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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/violencia-e-autoritarismo-na-relacao-social-do-brasileiro">
    <title>Violência e autoritarismo na relação social do brasileiro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/violencia-e-autoritarismo-na-relacao-social-do-brasileiro</link>
    <description>As contradições da cultura do chamado “povo cordial” é tema de debate no dia 21 de outubro</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/trabalho-infantil" alt="Trabalho infantil" class="image-inline" title="Trabalho infantil" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Formas de violência são tema debatido no dia 21 de outubro na antiga Sala do Conselho Universitário</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A afirmação de que a sociedade brasileira é autoritária e violenta contradiz a ideia do brasileiro cordial. Os estudos históricos têm mostrado cada vez mais os paradoxos de uma cultura marcada pela violência, seja no seu passado escravocrata, no extermínio dos índios ou na expulsão das populações rurais do campo para as periferias das cidades e a não incorporação dessa população à vida urbana e a seus benefícios como saúde, educação, emprego, moradia, direitos sociais e outros.</p>
<p>Os mecanismos de produção da violência e os modos de lidar com a questão serão o foco do VII Seminário Integração-Serviço-Pesquisa Política Pública CREN-UNIFESP-IEA, proposto pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/nutricao">Grupo de Pesquisa Nutrição e Pobreza</a> do IEA.</p>
<p>Marcado para o dia <strong>21 de outubro</strong>, das <strong>9h às 17h</strong>, o debate traz como tema <i>A Produção da Violência, Família e Educação. </i>Gratuito e aberto ao público, requer inscrições <a href="https://goo.gl/Civ4z5" target="_blank"><strong>via formulário</strong></a> e terá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet. O encontro acontece na antiga Sala do Conselho Universitário.<strong> </strong></p>
<p>As formas de ocupação do espaço urbano pelas populações mais pobres revelam o aumento da violência nos vários âmbitos da vida social. As periferias urbanas, as favelas, os cortiços e outros tipos de ocupações clandestinas são o resultado de relações sociais marcadas por conflitos sociais não resolvidos.</p>
<p>A formação histórica dos grupos e classes sociais no Brasil, bem como do próprio estado nacional, repercutem na atual constituição do tecido urbano e na composição dos núcleos familiares. Com isto, o grupo de pesquisa propõe problematizar o entendimento das formas de violência e suas causas dentro das relações familiares e escolares, bem como na organização dos serviços públicos e nas políticas públicas.</p>
<p>O debate buscará focar também o lugar da educação como espaço de reprodução da violência, bem como de discussão e transformação das experiências e possibilidades sociais.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagem: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil</span></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="63">
<p><strong> </strong></p>
<h3>Programação</h3>
<p>8h30</p>
</td>
<td width="504">
<p> </p>
<p>Registro dos participantes</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="63">
<p><strong>9h</strong></p>
</td>
<td width="504">
<p><strong>Abertura</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-lydia-sawaya">Ana   Lydia Sawaya </a>(IEA/UNIFESP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="63">
<p><strong>9h15</strong></p>
</td>
<td width="504">
<p><strong>Apresentação</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mariangela-belfiore-wanderley">Mariangela   Belfiore Wanderley</a> (IEA/PUC SP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sandra-maria-sawaya">Sandra   Maria Sawaya</a>(IEA e FE USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="63">
<p><strong>9h45</strong></p>
</td>
<td width="504">
<p><strong>Velhas Violências:   Novas Formas de Expressão</strong></p>
<p>Sílvia Leser de Mello (IP-USP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="63">
<p><strong>10h15</strong></p>
</td>
<td width="504">
<p><strong>Educação e   Território: a Construção do Vínculo Entre Escola e Comunidade</strong></p>
<p>José dos Santos Silveira (EMEF Prof. Antônio Duarte de Almeida – SMESP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="63">
<p><strong>10h45</strong></p>
</td>
<td width="504">
<p><strong>A experiência   Escolar como Possibilidade de Suspensão da Violência”</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-sergio-fonseca-de-carvalho">José   Sergio Fonseca de Carvalho</a> (IEA e FE-USP)</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="63">
<p><strong>11h15</strong></p>
</td>
<td width="504">
<p><strong>Intervalo</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="63">
<p><strong>11h30</strong></p>
</td>
<td width="504">
<p><strong>Debate</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="63">
<p><strong>12h30</strong></p>
</td>
<td width="504">
<p><strong>Almoço</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="63">
<p><strong>13h30</strong></p>
</td>
<td width="504">
<p><strong>Grupos de Trabalho</strong></p>
<ol>
<li>O        que se entende por violência? Quais as possíveis causas da violência e        do seu aumento na contemporaneidade?</li>
<li>Qual        a participação da formação e da educação no entendimento da produção da        violência? E no encontro de soluções para os problemas da violência que        vitimiza principalmente crianças e adolescentes das camadas populares?</li>
</ol></td>
</tr>
<tr>
<td width="63">
<p><strong>15h</strong></p>
</td>
<td width="504">
<p><strong>Plenária</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="63">
<p><strong>16h</strong></p>
</td>
<td>
<p><strong>Encerramento</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<hr />
<p><i><strong>A Produção da Violência, Família e Educação</strong><br /></i><i>21 de outubro, das 8h30 às 17h<br /></i><i>Antiga Sala do Conselho Universitário, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Aberto ao público e gratuito; inscrição via </i><a href="https://goo.gl/Civ4z5" target="_blank"><strong>formulário</strong></a>.<i>— Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Informações: Sandra Sedini (<a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br />Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/a-producao-da-violencia-familia-e-educacao" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/a-producao-da-violencia-familia-e-educacao </a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pobreza</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Nutrição e Pobreza</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poder</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-13T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-discute-os-30-anos-da-constituicao">
    <title>USP Analisa discute os 30 anos da Constituição</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-discute-os-30-anos-da-constituicao</link>
    <description>Professores da FDRP-USP abordam mudanças trazidas pela carta magna, que priorizou os direitos sociais</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/733pxConstitution_of_Brazil_and_obelisc_miniature.jpg/@@images/c2ab24f5-e9a6-4aee-a253-55fc8a5d066e.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Em 2018, a Constituição atualmente em vigor no Brasil completa 30 anos. Elaborada em um período de redemocratização do País, ela ficou conhecida como Constituição Cidadã por ter a participação da própria sociedade em seu processo de construção, já que qualquer pessoa podia propor emendas e boa parte delas integram o texto. Para abordar esse tema, o USP Analisa desta semana recebe os professores da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP Eliana Franco Neme e Gustavo Assed.<span> </span></p>
<p>Embora o Brasil já tenha passado por outras seis cartas magnas, a de 1988 trouxe como principal mudança uma maior importância para os direitos sociais, o que se refletiu inclusive na organização do texto. “A topografia do texto é muito esclarecedora nesse sentido. <span>A Constituição trouxe o cidadão como protagonista e os direitos sociais incluídos nessa esfera de dignidade humana estão logo no começo”, explica Eliana.</span><span> </span></p>
<p>Segundo Assed, apesar da lei priorizar os direitos sociais, tanto o Estado quanto a própria sociedade ainda desrespeitam a Constituição nesse sentido. “Os direitos sociais são vilipendiados diariamente no Brasil. O direito à saúde, à educação, ao esporte, esses direitos são desrespeitados de maneira contínua não só pelo Estado brasileiro, pela sociedade brasileira, nós temos um número imenso de pessoas excluídas”, diz.<span> </span></p>
<p>O programa vai ao ar na Rádio USP Ribeirão Preto nesta sexta (13), a partir das 12h, e na Rádio USP São Paulo na quarta (18), às 21h, e no domingo (22), às 11h30. O <a class="external-link" href="http://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Justiça</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-04-11T19:31:59Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/unicamp-unesp-ministerio-publico-e-grupo-do-iea-realizam-curso-multidimensional-de-direitos-humanos">
    <title>Unicamp, Unesp, Ministério Público e grupo do IEA realizam curso multidimensional de direitos humanos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/unicamp-unesp-ministerio-publico-e-grupo-do-iea-realizam-curso-multidimensional-de-direitos-humanos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-65f8750b-7fff-f638-65d9-2965e63447c7"> </span></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/copy_of__endo.jpg" alt=" Paulo Endo - Perfil" class="image-left" title=" Paulo Endo - Perfil" />O Grupo de Pesquisa em Direitos Humanos, Democracia e Memória (GPDH) do IEA é um dos realizadores do “Curso Internacional de Direitos Humanos: uma Abordagem Multidimensional", que acontece até o dia 16 de abril. A formação foi elaborada em conjunto com a Diretoria Executiva de Direitos Humanos (DeDH) da Unicamp, Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais (IPPRI) da Unesp e o Ministério Público do Trabalho da 15a Região.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span> </span>Em duas semanas de aula, o curso objetiva proporcionar uma compreensão ampla, multifacetada e interdisciplinar dos direitos humanos, de modo a oferecer aos participantes formação abrangente e referências atuais que sirvam para orientar sua atuação judicial e extrajudicial na defesa, reparação e promoção dos direitos humanos.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>Com uma perspectiva relacional entre direito, política e sociedade, a formação assume um ponto de vista histórico e político para apresentar a criação das instituições e normativas institucionais, desenvolvendo uma abordagem sociocultural a fim de discutir problemas relacionados aos direitos humanos que se colocam no cotidiano de juristas e outros atores. Assim, propõe-se a analisar as relações entre direito internacional e interno, as complementaridades e tensões entre normas jurídicas e práticas sociais, assim como as formas de interação entre agentes e destinatários nas políticas de promoção. </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>Para os organizadores do curso, a defesa, proteção e promoção dos direitos humanos supõem a transversalidade de diversos temas, campos e problemas sociais desde a Conferência de Viena de 1993,  através dos princípios da indivisibilidade, interdependência e inter-relação de todos os direitos humanos, bem como de sua complementaridade com a democracia e desenvolvimento.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>Eles argumentam que formação em direitos humanos deve ter caráter multidisciplinar. "Isso é especialmente relevante para o cenário atual em que enfrentamos desafios inéditos de caráter sistêmico, postos pela crise do capitalismo financeiro, crise ecológica global, epidemias e pandemias, problemas urbanísticos, além da ascensão de movimentos abertamente autoritários e contrários aos direitos humanos, tanto no plano internacional quanto nacional”, afirmam os organizadores. Para eles, em uma sociedade desigual, que preserva insulamento burocrático no Estado e padrões culturais autoritários, a promoção e implementação dos direitos humanos enfrenta grandes dificuldades para sua efetiva realização.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Letícia Martins Tanaka</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Multidisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Justiça</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-04-12T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/uma-homenagem-a-trajetoria-de-pesquisa-e-ativismo-de-marina-harkot">
    <title>Uma homenagem à Marina Kohler Harkot e a sua trajetória de pesquisa e ativismo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/uma-homenagem-a-trajetoria-de-pesquisa-e-ativismo-de-marina-harkot</link>
    <description>A Pró-Reitoria de Pós-Graduação, o IEA e a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo realizaram no dia 21 de novembro o webinar "Mobilidade Ativa e Inclusiva: Construindo Pontes com a Sociedade - Uma Homenagem à Marina Harkot".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:450px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marina-kohler-harkot/image" alt="Marina Kohler Harkot" title="Marina Kohler Harkot" height="450" width="450" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:450px;">A socióloga Marina Kohler Harkot</dd>
</dl></p>
<p>O webinar em homenagem a Marina Kohler Harkot no dia 21 de novembro transcorreu sob a forte emoção que a precoce e trágica morte da pesquisadora e cicloativista causa em todos que a conheceram e naqueles que apoiam as causas que ela defendia.</p>
<p>A vida de Marina foi tão intensa, que relembrar, durante as quatro horas do encontro, sua formação, interesses e realizações, se não diminuiu a tristeza por sua morte, demonstrou o quanto ela continuará presente em nossa sociedade, graças a seu legado repleto de caminhos abertos a serem trilhados por jovens pesquisadores e ativistas contra a desigualdade de gênero e em defesa da mobilidade ativa.</p>
<p>O encontro <i>Mobilidade Ativa e Inclusiva: Construindo Pontes com a Sociedade - Uma Homenagem à Marina Harkot</i> teve a participação de pesquisadores, cicloativistas e familiares de Marina.</p>
<p>A homenagem da USP a ela foi uma iniciativa da Pró-Reitoria de Pós-Graduação, do IEA e da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), onde Marina era doutoranda e pesquisadora do <a class="external-link" href="http://www.labcidade.fau.usp.br/">Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade (LabCidade)</a>.</p>
<p>A realização do encontro motivou o IEA e divulgar no dia 25 de novembro uma “<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/carta-mobilidade-ativa">Carta Aberta sobre Mobilidade Ativa e Inclusiva</a>”, na qual é defendida uma série de "<span>sugestões para as bases de uma política de mobilidade urbana mais eficiente, ativa e inclusiva para cidades, em particular a de São Paulo".</span></p>
<table class="tabela-esquerda-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Mobilidade ativa</i></h3>
<p><i>O que caracteriza a mobilidade ativa é o transporte de pessoas sem o uso de veículos motorizados. Os principais exemplos dela são o caminhar e o uso de bicicleta.</i></p>
<p><i>Pesquisadores e ativistas veem a mobilidade ativa como meio de redução do trânsito e da poluição atmosférica na cidade, além de uma contribuição direta ou indireta (redução da poluição e de acidentes) para a saúde da população.</i></p>
<p><i>Para ser viabilizada, é preciso que as políticas públicas sobre a mobilidade urbana promovam a integração de todos os meios de transporte em toda a cidade e a segurança de sua prática, inclusive com adequação de calçadas e criação de ciclovias apropriadas.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Texto</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/carta-mobilidade-ativa">Carta Aberta do IEA sobre Mobilidade Ativa e Inclusiva</a></li>
</ul>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/homenagem-a-marina-harkot" class="external-link">Em homenagem a Marina Harkot, IEA, FAU e PRPG promovem discussão sobre mobilidade ativa</a></li>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2020/mobilidade-ativa-e-inclusiva-construindo-pontes-com-a-sociedade-uma-homenagem-a-marina-harkot" class="external-link">Vídeo da homenagem</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No webinar, foram apresentadas e comentadas diversas linhas de pesquisas desenvolvidas por Marina e por outras pesquisadoras que trabalharam com ela, não apenas os trabalhos ligados as dificuldades que as mulheres encontram para utilizar a bicicleta.</p>
<p><strong>Trajetória acadêmica</strong></p>
<p>O encontro foi constituído de três painéis. O tema do primeiro foi "A trajetória de pesquisa de Marina Harkot: das mulheres ciclistas aos territórios construídos a partir das subjetividades".</p>
<p>Os expositores foram: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paula-santoro">Paula Freire Santoro</a>, orientadora de Marina e coordenadora do LabCidade; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/haydee-svab">Haydée Svab</a>, doutoranda do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP; Paulo Fernando Garreta Harkot e Maria Claudia Mibielli Kohler, pais de Marina; e Felipe Burato, seu marido.</p>
<p>Segundo Paula Santoro, Marina defendia a existência de uma política educacional que fosse um instrumento para várias formas de superação na nossa sociedade.</p>
<p>Comentou que um dos capítulos da dissertação de mestrado de Marina contém um levantamento extensivo sobre como coletar amostras nas pesquisas sobre gênero e bicicleta e possibilidade de pesquisas.</p>
<p>Ela também falou de vários tópicos presentes nos estudos de Marina, como a violência de gênero moldando não só o comportamento das mulheres, como o território onde elas se locomovem e a forma como o fazem.</p>
<table class="tabela-direita-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Gênero e mobilidade</i></h3>
<p><i>A bicicleta era o principal meio de transporte de Marina Kohler Harkot e isso a levou ao cicloativismo há oito anos, adotando a mobilidade ativa para discutir as relações de gênero.</i></p>
<p><i>Socióloga formada pela FFLCH-USP, obteve o título de mestre pela FAU-USP com a dissertação “A bicicleta e as mulheres: mobilidade ativa, gênero e desigualdades socioterritoriais em São Paulo”.</i></p>
<p><i>Atualmente era pesquisadora do LabCidade, na FAU-USP, onde desenvolvia pesquisa de doutorado na área de planejamento urbano e regional.</i></p>
<p><i>Atuava também como consultora em planejamento urbano, sobretudo na elaboração de planos diretores municipais e políticas inclusivas para mulheres.</i></p>
<p><i>A defesa do ciclismo urbano era intensa no seu dia a dia. Participou do Conselho Municipal de Transporte e Trânsito da cidade de São Paulo e dirigiu a Ciclocidade. </i></p>
<p><i><strong>Atropelamento</strong></i></p>
<p><i>No início da madrugada de 8 de novembro, um domingo, tudo isso foi interrompido brutalmente: Marina Kohler Harkot morreu aos 28 anos, atropelada enquanto pedalava na primeira faixa à direita da Avenida Paulo VI, no bairro de Pinheiros, em São Paulo.</i></p>
<p><i>O motorista, José Maria da Costa Jr., 33, não prestou socorro a Marina e fugiu. Uma policial militar de folga que passava pela avenida chamou o Samu. Ela chegou a ser atendida, mas morreu no local.  O motorista foi identificado graças a placa do carro, anotada pela por outro motorista e repassada à policial.</i></p>
<p><i>Na manhã do dia 10 de novembro, a Polícia Civil pediu a prisão preventiva do motorista, considerando que ele assumiu o risco de matar ao não prestar socorro à ciclista. Ele se apresentou à tarde no 14º Distrito Policial, onde foi indiciado por homicídio culposo (sem a intenção de matar).</i></p>
<p><i>Ficou calado durante o depoimento e foi liberado, pois a legislação eleitoral só permite prisão em flagrante nos cinco dias anteriores ao pleito. Segundo seu advogado, Costa Jr. alega não ter prestado socorro e fugido por ter ficado “assustado” com o acontecimento.</i></p>
<p><i>No dia 27 de novembro a Justiça aceitou a solicitação dos advogados da família de Marina e do Ministério Público para que o atropelador seja indiciado por homicídio doloso (com a intenção de matar).</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Segundo Haydeé Svab, Marina a procurou em 2016 e lhe disse que queria tratar da relação entre mulheres e o uso de bicicletas. Elas tiveram diversos encontros para discutir transporte ou questões de gênero, além de realizaram oficinas juntas e serem parceiras de ativismo e em trabalhos profissionais.</p>
<p>Um desses trabalhos foi uma consultoria para o Banco Mundial sobre mobilidade e gênero na cidade de São Paulo. “Aprendi com ela a trabalhar do ponto de vista da pesquisa qualitativa”, afirmou.</p>
<p>Felipe Burato disse que a grande questão para Marina era a desigualdade de gênero e que o ciclismo era uma forma de discutir isso. “Pedalar para ela era um ato político, pedalava por todas as mulheres da periferia.”</p>
<p>Para ele, Marina não se propunha simplesmente a buscar soluções aplicáveis para a mobilidade feminina: "A mudança que considerava preciso construir é começar a olhar a cidade a partir do afeto, não de quilômetros de ciclovias e avenidas”.</p>
<p>A mãe de Marina apresentou um relato da formação da filha desde o início da adolescência, quando ela quis aprender alemão. Falou dos períodos em que Marina passou na Alemanha, na França e na Suíça e de quando pensou em deixar o curso de sociologia na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e prestar vestibular para a FAU.</p>
<p>Foi a mãe que a aconselhou a terminar o curso de sociologia, se aprimorar em metodologia da pesquisa e depois fazer pós-graduação na FAU.</p>
<p>O pai contou como Marina o influenciou intelectualmente, tornando-se sua “consultora em ciências sociais”, além de lhe mostrar que mais importante do que as normas legais era a mudança no comportamento das pessoas, mostrando que "o politicamente incorreto, é isso mesmo, politicamente incorreto".</p>
<p><strong>Levantamentos</strong></p>
<p>“Dados de Mobilidade Ativa e Inclusiva da Cidade São Paulo” foi o tema do segundo painel, com exposições de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carolina-rattes-la-terza-de-almeida">Carol La Terza</a>, da Rede Nossa São Paulo, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jo-pereira">Jô Pereira</a>, diretora geral da Associação de Ciclistas Urbanos de São Paulo (Ciclocidade); e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leticia-lindenberg-lemos">Letícia Lindenberg Lemos</a>, doutoranda da FAU-USP. Os comentaristas foram <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva">Paulo Saldiva</a>, do IEA e da Faculdade de Medicina (FM) da USP, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-vizeu-barrozo">Ligia Vizeu Barrozo</a>, do IEA e da FFLCH-USP.</p>
<p>Carol La Terza disse que Marina "foi orientadora de muita gente sem precisar ser uma professora formalmente". “O trabalho dela reverbera no meu trabalho e de todo mundo.” Carol destacou o interesse da socióloga em diversos temas, como desigualdade, mobilidade e relação das mulheres e da população LGBT+ com a cidade.</p>
<p>Além de participar da criação de um Grupo de Trabalho sobre Gênero na Ciclocidade em 2015, outra iniciativa de Marina na associação foi realizar um projeto a respeito de feminismo sobre duas rodas, afirmou Jô Pereira.</p>
<p>A pesquisa mostrou as visões de mulheres ciclistas e não ciclistas das cinco regiões de São Paulo sobre sua relação com o território, com a violência de gênero e outros aspectos.</p>
<p>Letícia Lindenberg Lemos ressaltou o interesse de Marina em obter dados das regiões mais periféricas da cidade de São Paulo, realizando pesquisas em todas as prefeituras regionais. Destacou que a questão central para ela eram os problemas relacionados com gênero e como as mulheres os vivenciam. Também afirmou que os trabalhos de Marina "humanizavam a pesquisa" a partir da análise qualitativa dos dados.</p>
<p>Nos comentários que fez às exposições do painel, Lígia Vizeu Barrozo, geógrafa que trabalha com dados de saúde, apresentou diversos dados sobre o uso de bicicleta na cidade de São Paulo coletados em inquérito sobre saúde de adultos feito pela FM-USP em parceria com a Prefeitura em 2015.</p>
<p>Ela apresentou também estudos que fez a partir de dados coletados pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), inclusive o mapeamento de áreas com maior número de acidentes.</p>
<p>Para Paulo Saldiva, a mobilidade ativa é um marco civilizatório e vai muito além das ciclovias, pois promove a saúde e o acesso a direitos humanos. Ele considera que não faltam projetos, mas compromisso dos governantes</p>
<p>Saldiva mencionou as 35 mil mortes em acidentes de trânsito por ano no Brasil. “Isso é mais do que os mortos na guerra civil de Angola, que durou 26 anos.”</p>
<p>Para ele, "o trânsito é produto do ódio e da política atual, com as mortes em São Paulo sendo fruto da elevação da velocidade permitida".</p>
<p><strong>Políticas públicas</strong></p>
<p>O terceiro painel foi “Políticas Públicas: O Que Deve Ser Feito?”. Os expositores foram <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoak/kelly-cristina-fernandes-augusto">Kelly Fernandes</a>, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec); Gilberto Frachetta, do Conselho Municipal de Saúde; e Henrique Frota, do Instituto Pólis. Os comentaristas foram <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoao/orlando-strambi">Orlando Strambi</a>, da Escola Politécnica (EP) da USP e do WRI Brasil, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge">Marcos Buckeridge</a>, diretor do Instituto de Biociências (IB) da USP e coordenador do Centro de Síntese USP Cidades Globais, do IEA.</p>
<p>A participação de Marina no Conselho Municipal de Transporte foi fundamental para haver paridade de gênero entre os conselheiros, segundo Kelly Fernandes.</p>
<p>Kelly apresentou um panorama da legislação sobre segurança no transporte, das alterações no Código de Trânsito Brasileiro, dos dados sobre acidentes e mortes e da fiscalização do trânsito.</p>
<p>Para ela, há uma lacuna entre as políticas públicas para segurança no trânsito e a realidade do funcionamento da cidade, "lacuna que se amplia na periferia".</p>
<p>Gilberto Fraqueta tratou especificamente da mobilidade inclusiva. Ele considera que “praticamente não há políticas públicas para os portadores de deficiência”. Hoje há uma mudança de paradigma, disse, lembrando a criação pela ONU da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, da qual o Brasil é signatário.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/participantes-de-homenagem-a-marina-harkot-21-11-2020/image" alt="Participantes da homenagem a Marina Harkot - 21/11/2020" title="Participantes da homenagem a Marina Harkot - 21/11/2020" height="280" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Participaram do webinar pesquisadores, ativistas da mobilidade ativa e inclusiva e familiares da homenageada</dd>
</dl></p>
<p>“O ambiente passou a fazer parte dos obstáculos à locomoção das pessoas. Deixou de ser um problema só das pessoas e passou a ser uma preocupação da sociedade e do poder público.”</p>
<p>Henrique Frota disse que Marina fez parte da história da parceria entre o Instituto Pólis e o LabCidade e detalhou a concepção do instituto sobre mobilidade como um direito à cidade e à cidadania.</p>
<p>“A mobilidade não pode ser vista apenas como deslocamento de um ponto A para um ponto B. É um direito social, um direito humano.”</p>
<p>Para ele, não se pode falar em mobilidade apenas em termos de políticas públicas, “ela tem de ser vista de maneira integrada no conjunto das políticas urbanas”.</p>
<p>Oswaldo Strambi disse que nós últimos anos é difícil um candidato a prefeito não ter alguma proposta para estimular o uso de bicicletas. Sobre o que deve ser feito, disse ter tido algumas respostas durante o congresso anual da Associação Nacional de Pesquisa e Ensino em Transporte, realizado dias antes do webinar.</p>
<p>Segundo ele, nas três conferências magnas do congresso, feitas por pesquisadores estrangeiros renomados, uma das soluções apontadas é incentivar o uso de bicicletas.</p>
<p>Marcos Buckeridge afirmou problemas complexos exigem soluções complexas: “Primeiro é preciso identificar a complexidade e depois detectar o comportamento sistêmico”.</p>
<p>“Não se pode falar de mobilidade sem falar de saúde, ambiente, habitação e educação. É muito importante termos leis e capacitação de pessoas, mas é preciso também uma gestão sistêmica eficiente”, comentou</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): arquivo da Família Harkot; IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transporte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-12-01T05:53:18Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/um-olhar-cientifico-sobre-a-complexidade-de-sao-paulo">
    <title>Um olhar científico sobre a complexidade de São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/um-olhar-cientifico-sobre-a-complexidade-de-sao-paulo</link>
    <description>Lançado no dia 13 de julho com apoio da reitoria da USP e da prefeitura de São Paulo, programa USP Cidades Globais buscará a qualidade de vida dos paulistanos por meio de redes de pesquisa e parcerias com a sociedade.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sao-paulo-copan" alt="São Paulo - Copan" class="image-inline" title="São Paulo - Copan" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Com apoio da reitoria da USP, programa <i>USP Cidades Globais</i> buscará subsidiar políticas públicas para a qualidade de vida de São Paulo</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/lancamento-do-programa-usp-cidades-globais-13-de-julho-de-2016" class="external-link">Fotos</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/lancamento-do-programa-usp-cidades-globais" class="external-link">Vídeo</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Página do programa</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais/na-midia" class="external-link">Repercussão na mídia</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Cidades globais influenciam o mundo. Independentemente do tamanho de sua população, elas centralizam as decisões globais. São lugares onde se fazem os melhores negócios, onde se encontra a melhor arte, as melhores orquestras, as melhores universidades, onde se come a melhor comida. Sua importância transcende os próprios países onde estão localizadas. Elas não apenas atraem mais investimentos, como também ocupam as primeiras posições em qualidade de vida. Os critérios de cidades globais, criados pela consultoria A.T. Kearney, colocam São Paulo no 34º lugar num ranking global. Mas o programa <i><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">USP Cidades Globais</a>, </i>lançado no dia <strong>13 de julho,</strong> no Anfiteatro do Instituto Oscar Freire da Faculdade de Medicina da USP, pretende levar São Paulo para o grupo das chamadas "cidades elite", anunciou o coordenador do programa, o professor  <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, do Instituto de Biociências (IB) da USP.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cidades-globais-4" alt="Cidades Globais 4" class="image-inline" title="Cidades Globais 4" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Grupo das "cidades elite", em ranking de 2016 da consultoria AT Kerney</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O evento reuniu representantes da sociedade civil e de organizações não governamentais, pesquisadores, políticos, gestores públicos e acadêmicos, além do prefeito da capital paulista Fernando Haddad e da esposa, Ana Estela Haddad, docente da Faculdade de Odontologia da USP.</p>
<p>“A iniciativa é fundamental para o destino da cidade de São Paulo. Colocamos à disposição nossos bancos de dados, nossa inteligência e nossos servidores públicos para contribuir para o sucesso do programa”, disse Haddad.</p>
<p>O projeto idealizado pelo diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva">Paulo Saldiva</a>, atende a um pedido da reitoria da USP, que planeja apoiar a empreitada “pelos próximos anos”, anunciou o vice-reitor da USP, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vahan-agopyan" class="external-link">Vahan Agopyan</a>.</p>
<p>Segundo Buckeridge, as atividades e pesquisas deverão embasar políticas públicas voltadas à qualidade de vida nas grandes cidades, em especial São Paulo. A ideia é sistematizar e aprofundar estudos que já são realizados na Universidade, tendo em vista o planejamento em áreas como mobilidade, poluição, resíduos, saúde, educação, uso e ocupação do solo, lazer, enfim, as inúmeras esferas que envolvem a vida nas grandes cidades, disse.</p>
<p>O IEA já é um interlocutor crucial, uma espécie de <i>‘think tank’</i> capaz de interagir com maior liberdade com a sociedade, no que diz respeito às regras acadêmicas. O programa encabeça um dos temas prioritários da USP e tenho certeza de que em alguns anos teremos frutos que beneficiem a população”, disse o vice-reitor.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lancamento-cidades-globais-1" alt="Lançamento Cidades Globais - 1" class="image-inline" title="Lançamento Cidades Globais - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Vahan, Haddad e Saldiva: </strong><strong>parcerias com a sociedade e diálogo dos saberes para o sucesso do programa</strong><strong> </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Buscaremos promover um diálogo dos saberes a partir de parcerias construtivas e agendas comuns. A Universidade precisa aprender a ouvir a sociedade. O IEA será uma plataforma para que isso aconteça. A ideia é unir redes de pesquisa e entidades civis interessadas em trabalhar uma utopia sob a luz do conhecimento científico”, disse o professor Saldiva.</p>
<p>Advogado e ambientalista, Fabio Feldmann participou da mesa de abertura e deu um exemplo concreto de como as pesquisas da Universidade podem embasar políticas públicas e trazer resultados efetivos para a qualidade de vida nas metrópoles. Ele relembrou o rodízio de veículos em São Paulo, que introduziu em 1995 quando foi secretário estadual de Meio Ambiente. “Criamos o rodízio tendo como base os estudos do Saldiva. Costumo dizer que o professor Saldiva idealizou o rodízio e eu paguei o pato”, brincou.</p>
<p>O comentário, explicou, foi feito para lembrar a importância de associar a política ao conhecimento. “O que temos visto recentemente no Brasil foi uma perda radical do conteúdo na política. À medida que associarmos política a conteúdo, teremos chance de resgatar o país. A presença do Saldiva no IEA representa uma possibilidade incrível de fazer um realinhamento de vários atores sociais. Quem já trabalhou na gestão pública sabe que o maior desafio é como fazer essa articulação”, disse.</p>
<p>O professor Wilson Jacob Filho, do Departamento de Patologia da FM-USP, representou o diretor da unidade e lembrou a importância do programa para, entre outras frentes, atuar na saúde e prevenção de doenças das diversas camadas populacionais, em especial a dos idosos.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/lancamento-cidades-globais-2" alt="Lançamento Cidades Globais - 2" class="image-inline" title="Lançamento Cidades Globais - 2" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Buckeridge: "Falhamos em produzir bancos de dados e informações que possam dar suporte aos diagnósticos"</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O envelhecimento populacional, assim como inclusão física e social de pessoas com limites funcionais, são questões que ganham cada vez mais expressão no contexto das grandes cidades. “O programa <i>USP Cidades Globais</i> acena para a melhoria da qualidade de vida desse perfil populacional”, disse o professor Jacob Filho.</p>
<p> </p>
<p><strong>Planeta urbano</strong></p>
<p>A urbanização está em pauta no mundo todo. Se hoje 54% da população mundial moram em áreas urbanas, em 2050 essa parcela chegará a dois terços. Na América Latina, a proporção chegará a 89%, de acordo com relatório da Organização das Nações Unidas.</p>
<p>Na edição de maio, a revista <a class="external-link" href="http://www.sciencemag.org/tags/urban-planet">Science </a>apresenta em 12 artigos os diagnósticos e as revisões para as cidades do futuro. Num dos estudos, mostra que a construção de sociedades baseadas no conhecimento é hoje uma estratégia chave para o melhor uso das tecnologias inovadoras. As sociedades do conhecimento estarão mais preparadas para maximizar os avanços da ciência, tecnologia e inovação (CT&amp;I), traz o texto.</p>
<p>“Não há nada mais complexo do que uma cidade. É o único ambiente onde o homem é o lobo do próprio homem. Fomos criados num conceito de cidade em que a posse do carro era um direito alienável. Assim como o cigarro era símbolo de sucesso, virilidade. Mexer com valores não é fácil e por isso as cidades já vêm sendo estudadas dentro do conceito de complexidade”, disse Saldiva.</p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cidades-globais-1" alt="Ranking Cidades Globais " class="image-left" title="Ranking Cidades Globais " /></p>
<p><span>“Infelizmente, em nenhum dos 12 artigos da edição da Science, a cidade de São Paulo foi citada, mostrando que falhamos em produzir bancos de dados e informações que possam dar suporte aos diagnósticos”, disse Buckeridge.</span></p>
<p><span> </span>Outro <a class="external-link" href="http://www.usnews.com/sponsored1?prx_t=lP4BAGSkFAqOEMA">artigo</a>, publicado no U.S.News, mostra como a percepção, ou a imagem que as pessoas têm de determinada cidade, pode ajudar ou  prejudicar o seu crescimento. Isso porque a forma como as cidades são vistas pode atrair ou não investimentos e mão de obra qualificada, o que influenciará a prosperidade do lugar.</p>
<p>O professor mostrou alguns detalhes do ranking das cidades globais produzido pela A.T. Kearney. No estudo produzido pela consultoria no período de 2008 a 2016, São Paulo está em 34º em 2016, ante o 31º ocupado em 2008.</p>
<p>“Para criarem o ranking, a consultoria utilizou dados já existentes produzidos pelas cidades, um ponto em que somos deficientes. Isso mostra que também falhamos ao reunir dados. Precisamos, além disso, produzir informação e conhecimento novo que dê subsídio a políticas públicas”.</p>
<p>Buckeridge ressaltou, no entanto, que melhorar os indicadores da capital paulistana não se trata apenas de ir ao encontro de critérios do primeiro mundo, mas principalmente de melhorar a qualidade de vida dos habitantes da cidade.</p>
<p>“Buscaremos aqueles critérios internacionais, mas sempre com o chapéu da Carmen Miranda na cabeça. Não vamos deixar de ser brasileiros. Não devemos abandonar a Semana de 22, ou Mário de Andrade. Devemos nos lembrar de que sempre podemos ser inovadores. Que somos capazes de buscar aqueles índices e ao mesmo tempo criar coisas novas”, disse Buckeridge.</p>
<p>Numa das análises produzidas em 2014 pela A.T. Kearney, a consultoria construiu o indicador das cidades globais do futuro, ou seja, aquelas que teriam chances de se aproximar da posição ocupada pelas chamadas cidades elite hoje. Nesse ranking, São Paulo ocupa a 4ª posição e os maiores desafios para que a cidade alcance de fato esse lugar no futuro estão no campo da educação e inovação, mostrou Buckeridge. “Educação e inovação constituem justamente a contribuição que a Universidade pode dar. Por isso acredito que as perspectivas são positivas”, disse o professor.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: Andre Deak/Flicker e Leonor Calasans</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Capitalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-07-18T13:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/turismo-sexual-e-a-busca-pelo-principe-encantado-europeu-2-de-maio-de-2016">
    <title>Turismo Sexual e a Busca pelo Príncipe Encantado Europeu - 2 de maio de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/turismo-sexual-e-a-busca-pelo-principe-encantado-europeu-2-de-maio-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Europa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cinema</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Infância</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Nordeste</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-05-02T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-anteriores/educacao/temas-atuais-da-educacao">
    <title>Temas Atuais da Educação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-anteriores/educacao/temas-atuais-da-educacao</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th style="text-align: left; ">
<h3>Coordenadora</h3>
</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/maria-helena-souza-patto" alt="Maria Helena Souza Patto" class="image-inline" title="Maria Helena Souza Patto" /></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/maria-helena-de-souza-patto" class="external-link">Maria Helena Souza Patto</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O Grupo de Pesquisa de Temas Atuais da Educação foi aprovado pelo Conselho Deliberativo do IEA em agosto de 2008 (tendo suas atividades encerradas em 2012 por decisão do próprio grupo), a partir de projeto elaborado pelos professores Celso de Rui Beisiegel, Jaime F. Parreira Cordeiro, José Sérgio Fonseca de Carvalho, Maria Clara Di Pierro, todos da Faculdade de Educação da USP, e pela professora Maria Helena Souza Patto, do Instituto de Psicologia da Universidade. O incentivo para a criação do grupo partiu da direção do Instituto, com o objetivo de dar continuidade às discussões sobre o tema, sempre presente na agenda do IEA.</p>
<p><strong>OBJETIVOS</strong></p>
<p>Estudar e debater questões da política educacional, com destaque inicial para o ensino<br />público básico, aprofundando a reflexão teórica, inserindo-a na discussão de temas mais amplos<br />como educação e democracia, qualidade do ensino, projetos e reformas educacionais, formação<br />de professores, avaliação, ensino à distância, entre outros aspectos.</p>
<p><strong>INTEGRANTES</strong></p>
<p>Carlota Boto; Celso de Rui Beisiegel; José Sérgio Fonseca de Carvalho; Maria Machado Malta Campos e Maria Clara Di Pierro.</p>
<h3><strong>Relacionado</strong></h3>
<p align="left">ARTIGOS</p>
<ul>
<li>
<div align="left"><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/conceitodefomacao.pdf" class="internal" target="_blank">Conceito de Formação</a><br /><strong>Franklin Leopoldo e Silva</strong></div>
</li>
<li>
<div align="left"><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/pedagogianovoa.pdf" class="internal" target="_blank">Pedagogia: A Terceira Margem do Rio</a><br /><strong>António Nóvoa</strong></div>
</li>
<li>
<div align="left"><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/sentidoformativofilosofia.pdf" class="internal" target="_blank">O Sentido Formativo da Filosofia</a><br /><strong>Ricardo Nascimento Fabrinni</strong></div>
</li>
<li>
<div align="left"><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/sentidoformativogeografia.pdf" class="internal" target="_blank">O Sentido Formativo da Geografia</a><br /><strong>Antonia Carlos Robert Moraes</strong></div>
</li>
<li>
<div align="left"><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/sentidoformativoliteratura.pdf" class="internal" target="_blank">O Sentido Formativo da Literatura</a><br /><strong>Adélia Bezerra de Meneses</strong></div>
</li>
<li>
<div align="left"><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/sentidoformativomatematica.pdf" class="internal" target="_blank">O Sentido Formativo da Matemática</a><br /><strong>Cristiane Maria Cornelia Gottschalk</strong></div>
</li>
<li>
<div align="left"><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/a-educacao-e-a-insercao-do-brasil-na-modernidade" class="internal">A Educação e a Inserção do Brasil na Modernidade</a><br /><strong>Sergio Costa Ribeiro</strong></div>
</li>
</ul>
<p> </p>
<p>Obs: Maria Helena Souza Patto escreveu, além de sua participação no grupo, o artigo: <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/a-ideia-de-universidade" class="internal">A Ideia de Universidade</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Infância</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-22T16:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/tardes-cariocas-no-iea-ouvindo-o-rio-de-janeiro">
    <title>Tardes Cariocas - A USP ouve o Rio de Janeiro:  A Vida Não é Justa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/tardes-cariocas-no-iea-ouvindo-o-rio-de-janeiro</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>"Tardes Cariocas no IEA - A USP ouve o Rio de Janeiro" <span>será um ciclo de palestras no qual o Instituto irá trazer notáveis cientistas sociais do Rio de Janeiro para  discutir e aproximar mais a reflexão que se faz nas duas principais cidades do País.</span></p>
<p>A primeira palestra, intitulada <i><b>A Vida Não é Justa,</b> </i>será proferida pela juiza <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andrea-maciel-pacha-1" class="external-link">Andréa Maciel Pachá</a>:</p>
<p>"Durante duas décadas, as transformações sociais puderam ser  observadas a partir de conflitos íntimos e privados, em uma Vara de  Família. Tais mudanças exigem do magistrado um olhar plural e a  capacidade de acolher e pactuar muitos direitos que emergem e precisam  de novas pactuações.</p>
<p>A experiência de decidir conflitos familiares e a expectativa do "justo" diante do afeto e do desamparo.</p>
<p>Os limites da atuação do Estado e as formas alternativas de composição dos litígios".</p>
<p><span> </span></p>
<p><span><span> </span></span></p>
<p><span>Para as próximas exposições de <i>"Tardes Cariocas</i>", já estão confirmados até o momento, os nomes de Luiz Eduardo Soares, Adalberto Moreira Cardoso, Alba Zaluar e Luiz Bevilacqua.</span></p>
<p>O ciclo é gratuito e aberto ao público e está sob a coordenação do professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-janine-ribeiro" class="external-link">Renato Janine Ribeiro</a>.</p>
<p>O evento será transmitido ao vivo, pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">web</a>.</p>
<div>
<div></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-03-07T23:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/sentido-de-humanidade-e-hospitalidade-num-mundo-de-guerras-e-fome">
    <title>Sentido de humanidade e hospitalidade num mundo de guerras e fome</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/sentido-de-humanidade-e-hospitalidade-num-mundo-de-guerras-e-fome</link>
    <description>Movimento migratório sem precedentes leva especialistas a refletir sobre a ética da hospitalidade no dia 22 de outubro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/crise-refugiados" alt="Crise Refugiados" class="image-right" title="Crise Refugiados" /></p>
<p>As consequências das guerras do Oriente Médio colocam em evidência na agenda internacional os impactos do assombroso número de refugiados de guerra e fome, sem paralelo na história. <span>O tema leva à discussão do princípio da hospitalidade, definida pelo filósofo Jacques Derrida como a capacidade de receber o outro como diferente, porém, essencialmente, igual. Suscita, ainda, uma análise comparativa sobre a reação europeia e a brasileira sobre a questão.</span></p>
<p>Para tratar do assunto, o IEA, com apoio do <a class="external-link" href="http://www.iri.usp.br/">Instituto de Relações Internacionais</a> (IRI) da USP, promove a mesa-redonda <i>O Desafio da Hospitalidade: Emigrantes e Refugiados</i><strong> </strong>no <strong>dia 22 de outubro</strong>, às <strong>14h30, </strong>na Sala de Eventos do IEA. As inscrições devem ser realizadas previamente<span> por e-mail (</span><a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a><span>). </span>Quem não puder comparecer pode acompanhar o evento ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">internet</a>.</p>
<p>Segundo encontro do laboratório <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/laboratorios/sociedades-contemporaneas/megatendencias-globais-e-desafios-a-democracia">Megatendências Globais e Desafios à Democracia</a>, o debate tem a coordenação do cientista político português <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/alvaro-de-vasconcelos" class="external-link">Álvaro de Vasconcelos</a>, professor colaborador do IRI da USP, e participação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/geraldo-adriano-godoy-de-campos" class="external-link">Geraldo Adriano Godoy de Campos</a>, professor do curso de Relações Internacionais da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/sylvia-duarte-dantas" class="external-link">Sylvia Dantas</a>, professora da Unifesp e coordenadora do Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joao-alberto-alves-amorim" class="external-link">João Alberto Alves Amorim</a>, professor de direito internacional da Unifesp e coordenador da Cátedra Sérgio Vieira da Melo, do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/larissa-leite" class="external-link">Larissa Leite</a>, coordenadora do <span>departamento de Proteção do Centro de Referência para Refugiados da Cáritas Arquidiocesana de São Paulo</span>. O laboratório Megatendências foi iniciado em junho deste ano com o debate <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/o-nacionalismo-identitario-em-foco" class="external-link"><i>O Desafio do Nacionalismo Identitário.</i></a></p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/o-desafio-do-nacionalismo-identitario" class="state-published">O Desafio do Nacionalismo Identitário</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/o-desafio-do-nacionalismo-identitario" class="state-published"></a><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/laboratorios/sociedades-contemporaneas/megatendencias-globais-e-desafios-a-democracia" class="state-published">Megatendências Globais e Desafios à Democracia</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>"Assistimos ao drama dos que esperavam encontrar refúgio e hospitalidade e se deparam, em muitos países, com muros, arame farpado, violência e desconfiança, com ‘o medo do outro’, especialmente os muçulmanos e aqueles que vêm do Oriente Médio", afirma Vasconcelos.</p>
<p>A guerra da Síria levou quatro milhões a deixar o país e outros oito milhões a se deslocar internamente. A essa massa somem-se os refugiados de guerras do Iraque, Afeganistão, Sudão, Eritreia e Somália. Com isto, o número refugiados no mundo em 2014 chegou a 59,5 milhões, segundo estimativa do <a class="external-link" href="http://www.acnur.org/t3/portugues/">Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados</a>.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Freedom House/Flicker</span></p>
<hr />
<p><i><strong>O Desafio da Hospitalidade: Emigrantes e Refugiados</strong><br /></i><i>Dia 22 de outubro, às 14h30<br /></i><i><i>Sala de Eventos do IEA, rua Praça do Relógico, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo<br />Com t</i><i>ransmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">web</a></i> </i><i><br /></i><i>Informações: Cláudia Tavares (<a href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>), </i><i>telefone </i><i>(11) 3091-1686<br />Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/o-desafio-da-hospitalidade-emigrantes-e-refugiados" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/o-desafio-da-hospitalidade-emigrantes-e-refugiados</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Nacionalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Europa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oriente Médio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Guerra</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mundo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Megatendências</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-10-16T16:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/dimensoes-espaciais-e-territoriais-e-os-desafios-institucionais">
    <title>Seminário tratará do resgate do valor do cidadão como componente da gestão metropolitana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/dimensoes-espaciais-e-territoriais-e-os-desafios-institucionais</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/posse-do-conselho-municipal-de-habitacao-da-cidade-de-sao-paulo-2014/image" alt="Posse do Conselho Municipal de Habitação da cidade de São Paulo - 2014" title="Posse do Conselho Municipal de Habitação da cidade de São Paulo - 2014" height="389" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Posse do Conselho Municipal de Habitação de São Paulo em junho de 2014</dd>
</dl></p>
<p>De acordo com os pesquisadores da Escola da Metrópole (núcleo de apoio à pesquisa sediado no IEA), a partir do Plano Diretor Estratégico de 2014, a cidade de São Paulo "acentuou uma nova apropriação da cidade e do urbano, na escala da pessoa, valorizando o espaço público e democrático como espaço da cidadania e do 'viver' a cidade". Isso foi obtido, afirmam, por meio de políticas integradas que reforçaram a importância da gestão transversal (intersetorial e multidisciplinar).</p>
<p>Para discutir ações que resgatam, nas mais diversas áreas (transporte, cultura, tecnologia, instrumentos participativos, políticas de inclusão etc.), "o valor da pessoa, cidadã e sujeita de direitos, como componente essencial e combustível da gestão metropolitana", a Escola da Metrópole realiza, no dia <b>14 de maio, às 8h30</b>, o seminário <i>Cidades para Todos e para Cada Um: Construindo Metrópoles Sustentáveis e Democráticas.</i></p>
<p><i> </i></p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>1º Seminário</strong></p>
<p>NOTÍCIAS</p>
<ul>
<li><a class="external-link" href="http://http//www.iea.usp.br/noticias/nap-escola-da-metropole-debate-instrumentos-de-governanca-participativa-em-seminario">Ex-prefeito e ex-secretários de São Paulo debatem planejamento de cidades com base em experiências</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-sobre-planejamento-urbano-da-inicio-a-programacao-da-escola-da-metropole" class="external-link">Escola da Metrópole inicia atividades no IEA com seminário sobre planejamento urbano</a></li>
</ul>
<p>MIDIATECA</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/planejamento-na-escala-da-metropole-experiencias-realizadas-e-perspectivas-atuais-16-de-abril-de-2019" class="external-link">Fotos</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/planejamento-na-escala-da-metropole-experiencias-realizadas-e-perspectivas-atuais" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Será o segundo encontro do ciclo Políticas Públicas na Escala Metropolitana: Dimensões Espaciais e Territoriais e Desafios Institucionais. Assim como no primeiro seminário, haverá a participação de um pesquisador estrangeiro para apresentar estudo de caso de uma metrópole não brasileira.Desta vez, isso será feito pela socióloga e planejadora urbana Claire Colomb, da The Bartlett School of Planning da University College London, Reino Unido.</p>
<p>Os outros expositores serão: Eduardo Vasconcelos (Associação Nacional de Transportes Públicos), Simão Pedro (ex-secretário de Serviços da cidade de São Paulo), Elaine Mineiro (Fórum de Cultura da Zona Leste) e Sérgio Leitão (Instituto Escolhas). A coordenação será de Ana Estela Haddad (IEA e Faculdade de Odontologia da USP).</p>
<p>A participação no evento é gratuita e aberta a todos os interessados, mas requer <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeBi-RfmXV65cMi7Zik0eaUaiP4SuYfbx62MhapL9CyA8WJTA/viewform">inscrição prévia online</a>. Não há necessidade de inscrição para assistir ao evento <a href="http://www.iea.uap.br/aovivo">ao vivo pela internet</a>. A realização do seminário tem o apoio de: <a href="http://www.labhab.fau.usp.br/institucional/o-labhab/" target="_blank">Laboratório de Habitação e Assentamentos Humanos (LabHab)</a>, <a href="http://centrodametropole.fflch.usp.br/pt-br" target="_blank">Centro de Estudos da Metrópole</a>, <a href="https://prp.usp.br/" target="_blank">Pró Reitoria de Pesquisa da USP</a>, <a href="http://www.capes.gov.br/" target="_blank">Capes</a> e <a href="http://www.sciencespo.fr/" target="_blank">SciencesPo</a> (França).</p>
<p><i><strong> </strong></i></p>
<hr />
<p><i><strong><i>Cidades para Todos e para Cada Um: Construindo Metrópoles Sustentáveis e Democráticas</i></strong><br /></i><i>14 de maio, 8h30<br /></i><i>Auditório IEA, rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento público, gratuito e com <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeBi-RfmXV65cMi7Zik0eaUaiP4SuYfbx62MhapL9CyA8WJTA/viewform">inscrição prévia</a> (sem inscrição para assistir </i><i><i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a></i></i><i> pela internet)<br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /></i><i><i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cidades-para-todos-planejamento-na-escala-da-metropole-2" class="external-link">Página do evento</a></i></i></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Heloísa Ballarini/Secom/PMSP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Metrópoles</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Escola da Metrópole</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-06T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-trata-de-turismo-sexual-e-trafico-de-mulheres">
    <title>Seminário trata de turismo sexual no Brasil e tráfico de mulheres</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-trata-de-turismo-sexual-e-trafico-de-mulheres</link>
    <description>Discussão terá como ponto de partida a experiência do diretor Joel Zito Araújo na gravação do documentário "Cinderelas, Lobos e um Príncipe Encantado", de 2008. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cartaz-cinderelas-lobos-e-um-principe-encantado/@@images/bf919165-0859-4c06-a4f0-9a4ef09979e9.jpeg" alt="Cartaz &quot;Cinderelas, Lobos e um Príncipe Encantado&quot;" class="image-inline" title="Cartaz &quot;Cinderelas, Lobos e um Príncipe Encantado&quot;" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Divulgação do documentário de Joel Zito Araújo, de 2008, sobre turismo sexual e tráfico de mulheres</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">AO VIVO</a></h3>
<p>A experiência do diretor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joel-zito-araujo" class="external-link">Joel Zito Araújo</a> durante a gravação do documentário "Cinderelas, Lobos e um Príncipe Encantado" será o pano de fundo do debate <i>Turismo Sexual e a Busca pelo Príncipe Encantado Europeu</i>, que acontece no dia <strong>2 de maio</strong>, às <strong>14h30</strong>, na antiga sala do Conselho Universitário da USP, com transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">internet</a>. A participação é gratuita, mas é necessário se inscrever previamente <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/13uX3WhOR23uVAlz3IEuXZA_3KdJGnhtOPqyAFGpJZEo/viewform">aqui</a>.</p>
<p>Organizado pelo Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais do IEA, o seminário terá a projeção do longa-metragem seguida por uma discussão entre Zito e membros do grupo: a coordenadora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvia-duarte-dantas" class="external-link">Sylvia Duarte Dantas</a>, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adriana-capuano-de-oliveira" class="external-link">Adriana Capuano de Oliveira</a>, professora da Universidade Federal do ABC; <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/jeffrey-lesser/perfil" class="external-link">Jeffrey Lesser</a>, da Emory University e professor visitante do IEA; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/ligia-fonseca-ferreira" class="external-link">Ligia Fonseca Ferreira</a>, professora da Unifesp.</p>
<p>Em 2008, Zito percorreu estados do Nordeste brasileiro e países da Europa (Itália e Alemanha) para retratar o turismo sexual no Brasil e o tráfico de mulheres. Segundo os organizadores do encontro no IEA, cerca de 900 mil pessoas por ano são traficadas pelas fronteiras internacionais exclusivamente para fins de exploração sexual. “Meninas, mulheres jovens e travestis têm o ilusório desejo de, como cinderelas, encontrar um marido – ou um príncipe encantado – europeu, mas o sonho em geral fracassa e raramente elas encontram um final feliz”, afirma Ligia Fonseca.</p>
<p>Joel Zito é doutor em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e pós-doutor em Comunicação e Antropologia pela Universidade do Texas, EUA. Seu documentário "Cinderelas, Lobos e um Príncipe Encantado", lançado em 2008, teve Menção Honrosa no Festival Internacional de Cinema de Brasília (FIC-X) de 2008; ganhou o prêmio de Melhor Filme e Melhor Diretor de longa-metragem na votação do público da 9ª edição do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE 9); levou o título de Melhor Documentário (votação do público) e recebeu Menção Honrosa do júri do VII Mostra Vidas na Tela, de Natal, em 2009; e venceu na categoria Melhor Longa-Metragem e Melhor Documentário do III Bahia Afro Film Festival, de 2010.</p>
<p><i><i><strong> </strong></i></i></p>
<hr />
<p><i><i><strong> Turismo Sexual e a Busca pelo Príncipe Encantado Europeu</strong></i><br /></i><i>2 de maio, das 14h30 às 18h30<br /></i><i><span>Antiga sala do Conselho Universitário da USP</span>, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito, com <a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br" target="_blank">inscrição<br /></a>Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br />Informações: Sandra Sedini (11) 3091-1678 e sedini@usp.br <br /></i><i>Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cinderelas-lobos-e-um-principe-encantado" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/cinderelas-lobos-e-um-principe-encantado</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Europa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cinema</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Infância</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Nordeste</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-04-05T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-mecanismos-democraticos-engajamento-publico">
    <title>Seminário trata de novos mecanismos democráticos de engajamento público</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-mecanismos-democraticos-engajamento-publico</link>
    <description>Iain Walker, diretor executivo do newDemocracy Foundation, falará no seminário Democracies and Democratic Innovations, que acontece no dia 19 de setembro, das 14h às 17h, no IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os desafios pelos quais diversas democracias têm passado na última década impulsionaram a criação de mecanismos inovadores de engajamento público. No Brasil e fora dele, experiências como Mini-públicos e os Júris de Cidadãos têm sido usados para buscar soluções para problemas complexos e fortalecer valores democráticos entre os cidadãos e os políticos eleitos, bem como para criar democracias mais inclusivas.</p>
<p>É sobre esse tema que <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/iain-walker">Iain Walker</a> irá falar (em inglês, sem tradução simultânea) no seminário <i>Democracies and Democratic Innovations</i>, que acontece no dia <strong>19 de setembro, das 14h às 17h</strong>, no IEA. Walker é diretor executivo do <a class="external-link" href="https://www.newdemocracy.com.au/">newDemocracy Foundation</a>, com sede na Austrália. O encontro terá a moderação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-alvaro-moises" class="external-link">José Álvaro Moisés</a>, coordenador do Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-fausto" class="external-link">Sérgio Fausto</a>, cientista político e superintendente da Fundação Instituto Fernando Henrique Cardoso. A organização é do grupo de Moisés, do Delibera Brasil e do Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas da Universidade de São Paulo. Haverá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pelo site do IEA. Para participar presencialmente, é necessário realizar <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdOTjnoas5t17lgrcFkeHP3zhBLK33O0_XM8_f8CQDGf_ECjA/viewform">inscrição prévia</a>.</p>
<p>Walker cita a Primavera Árabe e o Junho de 2013 no Brasil, a eleição de líderes populistas e o Brexit como bons, mas não exaustivos, exemplos de como os regimes democráticos estão sendo confrontados.</p>
<p>“Tornar as democracias mais inclusivas significa fortalecer valores democráticos como tolerância e confiança política entre os cidadãos, mas também introduzir práticas de responsabilização e responsividade nas práticas dos governos”, defende. Ele acredita que também são necessárias reformas inovadoras para incluir minorias no sistema político e abordar o problema contemporâneo da "crise dos representantes", que separa as elites políticas e econômicas da massa dos cidadãos.</p>
<hr />
<p><i><strong>Democracies and Democratic Innovations</strong><br />19 de setembro, das 14h às 17h<br />Evento público, com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdOTjnoas5t17lgrcFkeHP3zhBLK33O0_XM8_f8CQDGf_ECjA/viewform">inscrição prévia</a><br />Em inglês, sem tradução simultânea<br /></i><i>Sala Alfredo Bosi - Rua Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Transmissão ao vivo em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="url" id="parent-fieldname-eventUrl">www.iea.usp.br/aovivo<br /></a>Mais informações: com Cláudia Regina Pereira (<a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1686<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/democracies-and-" class="external-link">Leia mais</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-09-06T20:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-internacional-debate-judiciario-imprensa-e-seguranca-publica">
    <title>Seminário internacional debate judiciário, imprensa e segurança pública</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-internacional-debate-judiciario-imprensa-e-seguranca-publica</link>
    <description>Instituições democráticas, sociedade civil, cultura política e política pública ganham análise comparativa nos dias 3 e 4 de dezembro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th style="text-align: center; ">
<h2><span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">AO VIVO</a></span></h2>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Pesquisadores do Brasil, Argentina, Chile e dos Estados Unidos se reúnem nos dias <strong>3 e 4 de dezembro </strong>para uma análise comparativa dos princípios democráticos, instituições e participação política dos países. Organizado pelo <a href="http://nupps.usp.br/index.php" target="_blank">Núcleo de Pesquisa em Políticas Públicas</a> (NUPPs-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/qualidade-da-democracia">Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia</a> do IEA, o seminário internacional <i>Quality of Democracy: Institutions, Agents and Public Policy</i> acontece das <strong>9h às 17h</strong>, na Sala de Eventos do IEA. As falas serão em inglês, sem tradução simultânea.</p>
<p>Os especialistas analisarão a penetração e efetividade de conceitos democráticos em instituições como imprensa, judiciário, leis, políticas públicas e movimentos sociais. “Pretendemos discutir em perspectiva comparada as questões relativas à responsividade (<i>responsiveness</i>) e à responsabilização (<i>accountability</i>) de instituições democráticas, em especial no que tange ao funcionamento do sistema judiciário e de segurança pública”, segundo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-alvaro-moises" class="external-link">José Álvaro Moisés</a>, organizador do evento.</p>
<p><span>Na mesa de abertura, Moisés fala dos 25 anos de abertura democrática no Brasil, fazendo um balanço crítico sobre políticas públicas, instituições, sociedade civil e cultura política. </span><span>Veja a programação abaixo.</span></p>
<p>O seminário traz um olhar interdisciplinar a partir das contribuições de pesquisadores das ciências políticas, ciências sociais e direito. <span>Entre os palestrantes, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/rsmoogvita20130220155539.pdf" class="external-link">Robert Moog</a><span>, da </span><span>School of Public and International Affairs da North Carolina State University, a</span><span>borda a democratização do sistema judiciário na Índia. </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-madge-huneeus" class="external-link">Carlos Huneeus Madge</a>, advogado e professor do Instituto de Estudios Internacionales da Universidad de Chile, <span>apresenta a democracia no Chile sob a perspectiva da imprensa e da justiça. O professor </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, <span>discorre sobre a construção democrática no Brasil nos anos recentes e as implicações sobre corrupção, crime organizado, violência e Estado de Direito.</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<h3></h3>
<h3>Programação</h3>
<h3>Dia 03</h3>
<p><strong>Mesa de abertura:</strong></p>
<p><strong>Qualidade da democracia: questões teóricas e implicações empíricas</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-alvaro-moises">José Álvaro</a><span>: Brasil, 25 anos de democracia – balanço crítico: políticas públicas, instituições, sociedade civil e cultura política<br /></span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gabriela-ippolito-odonell">Gabriela O’Donell</a><span>:  Movimento social, sociedade civil e democracia na Argentina<br /></span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-madge-huneeus">Carlos Huneeus</a><span>: Democracia no Chile: imprensa e justiça<br /></span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/traciel-v-reid">Traciel Reid</a><span> (CHASS-NC): A agenda democratizante nos Estados Unidos.</span></p>
<p><strong>Mesa 2: Justiça e democracia</strong></p>
<p><strong> </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/rsmoogvita20130220155539.pdf">Robert Moog</a><span> (CHASS-NC): A democratização do sistema judiciário: o caso de Índia<br /></span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-tereza-aina-sadek">Maria Tereza Sadek</a><span> (FD-USP): Acesso à justiça e democracia no Brasil<br /></span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luciana-gross-cunha">Luciana Gross Cunha</a><span> (FD-FGV): Instituições do estado democrático de direito e desenvolvimento político e social</span></p>
<h3><strong>Dia 04</strong></h3>
<p><strong>Mesa 3: Estado de direito, Segurança Pública, Direitos Humanos e Democracia</strong></p>
<p><strong> </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/emmanuel-silva-nunes-de-oliveira-junior" class="external-link">Emmanuel Nunes</a><span> (NUPPs-USP): Democracia e políticas públicas de segurança no Brasil: instituições políticas, contextos urbanos e indivíduos.<br /></span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu">Sérgio Adorno</a><span> (DS-USP): Democracia em construção no Brasil contemporâneo: corrupção, crime organizado, violência e as novas rota para o Estado de Direito<br /></span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/clifford-e-griffin">Clifford Griffin</a><span> (CHASS-NC): Reestruturação econômica, direitos humanos, segurança pública e viabilidade democrática<br /></span><span>Democracy in Progress in Contemporary Brazil: Corruption, Organized Crime, Violence and New Paths to the Rule of Law</span></p>
<p><strong>Reunião de Trabalho</strong></p>
<hr />
<p><strong><i><i>Seminário internacional qualidade da democracia: agentes, instituições e políticas públicas</i><span> </span></i></strong><br /><i>Dias 03 e 04 de dezembro, das 9h às 17h<br />Sala de Eventos do IEA. Rua da Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5° andar, Butantã, São Paulo.<br />Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">internet</a>.<br /><i>Informações: Cláudia Tavares (<a href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>), </i><i>telefone </i><i>(11) 3091-1686</i><br />Ficha do evento:</i> <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-internacional-qualidade-da-democracia-agentes-instituicoes-e-politicas-publicas" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/seminario-internacional-qualidade-da-democracia-agentes-instituicoes-e-politicas-publicas</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Justiça</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-09T15:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/saude-mental">
    <title>Saúde Mental, Imigração e Interculturalidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/saude-mental</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>HUMILDADE CULTURAL NUM BAIRRO MULTICULTURAL: NOVAS ABORDAGENS E METODOLOGIAS</p>
<p>Muitos estudos sobre imigração focalizam nas experiências de recém-chegados sem um contexto multicultural. Porém, os imigrantes que chegam ao Brasil nunca residem em comunidades fechadas. Pelo contrário, mesmo os territórios de São Paulo conhecidos como bairros judaicos, coreanos, japoneses ou italianos, sempre foram multiculturais e com a maioria dos habitantes nascida no Brasil. Esta aula, liderada por Jeffrey Lesser e Emily Pingel da Universidade Emory nos EUA e da USP, terá três componentes, conforme a programação.</p>
<p><strong>É necessário leitura prévia de dois textos no link: <a class="external-link" href="https://bit.ly/2VHXHme">https://bit.ly/2VHXHme</a>:</strong></p>
<p><strong>Coordenação: </strong>Sylvia Dantas</p>
<p><strong>Vice-Coordenação: </strong>Débora Galvani</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>imigração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-05-29T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados-e-as-eleicoes-2024">
    <title>Revista Estudos Avançados aponta prioridades para próxima gestão da cidade de São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados-e-as-eleicoes-2024</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n111/"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-111" alt="Capa da revista Estudos Avançados 111" class="image-right" title="Capa da revista Estudos Avançados 111" /></a>Em meio à campanha eleitoral para as eleições municipais deste ano, quando se espera que os candidatos apresentem uma agenda propositiva, a revista <a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link">Estudos Avançados</a> traz em sua <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n111/">edição 111</a> [veja o <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/nova-edicao-da-revista-estudos-avancados#sumario" class="external-link">sumário</a> abaixo] um amplo leque de análises e propostas sobre os principais problemas da cidade de São Paulo, de forma a contribuir com o debate público sobre as prioridades a serem enfrentadas pela próxima gestão do município.</p>
<p class="MsoNormal">O editor da publicação, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>, frisa que, numa cidade onde se estabelecem complexas redes de relações sociais e institucionais, "o principal desafio à governança reside justamente em promover desenvolvimento sustentável com equidade e justiça social, com respeito ao ambiente, com participação dos mais distintos grupos sociais na tomada de decisões que afetam a vida de maior número de pessoas e com promoção da cultura de respeito aos direitos humanos".</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Versões online<br />e impressa<br /> da edição</i></h3>
<p><i>Os artigos da versão online integral da edição 111 da revista Estudos Avançados podem ser baixados gratuitamente na <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n111/">Scientific Eletronic Library Online (SciELO)</a>. A versão impressa estará disponível em meados de setembro, ao preço de R$ 40,00. Os interessados em comprar/reservar um exemplar ou fazer uma assinatura anual (três edições por R$ 100,00) devem enviar mensagem para <a class="mail-link" href="mailto:estavan@usp.br">estavan@usp.br</a>.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="MsoNormal">Esses desafios orientaram a composição do dossiê "Eleições Municipais em São Paulo: Problemas e Desafios", com 15 artigos de autoria de 40 pesquisadores de diversas instituições em áreas como urbanismo, saúde pública, educação, sociologia, economia, administração e gestão de políticas públicas.</p>
<p class="MsoNormal">Um fator fundamental para que as demandas da população paulistana sejam atendidas - desde que as decisões políticas sejam tomadas e os procedimentos estabelecidos - é a destinação adequada dos recursos orçamentários.  Essa é a preocupação do artigo que abre o dossiê: a “Governança do Orçamento de São Paulo Revisitada pós 2014 – Da Escassez à Sobra de Recursos”, de Ursula Dias Peres, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each) da USP.</p>
<p class="MsoNormal">Ela defende “a necessidade de maior pressão e controle” para o uso eficaz dos recursos orçamentários. Isso é importante, segundo ela, para que não se repita o ocorrido entre 2018 e 2022, quando um conjunto de fatores levou ao acúmulo de saldo em caixa de mais de R$ 20 bilhões, que “ficaram parados, apesar das demandas não atendidas da população”.</p>
<p class="MsoNormal">O trabalho é resultado da análise de um conjunto de dados de receitas, despesas e estrutura de pessoal, coletados para o período de 2003 e 2023, além de entrevistas com atores-chave da governança orçamentária. Peres explica os fatores que levaram ao superavit do município e indica os caminhos para que a governança do orçamento paulistano deixe de ser caracterizada por um “aumento importante na discricionariedade política do chefe do Executivo”.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Segurança, saúde e educação</strong></p>
<p class="MsoNormal">Recente <a class="external-link" href="https://media.folha.uol.com.br/datafolha/2024/08/26/sjyawxgnru8ey8wqcfznc6lnc3yl-zuzv5qvwqk8-bc.pdf">pesquisa do Datafolha</a> indica que 20% dos paulistanos apontam a segurança como sua principal preocupação, com saúde e educação aparecendo empatadas em segundo lugar, citadas como principal problema por 18% da amostra consultada. A relevância assumida pela segurança com tema nas eleições paulistanas é contemplada pelo dossiê em artigo de quatro pesquisadores do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Eles refletem sobre o deslocamento dessa agenda, “transferida de uma pauta predominante estadual para parte central das estratégias eleitorais à prefeitura da cidade”.</p>
<p class="MsoNormal">A hipótese desenvolvida pelos pesquisadores é que os homicídios gozaram do status de “principal problema de segurança pública da cidade entre anos 1990 e 2000”, contudo “há uma mudança de cenário com sua redução. A centralidade passou a ser a cracolândia e o intensivo aumento dos crimes patrimoniais, sobretudo os furtos e roubos de celular. Fatores que levaram à “construção de um cenário agudo de medo e insegurança na população paulistana”.</p>
<p class="MsoNormal">No entanto, eles alertam que “decifrar a esfinge da segurança pública” na cidade de São Paulo e em outros municípios do país “ainda é um desafio arriscado e violento para parcelas significativas da população, ainda mais em um tempo social de ‘guerra cultural’”. A incógnita decorre da dúvida de se “o novo protagonismo dos municípios na segurança pública será acompanhado por reformas na arquitetura institucional e nas culturas organizacionais das forças de segurança pública e/ou se é só uma forma de dissipar demandas e pressões sociais por justiça social, prevenção da violência e cidadania”.</p>
<p class="MsoNormal">Os desafios da saúde pública são o tema de artigo de seis pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. Eles consideram que a multiplicidade de prestadores de serviços de saúde que atuam sob contrato com a gestão municipal gera dificuldades nos processos de regulação estatal. “É imperativo aprimorar tais processos regulatórios da relação público-privada para garantir a intencionalidade e o controle público do sistema de saúde”, afirmam.</p>
<p class="MsoNormal">Os autores defendem também o reforço das estruturas de governança, especialmente em relação ao governo estadual, que tem, ao contrário do que ocorre na maioria dos estados brasileiros, uma “capacidade instalada de serviços de saúde numerosa e estratégica”.</p>
<p class="MsoNormal">Fechando a trinca das principais preocupações dos paulistanos, a questão educacional na cidade é abordada a partir dos desafios para o munícipio e o estado decorrentes da relação entre o envelhecimento da população e a educação de jovens e adultos (EJA). O artigo de Marcelo Dante Pereira, da Rede Municipal de Ensino, e Maria Clara Di Pierro, professora sênior da Faculdade de Educação da USP, é fruto de um diagnóstico demográfico e educacional da população idosa do município e um estudo de caso comparativo nas redes estadual e municipal de educação da cidade.</p>
<p class="MsoNormal">Os autores elencam quatro recomendações para a futura gestão da cidade. A primeira delas é fortalecimento da oferta pública de EJA para atender a demanda potencial de idosos com baixa escolaridade, especialmente na periferia. Essa oferta deve ser acompanhada de processos de orientação para a adaptação escolar das pessoas idosas, que sentem muitos impactos ao retornar à EJA. A terceira recomendação é para que as redes de ensino busquem apoio técnico consultivo para a elaboração de orientações normativas e para a realização de formações continuadas com temáticas que tratem da superação do ageísmo e da promoção de práticas educacionais com pessoas idosas.</p>
<p class="MsoNormal">Finalmente, recomendam a produção de políticas intersetoriais envolvendo as secretarias de Educação e outras, estaduais e municipais, e os Conselhos Estaduais e Municipais da Pessoa idosa, de forma a favorecer a busca ativa por pessoas idosas com baixa escolaridade, além de incluir a temática do envelhecimento nas formações continuadas de docentes e técnicos.</p>
<p class="MsoNormal"><span><strong>Emprego e mobilidade</strong></span></p>
<p class="MsoNormal">Apesar da recente redução no índice de desemprego, a oferta de trabalho e sua qualidade permanecem uma preocupação relevante para parte importante dos paulistanos, sobretudo diante das transformações econômicas da cidade. Essas questões estão presentes em análise do mercado de trabalho no município na última década por pesquisadores do Instituto de Estudos Brasileiros da USP, Cebrap e UFABC. Eles destacam como as tendências de força de trabalho, desocupação, padrão ocupacional e rendimento se refletem sobre a desigualdade de renda e a pobreza.</p>
<p class="MsoNormal">O texto discute o período recente, com base nos dados de 2012 a 2023 da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), do IBGE. São abordadas as principais convergências e divergências em termos de polarização ocupacional, distribuição de renda e pobreza nos cenários paulistano e nacional, apresentando também algumas dinâmicas relativas à interseccionalidade de raça e gênero.</p>
<p class="MsoNormal">Segundo os pesquisadores, tudo indica que o mercado de trabalho paulistano tende a se tornar mais desigual e polarizado, diminuindo seu papel de núcleo das transformações sociais do país, “mesmo quando combinava ‘crescimento e pobreza’”. Diante desse cenário, apontam dois vetores estratégicos para novas oportunidades: incorporar a inclusão social como meta, inclusive pela sua capacidade geradora de empregos e de renda, por meio da expansão das políticas públicas (saúde, educação e assistência social); e apostar em novos conglomerados produtivos, fundados na alta produtividade e no potencial de emprego, tendo em vista o ainda existente diferencial da cidade no plano nacional”.</p>
<p class="MsoNormal">“Essas ações de liderança tecnológica em novos setores e segmentos – num contexto de “nova industrialização” tal como propugnado pelo governo federal – poderiam ser desenvolvidas inclusive no sentido de reverter a atual hierarquia espacial da cidade”, concluem.</p>
<p class="MsoNormal">Associados em grande parte à questão do mercado de trabalho estão os problemas de mobilidade na cidade, onde grande parte da população mora longe dos locais de trabalho. “Não são poucos os problemas econômicos, políticos, sociais afeitos aos transportes e mobilidade urbana que estarão à espera do próximo prefeito eleito da cidade de São Paulo, e vão exigir coragem para inovar”, afirmam os três pesquisadores da UFABC na sinopse de seu texto sobre as transformações necessárias da mobilidade urbana paulistana.</p>
<p class="MsoNormal">Eles consideram essencial a implementação de uma “política heterodoxa” para transformar o cenário atual da mobilidade urbana em São Paulo. Entre as mudanças que defendem, destacam “as mais abrangentes e sistêmicas, propostas pela coalizão Mobilidade Triplo Zero – tarifa zero, zero emissão e zero morte no trânsito”.  Os pesquisadores citam outra proposta da coalização: a criação de um Sistema Único de Mobilidade (SUM), com gestão interfederativa, fundamentado em princípios como equidade, acessibilidade e sustentabilidade.</p>
<p class="MsoNormal">Eles defendem também o “rompimento efetivo com o modelo tarifários dos transportes coletivos, já inovado no município de São Paulo com a Tarifa Zero”.  Associam essa ação com a urgência de repensar o financiamento do setor, “considerando a distribuição justa de recursos e superando desafios políticos e tecnológicos para alcançar uma mobilidade mais justa e sustentável”.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Habitação e zoneamento</strong></p>
<p class="MsoNormal">Nabil Bonduki, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, ex-vereador e ex-secretário de Cultura da cidade de São Paulo, é o autor do artigo “O Adensamento Populacional É Necessário, mas Verticalização Precisa Ter Limites e Respeitar a Memória e o Ambiente de São Paulo. O texto reflete sobre a regulação do uso e ocupação do solo em São Paulo, tendo como referência as diretrizes do Plano Diretor Estratégico e a implementação dos instrumentos previstos por ele, além da necessidade de ajuste da legislação complementar.</p>
<p class="MsoNormal">O artigo procura mostra que o adensamento populacional de São Paulo é absolutamente necessário para dar conta das necessidades habitacionais atuais e futura da Região Metropolitana, mas que a verticalização e as transformações imobiliárias indispensáveis para alojar mais gente no mesmo espaço precisam ter limites e não podem destruir referências culturais, ambientais e urbanas da cidade.</p>
<p class="MsoNormal">Outros artigos do dossiê sobre uso e ocupação do solo da cidade discutem a gestão de instrumentos de planejamento territorial a partir da ideia de projeto urbano como novo patamar da prevalência do zoneamento, a predominância de um urbanismo corporativo em detrimento de outro redistributivo e cooperativo e o papel da urbanização na história e suas transformações contemporâneas.</p>
<p class="MsoNormal">O dossiê se completa com trabalhos sobre sustentabilidade, redução de desigualdades, com redução das desigualdades, a situação financeira dos idosos, a desestatização do Vale do Anhangabaú e os padrões da distribuição espacial dos votos para vereadores paulistanos nas eleições de 2020.</p>
<h3><strong>Impactos da Inteligência artificial</strong></h3>
<p class="MsoNormal">O segundo conjunto de textos traz cinco dos trabalhos apresentados no 1º Seminário Internacional Inteligência Artificial: Democracia e Impactos Sociais, realizado pelo Centro de Inteligência Artificial, parceria da USP com a Fapesp e a IBM. Um dos artigos apresenta ferramentas desenvolvidas por pesquisadores e profissionais de computação, engenharia e matemática para o processamento de documentos políticos públicos para tornar as informações mais acessíveis aos cidadãos.</p>
<p class="MsoNormal">Em outro trabalho, de autoria de pesquisadores de computação e direito, é proposto um caminho para um novo paradigma de uso justo e ético da inteligência artificial (IA) na moderação de conteúdo na internet, e no qual o Estado e as plataformas têm papel relevante. Segundo os autores, esse caminho passa pela adoção de IA explicável associada a critérios transparentes e legítimos definidos pela sociedade.</p>
<p class="MsoNormal">Três profissionais especialistas em ciência da computação apresentam em seu artigo um projeto destinado a revisar várias bases de dados de treinamento e testes com o propósito de mitigar e minorar os vieses pessoais em um modelo multimodal de classificação de categorias urbano-sociais. Na fundamentação do projeto, eles se valeram de referenciais teóricos da linguística discursiva, da construção da moralidade e das abordagens analíticas sobre viés/variância. Isso permitiu, afirmam, que o trabalho pudesse atingir assertivamente o objetivo da mitigação de bias, o qual, "mesmo sendo uma tarefa laboriosa, é de pauta algorítmica-social para manter a pluralidade e robustez em dados públicos".</p>
<p class="MsoNormal">A partir de estudos da recente promoção dos Big Data e da IA para a produção de estatísticas oficiais das Nações Unidas, dois pesquisadores da UFC apresentam em seu texto uma análise de algumas transformações nas estatísticas públicas produzidas pelos institutos nacionais de estatística pelo mundo. A análise deu-se por meio de pesquisa empírica fundamentada em contribuições teóricas da sociologia da quantificação e dos estudos de ciência e tecnologia.</p>
<p>O uso da IA no setor privado também é abordado pelo conjunto de textos. Pesquisadores da área de administração examinam as decisões tomadas ou apoiadas pela IA em organizações. O artigo resume uma pesquisa com base em dados secundários, analisando 128 casos de uso da IA buscando entender como ela tem contribuído na tomada de decisões organizacionais. De acordo com os autores, foi possível identificar maior representatividade de adoção da IA nas áreas de operações e marketing, predominantemente no nível de decisão operacional e como apoio às tomadas de decisão.</p>
<h3><a name="sumario"></a>Sumário de Estudos Avançados 111</h3>
<div id="_mcePaste"><strong>Eleições Municipais em São Paulo: P</strong><strong>roblemas e Desafios</strong></div>
<ul>
<li>Governança do Orçamento de São Paulo Revisitada pós 2014. Da Escassez à Sobra de Recursos - <i>Ursula Dias Peres</i></li>
<li>Desafios na Gestão Municipal do Sistema Único de Saúde no Município de São Paulo - <i>Aylene Bousquat et al.</i></li>
<li>Polarização, Desigualdade e Pobreza: Dilemas e Desafios do Mercado de Trabalho na Cidade de São Paulo - <i>Alexandre de Freitas Barbosa, Ian Prates, Ângela Cristina Tepassê e Levi Cristiano Oliveira</i></li>
<li>Desafios da Educação de Jovens e Adultos no Contexto do Envelhecimento da População Paulistana - <i>Marcelo Dante Pereira e Maria Clara Di Pierro</i></li>
<li>A Financeirização da Velhice e a Convergência entre Estado e Mercado - <i>Guita Grin Debert e Jorge Félix</i></li>
<li>Freio de Arrumação para a Mobilidade Urbana Paulistana - <i>Silvana Zioni, Thiago Von Zeidler Gomes e Priscila da Mota Moraes</i></li>
<li>O Adensamento Populacional é Necessário, mas Verticalização Precisa Ter Limites e Respeitar a Memória e o Ambiente de São Paulo - <i>Nabil Bonduki</i></li>
<li>A Metrópole Paulistana no Século 21: Gestão de Instrumentos Urbanísticos e Desafios de Aproximação do Território - <i>Sarah Feldman</i></li>
<li>São Paulo Metrópole: Sustentabilidade com Redução das Desigualdades, um Processo Unitário - <i>Claudio Salvadori Dedecca e Cassiano José Bezerra Marques Trovão</i></li>
<li>Urbanismo Corporativo / Urbanismo Cooperativo: uma Gestão Responsável em São Paulo é Possível? - <i>Nadia Somekh, Bruna Fregonezi e Guilherme Del’Arco</i></li>
<li>A Economia Política da Urbanização: uma Reinterpretação à Luz das Eleições Municipais - <i>Ricardo Carlos Gaspar</i></li>
<li>Percepção Crítica sobre a Desestatização do Vale do Anhangabaú a partir de 2021 - <i>André Biselli Sauaia e Anália Amorim</i></li>
<li>Medo, Violência e Política na Cidade de São Paulo: A Quem Cabe Decifrar a Esfinge da Segurança Pública? - <i>Renato Sérgio de Lima, Guaracy Mingardi, David Marques e Thais Carvalho</i></li>
<li>Desafios da Gestão Municipal para Redução das Desigualdades na Cidade de São Paulo - <i>Jorge Abrahão e Igor Pantoja</i></li>
<li>Padrões Espaciais de Votação nas Eleições para a Câmara Municipal de São Paulo: Um Estudo a partir das Eleições de 2020 - <i>Lucas Gelape, Joyce Luz e Débora Thomé</i></li>
</ul>
<p id="content"><strong>Inteligência Artificial: Democracia e Impactos Sociais</strong></p>
<ul>
<li>Tomada de Decisão nas Organizações: O Que Muda com a Inteligência Artificial? - <i>Abraham Sin Oih Yu et al</i>.</li>
<li>Estatísticas Públicas, Big Data e Inteligência Artificial: O caso da Plataforma Global da ONU - <i>Oscar Arruda d’Alva e Edemilson Paraná</i></li>
<li>Mitigação de Viés de Datasets Multimodais em um Classificador de Categorias Urbano-Sociais - <i>Luciano C. Lugli, Daniel Abujabra Merege e Rafael Pillon Almeida</i></li>
<li>Inteligência Artificial Explicável para Atenuar a falta de Transparência e a Legitimidade na Moderação da Internet - <i>Thomas Palmeira Ferraz et al</i>.</li>
<li>Democracia Aumentada: Inteligência Artificial como Ferramenta de Combate à Desinformação - <i>Alexandre Alcoforado et al.</i></li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades inteligentes</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Administração Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-08-29T11:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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