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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 111 to 123.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-arte-latino-americana-na-tate-modern">
    <title>A inserção da arte latino-americana no cânone internacional</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-arte-latino-americana-na-tate-modern</link>
    <description>Inti Guerrero, novo curador adjunto de arte latino-americana da Tate Modern, fez conferência no dia 22 de setembro sobre a tendência de gradual ampliação do cânone internacional das artes visuais.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mostra-uma-vista-a-partir-de-sao-paulo-tate-modern" alt="Mostra &quot;Uma Vista a partir de São Paulo&quot; - Tate Modern" class="image-inline" title="Mostra &quot;Uma Vista a partir de São Paulo&quot; - Tate Modern" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><b>Sala "Uma Visão a partir de São Paulo", na Tate Modern</b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Uma sala num museu em Londres com uma mostra chamada "Uma Visão a partir de São Paulo" com obras de artistas brasileiros e de Pietr Mondrian e Kazemir Malevitch? Sim, ela existe e está na <a class="external-link" href="http://www.tate.org.uk/visit/tate-modern">Tate Modern</a>, museu dedicado à arte moderna e contemporânea.</p>
<p>A existência dessa sala demonstra o interesse da Tate em contar em seu acervo com obras latino-americanas. A presença de trabalhos de artistas europeus da primeira metade do século 20 procura relacionar a produção regional com o contexto artístico internacional desde os movimentos modernistas.</p>
<p>"Nunca haverá uma mostra exclusiva de arte latino-americana na Tate; todas as obras adquiridas passam a integrar o acervo único do museu", explicou o novo curador adjunto de arte latino-americana da instituição, o historiador da arte colombiano <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/inti-guerrero" class="external-link">Inti Guerrero</a>.</p>
<p>Segundo ele, o interesse do museu em adquirir obras de latino-americanos começou nos anos 90 e é uma demonstração de como o cânone artístico ocidental, antes baseado sobretudo na arte europeia e norte-americana, têm gradualmente se diversificado.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/inti-guerrero" class="external-link"></a></p>
<p>Guerrero tratou desse questão na conferência <i>Deslocando o Cânone da História da Arte: O Papel da Arte Latino-Americana na Tate Modern</i>, no dia 22 de setembro, evento organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/forum-permanente" class="external-link">Grupo de Pesquisa Forum Permante: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</a>, com apoio da Cultura Inglesa. O encontro teve como moderadores dois integrantes do Fórum Permanente: a historiadora da arte <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/julia-buenaventura-valencia-de-cayses" class="external-link">Julia Buenaventura</a> e o artista visual e crítico de arte <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilberto-ronaldo-mariotti-filho" class="external-link">Gilberto Mariotti</a>.</p>
<p>O conferencista explicou que a presença de obras de Mondrian e Malevitch na mostra "Uma Visão a partir de São Paulo" explica-se pelo fato de a sala ter buscado refletir o contexto artístico-cultural da cidade de São Paulo na época da 1ª e da 2ª Bienal, nos anos 50, período fortemente marcado fortemente pelo concretismo e pelo neoconcretismo.</p>
<p>Na <a class="external-link" href="http://www.tate.org.uk/visit/tate-modern/display/artist-and-society/view-sao-paulo-abstraction-and-society">apresentação</a> da mostra no site da Tate Modern, o curador Matthew Gale diz que "o período era de rápido crescimento econômico e de desenvolvimento urbano no Brasil e também um tempo em que jovens artistas de São Paulo e Rio de Janeiro estavam desenvolvendo uma nova forma de abstração geométrica".</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/inti-guerrero-22-09-16" alt="Inti Guerrero - 22/09/16" class="image-inline" title="Inti Guerrero - 22/09/16" /></th>
</tr>
<tr>
<td><b>Inti Guerrero, curador adjunto de Arte Latino-Americana da Tate Modern </b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Gale acrescenta que, a partir do abstracionismo europeu do começo do século 20, os artistas brasileiros daquele período adotaram uma abordagem rigorosa da arte, impregnada de idealismo político: "Rejeitando o passado e adotando novas formas, a abstração estava associada com ideias de mudanças sociais"</p>
<p>Para Guerrero, ações desse tipo da Tate Modern demonstram como ela está reinventando o conceito do que seria um museu global. O clima para essa abertura internacional no  Reino Unido foi possibilitado por vários fatores, segundo ele, como o processo de globalização a partir dos anos 80, as políticas de incentivo ao multiculturalismo e até mesmo o fim do período colonialista do país com a devolução de Hong Kong à China em 1997.</p>
<p>Dois outros exemplos do interesse do museu na arte latino-americana foram comentados por Guerrero: um baseado na atuação do Centro de Arte y Comunicación (Cyac) de Buenos Aires nos anos 60 e 70 e outro relacionado com o trabalho desenvolvido pela <a class="external-link" href="http://teoretica.org/">TE<span class="caps">OR</span></a><span><a class="external-link" href="http://teoretica.org/">/éTica</a>, uma instituição independente de arte em San José, Costa Rica, do qual ele foi curador antes de ser convidado para trabalhar na Tate Modern.</span></p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><b>Notícia</b></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-discute-a-arte-latino-americana-no-novo-espaco-da-tate-modern" class="external-link">Encontro discute a arte latino-americana no novo espaço da Tate Modern</a></li>
</ul>
<p><b>Midiateca</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/deslocando-o-canone-da-historia-da-arte-o-papel-da-arte-latino-americana-na-tate-modern" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2016/deslocando-o-canone-da-historia-da-arte-o-papel-da-arte-latino-americana-na-tate-modern-22-de-setembro-de-2016" class="external-link">Fotos</a></p>
<hr />
<i>Mais notícias sobre<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/colecoes/noticias-sobre-cultura" class="external-link">cultura</a></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Guerrero disse que o Cyac dedicava-se às relações entre arte e comunicação e à vanguarda da arte conceitual e foi o inspirador da sala "Um Vista a partir da Buenos Aires". No caso da TEOR/ética, informou que a Tate Modern apoiou uma exposição da instituição costa-riquenha (em parceria com um coletivo de Nova York) sobre a participação norte-americana nos conflitos armados na América Central a partir dos anos 60.</span></p>
<p><b>Momento etnográfico</b></p>
<p><span>Julia Buenaventura perguntou a Guerrero se esse tipo de interesse pela arte latino-americana significa que o cânone ocidental da arte está mudando. </span><span>Guerrero afirmou não ter dúvida de que o panorama da arte contemporânea está passando por um momento etnográfico. Para ele, há ações que "fixam o cânone", como no caso de uma exposição latino-americana no Museu Guggenheim de Nova York que teve como tema o futurismo. "As ações da Tate Modern são diferentes, procuram refletir um momento intelectual de um lugar".</span></p>
<p>Em participação via teleconferência direto de Berlim, Alemanha, onde realização pesquisa, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann" class="external-link">Martin Grossmann</a>, coordenador do Fórum Permanente e ex-diretor do IEA, perguntou a Guerrero sobre a geopolítica adotada pela Tate Modern. O conferencista respondeu que o interesse internacional do museu não se restringe à América Latina e que há curadorias sobre a América do Norte e sobre a Ásia-Pacífico, além de interesse em regiões como o Oriente Médio e a África.</p>
<p><span>Gilberto Mariotti quis saber de Guerrero como se dá seu relacionamento com os outros setores da Tate Modern. O colombiano explicou que seu papel é indicar obras e artistas que devem merecer a atenção do museu. "As sugestões são analisadas pelo Comitê de Aquisição e também orientam o trabalho dos curadores de exposição."</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): Tate Modern; Leonor Calazans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-23T16:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/america-latina-dos-historiadores">
    <title>A ideia de América Latina construída e disseminada pelos historiadores</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/america-latina-dos-historiadores</link>
    <description>O historiador Antonio Mitro será o expositor no encontro A América Latina dos Historiadores, que acontece no dia 15 de abril, às 16 horas, na Sala de Eventos do IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-200">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/antonio-mitre" alt="Antonio Mitre" class="image-inline" title="Antonio Mitre" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>O historiador Antonio Mitre, expositor do primeiro encontro do ciclo <i>Identidades Latino-Americanas</i></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; ">O primeiro encontro do ciclo <i>Identidades Latino-Americanas</i> terá como tema <i>A América Latina dos Historiadores</i> e será realizado no <strong>dia 15 de abril, às 16 horas</strong>, no auditório Oswaldo Fadigas Fontes Torres, do CeTI. O expositor será o historiador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/antonio-mitre" class="external-link">Antonio Mitre</a>, do Departamento de Ciência Política da UFMG<span style="text-align: justify; ">.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><span style="text-align: justify; "> </span>Os debatedores serão os historiadores: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/boris-fausto-1" class="external-link">Boris Fausto</a>, do Grupo de Análise da Conjuntura Internacional (Gacint) do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/gabriela-pellegrino-soares" class="external-link">Gabriela Pellegrino Soares</a>, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/guillermo-palacios" class="external-link">Guillermo Palacios</a>, do Colegio de México. A coordenação estará a cargo do cientista político <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/bernardo-sorj" class="external-link">Bernardo Sorj</a>, professor visitante do IEA.</p>
<p style="text-align: justify; ">Os encontros do ciclo <i>Identidades Latino-Americanas</i> serão realizados nos meses de abril, junho, setembro e novembro de 2015. De acordo com Sorj, o objetivo do ciclo não é  "afirmar ou negar a validade da existência de uma identidade latino-americana ou do sonho latino-americano da 'pátria grande', mas de compreender como a ideia de América Latina foi, e continua sendo, construída e disseminada, em particular por artistas, intelectuais e cientistas sociais".</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo ele, a América Latina foi adquirindo, no decorrer de um longo processo histórico, múltiplas conotações, associadas a projetos políticos, culturais e econômicos. Com isso, a noção de uma unidade latino-americana tornou-se "em parte desejo e em parte realidade, em parte vontade política e em parte produto do peso de fatores objetivos e dinâmicos".</p>
<p style="text-align: justify; ">"Quando as generalizações sobre América Latina enfatizam a unidade descobrimos que elas desconhecem sua diversidade, mas também não podemos deixar de reconhecer que os ventos que sopram num país, embora encontrem no caminho condições nacionais diversas, afetam com particular força o conjunto da região", complementou o cientista político.</p>
<p style="text-align: justify; "><i> </i></p>
<hr />
<p><i><strong> A América Latina dos Historiadores<br /></strong></i><i><strong>1º encontro do ciclo Identidades Latino-Americanas</strong><br /></i><i>15 de abril, às 16 horas<br /></i><i>Auditório Oswaldo Fadigas Fontes Torres, do CeTI, Av. Prof. Luciano Gualberto, 71, Travessa 3,  Cidade Universitária, São Paulo (</i><i><a class="external-link" href="https://www.google.com.br/maps/place/Av.+Prof.+Luciano+Gualberto,+71+-+Butant%C3%A3,+Universidade+de+S%C3%A3o+Paulo+-+S%C3%A3o+Paulo+-+SP,+05508-010/@-23.5629412,-46.7220652,17z/data=!3m1!4b1!4m2!3m1!1s0x94ce56468d6189cd:0xe327c9c3c98bbfbe">localização</a></i><i>)<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, sem necessidade de inscrição – Transmissão ao vivo pela </i><i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">web<br /></a></i><i>Informações: Sandra Sedini, telefone (11) 3091-1678 ou e-mail <a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br<br /></a></i><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/america-latina-dos-historiadores" class="external-link">www.iea.usp.br/eventos/america-latina-dos-historiadores</a></i></p>
<div class="visualClear" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: UFMG</span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-03-18T13:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-essencia-e-a-diferenca-os-novos-avancos-da-psicologia-da-aculturacao">
    <title>A essência e a diferença: os novos avanços da psicologia da aculturação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-essencia-e-a-diferenca-os-novos-avancos-da-psicologia-da-aculturacao</link>
    <description>Pesquisadora do IEA e professora mexicana analisam aspectos da aculturação na América Latina</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-acculturation-psychology" alt="Capa do Livro Acculturation Psychology" class="image-inline" title="Capa do Livro Acculturation Psychology" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Capa do livro “The Cambridge Handbook of Acculturation Psycology”</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>A psicologia da aculturação, que estuda a interculturalidade de grupos e indivíduos submetidos a processos de aculturação, como migrantes, refugiados, indígenas, expatriados, estudantes e turistas, vem ganhando cada vez mais destaque no campo da psicologia transcultural. </span>Os processos de aculturação na América Latina são analisados pelas professoras <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sylvia-duarte-dantas?searchterm=sylvia+dantas" class="external-link">Sylvia Dantas</a>, coordenadora do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/dialogos-intelectuais" class="external-link">Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais </a>do IEA, e Alejandra del Carmen Dominguez Espinosa, da Universidade Iberoamericana da Cidade do México. O artigo, assinado em coautoria, está na segunda edição do livro “The Cambridge Handbook of Acculturation Psycology”.</p>
<p>Recém-lançado pela Cambridge University Press, o manual de 567 páginas reúne artigos organizados por David Sam e John W. Berry, dois dos maiores especialistas da área. O livro busca explorar o atual estado da arte e revê os vários contextos de aculturação e suas teorias centrais, trazendo amplo referencial teórico sobre grupos e indivíduos submetidos a processos de aculturação.</p>
<p>Segundo Dantas, a obra é considerada uma referência mundial para pesquisadores interessados nos conceitos e métodos relacionados a aculturação, identidade, integração, assimilação, marginalização e outros temas desse âmbito de estudos.</p>
<p>No capítulo “Acculturation in Central and South America”, as pesquisadoras dão um panorama geral sobre a demografia e os movimentos migratórios da América Latina. “Chamamos a atenção para o fato de que em toda a América ainda persiste o preconceito racial em relação aos indígenas e aos afrodescendentes. Abordamos a imigração e a colonização forçada que, tanto no Brasil quanto no México, produziram uma aculturação imposta, baseada no padrão estético europeu. Nesse sentido, a região possui desafios semelhantes no enfrentamento do preconceito e do racismo”, diz a professora Dantas.</p>
<p>O Brasil tem uma reputação de longa data em receber imigrantes. Ainda hoje representa a terra prometida para muitos estrangeiros. Nos últimos 10 anos, o número de imigrantes cresceu 160% no país, segundo dados da Polícia Federal.</p>
<p>Entre 1872 e 1972, as estatísticas mostram que aqui chegaram mais de 5 milhões de imigrantes vindos de países como Itália, Espanha, Portugal, Japão, Alemanha e muitos outros. Anteriormente, mantinha-se a migração forçada de afrodescendentes, que cessou apenas no final do século 19 com a abolição da escravatura, em 1888. Até 1850, cerca de 4 milhões de afrodescendentes foram trazidos para trabalhar como escravos nas lavouras de café e nos engenhos de cana, mostra o livro.</p>
<p>Mas após a abolição da escravatura, os donos de terra não aceitavam pagar pela mão de obra escrava, preferindo contratar o imigrante europeu, que então começava a compor a massa assalariada do país. O resultado foi que os nativos indígenas, assim como os negros, passaram por processos de aculturação forçada durante a colonização portuguesa, traz o livro.</p>
<p>Mas não se pode dizer que o processo de aculturação e integração do imigrante europeu – e também o dos haitianos e tantos outros estrangeiros que chegaram recentemente – tenha sido natural já que, devido a conjunturas de guerras e fome, abandonaram suas famílias e tradições em busca de oportunidades e de sobrevivência, observa Dantas.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sylvia-dantas-aculturacao" alt="Sylvia Dantas - Aculturação" class="image-inline" title="Sylvia Dantas - Aculturação" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Para Dantas, o preconceito e o racismo resultam de uma "colonização bem sucedida"</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“A imposição de valores pela colonização deu tão certo que ainda hoje somos manipulados por ideias raciais. Continuamos sendo colonizados, mas hoje usamos outro termo. Podemos dizer que a globalização é uma nova forma de colonização. Não é difícil entender por que existem tantas manifestações racistas e tanta xenofobia contra imigrantes”, afirma Dantas.</p>
<p>O racismo se manifesta pela dificuldade de lidar com a diversidade, especialmente quando ela é expressa pelo fenótipo, como a cor da pele, afirma a professora. “O mundo propaga um padrão de beleza que é o europeu e com isso, vemos muitos brasileiros negando a própria nacionalidade, dizendo que são europeus”.</p>
<p>A partir do contato com uma cultura diversa – ou interculturalidade – deriva o conceito de aculturação, que é o processo pelo qual um grupo ou um indivíduo passa em decorrência do contato contínuo com outra cultura, explica Dantas. O que passa com o indivíduo internamente nesse processo de adaptação a uma nova cultura, a forma com que ele encara as mudanças e as diferenças culturais e o impacto que os novos códigos sociais, a língua e o ambiente causam na sua forma de lidar com a vida e o ambiente, é o campo de estudo desse ramo da psicologia, explica.</p>
<p>“Somos seres culturais e sociais e isso parece óbvio, mas muitas pessoas não se apercebem do fato de que elas têm um jeito de ser e de agir em função de sua própria cultura. Acreditam que o seu jeito é universal, o que em antropologia é chamado de etnocentrismo. Assim, o contato com a diferença muitas vezes leva à negação da outra cultura, ao xenofobismo, ao racismo e ao preconceito”, afirma.</p>
<p>O livro é dividido em quatro partes e dedica sua primeira sessão aos conceitos e teorias sobre aculturação e identidade. Na segunda, traz experiências de aculturação de grupos específicos, por exemplo, os indígenas da Austrália e Nova Zelândia e os refugiados e migrantes forçados de diversos países.</p>
<p>Os contextos sociais de aculturação em países como Canadá, Estados Unidos, Brasil, México, Israel, África do Sul e muitos outros está na terceira parte do livro. A coletânea termina com artigos sobre multiculturalismo, sobre o papel da família e da escola no processo de aculturação, sobre a diversidade cultural no ambiente de trabalho, além de aspectos relacionados à saúde e resiliência de pessoas que passam por choques culturais. Os organizadores, Sam e Berry, assinam o artigo de conclusão do livro, abordando estudos já realizados sobre o tema e estratégias para o futuro da psicologia da aculturação.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-20T18:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/artelatinoamericana.html">
    <title>A curadoria e o colecionismo da arte contemporânea na América Latina</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/artelatinoamericana.html</link>
    <description>Encontro Internacional: A curadoria e o colecionismo na arte contemporânea na América Latina.
Especialistas brasileiros e estrangeiros discutem várias questões ligadas à arte contemporânea latino-americana no encontro "América Latina e Arte Contemporânea: Curadoria e Colecionismo", realizado em 5 de setembro, no IEA. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div align="center"></div>
<table class="tabela-direita-410">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: right; "></td>
</tr>
<tr>
<td><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/tobecontinued.jpg/image" alt="tobecontinued.jpg" title="tobecontinued.jpg" height="287" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">Detalhe de  'To be Continued...(Latin American Puzzle)', 1998, de Regina Silveira (foto de Carlos Kipnis) </dd>
</dl><br /><br /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; "><span style="text-align: justify; ">América Latina e Arte Contemporânea: Curadoria e Colecionismo é o tema de encontro que acontece no dia 5 de setembro (quarta-feira), às 17h, no IEA, em paralelo à programação da 30ª Bienal de Arte de São Paulo.</span></p>
<p style="text-align: justify; ">Nele, especialistas brasileiros e estrangeiros discutirão várias questões ligadas à arte contemporânea latino-americana, tais como geopolítica, curadoria, mercado de arte, institucionalidade, circulações e deslocamentos, contextos e ações. A coordenação será de Martin Grossmann, diretor do IEA e coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/forum-permanente" class="external-link">Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: <span>Sistema Cultural entre o Público e o Privado</span></a>, vinculado à associação cultural  <a class="external-link" href="http://www.forumpermanente.org/">Fórum Permanente</a>.</p>
<p style="text-align: justify; ">O evento é uma realização do IEA, do Centro Cultural da Espanha em São Paulo (CCE-SP) e do Fórum Permanente. Aberto apenas a convidados, o debate poderá ser assistido ao vivo pela web em transmissões em português e inglês.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2012/america-latina-e-arte-contemporanea-curadoria-e-colecionismo" class="external-link">Vídeo</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2012/encontro-internacional-arte-contemporanea-e-america-latina-curadoria-e-colecionismo-5-de-setembro-de-20122012?b_start:int=12" class="external-link">Foto</a> do evento.</li>
<li><a class="external-link" href="http://www.forumpermanente.org/event_pres/encontros/america-latina-e-arte-contemporanea-curadoria-e-colecionismos/relatos-criticos-1/arte-201clatino-americana201d-1960-70-201cna-america-latina201d-1980-90-e-201cmade-in-latino-america201d-00">relato crítico</a></li>
<li>site do <a class="external-link" href="http://www.forumpermanente.org">Fórum Permanente</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/forum-permanente/realizacoes/arte-contemporanea-e-america-latina-curadoria-e-colecionismo" class="external-link">LEIA MAIS</a></li>
</ul>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; "><span>A relatoria do encontro estará a cargo de Afonso Luz, Daniel Rangel, Julia Boaventura, Isis Baldini e Adriano Gomide (online, a partir de Belo Horizonte).</span> Os especialistas e artistas com participação confirmada são: Gabriel Perez-Barreiro (Fundación Cisneros), José Roca (Tate Gallery), Rafael Pereira (Colección C&amp;FE), Hans Michael Herzon (Daros-Latinamerica), Eugenio Valdés (Daros-Latinamerica), Miguel Chaia (PUC-SP e Fundação Bienal de São Paulo), Aracy Amaral (ex-diretora da Pinacoteca e do MAC-USP), Moacir dos Anjos (ex-diretor do Mamam-Recife, curador da 29ª Bienal de São Paulo), Teixeira Coelho (curador coordenador do Masp), Regina Scalzilli (artista), Rosangela Rennó (artista), Justo Werlang (ex-presidente da Bienal do Mercosul e vice-presidente da Bienal de São Paulo), Guilherme Bueno (MAC-Niterói), Cristiana Tejo (Fundaj-Recife), Amilcar Parker (Capacete), Solange Farkas (Videobrasil), Ana Pato (Videobrasil), Maria Hirszman (Grupo Estadão), Jorge Schwartz (diretor do Museu Lasar Segall), Cecilia Fajardo-Hill  (curadora-chefe do Museum of Latin American Art, Molaa), Patrick Charpenel (diretor da Fundação Jumex, Guadalajara, México), Afonso Luz (ex-MinC), Daniel Rangel (ex-diretor de Museus da Bahia, curador do Instituto de Cultura Contemporânea, ICC), Isis Baldini (ex-diretora de Acervos do MAC-USP e do CCSP), José Luis Blondet (curador de iniciativas especiais do Los Angeles County Museum of Art), Thereza Farkas (Casa Tomada), Julia Boaventura (curadora do Instituto Tomie Ohtake) e Adriano Gomide (Escola Guignard).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Codo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Fórum Permanente: Sistema Cultural entre o Público e o Privado</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abstração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-08-31T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pensamento-economico-latino-americano">
    <title>A Cepal como matriz do pensamento econômico latino-americano</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pensamento-economico-latino-americano</link>
    <description>O terceiro encontro do ciclo "Identidades Latino-Americanas" realizou-se no dia 18 de agosto e teve como tema "A América Latina dos Economistas". O expositor foi o economista Ricardo Bielschwsky, da UFRJ.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ricardo-bielschowsky-bernardo-sorj-marcio-bobik-braga-e-fabio-santos" alt="Ricardo Bielschowsky, Bernardo Sorj, Márcio Bobik Braga e Fábio Santos" class="image-inline" title="Ricardo Bielschowsky, Bernardo Sorj, Márcio Bobik Braga e Fábio Santos" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>O seminário debateu a história e a influência da Cepal</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Criada em 1948 pela ONU, a <a class="external-link" href="http://www.cepal.org/pt-br">Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal)</a> tem sido desde os anos 50 a principal referência como polo de reflexão econômica sobre a América Latina.</p>
<p>"Com seu trabalho permanente de reflexão sobre a região, ainda hoje a Cepal é um grande banco de dados sobre América Latina", acrescenta o economista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/ricardo-bielschowsky/view" class="external-link">Ricardo Bielschowsky</a>, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>
<p>Ele pondera, entretanto, que a comissão <span>falhou nas últimas décadas na reflexão sobre estratégias de desenvolvimento para a América Latina, apesar de ter alcançado </span><span>vários avanços.</span></p>
<p>Bielschwsky foi o expositor do seminário <i>A América Latina dos Economistas</i>, realizado no dia 18 de agosto, terceiro encontro do ciclo <i>Identidades Latino-Americanas</i>, coordenado pelo sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/bernardo-sorj" class="external-link">Bernardo Sorj</a>, professor visitante do IEA. A apresentação do economista concentrou-se na história e na influência da Cepal.</p>
<p>Para debater com ele, participaram o economista <a href="https://www.iea.usp.br/iea/marcio-bobik-braga" class="external-link">Márcio Bobik Braga</a>, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (Fearp) da USP, e o históriador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/fabio-santos" class="external-link">Fabio Santos</a>, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).</p>
<p>Bielschwsky historiou a evolução do pensamento cepalino desde os anos 50 – sob a liderança do economista argentino Raul Prebish (1901-1986) – até a atualidade. Segundo ele, a América Latina mudou para melhor em muitos aspectos, mas ainda conserva várias características do subdesenvolvimento "tão bem descritas pelos economistas da Cepal nos anos 50".</p>
<table class="tabela-direita-200">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ricardo-bielchowsky-1" alt="Ricardo Bielschowsky" class="image-inline" title="Ricardo Bielschowsky" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Ricardo Bielschwsky</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ele disse que na década de 50 "a mensagem central aos países da região era 'industrializemos', para dar conta da pobreza, do subdesenvolvimento". <span>No entanto, o empenho na industrialização encontrou empecilhos e "a mensagem cepalina apresentou uma mudança um tanto pessimista nos anos 60, passando a ser 'façamos reformas econômicas e sociais para enfrentar as grandes restrições à industrialização, resultantes das nossas estruturas econômicas, sociais e institucionais atrasadas'”.</span></p>
<p>Os anos 70 apresentaram um certo avanço, de acordo com o expositor, acrescentando-se às ideias sobre padrões e estratégias de desenvolvimento a diversificação produtiva, o aumento das exportações, a redução das importações e o não endividamento.</p>
<p>O receituário da Cepal se desloca para a renegociação da dívida nos anos 80, "de maneira a abrir espaço para a retomada de investimentos industriais e exportações industriais, sem o que não seria possível superar a crise".</p>
<p>"A partir de 1990 vem uma nova fase, chamada de neoestruturalista, sintetizada no lema 'transformação produtiva com equidade'; e a partir dos anos 2000 inicia-se uma fase de amadurecimento e refinamento do neoestruturalismo."</p>
<p>Segundo Bielschwsky, o neoestruturalismo a partir dos anos 90 é profundamente estruturalista, pois persistem, de certa maneira, "as três características do subdesenvolvimento identificadas por Prebisch nos anos 50":</p>
<ul>
<li>falta de diversidade produtiva, com especialização em bens primários, baixa atividade produtiva exportadora e heterogeneidade produtiva estrutural;</li>
<li>oferta abundante de mão-de-obra, com níveis de renda próximos da subsistência;</li>
<li>institucionalidade desfavorável ao processo de acumulação de capital e ao progresso técnico (empresas pequenas, falta de tecnologia, estados nacionais fracos, impostos são baixos e capacidade reduzida de realizar investimentos).</li>
</ul>
<p> </p>
<table class="tabela-esquerda-200">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marcio-bobik-braga-1" alt="Márcio Bobik Braga" class="image-inline" title="Márcio Bobik Braga" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left; "><strong>Márcio Bobik Braga</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No debate em seguida à exposição de Bielschwsky, Márcio Bobik Braga disse que a ideia de que a Cepal era contra o livre-comércio não se sustenta: "Pelo contrário, o que Prebisch pensou foi numa inserção cada vez maior da América Latina no comércio internacional, mas em outra estrutura, não numa estrutura em que o setor produtivo estaria concentrado em poucos produtos primários".</p>
<p>"Ele também pensou nas inovações tecnológicas, pois tinha a percepção de que elas estariam muito mais presentes na indústria do que na agricultura daquela época."</p>
<p>Para Fábio Santos, o que possibilitou o avanço representado pelo pensamento econômico produzido pela Cepal "foi o processo de mudanças sociais e econômicas ocorrido no entreguerras, com o processo de industrialização substitutiva de importações".</p>
<p>Ele considera que as premissas básicas que orientaram esse pensamento se perderam a partir dos anos 70, "e de modo mais evidenciados nos anos 80 e 90, naquilo que se conhece como neoestruturalismo, o qual converteu-se, a partir dos anos 90, numa versão reformista do neoliberalismo".</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>CICLO IDENTIDADES LATINO-AMERICANAS</strong></p>
<p><strong>A América Latina dos Economistas</strong></p>
<p><i>18 de agosto de 2015</i></p>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/a-america-latina-dos-economistas-ciclo-tematico" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/a-america-latina-dos-economistas-ciclo-tematico-18-de-agosto-de-2015-1" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/a-america-latina-segundo-os-economistas" class="external-link">A América Latina segundo os economistas</a>"</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>A América Latina dos Sociólogos</strong></p>
<p><i>18 de junho de 2015</i></p>
<p><span><strong>Midiateca</strong></span></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/identidades-latino-americanas-a-america-latina-dos-sociologos-ciclo-tematico" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/identidades-latino-americanas-a-america-latina-dos-sociologos-18-de-junho-de-2015" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/america-latina-na-politica" class="external-link">A América Latina analisada sob o ponto de vista dos sociólogos</a>"</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>A América Latina dos Historiadores</strong></p>
<p><i>15 de abril de 2015</i></p>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/a-america-latina-dos-historiadores-ciclo-tematico" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/a-america-latina-dos-historiadores-ciclo-tematico-15-de-abril-de-2015" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/america-latina-dos-historiadores" class="external-link">A ideia de América Latina dos historiadorres</a>"</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-direita-200">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/fabio-santos-1" alt="Fábio Santos" class="image-inline" title="Fábio Santos" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Fábio Santos</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O coordenador do seminário, Bernardo Sorj, comentou algumas críticas que surgiram ao longo da história da Cepal. "Nos anos 60, a teoria da dependência apresentou-se de alguma forma como uma radicalização (pelo menos em certas versões), na medida em que o pensamento da Cepal era visto como um capitalismo reformista."</p>
<p>Outra crítica começou a ser feita a partir dos anos 80, segundo Sorj, de que "a Cepal fracassou, não tanto do ponto de vista da crítica de esquerda às estruturas sociais, mas do ponto de vista de pensar o próprio capitalismo: de um lado ficou curta no radicalismo anticapitalista e de outro ficou curta em termos de pensar o próprio capitalismo".</p>
<table class="tabela-esquerda-200">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/bernardo-sorj-8" alt="Bernardo Sorj" class="image-inline" title="Bernardo Sorj" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left; "><strong>Bernardo Sorj</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Sorj disse sentir ainda na Cepal "certo ranço elitista dos anos 50", com a preocupação de lançar receituários: "Aprendemos que não se trata de produzir receitas, mas de elaborar propostas que de alguma forma expressem interesses coletivos de grupos, de setores sociais".</p>
<p>Em resposta a Sorj, Bielschwsky disse que é verdade que "a Cepal tinha um pensamento social-democrata, reformista, mas se ela tivesse enveredado por um caminho trotisksta, independentista, teria resistido?" indagou. Ele também não concorda com a ideia de que a comissão ficou curta para entender o capitalismo: "Pode ser que ela tenha ficado curta na capacidade de responder à hegemonia norte-americana e à liberalização financeira; mas nesse caso todos ficaram curtos, não só a Cepal.</p>
<p>Bielschwsky considera que a Cepal teve avanços no período neoestruturalista (a partir dos anos 90): "A macroeconomia passou a ser mais bem pensada e passaram a ter destaque as questões ligadas à inclusão social, às políticas sociais, à reflexão sobre meio ambiente e a temas como as questões de minorias e de gênero".</p>
<p>Onde ela não conseguiu avançar e apresentou até um certo retrocesso foi na reflexão sobre estratégias de desenvolvimento, segundo Bielschwsky. "Não dá mais para pensar em estratégias de desenvolvimento para a América Latina como um todo, mas isso não é culpa da Cepal, é de toda intelectualidade latino-americana e dos governos latino-americanos. Cabe também a eles formular propostas que substituam a velha ideia de industrialização."</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Fernanda Rezende</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Visitantes</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-10T14:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-america-latina-segundo-os-economistas">
    <title>A América Latina segundo os economistas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-america-latina-segundo-os-economistas</link>
    <description>O tema será discutido no terceiro encontro do ciclo "Identidades Latino-Americanas", que acontece no dia 18 de agosto, às 16 horas, na Sala de Eventos do IEA. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/america-latina-dos-economistas" alt="América Latina dos Economistas" class="image-left" title="América Latina dos Economistas" />O terceiro encontro do ciclo <i>Identidades Latino-Americanas</i> trará <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/ricardo-bielschowsky/view" class="external-link">Ricardo Bielschowsky</a>, professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), para falar sobre a <i>A América Latina dos Economistas</i>. O evento será realizado no <strong>dia 18 de agosto, às 16 horas</strong>, na Sala de Eventos do IEA.</p>
<p>Os debatedores serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/fabio-santos" class="external-link">Fabio Santos</a>, doutor em história econômica pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e <a href="https://www.iea.usp.br/iea/marcio-bobik-braga" class="external-link">Márcio Bobik Braga</a>, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP. A coordenação estará a cargo do sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/bernardo-sorj" class="external-link">Bernardo Sorj</a>, idealizador do ciclo.</p>
<p>Bielschowsky fará uma síntese da evolução do pensamento da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) — órgão criado pela ONU em 1948, com o objetivo de promover o desenvolvimento econômico da região e estimular a cooperação entre os países latino-americanos e as demais nações do mundo. Na avaliação do expositor, trata-se do "principal centro formulador de ideias sobre a América Latina desde sua fundação".</p>
<table class="tabela-direita-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>CICLO IDENTIDADES LATINO-AMERICANAS</strong></p>
<p><strong><strong>A América Latina dos Historiadores</strong><br /></strong><i>1º Encontro - 15 de abril de 2015</i></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/historiadores-e-america-latina" class="external-link">Historiadores divergem sobre a relevância do conceito de América Latina<br /></a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/a-america-latina-dos-historiadores-ciclo-tematico-15-de-abril-de-2015" class="external-link">Fotos</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/2015/a-america-latina-dos-historiadores-ciclo-tematico" class="external-link">Vídeo<br /><br /></a></li>
</ul>
<p><strong>A América Latina dos Sociólogos</strong><br /><i>2º Encontro - 18 de junho de 2015</i></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/a-america-latina-dos-sociologos" class="external-link">A necessidade de revitalizar a teorização sociológica sobre a América Latina</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/identidades-latino-americanas-a-america-latina-dos-sociologos-18-de-junho-de-2015" class="external-link">Fotos</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/2015/identidades-latino-americanas-a-america-latina-dos-sociologos-ciclo-tematico" class="external-link">Vídeo</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ele abordará as semelhanças e as diferenças entre as duas fases do pensamento da Cepal — a estruturalista, que vai até 1990, e a neo-estruturalista, que engloba as duas últimas décadas e meia — e apontará os problemas atuais da América Latina a partir do enfoque da Comissão nos dias de hoje.</p>
<p><strong><strong>CICLO<br /></strong></strong>O ciclo visa a compreender, a partir do olhar de diferentes disciplinas, como a ideia de América Latina foi e continua a ser construída e disseminada por cientistas sociais, intelectuais e artistas.</p>
<p>De acordo com Sorj, a ideia é refletir sobre as múltiplas conotações, vinculadas a projetos políticos, culturais e econômicos específicos, que a América Latina adquiriu ao longo do processo histórico.</p>
<p>"Quando as generalizações sobre América Latina enfatizam a unidade, descobrimos que elas desconhecem sua diversidade, mas também não podemos deixar de reconhecer que os ventos que sopram num país, embora encontrem no caminho geologias nacionais diversas, afetam com particular força o conjunto da região", destaca.</p>
<p>Os dois primeiros encontros aconteceram em abril e junho e discutiriam, respectivamente, a perspectiva dos historiadores e dos sociólogos sobre o tema. O último evento do ciclo, a ser realizado em novembro, abordará o ponto de vista da ciência política.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Luiz Baltar/Free Images</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<hr />
<p><strong><i> A América Latina dos Economistas<br /></i></strong><strong><i>3º encontro do ciclo Identidades Latino-Americanas<br /></i></strong><i>18 de agosto, às 16 horas<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA, rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (<a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos" class="external-link">localização</a>)<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, sem necessidade de inscrição – Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">web</a><br /></i><i>Informações: Sandra Sedini, telefone (11) 3091-1678 ou e-mail sedini@usp.br<br /></i><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/america-latina-dos-economistas" class="external-link">www.iea.usp.br/eventos/america-latina-dos-economistas</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Visitantes</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-07-31T20:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/america-latina-dos-sociologos">
    <title>A América Latina dos Sociólogos (Ciclo Temático)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/america-latina-dos-sociologos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Produto de um longo processo histórico, uma região geográfica (e nem tanto, pois inclui a América Central e um país e norte-americano), a América Latina foi adquirindo múltiplas conotações, associadas a projetos políticos, culturais e econômicos. A noção de uma unidade latino-americana é em parte desejo e em parte realidade, em parte vontade política e em parte produto do peso de fatores objetivos, dinâmica.</p>
<p style="text-align: justify; ">Quando as generalizações sobre a América Latina enfatizam a unidade, descobrimos que elas desconhecem sua diversidade, mas também não podemos deixar de reconhecer que os ventos que sopram num país, embora encontrem no caminho geologias nacionais diversas, afetam com particular força o conjunto da região.</p>
<p style="text-align: justify; ">Não se trata de afirmar ou negar a validade da existência de uma identidade latino-americana ou do sonho latino-americano da “pátria grande”, mas de compreender como a ideia de América Latina foi, e continua sendo, construída e disseminada em particular por artistas, intelectuais e cientistas sociais.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong><i>A América Latina dos Sociólogos</i></strong> será o segundo encontro do ciclo temático Identidades Latino-Americanas.</p>
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<h3><strong>Coordenação</strong></h3>
<div class="visualClear"><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/bernardo-sorj" class="external-link">Bernardo Sorj</a></div>
<div class="visualClear"></div>
<div class="visualClear"></div>
<h3></h3>
<h3><strong>Expositor</strong></h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jose-mauricio-domingues" class="external-link">José Maurício Domingues</a></p>
<div class="visualClear"></div>
<div class="visualClear"><strong>Debatedores</strong></div>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/adrian-gurza-lavalle" class="external-link">Adrian Gurza Lavalle</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/simon-schwartzman" class="external-link">Simon Schwartzman</a></p>
<div class="visualClear"></div>
<div class="visualClear"></div>
</div>
<div>
<h3></h3>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-inscricao-8b72bbf7eb414553804bbb170ad8c7b3 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-inscricao " id="parent-fieldname-inscricao-8b72bbf7eb414553804bbb170ad8c7b3"></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-01-05T18:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/a-america-latina-dos-historiadores-ciclo-tematico-15-de-abril-de-2015">
    <title>A América Latina dos Historiadores (Ciclo Temático) - 15 de abril de 2015</title>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-04-15T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/america-latina-dos-historiadores">
    <title>A América Latina dos Historiadores (Ciclo Temático)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/america-latina-dos-historiadores</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><span>Produto de um longo processo histórico, uma região geográfica (e nem tanto, pois inclui a América Central e um país e norte-americano), a América Latina foi adquirindo múltiplas conotações, associadas a projetos políticos, culturais e econômicos.   A noção de uma unidade latino-americana é em parte desejo e em parte realidade, em parte vontade política e em parte produto do peso de fatores objetivos, dinâmica.   Quando s generalizações sobre América Latina enfatizam a unidade descobrimos que elas desconhecem sua diversidade, mas também não podemos deixar de reconhecer que os ventos que   sopram num país, embora encontrem no caminho geologias nacionais diversas, afetam com particular força o conjunto da região.</span></p>
<p style="text-align: justify; ">Não se trata de afirmar ou negar a validade da existência de uma identidade latino-americana ou do sonho latino-americano da “pátria grande”, mas de compreender como a ideia de América latina foi, e continua sendo, construída e disseminada, em particular por artistas, intelectuais e cientistas sociais.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong><i>A América Latina dos Historiadores</i></strong> será o primeiro dos temas do <strong>Ciclo <i>Identidades Latino-Americanas </i></strong>que serão realizados em Abril, Junho, Setembro e Novembro de 2015 e em 2016.</p>
<h3><span><strong>Coordenação</strong></span></h3>
<div class="visualClear"><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/bernardo-sorj" class="external-link">Bernardo Sorj</a></div>
<div class="visualClear"></div>
<div class="visualClear"></div>
<h3><strong>Expositor</strong></h3>
<div class="visualClear"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/antonio-mitre" class="external-link">Antonio Mitre</a></div>
<div class="visualClear"></div>
<div class="visualClear"></div>
<h3><span><strong>Debatedores</strong></span></h3>
<div class="visualClear"><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/boris-fausto-1" class="external-link">Boris Fausto</a></span></div>
<div class="visualClear"><span><br /></span></div>
<div class="visualClear"><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/gabriela-pellegrino-soares" class="external-link">Gabriela Pellegrino Soares</a></span></div>
<div class="visualClear"><span><br /></span></div>
<div class="visualClear"><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/guillermo-palacios" class="external-link">Guillermo Palacios</a> </span></div>
<div class="visualClear"><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-01-05T17:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/a-america-latina-dos-economistas-ciclo-tematico-18-de-agosto-de-2015-1">
    <title>A América Latina dos Economistas (Ciclo Temático) - 18 de agosto de 2015</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/a-america-latina-dos-economistas-ciclo-tematico-18-de-agosto-de-2015-1</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
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      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-08-18T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/america-latina-dos-economistas">
    <title>A América Latina dos Economistas (Ciclo Temático)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/america-latina-dos-economistas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">Produto de um longo processo histórico, uma região geográfica (e nem tanto, pois inclui a América Central e um país norte-americano), a América Latina foi adquirindo múltiplas conotações, associadas a projetos políticos, culturais e econômicos.   A noção de uma unidade latino-americana é em parte desejo e em parte realidade, em parte vontade política e em parte produto do peso de fatores objetivos, dinâmica.   Quando as generalizações sobre América Latina enfatizam a unidade, descobrimos que elas desconhecem sua diversidade, mas também não podemos deixar de reconhecer que os ventos que sopram num país, embora encontrem no caminho geologias nacionais diversas, afetam com particular força o conjunto da região.</p>
<p style="text-align: justify; ">Não se trata de afirmar ou negar a validade da existência de uma identidade latino-americana ou do sonho latino-americano da “pátria grande”, mas de compreender como a ideia de América latina foi, e continua sendo, construída e disseminada, em particular por artistas, intelectuais e cientistas sociais.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong><i>A América Latina dos Economistas </i></strong>será o terceiro tema do ciclo Identidades Latino-Americanas.</p>
<h3><strong>Coordenação</strong></h3>
<div class="visualClear"><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/bernardo-sorj" class="external-link">Bernardo Sorj</a></div>
<div class="visualClear"></div>
<div class="visualClear"></div>
<h3></h3>
<h3><strong>Expositor</strong></h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/ricardo-bielschowsky/view" class="external-link">Ricardo Bielschowsky</a></p>
<h3>Debatedores</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/fabio-santos" class="external-link">Fabio Santos</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/iea/marcio-bobik-braga" class="external-link">Márcio Bobik Braga</a></p>
<p> </p>
<div class="visualClear"></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-01-06T12:15:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/america-latina-dos-cientistas-politicos">
    <title>A América Latina dos Cientistas Políticos (Ciclo Temático)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/america-latina-dos-cientistas-politicos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; ">Produto de um longo processo histórico, uma região geográfica (e nem tanto, pois inclui a América Central e um país e norte-americano), a América Latina foi adquirindo múltiplas conotações, associadas a projetos políticos, culturais e econômicos.   A noção de uma unidade latino-americana é em parte desejo e em parte realidade, em parte vontade política e em parte produto do peso de fatores objetivos, dinâmica.   Quando s generalizações sobre América Latina enfatizam a unidade descobrimos que elas desconhecem sua diversidade, mas também não podemos deixar de reconhecer que os ventos que   sopram num país, embora encontrem no caminho geologias nacionais diversas, afetam com particular força o conjunto da região.</p>
<p style="text-align: left; ">Não se trata de afirmar ou negar a validade da existência de uma identidade latino-americana ou do sonho latino-americano da “pátria grande”, mas de compreender como a ideia de América latina foi, e continua sendo, construída e disseminada, em particular por artistas, intelectuais e cientistas sociais.</p>
<p style="text-align: left; "><b><i>A América Latina dos Cientistas Políticos </i></b>será o quarto tema dos encontros que serão realizados em 2015 e 2016.</p>
<h3 style="text-align: justify; ">Coordenador:</h3>
<p style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/bernardo-sorj" class="external-link">Bernardo Sorj</a></p>
<h3 style="text-align: justify; ">Expositor:</h3>
<p style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leonardo-avritzer" class="external-link">Leonardo Avritzer</a></p>
<h3 style="text-align: justify; ">Debatedores:</h3>
<p style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-herminia-brandao-tavares-de-almeida" class="external-link">Maria Hermínia Tavares de Almeida</a></p>
<p style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-fausto" class="external-link">Sérgio Fausto</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-01-06T12:30:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2007/3a-conferencia-regional-sobre-mudancas-globais-america-do-sul-04-a-08-de-novembro-de-2007">
    <title>3ª Conferência  Regional sobre Mudanças Globais: América do Sul - 04 a 08 de novembro de 2007</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2007/3a-conferencia-regional-sobre-mudancas-globais-america-do-sul-04-a-08-de-novembro-de-2007</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
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      <dc:subject>Mudanças Globais</dc:subject>
    
    
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    <dc:date>2007-11-04T02:00:00Z</dc:date>
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