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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 141 to 142.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-energia-eolica-de-vento-em-popa">
    <title>A energia eólica de vento em popa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-energia-eolica-de-vento-em-popa</link>
    <description>Realizada no dia 30 de outubro, no IEA, a mesa-redonda O Lugar da Eólica no Planejamento Energético marcou o lançamento do livro "Energia Eólica". </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="text-align: justify; ">O Plano Decenal de Expansão da Energia 2021 (PDE), documento do governo federal que define metas para o setor no período 2012-2021, não apresenta propostas substanciais para ampliação do parque eólico nacional. Mas isso não impede que a participação dessa fonte na matriz energética brasileira venha a aumentar além do previsto.</span></p>
<p style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/elbia-mello-jose-eli-da-veiga-e-osvaldo-soliano-pereira-no-debate-de-lancamento-do-livro-energia-eolica" alt="Elbia Mello, José Eli da Veiga e Osvaldo Soliano Pereira" class="image-right" title="Elbia Mello, José Eli da Veiga e Osvaldo Soliano Pereira" />Com essa observação, José Eli da Veiga (FEA e IRI) abriu a mesa-redonda O Lugar da Eólica no Planejamento Energético, da qual foi mediador. Realizado no dia 30 de outubro, no IEA, o debate marcou o lançamento do livro "Energia Eólica" (Editora Senac), organizado por Eli da Veiga. O evento contou com a participação de Osvaldo Soliano Pereira, diretor do Centro Brasileiro de Energia e Mudança do Clima (CBEM) e um dos autores do livro, e Elbia Mello, presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica).</p>
<ul style="text-align: justify; ">
</ul>
<p style="text-align: justify; ">Partindo da questão levantada por Eli da Veiga, Pereira afirmou que "o Brasil não tem uma política energética propriamente dita". O que o país tem, segundo ele, é uma estratégia de comprar energia de quem vende mais barato: "O que define a política é o preço da energia nos leilões, e fica ao sabor do mercado decidir o que vai ser oferecido e o que será mais barato".</p>
<p style="text-align: justify; ">De acordo com ele, o que se pode é estimular a expansão de certas fontes através de leilões específicos, como o de energia eólica, realizado com sucesso em 2009. "Após três anos comprando energia de óleo combustível, descobrimos que, por uma série de fatores estruturais e conjunturais <em>(veja abaixo)</em>, a eólica era mais barata."</p>
<p style="text-align: justify; ">Mello ressaltou que, nos últimos anos, o modelo de leilões tem favorecido o crescimento da eólica no país: "É o preço que faz o planejamento", comentou. "E o preço está levando à fonte eólica, uma fonte limpa, sustentável e renovável; mas não sabemos até quando isso vai acontecer".</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>EXPANSÃO</strong><br />A energia eólica começou a ganhar espaço no Brasil em 2004, com a instituição do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), do governo federal. Criado para promover a diversificação da matriz energética brasileira, o programa destinou recursos para o aumento da participação da energia eólica, da biomassa e de pequenas centrais hidrelétricas no Sistema Elétrico Interligado Nacional (Sein).</p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo Mello, os incentivos rapidamente deram resultado e no leilão de 2009, o primeiro leilão sem subsídios, os preços mostraram-se bastante competitivos. "O leilão começou com um preço-teto da ordem de R$ 180,00 por MW e fechou a R$ 168,00", disse, ressaltando que em 2010 e 2011, o preço caiu para R$ 150,00 e R$100,00, respectivamente. "Não dá para imaginar a matriz sem a eólica, que hoje é a segunda mais competitiva", frisou.</p>
<p style="text-align: justify; ">E a tendência é que a participação da eólica na matriz energética brasileira continue crescendo. O PED prevê 9% de participação, com 16 GW instalados até 2012. Mas, de acordo com Mello, o número é outro: "Em 2020, teremos 20 GW, com 12% de participação". A explicação para isso, segundo ela, é que o planejamento está desenhado, só que o que entra na matriz é resultado dos leilões. "A energia eólica vai se manter e crescer."</p>
<p style="text-align: justify; ">Pereira apresentou previsões para um prazo maior, mirando nos próximos 20 anos. "Trabalhamos com dois cenários: se a eólica crescer 10% ao ano, em 2035 teremos uma participação de 16 a 17%; se crescer 15%, podemos chegar a 30%", disse, lembrando que os cenários são esses, mas quem definirá o preço e a participação da eólica serão os leilões.</p>
<p style="text-align: justify; "><strong>LIMITAÇÕES</strong><br />Segundo Eli da Veiga, embora seja uma fonte sustentável e proporcione uma série de vantagens, a expansão da energia eólica esbarra em dois problemas principais: a degradação estética da paisagem causada pelas torres e a intermitência dos ventos. "Não é uma energia firme, não dá para imaginar uma matriz energética que tenha base na eólica, que é sempre complementar", disse.</p>
<p style="text-align: justify; ">Isso se mostra ainda mais importante quando se tem em mente que a matriz energética brasileira é hídrica e está sujeita à sazonalidade do regime de chuvas, de modo que aumentar demais a participação de outra fonte intermitente poderia comprometer o abastecimento. De acordo com Pereira, a usina de Sobradinho, no interior da Bahia, está operando com 25% da capacidade devido à longa estiagem deste ano: "Só não estamos passando por um racionamento de energia porque as termelétricas estão em funcionamento 24h por dia, queimando óleo diesel, o pior combustível em taxas de emissão".</p>
<p style="text-align: justify; ">Ele afirmou que, com a tecnologia que temos hoje, o nível de penetração da eólica não pode ultrapassar os 30%. Caso contrário, seria preciso fazer muito reserva de outra fonte para garantir o abastecimento. "O desafio é estudar mais a complementaridade das fontes intermitentes e, a partir daí, trabalhar o armazenamento da energia eólica, pois o sistema que temos atualmente é caro e ineficiente", concluiu.</p>
<table class="grid listing" style="text-align: justify; ">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2">
<p><strong>UM MOMENTO PROMISSOR</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Elbia Mello   creditou a expansão da energia eólica a partir de 2009 a fatores estruturais   e conjunturais.</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p style="text-align: justify; "><strong>FATORES ESTRUTURAIS</strong></p>
<ul style="text-align: justify; ">
<li>Progresso        técnico: o aumento da altura e do diâmetro dos aerogeradores nos últimos        anos elevou o fator de capacidade das usinas (razão entre a        produtividade efetiva da usina e sua capacidade máxima).</li>
<li>Qualidade        dos ventos: os ventos brasileiros são melhores que os europeus e os        americanos. Essa vantagem comparativa possibilitou maior produtividade a        custos mais baixos.</li>
<li>Modelo        de leilões: o modelo de compra/venda de energia do país é bastante        atrativo, pois envolve um contrato de 20 anos, o que garante renda fixa        para um longo período. Além disso, estimula a competição, já que o        critério utilizado é o menor preço por MW/hora gerado, enquanto em        outros países, como no caso dos europeus, o critério é a eficiência,        isto é, maior produção de MW/hora por quilômetro instalado.</li>
</ul>
</td>
<td>
<p><strong>FATORES CONJUNTURAIS</strong></p>
<ul>
<li style="text-align: justify; ">Crise        econômica internacional: a Europa e os EUA foram os primeiros a        desenvolver tecnologia para energias renováveis alternativas, entre elas        a eólica. Após a crise de 2008, os investimentos no setor foram cortados        e a indústria eólica ficou sem mercado. A solução foi se instalar no        Brasil, onde o setor começava a despontar.</li>
<li style="text-align: justify; ">Falta        de concorrência: os dois países que mais investem em energia eólica no        mundo, China e Índia, utilizam apenas tecnologia nacional e não aceitam        fabricantes estrangeiros. O Brasil, terceiro país que mais investe no        setor, acabou sendo a alternativa mais conveniente para a indústria        eólica europeia e americana;</li>
<li style="text-align: justify; ">Câmbio:        em 2011, quando o valor do MW no Brasil chegou a R$ 100,00, a taxa de        câmbio estava baixa. Isso permitiu a importação de equipamentos para        produção de energia eólica a preços mais competitivos.</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Sandra Codo/IEA-USP</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Recursos Naturais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    <dc:date>2012-11-22T19:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2007/5o-painel-do-ciclo-civiloza">
    <title>5º Painel do Ciclo  Civilização da Biomassa - Produção Consorciada: Alimentos versus Energia - 17 de abril de 2007</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2007/5o-painel-do-ciclo-civiloza</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Biocombustíveis</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Agronegócio</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Biotecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    <dc:date>2007-04-17T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
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