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<channel rdf:about="https://www.iea.usp.br/search_rss">
  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 311 to 325.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/simposio-doencas-respiratorias">
    <title>Simpósio de Doenças Respiratórias e Meio Ambiente</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/simposio-doencas-respiratorias</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>As  doenças respiratórias são muito comuns em crianças, sendo responsáveis  por elevada morbimortalidade. Grande parte desse impacto se dá por  fatores ambientais.<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></span></p>
<p style="text-align:start; "><span>Neste  seminário, participantes nacionais e de reconhecida expertise abordarão  o tema com apresentações e discussões sobre a epidemiologia atual  dessas doenças e sua relação com fatores  ambientais. Novos métodos de investigação epidemiológica serão  discutidos, assim como ensinamentos de estudos de coorte em andamento e  perspectivas para a pesquisa nessa área.<span style="text-decoration: underline;"></span><span style="text-decoration: underline;"></span></span></p>
<p><span>O evento é voltado para profissionais da área da saúde e áreas afins.</span></p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento em <span></span><span><a href="https://youtu.be/gVsbDpO6G7E" target="_blank">https://youtu.be/gVsbDpO6G7E</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Saúde Infantil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Covid-19</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-11-17T12:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/saude-da-mulher">
    <title>Observatório de novo grupo tratará de aspectos que afetam a saúde da mulher</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/saude-da-mulher</link>
    <description>Grupo de estudos planejará e criará Observatório da Saúde da Mulher com o objetivo de contribuir com a formulação de políticas públicas que atendam a todos os aspectos ligados à saúde feminina.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><dl class="image-right captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mulher-correndo-em-parque/image" alt="Mulher correndo em parque" title="Mulher correndo em parque" height="390" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Observatório tratará de questões físicas, mentais, socioculturais e econômicas ligadas à saúde da mulher</dd>
</dl></p>
<p>A discussão de estratégias que mitiguem as diversas condições que afetam a saúde e a qualidade de vida das mulheres agora conta com um novo fórum, o Grupo de Estudos de Saúde da Mulher, criado em março no IEA. O grupo pretende planejar e implantar um observatório destinado ao mapeamento e tratamento de dados multidisciplinares que possam apoiar a tomada de decisões por gestores dos setores público e privado e do terceiro setor.</p>
<p>Segundo os proponentes do grupo, o Observatório de Saúde da Mulher “favorecerá a construção de um plano para realizar a cartografia da saúde da mulher em suas várias facetas, criando elos robustos com a sociedade, embasados em dados qualificados para a elaboração de políticas públicas”. Para tanto, a abordagem interdisciplinar deve contar com a participação de pesquisadores das áreas da saúde, engenharia, humanidades e ciências exatas e sociais.</p>
<p>A meta é a compreensão da saúde da mulher em seu macrocontexto, abrangendo de forma integrada seus aspectos físicos, mentais, socioculturais e econômicos e levando em conta a agenda de debates em torno da igualdade e oportunidades em políticas de gêneros.</p>
<p>Para esse fim, o observatório será estruturado em 11 eixos temáticos:</p>
<ul>
<li>Saúde da Mulher à Flor da Pele – A Interface com a Dermatologia;</li>
<li>Observatório de Saúde Bucal da Mulher</li>
<li>Observatório da Saúde Mental da Mulher;</li>
<li>Oncologia e a Saúde da Mulher;</li>
<li>O Coração e a Saúde da Mulher;</li>
<li>Saúde da Mulher Trans;</li>
<li>Saúde da Mulher, Estilo de Vida e Bem-Estar;</li>
<li>Violência Sexual e Doméstica;</li>
<li>A Sexualidade nas Fases da Evolução Biológica da Mulher;</li>
<li>Meio Ambiente e As suas Interfaces com a Saúde da Mulher;</li>
<li>Saúde da Mulher e Arte (com a participação do grupo teatral de contação de estórias <a class="external-link" href="https://www.instagram.com/ciaascles/">As Clês</a> e do artista plástico <a class="external-link" href="https://www.instagram.com/jameskudo/">James Kudo</a>).</li>
</ul>
<p>Além da criação do Observatório de Saúde da Mulher, os outros objetivos principais do grupo são:</p>
<ul>
<li>fornecer métodos de acesso fácil a informações baseadas em evidências, bem como promover campanhas preventivas sobre conscientização de saúde e seus impactos;</li>
<li>disseminar para o público em geral a importância da condição de mulher saudável como requisito para sua plena participação em todos os âmbitos da sociedade e impacto positivo em sua qualidade de vida, com ênfase na eliminação de estigmas, tabus e leque de preconceitos que perpetuam as inequidades de gênero;</li>
<li>apoiar a causa da mulher no climatério, promovendo a popularização de estudos científicos como ferramenta imprescindível aos processos de discernimento e conscientização sobre os aspectos ligados à essa condição;</li>
<li>propiciar capacitações técnicas e/ou científicas em saúde da mulher nas modalidades presencial e a distância (teleorientação e telemonitoramento);</li>
<li>promover articulações diretas com outros grupos do Instituto, como o de <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-espaco-urbano-e-saude" class="external-link">Espaço Urbano e Saúde</a> e o grupo de trabalho em gênero do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/tribunal-de-contas-do-municipio-de-sao-paulo/observatorio-de-politicas-publicas" class="external-link">Observatório de Políticas Públicas</a> (parceria entre o IEA e o Tribunal de Contas do Município de São Paulo), e com organizações não governamentais.</li>
<li>interagir com os formuladores e gestores de políticas públicas e/ou privadas no Brasil e no exterior, especialmente com a Organização Mundial da Saúde e a Organização Panamericana de Saúde, de forma a colaborar com a construção e disseminação de conhecimento científico com impacto em políticas de forma universal, equânime, descentralizada e permanente.</li>
</ul>
<p>O grupo conta o apoio da <a href="https://www.al.sp.gov.br/alesp/frentes-parlamentares-detalhe/?idFrente=3901">Frente Parlamentar da Saúde Bucal da Mulher</a> da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), do hospital e centro de pesquisa <a href="https://accamargo.org.br/">A.C. Camargo Cancer Center</a> e de organizações não governamentais, como o <a href="https://umnovoolhar.org/">Instituto Um Novo Olhar</a>, dedicado ao tratamento médico gratuito a mulheres vítimas de violência doméstica.</p>
<p>Os trabalhos resultarão em diagnósticos por meio de discussões sobre as demandas oriundas das deficiências atuais que venham a ser detectadas pelo observatório. As análises críticas serão resultado de dinâmicas de grupo e estudos de desempenho. As atividades educacionais, teóricas e práticas, compreenderão aulas, palestras, workshops, e seminários, nos níveis de graduação, pós-graduação e extensão.</p>
<p>As atividades demandarão também a criação e produção de material iconográfico para aplicações em: treinamento de recursos humanos; disponibilização de conteúdos multimídia, inclusive via redes socais; biblioteca digital; e intercâmbio com outras instituições via videoaula, videoconferências, webinars e live webcasts.</p>
<p><dl class="image-left captioned" style="width:500px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/program-saude-da-mulher-de-brasilia-2023/image" alt="Programa Saúde da Mulher de Brasília - 2023" title="Programa Saúde da Mulher de Brasília - 2023" height="312" width="500" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:500px;">Grupo pretende contribuir com a elaboração de políticas públicas que promovam a saúde feminina; na foto, ação do Programa Saúde da Mulher, do governo do Distrito Federal, em 2023 </dd>
</dl>A proposta do grupo está lastreada em dois Projetos Temáticos Fapesp. Um deles, sobre <a class="external-link" href="https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/109000/efeitos-extrareprodutivos-da-melatonina-sobre-o-sistema-genital-e-mamario/">efeitos extrarreprodutivos da melatonina sobre o sistema genital e mamário</a>, é coordenado por <a class="external-link" href="https://observatorio.fm.usp.br/cv/?r=44488%7CJR,%20Jose%20Maria%20Soares">José Maria Soares Junior</a>, professor associado do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina (FM) da USP. O outro está sendo analisado pela fundação e tem como coordenadora <a class="external-link" href="https://site.fo.usp.br/pessoas/docentes/silvia-vanessa-lourenco/">Silvia Vanessa Lourenço</a>, professora associada do Departamento de Estomatologia da Faculdade de Odontologia (FO) da USP. Os dois são coordenadores adjuntos do novo grupo, que tem como coordenador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/edmund-baracat" class="external-link">Edmund Chada Baracat</a>, professor titular do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da FM-USP.</p>
<p>Os membros permanentes do grupo são de diversos departamentos, Hospital das Clínicas e Instituto do Coração (Incor) da FM-USP, da Escola de Comunicações e Artes (ECA), da Faculdade de Odontologia (FO), da Supervisão Técnica de Saúde Lapa-Pinheiros da Prefeitura de São Paulo, do A.C. Camargo Cancer Center e do Instituto Um Novo Olhar.</p>
<p>Também integram o grupo nove pesquisadores colaborados da FM-USP, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, da Escola Politécnica, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, do Instituto de Matemática e Estatística e do Instituto de Ciências Biomédicas.</p>
<p>Os trabalhos do grupo deverão resultar em artigos científicos e técnicos, guias para profissionais de educação, saúde e público geral, matérias jornalísticas, boletins para a Rádio USP e eventos diversos, além de publicações no <a class="external-link" href="https://www.instagram.com/salivando.usp/">Projeto Salivando</a> e podcasts no site <a class="external-link" href="https://sites.usp.br/menopausando/">Menopausando</a> e construção do Portal Menstruando.</p>
<p>Outros resultados esperados são a preparação de projetos de pós-graduação (mestrado, doutorado e mestrado profissionalizante), ações educativas sobre saúde da mulher nas várias esferas sociais, elaboração de projetos de cursos de extensão e estudos de viabilidade (subprojetos a serem propostos pelos pesquisadores para obtenção de fomento.</p>
<p>É prevista ainda a produção de um livro com depoimentos de mulheres e ilustrado com trabalhos produzidos por elas em encontro no Centro de Preservação Cultura Casa da Dona Yayá, da USP, sob a orientação do artista plástico James Kudo).</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"><i>Fotos (a partir do alto): <a class="external-link" href="https://www.flickr.com/photos/garryknight/6207101524">Garry Knight/Flickr</a>; Governo do Distrito Federal</i></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulher</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-04-08T16:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/substancias-altamente-prejudiciais-a-saude-estao-presentes-em-diversos-produtos-apontam-especialistas">
    <title>Substâncias altamente prejudiciais à saúde estão presentes em diversos produtos, apontam especialistas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/substancias-altamente-prejudiciais-a-saude-estao-presentes-em-diversos-produtos-apontam-especialistas</link>
    <description>Os desreguladores endócrinos (DE’s), como são chamados, são substâncias — ou misturas de substâncias — capazes de alterar funções do sistema endócrino tanto do indivíduo contaminado quanto de seus descendentes. O tema foi tratado em um evento realizado no IEA-USP no dia 12 de novembro.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/elaine-frade-costa-jose-eli-da-veiga-e-maria-izabel-chiamolera/@@images/fea449fe-c193-4fbc-8683-d18e15576e62.jpeg" alt="Elaine Frade Costa, José Eli da Veiga e Maria Izabel Chiamolera" class="image-inline" title="Elaine Frade Costa, José Eli da Veiga e Maria Izabel Chiamolera" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Da esquerda para a direita: Elaine Frade Costa, José Eli da Veiga e Maria Izabel Chiamolera</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Especialistas de diversas áreas do conhecimento têm voltado suas atenções para uma classe de compostos químicos ainda pouco estudados, mas que apresentam alto risco para os seres humanos. Os desreguladores endócrinos (DE’s), como são chamados, são substâncias — ou misturas de substâncias — capazes de alterar funções do sistema endócrino tanto do indivíduo contaminado quanto de seus descendentes. O que preocupa os especialistas é que eles estão presentes em diversos produtos usados diariamente, como maquiagens, artigos de higiene, alimentos, latas de alumínio, plásticos, borrachas e espumas.</p>
<p dir="ltr">Esses compostos podem estar diretamente relacionados a casos de obesidade, doenças do trato reprodutivo e alguns tipos de câncer, segundo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/elaine-frade-costa">Elaine Frade Costa</a>, médica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina (HCFM) da USP.</p>
<p dir="ltr">Apesar de o termo “desregulador endócrino” ter sido cunhado somente em 1991, os efeitos destas substâncias já têm sido observados há quase 50 anos, contou a endocrinologista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-izabel-chiamolera">Maria Izabel Chiamolera</a>, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), durante um evento realizado no dia 12 de novembro no IEA-USP.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/conversa-sobre-desreguladores-endocrinos-12-de-novembro-de-2018" class="external-link">Fotos</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/conversa-sobre-desreguladores-endocrinos" class="external-link">Vídeo</a></p>
<p><span><strong>Veja também: </strong><br /><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/infertilidade-masculina-esta-associada-a-poluicao-do-ar-agrotoxicos-e-tabagismo" class="external-link">Infertilidade masculina está associada à poluição do ar, agrotóxicos e tabagismo</a></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Elaine e Maria Izabel fizeram exposições no encontro <i>Conversa sobre Desreguladores Endócrinos</i>, que tinha como finalidade entender melhor a atuação dos DE’s e as reais ameaças que eles apresentam para a saúde humana. Entusiasta do assunto, o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eli-da-veiga">José Eli da Veiga</a>, do Instituto de Energia (IEE) e Ambiente da USP, foi o responsável pela organização e moderação do evento.</p>
<p dir="ltr">Em 1937, muito antes de o termo “desregulador endócrino” ser criado, uma substância chamada Dietilestilbestrol passou a ser comumente usada por mulheres por apresentar efeito antiabortivo. “Um estudo realizado no início da década de 1970, entretanto, descobriu que a droga causou um tipo raro de câncer vaginal nas filhas dessas gestantes”, contou Maria Izabel. Segundo ela, o caso foi o primeiro a ser registrado pela comunidade científica internacional e abriu caminho para outras pesquisas mais profundas sobre o tema.</p>
<p dir="ltr"><strong>O que são DE’s?</strong></p>
<table class="tabela-direita-400-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><span>As principais substâncias</span></h3>
<div id="_mcePaste"><strong>• PBDE’s</strong> - Retardantes de Chama Bromados - <i>Encontrados em plásticos, espumas, materiais de construção, carpetes, estofamento, etc.<br /></i></div>
<div id="_mcePaste"><strong>• PCB’s </strong>- Bifenilas Policlorinadas - <i>Encontradas em líquidos de transformadores, capacitores e outros componentes elétricos. Foram banidos nos EUA em 1977 e no Brasil em 1981.<br /></i></div>
<div id="_mcePaste"><strong>• BPA</strong> - Bisfenol A - Monômero plástico usado na produção  do policarbonato plástico.<i> Encontrado em plásticos de cozinha, mamadeira, garrafas recicláveis e superfície interna de latas.<br /></i></div>
<div id="_mcePaste"><strong>• Triclosan</strong> - Agente antibactericida e antifúngico - <i>Encontrado em produtos de higiene, plásticos e tecidos.<br /></i></div>
<div id="_mcePaste"><strong>• Organotinas</strong> - <i>Encontradas em fungicidas agrícolas, venenos contra roedores, pinturas para navios e redes de pesca.<br /></i></div>
<div id="_mcePaste"><strong>• Estirenos</strong> - <i>Usados na produção de plásticos, resinas e borrachas.</i></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">O termo foi oficializado em 1991, durante a <i>Wingspread Conference — World Wild Life</i>, organizada pela zoóloga americana Theodora Colborn. “Desregulador endócrino” passou, então, a descrever alterações provocadas por agentes químicos nos sistemas reprodutivos de diversas espécies de animais, principalmente aves, peixes e jacarés.</p>
<p dir="ltr">Depois do evento, diversas outras conferências foram organizadas nos EUA e na Europa para compreender a atuação dos DE’s sob outras perspectivas, como da toxicologia, farmacologia, ecologia, oceanografia, entre outras. “O estudo dos desreguladores endócrinos transcende a medicina, porque é necessário saber muito bem o que está acontecendo em todos os ecossistemas para compreender os efeitos apresentados”, explicou Maria Izabel.</p>
<p dir="ltr">A partir de então, um número crescente de compostos foi inserido na categoria de “desreguladores endócrinos”. Os efeitos dos desreguladores sobre os hormônios são diversos: podem mimetizar ou neutralizar seu efeito, atrapalhar sua produção, liberação e metabolização, e interferir no sistema de sinalização hormonal, contou a endocrinologista da SBEM.</p>
<p dir="ltr">Apesar do conhecimento já adquirido, Maria Izabel ressaltou que as pesquisas sobre os efeitos destas substâncias ainda são muito recentes e, portanto, não têm respostas definitivas. “O maior agregador de produção científica voltado para a área médica, o PubMed, registra os primeiros artigos sobre DE’s em 1995”, explicou. “As pesquisas começaram a ser realizadas em larga escala a partir de 2006.”</p>
<p dir="ltr">Além disso, algumas características dos desreguladores tornam os estudos mais lentos, difíceis e ambíguos. Para Maria Izabel, o efeito transgeracional das substâncias em questão é uma dessas características. “Assim como o Dietilestilbestrol demorou décadas para ser percebido como prejudicial à saúde e proibido, uma série de químicos nocivos que foram largamente usados no século passado devem começar a apresentar seus efeitos agora”, comentou. Outras consequências são ainda mais difíceis de acompanhar, uma vez que não acometem o indivíduo contaminado, mas sim sua prole, como no caso do Dietilestilbestrol.</p>
<p dir="ltr">De acordo com Elaine, os efeitos demoram a se manifestar em parte porque as substâncias se acumulam no corpo, permanecendo em estado de latência. “Os desreguladores endócrinos apresentam baixa solubilidade em água, mas alta em lipídeos”, explicou. “Isso faz com que essas substâncias se depositem e fiquem armazenadas nos tecidos adiposos da pessoa.”</p>
<p dir="ltr">Outra particularidade dos DE’s é o fato de serem mais agressivos durante um intervalo temporal chamado de “janela de susceptibilidade”, contou a médica do HCFM. Segundo ela, o lapso entre o período intrauterino e o fim da adolescência é o de maior vulnerabilidade: “Nesse intervalo as células estão em constante transformação e, consequentemente, mais suscetíveis à ação dos desreguladores”.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/elaine-frade-costa/@@images/3523c4d7-a4f8-4886-8bcd-30515341d3a9.jpeg" alt="Elaine Frade Costa" class="image-inline" title="Elaine Frade Costa" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Elaine Frade Costa: "Existe um impacto negativo das condições ambientais nos sistemas reprodutores feminino e masculino”</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><strong>Estudos e evidências</strong></p>
<p dir="ltr">Com a intensificação das pesquisas, surgiram novas ocorrências que podem estar relacionadas à ação dos desreguladores endócrinos. Para os especialistas, a relação de causa e efeito é relativamente simples. Eles entendem que, quando alterações fisiológicas geralmente relacionadas a predisposições genéticas são registradas sem alteração nos genes, há um claro indício de interferência ambiental. Estes efeitos que transcendem propensões genéticas são chamados de “epigenéticos”.</p>
<p dir="ltr">Maria Izabel participou de uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), no Paraná, que estudou possíveis efeitos epigenéticos de agrotóxicos. A análise tinha como foco a ação de herbicidas a base de glifosato (substância herbicida mais usada no mundo) nas funções tireoidianas de camundongos. Segundo a endocrinologista, o glifosato atua suprimindo um hormônio que não ocorre em seres humanos e, portanto, era tratado como “inofensivo” pela indústria. Em 2015, entretanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a substância como “provavelmente carcinogênica em humanos”.</p>
<p dir="ltr">No fim do estudo, o grupo de pesquisa da Unicentro observou importantes alterações nas gônadas dos ratos expostos ao glifosato, com redução dos índices de fertilidade, enquanto o grupo da Unifesp confirmou deformações na metabolização dos hormônios tireoidianos dos mesmos indivíduos. Segundo Maria Izabel, o quadro se assemelhava bastante a um caso de hipotireoidismo.</p>
<p dir="ltr">Elaine, por sua vez, orientou uma pesquisa que relacionava a poluição atmosférica da capital paulista à desregulação endócrina. O estudo foi realizado com o apoio do Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental (Lapae) da FMUSP e observou o impacto da poluição no sistema reprodutivo de camundongos. A pesquisa comprovou, segundo a médica, que a exposição ao material particulado fino da atmosfera paulistana alterou a morfologia testicular e o número de espermatozóides dos indivíduos.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/maria-izabel-chiamolera/@@images/01e4eed6-6b61-4198-9817-89c4979d868d.jpeg" alt="Maria Izabel Chiamolera" class="image-inline" title="Maria Izabel Chiamolera" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Maria Izabel Chiamolera: "Para alcançar resultados efetivos, precisamos tomar mais atitudes como sociedade"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><strong>Regulamentação e prevenção</strong></p>
<p dir="ltr">José Eli ressaltou que apesar de ser um tema consolidado em diversos setores da comunidade científica internacional e objeto de discussões recorrentes da SBEM, os desreguladores endócrinos não têm recebido grande atenção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que deveria supervisionar os debates. Segundo ele, uma busca no site da agência pelo termo “desregulação endócrina” não apresenta resultados.</p>
<p dir="ltr">Outras agências reguladoras internacionais já se posicionaram, de acordo com Maria Izabel. Ela lembrou, entretanto, que alguns membros da comunidade científica engajada na conscientização sobre os efeitos danosos dos DE’s veem os posicionamentos de alerta como “brandos demais”. “O problema é que as agências querem resultados mais consistentes do que podemos entregar, porque pesquisar desreguladores endócrinos não é nada fácil”, completou.</p>
<p dir="ltr">Em dezembro de 2015, a Sociedade Americana de Endocrinologia formalizou algumas recomendações para conter os efeitos dos DE’s, reiteradas por Maria Izabel durante o encontro: educar o público, a mídia e os políticos, buscar parcerias na indústria a fim de criar produtos menos tóxicos, incentivar pesquisas internacionais e grupos de pesquisa mais coesos, e determinar quanta evidência é necessária para as pesquisas.</p>
<p dir="ltr">Ela considera ser muito difícil tomar atitudes individuais para driblar os efeitos nocivos dos DE’s, uma vez que eles nos cercam de diversas maneiras e em vários ambientes. “Para alcançar resultados efetivos, precisamos tomar mais atitudes como sociedade”, alertou.</p>
<p dir="ltr"><span class="discreet">Fotos: Mairê Ferraz/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-11-29T20:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/programa-usp-cidades-globais-integra-8a-virada-sustentavel-com-seminarios-sobre-crise-hidrica-e-saude">
    <title>Programa USP Cidades Globais integra 8ª Virada Sustentável com seminários sobre crise hídrica e saúde</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/programa-usp-cidades-globais-integra-8a-virada-sustentavel-com-seminarios-sobre-crise-hidrica-e-saude</link>
    <description>O programa USP Cidades Globais do IEA promoverá dois seminários para compor a programação da 8ª Virada Sustentável, que acontecerá em São Paulo. Os eventos serão realizados nos dias 25 e 26 de agosto, a partir das 11h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/crise-hidrica" alt="Crise hídrica" class="image-inline" title="Crise hídrica" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>O programa </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/programas-e-projetos-atuais/usp-cidades-globais" class="external-link">USP Cidades Globais</a><span> do IEA promoverá dois seminários para compor a programação da </span><a class="external-link" href="https://www.viradasustentavel.org.br/">8ª Virada Sustentável</a><span>, que acontecerá em São Paulo. Os eventos, que serão realizados nos dias </span><strong>25 e 26 de agosto, a partir das 11h</strong><span>, pretendem debater dois temas de igual interesse público: as crises hídricas da cidade de São Paulo e os elementos que afetam a saúde de populações urbanas. As discussões propostas se alinham ao mote geral da Virada deste ano: “Um olhar para o futuro”.</span></p>
<p><span>Ambos os encontros serão realizados no Auditório do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP, no Parque Ibirapuera. Os seminários são públicos e gratuitos, sem necessidade de inscrição para participar. <br />É possível também acompanhar as atividades </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> <span>pela internet, sem inscrição prévia.</span></p>
<p dir="ltr">No dia 25, acontece a mesa <i>As Dimensões das Crises Hídricas em São Paulo</i>, que discute o tema com base nas pesquisas apresentadas no <i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/livro-reune-ensaios-sobre-a-crise-hidrica-de-2013-2015" class="external-link">Livro Branco da Água</a></i>, publicação do IEA organizada por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Costa Ribeiro</a>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a>, coordenador do programa USP Cidades Globais do IEA. Segundo os organizadores, o objetivo da mesa é “proporcionar um debate multi e interdisciplinar sobre os recursos hídricos na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) e a possibilidade de outra crise em um futuro próximo”. Veja a <a href="https://www.iea.usp.br/publicacoes/ebooks/livro-branco-da-agua" class="external-link">íntegra do livro</a>.</p>
<p dir="ltr">Além de Ribeiro e Buckeridge, participam também <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tercio-ambrizzi" class="external-link">Tércio Ambrizzi</a>, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jean-paul-walter-metzger" class="external-link">Jean Paul Metzger</a>, professor do Instituto de Biociências (IB) da USP e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a>, coordenador do grupo de pesquisa <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA. Todos eles contribuíram para a criação do <i>Livro Branco da Água</i>, que analisou a crise hídrica que atingiu a RMSP entre 2013 e 2015 em três seções: <i>Origens das crises hídricas em São Paulo</i>; <i>Impactos das crises hídricas em São Paulo</i>; e <i>Soluções para o futuro da água</i>.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sustentabilidade-saude" alt="Sustentabilidade - saúde" class="image-inline" title="Sustentabilidade - saúde" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>O segundo seminário, que acontece no dia 26, pretende apresentar uma forma multidimensional e sistêmica de compreender a saúde, demonstrando como diferentes fatores — ambientais, sociais e econômicos — influenciam a saúde e a qualidade de vida da população. Participam da mesa </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a><span>, médico patologista e diretor do IEA-USP, </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marco-akerman" class="external-link">Marco Akerman</a><span>, professor da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paolo-zanotto" class="external-link">Paolo Zanotto</a><span>, professor do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP e coordenador da Rede Zika, que conduz estudos sobre a doença causada pelo vírus Zika.</span></p>
<p>O conteúdo do livro <i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/problemas-das-metropoles-que-impactam-na-saude-sao-analisadas-em-novo-livro-de-paulo-saldiva" class="external-link">Vida Urbana e Saúde - Os Desafios dos Habitantes das Metrópoles</a></i> (Editora Contexto, 2018), lançado recentemente por Saldiva, será o ponto de partida do painel de mesmo nome. O diretor do IEA falará, entre outros temas, sobre ilhas de calor, (i)mobilidade, poluição, saneamento e violência. Akerman abordará a multidimensionalidade e a intersetorialidade na saúde, demonstrando como ela está presente em quase todos os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que também balizam a Virada Sustentável deste ano. Por fim, Zanotto comentará sobre as recentes pesquisa que têm sido desenvolvidas na área de virologia.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto 1: Pixabay<br />Foto 2: Valter Campanato/Agência Brasil</span></p>
<h3>Programação</h3>
<table class="invisible">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Dia 25, 11h</strong></td>
<td>
<p><strong>As Dimensões das Crises Hídricas em São Paulo</strong></p>
<p><i>Expositores:</i><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Costa Ribeiro</a> <br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoat/tercio-ambrizzi" class="external-link">Tércio Ambrizzi</a> <br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jean-paul-walter-metzger" class="external-link">Jean Paul Metzger</a> <br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a></p>
<p><i>Mediação:</i><br /><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckerige</a></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Dia 26, 11h</strong></p>
</td>
<td>
<p><span><strong>Vida Urbana e Saúde: Os Desafios dos Habitantes das Metrópoles</strong></span></p>
<div></div>
<div id="_mcePaste"><i>Exposição:</i></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva" class="external-link">Paulo Saldiva</a></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marco-akerman" class="external-link">Marco Akerman</a></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paolo-zanotto" class="external-link">Paolo Zanotto</a></div>
<div></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div><i><br />Mediação:</i></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge" class="external-link">Marcos Buckeridge</a></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<hr />
<p><i><strong>As Dimensões das Crises Hídricas em São Paulo</strong><br />Auditório do Museu de Artes Contemporânea (MAC-USP), Avenida Pedro Álvares Cabral, 1301, Vila Mariana, SP<br />25 de agosto, das 11h às 13h<br />Evento gratuito e aberto a todos os interessados, não é necessário se inscrever<br />Haverá uma transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet, que também não exige inscrição<br />Mais informações: Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/8a-virada-sustentavel" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p><i><strong>Vida Urbana e Saúde: Os Desafios dos Habitantes das Metrópoles</strong><br /><span>Auditório do Museu de Artes Contemporânea (MAC-USP), Avenida Pedro Álvares Cabral, 1301, Vila Mariana, SP</span><br /><span>26 de agosto, das 11h às 13h</span><br /><span>Evento gratuito e aberto a todos os interessados, não é necessário se inscrever</span><br /><span>Haverá uma transmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a><span> pela internet, que também não exige inscrição</span><br /><span>Mais informações: Sandra Sedini (</span><a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a><span>), telefone (11) 3091-1678</span><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/8a-virada-sustentavel" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-16T20:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-remonta-metodo-primitivo-de-medicina-do-brasil-colonia">
    <title>Seminário relembra método primitivo de medicina do Brasil Colônia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/seminario-remonta-metodo-primitivo-de-medicina-do-brasil-colonia</link>
    <description>O IEA-USP realizará o seminário "As Medicinas no Brasil Colonial a Partir de Três Manuais Setecentistas", no dia 21 de setembro, a partir das 11h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p dir="ltr"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/as-medicinas-no-brasil-colonial" alt="As Medicinas no Brasil colonial" class="image-right" title="As Medicinas no Brasil colonial" />Durante os primeiros séculos da colonização portuguesa no Brasil, o acesso a tratamentos médicos era praticamente restrito às regiões costeiras, historicamente mais ricas e populosas. Era usual para os moradores interioranos, portanto, recorrer a manuais médicos escritos por cirurgiões diplomados para curar suas doenças. Para apresentar as particularidades desta forma primitiva de assistência médica, o IEA-USP realizará o seminário <i>As Medicinas no Brasil Colonial a Partir de Três Manuais Setecentistas</i>, no dia <strong>21 de setembro, a partir das 11h</strong>.</p>
<p dir="ltr">O evento é aberto ao público, mas os interessados em participar presencialmente devem se <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfBQe1BcM8CbWFN3zS8OBj0b6dZVk_7zIG3EDjxF47E2lg-fA/viewform">inscrever</a>. Para acompanhar <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet não é necessário se inscrever.</p>
<p dir="ltr">Como sugere o nome do encontro, serão analisados dois tratados médicos do século 18 com o intuito de compreender o contexto de produção das obras e as referências científicas tomadas por seus autores como fundamentais. A exposição será conduzida por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-carolina-de-carvalho-viotti">Ana Carolina de Carvalho Viotti</a>, historiógrafa do Centro de Documentação e Apoio à Pesquisa Histórica (CEDAPH) da Unesp de Bauru, com mediação de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gildo-magalhaes-dos-santos">Gildo Magalhães dos Santos Filho</a>, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e coordenador do grupo de pesquisa <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/khronos-historia-da-ciencia-epistemologia-e-medicina">Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</a> do IEA.</p>
<p dir="ltr">Um dos livros explorados será <i>Erário Mineral</i>, de Luís Gomes Ferreira, editado pela primeira vez em 1735. O tratado reúne as principais experiências práticas de Ferreira na capitania de Minas Gerais e é uma das primeiras obras de medicina brasileira a ser escrita em português. O autor também relata as doenças mais recorrentes na região e os tratamentos mais eficientes para cada <br />uma delas.</p>
<p>O extenso título do segundo livro traz a síntese de seu conteúdo: <i>Governo de Mineiros mui necessário para os que vivem distantes de professores, seis, oito, dez e mais léguas, padecendo por esta causa os seus domésticos e escravos, queixas que pela dilação dos remédios se fazem incuráveis, e as mais das vezes mortais</i>. O tratado, escrito em 1770 por José Antonio Mendes, usa uma linguagem acessível para auxiliar no tratamento e medicação de pessoas que viviam em locais afastados, longe de assistência médica.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Montagem: Nikolas Suguiyama/IEA-USP</span></p>
<p> </p>
<hr />
<p> </p>
<p><i> </i></p>
<p dir="ltr"><i><strong>As Medicinas no Brasil Colonial a Partir de Três Manuais Setecentistas</strong><br />21 de setembro, das 11h às 13h<br />Sala Alfredo Bosi, rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito e aberto a todos os interessados, mediante <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfBQe1BcM8CbWFN3zS8OBj0b6dZVk_7zIG3EDjxF47E2lg-fA/viewform">inscrição</a> prévia<br />Para assistir <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever<br />Mais informações: Cláudia Regina Pereira (<a href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1686<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/as-medicinas-no-brasil">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Khronos: História da Ciência, Epistemologia e Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-08-30T20:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/reducao-de-custos-e-fixacao-de-profissionais-sao-beneficios-da-telemedicina">
    <title>Redução de custos e fixação de profissionais são benefícios da telemedicina</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/reducao-de-custos-e-fixacao-de-profissionais-sao-beneficios-da-telemedicina</link>
    <description>Série especial do USP Analisa entrevista docente da FMRP sobre importância desse recurso</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-5af9215f-7fff-9410-1ccf-e1a8ed09f612"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/heart1698840_1280.jpg/@@images/36e47476-7d71-4fbf-bfa7-124017f39a5f.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />Ferramenta bastante difundida nos tempos atuais em virtude da necessidade de isolamento social trazida pela pandemia de covid-19, a telemedicina também pode ser usada para agilizar o atendimento e melhorar a qualidade do Sistema Único de Saúde (SUS). Na segunda parte do especial do USP Analisa sobre esse tema, o docente da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP Paulo Mazzoncini de Azevedo Marques detalha esses benefícios.</span></p>
<p dir="ltr"><span> </span>Marques explica que o SUS funciona dentro de um modelo de pirâmide em relação aos níveis de atendimento. Existem a atenção primária, que está mais próxima à população e localizada em regiões menores; a atenção secundária, que abrange centros de referência em locais específicos; e o último nível, com hospitais altamente especializados em grandes centros. Por isso, quando o paciente precisa de um atendimento mais específico, pode ser necessário que ele se desloque para outra cidade.</p>
<p dir="ltr"><span>“Nesse aspecto, o apoio de programas como o Telessaúde Brasil Redes pode minimizar o processo. Já está comprovado que uma boa parte do atendimento pode ser resolvido localmente, desde que você tenha o apoio de um profissional que está lá no hospital e que tenha a formação específica. Então o especialista apoia o médico de saúde da família e o médico de saúde da família, ao invés de mandar o paciente para o hospital, resolve a grande parte dos problemas ali mesmo. Você diminui problemas de deslocamento e diminui custos tanto para o sistema de saúde como para o próprio usuário”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Outro importante benefício trazido pela telemedicina, segundo ele, é a fixação de profissionais de saúde em locais mais distantes, já que muitos recusam a oferta de empregos em cidades do interior do País por receio quanto a dificuldades de trabalho e oportunidades de atualização.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Se você tem esse processo de apoio através de telessaúde e telemedicina, olhando agora não só o cuidado, mas também a questão da educação, da formação continuada, você aumenta essa chance. Se o profissional estiver em uma cidade onde a unidade básica de saúde em que ele trabalha tem acesso, por exemplo, a um núcleo da Rede Universitária de Telemedicina (RUTE), mesmo remotamente ele vai ter acesso a profissionais qualificados e material também para continuar seu estudo e fazer sua atualização. Isso, de certo modo, melhora a atração de profissionais qualificados para regiões mais remotas”, afirma o docente.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A segunda parte da entrevista vai ao ar nesta quarta (11), a partir das 18h05, com reapresentação no domingo (15), às 11h30. O programa também pode ser ouvido pelas plataformas de </span><span>streaming</span><span> </span><a href="https://podcasts.apple.com/br/podcast/jornal-da-usp/id1451609458"><span>iTunes</span></a><span> e </span><a href="https://open.spotify.com/show/5YsTgKLnwJiGor1AqqxYpV"><span>Spotify</span></a><span>.</span></p>
<p><span>O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o programa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Telemedicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-11T17:30:10Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/ercas-2021">
    <title>VIII Escola Regional de Computação Aplicada à Saúde</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/ercas-2021</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>A Escola Regional de Computação Aplicada à Saúde (ERCAS) é um evento realizado pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC) desde 2013. A ERCAS tem por objetivo disseminar, discutir as metodologias e promover a integração entre profissionais, professores, alunos de graduação e pós-graduação em cursos de computação e engenharia, e  da área da saúde como a Medicina, Biomedicina, Neurologia, Cardiologia, Radiologia, Gestão Hospitalar, Enfermagem, entre outros. A escola tem papel importante na formação interdisciplinar de profissionais destas áreas, fomentando a colaboração entre as mesmas.</span></p>
<p><span>A oitava edição da ERCAS 2021 acontece de forma virtual de </span><span>26 a 29 de Agosto </span><span>na Universidade de São Paulo. Na escola  pretende-se desenvolver atividades voltadas a diversos temas aplicados à saúde, dentre os quais destacam-se: inteligência artificial aplicada à saúde,  processamento de sinais imagens médicas para diagnóstico auxiliado por computador, sistemas de apoio à decisão clínica, sistemas de apoio à reabilitação, Internet das Coisas aplicada à Saúde.</span></p>
<p>Mais informações em <a class="external-link" href="https://sites.usp.br/sp-ercas2021/">sites.usp.br/sp-ercas2021</a>.</p>
<h3>Programação</h3>
<p>Nos primeiros dois dias do evento (26 e 27 de agosto), serão realizados minicursos, palestras e apresentação dos trabalhos técnicos aceitos no evento. Um <a href="https://sites.usp.br/sp-ercas2021/hackathon/">hackathon</a> será realizado nos últimos dois dias do evento (28 e 29 de agosto), atividade em que equipes se reunião para desenvolver soluções na área da saúde. Veja mais na <a href="https://sites.usp.br/sp-ercas2021/programacao/">programação do evento</a>.</p>
<h3>Realização</h3>
<p><a class="external-link" href="https://www.sbc.org.br/">Sociedade Brasileira de Computação</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/saude-planetaria-uma-abordagem-transdisciplinar-para-a-sustentabilidade-do-planeta-integrada-a-saude-humana" class="external-link">Grupo de Estudos em Saúde Planetária - IEA-USP</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudos Saúde Planetária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-08-17T20:46:03Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/14a-conferencia-internacional-em-saude-urbana-recebe-artigos-ate-17-de-marco">
    <title>14ª Conferência Internacional em Saúde Urbana recebe artigos até 31 de março</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/14a-conferencia-internacional-em-saude-urbana-recebe-artigos-ate-17-de-marco</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mobilidade-urbana/@@images/c7853f9a-2ee2-40e2-a3f0-4293e7d64bf0.jpeg" alt="Mobilidade urbana" class="image-left" title="Mobilidade urbana" />A <a class="external-link" href="http://www.icuh2017.org/">14ª Conferência Internacional em Saúde Urbana</a> (14th International Conference on Urban Health) está com chamada aberta, <strong>até 31 de março,</strong> para a submissão de artigos científicos relacionados ao tema deste ano: “Equidade em Saúde: A Nova Agenda Urbana e as Metas de Desenvolvimento Sustentável” (Health Equity: The New Urban Agenda and Sustainable Development Goals). O encontro acontece <strong>de 26 a 29 de setembro</strong> em Coimbra, Portugal.</p>
<p>Com no máximo 300 palavras e submetidos em inglês, os resumos deverão ser de artigos relacionados aos seguintes assuntos:</p>
<p><span>- Governança urbana e políticas orientadas para a equidade (Urban governance and equity-oriented policies)</span></p>
<p><span> </span><span>- Compreensão e abordagem das mudanças demográficas, epidemiológicas e da sociedade (Understanding and addressing demographic, epidemiologic and societal change)</span></p>
<p><span></span><span>- Planejamento urbano saudável, medição e métricas, dados e pesquisa (Healthy urban planning, measurement and metrics, data and research)</span></p>
<p><span></span><span>- Saúde e sustentabilidade ambiental (Environmental health and sustainability)</span></p>
<p><span></span><span>- Cuidados de saúde - acesso, serviços e qualidade (Health care - access, services and quality)</span></p>
<p><span>Caso tenha o trabalho aceito, pelo menos um dos autores deve comparecer à conferência para apresentação oral e exposição do artigo em mural. As submissões podem ser feitas </span><a class="external-link" href="http://www.icuh2017.org/submit-abstract.asp">online</a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Programa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Igualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-01-17T13:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/diabetes-exige-estilo-de-vida-mais-saudavel-dos-pacientes">
    <title>Diabetes exige estilo de vida mais saudável dos pacientes</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/diabetes-exige-estilo-de-vida-mais-saudavel-dos-pacientes</link>
    <description>Entrevistado do USP Analisa desta semana, pesquisador da USP Carlos Couri explica que convivência com doença é possível desde que haja cuidado na alimentação e prática de exercícios físicos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/USPAnalisaCarlosCouri.jpg" alt="" class="image-left" title="" />Uma doença silenciosa, que atinge cerca de 13 milhões de brasileiros e é considerada atualmente uma epidemia. Esse é o diabetes, um problema que afeta a produção de insulina, hormônio fundamental para controlar a quantidade de açúcar no sangue. Para esclarecer uma série de dúvidas que a população ainda tem sobre a doença, o USP Analisa desta semana conversa com o médico e pesquisador da Equipe de Transplante de Células-tronco da USP Ribeirão Preto Carlos Eduardo Barra Couri.<span> </span></p>
<p>Ele explica que o diabetes se manifesta de três formas. O diabetes tipo 1 atinge crianças, adolescentes e pessoas magras e exige a aplicação diária de doses de insulina. O tipo 2 está presente em 90% dos casos e acomete idosos e adultos, em consequência de fatores genéticos, obesidade e maus hábitos alimentares. Já o tipo 3 é o diabetes gestacional, que pode ocorrer somente durante a gravidez.<span> </span></p>
<p>Segundo Couri, a doença não deve ser encarada apenas de forma negativa. “Existem pessoas para as quais o diabetes faz bem. Afinal, ele te obriga a se cuidar melhor, a se alimentar bem, não fumar, praticar atividades físicas regularmente. O paciente precisa aprender a conviver com isso”.<span> </span></p>
<p>É o caso do funcionário da prefeitura do campus da USP Ribeirão Preto, José Leandro Rosa, que também participa do programa. Ele descobriu que tinha diabetes tipo 1 aos 20 anos e hoje, aos 52, procura se cuidar. “A convivência às vezes é difícil, mas a gente se acostuma. Vou ao Hospital das Clínicas a cada três meses para acompanhamento e também faço contagem de carboidratos”, conta ele.<span> </span></p>
<p>Couri vai discutir ainda as pesquisas mais recentes no tratamento do diabetes, que envolvem terapia com células-tronco e até o uso de um pâncreas artificial. O programa vai ao ar nesta sexta (17), a partir das 12 horas. O <a class="external-link" href="http://ribeirao.usp.br/?page_id=11013">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-02-15T19:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/inovacao-para-saude-humana-a-industria-de-biotecnologia-10-de-marco-de-2017">
    <title>Inovação para Saúde Humana: a Indústria de Biotecnologia - 10 de março de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/inovacao-para-saude-humana-a-industria-de-biotecnologia-10-de-marco-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>C&amp;T</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-10T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/relatorio-lancet-countdown-2023">
    <title>Relatório Lancet Countdown 2023:  Políticas de Saúde e Mudanças Climáticas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/relatorio-lancet-countdown-2023</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Lançamento do relatório <i><a class="external-link" href="https://portal.fiocruz.br/noticia/relatorio-lancet-countdown-2023-com-recomendacoes-sobre-politicas-de-saude-e-mudancas">The Lancet Countdown on Health and Climate Change Policy Brief for Brazil 2023</a></i>, no Centro de Documentação e História da Saúde (CDHS) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>
<p>Elaborado pela Lancet – renomada revista científica sobre medicina – o relatório mostra que no Brasil a saúde da população está sendo severamente impactada pelas crescentes alterações ambientais causadas pelas mudanças climáticas.</p>
<p>Assista o vídeo na íntegra: <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/live/A_0G0wQ1C2Y?feature=share">https://www.youtube.com/live/A_0G0wQ1C2Y?feature=share</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Larissa Barreto Cruz</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Estudo de Saúde Planetária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-04-24T15:25:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/genes-de-reparo-de-dna-funcoes-na-manutencao-da-estabilidade-genomica-das-celulas-tumorais-e-progressao-do-cancer">
    <title>Genes de reparo de DNA: funções na manutenção da estabilidade genômica das células tumorais e progressão do câncer</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/genes-de-reparo-de-dna-funcoes-na-manutencao-da-estabilidade-genomica-das-celulas-tumorais-e-progressao-do-cancer</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento tem como objetivo ampliar as discussões dos resultados de um estudo conduzido pela pesquisadora Valeria Valente, docente da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unesp de Araraquara, traz novas perspectivas no tratamento de um dos tipos de tumores cerebrais cancerígenos mais agressivos, os astrocitomas.</p>
<p><br />A pesquisa teve o apoio do Centro de Terapia Celular (CTC-USP) e identificou as alterações genéticas com maior potencial de promover agressividade, revelando possíveis biomarcadores de prognóstico e genes candidatos a alvos terapêuticos.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Genética</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Medicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-10-24T13:56:34Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/lancet-countdown-monitorando-o-avanco-na-saude-e-nas-mudancas-climaticas-31-de-outubro-de-2017">
    <title>Lancet Countdown: Monitorando o Avanço na Saúde e nas Mudanças Climáticas - 31 de outubro de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/lancet-countdown-monitorando-o-avanco-na-saude-e-nas-mudancas-climaticas-31-de-outubro-de-2017</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-10-31T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/mostra-utiliza-bordado-para-discutir-questoes-de-poder-no-cuidado-em-saude">
    <title>Mostra utiliza bordado para discutir questões de poder no cuidado em saúde</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/mostra-utiliza-bordado-para-discutir-questoes-de-poder-no-cuidado-em-saude</link>
    <description>“Bordar Mundos, Alinhavar Memórias”, de Calu Melo, pode ser visitada até 10 de dezembro no Espaço Cultural do IEA-RP, no campus da USP Ribeirão Preto</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-3132c696-7fff-b10a-e350-89ffbd0a0647"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy3_of_Designsemnome60.png/@@images/c408234b-1003-411b-a54d-4486be3ae908.png" alt="" class="image-left" title="" />O </span><a href="https://maps.app.goo.gl/tsB5hxMmjHAJghzK8"><span>Espaço Cultural do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP</span></a><span> recebe entre os dias 13 de novembro e 10 de dezembro a exposição “Bordar Mundos, Alinhavar Memórias”, de Calu Melo. A abertura será no dia 12 de novembro, a partir das 19h.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A mostra traz cerca de 10 obras produzidas a partir da técnica do bordado tradicional da nação de Maracatu de baque solto de uma vila em Carpina, Zona da Mata Norte de Pernambuco, local onde Calu nasceu. A prática sustenta um coletivo de artesãs e preserva modos de existência partilhados desde a “confluência” entre os saberes dos povos originários e dos povos da diáspora africana nos territórios que deram lugar à monocultura da cana de açúcar na região.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A partir da experiência como docente da USP, Calu aplica a pesquisa para desafiar </span><span>narrativas e promover o cuidado. Atua na criação de espaços colaborativos e tem engajamento em movimentos voltados aos diálogos entre a antropologia, a saúde coletiva e os “saberes ancestrais”, com foco nas políticas e poéticas da epidemia de HIV/AIDS e nas dimensões prolongadas de “sofrimento ético-político”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A exposição reúne essas experiências, articulando práticas de criação, memória e cuidado como formas de tentar, no e com o mundo, reafirmar a sabedoria popular como campo de conhecimento do “saber orgânico”. Rico em vidrilhos, miçangas e lantejoulas, o bordado se transforma em uma linguagem que costura questões de poder no cuidado em saúde à resiliência de um ofício que garante a sobrevivência e a cultura de famílias inteiras, afirmando a potência da sabedoria feminina popular como fonte de resistência e conhecimento.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Calu Melo combina uma sólida base acadêmica com o impulso inovador no campo da </span><span>Saúde e Ciências Sociais. Com doutorado em Ciências pela USP, carrega um olhar profundo sobre as intersecções entre o social, a saúde coletiva e a antropologia. Atualmente, é docente da USP, atuando na liderança de laboratórios de pesquisa social e engajamento em ativismos de saúde, com foco em temas como HIV/AIDS e as complexidades do adoecimento e sofrimento de longa duração. Também navega no universo do empreendedorismo em saúde, buscando traduzir o conhecimento científico em soluções práticas e tecnológicas que fomentam a inovação e o bem-estar social.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A visitação é gratuita e pode ser feita de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 16h30. O </span><a href="https://maps.app.goo.gl/tsB5hxMmjHAJghzK8"><span>Espaço Cultural do IEA-RP</span></a><span> está localizado no campus da USP Ribeirão Preto, na Rua Pedreira de Freitas, casa 20, próximo ao Prédio Central da Faculdade de Medicina.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações: iearp@usp.br.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>HIV</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Exposição</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>AIDS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-11-10T16:36:36Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/pesquisador-do-iea-participa-de-congresso-sobre-biomedicina-reprodutiva-no-ira">
    <title>Pesquisador do IEA participa de congresso sobre biomedicina reprodutiva no Irã</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/pesquisador-do-iea-participa-de-congresso-sobre-biomedicina-reprodutiva-no-ira</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/jorge-hallak/@@images/5dc2bc63-8baf-4b5e-b0f2-7d6c0d27216f.jpeg" alt="Jorge Hallak - Perfil" class="image-inline" title="Jorge Hallak - Perfil" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Jorge Hallak, coordenador do Grupo de Estudos em Saúde Masculina</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>O médico e coordenador do </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-estudo/grupo-de-estudos-em-saude-masculina" class="external-link">Grupo de Estudos em Saúde Masculina</a><span> do IEA, Jorge Hallak, participará do </span><a class="external-link" href="http://royancongress.com/"><i>19th Congress on Reproductive Biomedicine</i><i> do Royan Institute</i></a><span>, que acontece entre os dias 29 e 31 de agosto no Irã. Hallak, professor especialista em urologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), foi convidado para comandar duas palestras sobre os efeitos de agentes exógenos sobre a qualidade do sêmen.</span></p>
<p dir="ltr">A primeira apresentação de Hallak será feita na abertura do congresso, com o tema “Álcool, tabaco, drogas recreativas e esteroides: alterações na função testicular e qualidade do sêmen”. A segunda palestra terá como mote “O impacto de estressores ambientais e da poluição atmosférica na espermatogênese: uma abordagem epidemiológica e mecanicista”. No início deste ano, Hallak publicou um artigo que reúne os resultados de 10 anos de pesquisas sobre estes temas. Saiba mais sobre este artigo <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/infertilidade-masculina-esta-associada-a-poluicao-do-ar-agrotoxicos-e-tabagismo">nesta notícia</a>.</p>
<p dir="ltr">O Royan Institute é uma organização sem fins lucrativos, que foi fundada em 1991 como um instituto de pesquisa sobre biomedicina reprodutiva e tratamentos para infertilidade. Agora, o instituto possui três frentes de pesquisa: biologia de células tronco e tecnologia, biomedicina reprodutiva e biotecnologia. Além de Hallak, outros 13 conferencistas iranianos e 14 estrangeiros farão exposições no congresso.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biomedicina</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-26T14:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
