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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 11 to 25.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/copy_of_jornada-biota-sintese">
    <title>Jornada Biota Síntese (Segunda Reunião)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/copy_of_jornada-biota-sintese</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Visando atender o tempo político acordado a coordenação do Síntese decidiu por uma dinâmica de pré-Síntese, um simulado mais rápido da metodologia “clássica” dos processos de Síntese Científica. A pré-Síntese terá duas ou três reuniões presenciais. A primeira reunião foi realizada no IEA/USP nos dias 2 e 3 de maio de 2022.</p>
<p>Os objetivos da pré-Síntese como um todo e da primeira reunião em específico, incluem:</p>
<ul>
<li>Testar a primeira fase do processo de síntese (reunião 1: download, colheita e priorização de sugestões, discussão e encaminhamento) com uma dinâmica que abrange as seguintes fases: chegança, combinados, download, colheita individual de sugestões, mapa coletivo de sugestões, priorização, discussão e planejamento em grupo, reagrupamento, plenária de discussão conjunta e encaminhamento;</li>
<li>Dar o primeiro passo para atender a demanda específica da SIMA/Tani quanto ao eixo 4 do PAC-SP 2050: fundamentação e plano estratégico da restauração de 1.5Mha de vegetação nativa em SP até 2050, visando término do processo em final de junho de 2022</li>
<li>Coletar as informações e os materiais necessários para que um grupo de modelagem e pesquisa, formado por voluntários e/ou pesquisadores do Síntese façam análises e complementações visando a próxima etapa da pré-Síntese, prevista com intervalo de 3 a 4 semanas.</li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento interno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-04-13T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/150-anos-descent-of-man">
    <title>Os 150 Anos da Outra Grande Obra de Darwin</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/150-anos-descent-of-man</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/a-origem-das-especies-2/" class="external-link"><span class="external-link"><i>A Origem das Espécies</i></span></a> é tida, por muitos, como a contribuição definitiva de Darwin à teoria da evolução. Costumam chamá-la de “<i>O grande livro de Charles Darwin</i>”, sem conferir maior importância a outras de suas obras. Daí um constrangedor silêncio sobre os 150 anos de <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/the-descent-of-man-1/" class="external-link"><span class="external-link"><i>The Descent of Man</i></span></a>.</p>
<p>É verdade que tamanho absurdo foi ligeiramente amenizado. Por exemplo, em fevereiro, pela abrangente coletânea <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/a-most-interesting-problem/" class="external-link"><span class="external-link"><i>A Most Interesting Problem</i> – <i>What Darwin’s Descent of Man got right and wrong about human evolution</i></span><span class="external-link"> </span></a><a class="external-link" href="https://press.princeton.edu/books/hardcover/9780691191140/a-most-interesting-problem">,</a> editada por Jeremy M. DeSilva, com introdução da grande especialista Janet Browne (Princeton U.P., 2021)</p>
<p>Também é fato que, no dia 15 de julho, uma mesa no congresso virtual da <a class="external-link" href="https://www.ishpssb.org/">ISHPSSB - <i>International Society for the History, Philosophy and Social Studies of Biology</i></a> –, organizada pelo filósofo das ciências francês Thierry Hoquet, mostrou o quanto <b><i>The Descent</i></b> é parte essencial da teoria darwiniana.</p>
<p>Para não deixar que tão importante efeméride passe em branco no Brasil, o IEA programou uma conversa entre alguns docentes que se dedicam - há muito - à história, à filosofia e ao ensino das ciências da vida.</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lilian-al-chueyr-pereira-martins" class="external-link">Lilian Al-Chueyr Pereira Martins</a> <span style="text-align: justify; ">(FFCLRP-USP)</span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nelio-marco-vincenzo-bizzo" class="external-link">Nelio Bizzo</a> (FE-USP/UNIFESP)</p>
<p><b>Moderação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marie-elice-brzezinski" class="external-link">Maria Elice de Brzezinski Prestes</a> (IB-USP)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evolução humana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-10-05T18:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/pesquisa-biologica-na-antartida">
    <title>Pesquisa Biológica na Antártida: Vale a Pena?</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/pesquisa-biologica-na-antartida</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Pesquisador que já participou ativamente de oito expedições em campo na Antártida e coordenou mais algumas descreverá sucintamente o programa antártico brasileiro, com suas características únicas, assim como restrições e problemas oriundos do desenho adotado pelo país. A partir de sua experiência e de seus colegas, ele mostrará os prós e contras na atividade de pesquisa dentro do PROANTAR.</p>
<p><strong>Palestrante:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-roberto-machado-cunha" class="external-link">José Roberto Machado Cunha da Silva</a> (ICB/USP)</p>
<p><strong>Mediador:</strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gildo-magalhaes-dos-santos" class="external-link">Gildo Magalhães</a> (CHC e IEA/USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-10-04T11:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-on-line-aborda-o-papel-de-estados-liquidos-da-materia-na-organizacao-de-celulas-vivas">
    <title>Conferência on-line aborda o papel de estados líquidos da matéria na organização de células vivas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-on-line-aborda-o-papel-de-estados-liquidos-da-materia-na-organizacao-de-celulas-vivas</link>
    <description>Evento é promovido pelo Departamento de Física da FFCLRP-USP e pela Sociedade Brasileira de Biofísica, com apoio do IEA-RP</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/eventoCliff.png/@@images/47111bee-0cd0-4fc7-9654-2a8a778c0a1b.png" alt="" class="image-left" title="" />O </span><a href="https://www.ffclrp.usp.br/departamentos/df/" target="_blank"><span>Departamento de Física</span></a><span> da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP promove no dia <strong>26 de maio</strong>, a partir das <strong>10h</strong>, a conferência on-line <strong>Forward and Reverse Engineering Liquid States of Matter in Living Cells</strong>.</span></p>
<p dir="ltr">A participação é gratuita e a inscrição. A transmissão deve ser feita <a class="external-link" href="https://zoom.us/webinar/register/WN_GJ5QUF8dRFWeU5xapUjGfQ">por este link</a>.</p>
<p dir="ltr"><span>O evento tem como objetivo discutir o papel de transições de fase líquido-líquido no meio intracelular, em particular na organização do conteúdo de células vivas. O palestrante, o pesquisador do Howard Hughes Medical Institute e da Universidade de Princeton Clifford Brangwynne, e seu grupo têm estudado como a separação de fase líquido-líquido é responsável pela montagem de organelas intracelulares sem membranas e envolvendo RNA e condensados ricos em proteínas. O estado da arte sobre o tema e as possibilidades futuras também serão discutidos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Clifford Brangwynne é graduado em Ciência dos Materiais pela Carnegie Mellon University e doutor em Física Aplicada pela Harvard University. Suas principais áreas de pesquisa são em automontagem biológica, particularmente no papel da separação de fases líquido-líquido no interior das células. Ele já recebeu diversos prêmios internacionais, entre eles o Searle Scholar Award, o Macarthur Fellowship, o Wiley Prize e o HFSP Nakasone Award. Atualmente é pesquisador no Howard Hughes Medical Institute.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento tem o apoio do </span><a href="http://www.sites.usp.br/iearp" target="_blank"><span>Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações: <a href="mailto:seminarios-famb@usp.br" target="_blank">seminarios-famb@usp.br</a>.</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
<p><strong>Forward and Reverse Engineering Liquid States of Matter in Living Cells</strong><br /><i>26 de maio, 10h<br /><a class="external-link" href="https://zoom.us/webinar/register/WN_GJ5QUF8dRFWeU5xapUjGfQ">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/forward-and-reverse-engineering-liquid-states-of-matter-in-living-cells" class="external-link">Página do evento</a><br /></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Física</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-05-04T14:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/forward-and-reverse-engineering-liquid-states-of-matter-in-living-cells">
    <title>Forward and Reverse Engineering Liquid States of Matter in Living Cells</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/forward-and-reverse-engineering-liquid-states-of-matter-in-living-cells</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento tem como objetivo discutir o papel de transições de fase líquido-líquido no meio intracelular, em particular na organização do conteúdo de células vivas. O palestrante, o pesquisador do Howard Hughes Medical Institute e da Universidade de Princeton Clifford Brangwynne, e seu grupo têm estudado como a separação de fase líquido-líquido é responsável pela montagem de organelas intracelulares sem membranas e envolvendo RNA e condensados ricos em proteínas. O estado da arte sobre o tema e as possibilidades futuras também serão discutidos.</p>
<p><strong>Debatedor</strong></p>
<p>Clifford Brangwynne (Howard Hughes Medical Institute)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Física</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-04-29T03:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/fapesp-aprova-projeto-biota-sintese-com-sede-no-iea">
    <title>Fapesp aprova projeto Biota Síntese, com sede no IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/fapesp-aprova-projeto-biota-sintese-com-sede-no-iea</link>
    <description>O ecólogo Jean Paul Metzger será o responsável pelo projeto.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:180px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jean-paul-walter-metzger-1/image" alt="Jean Paul Walter Metzger" title="Jean Paul Walter Metzger" height="180" width="180" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:180px;">O ecólogo Jean Paul Metzger</dd>
</dl>A partir de 2021, o IEA será sede do Biota Síntese, um Núcleo de Análise e Síntese de Soluções Baseadas na Natureza. O projeto é <a class="external-link" href="https://fapesp.br/14690/fapesp-divulga-resultados-da-chamada-ciencia-para-o-desenvolvimento">um dos 12 aprovados da chamada Ciência para o Desenvolvimento</a>, lançada pela Fapesp ainda em 2019 e divulgada no dia 22 de dezembro deste ano.<br /><br />O Biota Síntese mobilizará 27 instituições parceiras na análise e síntese de soluções baseadas na natureza, para dar respostas a desafios da agricultura sustentável, segurança hídrica e controle de zoonoses.<br /><br />O ecólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jean-paul-walter-metzger" class="external-link">Jean Paul Metzger</a> será o responsável pelo projeto no IEA. Metzger já é coordenador do Grupo de Pesquisa Serviço dos Ecossistemas do IEA.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Fapesp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-12-23T12:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/biodiversidade-sem-fronteiras">
    <title>Conferência apresentará infraestrutura internacional de rede e pesquisa sobre biodiversidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/biodiversidade-sem-fronteiras</link>
    <description>"Informações sobre Biodiversidade sem Fronteiras: Aproveitando o Big Data para o Desenvolvimento Sustentável" é o tema da conferência de Tim Hirsch, da Global Biodiversity Information Facility (GBIF), no dia 6 de março, às 10h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:550px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/borboleta-neptis-sappho/image" alt="Borboleta Neptis sappho" title="Borboleta Neptis sappho" height="367" width="550" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:550px;">Borboleta Neptis sappho observada na China em  23 de outubro de 2019; foto publicada no site iNaturalist.org e referenciada na GBIF</dd>
</dl>Tim Hirsch, da <a class="external-link" href="https://www.gbif.org/" target="_blank">Global Biodiversity Information Facility</a> (GBIF), faz no <strong>dia 6 de março, às 10h</strong>, a conferência <i>Informações sobre Biodiversidade sem Fronteiras: Aproveitando o Big Data para o Desenvolvimento Sustentável.</i></p>
<p>O evento é gratuito e aberto ao público, mas requer <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSccwkk4jmano-icDn1hEghiPotyFNvHJurS_J551sVZVhHZtQ/viewform" target="_blank">inscrição prévia online</a> para acompanhá-lo presencialmente, na Sala Alfredo Bosi do IEA. Para assistir à transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever.</p>
<p><strong>Acesso aberto</strong></p>
<p>Financiada por universidades, agências e outros órgãos governamentais de 31 países, a GIBF é uma infraestrutura internacional de rede e pesquisa destinada a fornecer a qualquer pessoa, em qualquer lugar, acesso aberto a dados sobre todos os tipos de vida na Terra.</p>
<div id="parent-fieldname-text-98003deb0e5e44c4aab52fcf3ed70439">
<p>Hirsch falará sobre a estrutura e ferramentas da GBIF e sobre os dados que ela gerencia. Também tratará da relevância dos dados agregados da biodiversidade aberta para pesquisas relacionadas às mudanças climáticas (por exemplo, adaptação às mudanças projetadas na distribuição de espécies), segurança alimentar (por exemplo, distribuição de parentes selvagens das culturas) e saúde humana (por exemplo, modelagem do risco de doenças com base em vetores de doenças de insetos e reservatórios de vírus em mamíferos).</p>
<p>O evento é organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/saude-planetaria-uma-abordagem-transdisciplinar-para-a-sustentabilidade-do-planeta-integrada-a-saude-humana/integrantes" class="external-link">Grupo de Estudos Saúde Planetária: Uma Abordagem Transdisciplinar para a Sustentabilidade do Planeta Integrada à Saúde Humana</a>. A coordenação será de  <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/antonio-mauro-saraiva" class="external-link">Antonio Mauro Saraiva</a>, coordenador do grupo.</p>
<p><i><i> </i></i></p>
<hr />
</div>
<div id="parent-fieldname-text-98003deb0e5e44c4aab52fcf3ed70439"><i><i> <strong>Informações sobre Biodiversidade sem Fronteiras:<br /></strong></i></i><i><i><strong>Aproveitando o Big Data para o Desenvolvimento Sustentável</strong><br /></i></i><i>6 de março, 10h<br /></i><i>Local: Sala Alfredo Bosi, IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, mediante </i><i><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSccwkk4jmano-icDn1hEghiPotyFNvHJurS_J551sVZVhHZtQ/viewform" target="_blank">inscrição prévia online<br /></a></i><i>Haverá <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a> pela internet (sem necessidade de inscrição para assistir)<br /></i><i>Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/biodiversidade-sem-fronteiras" class="external-link">Página do evento</a></i></div>
<div></div>
<div style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="external-link" href="https://www.gbif.org/occurrence/2445092348">benanna/iNaturalist.org</a></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Big Data</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Planetária: Uma Abordagem Transdisciplinar para a Sustentabilidade do Planeta Integrada à Saúde Humana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-02-27T15:57:23Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/perspectives-on-origin-of-life-13-de-novembro-de-2019">
    <title>Perspectives on Origin of Life - 13 de novembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/perspectives-on-origin-of-life-13-de-novembro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Clara Gomes Borges</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Química</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-01-27T15:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/origin-of-life">
    <title>Perspectives on Origin of Life </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/origin-of-life</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; ">Este</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">evento</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">busca</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">trazer</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">discussões</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">sobre</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">abordagens</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">na</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">busca</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">de</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">respostas</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">para</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">uma das principais questões científicas ainda não respondidas: a origem da vida. </span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">As palestras</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">são apresentadas por temas de destaque na área, que envolvem a combinação de resultados empíricos e considerável trabalho teórico. O evento pretende promover o debate com a comunidade acadêmica de modo a atrair a atenção para os estudos da origem da vida. </span></p>
<p><span style="text-align: justify; ">Estes estudos</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">são</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">ainda</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">trabalhados</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">em</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">pouquíssimos</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">grupos</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">no</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">país,</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">apesar</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">de</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">poder</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">ser</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">abordado dentro de diversos grupos de pesquisas já existentes. Será, portanto, enfatizado o caráter transdisciplinar</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">que</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">o</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">estudo</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">exige,</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">trazendo</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">pesquisadores</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">e</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">perspectivas</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">de</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">diversas</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">áreas.</span><span style="text-align: justify; "> </span></p>
<p><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">O workshop</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">terá</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">início</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">com</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">discussões</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">sobre</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">a</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">química</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">prebiótica,</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">a</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">abordagem</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">originada</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">com as hipóteses da chamada ‘sopa primordial’, no início do século XX, e se desenvolve desde então.</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">Em</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">seguida,</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">serão</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">apresentadas</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">palestras</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">sobre</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">as</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">hipóteses</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">das</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">fontes</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">hidrotermais,</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">que são destaque atualmente por abranger a base teórica, os resultados de explorações locais e modelos experimentais. A seguir serão apresentadas discussões sobre os primeiros registros fósseis, ainda um dos principais parâmetros para as hipóteses desenvolvidas, seja nas abordagens construtivas (</span><i style="text-align: justify; ">bottom-up approach</i><span style="text-align: justify; ">) até as desconstrutivas (</span><i style="text-align: justify; ">top-down approach</i><span style="text-align: justify; ">). Por fim, se encerrará com discussões sobre bioassinaturas, que envolve pesquisas sobre registros</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">químicos</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">e</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">morfológicos</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">para</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">a</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">origem</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">e</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">evolução</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">da</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">vida</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">na</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">Terra</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">primitiva,</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">e</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">são importantes sinais para a busca de vida em outros</span><span style="text-align: justify; "> </span><span style="text-align: justify; ">planetas.</span></p>
<p>Iniciada em 2015, a série S<i>trategic Workshops </i>já promoveu diversos encontros em áreas estratégicas e de reconhecida excelência na Universidade de São Paulo.</p>
<p>O objetivo​ deste workshop​ é incentivar a organização da pesquisa na USP em torno desse tema estratégico, fomentando abordagens transdisciplinares e a interação entre pesquisadores de diferentes Unidades.</p>
<p><strong>Coordenação:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/douglas-galante" class="external-link">Douglas Galante</a> (LNLS/CNPEM); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hamilton-varela" class="external-link">Hamilton Varela</a> (IFSC USP) e <a class="external-link" href="http://www.io.usp.br/index.php/perfil/userprofile/vivianp">Vivian Pellizari</a> (IO USP)</p>
<p><strong>Clique</strong> <strong><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/estrategics%20workshop/" class="external-link">aqui</a> para acessar a série de fotos e vídeos Strategic Workshops.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Strategic Workshops</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ACIESP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pró-Reitoria de Pequisa da Universidade de São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Química</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-10-14T16:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/cientistas-brasileiros-reescrevem-a-historia-do-genero-humano">
    <title>Cientistas brasileiros reescrevem a história do gênero humano</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/cientistas-brasileiros-reescrevem-a-historia-do-genero-humano</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-inline captioned" style="width:900px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ABERTURA-JORUSP-3.jpg/image" alt="Abertura - Jorusp" title="Abertura - Jorusp" height="335" width="900" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:900px;">Pesquisadores escavam afloramento vertical no Vale do Zarqa, na Jordânia, em busca de artefatos e fósseis | Foto: Fabio Parenti</dd>
</dl></p>
<p><i>Por Herton Escobar - do <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/ciencias/cientistas-brasileiros-reescrevem-a-historia-do-genero-humano/">Jornal da USP</a></i></p>
<p>A <span>já complicada e sempre polêmica história da evolução humana acaba de ganhar uma nova versão, escrita por cientistas brasileiros. A espécie que teria saído da África pela primeira vez teria sido o </span><em>Homo habilis</em><span>, e não o </span><em>Homo erectus</em><span>; e isso teria acontecido 500 mil anos antes do que se pensava — o que permitiria explicar diversos mistérios relacionados à história dos hominídeos no Cáucaso, na China e na Indonésia.</span><span> </span></p>
<p>A nova narrativa, apresentada no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP), é baseada em evidências arqueológicas desenterradas pelos pesquisadores no vale do rio Zarqa, na Jordânia, próximo à capital Amã. Eles descobriram centenas de ferramentas de pedra lascada com 1,9 milhão a 2,5 milhões de anos de idade, claramente produzidas por mãos humanas.</p>
<p>O problema é que, segundo a teoria que predomina hoje sobre a evolução e dispersão do gênero <em>homo </em>(linhagem que deu origem aos seres humanos modernos), o primeiro hominídeo a deixar a África foi o <em>Homo erectus</em>, entre 2 milhões e 1,8 milhão de anos atrás. Então, quem teria produzido aquelas ferramentas no Oriente Médio, meio milhão de anos antes?</p>
<p style="text-align: center; "><dl class="image-inline captioned" style="width:700px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ferramentas-liticas-jorusp/image" alt="Ferramentas líticas - Jorusp" title="Ferramentas líticas - Jorusp" height="406" width="700" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:700px;">Fotos e desenhos de ferramentas líticas, de 2,45 milhões de anos | Foto: Fabio Parenti</dd>
</dl></p>
<p>O trabalho não chega a cravar um nome no papel, mas o pesquisador Walter Neves tem opinião convicta sobre o assunto: “Foi o <em>Homo habilis</em>”, profere ele. A datação dos artefatos jordanianos foi confirmada por três técnicas diferentes, e o <em>Homo habilis</em> era a única espécie de hominídeo (do gênero <em>h</em><em>omo</em>) que já vagava pela África naquela época, 2,5 milhões de anos atrás. Sendo assim, é o principal e único suspeito. O nome “homem habilidoso” refere-se justamente à sua associação pioneira com a produção de utensílios de pedra lascada.</p>
<p>“Acho que geramos a data precisa de saída dos hominídeos da África”, avalia Neves, professor aposentado do Instituto de Biociências da USP e pesquisador do IEA. O novo cronograma se encaixa perfeitamente — no tempo e no espaço — com o de outra descoberta recente, feita por outros estudiosos, que encontraram ferramentas líticas de 2,4 milhões de anos na Argélia, no norte da África, próximo à “porta de saída” para o Oriente Médio.</p>
<p style="text-align: center; "><dl class="image-inline captioned" style="width:700px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/pedra-lascada-jorusp/image" alt="Pedra Lascada - Jorusp" title="Pedra Lascada - Jorusp" height="367" width="700" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:700px;">Pedras lascadas coletadas na Jordânia | Foto: Cecília Bastos/USP Imagens</dd>
</dl></p>
<p>Segundo os pesquisadores, não há dúvidas sobre a idade dos artefatos da Jordânia nem sobre o fato de que eles foram produzidos por hominídeos (e não por processos naturais). “Há evidências muito claras de lascamento intencional”, disse o arqueólogo Fabio Parenti, do Departamento de Antropologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), um dos líderes da pesquisa, que escava na região desde a década de 1990. As peças são principalmente núcleos e lascas de pedra, características da chamada “indústria olduvaiensi”, que nossos ancestrais mais primitivos do gênero <em>h</em><em>omo</em> usavam para quebrar objetos e cortar as carcaças de animais dos quais se alimentavam.</p>
<p>“Não encontramos fósseis porque essa região da Jordânia não conserva bem fósseis, mas achamos as ferramentas desses hominídeos”, explica Neves. “Os resultados não poderiam ser mais convergentes.”</p>
<p>Especialista em evolução humana, e popularmente conhecido como “pai da Luzia” — por conta de seu trabalho com o fóssil mineiro que se tornou símbolo do povoamento das Américas —, Neves é um dos seis autores do trabalho que será publicado neste sábado, 6 de julho, na revista <em>Quarternary Science Reviews</em>. Ele e Parenti assinam o estudo com o geólogo Giancarlo Scardia, da Universidade Estadual Paulista (Unesp – Rio Claro), e o geoarqueólogo Astolfo Araújo, do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, além de colaboradores nos Estados Unidos e na Alemanha, que contribuíram com parte das análises.</p>
<p><iframe frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/wPakoiXaiqE" width="560"></iframe></p>
<p><span>Neves acredita que as ferramentas foram produzidas por uma população de </span><em>Homo habilis</em><span> recém-saída da África, em rota para a região do Cáucaso, onde mais tarde o </span><em>Homo habilis</em><span> daria origem ao </span><em>Homo erectus</em><span> — uma espécie maior, mais inteligente e mais moderna de hominídeo, considerada por muitos como a precursora do homem moderno (</span><em>Homo sapiens</em><span>).</span></p>
<p>Os famosos fósseis de Dmanisi, na República da Geórgia, segundo Neves, seriam de uma forma transitória de hominídeo, com características tanto de <em>Homo habilis</em> quanto de <em>Homo erectus</em>; o que explicaria a grande variabilidade morfológica dos crânios encontrados ali, com 1,8 milhão de anos de idade. Essa diversidade já é discutida há anos pela comunidade científica internacional, levando alguns pesquisadores a propor que <em>Homo erectus</em> e <em>Homo habilis</em> não eram espécies diferentes, mas, na verdade, variações de uma mesma linhagem, com uma variabilidade anatômica equivalente à que existe, ainda hoje, entre os chimpanzés.</p>
<p style="text-align: center; "><dl class="image-inline captioned" style="width:700px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Pesquisadores-JORUSP-700x367.jpg/image" alt="Pesquisadores - Jorusp" title="Pesquisadores - Jorusp" height="367" width="700" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:700px;">Pesquisadores escavam um afloramento vertical no Vale do Zarqa | Foto: Astolfo Araújo</dd>
</dl></p>
<p> </p>
<p>“Acho que nossa pesquisa vai encerrar de vez essa discussão”, disse Neves. A variabilidade dos crânios de Dmanisi, segundo ele, “é exatamente o que se esperaria de uma espécie transitória”.</p>
<p>Nesse caso, então, o <em>Homo erectus</em> teria evoluído primeiramente no Cáucaso, e só depois migrado para dentro da África, onde seus fósseis mais antigos datam, também, e só começam a aparecer por volta de 1,8 milhão de anos atrás.</p>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mapa_evolucao_JORUSP-900X303.jpg" alt="Mapa da evolução 1 - Jorusp" class="image-inline" title="Mapa da evolução 1 - Jorusp" /></th><th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mapa-da-evolucao-jorusp" alt="Mapa da evolução 2 - Jorusp" class="image-inline" title="Mapa da evolução 2 - Jorusp" /></th>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>"O grande desbravador"</strong></p>
<p>Além da diversidade de Dmanisi, uma saída precoce do <em>Homo habilis</em> da África também ajudaria a explicar a descoberta recente de artefatos de pedra lascada em Shangchen, no leste da China, com 2,1 milhões de anos — ou seja, anteriores ao <em>Homo erectus</em>. Neves acredita que elas, também, tenham sido produzidas pelo <em>Homo habilis</em> — o que significaria que o <em>Homo habilis</em> não só foi o primeiro a sair da África, como o primeiro a ocupar a Eurásia.</p>
<p>“O grande desbravador foi o <em>habilis</em>”, afirma Neves. O <em>Homo habilis</em> era bem menor do que o <em>Homo erectus</em>, tanto em estatura (1,20 m x 1,75 m) quanto em volume cerebral (650 cm3 x 850 cm3), mas já era bípede e perfeitamente capaz de caminhar longas distâncias, garante Neves.</p>
<p style="text-align: center; "><dl class="image-inline captioned" style="width:700px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/walter-neves-jorusp/image" alt="Walter Neves - Jorusp" title="Walter Neves - Jorusp" height="368" width="700" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:700px;">Walter Neves: artefatos de pedra descobertos na Jordânia indicam que nossos ancestrais podem ter deixado a África antes do que se imaginava</dd>
</dl></p>
<p>Mais audacioso ainda, ele sugere que o <em>Homo habilis</em> — e não o <em>Homo erectus</em> — foi a espécie que deu origem ao <em>Homo floresiensis</em>, um hominídeo pigmeu que viveu até bem recentemente (20 mil anos atrás) na Ilha de Flores, na Indonésia. Apelidado de Hobbit, ele tinha pouco mais de 1 metro de altura e um cérebro equivalente em tamanho ao de um chimpanzé.</p>
<p>Pesquisadores debatem há anos, intensamente, se o <em>Homo floresiensis</em> era uma espécie portadora de microcefalia ou outra malformação genética, ou apenas uma versão reduzida de um <em>Homo erectus</em> — encolhida pelo chamado “efeito ilha”, um processo evolutivo que tende a reduzir o tamanho de espécies que vivem restritas a ambientes insulares.</p>
<p>Para Neves, a hipótese do <em>Homo habilis</em> faz mais sentido, porque se tratava de uma espécie já naturalmente menor. “Seria muito mais fácil para a evolução espremer um <em>Homo habilis</em> no formato de um <em>floresiensis</em> do que um <em>Homo erectus</em>”, diz.</p>
<p style="text-align: center; "><dl class="image-inline captioned" style="width:700px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/dawqara-jorusp/image" alt="Dawqara - Jorusp" title="Dawqara - Jorusp" height="393" width="700" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:700px;">Afloramento no Vale do Zarqa, Jordânia, em 2014. A formação escavada é conhecida como Dawqara | Foto: Fabio Parenti</dd>
</dl></p>
<p><span>Reconstruir a história da evolução humana é como tentar reescrever o roteiro de um filme baseado apenas em um </span><em>trailer</em><span>, ou narrar a história de um livro com base apenas em algumas folhas, sem saber exatamente quem são os personagens, de onde eles vêm, como eles se relacionam ou o que cada um faz. As evidências são poucas e difíceis de serem encontradas, o que faz da paleoantropologia (o estudo da evolução humana com base em fósseis) um do campos mais competitivos, polêmicos e espetaculares da ciência.</span></p>
<p><span><strong>Ceticismo </strong></span></p>
<p><span><span>Os pesquisadores não têm dúvida que o trabalho e suas implicações para o estudo da evolução humana serão recebidos com “muito ceticismo” pela comunidade científica internacional. “Vamos ser destroçados”, declarou Neves, com a tranquilidade de quem já está calejado nesse tipo de coisa. “Com certeza vamos encontrar ceticismo, mas faz parte da ciência”, disse Scardia, primeiro autor do trabalho e responsável pela datação do material. “Temos muita confiança nos nossos resultados.”</span></span></p>
<p style="text-align: center; "><span><span><dl class="image-inline captioned" style="width:700px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Cranios-homeridios-JORUSP-700x367.jpg/image" alt="Crânios de hominídeos - Jorusp" title="Crânios de hominídeos - Jorusp" height="367" width="700" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:700px;">Réplicas de crânios de hominídeos | Foto: Cecília Bastos/USP Imagens</dd>
</dl></span></span></p>
<p>O natural seria que uma descoberta desse porte fosse publicada numa revista de maior impacto, como <em>Nature</em>ou <em>Science</em>. Só não foi, segundo Neves, porque os editores dessas revistas “não acreditam que possa haver vida inteligente abaixo do Equador”, pelo menos no que diz respeito à paleoantropologia — uma área na qual o Brasil não tem tradição de pesquisa internacional.</p>
<p>“Não queria me aposentar antes de botar o Brasil no mapa da paleoantropologia mundial”, desabafa o sempre polêmico e aguerrido Neves. “Engulam ou não, o Brasil está no mapa agora.”</p>
<p>A pesquisa foi financiada principalmente pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e pela Wenner-Gren Foundation for Anthropological Research, de Nova York.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Professores Seniores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Paleoantropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arqueologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Teoria da Evolução</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-07-05T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/teoria-da-evolucao-ainda-e-cercada-por-interpretacoes-equivocadas">
    <title>Teoria da Evolução ainda é cercada por interpretações equivocadas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/teoria-da-evolucao-ainda-e-cercada-por-interpretacoes-equivocadas</link>
    <description>Pesquisadores do projeto Ilha do Conhecimento discutem esse tema no USP Analisa desta semana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_evolucao.jpg/@@images/6903befa-5dd6-4607-8e17-97a1a2d1e709.jpeg" style="float: left; " title="" class="image-inline" alt="" />Mais de um século e meio após sua publicação, a obra “A Origem das Espécies”, que revolucionou o que se sabia até então sobre o surgimento e a evolução dos seres humanos, ainda hoje é tema de muitas discussões. Para falar sobre as ideias de Charles Darwin, autor dessa obra, e sobre o que é a Teoria da Evolução, o USP Analisa desta semana recebe os pesquisadores e integrantes do projeto Ilha do Conhecimento Caio de Oliveira e Gabriel de Souza Ferreira.</p>
<p>Embora a evolução seja popularmente vista como algo positivo, os pesquisadores explicam que nem sempre as adaptações trazidas por ela são, de fato, vantajosas para algumas espécies. “Um exemplo icônico é a cauda do pavão, que tem a função de atrair as fêmeas da mesma espécie. Funciona bem para isso, mas você consegue enxergar muito bem um pavão no meio da floresta. Por um lado, é muito positivo, mas por outro, de certa forma, é bastante danoso, prejudica um pouco o voo e tem um custo energético para construir toda aquela estrutura”, explica Ferreira.</p>
<p>Segundo Oliveira, um equívoco bastante comum em relação à evolução é a interpretação de uma das imagens mais representativas dessa teoria, conhecida como <i>Marcha para o Progresso</i>. “Primeiro, ela traz aquela sensação de escala evolutiva, de que as espécies estão evoluindo para chegar no homem, que seria o topo dessa escala. Na verdade, todas as espécies estão igualmente evoluídas numa escala de tempo, e cada uma melhor adaptada para os desafios que enfrenta. Além disso, existe uma diferença da descendência direta, que seria a gente achar que veio do chimpanzé, para a questão que a biologia realmente traz da ancestralidade comum. A relação que de fato nós temos com o chimpanzé é um ancestral comum”.</p>
<p>O programa vai ao ar pela Rádio USP nesta quarta (13) às 21h e no domingo (17) às 11h30. O <a href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa"><span style="text-decoration: underline;">USP Analisa</span></a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-11T17:00:30Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-discute-historia-e-filosofia-da-biologia">
    <title>Encontro discute história e filosofia da Biologia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-discute-historia-e-filosofia-da-biologia</link>
    <description>Participantes poderão submeter trabalhos para apresentação até 2 de abril</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="padding-left: 0px; text-align: left; "><a href="https://sites.usp.br/iearp/wp-content/uploads/sites/405/2019/02/Cartaz-historia-biologia.jpg" rel="lightbox[2172]" style="padding-left: 0px; "></a><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cartazhistoriabiologia.jpg/@@images/2ea1c4d0-04b7-4e7f-bedb-82b0d2522914.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A <strong>USP Ribeirão Preto</strong> recebe entre os dias <strong>29 e 31 de julho</strong> o <strong>Encontro de História e Filosofia da Biologia 2019</strong>. O evento será realizado no Bloco Didático da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP).</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">Realizado desde 2009, o encontro tem como objetivo promover e divulgar estudos sobre a história e a filosofia da biologia, bem como de suas interfaces epistêmicas, estabelecendo cooperação e comunicação entre pesquisadores da área no Brasil e em outros países. As inscrições devem ser feitas pelo envio da ficha de inscrição disponível <a class="external-link" href="http://www.abfhib.org/Encontro">neste link</a> para o e-mail <a style="padding-left: 0px; ">ehfb2019@abfhib.org</a>.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">Os participantes poderão submeter trabalhos para apresentação até o dia <b>2 de abril</b>. Os resumos aprovados vão integrar um caderno de resumos e as versões completas podem ser encaminhadas para publicação na revista Filosofia e História da Biologia.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">O evento é organizado pela Associação Brasileira de Filosofia e História da Biologia (ABFHiB), com apoio do Departamento de Biologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP e da Fapesp.</p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">Mais informações: <a href="http://www.abfhib.org/Encontro" style="padding-left: 0px; ">www.abfhib.org/Encontro</a> ou <a href="https://sites.usp.br/iearp/encontro-de-historia-e-filosofia-da-biologia-2019/ehfb2019@abfhib.org" style="padding-left: 0px; ">ehfb2019@abfhib.org</a>.</p>
<hr />
<p><strong>Encontro de História e Filosofia da Biologia 2019<br /></strong><i>29 e 31 de julho<br />Campus da USP Ribeirão Preto<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/encontro-de-historia-e-filosofia-da-biologia-2019" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-01T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/encontro-de-historia-e-filosofia-da-biologia-2019">
    <title>Encontro de História e Filosofia da Biologia 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/encontro-de-historia-e-filosofia-da-biologia-2019</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="float: none; ">Realizado desde 2009, o encontro tem como objetivo promover e divulgar estudos sobre a história e a filosofia da biologia, bem como de suas interfaces epistêmicas, estabelecendo cooperação e comunicação entre pesquisadores da área no Brasil e em outros países.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-01T14:48:27Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/brumadinho-pos-mariana-licoes-nao-aprendidas-14-de-fevereiro-de-2019">
    <title>Brumadinho Pós-Mariana: Lições Não Aprendidas - 14 de fevereiro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/brumadinho-pos-mariana-licoes-nao-aprendidas-14-de-fevereiro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência e Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-02-15T17:21:10Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/tecnica-desenvolvida-no-brasil-visa-ao-transplante-de-orgaos-de-porcos-para-humanos">
    <title>Técnica desenvolvida no Brasil visa ao transplante de órgãos de porcos para humanos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/tecnica-desenvolvida-no-brasil-visa-ao-transplante-de-orgaos-de-porcos-para-humanos</link>
    <description>Com coordenação científica do IB-USP, no âmbito do Centro de Pesquisa do Genoma Humano e Células-Tronco (CEGH-CEL), o projeto tem também o IEA-USP e o Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (InCor) como parceiros. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i>André Julião, de Londres | Agência FAPESP</i></p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/silvano-raia-e-mayana-zatz/image" alt="Silvano Raia e Mayana Zatz" title="Silvano Raia e Mayana Zatz" height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Silvano Raia e Mayana Zatz, coordenadores do Grupo de Estudos Biotecnologia Terapêutica Recente e Medicina Tradicional do IEA</dd>
</dl>A possibilidade de reduzir ou mesmo acabar com a fila de transplante de órgãos no Brasil pode se tornar uma realidade por meio do xenotransplante.</p>
<p>Assim é chamado o transplante de órgãos entre duas espécies diferentes – nesse caso o <i>Sus scrofa domesticus</i> e o <i>Homo sapiens</i>, porco e homem.</p>
<p>A iniciativa foi apresentada no primeiro dia da <a href="http://www.fapesp.br/week2019/london/" target="_blank">FAPESP Week London</a>, que ocorre de 11 a 12 de fevereiro de 2019.</p>
<p>“Os órgãos dos suínos são muito semelhantes aos de humanos, mas se fossem transplantados hoje seriam rejeitados. A ideia é modificá-los para que se tornem compatíveis com o organismo humano”, disse <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/98" target="_blank">Mayana Zatz</a>, professora do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB-USP) e pesquisadora responsável pelo estudo.</p>
<p>A coordenação científica é do IB-USP, no âmbito do Centro de Pesquisa do Genoma Humano e Células-Tronco (<a href="http://genoma.ib.usp.br/" target="_blank">CEGH-CEL</a>), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (<a href="http://cepid.fapesp.br/home/" target="_blank">CEPIDs</a>) financiados pela FAPESP.</p>
<p>As outras instituições associadas são o Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP e o Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (InCor). No IEA, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/biotecnologia-terapeutica-recente-e-medicina-tradicional" class="external-link">Grupo de Estudos Biotecnologia Terapêutica Recente e Medicina Tradicional</a> destina-se a discutir a compatibilização dos métodos terapêuticos baseados na biotecnologia recente com aqueles empregados pela medicina tradicional, focalizando aspectos éticos, religiosos, legais e médicos.</p>
<p>O <a href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/102342/" target="_blank">projeto</a> é uma parceria da farmacêutica EMS e FAPESP, no âmbito do Programa de Apoio à Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (PITE). É coordenado pelo professor <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/701610/" target="_blank">Silvano Raia</a>, da Faculdade de Medicina da USP. Raia foi o primeiro médico a realizar um transplante de fígado com doador cadáver na América Latina e o primeiro transplante com doador vivo no mundo.</p>
<p>Atualmente, porcos modificados para esse fim são criados em países como Alemanha e Estados Unidos, com resultados promissores de transplantes de seus órgãos em macacos.</p>
<p>Segundo a geneticista, três genes que provocam a rejeição são bem conhecidos. Desativando-os por meio da técnica de edição gênica conhecida como Crispr-Cas9, é possível fazer com que o sistema imunológico humano não rejeite os órgãos.</p>
<p>O soro do sangue desses porcos será testado com o de pessoas que estão na fila de transplante de rim, a fim de verificar a presença de anticorpos que possam rejeitar os órgãos suínos na população brasileira.</p>
<p>As amostras fazem parte da soroteca do Laboratório de Imunologia do InCor, dirigido pelo médico <a href="https://bv.fapesp.br/en/pesquisador/718" target="_blank">Jorge Kalil</a>, professor da Faculdade de Medicina da USP e um dos responsáveis pelo projeto. Atualmente, mais de mil amostras de soro de pacientes candidatos a transplante de rim que têm rejeição a qualquer rim humano compõem a soroteca.</p>
<p>Simultaneamente, Kalil e a professora <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/106581/" target="_blank">Maria Rita Passos-Bueno</a>, do IB-USP e também pesquisadora do projeto, vão desenvolver novos protocolos de acompanhamento de futuros pacientes transplantados, a fim de monitorar no sangue o surgimento de anticorpos que possam causar rejeição.</p>
<p>O Brasil ocupa a segunda colocação em número absoluto de transplantes, atrás apenas dos Estados Unidos. No entanto, a fila de espera por órgãos ultrapassou 41 mil inscritos em 2016. O transplante de rim é o que apresenta a maior discrepância entre número de pacientes na fila de espera e procedimentos realizados: foram 5.592 transplantes para 24.914 inscritos. Em 2017, 1.716 pacientes morreram enquanto esperavam por um rim.</p>
<p>“Trata-se de desenvolver um produto de base biotecnológica nacional, cujo objetivo final será prover à população em fila de espera para transplantes uma alternativa terapêutica viável e definitiva, que pode encurtar o sofrimento do paciente e seus familiares”, disse Zatz à Agência FAPESP.</p>
<p>Hoje, mesmo transplantes entre humanos exigem que o transplantado tome medicamentos imunossupressores, alguns para o resto da vida, a fim de combater a rejeição. No caso dos que precisam de transplante de rim, há ainda um custo elevado em hemodiálise daqueles que esperam por um novo órgão.</p>
<p>A fase inicial do projeto tem duração prevista de três anos e prevê ainda compatibilizar aspectos éticos, religiosos e legais do xenotransplante, pela criação de uma cátedra sobre o assunto no Instituto de Estudos Avançados.</p>
<p><strong>Fabricação de órgãos</strong></p>
<p>Durante sua palestra, Zatz apresentou ainda os resultados mais recentes da criação de órgãos a partir de células-tronco. Como parte do trabalho de <strong>doutorado</strong> de <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/680878/" target="_blank"><strong>Ernesto Goulart</strong></a>, de <strong>pós-doutorado </strong>de <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/696455/" target="_blank"><strong>Luiz Caires</strong></a> e de <a href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/80834" target="_blank"><strong>Luciano Abreu Brito</strong></a> – todos com bolsa da FAPESP –, fígado e artéria hepática de ratos foram criados usando células-tronco de um mesmo animal.</p>
<p>A aorta e o fígado de ratos foram descelularizados, ou seja, foram removidas todas as células por ácidos especiais, restando apenas um suporte (<i>scaffold</i>) formado por colágeno. Células-tronco de humanos foram colocadas nesses suportes e se reprogramaram em células hepáticas e de aorta, criando novos órgãos.</p>
<p>Futuramente, essa pode ser uma solução para pessoas que precisam de transplante de órgãos. Por serem feitos com células do próprio paciente, estes não estariam sujeitos a rejeição pelo organismo.</p>
<p>Zatz apresentou ainda outras possibilidades de uso da genética para um envelhecimento saudável, como a medicina P4 (preditiva, preventiva, personalizada e participativa). Por meio da análise do perfil genético do paciente, é possível saber quais doenças a pessoa pode vir a desenvolver. Com isso, pode-se preveni-las e mesmo participar do tratamento junto com o médico.</p>
<p>“A partir de estudos de milhares de pessoas no mundo inteiro que têm doenças, comparando com pessoas saudáveis, podemos derivar o que chamamos de riscos poligênicos, que são as chances aumentadas de ter diabetes, problemas cardíacos, hipertensão, câncer, entre outras. Essas doenças dependem muitos dos genes, mas também do ambiente”, disse Zatz.</p>
<p>A pesquisadora apresentou ainda o projeto 80+, que sequenciou o genoma de 1.324 pessoas com mais de 60 anos para entender como os que permanecem saudáveis depois dos 80, ou mesmo depois dos 100 anos de idade, diferem dos demais e quais desses fatores podem ser aplicados para a população como um todo. Atualmente existem cerca de 500 mil pessoas acima de 100 anos no mundo.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Biotecnologia Terapêutica Recente e Medicina Tradicional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biomedicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-02-12T13:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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