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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 121 to 135.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/a-governabilidade-do-nexo-urbano-23-de-novembro-de-2016">
    <title>A Governabilidade do Nexo Urbano - 23 de novembro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/a-governabilidade-do-nexo-urbano-23-de-novembro-de-2016</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alimentos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-23T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/transparencia-na-governanca-da-agua-no-brasil-27-de-abril-de-2016">
    <title>Transparência na Governança da Água no Brasil - 27 de abril de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/transparencia-na-governanca-da-agua-no-brasil-27-de-abril-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-04-27T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/consequencias-do-desastre-ambiental-de-mariana-e-tema-de-seminario">
    <title>As consequências do desastre ambiental em Mariana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/consequencias-do-desastre-ambiental-de-mariana-e-tema-de-seminario</link>
    <description>"Desastre Ambiental da Samarco — Impactos e Recuperação" é o tema do seminário que se realiza no dia 7 de dezembro, às 14h, com exposições de cinco professores da USP, que explicarão as consequências do desastre e as medidas para a recuperação ambiental da região.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>O rompimento da barragem de rejeitos da mineradora Samarco em Mariana (MG), no dia 5 de novembro, é o maior desastre ambiental já ocorrido no Brasil e um dos cinco maiores na história mundial.</span></p>
<p class="mceContentBody documentContent">Além de provocar a morte de 13 pessoas (ainda há oito pessoas desaparecidas), destruir as casas de 250 famílias dos subdistritos de Mariana e causar vários outros impactos sociais e econômicos, a torrente de lama afetou recursos hídricos (especialmente o Rio Doce, até sua foz no Espírito Santo) e ecossistemas terrestres e marinhos.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/bento-rodrigues-devastado-pela-lama-da-samarco" alt="Bento Rodrigues devastado pela lama da Samarco" class="image-inline" title="Bento Rodrigues devastado pela lama da Samarco" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Bento Rodrigues, subdistrito de Mariana (MG), devastado<br />pela lama da barragem rompida da mineradora Samarco</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No dia <strong>7 de dezembro, às 14h</strong>, no seminário <i>Desastre Ambiental da Samarco — Impactos e Recuperação</i>, cinco professores da USP de várias disciplinas explicarão a gravidade das consequências do desastre e o que precisa ser feito para a recuperação socioambiental das áreas afetadas. <span>O seminário poderá ser assistido presencialmente, na antiga sala do Conselho Universitário (mediante </span><a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">inscrição prévia</a><span>), ou pela </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">internet</a><span>.</span></p>
<p>Os expositores e respectivos temas serão: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-paula-fracalanza" class="external-link">Ana Paula Fracalanza</a> (IEA, EACH e Procam-IEE-USP) — Os Impactos nos Recursos Hídricos; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-enrique-sanchez" class="external-link">Luis Enrique Sánchez</a> (IEA e EP-USP) — Os Riscos das Barragens de Rejeitos; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a> (IB-USP) — Os Impactos nos Ecossistemas; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-luiz-cortes" class="external-link">Pedro Luiz Cortês</a> (ECA-USP) — A Dinâmica da Tragédia; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a> (IEA, FE e Procam-IEE-USP) — Os Impactos Sociais. A moderação será de Jacobi, que é coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a>, organizador do evento.</p>
<hr />
<p><i><strong>Desastre Ambiental da Samarco — Impactos e Recuperação<br /></strong></i><i>7 de dezembro, 14h<br /></i><i>Antiga sala do Conselho Universitário, rua Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i><i><i>Evento gratuito e aberto ao público, mediante <a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">inscrição prévia</a></i></i><i><i> – Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">internet</a></i></i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><br /></a></i><i>Informações: Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>) telefone (11) 3091-1678<br /></i><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/desastres-anunciados-samarco" class="external-link">www.iea.usp.br/eventos/desastre-barragem-mariana</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Senado Federal</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-12-01T11:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/desastre-barragem-mariana">
    <title>Desastre Ambiental da Samarco: Impactos e Recuperação </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/desastre-barragem-mariana</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>A ruptura da barragem de rejeitos da Samarco é o maior desastre ambiental do Brasil e um dos maiores já ocorridos no planeta. Essa é uma tragédia que se amplia a cada dia, gerando impactos nos recursos hídricos, nos ecossistemas terrestres e marinhos além de amplas consequências sociais. </span><span>Nesse encontro, pesquisadores da USP mostrarão, cientificamente, qual a gravidade desses impactos e indicarão o que precisa ser feito para a recuperação socioambiental das áreas afetadas.</span></p>
<p><span><br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-11-30T15:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conferencia-agua">
    <title> Conferência da Água: um Balanço Crítico</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conferencia-agua</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="mceContentBody documentContent">Depois de quase meio século, a ONU reuniu novamente países para tratar  de temas relacionados ao acesso à água na Conferência das Nações Unidas  para a revisão da implementação dos Objetivos da Década Internacional da  Água e Água e Desenvolvimento Sustentável 2018-2028, que ficou  conhecida como <a class="external-link" href="https://oceandecade.org/pt/un-2023-water-conference/">Conferência da Água 2023 da ONU</a>.</p>
<p class="mceContentBody documentContent">Desta vez, também  participaram representantes da sociedade civil, de povos originários, de  universidades, entre outros, que trataram de temas como Direito Humano à  água e saneamento, mudanças climáticas e segurança hídrica, águas  transfronteiriças, soluções baseadas na natureza, entre os mais  destacados. Além disso, foi definida uma Agenda de Ação para a Água com  metas a serem alcançadas nos próximos anos.</p>
<p class="mceContentBody documentContent">O evento vai discutir os  resultados da Conferência e seus impactos no Brasil.</p>
<p class="mceContentBody documentContent">A contribuição da USP para a Conferência da Água está disponível em <a class="external-link" href="https://sdgs.un.org/partnerships/discuss-transboundary-water-governance-and-cooperation">https://sdgs.un.org/partnerships/discuss-transboundary-water-governance-and-cooperation</a>. Esse evento íntegra os compromissos da USP para a Agenda da Água.</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Exposição:</b></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-paula-fracalanza" class="external-link">Ana Paula Fracalanza</a> <span><span>(</span></span><span><span>EACH/</span></span><span><span>IEE/IEA-USP)</span></span></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Costa Ribeiro</a> (FFLCH/IEA-USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Debatedor:</b></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a> (IEE/IEA-USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Moderação:</b></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vanessa-lucena-empinotti" class="external-link">Vanessa Empinotti</a> (UFABC/IEA-USP)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS06 - Água Potável e Saneamento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-03-30T10:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-102">
    <title>Meio ambiente e patrimônio cultural são destaques da revista Estudos Avançados 102</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-102</link>
    <description>Lançada este mês (agosto) a nova edição (102) da revista Estudos Avançados, que traz os dossiês "Energia e Ambiente", "Híbridos do Conhecimento" e "Espaços Religiosos". </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-102" alt="Capa da revista Estudos Avançados 102" class="image-right" title="Capa da revista Estudos Avançados 102" />Já está disponível para dowload gratuíto na plataforma <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2021.v35n102/">SciELO</a> a nova edição (102) da revista <a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link">Estudos Avançados</a>, publicação quadrimestral do IEA. Desta vez a revista traz três dossiês: "Energia e Ambiente", "Híbridos do Conhecimento" e "Espaços Religiosos" [veja <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/estudos-avancados-102#sumario" class="external-link">sumário</a> abaixo].</p>
<p>Segundo o editor da revista, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>, <span>as múltiplas facetas do dossiê "Energia e Ambiente" </span><span>propõem questões estratégicas para o desenvolvimento </span><span>sustentável. "Guardada a complexidade que as relações entre energia </span><span>e ambiente suscitam, o dossiê aborda problemas que vêm mobilizando a atenção </span><span>da comunidade científica, quando menos da opinião pública informada". </span><span>Parte dos artigos trata de </span><span>estudo de casos, "sugestivos de tendências mais abrangentes que estejam em curso no </span><span>domínio dessas relações" entre energia e ambiente, afirma o editor.</span></p>
<p><span><strong>Qualidade do ar</strong></span></p>
<p><span>De acordo com o artigo que abre o dossiê, "<span>Análise do Monitoramento da Qualidade do Ar </span><span>no Brasil", escrito por pesquisadores do Instituto de Saúde e Sustentabilidade, IEA e Faculdade de Medicina (FM) da USP, apenas dez estados e o Distrito Federal monitoram a qualidade do ar, por meio de 371 estações ativas, 80% delas na Região Sudeste, e apenas cinco estados comunicam em tempo real à população os dados do monitoramento. </span></span><span>Os autores ressaltam que após 30 anos de sua criação, a Rede Nacional de Qualidade do Ar ainda está incompleta, "inviabilizando uma adequada gestão da qualidade do ar pelos órgãos ambientais. </span></p>
<p><span><span>Outro artigo do dossiê ("<span>Infraestrutura Verde para Monitorar e Minimizar </span><span>os Impactos da Poluição Atmosférica") </span>analisa o papel das árvores na retenção em sua superfície de material particulado, um dos principais contaminantes do ar nas cidades. </span></span><span>O trabalho utilizou amostras de cascas de árvores de cinco parques da cidade de São Paulo.</span></p>
<p><span>Os demais cinco artigos do dossiê tratam da integração hídrica na fronteira Brasil-Uruguai; do potencial do estado do Rio Grande do Norte para produção de energia eólica e das políticas necessárias para que a produção dessa energia se consolide; dos problemas na implantação Operação Urbana Consorciada Porto Maravilha, na cidade do Rio de Janeiro; da importância de biodiversidade das florestas tropicais da África e da América do Sul para a produção de medicamentos, pesticidas e outros produtos; e da aproximação das formulações dos povos kaiowa e guarani do Mato Grosso do Sul às reflexões da ecologia política.</span></p>
<p><span><strong>Adaptação climática</strong></span></p>
<p>O segundo dossiê, “Híbridos do Conhecimento”, reúne artigos de integrantes do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo Pesquisa Ambiente e Socidade</a> do IEA e dialoga com o dossiê anterior ao tratar de temas como adaptação climática em nível local (inclusive em estudo comparativo Brasil-Portugal), políticas para a água e governança de recursos hídricos. O propósito do dossiê é "promover a integração entre diferentes campos do conhecimento sob perspectivas de codesign, coprodução e codisseminação", explica o Adorno.</p>
<p><span>O artigo "Integrando Conhecimentos para Avançar na Adptação Climática no Nível Local", escrito por pesquisadores da USP, Universidade de Veneza (Itália) e Universidade Waikato (Nova Zelância), alerta que a adaptação climática é um desafio particularmente urgente para os tomadores de decisão nos níveis municipal e regional, considerando-se as lacunas no desenvolvimento de respostas locais, como ausência de dados e falta de vontade política ou recursos.</span></p>
<p><span>Estariam os </span><span>atuais instrumentos (políticas, planos e estratégias) de adaptação às mudanças climáticas adequadamente endereçados à redução de desigualdades, justiça e demanda </span><span>por direitos? A questão é discutida no artigo "</span><span>Justiça Climática e as Estratégias de Adaptação </span><span>às Mudanças Climáticas no Brasil e em Portugal". O estudo analisa a produção científica nos dois países sobre justiça climática e discute como suas</span><span> estratégias e </span><span>políticas de adaptação incorporam componentes relacionados à </span><span>justiça.</span></p>
<p>Os temas dos outros três artigos do dossiê são: os desafios da governaça da água a partir do conceito de território hidrossocial; como essa governança se dá na Região Metropolitana de São Paulo; e os conflitos das políticas da água e do esgotamento sanitário e da universalização desses serviços como um common.</p>
<p><span>A abordagem dos temas do dossiê "tem em comum o </span><span>foco na multiplicidade de atores, de interesses e de disputas, o que possibilita avaliar </span><span>impactos no agravamento das desigualdades sociais e nos impasses às garantias de </span><span>direitos humanos para o maior número de cidadãos e cidadãs", afirma o editor. Além disso, as , </span><span>abordagens metodológicas, sistêmicas e interativas dos artigos permitem "conhecer e avaliar </span><span>experimentos e inovações em curso, acenando para um futuro mais sustentável e </span><span>adaptado à escassez de recursos no contexto de mudanças ambientais globais".</span></p>
<p><span> </span><strong>Patrimônio histório e artístico</strong></p>
<p><span>O dossiê “Espaços Religiosos” reúne textos apresentados em seminário organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/grupo-de-pesquisa-tempo-memoria-e-pertencimento" class="external-link">Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</a> do IEA </span><span>em novembro de 2019</span><span>. O evento fez um balanço dos estudos atuais sobre patrimônio histórico e artístico conservado em espapos religiosos e institucionais católicos no Brasil.</span></p>
<p><span> </span><span>A partir do contexto de histórias globais/locais conectadas, o texto "Caminhos Cifrados/Conectados: Patrimônio Jesuítico entre Rio de Janeiro e São Paulo" trata </span><span>das trajetórias de destruição, dispersão, reconstrução e preservação </span><span>que marcaram a história do patrimônio jesuítico na Região Sudeste, </span><span>particularmente dos antigos colégios do Rio de Janeiro e de São Paulo e de localidades </span><span>de missões do litoral paulista e fluminense.</span></p>
<p><span>O dossiê discute também, em quatro artigos, a decoração da Capela de São Miguel Arcanjo, localizada na Zona Leste da cidade de São Paulo, a formação do Museu de Arte Sacra dos Jesuítas em Embu das Artes (SP), o estabelecimento de espaços católicos próprios pela população negra da cidade de São Paulo no século 19 e vertente artística da restauração da Congregação Beneditina Brasileira, promovida pela Congregação de Beuron, Alemanha, por meio da atuação de integrantes da Escola de Arte de Beuron.</span></p>
<p><strong><i>Versão impressa: os exemplares da edição 102 de "Estudos Avançados" estarão disponíveis no início de setembro, ao preço de R$ 30,00. Os interessados em reservar um exemplar ou fazer uma assinatura anual da revista (três edições por R$ 90,00) podem enviar mensagem para </i></strong><a href="mailto:estavan@usp.br"><strong><i>estavan@usp.br</i></strong></a><strong><i>.</i></strong></p>
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<hr />
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<h3><span><a name="sumario"></a>SUMÁRIO</span></h3>
<p><strong><span> </span><span>Energia e Ambiente</span></strong></p>
<ul>
<li><span>Análise do Monitoramento da Qualidade do Ar </span><span>no Brasil - </span><i><span>Evangelina da M. P. A. de Araújo Vormittag, </span><span>Samirys Sara Rodrigues Cirqueira, </span><span>Hélio W. Neto e Paulo H. N. Saldiva</span></i></li>
<li><span>Infraestrutura Verde para Monitorar e Minimizar </span><span>os Impactos da Poluição Atmosférica - </span><i><span>Ana Paula G. Martins, Andreza P. Ribeiro, </span><span>Maurício L. Ferreira, Marco Antonio G. Martins, </span><span>Elnara M. Negri, Marcos Antônio Scapin, </span><span>Anderson de Oliveira, Mitiko Saiki, </span><span>Paulo H. N. Saldiva e Raffale Lafortezza</span></i></li>
<li><span>A Água como Elemento de Integração T</span><span>ransfronteiriça: O Caso da Bacia Hidrográfica </span><span>Mirim-São Gonçalo - </span><i><span>Fernanda de Moura Fernandes, </span><span>Gilberto Loguercio Collares e Rafael Corteletti, </span><span>Panorama do setor eólico no estado do Rio </span><span>Grande do Norte no período 2004-2017 - </span><span>Gerbeson Carlos B. Dantas, Marcus V. S. </span><span>Rodrigues, Leonardo M. X. Silva, Marisete </span><span>D. de Aquino e Antônio Clécio F. Thomaz</span></i></li>
<li><span>Em Busca da Escala Local: Operação Urbana </span><span>Consorciada Porto Maravilha, A</span><span>tualidade e Perspectivas - </span><span><i>Eunice Helena S. Abascal e Carlos A. Bilbao</i></span></li>
<li><span>África e América do Sul: O</span><span> Futuro Passa pela Biodiversidade - </span><span><i>Paulo Roberto Feldmann</i></span></li>
<li><span>Notícias de uma Assembleia Tempestuosa: A</span><span> Ecologia Política segundo os Kaiowa </span><span>e Guarani - </span><span><i>Spensy K. Pimentel</i></span></li>
</ul>
<p><span> </span></p>
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<p><strong><span><i> </i></span><span>Híbridos do conhecimento</span></strong></p>
<ul>
<li><span>Integrando Conhecimentos para Avançar </span><span>na Adaptação Climática no Nível Local - </span><span>Michele D. Fontana, Fabiano de A. Moreira, </span><span>Silvia Serrao-Neumann, Giulia Lucertini, </span><span>Denis Maragno e Gabriela M. Di Giulio</span></li>
<li><span>Justiça Climática e as Estratégias de Adaptação </span><span>às Mudanças Climáticas no Brasil e em Portugal - </span><span>Pedro Henrique Campello Torres, Alberto </span><span>Matenhauer Urbinatti, Carla Gomes, </span><span>Luísa Schmidt, Ana Lia Leonel, </span><span>Sandra Momm e Pedro Roberto Jacobi</span></li>
<li><span>Desafios de Governança da Água: C</span><span>onceito de Territórios Hidrossociais </span><span>e Arranjos Institucionais - </span><span>Vanessa Lucena Empinotti, Natalia D. Tadeu, </span><span>Maria Christina Fragkou e Paulo Antonio </span><span>de Almeida Sinisgalli</span></li>
<li>Os Conflitos das Políticas da Água <span>e do Esgotamento Sanitário: Q</span><span>ue Universalização Buscamos? - </span><span>Mariana G. Arteiro da Paz, Ana Paula </span><span>Fracalanza, Estela Macedo Alves </span><span>e Flávio J. Rocha da Silva</span></li>
<li><span>Governança da Água na Região Metropolitana </span><span>de São Paulo – Desafios à Luz das Mudanças C</span><span>limáticas - </span><span>Pedro Roberto Jacobi, Marcos Buckeridge </span><span>e Wagner Costa Ribeiro</span></li>
</ul>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><span> </span></p>
<p><strong>Espaços religiosos</strong></p>
<ul>
<li>Caminhos Cifrados/Conectados: Patrimônio J<span>esuítico entre Rio de Janeiro e São Paulo - </span><span><i>Renata Maria de Almeida Martins</i></span></li>
<li><span>A Decoração da Capela de São Miguel </span><span>Arcanjo em São Miguel Paulista (SP) - </span><span><i>Thais Cristina Montanari</i></span></li>
<li>Do Aldeamento de Mboy à Formação <span>do Museu de Arte Sacra dos Jesuítas </span><span>em Embu das Artes (SP) - </span><span><i>Angélica Brito Silva</i></span></li>
<li><span>Lugares do Catolicismo Negro na São Paulo </span><span>do Século 19 - </span><span><i>Fabrício Forganes Santos</i></span></li>
<li><span>A arte da Escola Beneditina de Beuron </span><span>no Brasil e a Restauração Religiosa pela Arte - </span><span><i>Klency Kakazu de Brito Yang</i></span></li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Patrimônio Histórico e Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Design</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-08-26T17:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/estudos-avancados-102">
    <title>Meio ambiente e patrimônio cultural são destaques da revista Estudos Avançados 102</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/estudos-avancados-102</link>
    <description>Lançada este mês (agosto) a nova edição (102) da revista Estudos Avançados, que traz os dossiês "Energia e Ambiente", "Híbridos do Conhecimento" e "Espaços Religiosos". </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-102" alt="Capa da revista Estudos Avançados 102" class="image-right" title="Capa da revista Estudos Avançados 102" />Já está disponível para dowload gratuíto na plataforma <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2021.v35n102/">SciELO</a> a nova edição (102) da revista <a href="https://www.iea.usp.br/revista/revista" class="external-link">Estudos Avançados</a>, publicação quadrimestral do IEA. Desta vez a revista traz três dossiês: "Energia e Ambiente", "Híbridos do Conhecimento" e "Espaços Religiosos" [veja <a href="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/estudos-avancados-102#sumario" class="external-link">sumário</a> abaixo].</p>
<p>Segundo o editor da revista, <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>, <span>as múltiplas facetas do dossiê "Energia e Ambiente" </span><span>propõem questões estratégicas para o desenvolvimento </span><span>sustentável. "Guardada a complexidade que as relações entre energia </span><span>e ambiente suscitam, o dossiê aborda problemas que vêm mobilizando a atenção </span><span>da comunidade científica, quando menos da opinião pública informada". </span><span>Parte dos artigos trata de </span><span>estudo de casos, "sugestivos de tendências mais abrangentes que estejam em curso no </span><span>domínio dessas relações" entre energia e ambiente, afirma o editor.</span></p>
<p><span><strong>Qualidade do ar</strong></span></p>
<p><span>De acordo com o artigo que abre o dossiê, "<span>Análise do Monitoramento da Qualidade do Ar </span><span>no Brasil", escrito por pesquisadores do Instituto de Saúde e Sustentabilidade, IEA e Faculdade de Medicina (FM) da USP, apenas dez estados e o Distrito Federal monitoram a qualidade do ar, por meio de 371 estações ativas, 80% delas na Região Sudeste, e apenas cinco estados comunicam em tempo real à população os dados do monitoramento. </span></span><span>Os autores ressaltam que após 30 anos de sua criação, a Rede Nacional de Qualidade do Ar ainda está incompleta, "inviabilizando uma adequada gestão da qualidade do ar pelos órgãos ambientais. </span></p>
<p><span><span>Outro artigo do dossiê ("<span>Infraestrutura Verde para Monitorar e Minimizar </span><span>os Impactos da Poluição Atmosférica") </span>analisa o papel das árvores na retenção em sua superfície de material particulado, um dos principais contaminantes do ar nas cidades. </span></span><span>O trabalho utilizou amostras de cascas de árvores de cinco parques da cidade de São Paulo.</span></p>
<p><span>Os demais cinco artigos do dossiê tratam da integração hídrica na fronteira Brasil-Uruguai; do potencial do estado do Rio Grande do Norte para produção de energia eólica e das políticas necessárias para que a produção dessa energia se consolide; dos problemas na implantação Operação Urbana Consorciada Porto Maravilha, na cidade do Rio de Janeiro; da importância de biodiversidade das florestas tropicais da África e da América do Sul para a produção de medicamentos, pesticidas e outros produtos; e da aproximação das formulações dos povos kaiowa e guarani do Mato Grosso do Sul às reflexões da ecologia política.</span></p>
<p><span><strong>Adaptação climática</strong></span></p>
<p>O segundo dossiê, “Híbridos do Conhecimento”, reúne artigos de integrantes do <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pesquisa/grupos-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo Pesquisa Ambiente e Socidade</a> do IEA e dialoga com o dossiê anterior ao tratar de temas como adaptação climática em nível local (inclusive em estudo comparativo Brasil-Portugal), políticas para a água e governança de recursos hídricos. O propósito do dossiê é "promover a integração entre diferentes campos do conhecimento sob perspectivas de codesign, coprodução e codisseminação", explica o Adorno.</p>
<p><span>O artigo "Integrando Conhecimentos para Avançar na Adptação Climática no Nível Local", escrito por pesquisadores da USP, Universidade de Veneza (Itália) e Universidade Waikato (Nova Zelância), alerta que a adaptação climática é um desafio particularmente urgente para os tomadores de decisão nos níveis municipal e regional, considerando-se as lacunas no desenvolvimento de respostas locais, como ausência de dados e falta de vontade política ou recursos.</span></p>
<p><span>Estariam os </span><span>atuais instrumentos (políticas, planos e estratégias) de adaptação às mudanças climáticas adequadamente endereçados à redução de desigualdades, justiça e demanda </span><span>por direitos? A questão é discutida no artigo "</span><span>Justiça Climática e as Estratégias de Adaptação </span><span>às Mudanças Climáticas no Brasil e em Portugal". O estudo analisa a produção científica nos dois países sobre justiça climática e discute como suas</span><span> estratégias e </span><span>políticas de adaptação incorporam componentes relacionados à </span><span>justiça.</span></p>
<p>Os temas dos outros três artigos do dossiê são: os desafios da governaça da água a partir do conceito de território hidrossocial; como essa governança se dá na Região Metropolitana de São Paulo; e os conflitos das políticas da água e do esgotamento sanitário e da universalização desses serviços como um common.</p>
<p><span>A abordagem dos temas do dossiê "tem em comum o </span><span>foco na multiplicidade de atores, de interesses e de disputas, o que possibilita avaliar </span><span>impactos no agravamento das desigualdades sociais e nos impasses às garantias de </span><span>direitos humanos para o maior número de cidadãos e cidadãs", afirma o editor. Além disso, as , </span><span>abordagens metodológicas, sistêmicas e interativas dos artigos permitem "conhecer e avaliar </span><span>experimentos e inovações em curso, acenando para um futuro mais sustentável e </span><span>adaptado à escassez de recursos no contexto de mudanças ambientais globais".</span></p>
<p><span> </span><strong>Patrimônio histório e artístico</strong></p>
<p><span>O dossiê “Espaços Religiosos” reúne textos apresentados em seminário organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pesquisa/grupos-pesquisa/grupo-de-pesquisa-tempo-memoria-e-pertencimento" class="external-link">Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</a> do IEA </span><span>em novembro de 2019</span><span>. O evento fez um balanço dos estudos atuais sobre patrimônio histórico e artístico conservado em espapos religiosos e institucionais católicos no Brasil.</span></p>
<p><span> </span><span>A partir do contexto de histórias globais/locais conectadas, o texto "Caminhos Cifrados/Conectados: Patrimônio Jesuítico entre Rio de Janeiro e São Paulo" trata </span><span>das trajetórias de destruição, dispersão, reconstrução e preservação </span><span>que marcaram a história do patrimônio jesuítico na Região Sudeste, </span><span>particularmente dos antigos colégios do Rio de Janeiro e de São Paulo e de localidades </span><span>de missões do litoral paulista e fluminense.</span></p>
<p><span>O dossiê discute também, em quatro artigos, a decoração da Capela de São Miguel Arcanjo, localizada na Zona Leste da cidade de São Paulo, a formação do Museu de Arte Sacra dos Jesuítas em Embu das Artes (SP), o estabelecimento de espaços católicos próprios pela população negra da cidade de São Paulo no século 19 e vertente artística da restauração da Congregação Beneditina Brasileira, promovida pela Congregação de Beuron, Alemanha, por meio da atuação de integrantes da Escola de Arte de Beuron.</span></p>
<p><strong><i>Versão impressa: os exemplares da edição 102 de "Estudos Avançados" estarão disponíveis no início de setembro, ao preço de R$ 30,00. Os interessados em reservar um exemplar ou fazer uma assinatura anual da revista (três edições por R$ 90,00) podem enviar mensagem para </i></strong><a href="mailto:estavan@usp.br"><strong><i>estavan@usp.br</i></strong></a><strong><i>.</i></strong></p>
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<h3><span><a name="sumario"></a>SUMÁRIO</span></h3>
<p><strong><span> </span><span>Energia e Ambiente</span></strong></p>
<ul>
<li><span>Análise do Monitoramento da Qualidade do Ar </span><span>no Brasil - </span><i><span>Evangelina da M. P. A. de Araújo Vormittag, </span><span>Samirys Sara Rodrigues Cirqueira, </span><span>Hélio W. Neto e Paulo H. N. Saldiva</span></i></li>
<li><span>Infraestrutura Verde para Monitorar e Minimizar </span><span>os Impactos da Poluição Atmosférica - </span><i><span>Ana Paula G. Martins, Andreza P. Ribeiro, </span><span>Maurício L. Ferreira, Marco Antonio G. Martins, </span><span>Elnara M. Negri, Marcos Antônio Scapin, </span><span>Anderson de Oliveira, Mitiko Saiki, </span><span>Paulo H. N. Saldiva e Raffale Lafortezza</span></i></li>
<li><span>A Água como Elemento de Integração T</span><span>ransfronteiriça: O Caso da Bacia Hidrográfica </span><span>Mirim-São Gonçalo - </span><i><span>Fernanda de Moura Fernandes, </span><span>Gilberto Loguercio Collares e Rafael Corteletti, </span><span>Panorama do setor eólico no estado do Rio </span><span>Grande do Norte no período 2004-2017 - </span><span>Gerbeson Carlos B. Dantas, Marcus V. S. </span><span>Rodrigues, Leonardo M. X. Silva, Marisete </span><span>D. de Aquino e Antônio Clécio F. Thomaz</span></i></li>
<li><span>Em Busca da Escala Local: Operação Urbana </span><span>Consorciada Porto Maravilha, A</span><span>tualidade e Perspectivas - </span><span><i>Eunice Helena S. Abascal e Carlos A. Bilbao</i></span></li>
<li><span>África e América do Sul: O</span><span> Futuro Passa pela Biodiversidade - </span><span><i>Paulo Roberto Feldmann</i></span></li>
<li><span>Notícias de uma Assembleia Tempestuosa: A</span><span> Ecologia Política segundo os Kaiowa </span><span>e Guarani - </span><span><i>Spensy K. Pimentel</i></span></li>
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<p><strong><span><i> </i></span><span>Híbridos do conhecimento</span></strong></p>
<ul>
<li><span>Integrando Conhecimentos para Avançar </span><span>na Adaptação Climática no Nível Local - </span><span>Michele D. Fontana, Fabiano de A. Moreira, </span><span>Silvia Serrao-Neumann, Giulia Lucertini, </span><span>Denis Maragno e Gabriela M. Di Giulio</span></li>
<li><span>Justiça Climática e as Estratégias de Adaptação </span><span>às Mudanças Climáticas no Brasil e em Portugal - </span><span>Pedro Henrique Campello Torres, Alberto </span><span>Matenhauer Urbinatti, Carla Gomes, </span><span>Luísa Schmidt, Ana Lia Leonel, </span><span>Sandra Momm e Pedro Roberto Jacobi</span></li>
<li><span>Desafios de Governança da Água: C</span><span>onceito de Territórios Hidrossociais </span><span>e Arranjos Institucionais - </span><span>Vanessa Lucena Empinotti, Natalia D. Tadeu, </span><span>Maria Christina Fragkou e Paulo Antonio </span><span>de Almeida Sinisgalli</span></li>
<li>Os Conflitos das Políticas da Água <span>e do Esgotamento Sanitário: Q</span><span>ue Universalização Buscamos? - </span><span>Mariana G. Arteiro da Paz, Ana Paula </span><span>Fracalanza, Estela Macedo Alves </span><span>e Flávio J. Rocha da Silva</span></li>
<li><span>Governança da Água na Região Metropolitana </span><span>de São Paulo – Desafios à Luz das Mudanças C</span><span>limáticas - </span><span>Pedro Roberto Jacobi, Marcos Buckeridge </span><span>e Wagner Costa Ribeiro</span></li>
</ul>
<p><span> </span></p>
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<p><strong>Espaços religiosos</strong></p>
<ul>
<li>Caminhos Cifrados/Conectados: Patrimônio J<span>esuítico entre Rio de Janeiro e São Paulo - </span><span><i>Renata Maria de Almeida Martins</i></span></li>
<li><span>A Decoração da Capela de São Miguel </span><span>Arcanjo em São Miguel Paulista (SP) - </span><span><i>Thais Cristina Montanari</i></span></li>
<li>Do Aldeamento de Mboy à Formação <span>do Museu de Arte Sacra dos Jesuítas </span><span>em Embu das Artes (SP) - </span><span><i>Angélica Brito Silva</i></span></li>
<li><span>Lugares do Catolicismo Negro na São Paulo </span><span>do Século 19 - </span><span><i>Fabrício Forganes Santos</i></span></li>
<li><span>A arte da Escola Beneditina de Beuron </span><span>no Brasil e a Restauração Religiosa pela Arte - </span><span><i>Klency Kakazu de Brito Yang</i></span></li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Patrimônio Histórico e Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Design</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-08-26T17:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-urbansus-inovacao-e-acao-sistemica">
    <title>Ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana: Inovação, Sustentabilidade e Ação Sistêmica nas Cidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-urbansus-inovacao-e-acao-sistemica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: start; "><span style="text-align: justify; ">O encontro </span><strong>"Inovação, Sustentabilidade e Ação Sistêmica nas Cidades", </strong>segundo seminário do Ciclo UrbanSus, <span style="text-align: justify; ">terá como objetivo debater a relação entre tecnologia e sustentabilidade, analisando como a tecnologia pode ser utilizada de forma transversal e sistêmica para contribuir com o desenvolvimento sustentável das cidades brasileiras. O evento promovido pelo <strong>Programa USP Cidades Globais </strong>do <strong>IEA</strong>, pelo <strong>Programa de Pós-Graduação em Cidades Inteligentes e Sustentáveis</strong> da <strong>Uninove</strong> e pelo <strong>Programa de Mestrado Profissional em Gestão Ambiental e Sustentabilidade</strong> da<strong> Uninove</strong>, contará com importantes discussões relacionadas às temáticas de cidades inteligentes; cidades sustentáveis; inovação nas cidades; e formação de profissionais para realizar o planejamento e implementação de intervenções sistêmicas, que utilizem da tecnologia para promoção de ambientes urbanos sustentáveis.</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="_mcePaste">
<p><span style="text-align: justify; "> </span><span>Alinhado aos </span><a class="external-link" href="http://www.itamaraty.gov.br/pt-BR/politica-externa/desenvolvimento-sustentavel-e-meio-ambiente/134-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel-ods" target="_blank">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - ODS</a><span> da ONU, o </span><strong>Ciclo de </strong><strong>Seminários UrbanSus: Sustentabilidade Urbana </strong><span>tem por objetivo refletir sobre o papel das cidades e o estímulo para boas práticas compartilhando soluções sustentáveis urbanas, por meio de tecnologias sociais, ambientais e urbanas inovadoras. Há a necessidade de soluções efetivas, acessíveis, equitativas e duráveis para desafios mais urgentes, envolvendo mobilidade, segurança hídrica, energia, saneamento ambiental, áreas verdes, segurança alimentar, rápida urbanização e suas complexas interações com as mudanças globais e a falta de acesso a serviços por grande parte da população.</span></p>
<p>O ciclo é promovido pelo Programa<strong> USP Cidades Globais</strong>, sediado no Instituto de Estudos Avançados em conjunto com <span>a Faculdade de Saúde Pública e o Instituto de Biociências </span><span>da Universidade de São Paulo</span><span>, com o propósito de contribuir para maior compreensão e propagação da temática da sustentabilidade entre academia, sociedade e setor público, como estímulo à construção de uma cultura da sustentabilidade.</span></p>
<p><span><strong>Comissão organizadora</strong></span></p>
<p>Claudia Terezinha Kniess; Djonathan Gomes Ribeiro; Marcos Buckeridge; Maria da Penha Vasconcellos; Mary Lobas de Castro; Mauro Ruiz; Ricardo Young; Sandra Sedini; Sonia Maria Viggiani Coutinho, Tatiana Tucunduva Philippi Cortese e Thaisa Carvalho de Oliveira.</p>
<p><strong><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-procedimentos-e-normas/materiais-de-referencia/urbansus-ac-sistemica-nas-cidades" class="external-link">RELATORIA</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>UrbanSus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Serviços Públicos</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-25T13:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/linking-water-security">
    <title>Encontro relaciona segurança hídrica e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/linking-water-security</link>
    <description>O workshop internacional "Linking Water Security to the Sustainable Development Goals", realiza-se de 20 de agosto a 1º de setembro, no IEA</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-58284c3f3ce8429298cfff1a23f20570 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-58284c3f3ce8429298cfff1a23f20570">
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/caminhao-de-agua" alt="Caminhão de água" class="image-inline" title="Caminhão de água" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Até 2050, uma em cada quatro pessoas viverá em país afetado pela escassez de água</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A segurança hídrica está emergindo como um dos principais desafios da sustentabilidade em todo o mundo no século 21. É um fator determinante para a segurança em vários aspectos sociais e ambientais, incluindo alimentação, energia, economia, meio ambiente e saúde pública. Assim, sua relevância vai muito além do setor hídrico tradicional.</p>
<p>Para entender os desafios da segurança hídrica e planejar soluções é preciso compreender a exposição a riscos relacionados ao clima e ao meio ambiente, bem como os determinantes socioeconômicos e o contexto cultural e político de cada população.</p>
<p>É com essa finalidade que o <i>1º Workshop Internacional Linking Water Security to the Sustainable Development Goals </i>(Conectando a Segurança da Água e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) reunirá, <strong>de 29 de agosto a 1º de setembro</strong>, acadêmicos e profissionais da área de todo o mundo para apresentar, discutir e destacar as principais questões relativas à ampliação da segurança hídrica em diversas regiões do planeta.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><strong>Relacionado</strong></h3>
<p><strong>EVENTOS</strong></p>
<p><strong>Água</strong><strong>: Nostalgias e Traumas - Narrativas, Direitos e Políticas na Inglaterra</strong><br />17 de abril de 2017</p>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/livro-reune-ensaios-sobre-a-crise-hidrica-de-2013-2015" class="external-link">IEA e Aciesp lançam "Livro Branco da Água", sobre a crise hídrica de 2013-2015</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/narrativas-sociais-sobre-agua-e-direitos" class="external-link">Narrativas sociais sobre água, cidadania e políticas públicas</a></li>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/agua-nostalgias-e-traumas-narrativas-direitos-e-politicas-na-inglaterra" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/agua-nostalgias-e-traumas-narrativas-direitos-e-politicas-na-inglaterra-17-de-abril-de-2017" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Adaptação às Mudanças Climáticas em Cidades: Ações contra a Seca na Austrália</strong><br />7 de abril de 2015</p>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/as-medidas-adotadas-na-australia-em-funcao-da-seca-do-milenio?searchterm=Austr" class="external-link">As medidas adotadas pela Austrália diante da Seca do Milênio</a></li>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/adaptacao-as-mudancas-climaticas-em-cidades-acoes-contra-a-seca-na-australia?searchterm=Austr" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/adaptacao-as-mudancas-climaticas-em-cidades-acoes-contra-a-seca-na-australia-07-de-abril-de-2015" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>REVISTA</strong></p>
<ul>
<li>Dossiê de "<a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420150002&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">Estudos Avançados</a>" 84 discute a crise hídrica do Sudeste em 2014</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os interessados em participar como ouvintes devem efetuar <a class="external-link" href="https://goo.gl/qNXxTc">inscrição prévia</a>. Haverá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> de toda a programação pela internet. As exposições e debates serão no Auditório do IEA, em inglês, sem tradução.</p>
<p>O workshop integra as atividades do projeto <a class="external-link" href="http://www.exceed-swindon.org/">Sustainable Water Management in Development Countries (Swindon)</a>, com apoio do governo da Alemanha. Trata-se de uma iniciativa em rede de 23 universidades que reúne estudiosos de diversas regiões do planeta dedicados a pesquisas e outras atividades na área.</p>
<p>De acordo com os organizadores, "com os crescentes eventos extremos associados à mudança climática, a previsão é que até 2050 uma em cada quatro pessoas esteja vivendo em um país afetado pela escassez de água".</p>
<p>O problema torna-se ainda mais complicado devido à falta de dados abrangentes sobre sistemas de monitoramento e abastecimento de água, "o que dificulta a proposição e intervenção com respostas adequadas à crescente crise".</p>
<p><strong>Coordenação de esforços</strong></p>
<p>Um dos objetivos do workshop é o ampliar o debate sobre como coordenar esforços e fortalecer o conhecimento técnico individual e coletivo relativos ao gerenciamento dos recursos hídricos e à ampliação dos serviços de esgotamento sanitário, para lidar de maneira mais sustentável com a gravidade dos desafios que estão por vir, seja em situações de secas ou de inundações.</p>
<p>"Espera-se que os trabalhos desenvolvidos durante o Workshop permitam aos participantes a oportunidade de contribuir com a ampliação e divulgação de novos conhecimentos sobre a segurança hídrica, considerando a governança e gestão da água, a inovação tecnológica e soluções emergentes para a conservação, reutilização do esgoto tratado e reaproveitamento da água, a fim de alcançar os <a class="external-link" href="https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</a> propostos pelas Nações Unidas."</p>
<p>Os principais temas a serem discutidos no workshop incluem:</p>
<ul>
<li>conceito de segurança da água;</li>
<li>Agenda 2030 da ONU: entendendo os ODS;</li>
<li>desafios para alcançar a segurança da água em países em desenvolvimento;</li>
<li>gestão integrada dos recursos hídricos;</li>
<li>mudança climática e água;</li>
<li>inovação tecnológica para água potável, esgotos e reuso;</li>
<li>soluções baseadas na natureza;</li>
<li>desenvolvimento sustentável, ecossistemas e saúde humana.</li>
<li>cidade sustentável;</li>
<li>resiliência urbana.</li>
</ul>
</div>
<p> </p>
<p>Os organizadores do workshop são o IEA, a Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each) da USP, a Universidade Federal de Santa Maria, a Universidade Federal de São Carlos, a Universidade Técnica de Braunschweig (Alemanha) e o projeto Exceed-Swindon. O financiamento é do Ministério de Cooperação Econômica e Desenvolvimento da Alemanha e do programa Excelência na Educação Superior em Cooperação para o Desenvolvimento (Exceed, na sigla em inglês) do Serviço de Intercâmbio Acadêmico Alemão (DAAD, na sigla em alemão).</p>
<div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-inscricao-58284c3f3ce8429298cfff1a23f20570 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-inscricao " id="parent-fieldname-inscricao-58284c3f3ce8429298cfff1a23f20570">
<hr />
</div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-inscricao-58284c3f3ce8429298cfff1a23f20570 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-inscricao " id="parent-fieldname-inscricao-58284c3f3ce8429298cfff1a23f20570"><i><strong><i>1st International Workshop on <i>Linking Water Security to the Sustainable Development Goals</i></i></strong><br />De 29 de agosto a 1º de setembro<br />Interessados em participar como ouvintes devem efetuar <a class="external-link" href="https://goo.gl/qNXxTc">inscrição prévia</a><br />Haverá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet (não é preciso se inscrever)<br />Mais informações: <a class="external-link" href="http://la.exceed-swindon.org/wp-content/uploads/2015/03/FLYER-Workshop-SP-2018-v-29_05_18_Andreas.pdf">folheto da oficina</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/linking-water-security-to-the-sustainable-development-goals" class="external-link">Página do evento</a></i></div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-inscricao-58284c3f3ce8429298cfff1a23f20570 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-inscricao "></div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-inscricao-58284c3f3ce8429298cfff1a23f20570 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-inscricao " style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil</span></div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-inscricao-58284c3f3ce8429298cfff1a23f20570 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-inscricao "></div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-inscricao-58284c3f3ce8429298cfff1a23f20570 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-inscricao "><i><br /></i></div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-16T12:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/sao-paulo-school-of-advanced-science-on-ocean">
    <title>São Paulo School of Advanced Science on Ocean Interdisciplinary  Research and Governance</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/sao-paulo-school-of-advanced-science-on-ocean</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>Dada a complexidade dos desafios ambientais atuais, como a mudança climática e a conservação e governança da biodiversidade, a abordagem interdisciplinar da ciência ganhou maior conscientização e uso na comunidade científica global. </span></p>
<p><span></span><span>Paralelamente, a sustentabilidade dos oceanos é um tema preocupante e muitas vezes abordado em fóruns internacionais. Essas discussões enfatizam a necessidade de promover a governança dos oceanos, juntamente com uma maior compreensão dos processos oceanográficos. </span></p>
<p><span>A ciência oceânica, no entanto, ainda é fragmentada e muitos cientistas carecem de treinamento para entender e aplicar abordagens interdisciplinares e integradas em suas pesquisas para apoiar a tomada de decisões. </span></p>
<p><span>Essa falta de treinamento criou uma forte demanda para a promoção da interdisciplinaridade na pesquisa sobre os oceanos e uma colaboração mais efetiva entre as ciências naturais e sociais, o conhecimento local e as políticas públicas.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-15T17:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-urbano-agua">
    <title>Ciclo Urbano da Água e a Emergência Climática</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-urbano-agua</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>No século XXI encontram-se desafios que levam à necessária revisão da organização social e política. Uma síntese complexa deles pode ser encontrada nas relações entre o ciclo urbano da água e a emergência climática.</p>
<p>Por um lado, a crescente urbanização da população mundial gera grandes concentrações urbanas presentes em países de renda elevada mas também em países emergentes e de renda baixa.</p>
<p>Oferecer água de qualidade nessas grandes metrópoles não é uma tarefa simples e exige romper barreiras naturais, técnicas e políticas. Além disso, com as oscilações meteorológicas cada vez mais intensas causadas pelo aquecimento global, os fluxos de água nas cidades estão passando por mudanças expressivas. Registram-se períodos de seca aguda e, por vezes, intensas chuvas que caem concentradas em volume em poucas horas, dificultando a absorção e escoamento das águas pluviais, expressões do quadro de emergência climática que já presenciamos. Como resultado, observam-se escassez hídrica, em especial para faixas populacionais de renda mais baixa, bem como áreas de risco a alagamentos, enchentes e movimentos de terra que assolam populações vulneráveis, muitas vezes com vítimas fatais, além de enormes prejuízos materiais.</p>
<p>Tratar destas questões é fundamental para que possam ser revistas e/ou elaboradas novas políticas públicas voltadas ao abastecimento hídrico, à coleta e tratamento de resíduos sólidos urbanos e de esgoto sanitário, à redefinição de sistemas de drenagem urbana para absorção de chuvas intensas, entre outros temas.</p>
<p>Este seminário internacional tem como objetivo reunir especialistas do Brasil e da Espanha para problematizar tais questões bem como apresentar eventuais alternativas em curso para atenuar essas dificuldades do tempo presente nos dois países.</p>
<p><b>Organizadores:</b> <span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Costa Ribeiro</a> (<span>IEA-USP) </span>e </span><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cassia-natanie-peguim" class="external-link">Cássia Natanie Peguim</a> (<span>IEA-USP)</span></span></p>
<h3>Transmissão</h3>
<p dir="ltr">Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Climática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-03-26T10:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/sp-ocean-week-2024">
    <title>SP Ocean Week 2024</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/sp-ocean-week-2024</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="elementor-widget-penci-fancy_heading elementor-widget elementor-element-f39e6bc elementor-element">
<div class="elementor-widget-container">
<div class="penci-heading-text-left penci-fancy-heading">
<div class="penci-fancy-heading-inner">
<p>A  Comissão Oceanográfica   Intergovernamental (COI) da UNESCO foi   encarregada pela Assembleia  Geral  da ONU para trabalhar com todas as   partes interessadas para  delinear  uma Década da Ciência Oceânica que   nos ajudará a obter <b>o oceano que precisamos para o futuro que queremos.</b></p>
<p>Para reverter este cenário de iminente colapso dos oceanos,  a   Assembleia Geral das Nações Unidas nomeou a década de  2021-2030  como a   Década das Nações Unidas para a Ciência Oceânica para o    Desenvolvimento  Sustentável. Serão dez anos de esforços  conjuntos de   todas as nações  para resgatar a saúde do oceano e entregar  para as  próximas gerações um  mar como nós o conhecemos: limpo, saudável,   produtivo e sustentável.</p>
<p><span class="inner-tit"><b>A Semana do Mar de São Paulo</b></span></p>
<div class="elementor-element elementor-element-682b98f elementor-widget elementor-widget-text-editor">
<div class="elementor-widget-container">
<p>Idealizado e organizado pela Cátedra com a parceria da  Scientific  American Brazil, o movimento “Ocean Week” é um processo  contínuo e em  evolução para celebrar e proteger nosso oceano. Iniciado  em 2019, com o  nome Ocean Week, a celebração decorreu em 2021 (online) e  2022  (presencial) com o nome de Marina Week. A partir da edição de  2023, o  nome do evento retornou com alterações para SP Ocean Week.</p>
<p><b>ENTREGA DO <a class="external-link" href="https://catedraoceano.iea.usp.br/premio-marta-vannucci/">PRÊMIO MARTA VANUCCI</a></b><a class="external-link" href="https://catedraoceano.iea.usp.br/premio-marta-vannucci/"><span class="wixui-rich-text__text"><span class="color_39 wixui-rich-text__text"><span class="wixui-rich-text__text"><span class="wixui-rich-text__text">​</span></span></span></span></a></p>
<div>
<div>
<div class="HcOXKn c9GqVL QxJLC3 lq2cno comp-m0x6uo1a wixui-rich-text" id="comp-m0x6uo1a">
<p class="font_8 wixui-rich-text__text"><span class="wixui-rich-text__text"><span class="color_41 wixui-rich-text__text">Inspirado   na trajetória e pioneirismo da bióloga Marta Vannucci (1921 – 2021), o   Prêmio Marta Vannucci para Mulheres na Ciência do Oceano busca  destacar e  reconhecer o trabalho de mulheres que atuam na produção de  conhecimento  sobre o mar no Brasil e para o fortalecimento da  participação de  mulheres na ciência.</span><span class="wixui-rich-text__text">​</span></span></p>
<p class="font_8 wixui-rich-text__text"><span class="wixui-rich-text__text"><span class="color_41 wixui-rich-text__text">Idealizado   pela Cátedra UNESCO para Sustentabilidade do Oceano, ligada ao   Instituto Oceanográfico e Instituto de Estudos Avançados da Universidade   de São Paulo, e pela Liga das Mulheres pelo Oceano, o prêmio incentiva  a  equidade de gênero no avanço de uma ciência justa, equilibrada,   criativa e produtiva. Em 2024, a Universidade Federal de São Paulo   (UNIFESP) se juntou à organização do Prêmio.</span></span></p>
<p class="font_8 wixui-rich-text__text"><span class="wixui-rich-text__text"><span class="color_41 wixui-rich-text__text">Nesta  edição, reconhecemos e celebramos as trajetórias profissionais de duas  brilhantes cientistas do mar: <a class="external-link" href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do">Zelinda Margarida de Andrade Nery Leão</a> e  <a class="external-link" href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do">Marina Nasri Sissini</a></span></span></p>
<p class="font_8 wixui-rich-text__text"><span class="wixui-rich-text__text"><span class="color_41 wixui-rich-text__text"><span class="wixGuard wixui-rich-text__text">​</span>A <b>cerimônia de entrega </b>será realizada durante a SP Ocean Week 2024<b> no dia 20 de setembro às 17h.</b></span></span></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p class="inner-tit">O <b>Espetáculo de Abertura</b>, acontece <b>no dia 18, às 19h30</b>, no Auditório Simón Bolívar, com show do cantor e compositor Lenine, do duo Benziê, além de entrevistas.</p>
<p class="inner-tit">Atividades incluem entrevistas, exposições, experiências gastronômicas e <span>de mergulho</span>, debates e shows de Lenine e Benziê.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS14 - Vida na Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra UNESCO Para Sustentabilidade do Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IO</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Oceano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Unesco</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-09-13T21:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/agua-e-energia-em-sao-paulo-26-de-novembro-de-2019">
    <title>Água e Energia em São Paulo - 26 de novembro de 2019</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2019/agua-e-energia-em-sao-paulo-26-de-novembro-de-2019</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights>Leonor Calasans/IEA-USP</dc:rights>
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-12-20T17:13:53Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conflito-territorio-governanca-agua">
    <title>Conflito, Território e Governança da Água</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conflito-territorio-governanca-agua</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Os conflitos hídricos emergem não apenas da escassez, mas da oferta e acesso desiguais, evidenciando a interseção entre o espaço, o tempo social e a capacidade das sociedades de gerir a água. Essa perspectiva nos remete diretamente à justiça ambiental, convidando a uma análise das múltiplas variáveis que impulsionam esses conflitos. A mesa redonda tem como objetivo discutir a influência do tempo social e do espaço na gestão da água e na construção do território, convidando a uma abordagem sobre aspectos próprios da governança da água.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Território</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-08-07T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/nova-york-a-metropole-com-a-agua-mais-pura-do-planeta-1">
    <title>Nova York, a metrópole com a água mais pura do planeta</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/nova-york-a-metropole-com-a-agua-mais-pura-do-planeta-1</link>
    <description>Pacto entre governos locais, produtores rurais e ONGs vêm garantindo a manutenção dos serviços ambientais nas montanhas de Catskill e bacias vizinhas</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
</table>
<table class="tabela-direita">
</table>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th>
<p style="text-align: center; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/catskill-10-1" alt="Catskill -10" class="image-inline" title="Catskill -10" /></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Grandes centros urbanos e água de qualidade <span>em quantidades suficientes para todos nem sempre é uma combinação possível, especialmente num planeta em que a escassez hídrica atingiu 35% da população mundial em 2005. Mas na cidade de Nova York – uma das líderes das chamadas “cidades elite”, segundo ranking de 2016 de cidades globais da AT Kerney –, a água que chega às torneiras de 9 milhões de pessoas tem origem em fontes superficiais, dispensa tratamento e recebe apenas cloro e flúor antes de ser distribuída.</span></p>
<p>Tema fascinante para geógrafos, ambientalistas e gestores públicos, o sistema de abastecimento do estado de Nova York prova que empresas, sociedades e governos podem prosperar ao investir na natureza. A estratégia de conservação dos mananciais economizou ao estado de Nova York valores da ordem de US$ 6 a US$ 8 bilhões e custos operacionais de US$ 300 milhões por ano, totais estimados para a construção e manutenção de uma estação de tratamento no sistema Catskill/Delaware.</p>
<p class="callout"><i><strong>A famosa  cadeia de montanhas de Catskill, a oeste das nascentes do Rio Hudson e a 160 quilômetros ao norte da cidade de Nova York, é um reduto preservado que compõe o complexo sistema de abastecimento do estado nova-iorquino. Além da estonteante paisagem que inspira artistas e atrai praticantes de diversas modalidades esportivas, o lugar também guarda uma das mais bem sucedidas histórias de pagamentos por serviços ambientais (PSA).</strong></i></p>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Catskill-05.jpg/@@images/18d09d69-0dfc-4e21-8b54-84d2557a0ee5.jpeg" alt="Catskill - 5" class="image-inline" title="Catskill - 5" /></th><th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Catskill-02.jpg/@@images/21ac2776-2fed-46ed-ad93-e20abf6ce49a.jpeg" alt="Catskill - 2" class="image-inline" title="Catskill - 2" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<p>O modelo descentralizado de gestão hídrica ganhou força a partir de 1990, quando a cidade precisou reavaliar sua estratégia de abastecimento público, diante das pressões estaduais e federais por padrões mais rígidos de qualidade de suas águas de abastecimento público.</p>
<p>Em 1989, o comissário Albert Appeton, da Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos Estados Unidos, havia desenvolvido um conjunto de regulamentos restringindo o desenvolvimento de atividades agrícolas e de uso e ocupação do solo nas bacias hidrográficas da região, visando à conservação dos mananciais.</p>
<p>Com os mananciais conservados, a cidade de Nova York manteria a liberação de filtração de suas águas superficiais, já que o ecossistema realizaria o trabalho de purificação da água.</p>
<p> </p>
<p><strong>Narrativa de um conflito hídrico</strong></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/MApa-de-NY-CAtskill-1.jpg" alt="Mapa de NY Catskill" class="image-inline" title="Mapa de NY Catskill" /></th>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/New-Croton-Dam-2-web.jpg" alt="New Croton Dam 2" class="image-inline" title="New Croton Dam 2" /></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Reservatório de New Croton é parte do sistema de abastecimento de NY, que hoje possui 19 represas</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais">Programa USP Cidades Globais</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view">Entrevista</p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/brasil-ainda-precisa-de-mais-obras-hidraulicas-diz-braga">Brasil ainda precisa de mais obras hidráulicas, diz Braga</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view">Notícias</p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/agua-liquida-mas-nao-certa">Em São Paulo, água líquida, mas não certa</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/experiencias-de-servicos-ambientais-no-brasil">PSA ainda traz poucos resultados práticos à conservação em São Paulo</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/momento-de-repensar-a-logica-das-grandes-obras-e-equilibrar-privilegios">Momento de repensar a lógica da gestão da água e equilibrar privilégios</a></p>
<p class="kssattr-macro-title-field-view"><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-questionam-conceitos-201cemprestados201d-a-historia-ambiental">Especialistas questionam conceitos “emprestados” à história ambiental</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ao olhar retrospectivamente a história da cidade mais influente do mundo, é provável que sem água abundante, de fonte segura e limpa, Nova York não tivesse alcançado o crescimento fenomenal dos últimos dois séculos.</p>
<p>No início do século 19, os nova-iorquinos passaram por enormes perdas sociais e econômicas após incêndios devastadores e epidemias de cólera, infecção causada pela ingestão de água e alimentos contaminados. A situação impulsionou as lideranças públicas a mergulhar num ambicioso projeto com o objetivo de melhorar o que era uma mistura inadequada de abastecimento público e privado.</p>
<p>Ainda em 1842, sob um Estado marcadamente tecnocrático, a cidade passa a ser abastecida pelo reservatório de Croton, 65 quilômetros ao norte da “Big Apple”. Nas décadas seguintes, gerações de líderes escolheriam obter água pura ao menor custo possível, indo buscar o recurso no extremo norte e oeste da cidade e, finalmente, nas montanhas de Catskill, uma área preservada por leis estaduais.</p>
<p>Durante o século que se seguiu, as grandes obras de engenharia e a expansão do sistema hídrico terminaram por constituir o que alguns estudos como o de <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/troubled-water-acquiescence-conflict-and-the-politics-of-place-in-watershed-management/view" class="external-link">Philip Steinberg e George Clark </a>chamaram de narrativa de um conflito hídrico. Algo muito familiar com o que ocorre no Brasil, a “narrativa” descreve as relações sociais de uma região “superior” e “poderosa” que extrai recursos de um lugar “subordinado”, a partir de inundações e barragens.</p>
<p>Os deslocamentos de populações e a destruição de cidades inteiras foram amparados por uma lei de 1905 que, por meio de “domínio eminente”, permitiu à cidade de Nova York assegurar terras privadas fora dos limites municipais e usá-las para a expansão e o desenvolvimento do sistema de abastecimento. A medida foi empreendida por décadas e fomentou um ressentimento entre os moradores do norte e do sul do estado que persistiu até recentemente, informa <a class="external-link" href="http://www.nytimes.com/1990/09/17/nyregion/new-york-s-water-rules-worry-catskills.html" target="_blank">reportagem </a>do New York Times de 1990, assinada por Allan Gold (<i>"New York's Water Rules Worry Catskills"</i>).</p>
<p>No que se refere à impressionante estrutura física, a rede de abastecimento de Nova York é hoje constituída por três lagos controlados e 19 reservatórios distribuídos em mais de 5 mil quilômetros quadrados, que fornecem cerca de 5 bilhões de litros de água por dia para a cidade e condados vizinhos.</p>
<p> </p>
<p class="callout"><i><strong>O  Memorandun of Agreement (MOA) de  1997 representou um marco na gestão hídrica de Nova York. Com a assinatura  de centenas de atores sociais, documento estabeleceu um amplo acordo de  pagamentos por serviços ambientais, assistência técnica para o manejo  seguro das atividades produtivas realizadas na bacia hidrográfica e um  programa de compra de terras e de compensações por servidão.</strong></i></p>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/catskills-9" alt="Catskills - 9" class="image-inline" title="Catskills - 9" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span><strong>Servicos Ecossistêmicos</strong></span></p>
<p>Atualmente, o novo grande desafio de Nova York é manter a pureza da água que captou tão longe, satisfazendo aos restritivos padrões exigidos pela legislação federal norte-americana. “O sistema de abastecimento de Nova York é impressionante e muito elogiado, mas não é perfeito. A cidade de Nova York vem obtendo sucessivas licenças que a liberam da filtração. Mas há sempre o risco de contaminação devido aos tipos de uso e ocupação do solo do entorno dos mananciais”, afirma <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/philip-martin-fearnside" class="external-link">Philip Fearnside</a>, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA).</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Catskill-07.jpg" title="Catskill - 7" height="560" width="660" alt="Catskill - 7" class="image-inline" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Serviços ambientais garantidos em acordo comunitário e nas ações de conscientização sobre o meio ambiente</strong></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/NY-MAP-Courtesy-of-NYC-DEP1997.jpg" title="NY MAP Courtesy of NYC DEP 1997" height="550" width="660" alt="NY MAP Courtesy of NYC DEP 1997" class="image-inline" /></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Sistema de abastecimento da cidade de Nova York</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Impedimentos ambientais, políticos e financeiros não permitem mais  que a cidade continue a buscar por soluções de engenharia, apenas.  Tornou-se necessária uma arena institucional complexa, formada pelo  pacto de inúmeros atores sociais e uma diversidade de interesses, na  busca de um objetivo comum: água limpa, que depende de mananciais  resilientes, que dependem da conservação da natureza.</p>
<p>A ecologia política da gestão das águas urbanas passou por uma  mudança de paradigma na década de 1970, em parte devido ao novo marco  legal ambiental, inaugurado com a lei federal do Safe Drinking Water Act  (SDWA) de 1974.</p>
<p>Emendas de 1986 ao Safe Drinking Water Act (SDWA) e uma nova  legislação federal de 1989 para águas superficiais pressionavam a cidade  para a necessidade de filtração e desinfecção de suas águas.</p>
<p>Ao mesmo tempo, as regiões do entorno dos mananciais que abastecem  grande parte do estado de Nova York passavam por uma expansão  populacional a partir da década de 1980, com a consequente  intensificação do uso do solo e das atividades produtivas.</p>
<p>Afinal, o <i>Memorandun of Agreement</i> (MOA) de 1997 representou um marco na gestão hídrica do estado. O<a class="external-link" href="http://www.dos.ny.gov/watershed/nycmoa.html" target="_blank"> <i>New York Watershed Agreement</i> </a>reconhece Catskills como uma reserva de água "tremendamente valiosa" e <span>contou  com as assinaturas da prefeitura nova-iorquina, outras 73  municipalidades e 30 comunidades do entorno das bacias, além de cinco  organizações não governamentais, mostra o </span><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/watershed-protection-for-a-world-city-the-case-of-new-york/view" class="external-link">artigo <span>de Mark Pires</span></a><span>, professor da Long Island University, e também o </span><a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/designing-watershed-programs-to-pay-farmers-for-water-quality-services-case-studies-of-munich-and-new-york-city/view" class="external-link">estudo <span>de Gilles Grolleau e Laura M.J. McCann</span></a><span>.</span></p>
<p>O documento estabeleceu um amplo acordo de pagamentos por serviços  ambientais, assistência técnica para o manejo seguro das atividades  produtivas realizadas na bacia hidrográfica e um programa de compra de  terras e de compensações por servidão. Os fazendeiros foram nomeados  “guardiões da água” e passaram a ser remunerados pelos serviços  ambientais prestados.</p>
<p>A prefeitura melhorou também o sistema de esgotos instalando pequenas  plantas de tratamento para os despejos das atividades agrícolas e  pastoris da região. Seu orçamento original para a aquisição de terras  passou de cerca de US$ 300 milhões para US$ 580 milhões. O acordo entre  os diversos atores foi estimado em US$ 1,4 bilhão, uma economia  significativa diante dos custos da construção de uma estação de  tratamento, mostram Grolleau e McCann.</p>
<p>Mas um grande problema ainda era a poluição difusa. Os autores  explicam que as leis bastante exigentes sobre esse aspecto poderiam  minar a autonomia privada sobre a propriedade da terra, o que revoltou  muitos agricultores. Para esses estudiosos, a insatisfação sobre o uso  da propriedade privada e a diversidade de atores sociais resultou no  aumento dos custos de transação do pacto firmado em 1997.</p>
<p>Finalmente, a saída para o conflito veio por meio da aproximação da  Prefeitura e do Departamento de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em  inglês) com os técnicos do Departamento de Agricultura do Estado de Nova  York, que tinha um relacionamento de longa data com os produtores  rurais. A confiança foi se firmando, alguns mitos e preconceitos foram  quebrados e assim o acordo foi estabelecido, discorre Albert Appleton,  ex-diretor da agência de águas e esgoto de Nova York e ex-comissário da  EPA, em <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/how-new-york-city-used-an-ecosystem-services-strategy-carried-out-through-an-urban-rural-partnership-to-preserve-the-pristine-quality-of-its-drinking-water-and-save-billions-of-dollars/view">artigo </a>publicado na plataforma interativa <a href="http://www.watershedconnect.org/" target="_blank">Watershed Connect</a>, da Forest Trends.</p>
<p>“Mesmo com a existência de parques e áreas de preservação, ainda há  muitos moradores e diversas atividades rurais e turísticas em Catskills e  bacias próximas. Contudo, conseguiram fazer um acordo bastante criativo  e razoavelmente equitativo que afinal consegue manter a alta qualidade  da água de Nova York. Inclusive o esquema de Catskills tem sido modelo  para outros sistemas de PSA ao redor do mundo”, afirma Phil Coven, que  foi diretor associado e gerente sênior de projetos na ONG <a class="external-link" href="http://www.forest-trends.org/" target="_blank">Forest Trends</a>, onde atualmente presta consultoria.</p>
<p><span>Coven cita o programa </span><a class="external-link" href="http://www.cultivandoaguaboa.com.br/" target="_blank">Cultivando Água Boa</a><span>,  realizado na bacia hidrográfica do Paraná 3 e entorno da represa de  Itaipu, como um dos mais bem sucedidos entre as iniciativas de PSA  hidrológico do Brasil. “A sociedade está despertando para os benefícios  de investir na natureza”, afirma.</span></p>
<p><span>O estado de São Paulo inaugurou há pouco mais de um ano o Programa Nascentes, apresentado em </span><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/experiencias-de-servicos-ambientais-no-brasil">matéria sobre PSA </a><span>publicada  recentemente no site do IEA. Mas enquanto os projetos baseados em  incentivos econômicos do tipo PSA não deslancham, ainda permanece o <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/agua-liquida-mas-nao-certa" class="external-link">paradigma hidráulico </a>dos séculos 19 e 20, baseado em obras de grande impacto ambiental e na busca de fontes cada vez mais distantes. Em <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/brasil-ainda-precisa-de-mais-obras-hidraulicas-diz-braga" class="external-link">entrevista</a>, o secretário de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado de São Paulo, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/benedito-braga" class="external-link">Benedito Braga</a>, falou ao IEA sobre as políticas de abastecimento do governo estadual.</span></p>
<p>Segundo levantamento da Forest Trends de 2014, governos e empresas ao  redor do mundo investiram US$ 12,3 bilhões em iniciativas de  conservação visando a provisão de serviços ecossistêmicos relacionados à  produção de água.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-09T16:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
