<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:syn="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/">




    



<channel rdf:about="https://www.iea.usp.br/search_rss">
  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

  <description>
    
            These are the search results for the query, showing results 111 to 125.
        
  </description>

  

  

  <image rdf:resource="https://www.iea.usp.br/logo.png" />

  <items>
    <rdf:Seq>
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/incerteza-comunicacao-e-educacao-25-04-2024" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/catedra-alfredo-bosi-educacao-basica-2024-10" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/catedra-alfredo-bosi-educacao-basica-2025-3" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/III-seminario-catedras-ufmg-ufrj-usp" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/II-seminario-catedras-ufmg-ufrj-usp" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/ii-forum-colaboracao-projeto-tematico" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/chamada-cocriadores-LIC" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/acordo-iea-tce-pi" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-catedra-de-educacao-basica" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclos/catedra-alfredo-bosi-educacao-basica-2024-26" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/catedras-educacao-ufmg-ufrj-usp" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/catedra-educacao-basica-atividades-2023-4" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica/grupos-de-estudo" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica/a-escola-espacos-e-tempos-das-acoes-docentes/fragmentacao-disciplinar-e-transdisciplinaridade-28-de-setembro/grandes-questoes-sobre-linguagem" />
      
      
        <rdf:li rdf:resource="https://www.iea.usp.br/eventos/escola-inverno-2023-catedra-alfredo-bosi2" />
      
    </rdf:Seq>
  </items>

</channel>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/incerteza-comunicacao-e-educacao-25-04-2024">
    <title>Incerteza, Comunicação e Educação - 25/04/2024</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2024/incerteza-comunicacao-e-educacao-25-04-2024</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-05-08T19:15:26Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/catedra-alfredo-bosi-educacao-basica-2024-10">
    <title>Incerteza, Comunicação e Educação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/catedra-alfredo-bosi-educacao-basica-2024-10</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Aguardando informação.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-04-22T13:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/catedra-alfredo-bosi-educacao-basica-2025-3">
    <title>Imagens do Conhecimento e Ações Docentes</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/catedra-alfredo-bosi-educacao-basica-2025-3</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h3>Minicurso</h3>
<div id="_mcePaste"><span>O modo como pensamos sobre o conhecimento condiciona o modo como ensinamos. A imagem do conhecimento como um encadeamento lógico do tipo “se a, então b” é predominante no cenário ocidental, mas a ideia de que conhecer é tecer, é construir uma rede de relações, em sintonia com o pensamento complexo, trouxe metáforas ou alegorias inspiradoras para o centro das atenções no terreno da epistemologia. Algumas palavras-chave para a caracterização da ideia de rede são o Acentrismo, a Metamorfose, a Heterogeneidade, a Multiplicidade de Escalas, a Dualidade objeto/relações. Desde a década de 1980, pelo menos, outra imagem importante tem ocupado espaço no terreno da epistemologia: trata-se do Labirinto. Algumas palavras podem caracterizar tal imagem: O Nomadismo é a primeira delas. Outras que  compõem um elenco  de características são Perseverança, Astúcia, Perder-se, Lembrar-se, Aceitar-se. Explorar o significado de tais imagens (cadeia, rede, labirinto, entre outras) numa perspectiva educacional é o objetivo principal da presente atividade. </span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Amanda Carvalho Matos</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-02-17T15:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/III-seminario-catedras-ufmg-ufrj-usp">
    <title>III Seminário de Integração das Cátedras de Educação Básica dos Institutos de Estudos Avançados da UFMG, UFRJ e USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/III-seminario-catedras-ufmg-ufrj-usp</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Com o tema <i>Educação Básica e Conhecimento Escolar</i>, este seminário tem como propósito o compartilhamento de ações e pesquisas realizadas no âmbito das três Cátedras de Educação Básica e Formação de Professores, bem como trazer, através de palestras, rodas de conversa e discussões, contribuições teóricas sobre questões emergentes da educação básica.</p>
<p>O encontro contará com duas sessões de mesas-redondas, dedicadas à temática “Formação docente com a escola”.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/c/C%C3%A1tedradeEduca%C3%A7%C3%A3oB%C3%A1sica" target="_blank">canal YouTube da Cátedra</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedras</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-03-16T12:31:25Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/II-seminario-catedras-ufmg-ufrj-usp">
    <title>II Seminário de Integração das Cátedras de Educação Básica dos Institutos de Estudos Avançados da UFMG, UFRJ e USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/II-seminario-catedras-ufmg-ufrj-usp</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Seminário tem como objetivo articular trabalhos de investigação sobre a formação de professores e a educação básica no âmbito das Cátedras de Educação Básica dos Institutos de Estudos Avançados da UFMG, UFRJ e USP, com o apoio do Complexo de Formação de Professores da UFRJ. O encontro contará com duas sessões de mesas-redondas, dedicadas à temática “Formação docente com a escola”.</p>
<h3>Transmissão</h3>
<p><span>Acompanhe a transmissão do evento pelo </span><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/live/X0n6joGjI9E">canal do YouTube do CBAE</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Amanda Carvalho Matos</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedras</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-03-27T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ii-forum-colaboracao-projeto-tematico">
    <title>II Fórum de Colaboração entre Pesquisadores do Projeto Temático </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ii-forum-colaboracao-projeto-tematico</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento inclui um encontro e discussão dos resultados alcançados na pesquisa da Linha 1 do Projeto Temático: Fundamentos teóricos e avaliação da implementação de componentes curriculares inovadores nos cursos de graduação da USP, vinculados às investigações em inovações educacionais da Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica. O objetivo, tendo em vista as atividades de encerramento do semestre, é realizar debates em formato de mesa redonda pautados na temática intercultural e nas pesquisas em andamento e/ou resultados relevantes dos pesquisadores (alunos de Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento interno</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-06-26T17:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/chamada-cocriadores-LIC">
    <title>IEA lança chamada para docentes da USP que queiram participar da criação de projeto de licenciatura interdisciplinar</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/chamada-cocriadores-LIC</link>
    <description>Interessados devem se inscrever via formulário. Primeira atividade acontece no dia 11 de fevereiro. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A <span> Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica, sediada no IEA, está com chamada aberta para docentes USP que queiram participar como <span>cocriadores</span></span> na concepção e implantação do Projeto Licenciatura Interdisciplinar em Ciências (LIC), uma proposta em caráter experimental de nova modalidade de formação docente inicial e continuada. A LIC é uma iniciativa da cátedra em parceria com a <span>Pró-Reitoria de Graduação da USP, que, quando aprovada, terá como público-alvo <span>estudantes em formação inicial e docentes das redes de educação, principalmente da rede pública de ensino.</span></span></p>
<p><span>A inscrição de docentes da USP como pesquisadores associados do Projeto de Licenciatura Interdisciplinar em Ciências deve ser feita </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd_3xisoLy1LSFyG9168-wW1pAxT6UsTAr3kDg9JLHTuEc6GA/viewform" rel="noopener" target="_blank">neste link</a><span>. Não há número máximo de vagas. Mais informações podem ser solicitadas pelo e-mail </span><a href="mailto:academicoiea@usp.br" rel="noopener" target="_blank">academicoiea@usp.br</a><span>, indicando como assunto “Chamada Cocriadores LIC”. Leia mais sobre a chamada <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica/chamada-cocriadores-lic" class="external-link">aqui</a>. </span></p>
<p><span><strong>Objetivos</strong></span></p>
<p><span>Segundo Naomar de Almeida Filho, titular da cátedra, a interdisciplinaridade já é algo que se busca há muito tempo, desde as diretrizes de base da educação, por meio da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Essa perspectiva coincide com a missão da Cátedra Alfredo Bosi, que é a de pensar e contribuir para a criação de novos modelos de licenciaturas no Brasil, explica ele. </span></p>
<p><span>O currículo atual forma professores que dão conta de tarefas restritas a uma área de especialização, e até de superespecialização, uma contradição e até um descompasso entre as normas vigentes e as pretendidas licenciaturas interdisciplinares, como aponta Almeida Filho. “Há uma visão disciplinar, ou seja, a ideia de formação por áreas de conhecimento”, concorda o professor Luís Carlos de Menezes, coordenador acadêmico da Cátedra Alfredo Bosi. Essa divisão das ciências gera a fragmentação, não a integração de conhecimento.</span></p>
<p><span>Embora ainda não seja muito comum no universo acadêmico, a USP já reúne diversas iniciativas bem-sucedidas em interdisciplinaridade. É o caso do curso de Ciências Moleculares, que existe há 30 anos, sem um vestibular – ou seja, os alunos migram de outras áreas e podem seguir nesse curso ou voltar ao original – ou currículo específico, no qual o aluno, com orientação da equipe docente, escolhe cursar determinadas disciplinas entre as várias áreas do conhecimento pertinentes ao seu projeto de estudo.</span></p>
<p><span><span>É nesses moldes que o projeto da LIC quer trabalhar: um roteiro aberto para experimentação, em que tanto alunos quanto docentes são cocriadores dessa nova modalidade de licenciatura, como define Menezes. “Queremos articular esforços, criar espaços de inovação e buscar alternativas”, garante. “A interdisciplinaridade transcende campos de atuação. Estamos propondo um curso experimental, em que há uma integração de saberes e conhecimentos científicos”, diz Almeida Filho. Ele reitera que os participantes vão construir seu próprio projeto de ensino-aprendizagem, criando, de modo coletivo, um projeto pedagógico de licenciatura interdisciplinar. </span></span></p>
<p><span><strong><span></span><span>Um curso experimental</span></strong></span></p>
<p><span>A ideia de propor a criação da LIC surgiu a partir da publicação pela </span>Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, em junho do ano passado, do <a class="external-link" href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/edital-n-35-de-21-de-junho-de-2021-327345162">edital nº 35</a>, que já sinalizava a busca por projetos inovadores com perspectiva interdisciplinar. Como lembra Roseli Lopes, coordenadora geral da Cátedra Alfredo Bosi e vice-diretora do IEA, alguns grupos de trabalho já estavam criando propostas para futuras licenciaturas, e o edital permitiu transformar propostas em um projeto aprovado.</p>
<p><span><span>Para participar do programa previsto pelo edital, a </span>USP se uniu à Universidade Federal do ABC (UFABC) - que já trabalha com essa modalidade de licenciatura interdisciplinar - e à Universidade Católica de Santos (Unisantos), uma vez que a proposta deveria ser apresentada por uma rede composta por uma instituição de ensino superior (IES) federal, outra estadual e uma terceira sem fins lucrativos.</span></p>
<p><span>O projeto foi um dos três do país contemplados e o único do Sudeste. </span>Os cursos terão duração de oito semestres e cada IES da rede receberá até R$ 1 milhão por ano. No quarto ano, cada aluno que fizer residência pedagógica receberá bolsa de R$ 750,00.</p>
<p><span>"A proposta é criar um curso experimental, pois esse formato, permitido por lei, tem muito mais agilidade e flexibilidade, possibilitando um trabalho conjunto de docentes</span><span> </span><span>de várias unidades e <span>com expertise no assunto</span>. Isso gera uma sinergia entre pesquisa, ensino e extensão ainda mais fortes, além de mais possibilidades de rápida incorporação de inovações nas licenciaturas existentes</span><span>”, explica Roseli.</span></p>
<p><span>“É claro que na USP isso já é presente <span>em todos os cursos</span>, especialmente nas licenciaturas, mas nesse formato de curso experimental há uma intensidade maior nessa colaboração entre docentes”, completa. “É um ponto de convergência para trazer essas experiências diferenciadas de pesquisadores que estejam em suas respectivas unidades para compartilhá-las e colocá-las em prática”, destaca. </span></p>
<p><span>Se aprovada, a LIC oferecerá 80 vagas para iniciantes, com opções de habilitação nas seguintes áreas de conhecimento: Ciências da Natureza; Matemática; Ciências da Aprendizagem; Letras/Português. Serão disponibilizadas ainda outras 80 vagas para professores da rede básica como segunda licenciatura. “Dessa forma haverá uma forte interação entre os que estão iniciando na carreira docente e os que já estão atuando e querem uma formação na perspectiva interdisciplinar”, afirma a professora.</span></p>
<p><span><span><span>O projeto prevê a criação de dois ambientes. O primeiro deles será online (ou metapresencial) e de coaprendizagem, com o compartilhamento dos espaços pedagógicos através da tecnologia, em que os participantes interagem em tempo real. Nele ocorrerão experimentos, produções e trocas mais intensas de projetos entre os grupos. O segundo ambiente é o Laboratórios de Ciências, em que os professores terão mais autonomia para construir novos experimentos, para se trabalhar um determinado tema que seja relevante para seus alunos, “numa perspectiva mais </span><em>maker</em><span>”, como define Roseli.</span></span></span></p>
<p><span><span><span>Inicialmente, estão programadas reuniões com os docentes da USP inscritos na chamada. Em formato de oficinas, os encontros ajudarão a discutir as novas propostas da LIC – o primeiro deles está previsto para o dia 11 de fevereiro. Se a LIC for aprovada, será realizado o processo de seleção de estudantes, interessados ou com vocação para docência, que vai incluir oficinas de trabalho colaborativo sobre temas e/ou problemas da educação. </span></span></span></p>
<p style="text-align: right; "><i>Com informações do Jornal da USP</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-01-11T15:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/acordo-iea-tce-pi">
    <title>IEA e Tribunal de Contas do Piauí iniciam projeto sobre políticas para educação básica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/acordo-iea-tce-pi</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: left; "><dl class="image-right captioned" style="width:600px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/assinatura-de-acordo-entre-o-iea-e-o-tce-pi/image" alt="Assinatura de acordo entre o IEA e o TCE-PI" title="Assinatura de acordo entre o IEA e o TCE-PI" height="381" width="600" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:600px;">Presentes na assinatura do acordo (a partir da esq.): Roseli de Deus Lopes, diretora do IEA; Claudia Souza Passador, coordenadora do projeto; Joaquim Kennedy Nogueira Barros, presidente do TCE-PI; Gilson Soares do Araújo, auditor do TCE-PI; e Luiz Carlos de Menezes, vice-coordenador do projeto</dd>
</dl></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; ">O IEA e o Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI) iniciam este mês o projeto Educação e Territórios, objeto de acordo de cooperação para o desenvolvimento de pesquisas aplicadas voltadas à avaliação e à melhoria de políticas públicas de educação.</p>
<p>Assinado em 30 de abril, o acordo terá como executores, no IEA, o Grupo de Pesquisa Centro de Estudos em Gestão e Políticas Públicas Contemporâneas (GPublic), sediado no Polo Ribeirão Preto do Instituto, e a Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica, baseada na sede do IEA, em São Paulo. O acordo terá duração de cinco anos, período que poderá ser prorrogado a critério das partes.</p>
<p>O projeto Educação e Territórios contempla vários eixos temáticos, entre eles: educação e formação docente; avaliação de políticas públicas; gestão e planejamento educacional; governança pública; inovação institucional e desenvolvimento territorial.</p>
<p>O presidente do TCE-PI, Joaquim Kennedy Nogueira Barros, informou que, inicialmente, o projeto envolverá quatro municípios piauienses: Oeiras, São Raimundo Nonato, Domingos Mourão e Corrente. Essas localidades foram escolhidas por apresentarem experiências educacionais relevantes e diversidade territorial que contribuirá para uma análise mais rica e contextualizada, de acordo com integrantes do tribunal.</p>
<p>Segundo o Plano de Trabalho do projeto, o GPublic será responsável por "desenvolver ações formativas, participativas e coordenar e gerar pesquisas que possam subsidiar o desenho da política pública que envolve o acordo de cooperação".</p>
<p>Caberá à Cátedra Alfredo Bosi: acompanhar as ações a serem desenvolvidas projeto, monitorando seu desenvolvimento; colaborar com dados científicos e informações que subsidiem a análise e o aprimoramento das ações previstas no acordo; colaborar na divulgação dos processos e resultados das atividades, por meio de eventos presenciais e online; e fomentar a troca de experiências e saberes entres os pesquisadores do IEA e os auditores, técnicos e especialistas do TCE-PI.</p>
<p>A coordenação do projeto é da professora Claudia Souza Passador, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (Fearp) da USP, coordenadora do GPublic e integrante do Grupo de Estudos Escolas e Territórios, da Cátedra Alfredo Bosi. O vice-coordenador será o professor Luís Carlos de Meneses, integrante da Comissão Executiva da cátedra e coordenador do grupo de estudos.</p>
<p>Outros participantes do projeto já definidos são os professores Carlos Mourthé e Sônia Maria Jaconi, pesquisadores colaboradores da cátedra no âmbito do projeto Tecendo Redes de Aprendizagem: Um Estudo em Municípios do Estado do Piauí, e o diretor de Fiscalização de Políticas Públicas do TCE-PI, Gilson Soares de Araújo, também integrante do grupo de estudos da cátedra.</p>
<p style="text-align: left; "><dl class="image-left captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/escola-de-sao-raimundo-nonato-piaui/image" alt="Escola de São Raimundo Nonato, Piauí" title="Escola de São Raimundo Nonato, Piauí" height="313" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Escola pública de São Raimundo Nonato (PI); município é um dos abrangidos pela fase inicial do projeto </dd>
</dl></p>
<p>Entre as ações previstas, destaca-se a elaboração de um Mapa de Indicadores Territoriais, que embasará uma matriz de políticas públicas sensível aos recursos econômicos, culturais e ambientais das regiões envolvidas. Também estão programadas oficinas de formação e escuta com gestores públicos e professores, promovendo o diálogo entre pesquisa, prática e território.</p>
<p>Segundo Araújo, os resultados esperados incluem diagnósticos aprofundados sobre políticas educacionais locais, identificação de boas práticas e fortalecimento da atuação fiscalizatória. O projeto prevê a produção de relatórios, publicações e recomendações técnicas com potencial de replicação em outros estados do Nordeste, consolidando uma abordagem territorializada que valorize as vocações locais e a integração entre escolas e gestão pública.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><i>Com informações da Coordenação da Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica e da Assessoria de Comunicação do TCE-PI.</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): Leonor Calasans/IEA-USP e Secretaria da Educação do Piauí</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Acordo de Cooperação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Médio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-06-09T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-catedra-de-educacao-basica">
    <title>IEA e Itaú Social lançam Cátedra de Educação Básica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-catedra-de-educacao-basica</link>
    <description>Por meio de convênio firmado em dezembro de 2018 entre a USP e o Itaú Social, foi criada no IEA a Cátedra de Educação Básica, destinada a promover reflexão e debates sobre experiências inovadores para o ensino e políticas públicas para o setor.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<td><dl class="image-inline captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/catedra-de-educacao-1/image" alt="Cátedra de Educação - 1 " title="Cátedra de Educação - 1 " height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">O diretor do Instituto de Estudos Avançados, Paulo Saldiva; o reitor Vahan Agopyan; a superintendente do Itaú Social, Angela Dannemann, e o coordenador da Cátedra, Nílson José Machado</dd>
</dl></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Reunir medidas que subsidiem políticas para o ensino básico com foco na formação de professores, a partir da análise de experiências inovadoras, de debates com os atores e de estudos de campo. Esse é o principal objetivo da <a href="https://www.iea.usp.br/home-por/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica" class="external-link">Cátedra de Educação Básica</a>, sediada no IEA e lançada no dia 21 de fevereiro em cerimônia no Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP. A cátedra é resultado de um convênio firmado no final de 2018 entre a USP, o Itaú Social – patrocinadora da iniciativa –  e a Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo (Fusp). [<i>Veja as <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/lancamento-catedra-de-educacao-basica-da-usp-21-de-fevereiro-de-2019" class="external-link">fotos</a> e o <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/lancamento-da-catedra-de-educacao-basica" class="external-link">vídeo</a> do lançamento</i>]</p>
<p><span>O </span><span>Itaú Social </span><span>destinou verba de R$ 5 milhões para as atividades da cátedra, dividida em aportes anuais de R$ 1 milhão. O montante irá subsidiar as atividades durante os cinco anos <span>de duração do convênio, que poderá ser renovado no caso de concordância das instituições parceiras. </span></span></p>
<p><span><span>Para o primeiro semestre, estão previstos três seminários com especialistas no setor <span>[</span><i>veja a <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-de-educacao-basica#seminarios" class="external-link">programação inicial</a></i><span>], </span></span></span><span>atividade que possibilitará também a sistematização de informações fundamentadas sobre experiências pontuais e políticas educacionais nos três níveis de governo. A participação de cada expositor nos seminários resultará em um vídeo de 15 minutos e um texto. Na segunda metade do ano, a cátedra deve levar seus especialistas a campo para conhecer de perto as experiências mais exitosas na educação básica. Com a<span>s informações colhidas, eles retornarão à USP para continuar a pesquisa.</span></span></p>
<p><span><dl class="image-left captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/catedra-de-educacao-2/image" alt="Cátedra de Educação - 2 " title="Cátedra de Educação - 2 " height="333" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Nílson José Machado, coordenador acadêmico da Cátedra</dd>
</dl>"Não queremos produzir um efeito na educação brasileira em 40 ou 50 anos. Queremos ver resultados em quatro ou cinco anos", disse <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nilson-jose-machado" class="external-link">Nílson José Machado</a>, coordenador acadêmico da cátedra. Em 2017 e 2018, ele coordenou no IEA o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-educacao-basica-publica-brasileira-dificuldades-aparentes-desafios-reais" class="external-link">Grupo de Estudos Educação Básica Pública Brasileira: Dificuldades Aparentes, Desafios Reais</a>, que <span>mapeou as questões mais relevantes da área e produziu o documento </span><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/diagnosticos-e-propostas-para-a-educacao-basica-brasileira-1" class="external-link">Diagnósticos e Propostas para a Educação Básica Brasileira</a>. O trabalho do grupo inspirou a formação da cátedra. </span></p>
<p><span><span>É com base no resultado dessa pesquisa que Nílson defende que o principal problema da educação brasileira é a falta de um projeto. "Se tivéssemos um projeto para a educação, até a falta de recursos seria mais fácil de administrar". </span></span></p>
<p>Para <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, diretor do IEA, é papel da USP fazer parte do pacote de soluções para o país, ideia compartilhada pelo reitor da Universidade, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vahan-agopyan" class="external-link">Vahan </a><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vahan-agopyan" class="external-link">Agopyan</a>, presente à cerimônia de lançamento. "A universidade não tem a finalidade de resolver todos os problemas, mas ela tem a obrigação de ajudar, de recomendar soluções", afirmou. </span></p>
<ul>
</ul>
<p>A superintendente do Itaú Social, Angela Dannemann, destacou o caráter estratégico da parceria da fundação com o IEA: “A união entre pesquisadores e os profissionais que estão no dia a dia de escolas e redes educacionais tem, em si, uma potência transformadora".</p>
<table class="tabela-direita-400-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Convergência de<br />iniciativas pela educação</i></h3>
<p><i>Desde o início dos anos 90, o IEA tem se empenhado em refletir sobre o ensino básico público brasileiro e colaborar na formulação de políticas públicas para a área.</i></p>
<p><i>Três professores visitantes se dedicaram ao tema em períodos diferentes daqueles anos: o próprio coordenador acadêmico da nova cátedra, Nílson José Machado; a educadora Guiomar Namo de Mello, que foi secretária da Educação da cidade de São Paulo, pesquisadora da Fundação Carlos Chagas e especialista em educação do Banco Mundial e do Banco Interamericano de Desenvolvimento; e o físico Sérgio Costa Ribeiro, cujos estudos demonstraram ter sido a repetência e não a evasão o principal empecilho para que a escolaridade e a competência cognitiva da população jovem do país aumentassem durante a segunda metade do século 20.</i></p>
<p><i>Outra iniciativa do Instituto foi o Programa Mobilizador Educação para a Cidadania, dedicado à coleta de dados sobre o sistema educacional brasileiro. Um dos resultados do programa foi um relatório coordenado por Guiomar Namo de Mello sobre políticas públicas para educação.</i></p>
<p><i>Diagnósticos, desafios, políticas públicas e experiências exitosas em educação básica foram temas de dossiês e artigos na revista “Estudos Avançados” e de conferência e seminários públicos ao longo dos últimos 30 anos do Instituto.</i></p>
<p><i>Ao concorrer para a eleição dos novos diretor e vice-diretor do IEA, os então candidatos e agora ocupantes dos respectivos cargos, os professores Paulo Saldiva e Guilherme Ary Plonski, incluíram entre as prioridades de seu Plano de Gestão 2016-2020 a criação de um núcleo de estudos dedicado ao ensino fundamental e médio.</i></p>
<p><i>A diretriz foi concretizada com a implantação no início de 2017 do Grupo de Estudos Educação Básica Pública: Dificuldades Aparentes, Desafios Reais, sob a coordenação de Nílson José Machado. Em cinco seminários realizados em 2017 e 2018 com professores da USP, educadores e gestores públicos, o grupo analisou a formação dos professores, a qualidade da educação, o papel dos documentos oficiais e experiências inovadoras. As conclusões do grupo foram divulgadas em julho deste ano no documento “<a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/diagnosticos-e-propostas-para-a-educacao-basica-brasileira" class="external-link">Diagnóstico e Propostas para a Educação Básica Brasileira</a>”.</i></p>
<p><i> </i><i>O Itaú Social atua desde 1993 no desenvolvimento de programas para a melhoria da educação pública brasileira. São exemplos desse empenho a criação do Prêmio Itaú-Unicef, do programa Melhoria da Educação no Município, os Ciclos de Debates em Gestão Educacional e a criação do programa Redes de Territórios Educativos.</i></p>
<p><i>A assinatura do convênio com a USP para a criação da cátedra no IEA soma-se às várias parcerias do Itaú Social com o poder público: acordos de cooperação com os Fundos Municipais de Direitos da Criança e do Adolescente de 44 municípios de vários estados, com o Ministérios da Educação e o Ministério de Desenvolvimento Social, com a Secretaria Municipal  de Educação de Manaus e com os estados integrantes do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central (Tocantins, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal).</i></p>
<p><i>O Itaú Social tem 17 parceiros institucionais, entre os quais o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada, a Fundação Lemann, o Instituto Ayrton Senna e a Fundação Roberto Marinho.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A expectativa da fundação, segundo Angela, é que ao longo dos cinco anos de duração da cátedra haja "um acúmulo de produção de conhecimento, de práticas inovadoras e de formações que promovam avanços significativos" nas propostas para a educação básica. "E com um compromisso que é um diferencial: o olhar e a voz do professor presentes, e valorizados, sempre.”</p>
<p><strong>Premissas</strong></p>
<p>A cátedra se apoia em três premissas, segundo os formuladores da proposta:</p>
<ol>
<li>educação de qualidade é aquela que promove o desenvolvimento integral do sujeito;</li>
<li>a formação de pessoal docente requer relação equilibrada entre teoria e prática, reconhecendo cada indivíduo em sua integralidade;</li>
<li>a formação do professorado e sua atuação profissional encontram limites em problemas estruturantes, envolvendo variáveis internas e externas à escola.</li>
</ol>
<p>Ao associar a educação de qualidade à preocupação desta em promover o desenvolvimento integral da pessoa, a cátedra enfatiza a necessidade do reconhecimento de suas diferentes dimensões (cognitiva, emocional, social, ética e física) e da valorização da diversidade de interesses, talentos e trajetórias individuais e grupais. Ao adotar essa noção de educação integral, a cátedra incentiva a complementaridade entre escolas, famílias, organizações locais e da cidade e as de maior amplitude e se propõe a promover a colaboração multidisciplinar, dados os desafios do século 20.</p>
<p>A cátedra considera que a formação sistemática dos docentes deve ser permanente, centrada no que é experimentado na escola, mas ubíqua, colaborativa e híbrida (presencial e por meios digitais). A proposta acrescenta que, assim como cada estudante, cada docente deve ter reconhecida sua integralidade e seu caráter de sujeito. Tal formação amplia a capacidade de observação e reflexão, a partir da articulação entre os desafios, teorias científica e resultados de pesquisa.</p>
<p>Os responsáveis pela cátedra relacionam problemas estruturantes que limitam a formação e atuação dos docentes: alta rotatividade das equipes escolares, ausência de autonomia da unidade escolar para selecionar o corpo docente, pesadas jornadas de trabalho que não comportam elaboração pedagógica coletiva, infraestrutura deficiente, visão fragmentada da gestão educacional, remuneração e carreiras desestimulantes. Nesse sentido, consideram fundamentais as pesquisas que apontem soluções para esses desafios, inclusive sobre experiências já vividas por redes e comunidades escolares.</p>
<p><a name="seminarios"></a>Para o 1º semestre de 2019, a cátedra já programou três seminários com o tema geral Ação/Formação do Professor: A Fragmentação Disciplinar e seus Antídotos. As datas, os temas dos seminários e das exposições e os responsáveis por elas são:</p>
<ul>
<li><strong>16 de março – Professor: Profissionalismo e Competência</strong></li>
<ul>
<li>O Professor e a Ideia de Profissionalismo – <i>Nílson José Machado (IEA e FE-USP)</i></li>
<li>O Professor e suas Competências – <i>Lino de Macedo <i>(IEA e IP-USP)</i></i></li>
<li>A Ação do Professor como Profissional – <i>Luís Carlos de Menezes <i>(IEA e IF-USP)</i></i></li>
<li>Atratividade e Carreira Docente – <i>Carolinie Tavares (Itaú Social)</i></li>
</ul>
<li><strong>13 de abril – Ação do Professor: Planejamento e Avaliação</strong> 
<ul>
<li>Ação do Professor: Liberdade, Responsabilidade, Tolerância – <i>Luís Carlos de Menezes (IEA e IF-USP)</i></li>
<li>Planejamento: Concepções de Conhecimento e Ações Docentes – <i><i>Nílson José Machado <i>(IEA e FE-USP)</i></i></i></li>
<li>Avaliação: As Ideias de Medida e Valor e o Significado dos Indicadores – <i>Lino de Macedo (IEA e IP-USP)</i></li>
<li>Avaliação e Planejamento: Boas Práticas para o Uso da Hora/Atividade na Autoformação – <i>Fundação Itaú Social</i></li>
</ul>
</li>
<li><strong>18 de maio – Formação do Professor: Experiências Inovadoras</strong></li>
<ul>
<li>Formação do Professor: Um Panorama das Questões Fundamentais – <i>Bernardete Angelina Gatti (CEE-SP)</i></li>
<li>Formação Integrada: A Experiência da USP São Carlos – <i>Yvonne Mascarenhas (IEA e IFSC-USP)</i></li>
<li>Formação por Área: Uma Visão Transdisciplinar – <i>Luís Carlos de Menezes (IEA e IF-USP) </i>e<i> Nílson José Machado <i>(IEA e FE-USP)</i></i></li>
<li>Fundação Itaú Social: Panorama de Projetos Relativos aos Anos Finais do Ensino Fundamental <i>– <i>Itaú Social</i></i></li>
</ul>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Governança</strong></p>
<p>Além de comportar a cada ano um pesquisador ou intelectual com atuação relevante na reflexão sobre os desafios da educação básica, a cátedra conta com um Comitê de Governança, um Comitê Consultivo e uma Comissão Executiva.</p>
<p>Os componentes do Comitê de Governança são:</p>
<ul>
<li>o diretor do IEA (atualmente, Paulo Saldiva), presidente do comitê;</li>
<li>o superintendente do Itaú Social (no momento, Angela Dannemann);</li>
<li>o coordenador-geral da cátedra, Guilherme Ary Plonski, vice-diretor do IEA;</li>
<li>o coordenador acadêmico, Nílson José Machado, da Faculdade de Educação (FE) da USP e ex-professor visitante e coordenador de grupo no IEA;</li>
<li>dois representantes do Itaú Social, indicados pela sua Superintendência: Patrícia Mota Guedes, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento, e Juliana Souza Mavoungou Yade, especialista em pesquisa e desenvolvimento;</li>
<li> o titular da cátedra.</li>
</ul>
<p><span>Cinco pesquisadores indicados pelo IEA e cinco escolhidos pelo Itaú Social constituem o Comitê Consultivo, a ser renovado conforme entendimento entre os parceiros.</span></p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/catedra-educacao-4/image" alt="Cátedra Educação - 4" title="Cátedra Educação - 4" height="288" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Parte do grupo de especialistas que irá atuar na Cátedra de Educação Básica</dd>
</dl>A  Comissão Executiva inclui: o coordenador-geral; o coordenador acadêmico; dois coordenadores adjuntos indicados pela direção do IEA (os professores da USP Luís Carlos Menezes, do Instituto de Física (IF), e Lino Macedo, do Instituto de Psicologia (IP); dois pesquisadores indicados pelos coordenadores dos Polos do IEA em São Carlos e em Ribeirão Preto (um de cada polo); e um secretário.</p>
<p>Também participam da cátedra os pesquisadores: Hélio Dias, do IF-USP e professor sênior do IEA; Helena Singer, da ONG Ashoka Brasil; Yvonne Mascarenhas, coordenadora científica do Polo São Carlos do IEA e professora honorária do Instituto; Bernardete Gatti, da Fundação Carlos Chagas e ex-presidente do Conselho Estadual de Educação; Elie Ghanem, da FE-USP; Guiomar Namo de Melo, presidente da Escola Brasileira de Professores e ex-professora visitante do IEA; e Francisco Aparecido Cordão, diretor da Peabiru Educacional.</p>
<p>Caberá à Comissão Executiva detalhar o escopo da curadoria de pesquisa e definição dos eixos temáticos; definir o processo de seleção e escolha final dos projetos; e definir a programação dos ciclos de seminários e outros encontros.</p>
<p style="text-align: right; "><i>Colaborou: Fernanda Rezende/IEA</i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Cecília Bastos / USP Imagens</span></p>
<ul>
</ul>
<ul>
</ul>
<ul>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Médio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-02-22T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclos/catedra-alfredo-bosi-educacao-basica-2024-26">
    <title>Identidade dos Professores da Educação Básica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclos/catedra-alfredo-bosi-educacao-basica-2024-26</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h3>Minicurso</h3>
<p><span>Este Minicurso, após rápida apresentação da Fundamentação Constitucional e Legal sobre as Finalidades da Educação Básica e as incumbências centrais dos Professores, objetiva proporcionar uma compreensão sobre a Identidade Profissional do Professor, explorando aspectos que influenciam decisivamente a sua prática docente. </span></p>
<p><span>Serão discutidos elementos distintivos da história da educação no Brasil, desde as escolas jesuíticas, enfatizando os debates sobre o papel do Estado na condução das políticas educacionais e a noção da educação como aspecto formativo da nação, entre outros. Tais elementos implicaram em uma diversidade de identidades docentes, sejam elas imaginadas, assumidas, atribuídas ou construídas.</span></p>
<p><span></span><br /><span>No contexto do século XXI, as identidades docentes enfrentam dilemas altamente significativos. Um deles é a necessidade de adaptação constante às mudanças no mundo do trabalho, inclusive dos Professores. Outro está vinculado às tecnologias, sem perder  a dimensão humana do fazer pedagógico, o que exige não somente a compreensão dos fenômenos tecnológicos e suas aplicações sociais, mas também o domínio de recursos e das necessidades agravadas em um país que tem a Formação de Professores como um desafio histórico.</span><br /></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Letícia Campos Graciani</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-11-11T13:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/catedras-educacao-ufmg-ufrj-usp">
    <title>I Seminário de Integração das Cátedras de Educação Básica dos Institutos de Estudos Avançados da UFMG, UFRJ e USP</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/catedras-educacao-ufmg-ufrj-usp</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) irá sediar o I Seminário de Integração das Cátedras de Educação Básica dos Institutos de Estudos Avançados da UFMG, UFRJ e USP. O evento será no auditório da Reitoria da UFMG, com transmissão ao vivo pelo YouTube do <span>Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares (IEAT)</span>: <a class="external-link" href="https://youtube.com/live/R43m1OPsCHc?feature=share">manhã</a> e <a class="external-link" href="https://youtube.com/live/5mYZLQnH_9g?feature=share">tarde</a>.</p>
<p>O evento é aberto à participação de estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores, docentes, professores da educação básica e demais interessados no tema. Para participar é necessário se inscrever pelo <a href="https://www.even3.com.br/i-seminario-de-integracao-das-catedras-de-educacao-basica-ieas-ufmg-ufrj-e-usp/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">formulário eletrônico.</a> Haverá emissão de certificados de participação.</p>
<p>O evento é promovido pela Cátedra FUNDEP Magda Soares de Educação Básica do IEAT/UFMG, em parceria com a Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA/USP), a Cátedra Anísio Teixeira de Formação de Professores do Colégio Brasileiro de Altos Estudos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CBAE/UFRJ) e o Complexo de Formação de Professores da UFRJ.</p>
<p>O seminário tem o objetivo de aproximar e articular os trabalhos de investigação e pesquisa sobre a educação básica e formação de professores no âmbito das Cátedras de Educação Básica dos Institutos de Estudos Avançados das três universidades.</p>
<p>A mesa de abertura do evento será às 9 horas. Na sequência será realizada, às 10 horas, a mesa-redonda <i>P</i><i>arcerias entre universidades e escolas na formação de professores da educação básica</i>. O objetivo é aprofundar teoricamente as discussões sobre a colaboração entre universidades e escolas na formação de professores da educação básica, ressaltando a importância do trabalho coordenado entre diversos agentes institucionais e profissionais que atuam em várias esferas da educação.</p>
<p>A mesa-redonda contará com duas conferências ministradas pelos professores António Nóvoa, titular da Cátedra FUNDEP Magda Soares de Educação Básica do IEAT/UFMG, e Bernardete Gatti, titular da Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica do IEA/USP. Após as conferências, haverá um debate coordenado pela professora Maria José Flores, pró-reitora adjunta de graduação da UFMG, e por Elton Martins Pimenta Silvério, professor da Escola Estadual Madre Carmelita, ambos membros da Comissão Gestora da Cátedra FUNDEP Magda Soares de Educação Básica do IEAT/UFMG.</p>
<p>Na parte da tarde, será realizada a roda de conversa <i>Parcerias entre universidades e escolas na formação de professores da educação básica</i> cujo objetivo é aprofundar, de forma mais livre, os debates iniciados da mesa-redonda realizada na parte da manhã. Participam da roda de conversa, além dos membros integrantes da mesa-redonda, Giseli Barreto da Cruz, coordenadora da Cátedra Anísio Teixeira de Formação de Professores do CEBAE-UFRJ e do Complexo de Formação de Professores da UFRJ e Luís Carlos de Menezes, coordenador pedagógico da Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica do IEA/USP.</p>
<p><span><strong>Cátedras de Educação Básica</strong></span></p>
<p>As Cátedras de Educação Básica dos Institutos de Estudos Avançados da UFMG, UFRJ e USP têm se dedicado à pesquisa e ao desenvolvimento de projetos sobre educação básica e formação de professores, com uma abordagem teórica e prática. As ações visam impactar diretamente alunos, professores, gestores escolares e políticas públicas educacionais, promovendo um trabalho coletivo. Esse esforço envolve as universidades por meio de programas de ensino, pesquisa e extensão e cursos de licenciatura, bem como conselhos e secretarias estaduais e municipais de educação, escolas, gestores escolares, professores e demais membros da comunidade escolar.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Amanda Carvalho Matos</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedras</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-03-27T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/catedra-educacao-basica-atividades-2023-4">
    <title>Homenagem a Emília Ferreiro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/catedra-educacao-basica-atividades-2023-4</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>No último dia 26 de agosto, Emília Ferreiro, uma das mais importantes estudiosas do processo de alfabetização, faleceu aos 86 anos na Cidade do México.    Natural de Buenos Aires (Argentina), Ferreiro teve o pensador Jean Piaget como seu orientador de doutorado e, portanto, foi uma defensora do Construtivismo e difusora das ideias do psicólogo.   Para ela, aprender a ler começa com o desenvolvimento do sentido das funções da linguagem escrita. Ler é buscar significado, e o leitor deve ter um propósito para buscar significado do texto.” (FERREIRO,2003).   Ao longo de sua carreira, a pedagoga publicou obras e fez experiências no campo da alfabetização que influenciaram educadores e pesquisadores do Brasil e de outros países da América Latina.   Seus livros “La Alfabetización em Processo” (1985), “Psicogênese da Língua Escrita” (1986) e “Los Hijos del Analfabetismo - Propuestas para la Alfabetizacíon Escolar em América Latina” (1989) resultam de experiências sobre alfabetização realizadas aqui no Brasil, na Argentina, no México e na Venezuela.   Devido sua contribuição revolucionária na área da educação, Emília Ferreiro recebeu inúmeras premiações como a Medalha Libertador da Humanidade – da Assembleia Legislativa da Bahia (1994), prêmio também atribuído a Paulo Freire e a Nelson Mandela, além de títulos de Doutor Honoris Causa de muitas universidades.  Para rememorar a larga contribuição de Emília Beatriz María Ferreiro Schavi no campo da alfabetização, a Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica realiza na próxima quinta-feira (21/09), das 9h às 11h, um evento em homenagem à pesquisadora, com a presença de estudiosos da Educação, educadores e amigos de Ferreiro.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-09-19T18:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica/grupos-de-estudo">
    <title>Grupos de Estudos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica/grupos-de-estudo</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Letícia Campos Graciani</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-10-03T16:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica/a-escola-espacos-e-tempos-das-acoes-docentes/fragmentacao-disciplinar-e-transdisciplinaridade-28-de-setembro/grandes-questoes-sobre-linguagem">
    <title>Grandes questões sobre linguagem</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica/a-escola-espacos-e-tempos-das-acoes-docentes/fragmentacao-disciplinar-e-transdisciplinaridade-28-de-setembro/grandes-questoes-sobre-linguagem</link>
    <description>Matemática e língua materna, duas formas de representação da realidade, podem ser trabalhadas de maneira articulada, sobretudo quando a tecnologia é discutida</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300-cinza-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Pontos-chave</th>
</tr>
<tr>
<td>
<p>1. O trabalho transdisciplinar exige um olhar para objetos de conhecimento grandes e que não cabem em uma única disciplina.</p>
<p>2. Os centros de interesse dos estudantes podem ser um ponto de partida para definir quais são os objetos de conhecimento que podem ser abordados de maneira interdisciplinar.</p>
<p>3. A Matemática e a Língua Portuguesa se aproximam por serem os dois grandes sistemas de representação da realidade e, nesse sentido, abrem-se caminhos para muitos projetos que integrem essas duas áreas.</p>
<p>4. A maneira como essas áreas lidam com erros e também como elas são utilizadas para a construção de narrativas são dois caminhos possíveis de aproximação entre elas.</p>
<p>5. A tecnologia pode ser um elemento integrador entre linguagem matemática e a língua materna, promovendo aproximação entre tais sistemas de representação da realidade.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><i>Por Rodrigo Ratier e equipe</i></p>
<p><span id="docs-internal-guid-0b5e7ede-7fff-06ce-0485-ffd95c783ff3">"A matéria da escola é a vida": foi assim que o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nilson-jose-machado" class="external-link">Nílson José Machado</a> deu início à atividade temática "Linguagem, Matemática e Tecnologias". Machado, que coordenou a atividade junto a <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliane-reame" class="external-link">Eliane Reame</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/walter-spinelli" class="external-link">Walter Spinelli</a>, retomou a ideia de transdisciplinaridade discutida na sessão de abertura do segundo encontro do <i>Ciclo Escola: Espaços e Tempos das Ações Docentes</i> da <a href="https://www.iea.usp.br/home-por/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica" class="external-link">Cátedra de Educação Básica da USP</a>.</span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-d87618f1-7fff-2632-b66a-c64ac3b62b9a"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Machado defendeu que se pode observar a fragmentação do conhecimento em dois eixos. Um deles, que chamou de manso, é o que vai da noção de multidisciplinaridade – a existência natural de muitas disciplinas – até a de interdisciplinaridade – relacionada à interação entre as disciplinas, cada uma mantendo seus objetos de estudo próprios.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Já o eixo chamado de bravo, por ser aquele onde há maior polêmica, vai da intradisciplinaridade – uma especialização cada vez maior dentro de cada disciplina – para a transdisciplinaridade – em que se concebem disciplinas com objetos cada vez maiores. "A intradisciplinaridade está associada a uma descaracterização da ideia de especialização, na medida em que o especialista se torna aquele que sabe cada vez mais sobre cada vez menos", explicou. Mantendo o paralelo, ele relaciona a ideia de transdisciplinaridade com a de um consultor. "É o especialista em um ponto específico, mas que não deixa de olhar para o funcionamento do todo", completou.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os coordenadores da atividade também afirmaram que os centros de interesse podem ser bons pontos de partida para os trabalhos transdisciplinares nas escolas. Um exemplo é o conceito de algoritmo: na Matemática, sobretudo nos anos iniciais, ele se refere a um conjunto de procedimentos para se resolver um cálculo, mas tem se tornado cada vez mais comum com a ascensão das redes sociais, que usam algoritmos complexos para definir quais publicações serão mostradas aos usuários. São eles que influenciam, por exemplo, a propagação de notícias falsas. Outro exemplo são os emojis, símbolos utilizados em mensagens de texto e WhatsApp. “Hoje, eles já se constituem como uma espécie de linguagem ideográfica própria”, pontuou Machado.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Temas para discussão</strong></span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-5053edb0-7fff-7c69-31b9-21126dbd56ef"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Depois da apresentação inicial, os participantes foram divididos em grupos que pensaram propostas de trabalho. Os participantes foram convidados a se juntar em grupos diversificados. "A ideia é não nos fecharmos só no nosso segmento ou na área com a qual trabalhamos, mas fazer um exercício de olhar para temas maiores e, depois, quando voltarmos às escolas, pensarmos em como adequá-los a uma etapa ou série específica", sugeriu Eliane Reame.</span></p>
<p><iframe frameborder="0" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/VQN7cwDRqxU" width="560"></iframe></p>
<p dir="ltr"><strong>Veja os vídeos do encontro na íntegra: <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/fragmentacao-disciplinar-e-transdisciplinaridade-parte-1-de-2" class="external-link">Parte 1</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2019/fragmentacao-disciplinar-e-transdisciplinaridade-parte-2-de-2" class="external-link">Parte 2</a></strong></p>
<p dir="ltr"><span>Uma dificuldade ao pensar em projetos transdisciplinares é o fato de os professores lidarem com a falta de conhecimentos nas disciplinas diferentes daquela em que são especialistas. "A proposta não é que cada professor saiba tudo sobre um tema, mas que possamos pensar nas informações que poderemos buscar dentro do nosso coletivo e também externamente", propôs Walter Spinelli. Após uma discussão inicial em torno de sete temas, os grupos reduziram as propostas a quatro tópicos principais:</span></p>
<p dir="ltr"><span>1) Espaço: uma proposta de projeto transdisciplinar que discutisse diferentes noções de espaço, na Matemática (como a localização espacial nos anos iniciais do Fundamental e, na Geometria, a discussão sobre o espaço tridimensional), na Geografia (no próprio conceito de espaço geográfico e das representações do espaço) e nas Ciências (na reflexão sobre ecossistemas e também o espaço sideral). A tecnologia e a linguagem entrariam de forma transversal, possibilitando a integração de saberes.</span></p>
<p dir="ltr"><span>2) Análise do erro: os participantes propuseram um trabalho que discutisse a ideia do erro, nas diferentes disciplinas e nas diferentes etapas. A ideia seria usá-lo como base para pensar as diferentes consequências de erros ortográficos, de compreensão de texto e também na Matemática.</span></p>
<p dir="ltr"><span>3) Saúde e alimentação saudável: o terceiro grupo formulou a proposta de um projeto transdisciplinar que tratasse de saúde e encontrasse apoio na Matemática e nas Linguagens para discussão de temas que também abordariam as Ciências da Natureza e as Ciências Humanas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>4) Contação de Histórias: o quarto grupo pensou na possibilidade de estabelecer relações entre as narrativas que podem ser feitas com a linguagem matemática – por meio de expressões numéricas, por exemplo – e as histórias em formatos de contos ou faz-de-conta.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Dessas, os temas "Análise do Erro" e "Contação de Histórias" foram eleitos para serem aprofundados e apresentados no fim do dia. Leia, abaixo, uma síntese das discussões apresentadas sobre cada um deles.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Quem é Nílson José Machado</th>
</tr>
<tr>
<td>Leciona na Universidade de São Paulo desde 1972. Começou trabalhando no Instituto de Matemática e Estatística, e, em 1984, passou a integrar o corpo docente da Faculdade de Educação, onde é professor titular. Além de matemático, é mestre e doutor em filosofia da educação e livre-docente na área de epistemologia e didática. Escreveu cerca de duas dezenas de livros para crianças e publica microensaios semanais em seu site pessoal: www.nilsonjosemachado.net</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span><strong>O erro como norteador da aprendizagem</strong></span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-2d32df73-7fff-d968-c7b8-d75eda97ac15"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Daniel Alarcón, da rede municipal de Alumínio, no interior de São Paulo, contou que a ideia de trabalhar com o erro surgiu de um trabalho que ele e alguns colegas haviam vivido em suas escolas. Eles propuseram que os alunos de 3º ano do Ensino Fundamental pudessem, com base na análise de resoluções erradas, argumentar sobre o pensamento matemático envolvido nelas. "Queríamos desconstruir a ideia de que toda situação problema é uma historinha e alguns cálculos", disse.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ao expandir a ideia, os professores formularam também a hipótese de que o erro fosse discutido como algo natural e que é parte de todo o processo de aprendizagem. Na língua, por exemplo, podem haver erros gramaticais ou erros de compreensão de um texto que prejudicam o entendimento da mensagem que se quer passar. Ao mesmo tempo, a depender da situação comunicativa, é possível que pequenos deslizes da norma culta sejam tolerados sem grandes problemas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Machado, ao concluir a discussão sobre esse tema, pontuou também a importância que os erros têm na tecnologia. "Ele pode ser fatal", aponta. Segundo o especialista, muitos sistemas não admitem nuances e mesmo pequenos deslizes não são tolerados. "Se você vai pagar uma conta e erra um único dígito, já era. A língua e a matemática são muito mais tolerantes para o erro do que a tecnologia", analisou.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Histórias em muitas áreas</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<div id="_mcePaste">As narrativas foram o grande tema elencado pelo segundo grande grupo. De acordo com os participantes, tanto a Língua Portuguesa quanto a Matemática têm um grande potencial de contar histórias. "Um conteúdo possível é a lógica, abordada tradicionalmente na Matemática, mas que também pode ser aplicada na construção das narrativas e da argumentação", sugeriu a professora Ana Lúcia Martorelli, da rede privada de São Paulo.</div>
<div id="_mcePaste"><br /> 
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Quem é Eliane Reame</th>
</tr>
<tr>
<td>Licenciada em Matemática pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pedagoga pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). É mestre e doutora pela Faculdade de Educação da USP (FEUSP). Trabalha como assessora educacional em escolas e fundações e é autora de livros didáticos de Matemática.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<span> 
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Quem é Walter Spinelli</th>
</tr>
<tr>
<td><span>Possui doutorado em Educação de Ciências e Matemática pela USP. Tem experiência na área de Educação de modo geral e, em particular, nas disciplina de Matemática de ensinos Fundamental e Médio, e de Física do Ensino Médio.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
Os participantes também discutiram a importância da tecnologia na realização do trabalho, propiciando que as próprias narrativas fossem construídas com o apoio de computadores e da internet. Além disso, a mediação tecnológica poderia possibilitar que os alunos desenvolvessem o trabalho de forma mais personalizada, usando o apoio do computador para sistematizar suas aprendizagens e garantir que todos os alunos fossem incluídos no trabalho.<br /><br /></span></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Machado também destacou a importância de se observar o uso dos dados matemáticos para a construção das narrativas que se dizem basear neles. "Dizem que os números não mentem, mas eles são excelentes para tornar mentiras convincentes", resumiu.</div>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pedagogia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-02-07T14:23:44Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/escola-inverno-2023-catedra-alfredo-bosi2">
    <title>Gestão do Financiamento</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/escola-inverno-2023-catedra-alfredo-bosi2</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Esse minicurso tem como objetivo discutir a Lei do Fundeb, explica o processo do Censo Escolar, fala sobre os financiamentos diretos às escolas e sobre os projetos de incentivos através de ICMS.</p>
<p><strong>Expositor:</strong></p>
<p>César Calligari</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Legislação</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-07-03T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
