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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 401 to 415.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-de-educacao-basica-e-renomeada-em-homenagem-a-alfredo-bosi">
    <title>Cátedra de Educação Básica é renomeada em homenagem a Alfredo Bosi</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-de-educacao-basica-e-renomeada-em-homenagem-a-alfredo-bosi</link>
    <description>Parceria do Itaú Social com o IEA, a Cátedra criada em 2019 passa a se chamar Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-6e3aa880-7fff-66b1-897f-e00982f99393"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/alfredobosi2.jpg" alt="Alfredo Bosi" class="image-left" title="Alfredo Bosi" />A <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-de-educacao-basica" class="external-link">Cátedra de Educação Básica</a>, sediada no IEA, passará a homenagear o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/alfredo-bosi" class="external-link">Alfredo Bosi</a> alterando seu nome para <b>Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica</b>. A ideia, proposta por seus integrantes, foi anunciada pela coordenadora geral <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roseli-de-deus-lopes" class="external-link">Roseli de Deus Lopes</a> durante o evento “<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/presenca-alfredo-bosi" class="external-link">Presença de Alfredo Bosi</a>”, realizado entre os dias 24 e 27 de agosto.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“É uma forma de retribuir todo o seu legado, eternizando-o na memória dos que o conheceram, e levando o seu histórico para outras gerações”, disse Roseli, que também é vice-diretora do IEA e professora da Escola Politécnica da USP. “Se considerarmos a grandeza de Bosi, foram poucos os que tiveram a oportunidade de conhecê-lo e apreciar a sua obra em vida. Ele merece muito mais. Merece ser conhecido por muitos, e por muito tempo”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Roseli destacou a afinidade de Bosi com a temática da Cátedra e a importância de para a educação no país. "Em tempos como os que atravessamos, nós precisamos de mais humanidade, empatia, respeito, generosidade e de cultivar o sensível”, disse, “como o professor Bosi o cultivava e irradiava”.</span></p>
<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<th>Relacionado</th>
</tr>
<tr>
<td><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/morre-alfredo-bosi" class="external-link">Morre Alfredo Bosi, a erudição a serviço da sociedade </a><br /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span><b>Homenagem</b></span></p>
<p dir="ltr"><span>Criada em 2019, em uma parceria do IEA com o Itaú Social, a cátedra tem como objetivo contribuir para políticas de formação e reconhecimento do professorado da educação básica no país. Além da realização de pesquisas, eventos diversos têm sido promovidos semanalmente, como minicursos, seminários e colóquios. Todas as atividades oferecidas são gratuitas e abertas a todos os interessados — professores, pesquisadores, estudantes de licenciatura, e demais pessoas envolvidas com a área da educação.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“Os princípios que norteiam a cátedra se assemelham aos propósitos buscados por Alfredo Bosi em sua extensa e rica carreira intelectual”, afirmou <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/naomar-de-almeida-filho" class="external-link">Naomar de Almeida Filho</a>, titular da cátedra. “Por isso o desejo de homenageá-lo”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Filha do homenageado e professora do Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/viviana-bosi" class="external-link">Viviana Bosi</a> disse que a família se sente honrada e contente com a homenagem. “O IEA é um local em que os vários ramos do saber que integram a universidade dialogam e se enriquecem, sempre tendo em vista o serviço à sociedade”, diz. “Meu pai tinha um grande apreço por esses encontros frutíferos que poderiam proporcionar maior democratização do conhecimento em todos os aspectos da vida brasileira.”</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luis-carlos-de-menezes" class="external-link">Luís Carlos de Menezes</a>, coordenador acadêmico da cátedra e professor do Instituto de Física da USP, a nomeação é justa porque Bosi é o símbolo do IEA. “E ‘Avançado’ não só porque está à frente da universidade, mas porque está avançado para fora dela. É uma antena de interlocução com o mundo em que Bosi expressava essa vitalidade. Não só na revista Estudos Avançados, mas no conjunto de iniciativas que ele abrigava”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Um dos criadores da cátedra, o professor da Faculdade de Educação da USP <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoan/nilson-jose-machado" class="external-link">Nilson Machado</a> afirmou que apenas o nome de Bosi, carregado de tanto simbolismo, já justificaria a nomeação. “O centro de gravidade da Universidade sempre esteve e sempre deverá estar na cultura. E Bosi é um sinônimo de cultura”, disse.</span></p>
<p dir="ltr"><b><span>Bosi e a educação</span></b></p>
<p dir="ltr"><span>Alfredo Bosi se debruçou sobre as questões que envolvem a educação no Brasil. Viviana explica que ele “estudou as constituições brasileiras no que tange ao ensino público e buscou compreender as diferenças e entrelaçamentos entre cultura erudita, popular e de massa”, além de ter publicado diversos artigos sobre os principais problemas da escola pública brasileira.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais do que isso, Bosi procurava intervir no debate com uma firme defesa da escola pública de qualidade. Viviana lembra que um dos textos de pai se chama “Proletário do Giz”, pois ele se indignava com a remuneração e as condições de trabalho dos professores do ensino fundamental e médio no país. Para reverter este quadro, Bosi sempre foi a favor de uma verba assegurada pela legislação federal para garantir a qualidade da educação pública.</span></p>
<p dir="ltr"><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-meira-monteiro" class="external-link">Pedro Meira Monteiro</a>, professor de literatura brasileira na Universidade de Princeton, EUA teve uma convivência próxima com Bosi. Em junho deste ano, ele publicou na Revista Piauí </span><span>um ensaio a respeito de sua vida e obra, intitulado “Crítica com Alma”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Convidado pela Cátedra para participar de uma reunião em julho, Monteiro comentou sobre a ideia de homenagear o mestre, lembrando que o aspecto pedagógico é muito destacado na obra de Bosi. “Ele sempre esteve a par das discussões sobre políticas públicas de educação”, disse durante o encontro. “Para ele, a discussão e a análise dessas políticas significava uma busca de casos que pudessem expressar onde as mudanças estavam acontecendo”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Monteiro foi indagado por outro dos criadores da cátedra, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lino-de-macedo" class="external-link">Lino de Macedo</a>, professor do Instituto de Psicologia da USP, sobre quais seriam as três razões que justificariam o tributo. Monteiro respondeu que a primeira seria a trajetória e a relação de Bosi com a extensão e com o mundo da licenciatura, lembrando do livro “História Concisa da Literatura Brasileira”. Para ele, Bosi desejava, com a publicação, chegar até os professores de ensino básico, trazendo a literatura para o ensino contemporâneo e para a formação de docentes.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O segundo ponto seria a relação de Bosi com os seus alunos de letras, que, segundo Monteiro relembrou, era pautada por uma grande preocupação com a formação docente. “Para ele não havia distinção entre os que pretendiam seguir na academia e os que desejavam ser professores no ensino básico. Ele tinha a mesma atenção e carinho por todos”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A terceira razão seria a militância de Bosi na USP e no IEA em relação ao tema da educação. “Ele dedicou vários dossiês da Revista Estudos Avançados ao tema, abarcando discussões amplas”, finalizou.</span></p>
<p dir="ltr"><span><b>Alfredo Bosi</b></span></p>
<p dir="ltr"><span>Nascido em 26 de agosto de 1936 e morto no dia 7 de abril de 2021, Alfredo Bosi ocupa posição de destaque na vida cultural brasileira, tendo publicado 16 livros, entre os quais clássicos como "História Concisa da Literatura Brasileira", "O Ser e o Tempo da Poesia" e "Dialética da colonização", estudo que conquistou um lugar legítimo ao lado das grandes interpretações do Brasil.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Sua carreira acadêmica desenvolveu-se integralmente na Universidade de São Paulo, onde tornou-se docente da então Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras em 1959 e, em 1985, professor titular em literatura brasileira. No IEA, foi diretor de 1998 a 2001, vice-diretor de 1987 a 1997, e editor da revista Estudos Avançados de 1989 a 2019. Foi o sétimo ocupante da Cadeira nº 12 da Academia Brasileira de Letras, para a qual foi eleito em 20 de março de 2003.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: right; "><i>Com colaboração de Daniel Terra</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Nelson Niero Neto</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-09-01T13:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-alfredo-bosi-de-educacao-basica-e-a-undime-assinam-acordo-de-cooperacao-tecnica">
    <title>Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica e Undime assinam acordo de cooperação técnica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/catedra-alfredo-bosi-de-educacao-basica-e-a-undime-assinam-acordo-de-cooperacao-tecnica</link>
    <description>Termo foi firmado no dia 17 de agosto, durante o 9º Fórum Nacional Extraordinário de Dirigentes Municipais de Educação.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i>por Daniel Terra, da Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica </i></p>
<div id="_mcePaste"><span>A Cátedra Alfredo Bosi de Educação Básica e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) oficializaram </span><span>parceria de cooperação técnica d</span><span>urante o 9º Fórum Nacional Extraordinário de Dirigentes Municipais de Educação, realizado de 16 a 19 de agosto em Brasília. Segundo Naomar de Almeida Filho, titular da Cátedra, o objetivo do termo é estabelecer uma cooperação mútua entre o </span><span>Instituto de Estudos Avançados (</span><span>IEA) da USP e a Undime para a realização de eventos e projetos de interesse comum às duas instituições, por meio da cátedra.<br /><br /></span></div>
<div></div>
<div><span>A parceria reforça a missão da cátedra de promover a formação inicial e continuada de professores da Educação Básica. Além disso,</span><span> possibilita a divulgação mais efetiva e com maior alcance dos eventos oferecidos pela cátedra. “A Undime representa as Secretarias de Educação de mais de 5 mil municípios brasileiros, o que dará um escopo nacional ao nosso trabalho”, conclui Naomar.<br /><br /></span></div>
<div></div>
<div><span>Essa parceria expressa uma aproximação que vem acontecendo há dois anos, com o apoio na divulgação dos eventos e a participação de Luiz Miguel no Conselho Consultivo da cátedra desde o segundo semestre de 2020. Mais recentemente, as duas instituições realizaram a Escola de Inverno, transmitida pelo YouTube da cátedra. A ideia é que anualmente seja realizada a Escola Livre de Inverno.<br /><br /></span></div>
<div></div>
<div><span>Negociado com o apoio do Itaú Social, o termo foi assinado pelo diretor do IEA Guilherme Ary Plonski e pelo presidente da Undime, Luiz Miguel Garcia.</span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cátedra de Educação Básica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-08-23T12:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/carta-mobilidade-ativa">
    <title>Carta aberta do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo sobre a mobilidade ativa e inclusiva</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/carta-mobilidade-ativa</link>
    <description>O Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP), a partir do seminário “Mobilidade Ativa e Inclusiva: Construindo Pontes com a Sociedade - Uma Homenagem à Marina Harkot”, realizado em 21 de novembro, expressa sua proposição para valorizar a mobilidade ativa e inclusiva nas cidades brasileiras, em particular em São Paulo.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p align="center"><strong>Carta aberta do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo sobre a mobilidade ativa e inclusiva</strong></p>
<p align="right">São Paulo, 25 de novembro de 2020</p>
<p align="center"><i> </i></p>
<p align="center"><i> </i></p>
<p align="center"><i>O Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP), a partir do seminário “<a href="https://www.iea.usp.br/eventos/mobilidade-ativa-inclusiva-marina-harkot" class="external-link">Mobilidade Ativa e Inclusiva: Construindo Pontes com a Sociedade - Uma Homenagem à Marina Harkot</a>”, realizado em 21 de novembro de 2020 em parceria com a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, ambas da Universidade de São Paulo, expressa a sua proposição para valorizar a mobilidade ativa e inclusiva nas cidades brasileiras, em particular em São Paulo.</i></p>
<p> </p>
<p>O conceito atual da mobilidade urbana ultrapassa em muito a visão da simples locomoção das pessoas. É também um instrumento de promoção de igualdade e cidadania, além de contribuir para a melhoria da saúde humana. Um sistema de mobilidade mais eficiente em termos de tempo de deslocamento e de redução da emissão de poluentes acrescenta tempo às nossas vidas, que poderemos utilizar para descansar, dormir ou investir em atividades que nos educam ou nos dão prazer, melhorando também nossa saúde mental.</p>
<p>Para aquele(a)s que se deslocam em veículos automotores a combustível, o tempo menor do trajeto reduzirá a geração e exposição aos poluentes e ao estresse térmico das grandes vias de tráfego e seu entorno. A maior fluidez e o menor custo da mobilidade transformarão o tecido urbano de obstáculo a ponto de encontro, em uma cidade onde a solidão coletiva é a regra. A mobilidade ativa – caminhadas e ciclismo – é um instrumento poderoso para a redução da epidemia de obesidade, síndrome metabólica, doenças cardiovasculares e osteopenia.</p>
<p>Calçadas mais seguras são o antídoto para atropelamentos e quedas de idosos, além de permitirem a circulação de pessoas com mais restrições de mobilidade como cadeirantes. Sinalização semafórica, calçadas seguras, iluminação pública, estabelecimento de limites de velocidade mais seguros e construção de vias adequadas para bicicletas promovem importante redução de acidentes, incapacidades e mortes, bem como podem atrair mais pessoas para a mobilidade ativa, para andar a pé ou de bicicleta.</p>
<p>O conjunto de informações acima caracteriza a mobilidade eficiente, ativa e inclusiva como um elemento central para a implementação de políticas públicas voltadas para a redução das desigualdades, promoção de qualidade de vida e melhoria da saúde. Os achados são embasados em extensa literatura científica e relatórios sistematizados produzidos pelas universidades paulistas e pela sociedade civil organizada.</p>
<p>São Paulo possui uma extensa lista de universidades e grupos de pesquisa voltados para o estudo dos problemas urbanos, instituições essas que produzem pesquisa de alta qualidade. Por exemplo: a Universidade de São Paulo é a segunda instituição de pesquisa que mais publica no mundo sobre temas urbanos, suplantada apenas pela Universidade de Columbia, nos Estados Unidos da América. A sociedade civil em São Paulo tem vários grupos e organizações dedicados a temas urbanos e mobilidade, oferecendo excelentes relatórios sobre mobilidade ativa, carências do sistema, comparações com outras cidades do mesmo porte e pesquisas do usuário.</p>
<p>O Metrô conduz um dos mais detalhados conjuntos de dados sobre deslocamentos na cidade, com origem e destino definidos. Temos mapas de acidentes com especificação por modal, com georreferenciamento detalhado destas ocorrências, mostrando de forma inequívoca os pontos críticos do sistema. Em um cenário como o de São Paulo, é lícito afirmar que o estabelecimento de políticas de mobilidade não depende de produção de novas informações, pois muito do que se necessita para aprimorar a mobilidade já foi produzido. O que é necessário é incorporá-las aos princípios e planejamento por parte das autoridades constituídas.</p>
<p><span>O IEA-USP toma a si a oportunidade de apresentar sugestões para as bases de uma política de mobilidade urbana mais eficiente, ativa e inclusiva para cidades, em particular a de São Paulo, ao mesmo tempo em que se coloca à disposição colaborar com esse processo.</span></p>
<ol>
<li><span>Os problemas de mobilidade urbana hoje apresentados por São Paulo foram, em grande parte, gerados por políticas voltadas para a mobilidade motorizada individual. Distorções de investimento públicos, acumuladas ao longo de décadas, resultaram em incentivos excessivos ao uso do automóvel. É premente o redirecionamento dos recursos para o transporte coletivo e a mobilidade ativa, acompanhado de campanhas públicas para esclarecer a importância da mobilidade ativa.</span></li>
<li><span>As calçadas de São Paulo são um problema de saúde pública, que reflete também a desigualdade da cidade. A qualidade das calçadas decresce em direção à periferia, a ponto de se tornarem inexistentes. O asfalto viário tem recebido historicamente muito mais atenção do que as calçadas correspondentes nas mesmas vias. Particularmente, as calçadas que levam a escolas, postos de saúde e hospitais públicos, bem como a implementação do acesso compartilhado de cadeiras de rodas e outras formas de locomoção local, devem ser consideradas nestes pontos críticos para onde afluem muitas pessoas, dentre elas as mais vulneráveis. Tratar pedestres como cidadãos de menor valor contraria princípios básicos da dignidade humana. É imperativo que se estabeleça um cronograma de curto e médio prazos para a recuperação das calçadas e sua manutenção, incluindo mecanismos de incentivo.</span></li>
<li><span>Os princípios que regulam o fluxo de veículos contrariam o próprio Código de Trânsito vigente no País. No Código, é estabelecido que as prioridades no trânsito são, em ordem decrescente, o pedestre, a bicicleta, o transporte coletivo, o transporte de cargas e, finalmente, os automóveis. Na prática, a mais populosa cidade do país inverteu essa sequência ao longo da sua história. Isso é atestado pelo tempo exíguo semafórico das faixas de pedestre, pela má qualidade das calçadas, pela baixa segurança dos ciclistas e pela desigualdade da qualidade do transporte público. Adotar práticas efetivas de proteção e equidade para a mobilidade das pessoas e para os modais mais vulneráveis devem ser objeto de uma política consistente e de longo prazo.</span></li>
<li><span>A adoção de políticas para a consolidação do transporte por bicicletas como modal de integração com os modais de grande fluxo de passageiros deve ser estendida para toda a cidade, e não se concentrar em áreas mais consolidadas. Bicicleta é um importante meio de promover a atividade física daqueles que trabalham longas horas para seu sustento, bem como representa enorme fonte de economia para as pessoas com menor salário. Um projeto de infraestrutura de bicicletários e vias de acesso a estes deveria ser objeto de políticas definidas, com cronogramas e metas de curto e médio prazos estabelecidos.</span></li>
<li><span>Criar observatórios contínuos de segurança viária, com mapeamento dos acidentes nas dimensões do tempo e do espaço, deve ter a mesma importância que atualmente tem a medição de congestionamentos de veículos nas vias. Contamos quilômetros de congestionamento e localizamos os pontos de trânsito ruim com muita precisão. Fazemos o mesmo com feridos, incapacitados ou mortos?</span></li>
<li><span>Monetizar as perdas diretas e indiretas dos danos à saúde provocados pelos acidentes e poluição decorrentes da mobilidade, bem como das horas perdidas de trabalho por congestionamentos, será absolutamente necessário para estabelecer políticas baseadas na relação custo/efetividade. Em outras palavras, os investimentos para o aprimoramento da mobilidade dão retorno financeiro muito superior ao dispêndio. É chegado o momento de deixar de subsidiar modais ineficientes com recursos públicos, tempo e saúde da maioria dos contribuintes.</span></li>
</ol>
<p><span><br />As proposições acima não esgotam o tema. O IEA-USP se coloca à disposição para colaborar por meio de suas diversas iniciativas, centros de síntese e grupos de estudos e pesquisas.</span></p>
<p><strong>Mais informações e íntegra do seminário “Mobilidade Ativa e Inclusiva: Construindo Pontes com a Sociedade - Uma Homenagem à Marina Harkot” em:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/mobilidade-ativa-inclusiva-marina-harkot">http://www.iea.usp.br/eventos/mobilidade-ativa-inclusiva-marina-harkot</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>admin</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mobilidade Urbana</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-11-25T19:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/pessoas/carlos-nobre">
    <title>Carlos Nobre</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/pessoas/carlos-nobre</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Professores Colaboradores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-06-23T13:10:10Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/carlos-guilherme-mota-professor-emerito-da-fflch">
    <title>Carlos Guilherme Mota, professor emérito da FFLCH</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/carlos-guilherme-mota-professor-emerito-da-fflch</link>
    <description>No dia 18 de junho, o historiador Carlos Guilherme Mota recebe o título de professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: justify; ">O historiador Carlos Guilherme Mota recebe no dia 18 de junho o título de professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. A cerimônia acontece às 13h30 no Salão Nobre da faculdade (Prédio da Administração, Rua do Lago, 717, Cidade Universitária, São Paulo).</p>
<p><dl class="image-right captioned" style="width:200px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/guilhermemota1.jpg/image" alt="guilhermemota1.jpg" title="guilhermemota1.jpg" height="280" width="200" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:200px;">Carlos Guilherme Mota</dd>
</dl></p>
<p style="text-align: justify; ">Professor titular aposentado de história contemporânea da FFLCH, primeiro diretor e professor honorário do IEA, atualmente Mota é professor titular de história da cultura da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie.</p>
<p style="text-align: justify; ">Foi professor visitante das Universidades do Texas e Stanford, nos EUA, de Salamanca, na Espanha, e de Londres, no Reino Unido, além de diretor de estudos da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais, na França.</p>
<div style="text-align: justify; "></div>
<p style="text-align: justify; ">Escreveu várias obras, dentre elas: "História do Brasil — Uma Interpretação" (2008), com Adriana Lopez; "Ideologia da Cultura Brasileira" (1977 e 2008); "A Idéia de Revolução no Brasil e outras Idéias" (2008); "1789-1798: a Revolução Francesa" (2007); "História da 'Folha de S.Paulo'" (1981), com Maria Helena Capelato; "Nordeste, 1817: Estrutura e Argumentos" (1972).</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Julia Mota</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2009-06-12T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/cerimonias/carlos-guilherme-mota-recebe-titulo-de-professor-emerito-da-fflch-18-de-junho-de-2009">
    <title>Carlos Guilherme Mota Recebe Título de Professor Emérito da FFLCH - 18 de junho de 2009</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/institucional/cerimonias/carlos-guilherme-mota-recebe-titulo-de-professor-emerito-da-fflch-18-de-junho-de-2009</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    <dc:date>2009-06-18T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/carlos-guilherme-mota-biblioteca-mindlin">
    <title>Carlos Guilherme Mota é o novo diretor da Biblioteca Mindlin</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/carlos-guilherme-mota-biblioteca-mindlin</link>
    <description>Posse do historiador será no dia 15 de abril. Biblioteca abriga um dos acervos mais importantes sobre a história e cultura do país.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/guilhermemota1.jpg" alt="guilhermemota1.jpg" class="image-right" title="guilhermemota1.jpg" />O historiador <a href="https://www.iea.usp.br/iea/estrutura/conselho-deliberativo/ex-conselheiros-2/carlos-guilherme-mota" class="external-link">Carlos Guilherme Mota</a>, professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e primeiro diretor do IEA-USP, toma posse no dia 15 de abril como diretor da <a class="external-link" href="http://www.bbm.usp.br">Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin</a>. Entre as propostas de sua gestão estão a transformação da biblioteca num espaço para colóquios de alto nível e o lançamento de uma publicação semestral eletrônica.</p>
<p>A Biblioteca Mindlin foi inaugurada em março de 2013. Ela abriga o acervo do casal Mindlin doado à USP. São livros, folhetos, periódicos, mapas, manuscritos, gravuras e outros materiais, totalizando cerca de 60 mil itens. Todo o acervo está a serviço de pesquisadores e estudiosos com interesse em conhecer mais a fundo temas da história, da literatura, da arte e da cultura brasileira em geral. Pela quantidade e importância, destacam-se os livros de história, de literatura e crítica literária, os relatos de viajantes e missionários e os almanaques e periódicos nacionais.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: arquivo pessoal de Carlos Guilherme Mota</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-03-28T17:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/professora-da-eerp-assume-coordenacao-do-iea-rp">
    <title>Carla Ventura assume coordenação do Polo Ribeirão Preto do IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/professora-da-eerp-assume-coordenacao-do-iea-rp</link>
    <description>Carla Aparecida Arena Ventura é a primeira mulher a coordenar o polo</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-1094317a-7fff-4fbc-e0c9-8aedbb89a42e"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/DSCN5181_edit300x247.jpg/@@images/44769b9d-6321-4eda-9cb8-349e08431b60.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A professora da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP Carla Aparecida Arena Ventura é a nova coordenadora do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto. A nomeação foi homologada pela reitoria da universidade nesta quinta, dia 3. É a primeira vez nos 14 anos de existência do polo que uma mulher assume a coordenação.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Carla ocupava desde 2019 o cargo de vice-coordenadora do IEA-RP e já tinha atuado no instituto anteriormente, representando o IEA em 2018 na Intercontinental Academia (ICA), um programa da University-Based Institutes for Advanced Study (Ubias) rede que reúne mais de 40 institutos de estudos avançados de universidades de todos os continentes. Ela substitui <span style="text-align: justify; ">Antonio José da Costa Filho, que coordenou o polo de 2019 a 2023.</span></span></p>
<p dir="ltr"><span>A nova coordenadora do IEA-RP possui graduação em Relações Internacionais pela UnB e em Direito pela Unesp, especialização em Administração pela USP, mestrado em Direito pela Unesp e doutorado em Administração pela USP. Defendeu sua Livre Docência em 2011 pela EERP-USP, onde atualmente é professora titular do Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas. </span><span>Em 2020, foi indicada dentre as 250 mulheres protagonistas da ciência no Brasil pelo projeto Open Box da Ciência do Instituto Serrapilheira. Possui experiência nas áreas de Saúde e Enfermagem Global, Direito Internacional da Saúde e Proteção Internacional dos Direitos Humanos, Bioética e Legislação em Enfermagem, Saúde Mental e Direitos Humanos, Participação e Controle Social e o Direito à Saúde, Diplomacia em Saúde e Enfermagem, Administração Pública e Metodologias Sistêmicas.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Para receber informações sobre atividades realizadas pelo IEA-RP, inscreva-se em nossa </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfeLzpdTSVhiLb6TTuwFlqdAo18fuXQZab-euAfZmLjJzU0iw/viewform"><span>newsletter</span></a><span> ou faça parte de nossos grupos de notícia no </span><a href="https://wa.me/551633150368"><span>Whatsapp</span></a><span> e no </span><a href="https://t.me/iearp"><span>Telegram</span></a><span>.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-08-04T14:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/candidatos-a-reitor-analisam-relacoes-da-usp-com-a-sociedade">
    <title>Candidatos a reitor analisam relações da USP com a sociedade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/candidatos-a-reitor-analisam-relacoes-da-usp-com-a-sociedade</link>
    <description>"A USP e a Sociedade" é o tema de debate entre os candidatos à reitoria da USP que o Instituto de Estudos Avançados promove no dia 8 de outubro, em sua sede. Basicamente trata-se de avaliar o papel da USP em setores como a extensão, sua relação com movimentos sociais e grupos da sociedade, seu papel no âmbito empresarial e produtivo e o seu financiamento por fontes não acadêmicas.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/pessoasusp.jpg" alt="pessoasusp.jpg" class="image-right" title="pessoasusp.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify; ">Os  oito candidatos declarados ao cargo de reitor  da USP participam do  encontro "A USP e a Sociedade", que o IEA  realiza no  dia 8 de outubro,  quinta-feira,  às 13h30. Os candidatos tratarão de quatro temas:</p>
<ul style="text-align: justify; ">
<li>
<div align="left">o  papel da extensão para que a USP tenha impacto positivo na solução de  problemas sociais e no aproveitamento das oportunidades que o mundo hoje  apresenta;</div>
</li>
<li>
<div align="left">a relação da USP com movimentos sociais e grupos da sociedade que não se reduzem ao âmbito empresarial;</div>
</li>
<li>
<div align="left">a relação da USP com o setor produtivo;</div>
</li>
<li>
<div align="left">o financiamento da USP por fontes não-acadêmicas.</div>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify; ">Os  candidatos são: Armando Corbani Ferraz (pró-reitor de Pós-Graduação),   Francisco Miraglia Neto (professor do Instituto de Matemática e  Estatística), Glaucius Oliva (diretor do Instituto de Física de São  Carlos), João Grandino Rodas (diretor da Faculdade de Direito), Ruy  Alberto Corrêa Altafim (pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária),  Sonia Penin (diretora da Faculdade de Educação), Sylvio Barros Sawaya  (diretor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo) e Wanderley Messias da  Costa (coordenador de Comunicação Social).  A coordenação será de  Renato Janine Ribeiro (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências  Humanas).</p>
<p align="left">O  encontro  é aberto a todos os interessados e acontece no Auditório  Alberto Carvalho da Silva, na sede do IEA.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2009/a-usp-e-a-sociedade-encontro-com-os-candidatos-2014-2009" class="external-link">ASSISTA AQUI AO VÍDEO</a></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: left; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2009/a-usp-e-a-sociedade-encontro-com-os-candidatos-08-de-outubro-de-2009" class="external-link"><b>CONFIRA AS FOTOS</b></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="right"><span class="discreet">Foto: <a href="http://www.flickr.com/people/sputz">Rafael Chaves</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Codo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    <dc:date>2009-09-15T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/reunioes-internas/cafe-da-manha-com-cesar-ades-21-de-outubro-de-2009">
    <title>Café da Manhã com César Ades - 21 de outubro de 2009</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/reunioes-internas/cafe-da-manha-com-cesar-ades-21-de-outubro-de-2009</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    <dc:date>2009-10-21T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/busca-por-maior-autonomia-na-ciencia-impulsiona-novo-curso-de-captacao-de-recursos">
    <title>Busca por maior autonomia na ciência impulsiona novo curso de captação de recursos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/busca-por-maior-autonomia-na-ciencia-impulsiona-novo-curso-de-captacao-de-recursos</link>
    <description>Iniciativa inédita forma gestores para diversificar financiamento e viabilizar pesquisas de alto risco e impacto social</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i>Michel Sitnik</i></p>
<p><span>A necessidade de diversificar fontes de financiamento para assegurar a continuidade de pesquisas científicas e projetos de extensão motivou a realização de um novo curso na USP:</span><i> Mobilização de Recursos para a Universidade e Desenvolvimento de Relações Institucionais</i><span>. O encontro inaugural foi realizado nesta segunda-feira, 3 de agosto, no auditório do Instituto de Estudos Avançados (IEA), reunindo especialistas e gestores públicos para debater a importância da captação de recursos complementares ao orçamento estatal. No mesmo dia, foi realizado o lançamento do livro <em>Filantropia: ciência, prática ou arte?</em>, de autoria do idealizador do Grupo de Estudos de Modelos de Apoio à Ciência (Gema Filantropia) do IEA, Marcos Kisil. <i style="text-align: center; "><dl class="image-right captioned" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/amancio-jorge-de-oliveira-aluisio-segurado-e-roseli-de-deus-lopes/image" alt="Amâncio Jorge de Oliveira, Aluísio Segurado e Roseli de Deus Lopes - 03/08/2026" title="Amâncio Jorge de Oliveira, Aluísio Segurado e Roseli de Deus Lopes - 03/08/2026" height="233" width="400" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">A partir da esquerda, Amâncio Jorge de Oliveira, Aluisio Segurado e Roseli de Deus Lopes, nas boas-vindas aos participantes do curso – Foto: Marcos Santos/USP Imagens</dd>
</dl></i></span></p>
<p><span>“Em um cenário de crescente pressão sobre os orçamentos públicos destinados à ciência e à educação superior, a capacidade de atrair investimentos da filantropia e da iniciativa privada tornou-se estratégica. O objetivo da capacitação é preencher uma lacuna técnica no Brasil, consolidando uma cultura organizacional voltada ao planejamento estratégico e à transparência. Ao qualificar servidores, docentes e pesquisadores para essa captação, a Universidade fortalece sua autonomia e garante a viabilidade de pesquisas de alto risco e de maturação prolongada, cujos resultados oferecem respostas diretas aos desafios tecnológicos e sociais do País”, explicou o coordenador do Gema Filantropia, Guilherme Ary Plonski, um dos responsáveis pela atividade.</span></p>
<p><span>Presente na abertura, o reitor Aluisio Augusto Cotrim Segurado abordou a relevância da iniciativa para as estratégias da instituição e pontuou como a busca por financiamento complementar é indissociável do compromisso social da instituição. “A captação de recursos, alinhada a um firme diálogo com a sociedade, é essencial para cumprirmos plenamente nossa missão pública. O fortalecimento dessas parcerias nos permite maximizar o impacto de nossas ações, garantindo a formação de recursos humanos qualificados, a tradução do conhecimento científico em benefícios diretos para a população e a ampliação das políticas de inclusão e pertencimento, de modo que a Universidade seja cada vez mais um espelho da sociedade a quem servimos”, afirmou.</span></p>
<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Reitor-e-Mesa_Foto-Marcos-Santos__.jpg/@@images/e63084e4-b9d7-468c-a285-c4aa8a5953e4.jpeg" style="text-align: center; " title="Aluísio Segurado - 03/08/2026" class="image-right" alt="Aluísio Segurado - 03/08/2026" /></span></p>
<p><span>Para o pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária, Amâncio Jorge de Oliveira, a formação dialoga com as demandas atuais de aproximação entre a academia e a sociedade. “A USP tem um grande poder de </span><i>soft power</i><span> e um amplo potencial estratégico atrelado ao forte reconhecimento de sua marca. Este curso é um passo importante para que não percamos oportunidades, já que existe uma dimensão estratégica, mas também uma dimensão operacional que precisa ser capacitada.”</span></p>
<p><span>A diretora do IEA, Roseli de Deus Lopes, destacou a necessidade de articulação entre os diferentes setores para viabilizar projetos de impacto e destacou o potencial de articulação interna promovido pela capacitação. “A iniciativa vai além da formação teórica ao viabilizar o compartilhamento de saberes práticos e de redes de contato acumuladas por especialistas do setor filantrópico ao longo de anos. Tenho certeza de que vamos ter frutos muito positivos a partir não só do curso, mas dessa possibilidade de conexão entre todos nós, para que a gente consiga se fortalecer”, avaliou, ressaltando que a integração e a troca de experiências entre as diferentes equipes da Universidade são passos estratégicos para aprimorar a estrutura institucional e impulsionar projetos que revertam em benefícios diretos para a sociedade.</span></p>
<h2><span>Estrutura multidisciplinar e integração institucional</span></h2>
<p><span>A concepção do projeto, oferecido em caráter piloto, reflete o esforço conjunto de diferentes organizações para conectar o ambiente acadêmico aos principais atores brasileiros especializados em investimento social e filantropia. A organização é liderada pelo Grupo de Estudos de Modelos de Apoio à Ciência (Gema Filantropia), do IEA, com apoio da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU), da Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária (FEA), da Fundação José Luiz Setúbal e do Grupo de Trabalho de Filantropia da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). A realização conta ainda com a parceria da Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR) e dialoga com entidades como o Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS) e o Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE).</span></p>
<p><span><span><dl class="captioned image-left" style="width:400px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/publico-03-08-2026/@@images/40a8e720-5108-41d3-b16c-464ddf865e7e.jpeg" alt="Público - 03/08/2026" title="Público - 03/08/2026" height="233" width="400" style="text-align: center; " /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:400px;">O curso conta com cerca de 60 participantes de diversos órgãos e unidades da USP – Foto: Marcos Santos/USP Imagens</dd>
</dl><span> </span>Com carga horária de 60 horas distribuídas em 15 encontros, sendo dois presenciais e 13 on-line, a estrutura do curso foi desenhada para superar a fragmentação de iniciativas isoladas nas unidades acadêmicas, fomentando a criação de bancos de dados colaborativos. A grade curricular contempla desde a difusão de conceitos do ecossistema filantrópico aplicado à ciência até o uso prático de tecnologias modernas, como o financiamento coletivo (</span><i><span>crowdfunding</span></i><span>), estratégias de marketing digital e plataformas de gestão de relacionamento.</span></span></p>
<p><span><span><span>Além das metodologias ativas e simulações de negociação, as disciplinas abordam fontes públicas e privadas de captação, relacionamento e fidelização de doadores, além do marco legal e contábil, conhecimento essencial para garantir conformidade e transparência na prestação de contas. Ao final da capacitação, que se encerra em outubro, os participantes deverão entregar um Plano Estratégico de Captação aplicado à realidade de uma instituição parceira ou de sua própria unidade, traduzindo o aprendizado em resultados concretos para a Universidade e para a sociedade.</span></span></span></p>
<p><span><span><span><br /></span></span></span></p>
<h2>O papel estratégico da filantropia na ciência</h2>
<p><span><dl class="image-left captioned" style="width:133px;">
<dt><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-filantropia-200x133/@@images/33d43b8f-a615-41ad-907e-2f7fc9dae30b.jpeg" alt="Capa do livro Filantropia - 200X133" title="Capa do livro Filantropia - 200X133" height="200" width="133" /></dt>
 <dd class="image-caption" style="width:133px;">No mesmo dia, foi realizado o lançamento do livro “Filantropia: ciência, prática ou arte?”, de autoria do idealizador do Gema Filantropia, Marcos Kisil – Foto: Divulgação</dd>
</dl>Historicamente, o sistema de pesquisa brasileiro foi construído com base quase exclusiva no financiamento estatal, o que pode tornar a produção do conhecimento vulnerável às frequentes oscilações econômicas e políticas do País. Nesse cenário, a filantropia científica emerge como uma alternativa estratégica para garantir a estabilidade e a continuidade da ciência. O conceito não propõe que o capital privado substitua o orçamento público, considerado indispensável para a soberania tecnológica nacional, mas sugere uma atuação complementar.</span></p>
<p><span>A principal virtude desse modelo de financiamento é a sua capacidade de assumir riscos, aportando recursos de forma flexível em pesquisas de fronteira, ciências básicas e projetos de longo prazo cujos resultados transformadores nem sempre podem ser previstos a curto prazo.</span></p>
<p>Para funcionar com transparência e garantir a autonomia acadêmica, a filantropia científica baseia-se no princípio da adicionalidade, no qual os recursos privados se somam ao orçamento público sem ditar a agenda de investigação das instituições. No Brasil, a consolidação dessa cultura já tem viabilizado soluções de interesse público, apoiando desde ideias inovadoras não consolidadas até a estruturação de fundos patrimoniais, os chamados <i>endowments</i><span>. Na prática, os rendimentos desses fundos sustentam de forma perene laboratórios, centros de excelência e bolsas de estudo para alunos em situação de vulnerabilidade socioeconômica.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Joao Pedro Teles Galante</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Filantropia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>USP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-08-06T13:06:39Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/bohm-no-brasil">
    <title>Bohm in Brazil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/bohm-no-brasil</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Este encontro irá homenagear David Bohm e seus artigos seminais <span>sobre trajetórias quânticas, publicados durante sua passagem pela USP </span><span>na década de 1950. </span><span>De forma mais ampla, </span><span>será também uma celebração do centenário da equação de Schrödinger </span><span>nesse ano de 2025. </span><span>Os palestrantes serão pesquisadores dedicados à mecânica bohmiana, </span><span>que fizeram contribuições mais amplas à mecânica quântica fundamental.</span></p>
<p>O workshop irá reunir pesquisadores de uma comunidade diversificada, <span>como física atômica e molecular, dinâmica química, espectroscopia de </span><span>altíssima resolução, matemática, física nuclear, filosofia científica, </span><span>fundamentos quânticos e mecânica quântica relativística, para </span><span>compartilhar ideias e expertise. Serão examinados os progressos recentes </span><span>(e talvez não tão </span><span>recentes) nas diversas teorias baseadas em trajetórias para </span><span>identificar desafios e oportunidades futuras e para fomentar novas e </span><span>estimulantes colaborações interdisciplinares nessa área. </span></p>
<p><span>O workshop </span><span>fornecerá também uma oportunidade de reflexão sobre como a mecânica </span><span>quântica mudou e reformulou a Física e a cultura da Física como uma </span><span>das teorias científicas mais relevantes já concebidas.</span></p>
<p><span>Mais informações: <a class="external-link" href="https://sites.google.com/usp.br/bohminbrazil/home">sites.google.com/usp.br/bohminbrazil/home</a>.</span></p>
<p><span>Confira <a class="external-link" href="https://sites.google.com/usp.br/bohminbrazil/program?authuser=0"><strong>aqui a programação</strong></a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Física</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-04-17T17:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/ieas/berlin-institute">
    <title>Berlin Institute - 15 a 18 de setembro de 2014</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/ieas/berlin-institute</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-09-15T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/beatriz-barbuy-e-a-nova-conselheira-do-iea">
    <title>Beatriz Barbuy é a nova conselheira do IEA</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/beatriz-barbuy-e-a-nova-conselheira-do-iea</link>
    <description>Em agosto, a professora do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP passa a integrar o Conselho Deliberativo (CD) do Instituto. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/beatriz-barbuy" alt="Beatriz Barbuy - Perfil" class="image-left" title="Beatriz Barbuy - Perfil" />A astrofísica <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/beatriz-barbuy" class="external-link">Beatriz Leonor Silveira Barbuy</a>, professora do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, é nova conselheira do IEA. Nomeada em julho pelo reitor Marco Antônio Zago, ela assume a vaga do Conselho Deliberativo (CD) aberta com o final do mandato do sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/iea/estrutura/conselho-deliberativo-old2/ex-conselheiros-2/sedi-hirano" class="external-link">Sedi Hirano</a>, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.</p>
<p>Barbuy é graduada em física pela USP, mestre em astronomia pelo IAG e doutora em astrofísica pela Université de Paris VII, França. É professora titular do IAG, onde leciona há mais de 30 anos. Foi pesquisadora visitante do Lick Observatory, Estados Unidos; do Institute for Astronomy, Reino Unido; do European Southern Observatory, Garching bei München, Alemanha; e regularmente do Observatoire de Paris, França. Coordenou o projeto Fapesp e Instituto do Milênio "Evolução de Estrelas e Galáxias na Era dos Grandes Telescópios: Implementação de Instrumentação para o SOAR e Gemini". É membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC), da Academie des Sciences e do Third World Academy of Sciences (Twas). Seus estudos concentram-se nos temas: espectroscopia, diagrama cor magnitude, aglomerados globulares, síntese de populações e evolução estelar.</p>
<p>Entre 2001 e 2005, a pesquisadora teve papel importante em um programa conduzido pelo European Southern Observatory, que investigou a formação das primeiras estrelas, de mais de 10 bilhões de anos, obtendo informações detalhadas a respeito de sua composição química.</p>
<p>Em 2009, Barbuy <span>foi </span>considerada uma das 100 brasileiras mais influentes pela Revista Época. No mesmo ano, ela foi uma das cinco ganhadoras do <span>Prêmio L’Oréal-Unesco para Mulheres na Ciência.</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Sandra Codo</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Conselho Deliberativo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Astrofísica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IEA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Física</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-08-20T20:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/avancos-e-retrocessos-nas-posicoes-brasileiras-sobre-o-ambiente">
    <title>Avanços e retrocessos nas posições brasileiras sobre o ambiente </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/avancos-e-retrocessos-nas-posicoes-brasileiras-sobre-o-ambiente</link>
    <description>Série Strategic Workshops trará especialistas no dia 5 de outubro para articular pesquisas e políticas públicas na área ambiental </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/legislacao-e-governanca-ambiental" alt="Legislação e Governança Ambiental" class="image-inline" title="Legislação e Governança Ambiental" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A série de eventos <i>Strategic Workshops, </i>promovida pela Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP) da USP com apoio do IEA, discutirá no dia <strong>5 de outubro</strong> os contrastes das posições de vanguarda do Brasil nas legislações e políticas ambientais e o atual cenário que ocorre de fato nesse setor. Os progressos e os avanços das posições brasileiras no Acordo de Paris, nas convenções de biodiversidade e mudanças climáticas, nos desenvolvimentos das paisagens agrícolas e em muito outros temas serão analisados por especialistas da USP e outras instituições de ensino e pesquisa.</p>
<p>O encontro gratuito, aberto ao público e com inscrição via <a href="http://goo.gl/yHT9Nc" target="_blank"><strong>formulário</strong></a>, será transmitido <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet. Acontece das <strong>9h30 às 17h30</strong>, na antiga sala do Conselho Universitário.</p>
<p>O Código Florestal (Lei 12.651) editado em 2012, por exemplo, foi aprovado em meio a muitas polêmicas, com críticas tanto das posições favoráveis quanto das contrárias à nova lei. Especialistas em biodiversidade consideram essa legislação um retrocesso ao reduzir significativamente a proteção das Áreas de Preservação Permanente (APPs) nas margens de rios, córregos e lagos.</p>
<p>“Essa redução compromete não só a conservação da biodiversidade, como também os serviços ecossistêmicos providos pela vegetação ribeirinha, tais como a estabilidade do solo, a retenção do excesso de fertilizantes e agrotóxicos, além de reduzir os corredores de biodiversidade, entre outros efeitos”, ressalta o professor de ecologia vegetal da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Carlos Joly, coordenador do Programa Biota/Fapesp.</p>
<p>Joly organiza esse encontro dentro da programação dos <i>Strategic Workshops</i> da PRP-USP. Além de sua participação na abertura, ministrará uma palestra sobre a Plataforma Intergovernamental de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES, na sigla em inglês). O IPBES, sediado em Bonn, na Alemanha, é abrigado por diversos organismos internacionais e é administrado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP, na sigla em inglês). O pró-reitor de Pesquisa da USP, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eduardo-krieger">José Eduardo Krieger</a>, e o presidente da Academia de Ciências do Estado de São Paulo, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge">Marcos Buckeridge</a>, participam da rodada de abertura.</p>
<p>Se por um lado existem retrocessos, o Brasil vive avanços especialmente em relação a alguns acordos internacionais na área ambiental. O país depositou, por exemplo, junto à ONU, sua ratificação do Acordo de Paris na Convenção Quadro de Mudanças Climáticas, com a meta de cortar em até 37% suas emissões de gases de efeito estudo (GEE) até 2025, com indicativo de redução de 43% até 2030, ambos em comparação aos níveis de 2005.</p>
<p>“Para alcançar as metas, o Brasil terá de restaurar 12 milhões de hectares de florestas até 2030, além de zerar o desmatamento da Amazônia e aumentar de 9% para 23% a participação das fontes renováveis de energia na sua matriz energética, por exemplo, as fontes eólicas”, diz Joly.</p>
<p>O professor lembra que para que o Acordo de Paris comece a vigorar, é necessário que seja ratificado por pelo menos 55 países responsáveis por 55% das emissões. Até o momento, 60 países, inclusive os Estados Unidos, os quais representam 47,5% das emissões globais, já o ratificaram. Sendo assim, o acordo só precisa ser ratificado por países que respondam juntos por 7,5% das emissões globais.</p>
<p>A série de encontros <i>Strategic Workshops</i> da USP busca articular pesquisadores e redes de pesquisa em torno de temas transdisciplinares. O objetivo é organizar e impulsionar áreas de excelência dentro da Universidade ou temas potenciais que mereçam maior articulação e visibilidade.</p>
<p> </p>
<h3>Programação</h3>
<p> </p>
<p><strong>Abertura: </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-eduardo-krieger">José Eduardo Krieger </a><span>(Pró-reitor de Pesquisa); </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-saldiva">Paulo Saldiva</a><span> (Diretor do IEA-USP); </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-silveira-buckeridge">Marcos Buckeridge</a><span> (Presidente da Academia de Ciências do Estado de São Paulo); </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-alfredo-joly">Carlos Joly </a><span>(BIOTA/FAPESP e Unicamp)</span></p>
<p><strong>BLOCO 1 </strong></p>
<p><strong>O cenário Internacional - </strong>Mediador: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luciano-verdade">Luciano Martins Verdade</a></p>
<p><strong>- O Acordo de Paris e o que Significa para o Brasil - </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-klink">Carlos A. Klink</a> - Universidade de Brasília (UnB)</p>
<p><strong>- A Plataforma Intergovernamental de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES) - </strong>Carlos Alfredo Joly (BIOTA/FAPESP e Unicamp)</p>
<p><strong>- O Crepúsculo das Polarizações na Luta Contra as Mudanças Climáticas - </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-abramovay">Ricardo Abramovay</a> - Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP</p>
<p><strong>Debate</strong></p>
<p><strong>12h00 - Intervalo</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p> </p>
<p><strong>14h00 - BLOCO 2 </strong></p>
<p><strong>O Cenário Nacional - Mediador: </strong>Carlos A. Joly<strong> </strong></p>
<p><strong>- Histórico dos Avanços e Retrocessos na Legislação Ambiental do Brasil - </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fabio-feldmann">Fábio Feldmann</a> (FF Consultores)</p>
<p><strong>- Perdas e Ganhos com o "Novo" Código Florestal - </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gerd-sparovek">Gerd Sparovek</a>, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq) da USP</p>
<p><strong>- A Câmara de Compensação Ambiental do Estado de São Paulo - </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-rodrigues">Ricardo Ribeiro Rodrigues</a> (Esalq-USP)</p>
<p><strong>Debate</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>15h30 - BLOCO 3 </strong></p>
<p><strong>Paisagens Agrícolas Multifuncionais - </strong>Mediador: Ricardo Ribeiro Rodrigues (Esalq-USP)</p>
<p><strong>- "Land Sharing x Land Sparing" e o Código Florestal - </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/luiz-martinelli">Luiz  Antônio Martinelli</a> - Centro de Energia Nuclear (CENA-Esalq-USP)<strong> </strong></p>
<p><strong>- Governança da Biodiversidade em Paisagens Agrícolas - </strong>Luciano Martins Verdade (CENA-Esalq-USP)<strong> </strong></p>
<p><strong>- Debate</strong></p>
<p><strong>17h - Discussão Geral, Encaminhamentos e Encerramento</strong></p>
<p> </p>
<p><strong> </strong></p>
<hr />
<p><i><strong>Legislação e Governança Ambiental: Avanços e Retrocessos</strong><br /></i><i>5 de outubro, das 09h30 às 17h30<br /></i><i>Antiga Sala do Conselho Universitário da USP -  Rua Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Inscrição via <a href="http://goo.gl/yHT9Nc" target="_blank">formulário<br /></a></i><i>Informações: <a href="mailto:sedini@usp.br">Sandra Sedini</a> – telefone 11 3091-1678<br /></i><i>Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/legislacao-e-governanca-ambiental-avancos-e-retrocessos">http://www.iea.usp.br/eventos/legislacao-e-governanca-ambiental-avancos-e-</a><strong><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/legislacao-e-governanca-ambiental-avancos-e-retrocessos">retrocessos<br /><br /></a></strong></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinar</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisadores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Institucional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-29T14:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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