustentabilidade (Ceurs).</p>
<p>O programa foi criado pelo <a class="external-link" href="https://ppgegc.paginas.ufsc.br/">Programa de Pós-Graduação em Engenharia, Gestão e Mídia do Conhecimento (PPGEGC)</a> da UFSC com a finalidade de levar a capacitação quanto à Agenda 2030 a funcionários públicos dos legislativos e executivos municipais, bem como a colaboradores de organizações da sociedade civil em todas as cidades brasileiras.</p>
<p>De acordo com Angela, que é mestre e doutora em engenharia e gestão do conhecimento pelo PPGEGC-UFSC, o programa é uma correalização de setores acadêmicos, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Câmara dos Deputados. Entre 2020 e 2022, a UFSC desenvolveu e aplicou uma plataforma do programa para educação por meio de cursos online de capacitação baseada em competência.</p>
<p>O objetivo da pesquisadora com o projeto "Regionalização do Programa Ceurs de Municipalização da Agenda 2030" é ampliar o atual modelo do programa, "tanto para difundi-lo quanto para possibilitar sua regionalização, com mais opões de viabilidade econômica". O trabalho incluirá o estudo das contribuições dos programas de pós-graduação em ciências ambientais das universidades brasileiras.</p>
<p>Entre os resultados esperados por Angela estão a regionalização do Ceurs em outros estados e a consequente ampliação da capacitação nacional na adoção da Agenda 2030 e consequente cumprimento dos <a class="external-link" href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</a> da ONU.</p>
<p>O projeto será desenvolvido no âmbito de acordo de cooperação entre a UFSC e a USP já presente no programa Ceurs.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: arquivo pessoal de Angela Amin</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agenda 2023</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-06-16T16:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/centro-de-sinteses-cidades-globais-oferece-bolsas-para-alunos-de-qualquer-area-de-atuacao">
    <title>Centro de Sínteses USP Cidades Globais oferece bolsas para alunos de graduação e pós</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/centro-de-sinteses-cidades-globais-oferece-bolsas-para-alunos-de-qualquer-area-de-atuacao</link>
    <description>Candidatos têm até o dia 31 de maio para realizar a inscrição</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-8ddcdd55-7fff-60d0-8e36-f48af0353d8b"> </span></p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Materia-Mogi_das_Cruzes_a_partir_do_Pico_do_Urubu.png" alt="Mogi das Cruzes " class="image-left" title="Mogi das Cruzes " />O Centro de Síntese USP Cidades Globais está com <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/pesquisa/oportunidades-pesquisa/edital022023" class="external-link">edital </a>aberto até o dia <b>31 de maio</b> (às 16h da tarde) para seleção de alunos de graduação e pós-graduação que irão apoiar as pesquisas desenvolvidas no Programa Municípios Sustentáveis. Os selecionados receberão bolsas e contribuirão para as atividades vinculadas aos projetos que estão sendo desenvolvidos em municípios do estado de São Paulo sobre diferentes temáticas, como economia circular, turismo, lazer e esporte, e inovação.</p>
<p dir="ltr"><span>Com duração de sete meses e previsão de início das atividades no dia 12 de junho, o programa selecionará dois alunos de cursos de graduação, recebendo R$ 400 cada, e três da pós-graduação, com bolsa no valor de R$1.400. Os recursos são provenientes do Programa Santander Políticas Públicas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os candidatos devem estar regularmente matriculados na USP, em qualquer área de atuação. A seleção levará em conta o histórico escolar e o currículo Lattes do aluno. As vagas serão preenchidas em três projetos:</span></p>
<ul>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr">O primeiro deles, sobre economia circular, selecionará dois candidatos de pós-graduação e será coordenado pela professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wanda-risso-gunther" class="external-link">Wanda Maria Risso Günther</a>, da Faculdade de Saúde Pública (FSP/USP).</p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>O segundo, sobre lazer, esportes e políticas setoriais, terá duas bolsas de graduação, com coordenação do professor Ricardo Ricci Uvinha, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH/USP).</span></p>
</li>
<li dir="ltr" style="list-style-type: disc; ">
<p dir="ltr"><span>O terceiro projeto, que se encarregará de fazer um levantamento de dados para o desenvolvimento de um ambiente de inovação nos locais, terá uma bolsa de pós-graduação e será coordenado pelo professor Felipe Mendes Borini, da Faculdade de Economia e Administração (FEA/USP).</span></p>
</li>
</ul>
<p><span><strong>USP Cidades Globais</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa USP Cidades Globais, lançado pelo IEA em 2016, é uma iniciativa que reúne e articula grupos de pesquisa da Universidade e colaboradores externos para desenhar propostas que visam a melhoria da qualidade de vida nas regiões metropolitanas. </span></p>
<p dir="ltr">A  abordagem do programa é transdisciplinar, reunindo pesquisas independentes e de diferentes áreas, mas com objetivos similares. Os estudos procuram embasar modelos que abranjam diversas esferas da vida nas cidades: mobilidade, poluição, saúde, educação, uso e ocupação do solo, lazer, entre outras. O projeto foi idealizado por <span> </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, então diretor do IEA, a partir de um pedido da reitoria da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Matheus Nistal</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustainability</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Global Cities Program</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-05-26T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/politicas-publicas">
    <title>Mensuração das políticas públicas deve focar no benefício às pessoas, avaliam gestores</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/politicas-publicas</link>
    <description>Ricardo Nunes, prefeito de São Paulo, e Marcelo Cardinale Branco, secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Estado de São Paulo, participaram de evento no IEA no dia 11 de maio. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marcelo-cardinale-branco/image" alt="Marcelo Cardinale Branco " title="Marcelo Cardinale Branco " height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Marcelo Cardinale Branco, secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Estado de São Paulo </dd>
</dl>Indicadores que avaliem os impactos de um projeto executado são tão importantes quanto d</span>ados estatísticos que ajudem a embasar políticas públicas. Neste cenário, a maior dificuldade está na mensuração de projetos que escapam do palpável, segundo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-cardinale-branco" class="external-link">Marcelo Cardinale Branco</a>, secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Estado de São Paulo. “Como mostrar o benefício objetivo em qualidade de vida de um projeto que envolve cultura, alimentação e patrimônio histórico?”, questionou.</p>
<p>Durante o encontro “<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/formulacao-mensuracao-pp" class="external-link">Formulação e Mensuração das Políticas Públicas no Brasil</a>”, realizado no dia 11 de maio no IEA, ele esteve ao lado do prefeito da cidade <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-nunes" class="external-link">Ricardo Nunes</a>, do economista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-gonzaga-belluzzo" class="external-link">Luiz Gonzaga Belluzzo</a> e da vice-reitora da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-arminda-nascimento-arruda" class="external-link">Maria Arminda do Nascimento</a>, para debater a temática. O evento foi organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Centro de Síntese USP Cidades Globais</a>.</p>
<p>Para Branco, um dos desafios da administração pública é o estabelecimento de metas sobre qualidade de vida da população. “É fácil medir o impacto em equipamentos, como de habitação ou transporte. Mas quando se tira uma pessoa de uma condição de insalubridade, qual o benefício gerado a ela e à sociedade como um todo?”, indagou.</p>
<p>Ele defendeu que o foco da mensuração seja nas pessoas, não no equipamento. Assim, ao invés de, por exemplo, medir quantos quilômetros foram construídos de metrô ou corredor de ônibus, deveria-se calcular a redução do tempo médio de deslocamento individual. "Se eu tenho o foco nas pessoas, começo a mensurar os serviços públicos pelo que ele gera de benefícios na sociedade e menos pelos equipamentos que implantamos".</p>
<p>Na etapa de formulação de uma política pública, os administradores públicos concordam que as pesquisas facilitam a definição de prioridades, além de ajudarem a justificar determinada destinação do recurso público. Exemplo disso foi dado pelo prefeito. Para optar pela compra de ônibus elétricos, e não aqueles movidos a diesel, a prefeitura tomou como base um estudo realizado pela C40 Cities, rede global formada por 100 capitais mundiais que buscam promover ações para combater a crise climática.</p>
<p>“O estudo da C40 mostrou que a substituição, até 2028, de 50% da frota por veículos elétricos evitaria 151 mortes prematuras ocasionadas pela poluição do ar”, disse Nunes. Embora seja mais caro que um ônibus a diesel – R$ 2,5 milhões contra R$ 700 mil <span>–</span>, em 10 anos os custos se igualam, segundo o prefeito. “Gasta-se R$ 25 mil reais de diesel por mês, enquanto um ônibus elétrico tem custeio de R$ 5 mil. São R$ 240 mil economizados por ano. Em uma década o valor está recuperado”.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ricardo-nunes/image" alt="Ricardo Nunes" title="Ricardo Nunes" height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes</dd>
</dl></p>
<p>Para o prefeito, os dados de instituições como a C40, Iclei e Mercocidades ajudam a mensurar os ganhos de determinadas ações. “Desenvolver esses indicadores ampliados é um dos itens que o Centro de Síntese USP Cidades Globais pode colaborar”, complementou <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wanda-risso-gunther">Wanda Maria Risso Günther</a>, uma das coordenadoras do centro, colocando o grupo de pesquisadores à disposição para elaboração de estudos, principalmente os relacionados à Agenda 2030 da ONU.</p>
<p>O Centro de Síntese se organiza em dois braços: o programa de pós-doutoramento, que gera subsídios teóricos para políticas públicas; e o programa Municípios Sustentáveis, que tem convênio com cidades, principalmente do estado de São Paulo, para a busca de problemas trazidos por essas prefeituras.</p>
<p><strong><br />Visão de futuro</strong></p>
<p>Durante a elaboração de políticas públicas, o secretário defendeu que se estabeleça uma "visão de futuro" e que todas as áreas envolvidas estejam em sintonia com este plano. "É fundamental que o administrador público saiba onde quer chegar e compartilhe isso com a sociedade".</p>
<p>Para exemplificar, e sem julgar o mérito de cada uma, ele c<span>itou duas perspectivas diferentes para o transporte urbano, mostrando como uma política pode ser construída com um objetivo específico: a de cidades americanas, voltadas ao uso do carro; e a de cidades europeias, voltadas ao transporte público e deslocamento a pé. "Não conseguimos fazer um modelo adequado de transportes se não tivermos uma previsão de um modelo onde desejamos chegar". </span></p>
<p><span>Na prefeitura de São Paulo, Nunes mostrou que o planejamento é feito com base em uma série de referências: Agenda 2030 (longo prazo), Programa de Metas 21/24 (médio prazo), Plano Plurianual (curto prazo). Além deles, os instrumentos orçamentários e o Plano Diretor também orientam as ações. </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/11-05-2023-visao-geral/image" alt="11/05/2023 - visão geral" title="11/05/2023 - visão geral" height="267" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Da esq. para dir.: O economista Luiz Gonzaga Belluzzo, o prefeito Ricardo Nunes, o secretário Marcelo Branco e o pesquisador José Luiz Portella</dd>
</dl><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, diretor do IEA, lembrou que entre o planejamento de uma política pública e a sua execução há um longo e complexo caminho, com o que prefeito concordou. Nunes disse que valoriza muito a teoria, mas por vezes ela não consegue ser aplicada de certa maneira na vida real.</span></p>
<p><strong>Políticas feitas por políticos</strong></p>
<p>Na opinião da vice-reitora da USP, a política pública é um instrumento de administração que pressupõe um encadeamento de meios e fins. Maria Arminda lembrou que a política pública não é neutra, embora muitas vezes se pretenda puramente técnica. Para ela, as iniciativas estatais sempre envolvem escolhas.</p>
<p>A vice-reitora contou que, na época em que o Brasil tinha muitos planos econômicos, lia o jornal e se alarmava com os insucessos. “Não deu certo por causa do político”, pensava. Com o tempo entendeu que não era essa a questão. <span>“Não há nenhuma possibilidade de existir algo técnico sem uma dimensão política”, disse </span>Belluzzo.</p>
<p style="text-align: right; "><i>Colaborou Matheus Nistal</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Estatística</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agenda 2023</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades inteligentes</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-05-16T17:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/riscos-climaticos-em-capivari-sp">
    <title>Projeto publica nota técnica sobre riscos climáticos em Capivari (SP)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/riscos-climaticos-em-capivari-sp</link>
    <description>Projeto de grupo do Centro de Síntese USP Cidades Globais publica a nota técnica 'Diagnósticos dos Riscos Climáticos em Capivari-SP - Potenciais Estratégias para o Direcionamento de Medidas de Adaptação em Pequenos e Médios Municípios'.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:550px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capivari-sp/image" alt="Capivari, SP" title="Capivari, SP" height="309" width="550" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:550px;">Um dos problemas ambientais de Capivari (SP) é a reduzida cobertura vegetal nativa</dd>
</dl></p>
<p>De acordo com o Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) do Estado de São Paulo, Capivari, município distante 108 km da capital, a noroeste, com cerca de 57 mil habitantes e área aproximada de 323 km<sup>2</sup>, possui poucas áreas ambientalmente protegidas, como unidades de conservação, e índice de mediano a baixo de cobertura vegetal nativa.</p>
<p>Essas características do município influenciam sobremaneira sua capacidade de enfrentamento de riscos e impactos dos eventos extremos previstos, "especialmente devido à supressão dos serviços ecossistêmicos associados".</p>
<p>A observação consta da nota técnica <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/diagnostico-dos-riscos-climaticos-em-capivari-sp" class="external-link">Diagnósticos dos Riscos Climáticos em Capivari-SP - Potenciais Estratégias para o Direcionamento de Medidas de Adaptação em Pequenos e Médios Municípios</a>, recentemente lançada por projeto desenvolvido no <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Centro de Síntese USP Cidades Globais</a>. O trabalho é resultante de contrato entre o IEA, a <a class="external-link" href="https://www.fusp.org.br/">Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo</a> e a <a class="external-link" href="https://capivari.sp.gov.br/portal/">Prefeitura de Capivari</a>. O objetivo é subsidiar a revisão do Plano Diretor da cidade.</p>
<p>Segundo a coordenadora do trabalho, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-da-penha-vasconcellos" class="external-link">Maria da Penha Vasconcellos</a>, professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, a equipe do projeto está encarrega da produção de material técnico, do acompanhamento do processo de revisão do Plano Diretor de Capivari, da elaboração de propostas a serem formalizadas em anteprojetos de lei e de contribuir para a mobilização, por meio de oficinas, da participação popular na construção de propostas para os próximos 10 anos do município.</p>
<p>Além de Maria da Penha, são autores da nota técnica: Elaine Santos, Felipe Dias, Ivan Maglio, Maria da Penha Vasconcellos, Pedro Camarinha e Rogério António de Castro Coelho, todos integrantes do Centro de Síntese; e Pedro Camarinha, vinculado ao Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).</p>
<p>Diante do quadro de carências ambientais do município, os autores relacionam entre os serviços ecossistêmicos a serem melhorados o processo de infiltração e tempestividade do escoamento de base até os cursos d'água, a diminuição do processo erosivo laminar e o menor carreamento de material particulado, para diminuir o assoreamento dos rios.</p>
<p>Os baixos valores atribuídos aos indicadores ambientais estão principalmente relacionados às características municipais: "baixa proteção à biodiversidade, insegurança hídrica e falta de capacidade de enfrentamento às mudanças climáticas", destacam os autores.</p>
<p>Além da Introdução e da seção Informações Ambientais para Capivari, a nota técnica contém outras oito seções:</p>
<ul>
<li>Vegetação Remanescente e Rede Hídrica do Município;</li>
<li>Segurança Hídrica;</li>
<li>O Comportamento Climático;</li>
<li>Risco Climático Relacionado às Inundações, Enxurradas e Alamentos;</li>
<li>Modelagem para Detecção de Inundações Bruscas e Enxurradas;</li>
<li>Risco Climático Relacionado às Secas;</li>
<li>Soluções Baseadas na Natureza e Infraestrutura Verde e Azul</li>
<li>Propostas e Recomendações</li>
</ul>
<p>Ao final, o documento indica as referências bibliográficas e a relação de site consultados pelos pesquisadores.</p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-de-diagnostico-dos-riscos-climaticos-em-capivari-sp" alt="Capa de 'Diagnóstico dos Riscos Climáticos em Capivari-SP'" class="image-left" title="Capa de 'Diagnóstico dos Riscos Climáticos em Capivari-SP'" /></p>
<p><span><strong>Recomendações</strong></span></p>
<p>Segundo os pesquisa, a premissa sugerida pelo trabalho para ser utilizada em análises futuras sob o território de Capivari é que, uma vez reduzidas as vulnerabilidades (em suas dimensões ambiental, social e econômica), os riscos climáticos também diminuem significativamente. E isso ocorre "não pela diminuição dos eventos meteorológicos e climáticos, mas sim porque permite que os sistemas se reorganizem para enfrentar eventuais novos desafios decorrentes das mudanças do clima", especialmente eventos extremos e impactos associados.</p>
<p>Por essa razão, os pesquisadores propõem a expansão das análises realizadas sobre vulnerabilidade socioambiental e cálculo de riscos climáticos no âmbito municipal, com o cruzamento das informações climáticas e hidrológicas com as demais dimensões que caracterizam os cenários de risco localmente, como as características do meio ambiente e as condições sociais e econômicas.</p>
<p>As metodologias mais conhecidas propõem a criação de índices quantitativos que mensuram a vulnerabilidade às mudanças climáticas e a adaptação aos perigos climáticos em várias escalas temporais e espaciais.</p>
<p>"Essas informações serão valiosas para orientar um Plano de Adaptação Climática de Capivari, identificando as melhores diretrizes, estratégias e medidas de adaptação que o município necessita. Isso permitirá a hierarquização de ações nos planejamentos, bem como a identificação de áreas críticas que precisam de ações mais urgentes.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciencias Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-05-10T12:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/publicacao-traz-propostas-para-a-gestao-publica-de-pequenos-e-medios-municipios">
    <title>Publicação traz propostas para a gestão pública de pequenos e médios municípios </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/publicacao-traz-propostas-para-a-gestao-publica-de-pequenos-e-medios-municipios</link>
    <description>Elaborado por pesquisadores do Centro de Síntese USP Cidades Globais, o documento apresenta seis notas técnicas baseadas no caso de Vargem</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-e3f1c988-7fff-9584-7bb7-8794002de510"> </span></p>
<p dir="ltr"><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/vista-aerea-do-municipio-de-vargem/image" alt="Vista aérea do Município de Vargem" title="Vista aérea do Município de Vargem" height="225" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Vista aérea do município de Vargem</dd>
</dl>Com base em pressupostos sobre as prioridades necessárias para cuidar de pequenos municípios, pesquisadores do Centro de Síntese <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">USP Cidades Globais</a> elaboraram a publicação "Notas técnicas para pequenos e médios municípios brasileiros – O caso Vargem". O documento, que pode ser acessado <span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/notas-tecnicas-vargem" class="external-link">aqui</a></span>, apresenta seis notas técnicas. O intuito é orientar a revisão do atual plano diretor de Vargem, conforme pedido de colaboração feito por sua gestão.<br /><br /><span>Vargem é um centro local com elevado potencial para promoção da sustentabilidade em seu modelo de desenvolvimento, dizem os autores. A cidade aprovou seu Plano Diretor no ano 2000 e tem uma população estimada em 10.842 habitantes, segundo dados de 2021 do IBGE.</span></p>
<p dir="ltr"><span><br />Além de aprofundar os conhecimentos sobre os processos e dinâmicas próprias das pequenas e médias cidades, os pesquisadores envolvidos na elaboração do documento idealizaram um modelo conceitual para auxiliar a gestão pública e seu planejamento, explicam </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elaine-cristina-silva-dos-santos">Elaine Santos</a><span>, pós-doutoranda no Centro de Síntese, e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-da-penha-vasconcellos" class="external-link">Maria da Penha Vasconcelos</a><span>, coordenadora do projeto, no texto introdutório. Além delas, são autores os pesquisadores Djonathan Gomes Ribeiro, Fábio Bacchiegga, Gérsica Moraes Nogueira da Silva, Ivan Maglio, Marcela Barbosa de Moraes e Thelmo de Carvalho T. Branco Filho.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Priorizar a manutenção da sociobiodiversidade é uma necessidade para cuidar dos pequenos municípios, defendem. Como exemplo, mencionam áreas de preservação de ecossistemas e cultivo e produção econômica com base na agroecologia, "sem descuidar da incorporação das novas tecnologias", como sistemas integrados remotos e comunicações a distância.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ainda, o acesso e a permanência nos sistemas educacionais, a melhoria no atendimento das necessidades básicas de atenção à saúde, práticas de lazer e perspectivas profissionais para os habitantes dos municípios são aspectos favorecidos pelas conexões com demais cidades e redes regionais.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As notas técnicas trazem modelos conceituais de gestão pública, orientações para elaboração e/ou revisão de planos diretores e análise do plano em vigor em Vargem, caracterização da vulnerabilidade socioambiental da cidade, saneamento básico e desenvolvimento sustentável, e propostas de políticas públicas.<br /></span></p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-11-23T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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