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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
  <link>https://www.iea.usp.br</link>

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            These are the search results for the query, showing results 111 to 125.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/dialogos-de-competitividade-encontro3">
    <title>Talento e Inovação foi o tema do 3º encontro dos Diálogos de Competitividade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/dialogos-de-competitividade-encontro3</link>
    <description>Encontro realizado no dia 28 de abril foi o segundo de uma série de quatro organizada pela ABDI e pelo MBC, com apoio do IEA-USP e do Ipea.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i>Por <strong>Ivan Bicudo</strong>, da ABDI</i></p>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/2o-encontro-dos-dialogos-de-competitividade-1" alt="3º Encontro dos Diálogos de Competitividade" class="image-inline" title="3º Encontro dos Diálogos de Competitividade" /></th>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left; ">Em mais uma rodada de debates sobre competitividade no Brasil, especialistas se reuniram no dia 6 de maio, no IEA-USP, para discutir o tema <i>Talento e Inovação</i>, que trata em termos gerais da educação, da qualificação profissional e da inovação.</p>
<p style="text-align: left; ">O encontro foi o terceiro do ciclo <i>Diálogos de Competitividade</i>, promovido pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (<a class="external-link" href="http://www.abdi.com.br/" target="_blank">ABDI</a>) e o Movimento Brasil Corporativo (<a class="external-link" href="http://www.mbc.org.br/" target="_blank">MBC</a>), em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (<a class="external-link" href="http://www.ipea.gov.br/">Ipea</a>) e o Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade/NAP (<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/observatorio-inovacao-competitividade" class="external-link">OIC</a>) do IEA-USP, com o objetivo de abrir um canal de diálogo sobre a competitividade brasileira, em comparação à de outros países, e refletir sobre quais são os elementos para uma agenda estratégica de desenvolvimento para o país.</p>
<p style="text-align: left; "><span>A mesa redonda teve a participação de </span>Maria Luisa Leal, <span>presidente substituta da ABDI; </span>Marcos Vinícius de Souza, <span>diretor de Fomento à Inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC); </span>Gustavo Adolfo, <span>assessor de Acompanhamento e Avaliação das Ações Finalísticas do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI); </span>Lívio Amaral, <span>diretor de Avaliação da Capes; </span>Cássio Spina, <span>diretor executivo da Anjos do Brasil; </span>Guilherme Lima, <span>diretor da Whirlpool; </span>Alberto Claudio Gadioli da Silva, <span>diretor de Laboratório, Pesquisa e Desenvolvimento da 3M.</span></p>
<p style="text-align: left; ">O debate teve como ponto de partida a apresentação dos moderadores Mario Sérgio Salerno, coordenador do OIC, e Roberto Alvarez, gerente de Análises e Planejamento Estratégico da ABDI. Alvarez apresentou dados sobre a mão de obra qualificada, o nível de escolaridade da população e a disponibilidade de especialidades relacionadas ao processo de inovação e diferenciação das economias. As informações integram o banco de dados <a class="external-link" href="http://decoder.thegfcc.org">DecoderTM</a>, um decodificador de competitividade que funciona na web. Implementado em fase-piloto, o DecoderTM aborda 8 dimensões, reunindo 164 indicadores, de 65 países diferentes, referentes a uma série de 12 anos.</p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><span>Relacionado</span></h3>
<p><strong>Vídeo</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/apresentacao-do-decodificador-de-competitividade" class="external-link">Apresentação do Decodificador de Competitividade — 17 de abril</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/dialogos-de-competitividade-1o-encontro" class="external-link">1º Encontro — 24 de abril</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/dialogos-de-competitividade-2o-encontro" class="external-link">2º Encontro — 28 de abril</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/dialogos-de-competitividade-3o-encontro" class="external-link">3º Encontro — 6 de maio</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/dialogos-de-competitividade-4o-encontro" class="external-link">4º Encontro — 8 de maio</a></li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Notícias</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/observatorio-lanca-ferramenta-para-analisar-competividade-de-paises" class="external-link">Observatório lança ferramenta para analisar competitividade de países</a></li>
<li><a class="external-link" href="http://www.abdi.com.br/Paginas/noticia_detalhe.aspx?i=3789">Brasil e EUA criam novas métricas para medir a competitividade dos países</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/dialogos-de-competitividade-encontro1" class="external-link">1º encontro dos Diálogos de Competitividade debateu o tema Desempenho e Complexidade Econômica</a></li>
</ul>
<ul>
<li>2<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/dialogos-de-competitividade-encontro1" class="external-link">º encontro dos Diálogos de Competitividade discute Infraestrutura e Capital</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/dialogos-de-competitividade-encontro3" class="external-link">Talento e Inovação foi tema do 3º encontro dos Diálogos de Competitividade</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/4o-encontro" class="external-link">Ciclo sobre competitividade termina com debate sobre qualidade de vida e crescimento futuro</a></li>
</ul>
<p><strong>Fotos</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/apresentacao-do-decodificador-de-competitividade-17-de-abril-de-2014" class="external-link">Apresentação do Decodificador de Competitividade — 17 de abril</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/dialogos-de-competitividade-1o-encontro-24-de-abril-de-2014" class="external-link">1º Encontro — 24 de abril</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/dialogos-de-competitividade-2o-encontro-28-de-abril-de-2014" class="external-link">2º Encontro — 28 de abril</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/dialogos-de-competitividade-2o-encontro-28-de-abril-de-2014" class="external-link">3º Encontro — 6 de maio</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/dialogos-de-competitividade-4o-encontro-08-de-maio-de-2014" class="external-link">4º Encontro — 8 de maio</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left; "><span>A apresentação inicial destacou dois pontos, a partir dos dados do decodificador: o aumento do acesso à educação no Brasil — a quantidade de alunos matriculados nas redes de ensino em contraste com a qualidade da educação — e o também recente aumento dos esforços de estímulo à inovação, porém com eficiência ainda questionável.  A partir dessa argumentação, procurou-se buscar soluções sobre como avançar em educação simultaneamente em quantidade e qualidade, e como aumentar a eficiência dos esforços de estimulo à inovação.</span></p>
<p style="text-align: left; "><strong>Crescimento relativo</strong></p>
<p style="text-align: left; "><span>Para Marcos Vinícius, o DecoderTM é uma iniciativa importante para auferir a competitividade do Brasil em relação aos demais países: “Não importa o quanto crescemos em nossa história, mas o quanto crescemos em relação aos nossos competidores”. Ele argumentou que, se o país quer aumentar sua competitividade, é preciso crescer mais rápido que os outros.</span></p>
<p style="text-align: left; "><span>Ao observar os dados da ferramenta, incluindo os que dizem respeito ao registro de patentes, Lívio Amaral destacou que “o Brasil é muito recente no conceito de universidade”. Ele lembrou que a primeira universidade, da forma como é tradicionalmente conhecida, teve seu início no Brasil na década de 1930. “Nenhum dos países que desenvolve patentes, o faz sem grande base científica.” Ele apontou que o Brasil, embora tenha desenvolvido consistentemente seus programas de pós-graduação desde a década de 70, ainda está longe de ter qualificação científica como outros países. “Temos 1.9 doutores para cada mil habitantes. No Canadá, são 5.4 e na Alemanha, 22”, observou. Para diminuir essa diferença, Lívio ressaltou a importância do programa Ciência Sem Fronteiras, que insere alunos de graduação e pós-graduação em instituições de ensino no exterior. Segundo o especialista, a iniciativa melhora a imagem do Brasil e tem criado oportunidades para a extensão da qualificação de profissionais.</span></p>
<p style="text-align: left; "><strong>Educação para inovar</strong></p>
<p style="text-align: left; "><span>O ambiente de inovação brasileiro foi um dos tópicos de destaque nas discussões, no que diz respeito à sua qualidade e ao relacionamento entre universidades e empresas. Segundo Guilherme Lima, a inovação é um processo de médio a longo prazo: “Não conseguimos desenvolver parcerias e inovação em longo prazo, a interação de empresas com universidades ainda não é uma prática padrão".</span></p>
<p style="text-align: left; "><span>Além disso, a educação de base foi apontada como sendo uma lacuna na qualificação de profissionais para o mercado de trabalho. Alberto Claudio Gadioli disse que esse gargalo “se traduz na necessidade de investimento interno em capacitação”. Segundo ele, a 3M possui uma academia interna pela qual passa a maioria dos funcionários, com carga horária de 200 a 300 horas-aula. “Isso é o equivalente a um MBA”. Quanto ao relacionamento entre a empresa e as instituições de ensino, reconheceu que houve grande avanço com a Lei de Inovação, mas ainda falta melhorar o sistema de regulação, que ainda é desfavorável para as empresas no desenvolvimento de pesquisas.</span></p>
<p style="text-align: left; "><strong>Regulação</strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong> </strong><span>A importância da inovação para a indústria foi ressaltada pela presidente substituta da ABDI, Maria Luisa Leal. Ela acrescentou que as “questões regulatórias são as mais importantes para criarmos um ambiente propício para a inovação”. No entanto, segundo Maria Luisa, é necessário não perder de vista o objetivo da inovação e atentar para o fato de que entender as necessidades de diferentes empresas é um desafio para o desenvolvimento industrial no Brasil.</span></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Sandra Codo/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights>Ivan Bicudo/ABDI</dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-05-08T19:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/copy_of_dialogos-de-competitividade-encontro2">
    <title>2º encontro dos Diálogos de Competitividade discute infraestrutura e capital</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/copy_of_dialogos-de-competitividade-encontro2</link>
    <description>Encontro realizado no dia 28 de abril foi o segundo de uma série de quatro organizada pela ABDI e pelo MBC, com apoio do IEA-USP e do Ipea.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><i>Por <strong>Ivan Bicudo</strong>, da ABDI</i></p>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/2o-encontro-dos-dialogos-de-competitividade" alt="2º encontro dos Diálogos de Competitividade" class="image-inline" title="2º encontro dos Diálogos de Competitividade" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Como superar os atuais gargalos de infraestrutura e simultaneamente construir as infraestruturas para o século 21 foi uma das questões indutoras do debate</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: left; ">Dando continuidade à série <i>Diálogos de Competitividade</i>, especialistas se reuniram no dia 28 de abril, na Sala de Eventos do IEA-USP, para discutir os desafios para a competitividade industrial do Brasil relacionados com aspectos da infraestrutura e do capital.</p>
<p style="text-align: left; "><span> O debate foi o segundo em um calendário de quatro encontros promovidos pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (<a class="external-link" href="http://www.abdi.com.br/">ABDI</a>) e o Movimento</span><span> Brasil Corporativo (<a class="external-link" href="http://www.mbc.org.br/">MBC</a>), em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade/NAP (<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/observatorio-inovacao-competitividade" class="external-link">OIC</a>) do IEA-USP. O objetivo dos debates é abrir um canal de diálogo sobre a competitividade brasileira, vista em comparação com a de outros países, e refletir sobre quais são os elementos para uma agenda estratégica de desenvolvimento para o país.</span></p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Vídeo</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/apresentacao-do-decodificador-de-competitividade" class="external-link">Apresentação do Decodificador de Competitividade — 17 de abril</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/dialogos-de-competitividade-1o-encontro" class="external-link">1º Encontro — 24 de abril</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/dialogos-de-competitividade-2o-encontro" class="external-link">2º Encontro — 28 de abril</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/dialogos-de-competitividade-3o-encontro" class="external-link">3º Encontro — 6 de maio</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/dialogos-de-competitividade-4o-encontro" class="external-link">4º Encontro — 8 de maio</a></li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Notícias</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/observatorio-lanca-ferramenta-para-analisar-competividade-de-paises" class="external-link">Observatório lança ferramenta para analisar competitividade de países</a></li>
<li><a class="external-link" href="http://www.abdi.com.br/Paginas/noticia_detalhe.aspx?i=3789">Brasil e EUA criam novas métricas para medir a competitividade dos países</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/dialogos-de-competitividade-encontro1" class="external-link">1º encontro dos Diálogos de Competitividade debateu o tema Desempenho e Complexidade Econômica</a></li>
</ul>
<ul>
<li>2<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/dialogos-de-competitividade-encontro1" class="external-link">º encontro dos Diálogos de Competitividade discute Infraestrutura e Capital</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/dialogos-de-competitividade-encontro3" class="external-link">Talento e Inovação foi tema do 3º encontro dos Diálogos de Competitividade</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/4o-encontro" class="external-link">Ciclo sobre competitividade termina com debate sobre qualidade de vida e crescimento futuro</a></li>
</ul>
<p><strong>Fotos</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/apresentacao-do-decodificador-de-competitividade-17-de-abril-de-2014" class="external-link">Apresentação do Decodificador de Competitividade — 17 de abril</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/dialogos-de-competitividade-1o-encontro-24-de-abril-de-2014" class="external-link">1º Encontro — 24 de abril</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/dialogos-de-competitividade-2o-encontro-28-de-abril-de-2014" class="external-link">2º Encontro — 28 de abril</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/dialogos-de-competitividade-2o-encontro-28-de-abril-de-2014" class="external-link">3º Encontro — 6 de maio</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/dialogos-de-competitividade-4o-encontro-08-de-maio-de-2014" class="external-link">4º Encontro — 8 de maio</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>Para o segundo tema debatido, </span><i>Infraestrutura e Capital</i><span>, o ponto de partida foi a apresentação e a análise dos indicadores em questões como “infraestruturas do século 21” (usuários de Internet, acesso à banda larga), sofisticação e capilaridade do sistema financeiro, investimentos externos e reservas internacionais. Os dados foram extraídos da ferramenta web, um decodificador de competitividade chamado </span><a class="external-link" href="http://decoder.thegfcc.org/">Decoder<sup>TM</sup></a><span> — em versão alpha —, que aborda 8 dimensões, reunindo 164 indicadores, de 65 países diferentes, referentes a uma série de 12 anos.</span></p>
<p>Participaram da mesa redonda Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); Paulo Cesena, diretor-presidente da Odebrecht TransPort; Francisco Graziano, diretor de Relações Institucionais da Camargo Correa; Jaime Henrique Parreira, diretor de Engenharia da Infraero; Luiz Roberto Calado, diretor da BRAiN Brasil Investimentos &amp; Negócios; e Carlos Campos, coordenador de Infraestrutura Econômica do Ipea. O formato do encontro foi o de uma  conversa moderada por Roberto Alvarez, gerente de Análises e Projetos Estratégicos da ABDI, e Mário Salerno, coordenador  do OIC e professor da Escola Politécnica (Poli) da USP.</p>
<p>A apresentação introdutória de Roberto Alvarez destacou a influência de padrões de infraestrutura do século 21 no agrupamento dos países dentro do banco de dados do decodificador. Além disso, o gerente da ABDI demonstrou a distribuição dos países na ferramenta em torno de indicadores de capital, como o volume de capital disponível e investido, e a participação de empresas de capital aberto na economia. “Como superar os gargalos de infraestrutura e, ao mesmo tempo, construir infraestruturas do século 21? Como financiar esse processo?”, indagou Alvarez. Essas foram as principais questões provocadoras do debate.</p>
<p><strong>Tecnologia e infraestrutura</strong></p>
<p>Para responder a questão sobre a construção harmoniosa de infraestrutura básica e de alta tecnologia, Luciano Coutinho apontou que é difícil usar métricas para prever as transições e avanços tecnológicos que provocam mudanças de paradigmas. “Elas podem produzir mudanças bruscas e radicais na configuração de competitividade dos vários sistemas de infraestrutura”, lembrou Coutinho. “Estamos no início de um ciclo de aplicações radical de tecnologias de informação na infraestrutura”.</p>
<p>Como exemplo, ele citou os sistemas de transporte urbano que podem incorporar automações para que o fluxo de veículos tenha processamento <i>online</i>, gerando racionalização do serviço com informação ao usuário. Citou também a aplicação de <i>smart grids</i> e <i>big data</i> em redes de distribuição de água e esgoto e em sistemas de distribuição e logística do varejo.  “A infraestrutura de tecnologia de informação será essencial nesse processo, pois, inevitavelmente, ela irá se entrelaçar com estruturas básicas.”</p>
<p><strong>Investimentos e garantias</strong></p>
<p>Quanto a financiamento e capitais, Luiz Roberto Calado mostrou-se bastante otimista com os indicadores, citando avanços em mercado de capitais, PPPs e atrações de investimentos. Segundo ele, no entanto, o Brasil precisa aprimorar alguns pontos: a melhoria da imagem do Brasil no exterior, para atração de investimentos, e a criação e o fortalecimento de uma rede de mercados de capitais na América Latina, a exemplo das redes que existem em outros continentes.</p>
<p>Luciano Coutinho destacou a importância de um sistema robusto de garantias e seguros para projetos, especialmente aqueles em PPPs e concessões. "O Brasil possui um conjunto de empresas habilitadas e capacitadas para fazer frente ao desafio", disse o economista. Ressaltou, porém, que as empresas precisam de reforço na estrutura de capital, pois a escala de desafios é muito grande. Ele sugeriu que o mercado de capitais pode resolver os problemas de captação de recursos e capitalização de empresas, com o apoio do BNDES para absorver parte do risco.</p>
<p><strong>Transportes</strong></p>
<p>“A perspectiva é que o tráfego de passageiros e carga pelo sistema aéreo de transportes dobre nos próximos 18 anos”, informou Jaime Parreira. Em um momento de grande demanda por investimentos, é necessário melhorar a eficiência do sistema de contratações, incluindo licenciamento ambiental e gerenciamento de projetos. “Agora começa uma segunda leva de grandes investimentos no Brasil: temos uma carteira de 20 a 25 aeroportos que serão desenvolvidos e o desafio é compactar os prazos."</p>
<p>Carlos Campos apontou que o investimento em transportes avançou de aproximadamente 0,25% do PIB em 2003 para 0,6% em 2013, mas o volume ainda é pouco em relação ao dos países emergentes que competem com o Brasil. “Os investimentos cresceram, mas ainda são insuficientes”, destacou. “Os investimentos privados em rodovias e ferrovias representam em torno de 45%. Fala-se em atrair o setor privado para investir em transportes, mas eles já estão nesse setor há muito tempo.” Segundo ele, o problema é a ineficiência na alocação dos recursos: “Falta planejamento e gestão. É preciso fazer mudanças".</p>
<p><strong>Marco regulatório e projetos</strong></p>
<p>Francisco Graziano elogiou a criação pelo governo da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), mas acha que é necessário avançar ainda mais na área de projetos. “Já teríamos uma evolução no plano técnico se melhorasse o processo de contratação de projetos de engenharia de longo prazo”, disse. De acordo com ele, uma lei específica para grandes obras de infraestrutura daria agilidade ao processo de tomada de decisão em contratações. Foi sugerida a criação de uma espécie de “mecanismo de resolução de controvérsias”, a exemplo do que ocorre na Organização Mundial de Comércio, para dar mais celeridade às discussões.</p>
<p>Paulo Cesena mencionou a dificuldade em se conseguir licenças ambientais e a questão de desapropriações, que são fundamentais em obras de grande porte, especialmente em centros urbanos. “Alguns projetos precisam de alinhamentos entre as esferas federal, estadual e municipal. Há uma demanda de uma série de planejamentos que geram atrasos e são especialmente desafiadores nos projetos de mobilidade urbana”.</p>
<p><strong>Próximos encontros</strong></p>
<p>Os <i>Diálogos de Competitividade</i> continuam no dia 6 de maio, quando será discutido o tema <i>Talento e Inovação</i>, e encerram-se no dia 8 de maio, com o tema Qualidade de Vida e Crescimento Futuro. Os encontros serão às 10 horas, na Sala de Eventos do IEA-USP, com o mesmo formato das sessões anteriores e com transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">web</a>. .</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Sandra Codo/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights>Ivan Bicudo/ABDI</dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-04-30T19:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/4o-encontro">
    <title>Ciclo sobre competitividade termina com debate sobre qualidade de vida e crescimento futuro</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/4o-encontro</link>
    <description>Quarto encontro do ciclo Diálogos de Competitividade, realizado no dia 8 de maio, reuniu especialistas de vários setores para discutir o tema Qualidade de Vida e Crescimento Futuro. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><i>Por <strong>Ivan Bicudo</strong>, da ABDI</i></p>
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/dialogos-de-competitividade-2014-4o-encontro" alt="Diálogos de Competitividade — 4º Encontro" class="image-inline" title="Diálogos de Competitividade — 4º Encontro" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Sustentabilidade foi um dos temas centrais do encontro</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No quarto encontro do ciclo <i>Diálogos de Competitividade</i>, no dia 8 de maio, representantes da indústria, da academia e do governo federal debateram o tema <i>Qualidade de Vida e Crescimento Futuro</i>, a partir de indicadores sobre sustentabilidade, acesso a tecnologias e serviços criativos, entre outros aspectos..</p>
<p>O debate encerrou o ciclo <i>Diálogos de Competitividade</i>, promovido pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (<a class="external-link" href="http://www.abdi.com.br/" target="_blank">ABDI</a>) e o Movimento Brasil Corporativo (<a class="external-link" href="http://www.mbc.org.br/" target="_blank">MBC</a>), em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (<a class="external-link" href="http://www.ipea.gov.br/">Ipea</a>) e o Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade/NAP (<a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/observatorio-inovacao-competitividade" class="external-link">OIC</a>) do IEA-USP, com o objetivo de abrir um canal de diálogo sobre a competitividade brasileira, em comparação à de outros países, e refletir sobre quais são os elementos para uma agenda estratégica de desenvolvimento para o país.</p>
<p>Os participantes do  encontro foram o presidente-executivo do Grupo FarmaBrasil, Reginaldo Arcuri; o diretor da MSD, João Sanches; o vice-presidente de Tecnologia e Inovação da Braskem, Edmundo Aires; o CEO da S_Kull, Flag Holding, IPG, Bob Wollheim; o executivo chefe no Brasil do Global Green Growth Institute, Joe Capp; o diretor do Ministério do Meio Ambiente (MMA), José Domingos Gonzalez Miguez; e a diretora Jurídica da Aché Laboratórios, Luciana Gualda.</p>
<table class="tabela-esquerda-300-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<p><strong>Vídeo</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/apresentacao-do-decodificador-de-competitividade" class="external-link">Apresentação do Decodificador de Competitividade — 17 de abril</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/dialogos-de-competitividade-1o-encontro" class="external-link">1º Encontro — 24 de abril</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/dialogos-de-competitividade-2o-encontro" class="external-link">2º Encontro — 28 de abril</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/dialogos-de-competitividade-3o-encontro" class="external-link">3º Encontro — 6 de maio</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/dialogos-de-competitividade-4o-encontro" class="external-link">4º Encontro — 8 de maio</a></li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Notícias</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/observatorio-lanca-ferramenta-para-analisar-competividade-de-paises" class="external-link">Observatório lança ferramenta para analisar competitividade de países</a></li>
<li><a class="external-link" href="http://www.abdi.com.br/Paginas/noticia_detalhe.aspx?i=3789">Brasil e EUA criam novas métricas para medir a competitividade dos países</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/dialogos-de-competitividade-encontro1" class="external-link">1º encontro dos Diálogos de Competitividade debateu o tema Desempenho e Complexidade Econômica</a></li>
</ul>
<ul>
<li>2<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/dialogos-de-competitividade-encontro1" class="external-link">º encontro dos Diálogos de Competitividade discute Infraestrutura e Capital</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/dialogos-de-competitividade-encontro3" class="external-link">Talento e Inovação foi tema do 3º encontro dos Diálogos de Competitividade</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/4o-encontro" class="external-link">Ciclo sobre competitividade termina com debate sobre qualidade de vida e crescimento futuro</a></li>
</ul>
<p><strong>Fotos</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/apresentacao-do-decodificador-de-competitividade-17-de-abril-de-2014" class="external-link">Apresentação do Decodificador de Competitividade — 17 de abril</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/dialogos-de-competitividade-1o-encontro-24-de-abril-de-2014" class="external-link">1º Encontro — 24 de abril</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/dialogos-de-competitividade-2o-encontro-28-de-abril-de-2014" class="external-link">2º Encontro — 28 de abril</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/dialogos-de-competitividade-2o-encontro-28-de-abril-de-2014" class="external-link">3º Encontro — 6 de maio</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/dialogos-de-competitividade-4o-encontro-08-de-maio-de-2014" class="external-link">4º Encontro — 8 de maio</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Mario Salerno, professor da Escola Politécnica da USP e coordenador do OIC, e Roberto Alvarez, gerente de Análises e Planejamento Estratégico da ABDI, moderadores do debate, apresentaram dados sobre qualidade de vida nas cidades, saúde, acesso a saneamento básico, expectativa de vida, mortalidade infantil, uso de energia e emissões de gases na atmosfera. As informações integram o banco de dados <a class="external-link" href="http://decoder.thegfcc.org">DecoderTM</a>, um decodificador de competitividade que funciona na web. Implementado em fase-piloto, o DecoderTM aborda 8 dimensões, reunindo 164 indicadores, de 65 países diferentes, referentes a uma série de 12 anos..</p>
<p>A apresentação inicial comparou indicadores do Brasil com os demais países, indicando quais são os aspectos-chave para a análise comparativa. No caso da qualidade de vida, quesitos associados ao bem-estar, como saúde, saneamento básico e perspectivas econômicas para a juventude pesam na classificação dos países. Para o crescimento futuro, indicadores como o uso de energia <i>per capita</i> e indicadores ligados à sustentabilidade são as bases de comparação. Utilizando-se desses dados, propôs-se a discussão de como será possível, no Brasil, atender às necessidades sociais e aplicar a sustentabilidade em paralelo ao crescimento econômico.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Políticas públicas</strong></p>
<p>Arcuri elogiou a iniciativa da construção de um painel de métricas, como o do DecoderTM, acrescentando que “a análise dos dados da ferramenta gera o debate sobre como tornar o Brasil sistemicamente competitivo, não somente um país continental com ilhas de competitividade”. Ele fez uma retrospectiva da evolução nos últimos 50 anos, de um país predominantemente rural, com indústria de base, economia agrícola e índices sociais desfavoráveis, como a alta taxa de analfabetismo, para um país com boas instituições. “Fomos capazes de resolver problemas muito maiores que o da competitividade com políticas públicas bem planejadas.”</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Sustentabilidade</strong></p>
<p>Miguez lembrou que a sustentabilidade é uma questão internacional e que o Brasil já sente os impactos das mudança climáticas, como no caso das consequências da falta de chuvas para a geração de energia. “O Brasil contribui muito pouco em emissões de CO² em comparação a outros países como China e Estados Unidos. O problema é global porque os gases permanecem na atmosfera por muito tempo — cerca de 200 mil anos no caso do CO².” Segundo o diretor, o país reduziu o desmatamento em 700 milhões de tonelada por ano, com um trabalho focado no problema institucional.</p>
<p>O desenvolvimento de produtos sustentáveis é um dos desafios enfrentados pela Braskem. Segundo Aires, é preciso tecnologia para construir negócios com sustentabilidade, e essa tecnologia nem sempre está disponível. Por isso a empresa conta com um laboratório em Campinas que desenvolve soluções inovadoras, entre outras, para converter biomassa em plásticos: “O plástico é importante para a qualidade de vida, pois a embalagem influencia diretamente na qualidade do produto que será consumido”.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Conclusão dos Diálogos</strong></p>
<p>Encerrada a série de debates, o próximo passo dos <i>Diálogos de Competitividade</i> será consolidar as ideias discutidas em um evento-síntese, ainda sem data prevista. Os elementos tratados nas discussões servirão de base para textos de análise que integrarão, oportunamente, uma agenda de competitividade para o Brasil.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Mauro Bellesa/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-05-15T17:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/futebol-e-sociedade-os-efeitos-da-derrota">
    <title>Futebol e sociedade: os efeitos da derrota</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/futebol-e-sociedade-os-efeitos-da-derrota</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: right; "></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/torcedora-depois-da-derrota-para-a-alemanha" alt="Torcedora depois da derrota para a Alemanha" class="image-inline" title="Torcedora depois da derrota para a Alemanha" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="p1">Até que ponto o desempenho do Brasil na Copa do Mundo e a sua eliminação afetou a autoestima e a imagem do país, nacional e internacionalmente, não só no futebol, mas principalmente nas esferas política, econômica, social e cultural?</p>
<p class="p1">Essa questão será analisada no evento <i>Debate em 2 Tempos: A Fantasmagoria da Derrota, o Futebol como Metáfora</i>, que o IEA-USP realiza no dia 25 de julho, das 10 às 16 horas, na Sala Ruy Leme da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP.</p>
<p class="p1">O objetivo central do debate é traçar um paralelo entre o futebol e a sociedade e discutir o papel desse esporte na identidade nacional no contexto de uma nova geopolítica, onde o Brasil é visto como uma liderança em ascensão.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3 style="text-align: left; ">Relacionado</h3>
<ul>
<li> <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/laboratorios/sociedades-contemporaneas/a-fantasmagoria-da-derrota" class="external-link">Leia textos de vários</a></li>
</ul>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/laboratorios/sociedades-contemporaneas/a-fantasmagoria-da-derrota" class="external-link"> autores sobre a derrota do Brasil</a></p>
<ul>
<li>Vídeos: <span class="external-link"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/debate-em-2-tempos-a-fantasmagoria-da-derrota-o-futebol-como-metafora-1o-tempo" class="external-link">1º Tempo</a> / <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/debate-em-2-tempos-a-fantasmagoria-da-derrota-o-futebol-como-metafora-2o-tempo" class="external-link">2º Tempo</a></span></li>
<li><span class="external-link"><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/debate-em-2-tempos-a-fantasmagoria-da-derrota-o-futebol-como-metafora-25-de-julho-de-2014" class="external-link">Fotos</a></span><strong><span class="external-link"> <br /></span> </strong></li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="p1">No primeiro tempo, das 10 às 12 horas, os debatedores serão: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/ugo-giorgetti" class="external-link">Ugo Giorgetti</a>, cineasta e colunista do caderno “Edição de Esportes” do jornal “O Estado de S.Paulo”; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/daniela-alfonsi" class="external-link">Daniela Alfonsi</a>, antropóloga, diretora de Conteúdo do Museu do Futebol; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/luiz-carlos-ribeiro" class="external-link">Luiz Carlos Ribeiro</a>, historiador, professor do Departamento de História da Universidade Federal do Paraná; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/professores-visitantes/bernardo-sorj-iudcovsky" class="external-link">Bernardo Sorj</a> (via rede), sociólogo e professor visitante do IEA-USP.</p>
<p class="p1">O segundo tempo, das 14 às 16 horas, terá a participação de: <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/carlos-alberto-furtado-de-melo" class="external-link">Carlos Melo</a>, cientista político, professor do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) e integrante do Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia do IEA-USP;<a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/fernando-mires" class="external-link"> Fernando Mires</a> (via rede), cientista político, professor da Universidade de Oldenburg, Alemanha; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/german-labrador-mendez" class="external-link">Germán Labrador Méndez</a> (via rede), professor do Departamento de Línguas e Culturas Espanhola e Portuguesa da Universidade de Princeton, EUA; e Lorenzo Mammì, crítico de arte e professor do Departamento de Filosofia da FFLCH-USP.</p>
<p class="p1">Mediado por Renato Janine Ribeiro, <span>professor titular da FFLCH-USP e</span> coordenador do grupo de pesquisa O Futuro nos Interpela, o<span> debate </span>dá continuidade às discussões ocorridas no âmbito do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/laboratorios/sociedades-contemporaneas" class="external-link">Laboratório Sociedades Contemporâneas</a>, iniciadas em junho de 2013 no calor das manifestações de rua que ocorreram nas principais cidades do país.</p>
<p class="p1"><i><strong>O evento é gratuito e aberto a todos os interessados, que devem se inscrever por meio de mensagem para <a class="mail-link" href="mailto:leila.costa@usp.br">leila.costa@usp.br</a>. Haverá transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo pela internet</a>. A FEA-USP fica na Avenida Prof. Luciano Gualberto, 908, Cidade Universitária, São Paulo, SP (<a class="external-link" href="http://www.fea.usp.br/conteudo.php?i=14">mapa</a>).</strong></i></p>
<p class="p1" style="text-align: right; "><strong><span class="discreet">Foto:<a class="external-link" href="http://www.flickr.com/photos/midianinja"> Mídia Ninja</a></span></strong></p>
<ul>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Globalização</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Médicos Copa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Laboratório Sociedades Contemporâneas</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-07-23T13:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/livro-congresso-nacional">
    <title>Livro analisa representação e sua relação com a qualidade da democracia no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/livro-congresso-nacional</link>
    <description>Autores dos livro  "O Congresso Nacional, os Partidos Políticos e o Sistema de Integridade" apresentarão os capítulos da obra em seminário no IEA no dia 24 de novembro, às 14 horas.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-353b5b8bc739427eb693b2f69ac41085 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-353b5b8bc739427eb693b2f69ac41085">
<div class="eventDetail">
<div style="float: left; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-congressonacional-web.jpg" style="float: right; " title="Capa Livro o Congresso Nacional os Partidos Políticos e o Sistema de Integridade" class="image-right" alt="Capa Livro o Congresso Nacional os Partidos Políticos e o Sistema de Integridade" />
<p style="text-align: justify; ">O livro "O Congresso Nacional, os Partidos Políticos e o Sistema de Integridade — Representação, Participação e Controle Interinstitucional no Brasil", publicado pelo <a class="external-link" href="http://nupps.usp.br/" target="_blank">Núcleo de Pesquisa em Políticas Públicas</a> (NUPPs) da USP e pela <a class="external-link" href="http://www.kas.de/brasil">Fundação Konrad Adenauer</a>, será lançado em seminário no dia 24 de novembro, às 14 horas, no IEA, com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela web.</p>
<p style="text-align: justify; ">Organizada pelo cientista político José Álvaro Moisés, diretor científico do NUPPs, a obra contém seis estudos sobre o desempenho das instituições de representação e sua relação com a qualidade da democracia no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify; ">Os autores do livro farão as seguintes apresentações (correspondentes aos capítulos da obra) no seminário:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify; ">"Um Índice para Medir a Força do Legislativo" — <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/jose-alvaro-moises" class="external-link">José Álvaro Moisés</a> (NUPPs e IEA) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/sergio-simoni-junior" class="external-link">Sérgio Simoni Jr</a>.(Neci e Cebrap)</li>
<li style="text-align: justify; ">"Consenso e Representação na Democracia: Uma Análise Individual e Sistêmica do Apoio aos Partidos Políticos em Perspectiva Comparada" — <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/gabriela-de-oliveira-carneiro" class="external-link">Gabriela de Oliveira Carneiro</a> (NUPPs)</li>
<li style="text-align: justify; ">"Quem São os Deputados Brasileiros? Um Balanço do Perfil Biográfico de 1986 a 2012" — <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/rafael-moreira-dardaque-mucinhato" class="external-link">Rafael Moreira Dardaque Mucinhato</a> (NUPPs)</li>
<li style="text-align: justify; ">"Representação Política das Mulheres e Qualidade da Democracia: O Caso do Brasil" — <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/jose-alvaro-moises" class="external-link">José Álvaro Moisés</a> (NUPPs e IEA) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/beatriz-rodrigues-sanchez" class="external-link">Beatriz Rodrigues Sanchez</a> (NUPPs)</li>
<li style="text-align: justify; ">"O Controle Externo do TCU e suas Funções de <i>Accountability</i> no Debate da Qualidade da Democracia" — <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/leandro-consentino" class="external-link">Leandro Consentino</a> (Insper, Fundação Mário Covas e NUPPs)</li>
<li style="text-align: justify; ">"O Papel do Controle Interno no Combate à Corrupção: A Experiência da Controladoria-Geral da União no Executivo Federal Brasileiro" — <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/bruno-gabriel-de-melo-rico" class="external-link">Bruno Rico</a> (NUPPs)</li>
</ul>
<p><span style="text-align: justify; ">Os comentaristas serão </span><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/maria-de-fatima-junho-anastasia" class="external-link">Fátima Anastásia</a><span style="text-align: justify; ">, professora da UFMG e da PUC-MG, e </span><a style="text-align: justify; " href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/claudio-goncalves-couto" class="external-link">Claudio Cout</a><span style="text-align: justify; ">, professor da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo. A coordenação de evento será de José Álvaro Moisés.</span></p>
<p style="text-align: justify; ">O lançamento é uma realização do NUPPs  e do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/qualidade-da-democracia" class="external-link">Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia</a> do IEA, coordenado por Moisés. O público presente no lançamento receberá exemplar gratuito do livro, cuja edição digital pode ser baixada no <a class="external-link" href="http://www.kas.de/brasilien/pt/publications/38888/">site</a> da Fundação Konrad Adenauer.</p>
<p><b>ATUAÇÃO DE PARLAMENTARES</b></p>
<table class="tabela-esquerda-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/lancamento-do-livro-o-congresso-nacional-os-partidos-politicos-e-o-sistema-de-integridade" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2014/lancamento-do-livro-o-congresso-nacional-os-partidos-politicos-e-o-sistema-de-integridade-24-de-novembro-de-2014?b_start:int=0" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify; ">Segundo Moisés, o livro é uma contribuição para a agenda de pesquisas empíricas da democracia que vêm sendo realizadas no Brasil nos últimos 25 anos, ou seja, desde a promulgação da Constituição Federal em 1988. Com o apoio da Fundação Konrad Adenauer, o estudo envolveu o trabalho de dois pesquisadores seniores e seis assistentes — estudantes de graduação e de pós-graduação do Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP —  em torno da atuação de deputados e senadores brasileiros durante as legislaturas de 1995/1998, 1999/2002, 2003/2006 e 2007/2010. Os bancos de dados foram organizados a partir das informações cedidas pelo Centro de Documentação e Informação da Câmara dos Deputados.</p>
</div>
</div>
<p> </p>
<p style="text-align: justify; ">O livro apresenta resultados parciais de estudos que examinaram o papel do Congresso Nacional, o perfil e o desempenho dos representantes eleitos e o apoio dos brasileiros aos partidos políticos. Moisés explica que as análises adotam uma perspectiva comparativa com outros países da América Latina e com casos recentes de democratização. O objetivo é "avaliar e mensurar a qualidade da democracia brasileira e, nesse sentido, avançar também no exame da representação política das mulheres e do papel do Tribunal de Contas da União e da Controladoria-Geral da União como parte do sistema de integridade que interage com o Congresso Nacional".</p>
<p><b>ACCOUNTABILITY</b></p>
<p style="text-align: justify; ">Essas dimensões de funcionamento do regime democrático são vistas no estudo como essenciais para a mensuração da qualidade da democracia, "em especial no que se refere aos conceitos de <i>accountability* </i>(horizontal e vertical) e de responsividade", de acordo com Moisés. O que está em questão, em última análise, comenta o organizador na apresentação do livro, é o modo como o parlamento e os partidos políticos desempenham, por uma parte, a sua função de representação, isto é, como mecanismos através dos quais as preferências dos eleitores são levadas em conta pelo sistema político, e, por outra, o seu papel como organismos de fiscalização e controle através dos quais a sociedade limita os riscos de abuso no poder.</p>
<p style="text-align: justify; ">"Enquanto a função de representação organiza as relações entre maiorias e minorias políticas com base no princípio de decisões majoritárias, a missão relativa ao conceito de <i>accountability</i> interinstitucional tem o papel de atualizar as informações com as quais os eleitores fazem a sua escolha." Moisés ressalta que esta é a razão de a representação ser vista no estudo como "um condicionante extremamente importante da participação política".</p>
<p style="text-align: justify; "><i>* Palavra da língua inglesa sem correspondente em português. Segundo José António Gomes de Pinho e Ana Rita Silva Sacramento, em <a class="external-link" href="http://www.scielo.br/pdf/rap/v43n6/06.pdf">artigo</a> publicado na edição de novembro/dezembro de 2009 da "Revista de Administração Pública", o significado do conceito de accountability "envolve responsabilidade (objetiva e subjetiva), controle, transparência, obrigação de prestação de contas, justificativas para as ações que foram ou deixaram de ser empreendidas, premiação e/ou castigo".</i></p>
</div>
<div>
<div class="kssattr-target-parent-fieldname-programacao-353b5b8bc739427eb693b2f69ac41085 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-programacao " id="parent-fieldname-programacao-353b5b8bc739427eb693b2f69ac41085">
<hr />
<p style="text-align: justify; "><b><i>Lançamento do Livro "O Congresso Nacional, os Partidos Políticos e o Sistema de Integridade"</i></b><br /><i>24 de novembro (segunda-feira), às 14 horas<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA, Rua Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (<a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos">localização</a>)<br /></i><i><i>Evento gratuito e aberto ao público, sem necessidade de inscrição <i>– <i><i>Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">web<br /></a></i></i></i></i></i><i>Informações: com Cláudia Regina Tavares, telefone (11) 3091-1686 ou e-mail <a class="mail-link" href="mailto:clauregi@usp.br">clauregi@usp.br</a></i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo"><br /></a><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-do-livro-o-congresso-nacional-os-partidos-politicos-e-o-sistema-de-integridade" class="external-link">www.iea.usp.br/eventos/livro-congresso-nacional</a></i></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-11-12T19:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-traca-um-paralelo-entre-a-cultura-do-brasil-e-da-china-no-ambiente-de-negocios">
    <title>Encontro traça um paralelo entre as culturas do Brasil e da China no ambiente de negócios</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-traca-um-paralelo-entre-a-cultura-do-brasil-e-da-china-no-ambiente-de-negocios</link>
    <description>Organizado pelo Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais do IEA, o evento acontece no dia 27 de fevereiro, às 14 horas, na Sala de Eventos do Instituto. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/relacoes-brazil-china" alt="Relações Brasil China" class="image-right" title="Relações Brasil China" />As diferenças culturais entre países influenciam fortemente a forma como se relacionam na esfera internacional e como interagem no contexto dos negócios, da política e da vida social. No caso específico do Brasil e da China, a distância entre as duas culturas é agravada pela distância geográfica e simbólica que separa o mundo do Ocidente e do Oriente.</p>
<p>Para discutir o impacto das especificidades culturais do Brasil e da China no desenvolvimento das relações bilaterais entre as duas nações, o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/dialogos-intelectuais" class="external-link">Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</a> do IEA realiza no dia 27 de fevereiro, às 14 horas, na Sala de Eventos do Instituto, o debate <i>O "Jeitinho" e o "Guanxi": Identidades e Contrastes entre Brasil e China</i>.<span> </span></p>
<p>Os expositores do encontro serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/daniel-bicudo-veras" class="external-link">Daniel Bicudo Veras</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/erika-zoeller-veras" class="external-link">Erika Zoeller Véras</a>, ambos pesquisadores do Centro de Estudos Brasileiros da Universidade de Hubei, China. As debatedoras serão as professoras <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/sylvia-duarte-dantas" class="external-link">Sylvia Dantas</a>, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e coordenadora do Grupo de Pesquisa; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/ligia-fonseca-ferreira" class="external-link">Ligia Fonseca Ferreira</a>, também da Unifesp; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/maura-pardini-bicudo-veras" class="external-link">Maura Pardini Bicudo Véras</a>, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). A coordenação geral está a cargo de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/adriana-capuano-de-oliveira" class="external-link">Adriana Capuano de Oliveira</a>, da Universidade Federal do ABC (UFABC).<span> </span></p>
<p>No encontro, Daniel e Erika vão analisar as principais diferenças entre a cultura do Brasil e da China com base na Teoria das Dimensões Culturais, desenvolvida pelo psicólogo holandês Geert Hofstede para comparar culturas nacionais no âmbito das corporações. Para isso, tratarão especificamente das abordagens de negociação que adotam a estratégia <i>soft power —</i> tática de persuasão diplomática voltada para conseguir o que se quer da outra parte através do poder de atratividade exercida pelos seus costumes, ideias, tradições e regras sociais.</p>
<p>A exposição se concentrará particularmente em um aspecto cultural peculiar de cada país: o "jeitinho brasileiro" e o <i>guanxi</i>. O primeiro, traço característico da nossa cultura, compreende tanto uma conotação negativa, associada à informalidade e corrupção, quanto positiva, vinculada à descontração e criatividade para resolver problemas. O segundo, elemento distintivo da cultura chinesa, remete à complexa rede de contatos e relacionamentos que rege o funcionamento social, político e organizacional da China.</p>
<p>"A apresentação dará um breve panorama no sentido de captar como semelhanças e diferenças são importantes na interação sino-brasileira, e, mais do que isto, enfatizará a necessidade de familiarizar-se com as culturas dos países com os quais se faz ou se almeja fazer negócios ou cooperações internacionais", explica Daniel.</p>
<p>De acordo com ele, compreender a essência e a dinâmica do <i>guanxi</i>, bem como o papel crucial que exerce em todos os tipos de relações, é um fator  fundamental para qualquer estrangeiro ser bem sucedido no ambiente chinês, seja acadêmico, governamental ou de negócios.<span> </span></p>
<p><strong>EXPOSITORES</strong></p>
<p>Daniel Bicudo Veras é professor da Universidade de Hubei, China, onde atua como pesquisador do Centro de Estudos Brasileiros e leciona as disciplinas Cultura Brasileira, Língua Portuguesa, Política Internacional e Introdução às Relações Internacionais. Dedica-se, ainda, à articulação de atividades de intercâmbio educacional e cultural entre Brasil e China, em parceria com o Instituto Confúcio de São Paulo e UNESP. É graduado em ciências sociais, mestre em Comunicação e Semiótica e doutor em Ciências Sociais pela PUC-SP. Na pesquisa de doutoramento, investigou a diáspora chinesa em direção ao Brasil. Atualmente, estuda o choque cultural pelo qual passam estudantes brasileiros em experiência de intercâmbio estudantil na China.<span> </span></p>
<p>Erika Zoeller Veras oferece consultoria na área de negócios sino-brasileiros, auxiliando empresas do Brasil interessadas em fazer negócios com a China.  Atua, também, como facilitadora no estabelecimento de parcerias e no desenvolvimento de projetos de cooperação acadêmica, transcultural e comercial entre universidades chinesas e estrangeiras. É graduada em Ciências Sociais pela PUC-SP, especialista em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e tem MBA pela Universidade de Tecnologia de Wuhan (WTU, na sigla em inglês), onde conduziu um estudo comparativo entre mulheres brasileiras e chinesas em cargos de gerenciamento e gestão.</p>
<hr />
<p><i><strong> O "Jeitinho" e o "Guanxi": Identidades e Contrastes entre Brasil e China</strong><br /></i><i>27 de fevereiro, 14 horas<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA, </i><i>Rua Praça do Relógio, 109, Bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (<a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos">localização</a>)<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, sem necessidade de inscrição — Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">web<br /></a></i><i>Informações: Sandra Sedini, tel. (11) 3091-1678, e-mail sedini@usp.br<br /></i><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/Jeitinho-Guanxi">http://www.iea.usp.br/eventos/Jeitinho-Guanxi</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Diálogos Interculturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cultura</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-02-23T18:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/palestra-no-iea-polo-sao-carlos-vai-debater-desafios-da-educacao-basica-no-brasil">
    <title>Palestra no IEA Polo São Carlos vai debater desafios da educação básica no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/palestra-no-iea-polo-sao-carlos-vai-debater-desafios-da-educacao-basica-no-brasil</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p style="text-align: left; "><span>Discutir a situação da educação básica no País tendo em mente os bons exemplos, mesmo isolados, que algumas comunidades estão conseguindo é fundamental para se pensar em ações capazes de mudar o panorama atual. Pensando nisso, o Instituto de Estudos Avançados (IEA) Polo São Carlos da USP realiza nesta quinta-feira, dia 29 de agosto, às 14h, a palestra “Os desafios da educação básica no Brasil”.</span></p>
<p style="text-align: left; ">Coordenado pelo prof. Dr. Sérgio Mascarenhas, coordenador de projetos do IEA, o evento trará como palestrante o prof. Dr. Anderson Stevens Leônidas Gomes, da UFPE. Gomes vai abordar formas concretas de se avançar nesse tema, com foco no ensino médio. Ele vai se basear na experiência que teve como secretário da Educação em Pernambuco, onde a universalização do ensino médio em tempo integral e o uso de tecnologias como ferramentas pedagógicas, que começou a ser implantado em 2011, estão trazendo bons resultados.</p>
<p style="text-align: left; ">Gomes tem graduação em Licenciatura e mestrado em Física pela UFPE. Tem ainda doutorado em Física pela University of London e pós-doutorado pela Brown University. É professor associado internacional no Departamento de Física da UFPE e pesquisador IA do CNPq. No Estado de Pernambuco, foi secretário de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente e secretário de Educação entre 2010 e 2012.</p>
<p style="text-align: left; ">A palestra será realizada no auditório do IEA Polo São Carlos, no campus 1 da USP, próximo à entrada de pedestres da Rua Carlos Botelho. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo e-mail ieasc@sc.usp.br ou pelos telefones (16) 3373 9176 e 3373 9177.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-08-26T13:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/como-transformar-o-ensino-basico-1">
    <title>Como transformar o ensino básico</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/como-transformar-o-ensino-basico-1</link>
    <description>Professor da UFPE mostra o que é necessário para acabar com o círculo vicioso da educação brasileira e afirma que modelo de aula precisa mudar</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<h3><span>Professor da UFPE mostra o que é necessário para acabar com o círculo vicioso da educação brasileira e afirma que modelo de aula precisa mudar</span></h3>
<p><span><br /></span></p>
<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/noticias/mg_9896_edit.jpg/@@images/7afd65b7-c9d4-4819-b020-9f557ae0998c.jpeg" alt="MG_9896_edit.jpg" class="image-left" title="MG_9896_edit.jpg" /><span> </span>Que a educação brasileira precisa de mudanças não é novidade para ninguém. Mas afinal o que pode ser feito para transformar essa realidade?</span></p>
<p>Essa foi uma das questões abordadas em evento promovido pelo Instituto de Estudos Avançados (IEA) Polo São Carlos da USP no dia 29 de agosto. O convidado a palestrar foi o professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e ex-secretário estadual da Educação no Estado, Anderson Stevens Leônidas Gomes.<span> </span></p>
<p>Segundo Gomes, o ensino básico brasileiro vive hoje um círculo vicioso. “A formação inicial do professor é inadequada. Depois, tenta-se consertar com a formação continuada, mas ela também é inadequada. Os salários também não são atrativos. Consequentemente, esse professor não vai proporcionar um bom aprendizado ao estudante, e assim por diante”.<span> </span></p>
<p>O docente explica que, no ensino fundamental, a taxa de evasão chega a 10% nos anos finais e a taxa de distorção ano/série, ou seja, a quantidade de alunos que está na série que não corresponde à sua idade, é de quase 30%. No ensino médio, a evasão é praticamente a mesma, enquanto a distorção ano/série chega a 34,5%. “É esse o perfil dos alunos que estão vindo para a universidade”, alerta ele.<span> </span></p>
<p>Gomes destaca que a pós-graduação brasileira tem alcançado bons resultados porque a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) criou um sistema eficaz de avaliação e cobrança nos anos 80. “No ensino fundamental, isso começou recentemente, com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Ele pode não ser o melhor, mas é um índice razoável”, afirma.<span> </span></p>
<p>O professor lembrou que há 20 anos, a maior parte da população com emprego formal mal tinha o ensino fundamental completo. Hoje, a maioria desses profissionais possui no mínimo o ensino médio completo. “A China, por exemplo, está precisando de profissionais com ensino médio e investe pesado nesse grau de educação. O Brasil também tem essa necessidade, mas quando ouvimos que sobram vagas no Pronatec [Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego, criado pelo governo para ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica], dá pra perceber que tem alguma coisa errada”, diz Gomes.<span> </span></p>
<p>Segundo ele, há um conflito entre habilitação e habilidade, pois as escolas que usam o método de aula expositiva estão formando para informar, e não formando para o mundo. “As disciplinas e cursos não trabalham de forma integrada. O aluno estuda célula, mas não sabe a relação que ela possui com o átomo, por exemplo. Também falta capacitação aos professores para usarem ferramentas pedagógicas”, alerta.<span> </span></p>
<p>Ele afirma que, para resolver esse problema, é necessário investir em uma formação inicial sólida nas instituições de ensino superior; tornar o salário inicial do professor atraente e a carreira promissora, com base no desempenho; dar boas condições de trabalho, trazendo o ambiente escolar para o século XXI; e, por fim, permitir que a sala de aula saia da escola, ou seja, que as aulas se estendam a outros ambientes externos, como museus e exposições.</p>
<p><span>“Na aula, atualmente, o professor apenas informa. Ou seja: enche o quadro de informações e resolve problemas. Mas o correto seria o aluno vir informado de casa e usar a sala de aula apenas para fazer a assimilação desse conhecimento”, diz.</span></p>
<p><span>O docente apresentou seu trabalho à frente da Secretaria de Educação de Pernambuco, onde mudou o ambiente escolar, investindo em tecnologia e paisagismo para as escolas e implantando programas que auxiliam no desenvolvimento do professor e do aluno, como o “Ganhe o Mundo”, em que os estudantes participavam de intercâmbio em outros países.</span></p>
<p><span>Para Gomes, porém, ainda que se aplique um modelo semelhante ao de Pernambuco na educação brasileira, os resultados não serão imediatos. “Você não faz nada em educação em menos de dez anos. É o período de um ciclo que precisa ser fechado”.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-09-10T13:21:37Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/compartilhando-bons-exemplos">
    <title>Compartilhando bons exemplos</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/compartilhando-bons-exemplos</link>
    <description>III Seminário do Ciência Web, em São Carlos, reúne iniciativas positivas de escolas públicas com realidades distintas, mas um resultado em comum: o sucesso de seus alunos</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/noticias/seminario-ciencia-web-1/@@images/9b73f83e-deb3-4a7c-9df6-2d83cfb8612c.jpeg" alt="seminário Ciência Web 1" class="image-left" title="seminário Ciência Web 1" />Seis escolas públicas de diferentes realidades provaram no dia 15 de maio que é possível motivar os alunos e obter excelentes resultados mesmo com os problemas que a educação enfrenta atualmente. O grupo participou do III Seminário do Ciência Web, realizado pelo Instituto de Estudos Avançados Polo São Carlos da USP. O evento procurou também fazer um debate sobre a qualidade do ensino público.</p>
<p>“Há uma abusiva generalização da ideia de má qualidade do ensino público. Muitas coisas boas são feitas em escolas em todo o País. Em São Paulo, por exemplo, existem cerca de 5,8 mil escolas públicas, e posso dizer que conheço umas cem muito boas. Quando agimos como se nada prestasse, desmobilizamos, subestimamos essas boas”, afirma o docente da Faculdade de Educação da USP, Nílson José Machado, um dos palestrantes do evento.</p>
<p>Ele destacou ainda que a condição de trabalho do professor é o ponto nevrálgico da situação atual do ensino público. “É preciso dar uma melhor condição, mas exigir muito mais também. O professor é um profissional, assim como o médico. Não é porque o médico não está recebendo o salário em dia que ele vai tratar mal o paciente ou passar uma receita errada”.</p>
<p> </p>
<p><strong><i>Exemplos de superação</i></strong><span> </span></p>
<p>Cidades pequenas, de economia rural, de famílias com condição financeira pouco favorável, mas cujas escolas são recordistas de premiações na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP). Essa é a realidade da Escola de Ensino Médio Augustinho Brandão, de Cocal dos Alves (PI), e da Escola Estadual Terezinha Pereira, de Dores do Turvo (MG).</p>
<p>“Aqui há um processo interessante: as pessoas conseguem mudar suas vidas graças ao conhecimento. Os alunos que entram nas universidades públicas sobrevivem com uma bolsa de 400 reais que ganham graças ao bom resultado da OBMEP. Por isso, a olimpíada é meta de todos os alunos. Temos até o caso de um ex-aluno medalhista que está terminando o doutorado na Espanha para voltar e implantar em Teresina uma modalidade de educação que não existe no Estado”, conta a diretora da Escola Augustinho Brandão, Aurilene Vieira de Brito.</p>
<p>“A diferença está no trabalho que você faz, a parceria, o compromisso que você estabelece com aqueles alunos. A gente trabalha com responsabilidade: o dia a dia na sala de aula procura estimular o aluno e tirar dele o máximo que ele pode. Se o aluno não é bem preparado, não adianta prepará-lo em um mês, ele não vai produzir resultados. A gente também não muda drasticamente a rotina porque a escola começou a ter sucesso”, afirma o professor da Escola Terezinha Pereira Geraldo Amintas de Castro Moreira.</p>
<p> </p>
<p><strong><i>Sucesso entre as federais</i></strong><span> </span></p>
<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/noticias/seminario-ciencia-web-2/@@images/9962e78b-1c91-45f5-b3f8-ad5f89e5ebe6.jpeg" alt="seminário Ciência Web 2" class="image-right" title="seminário Ciência Web 2" />Com uma estrutura muito diferente e localizados em municípios com boa condição financeira, o Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa (MG) e o Colégio Militar do Rio de Janeiro, escolas federais, também apresentaram suas histórias de sucesso no Seminário. O papel do professor foi bastante destacado.</p>
<p>“A primeira coisa para mudar a realidade da educação brasileira, e que funciona muito bem em nosso Colégio, é a dedicação exclusiva do professor. Ele só trabalha naquela unidade e recebe para isso. Tem tempo para estudar, pesquisar, atender alunos, fazer qualquer outra atividade. A carga horária média do nosso professor é de 12 aulas por semana”, diz o diretor do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa, Hélio Paulo Pereira Filho. A escola foi a mais bem avaliada entre as públicas no Enem em 2012.</p>
<p>Conhecido pela disciplina exigida dos alunos e pela tradição no ensino, o Colégio Militar do Rio de Janeiro mostrou que os valores morais transmitidos aos estudantes colaboram no aprendizado.</p>
<p>“Queremos que ele faça parte da sociedade, que participe de projetos sociais. Os alunos são incentivados a ter um respeito muito grande pelos mais velhos. É imprensável um aluno ter um gesto de descortesia com o professor. Não há agressão verbal, sequer física, isso não faz parte da mentalidade do aluno, pois há um sinal claro de desaprovação entre os próprios colegas”, afirma o capitão Paulino Gaspar dos Santos Pereira, professor do colégio.</p>
<p>Embora a imagem popular do Colégio Militar seja a de uma instituição feita para não formar cabeças pensantes, Pereira diz que ocorre o contrário. “A gente quer, sim, formar alunos que pensam. Temos ex-alunos que estão se graduando em universidades estrangeiras e entraram pelo processo seletivo normal dessas instituições, com apoio da Fundação Fullbright. Há até o caso de um aluno que está fazendo mestrado no Instituto de Matemática Pura e Aplicada sem ter terminado ainda o ensino médio conosco”.</p>
<p> </p>
<p><strong><i> Cases de São Paulo</i></strong><span> </span></p>
<p>Representando o Estado de São Paulo, a Escola de Ensino Fundamental Médio e Técnico Profª Maria Theodora Pedreira de Freitas, de Barueri, e a Escola Municipal de Ensino Fundamental Leandro Klein, de São Caetano do Sul, mostraram que estrutura física adequada e grupos de estudos motivam o estudante.</p>
<p>“Numa das reuniões, percebemos que era necessário fazer algo pelos alunos que sabiam muito e tinham até problemas de comportamento por isso. Assim, criamos um grupo de estudos avançados. O objetivo é instigar: eles participam de atividades, pesquisas de campo, interagem com os colegas. Às vezes, na sala de aula, o professor não consegue ter esse olhar diferenciado”, conta a diretora da EMEF Leandro Klein, Antonieta Aparecida de Simone Rodrigues.</p>
<p>Administrada por uma autarquia municipal, a EEFMT Profª Maria Theodora Pedreira de Freitas investe em uma condição especial para os professores. “Você trabalha dois terços da carga em sala e o restante, na preparação de atividades. Esse diferencial ajuda. No tempo extra, é possível dar a atenção necessária ao aluno. Outra questão é o salário, bem diferente da rede estadual. Isso atrai bons professores”, conta o professor Odimar Gondim de Albuquerque.<span> </span></p>
<p>Todas as palestras do III Seminário do Ciência Web serão disponibilizadas na íntegra, em breve, no site <a href="http://www.cienciaweb.com.br/">www.cienciaweb.com.br</a>.</p>
<p><i>(matéria publicada pelo Jornal da USP - nº 1034)</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Exatas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ensino Público</dc:subject>
    
    <dc:date>2014-05-30T14:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/palestra-aborda-diferenca-entre-modernizacao-e-desenvolvimento-e-relacao-deles-com-a-ciencia">
    <title>Palestra aborda diferença entre modernização e desenvolvimento e relação deles com a ciência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/palestra-aborda-diferenca-entre-modernizacao-e-desenvolvimento-e-relacao-deles-com-a-ciencia</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="visualClear"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/noticias/tundisi.jpg" alt="tundisi.jpg" class="image-left" title="tundisi.jpg" />Muito se fala na necessidade que o Brasil tem de modernização e desenvolvimento. Mas, afinal, qual a diferença entre eles e qual a relação deles com a ciência? Esse importante debate será o tema desta quinta-feira (16) no Ciclo de Palestras Ciência e Riqueza Social, promovido pelo Instituto de Estudos Avançados (IEA) Polo São Carlos em parceria com o Núcleo de Apoio à Pesquisa em Software Livre (NAPSoL) e o Museu da Ciência Màrio Tolentino.  <br />O evento, que começa às 19h30, no Museu da Ciência Mário Tolentino, em São Carlos, terá como palestrante o pesquisador do Instituto Internacional de Ecologia (IIE) José Galizia Tundisi.<br /> Tundisi vai mostrar como a associação da ciência, da tecnologia e da inovação com a educação básica e universitária constituem um passo fundamental para a transformação social, e também de que forma a atividade científica está ligada a áreas como saúde, economia, meio ambiente e infra-estrutura. Porém, segundo o pesquisador, enquanto a diferença entre modernização e desenvolvimento não for compreendida adequadamente, o País não conseguirá avançar. As consequências disso também serão abordadas na palestra. <br />Formado pela USP em História Natural, Tundisi tem mestrado em Oceanografia pela University of Southampton e doutorado em Ciências Biológicas também pela USP. É professor da pós-graduação da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade Feevale, em Novo Hamburgo (RS). Fundou a Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico em São Carlos e foi secretário entre 2013 e 2014. Atualmente, é pesquisador do Instituto Internacional de Ecologia (IIE) e presidente da Associação Instituto Internacional de Ecologia e Gerenciamento Ambiental (IIEGA), onde atua em projetos de gestão de recursos hídricos. <br /> <i>Sobre o Ciclo de Palestras</i><br /> Com o objetivo de mostrar a ciência desenvolvida nas universidades e institutos de pesquisa e como isso impacta a economia e a vida dos cidadãos, o Ciclo de Palestras Ciência e Riqueza Social traz, a cada quinze dias, sempre às quintas-feiras, diversos professores e pesquisadores para interagir com a comunidade. O evento é promovido pelo Instituto de Estudos Avançados (IEA) Polo São Carlos da USP, pelo Núcleo de Apoio à Pesquisa em Software Livre (NAPSoL), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, e pelo Museu da Ciência Mário Tolentino.</span></div>
<hr />
<p><i>Ciclo de Palestras Ciência e Riqueza Social – Palestra com José Galizia Tundisi<br /></i><i>16 de abril às 19h30<br /></i><i>Museu da Ciência Mário Tolentino – Praça Coronel Sales, s/nº (na esquina da Rua Major José Inácio com a Av. São Carlos)<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, sem necessidade de inscrição<br /></i><i>Informações: Museu da Ciência Mário Tolentino - (16) 3307 6903</i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-04-16T20:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/entre-a-modernidade-e-o-desenvolvimento">
    <title>Entre a modernidade e o desenvolvimento</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/entre-a-modernidade-e-o-desenvolvimento</link>
    <description>Quarto evento do Ciclo de Palestras Ciência e Riqueza Social com José Galizia Tundisi mostra que, embora o Brasil tenha acesso a tecnologias, ainda está longe de ser um país desenvolvido; solução, segundo ele, está na inserção de mais ciência na educação</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/sao-carlos/noticias/tundisi_2.jpg" alt="tundisi_2.jpg" class="image-left" title="tundisi_2.jpg" />O Brasil atualmente está em uma encruzilhada: é um país moderno, porém não é um país desenvolvido. Mas o que deve ser feito para superar isso? Essa foi a principal questão abordada no quarto evento do Ciclo de Palestras Ciência e Riqueza Social, realizado na noite desta quinta (16), no Museu da Ciência Mário Tolentino. A palestra, promovida pelo Instituto de Estudos Avançados (IEA) Polo São Carlos, pelo Núcleo de Apoio à Pesquisa em Software Livre (NAPSoL) e pelo Museu da Ciência Mário Tolentino, reuniu cerca de 80 pessoas.</p>
<p>O palestrante, o pesquisador do Instituto Internacional de Ecologia (IIE) José Galizia Tundisi, exemplificou a diferença entre desenvolvimento e modernidade com um dado bem próximo do dia a dia do público. “Temos no Brasil mais pessoas com telefone celular do que com saneamento básico. Ora, o celular é uma modernidade, mas o saneamento é desenvolvimento porque tem grande importância para a vida e para a saúde das pessoas. Essa diferença entre modernidade e desenvolvimento não está clara nem mesmo para muitas de nossas autoridades”, alertou ele.</p>
<p>Tundisi mostrou diversos exemplos de como o mundo está se tornando complexo. “Tudo está aumentando ao longo do tempo: a população, o consumo de água, alimentos, combustíveis, a produção, o envelhecimento, a urbanização e até a disseminação de doenças. As pessoas não estão preparadas para compreender esses aumentos exponenciais e toda essa velocidade. Se alguém com gripe estiver em um avião em deslocamento, em poucas horas a doença pode se espalhar por diversos países. O mundo muda muito e esse processo está cada vez mais rápido”, explica.</p>
<p>O pesquisador lembrou também que a economia mundial está completamente integrada, já que um mesmo produto pode ter cada parte fabricada em diferentes países. “Hoje, um país nem sempre detém uma cadeia produtiva completa. Um avião pode ser feito no Brasil e ter uma asa fabricada na Espanha, o motor na Inglaterra. No futuro, teremos uma economia mundial profundamente interconectada, até porque há uma rede de comunicação eletrônica de alcance global. Vemos um crescimento rápido e insustentável, mas ao mesmo tempo também há o desenvolvimento de novas tecnologias biológicas, genéticas e de ciência dos materiais – e isso depende da pesquisa e do desenvolvimento científico e tecnológico”.</p>
<p>A importância das pesquisas científicas na vida das pessoas, segundo Tundisi, é muito maior do que se imagina. Ele conta que quando assumiu a presidência do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), há cerca de 20 anos, solicitou aos assessores um levantamento dos recursos financeiros que eram trazidos para a cidade de São Carlos pelos professores e pesquisadores. “Naquela época, eles traziam, entre projetos, pesquisas e bolsas, cerca de 20% do orçamento municipal, que era de R$ 100 milhões. Ou seja: só os pesquisadores traziam R$ 20 milhões para São Carlos. Imagine quanto não deve ser esse valor hoje”, diz.</p>
<p>Para vencer o atraso do País em termos de desenvolvimento e fazer com que os brasileiros participem do que chamou de “mente global”, o pesquisador reforçou a importância da educação. “É preciso aumentar a capacidade das pessoas de entender os processos complexos que ocorrem em todo o mundo. Para isso, é necessário desenvolver o lado direito do cérebro, expandir a capacidade cognitiva. É necessário ter uma educação gerenciada, um professor que consiga transmitir essa capacidade e assim preparar crianças e jovens para entender a complexidade. Uma parte do planeta não entende nada disso e apenas sobrevive. Já a outra – muito pequena – entende e pode contribuir”, afirma.</p>
<p>Tundisi finalizou lembrando as palavras do atual ministro da educação Renato Janine Ribeiro, que acredita na educação como libertação. “É preciso incluir mais ciência no ensino, mais novas tecnologias e educar para que os jovens entendam os sistemas complexos. Se educarmos da forma correta, vamos liberar esse cérebro para entender melhor o mundo em que vivemos e como participar dele. Desenvolvimento é progresso intelectual, avanço e cultura. Modernização é só atualização e aumenta a dependência da sociedade”, concluiu.</p>
<p><b>Ciclo de Palestras</b></p>
<p>Com o objetivo de mostrar a ciência desenvolvida nas universidades e institutos de pesquisa e como isso impacta a economia e a vida dos cidadãos, o Ciclo de Palestras Ciência e Riqueza Social traz, a cada quinze dias, sempre às quintas-feiras, diversos professores e pesquisadores para interagir com a comunidade. O evento é promovido pelo Instituto de Estudos Avançados (IEA) Polo São Carlos da USP, pelo Núcleo de Apoio à Pesquisa em Software Livre (NAPSoL), com sede no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, e pelo Museu da Ciência Mário Tolentino.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo São Carlos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Transformação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Divulgação científica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Conhecimento</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-04-17T20:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/o-papel-do-brasil-na-agenda-da-conservacao-da-biodiversidade">
    <title>O papel do Brasil na agenda da conservação da biodiversidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/o-papel-do-brasil-na-agenda-da-conservacao-da-biodiversidade</link>
    <description>Tema será debatido no painel "A Agenda Internacional da Conservação da Biodiversidade e o Papel do Brasil", a ser realizado no dia 11 de junho, às 10 horas. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/copy_of_FlorestaAmaznica.jpg" alt="Floresta Amazônica. Foto: Cecilia Bastos/Jornal da USP" class="image-right" title="Floresta Amazônica. Foto: Cecilia Bastos/Jornal da USP" />As contribuições e estratégias do Brasil para o uso sustentável da diversidade biológica serão discutidas no painel <i>A Agenda Internacional da Conservação da Biodiversidade e o Papel do Brasil</i>, que acontece no dia <strong>11 de junho, às 10 horas</strong>, no auditório Prof. Oswaldo Fadigas Fontes Torres da Superintendência de Tecnologia e Informação (STI) da USP.</p>
<p>O evento tratará particularmente do programa de trabalho da Plataforma Intergovernamental em Biodiversidade e Serviços de Ecossistemas (IPBES, na sigla em inglês) e dos desafios e oportunidades da agenda da Convenção da Diversidade Biológica (CDB) no contexto do desenvolvimento sustentável e das mudanças climáticas, ambas instituições vinculadas à ONU.</p>
<p>A abertura do painel ficará a cargo de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jose-eduardo-krieger" class="external-link">José Eduardo Krieger</a>, pró-reitor de Pesquisa da USP, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/antonio-mauro-saraiva" class="external-link">Antonio Mauro Saraiva</a>, pró-reitor adjunto de Pesquisa da USP e coordenador do Núcleo de Apoio à Pesquisa em Biodiversidade e Computação (BioComp). Os expositores serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/braulio-ferreira-de-souza-dias" class="external-link">Braulio Ferreira de Souza Dias</a>, secretário executivo da CDB, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/carlos-alfredo-joly" class="external-link">Carlos Alfredo Joly</a>, membro do Painel de Especialistas Multidisciplinares (MEP, na sigla em inglês) da IPBES e coordenador do projeto Biota-Fapesp.</p>
<p>Após as exposições de Dias e Joly, haverá um debate sobre o tema com <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jose-goldemberg" class="external-link">José Goldemberg</a>, ex-reitor da USP e professor emérito do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jacques-marcovitch" class="external-link">Jacques Marcovitch</a>, ex-reitor da USP, ex-diretor do IEA e professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/jose-pedro-de-oliveira-costa" class="external-link">José Pedro de Oliveira Costa</a>, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e assessor da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.</p>
<p>Entre as questões a serem abordadas estão o que se espera do Brasil e da universidade em relação à conservação da biodiversidade e à elaboração de políticas públicas para a área.</p>
<p>O painel é uma iniciativa conjunta do<span> BioComp, da P<span>ró-Reitoria de Pesquisa da USP</span>, do IEA, da <span>Escola Politécnica (Poli) </span>e do Instituto de Biociências (IB) da USP.</span></p>
<p><span>Interessados em participar do evento devem fazer inscrição prévia </span><a class="external-link" href="http://www2.pcs.usp.br/inscricao/">aqui</a><span>.</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><i> </i></strong></p>
<hr />
<p><strong><i>A Agenda Internacional da Conservação da Biodiversidade e o Papel do Brasil<br /></i></strong><i>11 de junho, às 10 horas<br /></i><i>Auditório Prof. Oswaldo Fadigas Fontes Torres, Av. Prof. Luciano Gualberto, Travessa 3, nº 71, Cidade Universitária, São Paulo (<a href="https://www.google.com.br/maps/place/STI+Superinted%C3%AAncia+de+Tecnologia+da+Informa%C3%A7%C3%A3o+-+USP/@-23.55757,-46.731838,17z/data=!3m1!4b1!4m2!3m1!1s0x94ce5616997d3677:0x5ae15bb774bfcd48?hl=pt-BRhttps://www.google.com.br/maps/place/STI+Superinted%C3%AAncia+de+Tecnologia+da+Informa%C3%A7%C3%A3o+-+USP/@-23.55757,-46.731838,17z/data=!3m1!4b1!4m2!3m1!1s0x94ce5616997d3677:0x5ae15bb774bfcd48?hl=pt-BR">localização</a>)<br /></i><i>Evento gratuito e aberto ao público, mediante <a class="external-link" href="http://www2.pcs.usp.br/inscricao/">inscrição</a> prévia – Transmissão ao vivo pela <a class="external-link" href="http://iptv.usp.br/portal/home">web</a><br /></i><i>Informações: Sandra Sedini, telefone (11) 3091-1678 ou e-mail sadini@usp.br<br /></i><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/conservacao-da-biodiversidade">www.iea.usp.br/eventos/conservacao-da-biodiversidade</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Cecília Bastos/Jornal da USP </span></p>
<p><i> </i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Política Ambiental</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biodiversidade</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-06-03T19:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/palestra-do-polo-ribeirao-preto-analisa-a-desigualdade-no-brasil">
    <title>Conferência do Polo Ribeirão Preto do IEA analisa a desigualdade no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/palestra-do-polo-ribeirao-preto-analisa-a-desigualdade-no-brasil</link>
    <description>No dia 24 de agosto, às 14h30, o Instituto de Estudos Avançados da USP, Polo Ribeirão Preto (IEA-RP), promoverá a palestra "Trajetórias das desigualdades: como o Brasil mudou nos últimos 50 anos". A palestrante será a professora Marta Arretche, docente do Departamento de Ciência Política da USP, e o evento acontecerá no anfiteatro Prof. Dr. Ivo Torres, Bloco A da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP Ribeirão Preto (FEA-RP).</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>No dia <strong>24 de agosto, às 14h30</strong>, o Polo Ribeirão Preto do IEA realizará a conferência <i>Trajetórias das desigualdades: como o Brasil mudou nos últimos 50 anos</i>. A palestrante será a professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/marta-teresa-da-silva-arretche" class="external-link">Marta Arretche</a>, Departamento de Ciência Política da USP, e o evento acontecerá no anfiteatro Prof. Dr. Ivo Torres, Bloco A, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP Ribeirão Preto (FEA-RP).</p>
<p><span> </span><span>O objetivo é debater as conexões entre democracia, políticas públicas e desigualdade, tendo como base os resultados de uma ampla pesquisa que resultou no livro "Trajetória das desigualdades, como o Brasil mudou nos últimos cinquenta anos", organizado por Arretche.</span></p>
<p><span> </span><span>A professora destaca a necessidade de examinar, além da renda, as diversas dimensões da desigualdade, como participação política, acesso a serviços públicos, inserção no mercado de trabalho, raça e questões de gênero, trajetória de migração e afiliação religiosa.</span></p>
<p><span> </span><span>A exposição demonstrará também que as macrotransições, isoladamente, não são suficientes para explicar a trajetória das desigualdades, pois as decisões governamentais e a continuidade das políticas são cruciais para que ocorram mudanças significativas nas ordens social e econômica.</span></p>
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<div>
<hr />
<br /><strong>"Trajetórias das desigualdades: como o Brasil mudou nos últimos 50 anos"</strong><br /><i>24 de agosto, às 14h30<br /></i><i>Anfiteatro Prof. Dr. Ivo Torres, Bloco A, FEA-RP/USP<br />Inscrições gratuitas: <a href="https://docs.google.com/forms/d/16YNoUNtLeXNHYppNH4EqXKsIfSkI4WSaL_I_aBbe7d0/viewform" target="_blank">clique aqui</a></i></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>João Rafael</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-08-03T12:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/reflexoes-sobre-a-democracia-no-mundo-e-a-qualidade-democratica-no-brasil">
    <title>Reflexões sobre a democracia no mundo e a qualidade democrática no Brasil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/reflexoes-sobre-a-democracia-no-mundo-e-a-qualidade-democratica-no-brasil</link>
    <description>Grupo de Trabalho da Qualidade da Democracia convida especialistas para o painel que pretende olhar o contexto histórico e a dinâmica social sobre o tema</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/campanha-diretas-ja-praca-da-se" alt="Campanha Diretas já - Praça da Sé" class="image-inline" title="Campanha Diretas já - Praça da Sé" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Campanha Diretas Já, em 1984, na Praça da Sé. As eleições diretas não foram aprovadas naquele ano, mas a mobilização popular enfraqueceu a ditadura e se tornou um marco na conquista do regime democrático brasileiro. </strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>O dia 15 de setembro foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Dia Internacional da Democracia. Para celebrar a data, um grupo de especialistas irá debater, no </span><strong>dia 17 de setembro</strong><span> na Sala de Eventos do IEA, o estado da democracia no mundo e a trajetória democrática brasileira, que está completando quase 30 anos. O debate, aberto ao público e com inscrições gratuitas, acontece </span><strong>das 9h às 13h</strong><span>.</span></p>
<p>O painel terá a participação do cientista político e ex-ministro da Cultura, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/francisco-weffort" class="external-link">Francisco Correa Weffort</a>; o antropólogo e sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/bernardo-sorj" class="external-link">Bernardo Sorj</a>, do IEA-USP; a cientista social Lourdes Sola, do <a class="external-link" href="http://nupps.usp.br/">Núcleo de Pesquisas em Políticas Públicas (NUPPs)</a> da USP; o superintendente-executivo da fundação<a class="external-link" href="http://www.ifhc.org.br/"> iFHC</a>, Sérgio Fausto; e o professor de Ciência Política da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Marcus André Melo.</p>
<p>Sob a coordenação do cientista político <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/jose-alvaro-moises" class="external-link">José Álvaro Moisés</a>, do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/qualidade-da-democracia" class="external-link">Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia</a> do IEA e diretor do NUPPs-USP, o painel pretende abordar diferentes perspectivas sobre alguns dos principais dilemas enfrentados atualmente por Estados democráticos.</p>
<p>No caso específico do Brasil, por exemplo, embora exista apoio normativo majoritário para o estabelecimento da democracia, há também uma avaliação pública cada vez mais negativa quanto ao desempenho das instituições representativas da sociedade.</p>
<p>"Essa situação produz desconfiança política, cinismo e protestos de cidadãos que, sem querer se envolver com ou apoiar os partidos políticos, adotam por vezes formas não convencionais de participação e de expressão, algumas das quais estimulando atitudes de intolerância política", afirma Moisés.</p>
<p>Como resposta à fragilidade e fragmentação do sistema partidário, a mobilização através das redes sociais tem crescido consideravelmente. O fenômeno, segundo Moisés, acaba acentuando ainda mais essas tendências de dissipação de forças e descrença nas instituições democráticas.</p>
<p>A experiência democrática brasileira mais recente está completando quase 30 anos. É considerado o período mais longevo de vigência desse regime desde a proclamação da República em 1889. A duração mais longa da democracia no Brasil é justamente a novidade que merece debate e que atualiza e requalifica a natureza desse processo, pois abre novas perspectivas de conhecimento e de ação política, na visão do cientista.</p>
<p>Para o coordenador do grupo, não se trata mais de analisar a consolidação democrática e a estabilização do processo eleitoral ou, ainda, das alternâncias de poder ou expansão da cidadania. Trata-se, na realidade, de examinar  "como essas diferentes dimensões se articulam e se integram na dinâmica de funcionamento de um regime desenhado para assegurar a liberdade e a igualdade políticas e a soberania popular".</p>
<p>As percepções das elites políticas brasileiras tendem a expressar uma visão particular de seu <i>modus operandi</i> que, embora possam estar articuladas a suas responsabilidades funcionais, podem envolver dinâmicas menos universalistas ou mesmo incompatíveis com a natureza republicana da democracia. Exemplos disso são o corporativismo e a corrupção, afirma Moisés.</p>
<p>Tal visão e tal <i>modus operandi</i> afetam o conjunto da comunidade política e a própria legitimidade do regime, ao distinguirem-se  das percepções dos cidadãos em geral que, distantes da política, só são convidados a interagir com ela no momento das eleições. Contudo, sob a inspiração dos princípios constitucionais de 1988, começou a surgir no sistema político brasileiro organismos profissionais que protagonizam um novo papel de fiscalização e controle de abusos de poder. Entre elas, é possível citar a Polícia Federal, o Ministério Público, a Justiça Federal, ou mesmo o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria Geral da União (CGU), por exemplo.</p>
<p>Ao mesmo tempo, segundo o professor, diversos setores acabam por atribuir aos poderes Executivo e Legislativo, sob o olhar crítico do Judiciário, a responsabilidade pela adoção de políticas públicas consideradas necessárias. No entanto, o desempenho desses organismos oscila entre produzir a governabilidade esperada e gerar conflitos ou choques que, por vezes, comprometem a responsividade dos governos e as funções de fiscalização e controle dos organismos horizontais. Dessa forma, comprometem a relevância das instituições tradicionais da democracia representativa, afirma.</p>
<p>"Essas questões, embora relevantes, não esgotam o debate sobre o estado da democracia no Brasil e no mundo. O que importa hoje não é mais se a democracia existe entre nós, mas a sua qualidade. Por isso, o painel propõe-se a examinar os seus desdobramentos à luz da experiência brasileira recente e de outros países que se democratizaram nas últimas décadas", afirma Moisés.</p>
<p> </p>
<hr />
<p><strong><i>Dia Internacional da Democracia<br /></i></strong><i>Dia 17 de setembro, das 9h às 13h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA, rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (</i><a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos"><i>localização</i></a><i>)<br /></i><i>Evento gratuito, aberto ao público, sem inscrições prévias -</i> <i>Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">web<br /></a></i><i>Informações</i>: <i>Cláudia Tavares pelo email clauregi@usp.br ou pelo tel.: (11) 3091-1686<br /></i><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/dia-internacional-da-democracia" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/dia-internacional-da-democracia</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><i><span class="discreet">Foto: Rolando Freitas </span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Congresso Nacional</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Visitantes</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Novos Grupos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-09T20:20:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/historia-e-ambiente-um-dialogo-necessario">
    <title>História e ambiente: um diálogo necessário</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/historia-e-ambiente-um-dialogo-necessario</link>
    <description>O comportamento histórico e a complexidade socioambiental contemporânea encontram eco na produção historiográfica brasileira. Mas a pesquisa interdisciplinar precisa avançar mais, acreditam historiadores ambientais.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O modo como os historiadores organizam e problematizam as diferentes abordagens sobre a interlocução da história com o meio ambiente será o eixo central do encontro <i>Meio Ambiente e Dimensão Histórica: Perspectivas de Abordagens</i>, que acontece no <strong>dia 28 de setembro</strong><strong>, das 10h às 18h</strong>, na Sala de Eventos do IEA. <span>Organizado pelo </span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a><span> e pelo </span><a href="http://www.anpuhsp.org.br/conteudo/view?ID_CONTEUDO=715" target="_blank">GT História Ambiental - ANPUH/SP</a><span>, o debate trará especialistas de diversas instituições. </span></p>
<p>A partir do final do século 20, a produção historiográfica brasileira sobre meio ambiente se estruturou como linha de reflexão e pesquisa. S<span>egundo </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/silvia-helena-zanirato" class="external-link">Silvia Helena Zanirato</a><span>, membro do Grupo de Pesquisa do IEA e professora do curso de gestão ambiental da </span><a class="external-link" href="http://each.uspnet.usp.br/site/">Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH)</a><span> da USP, o</span><span>s desafios postos por grandes alterações socioambientais colocou a história, como ciência, diante da necessidade de novos argumentos explicativos para hábitos historicamente adquiridos pelos sujeitos sociais em sua interação com o ambiente físico</span><span>.</span></p>
<p>"A temática ambiental é essencialmente interdisciplinar e somente a somatória de conhecimentos pode favorecer a superação da crise ambiental. O papel da história, nesse contexto, é buscar compreender e explicar os processos que contribuem para essa crise, a qual, sabemos, está baseada no sistema de produção e consumo da Modernidade", afirma Zanirato, uma das coordenadoras do encontro e que participará dos debates na mesa "Conhecimento Histórico e Meio Ambiente: Questões Epistemológicas".</p>
<p>Ela conta que a academia não tem conseguido sensibilizar um público maior sobre a gravidade do problema socioambiental. "Mais do que discutir, precisamos apresentar outras possibilidades que incluam os hábitos de consumo, o estilo de vida e os meios de avançar rumo a uma sociedade menos impactante. Estou alinhada ao pensamento de Mercedes Pardo de que a condição da conservação da natureza não é principalmente física, mas sim, cultural", afirma a historiadora.</p>
<p>"Inegavelmente, após a Segunda Guerra Mundial, com a expansão vertiginosa da sociedade de consumo de massa, foi tomando corpo a percepção e a consciência crescente de um fenômeno complexo, interligado e de dimensões globais. Os problemas intrigavam historiadores, gestores públicos, cientistas, artistas e a população em geral", afirma <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/paulo-henrique-martinez" class="external-link">Paulo Henrique Martinez</a>, professor da <a class="external-link" href="http://www.assis.unesp.br/">Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Assis</a> (SP), que também estará no encontro.</p>
<p>Tais fenômenos, diz Martinez, despontavam nos países industrializados do hemisfério norte sob a forma de poluição, destruição de ecossistemas e ameaças de extinção de espécies da fauna e da flora local. Nos países pobres, os problemas ambientais surgiam na forma de epidemias, desmatamento acelerado e degradação da saúde ambiental nas áreas rurais e urbanas, sobretudo, dos recursos hídricos e com os lixões, afirma.</p>
<p>Para Martinez, a história ambiental abre canais de comunicação e cria situações de diálogo interdisciplinar, como nos estudos sobre urbanização, agricultura familiar e políticas públicas, por exemplo. Porém, a pesquisa interdisciplinar ainda precisa avançar mais. "A pregação pela pesquisa interdisciplinar é insistente mas a operacionalidade ainda é baixa. Permanece mais no campo da retórica do que em experiências e práticas efetivas e concretas", acredita.</p>
<p>Para o professor <a class="external-link" href="http://www2.unifesp.br/humanas/home/index.php/unifesp/academico/docentes/29-docentes-historia/411-janes-jorge">Janes Jorge</a>, da <a class="external-link" href="http://www.unifesp.br/campus/gua/">Unifesp</a>, a historiografia brasileira mantém um diálogo constante com outras áreas do conhecimento e um intenso debate sobre o lugar que a produção histórica ocupa na reflexão sobre o meio ambiente. Porém, ainda há muito o que fazer na pesquisa em história ambiental e na divulgação do conhecimento produzido na área, afirma</p>
<p>"Acredito que as políticas públicas relativas aos recursos hídricos, resíduos, biodiversidade, mudanças climáticas e outros temas ambientais dialogam com o conhecimento científico. Mas ainda são políticas tímidas diante da dimensão do problema", afirma o professor Jorge.</p>
<p>Além de Zanirato, Martinez e Jorge, o encontro terá a presença de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/roger-domenech-colacios">Roger Domenech Collacios</a> (UNESP); <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/dora-shellard-correa">Dora Shellard Corrêa</a> (<a class="external-link" href="http://www.unifieo.br/index.php">UNIFIEO</a>) e <a href="https://www.iea.usp.br/iea/jose-jonas-almeida">José Jonas Almeida</a> (USP).</p>
<p> </p>
<hr />
<p><strong><i>Meio Ambiente e Dimensão Histórica: Perspectivas de Abordagens<br /> </i></strong><i>Dia 28 de setembro, das 10h às 18h<br /> Sala de Eventos do IEA, rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (</i><a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos"><i>localização</i></a><i>)<br /> Evento gratuito. Aberto ao público, sem inscrição prévia – Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">web<br /> </a>Informações: Sandra Sedini, telefone (11) 3091-1678<br /> Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/meio-ambiente-e-dimensao-historica-perspectivas-de-abordagens" class="external-link">http://www.iea.usp.br/eventos/meio-ambiente-e-dimensao-historica-perspectivas-de-abordagens</a></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>História</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-15T13:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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