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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 201 to 215.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/10-anos-da-lei-nacional-de-saneamento-basico-avancos-dificuldades-e-agenda-para-o-setor">
    <title>10 Anos da Lei Nacional de Saneamento Básico: Avanços, Dificuldades e Agenda para o Setor</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/10-anos-da-lei-nacional-de-saneamento-basico-avancos-dificuldades-e-agenda-para-o-setor</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O seminário vai discutir <span style="text-align: justify; ">a atual situação e os desafios do setor de saneamento básico, que é composto por <span style="text-align: justify; ">abastecimento de água, esgoto sanitário, limpeza e drenagem urbana.</span></span></p>
<div style="text-align: justify; ">A provisão inadequada desses serviços tende a gerar problemas nas áreas de saúde, meio ambiente e desenvolvimento econômico e social. Um número significativo de doenças decorre de um abastecimento de água inadequado, da inexistência de coleta e afastamento de esgoto, de disposição inadequada dos resíduos ou de enchentes resultantes de problemas na limpeza e drenagem urbana, entre outros aspectos, assim como os problemas de contaminação ambiental associados à má gestão desses serviços.</div>
<div style="text-align: justify; "></div>
<div style="text-align: justify; "></div>
<div style="text-align: justify; ">O evento faz parte da programação do NAP-EBC e do CEPER, que busca discutir e avaliar politicas públicas para a infraestrutura e serviços públicos urbanos que potencializem o desenvolvimento econômico e social sustentável.</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saneamento básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-31T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-saneamento-basico-e-politicas-para-o-setor">
    <title>Seminário discute saneamento básico e políticas para o setor</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-discute-saneamento-basico-e-politicas-para-o-setor</link>
    <description>Evento é promovido pelo Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto, Núcleo de Apoio à Pesquisa em Economia de Baixo Carbono e Centro de Pesquisa em Economia Regional</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/Cartazsaneamentobsico5cdr_edit.png" alt="" class="image-left" title="" />Composto pelo abastecimento de água, esgoto sanitário, limpeza e drenagem urbana, o setor de saneamento básico é um ponto bastante delicado na gestão pública. Para discutir a atual situação e os desafios desse setor, o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP), o Núcleo de Apoio à Pesquisa em Economia de Baixo Carbono (NAP-ECB) e o Centro de Pesquisa em Economia Regional (CEPER) promovem no dia 25 de agosto, a partir das 8h30, no Anfiteatro Prof. Ivo Torres da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP, o seminário </span><i style="text-align: justify; ">10 Anos da Lei Nacional de Saneamento Básico: Avanços, Dificuldades e Agenda para o Setor</i><span style="text-align: justify; ">.</span></p>
<div style="text-align: justify; "><span>A provisão inadequada desses serviços tende a gerar problemas nas áreas de saúde, meio ambiente e desenvolvimento econômico e social. Um número significativo de doenças decorre de um abastecimento de água inadequado, da inexistência de coleta e afastamento de esgoto, de disposição inadequada dos resíduos ou de enchentes resultantes de problemas na limpeza e drenagem urbana, entre outros aspectos, assim como os problemas de contaminação ambiental associados à má gestão desses serviços.</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>O evento faz parte da programação do NAP-EBC e do CEPER, que busca discutir e avaliar politicas públicas para a infraestrutura e serviços públicos urbanos que potencializem o desenvolvimento econômico e social sustentável. </span><br /><span><br /></span><span>A programação será composta por apresentações dos pesquisadores da USP, consultores especializados do setor, representantes da Associação Brasileira de Concessões, da Caixa Econômica Federal, do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), do Ministério Público, da Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro (Abividro), do Ministério do Meio Ambiente, da Agencia Reguladora dos Serviços de Saneamento das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (ARES-PCJ) e do Comitê de Bacia Hidrográfica do Pardo (CBHP).</span></div>
<div style="text-align: justify; "><span><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; "><span>Mais informações: jhenrique@usp.br ou (16) 3315 0368.<br /><br /></span></div>
<div style="text-align: justify; ">
<hr />
</div>
<div style="text-align: justify; "><strong>10 Anos da Lei Nacional de Saneamento Básico: Avanços, Dificuldades e Agenda para o Setor</strong></div>
<div style="text-align: justify; "><i>25 de agosto, 8h30</i></div>
<div style="text-align: justify; "><i>Anfiteatro Prof. Ivo Torres - Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP</i></div>
<div style="text-align: justify; "><i>Inscrições gratuitas <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScweEg0GOqi6x9oXoSNTRcRMr83MYClkHVPSCg9aKIisUrzxg/viewform">via formulário</a></i></div>
<div style="text-align: justify; "><span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/10-anos-da-lei-nacional-de-saneamento-basico-avancos-dificuldades-e-agenda-para-o-setor" class="external-link">Página do evento</a></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saneamento básico</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-07-31T15:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/virada-sustentavel">
    <title>IEA realiza conferências na Virada Sustentável</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/virada-sustentavel</link>
    <description>Atividades acontecem nos dias 24 e 25 de agosto, na Sala de Eventos do IEA</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Sao-Paulo-Poluida-Marcos-Santos-Jornal-da-Usp.jpg" alt="São Paul Poluída" class="image-inline" title="São Paul Poluída" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Poluição do ar em São Paulo: índices superam o recomendado pela OMS </strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O programa <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">USP Cidades Globais</a> promoverá quatro seminários na Virada Sustentável, que acontece de 24 a 27 de agosto em São Paulo. As atividades acontecerão na Sala de Eventos do IEA, nos dias <strong>24 e 25 de agosto</strong>.</p>
<p>Na <strong>quinta-feira, 24</strong>,<strong> às 10h</strong>, o pesquisador do IEA <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-young-1" class="external-link">Ricardo Young</a>, ex-vereador de São Paulo, coordenará a mesa <i>Sustentabilidade, Complexidade e Políticas Públicas</i>, com a participação de Alexandre Zeitune, vice-prefeito de Guarulhos; Marcelo Ignatios, superintendente da SP-Urbanismo, da prefeitura de São Paulo; do vereador José Police Neto (PSD-SP); e do arquiteto e urbanista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nabil-georges-bonduki" class="external-link">Nabil Bonduki</a>, ex-vereador de São Paulo e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. O grupo discutirá a elaboração e a implementação de políticas públicas que levem em conta a sustentabilidade sob a ótica da complexidade.<span> </span></p>
<p>No mesmo <strong>dia 24, às 15h</strong>, o coordenador do USP Cidades Globais e professor do Instituto de Biociências da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, coordenará a discussão sobre <i>Mudança Climática e Cidades</i>, ao lado de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, coordenador do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade do IEA e professor da Faculdade de Educação da USP, e a geógrafa Jane Zilda Ramires, da <span>Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da prefeitura de São Paulo</span><span>. Um dos relatores pelo Brasil do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da ONU, Buckeridge e Jacobi avaliarão o impacto das mudanças climáticas nas cidades.</span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Desiguladadesocial-Nucleoeditorial-flickr.jpg" alt="Desigualdade Social" class="image-inline" title="Desigualdade Social" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Grandes centros brasileiros ainda têm a desigualdade social como um dos principais problemas </strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O painel <i>Mobilidade Urbana</i> acontece no segundo dia de atividades, <strong>25 de agosto, às 10h</strong>, coordenado por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>, diretor do IEA e professor da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Para falar, dentre outros temas, sobre o planejamento e integração de modais, estarão presentes Luiz Antonio Cortez Ferreira, especialista em Meio Ambiente e Sustentabilidade no Metro SP; e Luiz Carlos Mantovani Néspoli, superintendente da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP).<span> </span></p>
<p>O tema <i>Desigualdade e Violência</i> será abordado na tarde do <strong>dia 25, às 14h30</strong>, com comentários da cientista política <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marta-teresa-da-silva-arretche" class="external-link">Marta Arretche</a>, diretora do Centro de Estudos da Metrópole, e do sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>, coordenador do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP. A moderação será de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vitor-souza-lima-blotta" class="external-link">Vitor Blotta</a>, doutor em direito e professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, especializado em temas como direitos humanos, violência e esfera pública.<span> </span></p>
<p>Todas as conferências serão transmitidas <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pelo site do IEA. Para participar presencialmente, não é necessário realizar inscrição prévia.</p>
<p><span id="docs-internal-guid-93319daf-10ef-9a95-b4e5-176094b353e2"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Outros eventos</strong></span></p>
<p dir="ltr">Também na Virada Sustentável, membros do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-de-agricultura-urbana"><span>Grupo de Pesquisa em Agricultura Urbana</span></a> promoverão atividades na Horta da Faculdade de Medicina da USP, no <strong>dia </strong><strong>26 de agosto</strong>. O endereço é na Avenida Doutor Arnaldo, 455, próximo à estação Clínicas do Metrô. Confira a programação:</p>
<p dir="ltr"><span><strong>9h30 às 11h</strong></span><span> – Abertura. Oficina sobre as PANCS (plantas alimentícias não convencionais) e degustação de pratos desenvolvidos com as PANCS - Profa. Thais Mauad</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>11h15 às 12h30</strong></span><span> – Oficina sobre como plantar em pequenos espaços - Paulo Sérgio Zembruski</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>12h45 às 14h</strong></span><span> – Roda de Conversa – sobre Agricultura Urbana com o grupo de Estudos em Agricultura Urbana (GEAU)</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>14h15 às 15h30</strong></span><span> – Oficina de Plantas Medicinais - Marcia Kubrusly</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>15h45 às 17h</strong></span><span> – Tour pela horta e troca de sementes - Regiane Carvalho de Oliveira e Katia Cristina Dantas</span></p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-08-18T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/riscos-climaticos-em-capivari-sp">
    <title>Projeto publica nota técnica sobre riscos climáticos em Capivari (SP)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/riscos-climaticos-em-capivari-sp</link>
    <description>Projeto de grupo do Centro de Síntese USP Cidades Globais publica a nota técnica 'Diagnósticos dos Riscos Climáticos em Capivari-SP - Potenciais Estratégias para o Direcionamento de Medidas de Adaptação em Pequenos e Médios Municípios'.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:550px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capivari-sp/image" alt="Capivari, SP" title="Capivari, SP" height="309" width="550" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:550px;">Um dos problemas ambientais de Capivari (SP) é a reduzida cobertura vegetal nativa</dd>
</dl></p>
<p>De acordo com o Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) do Estado de São Paulo, Capivari, município distante 108 km da capital, a noroeste, com cerca de 57 mil habitantes e área aproximada de 323 km<sup>2</sup>, possui poucas áreas ambientalmente protegidas, como unidades de conservação, e índice de mediano a baixo de cobertura vegetal nativa.</p>
<p>Essas características do município influenciam sobremaneira sua capacidade de enfrentamento de riscos e impactos dos eventos extremos previstos, "especialmente devido à supressão dos serviços ecossistêmicos associados".</p>
<p>A observação consta da nota técnica <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais/diagnostico-dos-riscos-climaticos-em-capivari-sp" class="external-link">Diagnósticos dos Riscos Climáticos em Capivari-SP - Potenciais Estratégias para o Direcionamento de Medidas de Adaptação em Pequenos e Médios Municípios</a>, recentemente lançada por projeto desenvolvido no <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Centro de Síntese USP Cidades Globais</a>. O trabalho é resultante de contrato entre o IEA, a <a class="external-link" href="https://www.fusp.org.br/">Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo</a> e a <a class="external-link" href="https://capivari.sp.gov.br/portal/">Prefeitura de Capivari</a>. O objetivo é subsidiar a revisão do Plano Diretor da cidade.</p>
<p>Segundo a coordenadora do trabalho, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-da-penha-vasconcellos" class="external-link">Maria da Penha Vasconcellos</a>, professora da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, a equipe do projeto está encarrega da produção de material técnico, do acompanhamento do processo de revisão do Plano Diretor de Capivari, da elaboração de propostas a serem formalizadas em anteprojetos de lei e de contribuir para a mobilização, por meio de oficinas, da participação popular na construção de propostas para os próximos 10 anos do município.</p>
<p>Além de Maria da Penha, são autores da nota técnica: Elaine Santos, Felipe Dias, Ivan Maglio, Maria da Penha Vasconcellos, Pedro Camarinha e Rogério António de Castro Coelho, todos integrantes do Centro de Síntese; e Pedro Camarinha, vinculado ao Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).</p>
<p>Diante do quadro de carências ambientais do município, os autores relacionam entre os serviços ecossistêmicos a serem melhorados o processo de infiltração e tempestividade do escoamento de base até os cursos d'água, a diminuição do processo erosivo laminar e o menor carreamento de material particulado, para diminuir o assoreamento dos rios.</p>
<p>Os baixos valores atribuídos aos indicadores ambientais estão principalmente relacionados às características municipais: "baixa proteção à biodiversidade, insegurança hídrica e falta de capacidade de enfrentamento às mudanças climáticas", destacam os autores.</p>
<p>Além da Introdução e da seção Informações Ambientais para Capivari, a nota técnica contém outras oito seções:</p>
<ul>
<li>Vegetação Remanescente e Rede Hídrica do Município;</li>
<li>Segurança Hídrica;</li>
<li>O Comportamento Climático;</li>
<li>Risco Climático Relacionado às Inundações, Enxurradas e Alamentos;</li>
<li>Modelagem para Detecção de Inundações Bruscas e Enxurradas;</li>
<li>Risco Climático Relacionado às Secas;</li>
<li>Soluções Baseadas na Natureza e Infraestrutura Verde e Azul</li>
<li>Propostas e Recomendações</li>
</ul>
<p>Ao final, o documento indica as referências bibliográficas e a relação de site consultados pelos pesquisadores.</p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-de-diagnostico-dos-riscos-climaticos-em-capivari-sp" alt="Capa de 'Diagnóstico dos Riscos Climáticos em Capivari-SP'" class="image-left" title="Capa de 'Diagnóstico dos Riscos Climáticos em Capivari-SP'" /></p>
<p><span><strong>Recomendações</strong></span></p>
<p>Segundo os pesquisa, a premissa sugerida pelo trabalho para ser utilizada em análises futuras sob o território de Capivari é que, uma vez reduzidas as vulnerabilidades (em suas dimensões ambiental, social e econômica), os riscos climáticos também diminuem significativamente. E isso ocorre "não pela diminuição dos eventos meteorológicos e climáticos, mas sim porque permite que os sistemas se reorganizem para enfrentar eventuais novos desafios decorrentes das mudanças do clima", especialmente eventos extremos e impactos associados.</p>
<p>Por essa razão, os pesquisadores propõem a expansão das análises realizadas sobre vulnerabilidade socioambiental e cálculo de riscos climáticos no âmbito municipal, com o cruzamento das informações climáticas e hidrológicas com as demais dimensões que caracterizam os cenários de risco localmente, como as características do meio ambiente e as condições sociais e econômicas.</p>
<p>As metodologias mais conhecidas propõem a criação de índices quantitativos que mensuram a vulnerabilidade às mudanças climáticas e a adaptação aos perigos climáticos em várias escalas temporais e espaciais.</p>
<p>"Essas informações serão valiosas para orientar um Plano de Adaptação Climática de Capivari, identificando as melhores diretrizes, estratégias e medidas de adaptação que o município necessita. Isso permitirá a hierarquização de ações nos planejamentos, bem como a identificação de áreas críticas que precisam de ações mais urgentes.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciencias Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-05-10T12:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-de-conferencias-sobre-o-futuro-do-brasil-6o-evento">
    <title>Ciclo de Conferências sobre o Futuro do Brasil (6º evento)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ciclo-de-conferencias-sobre-o-futuro-do-brasil-6o-evento</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A conferência terá como tema "<span style="float: none; text-align: left; ">Plano Diretor e as interações sociais na cidade".</span></p>
<p>Planos diretores são instrumentos que orientam a ocupação do solo em um município. Seu objetivo geral é  promover a ordenação dos espaços habitáveis de uma cidade e estabelecer uma estratégia de mudança para melhorar a qualidade de vida da comunidade local. Porém, nem sempre esses planos, bem como a legislação ligada ao solo, são efetivamente cumpridos.</p>
<p><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">O evento integra o </span><span style="float: none; list-style-type: none; padding-left: 0px; text-align: left; ">Ciclo de Conferências sobre o Futuro do Brasil, uma iniciativa da <span style="float: none; list-style-type: none; padding-left: 0px; text-align: left; ">Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP p</span></span><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">ara refletir sobre desafios que impactam os rumos econômicos, políticos e sociais do País.</span></p>
<p><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; "><strong>Debatedora</strong></span></p>
<p><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; "><strong>Ermínia Maricato (<span style="float: none; ">Conselho de Desenvolvimento Sustentável da Cidade de São Paulo)</span></strong></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-18T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cartografia-enfrentamento-covid-19">
    <title>Experiência com Cartografia no Enfrentamento à Pandemia de Covid-19</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cartografia-enfrentamento-covid-19</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="gs">
<div class="gt iv gE"></div>
</div>
<div class="gt iv gE"></div>
<div id=":t2">
<div class="qQVYZb"></div>
<div class="utdU2e"></div>
<div class="lQs8Hd"></div>
<div class="btm"></div>
</div>
<div>
<div class="aHl"></div>
<div id=":sr"></div>
<div class="gt ii" id=":sg">
<div class="aiL a3s" id=":sz">
<div dir="ltr">
<p class="mceContentBody documentContent">Neste  seminário híbrido serão apresentados os resultados da pesquisa  Metodologias Cartográficas para Monitoramento, Prevenção e Recuperação  Pós Epidemias realizado pelo<a class="external-link" href="http://www.labcidade.fau.usp.br/"> LabCidade (Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade)</a> da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), bem como, trabalhos de  vigilâncias em saúde que tiveram como base métodos de análise  territorial, com dados geoespaciais.</p>
<p class="mceContentBody documentContent">O evento terá a participação de  representantes das secretarias de saúde municipais da Região  Metropolitana de São Paulo (RMSP) e do estado de São Paulo, e reunirá  pesquisadores das áreas de epidemiologia, urbanismo, geografia e medicina.</p>
<p class="mceContentBody documentContent">Esse evento interdisciplinar será em dois blocos:</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Bloco 1</b> – Leituras cartográficas da pandemia na Região Metropolitana de São Paulo</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Bloco 2</b> – Desafios do uso de dados geoespaciais no enfretamento à pandemia<br /><br />Foram convidadas as secretarias de saúde das prefeituras da RMSP para compartilhar  experiências com metodologias cartográficas no enfrentamento da pandemia  de Covid-19, bem como, a todos interessados a assistirem as  apresentações.</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Coordenação:</b> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/raquel-rolnik" class="external-link">Raquel Rolnik</a> (LabCidade da FAU-USP), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paula-santoro" class="external-link">Paula Freire Santoro</a> (Programa Ano Sabático do IEA/FAU-USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Participantes:</b></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a class="external-link" href="https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/2102/eliseu-alves-waldman/">Eliseu Waldman</a> (FSP-USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/aluisio-segurado" class="external-link">Aluísio Segurado</a> (FM-USP)</p>
<p class="mceContentBody documentContent"><b>Mediação:</b></p>
<p class="mceContentBody documentContent"><span>Raquel Rolnik</span> (LabCidade da FAU-USP)</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
</div>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pandemia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cartografia</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-11-10T10:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-de-estudos-ira-pesquisar-agricultura-urbana-em-sao-paulo">
    <title>Novo grupo de estudos irá pesquisar agricultura urbana em São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/grupo-de-estudos-ira-pesquisar-agricultura-urbana-em-sao-paulo</link>
    <description>Novo integrante dos quadros de pesquisa do IEA irá focar o tema “Agricultura Urbana e Periurbana no município de São Paulo: possibilidades, conexões e contemporaneidade”.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O Grupo de Estudos em Agricultura Urbana (GEAU), novo integrante dos quadros de pesquisa do IEA, irá nuclear debates e estudos sobre o tema “Agricultura Urbana e Periurbana no Município de São Paulo: Possibilidades, Conexões e Contemporaneidade”. Aprovado pelo Conselho Deliberativo do IEA no dia 9 de maio, terá a coordenação da professora Thais Mauad, da Faculdade de Medicina (FM) da USP, especialista em saúde urbana e fundadora da horta comunitária da FM-USP.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-da-faculdade-de-medicina-da-usp" alt="Horta da Faculdade de Medicina da USP" class="image-inline" title="Horta da Faculdade de Medicina da USP" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Horta da FM-USP:  projeto conseguiu envolver estudantes, funcionários e professores da unidade. </b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Vinculado ao IEA pelo período de dois anos, o grupo irá produzir estudos científicos sobre a Agricultura Urbana e Periurbana (AUP), com ênfase na cidade de São Paulo e sua Região Metropolitana (RMSP).</p>
<p>Entre as atividades já programadas está a realização de um seminário em agosto, com a participação de professores e pesquisadores da Universidade de Melbourne, Austrália. Com data a ser confirmada, o debate deverá trazer o tema de pesquisa da professora Thais, “Achieving sustainable food production and irrigation in São Paulo and Melbourne”, que busca compreender, melhorar e promover a resiliência dos sistemas de produção urbana de alimentos nessas duas metrópoles -- São Paulo e Melbourne.</p>
<p>No cronograma previsto para 2017 está a apresentação de parte dos resultados dos estudos realizados, além da publicação de artigos e participação dos integrantes do grupo em congressos e seminários.</p>
<p>O GEAU tem seis membros permanentes e dois pesquisadores colaboradores de áreas diversas. Dada a sua proposta interdisciplinar, o grupo congrega especialistas da FM-USP, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (PROCAM) do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP, além da Fundação Getúlio Vargas e Universidade de Rennes 2, França.</p>
<p>Em 2015, o grupo de pesquisadores foi o vencedor do 5º Prêmio Fecomércio de Sustentabilidade, categoria Academia, com o projeto “Agricultura Urbana: Produção, Varejo e Consumo de Alimento”. Para os integrantes do GEAU, o prêmio representa “um grande avanço na divulgação da importância da Agricultura Urbana no Brasil e em São Paulo”.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-do-iee" alt="Horta do IEE" class="image-inline" title="Horta do IEE" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Horta do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP: projeto "Criando Terra no IEE" é um dos exemplos de horticultura urbana em ambiente acadêmico.</b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os estudos deverão contribuir para o debate sobre a natureza dos atores, das relações sociais, das dinâmicas socioespaciais e dos impactos gerados pela Agricultura Urbana e Periurbana. A compreensão das novas configurações socioespaciais geradas por esse ramo são importantes para fomentar o debate acadêmico sobre o mundo urbano contemporâneo, segundo os proponentes do projeto.</p>
<p>Além de parcerias e disseminação do conceito de agricultura urbana, os estudos pretendem contribuir com referenciais teórico-metodológicos para explicar fenômenos urbanos, em especial quanto à situação da cidade de São Paulo e América Latina.</p>
<p><b>Alternativa para o consumo das cidades</b></p>
<p>Há estimativas de que o crescimento demográfico e o aumento da densidade populacional nas cidades elevarão para 9,6 bilhões o número de habitantes no planeta em 2050. Além disso, a pressão sobre a disponibilidade de terras aráveis e as elevadas vulnerabilidades advindas das mudanças climáticas globais são fatores de ameaça à sobrevivência humana num tempo não muito distante. Dado esse quadro, os jardins e as hortas urbanas têm sido apontados por estudiosos como a saída para a segurança alimentar e nutricional no futuro.</p>
<p>Em muitas cidades da Europa, Estados Unidos, Ásia e Oceania, o incentivo à produção de alimentos em áreas urbanas e periurbanas já se transformou em política pública. Os berlinenses conseguem abater taxas e impostos municipais quando implantam e mantêm tetos verdes nos prédios ou casas onde moram. Em Nova York, o Green Roof Tax Abatement Program e o Infrastructure Grant Program são dois programas que ajudaram a tornar uma das cidades com maior densidade populacional do mundo líder na prática da agricultura urbana.</p>
<p>As iniciativas nas capitais brasileiras aumentam a cada dia, seja pela atuação de movimentos comunitários e culturais, como o MUDASP, Hortelões Urbanos, Virada Sustentável, entre outros, além da conscientização crescente no ambiente escolar e de ações impulsionadas inclusive pela academia e poder público.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-do-centro-cultural" alt="Horta do Centro Cultural" class="image-inline" title="Horta do Centro Cultural" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Teto verde no Centro Cultural São Paulo:  produção de alimento orgânico associado a lazer e cultura. </b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Hortas comunitárias, agricultura vertical, agricultura urbana, zoneamento urbano de alimentos, horticultura empresarial, horticultura urbana, jardins de locação e <i>skyfarming</i> são alguns termos relacionados à prática de cultivar, processar e distribuir alimentos em área urbana ou em seu entorno.</p>
<p>A importância dessas redes está associada não só à produção de alimentos saudáveis e à melhoria da nutrição e sustentabilidade das cidades, mas também à qualidade de vida dos moradores. Os jardins e hortas urbanas oferecem uma alternativa de relaxamento para a vida urbana e muitas vezes servem como locais de encontro comunitário e áreas de lazer. Entre os inúmeros benefícios da AUP estão a qualidade microclimática e o aumento da agro biodiversidade.</p>
<p>A ideia de produzir alimentos suplementares não é nova e nasceu em situações de crise e tempos de guerra. No século 19, a horticultura urbana foi praticada na Alemanha, no Reino Unido, nos EUA e no Canadá como resposta à pobreza e à insegurança alimentar. Nas guerras mundiais, a horticultura urbana foi praticada para amenizar a escassez de alimentos causada pela suspensão da produção e da distribuição, já que os meios de transporte haviam sido destruídos.</p>
<p> </p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/horta-berlim-1" alt="Horta Berlim - 1" class="image-inline" title="Horta Berlim - 1" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Desativado em 2008, aeroporto de Berlin-Tempelhof, Alemanha, virou espaço de horticultura e lazer após reivindicação de movimentos civis.</b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>Grupo de Estudos em Agricultura Urbana (GEAU)</b></p>
<p><b>Coordenação</b>: professora Thais Mauad (FM-USP)</p>
<p><b>Vice coordenação</b>: professora Valéria de Marcos (FFLCH-USP)</p>
<p><b>Integrantes permanentes:</b></p>
<p>Angélica Campos Nakamura: Mestranda em Geografia Humana pela FFLCH-USP</p>
<p>Giulia Giacchè: Pós-doutoranda na Universidade de Rennes 2, Paris</p>
<p>Guilherme Reis Ranieri: Mestrando em Ciência Ambiental pela EACH-USP</p>
<p>Gustavo Nagib: Mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana FFLCH-USP</p>
<p>Luís Fernando Amato Lourenço: Doutorando em patologia no Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da FM-USP</p>
<p>Lya Cynthia Porto de Oliveira: Doutoranda em Administração Pública e Governo pela Fundação Getulio Vargas (FGV)</p>
<p><b>Pesquisadores colaboradores:</b></p>
<p>Mário Aquino Alves: Professor da Fundação Getulio Vargas (FGV)</p>
<p>Amalia Inés Geraiges de Lemos: Professora da FFLCH-USP e professora convidada da Universidade Complutense de Madrid.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Créditos: HortaFSPUSP.blogspot.com.br/ Cecília Bastos e Marcos Santos (JornalUSP)/ Sylvia Miguel (arquivo pessoal)</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo em Agricultura Urbana</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agroecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Alimentar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-05-19T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/coloquio-ira-debater-pesquisas-sobre-a-populacao-em-situacao-de-rua">
    <title>Colóquio irá debater pesquisas sobre a população em situação de rua</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/coloquio-ira-debater-pesquisas-sobre-a-populacao-em-situacao-de-rua</link>
    <description>O "1° Colóquio Científico Espaço Urbano e Saúde: um Olhar sobre a População em Situação de Rua" acontece nos dias 3 e 8 de junho e é organizado pelo Grupo de Estudos Espaço Urbano e Saúde</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-da9ffeac-7fff-5686-b35f-dccb1beb5a57"> </span></p>
<p><span id="docs-internal-guid-0bdc6bac-7fff-7df0-4c9a-6f0306c0dca4"> </span></p>
<p dir="ltr">Nos dias <strong>3</strong> e <strong>8 de junho</strong>, das <strong>15h às 18h35</strong>, acontece o "1° Colóquio Científico Espaço Urbano e Saúde: um Olhar sobre a População em Situação de Rua". Os encontros são organizados pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-espaco-urbano-e-saude"><span>Grupo de Estudos Espaço Urbano e Saúde</span></a>, do IEA, e terão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">transmissão ao vivo</a>. No primeiro dia, o evento terá formato híbrido, e interessados poderão comparecer ao instituto <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeXblHw_5F9clgfkV1CsFptyMcVogchPQ7boo-486NPEicimg/viewform"><span>mediante inscrição</span></a>.</p>
<div><span><span id="docs-internal-guid-47cd5480-7fff-adb4-be8a-fccdb22f4fe1"><span>O evento propõe um debate a partir de depoimentos de palestrantes que apresentarão suas visões e experiências sobre o tema, e pretende discutir um recorte de pesquisas acadêmicas realizadas ou em desenvolvimento. </span></span></span><span>As pesquisas serão apresentadas por participantes que tiveram seus projetos selecionados em chamada de trabalhos realizada em abril. Foram aceitos projetos de pesquisa e pesquisas em andamento ou finalizadas elaboradas por alunos de graduação e pós-graduação.</span></div>
<div></div>
<div><span> </span><span><span><span><span id="docs-internal-guid-8aa8e945-7fff-0232-2d45-ecdd6b970409">
<div><span><br />O debate sobre a população em situação de rua compreende seus direitos e cidadania, vulnerabilidade, apropriação de espaços urbanos, condições de saúde, alimentação e higiene, renda, sociabilidade, laços afetivos e segurança – bem como a discussão sobre sua relação com instituições não governamentais de acolhimento e programas de estado. Para os organizadores do evento, a academia tem responsabilidade de propor não apenas a ampliação do conhecimento sobre o assunto, como também a construção de premissas, diagnósticos, diretrizes e formas de ação concreta.</span></div>
<div><span><br /></span></div>
</span></span></span></span></div>
<div><span><span><span><span id="docs-internal-guid-e53db3e3-7fff-c7c1-a6f1-1d765190d3c8">
<p dir="ltr"><span>Em 2019, dados sobre o Cadastro Único de beneficiários de programas sociais apontaram que mais de 119 mil famílias estavam em situação de rua no Brasil, com uma concentração de cerca de 70% na região Sudeste. Já o censo antecipado pela Prefeitura de São Paulo de 2021 quantificou quase 32 mil pessoas em situação de rua apenas na cidade, comparado a pouco mais de </span><span>24 mil em 2019.</span></p>
</span></span></span></span></div>
<p dir="ltr"><span id="docs-internal-guid-61ab095f-7fff-00a6-983d-72e42d6ad40d"><span><strong><i> </i></strong></span></span></p>
<hr />
<p><i><strong>I Colóquio Científico Espaço Urbano e Saúde: um Olhar sobre a População em Situação de Rua</strong><br /></i><i>3 e 8 de junho, das 15h às 18h35<br /></i><i><span>Transmissão ao vivo<br /></span></i><i><span>Evento público e gratuito, com </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeXblHw_5F9clgfkV1CsFptyMcVogchPQ7boo-486NPEicimg/viewform">inscrição prévia</a><span> para o primeiro dia<br /></span></i><i><span>Mais informações com Cláudia Regina (</span><a href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a><span>)<br /></span></i><i><span>Páginas do evento: </span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/coloquio-olhar-sobre-a-populacao-de-rua-i">Parte I</a><span> e </span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/coloquio-olhar-sobre-a-populacao-de-rua-ii">Parte II</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Beatriz Herminio</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo Espaço Urbano e Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-05-24T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/macrometropoles-de-alta-densidade-sao-paulo-e-xangai-12-de-setembro-de-2017">
    <title>Macrometrópoles de Alta Densidade: São Paulo e Xangai -12 de setembro de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/macrometropoles-de-alta-densidade-sao-paulo-e-xangai-12-de-setembro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>China</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-09-12T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/sustentabilidade-urbana">
    <title>A inovação como promotora da sustentabilidade das cidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/sustentabilidade-urbana</link>
    <description>O segundo encontro do ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana teve por tema "Inovação, Sustentabilidade e Ação Sistêmica nas Cidades" e foi realizado no dia 22 de agosto, no IEA</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/claudia-kniess-marc2018os-buckreidge-arlindo-philippe-jr-e-22-8" alt="Arlindo Philippi Jr., Marcos Buckridge, Cláudia Kniess e Mauro Ruiz - 22/8/" class="image-inline" title="Arlindo Philippi Jr., Marcos Buckridge, Cláudia Kniess e Mauro Ruiz - 22/8/" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Arlindo Philippi Jr., Marcos Buckridge, Claudia Kniess e Mauro Ruiz</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O segundo seminário do ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana, no dia 22 de agosto, discutiu a ênfase a ser dada a soluções inovadores que contribuam com a sustentabilidade das cidades. Com o tema "Inovação, Sustentabilidade e Ação Sistêmica nas Cidades", o encontro teve quatro painéis: "Cidades Sustentáveis", "Cidades Inteligentes", "Inovação em Cidades" e "Recursos Humanos, Inteligência, Planejamento Estratégico e Gestão Urbana Sustentável". Os expositores foram pesquisadores da USP, Uninove e UFPE e integrantes de governos municipais, iniciativa privada e organizações não-governamentais.</p>
<p>Para a discussão geral sobre “Cidades Sustentáveis”, o seminário reuniu <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jorge-abrahao">Jorge Abrahão</a>, da Rede Nossa São Paulo, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernando-estima">Fernando Estima</a>, da Secretaria de Desenvolvimento, Turismo e Inovação de Pelotas (RS), e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cezar-capacle">Cezar Capacle</a>, da prefeitura de Campinas (SP) e da Anamma (Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente).</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana</strong></p>
<p>1º Seminário<br /><strong>Sustentabilidade nas Cidades</strong><br />12-13/6/2017</p>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li>Vídeos: <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-sustentabilidade-nas-cidades-parte-1-de-4" class="external-link">Parte 1</a>- <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-sustentabilidade-nas-cidades-parte-2-de-4" class="external-link">Parte 2</a> - <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-sustentabilidade-nas-cidades-parte-3-de-4" class="external-link">Parte 3</a>- <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-sustentabilidade-nas-cidades-parte-4-de-4" class="external-link">Parte 4</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-sustentabilidade-nas-cidades-12-e-13-de-junho-de-2018" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<ul>
</ul>
<hr />
<br />
<p>2º Seminário<br /><strong>Inovação, Sustentabilidade e Ação Sistêmica nas Cidades<br /></strong>22/8/2018</p>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/sustentabilidade-cidades" class="external-link">Seminário debate uso da tecnologia em favor do desenvolvimento sustentável das cidades</a></li>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li>Vídeo | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/ciclo-urbansus-sustentabilidade-urbana-inovacao-sustentabilidade-e-acao-sistemica-nas-cidades-22-de-agosto-de-2018" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Ciclo UrbanSus - Sustentabilidade Urbana</h3>
<p><i>Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">Programa USP Cidades Globais</a>, sediado no IEA, em parceria com a <a class="external-link" href="http://www.fsp.usp.br/site/" target="_blank">Faculdade de Saúde Pública </a>(FSP) e o <a class="external-link" href="http://www.ib.usp.br/" target="_blank">Instituto de Biociências</a> (IB), ambos também da USP, o ciclo é dedicado à reflexão sobre o papel das cidades no cumprimento dos <a class="external-link" href="http://www.itamaraty.gov.br/pt-BR/politica-externa/desenvolvimento-sustentavel-e-meio-ambiente/134-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel-ods" target="_blank">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</a> da ONU.</i></p>
<p><i>Outra motivação é estimular boas práticas de compartilhamento de soluções sustentáveis urbanas por meio de tecnologias sociais, ambientais e urbanas inovadoras. Com isso, os organizadores esperam contribuir para maior compreensão e propagação da temática da sustentabilidade entre academia, sociedade e setor público.</i></p>
<p><i>O encontro do dia 22 de agosto teve como organizadores adicionais dois programas de pós-graduação da Uninove - o dedicado à area de <a class="external-link" href="http://www.uninove.br/mestrado-e-doutorado/programa-de-pos-graduacao-em-cidades-inteligentes-e-sustentaveis-ppg-cis/conheca-o-programa/apresentacao-do-programa/" target="_blank">Cidades Inteligentes e Sustentáveis</a> e o de mestrado profissional em <a class="external-link" href="http://www.uninove.br/mestrado-e-doutorado/programa-de-mestrado-profissional-em-administracao-gestao-ambiental-e-sustentabilidade-mpa-geas/conheca-o-programa/apresentacao-do-programa/" target="_blank">Gestão Ambiental e Sustentabilidade</a>.</i></p>
<p><i>A iniciativa contou com o apoio do  <a class="external-link" href="http://www.fsp.usp.br/pos/?cat=28" target="_blank">Programa de Pós-Graduação</a><a class="external-link" href="http://www.fsp.usp.br/pos/?cat=28" target="_blank">Ambiente, Saúde e Sustentabilidade</a> e da <a class="external-link" href="http://www.fsp.usp.br/site/paginas/mostrar/269" target="_blank">Comissão de Cultura e Extensão Universitária</a>,ambos da FSP-USP, e do <a class="external-link" href="http://www5.each.usp.br/mestrado-em-gestao-de-politicas-publicas/" target="_blank">Programa de Pós-Graduação Gestão de Políticas Púbicas</a> (PPG GPP) da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each) da USP.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Abrahão explicou que o objetivo central da Rede Nossa São Paulo é colaborar na “melhoria da qualidade de vida dos paulistanos e contribuir para que as cidades brasileiras sejam mais justas, democráticas e sustentáveis”. Para atingir isso, as diretrizes são os processos para o aprimoramento da democracia e o enfrentamento da desigualdade.</p>
<p><strong>Plano de metas</strong></p>
<p>Como exemplo da preocupação com a melhoria da democracia, Abrahão citou o esforço da rede há dez anos para que os prefeitos de São Paulo fossem obrigados a cumprir um plano de metas debatido com a população e coerente com suas promessas de campanha.</p>
<p>A obrigatoriedade de elaboração do plano foi estabelecida em lei e a cidade conta com esse recurso para monitoramento das ações municipais desde a gestão 2009-12. Inspiradas na iniciativa de São Paulo, 51 municípios do país já adotaram planos de metas.</p>
<p>Em relação à desigualdade, ele explicou que a rede procurar combinar os indicadores de todos os distritos com a visão da população sobre os problemas. “Isso gera ferramentas excelentes para o avanço em políticas públicas.”</p>
<p>Para Abrahão, o modo de governar a cidade é atrasado e centralizado: "Se não houver sintonia com as necessidades, a cidade não vai melhorar, por mais tecnologia que tenhamos.”</p>
<p><strong>Transparência</strong></p>
<p>Estima acredita que os processos digitais podem reformar o governo, "além de possibilitar maior transparência e melhor comunicação com a sociedade".</p>
<p>Como exemplo de iniciativas de sucesso, ele mencionou o Pacto Pelotas pela Paz, que atua na prevenção social da criminalidade com o mapeamento de ocorrências, mutirões de decisões e acompanhamento dos ambientes escolar e familiar; a ferramenta Proges, para o acompanhamento público online do andamento dos projetos da gestão; e o reposicionamento urbanístico, que prevê o planejamento de novos bairros com a observância de requisitos de sustentabilidade.</p>
<p>“A sustentabilidade não pode ser tratada como um setor, como uma lente para que se observe toda a ambiental de uma cidade. É preciso que ela contamine toda a gestão”, segundo Capacle. A primeira coisa para isso acontecer é o gestor se comprometer com mestas de sustentabilidade.</p>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jorge-abrahao-ricardo-young-fernando-estima-e-cesar-capacle-22-8-2018" alt="Fernando Estima, Ricardo Young, Jorge Abrahão e César Capacle - 22/8/2018" class="image-inline" title="Fernando Estima, Ricardo Young, Jorge Abrahão e César Capacle - 22/8/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>O primeiro painel teve a participação de (<i>a partir da esq.</i>) Fernando Estima, Ricardo Young (moderador), Jorge Abrahão e Cezar Capacle</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>É preciso também fortalecer o órgão gestor da política ambiental da cidade: "Em Campinas, passou de um setor a uma secretaria, criada por decreto. Houve também a ampliação do quadro técnico, a reestruturação do Fundo Municipal de Meio Ambiente e o fomento da transparência das informações, com a reformulação dos sites institucionais e implantação de novas ferramentas de diálogo."</p>
<p>Segundo ele, em quatro anos foram elaborados planos municipais para o saneamento básico, verde, recursos hídricos e educação ambiental, que geraram a política de meio ambiente da cidade.</p>
<p><strong>Cidades inteligentes</strong></p>
<p>A discussão sobre "Cidades Inteligentes"  teve exposições de dois representantes de instituições privadas envolvidas na produção de soluções digitais e a visão crítica de um acadêmico envolvido com essas ferramentas.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-calheiros">Guilherme Calheiros</a> apresentou as origens, evolução, perfil atual e perspectivas do Porto Digital, do qual é diretor de Competitividade e Inovação. Criado em 2000 no Bairro do Recife, parte histórica da capital pernambucana, e já com uma extensão em Caruaru, o porto é considerado o mais importante parque tecnológico urbano do Brasil, com 306 empresas instaladas (ramificações de empresas nacionais e multinacionais, centros de inovação e startups), com 800 empreendedores, 9 mil colaboradores e faturamento anual (2017) de R$ 1,7 bilhão.</p>
<p>Calheiros afirmou que o porto é uma iniciativa mais complexa do que um parque tecnológico, tendo sido criado para reter o capital humano formado pela UFPE, o qual costumava migrar para o sul do país devido à falta de oportunidades locais. "O porto surgiu com dois propósitos: ser um cluster de tecnologia e possibilitar a renovação urbana da região onde foi instalado."</p>
<p>Em sua opinião, o desafio de um parque tecnológico "é ser capturado pela sociedade". O porto, "por ter também o papel de intervir na estrutura urbana, tem o reconhecimento da sociedade".</p>
<p>Além de gerir a área onde está instalado, que já se estendeu a bairros adjacentes, o porto também tem a função de gerar soluções para a cidade. Algumas das iniciativas para isso são o projeto Portoleve, um laboratório de teste para soluções tecnológicas em áreas como segurança, compartilhamento de veículos e monitoramento por câmeras, um projeto para espaços urbanos compartilhados e outro para restauração e requalificação de imóveis históricos.</p>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rodolfo-fiori-guilherme-calheiros-caio-vassao-22-8-2018" alt="Rodolfo Fiori, Tatiana Cortese, Caio Vassão e Guilherme Calheiros - 22/8/2018" class="image-inline" title="Rodolfo Fiori, Tatiana Cortese, Caio Vassão e Guilherme Calheiros - 22/8/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Rodolfo Fiori (<i>à esq.</i>), Tatiana Cortese (moderadora), Caio Vassão e Guilherme Calheiros, os componentes do segundo painel.</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Problemas complexos</strong></p>
<p>Para <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rodolfo-fiori">Rodolfo Fiori</a>, diretor executivo da Muove Brasil, os problemas de resolução complexa dos municípios tem esse perfil por questões políticas e requerem uma articulação entre os governos municipal, estadual e federal.</p>
<p>A Muove Brasil atende a organizações em projetos de investimento social privado e a governos municipais no planejamento de políticas públicas. Antes de criá-la, os fundadores da empresa pesquisaram quais eram as dificuldades dos municípios. "Há soluções simples que muitas cidades desconhecem, como 'vender' a folha de pagamentos dos funcionários a um banco." Um dos serviços prestados pela empresa é uma plataforma dedicada a finanças onde os municípios identificam problemas por meio de algoritmos específicos. Ela possibilita uma melhoria de 3 a 5% na área fiscal, de acordo com Fiori.</p>
<p><span>Coube ao pesquisador da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/caio-vassao">Caio Vassão</a><span> discutir a interação tecnologia-urbanismo do ponto de vista conceitual. Ele coordena o Grupo de Estudos Cenários Urbanos Futuros e se dedica especialmente à relação entre alta tecnologia e cultura contemporânea.</span></p>
<p><span> </span><span>“As mudanças no habitat humano convidam a uma mudança epistemológica”, afirmou. Essas transformações não foram planejadas diretamente, mas induzidas quando do planejamento de objetos e tecnologias, segundo ele. </span><span>"</span><span>A urbanista americana Jane Jacobs já dizia no início dos anos 60 que planejar um bairro e depois convidar as pessoas a morar nele é começar do jeito errado. O melhor é promover interações entre pessoas. Isso vai gerar o ambiente urbano.”</span></p>
<p><span> </span></p>
<p><strong>Transições</strong></p>
<p>Há várias transições em curso, afirmou Vassão: da comercialização de produtos para a de serviços ("com o produto embutido no serviço"), da posse de bens ao acesso a eles, do produto pronto à participação na produção, do objeto para o processo.</p>
<p>No entanto, "a adaptação a essas mudanças é dificultada por uma série de ciladas criadas por nós mesmos; e agora não conseguimos pensar fora delas", disse o pesquisador. "Isso já aconteceu na empresa privada em relação à inovação. Para difundir as novas práticas é preciso um processo de educação de base que capacite as pessoas a colaborar".</p>
<p>O painel sobre "Inovação em Cidades" debateu desde o campo de oportunidades para startups voltadas à criação de soluções tecnológicas até as dificuldades de infraestrutura e pessoal de muitos municípios para adotar soluções com tecnologias sofisticadas.</p>
<p>A ênfase em transformar municípios em cidades inteligentes tem sido uma forma de aproximação entre empresas, universidades e o ecossistema de inovação, destacou <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rodolfo-ribeiro">Rodolfo Ribeiro</a>, da empresa Spinafre. Ele considera que são muitas as oportunidades para a criação de startups no Brasil. Exemplificou com a atuação do BNDES, que está com edital aberto até 31 de agosto para projetos sobre cidades inteligentes, indústria 4.0 e saúde.</p>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/22-8-2018" alt="Marcos Mazieri, Claudia Kniess, Germano Guimarães e Rodolfo Ribeiro - 22/8/2018" class="image-inline" title="Marcos Mazieri, Claudia Kniess, Germano Guimarães e Rodolfo Ribeiro - 22/8/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>A partir da esq., Marcos Mazieri, Claudia Kniess (moderadora), Germano Guimarães e Rodolfo Ribeiro durante o terceiro painel</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Inovação frugal</strong></p>
<p>A importância do conceito de inovação frugal foi o tema central de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-mazieri">Marcos Mazieri</a>, da pós-graduação da Uninove. "Trata-se de um processo já usual no interior da Índia e na Rússia no qual são utilizados recursos que seriam considerados insuficientes num modelo tradicional de P&amp;D.”</p>
<p>No caso das cidades, a ideia é transferir inovações já desenvolvidas e em domínio público. “Há um deslocamento da aplicação de soluções de alta tecnologia para aquelas de nível tecnológico simples.”  Para ele, capacitar a sociedade em fluência computacional pode ter como alternativa o aprendizado orientado a projetos. “Sobre a camada física, deve ser sobreposta uma camada de telecomunicações e dentro desta inserir ambientes computacionais.</p>
<p>No entanto, apesar de o capital físico – infraestrutura, acesso – ser muito importante, há ainda a barreira do capital social, ainda não bem compreendida, afirmou: “Questões de distância étnica, por exemplo, ainda não foram discutidas de forma detalhada.”</p>
<p>Aspectos a serem enfrentados são, segundo ele, o avanço da informalidade, políticas que não alcançam certas regiões, falta de fluência computacional, prevalência de interesses em curto prazo, propostas pré-formatadas de soluções e baixo aproveitamento da força de trabalho.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/germano-guimaraes">Germano Guimarães</a>, do Instituto Tellus, especializado em inovação e design em serviços públicos,  apresentou três projetos desenvolvidos pela empresas. Um deles foi a Escola das Mães, na prefeitura de Santos (SP). “A cidade tinha uma taxa de 13,6 de mortalidade infantil  [número de mortes de crianças de até um ano por mil nascimentos vivos]. A taxa tinha crescido mesmo com a melhoria do Índice de Desenvolvimento Humano. Depois de visitas, entrevistas e oficinas, verificamos que as principais causas dessa elevada mortalidade estavam ligadas à educação da gestante." A escola ministra vários cursos às gestantes, de forma a complementar as consultas de pré-natal. O resultado das medidas adotadas pela prefeitura foi a redução da taxa de mortalidade infantil para 13,6 em 2017.</p>
<p>Os outros dois projetos foram implantados na prefeitura de Pelotas (RS): o Clique Saúde, um buscador que permite ao usuário do SUS identificar a unidade de saúde adequada para sua necessidade e até mesmo onde encontrar o remédio que precisa; a Rede Bem Cuidar, que envolve usuários, servidores e gestores públicos nos processos de cocriação das melhorias a serem implantadas nas unidades de saúde.</p>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jarcilene-cortez-emerson-maccari-e-renata-bichir-22-8-18" alt="Jarcilene Cortez, Emerson Maccari e Renata Bichir - 22/8/18" class="image-inline" title="Jarcilene Cortez, Emerson Maccari e Renata Bichir - 22/8/18" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Jarcilene Cortez (<i>à esq.</i>), Emerson Maccari e Renata Bichir foram os expositores do quarto painel</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Academia</strong></p>
<p>Em complementação aos debates sobre inovação para sustentabilidade das cidades, o seminário teve um painel sobre “Recursos Humanos, Inteligência, Planejamento Estratégico e Gestão Urbana Sustentável”. As exposições deram ênfase à formação de especialistas na área ambiental e à metodologia acadêmica para formulação de políticas públicas.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renata-bichir">Renata Bichir</a>, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP), tratou dos desafios para a formulação de políticas públicas para as cidades e como a produção acadêmica consegue colaborar para o obtenção de melhores propostas.</p>
<p>Ela frisou que a agenda pública é um processo competitivo, condicionado pelas dimensões política, cognitiva, administrativa e financeira, e elencou os componentes a serem analisados para a sucesso na elaboração de uma política: definição de objetivos; construção da adesão dos atores pertinentes; aspectos organizacionais e de gestão; dimensões cognitivas, valores e percepções sobre o problema; dimensões políticas; definição de arranjos de coordenação; instrumentos de coordenação; e diferentes tipos e formatos de redes.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jarcilene-cortez">Jarcilene Cortez</a>, professora da UFPE e coordenadora dos programadas acadêmicos da área de meio ambiente da Capes, apresentou dados sobre a distribuição dos 147 programas de pós-graduação no Brasil e sua avaliação. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/emerson-maccari">Emerson Maccari</a>, do Programa de Pós-Graduação em Administração da Uninove, falou sobre como organizar, na perspectiva da Capes, um programa mestrado e doutorado para temas como gestão ambiental, cidades sustentáveis ou cidades inteligentes.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-28T13:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/em-sua-93a-edicao-201cestudos-avancados201d-reflete-sobre-o-ensino-de-humanidades">
    <title>Em sua 93ª edição, “Estudos Avançados” reflete sobre o ensino de humanidades</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/em-sua-93a-edicao-201cestudos-avancados201d-reflete-sobre-o-ensino-de-humanidades</link>
    <description>Além de dossiê sobre o ensino de humanidades, há artigos sobre vida urbana e saúde, arte e cultura e uma homenagem ao economista Paul Singer</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f9d48d4d-7fff-d22f-ce8f-49ea379f72fb"> </span></p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-estudos-avancados-93/@@images/a264861c-632d-4ea5-9b50-5a6b15118a23.jpeg" alt="Capa Estudos Avançados 93" class="image-right" title="Capa Estudos Avançados 93" />A <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420180002&amp;lng=en&amp;nrm=iso">93ª edição da revista “Estudos Avançados”</a> inaugura uma série de publicações focadas nos ensinos fundamental e médio. O dossiê principal deste número traz um conjunto de artigos sobre o ensino de humanidades, área do conhecimento escolhida para abrir a sequência. Além de ponderações sobre a conjuntura atual da educação brasileira, os textos apresentam reflexões sobre o ensino de filosofia, história, geografia, música, literatura e religião. A versão online da publicação está disponível na <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420180002&amp;lng=en&amp;nrm=iso">íntegra no SciELO</a>.</p>
<p dir="ltr">A revista traz ainda três outras seções, com temas diversos. Na primeira, Vida urbana e saúde, quatro artigos buscam compreender como atributos ambientais e comportamentais das grandes cidades afetam a vida de seus habitantes. O segundo conjunto de textos, Artes e cultura, traz discussões abrangentes sobre o ensino superior de artes e reflexões sobre importantes obras do século passado. Por fim, a última seção homenageia o economista Paul Singer, morto em abril deste ano, com uma grande e expressiva entrevista realizada em 2016. Veja o <a class="anchor-link" href="#Sumário">sumário</a> da revista.</p>
<p dir="ltr"><span>Para o editor da revista, </span><a href="https://www.iea.usp.br/revista/revista/pessoas/pasta-pessoaa/alfredo-bosi"><span>Alfredo Bosi</span></a><span>, as humanidades enfrentam uma situação paradoxal. “Ao mesmo tempo, assistimos a uma reflexão sobre os novos métodos propostos pela pedagogia e pelas didáticas específicas que abrem novos rumos ao magistério e enfrentamos uma depreciação das mesmas humanidades pelo pensamento tecnicista que se generalizou em órgãos burocráticos dentro e fora da Universidade”, atenta. Ele acredita que a intensa demanda por especialização gerada pelas revoluções industrial e tecnológica prejudicou o equilíbrio entre as ciências humanas e biológicas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Este contexto, segundo Bosi, alimenta a necessidade de pensar o saber de modo holístico e problemático. Um ponto de partida, para ele, seria aplicar a filosofia como metodologia de de toda e qualquer modalidade do conhecimento. “O leitor encontrará artigos de docentes que vivem esse projeto tanto nas escolas públicas quanto em situações particulares, como é o caso do ensino de leitura junto a presidiários ou a tentativa bem-sucedida de introduzir o ensino de grego e latim para alunos do ensino fundamental”, comenta.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No editorial, Bosi dedica a 93ª edição da revista a Paul Singer e Paulo Freire, que, segundo ele, “levaram seus ideais democráticos ao cerne da economia e da pedagogia dos oprimidos”.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Dossiê</strong></span></p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Ouça: <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/atualidades/dossie-mostra-marginalizacao-do-ensino-de-humanidades/">Franklin Leopoldo e Silva, autor de um dos artigos da revista, em e<span>ntrevista ao programa de rádio Jornal da USP</span></a></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>Entre 2012 e 2013, Ana Vieira Pereira participou de uma série de oficinas de escrita criativa e mediação de leitura no Presídio Militar Romão Gomes, em São Paulo. As experiências e os aprendizados de Pereira no período estão relatados no artigo </span><span><i>À margem — experiências de literatura com pessoas encarceradas</i></span><span>, que também compõe o dossiê principal. Segundo ela, o trabalho possibilitou a percepção da literatura e do contar da própria história como “mecanismos poderosos para a reorganização pessoal e a descoberta de novas formas dentro do campo da linguagem”.</span></p>
<p dir="ltr">No artigo<i> </i><i>A reforma do Ensino Médio e sua questionável concepção de qualidade da educação</i>, Celso João Ferretti analisa criticamente a reforma promovida pelo Ministério da Educação em 2017. Os interesses políticos e econômicos da reestruturação, as disputas ideológicas que se apresentaram e os objetivos oficiais anunciados pelo governo Temer são alguns dos pontos tratados por Ferretti. Ele declara ainda ter conferido “especial atenção à flexibilização curricular e à concepção de qualidade da educação em que se baseia a reforma”.</p>
<p dir="ltr"><span>Paula da Cunha Corrêa, no artigo </span><span><i>O latim e o grego em uma escola municipal de Ensino Fundamental</i></span><span>, apresenta uma exitosa experiência pedagógica conduzida a partir de 2013 na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Desembargador Amorim Lima. Usando o método </span><span><i>Minimus</i></span><span>, criado pela britânica Barbara Bell, Corrêa organizou a implementação de cursos de línguas clássicas — latim e grego — para alunos dos 4º e 7º anos da escola localizada na capital paulista. Segundo ela, além do ensino das línguas, o projeto leva aos alunos “diversos aspectos da cultura clássica: mitologia, história, política, teatro, poesia, música, arte e arquitetura”. O “Projeto Minimus” está em vigor até hoje e busca novas escolas para expandir sua área de atuação.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Outros temas</strong></span></p>
<p dir="ltr">Os dois primeiros textos da seção Vida urbana e saúde apresentam as consequências da violência e da falta de saneamento básico para a saúde da população periférica. Os dois últimos apresentam críticas e comentários sobre o livro <i><a href="https://www.iea.usp.br/revista/lancamentos/problemas-das-metropoles-que-impactam-na-saude-sao-analisadas-em-novo-livro-de-paulo-saldiva" class="external-link">Vida Urbana e Saúde — Os Desafios dos Habitantes das Metrópoles</a></i> (Editora Contexto, 2018), de autoria do médico e diretor do IEA-USP, <a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a>.</p>
<p dir="ltr"><span>Em </span><span>A metrópole e a saúde de seus habitantes</span><span>, </span><a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoah/helena-ribeiro"><span>Helena Ribeiro</span></a><span> descreve e analisa os temas gerais abordados na obra de Saldiva. Segundo ela, o livro mostra, com clareza, “os problemas que a urbanização tem trazido para a saúde física e mental” dos moradores da grandes cidades.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Já o articulista Fabio Angeoletto, no texto </span><span><i>Vida urbana e saúde</i></span><span>, ressalta que as problemáticas apresentadas por Saldiva não se resumem a São Paulo e outras metrópoles, mas a todas as cidades brasileiras. Para ele, a conclusão da leitura faz emergir uma mensagem clara, mas não explícita pelo autor: “As cidades, em sua complexidade, demandam planejamento, e as múltiplas formações acadêmicas e atores sociais precisam estar envolvidos nesse labor”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No corpo de sete autores da seção </span><span><i>Artes e cultura</i></span><span> há, entre outros, o ex-diretor do IEA, </span><a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoam/martin-grossmann"><span>Martin Grossmann</span></a><span>, e duas professoras uspianas participantes da primeira edição do </span><a href="https://www.iea.usp.br/revista/pesquisa/programa-ano-sabatico"><span>Programa Ano Sabático</span></a><span> do IEA, de 2016: </span><a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoad/daria-gorete-jaremtchuk"><span>Dária Jaremtchuk</span></a><span> e </span><a href="https://www.iea.usp.br/revista/pessoas/pasta-pessoal/lucia-maciel-barbosa-de-oliveira"><span>Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira</span></a><span>. Os trabalhos nesta edição representam parte dos resultados de suas pesquisas no Instituto.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Jaremtchuk, no artigo </span><span><i>Abdias do Nascimento nos Estados Unidos: um “pintor de arte negra”</i></span><span>, discorre sobre o período de 10 anos que o pintor brasileiro passou nos Estados Unidos. Segundo ela, o tempo foi fundamental para que Nascimento reafirmasse “seu compromisso com a criação de obras alinhadas com a herança cultural africana”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Em </span><span><i>Sobre conquistas e tensões</i></span><span>, por sua vez, Oliveira discute o surgimento de novas dinâmicas culturais ancoradas nas tecnologias de informação e comunicação. “O momento atual exige uma compreensão não simplificadora das inúmeras representações, contradições, vozes e dos silêncios que disputam a visibilidade na arena pública”, defende.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Paul Singer</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>O último artigo da edição 93 da revista “Estudos Avançados” celebra o economista Paul Singer, que morreu no dia 16 de abril de 2018, aos 86 anos. Singer foi professor titular da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP e integrante da primeira composição do Conselho Deliberativo (CD) do IEA, de 1987 a 1992. Nascido em Viena, capital da Áustria, foi o criador e maior defensor da “Economia Solidária”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No artigo </span><span><i>Paul Singer: uma vida de luta e de trabalho pelo socialismo e pela participação democrática</i></span><span>, Cris Andrada e Egeu Esteves apresentam uma entrevista realizada com o economista no ano de 2016. Nela, Singer fala sobre sua migração para o Brasil, a juventude na São Paulo do pós-guerra, sua relação com o movimento sindical — com ênfase à participação na </span><span>Greve dos 300 mil</span><span> — e, notoriamente, sobre a Economia Solidária.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Poucos reúnem grandeza intelectual, humildade genuína e uma profunda coerência entre o que escreve e o que pratica, como ele”, escrevem os autores. “Paul Singer não apenas refletiu sobre as violências do mundo do trabalho, como se dedicou a fazê-lo junto de trabalhadores, ombro a ombro, anos a fio.”<br /><br /></span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
<p><i><strong>Revista "Estudos Avançados" 93, 399 páginas, R$ 30,00 (assinatura anual com três edições: R$ 80,00). Informações sobre como assinar a publicação ou adquirir exemplares avulsos: <a href="https://www.iea.usp.br/revista/revista">www.iea.usp.br/revista</a> ou com Edilma Martins (<a href="mailto:edilma@usp.br">edilma@usp.br</a>), tel. (11) 3091-1675.</strong></i></p>
<p><a name="Sumário"></a></p>
<h3>Sumário</h3>
<p dir="ltr"><span><strong><i>Ensino de Humanidades</i></strong></span></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Limites e possibilidades do ensino de filosofia - <i>Franklin Leopoldo e Silva</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>Prefácio para a reedição de Pedagogia do oprimido, de Paulo Freire - <i>Celso de Rui Beiseigel</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>A reforma do Ensino Médio e sua questionável concepção de qualidade da educação - <i>Celso João Ferretti</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Reflexões sobre o aprendizado formal em Humanidades com base no projeto “Práticas de leitura e escrita acadêmicas” - <i><span>Marcus Sacrini</span><span> e </span><span>Valéria De Marco</span></i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Os preteridos e os preferidos: sinal dos tempos da educação - <i><span>Ausonia Donato</span><span> e </span><span>Monique Borba Cerqueira</span></i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Autobiografias do começo de uma aula - <i>Marcos Natali</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Leitura e escrita literárias no âmbito escolar: situação e perspectivas - <i>Neide Luzia de Rezende</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>• </strong>À margem – experiências de literatura com pessoas encarceradas - <i>Ana Vieira Pereira</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>• </strong>O latim e o grego em uma escola municipal de Ensino Fundamental - <i>Paula da Cunha Corrêa</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>Reflexões sobre o ensino de História - <i>Circe Fernandes Bittencourt</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Ensino de História e seus conteúdos - <i>Antonia Terra de Calazans Fernandes</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>O ensino da Geografia como prática espacial de significação - <i>Rafael Straforini</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>O Estado e a educação religiosa: observações a partir da psicologia - <i>Geraldo José de Paiva</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>Considerações sobre o ensino de música no Brasil - <i>Antonio Carlos Moraes Dias Carrasqueira</i></p>
<p dir="ltr"><span><i><br /></i></span></p>
<p dir="ltr"><span><strong><i>Vida urbana e saúde</i></strong></span></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> “Caminhos da reforma sanitária”, revisitado - <i>Amélia Cohn</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Violência em favelas e saúde - <i><span>Ana Lydia Sawaya</span><span>, </span><span>Maria Paula de Albuquerque</span><span> </span><span>e Semiramis Martins Álvares Domene</span></i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> A metrópole e a saúde de seus habitantes - <i>Helena Ribeiro</i></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>•</strong> Vida urbana e saúde - <i>Fabio Angeoletto</i></p>
<p> </p>
<p dir="ltr"><span><strong><i>Artes e cultura</i></strong></span></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>Abdias do Nascimento nos Estados Unidos: um “pintor de arte negra” - <i>Dária Jaremtchuk</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Sobre conquistas e tensões - <i>Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira</i></p>
<p dir="ltr"><strong>• </strong>Os gigantes da montanha e o semblante do real - <i>Martha Ribeiro</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Walter Zanini e a formação de um sistema de arte contemporânea no Brasil - <i>Isis Baldini, Martin Grossmann, Pamela Prado e Vinicius Spricigo</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Ensino de Artes Visuais na Universidade - <i>Ana Mae Barbosa</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> O que se espera de uma escola de arte hoje? - <i>Martin Grossmann</i></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Bophana e a persistência da memória - <i>Paulo Roberto Ramos</i></p>
<p dir="ltr"><span><br /></span></p>
<p dir="ltr"><span><strong><i>Paul Singer</i></strong></span></p>
<p dir="ltr"><strong>•</strong> Paul Singer: uma vida de luta e de trabalho pelo socialismo e pela participação democrática - <i>Cris Andrada e Egeu Esteves</i></p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-13T16:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/gestao-de-uma-metropole-erundina">
    <title>Gestão de uma Metrópole: a Experiência dos Prefeitos de São Paulo - Luiza Erundina</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/gestao-de-uma-metropole-erundina</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Há pouco mais de um ano, o IEA vem trabalhando na criação de um programa que congrega diversos grupos da universidade que tratam de temas relacionados às metrópoles (poluição, mobilidade, habitação, violência, educação etc.).<br /> <br /> Lançado oficialmente em julho deste ano, o USP Cidades Globais tem como objetivo estabelecer conexões entre essas pesquisas acadêmicas, viabilizando estudos multissetoriais que visem a uma boa ciência e a bases para a recomendação de boas práticas e políticas públicas para os centros urbanos.<br /> <br /> Sabemos que os problemas das cidades são muitos e que precisam ser priorizados. Mas essa priorização não pode prescindir da experiência de todos aqueles que já estiveram à frente da gestão de uma cidade como São Paulo, nosso foco inicial de estudos.<br /> <br /> Nesse sentido, ouviremos a experiência dos ex-prefeitos nos anos que governaram nossa capital. O relato irá auxiliar as ações do USP Cidades Globais e direcionar o que deve ser prioridade nas pesquisas e atividades dos pesquisadores.<br /> <br />Nesta conferência, a ex-prefeita e deputada <b>Luiza Erundina</b> irá expor seu conhecimento com a presença de membros do programa USP Cidades Globais, de pesquisadores do IEA e da comunidade USP. A apresentação será seguida de debate com os participantes.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-19T12:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-livro-religiao-urbana">
    <title>Religião Urbana: uma Abordagem Histórica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-livro-religiao-urbana</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><b>Debate de lançamento do livro de Jörg Rüpke</b></p>
<p>O livro <a class="external-link" href="https://www.academia.edu/79721576/Religi%C3%A3o_urbana_uma_abordagem_hist%C3%B3rica">“Religião Urbana: uma abordagem histórica” de Jörg Rüpke</a>, recém publicado em português pela Editora Appris (2022), demonstra como as mudanças importantes da religião podem ser melhor compreendidas como resultado da dialética dos imaginários da cidade e da religião.</p>
<p>Essa afirmação geral é argumentada de maneira exemplar para o mundo mediterrâneo antigo, desde o Período Helenístico até o final do Período Imperial Romano e, nesse sentido, para a cidade de Roma em particular. Muitas características da religião antiga seriam mais plausivelmente compreendidas como o resultado de efeitos e usos específicos do espaço e de suas bases sociais e cognitivas do que como características inerentes de uma “religião” específica.</p>
<p><b>Coordenação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vagner-carvalheiro-porto" class="external-link">Vagner Carvalheiro Porto</a> (Programa Ano Sabático) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-cristina-nicolau-kormikiari-passos" class="external-link">Maria Cristina N. Kormikiari</a> (MAE/USP)</p>
<p><b>Exposição:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/joerg-rupke" class="external-link">Jörg Rüpke</a> (Centro Max Weber de Estudos Culturais e Sociais Avançados/Universidade de Erfurt)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adriene-baron-tacla" class="external-link">Adriene Baron Tacla</a> (DH/UFF)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alessandro-gregori" class="external-link">Alessandro Gregori</a> (Larp-MAE-FE/USP)</p>
<p><b>Moderação:</b></p>
<p>Maria Cristina N. Kormikiari (MAE/USP)</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Religiões</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-11-24T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/aluguel-habitacional">
    <title>Habitação de Aluguel na América Latina: Desafios ao Ethos da Propriedade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/aluguel-habitacional</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="gmail_default"><span>O  aluguel de imóveis aumentou significativamente nas principais cidades  da América Latina nos últimos anos, apresentando-se em uma diversidade  de realidades e situações. </span></div>
<div class="gmail_default"><span><br /></span></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"><span>O aluguel ganha relevância em</span><span> um  contexto regional onde o modelo da casa própria historicamente  predominou e orientou a maior parte das políticas habitacionais, mas sem  conseguir enfrentar</span><span> os problemas habitacionais -- como a </span>coabitação<span>,  o adensamento, a precariedade, etc. -- crescentes e ampliados com as  múltiplas crises urbanas. </span></div>
<div class="gmail_default"><span><br /></span></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"><span>Além disso, atualmente, os modelos da  habitação de aluguel assumem novas características associadas à  migração, à financeirização ou à transformação de assentamentos  populares.</span></div>
<div class="gmail_default"><span><br /></span></div>
<div class="gmail_default">
<div>
<div class="gmail_default">Este  seminário deverá apresentar o conteúdo produzido por diferentes autores  sobre habitação de aluguel na América Latina, em torno de pesquisas  reunidas no livro "<i>Vivienda en arriendo en América Latina: desafíos al ethos de la propiedad</i>", cujo lançamento é objeto do debate.</div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"><span>O  livro aborda a heterogeneidade do aluguel como objeto de estudo, a  partir da análise de diferentes casos e realidades do nosso continente,  em quatro capítulos: mercados populares; políticas habitacionais de  aluguel; financeirização; e conflitos em torno do aluguel; pretende  ainda contribuir neste campo de pesquisa, com o objetivo de ampliar a  investigação sobre habitação e suas complexidades, para além do <i>ethos</i> da  propriedade privada.</span></div>
<div class="gmail_default"><span><br /></span></div>
<div class="gmail_default"></div>
<div class="gmail_default"><b>Coordenação:</b> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paula-santoro" class="external-link">Paula Freire Santoro</a> (FAU-IEA-USP) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/adriana-marin-toro" class="external-link">Adriana Marín-Toro</a> (FAU-USP/COES-PUC Chile)</div>
<div class="gmail_default">
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p><b> </b></p>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Metrópoles</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Habitação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>América Latina</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-09-26T12:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/onde-estamos/sao-paulo">
    <title>São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/slides/pasta-azizsalem-nao-apagar/iea181224/iea/onde-estamos/sao-paulo</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sao-paulo" alt="Panorâmica de São Paulo" class="image-inline" title="Panorâmica de São Paulo" /></p>
<p style="text-align: justify; ">A sede do IEA fica no campus da USP em São Paulo, capital do Estado de São Paulo. Com mais 11,8 milhões de habitantes, São Paulo é a sexta cidade mais populosa do mundo e a primeira das Américas. Localizada no sudeste brasileiro, forma, com outros 38 municípios, uma das maiores regiões metropolitanas do mundo (cerca de 20 milhões de pessoas).</p>
<p style="text-align: justify; ">São Paulo é o mais importante centro financeiro e econômico do Brasil e da América do Sul. Contribuindo com cerca de 35% do Produto Interno Bruto (PIB) do país e com mais de 10% do paulista, é a 19ª cidade mais rica do mundo. De acordo com um estudo da PricewaterhouseCoopers (PwC), multinacional de serviços profissionais com sede em Londres, Inglaterra, São Paulo tem potencial para crescer 80% nos próximos anos e deve subir para a 13ª posição no ranking até 2020. A cidade gera tanta riqueza quanto o Chile, quinto maior país da América Latina, o que a coloca entre as 50 maiores economias do mundo. Além disso, foi classificada entre as 40 cidades que irão fazer a diferença na vida das pessoas no futuro, de acordo com uma pesquisa divulgada pelo McCann Worldgroup, rede global de agências de publicidade.</p>
<p style="text-align: justify; ">A metrópole sedia 26 universidades — três delas públicas — e 146 outras instituições de ensino superior, que, juntas, asseguram a educação e o treinamento de uma força de trabalho especializada. Está, ainda, entre as 45 melhores cidades acadêmicas do mundo segundo o QS, grupo britânico responsável por uma das mais importantes classificações anuais de universidades, o Top Universities.</p>
<p style="text-align: justify; ">Além de ser um núcleo econômico, acadêmico e financeiro, São Paulo também é um dos principais centros de cultura, lazer e entretenimento do Brasil, com uma ampla diversidade de museus, teatros, cinemas, parques, restaurantes e casas de espetáculo.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="external-link" href="http://www.flickr.com/photos/stankuns" style="text-align: right; ">Fernando Stankuns</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-01-17T21:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
