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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 81 to 95.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres">
    <title>Seminário discute a importância da pesquisa para o combate à violência contra a mulher</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres</link>
    <description>O Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia, Política e Memória e o USP Mulheres realizam, no dia 23 de agosto, às 14h, o seminário "Acesso à Informação e Violência contra as Mulheres".</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-fc07b927c4244ac9a18cb286fec31175 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-fc07b927c4244ac9a18cb286fec31175">
<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/violencia-contra-a-mulher" alt="Violência contra a mulher" class="image-right" title="Violência contra a mulher" />A violência contra as mulheres por razões de gênero continua apresentando níveis alarmantes e escalas crescentes de gravidade, sem que haja informações suficientes para avaliar onde as políticas e leis falham e como podem ser aprimoradas, avalia a socióloga <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wania-pasinato" class="external-link">Wânia Pasinato</a>, assessora do <a class="external-link" href="http://sites.usp.br/uspmulheres/">USP Mulheres</a>.</p>
<p>Para tratar da produção de pesquisas científicas como eixo estruturante das políticas de enfrentamento à violência contra as mulheres, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupo-de-pesquisa-direitos-humanos-democracia-politica-e-memoria" class="external-link">Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</a> do IEA e o USP Mulheres realizam, no <strong>dia 23 de agosto, às 14h</strong>, o seminário <i>Acesso à Informação e Violência contra as Mulheres</i>.</p>
<p>Os expositores serão o sociólogo Manuel Lisboa, da Universidade Nova de Lisboa, Portugal, e o economista José Raimundo Carvalho, da Universidade Federal do Ceará. A coordenação será de Wânia Pasinato, que integra também o grupo de pesquisa.</p>
<p>O evento é público e gratuito, com <a class="external-link" href="https://goo.gl/TVjafE" target="_blank">inscrição prévia</a>. Não há necessidade de inscrição para assistir à transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="url" id="parent-fieldname-eventUrl">ao vivo</a> pela internet.</p>
<p><strong>Experiências de pesquisa</strong></p>
<p>O encontro terá como referências a experiência portuguesa do <a class="external-link" href="http://www.cics.nova.fcsh.unl.pt/observatories-1/observatory-on-violence-and-gender" target="_blank">Observatório Nacional de Violência e Gênero (ONVG)</a> da UNL, coordenado por Lisboa, e a <a class="external-link" href="http://www.caen.ufc.br/wp-content/uploads/2017/11/relatorio-v05-22112017.pdf" target="_blank">Pesquisa  de Condições Socioeconômicas e Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher</a> (PCSVDFMulher), coordenada por Carvalho e realizada por: Programa de Pós-Graduação em Economia (Caen) da UFC; Laboratório de Econometria e Otimização (Leco), também da UFC; Instituto Maria da Penha; e Instituto de Estudos Avançados em Toulouse, França.</p>
<p>Segundo Wânia, o objetivo do evento é refletir sobre a contribuição das pesquisas científicas para conhecimento da violência contra as mulheres com base no gênero em suas dimensões sociológicas e políticas. "Serão explorados também os aspectos éticos da pesquisa com mulheres em situação de violência e a importância da colaboração das universidades no planejamento e implementação dessas políticas, com a elaboração de diagnósticos, desenho de indicadores para monitoramento e avaliação com base em evidências robustas e elaboradas a partir de metodologias cientificamente testadas, replicáveis e acessíveis."</p>
<p><strong>Falta de dados</strong></p>
<p><strong> </strong>Em 2013, o <a class="external-link" href="https://www12.senado.leg.br/institucional/omv/entenda-a-violencia/pdfs/relatorio-final-da-comissao-parlamentar-mista-de-inquerito-sobre-a-violencia-contra-as-mulheres" target="_blank">Relatório Final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre Violência Contra a Mulher</a>, produzido pelo Senado Federal, concluiu que um dos grandes desafios do país no tema refere-se às lacunas na produção de dados e indicadores, de acordo com a socióloga. "O tema está previsto nos documentos internacionais de direitos humanos e, desde 2003, com a criação da <a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/" target="_blank">Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres</a>, a discussão foi colocada na agenda política do governo federal."</p>
<p>A proposta de criação de um sistema nacional de dados sobre violência contra as mulheres, reunindo informações de todos os setores da política de enfrentamento à violência, permaneceu na pauta de discussões da secretaria, "embora nunca tenham sido encontradas saídas exitosas para sua implementação", afirma Wânia. Ações e metas relativas à produção de dados e sistemas de informações também foram incorporadas nos Planos Nacionais de Políticas para Mulheres (<a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/assuntos/pnpm/plano-nacional-politicas-mulheres.pdf" target="_blank">2004-2007</a>, <a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/assuntos/pnpm/livro-ii-pnpm-completo09.09.2009.pdf" target="_blank">2008-2011</a>, <a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/assuntos/pnpm/publicacoes/pnpm-2013-2015-em-22ago13.pdf" target="_blank">2012-2015</a>), acrescenta a pesquisadora.</p>
<p>Na <a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm" target="_blank">Lei Maria da Penha</a>, "a produção de dados pode ser descrita como um quarto eixo de medidas a serem adotadas ao lado de medidas de prevenção, proteção e responsabilização em casos de violência doméstica e familiar". Wânia destaca que a lei recomendou a criação do <a class="external-link" href="http://www.cnmp.mp.br/portal/violencia-domestica" target="_blank">Cadastro Nacional de Violência Doméstica</a>, instituído em 2016 pelo Conselho Nacional do Ministério Público.</p>
<p>Para ela, o cadastro nacional será uma ferramenta importante para a gestão das informações relativas à Lei Maria da Penha, "apesar de insuficiente para que o Brasil dê por cumprido seu dever na produção de informações e indicadores para a avaliação das leis e políticas".</p>
</div>
<div>
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<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Outros eventos</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2016/violencia-sexual-contra-mulheres-em-tempos-de-conflito" class="external-link">Violência Sexual contra Mulheres em Tempos de Conflito</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/arte-e-genero" class="external-link">Arte e Gênero</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/conversacoes-II-mulheres-etnico-racial" class="state-published">Ciclo Arte, Curta-Metragem e Direitos Humanos - Conversações: Mulheres, Étnico-racial e Direitos Humanos (Oficina 3)</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Expositores</strong></p>
<p>Além de dirigir o ONVG, Manoel Lisboa é também coordenador dos mestrados em sociologia e em estudos sobre as mulheres na UNL e pesquisador do Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais (CICS.Nova), da mesma universidade. No centro, já coordenou mais de 25 projetos de pesquisa nas áreas da violência contra a mulheres, doméstica e de gênero, alguns deles pioneiros em Portugal e no contexto europeu. Lisboa integra o Conselho Técnico-Científico da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Gênero (CIG) do governo português e atua como perito em três iniciativas internacionais: no âmbito da força tarefa de combate à violência doméstica e contra a mulher do Conselho da Europa; no Instituto Europeu para a Igualdade de Gênero; e na seção sobre violência contra as mulheres do projeto Diálogos Setoriais: Brasil e União Europeia.</p>
<p>Mestre em economia pela UFC e doutor na mesma área pela Universidade Estadual da Pensilvânia, EUA, José Raimundo Carvalho é professor no curso de pós-graduação em economia da UFC, onde também coordena o Leco e a PCSVDFMulher. Sua experiência acadêmica situa-se nas áreas de econometria, economia e análise estatística criminal, com atuação principalmente em microeconometria, mercado de trabalho, avaliação econométrica de programas socioeconômicos, economia da educação, segurança pública, análise criminal, violência doméstica e de gênero, economia do crime e desenho de pesquisas e questionários socioeconômicos e de vitimização.</p>
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<div></div>
</div>
<div>
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<hr />
<p><i><strong>Acesso à Informação e Violência Contra as Mulheres</strong><br />23 de agosto, 14h<br />Sala Alfredo Bosi, rua da Praça do Relógio, 109, térreo, Cidade Universitária, São Paulo<br />Evento gratuito e aberto a todos os interessados, mediante <a class="external-link" href="https://goo.gl/TVjafE" target="_blank">inscrição prévia</a><br /><i>Para assistir <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet não é preciso se inscrever</i><br />Mais informações: com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), telefone (11) 3091-1678<br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres" class="external-link">Página do evento</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="external-link" href="https://www.pexels.com/@tijana-bosnjakov-107605">Tijana Bonsjakov/Pexels</a></span></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-07-31T14:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres">
    <title>Acesso à Informação e Violência Contra as Mulheres</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/acesso-a-informacao-e-violencia-contra-as-mulheres</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Apesar dos avanços, a violência contra as mulheres por razões de gênero continua apresentando níveis alarmantes e com escalas crescentes de gravidade, sem que tenhamos informações suficientes para avaliar onde as políticas e leis falham e como podemos aprimorá-las.</p>
<p>Em 2013, o <a class="external-link" href="https://www12.senado.leg.br/institucional/omv/entenda-a-violencia/pdfs/relatorio-final-da-comissao-parlamentar-mista-de-inquerito-sobre-a-violencia-contra-as-mulheres">Relatório Final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre Violência Contra a Mulher</a> (Senado Federal) concluiu que um dos grandes desafios do país no tema refere-se às lacunas na produção de dados e indicadores. Tal tema está previsto nos documentos internacionais de direitos humanos e desde 2003, com a criação da <a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/">Secretaria de Políticas para Mulheres</a>, a discussão foi colocada na agenda política do governo federal.</p>
<p>A proposta de criação de um sistema nacional de dados sobre violência contra as mulheres reunindo informações de todos os setores da política de enfrentamento à violência permaneceu na pauta de discussões da Secretaria, embora nunca tenham sido encontradas saídas exitosas para sua implementação. Ações e metas relativas à produção de dados e sistemas de informações foram também incorporadas aos Planos Nacionais de Políticas para Mulheres (<a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/assuntos/pnpm/plano-nacional-politicas-mulheres.pdf">2004-2007</a>, <a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/assuntos/pnpm/livro-ii-pnpm-completo09.09.2009.pdf">2008-2011</a>, <a class="external-link" href="http://www.spm.gov.br/assuntos/pnpm/publicacoes/pnpm-2013-2015-em-22ago13.pdf">2012-2015</a>).</p>
<p>Na <a class="external-link" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm">Lei Maria da Penha</a> a produção de dados pode ser descrita como um quarto eixo de medidas a serem adotadas juntamente com as medidas de prevenção, proteção e responsabilização em casos de violência doméstica e familiar. A lei recomenda a criação do <a class="external-link" href="http://www.cnmp.mp.br/portal/violencia-domestica">Cadastro Nacional de Violência Doméstica e Familiar,</a> iniciativa implementada a partir de 2016 com o apoio do Conselho Nacional do Ministério Público em colaboração com os Ministérios Públicos estaduais.</p>
<p>A partir da experiência portuguesa do <a class="external-link" href="http://www.cics.nova.fcsh.unl.pt/observatories-1/observatory-on-violence-and-gender">Observatório Nacional de Violência e Género</a> (Universidade Nova de Lisboa) e da experiência brasileira da <span><a class="external-link" href="http://www.caen.ufc.br/wp-content/uploads/2017/11/relatorio-v05-22112017.pdf">Pesquisa sobre Condições Socioeconômicas e Violência Doméstica e Familiar contra as Mulheres</a></span> (CAEN/Universidade Federal do Ceará e Instituto Maria da <span>Penha) o objetivo será refletir sobre a contribuição de pesquisas científicas para o conhecimento da violência contra as mulheres com base no gênero em suas dimensões sociológicas e políticas, explorando também os aspectos éticos da pesquisa com mulheres em situação de violência e a importância da colaboração das universidades no planejamento e implementação dessas políticas, com a elaboração de diagnósticos, desenho de indicadores para monitoramento e avaliação com base em evidências robustas e elaboradas a partir de metodologias cientificamente testadas, replicáveis e acessíveis.</span></p>
<p><span><span>O seminário abordará a produção de pesquisas como eixo estruturante das políticas de enfrentamento à violência contra as mulheres.</span></span></p>
<p><strong>Coordenação: </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-endo" class="external-link">Paulo Endo</a><span> (IP USP e IEA), </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/flavia-ines-schilling" class="external-link">Flávia Schilling</a><span> (FE USP e IEA) e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-sergio-fonseca-de-carvalho" class="external-link">José Sérgio Fonseca de Carvalho</a><span> (FE USP e IEA)</span></p>
<p><strong>Organização:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wania-pasinato" class="external-link">Wânia Pasinato</a> (USP Mulheres e IEA)</p>
<p><span><strong>Expositores:</strong></span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/manuel-lisboa" class="external-link">Manuel Lisboa</a> (Universidade Nova de Lisboa)</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-raimundo-de-araujo-carvalho-junior" class="external-link">José Raimundo de Araújo Carvalho Jr</a> (Universidade Federal do Ceará)</p>
<p><span><strong>Moderação:</strong></span></p>
<p><span>Wânia Pasinato</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ser Humano</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Valores</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-06-20T14:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/ciclo-arte-curta-metragem-e-direitos-humanos-conversacoes-mulheres-etnico-racial-e-direitos-humanos-oficina-iii-24-de-maio-de-2018">
    <title>Ciclo Arte, Curta-metragem e Direitos Humanos - Conversações: Mulheres, Etnico-racial e Direitos Humanos (Oficina III) - 24 de maio de 2018</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2018/ciclo-arte-curta-metragem-e-direitos-humanos-conversacoes-mulheres-etnico-racial-e-direitos-humanos-oficina-iii-24-de-maio-de-2018</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-05-24T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conversacoes-II-mulheres-etnico-racial">
    <title>Ciclo Arte, Curta-metragem e Direitos Humanos - Conversações: Mulheres, Etnico-racial e Direitos Humanos (Oficina III)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conversacoes-II-mulheres-etnico-racial</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a21083a1-f64f-d048-aa13-78d934ed9676"> </span></p>
<p><span>A educação em direitos humanos encontra sua ótima expressão no encontro com a <i>potência da arte</i>. É desta forma que se pretende desenvolver uma <i>pedagogia estética</i> da educação em direitos humanos, contando-se com a possibilidade de mobilizar a sensibilidade a favor dos direitos humanos.</span></p>
<p><span>Esta é a terceira oficina de uma série que será desenvolvida ao longo do ano de 2018, por meio do </span><i>Grupo de Pesquisas Direitos Humanos, Democracia e Memória</i><span> do IEA, no Eixo Conversações.</span></p>
<p><span>As oficinas se propõem a reunir pesquisadore(a)s e interessado(a)s para uma dinâmica que envolve a <i>sensibilidade estética</i>, o <i>conteúdo técnico</i> e o <i>comentário</i>, em interação <i>dialógica livre</i> e criativa com o público participante.</span></p>
<p><span>No primeiro semestre de 2018, serão quatro encontros, contando com um tema atual, tratado por um(a) convidado(a) especialista, dentro de um conjunto de temas pré-selecionados em questões de direitos humanos, visando à disseminação de uma <i>cultura dos direitos humanos</i> por meio do audiovisual.</span></p>
<p><span>Esta iniciativa fortalece o Eixo “Conversações”, ciclo realizado durante o ano de 2017 pelo Grupo e tem o objetivo de fomentar iniciativas heterodoxas de ensino-aprendizagem no que tange aos direitos humanos, atraindo pesquisadore(a)s para discussões avançadas no IEA.</span></p>
<p><strong>Coordenação: </strong><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-cesar-endo" class="external-link">Paulo Endo</a> (IP USP e IEA), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/flavia-ines-schilling" class="external-link">Flávia Schilling</a> (FE USP e IEA) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-sergio-fonseca-de-carvalho" class="external-link">José Sérgio Fonseca de Carvalho</a> (FE USP e IEA)</p>
<p><strong>Organização:</strong> <a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-bittar" class="external-link">Eduardo Bittar</a><span style="text-align: justify; "> (FD e IEA USP)</span></p>
<p><span style="text-align: justify; "><strong>Exposição</strong></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wania-pasinato" class="external-link">Wania Pasinato</a> (USP Mulheres)</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>Comentarista</strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoai/iolanda-evora" class="external-link">Iolanda Évora</a> (Bolsista CAPES/PNPD do IPUSP e<strong> </strong>Universidade de Lisboa)</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><strong>Material de Referência</strong></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span id="docs-internal-guid-a21083a1-f652-10d5-1062-98e082521d11">Apresentação do curta-metragem </span>“<a class="external-link" href="https://vimeo.com/93129274">Liberté, Egalité-Cheveux-Lissés</a>”, de Eleftérios Zacharopoulos (França, 2014, 9 minutos).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pobreza</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-03-05T14:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conversacoes-II-populacao-em-situacao-de-rua">
    <title>Ciclo Arte, Curta-metragem e Direitos Humanos - Conversações: População em Situação de Rua e Direitos Humanos (Oficina I)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conversacoes-II-populacao-em-situacao-de-rua</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a21083a1-f64f-d048-aa13-78d934ed9676"> </span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span>A educação em direitos humanos encontra sua ótima expressão no encontro com a </span><span>potência da arte</span><span>. É desta forma que se pretende desenvolver uma </span><span>pedagogia estética</span><span> da educação em direitos humanos, contando-se com a possibilidade de mobilizar a </span><span>sensibilidade</span><span> a favor dos direitos humanos.</span></p>
<p>Nesta oficina do ciclo Arte, Curta-metragem e Direitos Humanos, procura-se uma forma de operar por meio de uma <i>pedagogia estética</i> a favor da cidadania, com base <span>no exercício da educação em direitos humanos em seu encontro com a </span><i>potência da arte</i>.</p>
<p>Esta é a primeira oficina de uma série que será desenvolvida ao longo do ano de 2018, por meio do Grupo de Pesquisas Direitos Humanos, Democracia, Política e Memória do IEA, no Eixo Conversações.</p>
<p><span>As oficinas se propõem a reunir pesquisadores e interessados para uma dinâmica que envolve a </span><i>sensibilidade estética</i><span>, o </span><i>conteúdo filosófico</i><span> e o </span><i>comentário</i><span>, em interação dialógica livre e criativa com o público participante. </span></p>
<p>No primeiro semestre de 2018, serão quatro encontros, contando com um tema atual, tratado por um convidado especialista, dentro de um conjunto de temas pré-selecionados em questões de direitos humanos, visando à disseminação de uma cultura dos direitos humanos por meio do audiovisual.</p>
<p><span style="text-align: justify; ">Esta iniciativa fortalece o Eixo “Conversações”, ciclo realizado durante o ano de 2017 pelo Grupo e tem o objetivo de fomentar iniciativas heterodoxas de ensino-aprendizagem no que tange aos direitos humanos, atraindo pesquisadores e intelectuais para discussões avançadas no IEA.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>Exposição</strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/cecilia-carmen-pontes-rodrigues" class="external-link">Cecília Carmen Pontes Rodrigues</a></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>Comentarista</strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/flavia-ines-schilling" class="external-link">Flavia Schilling</a></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>Coordenação</strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-bittar" class="external-link">Eduardo Bittar</a></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><strong>Material de Referência</strong></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span> </span><span id="docs-internal-guid-a21083a1-f652-10d5-1062-98e082521d11">Apresentação do <a class="external-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=mu2Hg0MP8Ig">Curta-Metragem “Dia Sim, Dia Não”</a>, de Eveline Costa (Brasil, 2008, 09 minutos).</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pobreza</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-03-05T14:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/conversacoes-II-migrantes-e-direitos-humanos">
    <title>Ciclo Arte, Curta-metragem e Direitos Humanos - Conversações: Migrantes e Direitos Humanos (Oficina II)</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/conversacoes-II-migrantes-e-direitos-humanos</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a21083a1-f64f-d048-aa13-78d934ed9676"> </span></p>
<p><span>A educação em direitos humanos encontra sua ótima expressão no encontro com a <i>potência da arte</i>. É desta forma que se pretende desenvolver uma <i>pedagogia estética</i> da educação em direitos humanos, contando-se com a possibilidade de mobilizar a sensibilidade a favor dos direitos humanos.</span></p>
<p><span>Esta é a segunda oficina de uma série que será desenvolvida ao longo do ano de 2018, por meio do </span><i>Grupo de Pesquisas Direitos Humanos, Democracia, Política e Memória</i><span> do IEA, no Eixo Conversações.</span></p>
<p><span><span>A Oficina II, considerando a metodologia iniciada na Oficina I, permitirá aprofundar o conhecimento acerca da situação dos migrantes no Brasil e no mundo, dados e estatísticas a respeito da temática, </span><span>bem como tratar e discutir as políticas públicas em desenvolvimento acerca dos direitos dos migrantes. Procura-se uma forma de operar por meio de uma <i>pedagogia estética</i> a favor da cidadania.</span></span></p>
<p><span>As oficinas se propõem a reunir pesquisadore(a)s e interessado(a)s para uma dinâmica que envolve a <i>sensibilidade estética</i>, o <i>conteúdo técnico</i> e o <i>comentário</i>, em interação <i>dialógica livre</i> e criativa com o público participante.</span></p>
<p><span>No primeiro semestre de 2018, serão quatro encontros, contando com um tema atual, tratado por um(a) convidado(a) especialista, dentro de um conjunto de temas pré-selecionados em questões de direitos humanos, visando à disseminação de uma <i>cultura dos direitos humanos</i> por meio do audiovisual.</span></p>
<p><span>Esta iniciativa fortalece o Eixo “Conversações”, ciclo realizado durante o ano de 2017 pelo Grupo e tem o objetivo de fomentar iniciativas heterodoxas de ensino-aprendizagem no que tange aos direitos humanos, atraindo pesquisadore(a)s para discussões avançadas no IEA.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>Exposição</strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoad/deisy-ventura" class="external-link">Deisy Ventura</a></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>Comentarista</strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/flavia-ines-schilling" class="external-link">Flavia Schilling</a></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><strong>Coordenação</strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eduardo-bittar" class="external-link">Eduardo Bittar</a></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span><strong>Material de Referência</strong></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; "><span id="docs-internal-guid-a21083a1-f652-10d5-1062-98e082521d11">Apresentação do curta-metragem </span><a class="external-link" href="https://vimeo.com/113441510">“100% Boliviano, Mano”</a>, de Alice Riff e Luciano Onça (Brasil, 2013, 13 minutos).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pobreza</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Direitos Humanos, Democracia e Memória</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2018-03-05T14:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-recebe-seminario-sobre-as-relacoes-de-genero-nos-campos-da-saude-coletiva-e-do-poder">
    <title>IEA recebe seminário sobre as relações de gênero nos campos da saúde coletiva e do poder</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/iea-recebe-seminario-sobre-as-relacoes-de-genero-nos-campos-da-saude-coletiva-e-do-poder</link>
    <description>Conferencistas falarão das relações de poder que interferem na inserção social e política de mulheres e como elas fazem para superar as desigualdades presentes no cotidiano</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-a04b6bf4-078d-b71e-d04c-91568292034f"> </span></p>
<p dir="ltr"><span>O debate sobre as relações de gênero é um tema cada vez mais presente,</span><span> </span><span>principalmente nos dias atuais, quando a luta das mulheres por direitos iguais vem se intensificando. O </span><span><i>Seminário Relações de Gênero, Saúde Coletiva e Poder</i></span><span> tratará deste tema e abordará “como as relações de poder interferem na inserção social e política de mulheres e como elas logram superar as diferentes formas de manutenção das desigualdades próprias da vida cotidiana”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Organizado pelo</span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/territorialidade"><span> Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidades e Sociedade</span></a><span>, o seminário acontece na Sala de Eventos do IEA no </span><span><strong>dia 19 de outubro às 14h</strong></span><span>, com transmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><span>ao vivo</span></a><span> e </span><span><a class="external-link" href="https://goo.gl/NcvNbb">inscrição prévia</a></span><span> para os que desejam assisti-lo presencialmente. </span><span><br class="kix-line-break" /></span></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Alessandrosoaresdasilva-72.jpg" alt="Alessandro Soares da Silva" class="image-inline" title="Alessandro Soares da Silva" /></th>
</tr>
<tr>
<td><b>Alessandro Soares da Silva, que organiza o encontro</b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p dir="ltr">Os conferencistas serão <a class="external-link" href="https://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=1&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=0ahUKEwijz6Or2ebWAhWEGpAKHRCdAHMQFggnMAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.iea.usp.br%2Fpessoas%2Fpasta-pessoaa%2Falessandro-soares-da-silva&amp;usg=AOvVaw2UHCmgVai1BKp5SifOor-Y">Alessandro Soares da Silva</a>, do grupo de pesquisa que organiza o encontro e da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/mariana-luzia-aron" class="external-link">Mariana Aron</a>, da USP e da Uninove, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/renato-barboza" class="external-link">Renato Barboza</a>, do Instituto de Saúde de São Paulo e do Instituto de Psicologia da USP (IPUSP), e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rocio-del-pilar-bravo-shuna" class="external-link">Rocio del Pilar Suña</a>, também do IPUSP. Eles tratarão das relações de gênero no campo da saúde coletiva, da política, além das relações deste tema com os processos migratórios.</p>
<p dir="ltr"><span>“O seminário possibilitará uma discussão rica na qual se poderá perceber as múltiplas possibilidades e desafios de se constituir enquanto sujeito político em um mundo marcado por injustiças”, explica Soares da Silva.</span></p>
<p dir="ltr"> </p>
<p dir="ltr"><span><br /></span></p>
<p dir="ltr"><span> </span></p>
<hr />
<p><span id="docs-internal-guid-a04b6bf4-078d-fadc-ff34-e51c70cad1f0"><i><strong><span>Seminário Relações de Gênero, Saúde Coletiva e Poder</span><span><br class="kix-line-break" /></span></strong>19 de outubro, às 14h<br class="kix-line-break" />Sala de Eventos do IEA, Rua Praça do Relógio, 109, bl. K, 5º andar, Cidade Universitária<br class="kix-line-break" />Evento gratuito, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><span>ao vivo</span></a> pela internet<br class="kix-line-break" />Inscrição via <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdnsA35v7cbId1R5H_fLN-mciwfusoZBZVdabIz2usJg2aXsA/viewform">formulário</a> <br class="kix-line-break" />Mais informações: Cláudia R. Pereira (clauregi@usp.br), telefone: (11) 3091-1686<br class="kix-line-break" /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/seminario-relacoes-de-genero-saude-coletiva-e-poder">Página do evento</a></i></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinícius Sayão</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Igualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-10-11T13:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/representatividade-feminina-no-sistema-artistico-precisa-ser-melhor-avaliada">
    <title>Representatividade feminina no sistema artístico precisa ser mais bem avaliada </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/representatividade-feminina-no-sistema-artistico-precisa-ser-melhor-avaliada</link>
    <description>Especialistas mostram empoderamento feminino no campo das artes, mas questionam a premissa de que as brasileiras contemporâneas ocupam posição privilegiada </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/the-dinner-party-judy-chicago" alt="The Dinner Party Judy Chicago" class="image-inline" title="The Dinner Party Judy Chicago" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Obra "O Banquete", da norteamericana Judy Chicago, foi citada no debate</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A história da arte no Brasil não poderia ser escrita sem as referências fundamentais das grandes artistas mulheres. Tarsila do Amaral e Anita Malfatti são as mais lembradas, seguidas por nomes como Lygia Clark, Lygia Pape, Tomie Ohtake, Maria Bonomi, Regina Silveira, Djanira e muitas outras. Elas têm espaço garantido não só na cultura, como muitas de suas obras estão cotadas entre as mais caras em leilões internacionais. O espaço da mulher brasileira nas artes parece um caso à parte no cenário mundial, já que em países como os Estados Unidos, por exemplo, as mulheres tiveram de conquistar não com poucas lutas o seu lugar em museus, galerias, mídia, público e crítica.</p>
<p>A situação confortável das artistas no Brasil, porém, deve ser olhada com cuidado, pois a aparente vantagem pode estar atrelada a uma perspectiva histórica que não necessariamente reflete a atual situação desse campo, no que se refere às novas artistas da contemporaneidade. O alerta foi dado pela professora e pesquisadora do <a href="http://www.ieb.usp.br/" target="_blank">Instituto de Estudos Brasileiros</a> (IEB) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-paula-cavalcanti-simioni">Ana Paula Cavalcanti Simioni, </a>durante o debate “Arte e Gênero”, que integrou a programação da semana “Mulher com Arte”, tema proposto pelo escritório USP Mulher como foco das atividades da Universidade este ano.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<p>Relacionado</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2017/arte-e-genero" class="external-link">Vídeo</a> | <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/arte-e-genero" class="external-link">Fotos</a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Realizado no IEA no dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, o seminário organizado pelo IEA, pelo IEB e <a href="http://www.mac.usp.br/" target="_blank">Museu de Arte Contemporânea</a> (MAC) da USP, contou com abertura e comentários do professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-roberto-ferreira-brandao">Carlos Roberto Ferreira Brandão</a>, diretor do MAC-USP e ex-diretor do Museu de Zoologia (MZ) da USP, do professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-teixeira-iumatti">Paulo Teixeira Iumatti</a> (IEB-USP) e também do vice-diretor do IEA, professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski">Guilherme Ary Plonski</a>.</p>
<p>A participação feminina no campo artístico é temática que já ocupa décadas de estudos, tendo ganhado força principalmente em países onde o feminismo é mais forte e atuante. Para muitos críticos, a arte não é de fato um campo livre e autônomo, mas um espaço determinado por instituições, sistemas e academias de arte, patrocinadores e até alguns mitos, que começam a ser desconstruídos.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/carlos-roberto-brandao-arte-e-genero" alt="Carlos Roberto Brandão - arte e gênero" class="image-inline" title="Carlos Roberto Brandão - arte e gênero" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Carlos Roberto Brandão, diretor do MAC</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O MAC-USP, por exemplo, planeja uma exposição de obras produzidas só por mulheres, com o objetivo de mostrar que gênero, materiais utilizados, partidos artísticos e outras questões não estão expressos na obra, ou seja, independem do fato do artista ser homem ou mulher. A exibição estará inserida numa grande empreitada expositiva, já que o museu pretende mostrar ao público quase todo o seu acervo – aproximadamente 10.500 peças.</p>
<p>Segundo Brandão, o MAC-USP está transferindo para o Ibirapuera todo o seu acervo e vai expor grande parte dele, o que será um marco na história do museu, afirma. “Entre as idéias curatoriais, uma delas é mostrar trabalhos feitos por mulheres apenas, confeccionados em grandes formatos e com materiais pesados como ferro, concreto e borracha. A intenção é mostrar que não há diferença entre o conteúdo das obras produzidas por homens ou mulheres”, afirma.</p>
<p>Brandão disse se orgulhar do fato da instituição que dirige possuir em seu acervo não só uma quantidade razoável de artistas mulheres, como também expor essas obras com freqüência. Entre algumas das coleções brasileiras mais importantes, a do MAC é a que possui a maior presença feminina: as mulheres são 29% da coleção (184 entre os 655 nomes).</p>
<p> </p>
<p><strong>Representatividade</strong></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ana-paula-simioni-arte-e-genero" alt="Ana Paula Simioni - arte e gênero" class="image-inline" title="Ana Paula Simioni - arte e gênero" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><strong>Para Ana Paula Simioni, do IEB-USP, a perspectiva histórica não se reflete na atual situação das mulheres nas artes</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A professora Ana Paula Simione mostrou alguns indicadores do mercado de artes e museus para exemplificar aspectos da sua apresentação. Comparativamente à coleção do MAC, mostrou a presença feminina em coleções como a Freitas Vale, que tem sete mulheres entre 113 nomes de artistas (6,19%) do período Modernista. A Pinacoteca tem 321 mulheres entre 1588 nomes (20% da coleção); a de Inhotim possui 22 mulheres entre os 99 artistas (22,22%); e a coleção Mário de Andrade tem 22 mulheres entre 135 nomes (17%).</p>
<p>Segundo Ana Paula, as obras de algumas artistas brasileiras estão entre as mais caras do mercado brasileiro. Não só isso. Entre as obras mais caras em leilões internacionais, três são das brasileiras Lygia Clark, Beatriz Milhazes e Adriana Varejão.</p>
<p>Considerado o mercado internacional em geral, os índices mostram uma crescente participação feminina no mercado e em museus nos anos recentes, comparado à década de 1970. “A partir do ano 2000, as mulheres têm apresentado uma representatividade em acervos e visibilidade no mercado em torno de 22%. Mas não tem sido um progresso linear e constante. E apesar da maior inserção, elas ainda ocupam uma posição minoritária no mercado internacional”, constata Ana Paula.</p>
<p>Portanto, os números mostram que o Brasil pode ser um caso à parte quando o tema é a mulher nas artes. Porém, o cenário aparentemente favorável pode ser apenas uma primeira impressão, na opinião de Ana Paula. “Muitas das artistas bem sucedidas no mercado nem sempre desfrutam de boa colocação nos espaços museais. Ou seja, o valor de mercado nem sempre migra para uma valorização cultural ou outras instancias de legitimação da cultura. E o mercado da arte não se resume a ser artista. Há outras posições em museus e galerias que ainda não são ocupados por mulheres”, disse.</p>
<p>Outra questão é que nem sempre a representatividade em coleções significa visibilidade, pois há muitas obras de artistas brasileiras pertencentes a acervos importantes como do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), ou a do Centro Georges Pompidou, em Paris, que no entanto, nunca foram expostas, compara.</p>
<p>“Sendo assim, a análise precisa ir além dos números. É importante incluir critérios numéricos e etnográficos para chegarmos a uma abordagem mais qualitativa. Saliento que mulheres como Tarsila e Anita tiveram sucesso num país que nunca foi e nunca será moderno, pois não completamos o ciclo moderno e já entramos no pós-modernismo. Então vejo nisso uma percepção histórica, de uma determinada geração em dado momento, em que nosso Modernismo foi construído sobre mitos históricos. Mas pergunte para a nova geração de artistas, as que hoje têm algo como 20 anos de idade, qual a percepção delas sobre gênero ser ou não uma questão para entrarem no sistema da arte”, questiona Ana Paula.</p>
<p>Por outro lado, Ana Paula lembrou que a tradição feminista nos Estados Unidos abriu mercados no campo artístico, mas a arte feminista nem sempre é aceita. “A obra mais cara de Lygia Clark, por exemplo, não têm nada de menção a gênero ou qualquer cunho feminista e nesse ponto parece haver um rechaço desse tema nas artes”, compara.</p>
<p>“Embora a globalização artística se coloque como democrática, com um discurso de que haveria espaço para todos, verificamos que isso não é verdade. Os artistas mais bem sucedidos estão nos centros globais, como Nova York, Inglaterra, Berlim e Paris. A China é um caso à parte, pois vem crescendo numa velocidade impressionante. Então o mercado é profundamente desigual e o país onde o artista nasceu ou onde ele constitui sua nacionalidade tem peso para sua inserção nesse mercado. Da mesma forma, as mulheres têm uma relação menor e são menos bem pagas. É um mercado profundamente generificado”, disse Ana Paula.</p>
<p>O professor Plonski lembrou a luta da artista feminista norte americana Judy Chicago, criadora da obra “O Banquete” (“The Dinner Party”). Exposta no Brooklin Museum de Nova York, ganhou repercussão internacional e até hoje é uma das mais visitadas do mundo. A obra traz representações sexuais femininas e expõe um mosaico triangular que rememora mulheres que fizeram história.</p>
<p>Plonski ressaltou a importância do debate lançar múltiplos olhares sobre o tema. E lembrou uma frase de Judy Chicago: “Não foi trivial para que mulheres pudessem entrar nos museus e ficassem nas paredes, sem estarem nuas”, lembrou.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: 1: <a class="external-link" href="https://www.flickr.com/photos/islespunkfan/5535711950">Neil R/Flickr</a>. 2 e 3: Leonor Calasans/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Museus</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-21T12:35:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/arte-e-genero">
    <title>Arte e Gênero - 8 de março de 2017</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2017/arte-e-genero</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-08T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/arte-e-genero">
    <title>Arte e Gênero</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/arte-e-genero</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>No Dia Internacional da Mulher, o Museu de Arte Contemporânea (MAC), o Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) e o Instituto de Estudos Avançados (IEA) organizam seminário sobre arte e gênero no âmbito do tema "Mulher com Arte", indicado pelo USP Mulher como o foco das atividades da Universidade este ano.</p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carlos-roberto-ferreira-brandao" class="external-link">Carlos Roberto Ferreira Brandão</a>, diretor do <span>Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP e ex-vice-diretor do IEA, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-paula-cavalcanti-simioni" class="external-link">Ana Paula Cavalcanti Simioni</a>, do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP, falarão sobre </span>a valorização e o empoderamento da mulher no mundo das artes plásticas, movimento iniciado nos últimos 25 anos do século 20 para contestar o argumento de que a suposta escassez de mulheres artistas se daria em decorrência da falta de talento.</p>
<p>Simioni lidera no IEB grupo de pesquisa sobre "arte e poder no Brasil". É pesquisadora associada da <i>Équipe du Centre de Recherches sur les Arts et le Langage</i>, no âmbito da <i>École des Hautes Études en Sciences Sociales</i> (Paris), e colaboradora do programa de pós-graduação interunidades "Estética e História da Arte", sediado no MAC. Entre suas obras está "Profissão Artista: <span>Pintoras e Escultoras Acadêmicas Brasileiras" (Edusp). Ela realizou também a curadoria da exposição "Mulheres Artistas: As Pioneiras (1880-1930)", na Pinacoteca do Estado de São Paulo.</span></p>
<p><span>Mais informações sobre as atividades do Dia Internacional da Mulher <a class="external-link" href="http://sites.usp.br/uspmulheres/08-de-marco/">no site</a> do USP Mulheres<br /></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Arte</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    <dc:date>2017-03-03T17:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/em-201cterra-sem-lei201d-violencia-sexual-contra-mulher-e-ignorada">
    <title>Em “terra sem lei”, violência sexual contra mulher é ignorada </title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/em-201cterra-sem-lei201d-violencia-sexual-contra-mulher-e-ignorada</link>
    <description>Renomados organismos ainda relutam em reconhecer atrocidades sexuais ocorridas em genocídios como o Holocausto </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/violencia-sexual-contra-mulheres" alt="Violência sexual contra mulheres " class="image-inline" title="Violência sexual contra mulheres " /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Dadaab, maior campo de refugiados do mundo, no Quênia, abriga essencialmente somalis e teve seu fechamento adiado para maio de 2017 </b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>País que enfrenta conflitos civis desde 1991, a Somália, no leste africano, vem superando os números mais assustadores de crimes contra a humanidade, entre eles o de violência sexual contra mulheres em territórios em conflito. Num período de oito meses do ano de 2014, foram registrados em Mogadíscio, capital somali, 2.891 incidentes dessa natureza, 81% deles entre os deslocados internos do país, sendo que 28% correspondem a casos de estupro. O total é mais que o dobro do numero de mulheres que registraram violência sexual na cidade de São Paulo naquele ano.</p>
<p>Se esse tipo de crime existe desde sempre e até por isso chega a ser hipernaturalizado especialmente em sociedades patriarcais, os territórios em conflito, espécies de “terra sem lei” pelo menos por algum intervalo de tempo, configuram lugares privilegiados para a prática desse crime. Não foi diferente com as mulheres judias durante o Holocausto da Segunda Grande Guerra. Ou com as ruandesas, as congolesas, as sudanesas, curdas, iraquianas, iranianas, sírias, iugoslavas, sérvias, croatas, guatemaltecas, cambojanas, vietnamitas e tantas outras cidadãs do mundo que, ao fugir de guerras e fome, sofrem risco duplo – pelo conflito em si e pela violência sexual, muitas vezes perpetrada sistematicamente contra a mesma pessoa.</p>
<p>Invisível para a maioria das pessoas e pouco debatido nos meios acadêmicos, esse tipo de violação levou tempo para ser reconhecido como crime contra a humanidade até mesmo por organismos internacionais. Foi o que mostrou o debate <i>Violência Sexual contra Mulheres em Tempos de Conflito</i>, realizado no dia <b>25 de novembro</b> no IEA, quando também foi celebrado o Dia Internacional para Eliminação da Violência contra as Mulheres.</p>
<p>Pesquisadora de longa data sobre o tema, a fundadora e diretora-executiva do <a href="http://www.rememberwomen.org/" target="_blank">Remember the Women Institute</a>, de Nova York, Estados Unidos, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/rochelle-g-saidel">Rochelle G. Saidel</a>, mostrou-se surpresa ao ver tantos jovens homens na platéia da antiga sala do Conselho Universitário. “Houve um tempo em que apenas mulheres apareciam nessas conferências. Então podemos ver que as coisas estão mudando”, comemorou.</p>
<p>Saidel disse que o estupro contra mulheres nos campos de concentração nazistas eram praticados por alemães e seus colaboradores. Mas também por prisioneiros judeus e não judeus. Abortos forçados, esterilização e experimentos médicos eram algumas das atrocidades cometidas. A troca de comida por favores sexuais e a escravização sexual eram práticas comuns, como mostrou a conferencista num documentário que trouxe o testemunho de uma sobrevivente do Holocausto. O filme faz parte do acervo da Shoah Foundation da University of Southern California (EUA), que possui 52 mil testemunhos oculares sobre eventos do Holocausto, sendo que 1.700 desses depoimentos mencionam violência sexual.</p>
<p>Até mesmo nos “campos da morte” da Ucrânia e Lituânia, no Leste Europeu, as mulheres eram estupradas antes de morrer, disse. Houve casos famosos de violência sexual envolvendo soldados, especialmente soviéticos, logo após a liberação de prisioneiros dos campos nazistas ao final do conflito, lembrou Saidel.</p>
<p>Além de Saidel, o encontro contou com a palestra da mestranda da Faculdade de Direito (FD) da USP, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoab/beatriz-de-barros-sousa">Beatriz de Barros Sousa</a>, que trouxe uma parte do estudo desenvolvido sobre a temática, focando a violência sexual contemporânea na Somália, fenômeno caracterizado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como "o pior desastre humanitário contemporâneo".</p>
<p>O encontro teve a coordenação da socióloga <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoae/eva-alterman-blay">Eva Alterman Blay</a>, coordenadora do <a href="http://sites.usp.br/uspmulheres/" target="_blank">USP Mulheres</a>, que organizou o debate junto com o <a href="http://www.rememberwomen.org/" target="_blank">Remember the Women Institute</a> e o IEA-USP. O vice-diretor do IEA, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonski</a>, fez a abertura do encontro.</p>
<p><b> </b></p>
<p><b><br /></b></p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rochelle-saidel" alt="Rochelle Saidel" class="image-inline" title="Rochelle Saidel" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Rochelle Saidel: </b><b>"Violência sexual durante o Holocausto não era uma exceção e sim, a regra"</b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>Lições</b><br />“Aprendi que é muito importante trabalharmos com acadêmicos e ativistas sobre a agenda de outros genocídios e fazer comparações com a violência de gênero. Não se pode falar de Holocausto e violência de gênero sem falar o que aconteceu antes do Holocausto. Por exemplo, o genocídio armênio, conectado com a Primeira e a Segunda Guerra Mundial e muitos outros”, disse Saidel.</p>
<p>Quanto mais pesquisava, Saidel acabou descobrindo que a violência sexual durante o Holocausto não era uma exceção e, sim, a regra. “Vi que esse crime foi muito mais prevalente do que eu pensava no início desses 10 anos de trabalho. Agora sabemos que houve também homens nessa situação. E sabendo que muitas não querem falar sobre o assunto, acredito que a maioria sofreu algum tipo de humilhação sexual”, disse.</p>
<p>Importante notar a dificuldade de construir documentação ou provas sobre esse tipo de crime. “Isso levou os historiadores do Holocausto a desacreditar ou dar pouca importância a alegações de estupro ou outras formas de violência sexual. Não tenho a resposta de porque isso aconteceu, mas pode estar relacionado ao fato de que a maioria dos historiadores são homens. E o grande quadro que queriam contar era o Holocausto e os nazistas. Outra hipótese para essa omissão, num contexto patriarcal, pode estar ligada ao constrangimento ou vergonha de homens que não podiam proteger as mulheres naquela situação”.</p>
<p> </p>
<p><b>Nuremberg e instituições respeitadas também falharam<br /></b>Só em 1993 o direito das mulheres foi reconhecido como direitos humanos, durante a Conferência de Viena. Não causa estranheza, portanto, o silêncio da história e as resistências institucionais para a questão da violência sexual em tempos de conflito. Apenas recentemente esse tipo de ocorrência foi classificada como crime contra a humanidade, mostraram as palestrantes.</p>
<p>Saidel denunciou omissões de renomados estudiosos e instituições, mostrando que muitas vezes a resistência ao reconhecimento desse crime está ligada a tabus. Um exemplo foi um episódio ocorrido em 2006, que inspirou a publicação de um de seus livros.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/ravensbruck" alt="Ravensbruck" class="image-inline" title="Ravensbruck" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>Mulheres forçadas a trabalhar como escravas no campo de Rabensbrück, um dos locais onde crimes sexuais foram cometidos, segundo Saidel</b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Na ocasião, estava ocorrendo o encontro “Além de Anne Frank: Ensinando sobre a Mulher e o Holocausto”, no renomado museu <a class="external-link" href="http://www.yadvashem.org/">Yad Vashem</a>, principal memorial de Israel para vítimas do Holocausto. Ao ministrar um workshop, Saidel mencionou o estupro contra mulheres em <a href="http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/01/150126_campo_concentracao_mulheres_cc" target="_blank">Ravensbrück</a> – campo de concentração só para mulheres, localizado ao norte de Berlim, onde ficou Olga Benário. Então um famoso professor norte-americano levantou-se, interrompendo a palestra: “Mulheres judias não foram violentadas. Onde está a sua prova; onde estão os documentos?”, esbravejou.</p>
<p>Saidel e uma amiga que também participava do encontro se entreolharam. “Vendo aquela situação ridícula, percebemos que estava na hora de escrever um livro sobre isso. Convenhamos. Então entre 1930 e 1945 houve um hiato em que nenhuma mulher foi violentada?”, disse.</p>
<p>Assim, foi lançado, em 2010, “<a class="external-link" href="http://www.upne.com/1584659037.html">Sexual violence against jewish women during the Holocaust</a>”, assinado em co-autoria com Sonja M. Hedgepeth. “Afinal, dedicamos esse trabalho àquele professor. Pois sem ele, provavelmente nunca teríamos escrito esse livro”, disse.</p>
<p>Anteriormente, Saidel havia lançado seu estudo sobre Ravensbrück, que saiu em português pela Edusp em 2009 com o título <a class="external-link" href="http://www.edusp.com.br/detlivro.asp?ID=411106">“As judias do campo de concentração de Ravensbrück</a>”.</p>
<p>Muitas instituições que lidam com o Holocausto ainda resistem em abordar violência sexual ocorrida naquele período. “Uma delas é o museu Yad Vashem. Em 2014, ocorreu uma conferência para professores nessa instituição. Escrevi uma carta para o coordenador do encontro, dizendo que já estava na hora de termos uma grande sessão plenária sobre violência sexual no Holocausto. Ele me respondeu, dizendo: ‘Certamente você não acredita que um assunto como esse seja apropriado para professores colegiais’. Mas uma mulher que trabalhava comigo naquela instituição ensinava educação sexual para adolescentes de baixa renda em Nova York. Então, obviamente, o assunto é adequado para professores desse nível”, pontuou a escritora.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/auschwitz-2" alt="Auschwitz 2" class="image-inline" title="Auschwitz 2" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>No prédio à esquerda da entrada principal de Auschwitz havia um bordel oficial, diz Saidel</b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Outro problema relacionado à resistência ao tema aconteceu no memorial e museu <a class="external-link" href="http://auschwitz.org/en/museum/news/">Auschwitz-Birkenau</a>, contou. Localizado na Polônia, foi o maior campo de concentração nazista. Nas celebrações de 70 anos, houve um <i>tour</i> guiado pelo campo, do qual Saidel participou. “Ao entrar pelo portão principal do campo, o primeiro prédio à esquerda era um bordel oficial e durante o <i>tour</i> não houve qualquer menção a esse fato. Então perguntei por que não falavam sobre as trabalhadoras do sexo. Disseram que havia jovens ali e não queriam falar de sexo. Mas aceitavam falar de milhões de torturados e mortos por gás”, comparou.</p>
<p>“Depois do Holocausto, houve tribunais para julgar esses crimes e o mais famoso é o tribunal internacional de Nuremberg, que teve até um filme a respeito. Mas nesse julgamento, estupro e violência sexual não foram considerados crimes contra a humanidade e isso foi uma enorme falha”, observou Saidel.</p>
<p>Entre outras obras, Saidel assina em co-autoria três manuais pedagógicos, <a href="http://www.rememberwomen.org/Projects/women-theatre-holocaust.html" target="_blank"><i>Women, Theatre, and the Holocaust Resource Handbook</i></a> (2015).</p>
<p> </p>
<p><b>Estupro, como crime de genocídio e contra a humanidade</b><br /> Beatriz de Barros Sousa observou que houve relutância dos organismos internacionais em classificar o estupro em tempos de conflito como crime de guerra e contra a humanidade. O silêncio perdurou por décadas. Recentemente, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) editou resoluções importantes sobre o tema, mostrou.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/beatriz-de-barros-sousa/@@images/0ae9fd51-4229-4d05-8889-2cf186c4ba5e.jpeg" alt="Beatriz de Barros Sousa" class="image-inline" title="Beatriz de Barros Sousa" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><span><b>"O silêncio perdurou por décadas", diz Beatriz de Barros Sousa</b></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Segundo a mestranda da FD-USP, alguns precedentes importantes como o Holocausto e os genocídios armênios na década de 1990 ajudaram a “corrigir uma falha institucional da ONU em tratar o problema”.</p>
<p>O que havia sido tentado em Nuremberg, afinal foi conquistado no Tribunal Penal Internacional para a antiga Iugoslávia. Criado em caráter <i>“ad hoc</i>”, esse tribunal conseguiu classificar o estupro como crime contra a humanidade, disse.</p>
<p>Outros tribunais, como o que foi instalado em 1998 para os conflitos relacionados à Ruanda, classificaram o estupro como crime de genocídio. A definição foi incorporada ao Estatuto de Roma, para os casos em que o crime é “perpetrado de maneira sistemática e generalizada”, disse.</p>
<p>Na ONU, o tema tem sido tratado apenas no plano do Conselho de Segurança, critica Sousa. A resolução 2.272/2016 reforça a política de tolerância zero da ONU para funcionários e integrantes de missão de paz que perpetrem abuso ou exploração sexual, disse.</p>
<p>Na resolução 1.325/2000, que trata de mulheres, segurança e paz, a ONU reconheceu muitas falhas em missões de paz, especialmente nos conflitos da antiga Iugoslávia, Ruanda e Somália. Com isso, finalmente, o Conselho de Segurança publicou resolução tratando violência sexual como crime de guerra, disse.</p>
<p>“Mas só a securitização talvez não seja suficiente para revolver o problema. É preciso reforçar a participação da mulher nos processos de paz. Além disso, cada conflito deve ser olhado no seu contexto, conforme a sua particularidade”, afirmou Sousa.</p>
<p>Num relatório de março de 2015, em que o Secretário Geral da ONU relata ao Conselho de Segurança o estado atual dessas resoluções, a “violência sexual em tempos de conflito” é definida como a que se refere a “estupro, escravidão sexual, prostituição compulsória, gravidez forçada e esterilização a força, para meninos ou meninas, disse.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/violencia-sexual-contra-mulheres-mesa/@@images/e1bed9e5-54f6-4403-88f4-3b56678bcd33.jpeg" alt="Violência sexual contra mulheres mesa" class="image-inline" title="Violência sexual contra mulheres mesa" /></th>
</tr>
<tr>
<td>
<p><b>A partir da esq.: Beatriz de Barros Sousa, Eva Blay, Guilherme Ary Plonski e Rochelle Saidel</b></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“O problema é que o relatório não ataca o centro do problema. Culpa homens armados não identificados como principais perpetradores, incluindo exército e polícia. Mas não chega aos pontos geopolíticos estratégicos históricos. A Somália, por exemplo, era uma potência até o final da década de 1980 e recebia muito refugiados da África. Mas após as questões de 1991, só foi recuperar um governo central permanente em 2012 e suas primeiras eleições desde então estão acontecendo agora. Minha opinião é que é irrealista resolver o problema da violência sexual naquele país sem atacar as causas do conflito. A verdade é que muitas forças poderosas não têm interesse na paz”, disse Sousa.</p>
<p>“Tudo o que foi dito aqui é um peso. Mas não é uma situação impossível de mudar. Nós reproduzimos a sociedade e portanto devemos ser o modelo para essa luta cotidiana”, disse Eva Blay.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Imagens: 2, 5 e 6: Leonor Calasans; 1: UNHCR/S. Modola; 3: German Federal Archives; 4: divulgação</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Racismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Internacional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Justiça</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Antropologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Alemanha</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Escravidão</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>History</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-12-16T20:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/violencia-sexual-contra-mulheres-em-tempos-de-conflito-25-de-novembro-de-2016">
    <title>Violência Sexual contra Mulheres em Tempos de Conflito - 25 de novembro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/violencia-sexual-contra-mulheres-em-tempos-de-conflito-25-de-novembro-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Justiça</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ONU</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-25T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/violencia-sexual-contra-mulheres-em-tempos-de-conflito">
    <title>Mulheres e violência sexual, um desastre humanitário em perspectiva</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/violencia-sexual-contra-mulheres-em-tempos-de-conflito</link>
    <description>No próximo 25 de novembro, Dia Internacional para Eliminação da Violência contra as Mulheres, acontece no IEA o seminário Violência Sexual contra Mulheres em Tempos de Conflito.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>No próximo <strong>25 de novembro</strong>, Dia Internacional para Eliminação da Violência contra as Mulheres, o IEA, o  Escritório USP Mulheres, o Remember the Women Institute (RWI) e a Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da USP realizam o seminário <i>Violência Sexual contra Mulheres em Tempos de Conflito</i>.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/Rochelle-Saidel-perfil.jpg" alt="Rochelle Saidel - Perfil" class="image-inline" title="Rochelle Saidel - Perfil" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Rochelle Saidel, diretora do RWI</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Com conferência de <a class="external-link" href="http://www.rememberwomen.org/director.html">Rochelle G. Saidel</a>, fundadora e diretora executiva do RWI, e Beatriz de Barros Souza, mestranda em Direitos Humanos pela Faculdade de Direito (FD) da USP, a moderação será de Eva Alterman Blay, coordenadora do USP Mulheres. A atividade acontece das <strong>10h às 12h</strong>, na Sala de Eventos do IEA, e terá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">ao vivo </a>pela internet. Para participar presencialmente, é necessário realizar <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1Tg9OdS7Scairs39ysAnPIIdrLebBuu6YHpq1GXOyrZY/viewform?edit_requested=true">inscrição prévia</a>. Rochelle falará em inglês, sem tradução simultânea.</p>
<p>O tema será analisado sob dois panoramas. O primeiro discute a violência sexual durante o Holocausto, tendo como base o trabalho interdisciplinar de um grupo internacional de pesquisadores, que busca ampliar e aprofundar a compreensão das experiências de estupro e outras formas de violência sexual sofridas por judias naquele período. As conferencistas farão referência a depoimentos, documentos do regime nazista, livros de memória de sobreviventes e representações artísticas.</p>
<p>Outro contexto de análise será a violência sexual contemporânea na Somália, fenômeno caracterizado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como "o pior desastre humanitário contemporâneo". O debate focará a situação presente naquele país e possíveis soluções, como as que foram apontadas no projeto <a href="https://www.hrw.org/report/2014/02/13/here-rape-normal/five-point-plan-curtail-sexual-violence-somalia">A Five-Point Plan to Curtail Sexual Violence in Somalia</a>, relatório do Human Rights Watch que vem acompanhando a situação na Somália desde 2012 e propõe um roteiro de cinco pontos destinado a ajudar o governo, países doadores e outras entidades a por em prática uma estratégia nacional de longo prazo para acabar com esses abusos.</p>
<p> </p>
<p><strong>As conferencistas</strong></p>
<p>Rochelle G. Saidel é fundadora e diretora executiva da Remember the Women Institute (RWI), organização sem fins lucrativos com sede em Nova York , que realiza e incentiva projetos de pesquisa e culturais voltados à integração das mulheres na história. Em suas pesquisas, Saidel foca as mulheres que sofreram violência sexual durante o Holocausto. Ela é autora de artigos, capítulos de livros e obras completas sobre diversos aspectos do Holocausto. Co-editora da série Violência Sexual Contra Mulheres Judias durante o Holocausto, da coleção publicada pelo Instituto Hadassah-Brandeis. É finalista do National Jewish Book Awards, na categoria Estudos da Mulher. Outra obra sua, “The Jewish Women of Ravensbrück Concentration Camp”, também é finalista do National Jewish Book Awards, nas categorias Estudos do Holocausto e Estudos da Mulher. Seu mais recente livro é “Mielec, Polônia: O shtetl que se tornou um campo de concentração nazista”, trabalho que teve parte financiada por bolsa de pesquisa do Instituto Internacional de Pesquisa do Holocausto em Yad Vashem, Jerusalém, Israel.</p>
<p>Tem apresentado o tema internacionalmente por mais de 35 anos, em conferências nos Estados Unidos, Brasil, Canadá, China, Alemanha, Hungria, Israel, México, Noruega, Polônia, Rússia e Suécia. É pesquisadora sênior do Núcleo de Estudos da Mulher e Relações Sociais de Gênero, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Recebeu seu PhD em Ciência Política pela The Graduate School and University Center, da City University of New York City. Atualmente divide seu tempo entre Jerusalém, Nova York e São Paulo.</p>
<p><span>Beatriz de Barros Souza é mestranda em Direitos Humanos pela Faculdade de Direito (FD) da USP<span style="text-align: justify; ">, com ênfase em gênero e refúgio. É formada em Relações Internacionais pela PUC-SP, tendo atuado com imigração e direitos humanos na prefeitura de São Paulo de 2012 a 2015.</span></span></p>
<p><span><span style="text-align: justify; "> </span></span></p>
<hr />
<p><i><strong>Violência Sexual contra Mulheres em Tempos de Conflito</strong><br /><i>25 de novembro, 10h</i><br /><i>Sala de Eventos do IEA, rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo</i><br /><i>Evento gratuito, aberto ao público e com <a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/1Tg9OdS7Scairs39ysAnPIIdrLebBuu6YHpq1GXOyrZY/viewform?edit_requested=true">inscrição</a></i><a class="external-link" href="http://goo.gl/mZWBUH" target="_blank"><br /></a><i>Transmissão online <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a></i><br /><i>Informações: </i><span>com Claudia Regina (</span><a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a><span>), telefone (11) 3091-1686</span> </i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Justiça</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ONU</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-11-01T13:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/as-mulheres-na-universidade-e-na-ciencia-desafios-e-oportunidades-15-de-setembro-de-2016">
    <title>As Mulheres na Universidade e na Ciência: Desafios e Oportunidades 15 de setembro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/as-mulheres-na-universidade-e-na-ciencia-desafios-e-oportunidades-15-de-setembro-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>França</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-15T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/as-mulheres-na-universidade-e-na-ciencia">
    <title>Conferência trata da carreira das mulheres no ambiente acadêmico</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/as-mulheres-na-universidade-e-na-ciencia</link>
    <description>Leila Saadé, presidente da Rede Francófona de Mulheres Responsáveis ​pelo Ensino Superior e Pesquisa, estará no IEA no dia 15 de setembro, às 14h, na conferência As Mulheres na Universidade e na Ciência: Desafios e Oportunidades.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>Relatório de 2015 do Fórum Econômico Mundial indica que somente em 2095 será alcançada a igualdade entre os gêneros no mercado de trabalho de todo o mundo. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), em 2007 – último ano avaliado – a diferença entre a remuneração de homens e mulheres era de 29%, uma situação um pouco melhor que os 38% registrados em 1995.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/leila-saade-perfil" alt="Leila Saadé - Perfil" class="image-inline" title="Leila Saadé - Perfil" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Leila Saadé</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Essa desigualdade não acontece apenas nas empresas privadas. De acordo com <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/leila-saade" class="external-link">Leila Saadé</a>, presidente da Rede Francófona de Mulheres Responsáveis ​pelo Ensino Superior e Pesquisa (Resuff, na sigla em francês), nas instituições de pesquisa e ensino de todo o mundo as mulheres também são minoria em posições hierarquicamente superiores. O mesmo se dá na ciência e nos processos de tomada de decisão.</p>
<p>Para falar sobre o tema, a pesquisadora francesa estará no IEA no dia <strong>15 de setembro, às 14h</strong>, na Sala de Eventos do IEA, na conferência <i>As Mulheres na Universidade e na Ciência: Desafios e Oportunidades</i>. Em sua fala, em francês e com tradução simultânea, ela irá apresentar as iniciativas da rede criada pela <a class="external-link" href="https://www.auf.org/actualites/reseau-francophone-des-femmes-responsables-dans-le/">Agência Universitária da Francofonia</a> (AUF) para promover o acesso de mulheres a cargos de responsabilidade.</p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3>Relacionado</h3>
<p><a class="external-link" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103-401420030003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">Dossiê "Mulher, mulheres" publicado no nº 49 da revista <i>Estudos Avançados</i></a></p>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O debate ficará por conta da física <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carolina-brito-carvalho-dos-santos" class="external-link">Carolina Carvalho dos Santos</a>, professora da <span style="text-align: justify; ">Universidade Federal do Rio Grande do Sul e que coordena o<span style="text-align: justify; "> Programa de Extensão "Meninas na Ciência" e apresenta o podcast de divulgação científica "Fronteiras da Ciência". A moderação será feita por Vera Soares, assessora do <a class="external-link" href="http://sites.usp.br/uspmulheres/">USP Mulheres</a>. </span></span></p>
<p>A atividade terá<span> transmissão </span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a><span> pelo site do IEA e </span>é uma iniciativa do Instituto em parceria com o USP Mulheres e o <a class="external-link" href="http://saopaulo.ambafrance-br.org/">Consulado Geral da França em São Paulo</a>.</p>
<p>A Resuff desenvolveu <a class="external-link" href="https://www.auf.org/les-services-de-l-auf/rayonnement-international/reseau-des-femmes/modules-genre/">módulos de ensino a distância</a> sobre gênero, oferecendo a mulheres ferramentas para capacitá-las em estratégias profissionais e institucionais. Também abriu uma chamada de propostas para a criação de um "Observatório de Gênero na Universidade", cujo objetivo é identificar os fatores que dificultam a ascensão de mulheres na universidade e oferecer instrumentos metodológicos de monitoramento e medição da evolução de suas carreiras.</p>
<p> </p>
<hr />
<p><i><strong>As Mulheres na Universidade e na Ciência: Desafios e Oportunidades</strong><br /><i><i>15 de setembro, às 14h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA, Rua da Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo.<br />Evento gratuito — Transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet<br />Informações: Claudia Regina, telefone (11) 3091-1686 e clauregi@usp.br<br />Página do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/mulheres-universidade-ciencia" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/mulheres-universidade-ciencia</a> </i></i></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Superior</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>França</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Humanidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mulheres</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Universidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inclusão Social</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-09-05T19:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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