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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 171 to 185.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ceb-ciclo-tematico-2021-didaticas-e-praticas-1">
    <title>Educação, Racismo, Mercado de Trabalho (Fórum Digital)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ceb-ciclo-tematico-2021-didaticas-e-praticas-1</link>
    <description>CÁTEDRA EDUCAÇÃO BÁSICA 2021</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A colonialidade de poder que nos sistematiza enquanto nação, de base escravocrata e patriarcal, implica alto grau de desigualdade de rendimentos e funções no mercado de trabalho, bem como é marcada pela exclusão de acesso e permanência das populações negras e indígenas no sistema educacional, da escola básica à formação superior.</p>
<p>Na mesa de abertura do "I Seminário Internacional da Coalização Negra por Direitos", realizado em novembro de 2019, ao se referir ao contexto político de domínio da extrema direita, a filósofa e ativista Sueli Carneiro disse: “Vivemos hoje quase que a repetição do cenário pós-abolição, libertos para morrermos à míngua ou com toda sorte de violência nas sarjetas desse país. É isso que as reformas que estão sendo instauradas aqui promoverão sobre a nossa gente. Em nenhum outro momento do pós-abolição, o projeto de extermínio da racialidade indesejada, que somos nós, se tornou tão evidente no Brasil e com tamanho apoio e/ou indiferença social, expondo negras e negros a chacinas, extermínios, genocídios, feminicídios e mortes previsíveis e evitáveis. Mais do que nunca, estamos por nossa conta.”</p>
<p>Tal marca de exclusão apresentada por Sueli Carneiro se agudiza ainda mais nos anos de 2020-21, quando a pandemia tem aprofundado a necropolítica e toda sorte de desigualdades que assolam as populações negras e indígenas, ainda subrepresentadas no cenário político nacional, apesar de todas as lutas e disputas, sobretudo de narrativas, do movimento negro, cuja articulação é marcada não só por reivindicações de direitos, mas sobretudo por uma agenda propositiva com relação ao combate aos racismos, ao genocídio da juventude negra, à saúde da população negra, à produção de conhecimento comprometida com o combate ao epistemicídio de nossas instituições acadêmicas e escolares, à representatividade na política, vide a marca da supremacia branca também nos partidos políticos de esquerda.</p>
<p>Dessa forma, torna-se imperioso discutir na Cátedra de Educação Básica IEA/USP as imbricações entre educação, racismo e mercado de trabalho, levando em consideração na trajetória formativa e profissional das negras e negros convidada/os para o fórum, tanto os desafios enfrentados quanto o debate em torno da reivindicação por direitos e políticas públicas de combate ao racismo, sexismo e discriminações correlatas. Da luta social dos movimentos negros, passando pela Conferência de</p>
<p>Durban, à legislação educacional de combate ao racismo e às políticas públicas afirmativas, a/os convidados discutirão não só a inserção de estudantes negra/os em áreas com baixo índice de profissionais negra/os e indígenas como também as possibilidades educacionais e de práticas antirracistas no Ensino Médio e no Ensino Superior para tais segmentos populacionais.</p>
<p style="text-align: right; "><i>Antonio Carlos "Billy" Malachias e Fabiana Lima</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abolicionismo</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-03-17T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-basica-2025-980">
    <title>Educação para o Trabalho</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-basica-2025-980</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h3>Minicurso</h3>
<div id="_mcePaste">Este Minicurso terá três rápidas apresentações sobre a tramitação do Projeto de Lei (PL) nº 2.614/2024, encaminhado pelo Poder Executivo para aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE) para o próximo decênio, cujo Projeto Substitutivo foi recentemente aprovado pela Câmara dos Deputados. Este Minicurso objetiva esclarecer a essência dos Objetivos, Metas e Estratégias propostas pelo novo PNE para a Educação Profissional e Tecnológica, à luz dos preceitos constitucionais e da LDB sobre o Direito à Profissionalização. O objetivo é provocar amplo debate entre os presentes, gerando efetivas contribuições para o aprimoramento das normas aprovadas no Congresso Nacional sobre as prioridades em relação à execução de uma educação Profissional e Tecnológica de Qualidade e Equidade. Este Minicurso, terá três rápidas apresentações sobre a tramitação do Projeto de Lei (PL) nº 2.614/2024, encaminhado pelo Poder Executivo para aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE) para o próximo decênio, cujo Projeto Substitutivo foi recentemente aprovado pela Câmara dos Deputados. Este Minicurso objetiva esclarecer a essência dos Objetivos, Metas e Estratégias propostas pelo novo PNE para a Educação Profissional e Tecnológica, à luz dos preceitos constitucionais e da LDB sobre o Direito à Profissionalização. O objetivo é provocar amplo debate entre os presentes, gerando efetivas contribuições para o aprimoramento das normas aprovadas no Congresso Nacional sobre as prioridades em relação à execução de uma educação Profissional e Tecnológica de Qualidade e Equidade.</div>
<p> </p>
<p><strong>Exposição</strong>:</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/francisco-aparecido-cordao">Francisco Aparecido Cordão</a> (CEB-IEA/USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-paula-tavares-magalhaes">Ana Paula Magalhães</a> (FFLCH-USP e CEB-IEA/USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/bahij-amin-aur">Bahij Amin Aur</a> (APE e CEB-IEA/USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernanda-aparecida-yamamoto">Fernanda Aparecida Yamamoto</a> (Senac e CEB-IEA/USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-fernandes-de-lima">José Fernandes de Lima</a> (UFS e CEB-IEA/USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcia-coelho">Márcia Azevedo Coelho</a> (IEA-USP e CEB-IEA/USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rosemary-soffner">Rosemary Soffner</a> (FE-USP, PUC-SP e CEB-IEA/USP)</p>
<p> </p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo<span> </span><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/c/C%C3%A1tedradeEduca%C3%A7%C3%A3oB%C3%A1sica" target="_blank">canal YouTube da Cátedra</a></p>
<div id="gtx-trans">
<div class="gtx-trans-icon"></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Amanda Carvalho Matos</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Licenciatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-10-24T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/catedra-alfredo-bosi-educacao-basica-2024-5">
    <title>Educação e Trabalho: Novas Relações</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/catedra-alfredo-bosi-educacao-basica-2024-5</link>
    <description>catedra-alfredo-bosi-educacao-basica-2024</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h3>Minicurso</h3>
<p>Este minicurso explora a interseção entre educação e qualificação para o trabalho, focando na preparação que abrange habilidades, criatividade e consciência da ideia de trabalho. Tem como objetivo discutir conceitos fundamentais e evolução histórica, referenciando a Constituição Federal e a LDB, contemplando a preparação para o trabalho, com destaque para a importância das competências que transcendem habilidades técnicas. Na esteira de Álvaro Vieira Pinto e Mike Rose, traz para o debate a valorização dos saberes do trabalho e relações com a tecnologia, ampliando o conceito para além da remuneração. Ademais, a discussão aborda estratégias para uma formação integral do ser humano, promovendo uma educação que prepara holisticamente para os desafios do futuro na educação básica.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-03-13T18:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-basica-2025-7">
    <title>Educação e Combate a Pobreza, com Sustentabilidade e Trabalho Decente</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-basica-2025-7</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h3>Colóquio</h3>
<div id="_mcePaste">
<p class="MsoNormal">O colóquio busca discutir possibilidades curriculares que contemplem o estabelecimento de objetivos de longo prazo e a construção de uma visão de futuro voltada para um mundo melhor. A proposta é exemplificada por meio da discussão sobre a organização da Educação Básica, com base na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), visando o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente aqueles relacionados à sustentabilidade ambiental, ao combate à pobreza e à promoção do trabalho decente.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Exposição</strong>:</p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://https/www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-fernandes-de-lima">José Fernandes de Lima</a> (CNE e CEB-IEA/USP)</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Mediação</strong>:</p>
<p class="MsoNormal"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/francisco-aparecido-cordao">Francisco Cordão</a> (CEB-IEA/USP)</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Debate</strong>:</p>
<p class="MsoNormal"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-paula-tavares-magalhaes">Ana Paula Magalhães</a> (FFLCH e CEB-IEA/USP)</p>
<p class="MsoNormal"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/bahij-amin-aur">Bahij Amin Aur</a> (CEB-IEA/USP)</p>
<p class="MsoNormal"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernanda-aparecida-yamamoto?searchterm=Fernanda+Aparecida+Yamamoto">Fernanda Aparecida Yamamoto</a> (Senac e IEA/USP)</p>
<p class="MsoNormal"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcia-coelho">Márcia Azevedo Coelho</a> (CEB-IEA/USP)</p>
<p class="MsoNormal"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rosemary-soffner">Rosemary Soffner</a> (CEB-IEA/USP)</p>
<p class="MsoNormal"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcia-coelho"> </a></p>
<h3>Transmissão</h3>
</div>
<div id="_mcePaste">Acompanhe a transmissão do evento pelo canal do <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/live/xgMBbTCtQgI">YouTube do Cátedra</a></div>
<div></div>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Amanda Carvalho Matos</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-04-17T16:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-distancia-semipresencial-licenciaturas">
    <title>Educação a Distância ou Semipresencial: a Questão das Licenciaturas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-distancia-semipresencial-licenciaturas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h3>Colóquio</h3>
<p><span>Este colóquio tratará dos efeitos da educação híbrida nas licenciaturas, discutindo a Portaria MEC nº 506, que regulamenta o Decreto nº 12.456/2025, e a nova modalidade semipresencial na educação. O decreto em questão <span>estabelece novo marco regulatório para a oferta de Educação a Distância (EaD) em cursos de graduação no Brasil, visando garantir a qualidade do ensino e a regulação das instituições.</span><span> </span></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-09-04T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/catedra-alfredo-bosi-educacao-basica-2025-1">
    <title> Diversidade, Desigualdades Sociais e Escola Socialmente Justa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/catedra-alfredo-bosi-educacao-basica-2025-1</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h3>Palestra de abertura de 2025 da Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica</h3>
<div></div>
<p><span>A palestra abordará o embate político e acadêmico, em âmbito internacional e nacional, sobre as finalidades educativas da escola. Será discutido o dilema entre igualdade e diferença entre os seres humanos, bem como suas implicações nas decisões curriculares e pedagógicas. Será analisado a finalidade da escola de promover e ampliar a aprendizagem e o desenvolvimento humano, considerando a diversidade sociocultural e as desigualdades sociais. Além disso, será explorada a aposta na construção de uma escola socialmente justa, que articule a formação cultural e científica com a diversidade sociocultural e o enfrentamento das desigualdades sociais.</span></p>
<div id="gtx-trans">
<div class="gtx-trans-icon"></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Amanda Carvalho Matos</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Diversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-02-17T15:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica/a-escola-espacos-e-tempos-das-acoes-docentes/escola-diversidade-e-equidade/diversidade-na-sala-de-aula-e-fora-dela">
    <title>Diversidade na sala de aula e fora dela</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica/a-escola-espacos-e-tempos-das-acoes-docentes/escola-diversidade-e-equidade/diversidade-na-sala-de-aula-e-fora-dela</link>
    <description>O protagonismo dos estudantes e da comunidade é o ponto mais importante para abraçar a diversidade na escola</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-67904bcf-7fff-1fb1-ffd4-93cb766d1bca"> </span></p>
<table class="tabela-direita-300-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Pontos-chave</th>
</tr>
<tr>
<td><span id="docs-internal-guid-6c740dfd-7fff-8e4c-4111-635d7d49cf9f">
<p dir="ltr"><span>1. A discussão sobre diversidade abrange um número grande de tópicos (raça, cultura, religião, histórico familiar, deficiências, etc). É preciso considerar que todos os alunos são diversos e olhá-los individualmente.</span></p>
<p dir="ltr"><span>2. Abordar a diversidade pressupõe permitir que os estudantes desenhem percursos de aprendizagem individuais. Isso é possível ao adotar novas abordagens, como a pedagogia de projetos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>3. A própria escola pode se apropriar desse conceito de diversidade, ao mapear o público que a frequenta e envolvê-los na concepção do projeto político pedagógico.</span></p>
<p dir="ltr"><span>4. Criar espaços de escuta e protagonismo dos estudantes também pode ser fundamental para identificar ações possíveis para contemplar as diversidades identificadas por eles próprios.</span></p>
</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><i>Por Rodrigo Ratier e equipe</i></p>
<p dir="ltr">Como reconhecer a diversidade? Quais os marcadores que apontam para quem são aqueles atingidos pela falta de equidade? Essa foi a provocação apresentada pelos coordenadores <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-carlos-malachias" class="external-link">Billy Malachias</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/juliana-de-souza-mavoungou-yade" class="external-link">Juliana Yade</a> durante a atividade temática "Escola: Diversidade e Equidade no Cotidiano", durante o primeiro encontro do <i>Ciclo A Escola: Espaços e Tempos das Ações Docentes</i>, da <a href="https://www.iea.usp.br/home-por/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica" class="external-link">Cátedra de Educação Básica da USP</a>.</p>
<div><span id="docs-internal-guid-36c796eb-7fff-39f1-e7cf-21122a4a3a4c">
<p dir="ltr">A conversa foi inspirada pela <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica/a-escola-espacos-e-tempos-das-acoes-docentes/escola-diversidade-e-equidade/equidade-dos-dados-a-pedagogia-da-diversidade" class="external-link">palestra</a> do professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-francisco-soares" class="external-link">José Francisco Soares</a>, em que foram apresentados os conceitos de equidade e diversidade. Em um único grande grupo, os participantes compartilharam experiências e reflexões sobre a realidade enfrentada em nas escolas em que atuam. Durante o debate, questões de diferentes naturezas foram levantadas. "Diversidade e equidade são temas muito presentes para mim, pois preciso fazer a inclusão de alunos com deficiência em minhas aulas", contou a professora Anna Clara Pinheiro, da rede privada de São Paulo.</p>
<p dir="ltr"><span>De fato, a inclusão foi um dos tópicos mais discutidos e chamou a atenção para outras questões: diversidade étnico-racial, cultura indígena, história africana e afrobrasileira, gêneros, famílias com composições variadas, diferentes orientações sexuais. A quantidade de itens só crescia, até que a professora Luciana Becegato, da rede privada de São Paulo, arrematou: "Como o professor olha para cada indivíduo, se não for como uma pessoa única?". Com essa frase, ela levantou a questão principal que guiou a segunda parte da atividade, executada por três grupos: como conceber ações que promovam o acesso, a permanência e a qualidade na escola para uma população que sempre será muito diversa?</span></p>
<div><span><strong>Projetos que abraçam a diversidade</strong></span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div><span><span id="docs-internal-guid-4336196e-7fff-8f95-070a-febb13bd178f">
<p dir="ltr"><span>Se para promover a equidade é importante garantir a permanência e combater a evasão, a maneira como os conteúdos são ensinados também deve ser mudada. Com base nessa reflexão, o primeiro grupo decidiu propor a elaboração de projetos interdisciplinares para despertar o interesse dos estudantes e garantir seu engajamento. "Precisamos relacionar os temas do currículo com atualidades, aproximá-los das crianças, jovens e adultos que frequentam a escola", afirma a professora Mônica de Almeida, da rede municipal de São Paulo.</span></p>
<iframe frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/h00EQUBP3uA" width="560"></iframe>
<p dir="ltr"><span><br /></span></p>
<p dir="ltr"><strong>Veja os vídeos do encontro na íntegra: <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/escola-diversidade-e-equidade-1" class="external-link">Parte 1</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/escola-diversidade-e-equidade" class="external-link">Parte 2</a></strong></p>
<p dir="ltr"><span>O trabalho por projetos é uma oportunidade interessante para que os estudantes possam aprender de acordo com seus interesses e suas potencialidades, dentro de um mesmo conteúdo. Além disso, é possível relacionar diferentes componentes curriculares e propor investigações sobre questões que engajem os alunos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Além da pedagogia por projetos, o grupo chamou a atenção para outras ações que podem aproximar o cotidiano escolar da realidade dos educandos, como a proposta de que eles possam pensar em seus projetos de vida e a possibilidade de que façam um curso técnico/profissionalizante junto ao ensino médio. Eles também chamaram a atenção para a adequação dos materiais da educação de jovens e adultos: muitas vezes utilizam-se os mesmos livros e recursos aplicados para crianças e adolescentes, o que desestimula quem está os recebe e pode levar à evasão.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Diversidade na identidade escolar</strong></span></p>
<span id="docs-internal-guid-71de158b-7fff-f437-9483-5113bfbe6883">
<p dir="ltr"><span>A importância de institucionalizar a discussão sobre diversidade foi o foco do segundo grupo de discussão. Os participantes partiram da reflexão sobre a necessidade de que o projeto político-pedagógico (PPP) das instituições contemplasse o tema. Muitas vezes, o documento é feito de acordo com orientações dadas pela secretaria de educação, e não abraça a realidade local. Os participantes propõem que as instituições assumam o protagonismo na redação do documento e o compartilhem com toda a comunidade.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Com base na participação de professores, funcionários, pais, alunos e até de organizações do entorno da escola, é possível estabelecer metas e ações que dialoguem com a instituição, valorizem a diversidade e promovam a equidade entre diferentes grupos. "O diretor pode atuar como articulador, criando redes no território e ajudando a promover e a viabilizar as ações", sugere o professor Ewerton de Souza, da rede municipal de São Paulo.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O PPP também pode ser uma peça fundamental para guiar os trabalhos de discussão coletiva e formação continuada. Esses momentos podem ser anteriores à elaboração do documento, procurando referenciais teóricos e pensando como eles podem se aplicar à realidade local, ou acontecer posteriormente, desenvolvendo estratégias para colocar a proposta em ação.</span></p>
<div><span><strong>Escuta e diálogo</strong></span></div>
<div><span><strong><br /></strong></span></div>
<div></div>
<div><span><span id="docs-internal-guid-84cd0144-7fff-68d4-0766-09040164e651">
<p dir="ltr"><span>O terceiro grupo chegou à conclusão de que abrir espaço para que os próprios alunos possam falar e ser escutados é uma das melhores maneiras de abraçar a diversidade nas escolas. Como há diversas características e aspectos que podem ser levantados nos temas, a instituição pode estimular momentos e fóruns para que eles levantem os temas que são mais importantes a eles.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Um ponto fundamental é o fortalecimento dos grêmios estudantis. "Compartilhamos uma experiência muito bacana, de alunos de Ensino Médio tão organizados que foram convidados a apresentar e apoiar a formação de agremiações no Ensino Fundamental e na Educação Infantil", conta Katia Pereira, diretora da rede municipal de Santana do Parnaíba, no estado de São Paulo.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Quem é Juliana Yade</th>
</tr>
<tr>
<td><span id="docs-internal-guid-a44d7271-7fff-11a3-d056-8554bc79dfc0"><span>Pedagoga, doutora em Educação pela Universidade Federal do Ceará (UFC), foi professora da educação básica por oito anos. Estudou a afrodescendência e suas relações com a educação. Atua como especialista no Itaú Social.</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Quem é <span id="docs-internal-guid-6a89dfa5-7fff-5369-d9e0-9855e863fa0d"><span>Billy Malachias</span></span></th>
</tr>
<tr>
<td><span id="docs-internal-guid-060cead6-7fff-6292-de9a-14da10076ef4">
<p dir="ltr"><span>Geógrafo e mestre em geografia, é pesquisador do Núcleo de Apoio à Pesquisa e Estudos Interdisciplinares do Negro Brasileiro (Neinb) da USP e do Núcleo de Pesquisa em Geografia e Redes de Conhecimento e Saberes Pró-Meridionais da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Faz parte do conselho consultivo da Cátedra de Educação Básica do Instituto de Estudos Avançados da USP.</span></p>
<div><span><br /></span></div>
</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>Havendo organização dos estudantes, é possível pensar em ações que respondam aos anseios e as necessidades deles. Foi o que aconteceu na própria Santana de Parnaíba, onde escolas passaram a programar atividades para serem realizadas durante as férias escolares.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Em todos os casos, chamou a atenção a importância de preparar os profissionais da educação para serem mais flexíveis e abertos às manifestações dos estudantes e da comunidade. Sobressai, ainda, a importância da capacitação. "Discutimos muito sobre ter uma formação continuada que dialogue com as necessidades que estão na escola de fato. Mas também é necessário pensar uma formação inicial que já traga esses conceitos para que o professor possa olhar para a diversidade e a equidade como princípios fundamentais para que o direito à educação se efetive", resumiu a coordenadora Juliana Yade.</span></p>
</span></span></div>
</span> </span></span></div>
</span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pedagogia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-02-07T14:02:53Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cceb-ciclo-tematico-2021-didaticas-e-praticas-11">
    <title>Didáticas e Práticas para a Educação na Sociedade do Futuro (IV Colóquio)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cceb-ciclo-tematico-2021-didaticas-e-praticas-11</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="font_9">O momento que atravessamos, com os abalos e as mudanças provocadas pelo advento da pandemia Covid-19, provoca questionamentos sobre como se vinha estruturando e realizando o trabalho nas escolas, de um lado, e de outro sobre o potencial de superação e outras formas de aprendizagem que estudantes, professores e gestores, tiveram que mobilizar nas situações impostas pela salvaguarda da saúde. A volta progressiva à vivência escolar presencial aporta necessidades diferentes quanto a aspectos educacionais didáticos e aspectos psicossociais nas relações pedagógicas, mas não só para o tempo imediato, e, sim, também para o futuro que se descortina com os diferenciais provocados pelas soluções emergenciais adotadas nessa travessia, e, por uma sociedade que caminha a largos passos no mundo cibernético: mundo social e do trabalho transmutando-se. Haverá novas visões educacionais para esse futuro? Quais perspectivas novas podem ser visualizadas em organização escolar, em didáticas e práticas para a formação das novas gerações em uma sociedade futura que se delineia em contornos tão diferenciados daquele construído ao longo do século XX?</p>
<p class="font_9" style="text-align: right; ">​<span style="text-align: right; "><strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/bernardete-angelina-gatti" class="external-link"><i><strong>Bernardete Gatti</strong></i></a></strong></span></p>
<p class="font_7" style="text-align: right; "><i>Curadora</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-09-08T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-basica-2025-8">
    <title>Didática e Matética: Simbiose entre Ensino e Aprendizagem</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/educacao-basica-2025-8</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h3>Minicurso</h3>
<div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste">
<div id="_mcePaste"><span>Não se pode afirmar que alguém ensinou se ninguém aprendeu. Aprender e ensinar se desenvolvem por meio de dinâmicas específicas, articuladas por Comenius, no século XVII, em sua obra Didática Magna. Nela, o autor defende que a Didática trataria do como Ensinar como se ensina, configurando-se como uma espécie de Teoria do Ensino. Já a Matética, em complementarmente, abordaria o aprender como se aprende, funcionando como uma Teoria da Aprendizagem.</span></div>
<div id="_mcePaste"><span><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"><span>No cenário ocidental, Popper e Polanyi são autores que desenvolveram perspectivas do ensinar e do aprender distintas: enquanto Popper concentra-se na análise de teorias formais já constituídas, que podem ser validadas ou refutadas, Polanyi valoriza os momentos iniciais da percepção sensorial como momento importante no processo de aprendizagem. O Conhecimento Objetivo (associado a Popper) situa-se mais próximo do Ensinar como se ensina, enquanto o Conhecimento Pessoal (ligado a Polanyi) encontra-se mais próximo do aprender como se aprende, com destaque para a simbiose ensino/aprendizagem.</span></div>
<div id="_mcePaste"></div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Amanda Carvalho Matos</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-02-17T15:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/catedra-educacao-basica-2022-16">
    <title>Desafios para a Infância e Adolescência na Era Digital (3º Fórum)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/catedra-educacao-basica-2022-16</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="font_8">Novas tecnologias digitais têm papel fundamental no desenvolvimento da educação, possibilitando que ela chegue em áreas remotas, capacite professores e permita o uso de materiais pedagógicos que não seriam possíveis sem a internet. Os benefícios para crianças e adolescentes são inúmeros, mas há riscos e o desafio que se coloca é como garantir a proteção dos direitos deste grupo, ao mesmo tempo em que se assegura o seu acesso às potencialidades desses recursos.  Assim, se por um lado temos que o acesso a equipamentos conectados à internet é material escolar básico para que estudantes adquiram habilidades essenciais para o exercício da cidadania no século XXI, bem como ampliem as suas vozes, aprendizados e participação social, temos que a utilização massiva da internet por crianças e adolescentes preocupa no que diz respeito aos impactos em sua saúde, privacidade, desenvolvimento e segurança. Na sociedade adultocêntrica atual, crianças tornaram-se objeto de exploração e abuso por diversas instituições e pessoas, inclusive familiares.</p>
<p class="font_8">​<span>Além de regulação que imponha adequação dessas tecnologias aos direitos e interesses das crianças e adolescentes, é preciso preparar cidadãos críticos e autônomos que vão usufruir em segurança e com responsabilidade a Era Digital cujo início estamos testemunhando.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-09-27T18:01:52Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/desafios-propostas-formativas-inteligencia-artificial">
    <title>Desafios Epistêmicos e Propostas Formativas para um Currículo Crítico em Inteligência Artificial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/desafios-propostas-formativas-inteligencia-artificial</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h3>Minicurso</h3>
<div><span style="text-align: justify; ">Este minicurso discute os desafios epistêmicos colocados pela Inteligência Artificial (IA) na educação e suas implicações para o currículo, em um contexto marcado pela plataformização do ensino e pela vigilância de dados. Serão problematizadas as relações entre IA, desinformação e monetização da atenção, enfatizando como esses processos impactam a produção, a circulação e a validação de conhecimentos, assim como apresentadas iniciativas que visam o letramento em IA integrado ao currículo escolar. </span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-09-09T16:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/catedra-educacao-basica-2022-6">
    <title>Desafios do Trabalho no Brasil e no Mundo e o que Vem por Aí (I Colóquio)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/catedra-educacao-basica-2022-6</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="font_7">Este colóquio pretende partir de uma análise sobre as transformações que estão ocorrendo na economia brasileira e mundial para identificar questões como a desindustrialização, as diferentes formas de precarização do emprego, entre outras. Neste contexto, os participantes vão pensar como podem ser configuradas as novas relações trabalhistas, na iminência de outras concepções de emprego e trabalho em um século marcado pela complexidade e quais são as decorrências e desafios para a educação.</p>
<p class="font_7">​O colóquio tem dois textos sugeridos para leitura prévia pela equipe organizadora:</p>
<p class="font_7">​CANELAS, Ana Maria e RAMOS, Filomena, – Educação e formação de adultos (Relatório técnico) – CNE, Portugal, 2019 (<a href="https://www.cnedu.pt/content/edicoes/estudos_e_relatorios/RELATORIO_TECNICO_EFA.pdf" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Clique aqui para acessar</a>)</p>
<p class="font_7">​OIT - Futuro do Trabalho no Brasil: Perspectivas e Diálogos Tripartites, OIT, 2018 (<a href="https://www.ilo.org/wcmsp5/groups/public/---americas/---ro-lima/---ilo-brasilia/documents/publication/wcms_626908.pdf" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Clique aqui para acessar</a>)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-05-23T11:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica/a-escola-espacos-e-tempos-das-acoes-docentes/fragmentacao-disciplinar-e-transdisciplinaridade-28-de-setembro/das-disciplinas-a-transdisciplinaridade">
    <title>Das disciplinas à transdisciplinaridade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica/a-escola-espacos-e-tempos-das-acoes-docentes/fragmentacao-disciplinar-e-transdisciplinaridade-28-de-setembro/das-disciplinas-a-transdisciplinaridade</link>
    <description>Desde a Grécia Antiga discute-se como diferentes saberes podem se relacionar. Nas escolas, é preciso promover cada vez mais interações entre as áreas do conhecimento</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-abcf0ee7-7fff-46ba-9e56-e2d356f624cd"> </span></p>
<table class="tabela-direita-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Pontos-chave</th>
</tr>
<tr>
<td><span id="docs-internal-guid-29c3912b-7fff-58e4-72a4-bd7051279e44"><ol>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr"><span>Desde a Grécia Antiga, reconhece-se que há muitas maneiras de construir saberes sobre um mesmo objeto de estudos.</span></p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr"><span>A partir da proposta do método cartesiano, houve uma tendência a se fragmentar os objetos de estudos para que fossem analisados de forma mais específica, o que levou a criação de disciplinas também mais específicas e com cada vez menos comunicação entre si.</span></p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr"><span>Na escola, superar a fragmentação passa pela necessidade de se trabalhar por projetos e problemas, mobilizando alunos e educadores para trabalhar de forma coletiva e envolvendo diferentes áreas do conhecimento.</span></p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr"><span>A formação dos professores também precisa superar a divisão disciplinar, para que esse modelo seja superado na Educação Básica e já há modelos que se aproximam dessa proposta, como na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).</span></p>
</li>
</ol></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><i>Por Rodrigo Ratier e equipe</i></p>
<p dir="ltr"><span>Para começar a palestra "Escola: Fragmentação Disciplinar e Transdisciplinaridade", </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/naomar-de-almeida-filho" class="external-link">Naomar de Almeida Filho</a></span><span> convidou professores que estavam na plateia para participar de uma atividade. Localizados ao redor de uma mesma cadeira, cada um deles precisou descrever como via o objeto. Os participantes foram apresentando suas descrições, e o palestrante os convidou a interagir com a cadeira de outras maneiras: sentar nele, falar sobre o que sentiam, o que já sabiam sobre ele, etc. O exercício disparou a reflexão sobre o tema da palestra</span><span>. Como cada um observava o objeto de um ponto de vista diferente, a visão do objeto apresentada também foi diferente. "Essa é uma questão muito simples para mostrar que problematizar qualquer objeto de conhecimento implica uma consideração das múltiplas possibilidades de apreensão", afirmou.</span></p>
<div><span id="docs-internal-guid-3d803722-7fff-608e-6686-77a3565cbcdf">
<p dir="ltr">Assim como compartilhar diferentes visões sobre uma cadeira pode ajudar a compreender esse objeto de maneira mais complexa, considerar os pontos de vista trazidos por diferentes áreas do conhecimento também ajuda cientistas, estudantes e professores a compreender melhor os objetos estudados por cada um. Esse foi o tema debatido durante a abertura do segundo encontro do <i>Ciclo A Escola: Espaços e Tempos das Ações Docentes</i>, da <a href="https://www.iea.usp.br/home-por/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica" class="external-link">Cátedra de Educação Básica da USP</a>. Além de Almeida Filho, o professor da USP <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga" class="external-link">José Eli da Veiga</a> também participou da discussão como debatedor.</p>
<div><span><strong>O conhecimento, da Grécia à contemporaneidade</strong></span></div>
<div><span><br /></span></div>
<div><span id="docs-internal-guid-ad604df6-7fff-a15d-5851-21211017bccf">
<p dir="ltr"><span>O afresco </span><span>Escola de Atenas</span><span>, do pintor renascentista Rafael Sanzio (1483-1520), serviu de mote para representar duas escolas de pensamento originadas na Grécia Antiga: a de Platão e a de Aristóteles. A pintura retrata esses dois filósofos, que criaram propostas para a compreensão do mundo e da produção de conhecimento.</span></p>
<iframe frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/miC4y-z8cso" width="560"></iframe>
<p dir="ltr"> </p>
<p dir="ltr"><strong>Veja os vídeos da palestra na íntegra: <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/fragmentacao-disciplinar-e-transdisciplinaridade-parte-1-de-2" class="external-link">Parte 1</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/fragmentacao-disciplinar-e-transdisciplinaridade-parte-2-de-2" class="external-link">Parte 2</a></strong></p>
<p dir="ltr"><span>Platão defende que o mundo, depois de criado, existe para todo o sempre preservado pelos dogmas (</span><span>doxa).</span><span> É possível conhecê-lo pela produção de ciência (o que chama de </span><span>epistemê</span><span>) e imitá-lo (</span><span>mimesis)</span><span>. O filósofo propõe, ainda, que os artistas (que se dedicam à </span><span>poiesis</span><span>) devem ser expulsos da pólis. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Já Aristóteles argumenta que nada pode durar para sempre e propõe a criação de uma Teoria dos Saberes, divididos em: saber racional (</span><span>epistemê</span><span>), técnico (</span><span>technê</span><span>), prático (</span><span>phronesis</span><span>), a Sabedoria (</span><span>sophia</span><span>) e o saber criativo (</span><span>poiesis</span><span>).</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Essa é uma discussão que permanece até hoje", resumiu o palestrante, antes de apresentar perspectivas mais recentes sobre esse mesmo tema. Muitos séculos depois, o francês René Descartes fundou a epistemologia moderna, que possibilita que todos possam produzir conhecimento, desde que sigam o método cartesiano. Esse método é composto por quatro regras: a primeira é duvidar e apenas acreditar se houver evidências; a segunda é dividir os problemas em quantas partes forem necessárias para que ele seja solucionado; a terceira é organizar os pensamentos em ordem, do mais simples para o complexo; e, por fim, a quarta consiste em inventariar explicações de modo que não se deixe nada de fora.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<th><span id="docs-internal-guid-fc9ffa9f-7fff-f812-7299-9e5cbe5bd695">
<p dir="ltr"><span>Qual a relação da ideia de transdisciplinaridade com a obra de Paulo Freire?</span></p>
</span></th>
</tr>
<tr>
<td><span id="docs-internal-guid-a332b626-7fff-1d6a-5150-1f16ecfafa59">
<p dir="ltr"><span>O brasileiro Paulo Freire (1921-1997) destacou, em toda sua obra, a necessidade de não apenas ensinar os alunos a ler e a escrever, mas ensiná-los a ler o mundo. "Freire propõe atualização da tríade: ler, escrever e contar", destaca Nílson José Machado. Ao recorrer às estratégias de trabalhos por problemas e por projetos e de forma transdisciplinar, os estudantes são ensinados a observar os objetos de conhecimento da maneira como eles se apresentam no mundo, como defendia o autor, e podem fazer propostas de intervenção para transformar as realidades em que vivem.</span></p>
</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>Foi o pensamento de Descartes que deu origem à moderna noção de disciplinas. “No método cartesiano, o conhecimento é fragmentado para solucionar os problemas", explica Almeida Filho. Isso significa que, ao decompor um objeto de estudo, diferentes sujeitos podem se tornar responsáveis por investigar cada uma de suas partes, sem estabelecer nenhuma comunicação entre si. </span></p>
<p dir="ltr"><span>O exemplo mais comum se dá nas universidades, em que há departamentos e institutos que se organizam de maneira isolada uns dos outros. Na escola, algo parecido acontece: os professores responsáveis pelas diversas disciplinas – sobretudo nos anos finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio – muitas vezes não estabelecem relações entre os conteúdos que estão sendo estudados em cada uma delas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A criação das disciplinas não implica, necessariamente, algo ruim. O surgimento de pessoas muito especializadas possibilitou que grandes descobertas fossem feitas, defendeu o debatedor José Eli da Veiga. “A disciplinaridade resultante do pensamento de Descartes foi fundamental. Na economia, por exemplo, não há nada que tenha aumentado mais a produtividade do que a especialização do trabalho", exemplifica o pesquisador.</span></p>
<div><span><strong>Alternativas para a desfragmentação</strong></span></div>
<div><span><strong><br /></strong></span></div>
<div></div>
<div><span><span id="docs-internal-guid-9d8eb294-7fff-275f-0202-567fa63d4fa7">
<p dir="ltr">Segundo Almeida Filho, há um consenso de que é necessário haver uma integração maior entre diferentes áreas do conhecimento. Nesse contexto, surgiu a noção de transdisciplinaridade, em que o foco está no objeto de estudo e na ideia de que, ao estudá-lo sob a ótica das diferentes disciplinas, é possível desenvolver um conhecimento mais profundo sobre ele. “É como alguém que, em uma fotografia, olhe para um pixel, mas sem deixar de observar a foto inteira", apontou o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nilson-jose-machado" class="external-link">Nílson José Machado</a>, coordenador acadêmico da Cátedra de Educação Básica.</p>
<p dir="ltr"><span>A ideia de transdisciplinaridade foi consolidada em algumas obras listadas por Veiga, como </span><span>O Manifesto da Transdisiciplinaridade</span><span>, de Basarab Nicolescu, e também em livros do francês Edgar Morin, como </span><span>Os 7 Saberes Necessários à Educação do Futuro</span><span>. Nas escolas brasileiras, a ideia de transdisciplinaridade também é frequentemente apresentada em relação com a de transversalidade, ou seja, de temas que podem ser abordados sob perspectivas de todas as áreas do conhecimento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Entre as abordagens possíveis para promover uma formação transdisciplinar, Almeida Filho destaca a aprendizagem por problemas e a aprendizagem por projetos. “Essas estratégias trabalham com coletivos de docentes que compartilham valores, princípios e paradigmas para que não seja apenas uma conversa, mas uma produção colaborativa", afirma o palestrante. Por isso, é importante que os professores possam conversar e pensar sobre os problemas juntos. Além dos coletivos, é necessário utilizar estratégias de mobilização dos alunos – como o levantamento de um problema ou de um objeto de estudo sobre o qual a pesquisa será desenvolvida.</span></p>
<div><span><strong>Transdisciplinaridade e formação de professores</strong></span></div>
<div></div>
<div><span><span id="docs-internal-guid-15565385-7fff-ada0-f393-909b97e77085">
<p dir="ltr"><span>Um empecilho para o uso de abordagens trans e interdisciplinares na Educação Básica é a própria formação dos professores, que se dá de forma fragmentada nas disciplinas que escolheram cursar na graduação. “Quando se chega no chão da escola, professores de química e biologia, por exemplo, passaram por formações que não tiveram nenhuma articulação do processo formativo", explica Almeida Filho.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O palestrante foi presidente da comissão de implantação da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) e, nessa posição, criou um modelo de formação que pretendia superar a divisão disciplinar do conhecimento na formação de professores. Lá, os estudantes entravam sem escolher cursos e recebiam uma formação inicial. Depois, escolhiam a área em que fariam sua licenciatura: Linguagem, Códigos e suas tecnologias; Matemática, Computação e suas tecnologias; Ciências da Natureza e suas tecnologias; Ciências Humanas e suas tecnologias; ou Artes e suas tecnologias.</span></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Quem é <span id="docs-internal-guid-27a91e5a-7fff-d347-e805-9f068d5d5450"><span>José Eli da Veiga</span></span></th>
</tr>
<tr>
<td><span id="docs-internal-guid-6c54ca27-7fff-7586-c8dd-951ff6efd755">
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span>É professor sênior do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (IEE-USP). Por trinta anos, foi docente do Departamento de Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA-USP). Tem 27 livros publicados e é colunista do jornal VALOR Econômico, da revista Página22 e da Rádio USP. Mantém o site Sustentáculos (sustentaculos.pro.br), sobre sustentabilidade, voltado aos professores do Ensino Médio.</span></p>
</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Quem é Naomar de Almeida Filho</th>
</tr>
<tr>
<td><span id="docs-internal-guid-8fd9baed-7fff-3fce-d14c-937b58766aea">
<p dir="ltr"><span>Médico, mestre em Saúde Comunitária, doutor em Epidemiologia. É professor titular de Epidemiologia no Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e professor visitante em universidades nos Estados Unidos, no Canadá, no México e na Argentina. Foi reitor da UFBA e, na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), foi presidente da comissão de implantação e reitor pro-tempore. Autor de diversos estudos sobre a universidade e sua relação com a sociedade. É professor visitante no Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA-USP).</span></p>
</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>Terminada essa licenciatura, os estudantes poderiam seguir seus estudos em habilitações específicas, na pós-graduação ou na formação profissional, em cursos como Direito, Engenharia, Psicologia, e assim por diante, de acordo com a área que tivessem estudado. </span></p>
<p dir="ltr"><span>Nessa iniciativa, a universidade também assumiu a coordenação de três Complexos Integrados de Educação -- escolas de Ensino Médio da rede estadual, que realizassem trabalhos por problemas e por projetos e nas quais os licenciandos poderiam fazer parte da sua formação. Como costuma ocorrer com iniciativas do tipo em escolas e redes, há resistências a superar.  “Essa estrutura foi implantada, mas tenho um pessimismo se sobre sua sobrevivência", finaliza Almeida Filho.</span></p>
</span></span></div>
</span></span></div>
</span></div>
</span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pedagogia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-02-07T14:20:21Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/3por1-mauricio-pietrocola">
    <title>Cultura científica e ensino de ciências - Entrevista com Maurício Pietrocola</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/3por1-mauricio-pietrocola</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div></div>
<div id="viewlet-above-content-body"></div>
<div id="content-core"></div>
<p><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=lUkyMg8yi2Y&amp;t=15s"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mauricio-pietrocola-3por1" alt="Maurício Pietrocola - 3por1" class="image-right" title="Maurício Pietrocola - 3por1" /></a>O epistemólogo e historiador da ciência <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mauricio-pietrocola" class="external-link">Maurício Pietrocola</a> fala, em entrevista<sup><strong>[*]</strong></sup> à série de vídeos <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLzxGsRt_Q0kemYHbD6_FAj6_vez8IW8V0">3por1</a>. sobre o descrédito na ciência, o reduzido papel da filosofia no ensino de ciências na escola básica e a necessidade de oposição à proposta de virtualização desse ensino.</p>
<p>Pietrocola é professor titular da Faculdade de Educação (FE) da USP e coordenador, no IEA, de Projeto Temático Fapesp sobre licenciatura em ciências. Licenciado em física e mestre em ensino de ciências pela USP, fez o doutorado em epistemologia e história das ciências na Universidade Paris 7 (atual Cité) e tornou-se livre-docente pela FE-USP. Atualmente, dedica-se à pesquisa e desenvolvimento de materiais de ensino sobre estratégias inovadoras no ensino de ciências e formação de professores, além de desenvolver trabalhos sobre o tema "educação científica na sociedade de risco".</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<ul>
<li><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=lUkyMg8yi2Y&amp;t=15s">Vídeo da entrevista com Maurício Pietrocola</a></li>
<li><a class="external-link" href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/111556/estudo-de-implementacao-de-inovacoes-curriculares-estrategias-pedagogicas-e-tecnologias-emergentes-p/">Projeto Temático Fapesp sobre licenciaturas interdisciplinares em ciências coordenado por Maurício Pietrocola</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3><span>Entrevista</span></h3>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color yt-core-attributed-string--italicized" dir="auto"> </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>3por1</strong></span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> - Professor Maurício Pietrocola, sem ignorar a forte influência da religiosidade e de outros fatores no negacionismo atual, pode-se dizer que parte dele é resultado de um certo relativismo científico decorrente dos estudos culturais?</span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>MP</strong></span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> - Olha, tem muita gente que pensa isso e eu acho que os estudos culturais claramente abriram essa brecha, esse questionamento, mas acho que tem uma coisa que é mais fundamental anterior a isso: existe um certo descrédito ou uma certa decepção, eu diria, das pessoas, de uma maneira talvez inconsciente, com um projeto de sociedade mais justa, mais igual e de mais bem-estar social que foi vendida e que tinha forte apelo, forte apoio no conhecimento científico. E acho que a percepção atual é que esse projeto não vai se realizar. Então, de certa maneira, tem sim uma fissura nessa crença de que o conhecimento científico nos levaria para um lugar melhor. Acho que isso abriu espaço para essas questões de relativismo epistemológico.</span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>3por1</strong></span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> - O ensino de ciências na educação básica transmite aos estudantes a importância da filosofia no desenvolvimento do pensamento científico?</span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>MP</strong> - Eu diria que pouco. Acho que a ideia é muito mais você transmitir uma certa bagagem de conteúdo científico e, talvez mais do que isso, um certo respeito pelo conhecimento científico. E que isso não necessariamente envolve a capacidade de pensar, refletir, entender a força dos argumentos etc. Eu não digo que a ciência não tenha esse lado. Na verdade, ela tem essa possibilidade. Uma característica da ciência é desenvolvimento de raciocínio, mas acho que a escola faz pouco.</span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>3por1</strong></span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> - A experimentação simulada com modelagem computacional poderá se tornar uma ferramenta fundamental no aprendizado de ciências no ensino básico?</span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>MP</strong></span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> - Acho que não. Minha opinião é justamente o oposto. Acho que o que a gente tem é um movimento muito forte de virtualização do mundo e me parece que o que a gente precisaria era que a escola, particularmente o ensino de ciências, fizesse quase que uma contraposição a isso, que a gente aumentasse as experiências que a pessoa deveria ter com o mundo verdadeiro, com o mundo real, não com o mundo virtual.</span></p>
<p><span class="discreet"><strong>[*] Entrevista gravada em 18 de outubro de 2024 na sede do IEA.</strong></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Licenciatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pedagogia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Médio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-03-28T12:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica/a-escola-espacos-e-tempos-das-acoes-docentes/escola-gestao-e-docencia-26-de-outubro/corresponsabilidade-gera-aprendizagem">
    <title>Corresponsabilidade gera aprendizagem</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica/a-escola-espacos-e-tempos-das-acoes-docentes/escola-gestao-e-docencia-26-de-outubro/corresponsabilidade-gera-aprendizagem</link>
    <description>Experiências para além dos espaços escolares dependem de autonomia dos professores, apoio da gestão e colaboração das famílias</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Pontos-chave</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p>1. Reconhecem-se, nos grupos, os diferentes graus de liberdade a que estão submetidos os docentes. Enquanto alguns exercitam com frequência as saídas pedagógicas, outros esbarram em barreiras como a burocracia, a falta de recursos, a insegurança da gestão ou o medo dos pais dos alunos.</p>
<p>2. Quando a educação é uma responsabilidade compartilhada por todos – professores, gestores, funcionários, comunidade e os próprios alunos – as experiências dentro e fora da escola ajudam a enriquecer as relações e associações que contribuem para a aprendizagem.</p>
<p>3. Nos debates e rodas de conversa, foram relatadas muitas iniciativas individuais do além-aula. Em geral há pouco envolvimento da gestão da escola e das redes municipais nessa prática, que ainda está longe de ser institucionalizada.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><i>Por Rodrigo Ratier e equipe</i></p>
<p><span id="docs-internal-guid-3524a3d3-7fff-0dff-f18a-de71d0d141f2"><span>Uma gestão comprometida leva todos a aprender. E para isso, o olhar pedagógico precisa considerar, em cada escola, o contexto e as características de seu entorno. Com essa fala, </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/juliana-de-souza-mavoungou-yade" class="external-link">Juliana Yade</a></span><span>, do Itaú Social, terminou o primeiro momento do encontro e introduziu a temática da oficina “A escola além da aula”. “É cada vez mais necessário trabalhar de modo colaborativo, com flexibilidade. Há uma urgência de mudar o funcionamento do ambiente escolar”, diz. Juntamente com </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vera-bohomoletz-henriques" class="external-link">Vera Henriques</a></span><span>, do Instituto de Física da USP, ela conduziu os debates em torno das experiências que ultrapassam os muros da escola. Apoiadas pelo professor de física </span><span>Mikiya Muramatsu</span><span>, também da USP, elas dividiram a turma em grupos de até cinco pessoas e pediram que relatassem a ação dos professores além da aula, analisando também o papel da gestão para o sucesso dessas experiências. </span></span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-b089b134-7fff-7aaf-0791-efd169ca713e"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Em um dos grupos, a professora Elenir Caldas, da rede pública de Cubatão, no litoral paulista, contou que costuma levar as crianças para ver o que acontece nas ruas, em saídas pedagógicas. Um projeto sobre o lixo motivou sua turma do 3º ano a observar o estado precário de manutenção da cidade, com bueiros sujos, falta de lixeira nas praças, sacos pendurados nas árvores. Ver tanta coisa errada os fez pedir para escrever uma carta para o secretário de Meio Ambiente. “Ter intencionalidade durante essas saídas faz com que eles apurem o olhar para os problemas”, conta a professora. Em outras ocasiões, Elenir leva as crianças à feira e ali acontecem interações entre os feirantes e as crianças, e as informações coletadas nas barracas viram material de estudo dentro de sala. “Tenho abertura para me movimentar com meus alunos, e isso é muito bom”, reconhece, notando seu privilégio por trabalhar onde existe uma gestão que a incentiva e apoia.</span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-bbcfc747-7fff-9942-eb70-7cad802f4be5"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>O grau de liberdade responde a três características: do público a que uma determinada unidade atende, do seu entorno e da gestão escolar. Pais de colégio particular podem negar autorização para que seus filhos saiam, por preocupações com a violência. Em escolas públicas, por vezes faltam recursos ou o entorno não é interessante ou seguro o suficiente para que saiam todos a pé, como fazem os alunos de Elenir.</span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-c56794b3-7fff-b8a4-ee21-db725a62ed8d"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>“Em geral, a escola perde a oportunidade de que a comunidade participe do processo de aprendizagem das crianças, como acontece, por exemplo, em Reggio Emilia”, observou Rita de Cássia Antunes, coordenadora pedagógica na rede particular de São Paulo. Se a educação é responsabilidade compartilhada por todos – professores, gestores, funcionários, comunidade e os próprios alunos –, experiências dentro e fora da escola ajudam a enriquecer as relações e associações que geram a aprendizagem. E, ainda, apurar olhares e aguçar os sentidos. “Na escola particular, o professor é muito cobrado e acaba se dedicando mais ao conteúdo do que às experiências”, analisa Rita.</span></p>
<p><iframe frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/hZs8bL3xtx8" width="560"></iframe></p>
<p><span id="docs-internal-guid-f3f1a015-7fff-d55f-5b5a-7ba7ea28b1ec"> </span></p>
<p dir="ltr"><strong>Veja os vídeos do encontro na íntegra: <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/escola-gestao-e-docencia-parte-1-de-2" class="external-link">Parte 1</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/escola-gestao-e-docencia-parte-2-de-2" class="external-link">Parte 2</a></strong></p>
<p dir="ltr"><span>Carolina Akemi Teixeira, professora no colégio Mater Domus, em Santos, não consegue levar a turma dos anos iniciais do fundamental à praia – que fica bem próxima – para investigar sobre conchas. “Restou incentivar os alunos a pesquisar do lado de fora e, então, compartilhar. Mas sem a saída pedagógica, eles perdem o momento de troca com o professor, em que se aprende junto, ao comentar e questionar”, diz ela. </span></p>
<div><span><strong>Experiências de destaque</strong><br /><br /></span></div>
<div></div>
<div><span>Após as discussões, as mediadoras incentivaram a socialização das experiências que mais chamaram a atenção em cada um dos grupos. Veja algumas:<br /><br /></span></div>
<div></div>
<div>
<ul>
<li><span>A rede de Itapeva, no interior de São Paulo, faz um levantamento das potencialidades do território, para que crianças e adolescentes possam ocupar com segurança certos pontos do bairro onde cada escola está inserida e transformá-los em espaço de aprendizagem.</span></li>
<li><span>A EMEI Gabriel Prestes fica na rua da Consolação, em São Paulo, e aproveita as possibilidades educativas das bibliotecas Mário de Andrade e Monteiro Lobato, da praça Roosevelt, do SESC e do cemitério da Consolação. Tem a prática de circular com as crianças pequenas pelo entorno da escola, para que sejam vistas, admiradas e reconhecidas. No cortejo, elas cantam e ecoam gritos de guerra. A escola adotou o termo “territórios das infâncias”, abraçando o papel de mostrar aos adultos que é possível se surpreender com a cultura infantil.</span></li>
<li><span>Em uma rede pública do litoral sul paulista, uma diretora fez uma pesquisa junto aos pais e detectou que tinham poucos momentos de lazer com os filhos. Isso motivou a escola a incentivar o convívio, dando ideias para que adultos e crianças andem pela praia, conversem e brinquem juntos.</span></li>
<li><span>Uma rede particular fez um projeto sobre suicídio com as turmas de 9º ano. Os alunos decoraram as salas, distribuíram abraços em toda a escola e orientaram colegas. Com apoio da gestão, distribuíram folhetos sobre a temática nas ruas. Outro projeto para sensibilização da comunidade no entorno foi feito por uma turma de 4 e 5 anos de uma escola pública da Cohab de Itaquera, periferia da cidade de São Paulo, que vasculhou o quarteirão para procurar focos de dengue, elaborou um funk sobre o tema e distribuiu panfletos na localidade.</span></li>
<li><span>Uma professora de escola privada da capital colabora com uma ONG e seus alunos resolveram arrecadar brinquedos para a instituição. O envolvimento foi além do esperado, com as famílias mobilizadas, entendendo que, mesmo não conseguindo entregar pessoalmente as doações, solidariedade gera transformação para o estudante e para o território social em que a escola está inserida.</span></li>
</ul>
</div>
<p> </p>
<p><strong>Criando um plano de ação</strong></p>
<p>Na segunda parte do encontro, em grupos de 10 a 12 pessoas, os participantes escolheram um tema para desenvolver um plano de ação na escola. Ele deveria conter a ideia, os elementos de aprendizado e as seguintes questões: Quem envolver? Como envolver? Onde? Quando? Com qual cronograma? Como manter?</p>
<p>Leia os relatos resumidos abaixo. Os títulos são os nomes dados aos projetos criados por cada grupo:</p>
<p><strong>Futuro sustentável</strong>. <span>Envolve da Educação Infantil ao Ensino Médio em coletas de materiais recicláveis dentro e fora da escola, em paralelo com a discussão de conhecimentos como o tempo de degradação dos materiais em Biologia, as quantidades de resíduo em Matemática. A escola serve como posto de coleta e promove gincanas para motivar as crianças. O prazo pode ser trimestral, semestral ou anual. “O projeto deve envolver a comunidade como um todo, como nas campanhas Tampinha Legal e Brasil sem Frestas”, diz a professora Maryana Eiras, da rede privada, relatora do grupo.</span></p>
<div></div>
<table class="tabela-direita-300-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Quem é Vera B. Henriques</th>
</tr>
<tr>
<td>Graduada em Física pela University of Edinburgh, é doutora em Física pela Universidade de São Paulo (USP). É especialista em Física Estatística com aplicações em Físico-Química e Biofísica Molecular, atua como professora associada da USP e como coordenadora dos projetos de colaboração entre a universidade e a escola pública.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Nossas origens</strong>. <span>O objetivo é discutir a pluralidade, tirando barreiras socialmente impostas. “É necessário conhecermos o nosso entorno e a sociedade onde estamos inseridos, pois cada um vive na sua própria bolha”, ressalta a professora Carla Batista, professora da rede particular nos arredores da favela Paraisópolis. O projeto sugere uma parceria entre escola pública e privada, mediada pela cátedra da Educação Básica. Entre as ações pensadas estão: musicalidade e brincadeiras na Educação Infantil, show de talentos musicais e esportes nos anos iniciais do Fundamental e cinema e cultura nos anos finais do Fundamental e no Ensino Médio. Espaços públicos como parques podem abrigar mostras, shows e piqueniques com presença da comunidade e das famílias.</span></p>
<div></div>
<table class="tabela-direita-300-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Quem é Juliana Yade</th>
</tr>
<tr>
<td>
<div id="_mcePaste">Possui graduação em Pedagogia com habilitação em Orientação Educacional e concluiu Doutorado em Educação pela Universidade Federal do Ceará. Atuou como professora nas séries iniciais do Ensino Fundamental com o sistema Montessori de Ensino. Tem se aprofundado nos seguintes temas: afrodescendência; africanidades; currículo; movimentos sociais de maioria afrodescendente; educação escolar; espaços periféricos urbanos.</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Aula do saber</strong>. <span>Trazer as experiências além da aula para o nível de gestão, envolvendo professores e a equipe escolar. “A escola além aula precisa ter vínculo com o currículo e ser uma atividade regular”, observa Josicelle Neves, professora da rede municipal de Itapeva. A ideia é promover formação continuada sobre o tema e envolver as turmas em situações de aprendizagem indo à feira, ao supermercado, a lojas do entorno. Além disso, trazer a comunidade para a escola quando as saídas não forem possíveis. O período proposto é o ano inteiro e o projeto se mantém porque seus resultados são avaliados na própria formação em serviço (HTPC).  É papel dos gestores articular e incentivar o grupo, evitando que a iniciativa morra.</span></p>
<div></div>
<p><span id="docs-internal-guid-b164ec85-7fff-5d82-dccf-79c16efea8d1"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Por fim, houve uma palavra de síntese dos mediadores. “Nosso desafio é construir uma nova sociedade, colaborativa, corresponsável, que pensa, que ouça. Queremos sonhar, mas também colocar isso em prática”, observa a professora Vera Henriques. Para Nílson Machado, da Cátedra de Educação Básica da USP, o além da aula é muito mais do que a aula, é uma atividade sem formato tradicional para concretizar a educação inclusiva. “Essa seria uma recomendação interessante para a constituição de políticas educacionais”, diz o professor.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pedagogia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-02-07T15:02:53Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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