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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 101 to 115.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-rp-e-fundacao-do-livro-promovem-1o-premio-de-ficcao-cientifica">
    <title>IEA-RP e Fundação do Livro promovem 1º Prêmio de Ficção Científica</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/iea-rp-e-fundacao-do-livro-promovem-1o-premio-de-ficcao-cientifica</link>
    <description>Concurso de redação voltado a alunos de ensino médio vai abordar Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="padding-left: 0px; text-align: left; "><a href="https://sites.usp.br/iearp/wp-content/uploads/sites/405/2019/03/Cartaz-Ficcao4.png" rel="lightbox[2229]" style="padding-left: 0px; "></a><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/CartazFiccao4212x300.png/@@images/bebd826f-4175-4701-8e6c-d5b595f9f59e.png" alt="" class="image-left" title="" />O Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP e a Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto promovem o <strong>1º Prêmio de Ficção Científica</strong>, um concurso de redação com o objetivo de reforçar nos jovens o hábito da leitura e da escrita, além de estimular o interesse deles por assuntos ligados à ciência e reforçar a importância dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">Podem participar <strong>estudantes do 2º e 3º ano do Ensino Médio</strong> de escolas públicas e particulares de Ribeirão Preto. Eles devem produzir um texto no formato de conto literário, entre 20 e 60 linhas, com características do gênero de ficção científica e que aborde os ODS.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; "><strong>As inscrições devem ser feitas pelo professor</strong> que será responsável pelo concurso na escola até o dia <strong>18 de março</strong> no site: <a href="http://www.premioredacao.wixsite.com/2019" style="padding-left: 0px; ">www.premioredacao.wixsite.com/2019</a>.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; "><strong>As redações escolhidas</strong> precisam ser digitalizadas e enviadas à organização do concurso até <strong>27 de maio</strong>.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">Os autores dos três melhores contos literários ganham um notebook (1º lugar), um tablet (2º lugar) e um Kindle (3º lugar). Os professores que orientaram cada vencedor recebem um Kindle e suas escolas a doação de livros de ficção científica.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; ">O 1º Prêmio de Ficção Científica tem o apoio do Centro de Terapia Celular da USP e do Instituto Ribeirão 2030.</p>
<p><span style="float: none; "> </span></p>
<p style="padding-left: 0px; text-align: left; "><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; ">Mais informações: </span><span style="float: none; list-style-type: none; padding-left: 0px; text-align: left; ">iearp@usp.br ou (16) 3315 0368.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ensino Médio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-03-01T19:15:38Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadora-do-iea-participa-de-nova-edicao-de-ursula-obra-inaugural-da-literatura-afro-brasileira">
    <title>Pesquisadora do IEA participa de nova edição de 'Úrsula', obra inaugural da literatura afro-brasileira</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisadora-do-iea-participa-de-nova-edicao-de-ursula-obra-inaugural-da-literatura-afro-brasileira</link>
    <description>Maria Helena Pereira Toledo Machado, pesquisadora em período sabático no IEA, participa da nova edição do romance "Úrsula", de Maria Firmino dos Reis, obra inaugural da literatura afro-brasileira.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-ursula" alt="Capa do livro &quot;Úrsula&quot;" class="image-right" title="Capa do livro &quot;Úrsula&quot;" />Considerado o livro inaugural da literatura afro-brasileira, por dar voz e atuação a personagens negras, o romance "Úrsula", da maranhense Maria Firmina dos Reis (1825-1917), publicado em 1859, agora tem edição lançada pela Penguin &amp; Companhia das Letras, com meticuloso estabelecimento do texto feito pela historiadora M<i>a</i>ria Helena Pereira Toledo Machado, professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP em período sabático no IEA.</p>
<p>O romance figura entre as primeiras obras de autoria feminina do país, segundo Maria Helena, também responsável pela introdução do livro.  A edição conta ainda com cronologia elaborada pelo historiador Flávio dos Santos Gomes, professor do Instituto de História da UFRJ.</p>
<p>O enredo trata do amor entre Tancredo e Úrsula, "jovens puros e altruístas com as vidas marcadas por perdas e decepções familiares, que se apaixonam tão logo o destino os aproxima, mas se deparam com um empecilho para concretizar seu amor", resume Maria Helena.</p>
<p><strong>Edição</strong></p>
<p>Para não descaracterizar a escrita da autora, o estabelecimento do texto teve o cuidado de mantê-lo o mais próximo possível do original, segundo a historiadora. O texto foi cotejado com o fac-símile da primeira edição e apresenta: atualização da grafia, padronização da pontuação indicativa de falas e pensamentos; correção de erros tipográficos e, eventualmente, gramaticais, como concordância e conjugação verbal. "No mais, seguimos as escolhas da autora, preservando a colocação pronominal, a pontuação, assim como a substituição dos topônimos por asteriscos."</p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/maria-firmina-dos-reis" alt="Maria Firmina dos Reis" class="image-inline" title="Maria Firmina dos Reis" /></p>
<p><strong><i>Maria Firmina dos Reis</i></strong></p>
<p><i>Nascida em São Luís, na então província do Maranhão, em 1825, filha ilegítima de pai negro, Maria Firmina pertencia a família de poucas posses. Tornou-se professora primária aos 22 anos em outra cidade do Maranhão, Guimarães, onde fora morar aos cinco anos. Lecionou até 1881. Um ano antes de deixar o magistério, criou uma sala mista, fato que chocou setores da comunidade local. Morreu na mesma cidade aos 92 anos. Criou onze crianças, entre adotadas e afilhadas, algumas filhas de escravos.</i></p>
<p><i>Seus outros trabalhos literários são o romance indianista “Gupeva” (1861), o conto abolicionista “A Escrava” e vários poemas, publicados em jornais maranhenses. Participou da antologia poética "Parnaso Maranhense"  em 1861 e, dez anos depois, reuniu seus poemas em "Cantos à Beira-Mar".</i></p>
<p><i>Maria Firmina também compôs músicas (letras e partituras) e escreveu um diário.</i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Edições</strong></p>
<p><strong></strong>De acordo com Maria Helena, foi só nos anos 70 do século 20 que o romance e a sua autora começaram a ter visibilidade crescente. Na época, o bibliófilo e colecionador Horácio de Almeida encontrou num lote de livros que comprara um exemplar de "Úrsula".</p>
<p>Com essa redescoberta, foi lançada uma edição fac-similar em 1975, patrocinada pelo governo do Maranhão em comemoração dos 150 anos de nascimento de Maria Firmina. No mesmo ano, o intelectual negro e ativista maranhense José Nascimento Morais Filho publicou o livro "Maria Firmina: Fragmentos de uma Vida", que incluiu minuciosa pesquisa sobre a vida da escritora, as músicas que compôs (letras e partituras) - entre elas, o "Hino à Libertação dos Escravos", de 1888 - e ao "Álbum", compilação de anotações pessoais de Maria Firmina.</p>
<p>"Úrsula" teve outras quatro edições antes da atual: em 1988, por ocasião do Centenário da Abolição, 2004, 2009 (celebrando os 150 anos da primeira edição) e 2017.</p>
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/maria-helena-pereira-toledo-machado-1" alt="Maria Helena Pereira Toledo Machado" class="image-inline" title="Maria Helena Pereira Toledo Machado" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Maria Helena: "Firmina foi uma mulher que ultrapassou todas as barreiras raciais, sociais e de gênero"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Tema de pesquisa</strong></p>
<p>Maria Helena comenta na introdução que em meados dos anos 2000, a autora tornou-se tema de pesquisa nos programas de pós-graduação, "adquirindo novas características e dando início a uma notável tendência ascendente" sobre a obra de Maria Firmina. "Desde então, mais de uma dezena de dissertações e teses, provenientes das áreas de literatura, história, sociologia e estudos culturais, foi escrita."</p>
<p>Os estudos dedicados a "Úrsula" destacam o caráter excepcional da construção narrativa proposta pela romancista, afirma a historiadora. "O fato de a autora ter alçado escravizados a personagens que refletem sobre si mesmos, apresentando uma narrativa de suas vidas opressivas, sempre chamou a atenção. A escritora insuflou neles uma consciência que está ausente nas figuras principais do romance."</p>
<p>Maria Helena ressalta que novas pesquisa e abordagens vêm consolidando um lugar único de Maria Firmina na história e na cultura brasileiras: "O de uma mulher que lucidamente ultrapassou todas as barreiras raciais, sociais e de gênero, mostrando ao mundo que mulheres negras e homens negros têm consciência e agência históricas, sendo capazes de, com suas vozes, desfazer as teias da opressão e do silenciamento gerados pela escravidão e pela exclusão."</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Fotos (a partir do alto): Biblioteca Pública de São Luís; Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Programa Ano Sabático</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Abolicionismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Afro-Brasileiros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Escravidão</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-11-28T13:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/nova-coletanea-de-poemas-de-eclea-bosi-sera-apresentada-em-lancamento-sarau">
    <title>Nova coletânea de poemas de Ecléa Bosi será apresentada em lançamento-sarau</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/rede-iea/nova-coletanea-de-poemas-de-eclea-bosi-sera-apresentada-em-lancamento-sarau</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/eclea-bosi" alt="Ecléa Bosi - Perfil" class="image-inline" title="Ecléa Bosi - Perfil" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">O livro póstumo A Casa &amp; Outros Poemas, da eminente psicóloga e escritora brasileira Ecléa Bosi, será lançado no dia 24 de outubro na livraria João Alexandre Barbosa, localizada no Espaço Brasiliana da Cidade Universitária. Durante a cerimônia, organizada pelas editoras Lis e Com-Arte em parceria com a livraria, haverá um sarau com leitura de poemas do livro.</p>
<p dir="ltr">Ecléa, morta em julho de 2017, foi professora emérita e titular do Departamento de Psicologia Social e do Trabalho no Instituto de Psicologia (IP) da USP e deixou uma sólida produção bibliográfica. Memória e sociedade, Cultura de massa e cultura popular, Leituras de operárias, Velhos amigos e O tempo vivo da memória são seus principais livros. Em 1994, combinando esforços com a Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU) da USP, criou o programa Universidade Aberta à Terceira Idade (UATI), que oferece a idosos vagas em disciplinas dos cursos de graduação da USP.</p>
<p dir="ltr">Em 2003, a psicóloga escreveu um artigo para a Revista Estudos Avançados do IEA-USP com o título Memória da cidade: lembranças paulistanas. Ecléa era casada com Alfredo Bosi, editor da revista desde 1989. Ele também foi diretor do IEA entre 1998 e 2001 e vice-diretor entre 1987 e 1997.</p>
<p><span class="discreet">Foto: Marcos Santos/Jornal da USP</span></p>
<p><i> </i></p>
<hr />
<p><b><i> Lançamento do livro </i><span>A Casa &amp; Outros Poemas</span></b><i><b>, de Ecléa Bosi</b><br /></i><i>24 de outubro, das 18h às 20h<br /></i><i>Evento público e gratuito<br /></i><i>Livraria João Alexandre Barbosa, Espaço Brasiliana — Av. Prof. Luciano Gualberto, 78<br /></i><i>Informações pelos telefones (11) 3091-4156 e (11) 3091-4157</i></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Victor Matioli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Poesia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-10-17T16:36:14Z</dc:date>
    <dc:type>Página</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/jornada-relacoes-culturais-brasil-franca-no-pos-guerra-10-de-outubro-de-2018">
    <title>Jornada Relações Culturais Brasil/França no Pós-Guerra - 10 de outubro de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/jornada-relacoes-culturais-brasil-franca-no-pos-guerra-10-de-outubro-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Brasil-França</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-10-10T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-relacoes-culturais-">
    <title>Jornada Relações Culturais Brasil/França no Pós-Guerra</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/jornada-relacoes-culturais-</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A presença francesa nas relações culturais do Brasil no decorrer do século XIX e na primeira metade do século XX já foi objeto de inúmeros estudos e análises. Agora nossa proposta é abordar essas relações culturais no período posterior à Segunda Guerra Mundial. Visamos a indicar eventuais modificações havidas nesses intercâmbios, já que, nesse período, os brasileiros leem menos os textos franceses no original. Mas a França não deixa de ter atrativos para uma parte significativa dos intelectuais. Examinaremos então as viagens dessa época, o papel representado pela Livraria Francesa de São Paulo, as relações existentes nos arquivos diplomáticos, a correspondência entre um especialista brasileiro e um professor francês que trabalha no Brasil, o estudo da presença de um autor brasileiro na França e de um autor francês falando sobre o Brasil, o embasamento teórico francês na crítica teatral brasileira e as traduções do que é considerado mais significativo para os brasileiros, ou os relatos dos viajantes do século XVI e do século XIX, ou as obras contemporâneas, como, por exemplo, as de Sartre, Simone de Beauvoir ou Françoise Sagan. Esperamos, portanto, abordar o tema proposto em vários aspectos que indicam ainda uma presença francesa importante para as relações culturais Brasil/ França.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Cláudia Regina</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Brasil-França</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-09-14T13:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-reapresenta-discussao-sobre-literatura">
    <title>USP Analisa reapresenta discussão sobre literatura</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/usp-analisa-reapresenta-discussao-sobre-literatura</link>
    <description>Entrevistadas abordam a importância do acesso à leitura no cotidiano do cidadão</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/dsc8125.JPG/@@images/f30b7046-3c3e-468e-bd5a-8f03dfd133d6.jpeg" alt="DSC8125" class="image-left" title="DSC8125" />Durante o mês de julho, o USP Analisa vai reapresentar os principais programas exibidos durante o primeiro semestre de 2018. Nesta sexta (5), a discussão gira em torno dos hábitos de leitura do brasileiro e o impacto positivo que o acesso ao universo da literatura traz à vida dos cidadãos. As entrevistadas são a presidente da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto Adriana Silva e a docente da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, Elaine Assolini.</p>
<div></div>
<p>Elas debatem ainda as dificuldades de interpretação de mundo e também de comunicação apresentadas por pessoas que têm pouco contato com os livros independentemente da escolarização, além da transformação dos ambientes das bibliotecas, que hoje apresentam uma integração maior com a internet.</p>
<div></div>
<p>O programa vai ao ar na Rádio USP nesta sexta (5), a partir das 12h, com reapresentação na quarta (11), às 21h, e no domingo (15), às 11h30. O <a class="external-link" href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta da Rádio USP Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-07-05T18:50:30Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/literatura-da-periferia">
    <title>Literatura periférica: a vida contada sem intermediários</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/literatura-da-periferia</link>
    <description>O seminário "Reflexões sobre Literatura Periférica e Universidade", realizado no dia 18 de junho, deu início ao ciclo "Centralidades Periféricas", organizado pela Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/mesa-do-evento-reflexoes-sobre-literatura-periferica-e-universidade" alt="Mesa do evento 'Reflexões sobre Literatura Periférica e Universidade'" class="image-inline" title="Mesa do evento 'Reflexões sobre Literatura Periférica e Universidade'" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Encontro reuniu poetas e pesquisadores da literatura periférica</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Desde novembro de 2000, uma noite por semana, uma centena de pessoas se reúne para declamar e ouvir poesia no Bar do Zé Batidão, no Jardim Guarujá, Zona Sul da cidade de São Paulo. O clima é de poesia viva, com raízes na oralidade, apresentada de forma performática e impregnada pela condição de vida, lutas e anseios dos moradores da periferia. É o sarau da <a class="external-link" href="http://cooperifa.com.br/">Cooperifa</a>, fundada pelo poeta <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-vaz" class="external-link">Sergio Vaz</a> para estimular o contato da comunidade do bairro com a literatura e os livros e propiciar um espaço onde os poetas locais pudessem apresentar seus trabalhos ao público.</p>
<p>A importância e o vigor dessa poesia e a relação da universidade com ela foi o tema da primeira atividade pública de 2018 da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a>, no dia 13 de junho. O seminário <i>Reflexões sobre Literatura Periférica e Universidade</i>, iniciou o ciclo <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/literatura-da-periferia#ciclo" class="external-link">Centralidades Periféricas</a>, organizado pela cátedra para aproximar a USP da efervescente vida cultural da periferia da cidade de São Paulo. A coordenação foi da ativista e educadora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliana-sousa-silva" class="external-link">Eliana Sousa Silva</a>, titular da cátedra.</p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><i>Centralidades</i></h3>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/eliana-sousa-silva" alt="Eliana Sousa Silva - 18/6/2018" class="image-inline" title="Eliana Sousa Silva - 18/6/2018" /></p>
<p><i>De acordo com Eliana Sousa Silva (foto), o plano de um ano para sua atuação à frente da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência tem a meta de aproximar a USP da periferia.</i></p>
<p><i>Integrante do grupo fundador e diretor da <a class="external-link" href="http://redesdamare.org.br/">Redes da Maré</a>, no conjunto de favelas da Maré, na cidade do Rio de Janeiro, ela utilizou os primeiros meses de vínculo com o IEA para conhecer um pouco da realidade paulistana e dos trabalhos acadêmicos sobre a periferia. "Existem iniciativas isoladas de pesquisadores, mas não há uma centralidade sobre o tema na Universidade", afirmou. </i></p>
<p><i>Esse período inicial foi dedicado também a reuniões com dirigentes da USP sobre o desenvolvimento de projetos de extensão.</i></p>
<p><i><span></span><span>O ciclo</span><span> </span><span>Centralidades Periféricas</span><span> é uma das linhas de atuação da cátedra em 2018. As outras duas são um projeto para a construção de uma plataforma digital dedicada à cultura da periferia e a formulação de projetos de extensão que possibilitem à USP contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos moradores da comunidade São Remo, vizinha à Cidade Universitária, e de outras comunidades da região.</span></i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Além de Sergio Vaz, participaram como expositores o poeta e pesquisador <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcio-vidal-marinho" class="external-link">Marcio Vidal</a>, também vinculado à Cooperifa, professor do ensino médio e mestre em literatura comparada pela USP; a crítica literária <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/heloisa-buarque-de-hollanda" class="external-link">Heloisa Buarque de Hollanda</a>, professora da UFRJ, onde coordena a <a class="external-link" href="https://www.universidadedasquebradas.pacc.ufrj.br/">Universidade das Quebradas</a>; e a pesquisadora da produção cultural da periferia paulistana <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/erica-pecanha-do-nascimento" class="external-link">Erica Peçanha</a> do Nascimento, mestre e doutora em antropologia social pela USP, onde também fez pesquisa de pós-doutorado em educação.</p>
<p><span><strong>Cooperifa</strong></span></p>
<p>"Para nós, a literatura periférica não é maior nem melhor: é nossa!", proclamou  Vaz em sua apresentação, lembrando que a Cooperifa acabou se transformando num centro cultural, com várias outras atividades, como o Cinema na Laje, apresentações de música, teatro e dança, biblioteca e saraus em escolas.</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Notícia</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/literatura-produzida-nas-periferias-brasileiras-e-tema-de-seminario-da-catedra-olavo-setubal" class="external-link">Literatura produzida nas periferias brasileiras é tema de seminário da Cátedra Olavo Setubal</a></li>
</ul>
<p><strong>Midiateca</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/centralidades-perifericas-reflexoes-sobre-literatura-periferica-e-universidade-18-de-junho-de-2018" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p><strong>Poemas</strong></p>
<ul>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/os-miseraveis-sergio-vaz/" class="external-link">Os Miseráveis</a>", de Sergio Vaz</li>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/alvaro-de-campos-foi-a-cooperifa-marcio-vidal/" class="external-link">Álvaro de Campos foi à Cooperifa</a>", de Marcio Vidal</li>
</ul>
<hr />
<i><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/noticias-1" class="external-link">Leia outras notícias sobre as atividades da Cátedra Olavo Setubal</a></i></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ele contou que ao servir o Exército, em 1983, colocou para tocar no quartel a música "Para Não Dizer que Não Falei das Flores", de Geraldo Vandré, cantada pela Simone, e um sargento ficou bravo. "Disse que era música de comunistas, guevaristas. Uma música poderia significar tudo isso? Foi aí que descobri as metáforas. Comecei a me interessar por poesia, Pablo Neruda, música brasileira. Depois veio '<a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=vqjHbYPb0ew">Fim de Semana no Parque</a>', dos Racionais MC's. Vi que era preciso dar voz às pessoas. Resolvi escrever sobre minha rua, meu vizinho, violência policial, sofrimento das mulheres."</p>
<p>Em 1988, Vaz lançou de forma independente seu primeiro livro: "Subindo a Ladeira Mora a Noite". Desde então, já publicou mais sete obras, entre elas "Flores de Alvenaria", "Colecionador de Pedras", "<span style="text-align: justify; ">Cooperifa – Antropologia Periférica"<i>.</i></span></p>
<p>O sarau começou a ser realizado no bar às quartas-feiras "porque é dia de jogo de futebol e vai pouca gente para beber" [agora é às terças-feiras]. "Começou a vir gente de todos os lugares. Era um dos poucos espaços onde havia um microfone onde as pessoas podiam falar e ser ouvidas."</p>
<p>"A literatura não está só no papel. Há muita dor, lágrimas, muita coisa que não foi dita sobre o que acontece com negros, pobres, gays, mulheres. Talvez ainda não seja literatura, mas a gente quer se libertar, ser gente."</p>
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/sergio-vaz-18-6-2018" alt="Sergio Vaz - 18/6/2018" class="image-inline" title="Sergio Vaz - 18/6/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Sergio Vaz: "Talvez ainda não seja literatura, mas a gente quer se libertar, ser gente"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para Vaz, está havendo uma "Primavera Periférica, como outras que aconteceram pelo mundo, mas só que tudo está acontecendo ao mesmo tempo". A Cooperifa é parte importante desse movimento, pois "estimulou o surgimento de mais de 50 saraus de poesia em outras regiões da cidade".</p>
<p><strong>Artista-cidadão</strong></p>
<p>Nascido e criado no Jardim Ângela, na zona sul, Marcio Vidal já publicou três livros de poesia: "<span style="text-align: justify; ">Receitas Para Amar no Século 21", "A Vida em Três Tempos" e "21 Gramas". Sua trajetória tanto como poeta quanto como acadêmico é diretamente influenciada pela Cooperifa. Em 2016, tornou-se mestre em literatura comparada pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP com a dissertação "<span style="text-align: justify; "><a class="external-link" href="http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8156/tde-10082016-103903/pt-br.php">Cooperifa e a Literatura Periférica: Poetas da Periferia e a Tradição Literária Brasileira</a>"</span></span></p>
<p>"Comecei lendo as coisas do Fuzzil [também da Cooperifa e presente na plateia do seminário] e do Sérgio. Fui comprando os livros deles - pedindo desconto - e montando minha biblioteca. Na época também surgiu meu interesse em traçar o processo de desenvolvimento daquele movimento."</p>
<p>Para ele, qualquer um pode ser um poeta marginal ao se contrapor a algo. "Muitos poetas do Modernismo poderiam ser chamados de marginais a escrever poemas como "<a class="external-link" href="http://www.nilc.icmc.usp.br/nilc/literatura/odeaoburgu.s.htm">Ode ao Burguês</a>", de Mário de Andrade, ou "<a class="external-link" href="https://www.escritas.org/pt/t/4828/o-bicho">O Bicho</a>", de Manuel Bandeira." No entanto, a poesia periférica é diferente: "É possível contrapor o poema '<a class="external-link" href="https://www.facebook.com/poetasergio.vaz2/posts/576747632404658">Gente Miúda</a>', do Sergio Vaz, ao poema do Bandeira. Os dois tratam da situação de um morador de rua remexendo no lixo. Em Bandeira há o espanto e a animalização daquele sujeito. No Sergio, ele é humanizado. Isso marca nosso local de fala".</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/marcio-vidal-18-6-2018" alt="Marcio Vidal - 18/6/2018" class="image-inline" title="Marcio Vidal - 18/6/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Marcio Vidal: "Queremos ler, mas também queremos ser lidos"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O "<a class="external-link" href="http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=23734">Manifesto da Antropofagia Periférica</a>", publicado por Vaz em 2007, é um complemento ao "Manifesto Antropofágico" de Oswald de Andrade, na opinião de Vidal. "O Sergio sinaliza o que seria a literatura periférica, a importância de o poeta ser um artista-cidadão, falar a partir da vivência de seu lugar e não compactuar com as injustiças e desigualdades."</p>
<p>Antes de encerrar sua exposição declamando o poema "Álvaro de Campos foi à Cooperifa", Vidal disse que a famosa declaração do crítico Antonio Candido (1918-2017) de que ler Dostoievsky deveria estar entre os direitos fundamentais, como casa, comida, instrução e saúde - no ensaio "<a class="external-link" href="https://www.revistaprosaversoearte.com/o-direito-a-literatura-antonio-candido/">Direito à Literatura</a>", de 1995 -, foi superada pelos escritores da periferia: "Queremos ler, mas também queremos ser lidos".</p>
<p><strong>Pesquisa</strong></p>
<p>Para Érica Peçanha do Nascimento, o fenômeno da literatura periférica não é inédito na literatura brasileira, e "não é nova também a estetização do contexto e da vida na periferia". Ela estudou o tema tanto em seu mestrado, com a dissertação "<a class="external-link" href="http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-03092007-133929/pt-br.php">Literatura Marginal: Os Escritores da Periferia Entram em Cena</a>", e no doutorado, com a tese "<a class="external-link" href="http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-12112012-092647/pt-br.php">É Tudo Nosso! Produção Cultural na Periferia Paulistana</a>".</p>
<p>Ela considera as três edições da revista "Caros Amigos", publicadas em 2001, 2002 e 2004, com 80 trabalhos de autores da periferia um marco para pensar a presença desses escritores na literatura brasileira. "Foi a primeira oportunidade de publicação impressa para muitos deles e uma oportunidade para os trabalhos terem circulação nacional."</p>
<p>A partir de suas pesquisas, ela traçou um perfil dessa literatura. "Nos últimos 20 anos, a produção é de maior quantidade de textos poéticos em relação aos em prosa, que são geralmente contos e crônicas. Prevalecem elementos documentais e biográficos. Se no início o referencial geográfico e as dificuldades da vida eram os assuntos predominantes, depois passou a haver uma diversificação temática, com a inclusão do conflito de classes, do mundo do trabalho, do erotismo e do feminismo."</p>
<p>Do ponto de vista formal, há uma valorização das formas de falar da periferia e de manifestações linguísticas não hegemônicas. "Os textos apresentam regras próprias de concordância verbal e de uso do plural, gírias, neologismos e pontuação escassa."</p>
<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/erica-pecanha-do-nascimento-18-6-2018" alt="Érica Peçanha do Nascimento - 18/6/2018" class="image-inline" title="Érica Peçanha do Nascimento - 18/6/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Érica Peçanha do Nascimento: "Diversificação do perfil social dos escritores brasileiros e do discurso literário"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ainda predomina a participação masculina, sendo menor o número de mulheres que ganham visibilidade e conseguem publicar seus trabalhos. Geralmente os escritores estão envolvidos também em projetos de ação cultural. "Os saraus possibilitaram que vários jovens pudessem desenvolver carreiras em arte-educação, produção cultural e outras áreas profissionais."</p>
<p>Uma característica peculiar dos escritores é o fato de o suporte não ser o livro na maior parte dos casos, mas sim o próprio corpo do poeta. "A linguagem e a escrita também ganham voz por meio da performance dos poetas, enriquecida pelas características dos ambientes dos saraus, como os aromas, as cores, as reações do público. Os saraus não formam só leitores, mas também espectadores de performances poéticas."</p>
<p>Para Érica, a principal contribuição cultural dessa literatura é a diversificação do perfil social dos escritores brasileiros e do discurso literário.</p>
<p><strong>Parceria</strong></p>
<p>Heloísa Buarque de Hollanda falou do papel do intelectual em relação à cultura da periferia a partir dos anos 70. "Naquela década, os acadêmicos iam à favela dizer o que os pobres deveriam fazer. Nos anos 80, o intelectual teve de se repensar, pois começou a sentir-se desconfortável naquele papel pedagogizante. Surgem as ONGs, que não tem mais aquele tipo de motivação. Uma ONG é uma negociação. O intelectual passa a ser alguém que negocia demandas populares com o Estado."</p>
<p>"Em 93 passei a ter contato com a cultura emergente fortíssima da periferia. Aí fiquei totalmente desconfortável. Não se tratava mais de, por exemplo, dizer como se deve fazer poesia, ou dizer ao MEC que o Sergio Vaz é bom."</p>
<p>Heloísa considera os autores e produtores culturais uma "tribo de elite da favela, que fala a língua da favela, a língua do Estado - quando precisa lidar com ele- e a língua do mercado, quando vai para a televisão".</p>
<p>A cultura da periferia não é de raiz, é de fluxo e é pop, segundo Heloísa. "Começamos a pensar que o lugar possível do intelectual nessa relação é o de parceiro. Quanto mais se chega perto da periferia, mais constatamos a existência nela de intelectuais muito potentes, de uma massa pensante muito sólida. Não estamos nos anos 70, 80. Agora temos uma classe em transformação."</p>
<table class="tabela-esquerda-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/heloisa-buarque-de-hollanda" alt="Heloisa Buarque de Hollanda - 18/6/2018" class="image-inline" title="Heloisa Buarque de Hollanda - 18/6/2018" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Heloisa Buarque de Hollanda: "O intelectual deve aprender a ouvir"</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Heloísa apresentou a Universidade das Quebradas como um exemplo de parceria entre os intelectuais da academia e da periferia. Criado em 2010 como um Laboratório de Tecnologias Sociais, o projeto possibilita o aprendizado das duas partes por meio de seminários de um dia inteiro uma vez por semana ao longo de um ano.</p>
<p>"Professores de história da arte, filosofia, antropologia e outras áreas, os melhores, apresentam seminários para os quebradeiros. Pedimos que não facilitem sua linguagem pelo fato de o público ser da periferia. Nos debates, os quebradeiros dão o seu retorno. Depois os papeis se invertem e são eles os expositores, e nós reagimos da mesma maneira." O resultado, segundo ela, é que tanto a equipe acadêmica quanto os quebradeiros mudam depois dessa interação.</p>
<p>É muito difícil para a academia receber a periferia, segundo Heloísa. "Mas deve-se apostar na ideia do diferente, que não tem nada a ver com a ideia de desigualdade. O intelectual deve aprender a ouvir, de forma dura e conflitiva, e soltar a imaginação de quem está à sua frente."</p>
<p>Essa produção passou a disputar a formulação de conceitos e consensos com a universidade, na opinião de Ivana. "A cultura periférica fez as discussões mais interessantes no país nos últimos 10, 20 anos."</p>
<p><a name="ciclo"></a></p>
<table class="listing">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>CICLO CENTRALIDADES PERIFÉRICAS</strong></p>
<p>1º Encontro<br /><strong>Reflexões sobre Literatura Periférica e Universidade</strong><br />14 de junho de 2018</p>
<p>Notícias</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/literatura-produzida-nas-periferias-brasileiras-e-tema-de-seminario-da-catedra-olavo-setubal" class="external-link">Literatura produzida nas periferias brasileiras é tema de seminário da Cátedra Olavo Setubal</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/literatura-da-periferia" class="external-link">Literatura periférica: a vida contada sem intermediários</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/centralidades-perifericas-reflexoes-sobre-literatura-periferica-e-universidade-18-de-junho-de-2018" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p>Poemas</p>
<ul>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/os-miseraveis-sergio-vaz/" class="external-link">Os Miseráveis</a>", de Sergio Vaz</li>
</ul>
<ul>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/documentos/alvaro-de-campos-foi-a-cooperifa-marcio-vidal/" class="external-link">Álvaro de Campos foi à Cooperifa</a>", de Marcio Vidal</li>
</ul>
<hr />
<p><br />2º Encontro<br /><strong>Marcas na Pele da Cidade: Narrativas Visuais das Periferias</strong><br />28 de setembro de 2018</p>
<p>Notícias</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/arte-urbana-periferias" class="external-link">Arte urbana produzida pelas periferias brasileiras é tema de encontro na Cátedra Olavo Setubal</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/pixo-e-graffiti-a-periferia-estampada-nos-muros-da-cidade" class="external-link">Pixo e graffiti: a periferia estampada nos muros da cidade</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/centralidades-perifericas-marcas-na-pele-da-cidade-narrativas-visuais-das-periferias" class="external-link">Vídeo</a> / <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/centralidades-perifericas-marcas-na-pele-da-cidade-narrativas-visuais-das-periferias-28-de-setembro-de-2018" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<p><br />3º Encontro<br /><strong>A Cena Teatral que Ecoa das Periferias</strong><br />28 de outubro de 2018</p>
<p>Notícia</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/a-cena-teatral-das-periferias-brasileiras" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal promove encontro sobre a cena teatral das periferias brasileiras</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/o-presente-turbulento-e-o-futuro-incerto-do-teatro-produzido-pelas-periferias" class="external-link">Teatro na periferia enfrenta dificuldade de financiamento e relação frágil com a universidade</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/centralidades-perifericas-a-cena-teatral-que-ecoa-das-periferias" class="external-link">Vídeo</a> / <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/centralidades-perifericas-a-cena-teatral-que-ecoa-das-periferias-22-de-outubro-de-2018" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<hr />
<p><br />4º Encontro<br /><strong>Quando as Periferias Constroem sua Própria Imagem</strong><br />27 de novembro de 2018</p>
<p>Notícia</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/cinema-e-fotografia-na-periferia" class="external-link">Cineasta e fotógrafos debatem como as periferias constroem a própria imagem</a></li>
</ul>
<p>Midiateca</p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2018/centralidades-perifericas-quando-as-periferias-constroem-sua-propria-imagem" class="external-link">Vídeo</a> / <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/centralidades-perifericas-quando-as-periferias-constroem-sua-propria-imagem-27-de-novembro-de-2018" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<p style="text-align: right; "><i><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia/noticias-1" class="external-link">Leia outras notícias sobre as atividades da Cátedra Olavo Setubal</a></i></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet"><br />Fotos: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Dasp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crítica Literária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-21T17:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/centralidades-perifericas-reflexoes-sobre-literatura-periferica-e-universidade-18-de-junho-de-2018">
    <title>Centralidades Periféricas: Reflexões Sobre Literatura Periférica e Universidade - 18 de junho de 2018 </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/centralidades-perifericas-reflexoes-sobre-literatura-periferica-e-universidade-18-de-junho-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política Cultural</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crítica Literária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-18T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/literatura-produzida-nas-periferias-brasileiras-e-tema-de-seminario-da-catedra-olavo-setubal">
    <title>Literatura produzida nas periferias brasileiras é tema de seminário da Cátedra Olavo Setubal</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/literatura-produzida-nas-periferias-brasileiras-e-tema-de-seminario-da-catedra-olavo-setubal</link>
    <description>No dia 18 de junho, às 14h, seminário no IEA irá reunir poetas da periferia e estudiosos sobre o tema.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/coperita" alt="Cooperifa" class="image-inline" title="Cooperifa" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Sarau da Cooperifa, que desde 2001 promove atividades culturais na periferia paulistana</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A literatura produzida nas e pelas periferias do Brasil será o tema da primeira atividade aberta ao público da <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/catedras-e-convenios/catedra-olavo-setubal-de-arte-cultura-e-ciencia" class="external-link">Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência</a> sob a gestão de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliana-sousa-silva" class="external-link">Eliana Sousa Silva</a>. <span>A cátedra é resultado de uma parceria entre o IEA e o Itaú Cultural.</span></p>
<p>No dia <strong>18 de junho, às 14h</strong>, no IEA, o encontro <span><i>Centralidades Periféricas: Reflexões Sobre Literatura Periférica e Universidade</i> </span><span>reunirá </span><span>os poetas </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-vaz" class="external-link">Sergio Vaz</a><span> e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcio-vidal-marinho" class="external-link">Marcio Vidal</a><span>, da Cooperifa; </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/heloisa-buarque-de-hollanda" class="external-link">Heloisa Buarque de Hollanda</a><span>, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e idealizadora da Universidade das Quebradas; </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/erica-pecanha-do-nascimento" class="external-link">Erica Peçanha</a><span>, pesquisadora de movimentos culturais de periferias; e Eliana, titular da cátedra em 2018. Na ocasião, Vaz e Vidal lançarão seus livros "Flores de Alvenaria" e "21 Gramas". </span><span>Para participar presencialmente, é necessário realizar </span><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdWRsUTURMmQRdaCNIewFGAzbAAEO-41EfxyijGyT3soEqDvA/viewform"><strong>inscrição prévia</strong></a><span>.</span></p>
<p><span>Com transmissão <strong><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> </strong>pela web, este seminário inaugura a série de diálogos “Centralidades Periféricas”, que busca aproximar docentes, técnicos, estudantes, artistas, intelectuais e ativistas das periferias brasileiras. </span>“As ações culturais realizadas por grupos das periferias permitem que estas afirmem um lugar na cidade para além dos tradicionais estereótipos, centrados na carência e na precariedade”, avalia Eliana, que é fundadora e diretora da <a class="external-link" href="http://redesdamare.org.br/">Redes da Maré</a>, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Para ela, a relação da periferia com outras camadas da sociedade já se dá em parte pelo consumo da música produzida nos bairros menos centrais e nas favelas, como é o caso do funk. Mas acredita que esse processo pode ser expandido e que a literatura tem potencial para isso.</p>
<p>“Há, em alguns estados do Brasil, um conjunto de artistas que já escapou do círculo restrito dos espaços periféricos e circulam em espaços mais abrangentes. A profusão de feiras literárias e a formação continuada de novos autores vão permitindo o desenvolvimento de uma produção que escapa aos rótulos, em particular o de ‘marginal’”, afirma. A criação de meios – eventos, cursos, oficinas etc. – e a abertura de espaços para novos narradores das periferias são, na opinião da titular, caminhos que podem servir para uma forte revitalização da literatura brasileira.</p>
<p>Ao tomar posse como titular da Cátedra, em março deste ano, Eliana assumiu também a missão de trazer para a universidade a discussão sobre a cultura no campo expandido, bem como seu papel como agente de mediação e transformação social. “A cultura é um ponto de encontro central, em particular quando se afirma o seu reconhecimento de forma horizontalizada, rompendo-se com os discursos colonizadores e civilizatórios que, em muitas situações, a instituição universitária afirma na sua relação –  em geral rara e ocasional – com os territórios periféricos e seus moradores”, defende.</p>
<p><strong>Referência</strong></p>
<p>Criada em 2001 por Sérgio Vaz, a <a class="external-link" href="http://cooperifa.com.br/">Cooperifa</a> (Cooperação Cultural da Periferia) promove saraus no Bar do Zé Batidão, na Chácara Santana, bairro na Zona Sul da capital paulista. De acordo com Márcio Vidal, a Cooperifa inspirou outros movimentos culturais no Brasil, “dando voz àqueles antes impedidos de falarem por si”. Estimulada por essas atividades, explica Vidal, a literatura passa a nascer “a partir da experiência do sujeito periférico, que se identifica com os livros que narram acontecimentos do seu cotidiano e visa, por meio da literatura, modificar seu local de origem”.</p>
<p>Segundo ele, até metade do século passado, a literatura sempre esteve alheia ao papel da periferia na formação cultural do Brasil. “Houve momentos em que um sujeito periférico não aparecia em hipótese alguma nos livros. Em seguida, passa a constar timidamente como subalterno e, não obstante, esses personagens têm importância, mas ainda assim, em posições inferiores. No século 21, houve uma tentativa de dar destaque às pessoas que não têm voz, porém, por mais que houvesse um esforço de falar pelos sujeitos periféricos, suas próprias vozes estavam silenciadas”, conta.</p>
<p>Vidal explica que a mudança começa quando Carolina Maria de Jesus – escritora negra, moradora da Favela do Canindé e autora de “Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada” – expõe sua voz a partir de seu cotidiano periférico em São Paulo, na década de 1950. Após um longo intervalo, o movimento é continuado somente ao final dos anos 1980, com Sérgio Vaz e, posteriormente, com Paulo Lins, autor de "Cidade de Deus" e morador da favela carioca que inspirou a obra.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Ricardo Vaz</span></p>
<p> </p>
<hr />
<p class="documentFirstHeading"><i><strong>Centralidades Periféricas: Reflexões Sobre Literatura Periférica e Universidade</strong><br /><i>18 de junho, 14h<br /></i><i>Auditório IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br /></i><i>Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo</a> pela internet<br /></i><i>Para acompanhar presencialmente, é necessário <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdWRsUTURMmQRdaCNIewFGAzbAAEO-41EfxyijGyT3soEqDvA/viewform">se inscrever</a><br /></i><i>Mais informações: Sandra Sedini (<a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>); telefone (11) 3091-1678<br /></i><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/centralidades-perifericas-literatura" class="external-link">Página do evento</a></i></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Dasp</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crítica Literária</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-28T14:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-debate-psiquiatria-nos-tempos-dos-manicomios">
    <title>Evento debate psiquiatria nos tempos dos manicômios</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-debate-psiquiatria-nos-tempos-dos-manicomios</link>
    <description>Palestra integra programação da 18ª Feira do Livro de Ribeirão Preto e será apresentada por docente do IEA-RP e pela jornalista Daniela Arbex</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div id="_mcePaste"><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/nobertoedaniela.png/@@images/3a66a43f-fdb8-4b62-ba41-12a688719743.png" alt="" class="image-left" title="" />O coordenador da Rede Ciência, Arte, Educação e Sociedade (Cienartes) do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP Norberto Garcia-Cairasco será um dos apresentadores da palestra "Psiquiatria: Tragédia e Artes", que será realizada neste sábado (26), às 17h, no Auditório Pedro Paulo da Silva do Centro Cultural Palace, em Ribeirão Preto.</div>
<div></div>
<div id="_mcePaste">Cairasco dividirá a palestra com a jornalista Daniela Arbex. Eles vão abordar a psiquiatria nos tempos dos hospícios, manicômios ou hospitais psiquiátricos. O evento integra a programação do Salão de Ideias da 18ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto. A entrada é gratuita e sem necessidade de inscrição. Os ingressos devem ser retirados no local uma hora antes do início da palestra.</div>
<div></div>
<hr />
<div><strong>Salão de Ideias "Psiquiatria: Tragédia e Artes"</strong></div>
<div><i>26 de maio, 17h</i></div>
<div><i>Centro Cultural Palace - Ribeirão Preto (SP)</i></div>
<div><i>Entrada gratuita</i></div>
<div><i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/salao-de-ideias-psiquiatria-tragedia-e-artes" class="external-link">Página do evento</a></i></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psiquiatria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-25T16:18:12Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/salao-de-ideias-psiquiatria-tragedia-e-artes">
    <title>Salão de Ideias "Psiquiatria: Tragédia e Artes"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/salao-de-ideias-psiquiatria-tragedia-e-artes</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div id="_mcePaste">O coordenador da Rede Ciência, Arte, Educação e Sociedade (Cienartes) do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP Norberto Garcia-Cairasco será um dos apresentadores da palestra "Psiquiatria: Tragédia e Artes", que será realizada neste sábado (26), às 17h, no Auditório Pedro Paulo da Silva do Centro Cultural Palace, em Ribeirão Preto.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">Cairasco dividirá a palestra com a jornalista Daniela Arbex. Eles vão abordar a psiquiatria nos tempos dos hospícios, manicômios ou hospitais psiquiátricos. O evento integra a programação do Salão de Ideias da 18ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto. A entrada é gratuita e sem necessidade de inscrição. Os ingressos devem ser retirados no local uma hora antes do início da palestra.</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Saúde Mental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Psiquiatria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-25T16:11:48Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/centralidades-perifericas-literatura">
    <title>Centralidades Periféricas: Reflexões Sobre Literatura Periférica e Universidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/centralidades-perifericas-literatura</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Centralidades Periféricas são diálogos que acontecerão ​entre docentes, técnicos, estudantes, artistas, intelectuais e ativistas das periferias brasileiras. Sobre o tema geral 'Democracia, Artes e Saberes Plurais', serão estimulados diálogos e interações que contribuam para aproximar a universidade e as periferias, reconhecer suas produções e ampliar os meios para a maior representação dos sujeitos e experiências periféricas na Universidade de São Paulo.</p>
<p><i>Literatura periférica</i> será o tema do primeiro encontro, no qual ocorrerá o lançamento dos livros "Flores de Alvenaria", de Sergio Vaz, e "21 Gramas", de Marcio Vidal.</p>
<p><strong>Expositores </strong></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoas/sergio-vaz" class="external-link">Sergio Vaz</a> (poeta e idealizador da Cooperifa)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/heloisa-buarque-de-hollanda" class="external-link">Heloisa Buarque de Hollanda</a> (idealizadora da Universidade das Quebradas - UFRJ)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/erica-pecanha-do-nascimento" class="external-link">Erica Peçanha</a> (pesquisadora de movimentos culturais de periferias)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/marcio-vidal-marinho" class="external-link">Marcio Vidal</a> (poeta, pesquisador e integrante da Cooperifa)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eliana-sousa-silva" class="external-link">Eliana Sousa Silva</a> (titular da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência - IEA-USP e diretora da Redes da Maré)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cátedra Olavo Setubal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-21T18:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-ciencia-cinema-e-literatura-durante-feira-do-livro-de-ribeirao-preto">
    <title>Evento discute ciência, cinema e literatura durante Feira do Livro de Ribeirão Preto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/evento-discute-ciencia-cinema-e-literatura-durante-feira-do-livro-de-ribeirao-preto</link>
    <description>Cine-Literatura é promovido pelo IEA-RP, CTC-USP e CRID com apoio da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/capa18c2aafeiradolivro.jpg/@@images/943edb26-696c-4dea-9f4b-f3b2debe1c66.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />E se você pudesse unir cinema e literatura para conhecer um pouco mais sobre ciência? É exatamente com essa proposta que o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP, o Centro de Terapia Celular (CTC) e o Centro de Pesquisas em Doenças Inflamatórias (CRID) se uniram à Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto para trazer, durante a programação da 18ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto, o Cine-Literatura.</div>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify; ">A iniciativa é fruto de outro projeto das três unidades, o Ciência com Pipoca, que é realizado desde 2016 com o objetivo de discutir temas ligados a ciência utilizando trechos de filmes e séries. Para a Feira Nacional do Livro, as apresentações são baseadas em filmes adaptados ou inspirados em livros.</div>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify; ">Serão três palestras, nos dias 21, 23 e 25 de maio, a partir das 9h, na Biblioteca Padre Euclides (Rua Visconde de Inhaúma, 490, Centro). Na primeira, os professores mestres Caio de Castro e Freire, Michele Dayane Facioli Medeiros e Rafael Gil de Castro discutem a imagem do cientista que o cinema e a literatura retratam, baseando-se em obras como Frankenstein, Jurassic Park, De Volta para o Futuro, entre outras. Na segunda palestra, o professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFLCRP) da USP Ribeirão Preto Marco Antonio de Almeida comenta os impactos da obra Neuromancer, que não apenas revolucionou a literatura de ficção científica como trouxe um novo gênero, o cyberpunk. Por último, o doutorando do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP São Carlos Diego Renan Bruno aborda filmes sobre a dependência dos humanos em relação às máquinas e debate se essas obras representam apenas contextos de ficção científica ou se podem se tornar realidade.</div>
<p style="text-align: justify; "> </p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify; ">O Cine-Literatura é gratuito e não é necessário se inscrever para participar. Escolas devem agendar a participação de grupos de alunos pelo telefone (16) 3977 9117. Mais informações sobre as palestras do Cine-Literatura: (16) 3315 0368 ou iearp@usp.br. A programação completa da 18ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto está disponível no site fundacaodolivroeleiturarp.com.</div>
<p> </p>
<hr />
<p><strong>Cine-Literatura</strong><br /><i>21, 23 e 25 de maio, 9h<br />Biblioteca Padre Euclides (Rua Visconde de Inhaúma, 490, Centro)<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/cine-literatura-1" class="external-link">Página do evento</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cinema</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-14T13:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-rp-recebe-lancamento-do-livro-novos-olhares-de-janus">
    <title>IEA-RP recebe lançamento do livro "Novos Olhares de Janus"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/iea-rp-recebe-lancamento-do-livro-novos-olhares-de-janus</link>
    <description>Obra reúne crônicas do professor aposentado da USP Sérgio Mascarenhas de Oliveira</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/capa.jpg/@@images/8fbeb09c-2517-4c4b-9a41-27bf791159dc.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />O Espaço de Eventos do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) recebe no dia 18 de maio, a partir das 16h, o lançamento do livro "Novos Olhares de Janus", de autoria do professor aposentado do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP e ex-coordenador do Instituto de Estudos Avançados Polo São Carlos da USP Sérgio Mascarenhas de Oliveira.</span></p>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">O livro reúne crônicas do autor e dá continuidade aos temas abordados no primeiro livro, intitulado "Olhares de Janus". Na mitologia romana, Janus é um deus que possui duas faces, uma voltada para o passado e a outra, para o futuro, sendo considerado por isso o deus da transformação, que indica em seus olhares o cultivo da prudência. Em suas crônicas, Mascarenhas utiliza o ícone de Janus para exemplificar sua leitura de mundo da ciência, enfatizando, assim, que no conhecimento do passado estão as possibilidades interpretáveis do futuro.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">Sérgio Mascarenhas de Oliveira foi professor titular do IFSC-USP e é professor visitante em universidades dos Estados Unidos, México, Japão, Reino Unido e Itália. Foi personalidade de destaque na criação da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e do curso de Engenharia de Materiais, além de levar à USP São Carlos um polo do Instituto de Estudos Avançados (IEA). Acumula diversos prêmios e distinções, entre eles o Prêmio Fundação Conrado Wessel de Ciência Geral, em 2006. Aos 90 anos, continua ativo em suas pesquisas e segue contribuindo para a ciência nacional. Uma de suas recentes realizações é o desenvolvimento de um dispositivo capaz de aferir a pressão intracraniana de forma não-invasiva.</div>
<p> </p>
<div id="_mcePaste">O evento é gratuito e não há necessidade de inscrições. Mais informações: iearp@usp.br ou (16) 3315 0368.</div>
<div></div>
<div>
<hr />
<b>Lançamento do livro "Novos Olhares de Janus"</b><br /><i>18 de maio, 16h<br />Espaço de Eventos do IEA-RP<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-do-livro-novos-olhares-de-janus" class="external-link">Página do evento</a></i></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-07T19:51:41Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-do-livro-novos-olhares-de-janus">
    <title>Lançamento do livro "Novos Olhares de Janus"</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-do-livro-novos-olhares-de-janus</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span>O livro reúne crônicas do autor e dá continuidade aos temas abordados no primeiro livro, intitulado "Olhares de Janus". Na mitologia romana, Janus é um deus que possui duas faces, uma voltada para o passado e a outra, para o futuro, sendo considerado por isso o deus da transformação, que indica em seus olhares o cultivo da prudência. Em suas crônicas, Mascarenhas utiliza o ícone de Janus para exemplificar sua leitura de mundo da ciência, enfatizando, assim, que no conhecimento do passado estão as possibilidades interpretáveis do futuro.</span></p>
<div></div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div id="_mcePaste">Sérgio Mascarenhas de Oliveira foi professor titular do IFSC-USP e é professor visitante em universidades dos Estados Unidos, México, Japão, Reino Unido e Itália. Foi personalidade de destaque na criação da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e do curso de Engenharia de Materiais, além de levar à USP São Carlos um polo do Instituto de Estudos Avançados (IEA). Acumula diversos prêmios e distinções, entre eles o Prêmio Fundação Conrado Wessel de Ciência Geral, em 2006. Aos 90 anos, continua ativo em suas pesquisas e segue contribuindo para a ciência nacional. Uma de suas recentes realizações é o desenvolvimento de um dispositivo capaz de aferir a pressão intracraniana de forma não-invasiva.</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Literatura</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-07T19:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




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