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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 151 to 165.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/livro-amazonia-alternativas-devastacao">
    <title>IEA lança livro sobre alternativas sustentáveis para a Amazônia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/livro-amazonia-alternativas-devastacao</link>
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    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-amazonia-alternativas-a-devastacao" alt="Capa do livro 'Amazônia: Alternativas à Devastação'" class="image-right" title="Capa do livro 'Amazônia: Alternativas à Devastação'" />O conjunto de textos reunidos no <a class="external-link" href="http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/688">livro "Amazônia: Alternativas à Devastação"</a> é uma amostra "do que pode ser feito para alterar radicalmente a forma pela qual essa parcela fundamental do território brasileiro é tratada", afirmam os organizadores da obra, o geógrafo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeirohttp:/www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaw/wagner-costa-ribeiro" class="external-link">Wagner Costa Ribeiro</a> e o sociólogo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a>, ambos integrantes do <span>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade do IEA </span>e professores do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (Procam) do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP. Produzido pelo IEA, o livro será lançado em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">seminário online</a> no <strong>dia 8 de dezembro, às 9h</strong>. Veja a <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-do-livro-amazonia#programacao" class="external-link">programação do evento</a>.</p>
<p>Com oito capítulos escritos por 16 pesquisadores - inclusive Ribeiro e Jacobi -<span> </span>e 147 páginas [veja o <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/livro-amazonia-alternativas-devastacao#sumario" class="external-link">sumário</a> abaixo], o livro pode ser <a class="external-link" href="http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/book/688">baixado gratuitamente</a>. Ele é dedicado à memória da geógrafa <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/neli-aparecida-de-mello-thery">Neli Aparecida de Mello-Thery</a>, especialista em políticas ambientais e sustentabilidade que morreu em abril. Ela foi coordenadora do Grupo de Pesquisa Políticas Públicas, Territorialidade e Sociedade do IEA e escreveu um dos capítulos. Texto de Ribeiro sobre o legado acadêmico de Neli em relação à Amazônia e políticas territoriais encerra o livro.</p>
<p>Os temas dos oito capítulos são: o universo de crenças e modos de vida peculiares que demonstram como não afetar drasticamente os sistemas naturais da floresta, a violação dos direitos dos povos amazônicos, os efeitos da dinâmica predatória em Rondônia, a contribuição do desmonte institucional promovido pelo governo para a devastação recorde, a associação do desmatamento ao acesso ilegal de terras e o fato de o país, "apesar da conjuntura adversa que desqualifica a ciência" nele produzida, ter conseguido montar uma estrutura técnica e operacional capaz de monitorar o desmatamento na Amazônia.</p>
<p>Parte dos capítulos são resultantes de exposições feita em seminário com o mesmo título organizado pelo Grupo de Pesquisa em Meio Ambiente e Sociedade em setembro de 2020 (assista aos vídeos do evento – <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2020/amazonia-alternativas-a-devastacao">Parte 1</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2020/copy_of_amazonia-alternativas-a-devastacao%20-%20segundo%20dia">Parte 2</a>). O evento teve o objetivo de fomentar a discussão sobre formas de combater o desmatamento e apresentar experiências em curso que permitem conciliar atividade econômica com a conservação da biodiversidade e as necessidades das comunidades que vivem na Amazônia.</p>
<p>Na apresentação do volume, Ribeiro e Jacobi ressaltam que a posse do governo de Jair Bolsonaro marcou o início do período (2019-2020) em que ocorreram os maiores índices de desmatamento da Amazônia, “tendência que se mantém em 2021”. Os pesquisadores lembram que o ex-ministro Ricardo Salles deixou o governo em junho de 2020, “após fracassar no controle da perda da floresta”, e que a sucessiva criação do Conselho Nacional da Amazônia Legal, presidido pelo vice-presidente Hamilton Mourão, também não teve sucesso no controle do corte e na queima da vegetação original amazônica.</p>
<p><span><a name="sumario"></a><strong>Sumário do livro "Amazônia: Alternativas à Devastação"</strong></span></p>
<ul>
<li>O Modo de Vida das Populações Tradicionais da Amazônia - <i>Josué da Costa Silva</i></li>
<li>Alternativas à Devastação Consideradas sob o Prisma de Aspectos da Colonialidade na Amazônia - <i>Roberto Araújo e Ima Célia Guimarães Vieira</i></li>
<li>Multidevastações da Amazônia: Do Devassamento Complexo às Alternativas Autônomas dos Povos Amazônicos - <i>Ivani Ferreira de Faria e Diego Ken Osoegawa</i></li>
<li>Dinâmica de Uso e Cobertura do Solo na Amazônia: Repercussões sobre as Áreas Protegidas em Rondônia - <i>Maria Madalena de Aguiar Cavalcante e Gean Magalhães da Costa</i></li>
<li>O Desmonte das Políticas Ambientais Bbrasileiras - <i>Neli Aparecida Mello-Théry</i></li>
<li>Amazônia em Risco pelo Desmonte da Política Ambiental no Brasil e Caminhos para sua Superação - <i>Pedro Roberto Jacobi e Luiza Muccillo de Barcellos</i></li>
<li>Desmatamento na Amazônia: Causas, Consequências e Alternativas - <i>Wagner Costa Ribeiro</i></li>
<li>Sistemas de Monitoramento de Desmatamento e Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) - <i>Lubia Vinhas, Claudio Aparecido de Almeida, Fabiano Morelli e Luiz Eduardo Pinheiro Maurano</i></li>
<li>In memoriam - Neli Aparecida de Mello-Théry e seu Legado Acadêmico: Amazônia e Políticas Territoriais - <i>Wagner Costa Ribeiro</i></li>
</ul>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desenvolvimento sustentável</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>biodiversidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Amazônia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-11-11T16:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/estado-da-arte-da-avaliacao-da-sustentabilidade-desafios-e-oportunidades-30-de-outubro-de-2013">
    <title>Estado da Arte da Avaliação da Sustentabilidade: Desafios e Oportunidades - 30 de outubro de 2013</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/estado-da-arte-da-avaliacao-da-sustentabilidade-desafios-e-oportunidades-30-de-outubro-de-2013</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-10-30T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/prosperidade-sem-crescimento-2013-vida-boa-em-um-planeta-finito-30-de-outubro-de-2013">
    <title>Prosperidade sem Crescimento – Vida Boa em um Planeta Finito - 30 de outubro de 2013</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/prosperidade-sem-crescimento-2013-vida-boa-em-um-planeta-finito-30-de-outubro-de-2013</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights>Mauro Bellesa</dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-10-30T02:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/governanca-ambiental-e-a-questao-da-agua-27-de-setembro-de-2013">
    <title>Governança Ambiental e a Questão da Água - 27 de setembro de 2013</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/governanca-ambiental-e-a-questao-da-agua-27-de-setembro-de-2013</link>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-09-27T03:00:00Z</dc:date>
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  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-governanca-global-em-tempos-de-mudancas-climaticas">
    <title>A governança global em tempos de mudanças climáticas</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-governanca-global-em-tempos-de-mudancas-climaticas</link>
    <description>Mesa-redonda marca o lançamento do livro "Sistema Internacional de Hegemonia Conservadora: Governança Global e Democracia na Era da Crise Climática"</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-do-livro-sistema-internacional-de-hegemonia-conservadora" alt="Capa do livro &quot;Sistema Internacional de Hegemonia Conservadora&quot;" class="image-right" title="Capa do livro &quot;Sistema Internacional de Hegemonia Conservadora&quot;" />O Grupo de Pesquisa de Meio Ambiente e Sociedade do IEA e a Editora Annablume realizam no dia 8 de maio, às 11 horas, na Sala de Eventos do Instituto, a mesa-redonda de lançamento do livro “Sistema Internacional de Hegemonia Conservadora: Governança Global e Democracia na Era da Crise </span>Climática<span>”, de autoria de Eduardo Viola, Matías Franchini e Tahis Lemos Ribeiro  (Annablume Editora, 410 págs., R$ 70,00; à venda por R$ 50,00 no evento).</span></p>
<p>No encontro, Viola, do Instituto de Relações Internacionais (iREL) da Universidade de Brasília (UnB), fará uma exposição sobre <i>Descarbonização ou Desordem</i>. Eduardo Felipe Matías, advogado especializado em comércio internacional, arbitragem e sustentabilidade, será o debatedor. A mediação ficará a cargo de José Eli da Veiga, do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP e organizador do evento.</p>
<p><strong>Elemento central</strong></p>
<p>Na introdução da obra, os autores destacam que a conjuntura das mudanças climáticas será abordada como um elemento central na definição do presente e do futuro da civilização, principalmente no que diz respeito à demarcação "de um espaço de operação seguro da humanidade".</p>
<table class="tabela-direita-200-borda">
<tbody>
<tr>
<th>
<h3 style="text-align: left; ">Relacionado</h3>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/descarbonizacao-ou-desordem" class="external-link">Vídeo</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/descarbonizacao-ou-desordem-mesa-redonda-sobre-o-livro-sistema-internacional-de-hegemonia-conservadora-governanca-global-e-democracia-na-era-da-crise-climatica-08-de-maio-de-2013" class="external-link">Fotos</a> do evento</li>
</ul>
</th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>De acordo com eles, "o argumento não é novo nem incomum na literatura sobre clima em suas diversas vertentes, porém encontra maiores resistências para penetrar o campo das ciências sociais e, em especial, o âmbito acadêmico brasileiro e, quando inserido, é feito de forma marginal, superficial, inconvicta e incoerente".</span></p>
<p><span> </span><strong>Participantes</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Eduardo Viola é professor titular do iREL, coordenador acadêmico da Rede de Estudos e Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais e Relações Internacionais e Lead Faculty do Earth System Governance Institute. É autor revisor do 5º relatório (vol. 3) do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC) e autor coordenador do 1º Relatório do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (Vol. 3).</p>
<p><span>Eduardo Felipe Matías é doutor em direito internacional pela Faculdade de Direito (FD) da USP e professor convidado do Curso de Pós Graduação em Direito do Comércio Internacional do Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS). É membro da Green Economy Task Force da Câmara de Comércio Internacional de Paris (CCI). É autor do livro "A Humanidade e suas Fronteiras – Do Estado Soberano à Sociedade Global" (Editora Paz e Terra, 2005), vencedor do Prêmio Jabuti 2006 na categoria Economia, Negócios, Administração e Direito.</span></p>
<p><span> </span><span>José Eli da Veiga é professor titular aposentado da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da USP e atua como orientador nos programas de pós-graduação do IRI e do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ). É pesquisador do Núcleo de Economia Socioambiental (Nesa) da FEA e colaborador das colunas de opinião do jornal "Valor Econômico" e da revista "Página22".</span><span> </span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>DESCARBONIZAÇÃO OU DESORDEM<br /></strong><strong>Tipo: </strong><span>mesa-redonda aberta ao público, gratuita e sem necessidade de inscrição<br /></span><strong>Data: </strong><span>8 de maio, às 11 horas<br /></span><strong>Local: </strong><span>Sala de Eventos do IEA, Rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (<a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos" class="internal-link"><i>localização</i></a>)<br /></span><strong>Transmissão: </strong><span><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="internal-link">www.iea.usp.br/aovivo</a><br /></span><strong>Informações: </strong><span>com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>), tel. (11) 3091-1678</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Globais</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-04-24T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisador-do-iea-assina-tres-novos-livros-sobre-educacao-ambiental">
    <title>Pesquisador do IEA organiza livros sobre governança e educação ambiental</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pesquisador-do-iea-assina-tres-novos-livros-sobre-educacao-ambiental</link>
    <description>O lançamento das obras, organizadas por Pedro Jacobi, acontece no dia 11 de junho, às 18h30, na Livraria Martins Fontes Paulista. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capas-de-livros-da-annablume-editora-e-procam" style="float: right; " title="Capas de livros da Annablume Editora e Procam" class="image-inline" alt="Capas de livros da Annablume Editora e Procam" />A Annablume Editora lança no dia 11 de junho, às 18h30, na Livraria Martins Fontes Paulista, quatro novos livros da Coleção Cidadania e Meio Ambiente. Três deles contam com a organização de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="internal-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA e professor da Faculdade de Educação (FE) da USP.</p>
<p>As obras tratam da questão da educação ambiental a partir de perspectivas abrangentes, que envolvem três questões principais: a governança da água, a aprendizagem social e o potencial da pesquisa-ação na difusão de atitudes críticas e transformadoras.</p>
<p><strong>Pegada hídrica</strong> <br />Organizado por Jacobi e por Vanessa Empinotti, "Pegada Hídrica: Inovação, Co-Responsabilização e os Desafios de sua Aplicação" reúne textos de diversos autores sobre a "pegada hídrica" — indicador para medir o uso direto e indireto da água na cadeia produtiva de bens e serviços, especialmente de commodities agrícolas.</p>
<p>Entre as questões discutidas no livro, estão o método de cálculo da pegada hídrica, aplicações possíveis, aspectos que poderiam ser aperfeiçoados, impactos esperados no âmbito das políticas públicas e a utilização do medidor como ferramenta de aprendizagem social para estimular a adoção de práticas mais sustentáveis.</p>
<p><strong>Aprendizagem social<br /></strong> A relação entre aprendizagem social e uso da água é abordada de forma mais aprofundada no livro "Aprendizagem Social na Gestão Compartilhada de Recursos Hídricos: Desafios, Oportunidades e Cooperação entre Atores Sociais", organizado por Jacobi em parceria com Evandro Mateus Moretto, Luiz Carlos Beduschi e Paulo de Almeida Sinisgalli.</p>
<p>Fruto da pesquisa "Aprendizagem Social na Gestão Compartilhada de Recursos Hídricos em Três Bacias Hidrográficas no Estado de São Paulo: Desafios e Oportunidades para a Cooperação em Plataformas Multi-Atores", coordenada por Jacobi, o livro trata dos fatores que definem o êxito ou o fracasso dos processos de aprendizagem social associados à governança da água, bem como dos meios mais apropriados para acelerar esses processos.</p>
<p>Os textos, assinados por diferentes pesquisadores, chamam atenção para a necessidade de uma ação colaborativa, coordenada e de longo prazo entre os diversos atores envolvidos no manejo dos recursos hídricos, que torne possível a tomada de decisões compartilhadas sobre alternativas para a gestão coletiva da água.</p>
<p><strong>Pesquisa-ação</strong> <br />A questão da aprendizagem social também aparece em "A Pesquisa-Ação na Interface da Saúde, Educação e Ambiente: Princípios, Desafios e Experiências Interdisciplinares". O livro, organizado por Jacobi e Renata Ferraz de Toledo, reúne textos sobre os fundamentos, a condução e os desafios da pesquisa-ação, com foco nos potenciais dessa estratégia metodológica para os estudos nas áreas da educação em saúde e meio-ambiente.</p>
<p>A obra ressalta o caráter participativo, mobilizador, crítico e dialógico da pesquisa-ação e aponta essa metodologia de investigação como uma alternativa para abordar a complexidade dos problemas ambientais, educacionais e da saúde atuais e, ao mesmo tempo, desenvolver valores e conhecimentos sintonizados com a sustentabilidade e com o empoderamento das comunidades.</p>
<p>Na apresentação do livro, os organizadores destacam que "um dos maiores desafios nos dias atuais é criar oportunidades de aprendizagem social ativas, nas quais haja o real envolvimento dos sujeitos em relações de diálogo que, por sua vez, favoreçam: a percepção da diversidade de opiniões e visões de mundo; a mediação de interesses individuais e coletivos; e a possibilidade de ampliação de repertórios que aumentem a capacidade de contextualizar e refletir".</p>
<p><strong>Educação Ambiental<br /></strong> A pesquisa-ação é trabalhada, ainda, em "Educação Ambiental e Pesquisa-Ação Participante: O Fortalecimento de Práticas de Cooperação e Participação". O livro, assinado por Maria Isabel Gonçalves Franco, foi produzido a partir da tese de doutorado da pesquisadora, a qual foi orientada por Jacobi e defendida em 2010 na FE.</p>
<p>Na obra, Maria Isabel explora os vínculos entre teoria e prática da educação ambiental ao falar sobre como a pesquisa-ação pode contribuir para construção de um espaço coletivo de diálogo e gerenciamento de conflitos dentro do espaço escolar. A autora ressalta que esta estratégia metodológica potencializa o engajamento das comunidades e estimula, assim, ações críticas e colaborativas orientadas para a transformação do território no entorno da escola.</p>
<p><strong>LANÇAMENTO DE QUATRO LIVROS DA COLEÇÃO CIDADANIA E MEIO AMBIENTE<br />DA ANNABLUME EDITORA E CONVERSA COM OS AUTORES</strong><br /><strong>Tipo:</strong> evento gratuito, aberto ao público e sem necessidade de inscrição<br /><strong>Apoio:</strong> <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="internal-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a><br /><strong>Data: </strong>11 de junho, às 18h30 <br /><strong>Local:</strong> Livraria Martins Fontes Paulista, Avenida Paulista, 509, São Paulo</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Educação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Livros</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-06-04T18:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-promove-encontro-sobre-governanca-da-agua">
    <title>Governança da água é tema de encontro internacional</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/iea-promove-encontro-sobre-governanca-da-agua</link>
    <description>O 4º Encontro Internacional da Governança da Água acontece de 24 a 26 de setembro, no auditório do Centro de Computação Eletrônica (CCE) da USP. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/rio-com-barcos" style="float: right; " title="Rio com barcos" class="image-inline" alt="Rio com barcos" />Acontece de 24 a 26 de setembro, no auditório do Centro de Computação Eletrônica (CCE) da USP, o <i>4º Encontro Internacional da Governança da Água</i>. A proposta do evento é ampliar o conhecimento sobre as diversas experiências ibero-americanas de governança e instaurar um espaço de reflexão sobre formas inovadoras de gestão da água<span style="text-align: justify; ">, balanceando os vários interesses e realidades políticas e colocando a temática das mudanças climáticas como um aspecto que assume crescente relevância em análises transversais e interdisciplinares.</span></p>
<p>No dia 24, às 16h30, Luiza Schmidt, da Universidade de Lisboa, Portugal, fará a conferência de abertura <i>Desafios de Governança da Água na Comunidade Europeia</i>. <span>Nos dias 25 e 26, haverá mesas-redondas sobre o papel das instituições na governança da água e seus desafios na Espanha, no Brasil e no México; as relações entre governança da água e mudanças climáticas; e os conceitos de água virtual, contabilidade hídrica na cadeia produtiva e transparência nos processos decisórios da governança da água.</span></p>
<p>O encontro é uma iniciativa do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA, do <a class="external-link" href="http://govamb.iee.usp.br/govamb/">Grupo de Pesquisa Governança Ambiental</a>, do <a class="external-link" href="http://prpg.usp.br/procam">Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (Procam)</a>, do <a class="external-link" href="http://www.iee.usp.br/">Instituto de Energia e Ambiente (IEE)</a> e do <a class="external-link" href="http://www.incline.iag.usp.br/data/index_BRA.php">Núcleo de Apoio à Pesquisa Mudanças Climáticas (Incline)</a>, todos da USP, com patrocínio da Fapesp e da Capes. <span>A coordenação geral do evento é de Pedro Jacobi, coordenador do grupo e professor da Faculdade de Educação (FE) e do Procam.  Haverá transmissão ao vivo no </span><a class="external-link" href="http://govamb4.wix.com/4govagua">site oficial</a><span> do evento.</span></p>
<p>O auditório do CCE fica na avenida Prof. Luciano Gualberto, 71, Travessa 3, Cidade Universitária, São Paulo.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-09-12T15:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-discute-governanca-ambiental-e-a-questao-da-agua">
    <title>Encontro discute governança ambiental e a questão da água</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-discute-governanca-ambiental-e-a-questao-da-agua</link>
    <description>Organizado pelo Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade, o evento reunirá especialistas do Brasil, Holanda e Espanha. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<div class="kssattr-target-parent-fieldname-text-d2ce9564a007482ba1cad640f7007bc3 kssattr-macro-rich-field-view kssattr-templateId-widgets/rich kssattr-atfieldname-text " id="parent-fieldname-text-d2ce9564a007482ba1cad640f7007bc3">
<table class="tabela-direita-400">
<tbody>
<tr>
<th>
<p class="alignJustify"><span class="font_7"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/canos-dagua" alt="Canos d'água" class="image-right" title="Canos d'água" /></span></p>
</th>
</tr>
<tr>
<td>
<table class="tabela-direita-200">
<tbody>
<tr style="text-align: center; ">
<td colspan="2" style="text-align: right; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/governanca-ambiental-e-a-questao-da-agua" class="external-link"><strong><span class="external-link">ASSISTA AO VÍDEO</span></strong></a></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" style="text-align: right; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/governanca-ambiental-e-a-questao-da-agua-27-de-setembro-de-2013" class="external-link"><span><strong><span class="external-link">FOTOS DO EVENTO</span></strong></span></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="alignJustify"><span class="font_7"> </span></p>
<p class="alignJustify"><i>Governança Ambiental e a Questão da Água</i> é o tema do encontro que se realiza no dia 27 de setembro, às 10h30, no IEA, com a presença de especialistas do Brasil, Holanda e Espanha.  <span>O evento dará continuidade a algumas das discussões empreendidas durante </span><span>o</span><span> </span><i><a href="https://www.iea.usp.br/noticias/iea-promove-encontro-sobre-governanca-da-agua" class="external-link">4º Encontro Internacional de Governança da Água</a>,</i><span> </span><span>realizado de 23 a 26 de setembro.</span></p>
<p class="alignJustify">Organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a>, o encontro contará com as participações de<span class="font_7"> </span><span class="font_7"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a>, coordenador do grupo de pesquisa, </span><span class="font_7"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-carmen-lemos" class="external-link">Maria Carmen Lemos</a>, da University of Michigan, EUA, </span><span class="font_7"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jeroen-warner" class="external-link">Jeroen Warner</a>, do Wageningen UR, Holanda, e </span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoal/lucia-de-stefano" class="external-link">Lucia de Stefano</a>, da Fundación Botin, Espanha.</p>
<p class="alignJustify" style="text-align: left; ">Segundo os organizadores do evento, a<span> governança da água representa um enfoque conceitual que propõe caminhos teóricos e práticos alternativos que façam uma real ligação entre as demandas sociais e sua interlocução em nível governamental. Explicam que, geralmente, a utilização do conceito inclui leis, regulação e instituições, mas refere-se também a políticas e ações de governo, a iniciativas locais e a redes de influência, incluindo mercados internacionais, o setor privado e a sociedade civil, que são influenciados pelos sistemas políticos nos quais se inserem.</span></p>
<p class="alignJustify"><span class="font_7">A mudança climática, a liberalização do comércio e a privatização do setor água são os três principais fatores que colocam a questão da governança sustentável da água como questão global, segundo os especialistas: "Para avançar em direção a arranjos que permitam enfrentar os problemas locais, os desafios estão na promoção da eficiência no uso da água, na garantia de seu uso sustentável, no estímulo ao compartilhamento equitativo da disponibilidade hídrica e na necessidade de promover corresponsabilização diante da escassez".</span></p>
<p class="alignJustify"><span>A Sala de Eventos do IEA fica na rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (<a href="https://www.iea.usp.br/iea/localizacao" class="external-link">localização</a>). Quem não puder comparecer poderá assistir ao evento em</span><span> </span><a class="external-link" href="http://www.flickr.com/photos/fernandoreyes/">www.iea.usp.br/aovivo</a><span>. Mais informações podem ser obtidas com Sandra Sedini (</span><a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a><span>), telefone (11) 3091-1678.</span></p>
<p class="alignJustify" style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="external-link" href="http://www.flickr.com/photos/23868590@N03/">Juan Antonio Canales</a></span></p>
</div>
<div></div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-09-26T20:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/pegada-hidrica">
    <title>Seminário discute a pegada hídrica como ferramenta de análise da questão da água</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/pegada-hidrica</link>
    <description>Evento é uma iniciativa do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade e acontece no dia 16 de outubro, às 10h, no Auditório do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/graos-de-soja" alt="Grãos de soja" class="image-inline" title="Grãos de soja" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Soja: cultura com elevado consumo de água e uma das principais commodities exportadas pelo Brasil</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A partir do reconhecimento da existência dos fluxos de água virtual por meio da distribuição de bens de consumo em diferentes escalas, a água passa a ser entendida não apenas como um recurso natural local, mas também de dimensão global. Essa nova abordagem enfatiza a questão da água a partir de novas ferramentas, como a pegada hídrica, e seu impacto na forma como os atores sociais se posicionam e influenciam o sistema de gestão dos recursos hídricos.</p>
<p>Para analisar essa abordagem, o  <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> promove o seminário <i>Pegada Hídrica: Inovação, Corresponsabilização e os Desafios de Sua Aplicação </i>no dia 16 de outubro, às 10 horas, no Auditório do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP.</p>
<p>O seminário debaterá as seguintes questões:</p>
<ul>
<li>quais seriam os impactos dessa nova abordagem com relação às necessidades hídricas ambientais?</li>
<li>como o conceito de água virtual e o método da pegada hídrica podem contribuir ou não para o desenvolvimento de normas que regulam o uso dos recursos hídricos ou até no desenvolvimento de políticas públicas?</li>
<li>como tais entendimentos podem impactar as práticas de uso do solo, as relações sociais e o uso da água em diferentes países?</li>
</ul>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Os debatedores serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/jeroen-warner">Jeroen Warner</a> (Universidade de Wageningen, Holanda), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/vanessa-lucena-empinotti">Vanessa Empinotti</a> (Programa de Pós-graduação em Ciência Ambiental), <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/paulo-antonio-de-almeida-sinisgalli" class="external-link">Paulo Sinisgalli</a> (Escola de Artes, Ciências  e Humanidades) e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/umberto-caldeira-cinque">Umberto Cinque</a> (Fibria). O moderador será <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/pedro-roberto-jacobi">Pedro Roberto Jacobi</a> (coordenador do grupo de pesquisa do IEA e professor da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais).</p>
<p>O Auditório do MAC fica na rua Praça do Relógio, 160, Cidade Universitária, São Paulo. O evento é aberto ao público, sem necessidade de inscrição e será transmitido em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">www.iea.usp.br/aovivo</a>. Mais informações podem ser obtidas com Sandra Sedini,<a href="mailto:sedini@usp.br"> sedini@usp.br</a>.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Sérgio Vale, Agência de Notícias do Acre</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-10-08T20:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-prosperidade-sem-crescimento">
    <title>Encontro marca lançamento de 'Prosperidade sem Crescimento', de Tim Jackson</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/lancamento-prosperidade-sem-crescimento</link>
    <description>“Prosperidade sem Crescimento – Vida Boa em um Planeta Finito” será lançado no dia 30 de outubro, as 11 horas, num debate com o autor. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-200">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/tim-jackson-1" alt="Tim Jackson" class="image-inline" title="Tim Jackson" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>O economista Tim Jackson</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/prosperidade-sem-crescimento-2013-vida-boa-em-um-planeta-finito" class="external-link"><strong>ASSISTA AQUI AO VÍDEO</strong></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A edição em português do livro “Prosperity without Growth: Economics for a Finite Planet" do economista britânico Tim Jackson, obra com imensa repercussão internacional nos últimos anos, será lançada no dia 30 de outubro, às 11 horas, em evento com a participação do autor na Faculdade de Economia Administração e Contabilidade (FEA) da USP.</p>
<p>A tradução leva o título "Prosperidade sem Crescimento — Vida Boa em um Planeta Finito" (Editora Planeta Sustentável, R$ 39,90, 314 págs.) e é uma publicação da iniciativa <a class="external-link" href="http://planetasustentavel.abril.com.br/">Planeta Sustentável</a>, apoiadora do evento em parceria com o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA.</p>
<p>Além de Jackson, participam do encontro Samuel de Abreu Pessôa, professor da FGV-RJ, e Ricardo Abramovay, professor da FEA e do Instituto de Relações Institucionais da USP. A mediação será de Pedro Jacobi, coordenador do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade.</p>
<table class="tabela-esquerda-200">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/capa-livro-prosperidade-sem-crescimento" alt="Capa do livro &quot;Prosperidade sem Crescimento&quot;" class="image-inline" title="Capa do livro &quot;Prosperidade sem Crescimento&quot;" /></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>O livro</strong></p>
<p>“Prosperidade sem Crescimento – Vida Boa em um Planeta Finito” faz uma crítica contundente à maneira como os recursos naturais vem sendo utilizados pela sociedade contemporânea em função do consumismo e do imperativo de crescimento econômico.</p>
<p>De acordo com Jackson, esse modelo gerou uma grave crise econômico-ecológica e resultou numa distribuição desigual dos benefícios alcançados, revelando-se incapaz de trazer prosperidade. Por isso, afirma o autor, o Produto Interno Bruto (PIB) não deve ser utilizado como parâmetro de bem-estar e felicidade, assim como a sustentabilidade financeira deve ser pensada a partir da sustentabilidade ambiental, à qual está intimamente ligada.</p>
<p>A obra não só coloca em xeque os pilares sobre os quais a política econômica global vem sendo conduzida, ressaltando sua insustentabilidade em face do limite de recursos naturais, como apresenta propostas de como fazer a transição para uma economia sustentável, que torne possível alcançar a prosperidade sem passar pelo crescimento.</p>
<p><strong>O autor</strong></p>
<p>Jackson é professor de Desenvolvimento Sustentável da University of Surrey, Reino Unido, diretor do Grupo de Pesquisa em Estilos de Vida Sustentável (SLRG, na sigla em inglês) da mesma instituição e membro do Conselho Consultivo do fundo de investimento dinamarquês New Energy Solutions. Foi comissário de Economia da Comissão de Desenvolvimento Sustentável do Reino Unido, trabalho que culminou na publicação de “Prosperidade sem Crescimento – Vida Boa em um Planeta Finito”. Atuou como consultor numa série de departamentos e agências governamentais, incluindo a Agência Europeia para Meio Ambiente, o Parlamento Europeu e a Comissão para o Meio Ambiente do Parlamento da Nova Zelândia. Seus estudos concentram-se nas relações entre estilo de vida, bem-estar, valores sociais e meio ambiente.</p>
<p>O evento é aberto ao público e acontece na sala E-1 da FEA, que fica na avenida Prof. Luciano Gualberto, 908, Cidade Universitária, São Paulo. Haverá transmissão ao vivo pela web em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a>. Mais informações podem ser obtidas com Sandra Sedini (<a href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>).</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Universidade de Surrey</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Glocal</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-10-18T22:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/avaliacao-da-sustentabilidade">
    <title>Encontro analisa os princípios da avaliação de sustentabilidade</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/avaliacao-da-sustentabilidade</link>
    <description>Encontro no dia 30 de outubro terá como expositores dois pesquisadores da Murdoch University, da Austrália: Angus Morrison-Saunders e Jenny Pope. Evento discutirá métodos para avaliação de sustentabilidade.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3>Relacionado</h3>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2013/estado-da-arte-da-avaliacao-da-sustentabilidade-desafios-e-oportunidades" class="external-link">Vídeo</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2013/estado-da-arte-da-avaliacao-da-sustentabilidade-desafios-e-oportunidades-30-de-outubro-de-2013" class="external-link">Fotos</a> do evento.</li>
</ul>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O mantra do desenvolvimento sustentável está bem estabelecido na política mundial, mas ainda existem imprecisões quanto à sua definição prática, de acordo com os organizadores do encontro <i><span style="text-align: start; ">State-of-the-Art Sustainability Assessment: Challenges and Opportunities</span></i> (<i>Estado da Arte da Avaliação da Sustentabilidade: Desafios e Oportunidades), </i>que acontece no dia 30 de outubro, às 15 horas, na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP.</p>
<p>O encontro vai explorar alguns dos princípios da avaliação de  sustentabilidade, com ênfase nos desafios e oportunidades que se colocam  para reguladores, empreendedores  e sociedade civil quanto à  aplicação efetiva dos preceitos do desenvolvimento sustentável. Os expositores serão <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/angus-morrison-saunders" class="external-link">Angus Morrison-Saunders</a> e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/angus-morrison-saunders" class="external-link">Jenny Pope</a>, ambos da Murdoch University, da Austrália. <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/luis-enrique-sanchez" class="external-link">Luis Enrique Sanchez</a>, da Escola Politécnica da USP, será o comentador; a coordenação estará a cargo de <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/grupos-de-pesquisa/meio-ambiente-e-sociedade" class="internal-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, a avaliação de sustentabilidade — definida como um processo para direcionar a tomada de decisões para a sustentabilidade — apresenta uma forma  de entender as características de sustentabilidade de novas propostas de desenvolvimento: "Embora ainda não haja legislação pertinente, verifica-se uma assimilação  significativa do contexto da avaliação de sustentabilidade de forma global e, especialmente, no setor de desenvolvimento, como são a mineração e o desenvolvimento de recursos".</p>
<p> </p>
<p>Aberto ao público, sem necessidade de inscrição, o encontro será realizado em inglês, sem tradução, na Sala E-1 da FEA, avenida Prof.Luciano Gualberto, 908, térreo, Cidade Universitária, São Paulo. Mais informações podem ser obtidas com Sandra Sedini (<a class="mail-link" href="mailto:sedini@usp.br">sedini@usp.br</a>).</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sustentabilidade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    <dc:date>2013-10-23T19:10:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/analise-e-prevencao-de-riscos-naturais-na-franca">
    <title>Análise e prevenção de riscos naturais na França</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/analise-e-prevencao-de-riscos-naturais-na-franca</link>
    <description>No dia 25 de junho, às 10 horas, a geógrafa francesa Yvette Veyret estará no IEA para apresentar e problematizar o modelo de gestão dos riscos naturais na França.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-200">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/blendecques" alt="Inundação na cidade de Blendecques" class="image-right" title="Inundação na cidade de Blendecques" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><b>Inundação na cidade de Blendecques, no norte da França</b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O  modelo francês de prevenção e análise de riscos naturais será apresentado na conferência <i>A Gestão dos Riscos Naturais na França</i>, que o <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA realiza no dia <b>25 de junho, às 10 horas</b>, na Sala de Eventos do Instituto. O evento será em francês, com tradução simultânea.</p>
<p>A exposição será da geógrafa <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoay/yvette-veyret" class="external-link">Yvette Veyret</a>, professora emérita da Université de Paris X – Nanterre, na França, e vice-presidente do Conselho Científico da Associação Francesa de Proteção Contra as Catástrofes Naturais (AFPCN). Especialista no tema dos riscos naturais, ela é autora de "Géographie des Risques Naturels en France" (Editions Hatier, 2004) e organizadora de "Os Riscos – O Homem Como Agressor e Vítima do Meio Ambiente" (Editora Contexto, 2007).</p>
<p>Veyret apresentará e problematizará as medidas adotadas pelas autoridades francesas para prever, evitar e remediar os desastres naturais no país, como inundações e deslizamentos de terras, os quais figuram entre os mais frequentes. A expositora falará tanto sobre a estrutura de defesa civil nacional quanto sobre as iniciativas de estados e municípios para lidar com eventos extremos.</p>
<p>As debatedoras do encontro serão as também geógrafas <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-fani-carlos" class="external-link">Ana Fani Carlos</a>, professora titular do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-ribeiro" class="external-link">Helena Ribeiro</a>, professora titular do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. A moderação ficará a cargo <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, coordenador do Grupo de Pesquisa e professor titular da Faculdade de Educação (FE) da USP.</p>
<p><b><i> </i></b></p>
<hr />
<p><b><i>A Gestão dos Riscos Naturais na França<br /></i></b><i>25 de junho, às 10 horas<br />Sala de Eventos do IEA, rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (<a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos" class="external-link">localização</a>)<br />Evento gratuito e aberto ao público, sem necessidade de inscrição — Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">web</a><br />Exposição em francês, com tradução simultânea<br />Informações: Sandra Sedini, telefone (11) 3091-1678 ou e-mail sedini@usp.br<br />Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/gestao-riscos-naturais-franca" class="external-link">www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/gestao-riscos-naturais-franca</a></i></p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: <a class="external-link" href="https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Inondation_02_03_02_centre_ville.jpg">Lamiot</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Flávia Dourado</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>França</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Clima</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-06-16T17:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/como-a-franca-lida-com-os-riscos-ambientais">
    <title>Yvette Veyret detalha como a França lida com os riscos naturais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/como-a-franca-lida-com-os-riscos-ambientais</link>
    <description>A geógrafa francesa Yvette Veyret fez a conferência "A Gestão dos Riscos Naturais na França" no dia 25 de junho, dentro da programação do Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-direita-300">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/yvette-veyret-3" alt="Yvette Veyret" class="image-inline" title="Yvette Veyret" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><b>A geógrafa Yvette Veyret é considerada<br /> uma das maiores autoridades<br />mundiais em riscos naturais</b></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A questão do risco natural foi incorporada no final dos anos 80 pela geografia francesa, que passou de um perfil muito setorizado, com a geografia física totalmente separada da humana, para uma geografia global, sobretudo no que se refere ao meio ambiente. A explicação é da geógrafa <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoay/yvette-veyret" class="external-link">Yvette Veyret</a>, professora emérita da <span>Université Paris Ouest Nanterre La Défense.</span></p>
<p>Ela esteve no IEA no dia 25 de junho para fazer uma conferência sobre a gestão de riscos naturais na França, a convite do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a>. O evento teve como debatedoras as professoras da USP <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/ana-fani-carlos" class="external-link">Ana Fani Alessandri Carlos</a><span>, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoah/helena-ribeiro" class="external-link">Helena Ribeiro</a>, da Faculdade de Saúde Pública. O moderador foi o coordenador do grupo de pesquisa, <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoap/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, professor da Faculdade de Educação (FE) e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (Procam) da USP.</span></p>
<p><span><b>Geossistema e geoambiente</b></span></p>
<p><span>Yvette lembrou que o geógrafo Georges Bertrand definiu como geossistema um aspecto global que atende a um questionamento social. “Trata-se de uma nova maneira de pensar a geografia física, insistindo nos tempos de evolução da natureza, que não são iguais aos tempos de evolução das políticas.”</span></p>
<p>No livro “Géo-Environnement”, de 1999, ela propôs que o conjunto de geossistemas seja chamado de geoambiente, para servir adequadamente à noção geográfica na qual a sociedade está no centro do sistema, “diferentemente de outras abordagens, onde o meio ambiente físico é determinante para um certo número de discursos ecologistas na França”.</p>
<table class="tabela-esquerda-200-borda">
<tbody>
<tr>
<td>
<h3><span>Relacionado</span></h3>
<p><b>A GESTÃO DOS RISCOS NATURAIS NA FRANÇA</b></p>
<p><b>Multimídia</b></p>
<ul>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2015/a-gestao-dos-riscos-naturais-na-franca" class="external-link">Vídeo</a></li>
<li><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2015/a-gestao-dos-riscos-naturais-na-franca-25-de-junho-de-2015" class="external-link">Fotos</a></li>
</ul>
<ul>
</ul>
<p><b>Notícia</b></p>
<ul>
<li>"<a href="https://www.iea.usp.br/noticias/analise-e-prevencao-de-riscos-naturais-na-franca" class="external-link">Análise e prevenção de riscos naturais na França</a>"</li>
</ul>
<p> </p>
<hr />
<p><span> </span></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2009/riscos-desastres-naturais-e-adaptacao-as-mudancas-climaticas" class="external-link">RISCOS, DESASTRES NATURAIS E ADAPTAÇÃO ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS</a></p>
<p>Seminário com <span>Maria Assunção Faus da Silva Dias, </span><span>Agostinho Tadashi Ogura e </span><span>Norma Felicidade Lopes da Silva Valencio realizado em 1º de junho de 2009</span></p>
<p><span><a href="https://www.iea.usp.br/midiateca/video/videos-2014/xxv-seminario-internacional-de-filosofia-historia-e-sociologia-da-ciencia-e-da-tecnologia-2o-seminario" class="external-link">A PERITAGEM CIENTÍFICA: SUAS ESPECIFICIDADES NO SABER E NA AÇÃO</a></span></p>
<p><span>Conferência da </span><span>socióloga portuguesa </span><span>Helena Mateus Jerónimo ocorrida em 20 de março de 2014</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A geógrafa frisou que o risco ambiental é fruto de processos físicos ou tecnológicos, envolvendo eventos imprevisíveis e vulnerabilidades diversas. Segundo ela, durante muito tempo discutiu-se os processos ligados a eventos imprevisíveis, mas depois, com o estudo de trabalhos americanos sobre o vale do rio Mississippi, “descobriu-se que havia a questão da vulnerabilidade a ser considerada, que compreende as fragilidades dos sistemas social, político e humano em geral, que convergem no risco, que é o imprevisível percebido e vivido”.</p>
<p><b>Redução do perigo</b></p>
<p>“O risco é analisado geralmente após a crise, quando se faz um balanço da catástrofe para avaliar se ela foi bem gerida, por quem, como e o que pode ser melhorado. É a partir disso que se obtém a diminuição do perigo.” <span>Esse processo de  redução de riscos realiza-se na França em quatro etapas principais, segundo Yvette:</span></p>
<p><span>• informação – fazer com que as pessoas saibam que há perigo;</span></p>
<p><span> </span><span>• proteção – “política que na França data de antes do século 17, quando começaram a ser construídos diques contra inundações no litoral, cortar faixas de floresta para evitar incêndios e adotar outras medidas”;</span></p>
<p><span> </span><span>• prevenção – o cerne da questão, um verdadeiro ordenamento do território para evitar o perigo, incluindo regulamentação e planificação;</span></p>
<p><span> </span><span>• previsão – alertar as pessoas que alguma coisa vai acontecer.</span></p>
<ul>
</ul>
<p>Yvette destacou que o sistema de gerenciamento de riscos na França é bastante trabalhoso devido à complexidade da organização do território. São 36 mil “communes” (municipalidades), administradas por um prefeito eleito e distribuídas em uma centena de regiões (com um governador nomeado pelo Estado e um presidente eleito), que, por sua vez, estão agrupadas em 22 departamentos, que devem se tornar 13 em breve (também com um governador nomeado pelo Estado e um presidente eleito).</p>
<p><b>Principais catástrofes</b></p>
<p>Na França, de acordo com a geógrafa, as catástrofes naturais mais comuns são: 1º) inundações fluviais e por chuvas nas encostas, 2º) movimentações de terreno, 3º) tempestades e 4º) inundações marinhas. As principais catástrofes tecnológicas são: 1º) problemas em instalações industriais, 2º) acidentes no transporte de produtos perigosos e 3º) danos em canalizações (gás, óleo etc.).</p>
<p>Em 2013, uma seca em Paris com temperaturas em torno de 35º C resultou em 15 mil mortes a mais do que a média em verões normais. “Isso demonstrou a fragilidade da França em relação ao calor”. Em 2010, tempestades litorâneas levaram a 50 mortes, “o que é pouco se comparado com o que acontece em países como a China, mas é muito para a França, já que temos uma política de gestão dos riscos muito importante”.</p>
<p><b>Eventos imprevisíveis</b></p>
<p>Segundo Yvette, as catástrofes imprevisíveis devem ser analisadas a partir de sua dinâmica física: “É preciso conhecer o fenômeno, sua intensidade e a probabilidade de reincidência”. Além disso, “é preciso analisar se se vai gastar milhões para atender a um perigo maior, que talvez só se repita em 700 anos, ou os gastos serão direcionados a perigos menores e que se repetem a cada dez anos”.</p>
<p>Todavia, ela alerta que é preciso considerar que os eventos extremosos podem se tornar mais frequentes e mais graves nas próximas décadas em função das mudanças climáticas, tornando-se necessário prevê-los e cuidar da administração, ordenamento e aparelhamento do território em função dessas expectativas.</p>
<p><b>Vulnerabilidade</b></p>
<p>Yvette disse que a vulnerabilidade de um sistema pode ser analisada de várias maneiras, observando-se a quantidade, a intensidade e os danos potenciais de um provável evento. “Em primeiro lugar, deve-se verificar a densidade da população, o número de edifícios, as técnicas de construção, a qualidade da canalização de água e fatores técnicos agravantes, que se juntam a fatores econômicos.” O fator cultural também conta, segundo ela, pois pode haver ignorância sobre o perigo, banalização do risco ou até mesmo sua aceitação por razões religiosas.</p>
<p>Há também os fatores institucionais e político-administrativos, como “as várias camadas da organização político-administrativa da França, com instâncias de decisão que muitas vezes elegem outras prioridades em detrimento da prevenção e gerenciamento de riscos”.</p>
<p>Yvette disse que uma metrópole é o espaço mais vulnerável para todos os perigos: desastres naturais, tecnológicos, efeitos encadeados, poluição, risco a saúde e outros eventos. “A localização da metrópole também implica em danos econômicos. Se Paris sofresse uma inundação como a ocorrida em 1910, ficaria alagada de dois a três meses, sendo afetados os centros de decisão, os museus, o metrô, os trens, a rede rodoviária, os reservatórios de água e o sistema de eletricidade. Não haveria vítimas, mas os danos econômicos seriam gigantescos.”</p>
<p><b>Ações</b></p>
<p>Segundo ela, existe a obrigação na França de o poder público informar sobre prováveis enchentes e atualizar um atlas sobre zonas inundáveis e a situação dos diques.  “O prefeito de cada município deve preparar detalhadamente o Plano Comunal de Salvaguardas, do qual devem constar os maiores riscos para seu município, relacionados a partir de informações locais e de outras enviadas pelos governos central, departamental e regional.”</p>
<p>A segunda linha de ação é de caráter preventivo, englobando políticas urbanas, equipamentos públicos, ordenamento territorial e preceitos de desenvolvimento sustentável, como o de não construir em zona inundável. Segundo ela, há muitas leis e regulamento, mas é difícil impô-los.</p>
<p>Um aspecto importante é fazer obras agrícolas que reduzam o fluxo de água a jusante. “Depois da segunda guerra, a França utilizou o modelo americano de  grandes cultivos; agora estamos voltando à criação de zonas úmidas que regulem as inundações e a um novo modelo de gestão das bacias hidrográficas.”</p>
<p><b>Sensação de proteção</b></p>
<p>Ela alertou, que a sensação de proteção às vezes contribuiu para agravar a vulnerabilidade, porque muitas pessoas se estabelecem atrás dos diques e barragens e acreditam que estão protegidas.</p>
<p>Em termos de acompanhamento, disse que há um mapeamento dos riscos de grandes chuvas no território francês e um monitoramento hora a hora dos rios consultável na internet.</p>
<p>No caso das ondas de calor, há três níveis de alerta, indo do nível 1, com recomendações à população, passando pelo nível 2, que prevê o risco de grande seca e lança um plano de ação departamental, e chegando ao nível 3, com mobilização máxima e requisição, por parte do primeiro-ministro, de todos os meios para a gestão de uma catástrofe.</p>
<p>Ainda do ponto de vista da informação ao público, o país conta com um sistema de símbolos padronizados para os vários tipos de evento ou risco ambiental.</p>
<p><b>Papel da geografia</b></p>
<p>O primeiro ponto da exposição de Yvette destacado pela debatedora Ana Fani Alessandri Carlos foi “o papel que a geografia pode trazer na compreensão dos problemas, porque os eventos imprevisíveis [chamados em francês de 'aléas'] e riscos são espaciais e temporais e sua síntese se realiza no atlas que os indica.” Ela destacou o plano da política com o segundo a ser considerado, pois é nele que "se produz a administração do espaço, com vistas à gestão e a prevenção de riscos”.</p>
<p>A questão da escala dos acontecimentos também foi comentada por ela: “As escalas são importantes no planejamento e articulá-las para isso é um problema muito grande no Brasil; ao mesmo tempo que surgem novos problemas, como o turismo, que se expande por todo o planeta e é um fator importante de risco e político”.</p>
<p>Ana disse que a escala de problemas nas áreas metropolitanas é grave não só em razão da aglomeração de pessoas, mas também por que as metrópoles concentram um poder político de atividades muito relevantes, aumentando os riscos. Por causa disso, julga imprescindível o diálogo (“quase ausente no Brasil”) entre a geografia física e a geografia humana, tendo como ponto de união o debate sobre os riscos ambientais.</p>
<p><b>Desigualdade</b></p>
<p>Para ela, os riscos de inundações e incêndios podem ser produzidos socialmente, aparecendo, no caso brasileiro, “diretamente ligados ao processo de construção do espaço urbano, profundamente desigual em termos de renda e de classe”.</p>
<p>“O desenvolvimento fundado mais no crescimento econômico do que no desenvolvimento social faz com que a população pobre seja expulsa da cidade, sendo obrigada a ocupar as vertentes e fundos de vale.”</p>
<p>Do ponto de vista do risco aumentado pela aglomeração de pessoas em habitações precárias, a questão é “como planejar de forma a impedir que desastres aconteçam e ao mesmo tempo assegurar que as pessoas tenham direito à cidade”.</p>
<p>“Nos planos diretores, as áreas onde essa população podia morar são aqueles que a especulação imobiliária impede que isso aconteça. E quando o plano prevê áreas mistas, a população de maior poder aquisitivo impede a implantação desse tipo de política.”</p>
<p>Helena Ribeiro relacionou aspecto apresentados por Yvette na conferência à geografia da saúde, sua especialidade. Disse que a área se apropria em parte do conceito de prevenção da epidemiologia <span>ao lidar com a prevenção de riscos naturais. Para isso, leva em consideração </span><span>três níveis de prevenção: primária (evitar que o dano ocorra); secundária (acontecido o desastre, evitar que as consequências sejam agravadas); e terciária (prevenir futuras sequelas).</span></p>
<p><b>América Latina</b></p>
<p>Segundo ela, o maior número de desastres ambientais na América Latina com efeito na saúde pública são aqueles relacionados com deslizamentos de terrenos e inundações – como na França, mas com número maior de mortos e feridos/doentes –, vindo em segundo lugar a seca e em terceiro o derramamento de óleo.</p>
<p>A elevada densidade populacional das metrópoles como agravante da vulnerabilidade também é uma realidade na América Latina, acrescentou, “sobretudo quando associada à pobreza, fragilidade das construções e mal gerenciamento da água”.</p>
<p>Segundo ela, o Brasil tem se preocupado recentemente com os riscos e as vulnerabilidades ambientais, “não de forma tão articulada como na França, mas buscando integrar diferentes áreas do conhecimento e setores de atuação, incluindo os Ministérios da Cidade, da Saúde e do Meio Ambiente e os serviços de defesa civil". No entanto, ainda há muita dificuldade para a realização de ações intersetoriais coordenadas, completou.</p>
<p>Helan disse que atualmente já é obrigatório que as prefeituras façam mapas de riscos e sinalizem morros com risco de deslizamento e áreas sujeitas a inundação, mas isso é muito pouco obedecido. “Há até alarmes instalados para situações mais graves, mas até isso não tem sido obedecido pela população, que não quer largar os seus pertences.”</p>
<p>Helena finalizou destacando que viver em situação de risco ambiental afeta não só a saúde física, mas também a saúde mental de muitas pessoas, com o aumento da ocorrência de depressão, síndrome do pânico e outros distúrbios.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>O Comum</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Urbanismo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geografia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-08-06T21:05:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-dialetica-da-adaptacao-do-homem-e-do-ambiente-a-estrutura-social-sera-tema-apresentado-por-sociologo-espanhol">
    <title>Sociólogo espanhol debate no IEA a dialética da estrutura e do ambiente</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-dialetica-da-adaptacao-do-homem-e-do-ambiente-a-estrutura-social-sera-tema-apresentado-por-sociologo-espanhol</link>
    <description>O sociólogo Antonio Aledo Tur, da Universidad de Alicante, Espanha, demonstra algumas conclusões de seu pensamento sobre a dialética da estrutura, em debate no dia 23 de setembro, das 10h às 12h na sala de eventos do IEA.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A organização das sociedades modernas em torno da ideia de crescimento “ilimitado” gera uma acumulação constante de bens e materiais cuja consequência é a crise ambiental e a exclusão social. As ciências sociais têm o papel crucial de questionar esse modelo que deu forma à nossa maneira de ver o mundo.</p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/antonio-aledo-tur-72.jpg" alt="Antonio Aledo Tur" class="image-inline" title="Antonio Aledo Tur" /></th>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: right; "><strong>Antonio Aledo Tur, especialista em sociologia do turismo e sociologia ambiental</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para demonstrar algumas conclusões de seu pensamento sobre essa questão, o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/expositores/antonio-aledo-tur" class="external-link">Antonio Aledo Tur</a>, titular de sociologia do meio ambiente na <a class="external-link" href="http://www.ua.es/en/index.html">Universidad de Alicante</a> (UA), na Espanha, fará na Sala de Eventos do IEA um debate e uma análise discursiva sobre o que tem ocorrido no Brasil em torno das barragens. <i>El Paradigma de la Modernidad y sus Impactos Socioambientales</i> é o tema da conferência, que acontece no dia <strong>23 de setembro, das 10h às 12h. </strong>O encontro (em espanhol, sem tradução) é organizado pelo <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA, coordenado por <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Jacobi</a>, da Faculdade de Educação da USP.</p>
<p>As pesquisas de Aledo Tur focam a dialética entre a imposição das estruturas e a capacidade humana de adaptação a elas, não importando se são de ordem ambiental, social, econômica, política ou cultural.</p>
<p>Sua dissertação de mestrado, “The Colonization of Yucatan throught its Vernacular Architecture”<i> </i>(LSU, 1992), e sua tese de doutorado, “El Entorno de Conquista” (UA, 1997), demonstram como as estruturas de arquitetura e urbanismo dialogam com as estruturas do processo de conquista e colonização das terras maias da região de Yucatán.</p>
<p>Em estudos recentes, o sociólogo tem se ocupado do turismo, visto como atividade transformadora do território e da sociedade de Alicante. As investigações sobre turismo residencial na costa espanhola se desdobraram em análises sobre o tema também na costa do Nordeste brasileiro. Essa modalidade de turismo tem sido um fator de geração de emprego e renda em diversos municípios litorâneos espanhóis e brasileiros. Mas é também causador de graves impactos socioambientais, especialmente pela falta de planejamento que caracteriza as construções desse tipo de empreendimento.</p>
<p>Além dos estudos em sociologia do turismo, Aledo Tur vem se dedicando também a uma linha de investigação no campo da sociologia ambiental. Nessa área, especializou-se na análise dos impactos sociais e ambientais de grandes obras públicas, como represas e barragens. Tem utilizado métodos participativos para o diagnóstico dos impactos. Em especial, debruçou-se sobre os impactos sociais do Projeto de Expansão do Canal do Panamá (2005-2006). À luz da ecologia política, analisou o impacto de grandes usinas hidrelétricas do rio Paraná, no Brasil.</p>
<p><strong>O conferencista</strong></p>
<p>Aledo Tur formou-se em geografia e história pela UA; é mestre em antropologia pela Louisiana State University (LSU) e PhD em sociologia pela UA. Foi professor de antropologia na Universidade Católica de Murcia e também na UA. Atualmente, é responsável pelas disciplinas de meio ambiente e métodos e técnicas de pesquisa social em turismo, na UA. Coordena o Programa de Doutorado do Departamento de Sociologia da UA. É coordenador do Grupo Sociedade e Meio Ambiente da Federação Espanhola de Sociologia e coordenador da Rede de Sociólogos Ambientais Espanhóis.</p>
<p>O especialista já participou de conferência no IEA sobre a problemática do mediterrâneo espanhol. A palestra <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/201csobre-la-incuestionabilidad-del-riesgo-el-modelo-inmobiliario-espanol-y-la-gestion-politica-de-los-territorios-y-comunidades-costeras201d-1" class="external-link">L</a><span><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/eventos-gerais/201csobre-la-incuestionabilidad-del-riesgo-el-modelo-inmobiliario-espanol-y-la-gestion-politica-de-los-territorios-y-comunidades-costeras201d-1" class="external-link">a Incuestionabilidad del Riesgo: El Modelo Inmobiliario Español y la Gestión Política de los Territorios y Comunidades Costeras</a> foi ministrada no dia 18 de abril de 2013. </span></p>
<p><span> </span></p>
<hr />
<p><strong><i>El Paradigma de la Modernidad y sus Impactos Socioambientales<br /></i></strong><i>Dia 23 de setembro, das 10h às 12h<br /></i><i>Sala de Eventos do IEA, rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (</i><a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos"><i>localização</i></a><i>)<br /></i><i>Evento gratuito em espanhol, sem tradução simultânea. Aberto ao público, sem inscrição prévia – Transmissão ao vivo pela </i><i><a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">web<br /></a></i><i>Informações: Sandra Sedini, telefone (11) 3091-1678<br /></i><i>Ficha do evento: </i><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/el-paradigma-de-la-modernidad-y-sus-impactos-socioambientales"><i>http://www.iea.usp.br/eventos/el-paradigma-de-la-modernidad-y-sus-impactos-socioambientales</i></a></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociologia</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-04T19:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/a-agua-em-espaco-nobre-estudo-revela-o-tratamento-da-midia-sobre-o-tema-do-estresse-hidrico">
    <title>A água em espaço nobre: estudo revela o tratamento da mídia sobre o tema do estresse hídrico</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/a-agua-em-espaco-nobre-estudo-revela-o-tratamento-da-midia-sobre-o-tema-do-estresse-hidrico</link>
    <description>Pesquisa mapeou 503 notícias relacionadas à crise hídrica no estado de São Paulo, publicadas em três jornais  brasileiros de grande circulação. Estudo buscou identificar as origens da escassez de água. Resultados apontam os desafios da comunicação para as pautas ambientais. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/materia-seca-na-cantareira" alt="Seca na Cantareira" class="image-inline" title="Seca na Cantareira" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Cantareira, manancial que mais sofre com a crise hídrica</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>“Crise Hídrica e a Mídia” é o nome da pesquisa que será lançada na Sala de Eventos do IEA, no <strong>dia 15 de setembro, das 15h às 18h</strong>. Realizada pelo <a class="external-link" href="http://www.idsbrasil.net/display/CS/Capa+Site">Instituto Democracia e Sustentabilidade</a><a class="external-link" href="http://www.idsbrasil.net/display/CS/Capa+Site"> (IDS)</a> em parceria com o <a class="external-link" href="http://www.iee.usp.br/">Instituto de Energia e Ambiente (IEE)</a> da USP, o estudo mostra de que forma a imprensa leva ao público as informações sobre a crise hídrica no estado de São Paulo. Aponta também os desafios da comunicação para as pautas relacionadas ao ambiente. A divulgação dos resultados tem o apoio do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA .</p>
<p>Inédita, a pesquisa mapeou e analisou 503 notícias publicadas em três dos principais jornais do Brasil - Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo - relacionadas à crise de água que abate o estado de São Paulo. O levantamento foi realizado no período de janeiro de 2014 a abril de 2015.</p>
<p>Durante a mesa redonda, alguns especialistas da área de gestão e comunicação comentarão e discutirão os dados gerados pelo estudo. Entre os convidados, estão a professora <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/ana-paula-fracalanza" class="external-link">Ana Paula Fracalanza</a>, membro do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA e da <a class="external-link" href="http://each.uspnet.usp.br/site/">Escola de Artes, Ciências e Humanidades</a> (EACH) da USP; o professor José Carlos Mierzwa, da <a class="external-link" href="http://www.poli.usp.br/">Escola Politécnica</a> (Poli) da USP; a advogada <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/juliana-cassano-cibim" class="external-link">Juliana Cassano Cibim</a>, do <a class="external-link" href="http://www.idsbrasil.net/display/CS/Capa+Site">IDS</a>; a arquiteta e urbanista <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/marussia-whately" class="external-link">Marussia Whately</a>, da Aliança pela Água; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/maria-augusta-pires-pinto" class="external-link">Maria Augusta Pires Pinto</a>, do <a class="external-link" href="http://www.institutojatobas.org.br/">Instituto Jatobás</a>; Nelson Urssi, do <a class="external-link" href="http://www.sp.senac.br/jsp/default.jsp?newsID=0">Senac</a>; o professor <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores/pedro-roberto-jacobi" class="external-link">Pedro Roberto Jacobi</a>, coordenador do <a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/grupos/meio-ambiente-e-sociedade" class="external-link">Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</a> do IEA e professor da <a class="external-link" href="http://www4.fe.usp.br/">Faculdade de Educação</a> (FE) da USP; <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/rosa-maria-mancini" class="external-link">Rosa Maria Mancini</a> do IEE-USP; e <a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pesquisadores-e-expositores/rubens-filho" class="external-link">Rubens Filho</a>, do<a class="external-link" href="http://www.tratabrasil.org.br/"> Instituto Trata Brasil</a>.</p>
<p>Na ocasião também serão apresentados dois infográficos, um interativo e outro estático, com os principais resultados do estudo. Importante notar que o infográfico interativo trará uma linha do tempo de 2011 a abril de 2015 com destaques de notícias referentes à crise hídrica, os níveis do sistema Cantareira e o cruzamento com as três fases da pesquisa.</p>
<p><strong>A pesquisa </strong></p>
<p>Entre outros pontos, foram mapeados os principais atores ligados ao tema, como instituições públicas, universidades, comitês e consórcios de gestão hídrica, associações de classe e grupos de interesse, empresas e institutos meteorológicos, além de organizações não governamentais (ONGs), movimentos sociais e órgãos internacionais.</p>
<p>A análise buscou identificar as causas e as soluções apontadas para a crise e as ações efetivamente tomadas. O universo da pesquisa desconsiderou as notícias que tratavam exclusivamente de variações dos volumes dos reservatórios.</p>
<p>O estudo foi dividido em três fases. A primeira compreendeu o período de janeiro de 2014 a 15 de outubro de 2014, que corresponde ao momento anterior ao reconhecimento da crise. A seguinte, compreendida entre 16 de outubro de 2014 e março de 2015, correspondeu ao período pós-eleições e o início do reconhecimento da situação de grave estresse hídrico. A terceira fase analisa, de março a abril de 2015, o momento em que as ações para sanar a crise começam a ser implementadas.</p>
<p>Alguns resultados preliminares do estudo já foram apresentados em novembro de 2014, durante a mesa redonda <a class="external-link" href="http://www.idsbrasil.net/pages/viewpage.action?pageId=30474259">"Políticas públicas e escassez hídrica no estado de SãoPaulo: governança, transparência e alternativas para a crise"</a>. Promovido em parceria pelo IDS, IEE-USP, <a class="external-link" href="http://www.data4good.com.br/">Dat4God</a> e Senac, o debate apontou seis temas principais para o enfrentamento da escassez hídrica: governança, gestão da oferta e demanda, gestão da informação, legislação, águas subterrâneas e uso do solo. Confira os infográficos da mesa redonda <a class="external-link" href="http://www.idsbrasil.net/pages/viewpage.action?pageId=33488950">"Diferentes olhares para a crise hídrica"</a>.</p>
<p>O lançamento da pesquisa “Crise Hídrica e a Mídia” integra o Projeto sobre Recursos Hídricos realizado com o IEE/USP, no âmbito do acordo de cooperação técnico-científico firmado pelas instituições em novembro de 2014.</p>
<p style="text-align: right; "><span class="discreet">Foto: Fernando Stankus/Flicker</span></p>
<hr />
<p><strong><i>Crise Hídrica e a Mídia</i></strong></p>
<p><strong><i> </i></strong><i>Dia 15 de setembro, das 15h às 18h<br /> Sala de Eventos do IEA, rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo (</i><a href="https://www.iea.usp.br/iea/onde-estamos"><i>localização</i></a><i>)<br /> Evento gratuito, aberto ao público, com inscrições prévias <a class="external-link" href="http://crisehidricaemidia.rsvpify.com">pelo site</a> -</i> <i>Transmissão ao vivo pela <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/a-agua-em-espaco-nobre-estudo-revela-o-tratamento-da-midia-sobre-o-tema-do-estresse-hidrico-1" class="external-link">web</a> <br /></i><i>Informações</i>: <i>Sandra Sedini</i><i> pelo email sedini@usp.br ou pelo tel.: (11) 3091-1678<br /></i><i>Ficha do evento: <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/a-crise-hidrica-e-a-midia">http://www.iea.usp.br/eventos/a-crise-hidrica-e-a-midia</a></i></p>
<p><i><br /></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sylvia Miguel</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Ciências Ambientais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Meio Ambiente e Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Meio Ambiente</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Água</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Saúde Pública</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Climáticas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Jornalismo</dc:subject>
    
    <dc:date>2015-09-08T17:40:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>




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