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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 11 to 25.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-scientiae-studia-publica-novo-numero">
    <title>Revista 'Scientiae Studia' publica novo número </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/revista-scientiae-studia-publica-novo-numero</link>
    <description>Volume 13, número 3, da revista Scientiae Studia, já está disponível para leitura. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/scientiae-studia" alt="Scientiae Studia - V.13 - n3" class="image-inline" title="Scientiae Studia - V.13 - n3" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A nova edição (<a href="http://www.revistas.usp.br/ss/issue/view/7989" target="_blank">v. 13, n.3</a>) da "<em>Scientiae Studia – </em>Revista Latino-Americana de Filosofia e História da Ciência da USP"<i> </i>acaba de ser publicado. Sete artigos integram o novo número:</p>
<ul>
<li>Francis Bacon e a questão da longevidade humana, de Luciana Zaterka</li>
<li>A ideia de natureza em José Barbosa de Sá, com especial referência às plantas, de Rafael Dias da Silva Campos e Christian Fausto Moraes dos Santos</li>
<li>Sobre la supuesta heteronomía explicativa de la biología funcional, de Gustavo Caponi</li>
<li>Epigénesis y preformacionismo: radiografía de una antinomía inconclusa, de Davide Vecchi e Isaac Hernández</li>
<li>Selección natural y condicionamiento de operantes: una crítica a la analogía de Fodor y Piattelli-Palmarini, de Julio Torres Meléndez</li>
<li>Alterização, biologia humana e biomedicina, de Juanma Sánchez-Arteaga, Davide Rasella, Laia Ventura Garcia e Charbel El-Hani</li>
<li>Controvérsias na climatologia: o IPCC e o aquecimento global antropogênico, de José Correa Leite</li>
</ul>
<p><br />A publicação traz ainda três resenhas:</p>
<div id="_mcePaste">
<ul>
<li><span>As duas faces da morfologia: funcionalismo e formalismo, de Felipe Faria</span></li>
<li><span>O mosaico causal do mundo orgânico, de Lorenzo Baravalle</span></li>
<li><span>Gênese e recepção do projeto epistemológico de Ludwik Fleck, de João Alex Carneiro</span></li>
</ul>
</div>
<p><span><br />Apoiado pelo IEA desde o início de 2013, o periódico tem como editor </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pablo-ruben-mariconda" class="external-link">Pablo Mariconda</a><span>, coordenador do </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/filosofia" class="external-link">Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</a><span>.</span></p>
<p><span>Trimestral, a </span><em>Scientiae Studia </em><span>tem por objetivo dar visibilidade à produção acadêmica nas áreas de filosofia e história da ciência. Mesclando artigos em português e em espanhol, a revista busca não só a difusão de estudos críticos (históricos, epistemológicos, éticos) sobre ciência e filosofia, mas também uma maior integração linguística e cultural entre os países da América Latina.</span></p>
<p><span>A revista pode ser <a class="external-link" href="http://www.revistas.usp.br/ss/issue/view/7989">lida on-line</a> ou <a class="external-link" href="http://www.scientiaestudia.org.br/revista/aquisicao.asp">adquirida em sua versão impressa</a>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Filosofia da Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revistas IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Humanas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Filosofia, História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filosofia</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-10-22T12:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/data-historica-para-a-revista-estudos-avancados">
    <title>Revista Estudos Avançados ocupa primeiro lugar no ranking da SciELO</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/data-historica-para-a-revista-estudos-avancados</link>
    <description>Em 9 de novembro, publicação alcançou a primeira posição entre os 10 títulos mais visitados na biblioteca eletrônica SciELO.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/grafico-scielo-rea" alt="Gráfico Scielo REA" class="image-inline" title="Gráfico Scielo REA" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Estudos Avançados responde por 2,5% dos acessos da plataforma </strong><strong>(gráfico publicado pela SciELO em 9/11/2015)</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A revista <a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link"><i>Estudos Avançados</i></a> é a mais acessada entre os 280 periódicos que compõem a coleção corrente da base nacional da <a class="external-link" href="http://ww.scielo.br/">SciELO</a> desde sua criação. A SciELO é um acervo online com publicações selecionadas de periódicos científicos.</p>
<p>O novo ranking das 10 mais acessadas foi conhecido ontem, dia 9 de novembro. <span>Nas estatísticas ano a ano da SciELO, a revista já vem ocupando a primeira posição desde 2013. A publicação do IEA passou a integrar o acervo na </span><span>gestão do professor <a href="https://www.iea.usp.br/iea/estrutura/conselho-deliberativo/ex-conselheiros/joao-e-steiner" class="external-link">João Evangelista Steiner</a> (2004-2007) como diretor do Instituto.</span></p>
<p><span><span> Desde que foi indexada,</span><span> em 2004, a <i>Estudos Avançados</i> </span><span>recebeu <span>29.529.460</span> visitas, o maior número do total de acessos da base SciELO até o momento. O valor representa </span><span>2,5% de todos os acessos registrados na base até hoje.</span></span></p>
<p>A segunda posição é da revista Cadernos de Saúde Pública, da Fundação Fiocruz, seguida pela Química Nova, da Sociedade Brasileira de Química. A Revista Latino-Americana de Enfermagem, da Escola de Enfermagem da USP de Ribeirão Preto, aparece na quarta colocação, seguida pela Revista de Saúde Pública, da Faculdade de Saúde Pública da USP.</p>
<table class="tabela-direita-400-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Números da <i>Estudos Avançados </i>na SciELO</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/revista/institucional/edicoes" class="external-link">Edições:</a> 84</p>
<p>Acessos totais: 29.529.460</p>
<p>Acessos em língua estrangeira (de ago-2009 a nov-2015):<br />Inglês: 489.343<br />Espanhol: 341.086</p>
<p>Edições mais acessadas:</p>
<p>Nº 51 <span>- </span><span>Trabalho e emprego. Reforma da Justiça. Ética e clonagem. Machado de Assis: 1.221.667 acessos</span></p>
<p>Nº 50 - O Negro no Brasil: 1.167.032 acessos</p>
<p>Nº 53 - <span>Amazônia brasileira I. Assuntos internacionais. Nações Unidas: <span style="text-align: -webkit-center; ">1.082.086 acessos</span></span></p>
<p>Artigos mais acessados:</p>
<p>“Clonagem e células-tronco”, de Mayana Zatz: 427.100 acessos</p>
<p>“Carta de Paulo Freire aos professores”, de Paulo Freire: 249.749 acessos</p>
<p>“O desmatamento na Amazônia e a importância das áreas protegidas”, de Leandro Valle Ferreira,Eduardo Benticinque e Samuel Almeida: 242.035 acessos</p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Em março de 2004, a SciELO indexou o número 49 da <i>Estudos Avançados.</i> A coleção completa está disponível online desde abril de 2006 e pode ser acessada pelo site da SciELO ou do <a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link">IEA</a>. Em 2006, a revista entrou também para a base de dados da <a class="external-link" href="http://www.scopus.com/">Scopus</a>, uma das mais importantes bases bibliográficas internacionais, onde está disponível online desde o numero 56.</p>
<p>A indexação da <i>Estudos Avançados</i> na SciELO e no Scopus, bem como a sua produção eletrônica em língua inglesa, tem favorecido uma abertura internacional à publicação. Segundo o editor executivo Dario Luis Borelli, “essas medidas vêm proporcionando visibilidade à revista e um alto e crescente número de acessos”.</p>
<p><span>A coleção completa da revista também pode ser acessada pelo </span><a class="external-link" href="http://www-periodicos-capes-gov-br.ez67.periodicos.capes.gov.br/index.php?option=com_phome&amp;Itemid=68&amp;">Portal de Periódicos da Capes</a><span> e pelo</span><span> </span><a href="http://www.revistas.usp.br/eav" target="_blank">Portal de Revistas USP</a><span>, mantido pelo Sistema Integrado de Bibliotecas (Sibi). Ou, ainda, na base de dados</span><a class="external-link" href="http://lilacs.bvsalud.org/"> Lilacs</a><span> (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde) e </span><a class="external-link" href="http://www.ibict.br/">IBICT</a><span>(Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia).</span></p>
<p><span><strong>Coerência editorial</strong></span></p>
<p>Em 1987 a <i>Estudos Avançados </i>iniciava a sua missão fundamental, estreitamente conectada às bases que deram origem ao IEA: “Produzir e transmitir conhecimentos que revelem e façam entender melhor o que chamamos, em sentido lato, a realidade brasileira: as suas conquistas, os seus impasses, as suas contradições”, assim definida por <span>Alfredo Bosi, editor da </span><i>Estudos Avançados </i><span>desde 1989</span>.</p>
<p>A revista tem como <span>projeto fundamental a p</span>romoção da prática transdisciplinar, fazendo as pontes entre as Ciências da Natureza e as Humanidades<i>. </i>Essa premissa dá origem à variedade de <a href="https://www.iea.usp.br/revista/institucional/assuntos" class="external-link">assuntos </a>abordados nesses 28 anos da publicação.</p>
<p>O ecletismo e a profundidade no tratamento dos temas foram evidenciados desde o início. A edição inaugural trouxe, em outubro de 1987, <i>O pensamento político para Raymundo Faoro,</i> junto com<i> </i>o dossiê <i>Revolução Francesa</i>.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Alfredo-Bosi-Editor-REA.jpg/@@images/3101a903-3d8b-4ea3-81d6-7c11a0bf5257.jpeg" alt="Alfredo Bosi editor REA" class="image-inline" title="Alfredo Bosi editor REA" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Alfredo Bosi, professor emérito da FFLCH e editor da Estudos Avançados </strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Acredito que a persistência na sua trajetória, focada em ciência pura e políticas públicas, criou um perfil de leitores. Geralmente buscam um tema e encontram outros links a respeito. Percebem informações críveis e conseguem aprofundar o conhecimento sobre temas candentes do momento que nem sempre recebem um tratamento adequado pela mídia”, diz o professor Bosi.</p>
<p>O crivo científico, que traz imparcialidade à linha editorial, e a leveza dos textos mesmo quando tratam de assuntos áridos, também ajudaram a construir a trajetória de sucesso, na visão de Bosi.</p>
<p>“Temos um alto número de pareceristas, o que nos traz segurança editorial. A boa prática científica redunda em credibilidade. Por outro lado, aprofundamos os temas sem que os textos contenham expressões ou nomenclaturas excessivamente técnicas”, afirma o editor</p>
<p>Segundo Bosi, o quadro editorial faz um esforço de “tradução” ou adequação linguística para que os textos sejam mais acessíveis sem que isso signifique perda de qualidade. “O autor não é jornalista, mas isso não impede que façamos uma divulgação culta da ciência”, ressalta Bosi.</p>
<p>O editor conta que muitas vezes o artigo chega em formato de relatório. “Por minha formação literária, chego a ficar impaciente com tantas siglas. Se o autor não pode fazer um texto elegante, que pelo menos seja legível. É delicado dizer isso para o autor porque ele não quer renunciar às siglas e jargões da sua área. Mas afinal fazemos essa acomodação linguística. Temos um bom revisor”, observa.</p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/caparev75.jpg" alt="Capa Revista 75" class="image-right" title="Capa Revista 75" />Ao olhar para as 10 últimas edições da <i>Estudos Avançados, </i>Bosi reforça sua tese de que a persistência na trajetória inicial da revista vem garantindo o sucesso entre os leitores. “O mais importante é o reconhecimento pela vasta comunidade de leitores qualificados de que a revista tem coerência. Publica com rigor acadêmico temas científicos e assuntos tratados superficialmente pela mídia. Os últimos 10 números mostram que há um equilíbrio entre temas de políticas públicas nacionais e internacionais e textos de caráter mais acadêmico”.</p>
<p>O editor lembra o número 75, que tratou do tema desenvolvimentismo. “Era e ainda é um termo polêmico por ser muito utilizado das mais variadas formas. Aprofundamos a discussão graças ao [Luiz Carlos] Bresser Pereira, que era um de nossos pareceristas”, lembra Bosi.</p>
<p>Bosi lembra algumas edições memoráveis, algumas delas entre as mais acessadas na história da revista. O dossiê de número 80, por exemplo, trouxe uma análise e retrospectiva dos 50 anos do golpe militar, com uma rica iconografia organizada a partir das imagens de uma exposição realizada no início de 2013 pelo Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).</p>
<p>A próxima <i>Estudos Avançados, </i>de número 85, trará diagnósticos sobre a grave situação do desemprego no Brasil, apontando soluções para a crise.</p>
<p><span> </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revistas IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Linguística</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-10T19:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/publicacoes/ebooks/foz-rio-amazonas">
    <title>Foz do rio Amazonas - Cenários Estratégicos para a Ampliação do Conhecimento Científico e Proteção da Biodiversidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/publicacoes/ebooks/foz-rio-amazonas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-7560d1f9-7fff-fa67-4d77-13f0c2af89ae"> </span></p>
<p dir="ltr"><strong><span><span><a class="external-link" href="https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1678"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-relatorio-foz-do-rio-amazonas-miniatura" alt="Capa do Relatório - Foz do Rio Amazonas - Miniatura" class="image-left" title="Capa do Relatório - Foz do Rio Amazonas - Miniatura" /></a></span></span></strong><strong>Coordenadores: Maria Emília da Cruz Sales (Museu Goeldi) e José Pedro de Oliveira Costa (IEA-USP)</strong></p>
<p dir="ltr"><span>IEA, 2025<br />28 páginas</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span><strong>Download</strong>:<strong> </strong><span><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/fozamazonas" class="external-link">PDF</a></span></p>
<p dir="ltr"> </p>
<p> </p>
<p><span>Documento publicado pelo IEA-USP e Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) a partir da mobilização inédita entre pesquisadores, lideranças tradicionais, gestores públicos e representantes da sociedade civil dos estados do Amapá, Maranhão, Pará e São Paulo. </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span>O texto responde à necessidade de intensificar os cuidados com a região diante da possibilidade de exploração de petróleo no local e traz propostas para duas frentes de ação específicas: 1. criação do Instituto Nacional da Foz do Rio Amazonas (INFA), voltado à produção e articulação do conhecimento científico sobre essa ecorregião; 2. implantação de um Mosaico de Áreas Protegidas Marinhas, um conjunto de áreas com diferentes níveis de uso: a. Corredores Ecológicos - Áreas para proteção da fauna ameaçada; b. Áreas de Desenvolvimento Sustentável - Espaços para uso organizado e sustentável dos recursos; c. Áreas de Proteção Integral - Zonas de refúgio para a vida silvestre, em harmonia com atividades econômicas importantes para a região.</span></p>
<p><span> </span></p>
<p style="text-align:start; "><span>Além dessas iniciativas, o grupo propõe outras 18 grandes estratégias que visam integrar conservação ambiental, desenvolvimento sustentável e inclusão social. Entre os pontos mais relevantes, estão o fortalecimento da pesquisa em rede entre instituições da região norte; a criação de sistemas para mapear áreas sensíveis e monitorar a biodiversidade; o envolvimento direto de comunidades tradicionais na gestão de áreas protegidas; e a promoção de um modelo econômico sustentável, com base na Economia Azul.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Camila Lie Nakazone</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-04-27T18:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-107-infraestrutura-e-antonio-candido">
    <title>Nova edição de Estudos Avançados analisa desigualdades a partir de infraestruturas urbanas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-107-infraestrutura-e-antonio-candido</link>
    <description>Edição 107 da revista Estudos Avançados (jan-abr/23) dedica seu dossiê principal ao tema "Infraestruturas Urbanas". O número tem ainda as seções "Presenças", "Atualidades" e "Resenhas".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-107" alt="Capa da revista Estudos Avançados 107" class="image-right" title="Capa da revista Estudos Avançados 107" />Carências que ressaltam desigualdades da Região Metropolitana do Rio Janeiro são tema do dossiê de abertura da edição 107 da revista Estudos Avançados, já com a versão digital disponível na <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2023.v37n107/">SciELO</a>. Com o título "Infraestruturas Urbanas", os cinco estudos do conjunto debatem tanto o próprio conceito de "virada infraestrutural" nos estudos urbanos nas últimas duas décadas quanto aspectos ligados à precariedade do acesso à água, à gestão de resíduos, à distribuição da rede elétrica e à vida social relacionada com uma ciclovia. As autoras são das áreas de sociologia, antropologia e urbanismo.</p>
<p>De acordo com o editor da revista, Sérgio Adorno, o dossiê explora as novas dimensões das desigualdades sociais, "assim como põe em relevo, uma vez mais, o estrangulamento das políticas urbanas implementadas por diferentes gestões governamentais".</p>
<p>O artigo de Mariana Cavalcanti e Marcella Araújo, ambas de Uerj, discute a "virada estrutural" a partir das teorias e temporalidades da urbanização das cidades brasileiras. O objetivo, dizem, é apresentar ao debate internacional uma "visão panorâmica de discussões teóricas produzidas no Brasil, a partir de pesquisas etnográficas que há cinquenta anos tematizam a produção cotidiana das cidades".</p>
<p>A importância da água na vida cotidiana de mulheres moradoras de favelas e ocupações da cidade do Rio de Janeiro é analisada no estudo de Camila Pierobon, do Cebrap, e Camila Fernandes, da UFRJ. Por meio de pequenos eventos domésticos, de diálogos com moradores daqueles locais ou de descrições etnográficas mais extensas, as pesquisadoras mostram como "a água carrega a força do ordinário e é um dos objetos que permitem ver a potência e a vulnerabilidade que a vida diária carrega em termos de gênero, classe e raça".</p>
<p>A partir das mudanças infraestruturais nas favelas da capital fluminense, a urbanista Francesca Piló, da Universidade de Utrecht, Países Baixos, examina em seu artigo como a configuração de redes de eletricidade colabora na formatação do tecido urbano carioca em suas formas materiais e tecnológicas, discurso simbólico e práticas cotidianas. O texto identifica três maneiras como essa contribuição ocorre: 1) reordenamento do espaço urbano; 2) fragmentação urbana; e 3) práticas cotidianas de manipulação dos medidores e ligação direta à rede ("gatos").</p>
<p>O trabalho da socióloga Maria Raquel Passos Lima, da Uerj, adota os espaços dos lixões e aterros de resíduos, normalmente invisibilizados e estigmatizados, como foco de análise privilegiado para pensar a produção da cidade. Ela introduz o conceito de "infraestruturas residuais" como estratégia para esse exame. A partir do caso do fechamento do aterro de resíduos do Jardim Gramacho, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, ela aborda "um processo de mudança infraestrutural ou desfazer de uma infraestrutura". A parte etnográfica corresponde ao trabalho de campo realizado durante a pesquisa de doutorado, quando ela acompanhou as atividades dos catadores de recicláveis durante 14 meses.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/desabamento-da-ciclovia-tim-maia/image" alt="Desabamento da Ciclovia Tim Maia" title="Desabamento da Ciclovia Tim Maia" height="264" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Desmoronamento de parte da Ciclovia Tim Maia em abril de 2016</dd>
</dl></p>
<p>Os efeitos na vida social da implantação da Ciclovia Tim Maia, na zona sul do Rio de Janeiro, é o tema do artigo da antropóloga Julia O'Donnell. Ela recorda que o equipamento foi saudado na sua inauguração, em 2016, por oferecer, além de novas alternativas de mobilidade urbana, novos enquadramentos para a paisagem da orla oceânica, combinação que o tornava um "elemento central de um projeto mais amplo de cidade, que tinha na harmonização entre homem e natureza um de seus eixos principais". Ao acompanhar o processo de idealização, construção e inauguração do equipamento e de seus sucessivos colapsos, o trabalho tem a intenção de discutir como esse caso peculiar permite refletir sobre aspectos importantes das infraestruturas urbanas a partir da antropologia.</p>
<p>Os nove artigos da seção "Presenças", a segunda da edição, traz textos de temas variados relacionados a história, educação, cultura e história da ciência. No primeiro deles, Milena Fernandes de Oliveira, analisa a maneira pela qual se apresentou a relação entre economia e história na obra de Gilberto Freyre, particularmente em "Casa-Grande &amp; Senzala" e "Sobrados e Mucambos".</p>
<p>Victor Santos Vigneron de la Jousselandière procurar identificar em seu trabalho as tensões que atravessam a obra do crítico Paulo Emílio Salles Gomes num período marcado pela emergência de uma nova produção cinematográfica e pelas discussões em torno do desenvolvimento econômico do país. A referência é a conferência "Cinema Brasileiro e Realidade Social", escrita pelo crítico no início dos anos 1960. A relação entre cinema e literatura presente no filme "La Flor" (2018), do cineasta argentino Mariano Llinás, é explorada no texto de Rogério de Almeida e Cesar Zamberlan, que pretende compreender as perspectivas interpretativas que emergem do filme e os modo como se relacionam com os recursos literários e cinematográficos utilizados por Llinás.</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:300px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/antonio-candido-2-2/image" alt="Antonio Candido - 2" title="Antonio Candido - 2" height="347" width="300" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:300px;">O crítico Antonio Candido (1918-1917), cuja obra é analisada sob o ponto de vista de sua importância para a educação</dd>
</dl>As obras do crítico literário Antonio Candido e do pensador marxista peruano José Carlos Mariátegui são os temas dos artigos de Márcia Machado e Deni Alfaro Rubbo, respectivamente. Para Machado, não é exagerado afirmar que Candido forneceu importantes contribuições, subsídios e ferramentas teóricas para repensar a forma como tem sido concebido o processo de formação e construídas historicamente a educação e a universidade no Brasil. O trabalho de Rubbo faz uma avaliação crítica do livro "In the Red Corner: The Marxism of José Carlos Mariátegui", do historiador Mike Gonzales, para observar os alcances e lacunas da obra a partir da comparação com outros trabalhos.</p>
<p>Três artigos tratam de obras literárias específicas. Edinael Sanches Rocha empreende uma análise estilística de "Meu Tio o Iauaretê", de Guimarães Rosa, e procura identificar na cultura dos povos originários dados que possam estabelecer nexos de sentido com o conto. O estudo de Luan Felipe de Souza Junqueira e Fabio Scorsolini-Comin reflete, a partir da psicanálise winnicottiana (de Donald Woods Winnicott, 1896-1971), sobre o processo de adoecimento psíquico da personagem Laura do conto "A Imitação da Rosa", de Clarice Lispector. O relacionamento entre os personagens Dom Quixote, Sancho Pança e Dulcineia é o tema do artigo de Maria Augusta da Costa Vieira, cujo objetivo é entender as razões que levam o leitor a "admirar e respeitar intensamente um personagem, que, na sua essência, é um louco arrematado".</p>
<p>O fecho da seção é um estudo de Heráclio Tavares sobre a dimensão não verbal da prática científica. Ele examina ideias de diferentes autores e rascunhos de artigos e inscrições do físico César Lattes em seus cadernos de laboratório. Lattes foi um dos principais responsáveis pela observação experimental do decaimento do méson pi no méson ni. Tavares explica que parte desse processo se deu através do desenvolvimento, pelo cientista, da habilidade visual de percepção das formas dos traços deixados pelas partículas nos detectores.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:200px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-de-torto-arado/image" alt="Capa de &quot;Torto Arado&quot;" title="Capa de &quot;Torto Arado&quot;" height="303" width="200" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:200px;">''Torto Arado'', um dos livros resenhados na edição</dd>
</dl></p>
<p>O editor da revista destaca a oportunidade do artigo do físico e ambientalista José Goldemberg a respeito dos 30 anos da Convenção do Clima, que abre a seção "Atualidades". Os outros estudos da seção são sobre: as diferenças enunciativo-discursivas nas manifestações de rua no Brasil em 1983-84 e 2013; o desafio de integração ambiental e social da humanidade primitiva e contemporânea; a contextualização histórica das relações entre consumo, capitalismo e paixões humanas que moldaram a cultura do consumo contemporânea; e os discursos presentes em artigos sobre tatuagens publicados em periódicos brasileiros entre 1990 e 2020.</p>
<p>A edição se encerra com seis resenhas de livros, entre os quais "Torto Arado", de Itamar Vieira Junior, resenhado por Winifred Knox e Miridan Britto Falci. Os outros textos tratam de livros sobre o interesse de afrodescendentes estadunidenses em conhecer as fortes conexões da Bahia com a África, a história das relações literárias e culturais entre Brasil e França, as características do processo revolucionário soviético até o stalinismo, a tipologia dos romances de formação e o desenvolvimento da inteligência artificial na China.</p>
<p><strong><i>Os exemplares impressos da edição 107 de "Estudos Avançados" estarão disponíveis em breve, ao preço de R$ 30,00. Os interessados em reservar um exemplar ou fazer uma assinatura anual da revista (três edições por R$ 90,00) devem enviar mensagem para </i></strong><a href="mailto:estavan@usp.br"><strong><i>estavan@usp.br</i></strong></a><strong><i>.</i></strong></p>
<h3>
<hr />
<br />Sumário</h3>
<p><strong>Infraestruturas urbanas</strong></p>
<li>Autoconstrução e Produção da Cidade: Outra Genealogia dos Estudos de Infraestruturas Urbanas - <i>Mariana Cavalcanti e Marcella Araujo</i></li>
<li>Cuidar do Outro, Cuidar da Água: Gênero e Raça na Produção da Cidade - <i>Camila Pierobon e Camila Fernandes</i></li>
<li>Da “Ciclovista” à “Ciclovia da Morte”: A Vida Social de uma Infraestrutura Urbana - <i>Julia O’Donnell</i></li>
<li>Infraestruturas Residuais: Colonialismos na Gestão de Resíduos e a Política Catadora - <i>Maria Raquel Passos Lima</i></li>
<li>O Tecido Tecno-Político do Rio de Janeiro: Reflexões sobre a Infraestrutura de Eletricidade - <i>Francesca Pilo’</i></li>
<p><strong>Presenças</strong></p>
<li>Sobre a Interpretação Econômica da História em Gilberto Freyre (1933-1956) - <i>Milena Fernandes de Oliveira</i></li>
<li>“Cinema Brasileiro e Realidade Social”, de Paulo Emílio Salles Gomes - <i>Victor Santos Vigneron de la Jousselandière</i></li>
<li>"La Flor", de Mariano Llinás: O Cinema Reencontra a Literatura - <i>Rogério de Almeida e Cesar Zamberlan</i></li>
<li>Literatura, Formação e Educação na Obra de Antonio Candido: A Humanização do Homem - <i>Márcia Machado</i></li>
<li>Iauaretê, mais além: Novas Relações entre a Cultura dos Povos Originários e “Meu Tio o Iauaretê”, de João Guimarães Rosa - <i>Edinael Sanches Rocha</i></li>
<li>A Indizível Luminosidade da Loucura em “A Imitação da Rosa” - <i>Luan Felipe de Souza Junqueira e Fabio Scorsolini-Comin</i></li>
<li>Dom Quixote, Sancho Pança e Dulcineia - <i>Maria Augusta da Costa Vieira</i></li>
<li>Mariátegui em Debate: Fantasmas Marxistas e Horizontes Críticos - <i>Deni Alfaro Rubbo</i></li>
<li>O Conhecimento não Verbal na História das Ciências: O Saber-Fazer de César Lattes - <i>Heráclio Tavares</i></li>
<p><strong>Atualidades</strong></p>
<li>Trinta Anos da Convenção do Clima - <i>José Goldemberg</i></li>
<li>Tensão Pós-Moderna em Manifestações de Rua no Brasil: Notas Dialógicas acerca da Assinatura Política - <i>Anderson Salvaterra Magalhães</i></li>
<li>Uma Concepção Integrativa de Humanidade - <i>Julio Aurelio Vianna Lopes</i></li>
<li>Dilemas Éticos na Cultura do Consumo: Antropoceno, Psicanálise e Capitalismo como Modo de Operação das Paixões - <i>Isleide Arruda Fontenelle</i></li>
<li>Tatuagem: Um Mapa Rizomático de um Tema de Pesquisa - <i>Valéria Cazetta</i></li>
<p><strong>Resenhas</strong></p>
<li>A Bahia como Destino Africano - <i>Nathalia Silva</i></li>
<li>"Torto Arado"<i> </i>e o Brasil Profundo - <i>Winifred Knox e Miridan Britto Falci</i></li>
<li>Espaço Literário e Cultural Franco-Brasileiro - <i>Marise Hansen</i></li>
<li>De Lenin a Stalin: Permanências e Rupturas - <i>Lincoln Secco</i></li>
<li>Romance de Formação: As Múltiplas Variações de um Gênero - <i>Klaus Eggensperger</i> </li>
<li>A Inteligência Artificial na Divisão Leste-Oeste - <i>Isadora Maria Roseiro Ruiz e Cristina Godoy Bernardo de Oliveira</i></li>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Fernando Frasão/Agência Brasil; Mauro Bellesa/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Honorários</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Infraestrutura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-03-20T11:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/publicacoes/ebooks/35-bienal-de-sao-paulo">
    <title>35ª Bienal de São Paulo: Entre o Pavilhão e a Sala de Aula</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/publicacoes/ebooks/35-bienal-de-sao-paulo</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-7560d1f9-7fff-fa67-4d77-13f0c2af89ae"> </span></p>
<p dir="ltr"><strong><a class="external-link" href="https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1848"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-35a-bienal-200x141" alt="Capa do livro 35ª Bienal - 200X141 " class="image-left" title="Capa do livro 35ª Bienal - 200X141 " /></a></strong></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Martin Grossmann e Gilberto Mariotti (coordenadores), Laerte Fernandes, Talita Pereira, Vinicius Spricigo (organizadores)</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>IEA, 2026<br />62 páginas</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span><strong>Download</strong>:<strong> </strong><a class="external-link" href="https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1848/1687/6846">PDF</a></p>
<p dir="ltr"> </p>
<p dir="ltr"> </p>
<p><span>A</span><span> publicação analisa a relevância histórica e crítica da Bienal de São Paulo como uma das principais megaexposições de arte contemporânea, destacada por Vilém Flusser como uma “ocorrência recorrente” que legitima a cidade de São Paulo no circuito internacional da arte.</span></p>
<p><span> </span><span>A publicação reúne textos de estudantes da disciplina eletiva de graduação “Bienal de São Paulo: ‘uma ocorrência recorrente’”, ministrada no segundo semestre de 2023 no Departamento de História da Arte da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que investigam momentos decisivos na trajetória da Bienal, como a consolidação do papel do curador e mudanças nos modelos expositivos.</span></p>
<p><span> </span><span>As análises dos estudantes enfatizam transformações recentes, especialmente na 35ª edição, marcada por curadoria coletiva e intervenções arquitetônicas que propõem romper hierarquias institucionais e espaciais</span><span>.</span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><span style="text-align: start; float: none; "><br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Camila Lie Nakazone</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-04-27T18:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados-113">
    <title>Dossiês de Estudos Avançados tratam de crise democrática, negacionismos e jornalismo sob pressão </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados-113</link>
    <description>Edição 113 da revista Estudos Avançados, lançada em março de 2025, traz os dossiês "Democracia", "Negacionismos e Autoritarismos" e "Desinformação e Democracia".
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-113" alt="Capa da revista Estudos Avançados 113" class="image-right" title="Capa da revista Estudos Avançados 113" /></p>
<p>A <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2025.v39n113/">edição 113</a> da revista <a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link">Estudos Avançados</a>, correspondente ao primeiro quadrimestre de 2025, concentra seu foco nos percalços e disrupções que a democracia tem enfrentado tanto no Brasil quanto em outros países. O número é constituído de três dossiês: "Democracia", "Negacionismos e Autoritarismos" e "Desinformação e Democracia", que totalizam 19 artigos escritos por 34 pesquisadores de diversas universidades brasileiras [<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados-113#programacao" class="external-link">veja o sumário abaixo</a>].</p>
<p>O editor da revista, o sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>, aponta a convergência dos três conjuntos de textos e destaca que o primeiro deles, "Democracia", explora os dilemas atuais desse regime de governo, “muitos dos quais manifestos no declínio dos níveis de confiança nas instituições políticas e na emergência de projetos políticos populistas”.</p>
<p>A questão é discutida no artigo de abertura do dossiê, “A Democracia Tem Futuro?”, de Elisa Reis, da UFRJ. Ela defende que, embora seu caráter intrinsecamente expansivo não garanta por si só a sobrevivência da democracia, ele pode prover a base para o desenvolvimento de estratégias políticas que, combinando recursos humanos e tecnológicos, logrem "fomentar formas inovadoras para promover justiça, inclusão e participação, os elementos que dão vida à convivência democrática”.</p>
<p>O debate sobre o princípio da igualdade, um dos pilares da democracia, é essencial numa era que “se aprofundam desigualdades sociais de toda espécie”, como indica o editor. O tema é discutido em artigo de José Reinaldo de Lima Lopes, da Faculdade de Direito da USP, a partir da concepção de igualdade como pertencimento defendida por Aristóteles. Para o professor, a legitimidade democrática e republicana depende da ideia de justiça geral, na qual, igualdade significa pertencimento, sendo que a indiferença a ele constitui terreno fértil para a desconfiança e soluções autoritárias.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Versões da edição</i></h3>
<p><i>O número 113 da revista Estudos Avançados já está disponível gratuitamente na <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2025.v39n113/" target="_blank">Scientific Eletronic Library Online (SciELO)</a>. Em breve será lançada a versão impressa, ao custo de R$ 40,00 o exemplar.  Os interessados em comprar/reservar um exemplar ou fazer uma assinatura anual (três edições por R$ 100,00) devem enviar mensagem para <a class="mail-link" href="mailto:estavan@usp.br">estavan@usp.br</a>.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Caso brasileiro</strong></p>
<p>Trazendo a discussão sobre a democracia para a situação brasileira, o cientista político Bruno Reis, da UFMG, analisa a crise política vivida pelo país de 2013 a 2022. Seu trabalho busca uma síntese dos componentes presentes no período, examinando tópicos como dinâmica institucional e suas condições de estabilidade, disfuncionalidades na regulação do financiamento de campanhas eleitorais, a deriva rumo a um governo hostil à ordem constitucional, a interação da crise brasileira com o quadro internacional de corrosão democrática e as perspectivas para a superação da “deriva destrutiva”.</p>
<p>A crise da democracia brasileira também é discutida em estudo de sete pesquisadores da USP, Unesp, UFABC e Unifesp. O trabalho reflete sobre a dimensão jurídico-institucional dessa crise e suas especificidades diante do contexto global. “É preciso considerar o problema da democracia da perspectiva jurídico-institucional de forma sistemática e em sua complexidade e não de maneira restrita aos temas usualmente explorados dos sistemas partidário-eleitoral e de governo e do papel da atuação do Poder Judiciário”, afirmam os autores.</p>
<p><strong>Inteligências</strong></p>
<p>O dossiê também aborda mudanças que impactam a dinâmica dos regimes democráticos na atualidade, como a emergência da inteligência artificial (IA). Pesquisadores da UFMG e da UFG apontam que a coexistência das inteligências individual, coletiva e artificial proporciona novos desafios para a teoria democrática no contexto da interação humanos-máquinas.</p>
<p>Eles afirmam que não há uma determinação a priori sobre como humanos irão reconstruir suas formas de aprendizado nas camadas de inteligência individual e coletiva ao se alimentarem de feedbacks<i> </i>produzidos na camada de IA: “Os desafios são enormes e a centralidade humana é central para o futuro da democracia”.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/obra-de-elian-almeida-1/image" alt="Obra de Elian Almeida" title="Obra de Elian Almeida" height="321" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Reprodução de ''O Mais Importante É Inventar o Brasil que Nós Queremos'' (2021), de Elian Almeida; a imagem ilustra a edição da revista</dd>
</dl></p>
<p><strong>Reivindicações</strong></p>
<p>Outro tema abordado pelo dossiê são as promessas não cumpridas das tradições liberal-democráticas no que se refere às reivindicações feministas e antirracistas. O artigo de Luciana Tatagiba, da Unicamp, e Flávia Biroli, da UnB, faz uma leitura do que está em jogo na normalidade e na crise das democracias a partir de entrevistas feitas em 2023 com lideranças feministas e antirracistas brasileiras.</p>
<p>O fecho do dossiê é um estudo de caso feito por Jefferson Nascimento, doutorando na Uerj. Ele analisa o processo de militarização e de desdemocratização na Venezuela ao longo dos governos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro. Nascimento comenta que no período de Chávez, os militares receberam incentivos para participar da política nas esferas institucionais, com a relação com o governo se aprofundando na administração de Maduro, garantindo sua sobrevivência no poder em meio à crise econômica e investidas de opositores, mas contribuindo para a corrosão do sistema democrático do país.</p>
<p>Essa corrosão do sistema democrático em várias partes do mundo é acentuada direta ou indiretamente por vários fatores. Um deles é o negacionismo, a crença de uma suposta perda de legitimidade das ciências sob diferentes perspectivas.</p>
<p><strong>Negacionismos</strong></p>
<p>O segundo dossiê da edição, “Negacionismos e Autoritarismo”, discute o tema sob diferentes perspectivas. Entre elas, o editor da revista cita a ausência de um movimento negacionista no Brasil do porte dos que ocorrem em outros países; o predomínio de ataques negacionistas a questões de políticas públicas (vacinas, universidades, políticas sociais); o pressuposto de um negacionismo epistêmico; e embates entre autoridade epistêmica e usos da ciência a partir dos debates ocorridos na CPI da Covid.</p>
<p>Adorno acrescenta que negacionismos “estão igualmente presentes, atuantes e fortes na esfera pública e política, em especial nesta era de polarização e extremismos à direita”. Isso é revelado nos artigos do dossiê que tratam de anti-intelectualismo, cultivo da masculinidade e eliminação das perspectivas de gênero nas políticas do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos durante o governo Bolsonaro. O fecho do elenco de textos é uma resenha sobre o livro “Dicionário de Negacionismos no Brasil”, organizado por José Szwako e José Luiz Ratton.</p>
<p><strong>Desinformação</strong></p>
<p>Mas o negacionismo não é um fenômeno isolado a corroer a credibilidade das informações disponíveis ao público, recurso fundamental para o exercício pleno da cidadania numa sociedade democrática. Nesse contexto de debate público deteriorado, o dossiê “Desinformação e Democracia” completa a análise do complexo quadro contemporâneo com artigos escritos por integrantes e convidados do Grupo de Pesquisa Jornalismo, Direito e Liberdade, do IEA.</p>
<p>Os textos discutem temas como a necessidade de aprofundar o conceito de desinformação; as tendências do jornalismo transnacional com seus processos de validação de dados por agências de informações; os riscos ao jornalismo e à democracia representado pelas plataformas digitais; o cerceamento das liberdades de imprensa e de expressão promovidos e incentivados pelo governo federal, especialmente na gestão Bolsonaro; e o papel das mídias sociais nas disrupções da democracia.</p>
<hr />
<p> </p>
<h3><strong><a name="programacao"></a>Sumário de Estudos Avançados 113</strong></h3>
<p><strong>Democracia</strong></p>
<ul>
<li>A Democracia Tem Futuro? – <i>Elisa Reis</i></li>
<li>Igualdade e Justiça Hoje, Seguindo Aristóteles – <i>José Reinaldo de Lima Lopes</i></li>
<li>Dinâmica Institucional e Lastro Internacional: Para um Diagnóstico da Crise Política Brasileira (2013-2022) – <i>Bruno Pinheiro Wanderley Reis</i></li>
<li>Crise da Democracia Brasileira e Arranjos Jurídico-Institucionais – <i>Murilo Gaspardo, Maria Paula Dallari Bucci, Vanessa Corsetti Gonçalves Teixeira, Carolina Gabas Stuchi, José Duarte Neto, Rubens Beçak e Daniel Campos de Carvalho</i></li>
<li>Inteligência Artificial e Democracia: Humanos, Máquinas e Instituições Algorítmicas – <i>Fernando Filgueiras, Ricardo Fabrino Mendonça e Virgílio Almeida</i></li>
<li>Críticas Feministas à Democracia no Brasil: Análises da Crise e dos Limites da Normalidade – <i>Luciana Tatagiba e Flávia Biroli</i></li>
<li>Militarização e Desdemocratização ao longo dos Governos Chavistas na Venezuela – <i>Jefferson Nascimento</i></li>
</ul>
<p><strong>Negacionismos e Autoritarismos</strong></p>
<ul>
<li>Os Sentidos da Crise ou Manifesto Reflexivo sobre Negacionismos e Ciências -- <i>José Szwako</i></li>
<li>Negacionismo Epistêmico – <i>Renan Springer de Freitas</i></li>
</ul>
<ul>
<li>A Vida Pública de Fatos Científicos: Ciência e Política na CPI da Pandemia no Brasil – <i>Daniel Edler Duarte, Pedro Benetti e Marcos César Alvarez</i></li>
<li>“Boa Guerra, Garoto(s)!”: Bolsonarismo, “Anti-Intelectualismo” e Masculinidade – <i>Maria Caramez Carlotto</i></li>
<li>“Mulher” e “Família”: O Senso-Comum como Política Pública no Governo Bolsonaro – <i>Marília Moschkovich</i></li>
<li>O Passado, a Intermitência e o Futuro de uma Ilusão – <i>Daniel Afonso da Silva</i></li>
<li>De A a Z: Um Guia para Entender os Negacionismos – <i>Guilherme Queiroz Alves</i></li>
</ul>
<p><strong>Desinformação e Democracia</strong></p>
<ul>
<li>Desinformação, Democracia e Regulação – <i>Vitor Blotta e Eugênio Bucci</i></li>
<li>Do Jornalismo Transnacional aos Experimentos em <i>Blockchain</i> no Combate à Desinformação – <i>Magaly Prado e Ben Hur Demeneck</i></li>
<li>Ameaças das Plataformas Digitais ao Jornalismo: Contributos para a Regulação – <i>Rogério Christofoletti</i></li>
<li>Cala a Boca, Jornalista: Intimidação e Desinformação como Políticas de Estado – <i>Camilo Vannuchi, João Gabriel de Lima e Taís Gasparian</i></li>
<li>Mídias sociais e as Disrupções da Democracia – <i>Clifford Griffin e Vitor Blotta</i></li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Autoritarismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Exposição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revistas IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Negacionismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Jornalismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-04-03T18:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/pesquisa/nucleos-de-apoio-a-pesquisa/observatorio-inovacao-competitividade/publicacoes/online/engenhariadata-tendencias-e-perspectivas-da-engenharia-no-brasil-relatorio-2013">
    <title>EngenhariaData - Tendências e Perspectivas da  Engenharia no Brasil - Relatório 2013</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/pesquisa/nucleos-de-apoio-a-pesquisa/observatorio-inovacao-competitividade/publicacoes/online/engenhariadata-tendencias-e-perspectivas-da-engenharia-no-brasil-relatorio-2013</link>
    <description>A terceira edição do relatório versa sobre a formação de engenheiros, tanto na graduação quanto na pós-graduação, e sobre o mercado de trabalho dos profissionais das engenharias. Apresentada também a evolução do indicadores e análises sobre Formação, Mercado de Trabalho e Produção Científica na Engenharia.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-03-10T19:51:47Z</dc:date>
    <dc:type>Arquivo</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/pesquisa/nucleos-de-apoio-a-pesquisa/observatorio-inovacao-competitividade/publicacoes/online/engenhariadata-formacao-e-mercado-de-trabalho-em-engenharia-no-brasil-relatorio-2012">
    <title>EngenhariaData - Formação e Mercado de Trabalho em Engenharia no Brasil - Relatório 2012</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/pesquisa/nucleos-de-apoio-a-pesquisa/observatorio-inovacao-competitividade/publicacoes/online/engenhariadata-formacao-e-mercado-de-trabalho-em-engenharia-no-brasil-relatorio-2012</link>
    <description>O relatório “EngenhariaData: Tendências e Perspectivas da Engenharia no Brasil” tem por objetivo avaliar o escopo, a qualidade e a vitalidade da Engenharia brasileira. Nesta segunda edição, são apresentados indicadores e análises iniciais sobre Formação, Mercado de Trabalho e Produção Científica da Engenharia.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-09-04T20:14:27Z</dc:date>
    <dc:type>Arquivo</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/pesquisa/nucleos-de-apoio-a-pesquisa/observatorio-inovacao-competitividade/publicacoes/online/engenhariadata-tendencias-e-perspectivas-da-engenharia-no-brasil-relatorio-2011">
    <title>EngenhariaData - Tendências e Perspectivas da Engenharia  no Brasil - Relatório 2011</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/pesquisa/nucleos-de-apoio-a-pesquisa/observatorio-inovacao-competitividade/publicacoes/online/engenhariadata-tendencias-e-perspectivas-da-engenharia-no-brasil-relatorio-2011</link>
    <description>O relatório “EngenhariaData: Tendências e Perspectivas da Engenharia no Brasil” tem por objetivo avaliar o escopo, a qualidade e a vitalidade da engenharia brasileira. Nesta primeira edição, são apresentados indicadores e análises iniciais sobre formação, mercado de trabalho e produção científica da engenharia. Também  são apresentados a história do Observatório da Inovação e Competitividade, assim como o portal EngenhariaData.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-09-04T20:05:42Z</dc:date>
    <dc:type>Arquivo</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/pesquisa/nucleos-de-apoio-a-pesquisa/observatorio-inovacao-competitividade/publicacoes/online/a-engenharia-no-amazonas-avaliacao-do-estado-atual-e-perspectivas">
    <title>A Engenharia no Amazonas: Avaliação do Estado Atual e Perspectivas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/pesquisa/nucleos-de-apoio-a-pesquisa/observatorio-inovacao-competitividade/publicacoes/online/a-engenharia-no-amazonas-avaliacao-do-estado-atual-e-perspectivas</link>
    <description>O relatório traz análises sobre a formação do engenheiro e sua situação no mercado de trabalho e a produção científica da Engenharia no Amazonas e na Região Norte do Brasil.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-09-04T20:10:09Z</dc:date>
    <dc:type>Arquivo</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/posse-diretoria-2024-2028">
    <title>Posse da Diretoria do IEA será em 4 de novembro e terá lançamento de livro sobre trajetória do Instituto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/posse-diretoria-2024-2028</link>
    <description>O livro "Avançados em Quê? - A Trajetória Pioneira do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo", de Guilherme Ary Plonski e Roney Cytrynowicz, tem versões impressa (para público selecionado) e digital (disponível a todos no Portal de Livros Abertos da USP).</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-avancados-em-que-400px-largura" alt="Capa do livro &quot;Avançados em Quê?&quot; - 400px largura" class="image-right" title="Capa do livro &quot;Avançados em Quê?&quot; - 400px largura" /></p>
<p>"Organizar e contextualizar o conhecimento de forma interdisciplinar e articular e coordenar a interação de equipes e redes interdisciplinares para a produção de novas ideias, estudos e pesquisas que contribuam para a tomada de decisões e para o estabelecimento de políticas públicas que promovam o desenvolvimento social sustentável pacífico e assim melhorem a vida no planeta".</p>
<p>Esse é o principal objetivo para a gestão do IEA no período 2024-2028 definido pela diretora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a> e pelo vice-diretor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, que tomam posse oficialmente no dia 4 de novembro, às 14h, em cerimônia na Sala do Conselho Universitário da USP. A participação na Sala do Conselho Universitário <strong>requer <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScncAunPQvAkz_w5GNUrn6IDaAr3mjVVHshyzkmYdR2bF_U4g/viewform" target="_blank">inscrição prévia</a></strong>. Haverá <strong>transmissão </strong><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link"><strong>ao vivo</strong></a><strong> </strong>pela internet, sem necessidade de inscrição.</p>
<p>No evento, também será comemorado o 38º aniversário de criação do IEA. Para celebrá-lo, será lançada o livro "Avançados em Quê? - A Trajetória Pioneira do Instituto de Estudos Avançados da USP", de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, diretor anterior do Instituto, e do historiador Roney Cytrynowicz. A versão digital da obra está disponível, gratuitamente, no <a class="external-link" href="https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/1417">Portal de Livros Abertos da USP</a>. A cerimônia e o lançamento são abertos ao público.</p>
<p><strong>Propostas</strong></p>
<p>O <a href="https://www.iea.usp.br/iea/eleicoes/diretores/PROPOSTADEGESTAOPARAADIRETORIADOINSITUTODEESTUDOSAVANCADOSDAUSP.pdf" class="external-link">Programa de Gestão</a> da Diretoria do IEA elenca uma série de propostas específicas para os próximos quatro anos. Elas incluem a ênfase na indução de interações, conexões e estabelecimento de redes; a atração de pesquisadores renomados internacionalmente e jovens talentos para que enfrentem problemas e questões complexas como os desafios globais de sustentabilidade, mudanças climáticas, transições energéticas e transformações sociais.</p>
<p>Os estudos sobre o papel das universidades e os grandes desafios das ciências e engenharia no Brasil e no mundo terão continuidade por meio de parcerias com instituições nacionais e internacionais. Um tema a ser explorado será o de ciências e engenharias para a paz.</p>
<p>Entre as outras propostas do programa figuram: o apoio a projetos científicos que serão os produtores de conhecimento para a interdisciplinaridade e as inovações sustentáveis do futuro; a divulgação e interação dos pesquisadores e equipes de pesquisas com a comunidade acadêmica e a sociedade em geral; a estruturação e criação de um programa de excelência e equidade na educação, de forma a catalisar esforços e recursos, incluindo bolsas para alunos e professores.</p>
<p>As demais propostas de Buckeridge e Roseli incluem a modernização de procedimentos e processos acadêmicos do Instituto, requalificação de seus espaços, implementação de um Escritório de Apoio a Programas e Pesquisas, intensificar a colaboração com outros IEAs do Brasil e do exterior, criação do Programa Embaixadores do IEA (representantes nas demais unidades da USP) e incorporação do Programa Eixos Temáticos da USP (ProETUSP), atualmente sediado na Reitoria.</p>
<p><strong>Perfis</strong></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/pessoas/roseli-de-deus-lopes/roseli-de-deus-lopes-4/@@images/5a955e8b-17d4-4cb6-af42-3397a7e3e68b.jpeg" alt="Roseli de Deus Lopes" class="image-left" title="Roseli de Deus Lopes" />Roseli é professora titular da Escola Politécnica da USP, da qual é graduada, mestre, doutora e livre docente em engenharia elétrica. Integra o Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável da Presidência da República, a Diretoria da Associação Brasileira de Educação em Engenharia (Abenge). É coordenadora geral da Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica do IEA, vice-coordenadora do Núcleo de Apoio à Pesquisa Centro Interdisciplinar em Tecnologias Interativas e coordenadora do InovaLab@Poli. Também participa, como colaboradora, da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação da USP, onde coordena os Programas Pibic, Pibiti e Pibic-em. Foi vice-diretora do IEA, diretora e vice-diretora da Estação Ciências da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP e participou da Diretoria da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Ela lidera pesquisas nas áreas de: educação para/em engenharia, educação Steam, interação humano-computador, tecnologia assistiva, tecnologias para educação e sistemas ciberfísicos baseados em tecnologias abertas.</p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marcos-buckeridge-2" alt="Marcos Buckeridge - 2023" class="image-right" title="Marcos Buckeridge - 2023" />Buckeridge é professor titular do Instituto de Biociências da USP, do qual foi diretor e onde graduou-se como biólogo. É mestre em biologia molecular pela Unifesp e doutor em bioquímica de vegetais pela Universidade de Sterling, Reino Unido, com pós-doutorado na Universidade Purdue, EUA. Como assessor sênior da Reitoria da USP, é responsável pela coordenação executiva do Programa Eixos Temáticos, membro titular da Academia Brasileira de Ciências e integrante da SBPC. Também coordena o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol e dirige o Programa Bioenergia com Sistemas de Captura de Carbono do Centro de Pesquisa em Inovação sobre Gases de Efeito Estufa da USP. Foi presidente da Academia de Ciências do Estado de São Paulo por dois mandatos e participou do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês). Também dirigiu o Laboratório Nacional de Bioenergia. No IEA, fundou e coordenou até 2022 o Centro de Síntese USP Cidades Globais. Buckeridge atua principalmente em pesquisas sobre mudanças climáticas, ciências urbanas e políticas públicas, bioenergia e uso sustentável da biodiversidade.</p>
<p><strong>Trajetória</strong></p>
<p>Na nota introdutória de "Avançados em Quê?", o diretor e a vice-diretora do IEA de abril de 2020 a abril de 2024, os professores Guilherme Ary Plonski e Roseli de Deus Lopes lembram que o reitor da USP na época da criação do Instituto, professor José Goldemberg, a quem o livro é dedicado, havia conhecido de perto o Instituto de Estudos Avançados de Princeton, EUA, e "entendeu ser esse o modelo estratégico para revitalizar a Universidade, após o dramático período vivido sob os tacões do regime autoritário". Essa é a razão, segundo eles, de Goldemberg ter atribuído ao IEA a missão de "favorecer novas ideias, resultantes do convívio, do confronto e da interação entre as diversas áreas de trabalho intelectual" [nas palavras do então reitor).</p>
<p>O livro aprofunda o contexto cultural que levou à criação do IEA e expõe sua trajetória, a partir de pesquisa e entrevistas conduzidas pelo historiador Roney Cytrynowics, trabalho viabilizado pelos parceiros Fundação Itaú e Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), apontam Plonski e Roseli. Para eles, o IEA deve em grande medida os avanços relatados na obra "ao fato de integrar a vibrante comunidade da USP", por isso sua publicação se insere nas comemorações dos 90 anos da Universidade.</p>
<p>Em seu texto de apresentação do livro, o reitor da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-gilberto-carlotti-jr" class="external-link">Carlos Gilberto Carlotti Junior</a>, ressalta o papel desempenhado pelo Instituto, ao longo de sua trajetória, na promoção da excelência acadêmica da Universidade, "buscando incessantemente estender a fronteira do conhecimento em diversas áreas do saber". Além da ênfase do IEA na interdisciplinaridade e na colaboração intelectual, Carlotti Jr. lembra que diversos trabalhos do Instituto subsidiaram políticas públicas em áreas essenciais para o país, como educação e saúde.</p>
<p>O reitor destaca que, mesmo não tendo corpo docente e discente próprios, o IEA consegue congregar em suas equipes de pesquisa professores e estudantes de 80% das unidades, museus e institutos especializados da USP, além de contribuir com o intercâmbio acadêmico com outras instituições, brasileiras e estrangeiras. Ele ressaltou o fato de o IEA ser membro fundador e coordenador de 2019 a 2021 da rede internacional <a class="external-link" href="http://www.ubias.net/">Ubias (University-Based Institute for Advanced Study)</a>, que reúne 47 IEAs vinculados a universidades dos cinco continentes, algo que "contribuiu para a projeção internacional da USP".</p>
<p>A vice-reitora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-arminda-nascimento-arruda" class="external-link">Maria Arminda do Nascimento Arruda</a> aborda em seu texto o contexto da redemocratização do país no qual o IEA foi criado: "Imaginou-se um lugar no qual pesquisadores, cientistas, intelectuais, artistas, jornalistas, personalidades públicas pudessem conviver e projetar uma Universidade renovada em consonância com os novos tempos". Ela afirma que o IEA colaborou na construção democrática do país, "na medida em que refletiu sobre as nossas questões, deu voz aos opositors do obscurantismo, enfim, encarou o papel ilustrado de uma Universidade contemporânea do seu tempo".</p>
<p>"Esse espírito esclarecido que esteve na origem do IEA não se perdeu, como se pode constatar nas ações do Instituto, voltadas a acolher e refletir sobre os novos rumos da Universidade inclusiva, diferenciada e socialmente democrática, conquanto não se tenha abandonado a pauta avançada do conhecimento e da ciência", escreve a vice-reitora.</p>
<p><span><strong>Apoio</strong></span></p>
<p>A produção e publicação do livro contaram com apoio financeiro da Fundação Itaú e do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). Em texto na seção de apresentação da obra, o presidente da Fundação Itaú, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-saron" class="external-link">Eduardo Saron</a>, afirma que a parceria entre a fundação e a USP, por meio do IEA, nasceu a partir do "anseio mútuo de desenvolver iniciativas estratégicas, perenes e de impacto". O objetivo sempre foi "contribuir com políticas públicas emancipatórias e facilitadoras de mudanças estruturais na educação e na cultura".</p>
<p>Saron destacou os dois pontos principais da parceria: o apoio da fundação durante os cinco anos iniciais da Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica, inaugurada em 2019 para o estudo de práticas inovadoras e formações que promovam avanços significativos nas propostas para a educação básica, e à Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência desde sua implantação em 2016, apoio que tem possibilitado a construção de um "vasto legado a partir de estudos que perpassam a gestão cultural, o papel da cultura na sociedade e discussões transversais sobre arte e ciência".</p>
<p>O secretário executivo do CGI.br, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/hartmut-richard-glaser" class="external-link">Hartmut Richard Glaser</a>, diz em seu texto que a Cátedra Oscar Sala, fruto da parceria entre o comitê e o IEA, possibilita o intercâmbio multidisciplinar entre os saberes de áreas diversas, oferecendo a disciplina de pós-graduação Economia, Cultura e Poder na Internet, visando fortalecer e cultivar o conhecimento sobre a internet, seu impacto, funcionamento, aplicações e ferramentas. "Assim ampliamos, USP e CGI.br, o horizonte das tecnologias digitais que favoreçam o avanço tecnológico, a inovação e o direito fundamental de acesso à informação e comunicação".</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-10-22T17:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupos-anteriores/grupo-de-estudos-de-agricultura-urbana/publicacoes/biomonitoring-of-genotoxic-effects-and-elemental-accumulation-derived-from-air-pollution-in-community-urban-gardens">
    <title>Biomonitoring of genotoxic effects and elemental accumulation derived from air pollution in community urban gardens</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupos-anteriores/grupo-de-estudos-de-agricultura-urbana/publicacoes/biomonitoring-of-genotoxic-effects-and-elemental-accumulation-derived-from-air-pollution-in-community-urban-gardens</link>
    <description>A positive exponential relationship between traffic-related elements deposited
on tree barks and Trad-MCN was observed. Mn/Zn concentrations on tree barks
were associated with an increase in Trad-MCN. Negative associations between Trad-MCN and traffic distance/absence of vertical obstacles were observed in the gardens.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-02T16:34:12Z</dc:date>
    <dc:type>Arquivo</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupos-anteriores/grupo-de-estudos-de-agricultura-urbana/publicacoes/cartilhasiteiea.pdf">
    <title>Cartilha Agricultura Urbana: Guia de Boas Práticas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupos-anteriores/grupo-de-estudos-de-agricultura-urbana/publicacoes/cartilhasiteiea.pdf</link>
    <description>Esta cartilha de boas práticas para a agricultura urbana visa guiar e
ajudar grupos comunitários no estabelecimento e no gerenciamento de uma horta segura, bem-sucedida e sustentável.</description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-02T16:45:42Z</dc:date>
    <dc:type>Arquivo</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupos-anteriores/grupo-de-estudos-de-agricultura-urbana/publicacoes/the-impact-of-covid-19-on-urban-agriculture-in-sao-paulo-brazil">
    <title>The Impact of COVID-19 on Urban Agriculture in São Paulo, Brazil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupos-anteriores/grupo-de-estudos-de-agricultura-urbana/publicacoes/the-impact-of-covid-19-on-urban-agriculture-in-sao-paulo-brazil</link>
    <description>During the initial months of the COVID-19 pandemic, farmers worldwide were greatly affected by disruptions in the food chain. In 2020, São Paulo city experienced most of the effects of the pandemic in Brazil, with 15,587 deaths through December 2020. Here, we describe the impacts of COVID-19 on urban agriculture (UA) in São Paulo from April to August 2020. We analyzed two governmental surveys of 2100 farmers from São Paulo state and 148 from São Paulo city and two qualitative surveys of volunteers from ten community gardens and seven urban farmers. Our data showed that 50% of the farmers were impacted by the pandemic with drops in sales, especially those that depended on intermediaries. Some farmers in the city adapted to novel sales channels, but 22% claimed that obtaining inputs became difficult. No municipal support was provided to UA in São Paulo, and pre-existing issues were exacerbated. Work on community gardens decreased, but no garden permanently closed. Post COVID-19, UA will have the challenge of maintaining local food chains established during the pandemic. Due to the increase in the price of inputs and the lack of technical assistance, governmental efforts should be implemented to support UA. </description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Aziz Salem</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-06-17T11:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Link</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-109">
    <title>Saúde, nutrição e cidades são os temas da revista Estudos Avançados 109</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-109</link>
    <description>A edição 109 da revista Estudos Avançados, lançada em outubro, traz os dossiês "Promoção da Saúde", "Segurança Alimentar" e "Cidades e Tecnologias".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-de-estudos-avancados-109" alt="Capa de 'Estudos Avançados' 109" class="image-right" title="Capa de 'Estudos Avançados' 109" /></a></p>
<p>Os três dossiês da <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2023.v37n109/">edição 109 de <i>Estudos Avançados</i></a>, lançada este mês, mantêm a tradição da revista em "abordar temas de relevância social e de inquestionável atualidade, aliando a comunicação de resultados de pesquisa ao debate público", nas palavras de seu editor, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>. Os temas desta vez são "Promoção da Saúde", "Segurança Alimentar" e "Cidades e Tecnologias". A intenção, como sempre, é colaborar com a "formulação e implementação de políticas governamentais voltadas para a superação de problemas que afetam a qualidade de vida e para redução das desigualdades sociais".</p>
<p>A interdisciplinaridade das análises é demonstrada logo no artigo de abertura do dossiê “Promoção da Saúde”, intitulado “Saúde Cardiovascular e Habitação: Um Diálogo Importante Travado nos Assentamentos Precários de São Paulo”. De autoria de especialistas em geografia, urbanismo e patologia, o estudo analisou dados de moradores da cidade de São Paulo que morreram, de 2010 a 2016, por doenças do aparelho circulatório ou foram internados (pelo SUS), de 2011 a 2016, pelas mesmas doenças. Foram considerados o tipo de assentamento de moradia dos indivíduos (aglomerado subnormal, precário ou regular), idade e sexo.</p>
<p>A diferença da saúde cardiovascular entre os três tipos de assentamentos, avaliada por meio das proporções de internações hospitalares e pelas taxas de mortalidade, evidencia que quase 1,7 milhão de pessoas em São Paulo estão em grande desvantagem em relação aos restantes 85% da população.</p>
<p>Apesar de a habitação precária ser “a causa ou um fator determinante de muitas patologias físicas e mentais”, outro estudo do dossiê demonstra que “o marco legal da saúde no Brasil restringe ou mesmo proíbe o uso de recursos da saúde em questões habitacionais, delimita a composição das equipes de saúde a profissões médico-hospitalares, bem como não considera o uso de recursos de outras funções orçamentárias na provisão habitacional para fins específicos de saúde”.</p>
<p>Tais delimitações deveriam ser removidas em situações em que houver evidência científica de que a questão habitacional seja um determinante social da saúde, recomenda o artigo “Por Que o Investimento e Foco em Questões Habitacionais É também uma Medida de Saúde”.</p>
<p><strong>Vulnerabilidade</strong></p>
<p>Há de se considerar também o quadro de múltiplas vulnerabilidades dos territórios periféricos, o que torna a intervenção nesses espaços um desafio que precisa ser encarado a partir da lógica dos problemas complexos, pois “não dispõem de uma solução única e linear para a sua superação”, alerta um terceiro estudo. Baseando-se em trabalhos desenvolvidos pela Fundação Tide Setubal na periferia de São Miguel Paulista, na cidade de São Paulo, o artigo “Intersetorialidade e Melhorias Urbanas em Territórios Periféricos: O Caso de São Miguel Paulista” propõe que a intersetorialidade seja promovida a partir do orçamento público, da mensuração de impacto e do protagonismo das comunidades.</p>
<p>O dossiê também apresenta um estudo sobre história das ideias quanto as condições para o desenvolvimento dos indivíduos. O artigo “Educação, Saúde e Progresso: Discursos sobre os Efeitos do Ambiente no Desenvolvimento da Criança (1930-1980)” mostra como no período estudado havia uma “forte associação entre a promoção do desenvolvimento dos indivíduos e o progresso social".</p>
<p>“Entendia-se que os investimentos públicos na criação de melhores condições de saúde e educação para as crianças favoreceria o avanço do país.” A escola era vista como “um ambiente propício ao desenvolvimento saudável e à civilização das crianças.”</p>
<p>Essa perspectiva de desenvolvimento transformou-se, quanto à saúde, em vulnerabilidade em muitas áreas periféricas onde o controle do território é exercido pelo crime organizado. A situação é exemplificada em estudo de unidade básica de saúde situada em área dominada pelo tráfico de drogas.</p>
<p>Baseado em diário de campo e entrevistas abertas com diferentes interlocutores do território de uma unidade de saúde periférica de um município de médio porte do estado de São Paulo, o trabalho apontou que, “diante da ausência ou insuficiência do Estado em territórios de vulnerabilidade social, o tráfico pode funcionar tanto como agente de precarização das relações de trabalho entre equipes de saúde e a comunidade quanto como provedor de mecanismos de suporte e proteção para a população, mediação e gerenciamento das relações cotidianas da população, incluindo sua relação com os equipamentos de saúde”.</p>
<p><strong>Promoção da saúde</strong></p>
<p>Mesmo diante de inúmeras vulnerabilidades sociais, é preciso encontrar meios para a promoção da saúde. Torna-se relevante, então, compreender as diferentes interpretações sobre a promoção da saúde, em que pese o fato de o campo estar passando por um processo de institucionalização e fortalecimento. Artigo de sanitaristas discute essas interpretações, cuja diversidade demonstra a necessidades de aprofundar alguns temas, como o papel do setor de saúde, a mudança comportamental e a abordagem individuais, afirmam os pesquisadores.</p>
<p>Em seu estudo, eles apresentam outras formas de compreensão destes temas, por meio da contribuição de trabalhadores, gestores da atenção básica e de especialistas na questão, de forma a "ampliar as possibilidades da prática da promoção da saúde na atenção básica".</p>
<p>A metodologia do trabalho incluiu a realização de entrevista semiestruturada com especialistas e consulta a gestores e trabalhadores municipais da atenção básica por meio do formulário eletrônico FormSUS. Foram entrevistados 13 especialistas, entre novembro de 2017 e fevereiro de 2018, do Grupo de Trabalho em Promoção da Saúde e Desenvolvimento Sustentável (GTPSDS) da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), "grupo que defende a atuação na determinação social e não se restringe aos fatores de risco e proteção das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT)".</p>
<p>Outro estudo do dossiê analisou o impacto da implantação de ciclovias na cidade de São Paulo na prática de atividades físicas no lazer por um grupo 1.431 pessoas, moradoras no máximo a 1 km de ciclovias, e as correlações dessa prática com os índices de hipertensão arterial. O trabalho aponta a necessidade de melhoria das condições ambientais (implantação de ciclovias, por exemplo) nas áreas de maior carência socioeconômica da cidade, para maior oportunidade de prática de atividade física e a consequente redução nas taxas de hipertensão arterial e outras doenças crônicas.</p>
<p><strong>Bem viver</strong></p>
<p>A melhoria na qualidade de vida também é tema de outro artigo, que reúne a articula noções de bem viver em quatro matrizes principais: a das visões de mundo indígenas; a do pensamento utópico latino-americanista; a estatal; e a socioambiental. Segundo os autores, essas matrizes "guardam entre si aspectos convergentes, formando um núcleo comum emulador de novas propostas filosóficas, econômicas e políticas, enquanto alternativas ao modelo de vida, trabalho e relação com o ambiente produzido pelo capitalismo neoliberal".</p>
<p>A autonomia de pessoas em situação de curatela também é discutida no dossiê. Estudo de pesquisadores da área do direito examina a possibilidade de consentimento substitutivo no âmbito da saúde em casos de pessoas em situação de curatela, para averiguar se seria permitido ao representante legal de pessoas com deficiência decidir também sobre aspectos existenciais.</p>
<p>O dossiê se encerra com trabalho sobre a realidade socioambiental da implementação da logística reversa de medicamentos para minimizar a contaminação por fármacos, de maneira a atingir o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável pertinente. O estudo destaca as ações de controle, monitoramento e educação ambiental para redução dos impactos dos resíduos farmacêuticos e promoção da sustentabilidade.</p>
<p><span><strong>Nutrição</strong></span></p>
<p><strong> </strong>O primeiro artigo do dossiê “Segurança Alimentar” visa contribuir para a análise do cenário atual sobre insegurança alimentar no Brasil, a partir dos estudos feitos por dois grupos de pesquisa do IEA (Nutrição e Pobreza; Saúde Planetária) em parceria com o Eixo AgriBio do Centro de Inteligência Artificial (C4AI) da USP.</p>
<p>A contribuição da produção agrícola nas cidades para a melhoria desse cenário é explicitada em artigo sobre  os resultados do debate Agricultura Urbana e Segurança Alimentar e Nutricional: O Alimento Orgânico na Alimentação Escolar, ocorrido no 11º Seminário Serviço, Pesquisa e Política Pública. O evento foi organizado pelo Grupo de Pesquisa Nutrição e Pobreza e pelo Grupo de Estudos de Agricultura Urbana, também do IEA.</p>
<p>O conjunto de textos inclui a análise de projeto prático de cuidado em saúde e alimentar de famílias com crianças e adolescentes em situação de má nutrição. O trabalho tratou da “cadeia curta de produção-comercialização” de alimentos para a sustentação das ações de projeto envolvendo famílias com crianças e adolescentes atendidas pelo Centro de Recuperação e Educação Nutricional (Cren).</p>
<p>Um tema recente do espectro de hábitos alimentares, o flexitarianismo, também está presente no dossiê, com um estudo sobre os fatores que levam os flexitarianos a diferentes níveis de redução no consumo de carne.</p>
<p><strong>Urbanismo</strong></p>
<p>Em 2009, por meio de uma lei municipal, foram estabelecidas estratégias de adaptação às mudanças climáticas e gestão de desastres na cidade de São Paulo. O artigo inicial do dossiê “Cidades e Tecnologias”, analisa a efetividade do quadro legal dessa política, sua articulação com outras normas relevantes e com o direito ambiental e como vem sendo construída sua governança.</p>
<p>As mudanças climáticas e outros fatores, como o El Niño, têm impacto direto na disponibilidade de água, como demonstra a atual seca que afeta diversos municípios na Amazônia, carentes de políticas e estrutura para enfrentar o problema. Daí a importância de os municípios terem maior participação no Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (Singreh), alertam os autores do artigo "A Governança das Águas no Brasil: Qual o Papel dos Municípios?".</p>
<p>Além de fraca participação no sistema, os pesquisadores indicam que, em geral, os municípios não possuem uma política sobre recursos hídricos. Outro problema, apontam, é o fato de as reformas legais incidentes sobre os recursos hídricos tenderem a fragilizar ainda mais o papel dos municípios no Singreh.</p>
<p>As soluções baseadas na natureza também estão presentes no dossiê, em artigo que trata da integração desse tipo de solução num projeto de revitalização de brownfield (área urbana subutilizada e degradada cuja transformação propicia benefícios à população).</p>
<p>O processo evolutivo das cidades é abordado em duas vertentes no dossiê: filosófica e tecnológica. Um artigo discute alguns conceitos criados pelo filósofo francês Michel Foucault (1926-1984), como disciplina e biopoder, e os aplica à história do urbanismo brasileiro, especialmente nos casos do Rio de Janeiro e São Paulo. Outro texto examina as tecnologias que têm levado a uma revolução urbana, com o surgimento das cidades inteligentes, em função da proliferação de equipamentos eletrônicos conectados ininterruptamente, que permitem gerenciar a estrutura urbana de forma mais eficiente e otimizada, afirmam os autores.</p>
<p><strong><strong><i>Os exemplares impressos da edição 109 de </i>Estudos Avançados <i>estarão disponíveis em breve, ao preço de R$ 40,00. Os interessados em reservar um exemplar ou fazer uma assinatura anual da revista (três edições por R$ 100,00) devem enviar mensagem para </i></strong></strong><a href="mailto:estavan@usp.br"><i>estavan@usp.br</i></a><strong><i>.</i></strong></p>
<h3><span> 
<hr />
<br />Sumário</span></h3>
<p><span><strong>Promoção da Saúde</strong></span></p>
<ul>
<li><span>Saúde Cardiovascular e Habitação: Um Diálogo I</span><span>mportante Travado nos Assentamentos P</span><span>recários de São Paulo - </span><i><span>Ligia Vizeu Barrozo, Carlos Leite, Edson </span><span>Amaro Jr. e Paulo Hilário Nascimento Saldiva</span></i></li>
<li><span>Por Que o Investimento e Foco em Questões H</span><span>abitacionais É também uma Medida de Saúde - </span><i><span>Eduardo Castelã Nascimento, </span><span>Wesllay Carlos Ribeiro e Suzana Pasternak</span></i></li>
<li><span>Intersetorialidade e Melhorias Urbanas </span><span>em Territórios Periféricos: O</span><span> Caso de São Miguel Paulista - </span><span><i>Mariana Almeida</i></span></li>
<li><span>Educação, Saúde e Progresso: D</span><span>iscursos sobre os Efeitos do Ambiente </span><span>no Desenvolvimento da Criança (1930-1980) - </span><span><i>Ana Laura Godinho Lima</i></span></li>
<li><span>Atenção Básica em Saúde em um Cenário </span><span>de Vulnerabilidade: Produção de Saúde </span><span>e Governança Informal do Tráfico - </span><i><span>Amanda Dourado Souza Akahosi Fernandes, </span><span>Sabrina Helena Ferigato, Massimiliano Minelli </span><span>e Thelma Simões Matsukura</span></i></li>
<li><span>A Promoção da Saúde na Atenção Básica: O</span><span> Papel do Setor Saúde, a Mudança C</span><span>omportamental e a Abordagem Individual - </span><i><span>Fabio Fortunato Brasil de Carvalho, </span><span>Marco Akerman e Simone Cynamon Cohen</span></i></li>
<li><span>Ciclovias, Atividade Física no Lazer </span><span>e Hipertensão Arterial: Um Estudo Longitudinal - </span><i><span>Alex Antonio Florindo, Guilherme Stefano - </span><span>Goulardins e Inaian Pignatti Teixeira</span></i></li>
<li><span>Entre Utopias Desejáveis e Realidades Possíveis: N</span><span>oções de Bem Viver na Atualidade - </span><i><span>Gabriel Castro Siqueira, Bruno Simões </span><span>Gonçalves e Alessandro de Oliveira dos Santos</span></i></li>
<li><span>Os Limites da Curatela e o Consentimento Livre </span><span>e Esclarecido da Pessoa com Deficiência - </span><i><span>Jussara Maria Leal de Meirelles </span><span>e Ana Paula Vasconcelos</span></i></li>
<li><span>Logística Reversa de Medicamentos no Brasil: U</span><span>ma Análise Socioambiental - </span><i><span>Sara Raquel L. B. de Lima, Viviane Souza </span><span>do Amaral e Julio Alejandro Navoni</span></i></li>
</ul>
<p><strong><span> </span><span>Segurança alimentar</span></strong></p>
<ul>
<li><span>Segurança Alimentar: Reflexões </span><span>sobre um Problema Complexo - </span><span><i>Semíramis Martins Álvares Domene et al.</i></span></li>
<li>Alimentação Saudável, Agricultura Urbana e Familiar -<i> </i><i>Ana Lydia Sawaya et al.</i></li>
<li><span>Nas Brechas do Cotidiano: Construindo R</span><span>eflexões sobre Práticas e Saberes Profissionais </span><span>a partir da Comida do Território - </span><i><span>Giulia de Arruda Maluf, Maria Paula </span><span>de Albuquerque, Maria Fernanda Petroli </span><span>Frutuoso e Bernardo Teixeira Cury</span></i></li>
<li><span>O Que Influencia os Flexitarianos </span><span>a Reduzir o Consumo de Carne no Brasil? - </span><i><span>Mariele Boscardin, Andrea Cristina Dorr, </span><span>Raquel Breitenbach e Janaína Balk Brandão</span></i></li>
</ul>
<p><span> </span></p>
<p><strong><span> </span><span>Cidades e Tecnologias</span></strong></p>
<ul>
<li><span>Adaptação às Mudanças Climáticas e Prevenção </span><span>a Desastres na Cidade de São Paulo - </span><i><span>Ana Maria de Oliveira Nusdeo, Andresa </span><span>Tatiana da Silva e Fernanda dos Santos Rotta</span></i></li>
<li><span>A Governança das Águas no Brasil: Q</span><span>ual o Papel dos Municípios? - </span><i><span>Valérie Nicollier, Asher Kiperstok </span><span>e Marcos Eduardo Cordeiro Bernardes</span></i></li>
<li><span>Soluções Baseadas na Natureza em Projetos </span><span>de Revitalização de Brownfields Urbanos: N</span><span>ovos Paradigmas para Problemas Urbanos - </span><i><span>Evandro Nogueira Kaam </span><span>e Amarilis Lucia Casteli Figueiredo Gallardo</span></i></li>
<li><span>Sobre Foucault e o Urbanismo Brasileiro: U</span><span>ma Genealogia do Planejamento </span><span>(c. 1850s-1945) - </span><span><i>Joel Outtes</i></span></li>
<li><span>Cidades Cognitivas: Utopia Tecnológica </span><span>ou Revolução Urbana? - </span><span><i>Marcio Lobo Netto e João Francisco Justo</i></span></li>
<li><span>Intraempreendedorismo e Inovação </span><span>em Organizações Públicas: C</span><span>aso do Censo no Brasil - </span><i><span>Roberto Kern Gomes </span><span>e Magnus Luiz Emmendoerfer</span></i></li>
</ul>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Nutrição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades inteligentes</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Nutrição e Pobreza</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Saúde Planetária</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-10-23T13:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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