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  <title>Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo</title>
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            These are the search results for the query, showing results 161 to 175.
        
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  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-discutira-as-condicoes-necessarias-para-implantacao-da-justica-restaurativa">
    <title>Encontro discutirá as condições necessárias para implantação da Justiça Restaurativa</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/encontro-discutira-as-condicoes-necessarias-para-implantacao-da-justica-restaurativa</link>
    <description>“Desafios Sensíveis e Inteligíveis da Adoção de Práticas Restaurativas e Dialogadas na Resolução de Conflitos” é o tema da conferência de Elizabeth Harkot-de-La-Taille, do Departamento de Letras Modernas da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisadora do Programa Ano Sabático do IEA, no dia 17 de junho, às 14h.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p> </p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span style="text-align: justify; "><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/maos" alt="Mãos" class="image-right" title="Mãos" />A </span><a href="https://www.cnj.jus.br/programas-e-acoes/justica-restaurativa/" style="text-align: justify; ">Justiça Restaurativa</a><span style="text-align: justify; "> (JR) representa um conjunto sistêmico de práticas, métodos e princípios criado para solucionar conflitos e crimes prejudicados pela existência da violência, com base no diálogo entre as partes. Com foco na construção de um ambiente seguro, esse sistema busca atender as necessidades das vítimas, dos infratores e da comunidade, o que resultaria no diálogo e equilíbrio na comunidade.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: left; "><span style="text-align: justify; ">Iniciado em 2005 no Brasil, esse novo modelo de justiça promove, por meio do diálogo, a inclusão e a responsabilidade social. Para o funcionamento da JR, é necessário um ambiente seguro, participantes qualificados em c</span><span style="text-align: justify; ">omunicação não violenta, participação voluntária das partes, envolvimento da comunidade, estruturas claras e acordos flexíveis.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; ">O ambiente necessário para a implantação da JR, do ponto de vista das condições sensíveis e inteligíveis dos envolvidos e suas problemáticas, será tema da exposição da Elizabeth Harkot-de-La-Taille, do Departamento de Letras Modernas da Universidade de São Paulo (USP) e pesquisadora do Programa Ano Sabático do IEA, no encontro “Desafios Sensíveis e Inteligíveis da Adoção de Práticas Restaurativas e Dialogadas na Resolução de Conflitos”, no <strong>dia 17 de junho, às 14h</strong>, na Sala Alfredo Bosi do IEA (com transmissão <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo" class="external-link">ao vivo</a> pela internet).</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify; ">O evento discutirá os seguintes tópicos: o papel do(s) sistema(s) de valores das partes; a superação do “querer (fazer) mal” ao outro; A disposição voluntária das partes para o diálogo; A abertura ao reconhecimento do outro como um possível par e consequente quebra do sentimento/pensamento “um contra o outro”, além de outros aspectos sensíveis ou inteligíveis a serem levantados no debate.</p>
<p><i>Por Lívia Uchoa (estagiária), sob supervisão de Mauro Bellesa</i></p>
<p style="text-align: right; "><i><span class="discreet">Foto: giselaatje/Pixabay</span></i></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Mauro Bellesa</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Justiça</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciências Sociais</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-06-10T03:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-cadernos-de-direito-e-inovacao-3">
    <title>Lançamento Cadernos de Direito e Inovação: Soluções Jurídicas para a Inovação</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/lancamento-cadernos-de-direito-e-inovacao-3</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>O livro <b>Soluções jurídicas para a inovação,</b> organizado por Vítor  Monteiro, André Tortato Rauen, Carolina Mota Mourão, é o<b> Volume 3 da  Série Cadernos de Direito e Inovação</b> do Núcleo Jurídico do <span><a href="https://www.iea.usp.br/pesquisa/nucleos-de-apoio-a-pesquisa/observatorio-inovacao-competitividade" target="_blank"><span>NAP Observatório da Inovação e Competitividade</span></a></span><span> </span> do IEA-USP (NJ-OIC/IEA-USP).<br /> <br /> Fruto de projeto de pesquisa, lançado em 2019 sob a forma de uma chamada  pública pelo NJ-OIC/IEA-USP, a obra coletiva procura responder a  provocações de interlocutores do Núcleo Jurídico sobre o efetivo papel  do Direito no estímulo à atividade de inovação no Brasil.<br /> <br /> Assim, mobilizando profissionais com experiência na área de Ciência,  Tecnologia e Inovação (CT&amp;I) para apresentarem casos de sucesso na  aplicação da legislação brasileira de estímulo à inovação, o livro  coloca em destaque as “soluções jurídicas para a inovação” adotadas nos  últimos anos no país, para enfrentar desafios complexos para  implementação de iniciativas na área.<br /> <br /> As/Os 38 pesquisadoras/es que participaram do projeto narraram 16 casos  concretos em que a legislação brasileira de inovação foi utilizada com  sucesso, ou seja, construções jurídicas envolvendo as normas do Direito  brasileiro relacionadas à inovação viabilizaram a ocorrência de um  projeto de inovação.<br /> <br /> Espera-se que a obra Soluções jurídicas para a inovação, publicada no Portal de Livros Abertos da USP (<a href="https://doi.org/10.11606/9786587773209" rel="noreferrer" target="_blank">https://doi.org/10.11606/9786587773209</a>),   amplie os debates sobre a relação entre Direito e a Inovação e alarguem  a comunidade prática do setor de CT&amp;I, funcionando como uma efetiva  caixa de ferramentas para novas iniciativas em inovação, capaz de  oferecer soluções concretas inteligíveis por todos aqueles que atuam,  direta ou indiretamente, em CT&amp;I no país.<br /> <br /> O evento, com a presença especial da Professora Maria Paula Dallari  Bucci, uma das principais incentivadoras do projeto do Volume 3 da Série  Cadernos de Direito e Inovação, pretende discutir os casos e as  soluções jurídicas inovadoras narradas na obra coletiva, informando à  sociedade da participação do direito no processo de inovação.<br /> <br /> São autoras e autores de capítulos do livro Soluções jurídicas para a  inovação: Anapatrícia Morales Vilha; Andréa Lúcia Nazário Villares;  André Tortato Rauen; Armando Marcos Machado Filho; Bruno Monteiro  Portela; Carolina Mota Mourão; Cácia Campos Pimentel; Carlos Freire  Longato; Cintia Barudi Lopes; Daniel Menezes; Diogo R. Coutinho; Fabio  Danilo Ferreira; Fábio de Carvalho Groff; Fábio Augusto Daher Montes;  Fernanda Noia da Costa Lino; Guilherme Alves Barreto; Igor Ferreira  Bueno; João Lucas Oliveira; José Francisco Siqueira Neto; Júlia Vieira  Ramalho da Cunha Barbosa; Juliana Crepalde; Kelly da Silva Firmino;  Leopoldo Gomes Muraro; Lucas de Faria Rodrigues; Luiz Fernando Baltazar;  Mamede Said Maia Filho; Marco Antônio Moraes Alberto; Márcia Siqueira  Rapini; Maria Beatriz Machado Bonacelli; Maria Carolina Foss; Mônica  Amâncio; Paulo Henrique Macera; Rafael Carvalho de Fassio; Rafael  Roberto Hage Tonetti; Ruben Dario Sinisterra; Tainá Aguiar Junquilho;  Tânia Ishikawa Mazon; e Vítor Monteiro.</p>
<div>
<div class="gt ii" id=":8l5">
<p class="gt ii" id=":8l5"><b>Abertura: </b></p>
<p class="gt ii"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/guilherme-ary-plonski" class="external-link">Guilherme Ary Plonsk</a>i (IEA/USP)<br /> <br /> <b>Exposição: </b></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoam/maria-paula-dallari-bucci" class="external-link">Maria Paula Dallari Bucci</a> <span>(FD e IEA/USP)</span></p>
<p><span><b>Coordenação:</b><br /></span></p>
<p class="gt ii"><span><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoav/vitor-monteiro" class="external-link">Vítor Monteiro</a> (OIC-IEA/USP)</span></p>
<p class="gt ii"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaa/andre-rauen" class="external-link">André Rauen</a> (IPEA)</p>
<p class="gt ii"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoac/carolina-theodoro-mota-mourao" class="external-link">Carolina Mota Mourão </a>(OIC-IEA/USP e Mackenzie)</p>
<p><span> </span></p>
<h3><span>Transmissão</span></h3>
<p><span>Acompanhe a transmissão do evento em <a href="https://www.iea.usp.br/aovivo">www.iea.usp.br/aovivo</a></span></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sandra Sedini</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Inovação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Observatório da Inovação e Competitividade - NAP</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-04-25T11:45:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-analisa-perfil-de-homicidas-e-concentracao-da-violencia">
    <title>Conferência analisa perfil de homicidas e concentração da violência</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conferencia-analisa-perfil-de-homicidas-e-concentracao-da-violencia</link>
    <description>Evento é realizado pelo Grupo de Criminologia Experimental do IEA-RP em parceria com a Associação Internacional de Criminologia em Língua Portuguesa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-b65b1f94-7fff-6bf7-ba0a-45ce07980f73"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/OfensorescrnicosnumacoortedenascimentosdegrandeescalanoBrasil.png/@@images/36b683c9-1c20-47c7-ada5-ee36afc1582e.png" alt="" class="image-left" title="" />O Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP, em parceria com a Associação Internacional de Criminologia em Língua Portuguesa, promove no dia 4 de julho, a partir das 14h, a conferência on-line “Ofensores crônicos numa coorte de nascimentos de grande escala no Brasil: Uma análise da concentração da violência com especial referência aos crimes de homicídio”.</span><span> </span></p>
<p dir="ltr"><span>O evento é exclusivamente on-line e terá transmissão pelo </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CrweagYup4s"><span>canal do IEA-RP no YouTube</span></a><span> e pela </span><a href="https://www.facebook.com/usp.iearp"><span>página do Polo no Facebook</span></a><span>. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas </span><a href="https://forms.gle/zjNcEQ5mCecM3WUEA"><span>neste link</span></a><span>. Haverá envio de certificado aos participantes que preencherem um formulário de presença enviado no chat das ferramentas durante a transmissão.</span><span> </span></p>
<p dir="ltr"><span>O palestrante será o professor auxiliar convidado da Universidade do Porto Hugo S. Gomes. Ele vai apresentar um estudo que analisou ofensores crônicos - ou seja, pessoas que cometem crimes repetidamente ao longo da vida - em uma coorte de nascimentos de 1982, no município de Pelotas (RS), onde a violência é notavelmente alta, segundo Hugo. O professor vai comparar e explorar algumas das principais características da carreira criminal entre três grupos de ofensores (primários, infra-crônicos e crônicos), com foco nos crimes de homicídio. Os resultados do estudo fornecem novas e importantes evidências sobre a concentração de crimes em um contexto de alta violência.</span><span> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Hugo S. Gomes é psicólogo e pesquisador de pós-doutorado no programa de pós-graduação em Epidemiologia da Universidade Federal de Pelotas e pesquisador Fulbright. Possui mestrado em Psicologia Criminal pelo Instituto Universitário de Ciências Psicológicas, Sociais e da Vida (ISPA), de Portugal, e doutorado em Psicologia Aplicada pela Universidade do Minho em colaboração com o Instituto de Criminologia da Universidade de Cambridge. Suas pesquisas têm como objetivo avaliar as causas do comportamento criminoso e violento ao longo da vida e o aperfeiçoamento dos métodos de avaliação de comportamentos ofensivos, especialmente dentro de estudos longitudinais. Atualmente, é pesquisador do Centro de Pesquisas em Desenvolvimento Humano e Violência da Universidade de Pelotas e professor auxiliar convidado na Escola de Criminologia da Faculdade de Direito da Universidade do Porto.</span><span> </span></p>
<p dir="ltr"><span>Mais informações sobre o evento: </span><a href="mailto:iearp@usp.br"><span>iearp@usp.br</span></a><span>.</span><span> </span></p>
<p dir="ltr"><span><b>Sobre o grupo</b></span><span> </span></p>
<p dir="ltr"><span>A partir dos recentes avanços da Criminologia Experimental, o Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do IEA-RP propõe dedicar-se ao estudo de experimentos, métodos e intervenções que permitam extrair evidências científicas sobre o que funciona (what works) nas estratégias de segurança pública. Com base nas evidências científicas obtidas pelo método experimental, pretende-se desenvolver novas abordagens teóricas e recomendações de ação estratégica no campo da segurança pública. Saiba mais na </span><a href="https://rp.iea.usp.br/pesquisa/grupos-de-pesquisa/criminologia-experimental-e-seguranca-publica/"><span>página do grupo</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Violência</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2024-06-25T13:53:56Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/direito-tecnologia-e-a-nova-lei-geral-de-protecao-de-dados">
    <title>Direito, Tecnologia e a Nova Lei Geral de Proteção de Dados</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/direito-tecnologia-e-a-nova-lei-geral-de-protecao-de-dados</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A Lei Geral de Proteção de Dados, que deverá entrar em vigor em agosto deste ano, trouxe à tona discussões sobre diversos aspectos e pressupostos tecnológicos necessários para sua correta aplicação. Para entendê-los, é necessário realizar uma análise conjunta entre Direito e Tecnologia.</p>
<p><b>Debatedores</b></p>
<p>Cíntia Rosa Pereira de Lima (FDRP-USP)<br />Evandro Eduardo Seron Ruiz (FFCLRP-USP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologias de Informação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-02-22T19:30:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/conciliacao-e-mediacao-trazem-agilidade-ao-judiciario">
    <title>Conciliação e mediação trazem agilidade ao Judiciário</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/conciliacao-e-mediacao-trazem-agilidade-ao-judiciario</link>
    <description>Pesquisa que analisou audiências em 37 cidades é tema do USP Analisa desta semana</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/agreement3489902_1920edit.jpg/@@images/453aba5a-b392-46d0-9bb4-ca5b835ec0a3.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A adoção de audiências de conciliação e mediação, que se tornou obrigatória com a promulgação do novo Código de Processo Civil em 2015, tem colaborado para reduzir a cultura do litígio existente no País e também para aumentar a eficiência do Poder Judiciário, pois reduz o tempo de tramitação do processo. Essas foram algumas das conclusões de uma pesquisa conduzida por professores e estudantes da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP. Para falar sobre esse trabalho e a importância das audiências de conciliação e mediação, o USP Analisa desta semana conversa com a docente Luciana Romano Morilas e o mestrando Thiago Theodoro de Oliveira, ambos da FEA-RP.</p>
<p>Luciana explica que a pesquisa foi realizada dentro de um edital do Conselho Nacional de Justiça e seguiu uma metodologia pouco comum nesse tipo de trabalho: a jurimetria, que trata dados jurídicos de maneira estatística. “A gente coleta os dados em todos os tribunais de justiça via computador, cria um robozinho, coleta as informações dos processos judiciais, armazena em um banco de dados que nós temos, e a partir daí são feitas as análises de maneira estatística e a gente coloca uma significação nisso, juridicamente falando. São três áreas reunidas: uma área de coleta dos dados, uma área de análise dos dados e a parte do Direito”, diz ela.</p>
<p>Foram analisados dados relacionados a audiências de conciliação e mediação de 37 cidades em diferentes regiões brasileiras. Segundo os entrevistados, o Índice de Desenvolvimento Humano das cidades tinha bastante influência sobre a possibilidade de acordo: quanto maior o IDH, menor a chance de resolver o conflito. “Parece que as pessoas quando têm maior escolaridade e maior nível socioeconômico acabam conciliando menos. As pessoas chegam com aquela ideia de que ‘eu sei dos meus direitos e não vou abrir mão’. Tudo aquilo que vai parar no Judiciário não precisaria, necessariamente. Poderia ter sido resolvido antes”, diz Luciana.</p>
<p>Thiago conta ainda que a pesquisa mostrou a influência do próprio advogado no sucesso da conciliação. “Na faculdade de Direito, pouco se sabe sobre conciliação e mediação. Tem-se a impressão, para a gente que estuda Direito, que advogado serve tão somente para entrar com o processo e aguardar a sentença. Uma das coisas que a gente quer com a pesquisa é trazer mais informações para o mundo jurídico e mudar esse aspecto. Inclusive uma das propostas que a gente tem é implantar cursos, disciplinas de conciliação e mediação nas universidades”.</p>
<p>O programa vai ao ar nesta quarta (14), às 18h05, com reapresentação no domingo (18), às 11h30. O <a href="https://jornal.usp.br/editorias/radio-usp/programas/usp-analisa/">USP Analisa</a> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-08-14T17:56:16Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/inteligencia-artificial-e-responsabilidade-civil">
    <title>Inteligência Artificial e Responsabilidade Civil</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/inteligencia-artificial-e-responsabilidade-civil</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p dir="ltr">A inteligência artificial está cada vez mais presente no cotidiano da sociedade. Mas como fica a responsabilidade civil, ou seja, a obrigação de reparar o dano causado a uma pessoa, quando o autor desse dano é a inteligência artificial? Para discutir essa questão, o Grupo de Estudos Direito e Tecnologia (Tech Law) do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP promove no dia 13 de setembro, a partir das 18h30, o webinar <i>Inteligência Artificial e Responsabilidade Civil</i>.</p>
<p dir="ltr"><b>Palestrante</b></p>
<p dir="ltr"><span>Ana Mafalda Castanheira Neves Miranda Barbosa (Universidade de Coimbra)</span></p>
<p dir="ltr"><span><b>Debatedores</b></span></p>
<p dir="ltr">Cíntia Rosa Pereira de Lima (FDRP)<br />Cristina Godoy Bernardo de Oliveira (FDRP)<br />Evandro Ruiz Seron (FFCLRP)</p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologias de Informação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2021-09-02T16:53:55Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/sistema-brasileiro-de-defesa-da-concorrencia-seus-papeis-e-suas-mudancas">
    <title>Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência: seus papéis e suas mudanças</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/sistema-brasileiro-de-defesa-da-concorrencia-seus-papeis-e-suas-mudancas</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span style="float: none; ">O docente da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP Thiago Marrara de Matos vai traçar um panorama evolutivo do papel do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o CADE, na defesa da concorrência do Brasil, abordando as principais mudanças que aconteceram depois de 2011 nas tarefas de controle de concentrações econômicas e de controle de condutas.</span></p>
<p><span style="float: none; "><b>Debatedor</b></span></p>
<p><span style="float: none; "><b>Thiago Marrara de Matos (FDRP-USP)</b></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-09T18:44:39Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/defesa-da-concorrencia-e-tema-de-evento-em-ribeirao-preto">
    <title>Defesa da concorrência é tema de evento em Ribeirão Preto</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/defesa-da-concorrencia-e-tema-de-evento-em-ribeirao-preto</link>
    <description>Docente da FDRP vai discutir papel e mudanças do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE)</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/santa_ag_294rp1.jpg/@@images/f0ef0b6e-9e2a-4eaf-abd3-eee3bcfad807.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A Agência USP de Inovação, em parceria com o Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP, promove no dia 29 de abril, a partir das 14h30, no Espaço de Eventos do IEA-RP a conferência "Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência: seus papéis e suas mudanças".</p>
<p>O docente da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP Thiago <span class="m_1923501545021263170gmail-il">Marrara</span> de Matos vai traçar um panorama evolutivo do papel do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o CADE, na defesa da concorrência do Brasil, abordando as principais mudanças que aconteceram depois de 2011 nas tarefas de controle de concentrações econômicas e de controle de condutas.</p>
<p>Thiago Marrara de Matos é professor nas áreas de direito administrativo, urbanístico e ambiental na Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP. É livre-docente em direito administrativo pela USP, doutor em direito público pela <i>Ludwig Maximilians Universität</i> de Munique, Alemanha, mestre e bacharel em direito pela USP. É coordenador do grupo de pesquisa de direito administrativo (GDA), bem como pesquisador e membro do conselho deliberativo do Centro de Estudos em Direito e Desigualdades (CEDD). Atua nas áreas de direito administrativo, processo administrativo e direito urbanístico.</p>
<p>As inscrições para o evento são gratuitas e podem ser feitas <a href="https://forms.gle/dNTKdW2tYpdYkfkn7" target="_blank"><span>neste link</span></a>. Mais informações: <a>iearp@usp.br</a> ou (16) 3315 0368.</p>
<hr />
<p><span style="float: none; list-style-type: none; text-align: left; "><strong>Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência: seus papéis e suas mudanças<br /></strong><i>29 de abril, 14h30<br />Espaço de Eventos do IEA-RP<br /><a class="external-link" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdKPSFcqMQEds86BS01ASD8RZPiVmmro4vV7HgAoovazHBxKA/viewform">Inscrições gratuitas</a><br /><a href="https://www.iea.usp.br/eventos/sistema-brasileiro-de-defesa-da-concorrencia-seus-papeis-e-suas-mudancas" class="external-link">Página do evento</a></i></span><strong> </strong></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2019-04-09T18:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/impacto-corrupcao">
    <title>O Impacto da Corrupção na Qualidade da Democracia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/impacto-corrupcao</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p>A corrupção está no centro da crise política pela qual passa o Brasil, tendo se tornado pauta da mídia tradicional, das mídias sociais e da opinião pública nacionais e internacionais. Nesse contexto, o Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia do Instituto de Estudos Avançados e o Núcleo de Pesquisa de Políticas Públicas da USP (NUPPs) e sua <a class="external-link" href="http://corrupteca.nupps.usp.br/">Biblioteca Internacional da Corrupção (Corrupteca)</a> realizam este seminário no qual debatedores tratarão de déficits, desafios e propostas da democracia brasileira frente à corrupção e aprofundarão a análise das implicações da corrupção para a qualidade da democracia brasileira debatendo aspectos da transparência, responsabilização, participação popular,  qualidade e relação das instituições democráticas e o papel das leis.</p>
<p>O evento também marcará o lançamento do Edital de Chamada de Trabalhos para a primeira edição do <a href="https://www.iea.usp.br/eventos/documentos/international-journal-of-research-on-corruption-and-democracy-ijrcd" class="internal-link"><span class="external-link"><strong>International Journal of Research on Corruption and Democracy - IJRCD</strong></span></a>, uma nova revista acadêmica especializada em pesquisas sobre a corrupção e suas relações com a democracia no Brasil e outros países do mundo.</p>
<h3>Debatedores</h3>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaj/jose-alvaro-moises" class="external-link">José Álvaro Moisés (NUPPs e IEA USP)</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoar/roberto-livianu" class="external-link">Roberto Livianu (MPSP e Instituto Não Aceito Corrupção)</a></p>
<p><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoaf/fernando-de-barros-filgueiras" class="external-link">Fernando Filgueiras (UFMG e Enap)</a></p>
<p><span class="external-link"><a href="https://www.iea.usp.br/pessoas/pasta-pessoag/alan-lisler" class="external-link">Alan Lisler (Corrupteca NUPPs-USP e Vérsila Educacional)</a></span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Rafael Borsanelli</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupo de Pesquisa Qualidade da Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Brasil</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Crise</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Democracia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência Política</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Sociedade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>NUPPs</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-04-05T17:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/dignidade-humana-em-teoria-e-pratica-na-intercontinental-academia-em-jerusalem">
    <title>Dignidade humana em teoria e prática na 2ª Intercontinental Academia</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/dignidade-humana-em-teoria-e-pratica-na-intercontinental-academia-em-jerusalem</link>
    <description>Relato feito pela participante Akemi Kamimura, indicada pelo IEA para a  2ª edição do projeto, que aconteceu em Israel em março deste ano. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p class="Body"><i>Por <a href="https://www.iea.usp.br/noticias/segunda-intercontinental-academia" class="external-link">Akemi Kamimura</a><br />Participante brasileira indicada pelo IEA para a 2ª edição da Intercontinental Academia </i></p>
<p class="Body"><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/cartaz-ica-jerusalem" alt="Cartaz ICA Jerusalém" class="image-right" title="Cartaz ICA Jerusalém" />Pode alguém ser torturado para salvar a vida de centenas de pessoas em risco iminente? Você aceitaria que alguém fosse torturado para salvar seus filhos em perigo? A tortura pode ser justificada para proteção da segurança nacional? Quem tem dignidade? O que significa “dignidade humana”? Seria um conceito absoluto ou relativo? A religião favorece ou dificulta a dignidade humana? A dignidade seria um valor ou um direito? Todas as pessoas têm dignidade?</p>
<p class="Body">Essas e outras questões sobre o tema “dignidade humana” foram debatidas durante a primeira fase da segunda edição da <i>Intercontinental Academia on Human Dignity</i>, ocorrida no <i>Israel Institute for Advanced Studies</i> (IIAS), da <i>The Hebrew University of Jerusalem</i>, de 6 a 18 de março em Israel.<span> </span></p>
<p class="Body"><span>Organizada pelo IIAS e pelo </span><i>Center for Interdisciplinary Research, </i><span>da</span><i> Bielefeld University</i><span> (ZiF), em Bielefeld, Alemanha, a <a class="external-link" href="https://scholars.huji.ac.il/iahd">segunda edição da UBIAS Intercontinental Academia</a> teve como tema central a dignidade humana. </span><span> </span></p>
<p class="Body">Os 18 jovens pesquisadores se reuniram durante as duas semanas de aulas magnas, debates acadêmicos e outras atividades relacionadas ao tema da dignidade humana. Em agosto, a Alemanha será a anfitriã desse grupo para mais aulas, debates e discussões, na expectativa de construção de um projeto coletivo e interdisciplinar sobre o tema. A programação da primeira fase está disponível em: http://www.as.huji.ac.il/ias/public/121/intercontinentalAca201586/program.pdf</p>
<p class="Body"><span>O grupo é formado por <a class="external-link" href="https://scholars.huji.ac.il/iahd/people/pepole/fellows">jovens pesquisadores</a> de diversos países (Israel, Alemanha, Estados Unidos, Itália, Romênia, África do Sul/Nigéria, Canadá, Finlândia, Holanda, Brasil) e diferentes formações (direito, filosofia, teologia, ciência política, antropologia, planejamento espacial, história, linguística). </span><span> </span></p>
<p class="Body">A primeira edição da Intercontinental Academia, tendo o tempo como tema, foi organizada pelo IEA/USP e Universidade de Nagoya, Japão, realizada em <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/home-sao-paulo">abril de 2015</a> e <a class="external-link" href="http://intercontinental-academia.ubias.net/nagoya">março deste ano</a>.</p>
<p class="Body"><strong>Experiência </strong></p>
<p class="Body">Talvez por ter trabalhado em projetos e programas com abordagem multi/interdisciplinar na defesa de direitos humanos, a proposta da <i>Second UBIAS Intercontinental Academia on Human Dignity</i> de “promoção de um diálogo interdisciplinar sem precedentes e de iniciar uma cooperação entre participantes com diferentes formações científicas e culturais” tenha me inspirado a sonhar com a construção de um projeto interdisciplinar sobre dignidade humana com pesquisadores de diferentes formações acadêmicas ao redor do mundo.</p>
<table class="tabela-esquerda">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/participantes-ii-edicao-ica-jerusalem" alt="Participantes trabalhando na II Edição ICA Jerusalém" class="image-inline" title="Participantes trabalhando na II Edição ICA Jerusalém" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>2ª edição da ICA: 18 jovens participantes estudaram o tema dignidade humana em Jerusalém</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="Body"><span>Promover a dignidade humana, aliviar o sofrimento humano e combater violações de direitos humanos, além de fortalecer uma cultura de dignidade humana no Brasil e no mundo. Conhecer diferentes pessoas e realidades, contribuir para a construção de um projeto coletivo e interdisciplinar de dignidade humana, e quiçá colaborar para a promoção de dignidade humana em uma academia intercontinental. Com tudo isso em mente, fui a Israel, disposta a aprender e debater sobre o tema.</span></p>
<p class="Body"><span>Mas o caminho a percorrer para uma academia intercontinental e uma cultura de dignidade humana é mais longo e complexo, e certamente não depende somente de debates acadêmicos e conferências. Teoria e prática precisam interagir e dialogar com coerência, especialmente por se tratar de dignidade humana.</span></p>
<p class="Body"><span>Uma das primeiras atividades foi uma rodada introdutória de apresentação e uma breve discussão sobre o entendimento de cada participante sobre o conceito de dignidade humana. Seria a dignidade humana um conceito aberto em que caberia todo e qualquer valor ou ideal a ser protegido? Seria uma ferramenta para transformação social? Haveria um “núcleo essencial” da dignidade humana? A dignidade humana consagra uma concepção individual ou coletiva? A dignidade humana inclui uma noção de autonomia? Qual significado de dignidade humana? Quem tem dignidade?</span></p>
<p class="Body"><span>A dignidade humana como tema de pesquisa reuniu jovens acadêmicos, com diferentes formações científicas, bagagens culturais e sociais; mas o tema comum de investigação não significa, por si só, uma compreensão compartilhada sobre a dignidade. Isso ficou evidenciado na breve discussão sobre o entendimento de cada participante e do grupo sobre o conceito de dignidade humana. A dignidade humana parecia ter contornos, cores e formas diversas para cada participante.</span></p>
<p class="Body"><span>Uma somatória de diferentes opiniões e concepções não necessariamente reflete um consenso sobre o termo e uma construção coletiva — o que demanda tempo, dedicação, percalços e esforços conjuntos. Mas ainda nos conhecíamos, e um conceito comum sobre dignidade humana e um projeto coletivo interdisciplinar poderiam ser desenvolvidos no decorrer das duas semanas em Jerusalém, ou ainda na segunda fase em Bielefeld.</span></p>
<p class="Body"><span>A falta de um conceito comum do grupo sobre dignidade humana foi ainda mais evidenciado na segunda semana, em discussões sobre dignidade humana no final da vida (o que traz à tona a dignidade no decorrer da vida) e sobre dignidade humana e defesa da segurança nacional, tomando por base a experiência israelense na jurisprudência e relativa aceitação social (e por vezes institucional) de tortura como método de investigação em situação ou cenário de “bomba-relógio”.</span></p>
<p class="Body"><span>Em Israel, a tortura por vezes é utilizada como método de investigação, em determinados casos de “necessidade” de defesa da segurança nacional em “cenário de bomba-relógio”. E com relativo aval das instituições estatais, inclusive da Corte Suprema. A proteção da segurança nacional estaria acima da dignidade humana?…</span></p>
<p class="Body"><span>Para alguns a prática de tortura poderia ser justificada para “salvar vidas” num cenário de bomba-relógio. Assim, não se questionaria a violação da dignidade humana, se a tortura fosse praticada para salvar “outras vidas”… Seria a “vida” o bem mais supremo da dignidade humana? Uma vida humana valeria mais que outra? Tortura seria aceitável num cenário de bomba-relógio? Tortura pode ser aceitável?</span></p>
<p class="Body"><span>Parecia cada vez mais fundamental termos maior clareza sobre o que o grupo entende por dignidade humana, para podermos elaborar um projeto coletivo interdisciplinar, um produto final dessa jornada. Como construir um projeto comum, coletivo e interdisciplinar sobre dignidade humana, se ainda não temos sequer um denominador comum mínimo sobre o tema? Como debater dignidade humana se alguns podem ter mais dignidade que outros?</span></p>
<p class="Body"><span>Mas talvez apenas quando cada pessoa conseguir se imaginar em outros papéis e conseguir se materializar na pele e na posição do “inimigo” sob tortura, ou de seus familiares, a dignidade humana passe a prevalecer sempre, em teoria e prática, sem margens ou janelas para a prática de tortura, sob nenhuma circunstância.</span></p>
<p class="Body"><span>Se uma abordagem interdisciplinar convida cada disciplina a uma abertura a dúvidas e questionamentos para uma construção coletiva, após essa primeira fase da </span><i>Intercontinental Academia on Human Dignity</i><span> em Jerusalém, fica mais evidente que para um projeto comum sobre dignidade humana, é preciso ter uma base sólida, conceitos e alicerces definidos e comuns, construídos interdisciplinarmente. Mas antes disso parece ser ainda necessário passar por certas reflexões pessoais, ter humildade, abertura e maturidade para questionamentos e diálogos, para possibilitar um entendimento comum e coletivo sobre dignidade humana, para então podermos caminhar em direção a uma construção coletiva e interdisciplinar.</span></p>
<p class="Body">Debater sobre dignidade humana em uma academia intercontinental parece exigir que cada participante faça um constante exercício de alteridade e questionamento, não apenas discutir conceitos acadêmicos de uma ou outra disciplina, ou as práticas cotidianas de instituições e sociedades. É preciso que o outro seja visto e considerado como semelhante, o outro com igual dignidade humana.</p>
<p class="Body"><span>Na lógica de guerra, o outro é visto como inimigo. Num passado autoritário, o outro deveria ser vigiado e punido, quando não “suprimido”. Uma história escravocrata, o outro como objeto. No cotidiano, cabe questionar se o outro é merecedor de dignidade? Quem decide quem pode (ou deve) viver ou morrer? Quem tem dignidade humana? Isso é intrínseco ou conquistado? Dignidade é absoluta ou pode ser relativizada? Como fomentar uma cultura de dignidade de humana? Qual o papel da academia?</span></p>
<p class="Body"><span>Mas mesmo esses questionamentos também parecem ter sido cuidadosamente preparados pela organização e coordenação. Além das aulas magnas e palestras com especialistas e importantes figuras do cenário israelense (vide material em: </span><a href="http://www.as.huji.ac.il/HM-brochure">http://www.as.huji.ac.il/HM-brochure</a><span>), as visitas e atividades sociais possibilitaram um mergulho na realidade social, cultural e religiosa de Israel, além de promover maior interação e coletividade entre os próprios participantes. Nas conversas durante as refeições e passeios pudemos nos conhecer melhor, debater situações e questões que contribuíram para uma sensação de confiança mútua e coletividade que favorecem um projeto comum e uma construção coletiva.</span></p>
<p class="Body"><span>Mesmo diante das diferenças o diálogo, reflexão e discussão prevaleceram entre os participantes. Opiniões foram respeitosamente escutadas e debatidas. Os limites da atuação e dos argumentos começaram a ser delineados e refletidos. No decorrer das duas semanas, aos poucos fomos nos tateando e nos conhecendo, com respeito e consideração, com carinho e cuidado.</span></p>
<table class="tabela-direita">
<tbody>
<tr>
<th><img src="https://www.iea.usp.br/imagens/participantes-ii-edicao-ica-jerusalem-1" alt="Participantes II Edição ICA - Jerusalém" class="image-inline" title="Participantes II Edição ICA - Jerusalém" /></th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Participantes da 2ª edição da ICA</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="Body"><span>Atividades e visitas possibilitaram o grupo a conhecer e mergulhar, aos poucos, em Israel. Da memória do holocausto em Yad Vashem à promessa e proposta de renascimento, reconstrução e retorno e reunião dos judeus na terra prometida, nas obras do Museu de Israel. Da atuação da Corte Suprema de Israel e proposta de integração social do atual governo, aos relatos da prática institucional de segurança nacional, passando por representações em documentários sobre o conflito Israel-Palestina. Atentados e noticiários do terror, reações de temor e insegurança, ou relativa naturalidade da vida cotidiana: “</span><i>just another day…</i><span>”</span></p>
<p class="Body"><span>E provavelmente o questionamento individual também faça parte de uma construção coletiva interdisciplinar sobre dignidade humana. Sair da zona de conforto proporcionada pela formação e disciplina acadêmica para debater possibilidades e projetos comuns, coletivos. Ainda que não tenhamos voltado de Jerusalém com uma ideia cristalina dos contornos desse projeto coletivo e interdisciplinar, nossas discussões e conversas sempre conduziram para uma proposta de uma terceira fase, ainda a ser definida: uma publicação, um workshop, ou algum outro formato para contribuir com o debate sobre dignidade humana, e quiçá para sua concretização e realização.</span></p>
<p class="Body"><span>Mas para isso talvez ainda seja necessário que cada participante retorne para suas atividades diárias, que as intensas reflexões e discussões decantem um pouco para podermos então impulsionar um projeto coletivo e interdisciplinar sobre dignidade humana, com uma base sólida comum e alicerçada em diálogos interdisciplinares, a ser concretizado talvez em Bielefeld, ou numa terceira fase, onde quer que seja.</span></p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Fernanda Rezende</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ubias</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidadania</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>ICA</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>capa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Intercontinental Academia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Desigualdade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direitos humanos</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-04-06T13:55:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/full-movement-beyond-control-27-de-outubro-de-2016">
    <title>Full Movement Beyond Control - 27 de outubro de 2016</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/midiateca/foto/eventos-2016/full-movement-beyond-control-27-de-outubro-de-2016</link>
    <description></description>
    
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Maria Leonor de Calasans</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Pesquisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Relações Internacionais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Interdisciplinaridade</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Migração</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Geopolítica</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Mudanças Globais</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ecossistemas</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Cidades</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Economia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Energia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Indústria</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Comunicação</dc:subject>
    
    <dc:date>2016-10-27T02:00:00Z</dc:date>
    <dc:type>Pasta</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/nova-lei-conscientiza-cidadao-sobre-importancia-de-informacoes-pessoais">
    <title>Nova lei conscientiza cidadão sobre importância de informações pessoais</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/nova-lei-conscientiza-cidadao-sobre-importancia-de-informacoes-pessoais</link>
    <description>Mudanças trazidas pela legislação à população e a empresas são tema de especial do USP Analisa</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f76cd9a2-7fff-f6fc-6214-5b9ecce3a55e"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/hand4887763_1920.jpg/@@images/24f3bf72-949b-4002-a6cd-c354769b7076.jpeg" alt="" class="image-left" title="" />A partir deste ano, as informações pessoais fornecidas pelo cidadão brasileiro a empresas vão ganhar uma nova ferramenta de segurança. Em agosto, entra em vigor a Lei Geral de Proteção de Dados, que estabelece regras tanto para a coleta quanto para o tratamento dessas informações. Mas, na prática, o que muda com a nova lei? Para discutir essas mudanças, o USP Analisa exibe a partir desta semana um especial em dois programas com a professora da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da USP Cíntia Rosa Pereira de Lima e com o professor do Departamento de Computação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP Evandro Eduardo Seron Ruiz.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Cíntia explica que a lei é necessária para equilibrar dois interesses: a proteção do ser humano e o lucro das empresas. “Atualmente, a sociedade informacional traz a característica de que a informação é o valor em si mesmo. Então, muitas dessas empresas provedoras de aplicação começaram com [investimento de] um dólar, elas não tinham nenhum valor expressivo. Empresas que têm um volume de informação muito grande representam o poder na sociedade informacional. Os dados pessoais monetizados acabam representando o lucro dessas empresas dado o poder do controle informacional que elas detêm”, diz a professora.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Ruiz destaca que a lei vai trazer ao cidadão uma maior consciência sobre a importância de seus dados e a necessidade de estar atento a quem está solicitando essas informações. “Às vezes a gente pensa: ah, mas é só minha data de nascimento que ele pediu, é só o meu telefone, é só o meu CPF, é só o meu nome. Mas eles, muitas vezes, funcionam como marcadores únicos e esses marcadores únicos juntam pedacinhos importantes dos nossos dados que estão armazenados em um repositório só. Eu vou ao supermercado A e ele sabe das minhas compras. Mas a gente não sabe quem trata os dados do supermercado A. Eu conheço uma empresa que trata os de 38 redes de supermercado. Uma empresa só tem dados imagina de quantos milhares ou eventualmente milhões de pessoas que compram nessa 38 redes de supermercado. Não são 38 supermercados, são redes. É impressionante como os dados voam”.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa vai ao ar nesta quarta (4), às 18h05, com reapresentação no domingo (8), às 11h30. O </span><a href="https://jornal.usp.br/radio-usp/sinopses/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>USP Analisa</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Computação</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-03-04T17:54:25Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-discutem-importancia-da-regulacao-da-inteligencia-artificial">
    <title>Especialistas discutem importância da regulação da inteligência artificial</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/noticias/especialistas-discutem-importancia-da-regulacao-da-inteligencia-artificial</link>
    <description>Cristina Godoy, da FDRP, e Evandro Ruiz, da FFCLRP, são os entrevistados do USP Analisa desta sexta</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-27c00819-7fff-ff7f-17b6-d24d5c45f5ff"> </span></p>
<p dir="ltr"><span><img src="https://www.iea.usp.br/polos/ribeirao-preto/noticias/copy_of_Designsemnome62.png/@@images/f9509993-c083-475d-ad57-599f61c8495e.png" alt="" class="image-left" title="" />Estabelecer uma legislação para o uso de ferramentas que envolvam inteligência artificial tem sido um tema bastante discutido em vários países, inclusive no Brasil. Afinal, por que é tão importante ter essa regulação? Para debater essa questão, o USP Analisa conversa com os professores da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto, Cristina Godoy, e da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, Evandro Ruiz.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Segundo Cristina, embora já existam algumas leis que podem ser usadas para regular essa tecnologia, ainda existem pontos que não são cobertos por elas. “A gente tem normas jurídicas que podem dirimir alguns problemas, alguns casos que surgem do uso da inteligência artificial, aplicações, sistemas. Temos a Lei Geral de Proteção de Dados, o Marco Civil da Internet, a legislação sobre propriedade intelectual, o Código de Defesa do Consumidor, o Código Civil. Então há um arcabouço relativamente vasto e adequado para dirimir a maior parte dos casos. Só que existem lacunas. A gente está numa fase agora de identificação dessas lacunas para, aí sim, pensarmos o que devemos regular, mas sem ter uma sobreposição com as outras normas. Senão vai ficar uma legislação muito repetitiva e acaba esvaziando o próprio objetivo da norma”, explica a professora.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Evandro destaca que a Computação não é mais tão independente do Direito como já foi no passado, até porque ela está envolvida em diversos aspectos da vida cotidiana. Por isso, embora muitos profissionais da área não gostem da ideia de uma regulação por considerá-la uma intromissão, ela é, sim, necessária.</span></p>
<p dir="ltr"><span>“A gente não tem que pensar com os olhos da tecnologia, a gente tem que pensar com um olho de humano, o que o humano - na sua capacidade de pensar, de abstrair, de construir - pode fazer com aquela tecnologia. Então não é um cerceamento, um freio na tecnologia. São eventualmente contornos, barreiras que a gente, como indivíduo, construtor, partícipe daquela tecnologia, precisa pensar em obedecer para que aquilo entre na sociedade de uma maneira construtiva”, diz ele.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Cristina e Evandro também integram o </span><a href="https://rp.iea.usp.br/pesquisa/grupo-de-estudo/tech-law/"><span>Grupo de Estudo Direito e Tecnologia - TechLaw</span></a><span> do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto da USP.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O </span><a href="https://sites.usp.br/iearp/usp-analisa/"><span>USP Analisa</span></a><span> é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP nesta sexta, às 16h45, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas plataformas de podcast </span><a href="https://open.spotify.com/show/7auqzY2Ctnyf10OO265XWm"><span>Spotify</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/usp-analisa/id1608373936"><span>Apple Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy84MTc4ZjY4Yy9wb2RjYXN0L3Jzcw"><span>Google Podcasts</span></a><span>, </span><a href="https://www.deezer.com/br/show/3643337"><span>Deezer</span></a><span> e </span><a href="https://music.amazon.com.br/podcasts/77a75b61-f72d-4c3e-af21-42bf2d8a7850/usp-analisa"><span>Amazon Music</span></a><span>.</span></p>
<p dir="ltr"><span>O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em </span><a href="https://t.me/iearp"><span>nosso canal no Telegram</span></a><span> ou em nosso </span><a href="https://chat.whatsapp.com/IrzrRNMDSwQLBWfBTg2Tvu"><span>grupo no Whatsapp</span></a><span>.</span></p>
<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Inteligência Artificial</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Tecnologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Grupos de Estudo</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Ciência da Computação</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    <dc:date>2023-06-02T14:11:51Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/cibercriminalidade-tendencias-desafios-e-percepcoes">
    <title>Cibercriminalidade: tendências, desafios e percepções</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/cibercriminalidade-tendencias-desafios-e-percepcoes</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><span id="docs-internal-guid-f0f346c4-7fff-8fe1-cd3b-b77c1d71fa7e"> </span></p>

<p>O Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP, por meio de seu Grupo de Pesquisa de Criminologia Experimental e Segurança Pública, e a Associação Internacional de Criminologia de Língua Portuguesa (AICLP) realizam no dia 27 de maio, a partir das 14h, a segunda conferência de seu Ciclo, com o tema “Cibercriminalidade: tendências, desafios e percepções”.</p>
 
<p><span>A palestrante será a docente da Escola de Criminologia da Faculdade de Direito da Universidade do Porto Inês Sousa Guedes. Ela também é pesquisadora do Centro Interdisciplinar de Pesquisa: Crime, Justiça e Segurança (CJS) da Universidade do Porto e integra o Conselho Diretor da AICLP.</span></p>
 
<p>Segundo Inês, o cibercrime é um conjunto amplo de ofensas que têm como denominador comum o fato de serem facilitadas pela tecnologia. Entre os desafios que ele coloca estão não apenas sua medição, mas a investigação criminal desse fenômeno. A Criminologia tem procurado aprofundar esse objeto de estudo, focando em sua definição, tipologias, tendências e percepções associadas a esse tipo de crime.</p>
 
<p>O evento também terá a participação do professor Eduardo Saad-Diniz. Ele é docente do Programa de Integração da América Latina da USP, livre-docente em Criminologia pela USP e coordena o Grupo de Pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do IEA-RP.</p>

<p> </p>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Thais Cardoso</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Criminologia</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Evento online</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Polo Ribeirão Preto</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Segurança Pública</dc:subject>
    
    <dc:date>2022-05-19T17:15:00Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.iea.usp.br/eventos/direito-e-desenvolvimento-uma-agenda-de-pesquisa-aplicada">
    <title>Direito e Desenvolvimento: Uma Agenda de Pesquisa Aplicada</title>
    <link>https://www.iea.usp.br/eventos/direito-e-desenvolvimento-uma-agenda-de-pesquisa-aplicada</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<table>
<tbody>
<tr align="left">
<td align="left"><strong>Diogo Coutinho</strong> (FD)</td>
</tr>
<tr align="left">
</tr>
</tbody>
</table>]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Janaina Abreu Oliveira</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    
      <dc:subject>Evento público</dc:subject>
    
    
      <dc:subject>Direito</dc:subject>
    
    <dc:date>2020-01-31T13:27:43Z</dc:date>
    <dc:type>Evento</dc:type>
  </item>




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