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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 1 to 15.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/jornadas-civicas-3">
    <title>Jornadas Cívicas: Encontro 3 - Parlamentares</title>
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A disfuncionalidade da maioria das instituições políticas brasileiras é bem conhecida, especialmente entre aqueles que atuam para aperfeiçoar a democracia no País. O problema é multifacetado, exige soluções em diferentes dimensões, e a governança dessas instituições pode ser considerada um ponto-chave para produzir mudanças estruturais abrangentes.</p>
<p>Neste último evento do ciclo <b>"Jornadas Cívicas: Por uma governança política íntegra e democrática"</b>,  o movimento Governança Brasil dialoga com parlamentares e ex-parlamentares sobre as deficiências do sistema político brasileiro e os desafios que ele apresenta à democracia. O debate é orientado pela perspectiva da Governança Organizacional e seus cinco princípios ― integridade, transparência, equidade, responsabilização (<i>accountability</i>) e sustentabilidade ― na reforma das instituições, para torná-las mais democráticas e representativas</p>
<p>A mediação do encontro é de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/ricardo-young-1" class="external-link">Ricardo Young</a>, empresário e consultor socioambiental especializado em transição, cultura e arquitetura organizacional, estratégia ESG e governança sustentável; cofundador do Ethos e do IDS, conselheiro em empresas e institutos empresariais.</p>
<h3><span>Transmissão</span></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
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      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
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      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/jornadas-civicas-2">
    <title>Jornadas Cívicas: Encontro 2 - Cientistas Políticos</title>
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A disfuncionalidade da maioria das instituições políticas brasileiras é bem conhecida, especialmente entre aqueles que atuam para aperfeiçoar a democracia no País. O problema é multifacetado, exige soluções em diferentes dimensões, e a governança dessas instituições pode ser considerada um ponto-chave para produzir mudanças estruturais abrangentes.</p>
<p>Neste evento, segundo do ciclo <b>"Jornadas Cívicas: Por uma governança política íntegra e democrática"</b>, o movimento Governança Brasil dialoga com cientistas políticos sobre as deficiências do sistema político brasileiro e os desafios que ele apresenta à democracia. O debate é orientado pela perspectiva da Governança Organizacional e seus cinco princípios ― integridade, transparência, equidade, responsabilização (<i>accountability</i>) e sustentabilidade ― na reforma das instituições, para torná-las mais democráticas e representativas</p>
<p>A mediação deste segundo encontro é de Carlos Melo, cientista político, professor sênior fellow e coordenador do Observatório da Política do Insper.</p>
<h3><span>Transmissão</span></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
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      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
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      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
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    <dc:type>Evento</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/jornadas-civicas-1">
    <title>Jornadas Cívicas: Encontro 1 - Organizações da Sociedade Civil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/jornadas-civicas-1</link>
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A disfuncionalidade da maioria das instituições políticas brasileiras é bem conhecida, especialmente entre aqueles que atuam para aperfeiçoar a democracia no País. O problema é multifacetado, exige soluções em diferentes dimensões, e a governança dessas instituições pode ser considerada um ponto-chave para produzir mudanças estruturais abrangentes.</p>
<p>Neste primeiro encontro - num total de três - do ciclo <b>"Jornadas Cívicas: Por uma Governança Cívica e Democrática"</b> , o movimento Governança Brasil dialoga com representantes de organizações da sociedade civil sobre as deficiências do sistema político brasileiro e a necessidade de mudanças.</p>
<p>O debate é orientado pela perspectiva da Governança Organizacional e seus cinco princípios ― integridade, transparência, equidade, responsabilização (accountability) e sustentabilidade ― na reforma das instituições políticas para a defesa e o aprimoramento da democracia no País.</p>
<p>A mediação do primeiro encontro é de Sergio Mindlin, conselheiro de administração e empreendedor social, especialista em governança, ESG e sustentabilidade, facilitador de diálogos e mediador de conflitos, fundador dos institutos Ethos e Akatu.</p>
<p><b>Abertura e boas-vindas</b>:</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcos-buckeridge">Marcos Buckeridge</a> (vice-diretor do IEA)</p>
<p><b>Debates:</b></p>
<p><a href="https://www.linkedin.com/in/julianasakai/">Juliana Sakai</a> (Transparência Brasil)</p>
<p><a href="https://republica.org/quem-somos/">Guilherme Cesar Coelho</a> (Instituto República)</p>
<p><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rabello_de_Castro">Paulo Rabello de Castro</a> (Instituto Atlântico)</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/rodrigomcobra/">Rodrigo Cobra</a> (RenovaBR)</p>
<p><a class="external-link" href="https://www.insper.edu.br/pt/docentes/carlos-alberto-furtado-de-melo">Carlos Melo</a> (Insper)</p>
<p><b>Moderação: </b></p>
<p><a href="https://www.fiaonline.com.br/professores/sergio-mindlin">Sérgio Mindlin</a> (Movimento Governança Brasil e IBGC)</p>
<h3><b>Transmissão</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Gestão pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Governo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poder</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-05-05T10:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2026/lancamento-do-livro-cidadaos-de-ordenada-republica-licoes-da-experiencia-guarani-jesuita-nas-reducoes-13-03-2026">
    <title>Lançamento do Livro "Cidadãos de Ordenada República: Lições da Experiência Guarani-Jesuíta nas Reduções" - 13/03/2026</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2026/lancamento-do-livro-cidadaos-de-ordenada-republica-licoes-da-experiencia-guarani-jesuita-nas-reducoes-13-03-2026</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Indígenas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-04-02T16:46:15Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-ordenada-republica">
    <title>Lançamento do Livro "Cidadãos de Ordenada República: Lições da Experiência Guarani-Jesuíta nas Reduções"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-ordenada-republica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O evento marcará o lançamento do livro <i>Cidadãos de “Ordenada República”: Lições da Experiência Guarani-Jesuíta nas Reduções</i>, escrito por Marina Massimi e publicado pela Editora Ideias &amp; Letras.</p>
<p>A obra resgata a história dos saberes psicológicos nos Trinta Povos das Missões desenvolvida por missionários jesuítas e povos guaranis entre 1609 e 1780, num amplo território que abarcou áreas nos atuais países do Paraguai, Argentina, Bolívia, Uruguai e sul do Brasil (RS, PR e SC).</p>
<p><b>Apresentação e moderação:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marina-massimi">Marina Massimi</a> (IEA-USP)</p>
<p><b>Debatedores:</b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcio-luiz-fernandes">Marcio Luíz Fernandes</a> (PUC-Paraná e IEA-USP)</p>
<p><a class="external-link" href="https://lattes.cnpq.br/7920003691909144">Paulo José Carvalho da Silva</a> (PUC-São Paulo)</p>
<p><a class="external-link" href="https://lattes.cnpq.br/1904886997847873">Rafael Alves Lima</a> (IP-USP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/david-lewisky">David Leo Levisky</a> (SBP-SP)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/gilberto-safra" class="external-link">Gilberto Safra </a>(IP-USP)</p>
<h3><b>Transmissão:</b></h3>
<p>Acompanhe a transmissão do evento pelo <a href="https://www.youtube.com/@iea-usp" target="_blank">canal do YouTube do IEA</a></p>
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<div class="visualClear"></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indígenas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Tempo, Memória e Pertencimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Religiões</dc:subject>
    
    <dc:date>2026-01-20T12:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/programa-cerebro-ativo-contribuicao-dos-videojogos-no-combate-ao-etarismo-na-perspectiva-do-paradigma-das-cidades-mil-13-10-2025">
    <title>Programa Cérebro Ativo: Contribuição dos Videojogos no Combate ao Etarismo na Perspectiva do Paradigma das Cidades MIL - 13/10/2025</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/programa-cerebro-ativo-contribuicao-dos-videojogos-no-combate-ao-etarismo-na-perspectiva-do-paradigma-das-cidades-mil-13-10-2025</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
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      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
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      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
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    <dc:date>2026-01-19T21:22:33Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/audiencia-publica-uaifai_quilombo-inteligente-13-08-2025">
    <title>Audiência Pública UAIFAI_Quilombo Inteligente - 13/08/2025</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2025-1/audiencia-publica-uaifai_quilombo-inteligente-13-08-2025</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>IA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura Digital</dc:subject>
    
    
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    <dc:date>2025-09-12T17:32:45Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/matematica-realismo-estetica-e-cidadania-entrevista-com-marcelo-viana">
    <title>Matemática: realismo, estética e cidadania - Entrevista com Marcelo Viana</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/matematica-realismo-estetica-e-cidadania-entrevista-com-marcelo-viana</link>
    <description>Entrevista do matemático Marcelo Viana para a série em vídeo 3por1.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="field">
<div class="richtext-field required richTextWidget" id="form-widgets-participantes">
<p><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=fv2WSUVpjOA&amp;list=PLzxGsRt_Q0kemYHbD6_FAj6_vez8IW8V0&amp;index=5"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marcelo-viana-3por1" alt="Marcelo Viana - 3por1" class="image-right" title="Marcelo Viana - 3por1" /></a>Em sua participação<strong><sup>[*]</sup></strong> na série de entrevistas em vídeo <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/playlist?list=PLzxGsRt_Q0kemYHbD6_FAj6_vez8IW8V0">3por1</a>, o matemático <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcelo-viana" class="external-link">Marcelo Viana</a> respondeu a perguntas sobre as relações da matemática com o realismo científico, a arte abstrata e a cidadania plena.</p>
<p>Viana é diretor-geral do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) e titular para o período 2024/25 da Cátedra Otavio Frias Filho de Estudos em Comunicação, Democracia e Diversidade (parceria entre o IEA e o jornal Folha de S.Paulo). Ele é e<span style="text-align: justify; ">specialista na área de sistemas dinâmicos e teoria do caos. Recebeu, entre outras distinções, o Grande Prêmio Científico Louis D., da França.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<ul>
<li><a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=fv2WSUVpjOA&amp;list=PLzxGsRt_Q0kemYHbD6_FAj6_vez8IW8V0&amp;index=4">Vídeo da entrevista com Marcelo Viana</a></li>
<li><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><a class="external-link" href="https://www.countedoutfilm.com">Site do documentário "Counted Out" (2024), de Vicki Abeles</a> </span></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Entrevista</h3>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color yt-core-attributed-string--italicized" dir="auto"> </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>3por1</strong></span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> - Professor Marcelo Viana, por que devemos considerar que a existência dos objetos matemáticos independe da mente humana?</span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>MV</strong></span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> - Há muitas situações em que a gente é confrontado com fatos matemáticos e é muito difícil achar que foram inventados pela gente, foram criados. É muito mais plausível que eles façam parte, de alguma forma, da estrutura do Universo. Deixa eu dar um exemplo, para não ficar muito teórico: quando você pega um sólido geométrico e conta o número faces, o número de arestas e o número de vértices (as fazes são as partes planas, as arestas são as linhas e os vértices são os cantos dessas linhas), sempre vale a seguinte fórmula: o número de faces menos o número de arestas vezes mais o número de vértices é igual a 2. Isso se chama Teorema de Euler Poincaré e é um fato sobre o mundo físico à nossa volta, mas é um teorema também, um fato matemático que traduz, espelha algo da estrutura do nosso Universo, daquilo que nos rodeia e que não foi inventado pela gente, está lá, é uma realidade muito objetiva.</span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>3por1</strong></span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> - Além de ciência e linguagem, a matemática pura é também uma forma de arte abstrata, como a música?</span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>MV</strong></span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> - Acredito que sim. A matemática é regida por um sentido interno de estética. A beleza é um critério fundamental na valorização das descobertas matemáticas. Todo matemático sabe que na hora de formular seus raciocínios, de escrever, de tentar traduzir os raciocínios, expressá-los para serem comunicados a outras pessoas, o critério estético, o critério daquela harmonia entre as ideias é fundamental. Aliás, uma frase de alguém absolutamente acima de qualquer suspeita, o poeta português Fernando Pessoa, já dizia que o binômio de Newton, que é um fato matemático, é tão belo quanto a Vênus de Milo. A única coisa é que tem menos pessoas para apreciar a beleza do binômio de Newton do que da Vênus de Milo, mas nem por isso deixa de ser igualmente belo.</span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>3por1</strong></span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> - A capacitação matemática adequada da população em geral não é uma questão de justiça social?</span></p>
<p><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> </span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"><strong>MV</strong></span><span class="yt-core-attributed-string--link-inherit-color" dir="auto"> - Absolutamente sim. Aliás, escrevi hoje mesmo [6/11/24] na Folha [de S.Paulo] sobre isso, sobre um documentário norte-americano [“Counted Out” (2024), de Vicki Abeles] que trata exatamente da importância até para a sobrevivência da democracia que as pessoas entendam os fatos matemáticos básicos, para poderem exercer sua cidadania. A diretora chega ao ponto de dizer que a proficiência matemática não é só uma necessidade, é um direito cívico. E cada vez mais, no século 21, cada vez mais um monte de decisões sobre as nossas vidas, decisões sobre o que nós fazemos, quem nós conhecemos, o que nós escrevemos, o que nós lemos são tomadas por meio de ferramentas matemáticas, sendo absolutamente necessário que as pessoas tenham alguma capacidade para compreender como isso acontece, porque caso contrário, como diz a diretora desse documentário, serão manipuladas, se não tiverem essa capacidade de compreensão.</span></p>
<p><span class="discreet"><strong><strong>[*] </strong></strong><strong>Entrevista gravada em 6 de novembro de 2024 na sede do jornal Folha de S.Paulo.</strong></span></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Entrevista</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Matemática</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>3por1</dc:subject>
    
    <dc:date>2025-04-04T12:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados-e-as-eleicoes-2024">
    <title>Revista Estudos Avançados aponta prioridades para próxima gestão da cidade de São Paulo</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/revista-estudos-avancados-e-as-eleicoes-2024</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n111/"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-da-revista-estudos-avancados-111" alt="Capa da revista Estudos Avançados 111" class="image-right" title="Capa da revista Estudos Avançados 111" /></a>Em meio à campanha eleitoral para as eleições municipais deste ano, quando se espera que os candidatos apresentem uma agenda propositiva, a revista <a href="https://www.iea.usp.br/revista" class="external-link">Estudos Avançados</a> traz em sua <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n111/">edição 111</a> [veja o <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/nova-edicao-da-revista-estudos-avancados#sumario" class="external-link">sumário</a> abaixo] um amplo leque de análises e propostas sobre os principais problemas da cidade de São Paulo, de forma a contribuir com o debate público sobre as prioridades a serem enfrentadas pela próxima gestão do município.</p>
<p class="MsoNormal">O editor da publicação, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-franca-adorno-de-abreu" class="external-link">Sérgio Adorno</a>, frisa que, numa cidade onde se estabelecem complexas redes de relações sociais e institucionais, "o principal desafio à governança reside justamente em promover desenvolvimento sustentável com equidade e justiça social, com respeito ao ambiente, com participação dos mais distintos grupos sociais na tomada de decisões que afetam a vida de maior número de pessoas e com promoção da cultura de respeito aos direitos humanos".</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Versões online<br />e impressa<br /> da edição</i></h3>
<p><i>Os artigos da versão online integral da edição 111 da revista Estudos Avançados podem ser baixados gratuitamente na <a class="external-link" href="https://www.scielo.br/j/ea/i/2024.v38n111/">Scientific Eletronic Library Online (SciELO)</a>. A versão impressa estará disponível em meados de setembro, ao preço de R$ 40,00. Os interessados em comprar/reservar um exemplar ou fazer uma assinatura anual (três edições por R$ 100,00) devem enviar mensagem para <a class="mail-link" href="mailto:estavan@usp.br">estavan@usp.br</a>.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="MsoNormal">Esses desafios orientaram a composição do dossiê "Eleições Municipais em São Paulo: Problemas e Desafios", com 15 artigos de autoria de 40 pesquisadores de diversas instituições em áreas como urbanismo, saúde pública, educação, sociologia, economia, administração e gestão de políticas públicas.</p>
<p class="MsoNormal">Um fator fundamental para que as demandas da população paulistana sejam atendidas - desde que as decisões políticas sejam tomadas e os procedimentos estabelecidos - é a destinação adequada dos recursos orçamentários.  Essa é a preocupação do artigo que abre o dossiê: a “Governança do Orçamento de São Paulo Revisitada pós 2014 – Da Escassez à Sobra de Recursos”, de Ursula Dias Peres, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (Each) da USP.</p>
<p class="MsoNormal">Ela defende “a necessidade de maior pressão e controle” para o uso eficaz dos recursos orçamentários. Isso é importante, segundo ela, para que não se repita o ocorrido entre 2018 e 2022, quando um conjunto de fatores levou ao acúmulo de saldo em caixa de mais de R$ 20 bilhões, que “ficaram parados, apesar das demandas não atendidas da população”.</p>
<p class="MsoNormal">O trabalho é resultado da análise de um conjunto de dados de receitas, despesas e estrutura de pessoal, coletados para o período de 2003 e 2023, além de entrevistas com atores-chave da governança orçamentária. Peres explica os fatores que levaram ao superavit do município e indica os caminhos para que a governança do orçamento paulistano deixe de ser caracterizada por um “aumento importante na discricionariedade política do chefe do Executivo”.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Segurança, saúde e educação</strong></p>
<p class="MsoNormal">Recente <a class="external-link" href="https://media.folha.uol.com.br/datafolha/2024/08/26/sjyawxgnru8ey8wqcfznc6lnc3yl-zuzv5qvwqk8-bc.pdf">pesquisa do Datafolha</a> indica que 20% dos paulistanos apontam a segurança como sua principal preocupação, com saúde e educação aparecendo empatadas em segundo lugar, citadas como principal problema por 18% da amostra consultada. A relevância assumida pela segurança com tema nas eleições paulistanas é contemplada pelo dossiê em artigo de quatro pesquisadores do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Eles refletem sobre o deslocamento dessa agenda, “transferida de uma pauta predominante estadual para parte central das estratégias eleitorais à prefeitura da cidade”.</p>
<p class="MsoNormal">A hipótese desenvolvida pelos pesquisadores é que os homicídios gozaram do status de “principal problema de segurança pública da cidade entre anos 1990 e 2000”, contudo “há uma mudança de cenário com sua redução. A centralidade passou a ser a cracolândia e o intensivo aumento dos crimes patrimoniais, sobretudo os furtos e roubos de celular. Fatores que levaram à “construção de um cenário agudo de medo e insegurança na população paulistana”.</p>
<p class="MsoNormal">No entanto, eles alertam que “decifrar a esfinge da segurança pública” na cidade de São Paulo e em outros municípios do país “ainda é um desafio arriscado e violento para parcelas significativas da população, ainda mais em um tempo social de ‘guerra cultural’”. A incógnita decorre da dúvida de se “o novo protagonismo dos municípios na segurança pública será acompanhado por reformas na arquitetura institucional e nas culturas organizacionais das forças de segurança pública e/ou se é só uma forma de dissipar demandas e pressões sociais por justiça social, prevenção da violência e cidadania”.</p>
<p class="MsoNormal">Os desafios da saúde pública são o tema de artigo de seis pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. Eles consideram que a multiplicidade de prestadores de serviços de saúde que atuam sob contrato com a gestão municipal gera dificuldades nos processos de regulação estatal. “É imperativo aprimorar tais processos regulatórios da relação público-privada para garantir a intencionalidade e o controle público do sistema de saúde”, afirmam.</p>
<p class="MsoNormal">Os autores defendem também o reforço das estruturas de governança, especialmente em relação ao governo estadual, que tem, ao contrário do que ocorre na maioria dos estados brasileiros, uma “capacidade instalada de serviços de saúde numerosa e estratégica”.</p>
<p class="MsoNormal">Fechando a trinca das principais preocupações dos paulistanos, a questão educacional na cidade é abordada a partir dos desafios para o munícipio e o estado decorrentes da relação entre o envelhecimento da população e a educação de jovens e adultos (EJA). O artigo de Marcelo Dante Pereira, da Rede Municipal de Ensino, e Maria Clara Di Pierro, professora sênior da Faculdade de Educação da USP, é fruto de um diagnóstico demográfico e educacional da população idosa do município e um estudo de caso comparativo nas redes estadual e municipal de educação da cidade.</p>
<p class="MsoNormal">Os autores elencam quatro recomendações para a futura gestão da cidade. A primeira delas é fortalecimento da oferta pública de EJA para atender a demanda potencial de idosos com baixa escolaridade, especialmente na periferia. Essa oferta deve ser acompanhada de processos de orientação para a adaptação escolar das pessoas idosas, que sentem muitos impactos ao retornar à EJA. A terceira recomendação é para que as redes de ensino busquem apoio técnico consultivo para a elaboração de orientações normativas e para a realização de formações continuadas com temáticas que tratem da superação do ageísmo e da promoção de práticas educacionais com pessoas idosas.</p>
<p class="MsoNormal">Finalmente, recomendam a produção de políticas intersetoriais envolvendo as secretarias de Educação e outras, estaduais e municipais, e os Conselhos Estaduais e Municipais da Pessoa idosa, de forma a favorecer a busca ativa por pessoas idosas com baixa escolaridade, além de incluir a temática do envelhecimento nas formações continuadas de docentes e técnicos.</p>
<p class="MsoNormal"><span><strong>Emprego e mobilidade</strong></span></p>
<p class="MsoNormal">Apesar da recente redução no índice de desemprego, a oferta de trabalho e sua qualidade permanecem uma preocupação relevante para parte importante dos paulistanos, sobretudo diante das transformações econômicas da cidade. Essas questões estão presentes em análise do mercado de trabalho no município na última década por pesquisadores do Instituto de Estudos Brasileiros da USP, Cebrap e UFABC. Eles destacam como as tendências de força de trabalho, desocupação, padrão ocupacional e rendimento se refletem sobre a desigualdade de renda e a pobreza.</p>
<p class="MsoNormal">O texto discute o período recente, com base nos dados de 2012 a 2023 da Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), do IBGE. São abordadas as principais convergências e divergências em termos de polarização ocupacional, distribuição de renda e pobreza nos cenários paulistano e nacional, apresentando também algumas dinâmicas relativas à interseccionalidade de raça e gênero.</p>
<p class="MsoNormal">Segundo os pesquisadores, tudo indica que o mercado de trabalho paulistano tende a se tornar mais desigual e polarizado, diminuindo seu papel de núcleo das transformações sociais do país, “mesmo quando combinava ‘crescimento e pobreza’”. Diante desse cenário, apontam dois vetores estratégicos para novas oportunidades: incorporar a inclusão social como meta, inclusive pela sua capacidade geradora de empregos e de renda, por meio da expansão das políticas públicas (saúde, educação e assistência social); e apostar em novos conglomerados produtivos, fundados na alta produtividade e no potencial de emprego, tendo em vista o ainda existente diferencial da cidade no plano nacional”.</p>
<p class="MsoNormal">“Essas ações de liderança tecnológica em novos setores e segmentos – num contexto de “nova industrialização” tal como propugnado pelo governo federal – poderiam ser desenvolvidas inclusive no sentido de reverter a atual hierarquia espacial da cidade”, concluem.</p>
<p class="MsoNormal">Associados em grande parte à questão do mercado de trabalho estão os problemas de mobilidade na cidade, onde grande parte da população mora longe dos locais de trabalho. “Não são poucos os problemas econômicos, políticos, sociais afeitos aos transportes e mobilidade urbana que estarão à espera do próximo prefeito eleito da cidade de São Paulo, e vão exigir coragem para inovar”, afirmam os três pesquisadores da UFABC na sinopse de seu texto sobre as transformações necessárias da mobilidade urbana paulistana.</p>
<p class="MsoNormal">Eles consideram essencial a implementação de uma “política heterodoxa” para transformar o cenário atual da mobilidade urbana em São Paulo. Entre as mudanças que defendem, destacam “as mais abrangentes e sistêmicas, propostas pela coalizão Mobilidade Triplo Zero – tarifa zero, zero emissão e zero morte no trânsito”.  Os pesquisadores citam outra proposta da coalização: a criação de um Sistema Único de Mobilidade (SUM), com gestão interfederativa, fundamentado em princípios como equidade, acessibilidade e sustentabilidade.</p>
<p class="MsoNormal">Eles defendem também o “rompimento efetivo com o modelo tarifários dos transportes coletivos, já inovado no município de São Paulo com a Tarifa Zero”.  Associam essa ação com a urgência de repensar o financiamento do setor, “considerando a distribuição justa de recursos e superando desafios políticos e tecnológicos para alcançar uma mobilidade mais justa e sustentável”.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Habitação e zoneamento</strong></p>
<p class="MsoNormal">Nabil Bonduki, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, ex-vereador e ex-secretário de Cultura da cidade de São Paulo, é o autor do artigo “O Adensamento Populacional É Necessário, mas Verticalização Precisa Ter Limites e Respeitar a Memória e o Ambiente de São Paulo. O texto reflete sobre a regulação do uso e ocupação do solo em São Paulo, tendo como referência as diretrizes do Plano Diretor Estratégico e a implementação dos instrumentos previstos por ele, além da necessidade de ajuste da legislação complementar.</p>
<p class="MsoNormal">O artigo procura mostra que o adensamento populacional de São Paulo é absolutamente necessário para dar conta das necessidades habitacionais atuais e futura da Região Metropolitana, mas que a verticalização e as transformações imobiliárias indispensáveis para alojar mais gente no mesmo espaço precisam ter limites e não podem destruir referências culturais, ambientais e urbanas da cidade.</p>
<p class="MsoNormal">Outros artigos do dossiê sobre uso e ocupação do solo da cidade discutem a gestão de instrumentos de planejamento territorial a partir da ideia de projeto urbano como novo patamar da prevalência do zoneamento, a predominância de um urbanismo corporativo em detrimento de outro redistributivo e cooperativo e o papel da urbanização na história e suas transformações contemporâneas.</p>
<p class="MsoNormal">O dossiê se completa com trabalhos sobre sustentabilidade, redução de desigualdades, com redução das desigualdades, a situação financeira dos idosos, a desestatização do Vale do Anhangabaú e os padrões da distribuição espacial dos votos para vereadores paulistanos nas eleições de 2020.</p>
<h3><strong>Impactos da Inteligência artificial</strong></h3>
<p class="MsoNormal">O segundo conjunto de textos traz cinco dos trabalhos apresentados no 1º Seminário Internacional Inteligência Artificial: Democracia e Impactos Sociais, realizado pelo Centro de Inteligência Artificial, parceria da USP com a Fapesp e a IBM. Um dos artigos apresenta ferramentas desenvolvidas por pesquisadores e profissionais de computação, engenharia e matemática para o processamento de documentos políticos públicos para tornar as informações mais acessíveis aos cidadãos.</p>
<p class="MsoNormal">Em outro trabalho, de autoria de pesquisadores de computação e direito, é proposto um caminho para um novo paradigma de uso justo e ético da inteligência artificial (IA) na moderação de conteúdo na internet, e no qual o Estado e as plataformas têm papel relevante. Segundo os autores, esse caminho passa pela adoção de IA explicável associada a critérios transparentes e legítimos definidos pela sociedade.</p>
<p class="MsoNormal">Três profissionais especialistas em ciência da computação apresentam em seu artigo um projeto destinado a revisar várias bases de dados de treinamento e testes com o propósito de mitigar e minorar os vieses pessoais em um modelo multimodal de classificação de categorias urbano-sociais. Na fundamentação do projeto, eles se valeram de referenciais teóricos da linguística discursiva, da construção da moralidade e das abordagens analíticas sobre viés/variância. Isso permitiu, afirmam, que o trabalho pudesse atingir assertivamente o objetivo da mitigação de bias, o qual, "mesmo sendo uma tarefa laboriosa, é de pauta algorítmica-social para manter a pluralidade e robustez em dados públicos".</p>
<p class="MsoNormal">A partir de estudos da recente promoção dos Big Data e da IA para a produção de estatísticas oficiais das Nações Unidas, dois pesquisadores da UFC apresentam em seu texto uma análise de algumas transformações nas estatísticas públicas produzidas pelos institutos nacionais de estatística pelo mundo. A análise deu-se por meio de pesquisa empírica fundamentada em contribuições teóricas da sociologia da quantificação e dos estudos de ciência e tecnologia.</p>
<p>O uso da IA no setor privado também é abordado pelo conjunto de textos. Pesquisadores da área de administração examinam as decisões tomadas ou apoiadas pela IA em organizações. O artigo resume uma pesquisa com base em dados secundários, analisando 128 casos de uso da IA buscando entender como ela tem contribuído na tomada de decisões organizacionais. De acordo com os autores, foi possível identificar maior representatividade de adoção da IA nas áreas de operações e marketing, predominantemente no nível de decisão operacional e como apoio às tomadas de decisão.</p>
<h3><a name="sumario"></a>Sumário de Estudos Avançados 111</h3>
<div id="_mcePaste"><strong>Eleições Municipais em São Paulo: P</strong><strong>roblemas e Desafios</strong></div>
<ul>
<li>Governança do Orçamento de São Paulo Revisitada pós 2014. Da Escassez à Sobra de Recursos - <i>Ursula Dias Peres</i></li>
<li>Desafios na Gestão Municipal do Sistema Único de Saúde no Município de São Paulo - <i>Aylene Bousquat et al.</i></li>
<li>Polarização, Desigualdade e Pobreza: Dilemas e Desafios do Mercado de Trabalho na Cidade de São Paulo - <i>Alexandre de Freitas Barbosa, Ian Prates, Ângela Cristina Tepassê e Levi Cristiano Oliveira</i></li>
<li>Desafios da Educação de Jovens e Adultos no Contexto do Envelhecimento da População Paulistana - <i>Marcelo Dante Pereira e Maria Clara Di Pierro</i></li>
<li>A Financeirização da Velhice e a Convergência entre Estado e Mercado - <i>Guita Grin Debert e Jorge Félix</i></li>
<li>Freio de Arrumação para a Mobilidade Urbana Paulistana - <i>Silvana Zioni, Thiago Von Zeidler Gomes e Priscila da Mota Moraes</i></li>
<li>O Adensamento Populacional é Necessário, mas Verticalização Precisa Ter Limites e Respeitar a Memória e o Ambiente de São Paulo - <i>Nabil Bonduki</i></li>
<li>A Metrópole Paulistana no Século 21: Gestão de Instrumentos Urbanísticos e Desafios de Aproximação do Território - <i>Sarah Feldman</i></li>
<li>São Paulo Metrópole: Sustentabilidade com Redução das Desigualdades, um Processo Unitário - <i>Claudio Salvadori Dedecca e Cassiano José Bezerra Marques Trovão</i></li>
<li>Urbanismo Corporativo / Urbanismo Cooperativo: uma Gestão Responsável em São Paulo é Possível? - <i>Nadia Somekh, Bruna Fregonezi e Guilherme Del’Arco</i></li>
<li>A Economia Política da Urbanização: uma Reinterpretação à Luz das Eleições Municipais - <i>Ricardo Carlos Gaspar</i></li>
<li>Percepção Crítica sobre a Desestatização do Vale do Anhangabaú a partir de 2021 - <i>André Biselli Sauaia e Anália Amorim</i></li>
<li>Medo, Violência e Política na Cidade de São Paulo: A Quem Cabe Decifrar a Esfinge da Segurança Pública? - <i>Renato Sérgio de Lima, Guaracy Mingardi, David Marques e Thais Carvalho</i></li>
<li>Desafios da Gestão Municipal para Redução das Desigualdades na Cidade de São Paulo - <i>Jorge Abrahão e Igor Pantoja</i></li>
<li>Padrões Espaciais de Votação nas Eleições para a Câmara Municipal de São Paulo: Um Estudo a partir das Eleições de 2020 - <i>Lucas Gelape, Joyce Luz e Débora Thomé</i></li>
</ul>
<p id="content"><strong>Inteligência Artificial: Democracia e Impactos Sociais</strong></p>
<ul>
<li>Tomada de Decisão nas Organizações: O Que Muda com a Inteligência Artificial? - <i>Abraham Sin Oih Yu et al</i>.</li>
<li>Estatísticas Públicas, Big Data e Inteligência Artificial: O caso da Plataforma Global da ONU - <i>Oscar Arruda d’Alva e Edemilson Paraná</i></li>
<li>Mitigação de Viés de Datasets Multimodais em um Classificador de Categorias Urbano-Sociais - <i>Luciano C. Lugli, Daniel Abujabra Merege e Rafael Pillon Almeida</i></li>
<li>Inteligência Artificial Explicável para Atenuar a falta de Transparência e a Legitimidade na Moderação da Internet - <i>Thomas Palmeira Ferraz et al</i>.</li>
<li>Democracia Aumentada: Inteligência Artificial como Ferramenta de Combate à Desinformação - <i>Alexandre Alcoforado et al.</i></li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>São Paulo (Cidade)</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Publicações</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades inteligentes</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Administração Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Revista Estudos Avançados</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>CT&amp;I</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-08-29T11:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/direitos-humanos-atencao-psicossocial">
    <title>Direitos Humanos e as Práticas na Rede de Atenção Psicossocial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/direitos-humanos-atencao-psicossocial</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; ">A afirmação da cidadania e da liberdade de todos, historicamente, são pontos de partida e horizonte da Reforma Psiquiátrica. Tal defesa intransigente dos direitos humanos é expressa nas variadas dimensões que compõem e efetivam os princípios da Reforma Psiquiátrica. Entre os exemplos, estão a <a class="external-link" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10216.htm">lei 10.216/2001</a>, que afirma os direitos das pessoas com condições de saúde mental, e a Rede de Atenção Psicossocial, que tem entre suas diretrizes o respeito e a promoção dos direitos humanos na construção de percursos de cuidado e de cidadania das pessoas usuárias dos serviços que compõem a Rede. Passados mais de 20 anos, a lei 10.216/2001 continua a ser o grande marco institucional em torno do qual se realiza a garantia de direitos pelas estratégias e práticas organizadas na Rede de Atenção Psicossocial.</p>
<p style="text-align: left; ">Considerando essa linha de base se coloca a importância de conhecermos e debatermos sobre como nesta Rede, buscando construir respostas coordenadas e não fragmentadas de cuidados e de cidadania, ações para promover direitos têm sido inventadas. E reconhecendo que o exercício da cidadania se faz nas relações e nos territórios, saber se e como tem sido possível garantir os direitos das pessoas nos espaços</p>
<h3 style="text-align: start; "><strong>Transmissão:</strong></h3>
<p style="text-align: start; ">Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Interdisciplinar em Políticas Públicas de Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-07-26T16:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/alfabetizacao-midiatica-e-informacional-de-cidade-e-o-foco-de-novo-centro-de-pesquisa">
    <title>Aumento da alfabetização midiática e informacional nas cidades é objeto de novo centro de pesquisa </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/alfabetizacao-midiatica-e-informacional-de-cidade-e-o-foco-de-novo-centro-de-pesquisa</link>
    <description>O Conselho Deliberativo aprovou em março a criação do Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL (CIIDCMIL), associado a uma Cátedra de Cidades MIL Unesco da USP. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/global-mil" alt="Global MIL" class="image-right" title="Global MIL" />Durante a Semana Global de Alfabetização Midiática e Informacional (AMI) de 2018, na Lituânia, a Unesco lançou o conceito de <a class="external-link" href="https://www.unesco.org/en/media-information-literacy/mil-cities?page=1">Cidades MIL</a> (sigla em inglês correspondente a AMI), para estimular as cidades a trilharem um caminho de capacitação, de forma inovadora, de um maior número de cidadãos nessa competência.</p>
<p>De acordo com a Unesco, os cidadãos assim preparados "são capazes de compreender o papel e as funções dos meios de comunicação social e de outros fornecedores de informação e possuem conhecimentos e competências básicas para analisar e utilizar, de forma crítica e eficiente, os meios de comunicação e a informação para a autoexpressão, para se tornarem aprendizes independentes e pensadores críticos, e para  participar plenamente e beneficiar-se da crescente sociedade do conhecimento e da informação".</p>
<p>Dessa forma, as Cidades MIL podem contribuir para aumentar o acesso à informação, estimular o envolvimento cívico, permitir o diálogo intercultural e inter-religioso, combater a desinformação e o ódio e criar oportunidades econômicas, sociais e culturais, ressalta o organismo da ONU.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Lançamento</h3>
<p>Leia <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/universidade/personalidades-debatem-sobre-o-modelo-cidades-mil-da-unesco-em-evento-gratuito-na-usp/">matéria do Jornal da USP</a> sobre o evento Das Cidades Inteligentes às Cidades MIL da Unesco: Fator Relacional, Visões Nacionais e Internacionais, que acontece no dia 30, às 14, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. Durante a programação do encontro ocorrrerá o lançamento do Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL (CIIDCMIL) no IEA.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>São essas as diretrizes que norteiam as pesquisas a serem desenvolvidas pelo Centro Internacional de Inovação e Desenvolvimento de Cidades MIL (CIIDCMIL), cuja criação foi aprovada em março pelo Conselho Deliberativo do IEA. O centro deverá funcionar em articulação com uma Cátedra Cidades MIL Unesco na USP (proposta a depender de tratativas institucionais).</p>
<p><strong>Objetivos</strong></p>
<p>Com duração prevista de cinco anos, o projeto tem o objetivo geral de contribuir para a pesquisa, desenvolvimento, expansão e implementação da abordagem Cidades MIL no Brasil, América Latina e Caribe e em países de outros continentes. O centro partirá da criação de um protótipo com aplicação na Cidade Universitária, de forma a ter um caso exemplar para a proposição de metas, ações e acompanhamentos de resultados da implantação das Cidades MIL.</p>
<p>A intenção é promover e compartilhar conhecimentos confiáveis bem como práticas eficientes relacionadas à educação comunicativa e ao pensamento crítico nas diversas áreas das cidades. "A proposta tem como centro o cidadão, mas considera o uso das novas tecnologias, inclusive da inteligência artificial (IA) no sistema urbano em geral", enfatizam os autores da proposta.</p>
<p>A perspectiva é que as metas a serem atingidas estejam em consonância com os <a class="external-link" href="https://brasil.un.org/pt-br/sdgs">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030</a> da ONU, com os princípios conhecidos como ESP (sigla em inglês para ambiental, social e governança) e as principais diretrizes de saúde pública para infodemias ou epidemias de informação.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, o conceito das Cidades Mil foi plasmado a partir de pontos não contemplados nas cidades inteligentes (smart cities) e avança em questões de inclusão ética, de religião e crenças, de idade e de identificação de instâncias em que categorias de superdiversidade são evidenciadas, de maneira a delinear nessas paisagens socioculturais os mecanismos de abordagem crítica, inovadora e democrática com a integração dessas instâncias.</p>
<p>A proposta baseia-se em indicadores e em métricas para diagnosticar, gerir e integrar bairros, comunidades, cidades, cidades corporativas e cidades universitárias do ponto de vista MIL, com a utilização das tecnologias de forma ética, de maneira a consolidar o respeito e a integração de grupos vulneráveis.</p>
<p>O CIIDCMIL tem como foco específico a articulação de um grupo interdisciplinar que adote como prioridade de reflexão “a transformação de espaços urbanos em espaços interativos, resilientes e não vulneráveis a impactos negativos do avanço tecnológico, da alta virtualidade da vida cotidiana e do intenso efeito das fake news, que afetam decisões e pensamentos, levando à desconexão de políticas públicas inclusivas e consoantes com uma vida participativa consciente".</p>
<p>Para que que esse espírito de “Cidadão MIL” emerja, o centro defende a criação de espaços de gestão mais transparentes e conectados com as necessidades e percursos dos indivíduos, consideradas as diferenças entre eles, além de serem locais de experimentação de um envolvimento contributivo dos cidadãos. Dois aspectos devem ser considerados para a construção desse espírito, afirmam: estudos com base em métricas, incluindo a coconstrução de uma rede alimentadora de um observatório de evolução de métricas de acompanhamento dos efeitos de pequenas intervenções; no aspecto do envolvimento contributivo, devem ser levadas em conta as práticas vivenciadas e a percepção de que a diferença importa nessa coconstrução urbana.</p>
<p><strong>Organização</strong></p>
<p>O coordenador do CIIDCMIL é Mitsuru Hanaze, professor titular do Departamento de Publicidade, Relações Públicas e Turismo da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e coordenador geral do Centro de Estudos de Avaliação e Mensuração em Comunicação e Marketing (Ceacom), sediado na escola. A vice-coordenação e a coordenação executiva são desempenhadas por Felipe Chibás Ortiz, professor do Programa em Integração da América Latina (Prolam) da USP e também integrante do Ceacom.</p>
<p>Além de Hanaze e Ortiz, fazem parte do núcleo acadêmico do projeto, pela USP, outros professores da ECA, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), além de integrantes da UFMT, UFRN e Universidade Católica de Brasília. Alguns desses docentes e outros da ECA, FEA e FAU participam como supervisores ou representantes de grupos de pesquisa.</p>
<p>Os grupos de pesquisa produzirão dados quantitativos relacionados às regiões de seu trabalho de campo (23 países das Américas, Caribe, Europa, África e Oriente Médio), alimentando uma plataforma de integração do conhecimento geral relativo às métricas de interesse do projeto. Cada equipe cotejará seus dados regionais com a cidade de São Paulo e coordenará a comparação com a dinâmica da Cidade Universitária.</p>
<p><strong>Temas e linhas de pesquisa</strong></p>
<p>Os trabalhos temáticos serão organizados em quatro linhas de pesquisa e atuação:</p>
<ul>
<li>Cidades Mil : espaços urbanos segundos os princípios da Unesco (e-governo participativo e mobilidade urbana):</li>
<li>comunicação e educação com MIL;</li>
<li>saúde integral e educação MIL;</li>
<li>inteligência artificial e startups MIL.</li>
</ul>
<p>Essas linhas se desdobram em uma dúzia de enfoques mais específicos, entre os quais figuram: o uso de IA na educação, na eficiência energética, na mobilidade urbana e na governança de prefeituras, hospitais, bairros e comunidades; sistemas de informação e aplicativos para saúde; e modelos de negócios inovadoras para organizações e startups em Cidades MIL.</p>
<p><strong>Cronograma</strong></p>
<p>Os trabalhos do projeto serão divididos em três fases. Na primeira delas (até março/2025), serão implantados o CIIDMIL e a Cátedra MIL Unesco da USP, com a realização de um evento de divulgação das duas iniciativas. Também serão iniciadas no período as pesquisas a serem aplicadas na Cidade Universitária.</p>
<p>A segunda fase (março/2025 a março/2026) será dedicada à implantação do projeto-piloto de cidade MIL na Cidade Universitária e em outros espaços urbanos, a produção de um curso Mooc (sigla em inglês para curso online aberto e massivo) de formação de consultores em Cidade MIL e palestras e seminários de divulgação.</p>
<p>Os três últimos anos do projeto (março/2026 a março/2029) serão dedicados à terceira fase, voltada a implementação do projeto em outros campi e cidades. Isso compreenderá a capacitação, assessoria e consultoria para cidades que desejarem implantá-lo e puderem custear o trabalho. O período também será voltado à publicação de livros e artigos sobre Cidades MIL.</p>
<p style="text-align: right; "><i><span class="discreet">Ilustração: adaptada do postar da Global Media and Information Literacy (MIL) Week 2018/Unesco</span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agenda 2030</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ODS</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Diversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Políticas Públicas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mídia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Smart cities</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Unesco</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-04-19T14:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/manifesto-dos-rios-chama-a-atencao-para-a-situacao-critica-dos-corregos">
    <title>Intervenções de pesquisadores do IEA chamam a atenção para a situação dos rios</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/manifesto-dos-rios-chama-a-atencao-para-a-situacao-critica-dos-corregos</link>
    <description>Rios passarão por intervenções artísticas em todas as regiões do Brasil</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a3f17a14-7fff-32d8-8b25-8cfb13803a0d"> </span></p>
<table class="tabela-esquerda-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/manifesto-dos-rios-2" alt="Manifesto dos rios - 2 " class="image-inline" title="Manifesto dos rios - 2 " /></th>
</tr>
<tr>
<td><i>Intervenção no rio Iquiririm</i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>Em forma de manifesto simbolicamente assinado pelos próprios rios, um grupo de ativistas tem feito intervenções artísticas no entorno de diversos córregos do Brasil. </span></p>
<p dir="ltr"><span> </span><span>Os participantes </span><span>pintam cobras </span><span>ao lado e por cima dos rios, no caso dos tamponados, uma </span><span>alusão à lenda amazônica da Cobra Grande</span><span>. Os pesquisadores </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/victor-kinjo" class="external-link">Victor Kinjo</a><span> e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vivian-aparecida-blaso-souza-soares-cesar" class="external-link">Vivian Blaso</a><span>, do </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/projetos-institucionais/usp-cidades-globais" class="external-link">Centro de Síntese USP Cidades Globais</a><span>, integram a ação em São Paulo.</span></p>
<p dir="ltr">A iniciativa visa chamar a atenção para o estado de rios escondidos e mal preservados. <span>Estudo do </span><a href="https://www.wwf.org.br/?71002/Estudo-mostra-que-apenas-um-terco-dos-rios-do-mundo-permanece-como-rio-de-curso-livre-integro-e-saudavel">WWF</a><span> sobre 246 grandes rios do mundo mostrou que pouco mais de um terço (37%) deles pode ser considerado um “rio de curso livre”, que é a condição para que um curso d’água mais ofereça benefícios ambientais e serviços ecossistêmicos.</span></p>
<p dir="ltr"><strong>Atividades em São Paulo</strong></p>
<p dir="ltr"><span>Uma das intervenções da dupla de pesquisadores está no rio Iquiririm, que integra a sub-bacia do rio Pinheiros. Ele nasce dentro da Cidade Universitária da USP e flui pelo Butantã, até desaguar no rio Pirajussara. Blaso ressalta que "a ativação dos espaços da cidade por meio da arte é fundamental para o engajamento e mobilização popular, o advocacy e as políticas públicas" de cidades mais sustentáveis e afetivas.</span></p>
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/manifestos-dos-rios-1" alt="Manifestos dos rios - 1 " class="image-inline" title="Manifestos dos rios - 1 " /></th>
</tr>
<tr>
<td><i>Victor Kinjo na embarcação em que realizou intervenção artística</i><br /><br /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr"><span>Outra pintura está localizada em uma embarcação que servia de palco para navegações de educação ambiental pelo rio Tietê, peças de teatro e outras intervenções artísticas. Para Kinjo, a pintura da cobra-guardiã em seu convés tem o intuito de "replantar os sonhos da navegação nos rios urbanos de São Paulo”. O barco fica atracado no Cebolão, entre os rios Tietê e Pinheiros.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Como parte da programação do Manifesto, artistas do Teatro Oficina promoverão uma alegoria no entorno do rio Bixiga, no bairro de mesmo nome. Os ativistas montarão a imagem de um dragão chinês por meio da manipulação de bambus, em uma intervenção que se soma aos pedidos de <span>criação de um parque no local</span>. A performance acontece às 11h do dia 24 de setembro em um terreno de propriedade privada que é o último espaço de terra livre do centro de São Paulo. </span></p>
<p dir="ltr"><span>As ações acontecem ao longo da semana que antecede o Dia Mundial dos Rios, comemorado no último domingo do mês de setembro.</span></p>
<div><span><strong>Veja a lista dos rios que integram o manifesto:</strong></span></div>
<div><span><strong><br /></strong></span></div>
<p dir="ltr"><span>Bacia do Rio Formoso</span></p>
<p dir="ltr"><span>Córrego do Água Preta</span></p>
<p dir="ltr"><span>Córrego Ibirapitanga</span></p>
<p dir="ltr"><span>Córrego Taguarruçu Grande</span></p>
<p dir="ltr"><span>Represa do Rio Amazonas</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Anil</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Apeú</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Belém</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Bexiga</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Branco</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Cuiá</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Guandu</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Iquiririm</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Itaqui</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Melchior</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Negro</span></p>
<p dir="ltr"><span>Igarapé de Petrópolis</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Piquiá</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Tapajós</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Tietê</span></p>
<p dir="ltr"><span>Rio Tucunduba</span></p>
<div><span><br /></span></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Matheus Nistal</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Centro de Síntese USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa USP Cidades Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciencias Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise Hídrica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-09-22T18:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/enfrentamento-discurso-odio">
    <title>Apresentação do Relatório de Recomendações para o Enfrentamento ao Discurso de Ódio e ao Extremismo no Brasil </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/enfrentamento-discurso-odio</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Discursos de ódio e extremismos são algumas das maiores ameaças contemporâneas às democracias. Eles atentam contra direitos fundamentais à existência de grupos sociais, contra a garantia da inclusão de todos os membros da sociedade, além das próprias instituições democráticas responsáveis pela garantia de ambientes públicos seguros e protegidos contra tentativas de humilhação e discriminação. <br /> <br /> Diante do problema, o governo federal, por meio do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, comissionou um grupo de trabalho formado por profissionais da academia, da sociedade civil, do governo e colaboradores externos, para propor estratégias de combate ao fenômeno. Depois de quatro meses e quinze reuniões de trabalho, o relatório divulgado em julho de 2023 traz medidas de prevenção, de acolhimento de vítimas e de respostas de todos os poderes públicos ao problema. Recomenda-se a atuação de diversos atores sociais e estatais em diversos âmbitos, como nas escolas, na educação midiática, na saúde mental, na inteligência de agências policiais, no monitoramento de propagação e do financiamento desses discursos na internet, além de iniciativas de cooperação internacional no tema.  <br /> <br /> Para debater o relatório, o projeto Violência em Tempos Sombrios do Núcleo de Estudos da Violência da USP e o grupo de pesquisa Jornalismo, Direito e Liberdade (ECA/IEA-USP) recebem, no dia 23/08 das 14h00 às 16h30, Camilo Caldas, relator do Grupo de Trabalho, além de Luka Franca, que contribuiu com os trabalhos do GT. O seminário terá lugar no Auditório Alfredo Bosi, no Instituto de Estudos Avançados da USP.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<div id="_mcePaste"><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/RelatrioGTdioeExtremismosversops30dejunho.docx.pdf" class="internal-link">Relatório de <span>recomendações para o </span><span>DISCURSO DE ÓDIO </span><span>E AO EXTREMISMO</span></a></div>
<div id="_mcePaste"><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/RelatrioGTdioeExtremismosversops30dejunho.docx.pdf" class="internal-link">NO BRASIL</a></div>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Jornalismo, Direito e Liberdade</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-08-17T13:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/memorias-da-pandemia-17-04-2023">
    <title>Memórias da Pandemia - 17/04/2023</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/memorias-da-pandemia-17-04-2023</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Humanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psicanálise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-08-11T20:12:57Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/lancamento-do-livro-reescrevendo-decisoes-judiciais-em-perspectivas-feministas-a-experiencia-brasileira-06-06-2023">
    <title>Lançamento do Livro "Reescrevendo Decisões Judiciais em Perspectivas Feministas: A Experiência Brasileira" - 06/06/2023</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/2023/lancamento-do-livro-reescrevendo-decisoes-judiciais-em-perspectivas-feministas-a-experiencia-brasileira-06-06-2023</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Feminismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Legislação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-06-14T16:32:19Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>




</rdf:RDF>
